Exorcismo
Padres Exorcistas explicam
Consagração a Virgem Maria
Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção
Formação para Jovens
Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração
25 de fev. de 2011
Notícias que a mídia abafa
Qualquer estudante de Jornalismo pode ressaltar que, na Colação de Grau, juram pela verdade e nada publicarão de maneira tendenciosa. Serão sempre neutros e noticiarão em nome da Justiça e da Ética. Óbvio que isso, na realidade, não existe. Até existe, mas são pouquíssimos (e estes quase não têm ibope, infelizmente). Já está escarrado em nossas caras a imprensa marrom, a falta de neutralidade nas notícias, bem como a maneira de subverter a verdade em prol do dinheiro.
Na atualidade, nunca se falou tanto em "direitos humanos". E neste campo, tudo o que é tido como religioso (leia-se católico) é contra estes direitos, a saber: aborto, casamento homossexual e adoção por pares homos, anticoncepcionais artificiais, etc. Para afirmar na imprensa que devemos ser contra estes princípios, os jornais não se cansam de trazer notícias de pedofilia, homossexualismo ou qualquer outro escândalo que envolva o Clero - passando a imagem de que só no Clero é que existam coisas do tipo. Mas por que a mídia se cala, literalmente abafa notícias que "desfavoreceriam" os que rogam pelos direitos "humanos"?
Outro fato que a mídia não noticiou foi o assassinato de um menino de 6 anos por um par de gays. Segundo a matéria, o menino morreu após seus "pais" o obrigarem a relacionar-se sexualmente com eles. Você se lembra de ter lido isso em algum jornal? Ouviu no rádio, talvez? Na televisão? Não...
Que coisa, não?
O objetivo deste artigo não é safar os sem-vergonhas que estão dentro da Igreja. Há, de fato, muita maçã podre. Porém, o que eu quero - e é o que eu realmente quero - é que a mídia seja um instrumento da verdade. Já está exaustivo perceber que o sensacionalismo, que a necessidade de re-transmitir matérias que inibam o pensamento crítico seja o motor da imprensa. Queremos algo realmente verdadeiro, que fale a verdade, que noticie a justiça e que abandone a mentira em nome do dinheiro, pois se continuar assim, nós, cristãos, teremos apenas dois nomes: o de homofóbicos e o de preconceituosos.
Que São Francisco de Salles e Santa Joana de Chantal, padroeiros dos jornalistas, roguem por nós e pela verdade.
Pax.
24 de fev. de 2011
Academia islâmica quer que Papa se desculpe por Cruzadas
24.02.2011 - A maior instituição sunita do mundo condicionou nesta segunda-feira a retomada das relações entre o Vaticano e o mundo islâmico a um possível pedido de desculpas do papa Bento 16 pelas Cruzadas ou a uma condenação da ocupação israelense dos territórios palestinos.
A declaração foi dada por Muhammad Rifaa Al Tahtawi , ex-porta-voz da Academia de Investigação Islâmica de Al Azhar, com sede no Cairo, durante o evento "Agenda da convivência: cristãos e muçulmanos por um futuro juntos", promovido em Roma pela Comunidade de Santo Egídio.
Ele disse que está confiante sobre a retomada do diálogo, que foi congelado pela academia sunita no último 20 de janeiro, após o papa denunciar que os cristãos são perseguidos no Oriente Médio. Para a instituição islâmica, o pontífice teria atribuído aos muçulmanos a responsabilidade pela opressão da comunidade cristã na região.
Tahtawi, que alegou ter deixado o cargo para se unir à revolta do povo egípcio, afirmou que "não é aceitável" que o líder máximo da Igreja Católica diga que "não insultou [os muçulmanos e que] apenas falou" o que diria "para qualquer outro grupo religioso sobre a falta de liberdade religiosa".
Para o ex-porta-voz, "isso não é uma desculpa", e seria necessário que o papa "apresentasse agora as desculpas pelas Cruzadas", ou que "condenasse o que Israel está fazendo na Palestina".
Ele ainda observou que "a decisão de congelar o diálogo com o Vaticano, mesmo que nem todos no governo estivessem de acordo, foi muito popular".
"Isso não significa que não se queria um diálogo, mas que se quer um diálogo fecundo, e não de fachada, e baseado no mútuo respeito", completou.
"Nós queremos que o papa faça um gesto que dê a entender aos muçulmanos que ele lhes tem como seres humanos, assim como tem a todos os outros. Um sinal de respeito seria falar do Islã como uma região de paz, como uma das principais regiões no mundo que toma uma posição sobre as práticas israelenses, assim como sobre Jerusalém", defendeu o ex-porta-voz, acrescentando que "o mundo islâmico, em geral, sente por não ser respeitado e tratado igual".
Fonte: DA ANSA, NA CIDADE DO VATICANO/ Bol noticias
Fonte: Rainha Maria
A declaração foi dada por Muhammad Rifaa Al Tahtawi , ex-porta-voz da Academia de Investigação Islâmica de Al Azhar, com sede no Cairo, durante o evento "Agenda da convivência: cristãos e muçulmanos por um futuro juntos", promovido em Roma pela Comunidade de Santo Egídio.
Ele disse que está confiante sobre a retomada do diálogo, que foi congelado pela academia sunita no último 20 de janeiro, após o papa denunciar que os cristãos são perseguidos no Oriente Médio. Para a instituição islâmica, o pontífice teria atribuído aos muçulmanos a responsabilidade pela opressão da comunidade cristã na região.
Tahtawi, que alegou ter deixado o cargo para se unir à revolta do povo egípcio, afirmou que "não é aceitável" que o líder máximo da Igreja Católica diga que "não insultou [os muçulmanos e que] apenas falou" o que diria "para qualquer outro grupo religioso sobre a falta de liberdade religiosa".
Para o ex-porta-voz, "isso não é uma desculpa", e seria necessário que o papa "apresentasse agora as desculpas pelas Cruzadas", ou que "condenasse o que Israel está fazendo na Palestina".
Ele ainda observou que "a decisão de congelar o diálogo com o Vaticano, mesmo que nem todos no governo estivessem de acordo, foi muito popular".
"Isso não significa que não se queria um diálogo, mas que se quer um diálogo fecundo, e não de fachada, e baseado no mútuo respeito", completou.
"Nós queremos que o papa faça um gesto que dê a entender aos muçulmanos que ele lhes tem como seres humanos, assim como tem a todos os outros. Um sinal de respeito seria falar do Islã como uma região de paz, como uma das principais regiões no mundo que toma uma posição sobre as práticas israelenses, assim como sobre Jerusalém", defendeu o ex-porta-voz, acrescentando que "o mundo islâmico, em geral, sente por não ser respeitado e tratado igual".
Fonte: DA ANSA, NA CIDADE DO VATICANO/ Bol noticias
Fonte: Rainha Maria
Muçulmanos queimam aldeia cristã em Bangladesh

Roma, 23 Fev. 11 / 02:21 pm (ACI)
Trezentos colonos muçulmanos, apoiados pela polícia local, queimaram no dia 17 de fevereiro uma aldeia habitada por indígenas cristãos, hindus e budistas em Rangamati, na Diocese de Chittagonag (Bangladesh), com o objetivo de tirar-lhes suas terras.
Segundo a agência Fides, os muçulmanos usaram como pretexto o achado do corpo de seu companheiro Ali Saber para organizar "uma expedição de castigo contra a aldeia em que habitam indígenas". Outros ataques a aldeias de indígenas se registraram também na zona de Gulishakhali.
Uma testemunha ocular disse à Fides que há tempos os colonos muçulmanos expulsam os grupos étnicos não-muçulmanos para adquirir novas terras agrícolas e indicou que muitas vezes têm êxito porque as autoridades civis não intervêm para garantir os direitos das minorias étnicas e religiosas.
A população de Bangladesh (no sul da Ásia), é 89,7 por cento muçulmana; 9,2 por cento hinduístas; 0,7 por cento são budistas; 0,3 por cento cristãos e 0,1 por cento são animistas.
Fonte: ACI Digital
Trezentos colonos muçulmanos, apoiados pela polícia local, queimaram no dia 17 de fevereiro uma aldeia habitada por indígenas cristãos, hindus e budistas em Rangamati, na Diocese de Chittagonag (Bangladesh), com o objetivo de tirar-lhes suas terras.
Segundo a agência Fides, os muçulmanos usaram como pretexto o achado do corpo de seu companheiro Ali Saber para organizar "uma expedição de castigo contra a aldeia em que habitam indígenas". Outros ataques a aldeias de indígenas se registraram também na zona de Gulishakhali.
Uma testemunha ocular disse à Fides que há tempos os colonos muçulmanos expulsam os grupos étnicos não-muçulmanos para adquirir novas terras agrícolas e indicou que muitas vezes têm êxito porque as autoridades civis não intervêm para garantir os direitos das minorias étnicas e religiosas.
A população de Bangladesh (no sul da Ásia), é 89,7 por cento muçulmana; 9,2 por cento hinduístas; 0,7 por cento são budistas; 0,3 por cento cristãos e 0,1 por cento são animistas.
Fonte: ACI Digital
23 de fev. de 2011
Papa assinala a conversão pessoal como maneira de reformar a Igreja.
