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29 de jul. de 2011
6 de jun. de 2011
É possível “andar na moda” mantendo a dignidade do corpo? O pudor é a virtude dos fortes.
Pe. Daniel Guindon- LC.
Há vários anos começou nos Estados Unidos um movimento de valores chamado “Pure Fashion”. O nome fala por si mesmo: jogando com o duplo sentido do termo, “uma moda pura” e “pura moda”, este programa, que se encontra já em diversos países, busca transmitir às moças de 14 aos 18 anos os valores da moda, e como viver na moda mantendo a dignidade de serem filhas de Deus. Organizam passarelas, cursos de maquiagem, ensinam as diversas formas para arrumar os cabelos, como impactar na primeira impressão com o próprio look, como posar para uma foto e explicam para elas a linguagem corporal.
O programa percorre todo o país americano: Sacramento, Atlanta, Miami, Dallas, Washington, etc. As famílias vêem neste trabalho um meio adequado para as suas filhas crescerem juntamente com a cultura atual. Por sua parte, as meninas ficam fascinadas por seguir o que lhes apaixona: a beleza corporal, e por descobrir que isto não vai contra a sua fé e seus princípios.
Em outros países como Argentina, França, México, organizam-se atividades pontuais com as meninas para transmitir estes mesmos valores humanos. O êxito é total, embora a preparação dos eventos exija muito empenho para que os shows estejam à altura das expectativas.
Pure fashion promove em especial seis virtudes: a pureza, a autenticidade, a generosidade, a confiança em si, o estilo, a graça. Porque a verdadeira beleza não é só exterior, mas é sinal (sacramento) de um coração cheio de amor e de preocupação pelos demais. O programa ensina às meninas a usar o vestuário para proteger a própria inocência e pureza, ao mesmo tempo em que faz delas modelos do Criador do Universo.
Há dois anos, me encontrava em Londres para assessorar espiritualmente um acampamento lingüístico internacional. Participavam meninas adolescentes da Itália, da França e da Espanha. O tema do acampamento era o musical O fantasma da ópera. Lembro que um dia que estava disponível para as confissões, apresentaram-se algumas meninas para receber o sacramento. Qual foi a minha surpresa ver elas vestidas muito elegantemente! Elas me responderam entusiasmadas: “a gente está para iniciar uma passarela Pure Fashion. Só que queríamos antes nos confessar.” Estas meninas adolescentes, da maneira mais natural, entenderam a mensagem que o programa queria transmitir: que a beleza exterior espelha a beleza da alma.
Pensando no nosso Brasil, quanto é urgente ensinar às meninas o valor do próprio corpo, que não é uma estação de serviço para os garotos, nem uma arma para seduzir e enganar, mas é a máxima expressão da alma.
O Papa João Paulo II disse numa ocasião aos jovens reunidos em Paris: “Adoração do corpo? Nunca! Desprezo do corpo? Também não! Domínio do corpo? Sim! Transfiguração do corpo? Mais ainda!” (Cfr. Daniel-Ange, Teu corpo feito para o amor, Edições Loyola)
O pudor é a virtude dos fortes, daqueles que entenderam o valor do amor e da sexualidade. O vestuário busca proteger e transmitir ao mesmo tempo estes valores do corpo: se o amor verdadeiro exige a nudez, também o reserva para si.
www.purefashion.com
Fonte: comshalom.org/carmadelio
Há vários anos começou nos Estados Unidos um movimento de valores chamado “Pure Fashion”. O nome fala por si mesmo: jogando com o duplo sentido do termo, “uma moda pura” e “pura moda”, este programa, que se encontra já em diversos países, busca transmitir às moças de 14 aos 18 anos os valores da moda, e como viver na moda mantendo a dignidade de serem filhas de Deus. Organizam passarelas, cursos de maquiagem, ensinam as diversas formas para arrumar os cabelos, como impactar na primeira impressão com o próprio look, como posar para uma foto e explicam para elas a linguagem corporal.
O programa percorre todo o país americano: Sacramento, Atlanta, Miami, Dallas, Washington, etc. As famílias vêem neste trabalho um meio adequado para as suas filhas crescerem juntamente com a cultura atual. Por sua parte, as meninas ficam fascinadas por seguir o que lhes apaixona: a beleza corporal, e por descobrir que isto não vai contra a sua fé e seus princípios.
Em outros países como Argentina, França, México, organizam-se atividades pontuais com as meninas para transmitir estes mesmos valores humanos. O êxito é total, embora a preparação dos eventos exija muito empenho para que os shows estejam à altura das expectativas.
