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29 de jul. de 2012

Herege que acusou Pe Paulo de extorsão afirma: os católicos querem me matar

Por Evelyn Mayer de Almeida


Cada dia surge alguém que, ao invés de acrescentar, contribui para que a sociedade continue menos crente de Deus e mais crente de sua vaidade e sandice. Após a rebelião de Lutero contra a Igreja, fundando para si a "sua" fé e doutrina, todos os homens da terra encontraram-se no direito de atribuir a Deus e à Bíblia significados retirados de sua alma medíocre e não da fonte viva, que é o Espírito Santo, que a todos quer iluminar e guiar para Cristo com o seu Ruah.

O mais novo protagonista da série é o líder da seita (que ele não leia isso, pois não gosta de denominar-se assim) "Eu quero uma Igreja", cujos vídeos podem ser vistos no youtube. Segundo o mesmo, o objetivo do grupo é levantar questionamentos, desmascarar farsas e bradar por uma Igreja real e verdadeira citada em Romanos 14 e 1º Coríntios 13. Se lhe perguntam se é evangélico, ele dirá que sim, pois vive o evangelho (ou busca vivê-lo). Se lhe perguntam se é católico, também dirá que sim, pois o significado da palavra é "universal". Só não lhe peça para dizer-se "romano", pois segundo o mesmo, ao Papa não foi dada nenhuma autoridade. Também porque são eles "cristocêntricos" (acusando veladamente que a Igreja Católica não o seja). Logo, ele "segue" o que a Bíblia diz, bem como deram exemplo os apóstolos. Com uma voz bem articulada, um linguajar doce e uma pregação gnóstica, segue o rapaz ganhando adeptos aos seus pensamentos "cristocêntricos" de sei lá eu o quê.

Apesar de não gostar de um rótulo - afinal, conforme o público ele o é, ora evangélico, ora católico - o protagonista da série de vídeos gosta muito de rotular. Conforme denunciou o site Porta Fidei (http://portadafe.wordpress.com/2012/07/21/herege-picareta-acusa-padre-paulo-ricardo-de-extorsao/) o líder da seita acusou o Pe Paulo Ricardo de extorsão. Obviamente, houve no meio católico sincera revolta pela desonestidade do mesmo ao retirar citações do vídeo descontextualizando-as para validar seu discurso. Com isso, muitos sites resolveram contra-argumentar o que o protagonista em questão disse. Para tanto, a resposta que nos veio foi prova de que o que este homem diz é descabível: criou um vídeo alegando que os católicos ameaçaram-no de morte.

Para quem tem estômago (eu não o tive) há dezenas de vídeo em que o protagonista da seita acusa diferentes lideranças da Igreja Católica sem dar ônus à prova. E tudo porque deseja viver as passagens já citadas de Romanos e Coríntios (sic!). Contudo, qualquer ser humano perspicaz há de ver que o que o rapaz faz é uma verdadeira lavagem cerebral já conhecida em diferentes meios protestantes.

O que se conclui do que se vê é que o sujeito não merece ibope. Apenas orações para que se converta, inclusive, de sua loucura.

Caso queiram, segue abaixo o vídeo em que ele garante que os católicos o ameaçam de morte, bem como outros no qual denuncia, inclusive, que um de nossos Papas tiveram vínculo com a maçonaria. Mas beba antes um sal de frutas. Vai precisar...

E por favor, senhor do "eu quero uma igreja", não me venha dizer após esta postagem que eu também o ameacei de morte. Eu não o ameaço de nada. 

Em Cristo,

Vídeo em que alega que os católicos o ameaçaram de morte



Vídeo em que alega o vínculo da Igreja Católica com a Maçonaria


9 de set. de 2011

O aborto, a Rússia e o Brasil.


Peliteiam os nossos governantes pela liberação do aborto. Muitos dos que o defendem alegam várias ilegalidades. Direito das mulheres é um deles. Contudo, ninguém, NINGUÉM que seja favorável ao aborto luta pela vida que está sendo execrada, mutilada no ventre da própria mãe.

