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13 de jul. de 2011

Marta Suplicy fala sobre “novo” PLC 122.


Remodelagem e troca de nome e número turbinarão sua missão e essência?

Julio Severo
Em entrevista ao programa homossexual de rádio CBN Mix Brasil, transmitido em 10 de julho de 2011, a senadora petista Marta Suplicy fala tudo sobre o PLC 122 e reafirma que o projeto não será arquivado.
Ela também disse: “Temos de mudar o número do PLC 122. Uma coisa tem de ficar clara: Não vai ser eu, com o histórico que tenho de vida, que vou colocar o conteúdo do PLC 122 no lixo. Isso não existe”.
A entrevista traz revelações importantíssimas sobre as ações de Marta para avançar o novo e camuflado PLC 122.
Para ouvir a entrevista em duas partes, acesse:
Enquanto muitos estarão de férias em julho, Marta, Marcelo Crivella e outros estarão remodelando o PLC 122, com novo nome, número e aparência, para turbinar sua missão e essência.
Participa também da remodelação Toni Reis, presidente da ABGLT, a maior organização homossexual do Brasil,envolvida no escândalo de ter recebido milhões do governo federal para produzir o infame kit gay.
As artimanhas para avançar o PLC 122 estão mais para novela da Globo. Por pura coincidência, sua relatora passou anos no planeta global.
Primeiro, Fátima Cleide, a antiga relatora, e Iara Bernardi, a autora do projeto, haviam assegurado ao Brasil que o PLC 122 era apenas para proteger os homossexuais e não representava ameaça aos cristãos. Ambas pagaram caro nas urnas. E deviam também lavar a boca com sabão.
Depois, vem Suplicy que, para tentar agradar aos cristãos, promete garantir liberdade de expressão somente dentro das igrejas, conforme foi registrado em vídeo editado por mim aqui.
Quando esse truque não funcionou, Suplicy se reúne com o senador Magno Malta e outros políticos evangélicos amigos do PT. Malta, todo entusiasmado, disse que nesse encontro Marta afirmara ter sepultado o PLC 122, o que foi publicamente negado pela senadora.
Dias atrás, outro entusiasmado foi o senador Marcelo Crivella, que, para garantir que os cristãos possam ter assegurado o direito constitucional de criticar a sodomia pelo menos dentro dos templos, fez para Suplicy a concessão de aumentar as penas para os crimes contra o homossexualismo.
Essa concessão nos deixará numa situação interessante. Sem concessão, veja a realidade: Um homossexual adulto recentemente aliciou um menor de idade. Em outros tempos, tal crime poderia render uma pena pesada para o criminoso. Hoje, se esse homem homossexual chegar a ser considerado culpado, ele terá de fazer “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”. Essa será sua punição.
Em contraste, pelo PLC 122, se você contratar um homem para sua empresa ou para trabalhar na sua casa, ou mesmo contratá-lo como professor particular de seus filhos para educá-los na sua casa, e o homem chegar para trabalhar vestido como mulher, você estará impedido de despedi-lo, sob pena não de fazer “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”, mas de passar de dois a três anos na cadeia — como se você fosse mais perigoso do que um homossexual aliciador de menores!
Com o aumento da pena que Crivella recomendou, você poderá passar mais anos no xadrez, enquanto que o homossexual aliciador de menores de idade estará fazendo “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”. O depravado fica à solta na comunidade enquanto que você, que é marido e pai de filhos, tem de ficar atrás das grades.
O texto preliminar que Marta entregou para Crivella está abaixo, mas preste atenção: A senadora deixou claro que esse não é o documento final. Haverá algumas “melhorias” nos próximos dias, numa novela que promete ter muitos capítulos pela frente.
Tal qual o entusiasmado Malta, Crivella está empolgado com a versão preliminar.
Mas vou ser sincero: não me sinto empolgado quando os amigos de Dilma Rousseff estão debatendo o nosso futuro. Quer sejam evangélicos ou não, os amigos da Dilma não são os nossos amigos. Quer sejam evangélicos ou não, os amigos do PT não são os nossos amigos.
O fato é que, mesmo sem nenhum PLC 122 no Brasil, já está havendo perseguição contra os cristãos. Em 2007, o Rev. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, foi intimado por “homofobia”. Dias atrás, um pastor foi detido na Praça da Sé em São Paulo, porque um ouvinte gay “ofendido” chamou a polícia quando o pastor pregou textos bíblicos contra a sodomia.
Qualquer projeto de lei que dê o mínimo respaldo para a agenda gay será um prato cheio nas mãos dos militantes gays e seus simpatizantes.
Aqui vai o texto preliminar do novo PLC 122:
Criminaliza condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal para punir, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Esta Lei define crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.
Art. 2º Para efeito desta Lei, o termo sexo é utilizado para distinguir homens e mulheres, o termo orientação sexual refere-se à heterossexualidade, à homossexualidade e à bissexualidade, e o termo identidade de gênero a transexualidade e travestilidade.
Discriminação no mercado de trabalho
Art. 3º Deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.
§ 1º A pena é aumentada de um terço se a discriminação se dá no acesso aos cargos, funções e contratos da Administração Pública.
§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Discriminação nas relações de consumo
Art. 4º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.
Indução à violência
Art. 5º Induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos, além da pena aplicada à violência.
Art. 6º O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 61……………………………………………………………………….
II…………………………………………………………………………………
m) motivado por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”
Art. 121……………………………………………………………………………..
§ 2º……………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………
VI – em decorrência de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 129……………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………….
§ 9o Se a lesão for praticada contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou com quem conviva ou tenha convivido, ou, ainda, prevalecendo-se o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade ou em motivada por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 140……………………………………………………………………………..
“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
………………………………………………………” (NR)
“Art. 288……………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………
Parágrafo único – A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado ou se a associação destina-se a cometer crimes por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Art. 7º Suprima-se o nomem iuris violência doméstica que antecede o § 9º, do art. 129, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal.
Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

2 de jul. de 2011

Mãe senti nojo de oito crianças concebidas por inseminação artificial.


