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19 de ago. de 2012

APOSTASIA: Boff prega retiro em Itaici, no convento dos Jesuitas

    É interessante notar atualmente todos querem “coerência” em todos os aspectos da sociedade, mas fechar os olhos parece ser a alma do negócio. O jeitinho brasileiro já se tornou tão padrão, que nada mais parece nos surpreender. Infelizmente, na Igreja, em muitas situações isto não é diferente. Um evento ocorrido agora em agosto (16 a 19/2012) em uma casa de espiritualidade inaciana ‘Católica’ (CEI - Itaici-Indaiatuba) chama a atenção: Seminário John Main 2012, da Comunidade Mundial de Meditação Cristã, que em edições passadas chegou a ter como palestrante o Dalai Lama (1).
     Este ano, o evento contou com a ilustre participação de Leonardo Boff, tão conhecido no meio católico, ou anti-católico, talvez. Seu tema de palestra foi “Espiritualidade e meio ambiente” (2), que se baseado em suas declarações e publicações anteriores, deve ter tido um conteúdo socialista, com uma filosofia monista (3). O próprio Papa alerta sobre a debates em ecologia, afirmando que “a primeira ecologia a ser defendida é a ecologia humana” (4), mas Boff parece caminhar em sentido contrário, como sempre! Talvez ele se sinta ainda no clima dos ‘embalos de sábado a noite’, com a participação especial de John Travolta (estou até vendo ele - se sentindo - dançando Saturday Night Fever).
     Entre suas pérolas, Boff admite uma espiritualidade humanista, mítica, monista e chega até a dizer que "o xamã que habita em cada um de nós entra em sintonia não apenas com as forças da razão, mas com as forças do universo” (3). O que parece bastante desafiador é entender como alguém que se posiciona contra a Igreja, sendo até mesmo favorável a uma renuncia do atual Papa “para o bem dele e da Igreja”(5), não abandona de uma vez a Igreja e vai viver seus idéias de forma independente, largando as muletas da Igreja católica. O que ele ainda faz dentro da Igreja (embora ‘ipso facto’ é excomungado)? Que espiritualidade é esta? Também nos intriga como uma casa religiosa de padres jesuítas abre as portas a hereges/cismáticos como se fosse o fato mais natural do mundo. Acho que estamos assistindo mais um episódio do Filme: 'O Retorno De Aliens - O Perigo Está Na Terra', com participação especial do Sr. Boff.
     Como um elefante incomoda muita gente e dois incomodam muito mais, Boff teve a participação de seu amigo Frei Betto (2), o que não poderia ser mais perfeito. Afinal, ninguém melhor que alguém que defenda a Teologia da Libertação e que se baseie nas Sagradas escrituras para aprovar o homossexualismo (6) para tratar de espiritualidade junto com Boff, certo? Acho que está na hora de deixarmos de sermos Alice, e sairmos do mundo das fantasias. A verdade pode ser dolorida, mas a podridão dentro da Igreja deve ser jogada fora.
    A Igreja não precisa de palestrantes, mas sim de homens que orientem o rebanho do Senhor, dobrando os seus joelhos e totalmente repletos do Espírito Santo. Já os xamãs, este já têm lugar garantido...
     É uma pena que são poucos os que sabem que o Sr. Boff nada mais é que um instrumento da Nova Ordem Mundial, para a implantação do reinado do  ‘anti-cristo’, que quer reinar neste mundo, prometendo um reino de paz, de harmonia, de unidade e prosperidade, e para isto, está disposto a eliminar todos aqueles que não pensam como ele, criando um governo único, global, como também uma religião única e universal, fundada no próprio homem, dizendo que não existe nem céu e nem inferno, nem Deus e nem o diabo, mas o que existe realmente é o homem, e este sim deve ser exaltado e idolatrado, porque este sim existe.  
     Devemos estar muito atentos para realmente estarmos abaixo da bandeira do único e verdadeiro rei, Nosso Senhor Jesus Cristo, sabendo que seremos odiados por todos a causa do nome de Jesus, mas se “perseverarmos até o fim seremos salvos” (Cf Mt 10,22).
     Dra. Fernanda Del Grossi
     Pe. Mateus Maria, FMDJ
3-"Ecologia, Mundialização e Espiritualidade "-Ed. Atica

6 de mar. de 2012

Pe. Paulo Ricardo pode ser assassinado!



Por amor e pela paz, assinemos o abaixo-assinado em solidariedade ao sacerdote

URGENTE! Solidarize-se com padre Paulo Ricardo participando do abaixo-assinado em apoio às suas ações evangelizadoras na arquidiocese de Cuiabá (MT), na TV Canção Nova, na internet e em todas os encontros e retiros que ele participa como palestrante. Para isso basta acessar o sitehttp://www.peticoesonline.com/peticao/em-apoio-ao-pe-paulo-ricardo-de-azevedo-junior/395
Alvo de quatro páginas de uma carta aberta assinada por religiosos, membros do clero arquidiocesano de Cuiabá e integrantes de outras dioceses mato-grossenses, o sacerdote é “denunciado” por criticar padres pedófilos, corruptos e dados à prostituição no clube Marxismo Cultural, com sede em várias cidades brasileiras.
A carta é endereçada a bispos, padres e povo de Deus, a CNBB, ANP, CNP, CRB, Regional Oeste II Estado de Mato Grosso CNBB e após caluniar padre Paulo Ricardo por fazer “uso ideológico da batina”, “por ser polêmico” e “por não votar em Dilma Rousseff” – mas eu também não voltei, oras! -, arremata com autoridade nenhuma:

“Solicitamos, portanto, de Vossas Excelências Reverendíssimas que Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior seja imediatamente afastado das atividades de magistério no Sedac e das demais atividades por ele desenvolvidas nas diversas instituições formativas sediadas na Arquidiocese e fora dela tais como direção espiritual de seminaristas, palestras, conferências e celebrações, pois não tem saúde mental para ser formador de futuros presbíteros. Pedimos também que seja afastado de todos os meios de comunicação social em todo e qualquer suporte, isto é, meios eletrônicos, meios impressos, mídias sociais e rede mundial de computadores.“

Um assassinato à liberdade de expressão, um assassinato aos direitos de cidadão e a seus direitos de sacerdote, um assassinato à vida pública de Pe. Paulo Ricardo. É o que pedem aqueles que assinam a carta aberta! E é direito deles fazê-lo, ainda que por meio de uma carta que divide a Igreja, que faz sofrer as pessoas que amam padre Paulo Ricardo. Uma carta que se empenha, tão simplesmente, em causar inimizades e intolerância entre os que amam Jesus Cristo!
Pra que isso? Fazer uma carta que foi pensada, trabalhada, que exigiu todo um esforço humano simplesmente para atacar um padre por motivo de opinião? O que que há com os autores dessa carta que não suportam quem pensa diferente deles? É bem sabido que a Igreja não é uma democracia, mas é um lar de liberdade: os que não a amam e que não concordam com ela têm toda liberdade para sair e fazer o que quiserem da própria vida.

O que me dói o coração é ver uma manifestação de ódio – porque escrever uma carta com quatro páginas falando mal de um padre só mesmo motivado por muito, muito, muito ódio – dessas contrária à liberdade de quem quer fazer o bem. Ora, o que tem de mais padre Paulo Ricardo não votar no PT? O que tem de mais ele dizer que padre usa batina e não camisa baby look? O que que tem, minha gente?
Qualquer um pode discordar de padre Paulo Ricardo, discordar de Cristo, discordar de Deus! Mas em nada uma discordância nos pode levar a discursos de ódio contra alguém. O que que é isso? Mas o que que é isso?

Nos solidarizemos com este homem que tanto bem tem feito a multidões que tem sede de conhecimento, justiça e verdade. Sabemos que ele é passível de erros, falhas e equívocos, mas isso não dá a ninguém o direito de promover ódio e divisões em nosso meio.

Acesse agora o site http://www.peticoesonline.com/peticao/em-apoio-ao-pe-paulo-ricardo-de-azevedo-junior/395 e vamos combater o ódio com o amor. Vamos mostrar que para cada página de ódio dessa carta aberta há milhares de pessoas amando este sacerdote, amando a liberdade de expressão e alegres por estarem na comunhão tão incentivada por padre Paulo Ricardo.
***
Leia no blog de Everth Queiroz: Perseguição ao padre Paulo Ricardo

Fonte: http://diasimdiatambem.com/2012/03/06/pe-paulo-ricardo-pode-ser-assassinado/
Assista ao vídeo do Pe Paulo Ricardo no "Vinde e Vede"

30 de dez. de 2011

Reza e jogo de capoeira em porta de igreja onde missa foi proibida.

Por Correio do Estado

fotoVestidos com trajes que remetem às raízes africanas, religiosos da umbanda e do candomblé promoveram no final da tarde de ontem (29), a “1ª “Caminhada em defesa da liberdade religiosa”. O ato foi uma forma encontrada pelos religiosos para exporem a indignação com a decisão tomada pela Diocese de Corumbá de não realizar a já tradicional missa do dia 30 de dezembro com a presença de candomblecistas na igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária, seguida da lavagem da escadaria.

A caminhada teve concentração no Jardim da Independência e partiu de frente da Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, na rua Dom Aquino, percorrendo as ruas Frei Mariano, Delamare, Antônio Maria Coelho, chegando até à frente da Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária. Apesar de a igreja estar com as portas abertas, pois se preparava para receber fieis para uma missa, os religiosos não entraram no prédio e, do lado de fora, deram as mãos e rezaram o “Pai Nosso”. Na sequência, uma roda de capoeira foi aberta.

