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10 de ago. de 2011

URGENTE: DEFENSORA DO ABORTO PODERÁ SER INDICADA PARA STF




A REPRESENTANTE DE UMA DAS MAIS IMPORTANTES ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS QUE PROMOVE O RECONHECIMENTO MUNDIAL DO ABORTO COMO DIREITO HUMANO E A COMPLETA LEGALIZAÇÃO DESTA PRÁTICA ESTÁ PARA SER NOMEADA MINISTRA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PELO GOVERNO BRASILEIRO. Nesta mensagem descrevo com detalhes o que está acontecendo, ofereço os links para comprovar a veracidade de todas as afirmações feitas e peço aos que a receberem que possam MANIFESTAR-SE DEMOCRATICAMENTE JUNTO AOS ÓRGÃOS COMPETENTES DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Agradeço a todos pelo grande bem que estão ajudando a promover. Alberto R. S. Monteiro
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1. DEFENSORA DO ABORTO COMO DIREITO HUMANO PODERÁ ASSUMIR VAGA DE MINISTRO DO STF. 2. COMO MANIFESTAR-SE DEMOCRATICAMENTE. 3. MAILS E TELEFONES DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. 4. GOVERNO FEDERAL COGITA EM FLÁVIA PIOVESAN PARA ASSUMIR CARGO NO STF 5. ALGUNS TEXTOS DE FLÁVIA PIOVESAN DEFENDENDO A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO 6. PARTICIPAÇÃO DE FLÁVIA PIOVESAN NO CLADEM
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1. DEFENSORA DO ABORTO COMO DIREITO HUMANO PODERÁ ASSUMIR VAGA DE MINISTRO DO STF.
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No próximo dia 8 de agosto de 2011 a ministra Ellen Gracie, primeira mulher a assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal no Brasil, deverá apresentar sua renúncia ao cargo. A Casa Civil da Presidência da República já recebeu a informação e trabalha na indicação de sua sucessora, entre as quais figura em destaque o nome de Flávia Piovesan, professora de Direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e uma das principais promotoras da legalização do aborto no Brasil e do reconhecimento desta prática como um direito humano. A professora Flávia Piovesan já se pronunciou publicamente inúmeras vezes nos últimos 20 anos a favor da completa legalização do aborto no Brasil, e é membro destacado do CLADEM (Comitê Latino Americano e Caribenho para a Defesa dos Direitos da Mulher), uma organização que trabalha para promover o aborto como direito humano em todos os países da América Latina. É o CLADEM quem criou e promove todos os anos, no dia 28 de setembro, simultaneamente em todos os países da América Latina, o Dia Internacional da Luta pela Descriminalização do Aborto.


As atividades do CLADEM são financiadas, entre outras organizações, pela Fundação Ford, que foi a criadora, em 1990, através do famoso relatório "SAÚDE REPRODUTIVA: UMA ESTRATÉGIA PARA OS ANOS 90", do conceito de "direitos sexuais e reprodutivos", que representou uma nova estratégia para promover em todo o mundo a prática do aborto.


O relatório da Fundação Ford, que antes de ficar famoso, já esteve por muitos anos no site da organização, pode hoje ser encontrado em outros endereços da internet. O texto completo em inglês pode ser baixado do site http://www.votopelavida.com/fordfoundation1990.pdf e uma versão resumida em português pode ser encontrada no endereço: http://www.votopelavida.com/fundacaoford1990.pdf


Poucos anos depois da publicação deste programa, as orientações do relatório da Fundação Ford foram adotadas em sua íntegra pela ONU. Os principais passos para isto foram dados por ocasião de uma reunião internacional de líderes feministas realizada em 1992 no Rio de Janeiro, da Conferencia do Cairo realizada em 1994, da Conferência da Mulher realizada em Pequim em 1995 e, principalmente, através da conferência realizada a portas fechadas em 1996 em Glen Cove, uma ilha próxima a Nova York, entre as principais organizações que promovem internacionalmente o aborto e os representantes dos Comitês de Monitoramento dos tratados de direitos humanos da ONU.


Leia mais sobre a Conferência de Glen Cove neste relatório:


http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf Além da ONU, a Fundação Ford passou a desenvolver e financiar uma extensa rede internacional de ONGs para defender os direitos reprodutivos e o próprio aborto como um novo direito humano. Entre estas ONGs estava o CLADEM. No relatório intitulado "OS 40 ANOS DA FUNDAÇÃO FORD NO BRASIL - UMA PARCERIA PARA A MUDANÇA SOCIAL", publicado em 2002 pela Fundação Ford, a organização americana afirma ter sido "NOTÁVEL O APOIO CONFERIDO AO COMITÊ LATINO AMERICANO E CARIBE PARA A DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER (CLADEM), PARA A REALIZAÇÃO DE ENCONTROS REGIONAIS E INTERNACIONAIS, BEM COMO A PRODUÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO ESPECIALIZADA SOBRE VIOLÊNCIA". [OS 40 ANOS DA FUNDAÇÃO FORD NO BRASIL - UMA PARCERIA PARA A MUDANÇA SOCIAL, pg. 235: http://www.fordfoundation.org/pdfs/library/Os_40_Anos_da_Funda%C3%A7%C3%A3o_Ford_no_Brasil.pdf]


Tanto a Fundação Ford como o CLADEM entendem que o aborto, enquanto não for plenamente legalizado, apesar de envolver a morte de um ser humano inocente, constitui uma das formas de violência contra a mulher. No mesmo ano de 2002 a organização pro vida HUMAN LIFE INTERNATIONAL denunciava que a Fundação Ford havia doado nos últimos dois anos quase um milhão de dólares para os trabalhos a favor do aborto do CLADEM na América Latina: "ADEMAIS, A FUNDAÇÃO FORD INJETOU 772 MIL DÓLARES DE 1999 A 2001 PARA O COMITÊ LATINO AMERICANO PARA A DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER (CLADEM), UMA ORGANIZAÇÃO FEMINISTA PRÓ-ABORTO COM RAMIFICAÇÕES EM TODOS OS PAÍSES LATINO AMERICANOS". [American Foundations: Funding Pro-Abortion Extremists in Latin America:


http://www.vidahumana.org/english/family/us-foundations-la.html ] A professora Flávia Piovesan já foi bolsista da própria Fundação Ford e várias vezes representou o CLADEM junto à ONU para a defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos, incluindo aí não só o direito ao aborto como também a conseqüente condenação dos países que se recusassem a legalizar a prática como violadores dos direitos humanos das mulheres. Exatamente nesta linha, o CLADEM, do qual a professora Piovesan é membro, encaminhou, em 2010, um relatório à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, em que o Brasil é acusado de "GRAVES VIOLAÇÕES AOS DIREITOS HUMANOS DAS MULHERES", por recusar-se a legalizar a prática do aborto. O relatório afirma que a ONU "RECONHECEU QUE OS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS ERAM DIREITOS HUMANOS E QUE O GOVERNO BRASILEIRO, QUANDO ASSINOU TAIS DOCUMENTOS, PASSOU A ASSUMIR UM COMPROMISSO POLÍTICO DE ALCANÇAR AS METAS ALI PREVISTAS", e lembra que em julho de 2007, o Comitê CEDAW recomendou ao governo brasileiro que "ACELERE A REVISÃO DA LEGISLAÇÃO QUE CRIMINALIZA O ABORTO, COM O FIM DE ELIMINAR AS PROVISÕES PUNITIVAS IMPOSTAS ÀS MULHERES QUE SE SUBMETEM A UM ABORTO", e que a "CRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO COMO UMA FORMA DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA A MULHER, QUE RESTRINGE O EXERCÍCIO DE SEUS DIREITOS HUMANOS E LIBERDADES FUNDAMENTAIS". Esta restrição, lembra ainda o CLADEM à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, "VIOLA OS DIREITOS DAS MULHERES, VIOLANDO OS SEUS DIREITOS SEXUAIS E DIREITOS REPRODUTIVOS". http://cladem.org/index.php?option=com_rokdownloads&view=file&task=download&id=1267%3Admreunio-presidente-cidh-brasil-2010&Itemid=115


A nomeação da professora Flávia Piovesan para o Supremo Tribunal Federal, além de contribuir notavelmente para a promoção do aborto como direito humano, contribuirá principalmente para o agravamento do ativismo jurídico por parte do STF. Entende-se por ATIVISMO JUDICIAL a tendência, cada vez mais institucionalizada e instrumentalizada, para que o Poder Judiciário interfira nas atribuições do Poder Legislativo e, sem nenhum controle por parte do povo, legisle como um poder superior ao próprio Legislativo.


Nos últimos dez anos os juristas brasileiros tem sido doutrinados para considerar o ativismo judicial como um aperfeiçoamento das instituições democráticas, mas na verdade trata-se de uma nova forma de ditadura exercida, desta vez, por parte do judiciário, já em estado adiantado de implantação na União Européia. Se o ativismo judicial é confundido com um progresso para as instituições democráticas é porque as ditaduras, de modo geral, em seus inícios, são formas de governo mais eficientes do que as democracias, e nisto são muitos os que tem razão quando defendem o ativismo judicial, mas estes mesmos esquecem-se que posteriormente a conta que deverá ser paga pelo povo revelar-se-á excessivamente alta. É lição conhecida por todos como Hitler e Mussolini foram, em suas épocas, entusiasticamente aplaudidos por terem sabido tirar a Alemanha e a Itália da miséria, para em seguida submergiram o mundo na mais sangrenta de todas as guerras.


