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30 de dez. de 2011

Reza e jogo de capoeira em porta de igreja onde missa foi proibida.

Por Correio do Estado

fotoVestidos com trajes que remetem às raízes africanas, religiosos da umbanda e do candomblé promoveram no final da tarde de ontem (29), a “1ª “Caminhada em defesa da liberdade religiosa”. O ato foi uma forma encontrada pelos religiosos para exporem a indignação com a decisão tomada pela Diocese de Corumbá de não realizar a já tradicional missa do dia 30 de dezembro com a presença de candomblecistas na igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária, seguida da lavagem da escadaria.

A caminhada teve concentração no Jardim da Independência e partiu de frente da Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, na rua Dom Aquino, percorrendo as ruas Frei Mariano, Delamare, Antônio Maria Coelho, chegando até à frente da Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária. Apesar de a igreja estar com as portas abertas, pois se preparava para receber fieis para uma missa, os religiosos não entraram no prédio e, do lado de fora, deram as mãos e rezaram o “Pai Nosso”. Na sequência, uma roda de capoeira foi aberta.

“O jogo de capoeira não é uma afronta, é para sentir Ogum, o orixá guerreiro, chegar, para sentir os orixás homens e mulheres alentaram essa carga negativa que foi gerada e limpar esse espaço de discussão para que seja feita a lavagem das escadarias não somente em nome da tradição, mas por amor no coração”, disse o babalorixá Zazelakun Clemílson Medina que aproveitou para afirmar que nesta sexta-feira, 30 de dezembro, repetirá o ato da lavagem da escadaria da igreja como vem fazendo desde 2002. “Eu respeito a casa de Deus, e sei que esse Cristo vivo estará do lado de fora, olhando os fiéis que estarão ali para adorá-los”, disse ao Diário.

Representando os umbandistas, o babalorixá Hamilton de Xangô, disse que a decisão tomada pela Diocese de Corumbá em não realizar a missa no dia 30, para não abrir as portas da igreja aos candomblecistas, será levada ao conhecimento de outras instâncias da Igreja Católica.

“Nós podemos fazer um apelo aos cardeais, ao arcebispo em Campo Grande, e caso ele não tome nenhuma providência, podemos recorrer à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) para que eles também tomem ciência do fato que está acontecendo em Corumbá. O que fazemos nada mais é do que uma cultura, uma homenagem, um sinal de humildade”, falou, ao ressaltar a postura dos adeptos de religiões de matrizes africanas.

“Nós não queremos ofender dogmas do Cristianismo, mas sim receber a bênção do padre para que tudo isso se tornasse uma unificação, dar as mãos porque estamos em tempo de paz, em tempo de buscar união para que o país se desenvolva, para que Corumbá cresça”, avaliou Hamilton, que é presidente da seccional da FECAMS na cidade.

Depois da roda de capoeira que durou cerca de 10 minutos, os religiosos seguiram descendo a ladeira Cunha e Cruz em direção ao Teatro de Arena do Porto Geral de Corumbá, para o evento “Ritmos do Atabaque”. Além de representantes de várias casas religiosas, entidades ligadas à cultura afro, também participaram da manifestação.

O outro lado

Durante a manifestação, a reportagem procurou o pároco da Matriz, padre Fábio Vieira, e foi informada por membros da igreja que o líder religioso não se pronunciaria sobre a mobilização.

Já o bispo diocesano Dom Martinez Álvarez ratificou a decisão esta semana ao Diário. “Não é que haja animosidade, em absoluto, mas nosso nível de comunhão ainda não é tão profundo para podermos compartir (partilhar) a eucaristia que, para nós, é momento de comunhão mais profundo dentro da igreja católica Quando tomamos uma decisão, ela não é leviana, é fruto de ponderação. Tomamos não pensando em voltar atrás. Repito que, com base na opinião de alguns fieis, e no que acontece na Bahia, que também não abre as portas (da igreja), nós decidimos por não realizar a missa no dia 30 de dezembro na igreja Matriz. Nós não queremos ser diferentes do Brasil, não queremos inventar moda”, declarou.

22 de set. de 2011

Salvem a Liturgia: Enquete sobre a "Missa Crioula"



Por Rafael Vitola Brodbeck

Já expusemos aqui o absurdo da tal "Missa Crioula". O Bispo de Foz do Iguaçu proibiu esse tipo de celebração em sua Diocese, pelo que o contragulamos.