“O jogo de capoeira não é uma afronta, é para sentir Ogum, o orixá guerreiro, chegar, para sentir os orixás homens e mulheres alentaram essa carga negativa que foi gerada e limpar esse espaço de discussão para que seja feita a lavagem das escadarias não somente em nome da tradição, mas por amor no coração”, disse o babalorixá Zazelakun Clemílson Medina que aproveitou para afirmar que nesta sexta-feira, 30 de dezembro, repetirá o ato da lavagem da escadaria da igreja como vem fazendo desde 2002. “Eu respeito a casa de Deus, e sei que esse Cristo vivo estará do lado de fora, olhando os fiéis que estarão ali para adorá-los”, disse ao Diário.

Representando os umbandistas, o babalorixá Hamilton de Xangô, disse que a decisão tomada pela Diocese de Corumbá em não realizar a missa no dia 30, para não abrir as portas da igreja aos candomblecistas, será levada ao conhecimento de outras instâncias da Igreja Católica.

“Nós podemos fazer um apelo aos cardeais, ao arcebispo em Campo Grande, e caso ele não tome nenhuma providência, podemos recorrer à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) para que eles também tomem ciência do fato que está acontecendo em Corumbá. O que fazemos nada mais é do que uma cultura, uma homenagem, um sinal de humildade”, falou, ao ressaltar a postura dos adeptos de religiões de matrizes africanas.

“Nós não queremos ofender dogmas do Cristianismo, mas sim receber a bênção do padre para que tudo isso se tornasse uma unificação, dar as mãos porque estamos em tempo de paz, em tempo de buscar união para que o país se desenvolva, para que Corumbá cresça”, avaliou Hamilton, que é presidente da seccional da FECAMS na cidade.

Depois da roda de capoeira que durou cerca de 10 minutos, os religiosos seguiram descendo a ladeira Cunha e Cruz em direção ao Teatro de Arena do Porto Geral de Corumbá, para o evento “Ritmos do Atabaque”. Além de representantes de várias casas religiosas, entidades ligadas à cultura afro, também participaram da manifestação.

O outro lado

Durante a manifestação, a reportagem procurou o pároco da Matriz, padre Fábio Vieira, e foi informada por membros da igreja que o líder religioso não se pronunciaria sobre a mobilização.

Já o bispo diocesano Dom Martinez Álvarez ratificou a decisão esta semana ao Diário. “Não é que haja animosidade, em absoluto, mas nosso nível de comunhão ainda não é tão profundo para podermos compartir (partilhar) a eucaristia que, para nós, é momento de comunhão mais profundo dentro da igreja católica Quando tomamos uma decisão, ela não é leviana, é fruto de ponderação. Tomamos não pensando em voltar atrás. Repito que, com base na opinião de alguns fieis, e no que acontece na Bahia, que também não abre as portas (da igreja), nós decidimos por não realizar a missa no dia 30 de dezembro na igreja Matriz. Nós não queremos ser diferentes do Brasil, não queremos inventar moda”, declarou.

17 de nov. de 2011

Bento XVI sobre a Teologia da Libertação: clareza cristalina.


Caro Internauta, lembra das palavras do Santo Padre aos Bispos do Brasil, em dezembro de 2009? Ei-las, só para recordar!

Amados Irmãos, vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo.

As suas seqüelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas.

Suplico a quantos de algum modo se sentiram atraídos, envolvidos e atingidos no seu íntimo por certos princípios enganadores da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece de mão estendida; a todos recordo que «a regra suprema da fé [da Igreja] provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que os três não podem subsistir de maneira independente» (João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 55).

Que, no âmbito dos entes e comunidades eclesiais, o perdão oferecido e acolhido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim à tribulação da querida Igreja que peregrina nas Terras de Santa Cruz.


Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/

7 de set. de 2011

Congresso continental de teologia equipara o Vaticano II com a teologia da Libertação marxista


REDAÇÃO CENTRAL, 07 Set. 11 / 06:19 pm (ACI)

Diversas organizações católicas latino-americanas agrupadas pela Fundação Amerindia, anunciaram que de 8 a 11 de outubro de 2012 haverá um Congresso Continental de Teologia que equipara o Concílio Vaticano II com a teologia da Libertação marxista (TLM) que dominou parte do debate eclesiástico na América Latina durante a década de 80.

O Congresso, que será realizado no centro de estudos Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos) dos jesuítas em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, lançou recentemente sua página Web oficial, por enquanto apenas em português.

Nela assinalam que "o ano 2012 será um ano muito significativo para a Igreja na América Latina e o Caribe: são os 50 anos da inauguração do Concílio Vaticano II, celebrada pelo Papa João XXIII, e os 40 anos da publicação do livro Teologia da Libertação. Perspectivas, do autor peruano Gustavo Gutiérrez".

Os organizadores nivelam o lançamento do livro de Gutiérrez com o Concílio Vaticano II –o evento eclesiástico mais importante do século XX– ao assinalar que "no marco destes dois acontecimentos que marcaram a Igreja em geral, particularmente na América Latina, está a proposta de um Congresso Continental de Teologia".

"A idéia é não só celebrar uma memória, mas também propor novas perspectivas para uma teologia para nosso continente americano", assinalam.

Segundo a Fundação Amerindia conhecidas entidades eclesiásticas partidárias da TLM como a agência brasileira Adital, a Associação de Teólogos do México, a Confederação Latino-americana de Religiosos (CLAR), a Pontifícia Universidade Javeriana da Colômbia, a Rede Teológico-Pastoral da Guatemala e a Sociedade de Teologia e Ciências da Religião (Soter) do Brasil, já teriam aceito participar do evento.

Além disso, os organizadores dizem contar com o apoio do Instituto Teológico Pastoral (ITEPAL) do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM).

Em declarações ao grupo ACI neste 7 de setembro o Reitor do ITEPAL, Pe. Andrés Torres, confirmou esta informação e disse que "fomos convidados a participar da organização deste evento. Não encabeçamos o evento, mas estamos participando de sua organização".

"No processo de organização nos reunimos em várias ocasiões para desenhar o formato, a temática, os objetivos e os fomentos", acrescentou.

O sacerdote comentou logo que o Congresso se dá no marco dos "40 anos do surgimento desta teologia na América Latina, melhor conhecida como Teologia da Libertação. É o contexto, e desde este contexto se faz esta convocatória a uma reflexão à teologia da América Latina".

Em sua página oficial a Amerindia relata o momento do lançamento da página web oficial do congresso, produzido em um evento ao qual compareceram o Pe. Inácio Neutzling, SJ, diretor do Instituto Humanitas da Unisinos, o Pe. Alfonso Carlos Larrauri Palácio, SJ, vice-presidente da Conferencia de Provinciais Jesuítas da América Latina e provincial do Brasil; o Pe. Marcelo Fernandes de Aquino, SJ, reitor da Unisinos.

Também estiveram presentes o Prof. Dr. Pedro Gilberto Gomes, SJ, pró-reitor acadêmico da Unisinos; o Pe. Claudio Werner Pires, SJ, Secretário da província jesuíta do Brasil Meridional; o Pe. Attilio Hartmann, SJ, Diretor da Associação Cultural Pe. Reus; o Prof. Oneide Bobsin, reitor da Escola Superior de Teologia (EST); e Ermanno Allegri, diretor executivo da agência Adital; entre outros.

Três teólogos da Fundação Amerindia, a Ir. María del Socorro Martínez (México), Pablo Bonavia (Uruguai) e Roberto Urbina (Chile), assinalaram alguns aspectos do processo de preparação do evento.

Martínez relatou que a idéia do congresso contou com entusiasmo e resistência e que originalmente pensavam em realizá-lo em Bogotá, Colômbia "por ser um lugar central no continente"; mas ao ver a realidade "da Igreja local", considerou-se que "o Brasil tinha uma situação melhor".

O Pe. Fernandes de Aquino por sua parte anunciou que o site oficial do Congresso estará em breve em inglês e espanhol, que seriam os idiomas oficiais do evento junto com o português.

Na programação do evento, até poucos dias atrás, para o dia domingo 7 de outubro se indicava o seguinte: "Celebração de abertura. Testemunho da Igreja na América. Gianfranco Cartão Conferência Inaugural. Ravasi".

O escrito não deixava claro se é que havia um erro de redação ou se os organizadores esperam contar com a participação do Cardeal Gianfranco Ravasi, atual Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura.

Até ontem, a página oficial do evento informava que as atividades do congresso incluíam uma série de grupos de trabalho (workshops) onde se debateria a realidade cultural e eclesiástica desde uma série de perspectivas: a de gênero, a ecológica e a homossexual (LGTB).

A programação indicava ademais que a quinta-feira 11 de outubro seria concluída com uma "Celebração de Esperança com o compromisso e a participação de representante de pessoas (sic)".

Ao final desta edição o que a página indicava sobre o programa do evento era apenas que “a programação completa está sendo atualizada e será disponibilizada em breve.”


tFonte: http://www.acidigital.com


10 de ago. de 2011

Guardai-vos dos falsos profetas, a explicação da Bíblia pode tornar-se um instrumento do Anti-cristo”.


