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15 de jul. de 2011

As crianças estão sendo atacadas pela "Ideologia de gênero".Vejam vídeo mostrando reação de uma criança ao encontrar pela primeira vez um casal gay.


Com a repercussão midiática a respeito do “KIT GAY”, muitas famílias brasileiras descobriram a maléfica intenção do governo atual em unidade com os movimentos homossexuais. Eles querem doutrinar as crianças brasileiras na famosa “ideologia de gênero”, o ideal de que o gênero sexual não é algo predeterminado pela identidade biológica, mas sim pelo individuo que embasado no achismo determina sua identidade sexual.

A “ideologia de gênero” é o cumulo da desonestidade cientifica, é triste ver especialistas na área vestindo a camisa desta frente revolucionaria. A Igreja através da congregação para a educação católica publicou um documento sobre educação sexual e este documento diz categoricamente o seguinte:

“A sexualidade caracteriza o homem e a mulher não somente no plano físico, como também no psicológico e espiritual marcando toda a sua expressão. Esta diversidade que tem como fim a complementaridade dos dois sexos, permite responder plenamente ao desígnio de Deus conforme a vocação à qual cada um é chamado.”(5)

Não há o que discutir sobre o assunto, mas é importante o aprofundamento , sendo assim indico este texto do Padre Lodi da Cruz: http://www.providaanapolis.org.br/genero.htm

Infelizmente é grande a confusão que “o ideal de gênero” já esta provocando nas mentes de nossas crianças. Vejam este vídeo e tomem consciência da dramaticidade do assunto:

O STF ao legitimar a união homoafetiva literalmente abriu as portas para que as cenas deste vídeo se repitam em vários lares brasileiros, lembrando que agora os casais gays poderão adotar crianças.

Família católica, o que fazer diante desta crise moral? O caminho é obvio e claro, devemos tomar consciência de nossa vocação que foi sacramentada na celebração matrimonial.

Lembra quando o Padre perguntou: “Estais dispostos a receber amorosamente os filhos como dom de Deus e a educá-los segundo a lei de Cristo e da sua Igreja?” Tenho certeza que respondestes sim. Portanto chegou a hora de não permitir que seus filhos sejam persuadidos por estes movimentos satânicos.

Salve Maria!

Bruno Cruz

Em torno da causa gay

Faço minhas as palavras deste texto.

Mais claro que isto, só água límpida.


Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/06/25/em-torno-da-causa-gay-388164.asp

Obs: os grifos no texto foram feitos por mim..
_____________________

Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.


A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! -, são irrelevantes.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.
Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.
Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.
O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.
Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.
Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.
Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.
Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.
Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.
Elas – e segue-as quem quer – avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.
E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.
Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.
Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.
O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.
Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.
Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.
Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.
Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.
Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.
Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado – a opção pelo homossexualismo – chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.

Ruy Fabiano é jornalista

Grupo gay anarquista invade "igreja" evangélica durante culto e causa grande confusão.


O Tribunal Federal Regional de Michigan, EUA, concedeu vitória a uma igreja evangélica em Lansing, Michigan, depois que ela entrou com uma ação contra um grupo gay que se proclama como “anarquista”, chamado Bash Back!, por causa de sua manifestação e desordem num culto de domingo.

De acordo com o blog de Bash Back!, em 9 de novembro de 2008, 30 membros da organização provocaram desordem durante o culto de domingo, que estava bem cheio, na Igreja Monte Esperança.

“Ao meio dia, um pequeno grupo de pessoas vestidas de rosa e preto, equipadas com um megafone, bandeiras negras, placas de protesto e uma cruz invertida rosa começou a fazer uma manifestação do lado de fora da igreja”, escreveram eles. “O grupo estava extremamente barulhento e selvagemente ofensivo”.

Depois que o grupo enganou e atraiu os funcionários de segurança para fora da igreja, uns 15 membros da organização que já haviam se infiltrado na congregação se prepararam para ação.

“Um grupo se levantou, se declarou gays e começou a gritar alto. Ao ouvir a desordem e os gritos, outros grupos semelhantes entraram em ação. Uma equipe que estava escondida debaixo dos bancos na galeria exclusiva estendeu uma bandeira e abriu as cortinas para revelar as palavras ‘É NORMAL SER GAY! BASH BACK!’ Outro grupo atirou mil panfletos para a congregação inteira. O alarme contra incêndio foi acionado. Os homossexuais começaram a fazer encenações na frente do pastor. E dentro de uma questão de minutos, todos haviam se esquivado dos guardas e escapado”.

De acordo com a organização Right Michigan, os manifestantes também jogaram camisinhas, brilho, confete e panos rosa.

A Igreja Monte Esperança entrou com uma ação judicial em março de 2009 com a assistência do Fundo de Defesa Aliança (FDA). A igreja alegou que as ações do grupo constituíam “atos de obstrução física e intimidação” e “violação de propriedade”.