Ajudemos Sua Excelência e a Igreja do Brasil, votando "SIM" na enquete promovida pela Rádio Cultura de Foz: "Você é a favor da decisão do Bispo Dom Veginne, de proibir a celebração da Missa Crioula em Foz do Iguaçu?"

A enquete está no canto superior direito.

Por enquanto, graças a Deus, o SIM está vencendo, com 67% de votos contra 33% dos favoráveis à bagunça litúrgica.

Fonte: http://www.salvemaliturgia.com/2011/09/enquete-sobre-missa-crioula.html

PS: Peço aos irmãos que sempre acessem o site Salvem a Liturgia. Neste site é possível aprender muito sobre a Sagrada Liturgia. É de muito valia para a formação.

13 de set. de 2011

DENÚNCIA: Folheto O DOMINGO, via da Teologia da Libertação e do Ateísmo

O texto é do meu amigo Everth Queiroz. Vale muito a pena a leitura e a ação.
Fonte: http://beinbetter.wordpress.com/2011/08/28/teologia-da-libertacao-o-caminho-da-perdicao/

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Há, como já foi denunciado pelo querido padre Paulo Ricardo, um poder paralelo na Igreja do Brasil, isto é, tem alguns teólogos por aqui subestimando o Santo Padre e se enveredando por “novas formas de fazer teologia”, coisa de quem rejeita e vilipendia um dos preceitos religiosos mais importantes: a obediência. O problema é novamente a Teologia da Libertação. Hoje não adianta mais uma doutrina ser condenada pelo Papa pra ela deixar de ser propagada… Pelo contrário. Parece que é quando chega a desaprovação de Roma que se tem cada vez mais desejo de difundir a heresia. Trágico.
O folheto litúrgico-dominical “O Domingo”, da Editora Paulus, já há algum tempo tem sido promotor de confusão por muitas paróquias Brasil afora. Na última edição do guia, temos mais um exemplo de cretinice teológica. Foi publicado um texto extraído do livro Caminhos de existência, obra do pe. João Batista Libanio. No trecho referido, ele exalta o secularismo, cita Leonardo Boff e faz até um elogio à militância ateia. Segue uma fotografia do material, publicada pelo Thiago Carvalho no seu Facebook (clique na imagem para ampliar).


“Não poucos cristãos desencantaram-se da trajetória religiosa tradicional que levavam. Embarcaram de peito aberto no processo de secularização. Aprenderam a valorizar as realidades terrestres, a reconhecer-lhes a autonomia, a entusiasmar-se pelo compromisso social. Tiveram a graça de encontrar nesse novo caminho não a perda da fé, mas purificação e aprofundamento.” Definitivamente, o processo de secularização não é esta joia formosa que tenta descrever pe. Libânio. A tentativa de tirar Deus da esfera política, de impedir manifestações religiosas cristãs nos espaços públicos sob a alegação de que o Estado é laico, estas são manifestações verdadeiramente secularistas. E ao atentarmo-nos a examinar as suas conseqüências práticas, veremos não “purificação e aprofundamento”, mas sim “perda de fé”! Quando um católico começa a dizer que a discussão da descriminalização do aborto não pode abarcar os argumentos preciosos oferecidos pela bioética cristã, por exemplo, está trilhando justamente este caminho de rejeição prática da fé. Quando não se importa em ver símbolos religiosos sendo retirados de lugares públicos, quando se alegra com o fato de que os sacerdotes deixem de usar batina, igualmente. É deste “humanismo” pernicioso que estamos falando, do “humanismo” que tem vergonha de Deus? Então, definitivamente, não há nada de proveitoso nisto.
Libânio, no entanto, tem uma carta na manga. E esta consiste em defender o referido secularismo utilizando como base a Encarnação do Verbo (recorre-se inclusive ao herege e enganador Leonardo Boff). Funciona mais ou menos assim: ora, se Deus mesmo se fez homem, por que não o secularismo? É como se, ao se fazer Homem, Deus tivesse deixado de sê-Lo… Absurdo, não?! Pois é isto o que esta gente quer nos fazer acreditar: que é perfeitamente possível andar com Cristo sem precisar adorá-Lo, que é perfeitamente normal passar diante do Santíssimo e não fazer sequer uma genuflexão para reverenciar o Rei, que é perfeitamente possível ser “católico” mesmo não querendo obedecer à Igreja e curvar-se diante da autoridade do Papa e dos bispos em comunhão com Ele… Ora, Cristo chama a seus discípulos de amigos, sim, mas não os dispensa da necessidade de adorá-Lo, servi-Lo, temê-Lo e, sobretudo, obedecê-Lo. Ele é verdadeiramente Homem, padeceu por nossos pecados, e, neste sentido, realmente “trilhou aqui na terra trajetória humana até o extremo”; mas isto – por que têm tanta dificuldade em aceitar isto? – não lhe tirou a divindade. Ele continua sendo o Verbo, consubstancial ao Pai, gerado por este deste todos os séculos. Esta é a fé da Igreja.
No último parágrafo do texto, a coisa fica ainda mais escandalosa. Pe. Libânio se refere ao socialista ateu – o termo utilizando é “militante ateu”, e não “ateu militante” – como aquele “que dedica heroicamente (!) a vida à libertação dos pobres e à construção de sociedade justa e fraterna”. E, de acordo, com as normas da gramática, o uso da vírgula torna explicativa a oração subordinada adjetiva. Ou seja, ele quis dizer não que alguns militantes ateus são heróis – o que já seria escandaloso de se ler num texto católico -, mas que todos eles são modelos de luta social a serem seguidos. Não bastava humanizar o Cristo a ponto de secularizá-Lo, parte-se à divinização dos materialistas…
Esta é a Teologia da Libertação, filha mais nova do bolchevismo ateu, que é, segundo Pio XI, um “sistema cheio de erros e sofismas, igualmente oposto à revelação divina e à razão humana; sistema que, por destruir os fundamentos da sociedade, subverte a ordem social, que não reconhece a verdadeira origem, natureza e fim do Estado; que rejeita enfim e nega os direitos, a dignidade e a liberdade da pessoa humana” (Divini Redemptoris, n. 14).
Estamos com o Papa.
Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!

