Exorcismo

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Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

20 de set. de 2011

+Decretos de Roma sobre a Modéstia no Vestir…

…Continuam a ser vítimas da “Conspiração do Silêncio”

Traduzido do inglês por Andrea Patrícia

O liberalismo moderno dá provas repetidas de um medo mórbido de cruzadas contra as modas indecentes. Adere teimosamente ao princípio tantas vezes repetido, e tantas vezes condenado de que a modéstia cristã no vestuário é regulamentada por “costumes e estilos de tempo, lugar e circunstâncias.” Assim como teimosamente faz ignorar, ou se recusa a atender, declarações oficiais ou decretos que contradizem seus estimados sofismas, e que insistem que foi à Igreja, e não à sociedade, que Cristo confiou os princípios que regem a modéstia cristã.

Assim aconteceu que a “Cruzada Contra Modas Indiscretas, Especialmente nas Escolas Dirigidas por Religiosos”, ordenada pelo Papa Pio XI em 23 de agosto de 1928, foi quase que completamente ignorada nos Estados Unidos, até mesmo pela nossa imprensa católica. A carta contendo a ordem foi enviada a todos os Ordinários da Itália, através da Sagrada Congregação dos Religiosos, e foi dada a conhecer ao mundo através da Acta Apostolicae Sedis em 1930 (vol. 22, pp. 26-28). No entanto, até hoje, muito poucos católicos ouviram falar deste documento, e quase ninguém parece saber o seu conteúdo redigido seriamente. Por duas décadas temos procurado em vão por uma tradução em inglês. Até que enfim nós temos uma. Ela foi feita recentemente pelo conhecido Padre John Rubba, O.P., do italiano como apareceu em Commentarium Pro Religiosis (vol. 9, 1928, pp. 414-415). Estamos muito felizes em publicar a tradução Padre Rubba.

Carta à Congregação para os Religiosos de 1928

Aos Ordinários da Itália: a respeito da cruzada contra modas indecentes, especialmente nas escolas dirigidas por Religiosas.

Circular. Ilustríssimo e Revmo. Senhor, bem conhecido por você são as graves palavras de condenação que o Santo Padre emitiu, em várias ocasiões, com autoridade apostólica, contra a forma indecente de se vestir das mulheres que prevalece hoje em detrimento da boa educação.

Basta recordar as palavras muito graves, carregadas de tristeza e admoestação, com que no discurso de agosto corrente 15, na câmara consistorial, promulgando o decreto sobre as virtudes heróicas do Venerável Paola Frassinetti, Sua Santidade denunciou mais uma vez o perigo que, por sua fascinação sedutora, ameaça tantas almas incautas, que professam pertencer ao rebanho de Jesus Cristo e à Sua Santa Igreja.

É doloroso lembrar, a este respeito que o costume deplorável tende a insinuar-se entre as jovens que freqüentam, como alunas externas, algumas das escolas, dirigidas por Irmãs e aulas das escolas dominicais, que são realizadas nas instituições religiosas femininas.

A fim de enfrentar um perigo que, por propagação, torna-se cada vez mais grave, esta Congregação, por ordem do Santo Padre, exorta os Ordinários da Itália, para que possam comunicar aos superiores das casas de religiosas em suas respectivas dioceses, as liminares seguintes desta Sagrada Congregação, confirmadas por Sua Santidade em audiência neste dia:

a) Em todas as escolas, academias, centros de recreação, escolas dominicais, e os laboratórios dirigidos por religiosas, não serão admitidas a partir de agora as meninas que não observarem em seus trajes as regras da modéstia e decência cristã.

b) Para este fim, os superiores serão obrigados a exercer uma supervisão estreita e excluir peremptoriamente das escolas e projetos de suas instituições as alunas que não estejam em conformidade com essas prescrições.

c) Não devem ser influenciadas por qualquer respeito humano, seja por considerações materiais ou em razão do prestígio social e das famílias de suas alunas, mesmo que o corpo discente deva diminuir em número.

d) Além disso, as Irmãs, no cumprimento de suas atividades de ensino, devem se esforçar para inculcar doce e fortemente em suas alunas o amor e o prazer em relação a santa modéstia, o sinal e guardião da pureza e da ornamentação delicada da mulher.