“Não pode haver verdadeira reforma da Igreja, sem a nossa reforma pessoal, sem a conversão do nosso coração – advertiu o Papa, dirigindo-se aos mais de sete mil peregrinos que participaram nesta quarta-feira, na Aula Paulo VI, no Vaticano, à audiência - geral, dedicada a São Roberto Belarmino, teólogo jesuíta, escritor e cardeal, que viveu de 1542 a 1621, desempenhando um importante papel, em “tempos marcados pela dolorosa cisão da cristandade ocidental, quando (explicou Bento XVI) uma grave crise política e religiosa provocou a separação da Sé Apostólica de nações inteiras”.
“Queridos irmãos e irmãs,
«Fomos criados para a glória de Deus e para a salvação eterna: este é o nosso fim. Se o alcançarmos, seremos felizes; se dele nos afastamos, seremos infelizes. Por isso, devemos considerar como verdadeiramente bom o que nos conduz ao nosso fim, e como verdadeiramente mau o que dele nos afasta»: assim escreve São Roberto Belarmino, bispo e doutor da Igreja. O Concílio de Trento terminara há pouco, e a Igreja Católica precisava de ver confirmada e consolidada a sua identidade face à Reforma protestante. A acção do nosso Santo insere-se neste contexto, tendo servido fiel e valorosamente a Igreja ao longo dos últimos decénios do século XVI e primeiros do século XVII. Na sua obra O Gemido da Pomba – «pomba» aqui é a Igreja –, chama vigorosamente o clero e os fiéis a uma reforma pessoal e concreta da própria vida. Com grande clareza e com o exemplo da vida, ensina que não pode haver verdadeira reforma da Igreja, se primeiro não houver a nossa reforma pessoal e a conversão do coração.
“Queridos irmãos e irmãs,
«Fomos criados para a glória de Deus e para a salvação eterna: este é o nosso fim. Se o alcançarmos, seremos felizes; se dele nos afastamos, seremos infelizes. Por isso, devemos considerar como verdadeiramente bom o que nos conduz ao nosso fim, e como verdadeiramente mau o que dele nos afasta»: assim escreve São Roberto Belarmino, bispo e doutor da Igreja. O Concílio de Trento terminara há pouco, e a Igreja Católica precisava de ver confirmada e consolidada a sua identidade face à Reforma protestante. A acção do nosso Santo insere-se neste contexto, tendo servido fiel e valorosamente a Igreja ao longo dos últimos decénios do século XVI e primeiros do século XVII. Na sua obra O Gemido da Pomba – «pomba» aqui é a Igreja –, chama vigorosamente o clero e os fiéis a uma reforma pessoal e concreta da própria vida. Com grande clareza e com o exemplo da vida, ensina que não pode haver verdadeira reforma da Igreja, se primeiro não houver a nossa reforma pessoal e a conversão do coração.
Fonte: ACI Digital
Deputada no Paquistão questiona Lei de Blasfêmia e é acusada de blasfemar
Roma, 22 Fev. 11 / 02:31 pm (ACI)
A Deputada Sherry Rehman do Partido Popular do Paquistão foi acusada formalmente de blasfêmia, depois de apresentar uma proposta ante o Parlamento para modificar a Lei de Blasfêmia.
Conforme informou a Rádio Vaticano no dia 17 de fevereiro, o Tribunal de Multan aceitou o pedido de um comerciante local que denunciou a deputada por um discurso que ofereceu em novembro do ano passado no qual sugere introduzir mudanças à legislação e que foi visto pela televisão.
Rehman tinha recebido várias acusações mas o resto de tribunais paquistaneses não autorizaram as denúncias.
A Lei de Blasfêmia agrupa várias normas contidas no Código Penal inspiradas diretamente na Xaria -lei religiosa muçulmana- para sancionar qualquer ofensa de palavra ou obra contra Alá, Maomé ou o Corão.
A ofensa pode ser denunciada por um muçulmano sem necessidade de testemunhas ou provas adicionais e o castigo supor o julgamento imediato e a posterior condena a prisão ou morte do acusado.
A lei é usada com freqüência para perseguir a minoria cristã, que está acostumada a ser explorada no trabalho e discriminada no acesso à educação e aos cargos públicos.
A comunidade cristã vive "uma profunda angústia e confusão", conforme informou a agência Fides, pois não se define corretamente a "blasfêmia", podendo assim incriminar qualquer um que não esteja de acordo com esta lei, enquanto os extremistas islâmicos convidam abertamente à "guerra Santa", à desobediência civil e ao homicídio.
Muitos mullah utilizam o sermão das sextas-feiras para transmitir mensagens hostis para acrescentar a tensão social e inter-religiosa no país. Alguns inclusive pedem "o uso da bomba atômica nuclear contra a Índia, em nome da guerra Santa na região de Cachemira", conforme informou a Comissão Asiática de Direitos humanos à Fides.
A sociedade civil do Paquistão sente que Não obteve "nem uma só resposta concreta por parte do governo", e pensam que não se deveria tolerar “estes pregadores do ódio e da anarquia".
A Deputada Sherry Rehman do Partido Popular do Paquistão foi acusada formalmente de blasfêmia, depois de apresentar uma proposta ante o Parlamento para modificar a Lei de Blasfêmia.
Conforme informou a Rádio Vaticano no dia 17 de fevereiro, o Tribunal de Multan aceitou o pedido de um comerciante local que denunciou a deputada por um discurso que ofereceu em novembro do ano passado no qual sugere introduzir mudanças à legislação e que foi visto pela televisão.
Rehman tinha recebido várias acusações mas o resto de tribunais paquistaneses não autorizaram as denúncias.
A Lei de Blasfêmia agrupa várias normas contidas no Código Penal inspiradas diretamente na Xaria -lei religiosa muçulmana- para sancionar qualquer ofensa de palavra ou obra contra Alá, Maomé ou o Corão.
A ofensa pode ser denunciada por um muçulmano sem necessidade de testemunhas ou provas adicionais e o castigo supor o julgamento imediato e a posterior condena a prisão ou morte do acusado.
A lei é usada com freqüência para perseguir a minoria cristã, que está acostumada a ser explorada no trabalho e discriminada no acesso à educação e aos cargos públicos.
A comunidade cristã vive "uma profunda angústia e confusão", conforme informou a agência Fides, pois não se define corretamente a "blasfêmia", podendo assim incriminar qualquer um que não esteja de acordo com esta lei, enquanto os extremistas islâmicos convidam abertamente à "guerra Santa", à desobediência civil e ao homicídio.
Muitos mullah utilizam o sermão das sextas-feiras para transmitir mensagens hostis para acrescentar a tensão social e inter-religiosa no país. Alguns inclusive pedem "o uso da bomba atômica nuclear contra a Índia, em nome da guerra Santa na região de Cachemira", conforme informou a Comissão Asiática de Direitos humanos à Fides.
A sociedade civil do Paquistão sente que Não obteve "nem uma só resposta concreta por parte do governo", e pensam que não se deveria tolerar “estes pregadores do ódio e da anarquia".
Fonte: ACI Digital
Preparação para a Quaresma
Caríssimos Irmãos e Irmãs,
Estamos a poucos dias da Quaresma, tempo precioso da nossa Liturgia. Quaresma não é só tempo de fazer uma penitência; Quaresma é tempo de conversão, de cambiar o caminho, de repensar a vida. Quaresma é tempo de fazer história na Igreja militante.
Quero viver esta Quaresma como se fosse a última de minha vida. Quero vivê-la como se ela fosse a última oportunidade que Deus me desse de ser nova criatura.
Diante disso, venho pedir aos irmãos que me ajudem. Peço que me deem dicas de livros, DVDs, CDs, sites, ou qualquer outro material sobre este tempo maravilhoso. Eu desejo, durante os 40 dias da Quaresma, trazer meditações diárias aqui no blog a fim de que as nossas almas sejam alimentadas, bem como para que nos sintamos fortes, pois um sempre ajuda o outro, e Deus socorre a todos, não é mesmo?
Espero, então, a dica de todos vocês.
Rezemos!
Em Cristo,
Evelyn.
22 de fev. de 2011
Renovar a graça do Batismo na Quaresma, exorta o Papa.

VATICANO, 22 Fev. 11 / 04:52 pm (ACI/EWTN Noticias)
Em sua mensagem para a Quaresma apresentada esta manhã no Vaticano, o Papa Bento XVI afirma que este tempo de purificação e conversão através do jejum, a esmola e a oração, deve renovar em todos os fiéis a graça recebida no Batismo.
Na mensagem titulada "Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes", o Papa se refere à íntima relação entre este sacramento, que apaga o pecado original e abre as portas à vida eterna, e o tempo de Quaresma.
"O fato que na maioria dos casos o Batismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém é merecedor da vida eterna pelas próprias forças", indica o Pontífice.
Este sacramento "não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo".
"Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva”. “De fato –prossegue o Papa- desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Batismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos".
"Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: realmente eles vivem o Batismo como um ato decisivo para toda a sua existência".
O Papa passa recorda em seguida os Evangelhos dos domingos de Quaresma: a tentação de Cristo no deserto da qual sai vitorioso, a Transfiguração do Senhor que anuncia "a divinização do homem", o encontro com a samaritana que fala da sede de vida eterna do ser humano, o encontro com o cego de nascimento que descobre em Jesus a luz do mundo; até chegar à ressurreição do Lázaro.
"A fé na ressurreição dos mortos e a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência: Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia", diz o Papa.
"Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança", acrescenta.
Com o Santo Tríduo Pascal, a Quaresma encontra seu cumprimento, "particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas batismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos «da água e do Espírito Santo», e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à ação da Graça para sermos seus discípulos".