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Caso queira efetuar reclamações, entre neste link: http://www.paulus.com.br/ e efetue- no módulo "Fale Conosco".

29 de jun. de 2011

É lícito bater palmas, dançar e tocar ritmos como rock ou funk durante a Santa Missa?” Padre Paulo Ricardo responde.


Esta é uma temática que gera muita polêmica. Como batizados somos chamados
a escutar a resposta católica e corresponder com a santa obediência. Ouçamos:


Salve Maria!

22 de fev. de 2011

O Padre Santificado

por Pe. Antônio d' Almeida Moraes Júnior
Ano de 1943, Editora Vozes

Resumo do livro escrito por Pe. Dubois
 
 
 
Primeiro meio de santificação para o Padre

As virtudes





Fé - Vida e espírito de Fé - Prática da Vida da Fé

A fé, diz Santo Ambrósio, é o fundamento sólido de todas as virtudes. Se me tirais a fé, que virtudes me deixais? Como esperarei em Deus, como O amarei, se, primeiro que tudo, não creio nEle? Como praticarei a humildade, a mortificação, a paciência, a castidade, se não creio firmemente que Deus me recomenda formalmente estas virtudes, e me reserva castigos terríveis, se as transgrido?

Mas, se, roubando-me a fé, me roubais as outras virtudes, que zelo posso eu ter para cultivar em outros o que desprezo em mim mesmo?

É por estas considerações que São Vicente de Paulo escreveu: "É absolutamente necessário, quer para nosso adiantamento, quer para a salvação dos outros, seguir sempre em tudo a luz da fé".

Falemos da vida da fé. Encontramos em quatro lugares da Santa Escritura esta sentença: O justo vive da fé. Trata-se aqui da vida da alma. Deve haver, portanto, para ela, um alimento espiritual, próprio para entreter seu princípio espiritual, próprio para entreter seu princípio vital. Deus diz-nos que este alimento é a fé. Convençamo-nos disto, examinando o que se passa na alma de um infiel, de um selvagem, que não tem o menor conhecimento das verdades reveladas. Deus vem em seu auxílio, ensinando-lhe as verdades eternas. O infiel bebe em Deus e na fé, com que Ele o esclarece, uma vida, e torna-se uma nova criatura, segundo estas belas palavras do grande apóstolo: Se alguém é renegerado em Jesus Cristo, ei-lo tornado uma nova criatura; tudo o que era do velho homem desaparece para ele; passa para uma nova vida.