A Rússia, com sua mentalidade Socialista/Comunista/Marxista/Stalinista, autorizou, em 1920, o aborto, sendo algo legal e direito da mulher. Desde então, 80% das gestantes abortam até mais de uma vez. Logo, estima-se que a população russa poderá entrar em extinção graças a Cultura de Morte.


Se você verificar este vídeo, verá que o aborto na Rússia não é NADA seguro. As mulheres são vilipendiadas, da maneira mais vil possível, desintegradas, destituídas de qualquer tipo de dignidade. Nem com um animal o tratamento é assim:



Após grande pressão, a Rússia afirma, desmente tudo o que os Marxistas sempre afirmaram e comprovam: O ABORTO NÃO É SEGURO!!! Vejam a notícia exposta no Diário da Russa:

Entrou em vigor na Rússia a lei promulgada pelo Presidente Dmitri Medvedev que aumenta as restrições para os anúncios publicitários dos médicos, clínicas e hospitais que praticam a interrupção da gravidez. O novo diploma legal contém emendas à Lei da Publicidade e obriga os produtores dos anúncios a reservar pelo menos 10% do texto publicitário ao registro da advertência de que a interrupção da gravidez pode provocar consequências danosas à saúde da mulher.
A nova lei proíbe a afirmação de que o procedimento é seguro, e sugere que a interrupção da gravidez só deva ser praticada em condições extremas como, por exemplo, riscos constatados durante a gestação e ausência de cérebro (anencefalia) no feto, e se a gravidez for resultado de violência sofrida pela mulher.
Um dos autores da lei, o Deputado Victor Zvagelski, diz que ela é muito necessária porque dados estatísticos dão conta de que a Rússia é o primeiro país do mundo em número de abortos.




Ora, se a grande Rússia Nazista afirma, após 91 anos de liberação do aborto que o mesmo não é seguro, a pergunta que não quer calar é: POR QUE A DILMA E AS FEMINISTAS INSISTEM TANTO NISSO???

Já está claro, meus irmãos. O aborto é morte. E quem o pratica/defende/promove peca gravemente contra Deus!

25 de jul. de 2011

"Era apenas uma questão de tempo"

Conforme noticiou 'O Estadão', a mãe da cantora Amy Winehouse, Janis Winehouse, afirmou que sua filha não andava bem. "Parecia que ela estava fora de si", disse. Por fim, afirmou: "Sua morte era apenas uma questão de tempo".
Pis de Amy Winehouse choram a morte da filha
Fonte: O Estadão

Palavras duras, não? Ouvir uma mãe dizer isso pesa. E pesa muito. Lembrou-me até as palavras de Eclesiástico: A bênção do pai consolida a casa dos filhos, mas a maldição da mãe arranca até os seus alicerces (3, 9). Não creio que em algum momento essa mãe tenha amaldiçoado a filha. Ao contrário: creio muito que ela sofreu e ainda sofre; sofreu em ver o estado a que a filha se encontrou, e sofre em ver que o fim foi trágico. O que me marcou foi sua frase dolorosa: "Sua morte era apenas uma questão de tempo".

Se há algo certo em relação aos pais e aos filhos é que os pais sempre idealizam algo bom aos seus filhos. Por pior que sejamos, queremos tudo o que há de melhor para eles. E damos um duro danado para tanto. Deixamos de realizar os nossos sonhos para realizarmos os deles; deixamos nossa vida para que vivam a sua. Às vezes os filhos retribuem, às vezes desprezam.

E porquê lutamos pelos nossos filhos, jamais imaginamos vê-los numa situação tão subumana como a de um viciado. Pai algum sonha em ver seu filho sem identidade, algo que as drogas retiram. Algo que a própria cantora provou. Em menos de seis anos, Amy Winehouse foi do céu ao inferno; provou a glória e a depravação. Ganhou prêmios e ganhou destaques sórdidos. Provou o que há de melhor e de pior da fama.Tudo beneficiado por um vício incontrolável.