Numa entrevista para LifeSiteNews.com (LSN), Dale Schowengerdt, do FDA, disse: “As pessoas deveriam ter o direito de ir para a igreja sem medo de serem atacadas. Nesse caso, o grupo Bash Back! estava vandalizando e provocando desordens durante os cultos em igrejas nos EUA. A Igreja Monte Esperança entrou com ação para dar um basta nisso”.

O mandado de segurança contra Bash Back!, decretado em 11 de julho de 2011, declara que eles estão proibidos de atrapalhar cultos religiosos em qualquer parte dos Estados Unidos, e eles não podem conduzir um protesto nem destruir propriedade “nas áreas particulares de qualquer local de adoração nos Estados Unidos”.

“Esse mandado de segurança é uma penalidade dura: uma multa de 10 mil dólares se fizerem isso de novo em qualquer lugar do país. Por isso, esse mandado protege todas as igrejas do país. É uma pena dura e uma aviso severo dos tribunais”, disse Schowengerdt do FDA para LSN.

“Se Bash Back! ou qualquer outro grupo está pensando em adotar semelhante ação contra as igrejas, seria melhor pensarem muito nisso porque sem demora entraremos com ações para deter isso”.

“O povo deste país tem o direito de ir para a igreja em paz. Esse é um direito constitucional e fortemente protegido pela lei federal”.

Fonte: Notícias Pro família

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio

Dom Henrique Soares: Tempo e contratempo


“Há um momento para tudo e um tempo para todo propósito debaixo do céu. Tempo de nascer, e tempo de morrer”... (Ecle 3,1s).

Palavras que parecem tão óbvias, estas de Qohelet, o autor do nosso Eclesiastes! E, no entanto, são carregadas de uma profunda sabedoria de vida!

Há um tempo para tudo, diz o autor sagrado: para nascer e para morrer, para plantar e para arrancar, para matar e curar, para destruir e construir; tempo de chorar e de rir, de gemer e de dançar, de atirar pedras e de recolhê-las, de abraçar e de separar; tempo para buscar e tempo para perder, para guardar e jogar fora; tempo de rasgar, de costurar, de calar e falar, de amar e odiar, tempo de guerra e tempo de paz...

Com estes dizeres, a Escritura quer nos ensinar que a vida é mutável, instável, passageira: nenhum momento nosso é absoluto, duradouro: mudam constantemente as situações de nossa existência humana, do nosso mundo e, coitado do homem que se fixa somente nesta vida e nos seus valores, porque viverá sempre no contratempo, na ansiedade: “Não é acaso uma luta a vida do homem sobre a terra? Seus dias não são como os de um assalariado? Se me deito, penso: Quando poderei levantar-me? E, ao amanhecer, espero novamente a tarde...” (Jó 7,1.4). Quanto tempo dura nossa alegria? Por quanto tempo prolonga-se nossa tristeza? Até quando durará nossa saudade? E a gostosura da presença, a doçura da companhia da pessoa amada, por quanto tempo poderemos saboreá-la? Tudo é tão fugaz, incerto, passageiro! É este o alerta da Escritura! Num mundo que sonha em construir palácios bem estáveis, que promete segurança perene e paz duradoura... num mundo que nos quer dar a sensação de plenitude dando-nos migalhas como o ter, o poder, o prazer, o parecer, a Palavra santa do nosso Deus insiste: “Tudo tem seu tempo!”... Não se pode congelar os tempos da vida: na alegria, pensa na tristeza e nos que estão tristes e sê comedido; na tristeza, não te desesperes: pensa na alegria que virá e enche-te de esperança! No sucesso, não te esqueças que a vida é incerta: amanhã poderás fracassar, mantém-te humilde e pobre diante do teu Deus; e, quando fracassares, não te deprimas: levanta-te, sabendo que vida não terminou para ti! A Escritura quer nos inculcar a fugacidade da existência, a impossibilidade para o homem de alicerçar sua vida somente em si mesmo, nos seus mesquinhos propósitos; deseja nos fazer tirar os olhos do próprio umbigo e olhar para o Alto, para Aquele que está no céu e é eterno: “Eu levanto os meus olhos para os montes: de onde pode vir o meu socorro? Meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra” (Sl 120). O seu nome é Eternidade, o seu nome é Amor: somente nele nossos tempos - sejam quais forem - terão sempre sentido e serão sempre tempos de salvação! Somente nele, venha o tempo que vier, não perderemos o rumo e a esperança e o gosto da vida! Tudo tem seu tempo e sua hora; para tudo há um propósito debaixo do céu... mas é sempre tempo de crer, de esperar, de alicerçar a vida em Deus!