É certo que, se esta alma se deixa docemente guiar pelo princípio da fé que possui, tudo muda para ela, tudo, até seus atos, os mais indiferentes, até seus sentimentos, os mais íntimos.

Possuir a fé - e viver da fé, são duas coisas que não podemos confundir. Quantos santos e quantos criminosos possuem a mesma fé! Mas só os primeiros vivem da fé!

As verdades da fé são e serão indubitavelmente sempre misteriosas e ocultas neste mundo, mas é tão denso para nós o véu que as encobre, e tão transparente para os justos de Deus, que vivem da fé, que isto bem dá a conhecer o fervor de sua alma e a frieza da nossa, - a generosidade de seus sacrifícios e a frouxidão que experimentamos da nossa parte, quando é necessário combater.

Devemos, a todo custo, viver constantemente da vida da fé, porque, fora desta vida, não poderemos nunca desempenhar com pleno merecimento para nós mesmos, nem com abundância de frutos para os outros, as santas funções do nosso ministério.

Que é viver da vida de fé? Viver da vida da fé é desprezar o que o mundo estima, e estimar o que ele despreza quando se tem de escolher entre ele e o Evangelho: é, por exemplo, separar-se dos filhos do século que gritam, como insensatos: felizes dos ricos! felizes os que se divertem! e opor a esta linguagem mundana as bem-aventuranças que Jesus Cristo proclama: felizes os pobres! felizes os que choram! felizes os que sofrem perseguição por amor da justiça!

Viver da vida da fé é entreter esta vida divina, fortificá-la, desenvolvê-la mais e mais, nutrir sua alma das verdades cristãs, trazê-las a miúdo ao seu pensamento, escolhê-las para assunto de suas meditações as mais comuns, e procurar nelas só as luzes, a força e as consolações de que se precisa nas dúvidas, nos combates e nas tribulações.

Eia qual deveria ser a vida de todos os cristãos, porque todos são regenerados em Jesus Cristo, porque o Evangelho é a sua regra e a fé sua bandeira. Mas quanto esta vida da fé não é mais obrigatória para o Padre que a prega no púlpito, que insinua no tribunal da penitência, que faz dela a cada momento profissão pública nas diviníssimas funções que desempenha!

Onde iremos procurar a vida da fé, se o próprio Padre não a conhece?

O Padre só é grande pela fé; dela é que tira o esplendor de sua glória: na esfera da fé é que se exercem todos os atos do seu sacerdócio; ele não é nada senão pela fé. Logo, sejamos homens de fé; sejamos os primeiros a praticar o que pregamos aos outros. Fiéis imitadores de Jesus Cristo, nosso chefe, comecemos por praticar antes de ensinar.

Envergonhemo-nos de ensinar aos simples fiéis a santificar suas obras comuns, e não sabermos nós mesmos desempenhar dignamente as funções divinas do nosso sacerdócio. Vivamos da vida da fé, porque é da fé que resulta nossa glória, e entremos nos sentimentos desse homem venerável, Mr. de Renty, piedoso leigo, cuja vida escreveu o sábio P. Santa-Jura, o qual dizia na expansão da sua fervorosa piedade: "Ah! quanto é bom viver da vida da fé! De dia para dia conheço a sua graça. Os que vivem esta vida dos justos, tocam afinal o cúmulo da sua perfeição, e recebem as primícias da glória". Não consintamos que os leigos sejam nossos mestres, nós que somos seus pastores, e todos os dias temos a eles por nossos ouvintes e discípulos.

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17 de nov. de 2010

Bento XVI: Encontro com Jesus Eucaristia na Missa dominical é o pilar da vida de fé.


