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19 de jul. de 2011

Horrorize-se: Filme com pedofilia, necrofilia e estupro de recém nascido chega ao Brasil.


19.07.2011 - Há muito tempo um filme não causava tanta polêmica. Por onde passou (ou tentou passar), “A Serbian Film: Terror sem Limites” –longa que o RioFan, festival de cinema fantástico do Rio, exibe no próximo sábado– causou um grande barulho e chocou plateias e críticos.

Sua ficha corrida fala por si: é o filme mais censurado dos últimos 16 anos no Reino Unido (só foi liberado para exibição após 49 cortes).

Na Noruega, está vetado; na Espanha, rendeu um processo ao diretor do festival que o exibiu.

Também teve problemas com a lei na Alemanha (onde o laboratório que fez as cópias as destruiu após se dar conta do conteúdo) e em seu país de origem, a Sérvia.

“Isso tudo é espantoso para mim”, diz o diretor, o estreante sérvio Srdjan Spasojevic, 35, à Folha.

“Estamos no século 21, seria de imaginar que tudo já foi dito e visto, mas de novo estamos vendo uma caça às bruxas porque alguém não gostou de um filme.”

Não que se possa culpar alguém por não gostar de “A Serbian Film”. O longa tem incesto, pedofilia, necrofilia, violência a granel (incluindo dois assassinatos em que a arma é um pênis) e, em seu momento mais polêmico e chocante, o estupro de um recém-nascido.

“Quando terminei de assistir, senti um mal-estar, fiquei pensando ‘meu Deus, o que foi isso que eu vi?’”, conta Raffaele Petrini, 26, o responsável pela distribuição do filme no Brasil.

Dono de uma microdistribuidora maranhense criada neste ano, Petrini diz que pensava em lançar o filme apenas em DVD.

As polêmicas internacionais, no entanto, o fizeram considerar uma distribuição nos cinemas –ele passou em festivais em Porto Alegre e em São Luís anteontem, e tem data de lançamento programada para 5 de agosto, apesar de ainda não ter salas previstas nem classificação do Ministério da Justiça.

“Depois dos escândalos, assisti de novo, de modo objetivo, e vi que era um filme bom, apesar das cenas de violência. Ele é bem repugnante, mas não exalta a pedofilia nem a necrofilia.”

METÁFORA

“A Serbian Film” conta a história de um astro pornô aposentado que, por uma fortuna, aceita fazer um último filme, uma obra pornográfica com pretensões artísticas. Durante as filmagens, ele é drogado e forçado a cometer atrocidades sexuais.

“A ideia básica era expressar meus sentimentos sobre minha região e o mundo em geral. Por isso, o protagonista é um ator pornô, como uma metáfora para qualquer profissão onde as pessoas são violentamente exploradas”, explica Spasojevic.

O diretor também afirma que seu filme é uma alegoria política –a história se passa na Sérvia, como o título indica, e tem referências pontuais às turbulências recentes do país.

“Era inevitável ter esses elementos no filme. Cresci num período muito turbulento da Sérvia, com várias guerras durante minha infância, bombardeios da Otan. Como artista, fui inspirado por essas coisas, e elas não me inspiram a fazer nada bonito.”

Spasojevic não convenceu seus críticos, que o acusam de querer dar um verniz respeitável a um exercício sensacionalista e depravado.

“É um pesadelo de horror pornô mal atuado e mal dirigido, que aspira a ser uma sátira do lado negro da Sérvia moderna”, escreveu Peter Bradshaw no jornal britânico “The Guardian”.

Kim Newman, crítico da revista “Empire”, foi mais ponderado. “Cabe ao público julgar se o elemento político do filme é uma justificativa espúria para um exercício cínico e chamativo de quebra de tabus –mas deve ser o público, não os censores, a tomar essa decisão.”

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Fonte: http://www.rainhamaria.com.br

Globo resolveu jogar um balde de gelo nos gays de “Insensato Coração”.


Folha

A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez.