A Fundação Ford, a ONU e o CLADEM, contra todas as evidências mais claras da ciência e do senso comum, consideram que o aborto é um direito humano das mulheres, que aqueles que defendem a vida humana antes do nascimento devem ser acusados como violadores dos direitos humanos e de uma legislação internacional inexistente, e que a prática do aborto deve ser imposta a todo o mundo. A Fundação sabe que o aborto não pode ser imposto, pelo menos no mundo ocidental, pela simples força bruta. Mas não é necessário impô-lo pela força bruta, inclusive porque existem meios muito mais eficientes para impô-lo e que já estão sendo amplamente utilizados.


De fato, estimava-se que, durante os anos 70, o planejamento familiar, a esterilização e o aborto impediram o nascimento de um bilhão de pessoas. Verificou-se que as taxas de natalidade haviam diminuído, mas descobriu-se também que estas haviam-se nivelado em um patamar que ainda favoreciam um rápido e contínuo crescimento populacional mundial. Diante destes dados, segundo pode-se constatar pela leitura do relatório programático intitulado "SAÚDE REPRODUTIVA, UMA ESTRATÉGIA PARA OS ANOS 90", a Fundação Ford estimou que para alcançar-se o crescimento zero seria necessária uma redução da natalidade para a qual a oferta de serviços médicos poderia contribuir no máximo com 40%, enquanto que os restantes 60% somente poderiam ser alcançados mediante alterações sociais: as pessoas deveriam ser motivadas a não desejar ter filhos, e este não era um problema que pudesse ser resolvido pela classe médica, mas pelos cientistas sociais. O relatório apresentado pela Fundação em 1990 propunha, por este motivo,


1. RECONCEITUALIZAR A SAÚDE E A DOENÇA NÃO APENAS COMO ESTADOS BIOLÓGICOS, MAS COMO PROCESSOS RELACIONADOS AOS MODOS COMO AS PESSOAS VIVEM.


2. INTRODUZIR OS CONCEITOS DE SAÚDE E DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS.


3. EMPODERAR AS ORGANIZAÇÕES DE MULHERES PARA PROMOVER A SAÚDE REPRODUTIVA.


4. FINANCIAR A PROMOÇÃO DE DEBATES E A DISSEMINAÇÃO DE INFORMAÇÃO PARA DEFINIR ÁREAS DE CONSENSO SOBRE POLÍTICAS DE SAÚDE REPRODUTIVA. O enfoque dado para o aborto deveria ser transplantado do esquema conceitual das leis costumeiras para o novo paradigma da saúde reprodutiva das mulheres. Conforme afirmava o relatório, "O RECONHECIMENTO E O RESPEITO POR ESTES DIREITOS, COM OS QUAIS O ABORTO TEM RELAÇÃO DIRETA, É UM OBJETIVO DE LONGO PRAZO ESTABELECIDO PELA FUNDAÇÃO FORD". http://www.votopelavida.com/fordfoundation1990.pdf MAS ESTE NÃO É DECIDIDAMENTE O PENSAMENTO DO POVO BRASILEIRO.


Para a crescente e esmagadora maioria dos brasileiros, o aborto é o assassinato de um ser humano e uma agressão à natureza da mulher. O Ministro Marco Aurélio de Melo do STF, ignorando a posição do povo brasileiro, seguindo a linha das grandes organizações internacionais, defendendo o mais prepotente ativismo judicial e usurpando abertamente as funções do legislativo, já declarou para todo o Brasil, diante das câmaras de televisão, que não deseja aposentar-se antes que possa ver o aborto totalmente liberado pela Corte Suprema. A nomeação da professora Flávia Piovesan para o STF representará o agravamento destas lamentáveis posições e uma nova tentativa, por parte do governo federal, de legalizar o aborto, através da via judiciária, por meios ditatoriais.
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2. COMO MANIFESTAR-SE DEMOCRATICAMENTE ============================================
Esta mensagem detalha e contextualiza estes e outros pontos sobre a atuação da professora Flávia Piovesan a favor da promoção da legalização do aborto no Brasil. Venho pedir a todos os que entendem a importância do valor da vida e da preservação da democracia que escrevam, telefonem e enviem faxes à Casa Civil da presidência da República, pedindo, em nome do povo brasileiro, que a presidente Dilma Rousseff não nomeie como ministro do STF a professora Flávia Piovesan. Nossa presidente comprometeu-se, durante as eleições de 2010, a não promover a legalização do aborto no Brasil. Espera-se que ela cumpra as promessas realizadas. Peço também a todos os que escreverem e se manifestarem, que o façam sem faltar com a clareza, MAS SEM FALTAR COM O RESPEITO DEVIDO A QUEM É A PRINCIPAL AUTORIDADE EM EXERCÍCIO NO PAÍS. Lembro o quanto é mais importante enviar um FAX ou fazer um telefonema do que apenas enviar um e-mail, que pode ser facilmente deletado dos computadores. Agradeço a todos pelo grandíssimo bem que estão ajudando a fazer. O EXTRAORDINÁRIO TRABALHO DE CADA UM TEM IMPEDIDO EFETIVAMENTE QUE UM GENOCÍDIO INTERNACIONALMENTE PLANEJADO SE ESTENDA PARA TODA A AMÉRICA LATINA. Continuaremos informando a todos o desenrolar dos acontecimentos. Em seguida encontram-se os mails e telefones da Presidência da República Alberto R. S. Monteiro
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3. MAILS E TELEFONES DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ============================================
CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Ministra da Casa Civil: Gleisi Helena Hoffmann Telefone: 0 xx 61 3411-1221 E-mail da Casa Civil: casacivil@planalto.gov.br
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GABINETE PESSOAL DA PRESIDENTE DA REPÚBLICA 0 xx 61 3411.1200 0 xx 61 3411.1201 Fax: 0 xx 61 3411.2222 Para enviar um E-mail à Presidente da República: https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.php
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SECRETARIA GERAL DA PRESIDENCIA DA REPÚBLICA Ministro-Chefe: Gilberto Carvalho 0 xx 61 3411.1224 0 xx 61 3321.1994 0 xx 61 3411-1407 E-mail da Secretaria Geral: sg@planalto.gov.br


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REFERENCIAS
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4. GOVERNO FEDERAL COGITA EM FLÁVIA PIOVESAN PARA ASSUMIR CARGO NO STF ============================================
Segundo o Consultor Jurídico, a ministra Ellen Gracie deixará o Supremo Tribunal Federal no dia 8 de agosto. A sucessão da ministra já é discutida com vigor em Brasília. Segundo a publicação, um dos nomes mais cotados para a sucessão "É O DA PROCURADORA DO ESTADO DE SÃO PAULO E PROFESSORA DA PUC DE SÃO PAULO E DO PARANÁ, FLÁVIA PIOVESAN. O TRABALHO CONSISTENTE DA PROFESSORA NA ÁREA DE DIREITOS HUMANOS, ALINHADO COM A JURISPRUDÊNCIA CONTEMPORÂNEA DO SUPREMO, É SEU PRINCIPAL CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO PARA A VAGA". http://www.conjur.com.br/2011-jul-29/ministra-ellen-gracie-deixa-supremo-tribunal-federal-agosto


A Revista Época afirma que a corrida para a disputa da nova vaga já está aberta, e um dos nomes mais cotados é o da professora Flávia Piovesan, apresentada como "especialista em direitos humanos": "NO PRÓXIMO DIA 8, A MINISTRA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) ELLEN GRACIE IRÁ SE APOSENTAR. A APROXIMAÇÃO DE SUA SAÍDA DO ÓRGÃO, REPRESENTANTE MÁXIMO DO PODER JUDICIÁRIO NO PAÍS, JÁ ABRIU EXTRA-OFICIALMENTE A CORRIDA PELA VAGA, QUE JÁ TEM PELO MENOS TRÊS CANDIDATAS. ENTRE OS NOMES COMENTADOS NO SUPREMO ESTÃO O DA JUÍZA SYLVIA STEINER, DO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL, DA MINISTRA DO SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR (STM) MARIA ELIZABETH GUIMARÃES TEIXEIRA ROCHA E DA PROCURADORA FLAVIA PIOVESAN, ESPECIALISTA EM DIREITOS HUMANOS".


http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI254038-15223,00.html
A Rede Bandeirantes, através de sua colunista Mônica Bérgamo, afirma que "AS MAIS FORTES CANDIDATAS À VAGA DE ELLEN GRACIE, QUE ESTÁ PRÓXIMA DA APOSENTADORIA, SÃO A JUÍZA SYLVIA STEINER E A PROCURADORA FLÁVIA PIOVESAN". http://www.band.com.br/noticias/brasil/noticia/?id=100000447346


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5. ALGUNS TEXTOS DE FLÁVIA PIOVESAN DEFENDENDO A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO ============================================
Já em 1997 Flávia Piovesan publicava na Folha de São Paulo um artigo criticando os professores Hélio Bicudo e Ives Gandra Martins por se oporem à tentativa do governo de estabelecer uma rede de atendimento aos casos de aborto decorrentes de estupro. A professora sustentava que o direito à vida, conforme afirmavam Hélio Bicudo e Ives Gandra, não é absoluto: "A CONSTITUIÇÃO, NO ARTIGO 5º, GARANTE A INVIOLABILIDADE DO DIREITO À VIDA, À LIBERDADE, À IGUALDADE, À SEGURANÇA E À PROPRIEDADE, MAS ESTES DIREITOS, AINDA QUE FUNDAMENTAIS, NÃO SÃO, CONTUDO, ABSOLUTOS", afirmava Piovesan, que assinava o artigo como membro do Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem). [O DIREITO CONSTITUCIONAL AO ABORTO LEGAL, 27/11/97, Folha de São Paulo, http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1997/11/27/opiniao/10.html]
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COMENTÁRIO: A rede de quase uma centena de hospitais que oferecem serviços de abortos ditos "legais" no Brasil foi patrocinada pela Fundação MacArthur de Chicago, com a intenção de criar os precedentes e desencadear os debates que deveriam ter levado, posteriormente, à total legalização do aborto no Brasil e ao seu alastramento no restante da América Latina.