Jejum, esmola e oração
"Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo", afirma o Papa.
Com o jejum, "aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo".
"No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha".
"A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida", prossegue o Pontífice e pergunta:
"Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projetos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro?"
Bento XVI adverte logo que "tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é um chamado à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia".
Sobre a oração, o Papa assinala que "permite-nos também adquirir uma nova concepção do tempo: de fato, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que «as suas palavras não passarão» (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele «que ninguém nos poderá tirar» (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna".
“Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida".
Finalmente o Santo Padre encomenda este tempo de conversão "à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna".
Fonte: ACI Digital
Em sua mensagem para a Quaresma apresentada esta manhã no Vaticano, o Papa Bento XVI afirma que este tempo de purificação e conversão através do jejum, a esmola e a oração, deve renovar em todos os fiéis a graça recebida no Batismo.
Na mensagem titulada "Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes", o Papa se refere à íntima relação entre este sacramento, que apaga o pecado original e abre as portas à vida eterna, e o tempo de Quaresma.
"O fato que na maioria dos casos o Batismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém é merecedor da vida eterna pelas próprias forças", indica o Pontífice.
Este sacramento "não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo".
"Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva”. “De fato –prossegue o Papa- desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Batismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos".
"Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: realmente eles vivem o Batismo como um ato decisivo para toda a sua existência".
O Papa passa recorda em seguida os Evangelhos dos domingos de Quaresma: a tentação de Cristo no deserto da qual sai vitorioso, a Transfiguração do Senhor que anuncia "a divinização do homem", o encontro com a samaritana que fala da sede de vida eterna do ser humano, o encontro com o cego de nascimento que descobre em Jesus a luz do mundo; até chegar à ressurreição do Lázaro.
"A fé na ressurreição dos mortos e a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência: Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia", diz o Papa.
"Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança", acrescenta.
Com o Santo Tríduo Pascal, a Quaresma encontra seu cumprimento, "particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas batismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos «da água e do Espírito Santo», e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à ação da Graça para sermos seus discípulos".
Jejum, esmola e oração
"Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo", afirma o Papa.
Com o jejum, "aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo".
"No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha".
"A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida", prossegue o Pontífice e pergunta:
"Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projetos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro?"
Bento XVI adverte logo que "tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é um chamado à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia".
Sobre a oração, o Papa assinala que "permite-nos também adquirir uma nova concepção do tempo: de fato, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que «as suas palavras não passarão» (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele «que ninguém nos poderá tirar» (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna".
“Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida".
Finalmente o Santo Padre encomenda este tempo de conversão "à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna".
Fonte: ACI Digital
Católicos defendem a Catedral de Lima com orações ante provocação gay
REDAÇÃO CENTRAL, 21 Fev. 11 / 05:17 pm (ACI/EWTN Noticias)
No sábado 19 de fevereiro centenas de católicos se congregaram no átrio da Catedral de Lima (Peru) para rezar um Terço pela paz, diante da provocação "Beijos contra a homofobia" na que um reduzido grupo de gays e lésbicas se beijaram na Praça Maior localizada em frente ao principal templo católico do Peru.
Os homossexuais tinham convocado à repetição deste evento realizado originalmente no sábado 12 de fevereiro no que foram desalojados violentamente pela polícia após beijar-se nas escadarias da Catedral.
Para esta segunda edição, contaram com o apoio explícito da prefeita de Lima, Susana Villarán, que em diversas ocasiões expressou sua postura favorável às uniões homossexuais.
Os gays e lésbicas fizeram uma intensa campanha mediática de convocatória para o evento do último sábado 19, mas só conseguiram reunir 8 pessoas dispostas a beijar-se na Praça Maior.
Em resposta a isso, a partir das 15:30h mais de 200 fiéis se reuniram nos subúrbios da Catedral, formando um cerco humano por mais de três horas, durante as quais se mantiveram rezando o Terço e cantando de maneira completamente pacífica.
A idéia destes católicos era defender esta Basílica do evento homossexual "Beijos contra a homofobia, a resistência" que reuniu apenas a três casais de gays e um de lésbicas, rodeados por curiosos e diversos meios de imprensa junto ao chafariz central da Praça Maior, ou, Plaza Mayor, como se conhece o local em espanhol.
"Estamos aqui em realidade para proteger nossa fé de alguma forma", declarou à agência ACI Prensa, do grupo ACI, Daniel Torres Cox, um dos participantes no Rosário pela paz.
Este jovem universitário assinalou ademais que uma manifestação gay em frente à Catedral como "beijos contra a homofobia" é "uma agressão contra o que nós acreditamos e por isso hoje estamos aqui para proteger, simplesmente para isso".
Por sua parte Nancy Freundt, do Centro de Promoção Familiar e Regulação Natural da Natalidade (CEPROFARENA), remarcou que no Peru não se persegue os homossexuais, "mas eles têm que provocar-nos e desafiar-nos porque querem acabar com todo tipo de princípio moral e a Igreja Católica é para eles o símbolo daquilo que eles querem derrubar".
Freundt também sublinhou que "a Igreja Católica não são duas pedras, somos todos os católicos que vivemos e que professamos nossa fé".
Perto das 18:45h, depois de ter conseguido manter o grupo de gays e lésbicas longe da Catedral apenas com as "armas" da oração e os cantos, os católicos se retiraram com a promessa de voltar a rezar ante esta Igreja se for novamente ameaçada.
O evento "Beijos contra a homofobia" foi convocado por ativistas gays em protesta ao majoritário rechaço da população do Peru às uniões homossexuais, cujo projeto no Congresso foi descartado no último 8 de fevereiro por ser considerado inconstitucional, já que a Carta Magna assinala que o matrimônio está conformado por um homem e uma mulher.
Uma recente pesquisa da empresa CPI, realizada entre o 1º e o 6 de fevereiro assinala que 75 % dos peruanos se opõe ao mal chamado "matrimônio" homossexual.
Fonte: ACI Digital
No sábado 19 de fevereiro centenas de católicos se congregaram no átrio da Catedral de Lima (Peru) para rezar um Terço pela paz, diante da provocação "Beijos contra a homofobia" na que um reduzido grupo de gays e lésbicas se beijaram na Praça Maior localizada em frente ao principal templo católico do Peru.
Os homossexuais tinham convocado à repetição deste evento realizado originalmente no sábado 12 de fevereiro no que foram desalojados violentamente pela polícia após beijar-se nas escadarias da Catedral.
Para esta segunda edição, contaram com o apoio explícito da prefeita de Lima, Susana Villarán, que em diversas ocasiões expressou sua postura favorável às uniões homossexuais.
Os gays e lésbicas fizeram uma intensa campanha mediática de convocatória para o evento do último sábado 19, mas só conseguiram reunir 8 pessoas dispostas a beijar-se na Praça Maior.
Em resposta a isso, a partir das 15:30h mais de 200 fiéis se reuniram nos subúrbios da Catedral, formando um cerco humano por mais de três horas, durante as quais se mantiveram rezando o Terço e cantando de maneira completamente pacífica.
A idéia destes católicos era defender esta Basílica do evento homossexual "Beijos contra a homofobia, a resistência" que reuniu apenas a três casais de gays e um de lésbicas, rodeados por curiosos e diversos meios de imprensa junto ao chafariz central da Praça Maior, ou, Plaza Mayor, como se conhece o local em espanhol.
"Estamos aqui em realidade para proteger nossa fé de alguma forma", declarou à agência ACI Prensa, do grupo ACI, Daniel Torres Cox, um dos participantes no Rosário pela paz.
Este jovem universitário assinalou ademais que uma manifestação gay em frente à Catedral como "beijos contra a homofobia" é "uma agressão contra o que nós acreditamos e por isso hoje estamos aqui para proteger, simplesmente para isso".
Por sua parte Nancy Freundt, do Centro de Promoção Familiar e Regulação Natural da Natalidade (CEPROFARENA), remarcou que no Peru não se persegue os homossexuais, "mas eles têm que provocar-nos e desafiar-nos porque querem acabar com todo tipo de princípio moral e a Igreja Católica é para eles o símbolo daquilo que eles querem derrubar".
Freundt também sublinhou que "a Igreja Católica não são duas pedras, somos todos os católicos que vivemos e que professamos nossa fé".
Perto das 18:45h, depois de ter conseguido manter o grupo de gays e lésbicas longe da Catedral apenas com as "armas" da oração e os cantos, os católicos se retiraram com a promessa de voltar a rezar ante esta Igreja se for novamente ameaçada.
O evento "Beijos contra a homofobia" foi convocado por ativistas gays em protesta ao majoritário rechaço da população do Peru às uniões homossexuais, cujo projeto no Congresso foi descartado no último 8 de fevereiro por ser considerado inconstitucional, já que a Carta Magna assinala que o matrimônio está conformado por um homem e uma mulher.
Uma recente pesquisa da empresa CPI, realizada entre o 1º e o 6 de fevereiro assinala que 75 % dos peruanos se opõe ao mal chamado "matrimônio" homossexual.
Fonte: ACI Digital
Site pró-vida é processado por padre católico
O site pró-vida americano LifeSiteNews.com está sendo processado em US$ 500.000 – isto mesmo, meio milhão de dólares – por difamação. E o querelante é, pasmem, um sacerdote católico! Leiam a matéria na íntegra em inglês no link acima.