Vossas Reverências estarão vigilantes para que essas liminares sejam observadas com exatidão e para que haja uma perfeita conformidade de conduta entre todos os institutos de religiosas da diocese.

Vocês deverão chamar severamente à incumbência quem falhar nisso, e se qualquer abuso for prolongado, irão notificar isto a Sagrada Congregação.

Com a mais profunda estima, eu permaneço,

Devotadamente seu,
Cardeal G. Laurenti, Prefeito
Sagrada Congregação para os Religiosos
Vincent La Puma, Secretário
Roma, 23 de agosto de 1928

A desculpa do liberalismo para ignorar a carta

A desculpa geralmente dada para ignorar a cruzada do Papa pela modéstia foi que esta não foi direcionada para os Estados Unidos, mas para a Itália. Uma atitude estranha, na verdade, depois do Papa Pio XI ter dito para o mundo (como tinha Papa Bento XV anteriormente) “graves palavras de condenação… em várias ocasiões, com autoridade apostólica, contra a forma indecente de se vestir das mulheres que prevalece hoje em detrimento da boa educação…”; e, em vista do fato de que talvez em nenhum lugar do mundo mulheres e meninas católicas se vistam mais escandalosamente do que nos Estados Unidos e, portanto, em nenhuma parte a Cruzada do Papa foi mais urgente do que em nossa própria nação.

Mas em 1928 o Liberalismo já estava no controle do pensamento católico. E o Liberalismo podia não ver nenhuma necessidade na Cruzada do Papa pela modéstia. O Liberalismo continuou insistindo que o “costume” determina o que é modesto e o que é indecente no vestuário – mesmo quando estes costumes desavergonhados tenham sido introduzidos para a obtenção de lucros pelo comercialismo pagão de uma sociedade descristianizada – embora todos os avisos dos vigários de Cristo em contrário.

No entanto, a boa-fé do Liberalismo caiu sob suspeita grave quando este persistiu em ignorar a Carta de 1928, mesmo depois de a Santa Sé tê-la tornado oficial também para os Estados Unidos menos de dezessete meses mais tarde. Em 12 de janeiro de 1930, o Papa dirigiu a Sagrada Congregação do Conselho para emitir uma carta redigida com palavras fortes sobre a modéstia cristã para o mundo inteiro, o que exigia “Conformidade das freiras com a Carta de 23 de agosto de 1928, pela Sagrada Congregação dos Religiosos.” [ver n. 6 abaixo] Esta carta de 1930 foi ainda mais enfática; deu diretivas mais detalhadas, e impôs a obrigação de combater as modas indecentes e promover a modéstia em todas as pessoas de autoridade – Bispos e outros Ordinários, párocos, pais, Superioras e professores nas escolas. Esta carta tem o seguinte teor:

Carta da Congregação do Concílio, de 1930*

Por força do apostolado supremo que ele exerce sobre a Igreja Universal por vontade divina, o nosso Santo Padre Papa Pio XI nunca deixou de inculcar, tanto verbalmente quanto por seus escritos, as palavras de São Paulo (1 Tm II., 9 -10), ou seja, “Mulheres … adornando-se com modéstia e sobriedade … e professando piedade com boas obras “.

Muitas vezes, quando a oportunidade surgiu, o mesmo Sumo Pontífice condenou enfaticamente a forma indecente de se vestir aprovada por mulheres e meninas católicas – cuja moda não só ofende a dignidade das mulheres e vai contra o seu adorno, mas conduz à ruína mundana das mulheres e meninas, e, o que é ainda pior, a sua ruína eterna, arrastando outros miseravelmente para baixo em sua queda.