LEIA E DIVULGUE O INFORME COMPLETO A RESPEITO NOS SEGUINTES RELATÓRIOS, JAMAIS PUBLICADOS PELA IMPRENSA: "LESSONS LEARNED": O RELATÓRIO SOBRE A PROMOÇÃO DO ABORTO NO BRASIL PELA FUNDAÇÃO MACARTHUR http://www.votopelavida.com/macarthurlessonslearned.pdf


DENÚNCIA: A VERDADE SOBRE A MENINA DE ALAGOINHA E O SILÊNCIO SOBRE O ABORTO "LEGAL" http://www.votopelavida.com/silencioabortolegal.pdf Em 2003, Flávia Piovesan, assinando novamente como membro do CLADEM, escreve outro artigo na Folha de São Paulo advogando a plena legalização do aborto no Brasil. A tônica do artigo tenta passar ao leitor que o Brasil está obrigado a legalizar o aborto porque a ONU assim o exige.


As resoluções dos Comitês da ONU mencionados no artigo abaixo pela professora não são obrigatórias e constituem interpretações abusivas dos tratados em que não se encontra nenhuma obrigatoriedade de despenalizar o aborto nem de considerar o aborto como direito humano: "NO DIA 28 DE SETEMBRO FOI CELEBRADO O DIA INTERNACIONAL DA LUTA PELA DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO. É SOBRETUDO O GRAU DE INSTRUÇÃO QUE DEFINE A OPINIÃO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA QUANTO AO ABORTO. HÁ, TAMBÉM, QUE ENFOCAR O ALCANCE DOS CHAMADOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS. EM 1994, NA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE POPULAÇÃO E DESENVOLVIMENTO, NO CAIRO, 184 ESTADOS INEDITAMENTE RECONHECERAM OS DIREITOS SEXUAIS E OS DIREITOS REPRODUTIVOS COMO DIREITOS HUMANOS. TRATA-SE DE DIREITO DE AUTODETERMINAÇÃO, PRIVACIDADE, INTIMIDADE, LIBERDADE E AUTONOMIA INDIVIDUAL, EM QUE SE CLAMA PELA NÃO-INTERFERÊNCIA DO ESTADO. IMPORTA REALÇAR QUE A COMUNIDADE INTERNACIONAL, POR MEIO DOS COMITÊS DA ONU SOBRE OS DIREITOS ECONÔMICOS, SOCIAIS E CULTURAIS (PIDESC) E SOBRE A ELIMINAÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO CONTRA A MULHER (CEDAW), RECOMENDOU AO ESTADO BRASILEIRO, APÓS AS REUNIÕES DE MAIO DESTE ANO, EM GENEBRA, E DE JULHO, EM NOVA YORK, A ADOÇÃO DE MEDIDAS QUE GARANTAM O PLENO EXERCÍCIO DOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS. AMBOS ENFATIZARAM A NECESSIDADE DE REVISÃO DE LEGISLAÇÃO PUNITIVA COM RELAÇÃO AO ABORTO. O PIDESC LITERALMENTE RECOMENDA QUE A LEI SEJA REVISTA, PARA PROTEGER AS MULHERES DOS EFEITOS DO ABORTO CLANDESTINO E INSEGURO E GARANTIR QUE AS MULHERES NÃO SE VEJAM CONSTRANGIDAS A RECORRER A TAIS PROCEDIMENTOS NOCIVOS". [Aborto, Estado de Direito e religião Folha de São Paulo 06 de outubro 2003 http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0610200310.htm]


COMENTÁRIO: Para saber a verdade sobre como a ONU está forçando os países latino americanos a legalizar o aborto, LEIA E DIVULGUE SEGUINTE RELATÓRIO, JAMAIS PUBLICADO PELA IMPRENSA: ASSALTO E DESTRUIÇÃO: A APOSTA DA ONU NA PROMOÇÃO DO ABORTO NA AMÉRICA LATINA http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf


No final do ano seguinte de 2004, quando o presidente Lula já se preparava para constituir a Comissão Tripartite que iria apresentar o projeto de lei que teria legalizado o aborto durante os nove meses da gravidez, Flávia Piovesan assinava, em nome do CLADEM, outro artigo em que defendia a completa despenalização do aborto no Brasil: "A LEGISLAÇÃO PENAL ESTARIA EM CONSONÂNCIA COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE 1988 E COM OS PARÂMETROS INTERNACIONAIS CONTEMPORÂNEOS ACERCA DO TEMA, RESPEITANDO AS MULHERES ENQUANTO CIDADÃS? O CÓDIGO PENAL CRIMINALIZA O ABORTO PROVOCADO PELA GESTANTE OU POR TERCEIRO COM SEU CONSENTIMENTO. DEFENDEMOS A URGENTE E NECESSÁRIA REVISÃO DESSA LEGISLAÇÃO PUNITIVA. A CRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO VIOLA OS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS DAS MULHERES, RECONHECIDOS COMO DIREITOS HUMANOS NAS CONFERÊNCIAS INTERNACIONAIS DO CAIRO E COPENHAGUE, EM 1994, E DE PEQUIM, EM 1995. IMPORTA REALÇAR QUE OS COMITÊS DA ONU SOBRE OS DIREITOS ECONÔMICOS, SOCIAIS E CULTURAIS (PIDESC) E SOBRE A ELIMINAÇÃO DA DISCRIMINAÇÃO CONTRA A MULHER (CEDAW) RECOMENDARAM AO ESTADO BRASILEIRO, EM 2003, A ADOÇÃO DE MEDIDAS QUE GARANTAM O PLENO EXERCÍCIO DOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS. AMBOS ENFATIZARAM A NECESSIDADE DA REVISÃO DA LEGISLAÇÃO PUNITIVA COM RELAÇÃO AO ABORTO".


[A Lei do Aborto deve ser revista? Sim. Folha de São Paulo 18/12/04: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1812200409.htm] Para entender como o governo do presidente Lula, apesar da grande rejeição ao aborto no Brasil, conseguiu apresentar um projeto de lei que deveria ter legalizado totalmente esta prática durante TODOS OS NOVE MESES DE GRAVIDEZ, LEIA E DIVULGUE SEGUINTE RELATÓRIO, JAMAIS PUBLICADO PELA IMPRENSA: CONTEXTUALIZAÇÃO DA DEFESA DA VIDA: COMO FOI INTRODUZIDA A CULTURA DA MORTE NO BRASIL http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf


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6. PARTICIPAÇÃO DE FLÁVIA PIOVESAN NO CLADEM ============================================


O nome da professora Flávia Piovesan não consta do site oficial do CLADEM. Não foram também encontrados trabalhos mais recentes da professora assinados em nome do CLADEM. Talvez, coincidência ou não, porque pelo menos desde 2009 já se cogita o seu nome para a sucessão da ministra Ellen Gracie. Em 2009 a revista Consultor Jurídico, apresentando a professora Piovesan como "UMA ESTUDIOSA QUE TEM DEDICADO A VIDA A PESQUISAR OS DIREITOS HUMANOS", afirmava que "O TRABALHO DE FLÁVIA PIOVESAN FOI RECONHECIDO ESTE ANO PELA COMUNIDADE JURÍDICA, QUE COGITA SEU NOME PARA OCUPAR UMA POSSÍVEL VAGA A SER DEIXADA PELA MINISTRA ELLEN GRACIE NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL". http://www.conjur.com.br/2009-abr-05/entrevista-flavia-piovesan-procuradora-estado-sao-paulo Mas alguns sites internacionais ainda mencionam Flávia Piovesan como membro do CLADEM. Entre eles estão: - TORONTO INICIATIVES FOR ECONOMICS AND SOCIAL RIGHTS, ADVISORY BOARD: "Professor Flavia Piovesan is a Member of the Latin American and Caribbean Committee for the Defence of Women's Rights". http://tiesr.org/b_piovesan.html - UNITED NATIONS OFFICE OF THE HIGHER COMISSIONER FOR HUMAN RIGHS: OHCHR 1996-2011: "Professor Flavia Piovesan (Brazil) currently is also a Member of the Latin American and Caribbean Committee for the Defence of Women's Rights". http://www.ohchr.org/EN/Issues/Development/Pages/FlaviaPiovesan.aspx

Guardai-vos dos falsos profetas, a explicação da Bíblia pode tornar-se um instrumento do Anti-cristo”.


Por incrível que pareça a “teologia da libertação” e a “teologia da prosperidade” trazem consigo algo em comum: ambas têm como primícias uma fé horizontalizada e são essencialmente materialistas. Ao contemplar a crescente destas “vertentes teológicas” quase sempre me lembro das palavras de Jesus: “Em verdade vos digo que um de vós me há de trair”(MT 26 v. 21). Infelizmente muitos são os “Judas” nos tempos modernos, tal como o traidor estão contribuindo para a “crucificação” da Fé de sempre por que as “moedas” deste mundo os atraem.

A teologia da libertação é dada como morta por muitos, tenho minhas duvidas quanto a isto, se ela esta morta, uma certeza tenho comigo: ela ainda não foi totalmente sepultada. A sua presença é marcante na mente de muitas “lideranças”, incluindo clérigos. Querem por que querem o igualitarismo, não tiram de foco a concepção de “paraíso aqui na terra” e os seus movimentos sociais trabalham com vigor juntos aos sindicatos e movimentos de “minorias”, um trabalho pautado na briga de classes propriamente socialista.