Por incrível que pareça a “teologia da libertação” e a “teologia da prosperidade” trazem consigo algo em comum: ambas têm como primícias uma fé horizontalizada e são essencialmente materialistas. Ao contemplar a crescente destas “vertentes teológicas” quase sempre me lembro das palavras de Jesus: “Em verdade vos digo que um de vós me há de trair”(MT 26 v. 21). Infelizmente muitos são os “Judas” nos tempos modernos, tal como o traidor estão contribuindo para a “crucificação” da Fé de sempre por que as “moedas” deste mundo os atraem.

A teologia da libertação é dada como morta por muitos, tenho minhas duvidas quanto a isto, se ela esta morta, uma certeza tenho comigo: ela ainda não foi totalmente sepultada. A sua presença é marcante na mente de muitas “lideranças”, incluindo clérigos. Querem por que querem o igualitarismo, não tiram de foco a concepção de “paraíso aqui na terra” e os seus movimentos sociais trabalham com vigor juntos aos sindicatos e movimentos de “minorias”, um trabalho pautado na briga de classes propriamente socialista.

É lógico que muitas pessoas estão nestes movimentos com retas intenções, mas há aqueles que são rebeldes declarados da Igreja de Roma, chamam os papas de eurocêntricos, a sã doutrina de preconceituosa e a cristandade de opressora. De fato “criaram” uma nova igreja, uma nova hermenêutica bíblica e estão tentando esvaziar todo o núcleo da fé cristã. Pessoas que se levantam contra a fé que é de Cristo e dos apóstolos, fé esta que em nada responde as exigências das cartilhas marxistas.

Do outro lado esta a teologia da prosperidade, ganhou o coração do povo com os emocionantes cultos apresentados na televisão, as “igrejas” da prosperidade crescem cada vez mais, os “templos” se multiplicam e Deus só serve para servir e nada mais. A única retidão que o “fiel” deve ter é a de dar o seu dizimo, o resto são questões subjetivas e agradáveis a Deus, todos são bem-vindos: os ladrões, os homossexuais, os espíritas e qualquer um que queira dar para receber. Que Deus é este? Com certeza não é o Deus dos mártires Pedro e Paulo e tão pouco de São Lourenço (amante dos pobres) que celebramos hoje.

Os estudiosos dizem que um dos caminhos que levam a pessoa ao ateísmo é a falsa concepção de Deus, as pessoas se decepcionam com o “falso Deus” e facilmente desacreditam. Muitos falam que o Brasil esta se tornando um país protestante, mas não é verdade isto, com o crescimento de tantas seitas o país esta em um processo para se tornar um país ateu. Todos vão se decepcionar com este “falso Deus da prosperidade”.

Com o crescimento de tantas “más teologias” nos resta ficar atentos ao que escutamos, pois o demônio é um conhecedor das sagradas escrituras. Temos que está com um "olho" no orador e o outro no sagrado magistério da Igreja. Não podemos esquecer que nosso Senhor foi tentado no deserto com citações das “Sagradas Escrituras”, na segunda tentação Satanás o leva para dentro de um tempo e cita o versículo 11 do salmo 91. O santo Padre Bento XVI diz a seguinte frase na obra “ Jesus de Nazaré”: “De fato, a explicação da Bíblia pode tornar-se um instrumento do Anti-cristo”.

Não deixem de ler o catecismo da Igreja Católica, as encíclicas, bons livros, as catequeses do papa e os pronunciamentos da Igreja, pois já nos alertava nosso Senhor:

“Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores.”( Mt 7 v.15)

18 de jul. de 2011

Nicarágua: ”Missa revolucionária” é rechaçada por Arcebispo de Manágua.


Fonte: EFE

O bispo auxiliar de Manágua, Silvio Báez, qualificou hoje como “uma ofensa gravíssima” contra a Igreja Católica da Nicarágua a “missa revolucionária” com a qual a Frente Sandinista anunciou que irá celebrar o 32º aniversário da queda da ditadura dos Somoza na próxima terça-feira, 19 de julho.

O religioso defendeu que a primeira-dama nicaraguense e coordenadora do Conselho de Comunicação e Cidadania do governo,Rosario Murillo (na foto, ao lado de Ortega), que fez esse anúncio, ultrapassa “o aceitável”.

“Ela está tocando algo muito sagrado. A senhora Murillo ofende gravemente a Igreja Católica e a grande maioria do povo da Nicarágua”, disse Báez.

Murillo, que exerce 50% do poder na Nicarágua delegado pelo presidente do país,Daniel Ortega , anunciou na quarta-feira passada que os sandinistas celebração o 32º aniversário da queda da ditadurados Somoza com uma “grande missa revolucionária” e enchendo-se do “deus dos pobres”.

“Para os católicos, a missa e a Eucaristia são o ato mais santo e sagrado que existe. Cristo se torna presente entre nós. Não se pode chamar de missa e de Eucaristia a concentração de um partido político”, criticou o bispo.

O religioso disse que, se necessário, a Conferência Episcopal da Nicarágua se pronunciará acerca desse tema.

Segundo declarações publicadas nesta semana pelo sítio governamental El 19, Murillo qualificou de “grande missa revolucionária” a concentração do dia 19 de julho, prevista para as 16h locais, na Plaza de la Fe Juan Pablo II.

“Esse ato do dia 19 de julho de todos os anos é como uma grande missa. Deus me perdoe se eu ofendo alguém, mas é isso. Nós vamos a uma missa revolucionária, vamos cantar, encher-nos do deus dos pobres, do amor ao próximo”, assinalou Murillo.

Os sandinistas também celebração nessa data o 50º aniversário da sua fundação.

Por outro lado, dirigentes do chamado Partido de Resistência Liberal Somocista (PRLS), recentemente criado e sem personalidade jurídica, expressaram hoje seu respaldo à candidatura presidencial de Ortega, que buscará a reeleição nos comícios de novembro próximo.

O mandatário nicaraguense lidera todas as pesquisa de intenção de voto para as eleições do dia 6 de novembro, nas quais 3,3 milhões de nicaraguenses estão habilitados para eleger o presidente, vice-presidente, 90 deputados para a Assembleia Nacional e 20 para o Parlamento Centro-Americano.

A Constituição da Nicarágua proíbe a reeleição presidencial sucessiva, mas Ortega conseguiu optar por um segundo mandato consecutivo depois que os juízes sandinistas da Corte Suprema de Justiça declararam inaplicável essa norma.

O dia 19 de julho é feriado e festa nacional na Nicarágua, decretado em 1980, durante o primeiro governo sandinista para recordar a derrubada da dinastia dos Somoza (1937-1979).


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

17 de jul. de 2011

Aplaudido, Boff critica os últimos papas.


O professor e teólogo Leonardo Boff eletrizou o auditório do congresso ao relembrar a história da Teologia da Libertação, em uma palestra sobre os 40 anos de atuação do movimento de esquerda que revolucionou a Igreja Católica no Brasil e na América Latina.

Os 360 participantes aplaudiram de pé quando Boff e seu colega, padre João Batista Libânio, afirmaram que a Teologia da Libertação continua viva e presente nos movimentos sociais, apesar de ter sido “incompreendida, difamada, perseguida e condenada pelos poderes deste mundo”, civis e eclesiásticos.

A prova, segundo Boff, são o Partido dos Trabalhadores, o Movimento dos Sem-Terra, o Conselho Indigenista Missionário, a Comissão Pastoral da Terra e outras pastorais.

“Nunca, na história do cristianismo, os pobres ganharam tanta centralidade”, disse o ex-frade franciscano, que abandonou o convento e o ministério sacerdotal, mas não perdeu a fé nem deixou de ser teólogo, após ter sido punido pelo então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o cardeal Joseph Ratzinger, atualmente papa Bento XVI, após a publicação do livro Igreja, Carisma e Poder, de 1981.

Boff afirmou que João Paulo II e Bento XVI tentaram barrar a Teologia da Libertação. “Ratzinger entrará na história como inimigo dos pobres”, disse. “A teologia se inspira no Cristo libertador e não no marxismo, que já morreu”, advertiu. “Marx não foi pai nem padrinho da Teologia da Libertação.”

