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1 de out. de 2012

Vídeo Homilia do XXVII Domingo do Tempo Comum Ano B


Comentáruio do Evangelho de Domingo do XXVII Domingo do Tempo Comum Ano B, 07/10/12, ocasião na qual meditaremos o matrimônio, como entraga, conhecimento, e não apenas o uso desordenado da sexualidade.... Caso não abrir clique: http://pt.gloria.tv/?media=340645
 

22 de ago. de 2011

Porque alguns matrimônios fracassam?


Por Padre Cormac Burke

O casamento é, obviamente, uma das tendências mais naturais da natureza humana. Ora, se é assim, parece difícil imaginar que, em circunstâncias normais, seja natural que o casamento fracasse. Se tantos casamentos fracassam hoje em dia, talvez seja porque as circunstâncias que cercam o matrimônio já não são normais. Ao invés de o casamento estar fracassando para o homem, não será o homem que vem fracassando em relação ao casamento? Não será que o erro, ao invés de residir no casamento, reside no homem moderno, e mais especialmente no modo como ele encara o casamento? Inclino-me a pensar que sim, porque me parece que há pelo menos três pontos principais em que o homem encara mal o casamento:

1. a) o homem moderno tende a “deificar” o amor humano, esperando dele o que – como qualquer cristão sabe – só Deus pode dar;

1. b) tende também a inverter a ordem de prioridades quanto aos fins do casamento, ou seja, pensa que o casamento existe em primeiro lugar para exprimir o amor e desfrutar dele, e só em segundo lugar (quando muito) para ter filhos.

1. c) tende ainda a encontrar oposição entre esses dois fins, em lugar de vê-los como complementares.

Examinemos cada um destes pontos mais de perto.

O QUE SÓ DEUS PODE DAR

A principal esperança do homem é ser feliz. O ser humano foi feito para a felicidade e procura-a necessariamente. Mas somente encontrará frustração se procurar a felicidade onde ela não estiver…; ou se procurar uma felicidade ilimitada onde não houver senão felicidade limitada…; ou se procurar a felicidade onde ela se encontra, mas não do modo como se pode encontrá-la…

A felicidade pode ser encontrada no casamento, mas não de um modo ilimitado; pedir ao casamento uma felicidade perfeita é pedir demais. Contudo, o homem foi feito com a capacidade e a sede de uma felicidade ilimitada. É por isso que se pôde dizer com tanto acerto que “a mulher promete ao homem o que só Deus pode dar”. Qualquer pessoa de fé sabe que a felicidade perfeita só pode ser encontrada de modo real e permanente em Deus; e sabe também que essa felicidade não é possível nem duradoura nesta terra, mas somente no Céu. O ateu ou semi-ateu esquece-se deste dado. E quando o homem começa a esquecer Deus e perde a esperança na vida eterna, o seu coração polariza-se nas coisas terrenas e procura satisfazer nelas a sua sede de felicidade. Não o conseguirá.

Nem mesmo o casamento, que dentre todas as coisas humanas é a que promete mais felicidade e é capaz de dá-la, conseguirá satisfazer o seu desejo.

Quem tiver presente esta realidade, procurará a felicidade no casamento, mas não esperará uma felicidade perfeita, pois sabe que seria pedir-lhe o que ele não pode dar. A pessoa que esquece Deus tenderá a “deificar” o amor humano, o que praticamente significa garantir o fracasso do amor humano.

Se alguém espera demais do amor e do casamento, está destinado a decepcionar-se profundamente.

Quando se põe demasiada pressão numa caldeira, esta acaba por explodir; quando se exige demais do casamento, este entra em colapso. Muitos divórcios de hoje encontram aqui a sua explicação.

OS FILHOS COMO “ACESSÓRIOS OPCIONAIS”

A segunda razão pela qual o casamento muitas vezes não dá certo hoje em dia é a tendência do homem moderno de criar uma nova ordem de prioridades quanto aos fins do casamento, convertendo o amor mútuo no principal objetivo ou mesmo no objetivo total e único do casamento. Ao mesmo tempo, reduz-se a possibilidade de ter filhos – um ou dois filhos – a uma simples circunstância; a maioria dos casais quererá tê-los como parte da sua auto-realização, ao passo que outros, de modo igualmente legítimo, talvez prefiram um ou dois carros, uma ou duas casas…

Para muitas pessoas de hoje, os filhos desempenham no casamento o mesmo papel que os acessórios num automóvel: são “opcionais”. Inclua-os, se você gosta deles ou pode arcar com o gasto.

Caso contrário, o casamento – como o automóvel – “funcionará” perfeitamente sem eles.