É lógico que muitas pessoas estão nestes movimentos com retas intenções, mas há aqueles que são rebeldes declarados da Igreja de Roma, chamam os papas de eurocêntricos, a sã doutrina de preconceituosa e a cristandade de opressora. De fato “criaram” uma nova igreja, uma nova hermenêutica bíblica e estão tentando esvaziar todo o núcleo da fé cristã. Pessoas que se levantam contra a fé que é de Cristo e dos apóstolos, fé esta que em nada responde as exigências das cartilhas marxistas.

Do outro lado esta a teologia da prosperidade, ganhou o coração do povo com os emocionantes cultos apresentados na televisão, as “igrejas” da prosperidade crescem cada vez mais, os “templos” se multiplicam e Deus só serve para servir e nada mais. A única retidão que o “fiel” deve ter é a de dar o seu dizimo, o resto são questões subjetivas e agradáveis a Deus, todos são bem-vindos: os ladrões, os homossexuais, os espíritas e qualquer um que queira dar para receber. Que Deus é este? Com certeza não é o Deus dos mártires Pedro e Paulo e tão pouco de São Lourenço (amante dos pobres) que celebramos hoje.

Os estudiosos dizem que um dos caminhos que levam a pessoa ao ateísmo é a falsa concepção de Deus, as pessoas se decepcionam com o “falso Deus” e facilmente desacreditam. Muitos falam que o Brasil esta se tornando um país protestante, mas não é verdade isto, com o crescimento de tantas seitas o país esta em um processo para se tornar um país ateu. Todos vão se decepcionar com este “falso Deus da prosperidade”.

Com o crescimento de tantas “más teologias” nos resta ficar atentos ao que escutamos, pois o demônio é um conhecedor das sagradas escrituras. Temos que está com um "olho" no orador e o outro no sagrado magistério da Igreja. Não podemos esquecer que nosso Senhor foi tentado no deserto com citações das “Sagradas Escrituras”, na segunda tentação Satanás o leva para dentro de um tempo e cita o versículo 11 do salmo 91. O santo Padre Bento XVI diz a seguinte frase na obra “ Jesus de Nazaré”: “De fato, a explicação da Bíblia pode tornar-se um instrumento do Anti-cristo”.

Não deixem de ler o catecismo da Igreja Católica, as encíclicas, bons livros, as catequeses do papa e os pronunciamentos da Igreja, pois já nos alertava nosso Senhor:

“Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores.”( Mt 7 v.15)

O País do Desejo, (mais uma obra de satanás contra a igreja)


“Não perca o caminho do bem, distraindo-se com as coisas deste mundo.” (Pe. Pio)
Satanás é astuto!!!

O diretor de O País do Desejo, Paulo Caldas, admitiu ter tentado provocar a Igreja Católica com seu filme. Na história, Fábio Assunção vive um padre que defende o aborto em casos específicos e acaba largando a batina após se apaixonar por uma pianista.

“Nos meus filmes eu sempre procuro alguma forma de provocação, como provocar as instituições. E a igreja é uma delas”, disse o diretor ao Terra. Questionado se uma reação institucional da igreja seria bom para o filme, Caldas ri e não desconversa: “isso seria ótimo”.

Exibido pela primeira vez no Brasil na noite de ontem, em Gramado, o País do Desejo recebeu críticas nesta manhã. O filme foi considerado curto, sem espaço para mostrar as dúvidas do padre e com um excesso de frases de efeito.

Caldas rebateu insinuações de que o filme não teria “sua cara” e diz que busca fugir do rótulo do cinema pernambucano. “Esse negócio de colocar fronteiras para filmes não me interessa”, disse o diretor, que sustentou que seu filme foi bem recebido na Itália, ao contrário de Gramado. “Talvez ele seja mais um filme italiano”, brincou. Fábio ou Lázaro O ator Lázaro Ramos chegou a ser cogitado para o papel do padre José, quando a intenção era chamar a obra de “Amor Sujo”.

Caldas acredita que um ator loiro e de olhos claros em um filme rodado em Pernambuco poderia ser mais provocador. Fábio Assunção teve ajuda de um integrante da Associação dos Padres Casados para conceber seu personagem. Ele disse que não fez nenhuma preparação específica e resume o longa-metragem como “uma história de amor, mas antes do amor acontecer”.

9 de ago. de 2011

Doutrina Catolica X Maçonaria

MAÇONARIA E IGREJA CATOLICA


Maçonaria vs. Catolicismo

Doutrina Maçônica Doutrina Católica
1. Existe um Ser Supremo, convenientemente denominado “Grande Arquiteto do Universo”. 1. Existe um Ser Supremo, Criador e Conservador de todos os seres contingentes, que com sua paternal Providência vela sobre cada uma de suas criaturas.
2. Para o conhecimento da natureza íntima do Ser Supremo a razão humana permanece entregue às suas próprias luzes e forças naturais; pois não consta que Deus se tenha revelado aos homens. 2. Para o conhecimento da natureza íntima do Ser Supremo a razão humana, entregue apenas às suas próprias luzes e forças naturais, é radicalmente insuficiente; foi por isso que o próprio Deus, principalmente por Seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, Se dignou de falar sobre Si aos homens.
3. É sagrado e inviolável, em todo indivíduo humano, o direito de pensar livremente. 3. É sagrado e inviolável, em todo indivíduo humano, o direito de orientar livremente o seu pensamento de acordo com a realidade objetiva preexistente; não, porém, contra esta realidade, porquanto o erro não tem direitos.
4. O homem deve dirigir seus atos e sua vida exclusivamente de acordo com a sua própria razão e consciência. 4. O homem deve dirigir seus atos e sua vida de acordo com a sua própria consciência e, sobretudo, de acordo com os mandamentos revelados positivamente por Deus.
5. É o próprio indivíduo que deve regular suas relações com o Ser Supremo, o modo como cultua-1′O. 5. É em primeiro lugar o próprio Deus que regula o modo como deve ser cultuado pelo homem, sua criatura; e o homem deve acomodar-se às determinações divinas.
6. Qualquer coação ou influência externa, seja de ordem física, seja de ordem moral, no sentido de dirigir ou orientar o pensamento do indivíduo, deve ser considerado como atentado contra um direito natural e sagrado e por isso deve ser denunciado como violência e injustiça. A Maçonaria considera seu dever principal combater esta violência, ambição e fanatismo. 6. Ninguém deve ser coagido contra sua vontade a abraçar a fé na Revelação Cristã; mas pelo ensino, pela educação e formação, o homem pode e deve ser influenciado e melhorado por outros; e isso não só não é violência alguma, ou injustiça, mas é excelente obra
de caridade cristã. A Igreja Católica considera seu dever principal trabalhar na instrução e
na educação moral e religiosa de todos os homens.
7. O meio ambiente em que vive e respira o indivíduo humano deve manter-se rigorosamente neutro, sem hostilizar nem favorecer religião alguma determinada, nem mesmo a religiãocristã. 7. O meio ambiente em que vive e respira o indivíduo humano deve estar impregnado dos princípios religiosos e morais certamente revelados e ordenados por Deus.
8. A sociedade e mormente o Estado devem manter-se oficialmente indiferentes perante qualquer religião concreta. 8. O ideal seria que a sociedade e mormente o Estado dessem oficialmente aos cidadãos os meios e as facilidades de passarem sua vida inteiramente segundo as leis e prescrições de Deus.
9. O ensino público, dado e mantido pelo Estado, deve ser absolutamente leigo ou neutro em assuntos religiosos. 9. O ensino público, dado e mantido pelo Estado, não pode abstrair de Deus e de Suas leis e determinações. Concretamente, o ensino leigo ou neutro é impossível e resvala para o ateísmo.
10. A Maçonaria aceita e defende os elementos da religião natural e abstrai da religião cristã, mas sem hostilizá-la. 10. A Igreja Católica aceita e defende os elementos verdadeiros da religião natural e abraça com amor e gratidão areligião cristã, sabendo ser impossível permanecer indiferente perante Cristo: “Quem não for por mim, será contra mim” (Lc 11, 23).
11. A Maçonaria reconhece que todas as religiões são boas e iguais perante Deus. 11. A Igreja Católica reconhece
que, perante Deus, só é boa e aceitável a religião ensinada pelo próprio Deus, me diante Cristo Jesus. “Nem todo aquele que me disser: Senhor! Senhor! entrará no reino dos céus; mas somente aquele que fizer a vontade de meu Pai celeste” (Mt 7, 21).
12. A Maçonaria não exige a necessidade da fé cristã e do batismo cristão. 12. “Quem crer e for batizado, será salvo; mas quem não crer será condenado” (Mt 16, 16).
13. A Maçonaria não exige a necessidade de “comer a carne de Cristo e beber o seu sangue” (a Comunhão ou Eucaristia). 13. “Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós” (Jo 6, 53).
14. A Maçonaria condena como contrária à moral, retrógrada e anti-social a existência de corporações religiosas que segregam seres humanos da sociedade e da família. 14. “Se queres ser perfeito, vai, vende todos os teus bens e dá-os aos pobres, e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me” (Mt 19, 21); “em verdade vos digo que todo aquele que por causa de mim e do evangelho deixar casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filho, ou campo, receberá, já nesta vida, no meio de perseguições, o cêntuplo em casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos e campos; e no mundo futuro terá a vida eterna” (Mt 19, 29-30).
15. A Maçonaria proclama que o Matrimônio não é sacramento e que o divórcio, em certos casos, é uma exigência da lei natural. 15. A Igreja Católica ensina que o Matrimônio é um vínculo santo e sagrado, verdadeiro sacramento (quer dizer: meio de santificação) e que, em caso algum, é permitido o divórcio.



no dia 26.11.1983 nas vésperas do inicio do vigor do novo Código, a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, se manifestou da seguinte forma, sendo publicado pelo L´Osservatore Romano: O parecer veio do então Card. Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI.

“Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da Maçonaria, pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior.

Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.

Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão. Não corresponde às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto acima estabelecido e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981” (cf. AAS 73, 1981, p.240-241).

Dom Lelis Lara, CSsR.


Tenho recebido muitas consultas sobre Maçonaria, por exemplo, se um católico pode se inscrever na Maçonaria, se um maçom pode comungar e outras.

Achei oportuno escrever este artigo sobre a matéria, imaginando que muitas pessoas também tenham as mesmas dúvidas e queiram se esclarecer.

Para muitos a Maçonaria é uma entidade filantrópica, semelhante a um clube de serviço como Rotary e o Lions. Para esses poderia parecer implicância da Igreja Católica vetar aos seus fiéis o ingresso na Maçonaria.


Na realidade a Maçonaria não é mera entidade filantrópica. Ela se apresenta também como instituição com princípios filosófico-religiosos.


Por diversas vezes, ao longo dos séculos, a Igreja católica condenou a maçonaria. Nunca ficaram muito claras as razões aduzidas para essas condenações. Podemos talvez dizer que a Igreja condenava a Maçonaria por ser sociedade suspeita de heresia e de maquinar contra os poderes instituídos e contra a própria Igreja.

Com essa última conotação foi introduzida no antigo Código de Direito Canônico uma pena de excomunhão para os que ingressarem na Maçonaria.

Ficou claro para a igreja hoje que a Maçonaria é uma entidade com princípios filosófico-religiosos inconciliáveis com a doutrina cristã. Já não se considera o aspecto de “maquinação contra a igreja”. O novo Código de Direito Canônico não faz nenhuma referência à Maçonaria.

O Episcopado alemão, após seis anos de estudos, concluiu pela inconciliabilidade entre a igreja Católica e Maçonaria, pelos seguintes motivos:

a) o relativismo e o subjetivismo são convicções fundamentais na visão que os maçons têm do mundo;

b) o conceito maçônico da verdade nega a possibilidade de um conhecimento objetivo da verdade;

c) o conceito maçônico da religião é relativista: todas as religiões seriam tentativas, entre si competitivas, de anunciar a verdade divina, a qual, em última análise, seria inatingível.

Tal conceito de religião implica uma visão relativista, que não pode conciliar-se com a convicção cristã; o conceito maçônico de Deus (Grande Arquiteto do Universo) é uma concepção marcadamente deísta: um “ser” neutro, indefinido e aberto a toda compreensão possível e impessoal, minando o conceito de Deus dos católicos e da resposta ao Deus que os interpela como Pai e Senhor;

e) a visão maçônica de Deus não permite pensar numa revelação de Deus, como se dá na fé e na tradição de todos os cristãos;

f) a idéia maçônica de tolerância deriva de seu relativismo com relação à verdade. Semelhante conceito abala a atitude do católico na sua fidelidade à fé e no reconhecimento do magistério da Igreja;

g) a prática ritual maçônica manifesta, nas palavras e nos símbolos, um caráter semelhante ao dos sacramentos, como se, sob aquelas atividades simbólicas, se produzisse algo que objetivamente transformasse o homem;

h) o conceito maçônico acerca do aperfeiçoamento ético do homem é absolutizado e de tal modo desligado da graça divina, que já não resta espaço algum para a justificação do homem, segundo o conceito cristão;

i) a espiritualidade maçônica pede a seus adeptos uma tal e exclusiva adesão para a vida e para a morte, que já não deixa lugar à ação específica e santificadora da igreja. Esta fica, de fato, sobrando.

Conclusão:

Então a pergunta o católico pode ser maçom? A Resposta é NÃO! Este sectarismo, e exclusivismo já tinha sido caracterizado no pensamento de Jesus quando ele afirmou: “Porque não há nada oculto que não venha a descobrir-se, e nada há escondido que não venha a ser conhecido.” Lc 12,2, mas o porque fica por conta do Pe. Jesus Horta: "Maçonaria e Igreja Católica são simplesmente inconciliáveis, com uma inconciabilidade que não depende de conjunturas históricas, nem de ações particulares, mas que é intrínseca à própria natureza de ambas as instituições". Amados ou somos Adoradores do BODE ou adoramos o CORDEIRO DE DEUS que tira o pecado do mundo.
A Paz de Jesus Eudes
http://eudesrcc.blogspot.com/2011/08/2011-catolicismo-e-maconaria-continuam.html

A “inevitabilidade” do mal chamado “casamento” gay e a batalha a favor do matrimônio e da liberdade religiosa.


Chuck Colson

É hora do “campo de batalha a favor do casamento” mudar para liberdade religiosa? Essa é a pergunta que um recente artigo da revista Christianity Today* está propondo depois que o Estado de Nova Iorque aprovou o “casamento” de mesmo sexo.

De acordo com Douglas Laycock, professor de direito na Universidade de Virginia, a resposta é “Sim”. Ele diz: “Os conservadores religiosos que defendem o casamento tradicional precisam mudar seu foco para lutar em favor da liberdade religiosa”.

O motivo disso é que Laycock e, lamentavelmente, muitos outros acreditam, de forma errônea, na inevitabilidade do “casamento” de mesmo sexo. Eles acham que o melhor que os cristãos podem fazer é assegurar que as leis de “casamento” gay pelo menos forneçam um pouquinho de proteção para as liberdades daqueles de nós que acreditamos no casamento tradicional.

Sim, o tão chamado “casamento” de mesmo sexo representa uma grave ameaça à liberdade religiosa.Estão ocorrendo casos em que fotógrafos e outros foram processados por se recusarem a participar de cerimônias de “casamento” de mesmo sexo. Entidades católicas que cuidam de órfãos estão sendo fechadas porque só entregam crianças em adoção para uma mãe e pai que são casados. Não se engane: proteger a liberdade religiosa é uma prioridade importante.

Mas é exatamente por isso que abandonar a batalha pelo casamento tradicional é tolice e perigoso. Meu colega Robert George, que é professor na Universidade de Princeton, resume isso de modo perfeito: “Se você perguntar”, disse ele, “‘O que se pode fazer para avançar, na nação inteira, a proteção à liberdade religiosa?’ a resposta é esta: Ganhar a luta para preservar a definição legal do casamento como a união conjugal de marido e esposa. Ponto final”.

Lembre-se: O que o Estado dá, o Estado pode também arrancar. A proteção à liberdade religiosa no projeto de lei de Nova Iorque, por exemplo, tinha uma redação fraca e vaga. O que ela protegerá? Quem ela protegerá? Por quanto tempo? Não podemos dizer nessa altura, e logo que a questão chegar aos tribunais — e chegará aí — fica ainda mais difícil predizer.

Segundo, mudar o debate para a liberdade religiosa tira o centro das atenções da importância do casamento. Como Tom Messner da Fundação Heritage disse para o National Review: “O debate do casamento é em primeiro lugar um debate sobre o sentido e propósito público do casamento, não um debate sobre liberdade religiosa… Mesmo que o casamento de mesmo sexo não representasse nenhuma ameaça à liberdade religiosa, as razões fundamentais para se apoiar o casamento como um homem e uma mulher permanecem de igual modo imprescindíveis e precisam ser lidadas”. Exatamente.

Terceiro, conforme aponta Messner, o casamento de mesmo sexo não é inevitável. “Aproximadamente 30 estados”, diz ele, “têm protegido o casamento em suas constituições estaduais. Aproximadamente 40 estados têm protegido o casamento em seus estatutos”.

E em Maine, depois que a Assembleia Legislativa aprovou o “casamento” de mesmo sexo, os eleitores derrubaram a lei. E embora a elite dos meios de comunicação não queira que você saiba, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública do Fundo de Defesa Aliança, a maioria dos americanos quer reservar o casamento para um homem e uma mulher.Desistir da luta pelo casamento agora depois de alguns reveses é loucura.

O debate sobre casamento nos Estados Unidos não terminou. Agora, mais do que nunca, os cristãos precisam se equipar para defender o casamento e viver na prática a verdade sobre casamento, sexo e família em nossas próprias vidas.Essa não é tempo para derrotismo ou batida em retirada, mas para ação.

Nota do Tradutor: Christianity Today é a mãe da revista em português Cristianismo Hoje.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Sudão: Menina é sequestrada, estuprada e espancada por muçulmanos, mas não renega a fé cristã

Hiba Abdelfadil Anglo, cristã de 16 anos, conseguiu escapar após ter sido sequestrada por muçulmanos e ficar em cativeiro por quase um ano. Ela foi raptada no dia 17 de junho de 2010 e reencontrou a família no dia 10 de julho desse ano. A garota contou sua história ao Compass.
"Eles fizeram muitas coisas ruins comigo", disse Hiba em lágrimas.

"Várias vezes fui avisada que se não me convertesse ao islã eu morreria. Em várias ocasiões me torturam e ameaçaram me matar. O homem que me levou para sua casa, além de me torturar não permitia que eu fizesse minhas orações cristãs, e ainda ofendia minha família chamando-os de infiéis", disse ela.

A jovem consegui escapar do porão onde vivia trancada e pediu a um motorista que a levasse para a casa que ficava a duas horas de distância.

"Eu tinha tentado escapar três vezes, mas eles me capturaram e me bateram muito", disse Hiba soluçando.