O pe. Raymond Gravel( da foto) é aquele que, segundo a matéria citada, afirmou em uma entrevista de rádio de 2004: “Eu sou pró-escolha e não há bispo no mundo que me impedirá de receber a Comunhão, nem mesmo o Papa”. Agora ele processa LSN por difamação afirmando, entre outras coisas, que não é pró-aborto. O cinismo desta gente, no entanto, não deveria surpreender ninguém; afinal, por qual motivo quem defende o assassinato de crianças deveria ser imune a outros vícios morais menos graves, como a cara-de-pau?
Acho que o reverendíssimo sacerdote deve receber direção espiritual da sra. Dilma Rousseff. É incrível como a exata mesma tática sórdida utilizada nas eleições brasileiras de outubro passado, por meio da qual a simples veiculação de declarações públicas é transformada em campanha de calúnias e boatos, está sendo aplicada contra este que é provavelmente o maior apostolado virtual pró-vida dos Estados Unidos.
O pe. Raymond Gravel( da foto) é aquele que, segundo a matéria citada, afirmou em uma entrevista de rádio de 2004: “Eu sou pró-escolha e não há bispo no mundo que me impedirá de receber a Comunhão, nem mesmo o Papa”. Agora ele processa LSN por difamação afirmando, entre outras coisas, que não é pró-aborto. O cinismo desta gente, no entanto, não deveria surpreender ninguém; afinal, por qual motivo quem defende o assassinato de crianças deveria ser imune a outros vícios morais menos graves, como a cara-de-pau?
Acho que o reverendíssimo sacerdote deve receber direção espiritual da sra. Dilma Rousseff. É incrível como a exata mesma tática sórdida utilizada nas eleições brasileiras de outubro passado, por meio da qual a simples veiculação de declarações públicas é transformada em campanha de calúnias e boatos, está sendo aplicada contra este que é provavelmente o maior apostolado virtual pró-vida dos Estados Unidos.
Fonte: deuslovult.org
O Padre Santificado
por Pe. Antônio d' Almeida Moraes Júnior
Ano de 1943, Editora Vozes
Resumo do livro escrito por Pe. Dubois
Ano de 1943, Editora Vozes
Resumo do livro escrito por Pe. Dubois
Primeiro meio de santificação para o Padre
As virtudes
Fé - Vida e espírito de Fé - Prática da Vida da Fé
A fé, diz Santo Ambrósio, é o fundamento sólido de todas as virtudes. Se me tirais a fé, que virtudes me deixais? Como esperarei em Deus, como O amarei, se, primeiro que tudo, não creio nEle? Como praticarei a humildade, a mortificação, a paciência, a castidade, se não creio firmemente que Deus me recomenda formalmente estas virtudes, e me reserva castigos terríveis, se as transgrido?
Mas, se, roubando-me a fé, me roubais as outras virtudes, que zelo posso eu ter para cultivar em outros o que desprezo em mim mesmo?
É por estas considerações que São Vicente de Paulo escreveu: "É absolutamente necessário, quer para nosso adiantamento, quer para a salvação dos outros, seguir sempre em tudo a luz da fé".
Falemos da vida da fé. Encontramos em quatro lugares da Santa Escritura esta sentença: O justo vive da fé. Trata-se aqui da vida da alma. Deve haver, portanto, para ela, um alimento espiritual, próprio para entreter seu princípio espiritual, próprio para entreter seu princípio vital. Deus diz-nos que este alimento é a fé. Convençamo-nos disto, examinando o que se passa na alma de um infiel, de um selvagem, que não tem o menor conhecimento das verdades reveladas. Deus vem em seu auxílio, ensinando-lhe as verdades eternas. O infiel bebe em Deus e na fé, com que Ele o esclarece, uma vida, e torna-se uma nova criatura, segundo estas belas palavras do grande apóstolo: Se alguém é renegerado em Jesus Cristo, ei-lo tornado uma nova criatura; tudo o que era do velho homem desaparece para ele; passa para uma nova vida.
É certo que, se esta alma se deixa docemente guiar pelo princípio da fé que possui, tudo muda para ela, tudo, até seus atos, os mais indiferentes, até seus sentimentos, os mais íntimos.
Possuir a fé - e viver da fé, são duas coisas que não podemos confundir. Quantos santos e quantos criminosos possuem a mesma fé! Mas só os primeiros vivem da fé!
As verdades da fé são e serão indubitavelmente sempre misteriosas e ocultas neste mundo, mas é tão denso para nós o véu que as encobre, e tão transparente para os justos de Deus, que vivem da fé, que isto bem dá a conhecer o fervor de sua alma e a frieza da nossa, - a generosidade de seus sacrifícios e a frouxidão que experimentamos da nossa parte, quando é necessário combater.
Devemos, a todo custo, viver constantemente da vida da fé, porque, fora desta vida, não poderemos nunca desempenhar com pleno merecimento para nós mesmos, nem com abundância de frutos para os outros, as santas funções do nosso ministério.
Que é viver da vida de fé? Viver da vida da fé é desprezar o que o mundo estima, e estimar o que ele despreza quando se tem de escolher entre ele e o Evangelho: é, por exemplo, separar-se dos filhos do século que gritam, como insensatos: felizes dos ricos! felizes os que se divertem! e opor a esta linguagem mundana as bem-aventuranças que Jesus Cristo proclama: felizes os pobres! felizes os que choram! felizes os que sofrem perseguição por amor da justiça!
Viver da vida da fé é entreter esta vida divina, fortificá-la, desenvolvê-la mais e mais, nutrir sua alma das verdades cristãs, trazê-las a miúdo ao seu pensamento, escolhê-las para assunto de suas meditações as mais comuns, e procurar nelas só as luzes, a força e as consolações de que se precisa nas dúvidas, nos combates e nas tribulações.
Eia qual deveria ser a vida de todos os cristãos, porque todos são regenerados em Jesus Cristo, porque o Evangelho é a sua regra e a fé sua bandeira. Mas quanto esta vida da fé não é mais obrigatória para o Padre que a prega no púlpito, que insinua no tribunal da penitência, que faz dela a cada momento profissão pública nas diviníssimas funções que desempenha!
Onde iremos procurar a vida da fé, se o próprio Padre não a conhece?
O Padre só é grande pela fé; dela é que tira o esplendor de sua glória: na esfera da fé é que se exercem todos os atos do seu sacerdócio; ele não é nada senão pela fé. Logo, sejamos homens de fé; sejamos os primeiros a praticar o que pregamos aos outros. Fiéis imitadores de Jesus Cristo, nosso chefe, comecemos por praticar antes de ensinar.
Envergonhemo-nos de ensinar aos simples fiéis a santificar suas obras comuns, e não sabermos nós mesmos desempenhar dignamente as funções divinas do nosso sacerdócio. Vivamos da vida da fé, porque é da fé que resulta nossa glória, e entremos nos sentimentos desse homem venerável, Mr. de Renty, piedoso leigo, cuja vida escreveu o sábio P. Santa-Jura, o qual dizia na expansão da sua fervorosa piedade: "Ah! quanto é bom viver da vida da fé! De dia para dia conheço a sua graça. Os que vivem esta vida dos justos, tocam afinal o cúmulo da sua perfeição, e recebem as primícias da glória". Não consintamos que os leigos sejam nossos mestres, nós que somos seus pastores, e todos os dias temos a eles por nossos ouvintes e discípulos.
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Fonte: A Grande Guerra
Novo filme sobre a Sagrada Família seria estreado no Natal
LOS ANGELES, 21 Fev. 11 / 02:22 pm (ACI)
Para o próximo 14 de março se espera que tenha início a produção do filme "Maria Mãe de Cristo", que apresentará a vida da Virgem Maria, ressaltando seu amor a José, sua inesperada maternidade e "o triunfo sobre o terror semeado pelo rei Herodes o Grande".
O roteiro está sendo preparado por Benedict Fitzgerald, co-autor do roteiro do filme "A Paixão de Cristo", junto com Mel Gibson, e Bárbara Nicolosi, ambos católicos praticantes. Por esta razão alguns analistas esperam este seja um filme fiel à tradição da Igreja.
O filme, cujo orçamento se estima em 36 milhões de dólares, terá entre seus protagonistas ao conhecido ator Al Pacino no papel do Herodes, e Peter O'Toole, conhecido por sua interpretação de Thomas Lawrence no filme Lawrence da Arábia, no papel de Simeão.
No filme, que será filmado inteiramente no Marrocos, também participarão a jovem Camille Belle no papel de Maria, e Diogo Morgado, um jovem ator português que também teve participações em produções brasileiras, quem interpretará o papel de São José.
Espera-se que o filme seja estreado no Natal deste ano.
Para o próximo 14 de março se espera que tenha início a produção do filme "Maria Mãe de Cristo", que apresentará a vida da Virgem Maria, ressaltando seu amor a José, sua inesperada maternidade e "o triunfo sobre o terror semeado pelo rei Herodes o Grande".
O roteiro está sendo preparado por Benedict Fitzgerald, co-autor do roteiro do filme "A Paixão de Cristo", junto com Mel Gibson, e Bárbara Nicolosi, ambos católicos praticantes. Por esta razão alguns analistas esperam este seja um filme fiel à tradição da Igreja.
O filme, cujo orçamento se estima em 36 milhões de dólares, terá entre seus protagonistas ao conhecido ator Al Pacino no papel do Herodes, e Peter O'Toole, conhecido por sua interpretação de Thomas Lawrence no filme Lawrence da Arábia, no papel de Simeão.