Não é de surpreender, portanto, que todos os bispos e outros ordinários, como é dever dos ministros de Cristo, devem, em suas próprias dioceses, por unanimidade, oporem-se a sua licenciosidade depravada e promiscuidade dos costumes, muitas vezes suportando com firmeza o escárnio e a zombaria levantadas contra eles por esta causa.

Portanto, este Sagrado Concílio, que vigia a disciplina do clero e do povo, enquanto cordialmente elogia a ação dos Veneráveis Bispos, mais enfaticamente, exorta-os a perseverarem na sua atitude e aumentar as suas atividades na medida em que permitam suas forças, a fim de que esta doença insalubre seja definitivamente desenraizada da sociedade humana.

A fim de facilitar o efeito desejado, esta Congregação, pelo mandato do Santíssimo Padre, decretou o seguinte:

Exortação àqueles com autoridade

1. O padre da paróquia e, especialmente, o pregador, quando a oportunidade surgir, deverá, segundo as palavras do Apóstolo Paulo (I Tim 2,9), insistir, argumentar, exortar e ordenar que o traje feminino seja baseado na modéstia e que o adorno feminino seja uma defesa da virtude. Deixá-los igualmente advertir aos pais para fazer com que suas filhas deixem de vestir trajes indecorosos.

2. Os pais, conscientes das suas sérias obrigações com relação à educação, principalmente religiosa e moral, da sua prole, devem fazer com que suas filhas estejam solidamente instruídas, desde a mais tenra infância, na doutrina cristã, e eles próprios devem assiduamente inculcar em suas almas, pela palavra e pelo exemplo, o amor pelas virtudes da modéstia e da castidade, a partir do momento em que sua família deve seguir o exemplo da Sagrada Família, eles devem administrar sua casa de tal maneira que todos os seus membros encontrem razão e incentivo para amar e preservar a modéstia.

3. Que os pais mantenham suas filhas longe do público de jogos e competições de ginástica, mas se as suas filhas são obrigadas a freqüentar essas exposições, deixá-los ver que elas estejam totalmente e modestamente vestidas. Que eles nunca permitam que suas filhas usem trajes indecentes.

4. Superioras e professores nas escolas para as meninas devem fazer o possível para incutir o amor à modéstia nos corações das donzelas confiadas aos seus cuidados e exortá-las a vestirem-se modestamente.

5. As Superioras mencionadas e professores não devem receber em suas faculdades e escolas meninas vestidas indecentemente, e não devem nem mesmo abrir uma exceção no caso das mães dos alunos. Se, após a admissão, as meninas insistirem em vestir-se indecentemente, as alunas devem ser rejeitadas.

6. Freiras, em conformidade com a Carta de 23 de agosto de 1928, pela Sagrada Congregação dos Religiosos, não devem receber em seus colégios, escolas, oratórios ou recreativos, ou, no caso, uma vez admitido, tolerar meninas que não estejam vestidas com modéstia cristã; As Freiras mencionadas, além disso, devem fazer o máximo para que o amor à santa castidade e à modéstia cristã possa tornar-se profundamente enraizado no coração de seus alunos.

7. É desejável que sejam fundadas organizações piedosas de mulheres, que, por seus conselhos, exemplo e propaganda combatam o uso de vestuário inadequado à modéstia cristã, e promovam a pureza dos costumes e a modéstia no vestir.

8. Nas associações de mulheres piedosas aquelas que se vestem sem modéstia não devem ser admitidas como membros, mas se, por acaso, elas forem recebidas, e depois de terem sido admitidas, caiam novamente no erro, devem ser demitidas imediatamente.

9. Donzelas e mulheres vestidas indecentemente devem ser impedidas de receber a Comunhão e de atuar como madrinhas dos sacramentos do Batismo e da Confirmação, e, além disso, se o delito for extremo, podem mesmo ser proibidas de entrar na igreja.