Sua mãe, Ikhlas Omer Anglo,disse que ao procurar a polícia para denúnciar o sequestro, estes afirmaram que ela primeiro deveria abandonar o cristianismo. "Logo após ter minha filha sequestrada um policial me disse: Se você quer ter sua filha de volta, vire muçulmana", disse a mãe em tom de revolta.

A menina, Hiba Abdelfadil, além de espancada e torturada, também foi estruprada muitas vezes e está bastante traumatizada.

"Além de abusar sexualmente de mim, ele tentou me forçar a mudar minha fé, e dizia constantemente para que eu me preparasse para o Ramadã", disse ela. "Eu não consigo esquecer isso, e toda vez que vou rezar lembro de tudo, peço que rezem muito por mim".

"Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas, para ti as esposas que tenhas dotado, assim como as que a tua mão direita possui (cativas), que Deus tenha feito cair em tuas mãos, as filhas de teus tios e tias paternas, as filhas de teus tios e tias maternas, que migraram contigo, bem como toda a mulher fiel que se dedicar ao Profeta, por gosto, e uma vez que o Profeta queira desposá-la; este é um privilégio exclusivo teu, vedado aos demais fiéis. Bem sabemos o que lhes impusemos (aos demais), em relação às suas esposas e às que suas mãos direita possuem, a fim de que não haja inconveniente algum para ti. E Deus é Indulgente, Misericordioso. (Al Corão 33:50)"


Os Mártires de hoje, Católicos mortos em plena santa missa.

Ate aonde vai a sua fé ?

Será que você esta preparado para morrer por Jesus Cristo e sua Igreja ?

Assistam os videos do massacre de católicos em Bagda .





8 de ago. de 2011

Meu namorado quer transar, e agora?


Meu namorado quer transar, e agora?

Antes de dar essa resposta vamos ver o que ensina a Santa Mãe Igreja!

“A fornicação é a união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres. É gravemente contrária à dignidade das pessoas e da sexualidade humana, naturalmente ordenada para o bem dos esposos, bem como para a geração e a educação dos filhos” (CIC § 2353).



Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais” (CIC §2356).

E depois de tudo dito pela Santa mãe Igreja Precisamos lembrar que os Casais de namorados que vivem o sexo antes do casamento(fornicação) não pode se aproximar da Santa Comunhão antes de se confessarem e fazer o Proposito de não voltar ao Pecado.

Todas estas situações ofendem a dignidade do matrimónio; destroem a própria ideia de família; enfraquecem o sentido da fidelidade. São contrárias à lei moral: o acto sexual deve ter lugar exclusivamente no matrimónio; fora dele constitui sempre um pecado grave e exclui da comunhão sacramental.(CIC 2390)

2391. Hoje em dia, há muitos que reclamam uma espécie de «direito à experiência», quando há intenção de contrair matrimónio. Seja qual for a firmeza do propósito daqueles que enveredam por relações sexuais prematuras, «estas não permitem assegurar que a sinceridade e a fidelidade da relação interpessoal dum homem e duma mulher fiquem a salvo nem, sobretudo, que esta relação fique protegida de volubilidade dos desejos e dos caprichos»(143). A união carnal só é legítima quando se tiver instaurado uma definitiva comunidade de vida entre o homem e a mulher. O amor humano não tolera o «ensaio». Exige o dom total e definitivo das pessoas entre si (144).

Veja o que diz a Santa Palavra de Deus sobre a FORNICAÇÃO.

“Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem” (Gálatas 5,19).

“Mas o corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo” (I Coríntios 6,13).

“Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? (id. v.15)

“Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (I Corinthuis 6,18).

“Quanto à fornicação, à impureza, sob qualquer forma, ou à avareza, que disto nem se faça menção entre vós, como convém a santos” (Efésios 5,3).


O ato sexual é o selo de uma união definitiva


Este é um grande problema que enfrentam, hoje, as jovens cristãs que desejam viver a lei de Deus; elas não querem viver a vida sexual no namoro, mas são pressionadas por seus namorados, às vezes pelas próprias amigas, pelo ambiente, pela mídia, etc. Não é uma pressão pequena, às vezes, esta acontece até dentro de casa.


O sexo só deve ser vivido no casamento por causa de sua finalidade e suas conseqüências. As finalidades são: unitiva e procriativa.


A dimensão unitiva tem em vista unir o casal que se comprometeu um com o outro a vida toda, um compromisso selado pela aliança matrimonial diante de Deus e dos homens. A dimensão procriativa gera os filhos; esses têm o direito de nascer em um lar constituído com pais preparados para acolhê-los, amá-los e educá-los. E isso não pode acontecer ainda no namoro, porque eles podem se separar a qualquer momento.


Ora, o ato sexual é o selo de uma união definitiva, permanente, compromissada para sempre; não é uma brincadeira, um passatempo, uma diversão. Na verdade, os casais que usam o sexo antes do casamento estão realizando um ato egoísta, não um ato de amor, por mais que insistam em que o fazem porque se amam.


A última "entrega" ao outro deve ser a do próprio corpo; só depois que os corações e as vidas estiverem unidas para sempre. Isso está longe de acontecer no namoro, que é um tempo de escolha. É o tempo de conhecer a pessoa do outro, seus valores e seus limites, para se fazer uma escolha com quem um dia se casar. Não é o tempo de viver a intimidade sexual dos casados.


Amor não é sentimentalismo, romance e prazer; amor é responsabilidade, é fazer os outros felizes. O verdadeiro amor espera, respeita.


As coisas da vida somente são boas e nos fazem felizes se são usadas dentro de sua finalidade e no momento certo. Ninguém come uma banana ainda verde, ou usa um microfone como se fosse um martelo. Desvirtuando a sua finalidade, você provoca dano. Com o sexo se dá o mesmo; se for vivido fora do seu sentido, estraga tudo.


Muitos e muitos abortos são realizados por causa da vida sexual dos jovens no namoro. Muitas meninas e adolescentes ficam grávidas e se tornam mães sem as condições mínimas necessárias de educar os filhos; e muitas vezes estes são criados sem os pais, que abandonam a namorada após a gravidez. Ora, isso não pode ser chamado de amor, e sim de nefasto egoísmo.


O ato sexual, para estar de acordo com a natureza e ser moral, deve estar aberto à vida; por isso a contracepção não deve acontecer por meio de camisinha, pílulas anticoncepcionais e outros meios artificiais. Pior ainda quando a jovem ingere a "pílula do dia seguinte", abortiva, que mata seu filho e causa um dano tremendo a seu organismo por possuir uma carga hormonal altíssima.

Quantas jovens engravidaram no namoro e tiveram de mudar totalmente o rumo de suas vidas! Às vezes, são obrigadas a deixar os estudos para trabalhar; vão morar na casa dos pais sem poderem constituir uma família como convém. Você já pensou nisso?


Então, o seu namorado não pode exigir que você tenha uma vida sexual com ele, pois não há um compromisso definitivo entre vocês. Ele está sendo egoísta. Não é justo que ele queira cobrar isso de você; isso não é amor, é egoísmo. Ele não corre o risco de uma gravidez; e se o namoro terminar, ele vai embora como se nada tivesse feito; mas para você é diferente, porque nunca mais você vai esquecer o que aconteceu.


São Paulo, há dois mil anos, já ensinava aos Coríntios: "A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa" (ICor 7,4). O Apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.


Por isso, jovem cristã, resista e diga "não" a seu namorado. Deus quer que você se guarde e se prepare para aquele homem que um dia vai ser seu esposo, pai de seus filhos. Tente mudar a maneira dele de pensar; traga-o para Deus. Mas, se ele ameaçar deixar você, deixe que ele vá, pois ele não merece o seu amor; ele não está "à altura de recebê-la um dia como esposa". Deus não a desamparará, pois tem algo melhor para você; Ele a ama. Ninguém pode ser infeliz por cumprir a Sua lei e fazer a Sua vontade. Nunca faça do seu corpo uma arma para segurar o seu namorado, pois a vítima pode ser você!

Professor Felipe Aquino

“As portas do Abismo nada poderão contra Ela” – Beato John Newman


Outrora, era uma fonte de perplexidade para quem crê, como lemos nos salmos e nos profetas, ver que os maus tinham êxito onde os servos de Deus pareciam fracassar. E o mesmo se passa ao tempo do Evangelho. E no entanto a Igreja possui este privilégio especial, que mais nenhuma outra religião tem, de saber que, tendo sido fundada aquando de primeira vinda de Cristo, não desaparecerá antes do Seu regresso.

Contudo, em cada geração, parece que sucumbe e que os seus inimigos triunfam. O combate entre a Igreja e o mundo tem isto de particular: parece sempre que o mundo a vence, mas é Ela que de facto ganha. Os seus inimigos triunfam constantemente, dizendo-a vencida; os seus membros perdem frequentemente a esperança. Mas a Igreja permanece. [...] Os reinos fundam-se e desmoronam-se; as nações espraiam-se e desaparecem; as dinastias começam e terminam; os príncipes nascem e morrem; as coligações, os partidos, as ligas, os ofícios, as corporações, as instituições, as filosofias, as seitas e as heresias fazem-se e desfazem-se. Elas têm o seu tempo, mais a Igreja é eterna. E contudo, no seu tempo, elas parecerem ter uma grande importância. [...]

Neste momento, muitas coisas põem a nossa fé à prova. Não vemos o futuro; não vemos que o que parece agora ter êxito não durará muito tempo. Hoje, vemos filosofias, seitas e clãs alastrarem, florescentes. A Igreja parece pobre e impotente. [...] Peçamos a Deus que nos instrua: temos necessidade de ser ensinados por Ele, estamos cegos. Quando as palavras de Cristo puseram os apóstolos à prova, eles pediram-Lhe: «Aumenta a nossa fé» (Lc 17.5). Procuremo-Lo com sinceridade: nós não nos conhecemos; temos necessidade da Sua graça. Qualquer que seja a perplexidade a que o mundo nos induza [...], procuremo-Lo com um espírito puro e sincero. Peçamos humildemente que nos mostre o que não compreendemos, que suavize o nosso coração quando ele se obstina, que nos dê a graça de O amarmos e de Lhe obedecermos fielmente na nossa procura.