No filme, que será filmado inteiramente no Marrocos, também participarão a jovem Camille Belle no papel de Maria, e Diogo Morgado, um jovem ator português que também teve participações em produções brasileiras, quem interpretará o papel de São José.
Espera-se que o filme seja estreado no Natal deste ano.
Fonte: ACI Digital
21 de fev. de 2011
Irmã Serafina Micheli, futura beata e a visão de Lutero no inferno

21.02.2011 - Em 1883, a Irmã Maria Serafina Micheli (1849-1911), que será beatificada em Faicchio, na província de Benevent, diocese de Cerreto Sannita (Itália), em 28 maio de 2011, fundadora das Irmãs dos Anjos, estava passando por Eisleben, na Sassonia, cidade natal de Lutero. Naquele dia se festejava o quarto centenário do nascimento do grande herege (10 de novembro de 1483), que dividiu em duas a Europa e a Igreja, deste modo as ruas estavam lotadas, as varandas enfeitadas com bandeiras. Entre as numerosas autoridades presentes aguardava-se, a qualquer momento, a chegada do empreendedor Guglielmo I, que presidiria a celebração solene. A futura beata, embora notasse o grande tumulto, não estava interessada em saber a razão para aquele entusiasmo inusitado, seu único desejo era procurar uma igreja e rezar para poder fazer uma visita a Jesus Sacramentado. Depois de caminhar por algum tempo, finalmente, encontrou uma, mas as portas…
… estavam fechadas. De todo modo, ela se ajoelhou na escadaria de acesso para fazer as suas orações. Sendo noite, não havia percebido que não era uma igreja católica, mas protestante. Enquanto rezava, o Anjo da Guarda lhe apareceu e disse: “Levanta-te, pois esta é uma igreja protestante”. E acrescentou: “Mas eu quero fazer-te ver o local onde Martinho Lutero foi condenado e a pena que sofreu em castigo do seu orgulho”.
Depois destas palavras, ela viu um terrível abismo de fogo, no qual eram cruelmente atormentadas um incalculável número de almas. No fundo deste precipício havia um homem, Martinho Lutero, que se distinguia dos demais: estava cercado por demônios que o obrigavam a se ajoelhar e todos, munidos de martelos, se esforçavam, em vão, em fincar em sua cabeça um grande prego. A Irmã pensou: se o povo em festa visse esta cena dramática, certamente, não tributariam honra, recordações, comemorações e festejos para um tal personagem. Em seguida, quando se apresentou a ocasião, recordou às suas irmãs que vivessem na humildade e no recolhimento. Estava convencida de que Martinho Lutero fora punido no inferno, sobretudo, por conta do primeiro pecado capital, o orgulho.
O orgulho o fez cair em pecado capital, conduziu-o à rebelião aberta contra a Igreja Católica Romana. A sua conduta, sua postura para com a Igreja e a sua pregação foram determinantes para enganar e levar muitas almas superficiais e incautas à ruína eterna. Se quisermos evitar o inferno, vivamos na humildade. Aceitemos não ser considerados, valorizados e estimados por aqueles que nos conhecem. Não nos queixemos quando formos desprezados ou deixados por último por outros que pensamos ser menos dignos que nós. Jamais critiquemos, por qualquer razão, as ações daqueles que nos rodeiam. Se julgarmos os outros, nem sequer somos cristãos. Se julgarmos os outros, não somos sequer nós mesmos.
Confiemos sempre na graça de Deus e não em nós mesmos. Não nos preocupemos excessivamente com nossa fragilidade, mas com nosso orgulho e presunção. Digamos freqüentemente com o salmista: “Senhor, meu coração não se enche de orgulho, meu olhar não se levanta arrogante. Não procuro grandezas, nem coisas superiores a mim.” (Salmo 130). Ofereçamos a Deus nosso “nada”: a incapacidade, a dificuldade, os desânimos, as desilusões, as incompreensões, as tentações, as quedas e as amarguras de cada dia. Reconheçamo-nos pecadores, necessitados de sua misericórdia. Jesus, justamente porque somos pecadores, só nos pede que abramos nosso coração e nos deixemos ser amados por Ele. Esta é a experiência de São Paulo: “porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força. Portanto, prefiro gloriar-me das minhas fraquezas, para que habite em mim a força de Cristo “(2 Cor. 12,9). Não impeçamos o amor de Deus para conosco com o pecado ou com a indiferença. Demos sempre a Ele mais espaço em nossa vida, para viver em plena comunhão com Ele no tempo e na eternidade.
Pe. Marcello Stanzione
Fonte: http://fratresinunum.com
Fonte: Rainha Maria
… estavam fechadas. De todo modo, ela se ajoelhou na escadaria de acesso para fazer as suas orações. Sendo noite, não havia percebido que não era uma igreja católica, mas protestante. Enquanto rezava, o Anjo da Guarda lhe apareceu e disse: “Levanta-te, pois esta é uma igreja protestante”. E acrescentou: “Mas eu quero fazer-te ver o local onde Martinho Lutero foi condenado e a pena que sofreu em castigo do seu orgulho”.
Depois destas palavras, ela viu um terrível abismo de fogo, no qual eram cruelmente atormentadas um incalculável número de almas. No fundo deste precipício havia um homem, Martinho Lutero, que se distinguia dos demais: estava cercado por demônios que o obrigavam a se ajoelhar e todos, munidos de martelos, se esforçavam, em vão, em fincar em sua cabeça um grande prego. A Irmã pensou: se o povo em festa visse esta cena dramática, certamente, não tributariam honra, recordações, comemorações e festejos para um tal personagem. Em seguida, quando se apresentou a ocasião, recordou às suas irmãs que vivessem na humildade e no recolhimento. Estava convencida de que Martinho Lutero fora punido no inferno, sobretudo, por conta do primeiro pecado capital, o orgulho.
O orgulho o fez cair em pecado capital, conduziu-o à rebelião aberta contra a Igreja Católica Romana. A sua conduta, sua postura para com a Igreja e a sua pregação foram determinantes para enganar e levar muitas almas superficiais e incautas à ruína eterna. Se quisermos evitar o inferno, vivamos na humildade. Aceitemos não ser considerados, valorizados e estimados por aqueles que nos conhecem. Não nos queixemos quando formos desprezados ou deixados por último por outros que pensamos ser menos dignos que nós. Jamais critiquemos, por qualquer razão, as ações daqueles que nos rodeiam. Se julgarmos os outros, nem sequer somos cristãos. Se julgarmos os outros, não somos sequer nós mesmos.
Confiemos sempre na graça de Deus e não em nós mesmos. Não nos preocupemos excessivamente com nossa fragilidade, mas com nosso orgulho e presunção. Digamos freqüentemente com o salmista: “Senhor, meu coração não se enche de orgulho, meu olhar não se levanta arrogante. Não procuro grandezas, nem coisas superiores a mim.” (Salmo 130). Ofereçamos a Deus nosso “nada”: a incapacidade, a dificuldade, os desânimos, as desilusões, as incompreensões, as tentações, as quedas e as amarguras de cada dia. Reconheçamo-nos pecadores, necessitados de sua misericórdia. Jesus, justamente porque somos pecadores, só nos pede que abramos nosso coração e nos deixemos ser amados por Ele. Esta é a experiência de São Paulo: “porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força. Portanto, prefiro gloriar-me das minhas fraquezas, para que habite em mim a força de Cristo “(2 Cor. 12,9). Não impeçamos o amor de Deus para conosco com o pecado ou com a indiferença. Demos sempre a Ele mais espaço em nossa vida, para viver em plena comunhão com Ele no tempo e na eternidade.
Pe. Marcello Stanzione
Fonte: http://fratresinunum.com
Fonte: Rainha Maria
Coisas que fazem rir... Ou seria melhor chorar?

Por Don Henrique,
Recentemente cerca de 145 teólogos de língua alemã tornaram público um manifesto em que pedem uma reforma na Igreja para superar a crise de fé e de frieza de tantos católicos. A proposta inclui o fim do celibato obrigatório, a ordenação de mulheres, uma mudança na avaliação dos pares homossexuais por parte da Igreja, a admissão à comunhão dos casais em segunda união, etc.
Agora os jesuítas norte-americanos defendem uma fórmula para superar o problema dos bancos das igrejas ficando vazios nos países de língua inglesa: fazer que metade dos conselheiros dos bispos nas dioceses sejam leigos, reduzir a 100 o número de cardeais e criar um conselho internacional de leigos composto por 100 membros, que atuaria ao lado dos cardeais, que ajudariam a aconselhar o papa e elegeriam seu sucessor.
Pensando em tais propostas, eu fico imaginando a cabeça dessa gente! Que diploma de teologia perdido, o desse pessoal! Que vida cristã mais vazia! Como é que existe alguém capaz de pensar que bobagens como essas podem ser solução para alguma coisa na vida da Igreja? O mundo, as pessoas, pouco estão ligando para essas tolices! Interessante que os movimentos e congregações fieis ao Evangelho, à doutrina da Igreja e ao Papa, estão cheios de membros animados e vigorosos...
O que enche os bancos das igrejas? Jesus! Jesus pregado com plena fidelidade ao Evangelho e à fé da Igreja! O que enche os bancos das igrejas? Bispos, padres e leigos santos, religiosos que sejam religiosos, que tenham religião! O que enche os bancos das igrejas? Cristãos que acreditem no que creem, deixem de falar bobagens, desistam de namorar com o mundo, deixem de criticar a própria Igreja e cuidam de amar Jesus e, com humildade, santidade e coerência, preguem o Evangelho com todas as suas exigências! O que enche os bancos das igrejas? Mas, espere um momento! E encher banco de igreja deveria mesmo ser a nossa preocupação? Que encher banco de igreja que nada! Nossa preocupação deve ser a fidelidade ao Senhor, à fé apostólica, às exigências do Evangelho. O resto é secundário, é acréscimo, é conseqüência!