A Folha apurou que os autores da novela, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, foram chamados na semana passada para uma conversa com o diretor-geral de entretenimento da emissora, Manoel Martins. Na pauta: a determinação da Globo para que a história dos homossexuais Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) fosse completamente esfriada no folhetim.

Além do corte das cenas, os autores foram instruídos a não carregarem bandeira política, a pararem de fazer apologia pela criação de uma lei que puna a homofobia.

Procurada, a Globo, via assessoria, diz que a televisão é um veículo de massa que precisa contemplar todos os seus públicos e faz parte do papel da direção zelar para que isso aconteça.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

A Confissão dos pecados.


Todos os nossos pecados – passados, presentes e futuros – são perdoados de uma vez por todas quando nos tornamos cristãos? Não, de acordo com a Bíblia ou com os primeiros Padres da Igreja. A Escritura não afirma em nenhum lugar que os nossos pecados futuros são perdoados. Ao contrário, Ela nos ensina a orar: "E perdoai-nos as nossas dívidas, como nós também temos perdoado aos nossos devedores." (Mt 6:12).

O meio pelo qual Deus perdoa pecados depois do batismo é a confissão: "Se reconhecemos os nossos pecados, (Deus aí está) fiel e justo para nos perdoar os pecados e para nos purificar de toda iniquidade." (1Jo 1:9). Pecados menores ou veniais podem ser confessados diretamente a Deus, mas para pecados graves ou mortais, que esmagam a vida espiritual da alma, Deus instituiu um meio diferente para obter perdão: o sacramento conhecido popularmente como confissão,penitência ou reconciliação.

Este sacramento está enraizado na missão que Deus deu a Cristo como o Filho do Homem na terra para ir e perdoar pecados (cf. Mt 9:6). Assim, a multidão que testemunhou esse novo poder "glorificou a Deus por ter dado tal poder aos homens." (Mt 9:8; observe o plural "homens"). Depois da Sua ressurreição, Jesus transmitiu Sua missão de perdoar pecados aos seus ministros, dizendo-lhes "Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós... Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos." (Jo 20:21–23).

Visto que não é possível confessar todas as nossas muitas faltas diárias, sabemos que a reconciliação sacramental é necessária apenas para pecados graves ou mortais – mas é necessária, senão Cristo não teria ordenado isso.

Ao longo do tempo, mudaram as formas que o sacramento foi administrado. Na Igreja primitiva, pecados publicamente conhecidos (como apostasia) foram muitas vezes confessados abertamente na igreja, embora a confissão privada com um sacerdote fosse sempre uma opção para os pecados cometidos particularmente. Ainda assim, a confissão não era apenas algo feito em silêncio a Deus por si só, mas algo feito "na igreja", como o Didaqué (70 d.C.) indica.

As penitências também tendiam a ser executadas antes e não após a absolvição, e elas eram muito mais rigorosas que as de hoje (penitência de dez anos para o aborto, por exemplo, era comum na Igreja primitiva).

Mas o básico do sacramento sempre esteve lá, conforme revelam as citações seguintes. De especial significado é seu reconhecimento de que a confissão e a absolvição devam ser recebidas por um pecador antes de receber a Sagrada Comunhão, porque "todo aquele que... come o pão ou bebe o cálice do Senhor de forma indigna será culpado por profanar o corpo e o sangue do Senhor. "(1Cor 11:27).

A Didaqué

"Confessa teus pecados na igreja e não eleves tua oração com uma consciência má. Este é o modo de vida... No Dia do Senhor reuni-vos juntos, parti o pão e dai graças, depois de confessares tuas transgressões para que teu sacrifício possa ser puro." (Didaqué 4:14, 14:1 [70 d.C.]).

A Carta de Barnabé

"Vós deveis julgar retamente. Vós não deveis fazer um cisma, mas deveis pacificar aqueles que lutam por trazer-vos reunidos. Vós deveis confessar vossos pecados. Vós não deveis ir à oração com uma consciência má. Este é o caminho da luz." (Carta de Barnabé 19 [74 d.C]).