A isto, a Igreja responde com um rotundo “Não”. Somente em casos realmente excepcionais é que um casamento “funcionará” bem sem filhos, sem os filhos que Deus quer dar a cada casal em particular. Pode acontecer que Ele não queira que um determinado casal tenha filhos, mesmo que marido e mulher estejam ansiosos por ter uma família. Essas uniões (materialmente) estéreis podem ser felizes, se ambos os cônjuges aceitarem a vontade de Deus. Nesse caso, receberão graças especiais de Deus para aprenderem a amar-se um ao outro mais e mais com o passar do tempo. E podem – e até devem – conquistar uma fecundidade espiritual, dedicando o tempo e as energias que teriam investido nos filhos a atividades educativas e apostólicas que ajudem os outros. A exclusão deliberada dos filhos, porém, quer seja total, quer parcial, leva necessariamente qualquer casamento a “funcionar” muito mal.

Trata-se de uma verdade – de uma regra ou lei de vida – que se encontra implícita no ensinamento da Igreja a respeito dos fins e prioridades do casamento.

OS “MOTIVOS” NEM SEMPRE SÃO “FINS”

Uma vez que o homem contemporâneo pode apresentar poucas evidências em favor das modernas filosofias sobre o casamento, não lhe faria mal reexaminar o ensinamento da Igreja segundo o qual “o matrimônio e o amor conjugal se ordenam por natureza para a procriação e educação dos filhos [1].

Deverá refletir também sobre a afirmação de que este ensinamento corresponde ao conceito autenticamente natural do casamento.

Para começar, talvez seja útil mostrar-lhe que a maioria das pessoas que consideram errado o ensinamento da Igreja não compreendeu bem o que ela realmente ensina. Com efeito, ao fazer essa afirmação, a Igreja não se refere aos motivos que os indivíduos possam ter para casar-se, mas aos fins do casamento como instituição. E um pouco de reflexão torna claro que os motivos pessoais e subjetivos não coincidem necessariamente com os fins objetivos.

Sem dúvida, o principal motivo que leva a maioria das pessoas a casar-se é o amor: “Por que quero casar-me com essa pessoa e não com outra? Porque a amo”. Isto é evidente. Normalmente ter filhos, conta, quando muito, como motivo secundário, e hoje em dia, em muitos casos, nem sequer chega a apresentar-se como motivo.

Esta hierarquia de motivos – em primeiro lugar, amor; em segundo (quando muito), filhos – pode facilmente levar muitas pessoas a concluir que um casamento feliz e bem-sucedido depende desses mesmos fatores e nessa mesma ordem; ou seja, a felicidade no casamento depende principal ou mesmo exclusivamente do amor mútuo, e só secundariamente, ou de modo algum, dos filhos. No entanto, não existe especial evidência de que esta conclusão seja correta. Afinal de contas, uma coisa são os motivos para casar-se, e outra bem diferente é o modo como o casamento traz felicidade.

COMO O CASAMENTO TRAZ FELICIDADE

Não é errado casar-se por amor, como não o é esperar felicidade do casamento. Mas as pessoas podem enganar-se se fizerem depender todas as suas esperanças de felicidade no casamento de um único fator – o amor mútuo -, quando a própria natureza determinou que a felicidade no casamento proviesse da delicada e exigente interação de dois fatores: amor e filhos. Em outras palavras, as pessoas podem enganar-se ou fracassar por não terem compreendido como o casamento deve “funcionar”, por não terem entendido o mecanismo pelo qual ele realiza todas as suas possibilidades, entre elas a de trazer felicidade. E é neste sentido que o ensinamento da Igreja pode resolver muitos problemas.

Somente a ignorância – ou algo pior do que a ignorância – seria capaz de apresentar o ensinamento tradicional da Igreja a respeito do casamento como resultado de um legalismo medieval, como fruto da atitude de um grupo de inflexíveis clérigos celibatários que estariam apontando o seu dedo reprovador para o homem moderno: “Você talvez esteja interessado na felicidade. Mas isso não passa de um desses modernos contos de fadas, e é melhor esquecê-lo se quiser continuar a ser um membro obediente da Igreja. Porque a Igreja não está interessada em saber se o casamento traz ou não felicidade. A Igreja só se interessa pela prole – traduzida em números – e pela lei: indissolubilidade…”

A IGREJA E A FELICIDADE HUMANA

Trata-se de uma paródia caluniosa e grosseira da atitude da Igreja. A Igreja está plenamente consciente de que a verdade que ela sustenta – o ensinamento tradicional a respeito do matrimônio – lhe foi confiada pelo próprio Cristo. Sabe, portanto, que não tem autoridade para alterá-la ou deixar de proclamá-la. Ao mesmo tempo, contudo, tem também plena consciência de que a sua concepção do casamento leva em conta todos os elementos naturais dessa instituição, incluída a promessa de felicidade que o casamento parece oferecer ao ser humano.

Quando a Igreja une os seus filhos pelo vínculo matrimonial, é a primeira a alegrar-se. O divino Mestre está sempre disposto a ser convidado para uma festa de bodas, e gosta de confirmar a alegria de Caná. Mas é para Ele que o jovem casal deve olhar, se deseja que o vinho da sua felicidade atual se torne mais saboroso e abundante, e não se esgote nem se transforme em vinagre [2].