Quanto a esses senhores, dão pena! São de fazer rir... Rir, não: chorar!
Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/
Agora os jesuítas norte-americanos defendem uma fórmula para superar o problema dos bancos das igrejas ficando vazios nos países de língua inglesa: fazer que metade dos conselheiros dos bispos nas dioceses sejam leigos, reduzir a 100 o número de cardeais e criar um conselho internacional de leigos composto por 100 membros, que atuaria ao lado dos cardeais, que ajudariam a aconselhar o papa e elegeriam seu sucessor.
Pensando em tais propostas, eu fico imaginando a cabeça dessa gente! Que diploma de teologia perdido, o desse pessoal! Que vida cristã mais vazia! Como é que existe alguém capaz de pensar que bobagens como essas podem ser solução para alguma coisa na vida da Igreja? O mundo, as pessoas, pouco estão ligando para essas tolices! Interessante que os movimentos e congregações fieis ao Evangelho, à doutrina da Igreja e ao Papa, estão cheios de membros animados e vigorosos...
O que enche os bancos das igrejas? Jesus! Jesus pregado com plena fidelidade ao Evangelho e à fé da Igreja! O que enche os bancos das igrejas? Bispos, padres e leigos santos, religiosos que sejam religiosos, que tenham religião! O que enche os bancos das igrejas? Cristãos que acreditem no que creem, deixem de falar bobagens, desistam de namorar com o mundo, deixem de criticar a própria Igreja e cuidam de amar Jesus e, com humildade, santidade e coerência, preguem o Evangelho com todas as suas exigências! O que enche os bancos das igrejas? Mas, espere um momento! E encher banco de igreja deveria mesmo ser a nossa preocupação? Que encher banco de igreja que nada! Nossa preocupação deve ser a fidelidade ao Senhor, à fé apostólica, às exigências do Evangelho. O resto é secundário, é acréscimo, é conseqüência!
Quanto a esses senhores, dão pena! São de fazer rir... Rir, não: chorar!
Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/
Fuga das ocasiões de pecado: um dos mais graves deveres da vida espiritual.

I. Da obrigação de evitar as ocasiões perigosas
Um sem número de cristãos se perde por não querer evitar as ocasiões de pecado. Quantas almas lá no inferno não se lastimam e queixam: Infeliz de mim! Se tivesse evitado aquela ocasião, não estaria agora condenado por toda a eternidade!
Falando aqui da ocasião de pecado, temos em vista a ocasião próxima, pois deve-se distinguir entre ocasiões próximas e remotas. Ocasião remota é a que se nos depara em toda a parte e que raramente arrasta o homem ao pecado. Ocasião próxima é a que, por sua natureza, regularmente induz ao pecado. Por exemplo, achar-se-ia em ocasião próxima um jovem que muitas vezes e sem necessidade se entretêm com pessoas levianas de outro sexo. Ocasião próxima para uma certa pessoa é também aquela que já a arrastou muitas vezes ao pecado. Algumas ocasiões consideradas em si não são próximas, mas tornam-se tais, contudo, para uma determinada pessoa que, achando-se em semelhantes circunstâncias, já caiu muitas vezes em pecado em razão de suas más inclinações e hábitos. Portanto, o perigo não é igual nem o mesmo para todos.
O Espírito Santo diz: ‘Quem ama o perigo nele perecerá’ (Ecli 3, 27). Segundo S. Tomás, a razão disso é que Deus nos abandona no perigo quando a ele nos expomos deliberadamente ou dele não nos afastamos. São Bernardino de Siena diz que dentre todos os conselhos de Jesus Cristo, o mais importante e como que a base de toda a religião, é aquele pelo qual nos recomenda a fuga da ocasião de pecado.
Se fores, pois, tentado, e especialmente se te achares em ocasião próxima, acautela-te para não te deixares seduzir pelo tentador. O demônio deseja que se se entretenha com a tentação, porque então torna-se-lhe fácil a vitória. Deves, porém, fugir sem demora, invocar os santos nomes de Jesus e Maria, sem prestar atenção, nem sequer por um instante, ao inimigo que te tenta. S. Pedro nos afirma que o demônio rodeia cada alma para ver se a pode tragar: ‘Vosso adversário, o demônio, vos rodeia como um leão que ruge, procurando a quem devorar’ (I Ped 5, 8). São Cipriano, explicando essas palavras, diz que o demônio espreita uma porta por onde possa entrar na alma; logo que se oferece uma ocasião perigosa, diz consigo mesmo: ‘eis a porta pela qual poderei entrar’, e imediatamente sugere a tentação. Se então a alma se mostrar indolente para fugir da tentação, cairá seguramente, em especial se se tratar de um pecado impuro. É a razão por que ao demônio mais desagradam os propósitos de fugirmos das ocasiões de pecado, que as promessas de nunca mais ofendermos a Deus, porque as ocasiões não evitadas tornam-se como uma faixa que nos venda os olhos para não vermos as verdades eternas, as ilustrações divinas e as promessas feitas a Deus.
Quem estiver, porém, enredado em pecado contra a castidade, deverá, para o futuro, evitar não só a ocasião próxima, mas também a remota, enquanto possível, porque em tal se sentirá muito fraco para resistir. Não nos deixemos enganar pelo pretexto da ocasião ser necessária, como dizem os teólogos, e que por isso não estamos obrigados a evitá-la, pois Jesus Cristo disse: ‘Se teu olho direito te escandaliza, arranca-o e lança-o de ti’ (Mt 5, 29). Mesmo que seja teu olho direito deverás arrancá-lo e lançar fora de ti, para que não sejas condenado. Logo, deves fugir daquela ocasião, ainda que remota, já que, em razão de tua fraqueza, tornou-se ela uma ocasião próxima para ti.
Antes de tudo devemos estar convencidos que nós, revestidos de carne, não podemos por própria força guardar a castidade; só Deus, em Sua imensa bondade, nos poderá dar força para tanto.
É verdade que Deus atende a quem Lhe suplica, mas não poderá atender à oração daquele que conscientemente se expõe ao perigo e não o deixa, apesar de o conhecer, pois, como diz o Espírito Santo, quem ama o perigo perecerá nele.
Ó Deus, quantos cristãos existem que, apesar de levarem uma vida piedosa, caem finalmente e obstinam-se no pecado, só porque não querem evitar a ocasião próxima do pecado impuro. Por isso nos aconselha S. Paulo (Fil 2, 12): ‘Com temor e tremor operai a vossa salvação’. Quem não teme e ousa expor-se às ocasiões perigosas, principalmente quando se trata do pecado impuro, dificilmente se salvará.
II. De algumas ocasiões que devemos evitar cuidadosamente
Como queremos salvar nossa alma, é nosso dever fugir da ocasião do pecado. Principalmente devemos abster-nos de contemplar pessoas que nos suscitam maus pensamentos. ‘Pelos olhos entra a seta do amor impuro e fere a alma’, diz S. Bernardo (De modo bene viv., c. 23), e essa seta, ferindo-a, tira-lhe a vida. O Espírito Santo dá-nos o conselho: ‘Desviai vossos olhos de uma mulher adornada’ (Ecli 9, 8).
Para se livrar de tentações impuras, um antigo filósofo arrancou os olhos. Nós, cristãos, não podemos assim proceder, mas devemos cegar-nos espiritualmente, desviando os olhos de objetos que possam ocasionar-nos tentações. São Luís Gonzaga nunca olhava para uma mulher e, mesmo em conversa com sua própria mãe, tinha os olhos postos no chão. É claro que o mesmo perigo existe para mulheres que cravam seus olhares em homens.
Em segundo lugar, deve-se evitar todas as más companhias e as conversas e entretenimentos em que se divertem homens e mulheres. Com os santos te santificarás e com os perversos te perverterás. Anda com os bons e tornar-te-ás bom, anda com os desonestos e tornar-te-ás desonesto.
O homem toma os hábitos daqueles que convivem com ele, diz São Tomás de Aquino. Se estiveres metido numa conversação perigosa, que não possas abandonar, segue o conselho do Espírito Santo: Cerca teus ouvidos de espinhos para que os pensamentos impuros dos outros não achem neles entrada. Quando São Bernardino de Siena, ainda pequeno, ouvia uma palavra desonesta, sentia o rubor subir à sua face, e por isso seus companheiros tomavam cuidado para não pronunciar tais palavras em sua presença. E Santo Estanislau Kostka sentia tal asco ao ouvir tais palavras, que perdia os sentidos.
Quando ouvires alguém conversando sobre coisas impuras, volta-lhe as costas e foge. Assim costumava proceder São Edmundo. Havendo uma vez abandonado seus companheiros por estarem conversando sobre coisas desonestas, encontrou-se com um jovem extraordinariamente belo, que lhe disse: Deus te abençoe, caríssimo. Ao que o Santo perguntou, admirado: Quem és tu? Ele respondeu: Olha para minha fronte e lerás meu nome. Edmundo levantou os olhos e leu: Jesus Nazareno, Rei dos Judeus. Com isso Nosso Senhor desapareceu e o Santo sentiu uma alegria celestial em seu coração.