As drogas realmente acabam com quem as usa. É um vício triste, traiçoeiro. Engole o usuário, que fica sem controle de si mesmo. O que faz alguém buscar a isso são motivos mil: da carência ao excesso de carinho; da falta de domínio próprio; da ausência de Deus, da falta de autoridade por parte dos pais, do mundo fácil...

Dizer que "era apenas uma questão de tempo" me faz entender que esta mãe, apesar de todo amor devotado a esta filha, previa seu fim trágico. Não quero imaginar que ela estava conformada esperando a morte buscar sua menina, mas que lá no fundo sabia que a luta era árdua e que, talvez, perdesse. Estas palavras soam-me como a de uma mãe impotente frente aos 'monstros' que engoliram sua cria, ou como aquela mãe que vê seu filho morrendo aos poucos e, por mais que faça tudo quanto possível, nada faz com que seu filho sobreviva.

Como mãe, posso dizer que me compadeço da mãe desta cantora que agora precisa ver a filha nesta situação. Imagino seus lamentos, imagino suas lembranças, desde o carregar no ventre, as primeiras palavras, os prêmios, as derrotas, as drogas, o fim. Imagino sua dor, o vazio que sente no peito.

Jamais irei culpá-la. Nem a ela, nem a Amy. Também não quero tecer uma avaliação 'psico-histórico-espiritual' da cantora. Só Deus sabe das perturbações do coração desta menina. O que posso dizer é que lamento por ambas. Lamento por uma menina sair de cena tão cedo, e lamento por uma mãe ter que enterrar uma filha em condições tão terríveis.

Que Deus tenha misericórdia de todas.

16 de jul. de 2011

A cultura está acima da vida?

Lembro-me de quando trabalhava numa paróquia a visita de alguns chineses à cidade. Passaram na paróquia a pedido da Universidade daqui, não me lembro porquê.

Enquanto olhavam a igreja, perguntaram ao padre sobre Jesus. Não sabiam nada sobre Ele. Nada mesmo. Isso não é novidade, dada a realidade política dos chineses. Contudo, o padre disse-lhes, após explicar sobre quem é Jesus, que jamais uma vida pode estar inferiorizada a uma cultura, seja ela qual for.

Pode parecer estranho alguém dizer isso, haja vista todas as vidas fazerem parte de uma cultura. Mas a cultura é um meio, e não o caminho, de uma vida. É por meio da cultura que conhecemos tudo, que aprendemos valores, que traçamos nossa caminhada. Porém, jamais podemos diminuir a vida em nome de uma cultura, porque sabemos que a vida é o maior bem. Até uma barata, pressentindo o perigo, foge para se salvar. Logo, a qualquer um, a vida é o maior valor.


Sabemos que na Cultura Índigena há uma diversidade. Existem índios que usam do antropofagismo como ritual para fortificar o guerreiro; outras onde há mais pacifismo; outras que, ao perderem um ente querido, cremam-o e comem as cinzas, e outras onde a morte pode ser o preço de algo que, na visão deles, está errado. Exemplo disso é o assassinato de bebês e/ou crianças. Segundo algumas culturas, quando a criança nasce com problemas mentais e/ou físicos, ou quando a mãe pari gêmeos, ambos devem ser mortos. A justificativa é a de que a criança deficiente não conseguirá sobreviver sozinha na selva, e os gêmeos representam um o bem, o outro o mau. Como não se sabe quem é quem, mata-se os dois.

Muitos antropólogos me diriam que eu devo respeitar uma cultura assim; no entanto eu entendo que a vida jamais pode estar aquém de nada. Até porque, é muito fácil discutirmos sobre o poder ou não de uma cultura quando não a vivemos. Enquanto muitos discutem o direito de que índios possam matar seus filhos, crianças estão sendo ceifadas na tenra flor da idade. Não são nossos filhos, nossos netos ou nossos sonhos que são enterrados vivos, mas crianças que perdem a oportunidade de darem voz à sua existência em nome de uma cultura que não os torna livres.