Inácio de Antioquia

"Para que todos quantos são de Deus e de Jesus Cristo estejam também com o bispo. E tantos quantos devam, no exercício de penitência, retornar para a unidade da Igreja, estes, também, devam pertencer a Deus, que eles possam viver de acordo com Jesus Cristo." (Carta aos Filadelfienses 3 [110 d.C.]).

"Porque onde há divisão e ira, Deus não habita. A todos eles que se arrependem, o Senhor concede perdão, se eles apresentam penitência para a unidade de Deus e a comunhão com o bispo." (idem, 8).

Ireneu

"[Os discípulos gnósticos de Marcos] têm iludido muitas mulheres... Suas consciências têm sido marcadas como acontece com um ferro quente. Algumas dessas mulheres fazem uma confissão pública, mas outras ficam envergonhadas de fazer isso, e, em silêncio, como se retirando de si mesmas a esperança de vida de Deus, elas apostatam inteiramente ou hesitam entre os dois cursos." (Contra as Heresias 1:22 [189 d.C.]).

Tertuliano

"[Com relação à confissão, alguns] fogem deste trabalho como sendo uma exposição de si mesmos, ou eles adiam de dia para dia.

Hipólito

"[O bispo conduzindo a ordenação do novo bispo deve orar:] Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo... Derrame agora o poder que vem de Vós, do Vosso Espírito real, que destes ao Vosso amado Filho, Jesus Cristo, e que Ele deu aos seus santos apóstolos... e concedei a este Vosso servo, que Vós escolhestes para o episcopado, [o poder] para alimentar Vosso rebanho sagrado e para servir sem culpa como Vosso sumo sacerdote, ministrando dia e noite para propiciar incessantemente diante de Vosso rosto e para oferecer-Vos os dons da Vossa santa Igreja, e pelo Espírito de sumo sacerdócio ter a autoridade para perdoar pecados de acordo com Vosso mandamento." (Tradição Apostólica 3 [215 d.C.]).

Orígenes

"[Um método final de perdão], embora difícil e trabalhoso, [é] a remissão dos pecados por meio da penitência, quando o pecador... não se retrai de declarar seu pecado a um sacerdote do Senhor e de buscar remédio, após a forma dele que diz: 'Eu disse, "Ao Senhor acusar-me-ei de minha iniquidade"'" (Homilias sobre Levítico 2:4 [248 d.C.]).

Cipriano de Cartago

"O apóstolo [Paulo] da mesma forma dá testemunho e diz: ‘... Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor." (1Cor 11:27]. Mas [o impenitente] repele desdenhosamente e despreza todos esses avisos; antes de que seus pecados sejam expiados, antes de que eles tenham feito uma confissão de seus crimes, antes de que sua consciência tenha sido purgada na cerimônia e às mãos do sacerdote... eles fazem violência ao corpo e sangue [do Senhor], e com suas mãos e boca pecam contra o Senhor mais do que quando O negavam" (Os Decaídos 15:1–3 (251 d.C.]).

"De fé bem maior e temor salutar são aqueles que... confessam seus pecados aos sacerdotes de Deus de uma maneira franca e na tristeza, fazendo uma declaração aberta de consciência... Eu vos suplico, irmãos, que todos que pecaram confessem seus pecados enquanto ainda estão neste mundo, enquanto sua confissão ainda é admissível, enquanto a satisfação e a remissão feita através dos sacerdotes ainda são agradáveis diante do Senhor." (idem., 28).

"[Os] pecadores podem fazer penitência para um tempo determinado, e de acordo com as regras de disciplina vêm à confissão pública, e por imposição da mão do bispo e clero recebe o direito de comunhão. [Mas agora alguns] com seu tempo [de penitência] ainda não cumprido... eles são admitidos à comunhão, e seu nome é apresentado; e enquanto a penitência ainda não é realizada, a confissão ainda não é feita, as mãos do bispo e clero ainda não são postas sobre eles, a Eucaristia é dada a eles; contudo está escrito, 'Por isso, todo aquele que comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor.' [1Cor 11:27]" (Cartas 9:2 [253 d.C.]).