Sermões sobre os temas do dia, nº 6, «Fé e Experiência», 2.4 Citado por Evangelho Quotidiano, 04/ago/2011


Fonte: http://www.deuslovult.org/

O mundo tem necessidade desta "fé jovem", afirma Dom Rylko


Em entrevista à Rádio Vaticano em italiano, o Presidente do Pontifício Conselho para os leigos, Cardeal Stanislaw Rylko, falou sobre a Jornada Mundial da Juventude de Madri. De acordo com o Dom Rylko, este será um importante acontecimento eclesial que mostrará a face jovem da Igreja.

"Será um testemunho fascinante da fé jovem, cheia de entusiasmo e dinamismo missionário. O mundo de hoje tem necessidade de tal testemunho", afirmou o cardeal. O cardeal disse ainda que a Igreja Espanhola, neste tempo de preparação, tem vivido um verdadeiro tempo de graça, um “kairós' particular, na qual ela está se redescobrindo através dos seus próprios recursos espirituais. Dom Rylko também comentou o tema proposto por Bento XVI para esta Jornada Mundial da Juventude: “Enraizados e fundamentados em Cristo, firmes na fé”, que segundo o cardeal, vem de encontro à crise do relativismo.

“Em tal situação, sobretudo entre os jovens, cresce a necessidade de encontrar raízes verdadeiras da própria identidade humana e cristã, além de um fundamento seguro, sobre o qual construir a própria vida. A JMJ de Madri quer ser uma resposta clara e persuasiva às necessidades do homem de hoje", explicou Dom Rylko.

Dom Stanislaw Rylko disse que cada Jornada Mundial da Juventude tem uma dimensão profética para o mundo de hoje. O convite do Papa para este grande evento, segundo cardeal, não foi feito somente para os jovens que partilham a nossa fé, mas para todos os jovens do mundo que trazem dúvidas no coração ou não creem em Deus.

“Pensemos nos jovens que graças ao encontro com Cristo na JMJ, realizaram uma mudança decisiva em suas vidas, quantos amadureceram escolhas vocacionais, seja no sacerdócio ou na vida consagrada, além daqueles que decidiram viver um autêntico matrimonio cristão. Estou certo que a JMJ de Madri também trará frutos deste gênero", disse o cardeal.

O Pontifício Conselho para os Leigos também criou um fundo de solidariedade para ajudar jovens de países mais pobres que não tinham condições de ir à Jornada Mundial da Juventude com os próprios recursos. O cardeal explicou que jovens de países mais ricos doaram a quantia de 10 euros, cada um, para auxiliar aqueles que jamais imaginavam estar em uma Jornada Mundial da Juventude. Além desta iniciativa, outras foram surgindo para levar a todos a boa nova desta “fé jovem”.

“O dicastério também solicitou às várias igrejas locais, movimentos eclesiais e também às novas comunidades que organizassem inciativas que pudessem levar o evento em tempo real, através da internet e da televisão. Portanto, a JMJ penetrará muitos ambientes, ajudando os jovens a viver esta experiência inesquecível”, comentou Rylko.


Mulheres têm cérebro mais ativo do que os homens.Isso não é cultural!


Um estudo canadense revela que os homens, quando comparados com as mulheres, apresentam uma predisposição maior para viver sem pensar.

A descoberta ocorreu acidentalmente durante uma pesquisa sobre esquizofrenia. Enquanto o cérebro das mulheres consegue atender inúmeras solicitações ao mesmo tempo, o cérebro dos homens entra mais frequentemente em repouso, revela o estudo liderado por Adrianna Mendrek, pesquisadora canadense do departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal.

Na verdade, os homens são mais dados a viver do que a pensar, menciona o trabalho dos pesquisadores que chegaram à conclusão que os cérebro masculino entra com maior facilidade em repouso durante uma pesquisa sobre esquizofrenia.

“Na realidade, os cérebros estão sempre ativos. É uma questão de intensidade, mas podemos dizer que o cérebro dos homens repousa mais do que o das mulheres”, explicou Adrianna Mendrek, em declarações ao jornal francês Le Figaro.

Segundo a investigadora, existe uma explicação neurológica para essa característica que dota os homens com a capacidade “de não pensar em nada”. A atividade neural do cérebro é maior em pessoas do sexo feminino, por isso o cérebro dos homens entra em repouso com mais facilidade.

A descoberta surgiu por mero acaso, já que a área de estudos de Adrianna Mendrek é a esquizofrenia – um transtorno mental que difere entre os sexos em termos de idade de início, sintomatologia, resposta à medicação e anormalidades estruturais do cérebro. Nesse contexto, analisou diversos sujeitos de ambos os sexos afetados por essa doença e comparou a sua atividade cerebral.

Jornal de Notícias

Nota: Para quem achava que as distinções entre homens e mulheres eram apenas “construções sociais”, essa pesquisa mostra algo diferente. Homem e mulher foram criados diferentes e complementares.[MB]

Fonte: http://www.comshalom.org

Nunca pare de defender o casamento hoje.


Chuck Colson
(Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — É hora do “campo de batalha a favor do casamento” mudar para liberdade religiosa? Essa é a pergunta que um recente artigo da revista Christianity Today* está propondo depois que o Estado de Nova Iorque aprovou o “casamento” de mesmo sexo. De acordo com Douglas Laycock, professor de direito na Universidade de Virginia, a resposta é “Sim”. Ele diz: “Os conservadores religiosos que defendem o casamento tradicional precisam mudar seu foco para lutar em favor da liberdade religiosa”.
O motivo disso é que Laycock e, lamentavelmente, muitos outros acreditam, de forma errônea, na inevitabilidade do “casamento” de mesmo sexo. Eles acham que o melhor que os cristãos podem fazer é assegurar que as leis de “casamento” gay pelo menos forneçam um pouquinho de proteção para as liberdades daqueles de nós que acreditamos no casamento tradicional.
Sim, o tão chamado “casamento” de mesmo sexo representa uma grave ameaça à liberdade religiosa. Estão ocorrendo casos em que fotógrafos e outros foram processados por se recusarem a participar de cerimônias de “casamento” de mesmo sexo. Entidades católicas que cuidam de órfãos estão sendo fechadas porque só entregam crianças em adoção para uma mãe e pai que são casados. Não se engane: proteger a liberdade religiosa é uma prioridade importante.
Mas é exatamente por isso que abandonar a batalha pelo casamento tradicional é tolice e perigoso. Meu colega Robert George, que é professor na Universidade de Princeton, resume isso de modo perfeito: “Se você perguntar”, disse ele, “‘O que se pode fazer para avançar, na nação inteira, a proteção à liberdade religiosa?’ a resposta é esta: Ganhar a luta para preservar a definição legal do casamento como a união conjugal de marido e esposa. Ponto final”.
Lembre-se: O que o Estado dá, o Estado pode também arrancar. A proteção à liberdade religiosa no projeto de lei de Nova Iorque, por exemplo, tinha uma redação fraca e vaga. O que ela protegerá? Quem ela protegerá? Por quanto tempo? Não podemos dizer nessa altura, e logo que a questão chegar aos tribunais — e chegará aí — fica ainda mais difícil predizer.
Segundo, mudar o debate para a liberdade religiosa tira o centro das atenções da importância do casamento. Como Tom Messner da Fundação Heritage disse para o National Review: “O debate do casamento é em primeiro lugar um debate sobre o sentido e propósito público do casamento, não um debate sobre liberdade religiosa… Mesmo que o casamento de mesmo sexo não representasse nenhuma ameaça à liberdade religiosa, as razões fundamentais para se apoiar o casamento como um homem e uma mulher permanecem de igual modo imprescindíveis e precisam ser lidadas”. Exatamente.
Terceiro, conforme aponta Messner, o casamento de mesmo sexo não é inevitável. “Aproximadamente 30 estados”, diz ele, “têm protegido o casamento em suas constituições estaduais. Aproximadamente 40 estados têm protegido o casamento em seus estatutos”. E em Maine, depois que a Assembleia Legislativa aprovou o “casamento” de mesmo sexo, os eleitores derrubaram a lei. E embora a elite dos meios de comunicação não queira que você saiba, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública do Fundo de Defesa Aliança, a maioria dos americanos quer reservar o casamento para um homem e uma mulher.
Desistir da luta pelo casamento agora depois de alguns reveses é loucura. O debate sobre casamento nos Estados Unidos não terminou. Agora, mais do que nunca, os cristãos precisam se equipar para defender o casamento e viver na prática a verdade sobre casamento, sexo e família em nossas próprias vidas.
Essa não é tempo para derrotismo ou batida em retirada, mas para ação.
Publicado com a permissão de Breakpoint.org

6 de ago. de 2011

América Latina sob pressão para liberalizar leis de aborto sob o processo de direitos humanos da ONU.