Quando o Senhor diz aos cônjuges – através da Sagrada Escritura – que são uma só carne e que não podem separar-se (cf. Mt 19, 6), que devem crescer e multiplicar-se (cf. Gên 1, 28); ou quando ensina através da sua Igreja (mais uma vez com palavras do Vaticano II) que “a instituição do matrimônio e o amor dos cônjuges estão pela sua índole natural ordenados para a procriação e educação dos filhos, nos quais encontram a sua coroa de glória” [3], o que faz é pensar na felicidade deles: não somente na felicidade eterna (embora seja esta a única que importa essencialmente), mas também na felicidade relativa, mas muito real, que podem alcançar aqui na terra, e que Ele quer que alcancem.

DO AMOR CONJUGAL AO AMOR FAMILIAR

Talvez possamos explicar melhor a questão desta forma. Parece evidente que a busca de uma promessa de felicidade no casamento faz parte da ordem natural do homem; ora bem, se – tal como a Igreja ensina – também faz parte da ordem natural ter filhos, mais ainda do que desfrutar do amor, então – a não ser que a natureza esteja mentindo ou seja incoerente – a felicidade no casamento dependerá, normalmente e a longo prazo, da geração e educação dos filhos mais do que do amor entre marido e mulher e dos modos de expressão desse amor. Sem dúvida alguma, depende de ambos os fatores; mas o ensinamento da Igreja parece sugerir que, em última análise, os filhos têm uma influência muito mais decisiva na formação da felicidade conjugal.

Suponhamos agora que alguém se levantasse e dissesse que essa afirmação é absurda, pois equivaleria a considerar um elemento fisiológico (a procriação) mais importante do que uma realidade espiritual (o amor). Eu lhe responderia que não é bem isso o que se quis dizer. O que se quer dizer é que o amor no casamento, certamente mais amplo do que o mero amor físico, é também mais amplo do que o mero amor conjugal.

O amor no casamento não está destinado a permanecer apenas como amor entre duas pessoas.

Provavelmente nem sequer sobreviverá, se não ultrapassar esse estágio. A sua vocação natural é expandir-se, estender-se, incluir cada vez mais elementos. O amor conjugal está na verdade projetado para se tornar amor familiar; está destinado a crescer e, nesse crescimento, a incluir e acolher outros seres humanos, que serão precisamente o fruto desse amor. “O verdadeiro amor mútuo transcende a comunidade de marido e mulher e estende-se aos seus frutos naturais, os filhos”*. E com isto chegamos ao terceiro ponto das nossas considerações.

A FELICIDADE CALCULISTA

Uma época que não encara os filhos como uma conseqüência natural do amor conjugal pode estar a caminho de encará-los como seus inimigos naturais. Foi por isso que mencionei, como o terceiro dos principais motivos do malogro de tantos casamentos atuais, o avanço da tendência moderna não só de antepor o amor mútuo aos filhos, mas de opor os dois fins entre si, em vez de ver que são complementares.

Influenciadas pela mentalidade e pela propaganda do controle da natalidade, muitas pessoas incidem nesse engano que acabo de delinear: pensam que a felicidade humana no casamento depende essencialmente do amor, e muito menos – ou nada – da paternidade. Gostaria de saber quantos estão conscientes de que esta idéia pode representar o primeiro de uma série de passos que acabarão por arrastá-los muito mais longe do que tinham pensado ou desejado, na esteira de uma filosofia que tem uma força poderosa e uma direção própria.

Analisemos um pouco mais profundamente este primeiro passo na filosofia antinatalista, e como é fácil deixar-se guiar por ela – na trilha descendente do calculismo, não no caminho ascendente do amor.

O primeiro princípio desta “filosofia” moderna do casamento diz que o amor é o ingrediente essencial e suficiente da felicidade conjugal, e que os filhos devem ser vistos apenas como uma possível ajuda – mas também como um possível obstáculo – para esse amor. Com efeito, os filhos trazem consigo a sua carga de exigências, e hoje em dia vem ganhando popularidade uma concepçãodo amor que não quer submeter-se a exigências. Com esta mentalidade, o amor é pensado acima de tudo em termos de satisfação pessoal (e não de autodoação, de crescimento por alcançar um ideal elevado, com tudo o que isso implica de esforço e sacrifício); e, em conseqüência, o vago anseio de paternidade é insuficiente para compensar as “desvantagens” de ter filhos. Isto é especialmente verdade no caso das mulheres, que tendem cada vez mais a sentir o peso da gravidez e o cuidado das crianças como um preço excessivamente alto a pagar pelas possíveis alegrias da maternidade.

A felicidade é o resultado de uma dedicação generosa a alguém ou a alguma coisa que vale a pena.