"E não penses, querido irmão, que vai ser reduzida a coragem dos irmãos, ou que os martírios falharão por esta causa, que a penitência seja diminuída para os decaídos, e que a esperança de paz [ou seja, a absolvição] seja oferecida ao penitente... Para os adúlteros mesmo um tempo de arrependimento é concedido por nós, e a paz é dada." (idem., 51[55]:20).

"Mas eu me pergunto se alguns são tão obstinados para pensar que o arrependimento não seja concedido aos decaídos, ou supor que o perdão é para ser negado ao penitente, quando está escrito, 'Lembra-te por que motivo estás caído, e arrepende-te, e faz as primeiras obras' [Ap 2:5], que certamente é dito a ele que evidentemente caiu, e a quem o Senhor exorta a levantar-se novamente por seus atos [de penitência], porque está escrito: 'A esmola livra da morte.' [Tb 12:9]" (idem, 51[55]:22).

O sábio persa Afrahat

"Vós [sacerdotes], então, que sois discípulos do nosso ilustre médico [Cristo], não deveis negar um curativo àqueles que necessitam de cura. E se alguém descobre a ferida dele antes de vós, dai-lhe o remédio do arrependimento. E aquele que tem vergonha de tornar conhecido sua fraqueza, encorajai-o para que ele não o esconda de vós. E quando ele vos tiver revelado, não o torne público, para que, por causa disso, o inocente possa ser considerado como culpado por nossos inimigos e por aqueles que nos odeiam." (Tratados 7:3 [340 d.C.]).

Basílio, o Grande

"É necessário confessar nossos pecados àqueles a quem é confiada a entrega dos mistérios de Deus. Aqueles fazendo penitência de antigos são encontrados para tê-la feito antes dos santos. Está escrito no Evangelho que eles confessaram seus pecados a João Batista [Mt 3:6], mas em Atos [19:18] eles confessaram aos apóstolos." (Regras Brevemente Tratadas 288 [374 d.C.]).

João Crisóstomo

"Os sacerdotes receberam um poder que Deus não deu nem aos anjos, nem aos arcanjos. Foi dito a eles: 'Tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu'. De fato, os governantes temporais têm o poder de ligação; mas eles só podem ligar o corpo. Os sacerdotes, por outro lado, podem ligar com um vínculo que pertence à própria alma e transcende os próprios céus. [Deus] não lhes deu todos os poderes do céu? 'Àqueles a quem perdoardes os pecados,' diz, 'ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos.' Que poder há maior do que este? O Pai deu ao Filho todo julgamento. E agora eu vejo o Filho colocando todo esse poder nas mãos dos homens [Mt 10:40; Jo 20:21–23]. Eles são elevados a esta dignidade como se eles já fossem recolhidos ao céu." (O Sacerdócio 3:5 [387 d.C.]).

Ambrósio de Milão

"Para aqueles a quem foi dado [o direito de ligação e separação], é óbvio que ambos são permitidos, ou nenhum é permitido. Ambos são permitidos para a Igreja, nenhum é permitido para a heresia. Porque este direito foi concedido somente aos sacerdotes." (Penitência 1:1 [388 d.C.]).

Jerônimo

"Se a serpente, o diabo, morde alguém secretamente, ele infecta essa pessoa com o veneno do pecado. E se quem foi mordido se mantém em silêncio e não faz penitência, e não quer confessar sua ofensa... então seu irmão e seu mestre, que têm a palavra [de absolvição] que vai curá-lo, não pode ajudá-lo." (Comentário sobre Eclesiastes 10:11 [388 d.C.]).

