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8 de ago. de 2011
Nunca pare de defender o casamento hoje.
20 de jul. de 2011
“Encontro inter-religioso de Assis” NÃO quer sinalizar que todas as religiões são equivalentes.
Carta do cardeal William J. Levada, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, publicada em 6 de julho em L’Osservatore Romano.Reflete sobre o encontro inter-religioso de Assis em 27 de outubro, e o diálogo com as outras religiões.
O anúncio da “Jornada de reflexão, diálogo e oração pela paz e pela justiça no mundo”, em Assis no próximo outubro, mostra que a experiência religiosa nas suas diversas formas é objeto da atenção da Igreja no terceiro milênio. Diante da atual difusão do ateísmo e do agnosticismo, é necessário ajudar o homem a salvaguardar ou reencontrar a consciência do seu vínculo elementar (re-ligio) com a própria origem. Esta consciência, que se faz naturalmente orante, é uma condição da paz e da justiça no mundo.
Em seu livro-entrevista de 1994, o beato João Paulo II relembra o encontro de Assis de 1986, que, junto com as visitas a países do Extremo Oriente, o convenceu, mais ainda, de que “o Espírito Santo trabalha eficazmente mesmo fora do organismo visível da Igreja”. Porém, consciente da delicadeza do argumento, ele ensinou na encíclica Redemptoris missio que o Espírito “se manifesta de modo particular na Igreja e nos seus membros; mas a sua presença e ação são universais, sem limite algum nem de espaço nem de tempo”.
Referindo-se ao Concílio Vaticano II, ele recordou “a ação do Espírito no coração do homem, mediante as ’sementes da Palavra’, inclusive nas iniciativas religiosas, nos esforços da atividade humana encaminhados à verdade, ao bem e a Deus”, que faz “amadurecer em Cristo” (nº28). Na mesma encíclica, depois, não só reafirmou a necessidade e a urgência do anúncio da Boa Nova de Jesus, mas a contrastou com uma “mentalidade indiferentista, amplamente difundida inclusive entre os cristãos, enraizada em concepções teológicas não corretas e marcada por um relativismo religioso que leva a pensar que ‘uma religião equivale a outra’” (nº36).
Em sintonia com esta preocupação está a reflexão teológica e pastoral de Joseph Ratzinger. Já em 1964, ele manifestou a tentativa de “definir com maior precisão a posição do cristianismo na história das religiões e dar sentido mais concreto às enunciações teológicas sobre a unicidade e o absoluto do cristianismo” (J. Ratzinger, Fé, Verdade, Tolerância. O Cristianismo e as religiões do mundo, 17).
A Congregação para a Doutrina da Fé, por ele dirigida, retomará este tema com a declaração Dominus Iesus sobre a unicidade e a universalidade de Jesus e da Igreja. O documento, publicado em 6 de agosto de 2000, não pretendia só refutar a idéia de uma coexistência inter-religiosa em que várias “crenças” seriam reconhecidas como vias complementares à fundamental que é Jesus Cristo (cfr. João 14, 6); pretendia, mais profundamente, estabelecer as bases doutrinais de uma reflexão sobre a relação entre o cristianismo e as religiões.
A pessoa do Verbo encarnado é absolutamente única; a obra salvífica de Jesus se prolonga no seu Corpo, a Igreja, e também esta é única no tocante à salvação de todos os homens. Para exercitar esta obra, tanto entre os cristãos como entre os não cristãos, temos sempre e somente o Espírito de Cristo que o Pai concede à Igreja como “sacramento de salvação”: não há vias complementares à única economia universal do Filho feito carne, embora fora da Igreja de Cristo se encontrem elementos de verdade e de bondade (Nostra aetate, 2; Ad gentes, 9).