Para nós, cristãos, estes tempos humanos, tão incertos e fugazes, ganharam uma dignidade inesperada, única: o Filho eterno do Pai entrou no nosso tempo, viveu a nossa vida, experimentou os nossos dias! Assim, deu novo sentido ao nosso tempo, à nossa vida, à nossa humana aventura. O cristão não se ilude: a vida é precária, passageira e incerta! O discípulo de Cristo não se engana com as promessas de segurança, conforto e paz que o mundo faz... promessas que nem poderia fazer... Por outro lado, os cristãos sabem que a vida é preciosa, que o mundo é bom, que nossa vida tem valor imenso aos olhos de Deus: seu Filho entrou na nossa vida, veio viver nossa aventura e, pela sua ressurreição, elevou os nossos tempos humanos à glória da eternidade! Por isso mesmo, para nós, as palavras de Qohelet têm um sentido tão profundo: tudo tem seu tempo, sua hora... mas sejam quais forem nossos tempos e horas – de dor ou alegria, de nascer ou de morrer – todos os nossos tempos são tempos do Filho de Deus, tempos que têm gosto de eternidade, tempos de salvação e de graça e de esperança e de vida eterna!

Se é assim, podemos terminar com as palavras do salmista: “Meus tempos, Senhor, estão em tuas mãos!” (Sl 31,15).

Escrivã de Nova Iorque se demite por causa do “casamento” gay: Governador Cuomo responde: “A lei é a lei.”


Notícias Pró Família

Reagindo às notícias de que a primeira escrivã de uma cidade do Estado de Nova Iorque se demitiu em vez de assinar seu nome numa licença de “casamento” de mesmo sexo, o governador Andrew Cuomo insistiu na terça-feira em que “a lei é a lei”.

“Quando nós impomos a obediência às leis do nosso estado, não temos a permissão de decidir quais leis escolher”, disse ele, de acordo com o jornal NY Daily News. “Não temos permissão de dizer ‘Gosto desta lei e imporei a obediência a ela, ou não gosto dessa lei e não imporei obediência a ela’ não podemos fazer isso”.“Portanto, se você não pode impor a obediência à lei, então você não deve estar nesse cargo”, disse ele.

Laura Fotusky, escrivã na cidade de Barker, anunciou sua demissão na segunda-feira no site New Yorkers for Constitutional Freedoms (Nova-Iorquinos a favor das Liberdades Constitucionais). “Não posso colocar minha assinatura em algo que é contra Deus”, ela escreveu em sua carta de demissão. “A Bíblia ensina claramente que Deus criou o casamento entre homem e mulher como um presente divino que preserva as famílias e as culturas”.“Eu estaria abrindo mão da minha consciência moral se participasse dos procedimentos de licenciamento [dos “casamentos” gays]”, acrescentou ela.

Fotusky, que foi nomeada a primeira vez em 2007, disse que se demitirá na data de 21 de julho, três dias antes de a lei entrar em vigor. “Tive de escolher entre meu Deus e meu emprego”, ela disse para o jornal PressConnects.

O Rev. Jason J. McGuire, diretor-executivo de Nova-Iorquinos a favor das Liberdades Constitucionais, disse: “É lamentável que quando os senadores estaduais estavam ocupados protegendo os interesses especiais dos esquerdistas e enchendo suas contas de campanhas, que eles tivessem cometido negligência ao não protegerem as pessoas religiosas e boas”.

A assembleia legislativa aprovou a Lei de Igualdade do Casamento em 24 de junho, tornando-o o sexto estado dos EUA a reconhecer o “casamento” homossexual, além do Distrito de Colúmbia.

Dentro de dias, uma escrivã da cidade de Volney, perto da cidade de Syracuse, anunciou que estava lutando para proteger seu direito de não assinar as licenças. “Se há qualquer jeito possível de não fazer isso legalmente, então sim, eu não ia querer colocar meu nome em nenhuma dessas certidões ou documentos”, Barbara MacEwen disse para o site Politico. “Essa é a vida deles, eles podem fazer isso, mas não sinto que eu deva ser forçada a fazer algo que é contra meus valores morais e contra meu Deus”.

Contudo, como resultado do esforço de MacEwen o promotor público do Condado de Nassau enviou uma carta para os escrivães da cidade na semana passada avisando que eles enfrentariam processos criminais se recusassem a assinar as licenças.

A Lei de Igualdade do Casamento “não concede nenhuma liberdade de escolha para os funcionários públicos encarregados de dar licenças de casamento”, escreveu Kathleen Rice.“As isenções religiosas na Lei de Igualdade do Casamento não se aplicam aos escrivães municipais que trabalham em seus papéis de dar licenças”, continuou ela, “e a recusa intencional de um funcionário público de dar licenças de casamento para duplas homossexuais qualificadas pode constituir em má conduta, uma contravenção de primeira categoria conforme vem definida na seção 195.00 da Lei Penal do Estado de Nova Iorque”.

O governador Cuomo disse aos jornalistas na terça-feira que a lei tem prioridade sobre as convicções religiosas dos funcionários públicos. “Se você está dizendo que vai agir de acordo com suas convicções religiosas e não de acordo com a lei do estado, então você não pode trabalhar num cargo em que você tem a obrigação de impor a obediência à lei, certo?” disse ele, de acordo com o NY Daily News. “Pois as leis têm de estar acima de tudo, e têm de estar acima de suas convicções religiosas”.