14 de jul. de 2011

Mantenha Jesus fora do seu socialismo


Dr. Michael Youssef
A manchete do anúncio comercial de página inteira faz a seguinte pergunta: “O que Jesus cortaria? Um orçamento público é um documento moral”. O documento continua: “Nossa fé nos diz que o teste moral de uma sociedade é de que jeito ela trata os pobres”.
O anúncio foi produzido por Sojourners, uma organização que se descreve como “evangélica” e cujo lema é “Fé em Ação em Prol da Justiça Social”. O anúncio foi assinado por Jim Wallis, presidente de Sojourners, e mais uns vinte pastores, teólogos e ativistas religiosos esquerdistas. Eles exortam nossos legisladores a se perguntarem “O que Jesus cortaria?” do orçamento federal.
Como você responderia a essa pergunta? Minha resposta seria: “É uma pergunta ridícula. Sua premissa é falha. Suas prioridades não são as prioridades de Deus”.
Jesus teve muitas oportunidades de confrontar o governo romano sobre suas prioridades de gastos. Era, afinal de contas, um dos governos mais brutais da história. Se a pergunta “O que Jesus cortaria?” tem qualquer relevância bíblica, deveríamos estar em condições de citar exemplos em que Jesus passou um sermão nos opressores romanos do mesmo jeito que a esquerda religiosa passa sermão no governo nos dias de hoje.
Em Mateus 22, quando os fariseus perguntaram se era certo pagar impostos para César, o Senhor poderia ter trovejado contra as prioridades mal aplicadas do orçamento público. Em vez disso, Ele disse: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”.
Em João 18, Jesus estava diante de Pôncio Pilatos, o governador romano, amigo de César. Por que Ele não se queixou para Pilatos sobre as injustiças do governo romano? Se já houve um momento ideal para Jesus “falar a verdade para os governantes” e se tornar o “Messias da justiça social”, esse foi o momento perfeito!
Mas Jesus não pregou um evangelho esquerdista para Pôncio Pilatos. Oh, ele falou a verdade para um governante. Ele deu para Pôncio Pilatos uma mensagem profunda, que também serve para você e para mim: “Meu reino não é deste mundo”.
Não estou dizendo que o Evangelho cristão não tem uma dimensão social e compassiva. Claro que tem! Jesus tinha grande compaixão pelos pobres.
Ele pregou em Nazaré: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pois me ungiu para pregar as boas notícias aos pobres”. Ele enviou um recado para João Batista: “Os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e as boas notícias estão sendo pregadas aos pobres”. Jesus apresentou a obrigação de ajudar os pobres como uma responsabilidade individual, uma responsabilidade do Reino de Deus — não como um dever do governo secular.
Em Romanos 13, Paulo nos diz que pagamos nossos impostos e sustentamos o governo de modo que tenhamos uma sociedade justa e ordeira em que cidadãos obedientes às leis sejam protegidos dos criminosos. Mas a responsabilidade de mostrar misericórdia e compaixão pertence à igreja — não ao governo.
Traduzido e editado por: www.juliosevero.com

21 de jun. de 2011

A luta secreta de "católicos" da Teologia da Libertação e protestantes vermelhos durante o regime militar no Brasil.


Documentos do Conselho Mundial de Igrejas revelam como parte da Igreja Católica no Brasil e alguns protestantes criaram uma rede de apoio para a base política de Lula

Júlio Severo

No auge do regime militar no Brasil, parte da Igreja Católica e centenas de líderes católicos e protestantes de linha marxista passaram a ser alvo do governo. Documentos guardados há décadas em Genebra, na sede do Conselho Mundial de Igrejas, revelam como o cardeal dom Paulo Evaristo Arns liderou um lobby internacional, coletou fundos de forma sigilosa e manteve encontros com líderes no exterior.

A atuação de Arns mobilizou uma rede de informantes, financiadores e apoiadores secretos no mundo inteiro. Dentro do Brasil, os documentos mostram que ele e seus aliados organizaram manifestações, forneceram incentivos para Lula e outros líderes operários e pagaram despesas para a base política de Lula no ABC em 1980.

Relatórios, testemunhos, cartas, informações de dissidentes e dezenas de acusações fazem parte de três caixas de documentos entregues ao Brasil na terça-feira. A ONU quer que esses documentos sirvam de base para processos contra autores de “crimes contra a humanidade”. Os documentos originais foram mantidos no Conselho Mundial de Igrejas, organização notória por suas ligações comunistas e hoje por suas conexões com ativistas gays, adeptos de religiões afros e ativistas políticas contra Israel.

O texto de introdução do documento deixa claro que o material havia sido encomendado por Arns, que já tentava organizar um dossiê que compilasse as “violações aos direitos humanos” para ser usado futuramente.

Segundo o relatório, entre 1968 e 1978, 122 religiosos foram presos pelo regime militar. Havia 36 estrangeiros, 9 bispos, 84 sacerdotes, 13 seminaristas e 6 freiras. Outras 273 pessoas “engajadas no trabalho pastoral” tinham sido detidas.

Entre os motivos mais frequentes de prisão estavam religiosas mensagens com conteúdo político, além de ajuda na organização de manifestações operárias de orientação igualmente política.

Na segunda metade dos anos 70, Arns e líderes religiosos do exterior avaliaram que era hora de reagir nos bastidores para reunir apoio internacional e demonstrar a insatisfação popular nas ruas. Em 27 de setembro de 1977, o então encarregado de Direitos Humanos na América Latina do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) enviou de São Paulo uma carta a Genebra alertando para a “crescente tensão entre a Igreja e as autoridades” — evidenciando uma tensão existente entre católicos e protestantes ligados ao CMI com o governo do Brasil, embora evangélicos e católicos sem envolvimento político esquerdista não tivessem tido nenhum tipo de problema durante o governo militar.

De forma inversa, não havia tensão entre o CMI e a União Soviética. Aliás, o CMI nunca demonstrou nenhum ativismo contra as violações em massa de direitos humanos na União Soviética e outros países comunistas. Mas o CMI não perdeu a chance de manifestar sua oposição oficial ao que chamou de “repressão” no Brasil aos indivíduos e organizações que queriam implantar um regime comunista no Brasil.

A relação entre o CMI e o cardeal vermelho, como Arns veio a ser conhecido, ganharia novas dimensões quando ele escreveu ao então secretário-geral do CMI, Philip Potter, sob o alerta de que o “conteúdo dessa carta deve ser confidencial, dada suas implicações”. Era o pedido por fundos internacionais clandestinos para a operação que culminaria na publicação, em 1985, de Brasil: Nunca Mais.

O projeto foi ideia do reverendo presbiteriano Jaime Wright, que optou por se aliar a Arns, e ambos, para prosseguir no seu projeto de denúncia, dependiam de dinheiro do CMI que entrava no Brasil de forma ilegal. Arns argumentou: “Pedimos, portanto, que o Conselho Mundial de Igrejas aceite a tarefa de levantar a grande maioria dos fundos necessários, de uma forma confidencial”.

O pedido de Arns foi atendido, inclusive com assistência financeira para a base do PT no ABC.

Apesar do intenso trabalho de Arns de colaboração com início do PT e religiosos de tendência marxista, a eleição de João Paulo II, em 1978, foi um duro golpe para a facção progressista da Igreja Católica. O novo papa estava preocupado com o avanço da ideologia marxista entre os católicos e, quando visitou o Brasil pela primeira vez, em 1980, advertiu o clero sobre o envolvimento com a política — um evidente puxão de orelha em Arns.

Durante a década de 1980, João Paulo II se aliou a Ronald Reagan, presidente dos EUA, na iniciativa de enfraquecer e derrotar o comunismo. Foi uma aliança poderosa entre o papa e um presidente evangélico, culminando no desmoronamento do maior império comunista da história: a União Soviética. Se o católico Arns podia se aliar ao presbiteriano Jaime Wright em suas ideias “progressistas”, por que o papa também não poderia se aliar a um evangélico conservador?

A onda conservadora trazida pelo papa provocou sérias repercussões, impondo medidas de contenção em religiosos católicos brasileiros como Leonardo Boff, o mais famoso promotor da Teologia da Libertação.

Apesar disso, o cardeal vermelho reinava de forma suprema na Arquidiocese de São Paulo. Para tentar contê-lo, em 1989 João Paulo II decidiu dividir a arquidiocese em cinco novas dioceses, reduzindo de forma considerável a influência religiosa e política de Arns. A razão principal dessa divisão, além do ativismo marxista, teria sido a falência da arquidiocese: o cardeal Arns vendia tudo o que podia para dar dinheiro para os comunistas.

Contudo, a ação do papa parece ter vindo tarde demais. Com o sustento financeiro e inspiração que Arns deu para o PT durante anos, a ideologia de Lula ganhou não só a boa parte da Igreja Católica no Brasil, mas também seduziu muitas igrejas evangélicas. Debaixo do peso dessa inspiração, o Brasil tem hoje um Estado quase que completamente parasitado pelo socialismo do PT.

Sob essa inspiração, disponível hoje através dos documentos do Conselho Mundial de Igrejas, o tabloide sensacionalista Genizah canonizou os protestantes vermelhos que recebem indenizações milionários porque tiveram de se exilar na Europa e EUA. E faz insinuações maldosas dos que, como o Pr. Enéas Tognini, convocaram o Brasil para a oração e jejum contra a ameaça comunista que pairava sobre o Brasil antes e durante o regime militar.

Com informações do livro “O bispo de Volta Redonda: memórias de Dom Waldyr Calheiros” (FGV Editora, 2001) e com informações adaptadas e retificadas da matéria tendencioso “A luta secreta de D. Paulo Arns” publicada no jornal Estadão de 19 de junho de 2011.

Fonte: juliosevero.com

6 de jun. de 2011

"Teologia gay?", "Católico gay?"