O encontro de Assis teve uma segunda edição em 24 de janeiro de 2002. O cardeal Ratzinger sentiu ali a necessidade de esclarecer o significado, tornando-se intérprete dos que se interrogam seriamente a este propósito: “Podemos fazer isto? Não será que é dada à maioria das pessoas a ilusão de uma comunhão que não existe? Não se favorece o relativismo, a opinião de que no fundo só há diferenças penúltimas entre as religiões? Não se debilita assim a seriedade da fé e se afasta Deus de nós? Não se reforça o sentimento de termos sido abandonados?” (Fé, Verdade, Tolerância, 111). Aqui queremos perguntar: por quê, se estava tão atento às possíveis interpretações errôneas do seu beato predecessor, Bento XVI considerou oportuno peregrinar até Assis em novo encontro pela paz e pela justiça no mundo?
Achamos uma primeira indicação na lembrança do cardeal Ratzinger do encontro de 2002. Ele evocava a figura do homem vestido de branco, já ancião, sentado junto aos outros no trem para Assis: “Homens e mulheres, que na vida cotidiana se enfrentam não raro com hostilidade e parecem divididos por barreiras infranqueáveis, saudavam o Papa, que, com a força da sua personalidade, a profundidade da sua fé, a paixão que destilava pela paz e pela reconciliação, conseguiu o impossível graças ao carisma do seu ofício: convocar, unidos em peregrinação pela paz, representantes da cristandade dividida e representantes de diversas religiões” (30 Giorni, 1/2002). A religião está longe de distrair da edificação da cidade terrena, mas empurra para o compromisso em prol dela. Para nós, cristãos, isto significa interceder a Deus, deixando que os outros, apesar da sua diversidade, se unam a nós na busca da paz e da justiça no mundo. E, acrescentava o então cardeal, “se nós, como cristãos, empreendemos o caminho para a paz a exemplo de São Francisco, não devemos temer perder a nossa identidade: é assim que a encontramos” (ibidem).
Não se trata, em resumo, de esconder a fé para encontrar a vantagem de uma unidade superficial, mas de confessar – como então fez João Paulo II e o Patriarca ecumênico – que nossa paz é Cristo e que por isso o caminho da paz é o caminho da Igreja. O rosto do “Deus da paz” (Rm 15, 33), disse o então Joseph Ratzinger, “se fez visível a nós cristãos pela fé em Cristo (ibidem). E esta paz é uma plenitude não só oferecida e transmitida (Cf. Jo 20, 19), mas desde sempre acolhida pela Ecclesia sancta et immaculata (Ef 5, 27), como dom e como dever a respeito do mundo, que “é teatro da história da humanidade” (Gaudium et spes, 2). Recorda-nos isso o Concílio Vaticano II: “obedecendo ao mandamento de Cristo e movida pela graça e pela caridade do Espírito Santo, ela se torna atual e plenamente presente a todos os homens ou povos para os conduzir à fé, liberdade e paz de Cristo” (Ad gentes, 5). Já que “todos os homens estão chamados à unidade com Cristo” (Lumen gentium, 3), a Igreja deve ser fermento desta unidade para a humanidade inteira: não só com o anúncio da Palavra de Deus, mas com o testemunho vivido da íntima união dos cristãos com Deus. E esta é a autêntica via da paz.
O slogan escolhido para a próxima Jornada de Assis – Peregrinos da verdade, peregrinos da paz – nos oferece uma segunda indicação: para que se possa ter esperança em realmente construir, unidos, a paz, é necessário colocar os critérios da verdade. “O ethos sem o logos não existe” (J. Ratzinger, Os he llamado amigos. La compañía en el camino de la fe, 71). Instruído pelas dolorosas experiências das ideologias totalitárias, o Papa faz uma advertência perante toda forma de subordinação da razão à praxis. Mas há mais. O vínculo original entre o ethos e o logos, entre religião e razão, tem sua raiz fundamental em Cristo, o Logos divino: exatamente por isso o cristianismo é capaz de restituir ao mundo este vínculo, participando como sinal veraz e eficaz de Jesus Cristo, em sua única missão de salvação (Cf. Lumen gentium, 9). E portanto há que rejeitar decididamente “este relativismo que afeta em maior ou menor grau a doutrina da fé e a profissão de fé” (Os he llamado amigos, 71). Mas isso, longe de construir um desprezo das diversas expressões religiosas ou da dimensão ética, é uma apreciação: “devemos tentar encontrar uma nova paciência – sem indiferença – uns com os outros e pelos outros; uma nova capacidade de deixar de ser o que é o outro e a outra pessoa; uma nova disponibilidade para diferenciar os planos da unidade e, portanto, realizar os elementos de unidade que neste momento são possíveis” (ibidem). Não é possível a paz sem a verdade, e vice-versa: a atitude para a paz constitui um autêntico “critério de verdade” (J.Ratzinger, Europa. Sus fundamentos hoy y mañana, 79).