Os direitos de liberdade de consciência dos funcionários públicos que lidam com licenças de casamento estão rotineiramente sendo pisados em jurisdições em que se permitem os “casamentos” de mesmo sexo.Quando o “casamento” gay foi introduzido na Califórnia em 2008, vários municípios fecharam suas repartições que faziam cerimônias de casamento em vez de enfrentarem repercussões legais por recusarem agradar às duplas homossexuais.

Na Inglaterra, uma escrivã sofreu derrota após anos de processos, depois que seu empregador ameaçou demiti-la por reorganizar sua escala a fim de não participar da concessão de licenças de casamento para homossexuais.No começo deste ano em Saskatchewan, no Canadá, o governo provincial decidiu não recorrer de uma decisão de tribunal que disse que os comissários de casamento na província não tinham permissão de escolher não participar da realização de “casamentos” gays.

O tribunal havia dito que permitir que comissários recusem realizar “casamentos” de mesmo sexo envia “uma mensagem forte e sinistra” de que “os gays e as lésbicas são menos dignos de proteção como indivíduos na sociedade canadense”.

Num distrito de Amsterdã, onde o “casamento” gay é legalmente reconhecido desde 2007, comissários de casamento são denunciados e obrigados a passar por uma avaliação anual para garantir total cooperação com a mudança da lei, depois que houve suspeita de que duas funcionárias haviam mostrado resistência

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Imagens de santos na Parada Homossexual e os anjos em Sodoma e Gomorra.


Em São Paulo, na última parada homossexual (26/6/2011), apoiada com volumoso financiamento público e gigantesco destaque midiático, o movimento homossexual mostrou ao Brasil e ao mundo sua intenção de atacar, explícita e diretamente, o catolicismo professado pela grande maioria dos brasileiros ao apresentar cartazes com imagens de santos de maneira ‘homoerótica’.

Vimos com espanto se repetir em nossos dias o que se passou em Sodoma e Gomorra, destruída por Deus em razão do pecado de homossexualismo. Quando dois anjos, em forma humana, estavam na casa de Lot – sobrinho de Abraão – lhe advertindo para que abandonasse a cidade antes de vir o castigo que a destruiria. Mas, “eis que os homens da cidade, os homens de Sodoma, se agruparam em torno da casa, desde os jovens até os velhos, toda a população. E chamaram Lot: ‘Onde estão, disseram-lhe, os homens que entraram esta noite em tua casa? Conduze-os a nós para que os conheçamos’” (1).

Continua a narração: “Saiu Lot a ter com eles no limiar da casa, fechou a porta atrás de si e disse-lhes: Suplico-vos, meus irmãos, não cometais este crime…” (2). Em seguida, os anjos cegaram todos os sodomitas e depois conduziram Lot e os seus a cidade de Segor para se refugiarem do flagelo que seria antecipado por causa dessa intenção indecente dos seus habitantes.

Depois disso, “o Senhor fez cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo”(3).

Este foi o fim de Sodoma e, contudo, nossa cidade de São Paulo está seguindo seus passos…

Assim como os anjos, os santos são exemplos da prática da pureza, da inocência e da fidelidade a Deus. Em um ato de ignomínia, as imagens dos santos (apresentadas de maneira “homoerótica”) foram usadas para fazer apologia à homossexualidade com os dizeres licenciosos: “Nem Santo Te Protege. Use Preservativo” (Cfr. Estadão, 27/06/2011). Esta atitude – que bem demonstra suas intenções – dos homossexuais na Av. Paulista não se assemelha aos dos sodomitas com os anjos quando estavam na casa de Lot!

Assim como o profeta Simeão profetizou que Jesus Cristo seria “sinal de contradição”, a Igreja Católica e cada um de seus filhos autênticos também o devem ser. Por isso Cristo foi crucificado e a Igreja é perseguida e martirizada nos seus mais de dois mil anos…

Notas:1. (Gn. 19, 4-6).2. (Gn. 19,7).

3. (Gn 19, 24)

Fonte: http://www.ipco.org.br


14 de jul. de 2011

Vaticano publica importante documento sobre confissão.


VATICANO, 13 Jul. 11 / 03:21 pm (ACI/EWTN Noticias) O Vaticano acaba de publicar o documento "O sacerdote, confessor e diretor espiritual: Ministro da misericórdia divina", um manual de instruções sobre como ser bons confessores, elaborado pela Congregação para o Clero.

O texto leva as assinaturas do Prefeito do dicastério, Cardeal Mauro Piacenza e o secretário, Dom Celso Morga, que fizeram votos para que "os sacerdotes possam descobrir de novo o valor pastoral destes meios simples, muito comuns, que parece que não têm força pastoral mas que são muito potentes se sabemos administrar bem e se valorizarmos o estar disponíveis para administrá-los".

A primeira parte do texto explica no que consiste o sacramento da Penitência e dá indicações práticas sobre como administrá-lo e recebê-lo melhor. Por exemplo, inclui um exame de consciência só para sacerdotes.

"Que os sacerdotes sejam muito disponíveis para as confissões e a direção espiritual e que ao mesmo tempo, eles, também eu, confessemo-nos freqüentemente e tenhamos a direção espiritual", disse Dom. Morga.