É o resultado de saber dar-se ainda que custe, e sem preocupar-se pelo fato de que custa. A felicidade não é algo que se possa comprar com dinheiro ou obter através de cálculos. No entanto, a moderna filosofia do casamento está repleta de cálculos, quase todos cálculos frios, muitos deles totalmente egoístas e totalmente errados.

O primeiro cálculo é – como vimos – o de que bastam duas pessoas para que uma faça feliz a outra. O segundo cálculo é que um determinado número de filhos – um ou dois – pode reforçar essa felicidade, ou pode prejudicá-la… O terceiro cálculo – que para muitos vem adquirindo a força de um dogma – é que ultrapassar um determinado número de filhos (dois ou três no máximo) certamente contrariará a felicidade e o amor conjugais. Ora bem, a partir do momento em que se conclui que um determinado número de filhos – quatro, por exemplo – é inimigo do amor, é fácil acabar por considerar qualquer número – mesmo um só – como inimigo. Esta é, simplesmente, a conclusão lógica de um casamento submetido ao controle da natalidade.

Quando duas pessoas começam por pensar que “foram feitas uma para a outra”, podem acabar por julgar que não foram feitas para mais ninguém, e que não precisam de mais ninguém; que qualquer outro – mesmo um filho, e especialmente o filho – pode ser um rival do seu amor. Uma ou outra (ou ambas) podem prever – e recusar – a possibilidade de que o filho absorva parte do amor que o cônjuge lhe dedica de modo exclusivo. Não há dúvida de que muitas pessoas casadas, ao tornarem-se pais, experimentam algumas reações de ciúme quando percebem que já não são objeto exclusivo do afeto do outro. É natural sentir alguns ciúmes passageiros neste sentido, mas também o é saber superá-los. O que não é natural, quando se prevê esta possível nova orientação ou ampliação do amor do cônjuge, é querer evitar o filho que a causará. Semelhante atitude é mera expressão de um espírito possessivo, egoísta e avaro: a perfeita antítese do amor.

O amor sexual e a procriação estão associados um ao outro nos planos de Deus, e assim unidos constituem um inabalável fundamento natural para a felicidade no casamento. É claro que o homem pode separar o que Deus uniu. Mas esta separação antinatural pode deixar o amor conjugal sem suporte. E um casamento sem o seu suporte natural entra logicamente em colapso.

Os que pensam que a filosofia do controle da natalidade favorece o casamento e o amor deveriam reparar melhor nas suas possíveis conseqüências. Aldous Huxley parodia-as muito bem no seu livro, Admirável Mundo Novo, atroz sátira de uma sociedade futura sem alma, que hoje já parece muito mais verossímil do que há cinqüenta anos, quando Huxley a concebeu. Essa “admirável” e “liberada” visãode um futuro em que tudo é planejado – o amor e o sexo identificados (ou melhor, um amor desorientado e sufocado pelos instintos animais descontrolados); o matrimônio, proscrito e abolido; os filhos (o “repovoamento”) reduzidos a produtos de laboratório nas mãos seguras e exclusivas do Estado -, essa visão não passa de uma projeção fantasiosa, mas coerente, da filosofia do controle da natalidade.

(BURKE, Cormac Pe.; AMOR E CASAMENTO – Editora Quadrante, Brasil, 1991).


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

15 de ago. de 2011

Rezando por ele


PS: Só vi o recado hoje, 15/08, mas estou segura de que podemos começar hoje. Hoje ou a qualquer momento. Orações por nossos maridos (ou futuros!) nunca é demais!

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Fonte: Blog In Mulieribus



O que você acha de nos unirmos em uma campanha de 54 dias de oração por nossos maridos, presentes ou futuros, começando no domingo 14/08?

As mulheres casadas já devem estar familiarizadas com a idéia de rezar pelo bem-estar do marido, físico e espiritual, mas… e as solteiras? Já pensaram em rezar pelo seu futuro marido?

Para aquelas que não conhecem a campanha, funciona assim: três novenas em petição (27 dias) e três em ação de graças (27 dias), totalizando 54 dias. A oração é o terço, ou seja, reza-se um terço por dia, por 27 dias, na intenção, e então um terço por dia, por 27 dias, em agradecimento, mesmo que não se tenha notado qualquer resposta visível.

É um tremendo compromisso, mas uma linda novena, e todas as solteiras que já a experimentaram relataram que receberam muitas graças por seu intermédio.

Recomendo vivamente. Rezar é uma das melhores coisas que podemos fazer por nossos maridos, estando eles conosco ou ainda estando por vir.

15 de jul. de 2011

As crianças estão sendo atacadas pela "Ideologia de gênero".Vejam vídeo mostrando reação de uma criança ao encontrar pela primeira vez um casal gay.