16 de mai. de 2011
PLC 122: Prisão para quem discordar da sodomia
Hoje, eles são exemplo porque não reagiram de modo fraco diante da ditadura nacional socialista.
Que exemplo esperamos deixar para as próximas gerações?
Divulgue o vídeo a todos os seus amigos.
Para enviar um email contra o PLC 122 para todos os senadores, clique aqui.
Fonte: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com/
3 de nov. de 2010
Por que o Papa não pode falar?
"Toda unanimidade é burra". Nelson Rodrigues.
1 de nov. de 2010
E agora? O que esperar?
E diante destas verdades citadas acima é que a população mostrou ao senhor presidente e à presidente eleita que não são apenas 3% (como citou o Lula) que estão insatisfeitos. Afinal de contas, 44% do eleitorado escolheu Serra (e diga-se de passagem, ele venceu em 11 estados, sendo eles um dos mais importantes para a economia do país), além de as abstenções e votos nulos/brancos ter sido a maiores do que o primeiro turno. Só no colégio eleitoral nos EUA foi de 50%. Isso também é uma resposta ao senhor presidente de que nem todo o Brasil aprovou sua falta de decoro, sua imposição à Dilma como algo que beirava o "fanatismo regilioso", ou de "ufania ideológica". Mostramos que o cenário político no país é outra: estamos de olhos abertos para a realidade política. Acabou aquela história de que um manda e o outro obedece. Resolveram dar voz ao povo? Ótimo! Falaremos.30 de out. de 2010
Repúdio à carta de Dom Luiz Eccel
24 de out. de 2010
Amigas da Dilma e a CNBB
Ora, aborto com ou sem agulha de tricô deve ser coisa do tempo dos bárbaros, provavelmente dos hunos. Dentre os bárbaros, os hunos foram aqueles que se destacaram pela sua alta crueldade, falta de cultura, não civilizados e violentos. Aliás, é só verificar quando foi o primeiro assassinato na história da humanidade. Com certeza é coisa do tempo de Caim quando matou Abel. O crime é bem mais antigo que a Idade Média.
Conta-se que um estrangeiro que nunca tinha visto uma banana chega ao Brasil e no restaurante do hotel ele fica curioso para "entender" aquela fruta. Afinal, nunca tinha se deparado com uma. Pensou... Pensou... E com seus parcos conhecimentos terminou descascando a banana, comendo a casca e jogando fora o "caroço" enooorme. Se dessem a banana a um macaco ele saberia perfeitamente o que fazer com ela. Da mesma forma acontece quando você resolve dar uma agulha de tricô compriiida na mão de alguém que não consegue desenvolver habilidades que exigem movimentos delicados como é o caso dos que sabem fazer tricô, bordar ponto cruz, fazer crochê... Nunca viu! Não sabe nem para o que serve! Dá no que dá: mau uso da agulha.
Mas com todas estas afirmações Dilma Rousseff não foi parar na delegacia. Sabe quem quase foi parar na delegacia em cena que parecia mais do filme "A Vida é Bela"? O senhor Paulo Ogawa, dono da gráfica que imprimia os panfletos do arqui-inimigo do PT, Dom Luiz Bergonzini, da Arquidiocese de Guarulhos. Enquanto da arquibancada a CNBB assistia o aborto de um dos arqui-planos de um Bispo Católico Apostólico Romano. Afinal a CNBB pode ficar tranquila porque se o PT ou a polícia der uma batida lá não vai achar a carta em defesa da vida nem no seu site.