Mais notícias do fim do mundo: uma americana deu à luz oito filhos no ano passado e disse sentir nojo das crianças. A notícia passa a ser ainda mais revoltante pelo fato de que os óctuplos – como era de se esperar – foram concebidos em um procedimento de inseminação artificial.

Se chega a ser impressionante que uma mãe tenha a capacidade de ter nojo dos próprios filhos, o fato de ter sido ela mesma a pagar por um procedimento caro para engravidar faz com que a história toda chegue às raias do surreal. A pergunta pode e deve ser feita novamente: a que ponto chega o egoísmo de alguns? E, como naquela notícia do casal paranaense, é de novo aqui a fertilização in vitro que está envolvida nesta rejeição dos filhos. Pessoas que julgam poder tudo e, por isso, não dão valor ao que possuem.

Uma vez que a inseminação artificial transformou os filhos em uma mercadoria ou em um serviço – pelo qual se paga (caro) e, depois, recebe-se o produto -, como se surpreender que agora os filhos sejam tratados como objetos? Como um produto de luxo que se pode comprar e do qual, depois, é perfeitamente natural se desfazer?

Enquanto as pessoas continuarem tratando seres humanos como se fossem itens de luxo fabricados com tecnologia de ponta, coisas assim irão continuar acontecendo. Uma vez que os filhos deixam de ser o fruto do amor de uma família e passam a ser algo que se encomenda e pelo qual se paga… é porventura de se espantar que o egoísmo fale mais alto e a “coisificação” do ser humano atinja estes níveis que estamos vendo por aí?

Que Deus tenha misericórdia de nós, e que tenha piedade dessas crianças que vêm ao mundo por fruto de um hedonismo doentio dos seus pais – que, depois, comportam-se como crianças mimadas que abandonam num canto da casa o brinquedo do qual enjoaram. Tristes tempos em que vivemos! Que a Virgem Santíssima nos ajude a todos.


Fonte: http://www.deuslovult.org/

17 de jun. de 2011

" Marcha da maconha" e as lamentáveis decisões do STF.




Frederico de Castro – SPES

Em recente decisão, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que a realização dos eventos denominados “marcha da maconha” não são ilegais.

Para os ministros, a questão cuida apenas da conservação dos direitos constitucionais de reunião e de livre expressão do pensamento, e nessa medida estariam permitidos.

Contudo, é preciso ter em mente que o STF – lamentavelmente –, em mais uma novíssima decisão teratológica, se erige em juiz de legibus, ou seja, em juiz das leis e não segundo as leis, transformando-se ele próprio em legislador; e assim o faz pela artificiosa hermenêutica então denominada interpretação conforme.

E assim tem ocorrido progressiva e sucessivamente: liberação de células-tronco embrionárias, reconhecimento de união gay, colocação em liberdade do criminoso internacional Cesare Battisti, etc.


Pois bem, decidiu a mais alta corte do país no julgamento da ADPF 187 que o artigo 287 do Código Penal deve sofrer interpretação conforme a constituição (e adivinhe quem diz o que é uma interpretação conforme e qual é ela?!), de tal forma que não se podem impedir manifestações públicas em defesa da legalização de drogas. Retenha-se que o artigo legal ora citado impõe categoricamente tratar-se de fato criminoso alguém fazer apologia de um fato criminoso.

Portanto, o que a hermenêutica do STF realmente proporciona é a concessão de um salvo-conduto antecipado aos maconheiros para que possam fazer apologia de seu vício, pouco importando que este na maior parte das vezes esteja mesclado com comportamentos caracterizados como ilícitos penais pela legislação brasileira, sem mencionar evidentemente os prejuízos morais e à própria integridade física das pessoas. Ausente, pois, a justiça e a prudência em mais uma decisão que se afasta enormemente de qualquer coisa que se possa chamar de jurídico – isso para dizer o mínimo.

É cediço que o uso indiscriminado das drogas, ou seja, aquele uso que não se faz para fins medicinais ou medicamentosos, é extremamente prejudicial ao bem comum nos mais diversos níveis, e assim desde um aparentemente inofensivo comportamento letárgico no descumprimento dos deveres de estado até os mais horrendos homicídios ou o tráfico de armas, ou ainda, pelo próprio abuso dessas substâncias, o entorpecimento da consciência, da vontade e da razão.

Ainda assim, dirão os defensores da maconha, e do uso de drogas de maneira em geral, sem abdicar uma vírgula de seus “sofismas de bolso”, em sua uníssona lenga-lenga: o tabaco é tão prejudicial quanto a maconha ou mais; em Amsterdã o uso é legalizado, e a criminalidade é menor; ou, ainda, o uso da maconha é tão natural quanto tomar “uma cervejinha”, etc.

Pois bem, se a questão fosse assim tão transparente como se alega, sucessivas legislaturas, ainda que de péssimos políticos, já haveriam sido suficientes para chegar à conclusão de que não apenas a maconha, mas também outras drogas, poderiam ser legalizadas a exemplo do tabaco ou do álcool. Mas a realidade desmente a tese desses libertinos: as drogas que têm seu uso discriminado ou totalmente proibido o têm não por capricho legislativo, mas por imperativo categórico de sobrevivência. Enfim, o mal das drogas é um mal que se alastra, pois não está circunscrito ao usuário. Um único drogado é capaz de destruir uma família; uma família destruída é capaz de pôr em risco uma comunidade; uma comunidade destruída é capaz de pôr em risco uma cidade; uma cidade destruída é capaz de pôr em risco uma grande extensão de territórios; e uma grande extensão de territórios pode pôr em risco toda uma pátria. Logo, o combate às drogas é uma questão de sobrevivência de todo o país.

Portanto, uma marcha pela maconha não é uma mera manifestação do pensamento ou de um direito constitucional de reunião. Não, absolutamente não! Uma marcha pela maconha é uma apologia pior do que a incursão no art. 287 do Código Penal: seria mesmo um crime de lesa-pátria se tal figura penal houvesse na legislação!

Há quem defenda que a legalização das drogas seria capaz de diminuir a violência do crime organizado. Quanta ousadia ou, até arriscaria dizer, má-fé em uma afirmação como esta! Isso é absolutamente falso. É uma afirmação que confunde os fins com os meios. Ora, as pessoas se organizam para o crime não em função dos meios, mas em função dos fins.