Pure fashion promove em especial seis virtudes: a pureza, a autenticidade, a generosidade, a confiança em si, o estilo, a graça. Porque a verdadeira beleza não é só exterior, mas é sinal (sacramento) de um coração cheio de amor e de preocupação pelos demais. O programa ensina às meninas a usar o vestuário para proteger a própria inocência e pureza, ao mesmo tempo em que faz delas modelos do Criador do Universo.
Há dois anos, me encontrava em Londres para assessorar espiritualmente um acampamento lingüístico internacional. Participavam meninas adolescentes da Itália, da França e da Espanha. O tema do acampamento era o musical O fantasma da ópera. Lembro que um dia que estava disponível para as confissões, apresentaram-se algumas meninas para receber o sacramento. Qual foi a minha surpresa ver elas vestidas muito elegantemente! Elas me responderam entusiasmadas: “a gente está para iniciar uma passarela Pure Fashion. Só que queríamos antes nos confessar.” Estas meninas adolescentes, da maneira mais natural, entenderam a mensagem que o programa queria transmitir: que a beleza exterior espelha a beleza da alma.
Pensando no nosso Brasil, quanto é urgente ensinar às meninas o valor do próprio corpo, que não é uma estação de serviço para os garotos, nem uma arma para seduzir e enganar, mas é a máxima expressão da alma.
O Papa João Paulo II disse numa ocasião aos jovens reunidos em Paris: “Adoração do corpo? Nunca! Desprezo do corpo? Também não! Domínio do corpo? Sim! Transfiguração do corpo? Mais ainda!” (Cfr. Daniel-Ange, Teu corpo feito para o amor, Edições Loyola)
O pudor é a virtude dos fortes, daqueles que entenderam o valor do amor e da sexualidade. O vestuário busca proteger e transmitir ao mesmo tempo estes valores do corpo: se o amor verdadeiro exige a nudez, também o reserva para si.
www.purefashion.com
Fonte: comshalom.org/carmadelio
28 de mai. de 2011
Mês de maio - 28º dia
A Pureza
A pureza é a virtude mais límpida de Nossa Senhora. O esplendor da sua Virgindade sempre intacta faz d'Ela a criatura mais radiosa que se possa imaginar: a Virgem mais Celestial, toda "candor de luz eterna" (Sb 7,26). O dogma de fé naVirgindade Perpétua de Maria Santíssima, o dogma de fé na Concepção Virginal de Jesus por obra do Espírito Santo, o Dogma de fé na Maternidade Virginal de Maria: esses 3 dogmas investem a Imaculada de um esplendor virginal que "os céus dos céus não podem conter". (I Re 8,27) E através dos séculos, na Igreja, à ditosa Virgem, se inspiraram as filas angélicas das virgens que começaram já desta tera a viver só de Jesus para seguir o Cordeiro no tempo e na eternidade (cf. Ap 14,4). E se existiram ou existem dementes que querem jogar as sombras das baixezas deles sobre uma verdade de fé tão resplendente como a Virgindade de Maria, além de S. Jerônimo (que desbaratou os heréticos Elvídio e Joviniano) e S. Ambrósio (que escreveu páginas de encanto supremo sobre a Virgindade) toda a Igreja no seu caminho milenar celebrou e glorificou em Maria, a Toda Virgem, a Sempre Virgem na alma e no corpo, a Virgem Santa consagrada divinamente pela presença do Verbo de Deus que n'ela se encarnou , revestindo-se da mesma Virgindade da Mãe.
A ira de Deus
Se volvermos o olhar para a humanidade, a visão de sonho e de encanto sobre a Virgindade Imaculada de Maria desaparece de modo súbito e brutal. Impureza, luxúria, sensualidade, adultério, pornografia, homossexualidade, nudismo, espetáculos imundos, bailes obscenos, relações pré-matrimoniais, contracepção, divórcio, aborto... Eis o espetáculo nauseabundo que a humanidade oferece aos olhos de todos. Santo Céu! Quantos abismos de torpezas nesta pobre Terra. Pode-se continuar assim sem provocar a ira de Deus? (cf. Ef 5,6). Maria disse pela pequena e inocente Jacinta (ignorante do verdadeiro significado daquilo que dizia) que os pecados que mais mandam almas ao Inferno são os pecados impuros. Quem poderia desmentir esta afirmação observando o teatro das vergonhas que o mundo mostra todos os dias? É verdade que o pecado impuro não é o pior nem o mais greve dos pecados. Mas é o mais freqüente e o mais nojento. Isto sem dúvida. Nós conhecemos o valor da pureza proclamada por Jesus: "Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus." (cf. Mt 5,8); conhecemos os dois mandamentos de Deus que nos resguardam da impureza: 6º e 9º; conhecemos até a recomendação mais que enérgica de S. Paulo aos cristãos: "A fornicação e a impureza de toda espécie, não sejam nem nomiadas entre vós, mas o mesmo valha para as vulgaridades e o s discursos triviais: todas coisas indecentes." (Ef 5,3-4) Conhecemos o ensinamento nobre do Catecismo da Igreja: "O 6º mandamento nos ordena de ser santos no corpo, portanto, o máximo respeito à própria pessoa e ao próximo, como obras de Deus e templo onde Ele mora com a sua presença e com a sua Graça";conhecemos as firmes chamadas da Igreja com recentes documentos de primordial importância (Humanae Vitae). Conhecemos todas estas iluminosas indicações para abater as seduções do mundo e da carne, mas a humanidade e até a cristandade não faz mais que escorregar continuamente para formas de costumes sempre mais degradantes, como homem animal que não mais compreende o que é espiritual, a favor do mais cego e obtuso ateísmo: quem entra na lúxuria, diz S. Ambrósio, abandona a via da fé! (cf. I Cor 2,14).