Não tem palavra melhor para começar este artigo que a de São Paulo a Timóteo: Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si.( II Timóteo 4 v.3).
É comum encontrarmos “mestres” para tudo nos tempos atuais, a humanidade não suportando a moral apostólica têm criado incontáveis “mestres” que justificam suas paixões desgovernadas e insanas. São muitas comunidades eclesiais que abraçaram o relativismo moderno. Falsos pastores obcecados pelo dinheiro das ofertas e do dizimo instituíram “Igrejas” que não condenam a pratica do aborto, da homossexualidade, do divórcio, da fornificação e de tantas outras paixões. Denominações que estão cada vez mais cheias, elas servem de um poderoso desencargo de consciência para quem quer viver adorando o próprio umbigo.
Já não bastasse o silencio destes pastores dinheiristas, agora esta se tornando cada vez mais comum o surgimento de “mestres” para “justificar” exegeticamente, teologicamente e até através do magistério da Santa Igreja as iniquidades do mundo atual. De fato esta se cumprindo a profecia paulina.
Neste artigo vamos desmascarar a chamada “teologia gay” e vamos denunciar a tolice, a hipocrisia e estupidez de um site venenoso chamado “ Gay Católico”. Não irei fornecer o Link para não dá ibope para mentira, afinal o pai da mentira é o Diabo, quem tiver maturidade para saber discernir o joio no meio do trigo procure por sua própria conta.
Este site tem uma série de materiais incluindo vídeos, entrevistas, artigos e resumos de textos que “justificam” a homossexualidade como bíblica e católica. O autor tenta “provar” que ser homossexual é correto e moral. Usa de uma falsa piedade para fazer orações contra a homofobia e chegam a desvirtuar textos do Vaticano e Palavras do Santo Padre para justificar a homossexualidade.
O próprio nome do site é uma contradição, não existem gays católicos. O gay não é um homossexual apenas, gay é um militante pelos falsos direitos do homossexual, o gay é aquele que frequenta as paradas gays que fazem das cidades uma verdadeira Sodoma, queima bíblias na frente de catedrais, faz “beijaço gay” dentro de Igrejas e promove o famoso orgulho gay. A mentalidade de um gay é altamente revolucionaria e nada tem de apostólica e romana, portanto não existe e nunca vai existir gay verdadeiramente católico. O que pode existir é homossexual católico, pessoas que sentem desejos sexuais por pessoas do mesmo sexo, sabem que de acordo com a revelação de Deus que eles não podem ter atos homossexuais e, portanto com a força dos Sacramentos e da pregação lutam para serem santos como o Senhor é Santo. Portanto não existe gay católico e ponto final.
Os corruptos criadores deste site, como eu disse, chegam a usar de documentos da Igreja e das palavras do Santo Padre para justificar a imoralidade. O documento que eles mais usam é uma carta que o Vaticano escreveu aos bispos em 1986, na verdade eles usam uma frase do documento, a frase é esta: “Nenhum ser humano é mero homossexual ou heterossexual. Ele é, acima de tudo, criatura de Deus e destinatário de Sua graça, que o torna filho Seu e herdeiro da vida eterna”. Esta carta foi assinada pelo Cardeal Josef Ratzinguer (Hoje Papa Bento XVI) e é uma instrução para atendimento pastoral de pessoas homossexuais. Ela esta a disposição no site do Vaticano.
O amigo leitor acha que o grande Ratzinguer iria relativizar as opções sexuais igualando à homossexualidade a heterossexualidade? É obvio que não. A Frase usada como Jargão pelos gays mostra que a Igreja vê o homossexual como pessoa querida e amada por Deus, pessoa que Deus quer salvar e levar para a Vida eterna. Mas isto não significa que a Igreja não eleva a pratica homossexual ao nível de imoralidade e pecado. Vamos provar isto com frases do próprio documento de 1986:
“7. A Igreja, obediente ao Senhor que a fundou e a enriqueceu com a dádiva da vida sacramental, celebra no sacramento do matrimónio o desígnio divino da união do homem e da mulher, união de amor e capaz de dar a vida. Somente na relação conjugal o uso da faculdade sexual pode ser moralmente reto. Portanto, uma pessoa que se comporta de modo homossexual, age imoralmente.”
Estas partes do documento eles ocultam, são fundamentalistas mal intencionados que querem perder as ovelhas do Redil do Senhor. Por tanto que fique claro o pensamento da Igreja na citação que mencionei acima.
No site “Gay Católico” tem uma entrevista de um Sacerdote da Igreja chamado Luís Corrêa Lima, o padre teve a coragem de rebaixar o Papa Bento XVI à defensor da agenda gay. O Sacerdote Católico perverte o pensamento do Papa na seguinte frase dita pelo Santo padre: “ O cristianismo não é um conjunto de proibições, mas uma opção positiva”. Segundo o Padre Luís esta frase mostra que o Papa Bento XVI está inteiramente aberto a acabar com o catolicismo que proibi outras opções sexuais.
Que Deus e o Santo Padre perdoem os jesuítas por formarem um Padre com uma mente tão pervertida. Esta frase do Santo Padre quer evidenciar que a intenção primária de Jesus Cristo é nos fazer felizes e nos salvar, portanto a religião deve ser vista de forma positiva, os limites devem ser vistos como promotores da vida e da salvação, não como um conjunto de proibições que angustia e deprimi. O papa tem denunciado tanto a ditatura do relativismo que é exatamente a ausência de limites e proibições no mundo e o Padre Jesuíta tem a coragem de deformar as palavras do Papa de forma tão descarada. É bom informar o Padre Luís que antes de ser papa o Cardeal Ratzinguer ficou décadas proibindo que heresias como a da “teologia gay” fossem divulgadas com nomes de católica. O pensamento da Igreja é o mesmo: A homossexualidade é imoral e com raras exceções é sempre pecado.
A moral cristã e a homossexualidade são como agua e óleo, são duas realidades que não se misturam. O cristão não pode praticar homossexualidade e ficar tranquilo como se tudo estivesse uma maravilha. Deus fala na consciência de todo verdadeiro Cristão esta verdade categórica: homossexualidade é pecado.
É exatamente encima desta tensão divina na consciência que a militância gay formou “estudiosos” para criar a chamada “teologia gay”. Como diz São Paulo, eles já não suportavam a sã doutrina.
A “teologia gay” é baseada em falsas exegeses bíblicas. Na verdade não é de hoje que o Magistério da Igreja esta alertando quanto ao perigo da bíblia nas mãos de não católicos. É isso mesmo irmãos. A bíblia foi escrita por católicos e para católicos e quem lê a bíblia sem ser católico corre o risco de fazer das Sagradas Escrituras um meio de destruição do gênero humano.
Pois é exatamente isto que a tal “teologia gay” faz, vamos analisar algumas passagens bíblicas usadas por eles. A mais usada é a famosa frase do Rei Davi que dizia que amava Jônata mais que as próprias mulheres. ( 2 SAMUEL 1 v. 26). Com a mentalidade gayzista é muito fácil dizer que Davi teve um caso sexual com Jônata. Mas nossa mentalidade é reta, a exegese católica não é corrompida por preconceitos, ela segue a veracidade dos fatos e a autenticidade dos textos. Se os militantes gays que se intitulam teólogos fossem corretos eles iriam logo de cara perceber que o conceito hebraico usado no texto para designar amor é o “ahavar” que é usado inúmeras vezes na própria sagrada escritura para falar de amor paternal ( GN 25 v. 28), de amor de amizade ( 1 Sam 16 v. 21) e até de amor a Deus ( DT 6 v. 5). Por que os teólogos decretaram que o amor de Davi por Jônata era um amor sexual? Por pura desonestidade. Faltou falar para eles que o problema de Davi era outro, o seu exagerado desejo heterossexual que resultou no adultério com Bate- Seba.
O nome mais forte da militância gay no Brasil é Luiz Mott, é um doutor em antropologia que ficou conhecido por declarar que já foi para cama com mais de 500 homens, e ainda querem que acreditemos em união estável entre homossexuais. Ele se acha um “teólogo gay” também. Além de questionar a historicidade de Jesus Cristo ele defende a tese de que as denuncias que o Pentateuco ( Especificamente o livro de Levítico) faz a homossexualidade são apenas duas e que outras denuncias como não comer carne de porco são feitas inúmeras vezes, logo se já superamos a questão da carne de porco e outras que foram abordadas mais vezes, logo devemos superar a questão da homossexualidade. Além disto ele ressalta o fato de Jesus não ter denunciado diretamente a homossexualidade.
Sobre a historicidade de Jesus Cristo se Ele não existiu então meu avô que não vi não existiu, então Hitler, Cezar e tantos outros grandes homens da história não existiram. Me ajuda ai Mott. Leia os escritos do imperador Adriano, leia o historiador Judeu Flavio Josefo e os escritos de Caio Suetônio que foi senador e escritor nos anos 60 d.C e verás que Jesus veio neste mundo tal como eu e você viemos.
As questões do Pentateuco é explicada em Colossenses 2 v. 14 a 17 ,onde São Paulo fala que a paixão de Cristo foi a grande cerimonia e o grande rito que substitui os pequenos cerimoniais que eram feitos no antigo testamento como não comer carne de porco e não fazer nada no Sábado . Agora cerimoniais não é moral, nenhuma vírgula foi tirada da antiga lei, o novo testamento veio para aprofundar. O homossexualismo é uma questão moral condenada no antigo e no novo testamento. Antes de falar de Jesus é bom deixar claro que a passagem de São Paulo citada acima sobre as cerimonias não pode ser usadas para condenar as cerimonias litúrgicas da Igreja. Exatamente por que as cerimonias litúrgicas são celebradas para que a paixão de Cristo seja ministrada sobre a Igreja através dos Sacerdotes que agem In Persona Christis. Os pequenos ritos foram substituídos por grandes ritos, as cerimonias no Antigo Testamento não tinha poder de redenção, as cerimonias católicas têm, por que em todas elas o centro é a paixão de Cristo.
As sagradas escrituras realmente não traz nenhuma passagem em que Jesus Cristo denuncia diretamente a homossexualidade. Mas quem disse que esta tudo na bíblia? Lutero!? Ele é um babaca revolucionário. Para a Igreja a revelação não esta só na bíblia irmãos, alias, a Igreja primitiva não teve Bíblia, ela escreveu a bíblia. Para os católicos a revelação esta nas Sagradas Escrituras e também na Sagrada Tradição apostólica, a tradição esta que nos mostra lá nos primórdios do Cristianismo muitos bispos e padres apologetas denunciando o homossexualismo, dentre ele posso relatar no momento São Justino, Santo Irineu de Lyon, Atenágoras de Atenas, São Jerônimo e Santo Agostinho. Se a tradição prega contra a sodomia gay é por que os apóstolos pregaram para eles e se os apóstolos pregaram para eles é por que Jesus Cristo ensinou para os apóstolos.
Nas Sagradas Escrituras Jesus mostra claramente o seu principio a respeito da sexualidade humana, veja no Evangelho de São Mateus 19 v. 4 a 6, Jesus tem como principio a heterossexualidade e a monogamia e com apena uma exceção: O celibato (Veja Mt 19 v. 9 a 12).
Tem outros questionamentos da “teologia gay” que não irei abordar neste artigo, por que se não o artigo vai virar livro. Mas que fique bem claro, a tal “teologia gay” não é teologia. Por que toda teologia é uma analise racional reta do objeto revelado e todos nós sabemos que o objeto de analises que justifica a falsa “teologia gay” são usados de forma errônea e portanto pervertedora. O magistério da Igreja com certeza condena esta teologia como uma abominável HERESIA.
O Luiz Mott, o Padre Luís, o site Gay Católico e toda militância gay que se denomina cristã ou são profundamente ignorantes ou são charlatões, hipócritas e de corações duros. Que fique bem claro amigos leitores, não existe apologia a homossexualidade nem na bíblia e muito menos no magistério da Igreja.
Cuidado com os mestres, muitos são lobo.