17.11.2010 - VATICANO .- Na audiência geral de hoje o Papa Bento XVI falou sobre Santa Juliana de Cornillon, que contribuiu à instituição da solenidade do Corpus Christi. Sobre esta santa, o Papa explicou, pode-se aprender o profundo amor a Cristo na Eucaristia com quem todo fiel deve encontrar-se na Missa dominical e na adoração eucarística para transformar com o amor a própria vida.
Na Praça de São Pedro e diante milhares de fiéis presentes, o Papa disse que nascida perto de Liège (Bélgica), no final do século XII, órfã aos cinco anos, Juliana "foi confiada aos cuidados das religiosas agustinas do convento-leprosário de Mont-Cornillon", tomando mais tarde o hábito agustino e chegando a ser prioresa do mesmo.
O Pontífice explicou que Santa Juliana "possuía uma notável cultura e um sentido profundo da presença de Cristo, que experimentava vivendo de modo particularmente intenso o Sacramento da Eucaristia".
Aos 16 anos teve uma visão que a levou a compreender a necessidade de instituir a festa do Corpus Cristi, "para que os fiéis adorassem a Eucaristia para aumentar sua fé, avançar na prática das virtudes e reparar as ofensas ao Santíssimo Sacramento".
Juliana "confiou a revelação a outras duas ferventes adoradoras da Eucaristia" e as três "estabeleceram uma espécie de ‘aliança espiritual’, com o propósito de glorificar o Santíssimo Sacramento".
Bento XVI assinalou que o bispo de Liège, Robert de Thourotte, depois de algumas dúvidas iniciais, aceitou a proposta da Juliana e suas companheiras, e instituiu pela primeira vez, a solenidade do Corpus Christi em sua diocese. Mais tarde, outros bispos o imitaram, estabelecendo a mesma festa nos territórios confiados a seus cuidados pastorais.
Juliana, disse o Papa, "teve que sofrer a forte oposição de alguns membros do clero e do próprio superior do qual dependia seu monastério. Então, decidiu deixar o convento de Mont-Cornillon com algumas companheiras, e durante dez anos, de 1248 a 1258, viveu em distintos mosteiros de monjas cistercenses", enquanto "continuava difundindo com devoção o culto eucarístico. Morreu em 1258, em Fosses-a-Ville, na Bélgica".
O Santo Padre recordou que o Papa Urbano IV, em 1264, quis instituir a solenidade do Corpus Christi como festa de preceito para a Igreja universal, na quinta-feira depois do Pentecostes. Para dar pessoalmente exemplo, celebrou esta solenidade em Orvieto, cidade na qual então vivia. Na catedral desta cidade se conserva o famoso corporal com as marcas do milagre eucarístico ocorrido em 1263, em Bolsena.
"Urbano IV pediu a um dos maiores teólogos da história, Santo Tomás de Aquino –que acompanhava o Papa nesse momento e se encontrava em Orvieto–, que compusera os textos do ofício litúrgico desta grande festa, para expressar louvor e gratidão ao Santíssimo Sacramento".
O Papa disse que "apesar de que após a morte de Urbano IV, a celebração da festa do Corpus Christi se limitava a algumas regiões da França, Alemanha, Hungria e do norte da Itália, o Papa João XXII, em 1317, estendeu-a a toda a Igreja".
Bento XVI exclamou logo: "Queria afirmar com alegria que hoje na Igreja há uma ‘primavera eucarística’: Quantas pessoas rezam em silencio ante o sacrário, mantendo uma conversação amorosa com Jesus!"
É reconfortante, acrescentou, "saber que muitos grupos de jovens tornaram a descobrir a beleza da adoração à Santa Eucaristia. Rezo para que esta ‘primavera eucarística’ se estenda cada vez mais em todas as paróquias, especialmente na Bélgica, a pátria de Santa Juliana".
Finalmente o Papa Bento XVI convidou a "renovar, recordando Santa Juliana de Cornillon, nossa fé na presença real de Cristo na Eucaristia a fidelidade ao encontro com Cristo Eucarístico na Santa Missa dominical é fundamental para o caminho de fé, mas busquemos também visitar com freqüência o Senhor presente no sacrário! Precisamente mediante a contemplação em adoração, o Senhor nos atrai para si, nos faz penetrar em seu mistério, para transformar-nos como transformou o pão e o vinho".

Fonte: ACI
Fonte: www.rainhamaria.com

"Missa afro" e os aplausos dos hereges.