Por mais que a cultura índigena traga semelhanças da realidade selvagem, eles são pessoas dotadas de corpo, alma e espírito. E como seres tridimensionais, devem valorizar o "veículo" que isto carrega, que é a vida, dada por Deus por amor.

Apesar de os Jesuítas terem - e muito - ajudado os índios, a Igreja é vista como má por tê-los catequisado. Má é a nossa omissão em permitir que ainda exista culturas assim, que punam uma vida com a morte. Jamais, por qualquer circunstância, uma vida pode estar abaixo de nada. A catequisazão indígena não foi para privá-los de sua cultura, mas para purificá-la. E isso não ocorreu apenas com eles, mas com todos onde a Igreja colonizou ao longo da história.

Neste vídeo vemos crianças sendo enterradas vivas. Apenas uma é salva pelo irmão, que teve compaixão, que viu naquela vida algo aquém de qualquer cultura. O cacique até diz que teve pena e desejou morrer com o menino que não teve a mesma sorte que a outra menina, porém, ele nada fez, e sim, permitiu que, em nome da cultura, o feito se consumasse.

Até quando veremos cenas como esta? Até quando, em nome de culturas, justificaremos o injustificável?

Faça sua parte! Luta em prol da vida! Clique aqui e saiba como ajudar!
Que Deus tenha piedade das almas dos índios que morrem de maneira tão cruenta, fria e vil.

16 de abr. de 2011

A brevidade da vida

Saber que teremos uma vida longa não será sinônimo de bênção se a vivermos insanamente. Às vezes, uma criança que viveu tão pouco pôde desfrutar muito mais do eterno aqui.



"Ensinai-nos a bem contar os nossos dias, para alcançarmos o saber do coração" (Sal 89, 12).


O que você faria se só lhe restasse o dia de hoje? Já pensou nisso?

É engraçado como nós nunca paramos para pensar que um dia nossa vida terá fim. Mas sim, ela terá. Não eternamente, pois esta jamais acaba; porém, carnalmente ela findará. E sabemos, também, que é a maneira como andarmos nesta vida carnal qual será o destino eterno que merecemos. Bem sabemos que este merecimento não é castigo divino, e sim, mérito nosso, daquilo que plantamos e, naquele dia, que só Deus sabe a hora, colheremos.

Contudo, como não ligamos para o fim, seguimos nossa vida como bem entendemos. Agimos como se não houvesse alguém 'de olho' em nós. Só que há sim. E não só um, mas alguns: Deus, nosso anjo da guarda, a Virgem Santíssima, o nosso inimigo eterno... Todos eles fazem seus papéis: o que deve nos proteger, nos protege; o que deve rogar, roga; o que nos honra, honra; o que nos persegue, assim o faz. E nós? O que fazemos?

Por não ligarmos para o nosso fim (dias), não procuramos saber o fim das coisas (o objetivo, o porquê de). Sendo assim, não buscamos o saber do coração. Não procuramos compreender, apreciar, degustar desta vida todo o bem que ela tem para dar. Vivemos aleatoriamente. Não é novidade mais vermos pessoas que tiram suas próprias vidas ou as dos outros. E isso não é apenas fruto do mal; é também fruto do nosso errado modo de viver a vida, de contar os nossos dias.

Contar os nossos dias não é ir a uma cartomante e pedir que preveja quanto tempo ainda teremos. Contar os nossos dias é colocar todos os dias diante do Senhor.O que não é fácil, sabemos, porém, essencial. Logo, se queremos novos céus e novas terras, temos que vivê-los aqui. Isso só será possível se nos colocarmos diante do Senhor diariamente. Seja uma oração pela manhã, agradecendo por mais um dia; seja o agradecimento ao alimentar-se; seja à noite, antes de dormir, bendizendo por tudo o que foi aquele dia, serão estas formas de contar os dias na presença do Senhor, pois já não seremos nós a contar, e sim, Ele.