Por Bruno Cruz.
bhc.vida@hotmail.com

19 de mai. de 2011

O Cristianismo, não as ideologias, é a solução para a pobreza na América Latina

O Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL), Cardeal Marc Ouellet, afirmou que só a prática de um "cristianismo profundo" resolverá o problema da pobreza na América Latina e não as ideologias políticas como a teologia marxista da libertação.

"A Igreja interveio com documentos muito acertados para marcar a diferença entre uma teologia e uma ideologia de tipo marxista. Houve uma purificação interna nesta corrente e na Igreja mesma houve uma transformação", disse esta segunda-feira ao jornal uruguaio El País.

O também Prefeito da Congregação para os Bispos disse que agora o que se vê na Igreja na América Latina é uma orientação "para a evangelização e a nova evangelização. O tom mudou e isso é muito positivo. Há uma nova consciência, o cristianismo tem algo que contribuir à sociedade latino-americana e não demos tudo o que poderíamos ter dado".

"Caíram as ideologias. O cristianismo volta a flutuar neste momento da história como a grande esperança da humanidade", afirmou o Cardeal, que participa no Uruguai da 33ª Assembléia Geral do CELAM.

Vida e família

Na entrevista, o Cardeal reiterou que a Igreja defende a vida e a dignidade humana desde a concepção ante as tentativas para legalizar o aborto. "O respeito à vida humana é um princípio fundamental", afirmou.

O Cardeal Ouellet também defendeu o verdadeiro matrimônio e advertiu que a legalização do matrimônio homossexual "não é uma ajuda à família que está fundada na relação de um homem com uma mulher onde há conjugalidade, fecundidade possível e isso é a base da sociedade. O estado deve reconhecer que a família, fundada por um homem e uma mulher, é a base da sociedade".

A autoridade vaticana reiterou a política de "tolerância zero" contra os casos de abusos contra menores por parte de alguns sacerdotes. "A Igreja levou muito a sério estas coisas", assegurou.

"Talvez no passado não houve uma consciência tão aguda destes fenômenos de abuso sexual, agora com os corretivos que foram contribuídos e a disciplina existe uma toma de consciência e purificação".

"Espera-se que o que a Igreja faça em seu interior leve frutos na sociedade. Espera-se que o exemplo que a Igreja está dando na luta contra os abusos produza frutos e em outros ambientes", afirmou.

Fonte:ACI

16 de mai. de 2011

Decisão do STF acolhida com alegria por pessoal da Teologia da Libertação



Por Everth Queiroz Oliveira
Realmente não estou com muito tempo para acompanhar a repercussão da decisão tomada pelo Supremo Tribunal de nosso país em legalizar a união dita “homoafetiva”. Mas há coisas que não podem passar despercebidas, sem que sequer façamos alguma nota. E um destes tristes elementos que são enfocados pela mídia no atual contexto que vivenciamos é a palavra da Teologia da Libertação acerca do casamento homossexual, tema de uma entrevista publicada ontem n’O Globo. O entrevistado é o frei Gilvander Moreira( Da foto), assessor da Comissão Pastoral da Terra e – pasmem – entusiasta da decisão tomada pela Corte Brasileira.
A matéria publicada na mídia secular é um verdadeiro espetáculo de rebeldia e subversão, um endosso ao modernismo – já que os proscritos defensores desta desgraça parecem ter certeza que “o dogma evolui” – e, ao mesmo tempo, uma ocasião para refletirmos no quanto estamos rezando por nossos sacerdotes. Ter que ouvir – de um padre católico, meu Deus do céu! – coisas como “Por que não pode haver também famílias homossexuais?” ou “Feliz do povo que ouve os clamores dos que fazem outra opção sexual senão a hegemônica” é realmente lamentável. Separo abaixo algumas das pérolas da entrevista, seguidas ou precedidas de alguns comentários nos quais relaciono o que fala o nosso frade com aquilo que é de fato doutrina católica.
- “Infelizmente estamos numa sociedade preconceituosa, intolerante, hipócrita e cínica. Ainda há muito moralismo, fundamentalismos e sectarismos em segmentos conservadores de igrejas e da sociedade, que ficaram irritados e questionam o acerto da decisão. (…) O movimento que defende os direitos dos homossexuais está crescendo, o que é muito bom. Na decisão do STF, não se pode deixar de destacar e parabenizar a luta deste movimento, que vem marchando pelas ruas e erguendo suas bandeiras.” Para começar, aquilo que frei Gilvander chama de “moralismo, fundamentalismo e sectarismo” é, na verdade, o pensamento dos Santos Padres da Igreja de Deus, que, em consonância com as Sagradas Escrituras, sempre e em todos os lugares condenaram a prática homossexual como abominável e imoral. Se ele não acredita na assistência do Espírito Santo ao sagrado Magistério e à Bíblia, não pode chamar ninguém de hipócrita, porque faz o mesmo ao se vestir de pastor sendo, na verdade, um lobo de ovelhas. O movimento homossexual não defende direito dos homossexuais; defende, ao invés, que privilégios – muitas vezes inconstitucionais e contrários à Justiça – sejam a eles garantidos. Assim, o casamento – que a Constituição reconhece legítimo ocorrendo entre um homem e uma mulher – passa a ser equiparado à união intrinsecamente estéril entre duas pessoas de mesmo sexo; e os religiosos que condenam o ato sexual “homoafetivo” – gostaria de usar a vírgula e dizer que todos os cristãos fazem isso, mas os fatos mostram que há exegetas desonestos e pastores gayzistas – agora deveriam calar-se, não podendo tratar mais o tema livremente, como em uma democracia. Os supostos “direitos” que essa gente quer são, na verdade, imposições ideológicas. O crescimento do movimento gay não é um fato “bom”, senão nocivo, perverso. E isto não é de modo algum intolerância e preconceito, porquanto é a mesma doutrina católica – à qual, DEVEMOS, como católicos, nos sujeitar – que diz que a necessidade de proscrevermos o pecado da sodomia não exclui a caridade que devemos ter para com aqueles que apresentam a tendência homossexual. Estes, diz o Catecismo, “[d]evem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta” (§ 2358).
- Foi perguntado ao clérigo se ser homossexual é pecado. “Se o elo mais forte de uma corrente é justamente o elo mais fraco – respondeu-lhe -, só poderá ser mais justo e aplaudido por Deus o elo enfraquecido e discriminado. Feliz do povo que ouve os clamores dos que fazem outra opção sexual senão a hegemônica. Deus ouve os clamores de todas as pessoas oprimidas. Deus é amor e não discrimina e nem pune ninguém por opção ou orientação sexual. Deus acolhe a todos sem distinção.” Se por “opção ou orientação sexual” o frade se refere ao pecado da sodomia consumado deliberadamente, sabe-se que é mentira a afirmação que “Deus não pune ninguém por isto”. É claro que pune. Podemos dar o exemplo clássico de Sodoma, a cidade que foi destruída pelos pecados ali cometidos contra a natureza. É, sim, verdade, que Deus ouve os clamores dos oprimidos. É também verdade que Ele é amor. Isto na boca de qualquer teólogo da libertação, no entanto, acaba se tornando uma mensagem distorcida, já que ele dá cartão vermelho à dimensão transcendental do Evangelho e se esquece que “o salário do pecado é a morte” e que Deus quer, justamente por amor, a nossa mudança de vida. Esta última expressão, inclusive, no vocabulário TL, não passa nem pelo Decálogo nem pelos Sacramentos, mas sim pela leitura de algum livro do Karl Marx ou pela mobilização social revolucionária. Doa a quem doer, a moral não muda! A heterossexualidade não é “opção sexual hegemônica”, mas sim disposição da sexualidade tal como ela foi constituída pelo Altíssimo. É a união de um óvulo com um espermatozoide que promove a transmissão da vida. Fora desta abertura à concepção – é o que nos ensina o papa Paulo VI na Humanae Vitae (cf. n. 11) – dessacraliza-se o ato sexual. Isto é o que ensina a moral católica. É a estas palavras que devemos obediência.
- Diz o Cardeal Joseph Ratzinger, em documento publicado pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé ainda em 1986: “Ela [a Igreja] é consciente de que a opinião segundo a qual a atividade homossexual seria equivalente à expressão sexual do amor conjugal ou, pelo menos, igualmente aceitável, incide diretamente sobre a concepção que a sociedade tem da natureza e dos direitos da família, pondo-os seriamente em perigo.” Frei Gilvander, no entanto, perguntado se a união homossexual ameaçaria a família, responde o contrário: “Penso que não (…). Por que não pode haver também famílias homossexuais?”
- “Devemos preservar a nossa vida, a do próximo e a de toda a biodiversidade. Para isso, são necessárias várias coisas, entre as quais o uso da camisinha nas relações sexuais. Por questão de saúde pública e respeito à sacralidade de cada um. Não podemos correr risco de contrair HIV e/ou doenças sexuais que matarão o outro aos poucos. Isso não tem o apoio do Deus da vida.” Lendo uma resposta destas, eu fico aqui pensando comigo mesmo se o sacerdote já parou pra pensar se a castidade pode ser um remédio contra a AIDS e as outras doenças sexualmente transmissíveis. Porque é esta a exortação da Igreja. Realmente não tem o apoio do Deus da vida arriscar-se a contrair uma doença perigosa, mas por que não se fala da importância de guardar a pureza, de não praticar relações sexuais fora do sacramento do Matrimônio – o que é o perene ensinamento da Santa Igreja? Não é este – segundo constatou inclusive um renomado cientista há algum tempo atrás – o remédio mais eficaz no combate ao HIV? A propósito, o uso da camisinha no ato conjugal – como já foi dito anteriormente – não pode ser aprovado, posto que fecha o sexo à transmissão da vida. E Paulo VI é enfático – citei a Humanae Vitae e recomendo-a novamente – em relação a isto: “[C]hamando a atenção dos homens para a observância das normas da lei natural, interpretada pela sua doutrina constante, a Igreja ensina que qualquer ato matrimonial deve permanecer aberto à transmissão da vida” (n. 11). A proscrição vale para quem é solteiro, mas também é direcionada aos casais que receberam o sacramento do Matrimônio.
- Agora quem – ainda – não conseguiu identificar o elemento TL no discurso do frade carmelita vai ter uma defesa explícita da heresia. “Há muitos teólogos e teólogas, cristãos e cristãs, que partilham conosco essas posições. Todo o povo da Teologia da Libertação. Na Igreja, há membros que comungam conosco dessa visão mais compreensiva com os direitos das minorias. Há igrejas e não apenas uma igreja. Quando membros da Igreja instituição se posicionam de forma moralista, proselitista e autoritária, afugentam muitas pessoas. Mas quando membros da igreja ouvem, dialogam e, inspirados no evangelho de Jesus Cristo, testemunham o grande sonho do Deus, o da vida em liberdade e abundância, cativam muitas pessoas para se engajar em projetos humanizadores.” Cai a máscara! O “povo da Teologia da Libertação” é adepto desta infinidade de asneiras. Ou seja, a TL entregou-se definitivamente à dissolução, pois é desejosa de agradar não a Deus, mas aos homens. Não nos enganemos com o discurso aparentemente sedutor desta gente. “Visão mais compreensiva com os direitos das minorias” não pode ser abdicação da responsabilidade de condenar o pecado. Ouvir e dialogar – coisas que frei Gilvander acusa implicitamente os “moralistas” de não fazer – não significa aprovar uma conduta já reprovada pela Sagrada Escritura e pela Tradição da Igreja. E – deixem-me dizer – não é verdade que quem defende a moral e a autoridade da Sé Católica “afugenta” as pessoas da Igreja. Muito pelo contrário. Quem esvazia as nossas igrejas é justamente aquele que fica adaptando o Evangelho ao anseio de ouvir novidades de algumas pessoas… E mesmo que fosse verdade o que é dito pelo frade, “ser compreensivos com aquele que peca (…) não equivale a diminuir as exigências da norma moral”, como nos lembra o Bem-aventurado João Paulo II.
Se, no diálogo com as pessoas não-católicas, lançarmos mão do rico conteúdo da doutrina católica e buscarmos tão somente satisfazer a vontade de quem nos escuta, seremos como o sal insosso. “Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens” (Mt 5, 13).
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!