A segunda metade do texto explica a doutrina sobre a direção espiritual, ensina a ajudar a outras almas, e como deixar-se ajudar por um diretor espiritual.

Bento XVI está decidido a dar ele mesmo o exemplo sobre o valor do sacramento da confissão e a direção espiritual. Ele o fará com um gesto bastante expressivo: este verão se sentará em um confessionário durante a Jornada Mundial da Juventude de Madrid e administrará este Sacramento a vários jovens.

"É necessário voltar ao confessionário, como lugar no qual celebrar o sacramento da reconciliação, mas também como lugar onde " habitar " com mais frequência, para que o fi el possa encontrar misericórdia, conselho e conforto, sentir-se amado e compreendido por Deus e experimentar a presença da Misericórdia Divina, ao lado da Presença real na Eucaristia".

Com estas palavras, o Santo Padre Bento XVI se dirigia durante o recente Ano sacerdotal aos confessores, indicando a todos e cada um a importância e a conseguinte urgência apostólica de redescobrir o Sacramento da Reconciliação, tanto na qualidade de penitentes, como na qualidade de ministros.

O texto completo em português pode ser visto ou baixado na página da Congregação para o Clero:
http://www.clerus.org/clerus/dati/2011-05/20-13/Sussidio_per_Confessori_pt.pdf

Vídeo do Padre Paulo Ricardo falando sobre "Missas Inculturadas".


Padre Paulo Ricardo fala sobre "Missas Inculturadas":


Mantenha Jesus fora do seu socialismo


Dr. Michael Youssef
A manchete do anúncio comercial de página inteira faz a seguinte pergunta: “O que Jesus cortaria? Um orçamento público é um documento moral”. O documento continua: “Nossa fé nos diz que o teste moral de uma sociedade é de que jeito ela trata os pobres”.
O anúncio foi produzido por Sojourners, uma organização que se descreve como “evangélica” e cujo lema é “Fé em Ação em Prol da Justiça Social”. O anúncio foi assinado por Jim Wallis, presidente de Sojourners, e mais uns vinte pastores, teólogos e ativistas religiosos esquerdistas. Eles exortam nossos legisladores a se perguntarem “O que Jesus cortaria?” do orçamento federal.
Como você responderia a essa pergunta? Minha resposta seria: “É uma pergunta ridícula. Sua premissa é falha. Suas prioridades não são as prioridades de Deus”.
Jesus teve muitas oportunidades de confrontar o governo romano sobre suas prioridades de gastos. Era, afinal de contas, um dos governos mais brutais da história. Se a pergunta “O que Jesus cortaria?” tem qualquer relevância bíblica, deveríamos estar em condições de citar exemplos em que Jesus passou um sermão nos opressores romanos do mesmo jeito que a esquerda religiosa passa sermão no governo nos dias de hoje.
Em Mateus 22, quando os fariseus perguntaram se era certo pagar impostos para César, o Senhor poderia ter trovejado contra as prioridades mal aplicadas do orçamento público. Em vez disso, Ele disse: “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”.
Em João 18, Jesus estava diante de Pôncio Pilatos, o governador romano, amigo de César. Por que Ele não se queixou para Pilatos sobre as injustiças do governo romano? Se já houve um momento ideal para Jesus “falar a verdade para os governantes” e se tornar o “Messias da justiça social”, esse foi o momento perfeito!
Mas Jesus não pregou um evangelho esquerdista para Pôncio Pilatos. Oh, ele falou a verdade para um governante. Ele deu para Pôncio Pilatos uma mensagem profunda, que também serve para você e para mim: “Meu reino não é deste mundo”.
Não estou dizendo que o Evangelho cristão não tem uma dimensão social e compassiva. Claro que tem! Jesus tinha grande compaixão pelos pobres.
Ele pregou em Nazaré: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pois me ungiu para pregar as boas notícias aos pobres”. Ele enviou um recado para João Batista: “Os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e as boas notícias estão sendo pregadas aos pobres”. Jesus apresentou a obrigação de ajudar os pobres como uma responsabilidade individual, uma responsabilidade do Reino de Deus — não como um dever do governo secular.
Em Romanos 13, Paulo nos diz que pagamos nossos impostos e sustentamos o governo de modo que tenhamos uma sociedade justa e ordeira em que cidadãos obedientes às leis sejam protegidos dos criminosos. Mas a responsabilidade de mostrar misericórdia e compaixão pertence à igreja — não ao governo.
Traduzido e editado por: www.juliosevero.com

O que você vai seguir? A Lei de Deus ou a lei da Marta? Divulgue este folheto, ajude a evitar a perseguição religiosa no Brasil

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, sempre com muita ousadia, começou mais uma belo trabalho contra a ditadura gay. Agora eles estão divulgando um esclarecedor folheto mostrando que o Brasil ao aceitar a Lei da Marta ( PL 122) estará negando a Lei de Deus. Pedimos aos nossos leitores que divulguem este folheto por todas partes do Brasil. Não podemos esmorecer no combate, a guerra pró-família esta só começando. Veja:


Salve Maria!