Agostinho

"Quando tiveres sido batizado, mantém uma vida boa nos mandamentos de Deus para que possas preservar teu batismo até o fim. Não te digo que viverás aqui sem pecado, mas eles são pecados veniais os quais esta vida nunca está sem. O Batismo foi instituído para todos os pecados. Para os pecados leves, sem os quais nós não podemos viver, a oração foi instituída... Mas não cometas aqueles pecados por conta dos quais tu terias de ser separado do corpo de Cristo. Que pereça o pensamento! Porque aqueles a quem vês fazendo penitência cometeram crimes, também adultério ou algumas outras maldades. É por isso que eles estão fazendo penitência. Se os pecados deles fossem leves, a oração diária bastaria para apagá-los... Na Igreja, portanto, há três maneiras de os pecados serem perdoados: nos batismos, na oração e na humildade maior de penitência." (Sermão aos Catecúmenos sobre o Credo 7:15, 8:16 [395 d.C.]).

Traduzido para o Veritatis Splendor por Marcos Zamith diretamente do original em inglês em http://www.catholic.com/library/Confession.asp

18 de jul. de 2011

Vejam vídeo que foi censurado no youtube. A confusão que a "União Gay" provoca nas crianças.


No final da semana passada postamos um vídeo que estava fazendo muito sucesso no youtube, um material que mostra concretamente a confusão mental que a união homossexual provoca na mente de crianças.

As imagens do vídeo são cenas que sem duvidas já se repetem em muitos lares e escolas brasileiras, sobretudo agora com a aprovação da “união homoafetiva” e também com as más intenções do ministério da educação de doutrinar nossas crianças com os “Kit,s Gays da vida” e outros projetos.

O youtube censurou o vídeo alegando que foi por questões de direitos autorais. Fica difícil acreditar nesta história de direitos autorais, sabemos que é de praxe o movimento gay trabalhar incansavelmente para tirar de cena qualquer material que ponha em cheque a imagem dos projetos revolucionários.

Teve um irmão que salvou o vídeo e o reproduziu no youtube, colocamo-lo novamente a disposição para que vocês o vejam ou revejam :


É lastimável ver estes revolucionários “desgraçados” trabalhando para que nossas crianças cresçam relativizando a natureza instituída por Deus. Estão promovendo uma terrível revolução cultural, agredindo sem piedade alguma a cultura judaico-cristã. Isto merece nossa indignação e total atenção possível para com nossas crianças.

Salve Maria!

Padre Paulo Ricardo fala sobre a importância da oração.


Padre Paulo Ricardo esclarece dúvida de um sacerdote. Vejam:


Nicarágua: ”Missa revolucionária” é rechaçada por Arcebispo de Manágua.


Fonte: EFE

O bispo auxiliar de Manágua, Silvio Báez, qualificou hoje como “uma ofensa gravíssima” contra a Igreja Católica da Nicarágua a “missa revolucionária” com a qual a Frente Sandinista anunciou que irá celebrar o 32º aniversário da queda da ditadura dos Somoza na próxima terça-feira, 19 de julho.

O religioso defendeu que a primeira-dama nicaraguense e coordenadora do Conselho de Comunicação e Cidadania do governo,Rosario Murillo (na foto, ao lado de Ortega), que fez esse anúncio, ultrapassa “o aceitável”.

“Ela está tocando algo muito sagrado. A senhora Murillo ofende gravemente a Igreja Católica e a grande maioria do povo da Nicarágua”, disse Báez.

Murillo, que exerce 50% do poder na Nicarágua delegado pelo presidente do país,Daniel Ortega , anunciou na quarta-feira passada que os sandinistas celebração o 32º aniversário da queda da ditadurados Somoza com uma “grande missa revolucionária” e enchendo-se do “deus dos pobres”.

“Para os católicos, a missa e a Eucaristia são o ato mais santo e sagrado que existe. Cristo se torna presente entre nós. Não se pode chamar de missa e de Eucaristia a concentração de um partido político”, criticou o bispo.

O religioso disse que, se necessário, a Conferência Episcopal da Nicarágua se pronunciará acerca desse tema.

Segundo declarações publicadas nesta semana pelo sítio governamental El 19, Murillo qualificou de “grande missa revolucionária” a concentração do dia 19 de julho, prevista para as 16h locais, na Plaza de la Fe Juan Pablo II.