Domingo passado estava eu em uma confraternização de minha equipe missionária, quando menos se espera dois irmãos abordaram-me assustados dizendo: Fizeram contato conosco agora lá da Paróquia Divino Espírito Santo, disseram que iniciou agora uma Missa afro, os instrumentos do Santo Sacrifício são tambores e birimbaus, o Padre esta paramentado com vestimentas coloridas e até o altar parece um terreiro de macumba.
Na hora agradeci a Deus por ter ido à missa pela manhã, porém, é obvio que ira e tristeza ganharam nosso coração. O que fazer diante de sacerdotes tão ignorantes no sentido mais profundo da palavra? Não me venha os escrupulosos dizerem que estou pecando ao dizer que estes padres são ignorantes, de forma alguma a minha crítica tem por finalidade desonrar a grandeza do sacerdócio de Cristo, artigos como estes são para defendê-lo de tamanhas desonras e insultos sofridos pelos próprios Cristãos que o carregam sobre si. Eis a questão: O que fazer diante de tamanha ignorância?
Alguns jovens cientes deste sacrilégio que ia acontecer em minha cidade fizeram um movimento para impedi-lo, chegaram a fazer reuniões na paróquia para impedir esta afronta ao Santo Magistério. Mas vocês acham que isto surtiu algum efeito? É obvio que não. O Padre tem a capacidade ainda de usar das Sagradas escrituras para se defender, certa vez diante de uma reclamação justa observei uma resposta dele: Quem não esta conosco, esta contra nós. Isto é próprio de revolucionários comunistas formados da maldita teologia da libertação, além de transformar a Igreja em seus interesses ideológicos marxistas, ainda eliminam de suas paróquias os católicos que decidiram por amar o papa e a doutrina da Igreja. Em outra paróquia de minha diocese, cito o nome, a paróquia Cristo Libertador, o Sacerdote disse para os catequistas não usarem bibliografias como a do Professor Felipe Aquino, é intrínseco neles ódio à Madre Igreja.
Mãe Igreja que decidiu no Concílio Vaticano II: “Portanto, jamais algum outro, ainda que sacerdote, ACRESCENTE, TIRE ou MUDE por própria conta QUALQUER COISA à Liturgia” (SC., 22 § 3).
Igreja esta que pediu aos Senhores bispos na Christus Dominus parágrafo 15 para serem os guardiões da liturgia.
Uma Igreja que ama Jesus como esposa fiél, que não se mostra indiferente a Ele na Santa Missa que é o paraíso do Calvário nas palavras de São Padre Pio. Uma Igreja que já se pronunciou sobre Missa Afro através do saudoso bem-aventurado João Paulo II dizendo: ”A Igreja Católica tributa um sincero respeito em relação aos cultos afro-brasileiros, mas considera nocivo o relativismo concreto de uma prática entre ambos ou de uma mistura entre eles, como se tivessem o mesmo valor, pondo em perigo a identidade da fé cristã católica (g. m). Ela sente-se no dever de afirmar que o sincretismo é danoso ali onde a verdade do rito cristão e a expressão da fé podem facilmente ser comprometidas aos olhos dos fiéis, em detrimento de uma autêntica evangelização”. (L’Osservatore Romano n. 40 de 7/10/95, p.7).
Portanto conclui-se que é uma palhaçada infernal este sacrilégio de Missa-Afro, palhaçada mesmo, a Igreja se torna um circo em que os únicos que abrem sorrisos e aplaudem são os imundos teólogos da libertação, só eles mesmos, por que os católicos sérios choram, choram de saudades de Deus, sentem a amargura da ausência dos efeitos de uma Santa Missa bem celebrada, choram lamentações por ver o seu Deus recebendo ainda mais flageladas no altar.
O que fazer? A Pergunta não cala desde o segundo parágrafo deste simples artigo. Uma coisa inadmissível é o silencio dos bons, não podemos deixar de falar, é necessário bradar: Não aos orixás, não a macumba, não a pai e mãe de santos, não a paganismo, sobretudo não a isto tudo na Santa Missa. Só que algo precisa ser evidenciado, parafraseando o reverendíssimo Padre Paulo Ricardo: A verdade não é algo pelo qual se mata, mas algo pelo que se morre. Não adianta tentar mudar tudo pela força dos gritos, isto seria outra revolução, falar é necessário para que a verdade seja escutada, mas o que se deve fazer é reformar pelo exemplo, diante destas desgraças promovidas por agentes marxistas na Igreja, o que nos resta fazer é amar, amar e amar Deus e a Igreja por estes sujeitos que não amam.
Amar com muita oração, o Senhor Sacramentado precisa ser adorado em reparação pela Missa-Afro de domingo e em tantas outras pelo Brasil e pelo mundo. Jesus precisa ser amado nestes sacerdotes demasiadamente ignorantes e a Igreja precisa ser respeitada e obedecida por aqueles que cospem nos seus documentos.
Convoco todos os leitores a não pararem nas denuncias, entre neste movimento de amor e reparação a estas demasiadas afrontas ao Senhor e sua Igreja.

Bruno Cruz

Conttato para missão: (031)88802212

11 de nov. de 2010

É Missa ou Balada???