Fonte: Rainha Maria

8 de nov. de 2010

Pastores ou Cães guiando as ovelhas?

Dom Manoel Pestana Filho escreveu recentemente um curto e ardente apelo onde cada palavra cai muito bem sobre o "berço esplêndido". Após, advertir sobre o terrorismo vermelho que se espalha pela América Latina, lembrar as palavras ditas em Fátima prevenindo que o comunismo se espalharia pelo mundo com perseguições à Igreja, alertar para a maçonaria dentro de Cúrias e Movimentos, Dom Manoel ainda pergunta com ousadia: "Nós somos pastores ou cães voltados contra as ovelhas?" (http://www.youtube.com/watch?v=5sKCSjJ-OC4).

Padres, pastores, bispos e outros líderes espirituais foram pegos de surpresa ao tomar conhecimento da multidão de fiéis que ainda creem em Deus, conhecem seus mandamentos e ainda O temem na Terra de Santa Cruz. Talvez tenham tomado um susto: "Ué? Mas o que é isso? Essa gente toda ainda crê apesar de nós, cães voltados contra as ovelhas?"

O Brasil assistiu a vários padres, muitos leigos e poucos bispos profetizando que viria uma avalanche de leis contra a família caso o PT continuasse no governo. E a CNBB? Interpretando muito bem o papel de tentar calar os "profetas".

Numa resposta explícita à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e a todos que silenciaram, o Papa Bento XVI se pronunciou (http://www.youtube.com/watch?v=rxdYxPDYP8I&feature=related). Bem podem ser aplicadas aqui as palavras de Nosso Senhor quando se dirigiu aos fariseus que queriam que os discípulos fossem repreendidos: "Digo-vos: se estes se calarem, clamarão as pedras!" (Lucas 19, 40). E falou a Pedra, o Papa Bento XVI, sucessor de Pedro que significa "Pedra", sobre a qual Jesus disse que fundaria a sua Igreja.

Mas Pedro é uma só pedra e Jesus disse que se os discípulos se calassem falariam "as pedras" (plural). O natural seria que os pastores obedecessem a Cristo que lhes pediu para apascentar suas ovelhas e pregar o Evangelho. Como muitos já não creem e nem falam de Deus ao povo sedento da sua Palavra, as ovelhas já lhes pareciam pedras, transformadas e reduzidas a pedras por eles mesmos. Pedras não creem em Deus, não temem a Deus, não falam de Deus.

Ora! Que surpresa!? Qual não foi o susto dos pastores quando viram suas pedras falando de Deus, defendendo a vida, lembrando seus mandamentos e valores cristãos tal qual profetizou Jesus. A CNBB tão cheia de pastores revelou-se cheia de cães voltados contra seu próprio rebanho. Outros taaantos padres se calaram. E foi então que as pedras falaram... ...

Com relação àqueles padres que entraram na Igreja para destruí-La carcomendo-A por dentro faz lembrar a história de um ladrão que planeja roubar os cálices, cruzes e outros objetos ricamente ornamentados com ouro, prata e pedras preciosas do altar de Nosso Senhor Jesus Cristo. Embora por mais que o homem tente e deva ornamentá-lo com o que tem de melhor e mais nobre nunca chegue à altura.

Para que o plano desse certo ele foi ordenado e começou a encenar cada detalhe como se fosse um sacerdote leal e digno de servir no altar de Deus. Angariando a confiança dos demais esperaria a hora certa para dar o golpe e lesar levando quanto tesouro pudesse. Só que foi traído por ele mesmo. De tanto brincar de celebrar, fingir rezar, ler a sagrada escritura ele acaba se convertendo e prostra-se diante de Deus iniciando seu mais autêntico sacerdócio.

Será que pastores de ovelhas depois de representar e trair vão acordar e começar a pregar Deus e o que é espiritual e, quando necessário, falar da clara Doutrina Social da Igreja? Ou vão continuar pregando a furada Teologia da Libertação, o "tudo pelo social" e se metendo em dívida externa como faz a CNBB? Muitos vão continuar com o papel de cães voltados contra as ovelhas porque foi para isso que se infiltraram na Igreja.