No entanto, não basta apenas rezar. É preciso fazer. Então, faça! Aquela novena que se propôs a rezar; aquela penitência que se propôs a fazer; aquele curso; aquela conversa, pedindo perdão; aquela confissão... Faça HOJE o que deva ser feito. Fazendo ou não, seu dia será contabilizado. Faça, então, que se some à conta coisas boas. Apesar de eu achar praticamente impossível, mas viva de uma forma que, quando você se encontrar com Deus, não haja absolutamente nada a qual o Inimigo possa lhe julgar. Viva de uma forma em que você não tenha o que se arrepender ao aparecer na presença de Deus.

Diga para as pessoas próximas a você que são importantes. E não faça nada esperando em troca. Às vezes, quem você queria que lesse isso não leu. Mas você, sim. Então, faça.

Conte seus dias. Conte-os bem.

13 de dez. de 2010

A cultura está acima da vida?

Lembro-me de quando trabalhava numa paróquia a visita de alguns chineses à cidade. Passaram na paróquia a pedido da Universidade daqui, não me lembro porquê.

Enquanto olhavam a igreja, perguntaram ao padre sobre Jesus. Não sabiam nada sobre Ele. Nada mesmo. Isso não é novidade, dada a realidade política dos chineses. Contudo, o padre disse-lhes, após explicar sobre quem é Jesus, que jamais uma vida pode estar inferiorizada a uma cultura, seja ela qual for.

Pode parecer estranho alguém dizer isso, haja vista todas as vidas fazerem parte de uma cultura. Mas a cultura é um meio, e não o caminho, de uma vida. É por meio da cultura que conhecemos tudo, que aprendemos valores, que traçamos nossa caminhada. Porém, jamais podemos diminuir a vida em nome de uma cultura, porque sabemos que a vida é o maior bem. Até uma barata, pressentindo o perigo, foge para se salvar. Logo, a qualquer um, a vida é o maior valor.


Sabemos que na Cultura Índigena há uma diversidade. Existem índios que usam do antropofagismo como ritual para fortificar o guerreiro; outras onde há mais pacifismo; outras que, ao perderem um ente querido, cremam-o e comem as cinzas, e outras onde a morte pode ser o preço de algo que, na visão deles, está errado. Exemplo disso é o assassinato de bebês e/ou crianças. Segundo algumas culturas, quando a criança nasce com problemas mentais e/ou físicos, ou quando a mãe pari gêmeos, ambos devem ser mortos. A justificativa é a de que a criança deficiente não conseguirá sobreviver sozinha na selva, e os gêmeos representam um o bem, o outro o mau. Como não se sabe quem é quem, mata-se os dois.

Muitos antropólogos me diriam que eu devo respeitar uma cultura assim; no entanto eu entendo que a vida jamais pode estar aquém de nada. Até porque, é muito fácil discutirmos sobre o poder ou não de uma cultura quando não a vivemos. Enquanto muitos discutem o direito de que índios possam matar seus filhos, crianças estão sendo ceifadas na tenra flor da idade. Não são nossos filhos, nossos netos ou nossos sonhos que são enterrados vivos, mas crianças que perdem a oportunidade de darem voz à sua existência em nome de uma cultura que não os torna livres.

Por mais que a cultura índigena traga semelhanças da realidade selvagem, eles são pessoas dotadas de corpo, alma e espírito. E como seres tridimensionais, devem valorizar o "veículo" que isto carrega, que é a vida, dada por Deus por amor.