Alguém se faz traficante de drogas não para vender drogas, mas pela cupidez do lucro fácil. Portanto, ao criminoso pouco importa se as drogas são lícitas ou não; ele continuará a ser violento por imperativo de seus desejos. Se não for para afastar a ação da polícia, será para afastar a concorrência ou para ameaçar o consumidor, ou em função de qualquer motivo que seja capaz de pôr em risco a sua “vida fácil”. Portanto, legalize-se o que se quiser, e ainda assim não se porá fim à violência.

Há um adágio popular que diz: “Quem diz sempre o que quer acaba escutando o que não quer”. Mutatis mutandis, os ministros “paz e amor” do STF correm o risco de entrar para a história do país como aqueles que avalizaram o princípio de enormes convulsões sociais. Pode a liberdade de expressão suprimir totalmente a justiça e a prudência? Pode o valor da liberdade ser superior à felicidade ou ao bem? Ao magistrado compete conhecer o bem não apenas de modo abstrado ou geral, mas distinguir o bem concretamente diante do que o caso requer.

A virtude da prudência, como me ensinou o magistrado Ricardo Dip (em Prudência Judicial e Consciência), é o primeiro dos hábitos morais a cuja falta já não é possível nenhuma vida moral. Todas as virtudes morais convergem em seu fim para a conformidade com uma reta razão, e é justamente o papel da prudência determinar esta reta disposição dos meios capazes de atingir esses fins. Ora, a toda a evidência faltou muita prudência aos ministros da mais alta corte deste país. Ao contrário da antiga linhagem dos magistrados que consolidaram o direito do ocidente, os atuais jamais poderão ser chamados de “jurisprudentes”.
Deus proteja nossa pátria, pois a prudência nos falta e a justiça se esvai em vaidades.

16 de jun. de 2011

Médico que foi famoso especialista em inseminação artificial diz: Fiquei totalmente horrorizado quando percebi o que estava fazendo.



Kathleen Gilbert

CHICAGO, EUA, 13 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um médico que outrora era famoso por seu trabalho no campo da fertilidade diz que desistiu horrorizado depois de perceber que o ramo de seu trabalho era parte da “crescente atitude médica de tratar os bebês como objetos” — um termo que ele diz que seus colegas simplesmente ridicularizavam.
“Faltam-me as palavras para lhe dizer que bem no fundo da minha alma cri que eu havia cometido um mal contra outras pessoas”, o Dr. Anthony Caruso, especialista em endocrinologia reprodutiva, disse para o canal de TV EWTN News num artigo de 9 de junho.
Caruso, que é católico, diz que desistiu de seu emprego e foi para o sacramento da confissão no mesmo dia. “Quando percebi o que eu estava fazendo, fiquei totalmente horrorizado”, dele disse para EWTN News. “Fiquei tão angustiado por ter levado tantos casais por um rumo errado”.
O especialista em fertilidade disse que inicialmente sua motivação era entrar nesse campo de trabalho para ajudar a levar felicidade a um casal infértil — mas desde então percebeu que o procedimento está envolvido em conflito com o ideal de sacrifícios que deve haver entre os cônjuges do casamento. “É… a ideia de que você pode ter tudo o que quiser, onde quiser, quando quiser”, disse ele.
O artigo da EWTN também destacou a carreira do Dr. Michael Kamrava, que está para perder sua licença médica em 1 de julho por seu papel no caso “Octomom”: Kamrava foi o médico que transferiu todos os doze embriões restantes de Nadya Suleman no útero dela, resultando no nascimento de óctuplos em janeiro de 2009.
Normalmente, os médicos que fazem inseminação artificial têm de transferir um máximo de quatro embriões em cada tratamento de fertilidade, e fazem aborto seletivo das crianças se mais de um ou dois bebês sobrevive — um procedimento Suleman recusou.
Caruso comentou que tal “atitude médica de tratar os bebês como objetos” é uma parte da mentalidade da inseminação artificial, onde abortar os bebês inconvenientes é um procedimento tanto rotineiro quanto incentivado.
“Você ficaria surpreso com o número de pessoas que chega a 23, 24 semanas de uma gravidez a partir de inseminação artificial que sofrem complicações de gravidez”, disse ele. “E elas dizem: ‘Não tem problema. Pode jogar fora’. Pois essencialmente elas podem simplesmente voltar e fazer tudo de novo”.
Enquanto isso, Caruso diz que sua conversão é praticamente exclusiva entre os especialistas de inseminação artificial nos Estados Unidos, fazendo dele um pária entre seus colegas.
“A maioria dos meus colegas me vê como um doido”, disse o médico.

Fonte: Júlio Severo

18 de mai. de 2011

Lei da homofobia: Marta Suplicy seria fulminada pela primeira emenda no EUA.