“Esse ato do dia 19 de julho de todos os anos é como uma grande missa. Deus me perdoe se eu ofendo alguém, mas é isso. Nós vamos a uma missa revolucionária, vamos cantar, encher-nos do deus dos pobres, do amor ao próximo”, assinalou Murillo.

Os sandinistas também celebração nessa data o 50º aniversário da sua fundação.

Por outro lado, dirigentes do chamado Partido de Resistência Liberal Somocista (PRLS), recentemente criado e sem personalidade jurídica, expressaram hoje seu respaldo à candidatura presidencial de Ortega, que buscará a reeleição nos comícios de novembro próximo.

O mandatário nicaraguense lidera todas as pesquisa de intenção de voto para as eleições do dia 6 de novembro, nas quais 3,3 milhões de nicaraguenses estão habilitados para eleger o presidente, vice-presidente, 90 deputados para a Assembleia Nacional e 20 para o Parlamento Centro-Americano.

A Constituição da Nicarágua proíbe a reeleição presidencial sucessiva, mas Ortega conseguiu optar por um segundo mandato consecutivo depois que os juízes sandinistas da Corte Suprema de Justiça declararam inaplicável essa norma.

O dia 19 de julho é feriado e festa nacional na Nicarágua, decretado em 1980, durante o primeiro governo sandinista para recordar a derrubada da dinastia dos Somoza (1937-1979).


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Santa Joana d'Arc: uma mulher que não vendeu sua consciência

Há certas figuras históricas que fascinam pela excepcionalidade. Os biógrafos procuram se deter exatamente nos pontos que consideram fundamentais para desvendar (se é que é possível) os mistérios que motivam as ações dessas personagens capazes de feitos incomuns e que se destacam pelo extraordinário.

Essa busca justifica as centenas de estudos em torno daqueles que protagonizam grandes acontecimentos e, ao mesmo tempo, propiciam mudanças significativas em determinado contexto social. Dentre essas figuras, na história da França, está Joana d’Arc.

Mais de cinco séculos depois, “a estranha carreira de Joana d’Arc permanece ainda uma história cuja conclusão não foi encontrada”, afirma Victória Sackville-West, a consagrada autora da clássica biografia da Pucelle d’Orleans, intitulada Joana d’Arc, escrita em 1935, e publicada no Brasil, pela Nova Fronteira (363 págs.), com tradução de Marta Rodolfo Schmidt.

Como entender o fenômeno Joana d’Arc sem mitificações? Esta foi a proposta de Sackville-West, que inova com um trabalho ousado, imparcial e minucioso da trajetória da camponesa de Domrémy, que se tornou uma das mais empolgantes lendas do povo francês. Outros autores se debruçaram sobre o mesmo tema, como Hillaire Belloc, Alice Buchan, Anatole France, Gabriel Hanotaux, Grace James, John Lamond, Siméon Luce, Andrew Lang, etc; procurando relacionar Joana d’Arc na complexidade do cenário político, religioso e cultural de sua época. Sackville-West explicita no prefácio que desejou concentrar-se “na própria Joana d’Arc, apresentando o mínimo de referências políticas”. Para a autora, Joana d’Arc foi muito mais importante e problemática que qualquer uma das figuras políticas que a rodearam”.

Como pôde uma jovem campesina, num brevíssimo período de vida (viveu apenas 19 anos) ter influído de maneira tão decisiva no xadrez político de duas poderosas nações da Europa? Inglaterra e França vinham se dilacerando por décadas na terrível Guerra dos Cem Anos (1337-1453). Todos viviam marcados por toda espécie de instabilidade. Não foi difícil nesse ambiente de medo e insegurança generalizada, florescer misticismos e fanatismos religiosos de diversas naturezas. O povo se apegava a qualquer proposta que vislumbrasse a salvação.

É nesse contexto crítico, onde a guerra, a fome e a peste aterrorizavam a todos, que surgiu a pequena Joana, dizendo-se iluminada, instrumento divino, pelo qual manifestaria a vontade do Senhor, que era a de trazer a ordem, a paz, a prosperidade e o triunfo da nação francesa. Segundo ela, as vozes do arcanjo São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida teriam não só estimulado, mas como determinado a missão de Joana d’Arc.