13 de jul. de 2011

Linda musica de Tony allysson


Acabei de escutar e recomendo a todos esta linda musica de nosso querido irmão Tony allysson.

Católicos na China protestam após o anúncio da ordenação de um bispo sem a permissão do Papa


HONG KONG, 13 Jul. 11 / 12:11 pm (ACI/EWTN Noticias)

A comissão de Justiça e Paz de Hong Kong protestou diante dos escritórios do governo central pela anunciada ordenação de um bispo, sem permissão do Papa, na diocese de Shantou programada para esta quinta-feira 14 de julho, à qual as autoridades convidaram" 10 prelados fiéis ao Santo Padre, dos quais a maioria não quer comparecer ao evento.

Conforme informa a agência UCAnews.com, diante do anúncio da ordenação episcopal ilícita do Pe. Joseph Huang Bingzhang, a comissão expressou seu mais "firme protesto" ante as distintas ordenações sem mandato do Papa porque "constituem uma grave falta de respeito à Igreja" e só geram divisão e sofrimento.

Os católicos que protestaram em Hong Kong exigiram o cancelamento da ordenação ilícita assim como o fim da pressão sobre os bispos para comparecer a estes eventos e o respeito à Igreja e à sua autonomia.

Também alentaram a que as autoridades chinesas se comuniquem com o Vaticano para permitir que a Igreja nesse país possa desenvolver seu trabalho normalmente.

UCAnews assinala que esta notícia gerou "o caos e a desunião na diocese de Shantou à qual iria o Pe. Bingzhang. Fontes eclesiásticas afirmam que apenas uns poucos dos 20 sacerdotes diocesanos apóiam o candidato a bispo, enquanto que a maioria permanece neutra para evitar o conflito".

A agência também assinala que alguns bispos que tentavam evitar a ordenação foram levados a força pela polícia e permanecem seqüestrados.

A última ordenação episcopal realizada pelo governo chinês sem autorização do Santo Padre realizou-se no dia 29 de junho. O Pe. Lei Shiyin foi ordenado Bispo de Leshan apesar de sua grave situação pois como resultado de sua relação com uma mulher ele é pai de um filho.

A Santa Sé divulgou um comunicado no qual explicou que devido a esta grave falta o sacerdote estava excomungado, de acordo ao estabelecido no cânon 1382 do Código de Direito Canônico.

O cânon estabelece que "o Bispo que confere a alguém a consagração episcopal sem mandato pontifício, assim como o que recebe dele a consagração, incorre em excomunhão latae sententiae (automática) reservada à Sé Apostólica".

O bispo ilegítimo é atualmente Vice-presidente da Associação Patriótica Católica da China e deputado católico da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, um órgão assessor de importância para o governo.

O comunicado do Vaticano de 4 de julho assinala que "uma ordenação episcopal sem mandato pontifício se opõe diretamente ao papel espiritual do Supremo Pontífice e prejudica a unidade da Igreja".

"A ordenação de Leshan foi um ato unilateral que semeia divisão e, desgraçadamente, produz lacerações e tensões na comunidade católica na China", precisou.

A última das ordenações episcopais, anteriores a esta, sem permissão do Papa na China foi realizada em novembro do ano passado.

O governo, que dirige a chamada Associação Católica Patriótica da China, tinha programado para o dia 9 de junho uma ordenação adicional, mas de última hora decidiu pospô-la a uma data ainda não especificada, ao parecer, pela resistência tanto dos fiéis como do sacerdote eleito para ser ordenado Bispo.

A China só permite o culto católico à Associação Patriótica Católica da China, subordinada ao Partido Comunista Chinês, e rechaça a autoridade do Vaticano para nomear bispos ou governá-los. A Igreja Católica fiel ao Papa não é completamente clandestina; embora seja assediada constantemente.

As relações diplomáticas entre a China e o Vaticano foram quebradas em 1951, dois anos depois da chegada ao poder dos comunistas que expulsaram os clérigos estrangeiros.

Fonte:ACI Digital

Por Padre Paulo Ricardo: "Como se livrar do vício da masturbação?"


Assista este maravilhoso video.

Pró-vidas na Argentina anunciam mobilização pela vida e contra o aborto em frente ao Congresso da nação


Buenos Aires, 12 Jul. 11 / 02:05 pm (ACI/EWTN Noticias)

Uma série de organizações pró-vida na Argentina junto ao Consórcio de Médicos Católicos convocou a uma mobilização na quarta-feira 13 de julho, às 11:00h diante do Congresso da Nação, para defender os não-nascidos e protestar contra oaborto.

Esta manifestação ocorre no contexto da apresentação no Congresso da presidenta da Comissão Interamericana de Direito Humanos e relatora para a Argentina da Organização das Nações Unidas (ONU), Luz Patricia Mejía, promotora da chamada "saúde sexual e reprodutiva" que inclui entre seus postulados o apoio à despenalização do aborto.