Por Reinaldo de Azevedo

O Jornal da Globo apresentou ontem uma reportagem sobre a PL 122, a tal lei que criminaliza a homofobia. No senado, militantes gays — a militância gay, já disse, está para os homossexuais como o MST está para o trabalhador rural — se reuniram para defender o texto, tendo como sacerdotisa a senadora Marta Suplicy (PT-SP), a mesma que disse bobagens estonteantes ontem em defesa de Antônio Palocci (ver posts abaixo). Ela estava sendo “progressista” nos dois casos, tá?
A reportagem fazia parecer que as pessoas estão apenas empenhadas na defesa de direitos e que o texto, se aprovado, não terá conseqüências que dizem respeito à democracia. A PL 122, sob o pretexto de defender os homossexuais, oficializa a censura no país. Já demonstrei isso mais de uma vez.
Marta teve uma idéia genial, bem Marta!, para resolver o problema da liberdade religiosa, por exemplo. As pessoas poderão falar contra o casamento gay, mas só dentro dos templos! Fora deles, estariam sujeitos à pena de reclusão, num crime que passaria a ser considerado inafiançável e imprescritível, como o racismo. Se nem a cor de pele é raça — somos todos da raça humana! —, a condição sexual passará a ser.
Como é fabulosa essa Marta Suplicy! Se nos EUA, seria fulminada, de cara, pela Primeira Emenda, aquela que proíbe o Congresso de legislar sobre liberdade de expressão e liberdade religiosa. Ela faz as duas coisas! No Brasil, o jornalismo também concluiu que a Primeira Emenda é coisa de americano… Fala-se da PL 122 como se ela estivesse apenas garantindo direitos, jamais agredindo-os.
Vai ser aprovado? Sei lá eu! A pressão da imprensa sobre o Senado é grande. Aprovado a lei, o Brasil vai se transformar numa indústria de ações judiciais. O texto permitirá que pessoas sejam denunciadas ou por demitirem gays das empresas — ou por não os admitirem, ainda que por outros motivos nos dois casos. Um professor “transgênero” poderá alegar que não foi contratado pela escolinha de educação infantil porque o diretor não passa de um preconceituoso…
Não só isso. Ainda que o suposto ofendido não faça a denúncia, um terceiro poderá fazê-lo. O texto permite que se acuse alguém de homofobia porque o acusador se sentiu “subjetivamente” atingido, entenderam? Esses absurdos partem do princípio, falso, de que inexistem leis para punir agressões aos gays. Estatísticas furadas são usadas para fazer proselitismo, como aquelas que indicam que este seria um dos países do mundo que mais assassinam gays. Qualquer delegacia de polícia sabe que boa parte dos crimes dessa natureza é cometida por garotos de programa, que são também… gays! Ou não? Esses “profissionais” seriam o quê? Prestadores heterossexuais de serviços? Se essas ocorrências servem para afirmar que o Brasil é um dos países que mais matam gays, será preciso admitir, então, que é um dos que mais têm gays assassinos. Uma e outra coisa são falsas.
Mas volto a Marta. Esta iluminista acha que liberdade religiosa tem hora e lugar, compreenderam? Dentro dos templos e igrejas, os crentes poderão professar a sua fé, como atividade quase clandestina; fora de lá, não!

Por Reinaldo Azevedo

Vídeo: sites e blogs não poderão se manifestar contra o homossexualismo!

Veja o trecho em que Marta Suplicy – no programa “Cidadania” da TV Senado, afirma que ela concederá (sic!) liberdade para falar contra o homossexualismo somente dentro “das igrejas e dos templos”, mas que ela tomou “o cuidado que em mídia eletrônica não pode fazer isso”.

Se o PLC 122/2006 (que criminaliza a “homofobia”) for aprovado, a legislação brasileira protejerá os homossexuais como no Paquistão se proteje o islamismo contra “crimes de blasfêmias” , em que para se tornar réu basta questionar essa lei.




Fonte: IPCO

Fui traficante e drogado.Hoje sou sacerdote da Igreja!

De traficante de drogas e mafioso a sacerdote graças a Medjugorje

Ivan Filipovic se mudou para a Alemanha com 18 anos. Tinha ânsia pela liberdade embora não soubesse o que ela significava e acabou traficando e drogando-se com heroína. “Dormia nos melhores hotéis, trocava de carros e de garotas quando queria”, confessa Ivan. Até que foi a Medjugorje.

Ivan Filipovic foi chefe do narcotráfico em Frankfurt, Alemanha durante cerca de sete anos. Hoje, com quarenta anos é sacerdote católico. Sua incrível história pode ser encontrada no livro “Medjugorje” (editora Libros Livres). Abaixo transcrevemos um pequeno trecho:

- Padre Ivan, pode nos contar algo da sua vida ?

Desde pequeno fui um rebelde que andava em busca da “liberdade”. Nunca pude aceitar uma maneira normal de viver. Escola, faculdade, mulher, filhos, trabalho, carreira, férias na praia… me parecia muito pouco. Assim saí de casa muito cedo. Aos dezoito anos fui para a Alemanha em busca desta liberdade que tanto ansiava.

- O que esperava na Alemanha ?

A princípio nada, somente aventura. Ali conheci o mundo do crime, o mundo do dinheiro e a prostituição. Digamos que tudo o que o mundo oferece hoje. Muito rapidamente prosperei nas ruas. Com dezoito anos já ganhava muito dinheiro para viver.

- De que maneira ?

Eu comecei a mexer com drogas. Este dinheiro eu gastava em clubes privados e em uma vida que talvez muitas vezes os jovens sonhem em ter porque viram muitos filmes americanos. Eu dormia nos melhores hotéis, mudava de carros e de garotas quando queria.

- Quando começou a se drogar ?

Com quatorze ou quinze anos provei alguma droga leve. Mas foi quando comecei a vender heroína que comecei eu mesmo a tomá-la. E lhes digo que a heroína é a ruína.

- Fale-me de sua ruína

Quando me drogava, não fiquei em condições de trabalhar em nada mais. Era o meu estilo de vida. Música, concertos, clubes… eu tinha o meu mundinho… Mas logo chegou o fim de tudo isto. Eu tinha 25 anos e estava muito cansado da vida. Minha família sabia que eu me drogava. Eu tinha todo o corpo marcado, sabe ? Não tinh mais veias, e hoje, quinze anos depois, continuo sem tê-las.

- Conte-me sobre sua família

- Tenho dois irmãos que estiveram na guerra no meu país (Iugoslávia). Uma noite em que eu estava totalmente drogado, um deles se aproximou de mim e me disse: “Ivan, joga essas pílulas fora, tome um rifle e venha comigo para a guerra. Uma vez que você vai matar, pelo menos, morra como um homem “. Certo, então tirei todo o lixo que eu tinha e o joguei fora. Foi nesse momento em que eu decidi fazer algo com minha vida e entrei na Comunidade Cenácolo, uma comunidade de escola de vida em que os rapazes abandonam a droga através do trabalho e da oração. É Cristo que nos cura, não há nenhum substituto ou medicamentos.

- Como conheceu a comunidade Cenácolo ?

Tínhamos um primo que estava vivendo na casa que a comunidade tem em Medjugorje. No inicio entrei para descansar. Ficar alguns meses. Então conheci irmã Elvira, a fundadora da comunidade.