Em Chinon, no quarto domingo da Quaresma, em 6 de março de 1429, ela se encontrava, finalmente, com o delfim para anunciar que ele seria brevemente coroado em Reims. “Joana fanaticamente inspirada; – conta Sackville-West – Carlos desejando apenas ser deixado em paz; Joana determinada a salvar a França e acreditando ter sido celestialmente designada para isso; Carlos ligando nada para a França, desde que pudesse manter algumas províncias agradáveis e castelos onde pudesse levar uma vida de prazeres e sossego”.

Mesmo assim, Joana soube impor sua vontade ao soberano. Era dotada de excepcional intuição (não era ilustrada), cuja determinação e coragem superaram a de quase todos os grandes guerreiros e estrategistas da época. Vitoriosa em Orleans, Joana gozou de popularidade e não se acanhava em discutir, em pé de igualdade, com os poderosos de seu tempo. Era curioso observar como os comandantes, os oficiais, eram levados a aceitar o que aquela menina ordenava, seja para atacar ou fazer trégua. Não era fácil também, para seus admiradores, como o duque de Alençon, “conduzir uma virgem enviada pelos céus através de um país infestado por bandos de guerreiros”. Autoritária, decidida. Fanática? Santa? O que importa é que foi coerente até o fim. Quando foi capturada pelos inimigos, não contou com o apoio de Carlos. A heroína teria de amargar o calvário das acusações, dos insultos, da tortura, até a morte na fogueira, em Rouen. Sackville-West percorre, passo a passo, a trajetória dessa fascinante e misteriosa criatura, santa da Igreja.

Hermes Rodrigues Nery.
Publicado originalmente em www.votocatolico.com.br | São Paulo, 07 de Julho de 2011.

17 de jul. de 2011

Aplaudido, Boff critica os últimos papas.


O professor e teólogo Leonardo Boff eletrizou o auditório do congresso ao relembrar a história da Teologia da Libertação, em uma palestra sobre os 40 anos de atuação do movimento de esquerda que revolucionou a Igreja Católica no Brasil e na América Latina.

Os 360 participantes aplaudiram de pé quando Boff e seu colega, padre João Batista Libânio, afirmaram que a Teologia da Libertação continua viva e presente nos movimentos sociais, apesar de ter sido “incompreendida, difamada, perseguida e condenada pelos poderes deste mundo”, civis e eclesiásticos.

A prova, segundo Boff, são o Partido dos Trabalhadores, o Movimento dos Sem-Terra, o Conselho Indigenista Missionário, a Comissão Pastoral da Terra e outras pastorais.

“Nunca, na história do cristianismo, os pobres ganharam tanta centralidade”, disse o ex-frade franciscano, que abandonou o convento e o ministério sacerdotal, mas não perdeu a fé nem deixou de ser teólogo, após ter sido punido pelo então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o cardeal Joseph Ratzinger, atualmente papa Bento XVI, após a publicação do livro Igreja, Carisma e Poder, de 1981.

Boff afirmou que João Paulo II e Bento XVI tentaram barrar a Teologia da Libertação. “Ratzinger entrará na história como inimigo dos pobres”, disse. “A teologia se inspira no Cristo libertador e não no marxismo, que já morreu”, advertiu. “Marx não foi pai nem padrinho da Teologia da Libertação.”

Folha de São Paulo revela: NÃO É possível colocar 4 milhões de pessoas na Paulista

No vídeo abaixo o jornal Folha de São Paulo decidiu explicar sobre o grande número de pessoas presentes na Parada Gay. Conforme citado pela mídia, houve mais de 4 milhões de pessoas presentes na última Parada Gay, realizada em SP. Isso é extremamente impossível. O site Pantokrator já havia desmentido esta informação embasado em cálculos.

Assita ao vídeo:



Como se pode observar, os cálculos mostram que é completamente impossível colocar 4 milhões de pessoas na Paulista, como noticiou a mídia sob informação dos organizadores do evento. Se não é possível, fica-me a pergunta: Por que mentiram? Por que aumentaram o ponto?