A funcionária venezuelana foi convidada a falar no Congresso Nacional em uma audiência pública na Comissão de Legislação Penal, presidida pelo deputado Juan Carlos Vega, na qual os deputados avançarão na análise do projeto para despenalizar o aborto na Argentina.

Conforme informa a agência AICA, o Consórcio de Médicos Católicos assegura que a mobilização tem como fim "poder transmitir nossa postura sobre o aborto enquanto se desenvolve a audiência já que, devido ao fato de que a maioria de deputados desta Comissão tenha assinado o projeto do aborto, não nos é possível ingressar no recinto".

Por outra parte, os organizadores da tradicional manifestação pró-vida “Marcha de los Escarpines” afirmam em um comunicado que "aqueles que pensem que toda vida humana deve ser respeitada como primeiro direito humano, serão os excluídos dessa audiência embora sejam cidadãos que trabalham e pagam regularmente os impostos".

Comissão Interamericana de Direitos humanos (CIDH)

A Comissão Interamericana de Direitos humanos (CIDH) realizou uma "visita de trabalho à Argentina" entre os dias 25 e 27 de abril. A delegação da CIDH esteve encabeçada por Mejía, em sua qualidade de Relatora para a Argentina.

Sua visita de "trabalho" se estendeu até o dia 29 à Defensoria Geral da Nação, onde apresentou o relatório de "Acesso a Serviços de Saúde Materna desde uma Perspectiva de Direitos humanos".

Dentro da saúde materna se encontra a aplicação de medidas para reduzir a morte previsível por causa de gravidez ou do parto, em especial que as mulheres tenham um acesso eficaz a serviços obstétricos de emergência, e à atenção prévia e durante o parto.

Em um dos pontos deste acesso aos serviços, está incluído o desenho e a instrumentação de políticas, planos e programas de saúde materna em forma participativa.

Recentemente o fruto desta política, fez-se claro no manual de Educação sexual, obrigatória para as escolas da Argentina, que alarmou o Instituto de Matrimônio e Família da Universidade Católica da Argentina (UCA), que apresentou um relatório para advertir pais e educadores sobre o perigo do conteúdo deste material.

Conforme os pró-vidas argentinos comunicaram à imprensa, na anterior visita de trabalho da relatora Mejía, o objetivo era "a incorporação da perspectiva de gênero e a eliminação de formas de discriminação de fato e de direito que impedem o acesso das mulheres aos serviços de saúde materna".

Entretanto, eles denunciam que a exposição sobre os direitos das mulheres dentro do Congresso centrou-se em um único objetivo: "o aborto livre e gratuito, a discriminação feita em nosso país ao não permitir que as mulheres tenham acesso a este".

"Mas onde se centra a gravidade de toda esta pressão ideológica, é que a criança por nascer é a grande excluída e discriminada, pois querem que pague com sua vida a pseudo liberdade e bem-estar de outros, nesta militância da morte", ressalta a comissão organizadora da “Marcha de los Escarpines” em sua carta.

O que diz o projeto do aborto na Argentina

Alguns artigos do projeto do aborto, que conta já com a assinatura de mais de 50 deputados, consideram entre outras coisas, as seguintes:

Que adolescentes de 14 anos em adiante possam abortar sem que seus pais saibam (art.8)

Que os argentinos sustentem com seus impostos a indústria do aborto (art.5)

Que seja possível tirar o direito à vida das crianças de três meses de gestação simplesmente por não serem desejados (art.1)

Se a criança em gestação sofre má formações o projeto a discrimina injustamente ao permitir a sua morte no ventre materno até o nono mês (art.3)

Limita a objeção de consciência aos médicos que se neguem a participar em um aborto (art.6)

Os seus promotores ocultam às mulheres os transtornos físicos e psíquicos que o aborto lhes produzirá para toda a vida (síndrome pós-aborto).

Encobre causas de mortalidade materna falsificando estatísticas de morte de mulheres devido ao aborto quando em realidade se trata da desigualdade social e problemas no sistema de saúde.

Fonte: ACI Digital

Marta Suplicy fala sobre “novo” PLC 122.


Remodelagem e troca de nome e número turbinarão sua missão e essência?