- Quando se conheceram?
- Quase dois meses depois de entrar no Comunità, precisamente, na capela da casa de Medjugorje, onde tinha ido em peregrinação. Irmã Elvira deu uma catequese.

- O que aconteceu nesta catequese ?
“Em um determinado momento ela nos perguntou quem queria ser bom. Tudo ao meu redor levantaram suas mãos, mas eu não consegui. Fiquei tão impressionado com a Irmã Elvira que não tive coragem de mentir e naquela noite não dormi. Eu chorei a noite toda. Saiu muita raiva, muita amargura. Naquela noite eu decidi que queria fazer o programa da comunidade até o final.. Eu acreditei na irmã Elvira. Eu finalmente encontrei uma pessoa em quem acreditar.

- Algo de muito forte ela teve que fazer ou dizer para que uma pessoa como você, dissesse que aquela freira italiana fosse a primeira pessoa no mundo em que você acreditasse de verdade.
Irmã Elvira disse naquela tarde que nós não sabíamos quem éramos, e isto me machucou. Eu me lembro que pensei: Esta freira o que diz ? Eu tenho 26 anos, como eles não sabem quem eu sou? “Ela disse que só então saberíamos quem somos, se tivéssemos a coragem de nos ajoelharmos diante de Jesus na Eucaristia.

Então eu passei a noite em lágrimas e no dia seguinte, fui à capela e disse: “Se é verdade o que a irmã diz, que eu não sei quem eu sou, e se é verdade que você está vivo na Eucaristia, eu realmente quero saber a verdade sobre mim, sobre quem eu sou. ” E posso dizer que, a partir daquele dia, com a ajuda de Jesus, comecei a olhar em meu coração e eu comecei a ver muitas coisas que não queria ver. Minhas mentiras, as injustiças, a sabedoria da rua que tinha acumulado ao longo dos anos.

Eu me lembro quando eu via as minhas fraquezas. Eu estava muito triste. Eu sentia um forte arrependimento e dizia: “Jesus, eu não quero ser assim, perdoe-me, ajuda-me”, e vivia a experiência do perdão de joelhos, tão fortemente que muitas vezes vinham com lágrimas, com sentimentos e pensamentos que vinham do coração. Eu aprendi que a oração não é apenas o que me ensinaram nas aulas de religião. Eu aprendi que através da Verdade diante mim mesmo, através do arrependimento, eu estava vivendo o perdão de Deus. Eu fui perdoado e amado por Deus. Compreendi que a oração influi na vida. Que a oração tem muita influência no meu relacionamento com as pessoas ao meu redor, e eu acreditei na oração. Acreditei neste Deus que tocou o meu coração.

- Foram realmente curadas todas as feridas de sua vida passada?
- A droga é um drama da vida. Na comunidade podem-se viver grandes experiências espirituais, mas a droga ainda é um grande drama. A droga torna o homem muito frágil. Digo-vos um exemplo. Quando eu tinha quatro anos na comunidade e muita experiência espiritual acumulada, Irmã Elvira me permitiu começar os estudos e fui para Pisa. Eu fui de trem para lá e quando eu desci do trem em Pisa, em dois minutos eu tinha uma imagem clara da estação. Eu reconhecia tudo. Eu reconheci a polícia civil, prostitutas e cafetões que as vigiavam, traficantes de drogas, os que buscavam drogas e os que não tinham dinheiro para comprá-las e precisavam roubar. Tudo isso em dois minutos. T inha quatro anos fora do mundo, mas apenas dois minutos foram suficientes para ver tudo, porque em toda minha vida, expressões faciais, os olhos, a maneira que as pessoas fumavam, os movimentos, os passos … tudo foi memorizado profundamente em meu interior. Então eu percebi o quão frágil eu era, porque todo o meu passado estava memorizado.

Eu acho que aí está a fragilidade de um viciado. Nós aprendemos como escapar dos problemas, como escapar da cruz em um mundo ilusório. Nós memorizamos a sensação da cocaína, lembramos o que significa ter relações sexuais livremente com uma mulher… tudo o que está em nós e que é a fragilidade de um viciado. E apesar de todas as minhas experiências espirituais, essa vulnerabilidade ainda existe.

É por isso que eu digo que o viciado não pode agir como um homem “normal”. Todo homem precisa de Deus. O homem sem Deus, com o tempo não é um homem, é um animal. E o viciado precisa mais de Deus do que outros. Portanto, Deus respondeu às necessidades dos homens com uma comunidade como esta. Através desta comunidade, Deus desceu para acolher os últimos, e só Ele é capaz disto, de passar pelo nosso passado e transformar as trevas em luz, o desespero em esperança, a tristeza em alegria.

Através da oração, eu me reconciliei com o meu passado. Hoje, quando penso nos acontecimentos do meu passado, eu tenho paz. Não há mais emoção, não há impulsos negativos, nenhum desconforto, nenhuma vergonha, e estes impulsos não são grandes e fortes. Só há paz, porque Deus aravessou tudo isto através do sacramento da Confissão. Eu me reconciliei com o meu passado, Ele transformou as trevas em luz. Hoje, meu passado é uma riqueza onde eu retiro a sabedoria para ajudar as pessoas que estão neste caminho..

- Então, faz sentido a cruz de Cristo?
- Sim, eu vejo assim. Mas eu não sou tolo. A droga é uma desgraça e um mal. Eu nunca poderia voltar ao passado, no entanto, Deus é muito grande. Deus sabe voltar e acolher o último marginalizado. E se você deixar, Ele pode passar pela sua vida, apesar de tão difícil e dramática que seja. Ele pode mudar tudo isso em luz.

- Quando foi ordenado sacerdote?
- Em 2004, quando tinha dez anos na comunidade.

- Como ocorre a mudança de um viciado em drogas até o sacerdócio ?
- A isso não posso dar uma resposta sem mencionar o nome de Jesus.