É claro, meus irmãos e irmãs, que o objetivo deste aumento na informação é para manipular a população, colocando verdadeira pressão psicológica para que, assim, todos aceitem que uma minoria imponha suas ideologias à maioria (e corretamente expressou isto em seu excelente artigo o jornalista Ruy Fabiano).

Se os agentes da causa gay trabalham embasados em mentiras, como dar-lhes os créditos de que só 'desejam ser respeitados'? É, então, possível, respeitar um movimento que vilipendia o direito do outro? Que se apóia na mentira? Que para ver os seus supostos direitos respeitados mentem, enganam o povo, transformando a verdade que eles querem crer para nos pressionar, nos privar dos nossos direitos?

Não se enganem, meus irmãos. A mentira é demoníaca. E o demônio é o seu pai.

Vaticano: Bispo chinês ordenado ilegitimamente está excomungado

Vaticano, 16 Jul. 11 / 08:28 pm (ACI/EWTN Noticias)

O Escritório de Imprensa da Santa Sé divulgou hoje um comunicado no qual assinala que o sacerdote Giuseppe Huang Bingzhang, ordenado sem a autorização do Papa, na quinta-feira 14 de julho na localidade chinesa de Shantu, se encontra excomungado.

No mesmo dia da ordenação, o Diretor do Escritório de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, qualificou o fato como algo "doloroso e preocupante" para aIgreja Universal.

No texto publicado hoje em inglês, italiano e chinês, se precisa ademais que o sacerdote Huang Bingzhang, não é reconhecido pela Santa Sé “como Bispo da diocese do Shantou” e que ademais não possui “a autoridade de governar a comunidade católica diocesana".

Seguidamente se recorda que o sacerdote já havia sido informado há bastante tempo que "não podia ser aprovado pela Santa Sé como candidato episcopal, dado que a diocese de Shantou já tem um Bispo legítimo, por isso em distintas ocasiões se solicitou ao reverendo Huang não aceitar a ordenação episcopal".

O texto também destaca que a Santa Sé estava informada por distintas fontes de que alguns bispos, contatados pelas autoridades civis, "tinham manifestado a própria vontade de não participar de uma ordenação ilegítima, realizando algumas formas de resistência, diante das quais os prelados teriam sido obrigados a participar".

O Vaticano expressa que este tipo de resistência "é meritório ante Deus, e suscita apreço em toda a Igreja. Igual apreço é dirigido para a aqueles sacerdotes, às pessoas consagradas e aos fiéis que defenderam seus pastores, acompanhando-os neste difícil momento com a oração e compartilhando seu íntimo sofrimento".

Com efeito, perante o anúncio da ordenação ilegítima, os católicos da China fiéis ao Papa protestaram na frente do escritório do governo solicitando não o evento não fosse realizado, e devido ao fato de que as autoridades chegaram ao ponto de prender alguns bispos para obrigá-los a participar.

Em seus protestos, informou a agência UCAnews.com, os fiéis expressaram que uma ordenação ilegítima "constitui uma grave falta de respeito à Igreja".

O comunicado de hoje assinala ademais que "a Santa Sé reafirma o direito dos católicos de poder atuar livremente, seguindo a própria consciência e permanecendo fiéis ao Sucessor do Pedro em comunhão com a Igreja universal".

Finalmente o texto afirma que "o Santo Padre tendo conhecimento destes fatos, deplora uma vez mais como é tratada a Igreja na China e alenta que possam ser superadas o antes possível as presentes dificuldades".

A China só permite o culto católico à Associação Patriótica Católica da China, subordinada ao Partido Comunista chinês, e rechaça a autoridade do Vaticano para nomear bispos ou governá-los. A Igreja Católica fiel ao Papa não é completamente clandestina; porém é assediada constantemente.
As relações diplomáticas entre a China e o Vaticano foram interrompidas em 1951, dois anos depois da chegada ao poder dos comunistas que expulsaram os clérigos estrangeiros.