Outros, coitados... Foram tapeados no seu tempo de seminário e por falta de orientação pregam o mal. Só que hoje, com a internet, qualquer padre - até da CNBB - que seja honesto e queira descobrir como, onde, porque foi e está sendo enganado, pode fazê-lo. Sigam os passos do Padre Paulo Ricardo, por exemplo, que antes, como reitor de seminário achava ruim dar a comunhão na boca dos fiéis, e depois de começar a pesquisar na internet, em livros, documentos... procurar... checar... foi redescobrindo seu sacerdócio, a liturgia mais digna, entendendo ideias de doutrinação comunista que foram incutidas em sua mente. Vale conferir seus depoimentos. Um deles:http://padrepauloricardo.org/audio/marxismo-cultural/

Leigos estão encontrando o Caminho, a Verdade e a Vida apesar das infiltrações na Igreja. Padres e bispos também podem (se forem sinceros) procurar até, não apenas, na internet e descobrir o Tesouro que é a Igreja Católica Apostólica Romana. A essa altura já nem importa se entraram por acidente, se com sinceridade ou foi para destruí-La de forma premeditada. Se quiserem ganhar tempo poderão assistir aos mais de 260 vídeos curtíssimos do canal do You Tube fimdostemposnet [http://www.youtube.com/user/fimdostemposnet]. Vão se assustar! É apenas uma sugestão para um começo com fontes diferentes dos atrasadinhos e comprometidos jornais de TV. São esclarecimentos de cientistas, jornalistas, médicos, autoridades de diversas partes do planeta.

O Brasil tido como país mais católico do mundo está com o rebanho implorando por quem os guie. Parecendo ovelhas tontas, rodando em falso e clamando aos céus: Mande-nos quem nos fale de Deus, doutrina da Igreja, família, filhos, fidelidade, moral, liturgia, castidade, vida dos santos, inocência, sagrada escritura, virtudes heróicas, arrependimento, mandamentos, paternidade responsável, amor, pureza, temor...

Que chance após as eleições para tantos padres dentro e fora da CNBB. Chance de prostrar-se diante de Deus e começar de novo vosso sacerdócio. Ou mesmo retornar àquele sacerdócio que abandonastes. Afinal, traidores ou não, artistas encenadores ou não, cães ou pastores, uma vez sacerdote, sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedeque.



Márcia Vaz, escritora e palestrante

Fonte: www.midiasemmascara.org

3 de nov. de 2010

Por que o Papa não pode falar?

"Toda unanimidade é burra". Nelson Rodrigues.


As palavras do Papa pesaram. E pesaram porque são as palavras de Cristo. E assim como Cristo mesmo disse que não veio trazer paz à Terra, logo, as palavras do Papa criaram uma enorme divisão. Os petralhas, por exemplo, vestiram a camisa da infâmia. Divulgaram em seus sites, blogs e twitters diversos slongans alá "pátria ou morte" contra o Papa. "Vamos detoná-lo nas urnas votando em Dilma". "A Igreja Católica nos persegue. Vamos combatê-la". Fora aqueles que são mais tolos e partem pros xingamentos por pura falta de argumentação. Teve até Bispo usando o discurso do Papa em favor de Dilma, mas não apareceu nenhum pelo Tucano. E olha que o que eu ouvi de gente me dizendo que a Igreja Católica fazia terrorismo contra o PT nestas eleições não está no gibi. Mas o engraçado é que o Papa, em seu pronunciamento, não citou, em nenhum momento, o nome Dilma, PT, patifaria, corrupção, jogo sujo, eleições com uso de dinheiro público... Nadica de nada. Apenas instruiu o seu povo que observasse nestas eleições se os interesses de seus candidatos eram ou não convergentes com a fé que professam. Só isso. Porém, como diz minha sabida mãe, se a carapuça serviu... Vê-los fazendo média é natural. Na cabeça deles só há um lema: "Ou tá comigo, ou tá perdido".

Não é novidade vê-los ameaçando Deus e o mundo por causa de meias palavras. Nem me causaria espanto se resolvessem fazer uma caravana até o Vaticano pra dizer ao Papa que ele foi detonado nas urnas por eles (como se o Papa fosse perder o sono por isso). Mas é óbvio que não vão. Contra Pedro, ninguém brinca. Pedro não é assistido pelo deus-Lula, e sim, pelo Espírito Santo. Eles sabem que sairiam de sua presença detonados. Então ficam aí, igual crianças birrentas, querendo se aparecer. Sem contar que o Papa, para os que não sabem, é Chefe de Estado. É... pois é! Ele não mora no Vaticano apenas para ler zilhares de coisas por dia, não. Lá é a sede da nossa Igreja, a Matriz cuja as Filiais espalham-se pelo mundo. O Vaticano tem seu próprio hino, língua oficial (que é o Latim), sua Política de Estado e até um time de futebol (que eu soube que não vai tão bem assim nos campeonatos, mas tudo bem...). E como em todo Estado Legítimo, há um povo. Portanto o Papa não fala só pros "chegados" que moram com ele. Ele fala para todos os "chegados" que moram no mundo: eu, você, aquele padre que você odeia, aquela tia chata que não sai da Missa, mas desce a lenha em todo mundo... Logo, o Papa não feriu nenhum preceito. Fez o que devia ter feito, quer gostem ou não.

Agora, o que me deixou atônita foi uma garota lançar em seu blog pessoal um texto onde pede sua excomunhão ao Papa. E o pior: um monte de gente dizendo que ela foi um máximo e seguiria seu exemplo. O por quê de eu ter ficado atônita? A sandice. Explico.

Ninguém é obrigado a concordar com o Papa, com o Lula, o Obama, a Xuxa ou a Bruxa Keka. Todos nós discursamos o discurso dos outros, ou seja, daqueles que pensam igual a gente (quando na verdade é a gente que pensa como eles, entendeu?). Ninguém cria o seu próprio discurso. A gente pode até acrescentar algo novo, mas fala daquilo já foi dito. E esse "aquilo" que me representa e que aparece em meu discurso chama-se Ideologia. Não tão piegas poética como a cantada pelo Cazuza, mas algo que verdadeiramente diz quem sou, aquilo que me representa. Portanto, é inadmissível a um homem dizer-se Católico e Socialista justamente porque a ideologia católica não tem nada a ver com a ideologia socialista. Um é parmera e outro é curínthia, saca? E é aí onde entra a citação de Nelson Rodrigues. Se na Igreja, por exemplo, não tivesse existido Pedro e Paulo, que rumo teríamos tomado? E se Santa Catarina de Senna, uma analfabeta funcional, não tivesse mudado os rumos da Igreja de sua época? E uma Santa Tereza de Ávila? Santo Agostinho? Santo Tomás? E se não tivesse existido os Concílios? Por que eu os cito? Porque todos eles foram importantes para a Igreja. Até a Teologia da Libertação, fruto do psiquismo mórbido de alguns, é importante para a Igreja continuar em pé. Não porque a TL seja fruto do Espírito Santo, mas porque, olhando a sua "misturança ideológica", podemos continuar firmes nas verdades evangélicas que nos são transmitidas há séculos. Podemos olhar pra TL e dizer: "Senhor, obrigada por não me deixar cair nessa. A verdade está aqui. Valeu!"

Só que a ideologia que quer imperar hoje e fazer calar todas as outras parece até algo religioso. Chama-se Laicismo, que muitos carinhosamente a chamam de Estado Laico. Veja: em um Estado Laico TODAS as ideologias, todas as crenças, todas as filosofias, convivem harmoniosamente entre si. Não interessa para este estado destacar uma da outra. Interessa, apenas, propiciar que elas existam. Já o laicismo, não. Ele quer privilegiar tudo o que não tenha valor religioso. Isso é nocivo, além de preconceituoso e discriminatório.

Opiniões divergentes são importantes. Elas nos ajudam a repensar sobre o que cremos. Por isso a Filosofia é tão necessária. É bom quando conseguimos ver que vários autores conseguem criar várias possibilidades de pensamento sobre uma coisa. Contudo, eu não preciso (e nem devo) aderir a todos estes pensamentos. Conhecê-los pode me fazer crer que aquele pensamento que escolhi para mim é de fato real. Eu, por exemplo, quanto mais converso com ateus, quanto mais leio sobre o ateísmo, mais adoro ser católica e me convenço que Cristo é a coisa mais importante que conheci. Isso não abala a minha fé, porque a fé é fruto da razão. Não dá pra crer apenas com sentimentos. É necessário fundamentar a fé. E só a Razão pode fazer isso.

Por que eu falei tudo isso? Porque a moçoila que pediu excomunhão ao Papa o fez por achar um absurdo o mesmo pronunciar-se sobre as eleições brasileiras. Pode??? É verdade. Ela disse que isso foi a gota d'água. Mas que petulância, não? Então quer dizer que ela pode vir a público e dizer isto, mas o Papa não? Então quer dizer que todo mundo pode vir a público e falar asneiras pautadas no "eu acho que", mas a Igreja, não? E ainda dizem que preconceituosa é a Igreja. Sei...

O fato é que a moça conseguiu o que queria. Seu texto estava alá "Filma eu, Galvão". Pena que no auge de sua ignorância ela não saiba que o batismo é algo indelével, logo, não dá pra ser "desbatizado". E como apóstata que publicamente se apresenta, ela já está desligada. Se soubesse disso, não teria me incomodado a escrever tais linhas.

Friso que respeito a liberdade da tal moça e de todos os que, deliberadamente, resolverem agir assim ou como bem querem. A liberdade é um bem supremo dado por Deus àqueles que ama, mesmo que não se interessem por Ele. Mas por favor, não venham vetar a liberdade dos outros. Cuidem de suas vidas e deixem os outros falarem o que quiserem em paz. Inclusive o Papa.

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PS: Não pus o blog da moça aqui porque seria propaganda demais.
Quem quiser ler o que ela escreveu, que use o Google.
Pax.