Com a repercussão midiática a respeito do “KIT GAY”, muitas famílias brasileiras descobriram a maléfica intenção do governo atual em unidade com os movimentos homossexuais. Eles querem doutrinar as crianças brasileiras na famosa “ideologia de gênero”, o ideal de que o gênero sexual não é algo predeterminado pela identidade biológica, mas sim pelo individuo que embasado no achismo determina sua identidade sexual.

A “ideologia de gênero” é o cumulo da desonestidade cientifica, é triste ver especialistas na área vestindo a camisa desta frente revolucionaria. A Igreja através da congregação para a educação católica publicou um documento sobre educação sexual e este documento diz categoricamente o seguinte:

“A sexualidade caracteriza o homem e a mulher não somente no plano físico, como também no psicológico e espiritual marcando toda a sua expressão. Esta diversidade que tem como fim a complementaridade dos dois sexos, permite responder plenamente ao desígnio de Deus conforme a vocação à qual cada um é chamado.”(5)

Não há o que discutir sobre o assunto, mas é importante o aprofundamento , sendo assim indico este texto do Padre Lodi da Cruz: http://www.providaanapolis.org.br/genero.htm

Infelizmente é grande a confusão que “o ideal de gênero” já esta provocando nas mentes de nossas crianças. Vejam este vídeo e tomem consciência da dramaticidade do assunto:

O STF ao legitimar a união homoafetiva literalmente abriu as portas para que as cenas deste vídeo se repitam em vários lares brasileiros, lembrando que agora os casais gays poderão adotar crianças.

Família católica, o que fazer diante desta crise moral? O caminho é obvio e claro, devemos tomar consciência de nossa vocação que foi sacramentada na celebração matrimonial.

Lembra quando o Padre perguntou: “Estais dispostos a receber amorosamente os filhos como dom de Deus e a educá-los segundo a lei de Cristo e da sua Igreja?” Tenho certeza que respondestes sim. Portanto chegou a hora de não permitir que seus filhos sejam persuadidos por estes movimentos satânicos.

Salve Maria!

Bruno Cruz

22 de jun. de 2011

SANTOS JOÃO FISHER E TOMÁS MORE


Hoje, dia 22 de Junho, a Igreja faz memória destes dois grandes mártires da Igreja.

De Francisco Fernández de Carvajal

João Fisher foi ordenado sacerdote em 1491. Exerceu diversos cargos na Universidade de Cambridge, ao mesmo tempo que assumia a direção espiritual da Rainha Margarida, mãe de Henrique VII, passando a ocupar mais tarde a cátedra de Teologia que a rainha fundara nessa Universidade. Em princípios de 1504, foi nomeado reitor de Cambridge, e no final do ano sagrado bispo de Rochester, a menor e mais pobre diocese da Inglaterra; dois dias mais tarde, tomou posse do seu posto como membro do Conselho do Rei.

Tomás More fez estudos de Literatura e Filosofia em Oxford e de Direito em New Inn. Em 1504, foi eleito membro do Parlamento e ocupou diversos cargos públicos, alcançando um grande prestígio pelo seu conhecimento das leis e pela sua honradez. Apesar da sua intensa vida profissional, sempre arranjou tempo para se dedicar à família, sua grande ocupação, e aos estudos literários ou históricos; publicou vários livros e ensaios. Em 1529, foi nomeado Lord-Chanceler da Inglaterra, apesar de já ter respondido claramente ao Rei que não podia estar de acordo com a dissolução do casamento real.

Ambos morreram decapitados em 1535 por se terem negado a reconhecer a supremacia de Henrique VIII sobre a Igreja da Inglaterra e a anulação do casamento do Rei.

I. EM 1534, NA INGLATERRA, exigiu-se de todos os cidadãos que jurassem a Ata de Sucessão, pela qual se reconhecia como verdadeiro casamento a união de Henrique VIII com Ana Bolena. O Rei era proclamado Chefe supremo da Igreja na Inglaterra, negando-se ao Papa qualquer autoridade. João Fisher, bispo de Rochester, e Tomás More, Chanceler do Reino, recusaram-se a jurar a Ata, e foram encarcerados em abril de 1534 e decapitados no ano seguinte.

Num momento em que muitos se dobraram à vontade real, incluídos os bispos, o juramento desses homens teria passado despercebido e eles teriam conservado a vida, os bens e os cargos, como tantos outros1. No entanto, ambos foram fiéis à fé até o martírio. Souberam dar a vida porque foram homens que viveram plenamente a sua vocação cristã, até as últimas conseqüências.

Tomás More é uma figura muito próxima de nós, pois foi um cristão corrente, que soube compaginar bem a sua vocação de pai de família com a profissão de advogado e mais tarde com a responsabilidade de Chanceler do Reino, logo abaixo do Rei, numa perfeita unidade de vida. Desenvolvia-se no mundo como se estivesse na sua própria casa; amava todas as realidades humanas que constituíam a trama da sua vida, onde Deus o quis. Ao mesmo tempo, viveu um desprendimento dos bens e um amor à Cruz tão grandes que se pode dizer que deles extraiu toda a sua fortaleza e coragem.