Achando-te em companhia de rapazes que conversam sobre coisas desonestas e, não podendo retirar-te, não lhes dês atenção, volta-lhes o rosto e dá-lhes a conhecer que tais conversas te desagradam.
Deves também abster-te de considerar quadros menos decentes. São Carlos Borromeu proibiu a todos os pais de família conservarem tais quadros em suas casas. Deves igualmente evitar a leitura de maus livros, revistas e jornais, e não só dos que tratam ostensivamente de coisas imorais, como também dos que tratam de histórias insinuantes, como certos poetas e romancistas.
Vós, pais de famílias, proibi a vossos filhos a leitura de romances: estes causam muitas vezes maiores danos que os livros propriamente imorais, porque deixam nos corações dos jovens certas más impressões que lhes roubam a devoção e os induzem ao pecado. São Boaventura diz (De inst. nov., p. 1 , c. 14): ‘Leituras vãs produzem pensamentos vãos e destroem a devoção’. Dai a vossos filhos livros espirituais, como a história eclesiástica, ou vidas de santos e semelhantes.
Proibi a vossos filhos representar um papel qualquer em comédia inconveniente e mesmo a assistência a representações imorais. ‘Quem foi casto para o teatro, de lá volta manchado’, diz São Cipriano. Se para lá se dirigiu aquele jovem ou aquela donzela, em estado de graça, de lá voltam ambos em estado de pecado. Proibi também a vossos filhos a ida a certas festas, que são festas do demônio, nas quais há danças, namoros, canções impudicas, gracejos e divertimentos perigosos. Onde há danças, celebra-se uma festa do demônio, diz Santo Efrém.
Mas que há de ruim quando se graceja? dirá alguém. Esses tais gracejos não são gracejos, mas crimes, responde São João Crisóstomo, são graves ofensas contra Deus. Um companheiro do padre João Vitellio, contra a vontade deste servo de Deus, se dirigiu uma vez para um tal divertimento em Nórcia. Que lhe aconteceu? Perdeu primeiramente a graça de Deus, entregou-se em seguida a uma vida desregrada e foi finalmente assassinado por seu próprio irmão.
Poderás aqui perguntar-me se é pecado mortal namorar. Responderei a essa pergunta na segunda parte, c. 6, § IV. Aqui só direi que tais namoros tornam-se ocasião próxima do pecado. A experiência ensina que em tais casos só poucos deixam de pecar. Se não pecam já no começo, caem no decorrer do tempo. No princípio se entretêm só por mútua inclinação; esta torna-se, porém, em breve, paixão, e a paixão, uma vez arraigada, cega o espírito e arrasta a muitos pecados de pensamentos, palavras e obras.
Um sem número de cristãos se perde por não querer evitar as ocasiões de pecado. Quantas almas lá no inferno não se lastimam e queixam: Infeliz de mim! Se tivesse evitado aquela ocasião, não estaria agora condenado por toda a eternidade!
Falando aqui da ocasião de pecado, temos em vista a ocasião próxima, pois deve-se distinguir entre ocasiões próximas e remotas. Ocasião remota é a que se nos depara em toda a parte e que raramente arrasta o homem ao pecado. Ocasião próxima é a que, por sua natureza, regularmente induz ao pecado. Por exemplo, achar-se-ia em ocasião próxima um jovem que muitas vezes e sem necessidade se entretêm com pessoas levianas de outro sexo. Ocasião próxima para uma certa pessoa é também aquela que já a arrastou muitas vezes ao pecado. Algumas ocasiões consideradas em si não são próximas, mas tornam-se tais, contudo, para uma determinada pessoa que, achando-se em semelhantes circunstâncias, já caiu muitas vezes em pecado em razão de suas más inclinações e hábitos. Portanto, o perigo não é igual nem o mesmo para todos.
O Espírito Santo diz: ‘Quem ama o perigo nele perecerá’ (Ecli 3, 27). Segundo S. Tomás, a razão disso é que Deus nos abandona no perigo quando a ele nos expomos deliberadamente ou dele não nos afastamos. São Bernardino de Siena diz que dentre todos os conselhos de Jesus Cristo, o mais importante e como que a base de toda a religião, é aquele pelo qual nos recomenda a fuga da ocasião de pecado.
Se fores, pois, tentado, e especialmente se te achares em ocasião próxima, acautela-te para não te deixares seduzir pelo tentador. O demônio deseja que se se entretenha com a tentação, porque então torna-se-lhe fácil a vitória. Deves, porém, fugir sem demora, invocar os santos nomes de Jesus e Maria, sem prestar atenção, nem sequer por um instante, ao inimigo que te tenta. S. Pedro nos afirma que o demônio rodeia cada alma para ver se a pode tragar: ‘Vosso adversário, o demônio, vos rodeia como um leão que ruge, procurando a quem devorar’ (I Ped 5, 8). São Cipriano, explicando essas palavras, diz que o demônio espreita uma porta por onde possa entrar na alma; logo que se oferece uma ocasião perigosa, diz consigo mesmo: ‘eis a porta pela qual poderei entrar’, e imediatamente sugere a tentação. Se então a alma se mostrar indolente para fugir da tentação, cairá seguramente, em especial se se tratar de um pecado impuro. É a razão por que ao demônio mais desagradam os propósitos de fugirmos das ocasiões de pecado, que as promessas de nunca mais ofendermos a Deus, porque as ocasiões não evitadas tornam-se como uma faixa que nos venda os olhos para não vermos as verdades eternas, as ilustrações divinas e as promessas feitas a Deus.
Quem estiver, porém, enredado em pecado contra a castidade, deverá, para o futuro, evitar não só a ocasião próxima, mas também a remota, enquanto possível, porque em tal se sentirá muito fraco para resistir. Não nos deixemos enganar pelo pretexto da ocasião ser necessária, como dizem os teólogos, e que por isso não estamos obrigados a evitá-la, pois Jesus Cristo disse: ‘Se teu olho direito te escandaliza, arranca-o e lança-o de ti’ (Mt 5, 29). Mesmo que seja teu olho direito deverás arrancá-lo e lançar fora de ti, para que não sejas condenado. Logo, deves fugir daquela ocasião, ainda que remota, já que, em razão de tua fraqueza, tornou-se ela uma ocasião próxima para ti.
Antes de tudo devemos estar convencidos que nós, revestidos de carne, não podemos por própria força guardar a castidade; só Deus, em Sua imensa bondade, nos poderá dar força para tanto.
É verdade que Deus atende a quem Lhe suplica, mas não poderá atender à oração daquele que conscientemente se expõe ao perigo e não o deixa, apesar de o conhecer, pois, como diz o Espírito Santo, quem ama o perigo perecerá nele.
Ó Deus, quantos cristãos existem que, apesar de levarem uma vida piedosa, caem finalmente e obstinam-se no pecado, só porque não querem evitar a ocasião próxima do pecado impuro. Por isso nos aconselha S. Paulo (Fil 2, 12): ‘Com temor e tremor operai a vossa salvação’. Quem não teme e ousa expor-se às ocasiões perigosas, principalmente quando se trata do pecado impuro, dificilmente se salvará.
II. De algumas ocasiões que devemos evitar cuidadosamente
Como queremos salvar nossa alma, é nosso dever fugir da ocasião do pecado. Principalmente devemos abster-nos de contemplar pessoas que nos suscitam maus pensamentos. ‘Pelos olhos entra a seta do amor impuro e fere a alma’, diz S. Bernardo (De modo bene viv., c. 23), e essa seta, ferindo-a, tira-lhe a vida. O Espírito Santo dá-nos o conselho: ‘Desviai vossos olhos de uma mulher adornada’ (Ecli 9, 8).
Para se livrar de tentações impuras, um antigo filósofo arrancou os olhos. Nós, cristãos, não podemos assim proceder, mas devemos cegar-nos espiritualmente, desviando os olhos de objetos que possam ocasionar-nos tentações. São Luís Gonzaga nunca olhava para uma mulher e, mesmo em conversa com sua própria mãe, tinha os olhos postos no chão. É claro que o mesmo perigo existe para mulheres que cravam seus olhares em homens.
Em segundo lugar, deve-se evitar todas as más companhias e as conversas e entretenimentos em que se divertem homens e mulheres. Com os santos te santificarás e com os perversos te perverterás. Anda com os bons e tornar-te-ás bom, anda com os desonestos e tornar-te-ás desonesto.
O homem toma os hábitos daqueles que convivem com ele, diz São Tomás de Aquino. Se estiveres metido numa conversação perigosa, que não possas abandonar, segue o conselho do Espírito Santo: Cerca teus ouvidos de espinhos para que os pensamentos impuros dos outros não achem neles entrada. Quando São Bernardino de Siena, ainda pequeno, ouvia uma palavra desonesta, sentia o rubor subir à sua face, e por isso seus companheiros tomavam cuidado para não pronunciar tais palavras em sua presença. E Santo Estanislau Kostka sentia tal asco ao ouvir tais palavras, que perdia os sentidos.
Quando ouvires alguém conversando sobre coisas impuras, volta-lhe as costas e foge. Assim costumava proceder São Edmundo. Havendo uma vez abandonado seus companheiros por estarem conversando sobre coisas desonestas, encontrou-se com um jovem extraordinariamente belo, que lhe disse: Deus te abençoe, caríssimo. Ao que o Santo perguntou, admirado: Quem és tu? Ele respondeu: Olha para minha fronte e lerás meu nome. Edmundo levantou os olhos e leu: Jesus Nazareno, Rei dos Judeus. Com isso Nosso Senhor desapareceu e o Santo sentiu uma alegria celestial em seu coração.