Cristina Gutierrez
NOVA IORQUE, EUA, 5 de agosto de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Governos ocidentais estão pressionando países da América Latina a liberalizar suas leis de aborto, por meio da utilização de um novo processo de direitos humanos da ONU chamado de Revisão Periódica Universal (RPU).
El Salvador, Costa Rica, Chile, Brasil, Bolívia, Belize e Argentina estão entre os principais países que recentemente foram pressionados por meio do processo da RPU, à medida que os países europeus recomendam que essas nações façam emendas em suas leis com relação aos “direitos” ao aborto e à contracepção.
A RPU envolve um diálogo interativo entre as delegações de diferentes Estados com relação a situações de direitos humanos num país particular, às vezes levando as delegações diretamente a sugerir que um Estado soberano modifique suas leis nacionais para cumprir as recomendações deles.
Durante os últimos três anos, muitos países europeus focalizaram principalmente nos países da América Latina. A preocupação maior parece estar centrada nas polêmicas questões de saúde sexual e reprodutiva que os países da Europa tratam como direitos, e interpretando esses direitos para incluir o aborto. Pressionando esses países a adotar sua convicção de que o aborto é um direito humano internacional, esses países europeus persistentemente recomendam que a negligência de fornecer acesso ao aborto sob suas leis nacionais é uma violação das leis internacionais de direitos humanos.
Luxemburgo recentemente exortou El Salvador a “melhorar o acesso das mulheres aos direitos e serviços de saúde sexual e reprodutiva”, enquanto o Reino Unido exige que a Costa Rica “…forneça para as mulheres informações adequadas de como acessar [serviços] e assistência médica, inclusive o aborto”, e a Suécia recomenda que o Chile fomente “iniciativas para garantir que as leis de aborto se alinhem com as obrigações de direitos humanos do Chile”.
Contudo, essas afirmações não têm nenhum apoio nas leis internacionais, nem por tratados nem por costumes. Piero Tozzi, assessor legal sênior do Fundo de Defesa Aliança, disse para Friday Fax: “Não existe nas leis internacionais nenhum ‘direito’ ao aborto. Em consonância com os tratados e as normas convencionais internacionais, as nações podem (e deveriam) proteger o bebê em gestação. Os órgãos da ONU e atores externos de forma repulsiva excedem sua competência quando exigem que nações soberanas alterem suas leis nacionais que protegem os bebês em gestação, e os estados deveriam rejeitar categoricamente tais reivindicações injustificáveis”.
Em parte devido às fortes pressões econômicas dos países ocidentais que condicionam a assistência de desenvolvimento em posturas sociais, alguns países da América Latina estão sendo forçados a responder às recomendações feitas pelos países europeus. El Salvador declarou que “o governo promoverá diálogo nacional pleno e participativo… sobre o direito das mulheres à saúde reprodutiva e sobre as implicações das restritivas leis de aborto”, e Belize declarou que “adotará medidas mais concretas ainda para melhorar o acesso das mulheres aos serviços sexuais e reprodutivos, como é entre outros, recomendado pela CEDAW”.
A Revisão Periódica Universal, criada por meio da Assembleia Geral da ONU pela resolução 60/251 em março de 2006, é um processo conduzido a cada quatro anos para monitorar e supervisionar as situações de direitos humanos em todos os 192 Estados membros. Sob esse processo, cada Estado tem a obrigação de dar satisfação das ações tomadas dentro de suas fronteiras para melhorar as questões de direitos humanos.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org

Da China, exemplo heróico de resistência à Cristofobia persecutória.

O cardeal chinês José Zen Ze-kiun, bispo emérito de Hong Kong e membro da Comissão da Santa Sé para a Igreja Católica na China deu a público uma corajosa carta denunciando as ordenações episcopais ilícitas que estão sendo promovidas pelo governo comunista chinês.

Essas sagrações sacrílegas estão acontecendo com a colaboração de bispos católicos regularizados pela política de distensão da Santa Sé com a ditadura de Pequim.

Entretanto, em sucessivos comunicados, a Santa Sé apontou que os bispos sagrados ilicitamente ficaram excomungados no ato (latae sententiae), o mesmo acontecendo com os bispos que os sagraram, salvo prova em contrário.

A carta do egrégio Cardeal foi traduzida e divulgada pela agencia UCANews e distribuída em espanhol pela agencia Zenit. Entre outras coisas, ela diz:

“É absurdo ouvir as declarações politicamente corretas dos títeres do Estado que defendem as políticas de Pequim.

“Nestes últimos dias, os fieis católicos dentro e fora da China acompanharam com tristeza e indignação as palavras pronunciadas por Antonio Liu Bainian e os reverendos José Guo Jincai, João Fang Xingyao e José Yang Yu, que já se assinalam como cismáticos. Mas a declaração de ontem, feita pela Administração do Estado para os Assuntos Religiosos (SARA), atingiu o extremo absurdo.

“Poderíamos entender que o Governo tivesse saído para defender seus títeres(…); porém agora saiu para louvar sua “ardorosa fé católica” e dizer que as sagrações sem mandato pontifício foram necessárias para “o governo normal da Igreja e suas necessidades pastorais e evangelizadoras”.

“Isto é absolutamente absurdo e ridículo, pois, como alguns especialistas já assinalaram, é o Governo [comunista chinês] que está ‘dirigindo’ a Igreja Católica. (…)

“Após as últimas sagrações ilegítimas e o VIII Congresso Nacional de Representantes Católicos, todo mundo pôde perceber que o SARA e a Associação Patriótica Católica China decidiram guiar a Igreja de forma aberta e impenitente por uma estrada que leva à independência da Igreja e a escolher e sagrar unilateralmente seus bispos.

“Então, deixemos que, para dar um novo estatuto à sua nova igreja, eles achem alguémcom suficiente peso como Martinho Lutero ou o rei Henrique VIII, mas eles não têm direito de usurpar o título de “Igreja Católica”.

“Por meio da violência, eles limitam as liberdades individuais; ofendendo inclusive a dignidade das consciências. Fazem totalmente caso omisso da autoridade e amabilidade de nosso Santo Padre, e ainda ousam dizer que têm uma vontade sincera de diálogo. É a maior mentira do mundo! Só a covardia e o egoísmo impedem que as nações manifestem sua desaprovação”.

E referindo-se aos novos bispos ilegítimos – os reverendos Paul Lei Shiyin, de Leshan, e Joseph Huang Bingzhang, de Shantou –, acrescenta: “a maioria dos fiéis católicos de China reprovará esses oportunistas e se manterá sempre do lado do Papa.

“Ninguém sabe quanto durará este rigoroso inverno; mas nossos fiéis não têm medo, ou superarão seu medo com a fé e a oração, que lhes darão forças para imitar os mártires canonizados e os incontáveis heróis que praticam a fé, para dar corajoso testemunho de Nosso Senhor Ressuscitado.

“Queridos irmãos e irmãs na fé, fazemos chegar a vós as saudações de um irmão que se sente quase envergonhado de viver em liberdade.”

A carta cardinalícia conclui assim com a manifestação heróica do desejo de partilhar as perseguições e os sofrimentos que os sinceros católicos chineses arrostam por amor a Jesus Cristo e à sua Igreja.


Fonte: http://www.ipco.org.br

5 de ago. de 2011

Ligação da homossexualidade com trauma na infância


DUNEDIN, Nova Zelândia (Notícias Pró-Família) - Um recente estudo da Universidade de Otago revelou que indivíduos homossexuais ou bissexuais têm mais probabilidade de terem sofrido uma variedade de traumas na infância, inclusive ataque sexual, estupro, violência e violência no lar.
"As pessoas que se identificam como homossexuais ou bissexuais, ou tiveram um encontro ou relacionamento de mesmo sexo, tendem a vir de contextos perturbados", disse Elisabeth Wells, professora adjunta de pesquisas.
O estudo analisou resultados de um estudo de saúde mental da Nova Zelândia que entrevistou 13.000 pessoas entre 2003 e 2004. 98% dos participantes do estudo se identificaram como heterossexuais; 0.8% se identificaram como homossexuais; 0.6% se identificaram como bissexuais; e 0.3% se identificaram com "outra coisa".
Das pessoas que relataram certos incidentes traumáticos na infância, 15% não eram heterossexuais; daquelas que não tiveram tais experiências, só 5% não eram heterossexuais, indicando que tais experiências triplicam a chance de posteriores inclinações homossexuais ou bissexuais confessas.
Alguns líderes homossexuais radicais discordaram das revelações do estudo: Tony Simpson, presidente do grupo homossexual Arco-Íris de Wellington, disse que a pesquisa não deveria ser entendida como significando que os homossexuais não nascem assim. "Não tenho dúvida de que a direita religiosa fará conclusões precipitadas de que isso serve como prova conclusiva de que a homossexualidade é construída, não de nascença", disse ele.
Wells tentou dissipar os temores com relação às conclusões do estudo.
"Suspeito que poderia haver alguns gays e lésbicas que ficarão indignados, mas não é minha intenção irá-los", disse ela. "Você poderia dizer que se alguém foi sexualmente abusado na infância, escolhe viver como homossexual e vive bem, então não é uma coisa ruim. Mas se ele está vivendo uma vida homossexual e lamenta, esse é outro assunto".
Embora o abuso físico ou sexual na infância esteja ligado à homossexualidade na vida adulta, outras experiências traumáticas, tais como a morte súbita de um amado ou grave doença ou acidente na infância, tiveram apenas leve ligação com identidade ou conduta não heterossexual.
Das mulheres que se identificaram como lésbicas, mais de 40% haviam sido casadas e tinham filhos, ao passo que 13% dos homens homossexuais tinham a mesma experiência. Mais de 80% daqueles que se identificaram como bissexuais eram mulheres.
A ligação entre abuso sexual e posterior identificação homossexual não é nova.
Um estudo de 1992 revelou que 37% dos homens homossexuais e bissexuais usando os serviços de clínicas de doenças sexualmente transmissíveis haviam sido encorajados ou forçados a ter contato sexual antes da idade de 19 com um ou mais fortes parceiros mais velhos.

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por James Tillman
26/07/2010