Tomás More tinha o costume de meditar todas as sextas-feiras nalguma passagem da Paixão de Nosso Senhor. Quando os filhos ou a esposa se queixavam das dificuldades e contrariedades do dia-a-dia, dizia-lhes que não podiam pretender “ir para o Céu num colchão de penas” e recordava-lhes os sofrimentos padecidos por Cristo, e que o servo não é maior do que o seu senhor. Além de aproveitar as contrariedades para identificar-se com a Cruz, More fazia outras penitências. Levava freqüentemente à flor da pele, escondida, uma camisa de pêlo áspero. Foi fiel a esta prática durante a prisão na Torre de Londres, apesar de não serem pequeno incômodo o frio, a umidade da cela e as privações de todo o tipo que passou naqueles longos meses2. Encontrou na Cruz a sua fortaleza.

Nós, que procuramos seguir Cristo de perto no meio do mundo e dar dEle um testemunho silencioso, encontramos forças e coragem no desprendimento, no sacrifício diário e na oração?

II. QUANDO TOMÁS MORE teve que pedir demissão do seu cargo de Lord-Chanceler, por não concordar em jurar a Ata, reuniu os familiares para expor-lhes o futuro que os aguardava e tomar medidas em relação à situação econômica. “Vivi – disse-lhes, resumindo a sua carreira – em Oxford, na hospedaria da Chancelaria..., e também na Corte do rei..., do mais baixo ao mais alto. Atualmente, disponho de pouco mais de cem libras por ano. Se temos de continuar juntos, todos devemos contribuir com a nossa parte; penso que o melhor para nós é não descermos de uma só vez ao nível mais baixo”. E sugere-lhes uma acomodação gradual, recordando-lhes que se podia viver feliz em cada nível. E se nem sequer pudessem sustentar-se no nível mais baixo, aquele que vivera em Oxford, “então – disse-lhes com paz e bom humor – resta-nos a esperança de irmos juntos pedir esmola, com sacolas e bolsas, e confiar em que alguma boa pessoa sinta compaixão de nós [...]; mas mesmo então haveremos de manter-nos juntos, unidos e felizes”3.

Nunca permitiu que nada quebrasse a unidade e a paz familiar, nem mesmo quando se ausentava ou quando foi preso. Viveu desprendido dos bens enquanto os teve, e alegre quando deixou de contar com o indispensável. Sempre soube estar à altura das circunstâncias. Sabia como celebrar um acontecimento, mesmo na prisão. Um biógrafo, seu contemporâneo, diz que, estando preso na Torre, costumava vestir-se com mais elegância nos dias de festa importantes, na medida em que o seu escasso vestuário lho permitia. Sempre manteve a alegria e o bom humor, mesmo no momento em que subia ao cadafalso, porque se apoiou firmemente na oração.

“Dai-me, meu bom Senhor, a graça de esforçar-me por conseguir as coisas que te peço na oração”, rezava. Não esperava que Deus fizesse por ele o que, com um pouco de esforço, podia conseguir por si mesmo. Trabalhou com empenho ao longo de toda a vida até chegar a ser um advogado de prestígio antes de ser nomeado Chanceler, mas nunca esqueceu a necessidade da oração, ainda que muitas vezes não lhe fosse fácil, sobretudo nas circunstâncias tão dramáticas do processo e dos meses de absoluto isolamento na prisão, enquanto esperava o dia da execução. Nesses dias derradeiros, escreveu uma longa oração em que, entre muitas piedosas e comovedoras considerações de um homem ciente de que vai morrer, exclamava: “Dai-me, meu Senhor, um anelo grande de estar convosco, não para evitar as calamidades deste pobre mundo, nem as penas do purgatório ou tampouco as do inferno, nem para alcançar as alegrias do Céu, nem por consideração do meu proveito, mas simplesmente por autêntico amor a Ti”4.

São Tomás More apresenta-se sempre aos nossos olhos como um homem de oração; assim pôde ser fiel aos seus compromissos como cidadão e como fiel cristão em todas as circunstâncias, em perfeita unidade de vida. Assim devemos ser todos e cada um de nós. “Católico, sem oração?... É como um soldado sem armas”, diz Mons. Escrivá5.

III. GIVE ME THY GRACE, good Lord, to set the world at nought... “Dai-me a vossa graça, meu bom Senhor, para que tenha o mundo em nada, para que a minha mente esteja bem unida a Vós e não dependa das variáveis opiniões alheias [...]; para que pense em Deus com alegria e implore ternamente a sua ajuda; para que me apóie na fortaleza de Deus e me esforce ansiosamente por amá-lo...; para lhe dar graças sem cessar pelos seus benefícios; para redimir o tempo que perdi...”6 Assim escrevia o Santo nas margens doLivro das Horas que tinha na Torre de Londres. Eram os dias em que se consagrava a contemplar a Paixão, preparando assim a sua própria morte em união com Cristo na Cruz.