"É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo". (Gl 1,10)



Caríssimos,

Não é de hoje que o Santo Sacrifício tem sido desrespeitado e banalizado. Graças àqueles que sonham com uma Missa do seu jeito, querem re-criar o Sacrifíco de Jesus. Ignoram aquele primeiro (e único!) em que o próprio Deus foi imolado para salvar a todos nós. Deixaram-se contaminar pelo relativismo, pelo modernismo, pelas ideologias nefastas de que "Se Jesus ressuscitou, não precisamos mais vê-lo pregado à cruz. Vivamos, agora, um tempo de glória!".

Pensar assim é caçoar do Sacrifício de Cristo. Sim, caçoar, porque, em Sua Imolação, há um mistério e também uma Glória. A morte de Cristo não é um símbolo de derrota. Afinal, Ele não ficou preso à morte. Ele ressuscitou. O sacrifício de Cristo é um desejo de Deus ao seu povo. E o próprio Cristo autorizou aos Apóstolos que repetissem oque fez na Santa Ceia em Sua Memória. Como é que reviveremos a memória da nossa salvação com baladinha? Palminhas? Dancinhas? Musiquetas alá TdL?

Devemos lembrar, meus irmãos e irmãs, que Maria esteve em pé diante da Cruz. Sentia dor? Claro! Era o seu filho morrendo injustamente. Mas havia também nela uma alegria. Aquela "injustiça" tinha um fim maravilhoso: salvar os filhos de Deus. Portanto, a alegria na Santa Missa é contida. Assim como Nossa Senhora conteve-se diante do mistério, nós assim também devemos fazer. Rezar durante a Missa o que é a nossa parte, e não a do Sacerdote; conter palminhas e dancinhas. Há lugares apropriados para isso.

Contudo, penso que o retorno à Missa como nunca deveria ter deixado de ser está cada vez mais difícil. Na Arquidiocese de Maringá, por exemplo, temos a Missa pré-balada. Funciona assim: os jovens vão à missa, rezam, adoram, louvam. Antes da proclamação ao Evangelho, chega um sujeito carregando a Bíblia sobre um... skate! É... skate. Após a proclamação, a galera empurra banco pra lá, estica o esqueleto e... dança. Mas não é uma dancinha qualquer, não. É com a Igreja toda apagada, apenas com luzes de discoteca pra lá e pra cá e umas fumacinhas... E, segundo o locutor do vídeo, tudo é feito sob o olhar do Pároco e com o maior respeito ao Sagrado... tsc... tsc...

Se você passasse em frente a uma Igreja neste estado, diria o que? É missa ou balada?

Depois que vi o vídeo eu perdi completamente a noção do que seja respeito ao Sagrado. Porque, o que é Sagrado, é zelado, cuidado, e não zoneado. Repito. Não acho errado que os jovens tenham seu momento ao lazer dentro do Salão Paroquial (e não na Igreja), mas daí querer adaptar o Santo Sacrifício da Missa??? Será que ninguém ainda percebeu que enquanto agirmos dessa forma, fazendo "só o que o jovem quer", esta geração demorará muito mais a amadurecer (ou não amadurecerá nunca)? Quando é que proporcionaremos aos nossos jovens que tenham atitudes de pessoas crescidas?

Sim, eu sei que muitos que leram até aqui, dirão: "Evelyn, como você é quadrada. Não é melhor estes jovens nesta Missa-Balada" a estarem no mundo, usando drogas?" Não, não é. E explico. Nós não temos que adaptar a evangelização a uma secularização. O Evangelho não tem por onde ser adaptado, porque Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre. Não se deve adaptar a Missa. Deve-se é adaptar-se a ela. E se Jesus não for suficientemente necessário para um jovem, podem fazer balada, missa disso e aquilo que nada os segurará. Só Jesus é quem pode conquistar um jovem, independentemente da situação em que este esteja.

Não temos que agradar aos homens na Santa Missa. Jesus mesmo não agradou a muitos. E Missa não é lugar de modismo. Se fosse, o Papa criaria o seu. Mas o Papa reza o Rito da Igreja, e não o que lhe convém. Não temos que nos dobrar ao mundo para termos Igreja cheia. Antes Igreja com pouquíssimas pessoas, mas que zelam pelo Sagrado, a Igrejas lotadas de gestos infâmes.

Chega de banalizar a Santa Missa, a Santa Liturgia e a Doutrina da Igreja