- Você, em todos estes anos, conheceu bem Medjugorje. O que você pode nos dizer ?
- Acho que justamente ali aconteceu o primeiro marco na minha vida. Foi quando eu decidi ficar dentro da comunidade. Toda vez que eu ia para a comunidade em Medjugorje, não voltava de mãos vazias. Sempre voltava com um coração cheio de esperança, de fé. Irmã Elvira sabia sobre essas coisas e eu acho que é por isto que me enviava sempre a Medjugorje. Agora vou a Medjugorje todos os anos acompanhando peregrinações, e nunca retorno de Medjugorje sem levar algo comigo. É difícil explicar, mas a Virgem Maria está ali perto de você e te ajuda a viver estas coisas. Então, devo dizer também como sacerdote, que em nenhum lugar no mundo se confessa tão bem quanto em Medju gorje. Em nenhum lugar do mundo, eu encontrei pessoas tão sinceras e abertas no momento da confissão.

- Por que ?

- O mais provável é que seja o resultado da presença da Virgem Maria. As pessoas A sentem! Não se trata de quão grandes ou pequenos sejam os seus pecados. Se trata de que com que fervor e com que verdade as pessoas se confessam ali, com que humildade e com que arrependimento.

Traduzido por Gabriel Paulino

Fontes:http://www.comunitacenacolo.it/viewpagina.asp?keypagina=1117
Fonte: comshalom.org

27 de dez. de 2010

O governo Dilma tem o mesmo sonho do governo Lula: a legalização total do aborto

Faltando apenas quatro dias para o término do governo Lula, a presidente eleita, Dilma Rousseff, anuncia que a sra. Iriny Lopes será a  futura ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres. E no mundo, quando se fala em política para as mulheres, leia-se: Direito assistido pelo Estado de abortar.

Claro que eles e elas maquiam isso tudo. A futura ministra maquiou, mas não enganou. Disse em entrevista que ninguém é favorável ao aborto, apenas ao direito de a mulher fazer o que bem entender com seu corpo, pois nenhuma mulher é obrigada a ser mãe (e aquele trololó de sempre).

Falando assim, na maior cara-de-pau-deslavada, ela pensa (e todo o governo petista pensa) que somos um bando de idiotas que não entenderam o recado. Parece até o machista Cabral quando soltou aquela "pérola" do "quem nunca teve namoradinha que abortou?".

Algumas coisas precisam ficar claras. A primeira delas é a de que nenhuma mulher é obrigada a ser mãe. Se assim fosse, as freiras todas teriam que ter filhos, e aí arrumaríamos problemas, pois quem seriam os pais? Os sacerdotes? Óbvio que não. Há uma lógica que nem todas as mulheres nasceram para a maternidade, como nem todas nasceram para o matrimônio. Fato indiscutível. Contudo, aquelas que se dão em casamento devem saber que os frutos do matrimônio são, indiscutivelmente, os filhos. Casamento sem filhos (quando deliberadamente deseja-se não tê-los) é como uma árvore seca que não dá flores ou frutos. Não tem sentido. Cabe lembrar que há casais que insistem em ter filhos, seja por vias naturais ou adoção, mas nada conseguem. Contudo, Deus vê a intenção de coração e recolhe as lágrimas, santificando-os na dor do não ter os filhos tão sonhados.

É nos filhos que exercitamos as virtudes. E educá-los na fé não é fácil. Digo isso de carteirinha. Tenho um menino de dois anos e meio. Preciso pensar, repensar e "trepensar" antes de fazer e/ou dizer qualquer coisa, pois eu sou seu referencial, juntamente com o meu esposo. Devo ser muito mais virtuosa como mãe que como esposa, pois estou formando alguém em sua tridimensionalidade - corpo, alma e espírito (e apesar de serem duas vocações diferentes, elas têm seu efeito ligados uma à outra).

A segunda coisa que deve ficar claro é que, para haver sentido lógico no que a tal senhora disse, algo deveria ser posto em prática pra ontem: a castidade. Sim, porque é muito fácil dizer que nenhuma mulher é obrigada a ser mãe, porém não deva ter responsabilidade sexual. O problema é que eles e elas entendem responsabilidade sexual como promiscuidade. O negócio é: "transem a vontade, usem camisinha, anticoncepcional, pílula do dia seguinte. E se ainda assim, tudo falhar, abortem. Mas não deixem de ser felizes, hein?" Só que isso não é nem nunca foi responsabilidade sexual. Isso é permissividade sexual.

Mesmo que você não seja católico ou cristão, porém é um ser sensato, ético e moral, saberá que toda e qualquer relação precisa de responsabilidades, seja em que campo for: profissional, amizade, relacionamento amoroso, etc. Logo, você concordará comigo que sair por aí transando ao Deus dará não é responsável. Qualquer pessoa de bem entende que todo ato tem consequência. Filhos são consequências de uma fecundação. Fecundação é consequência de sexo. Agora, aborto não pode ser consequência de gravidez. Só que a sociedade mundial quer tornar o aborto a consequência da irresponsabilidade, a única saída para tapar o sol com a peneira, deixando nossos jovens cada vez mais irresponsáveis, cada vez mais imaturos, sem nenhum compromisso consigo próprios, quiçá com outrem.

Só que o mais triste disso tudo é o Lula ter tentado nos enganar, quandosempre pleiteou pelo aborto; a Dilma tentando nos enganar, quando sempre pleiteou pelo aborto; e o Chalita apoiar toda esta mentira, dizendo em rede nacional que a presidente eleita nunca foi em favor do aborto. É muita cara-de-pau dessa trupe, né? O bom é que o Chalita responde meu artigo, dizendo de que lado ele está: contra a moral e a ética.

Madre Teresa de Calcutá sempre disse que jamais poderá haver paz sobre a Terra se não houver no ventre. E parece que o Brasil quer perder a paz, como vários países do mundo já o perderam. É mais um prego que exarceba a chaga do coração de Jesus. Mas o que me consola é saber que estes hipócritas já receberam a sua recompensa. E tenho certeza que o Senhor não usará de meias-palavras como eles fazem, tentando enganar-nos sobre o real valor da vida.

Imaculado Coração de Maria, sede a nossa salvação.

16 de dez. de 2010

Por que não te calas, Cabral?

Existem pessoas que perdem oportunidades preciosas de ficarem quietas. O Governador do RJ, Sérgio Cabral (PMDB), perdeu MAIS uma.