Mas São Tomás More não viveu de olhos postos em Deus somente naqueles momentos supremos. O seu amor a Deus manifestara-se diariamente no seu comportamento em casa, sempre simples e afável, no exercício da advocacia, e por fim no mais alto cargo público da Inglaterra, como Lord-Chanceler. Cumprindo à risca os seus deveres diários, umas vezes importantes, outras menos, santificou-se e ajudou os outros a encontrar a Deus.

Entre os muitos exemplos de um apostolado eficaz que nos deixou, destaca-se o que levou a cabo com o seu genro, que tinha caído na heresia luterana. “Tive paciência com o teu marido – dizia à sua filha Margaret – e argumentei e debati com ele sobre esses pontos da religião. Dei-lhe além disso o meu pobre conselho paterno, mas vejo que de nada serviu para que voltasse novamente ao redil. Por isso, Meg, não tornarei a discutir com ele, mas vou deixá-lo inteiramente nas mãos de Deus, e vou rezar por ele”7. As palavras e as orações de Tomás More foram eficazes, e o marido da sua filha voltou à plenitude da fé, foi um cristão exemplar e sofreu muito por ter sido conseqüente com a fé católica.

São Tomás More está diante de nós como modelo vivo da nossa conduta de cristãos. É “semente fecunda de paz e de alegria, como o foi a sua passagem pela terra entre a sua família e amigos, no foro, na cátedra, na Corte, nas embaixadas, no Parlamento e no Governo. É também o padroeiro silencioso da Inglaterra, que derramou o seu sangue em defesa da unidade da Igreja e do poder espiritual do Vigário de Cristo. E como o sangue dos cristãos é semente que germina, o de Tomás More vai lentamente penetrando e impregnando as almas dos que dele se aproximam, atraídos pelo seu prestígio, doçura e fortaleza. More será o apóstolo silencioso do retorno à fé de todo um povo”8.

Pedimos a João Fisher e a Tomás More que saibamos imitá-los na sua coerência cristã para sabermos viver em todas as circunstâncias da nossa vida como o Senhor espera que vivamos, nas coisas grandes e nas pequenas. Pedimos com palavras da liturgia da festa: Senhor, Vós que quisestes que o testemunho do martírio fosse expressão perfeita da fé, concedei-nos, Vos pedimos, que por intercessão de São João Fisher e de São Tomás More, ratifiquemos com uma vida santa a fé que professamos com os lábios9.

(1) cfr. A. Prévost, Tomás Moro y la crisis del pensamiento europeo, Palabra, Madrid, 1972, pág. 392; (2) cfr. T. J. McGovern, Tomás Moro, un hombre para la eternidad, Madrid, 1984, págs. 22-23; (3) Roper’s Life of More, cit. por T. J. Govern, op. cit., pág. 31; (4) T. More, Cartas da Torre; (5) Josemaría Escrivá,Sulco, n. 453; (6) T. More,op. cit.; (7) N. Haspsfield, Sir Thomas More, Londres, 1963, pág. 102; (8) A. Vázquez de Prada, Sir Tomás Moro, 3ª ed., Rialp, Madrid, 1975, págs. 15-16; (9) Oração coleta da Missa do dia 22 de junho.


29 de mar. de 2011

A banalização do Santo Matrimônio

1601. «O pacto matrimonial, pelo qual o homem e a mulher constituem entre si a comunhão íntima de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole, entre os baptizados foi elevado por Cristo Senhor à dignidade de sacramento» (93) .




Nos dias de hoje, o que mais vemos é a banalização de tudo o que é moral. A banalização sexual, moral, ética, vital. Banalizam, também, os papéis hierárquicos, tirando a autoridade dos pais, professores, policiais, presidentes. Até Deus tem sido banalizado. Tudo em nome de uma rejeição ao "moralismo" e ao conceito de "normal" que nos foi imposto. Pergunto o que seria de nós se não tivesse sido imposto estes conceitos de moralidade. Será que não são eles mesmos quem nos permite à liberdade sem perder a compostura?

Pois bem. No auge da banalização está a família. Hoje os conceitos de família estão sendo destruídos inventados. Hoje é família relacionamentos homoafetivos com filhos adotivos; hoje é família a bigamia; hoje é família apoiar a filha ao aborto; hoje é família os pais terem de ceder suas camas para os filhos dormirem com os namorados... Se você não está neste conceito de família, cuidado: você é um retrógrado, um fanático regilioso e um moralista de mão-cheia.