Tiraram a carta rapidinho. Antes que Rousseff e seu Partido chegassem para a visita. E quando chegaram... a conversa mudou: água potável, casa própria, e lá pelas tantas uma leve perguntinha sobre o aborto. E de troco a discreta, disfarçada e evasiva respostinha de sempre: "Eu, particularmente, sou contra o aborto, mas..." . Por que será que não soa verdadeiro? (Porque não é!)
O Brasil inteiro, católicos, cristãos e não cristãos se posicionando principalmente, mas não somente, contra ou a favor do aborto e a CNBB prioriza perguntas à Dilma sobre temas do fim da pauta como água potável, moradia... É brincadeira!? Antes de tomar água potável ou não, morar numa casa própria ou não, é preciso ter a oportunidade de nascer; questão de prioridade, ou não? Porque senão, do jeito que o desprezo à Vida Humana vai, toda água do planeta ficará só para os peixinhos. "Ai se eu fosse um peixinho e soubesse nadar..."
E quem pensa que as únicas amigas da Dilma são aquelas do aborto, engana-se. Basta ver a despedida escandalosa dela dentro da CNBB dizendo que foi muito bem recebida lá quando em muitos lares, ela nem passa da porta. Afirmando ter grandes amigos lá. E que deve muitos favores à CNBB. Tudo registrado no YouTube. Quem seriam os grandes amigos? Quais os favores? Não dá para dizer todos os nomes ou desenhar o rosto?
Só quem perdeu o crédito foi a CNBB, porque a carta de Dom Bergonzini está ficando mais famosa que a de Pero Vaz de Caminha. Tem gente na internet trabalhando duro para que a carta se transforme na maior corrente que a Dilma, o PT e a CNBB já viram. A cópia da carta-mãe está à disposição na internet para quem quiser reproduzir. Fora as gráficas que com o download da carta querem imprimir de graça os panfletos proibidos. Estes não são os amigos da "Amiga do Rei", mas os verdadeiros amigos do quase procurado e algemado Dom Bergonzini.
Esta carta histórica já foi parar nos arquivos do Vaticano e com certeza terá lugar de destaque para que, amanhã, ninguém distorça os fatos ensinando aos alunos que a Igreja Católica se calou na questão dos bebezinhos do Brasil. Embora muitos tenham se calado, tenham mandado calar, e até ameaçado quebrar acordos feitos com a Igreja.
Impossível no atual momento querer que o povo separe religião de política, que não tome partido, ou não se torne pelo menos um fervoroso anti-Partido do PT. Principalmente, porque quando partidos vermelhos sobem ao poder é de praxe a perseguição a todos aqueles que acreditam em Deus, o que resulta em perseguir mais de 90% dos brasileiros. É muita ousadia e atrevimento!
Mas estas eleições estão prestando um ótimo serviço à população. Separando o joio do trigo. No PT, quem não concorda com todas as suas propostas de quem concorda com "todas", inclusive o aborto. Dilma e Lula estão dentro! Na CNBB, os que estão a favor da retirada da carta de Dom Bergonzini que pede claramente para não votarem nos contra a vida, contra a família, contra a liberdade de imprensa, contra o direito à propriedade privada e os que tem medo de falar que discordam. Entre os batistas, o corajoso Pastor Piragine está separado dos que discordam do seu fantástico pronunciamento no vídeo que também foi censurado. Nas gráficas, as que imprimem e as que não imprimem panfletos que o partido de Rousseff pode descobrir. Na mídia, jornalistas que se calam dos que levam notícias mesmo que elas não sejam as abençoadas pela CNBB, pelo PT, ou permitidas pelo PNDH3 - que nem está vigorando e já tem uma turma tremendo de medo. Quem quiser que fale agora ou calam-te para sempre.
Márcia Vaz é escritora e palestrante.
Liberdade de Expressão VS Liberdade Religiosa
Por Belcorígenes de Souza Sampaio Júnior, Advogado.