Achando-te em companhia de rapazes que conversam sobre coisas desonestas e, não podendo retirar-te, não lhes dês atenção, volta-lhes o rosto e dá-lhes a conhecer que tais conversas te desagradam.
Deves também abster-te de considerar quadros menos decentes. São Carlos Borromeu proibiu a todos os pais de família conservarem tais quadros em suas casas. Deves igualmente evitar a leitura de maus livros, revistas e jornais, e não só dos que tratam ostensivamente de coisas imorais, como também dos que tratam de histórias insinuantes, como certos poetas e romancistas.
Vós, pais de famílias, proibi a vossos filhos a leitura de romances: estes causam muitas vezes maiores danos que os livros propriamente imorais, porque deixam nos corações dos jovens certas más impressões que lhes roubam a devoção e os induzem ao pecado. São Boaventura diz (De inst. nov., p. 1 , c. 14): ‘Leituras vãs produzem pensamentos vãos e destroem a devoção’. Dai a vossos filhos livros espirituais, como a história eclesiástica, ou vidas de santos e semelhantes.
Proibi a vossos filhos representar um papel qualquer em comédia inconveniente e mesmo a assistência a representações imorais. ‘Quem foi casto para o teatro, de lá volta manchado’, diz São Cipriano. Se para lá se dirigiu aquele jovem ou aquela donzela, em estado de graça, de lá voltam ambos em estado de pecado. Proibi também a vossos filhos a ida a certas festas, que são festas do demônio, nas quais há danças, namoros, canções impudicas, gracejos e divertimentos perigosos. Onde há danças, celebra-se uma festa do demônio, diz Santo Efrém.
Mas que há de ruim quando se graceja? dirá alguém. Esses tais gracejos não são gracejos, mas crimes, responde São João Crisóstomo, são graves ofensas contra Deus. Um companheiro do padre João Vitellio, contra a vontade deste servo de Deus, se dirigiu uma vez para um tal divertimento em Nórcia. Que lhe aconteceu? Perdeu primeiramente a graça de Deus, entregou-se em seguida a uma vida desregrada e foi finalmente assassinado por seu próprio irmão.
Poderás aqui perguntar-me se é pecado mortal namorar. Responderei a essa pergunta na segunda parte, c. 6, § IV. Aqui só direi que tais namoros tornam-se ocasião próxima do pecado. A experiência ensina que em tais casos só poucos deixam de pecar. Se não pecam já no começo, caem no decorrer do tempo. No princípio se entretêm só por mútua inclinação; esta torna-se, porém, em breve, paixão, e a paixão, uma vez arraigada, cega o espírito e arrasta a muitos pecados de pensamentos, palavras e obras.
III. Fúteis objeções contra as sobreditas verdades
Objetar-me-ás: Mudei duma vez de vida; não tenho nenhuma má intenção, nem mesmo uma tentação quando vou visitar fulana ou sicrana. Respondo: Conta-se que há uma espécie de ursos que caçam macacos: ao avistar o urso, fogem estes para as árvores. Mas que faz o urso? Deita-se debaixo da árvore e faz-se de morto. Descem os macacos com esse engano e então, de um salto, captura-os e devora-os. É o que pratica o demônio: representa a tentação como morta, e assim que desceres, isto é, logo que te expuseres ao perigo, desperta-a de novo, e ela te tragará. Oh! Quantos cristãos, que se davam ao exercício da oração e da comunhão e, mesmo, levavam uma vida santa, não caíram nas garras do demônio, porque se expuseram ao perigo.
A história eclesiástica narra que uma mulher mui piedosa se ocupava em obras de caridade e, em especial, em enterrar os corpos dos Santos Mártires. Encontrando uma vez o corpo de um mártir que ainda dava sinais de vida, levou-o para sua casa, curou-o e o mártir restabeleceu-se. Mas que aconteceu? Por causa da ocasião próxima, esses dois santos – pois esse nome mereciam – primeiramente perderam a graça de Deus e depois a Fé.
Mas a visita àquela casa, a continuação daquela amizade, me traz proveitos, dizes. Sim, porém, se notares que ‘aquela casa é o caminho para o inferno’ (Prov 7, 27), nenhum proveito te trará, e tu a deves deixar se desejas ser feliz. Mesmo que fosse teu olho direito a causa da perdição, deverias arrancá-lo e lançá-lo longe de ti, diz o Senhor. Nota as palavras: lança-o de ti, não deves deixá-lo perto, mas repeli-lo para longe, isto é, deves evitar por completo a ocasião. – Mas daquela pessoa nada tenho a temer, pois ela é tão devota – dizes. A isso responde São Francisco de Assis: O demônio tenta diferentemente os cristãos piedosos que se deram inteiramente a Deus e os que levam uma vida desregrada. Ele não procura prendê-los com uma corda já no princípio; contenta-se com um cabelo, servindo-se então de um fio e, finalmente, de uma corda, arrastando-os ao pecado.
Quem quiser ser preservado deste perigo deve já no começo evitar todos os fios, todas as ocasiões, quer sejam saudações, quer presentes.
Ainda uma observação importante: Um penitente que nunca evitou seriamente as ocasiões perigosas, nas quais tem regularmente caído em pecado mortal, apesar de todas as suas confissões, deverá fazer uma confissão geral, visto terem sido inválidas as confissões feitas em tal estado, em razão da falta de propósito de evitar a ocasião próxima. O mesmo se deve dizer a respeito dos que confessam seus pecados, mas nunca deram sinal de emenda, continuando logo depois da confissão a cometer os mesmos pecados, sem empregar nenhum meio contra a queda. Só uma confissão geral poderá trazer-lhes garantia e tranqüilidade, servindo de base para uma verdadeira emenda; feita a confissão, poderão encetar uma vida nova e perfeita, pois os maiores pecadores, como acima provamos, poderão, com a graça de Deus, alcançar a perfeição.”
Objetar-me-ás: Mudei duma vez de vida; não tenho nenhuma má intenção, nem mesmo uma tentação quando vou visitar fulana ou sicrana. Respondo: Conta-se que há uma espécie de ursos que caçam macacos: ao avistar o urso, fogem estes para as árvores. Mas que faz o urso? Deita-se debaixo da árvore e faz-se de morto. Descem os macacos com esse engano e então, de um salto, captura-os e devora-os. É o que pratica o demônio: representa a tentação como morta, e assim que desceres, isto é, logo que te expuseres ao perigo, desperta-a de novo, e ela te tragará. Oh! Quantos cristãos, que se davam ao exercício da oração e da comunhão e, mesmo, levavam uma vida santa, não caíram nas garras do demônio, porque se expuseram ao perigo.
A história eclesiástica narra que uma mulher mui piedosa se ocupava em obras de caridade e, em especial, em enterrar os corpos dos Santos Mártires. Encontrando uma vez o corpo de um mártir que ainda dava sinais de vida, levou-o para sua casa, curou-o e o mártir restabeleceu-se. Mas que aconteceu? Por causa da ocasião próxima, esses dois santos – pois esse nome mereciam – primeiramente perderam a graça de Deus e depois a Fé.
Mas a visita àquela casa, a continuação daquela amizade, me traz proveitos, dizes. Sim, porém, se notares que ‘aquela casa é o caminho para o inferno’ (Prov 7, 27), nenhum proveito te trará, e tu a deves deixar se desejas ser feliz. Mesmo que fosse teu olho direito a causa da perdição, deverias arrancá-lo e lançá-lo longe de ti, diz o Senhor. Nota as palavras: lança-o de ti, não deves deixá-lo perto, mas repeli-lo para longe, isto é, deves evitar por completo a ocasião. – Mas daquela pessoa nada tenho a temer, pois ela é tão devota – dizes. A isso responde São Francisco de Assis: O demônio tenta diferentemente os cristãos piedosos que se deram inteiramente a Deus e os que levam uma vida desregrada. Ele não procura prendê-los com uma corda já no princípio; contenta-se com um cabelo, servindo-se então de um fio e, finalmente, de uma corda, arrastando-os ao pecado.
Quem quiser ser preservado deste perigo deve já no começo evitar todos os fios, todas as ocasiões, quer sejam saudações, quer presentes.
Ainda uma observação importante: Um penitente que nunca evitou seriamente as ocasiões perigosas, nas quais tem regularmente caído em pecado mortal, apesar de todas as suas confissões, deverá fazer uma confissão geral, visto terem sido inválidas as confissões feitas em tal estado, em razão da falta de propósito de evitar a ocasião próxima. O mesmo se deve dizer a respeito dos que confessam seus pecados, mas nunca deram sinal de emenda, continuando logo depois da confissão a cometer os mesmos pecados, sem empregar nenhum meio contra a queda. Só uma confissão geral poderá trazer-lhes garantia e tranqüilidade, servindo de base para uma verdadeira emenda; feita a confissão, poderão encetar uma vida nova e perfeita, pois os maiores pecadores, como acima provamos, poderão, com a graça de Deus, alcançar a perfeição.”
(Santo Afonso Maria de Ligório, Escola da Perfeição Cristã,Compilação de textos do Santo Doutor pelo padre Saint-Omer, CSSR, IV Edição, Editora Vozes, Petrópolis: 1955, páginas 44-48) .
Fonte: Réporter de Cristo