A questão é que o casamento, conforme o parágrafo citado no Catecismo, foi elevado a Sacramento por Cristo Jesus. Isso quer dizer que o Senhor não apenas abençoou o matrimônio, mas o colocou como sinal. O matrimônio entre um homem e uma mulher não é apenas um sim livre de ambos, e sim, a representação do casamento entre Cristo e Sua Igreja. E este sinal não foi apenas evidenciado pelo Senhor para fortificá-lo, e sim, santificá-lo.

Cristo, que é Deus e Senhor, abriu mão de toda a Sua Glória e fez-se homem, habitou em meio a nós e em tudo fez-se humano, exceto no pecado. Sendo Deus, desceu até o mais baixo nível da humilhação a fim de nos livrar de toda e qualquer amarra com o Inimigo. Fez isso por amor, e também para que entrássemos em Seu Reino Eterno, onde a alegria não terá fim. Isto é para nós a lição que é o matrimônio. Casar é santificar o outro, abençoar o outro, ceder pelo outro, dar-se pelo outro, querer para o outro tudo o que se espera para si (sem saber se receberá em troca). Só é possível fazer isso se o fizer com amor. E amor é uma atitude da Razão. Jamais a Emoção é capaz de suportar tantas coisas em nome do bem ao outro.

Por que estou falando tudo isso? Porque no Rio Grande do Sul um casal resolveu casar-se no religioso vestidos de Fiona e Shrek. É isso mesmo o que vc leu: Fiona e Schrek. Não acredita? Clique aqui e veja. Teria muitas coisas a dizer sobre este evento, porém, vou me ater àquilo que penso ser o mais importante.

Em primeiro lugar, a nossa sociedade precisa entender que o casamento não é um evento social. A gente não vai lá se mostrar àquela vizinha que jurava que iríamos ficar pra titia. Casamento é um compromisso seríssimo! É pra sempre! Já pensou nisso? Então não dá pra você fazer um casamento baseado num conto de fadas. Quem vai assumir o compromisso é você (e juntamente, seu cônjuge). Como se fará isso se sobem ao altar dois personagens, e não os verdadeiramente interessados nisso? Quem casou neste dia? Os personagens das fábuas? O casal sulista?

Em segundo lugar, casamento não é conto de fadas - e os casados que o digam! - . Casamento é Calvário. Cruz. O "felizes para sempre" é uma enorme deturpação da reallidade. Não que casamento seja infelicidade. Não é isso o que digo. O que digo é casamento não é mar-de-rosas, nem tem nada a ver com "E o Vento levou". E tudo isso porque, para fazer a felicidade do outro, temos, às vezes, que ser infelizes. Há situações em que queríamos fazer tal coisa que o outro não quer. Por amor, cedemos. Há momentos em que o cônjuge está completamente perdido, trazendo infelicidades, desrespeitos, dor... E a gente tem que suportar em nome do amor, dos votos feitos, da promessa feita a Deus diante das testemunhas. Mais que isso: em nome do amor que temos pelo outro. Como, então, achar que o matrimônio pode ser comparado a um conto de fadas? Nem aqui, nem no País das Maravilhas...

Por fim: o modelo de casal a um cristão é a Santíssima Virgem e São José, seu castíssimo esposo. Eles é que são o espelho de um casal cristão. O resto é fantasia. E fantasia não representa a responsabilidade que um Matrimônio exige. Pelo menos não foi isso que Cristo nos deixou.

4 de fev. de 2011

Aniversário de casamento hoje!

Ontem eu comemorei 26 anos de batismo. Hoje eu comemoro 5 anos de casada. Há cinco anos atrás eu e o Leandro sonhávamos em subir ao altar e selar nossa união diante de Deus e dos homens.

Nestes cinco anos várias coisas aconteceram: passamos apuros financeiros, sofremos com problemas que são próprios de um casamento, tivemos o Bernardo - que é uma bênção maravilhosa! - mas estamos aqui dando o nosso sim diário a Deus e a nós.

Há cinco anos atrás, quatro de fevereiro era um sábado. Escolhemos este dia por ser o primeiro sábado do mês, dedicado a Nsa Sra.  Casamos às 18h. Iniciamos a celebração rezando o Ângelus. Depois a Bíblia e uma imagem do Imaculado Coração de Maria entraram para que, ao final da cerimônia, fôssemos consagrados a Deus e à sua Mãe Santíssima. O Salmo lido foi o117,a leitura foi de Isaías 42 e o Evangelho foi o de João 2, onde a pedido de sua Mãe, Cristo salva um casamento. Sim, ele não salva a festa, mas o casamento, pois na cultura judaica o vinho tem valor de fartura. Um casamento que começasse sem vinho suficiente não seria farto, muito menos abençoado. E a passagem não foi escolhida a toa. Queremos sempre vinho que nos traga fartura e bênçãos, tanto a nós quanto aos nossos filhos.

Peço ao Senhor que nos abençoe, bem como a todos os casais que comemoram neste dia.

Imaculado Coração de Maria, sede a nossa salvação.