Quais são os remédios
A fuga das ocasiões, a oração e os sacramentos. Todo pecado impuro - de ação, desejo, olhar, pensamento, leitura - é pecado mortal. Precisamos nos defender com todas as forças, até à violência, caso precise, porque aquilo a que aspira a carne é morte, mas aquilo a que tende o espirito de vida é paz, porque desejo da carne é inimizade com Deus (cf. Rm 8,-7). Lembremos S. Bento e S. Francisco que se jogaram entre os espinhos para apagar a conscupiscência que atrai e alicia (cf. Tg 1,14). Lembremos S. Tomás de Aquino que se serve de um tição ardente para desvendar uma insídia perigosa. Recordemos S. Maria Goretti que se deixa esfaquear por 14 vezes para salvar sua virgindade. As ocasiões mais comuns de pecado, porém, exigem sobretudo a mortificação dos olhos (evitar cinemas, leituras sujas), da língua (evitar as conversas torpes e os discursos licenciosos), dos ouvidos (não escutar canções e piadas vulgares), da vaidade (opor-se às modas indecentes). De tudo isto parece evidente que a vida do homem na terra é uma batalha (cf. Jo 71) e que é necessária a contínua vigilância com a ajuda de Deus (oração e sacramentos) para não se deixar dominar pela concupiscência (cf. I Ts 4,5). É humilhante, mas é esta a nossa real condição: carne e espirito estão sempre em luta cerrada entre eles: "Nos meus membros existe outra lei, que move guerra à minha alma e me torna escravo da lei do pecado que está nos meus membros" (Rm 7,23) S. Domingos Sávio, que rasgava as revistinhas que recebia dos companheiros; S. Luiz Gonzaga, que em público, chama a atenção de quem fala despudoradamente e se impõe penitências terríveis; S. Carlos Borromeu que desde menino se avizinhava amiúde aos Sacramentos; S. Afonso Maria de Ligori tirava os óculos quando o papai o levava ao teatro... São exemplos que deveriam nos convencer a usar todos os modos para guardar a pureza do coração e dos sentidos.
Castidade conjugal
Os problemas morais mais sérios são aqueles que se referem os esposos. A castidade conjugal é um dever de todos os esposos cristãos, e é um dever fecundo de graças e bênçãos. Mas os assaltos do malígno são maciços: contracepção e onanismo, divórcio e abortos estão massacrando os cônjuges cristãos, sem dizer das relações pré-matrimoniais, que são somente uma imunda profanação dos corpos e das almas daqueles noivos, escravos miseráveis da carnalidade. Desejam ter só 2 filhos; usam das pílulas e outros meios para evitarem gravidezes posteriores, profanando por anos e anos as relações matrimoniais que deveriam simbolizar a união entre Cristo e a Igreja (cf. Ef 5, 25) . "A pílula anticoncepcional vem do Inferno, dizia Pe. Pio, e quem usa comete pecado mortal". E ainda: "Para todo bom casamento o número dos filhos é estabelecido por Deus e não pela vontade dos esposos", e ainda: "Quem está na estrada do divórcio, está na estrada no Inferno". Pior ainda para quem cometer o crime do aborto!!! Que abram bem os olhos os esposos cristãos! Profanar o sacramento do matrimônio nunca acontecerá sem castigos e maldições sobre as famílias. Se lembrem bem que com Deus não se brinca! (cf. Gl 6,7).
Votos
* Recitar 3 Aves-marias em honra da virgindade de Maria.
* Eliminar e destruir qualquer coisa de não modesto que tenha consigo.
* Mortificar bem os sentidos, especialmente a vista.