Falando com empresários em SP, Cabral disse que o aborto é tratado no Brasil com hipocrisia. Porém, a justificativa do meliante é tão enfadonha, tão sem filosofia, tão "espírito-de-papagaio-de-pirata", que farei questão de trazer trechos da matéria a mostrar aos leitores deste blog que não minto, nem exagero.

O julgamento falacioso

Quem aqui não teve uma namoradinha que teve de abortar?

A primeira fase do Governador é estúpida por si mesmo. Como assim "quem não teve"??? A comparação foi extremamente infeliz. É como se dissesse: "Quem aqui nunca teve uma dor-de-dente?" ou ainda: "Quem aqui nunca ficou fula da vida pelo time que perdeu?". Insanidade plena deste sujeito!

Parece que para o meliante todos os meninos transaram com todas as namoradinhas que tiveram, e em 'má sorte', uma delas engravidaram. E como estes meninos, no auge de sua irresponsabilidade sexual e moral, não tinham condições de assumir o feito, partem para o escapismo travestido de "direito": abortar. Já aqui o Governardor deixa claro que os homens - na visão dele - são irresponsáveis, e que as mulheres são fáceis, "dadas", e que a vida a dois não tem sentido. É apenas uma coisa fugaz, passageira, um gozo e só. Ora, meliante! Não julgue as pessoas a partir dos seus péssimos princípios! O brasileiro não é filho de chocadeira. O brasileiro tem família, tem escrúpulos, recebeu educação de pai e mãe. E essa educação moral que receberam não foi por parte do Estado, não, viu? Pode apostar.

Ele não se interessa pela vida

Me refiro a diversas pessoas que tiveram namoradas que engravidaram e que foram abortar em clínicas clandestinas

Percebam na frase do governador que ele - e toda a cúpula que quer o aborto - não estão nem aí pelo bebê, que morre! O negócio é fazer do aborto como a um parto do modo ao contrário. Tudo com cuidado, tudo bonitinho. Faltou dizer que pagariam o funeral da criança. Óbvio que isso nem passou pela cabeça deles. Feto não é gente pra eles.

Isso é a vida como ela é. Só que o sujeito que é de classe média alta tem uma clínica de aborto clandestina em melhores situações, mas mesmo essa não passa por nenhum controle de vigilância sanitária, médica. As autoridades médicas não têm no seu prontuário: 'Fui visitar a clínica de aborto da Rua Dona Mariana, por exemplo'

Ou seja: a birra do melilante é que gente rica pode matar abortar com 'dignidade', mas o pobre, não. Gente, perceba a total inversão de valores escarrada em nossas faces! Àqueles que elegemos para nos governar, a vida está aquém de qualquer bem. A Vale do Rio Doce deve valer - na visão deles - muito mais que um pobre coitado que só quer trabalhar para sustentar os filhos que têm. Vejam que a justificativa deste hipócrita é banal! Não enxerga o princípio vital, a benevolência da vida. Quanta crueldade e falácia!

O que eu quero dizer é que há uma hipocrisia no Brasil

Mas é claro que há! Se a vida é tratada de forma vil, o que haveria de ser mais hipócrita!?
O duro é notar que estes governantes nem sabem o que significa a palavra hipocrisia. A pobrezinha já tá prostituída na boca destes malfeitores!


Déspota Mentiroso!

Ninguém é a favor do aborto. Você é a favor do direito da mulher recorrer no serviço público de saúde a uma interrupção de gravidez. Imagina, quem é a favor do aborto? Ninguém é a favor do aborto, não imagino que tenha uma mulher e um homem no mundo favorável ao aborto", afirmou. "Mas uma coisa é uma mulher, por alguma necessidade, física ou psicológica, psiquiátrica, orgânica, desejar interromper uma gravidez.

Entenderam? Ele compara o aborto como se fosse algo corriqueiro, quando usa sua pergunta para justificá-lo. Em seguida mostra a "injustiça" do rico ter direito a abortar descentemente, e o pobre, não. Após, diz que o assunto é tratado de maneira hipócrita. Pra concluir, diz que ninguém é a favor do aborto, apenas do direito da mulher. E O DIREITO DA CRIANÇA, MEU SENHOR!?!?!? FICA AONDE? NO CEMITÉRIO? NA LATA DE LIXO???

Francamente? Tô enojada da ladainha de sempre! Tô cansada em ver que o brasileiro aplaude um sujeito inescrupuloso, mentiro, déspota, algoz como este.

E só pra constar, Senhor Idiota: na minha casa nenhum homem teve namoradinha pra abortar. E nem todos casaram-se virgens. Portanto, dobra tua língua e engole tua mediocridade.


Que Nossa Senhora das dores recolha as crianças vítimas das mentes nefastas que insistem em imitar Heródes.

14 de dez. de 2010

O respeito é pro lado de quem?

Em uma sociedade que "se acha" livre, vemos uma total escravidão às inverdades plantadas, cultivadas há décadas. O falso moralismo, a ética travestida de "politicamente correto", a corrupção moral já se apoderou de nossa sociedade. Graças aos pensamentos heréticos, que aos poucos se levantaram (e o Marxismo é um deles), hoje a comunidade mundial não sabe mais definir o que é certo ou errado, moral ou amoral, ético ou não. Confundimos direitos com egoísmo. Ora, meu direito acaba quando começa o do outro, tornando-se um dever. Portanto, não há direito se banalizo o desejo de. E banalização é a palavra do momento neste quesito. Explico.

Em Santiago de Compostela, um grupo de feministas queimaram uma cruz com fotos do Papa e outros clérigos da Igreja. A atitude era como protesto. Mas protestatavam contra o quê? Ah, já sei! Contra o fato de a Igreja não aprovar o lesbianismo, o aborto, o uso de contraceptivos... Agora, cá pra nós: a Igreja NÃO impõe isso a ninguém. Obedece quem COMPREENDE o não que ela dá a estas coisas. Quando entendemos que, ao dizer não, a Igreja está dizendo um tremendo sim à vida, aos valores da família e dos bens espirituais, à SALVAÇÃO, temos a nítida certeza de que ela nos ama tanto a ponto de cuidar de nós.