Apesar de os Jesuítas terem - e muito - ajudado os índios, a Igreja é vista como má por tê-los catequisado. Má é a nossa omissão em permitir que ainda exista culturas assim, que punam uma vida com a morte. Jamais, por qualquer circunstância, uma vida pode estar abaixo de nada. A catequisação indígena não foi para privá-los de sua cultura, mas para purificá-la. E isso não ocorreu apenas com eles, mas com todos onde a Igreja colonizou ao longo da história.

Neste vídeo vemos crianças sendo enterradas vivas. Apenas uma é salva pelo irmão, que teve compaixão, que viu naquela vida algo aquém de qualquer cultura. O cacique até diz que teve pena e desejou morrer com o menino que não teve a mesma sorte que a outra menina, porém, ele nada fez, e sim, permitiu que, em nome da cultura, o feito se consumasse.

Até quando veremos cenas como esta? Até quando, em nome de culturas, justificaremos o injustificável?

Faça sua parte! Lute em prol da vida! Clique aqui e saiba como ajudar!
Que Deus tenha piedade das almas dos índios que morrem de maneira tão cruenta, fria e vil.

30 de nov. de 2010

A morte não diz quando vem

“Quanto ao dia e a hora, ninguém o sabe nem mesmo os anjos do céu, nem sequer o Filho de Deus. Somente o Pai o sabe” (Mt 24,36 e Mc 13,32).


 

Hoje eu fui surpreendida com a notícia do falecimento da mãe de uma amiga. Descobri pelo Orkut, quando a irmã desta amiga postava a notícia. Fiquei sem saber o que dizer. Meu coração encheu-se de tristeza, afinal, elas são minhas amigas de infância. Sempre frequentei a casa e sua mãe sempre foi muito gentil.

Liguei de onde estou - já que moro em outra cidade - para dar-lhes os pêsames. Mas qualquer palavra agora é difícil de sufragar a dor do outro. A mãe morreu da noite pro dia. Descobriu ontem um câncer e nem chegou a amanhecer. 58 anos apenas.

Pedi à minha mãe que fosse vê-las e dar-lhes o abraço que agora não consigo dar. Contudo, decide-me rezar por eles, também pela alma desta querida que agora vai ao encontro do Pai prestar contas de tudo. Espero que as minhas orações possa ajudá-las de alguma forma.


Este ato mostra aquilo que custamos a compreender: não sabemos nem o dia, nem hora em que o Senhor nos chamará. Só o Pai sabe. A morte vem como um ladrão. Chega "do nada". Não manda recado, scrap, SMS, não twitta, não liga, nem manda sinal de fumaça. Ela vem e pronto. Eu mesma posso morrer depois deste recado. Quem garante que não?



Portanto, meus irmãos, aprendamos enquanto há tempo. Lembremos que a nossa vida tem que ser, diariamente, revista diante de Deus. Só Ele sabe o número de fios de cabelos em nossas cabeças. Só Ele sabe quando vamos partir. Melhor que seja uma partida Nele. Aprendamos com a morte,  a ver que HOJE o Senhor nos deu mais uma chance para nos convertermos, mudarmos de vida, tornarmo-nos melhores, fiéis e cristãos dedicados, pais zelosos, filhos respeitosos, profissionais idôneos. Aprendamos com São Francisco de Assis,que dizia:


“Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã nossa, a morte corporal, da qual nenhum homem pode escapar. Ai daqueles que morrerem em pecado mortal: bem-aventurados os que ela encontrar na tua santíssima vontade, porque a morte segunda não lhes farpa mal. Louvai e bendizei ao meu Senhor e rendei-lhe graças e servi-o com grande humildade.”


Não vai adiantar nada chorarmos depois que partirmos. A hora de chorarmos os nossos pecados, rogando a Deus perdão, é agora.

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Deixo aqui uma Novena pelos Defuntos, bem como as 15 Orações de Santa Brígida. Ajudar as almas do purgatório é de grande valia, (e infelizmente nos esquecemos que o Purgatório existe!) além de um ato nobilíssimo!



Nossa Senhora da Boa morte, rogai por nós, agora e na hora de nossa morte. Amém.