Julio Severo
Em entrevista ao programa homossexual de rádio CBN Mix Brasil, transmitido em 10 de julho de 2011, a senadora petista Marta Suplicy fala tudo sobre o PLC 122 e reafirma que o projeto não será arquivado.
Ela também disse: “Temos de mudar o número do PLC 122. Uma coisa tem de ficar clara: Não vai ser eu, com o histórico que tenho de vida, que vou colocar o conteúdo do PLC 122 no lixo. Isso não existe”.
A entrevista traz revelações importantíssimas sobre as ações de Marta para avançar o novo e camuflado PLC 122.
Para ouvir a entrevista em duas partes, acesse:
Enquanto muitos estarão de férias em julho, Marta, Marcelo Crivella e outros estarão remodelando o PLC 122, com novo nome, número e aparência, para turbinar sua missão e essência.
Participa também da remodelação Toni Reis, presidente da ABGLT, a maior organização homossexual do Brasil,envolvida no escândalo de ter recebido milhões do governo federal para produzir o infame kit gay.
As artimanhas para avançar o PLC 122 estão mais para novela da Globo. Por pura coincidência, sua relatora passou anos no planeta global.
Primeiro, Fátima Cleide, a antiga relatora, e Iara Bernardi, a autora do projeto, haviam assegurado ao Brasil que o PLC 122 era apenas para proteger os homossexuais e não representava ameaça aos cristãos. Ambas pagaram caro nas urnas. E deviam também lavar a boca com sabão.
Depois, vem Suplicy que, para tentar agradar aos cristãos, promete garantir liberdade de expressão somente dentro das igrejas, conforme foi registrado em vídeo editado por mim aqui.
Quando esse truque não funcionou, Suplicy se reúne com o senador Magno Malta e outros políticos evangélicos amigos do PT. Malta, todo entusiasmado, disse que nesse encontro Marta afirmara ter sepultado o PLC 122, o que foi publicamente negado pela senadora.
Dias atrás, outro entusiasmado foi o senador Marcelo Crivella, que, para garantir que os cristãos possam ter assegurado o direito constitucional de criticar a sodomia pelo menos dentro dos templos, fez para Suplicy a concessão de aumentar as penas para os crimes contra o homossexualismo.
Essa concessão nos deixará numa situação interessante. Sem concessão, veja a realidade: Um homossexual adulto recentemente aliciou um menor de idade. Em outros tempos, tal crime poderia render uma pena pesada para o criminoso. Hoje, se esse homem homossexual chegar a ser considerado culpado, ele terá de fazer “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”. Essa será sua punição.
Em contraste, pelo PLC 122, se você contratar um homem para sua empresa ou para trabalhar na sua casa, ou mesmo contratá-lo como professor particular de seus filhos para educá-los na sua casa, e o homem chegar para trabalhar vestido como mulher, você estará impedido de despedi-lo, sob pena não de fazer “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”, mas de passar de dois a três anos na cadeia — como se você fosse mais perigoso do que um homossexual aliciador de menores!
Com o aumento da pena que Crivella recomendou, você poderá passar mais anos no xadrez, enquanto que o homossexual aliciador de menores de idade estará fazendo “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”. O depravado fica à solta na comunidade enquanto que você, que é marido e pai de filhos, tem de ficar atrás das grades.
O texto preliminar que Marta entregou para Crivella está abaixo, mas preste atenção: A senadora deixou claro que esse não é o documento final. Haverá algumas “melhorias” nos próximos dias, numa novela que promete ter muitos capítulos pela frente.
Tal qual o entusiasmado Malta, Crivella está empolgado com a versão preliminar.
Mas vou ser sincero: não me sinto empolgado quando os amigos de Dilma Rousseff estão debatendo o nosso futuro. Quer sejam evangélicos ou não, os amigos da Dilma não são os nossos amigos. Quer sejam evangélicos ou não, os amigos do PT não são os nossos amigos.
O fato é que, mesmo sem nenhum PLC 122 no Brasil, já está havendo perseguição contra os cristãos. Em 2007, o Rev. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, foi intimado por “homofobia”. Dias atrás, um pastor foi detido na Praça da Sé em São Paulo, porque um ouvinte gay “ofendido” chamou a polícia quando o pastor pregou textos bíblicos contra a sodomia.
Qualquer projeto de lei que dê o mínimo respaldo para a agenda gay será um prato cheio nas mãos dos militantes gays e seus simpatizantes.
Aqui vai o texto preliminar do novo PLC 122:
Criminaliza condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal para punir, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Esta Lei define crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.
Art. 2º Para efeito desta Lei, o termo sexo é utilizado para distinguir homens e mulheres, o termo orientação sexual refere-se à heterossexualidade, à homossexualidade e à bissexualidade, e o termo identidade de gênero a transexualidade e travestilidade.
Discriminação no mercado de trabalho
Art. 3º Deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.
§ 1º A pena é aumentada de um terço se a discriminação se dá no acesso aos cargos, funções e contratos da Administração Pública.
§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Discriminação nas relações de consumo
Art. 4º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.
Indução à violência
Art. 5º Induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos, além da pena aplicada à violência.
Art. 6º O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 61……………………………………………………………………….
II…………………………………………………………………………………
m) motivado por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”
Art. 121……………………………………………………………………………..
§ 2º……………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………
VI – em decorrência de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 129……………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………….
§ 9o Se a lesão for praticada contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou com quem conviva ou tenha convivido, ou, ainda, prevalecendo-se o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade ou em motivada por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 140……………………………………………………………………………..
“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
………………………………………………………” (NR)
“Art. 288……………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………
Parágrafo único – A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado ou se a associação destina-se a cometer crimes por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Art. 7º Suprima-se o nomem iuris violência doméstica que antecede o § 9º, do art. 129, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal.
Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.