Mas as feministas discordam. Acham que a Igreja está agindo como megera. Querem uma mãe liberal. Não tolerando isto, queimam artefatos, desaguam grunhidos, exigem na base da força - porque não sabem pensar! - que a Igreja tem que fazer o que elas querem. Ora seja! Quem falou que a Igreja tem que fazer o que alguém quer? Se não estão satisfeitos com a Igreja, vão viver em outro lugar! Essa é boa... não querem agir em nada com o catolicismo e ainda tentam impor ao catolicismo suas "ideologias"... Francamente....
Por isso já disse que feministas não me representam . Nem aqui, nem no inferno!

Pior ainda é outro fato que tem ocorrido na Espanha. A mesma Espanha que nos deu a Grande Doutora Tereza de Ávila, o Santo João da Cruz. Campanhas pró-preservativos usam de elementos religiosos para propagar. Pasmem: usaram a camisinha no lugar da hóstia. Profanação? Das piores! Mas pra eles não é não. E sabe por que? Porque só querem o direito de treparem sem nenhum compromisso em nome da Igreja. É como se quisessem seu pecado "assegurado" pela assinatura papal. Já está mais que provado que a camisinha não é tão segura e que a castidade é a melhor solução para a AIDS. Porém o povo não tem disciplina nem pra fazer o jejum adequado a um exame de sangue, quiçá ordenar a sexualidade em seu devido lugar.

O relativismo é o grande mau deste século. E digo isso (redundância!) com convicta certeza. Relativizaram a família, o sexo, os valores, Deus e o próprio homem. E só se relativiza o que não se sabe, não conheço, não domina, não lhe é íntimo. Não me espantariam se algum ser humano se acha-se o Ben 10. Já tem os que acham Deus, não é mesmo? Só espero que sejam machos e fêmeas suficientes para arderem pelo resto da vida, caso não se permitam tocar por Jesus, a Verdade que nos torna verdadeiramente livres!

20 de nov. de 2010

O Papa e a Mídia

É o Papa falar e a mídia dá o SEU parecer, que nem sempre é o que, de fato, a Igreja disse.

Quando se fala em sexo/reprodução/união, a Igreja é muito clara: o sexo é dentro do casamento, pois cumpre o papel unitivo/procriativo. Por isso a Igreja é contra os métodos contraceptivos, reprodução assistida e aborto. Porque sexo e filhos são coisas próprias de um casamento. Simples assim.

Também é verdade que a Igreja entende que há casos em que o uso do anticoncepcional, por exemplo, pode ser lícito, como no tratamento de doenças no ovário e/ou útero. E ele será lícito enquanto existir para o tratamento. Após, seu uso volta a ser ilícito, porque já não há mais um motivo justo, e sim, injusto, que é impedir que os filhos desejados por Deus venham a este mundo.

Claro que nossa sociedade atual não compreende isto, haja vista viver sob o desejo carnal e sexual.Nossa sociedade está pior que bicho no cio. Por isso a Igreja sempre é alvejada por ataques infundáveis. Poucos compreendem sua preocupação com o bem-estar e a saúde como ela. Contudo, a verdade sempre vem à tona.

Edward Green, diretor do Projeto de Pesquisa e Prevenção da Aids da Escola de Saúde Pública de Harvard, disse à Revista Galileu que o Papa tem razão em instruir à Castidade ao uso de camisinhas, e o que serviu como exemplo foi Uganda, país onde a AIDS cresce absurdamente. Após a política de continência sexual, este país africano é o único onde os números diminuem ano após ano. E em resposta à desmoralização sexual , o  jornalista Peter Seewald lança um livro chamado "Luz do mundo: o Papa, a Igreja e os sinais do tempo", baseado em 20 horas de entrevistas com o atual Papa.

A mídia, é claro, já distorceu tudo. Afirmou, entre outras coisas, que o Papa vê moralidade na prostituição. Nada mais permissivo. Às vezes não sei se a mídia tem problemas sérios de análise discursiva, cognitiva, ou faz tudo de má fé mesmo.

O que importa é que o Papa NÃO DISSE ISSO.

Quer saber o que ele disse?

Clique aqui
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Pax

16 de nov. de 2010

Um gado monitorado

Há anos que se fala sobre a implatação de um tal chip, que seria uma espécie de identificador geral do ser humano. Assim como é feito nos animais, especialmente em gado ou animais em extinção, neste chip haveria todos os dados do ser humano. Todos mesmo! Desde o tipo sanguíneo até o número da conta bancária. Até para alarmes de patrimônio ele pode ser usado. Acabou aquele papo de cartão pra isso, carteira para aquilo. Algo como tornar o ser humano um GPS ambulante.

O pretexto para a criação do chip, além de ajudar ao meio ambiente - pois serão inúmeras árvores a menos derrubadas, por exemplo - é para o monitoramente de pessoas. E isso é um abuso à liberdade alheia. Explico.

Os criadores dos chips querem passar a ideia de "tranquilidade", de "serviço social" à sociedade. Os chips já são usados, por exemplo, em carcerárias com presos em regime de segurança máxima. Há casos em que são usados, também, em pacientes em tratamento de alguma doença e que estão sob pesquisas universitárias, a fim de que os pesquisadores acompanhem a evolução do tratamente. Porém, a desculpa mais esfarrapada que há na implantação do chip é usá-lo para auxiliar pais e filhos em seus monitoramentos.

Sim, é pretexto, porque, a bem da verdade, o interesse da implantação deste objeto é fazer com que a população seja monitorada pelo Governo. Assim como o fazendeiro controla seu gado, tal qual o Governo governará, tim-tim por tim-tim, os passos de cada cidadão brasileiro. Aí sim passaremos de meros votantes a gado monitorado.

Um verdadeiro Big Brother deste Admirável Gado Novo!

Clique aqui e assista à entrevista dada à Ana Maria Braga por um Engenheiro brasileiro que explica direitinho como os poderosos deste mundo querem nos controlar tal qual a um bizerrinho. Depois, reflita sobre o rumo em que estamos. Não é passado a hora de refletirmos sobre o que a Virgem nos alertou em Fátima?

Pax.