Cardeal Donato Sbaretti, Prefeito
Congregação do Conselho
Roma, 12 de janeiro de 1930

“Conspiração do Silêncio”

Esta carta importante pode ser encontrada na Acta Apostolicae Sedis de 1930 (vol. 22, pp. 26-28). Ela também apareceu no Canon Law Digest (1, pp. 212-214), e sem dúvida em muitos outros periódicos nos Estados Unidos. O Central Bureau of the Catholic Central Verein of St. Louis (Escritório Central do Banco Central Católico Verein de São Luís) merece muito crédito por fazer circular uma tradução para o inglês desta carta tão amplamente e tão perseverantemente ao longo de muitos anos. Infelizmente, o liberalismo americano, que tão alto tagarela sobre a sua lealdade para com a Santa Sé, conseguiu empurrar a Cruzada do Papa modéstia para o esquecimento devido a sua “conspiração do silêncio”, e sua rejeição sumária de qualquer conjunto de normas para a modéstia no vestir.

O Que! Sem Padrões?

Mas onde você encontra os padrões Marylike em qualquer uma destas cartas? Os liberais perguntam isso com um ar de triunfo, implicando, assim, se não for afirmado abertamente, que estes padrões não são autênticos. Mas depois de muitos anos de pesquisa, estas normas estão agora totalmente autenticadas tendo sido emitidas pelo Cardeal-Vigário do Papa Pio XI, em Roma, com estas palavras:

“Para que a uniformidade de entendimento prevaleça em todas as instituições de mulheres religiosas… Recordamos que um vestido não pode ser chamado de decente se é cortado mais que a largura de dois dedos sob a cova da garganta, se não cobre os braços pelo menos até os cotovelos, e se mal chega até um pouco abaixo dos joelhos. Além disso, os vestidos de materiais transparentes são impróprios …”

O Cardeal Rufino J. Santos, Arcebispo de Manila, cita esses padrões como “A posição da Igreja relativa à modéstia no vestir”, em sua Pastoral de 6 de dezembro de 1959. Ele as atribui ao Papa Pio XI mesmo, e dá a data exata de emissão, 24 de setembro de 1928. A Cruzada Marylike codificou estas normas, fazendo apenas uma pequena concessão temporária (eclesiasticamente aprovada) devido a condições de mercado impossíveis nos Estados Unidos. Esta versão modificada foi oficialmente adotada por toda a Hierarquia das Filipinas.

A ação rápida de emitir os padrões apenas 31 dias após o Papa lançar a Cruzada pela Modéstia mostrou toda a grande importância das normas. Você simplesmente não pode promover a modéstia no vestir, sem padrões. Aqueles que rejeitam as normas geralmente não vêem necessidade de uma Cruzada pela Modéstia. Ou você já viu algum deles promovendo zelosamente a modéstia cristã no vestuário? Dificilmente. Eles são muito decididos a chamar de “hipócritas” as pessoas, que tentam ser conscientes em seguir a orientação da Igreja, muito ocupados tentando provar que a modéstia é o que uma sociedade paganizada diz que é. Na emissão de normas, Roma acendeu a tocha e segurou-a alto, mas os liberais rapidamente sopraram para apagá-la.

“Para que a uniformidade de entendimento prevaleça” é a chave para a questão das normas. Sem “uniformidade” só pode resultar a confusão. E a confusão derrota a finalidade inteira da Cruzada pela Modéstia.

Ambas as cartas da Santa Sé postulam alguns conjuntos de normas. Vejamos alguns exemplos da carta de 1930. Como os pais podem, eventualmente, levar a cabo o número 3, na ausência de normas? Deixemos os pais conscienciosos tentarem se opor a um traje prescrito por um instrutor de ginástica, e vejamos o que acontece!

Mais uma vez, uma professora que tenta realizar um número 5 e 6 despede da escola uma menina que “persiste em se vestir indecentemente”, ou ela impede de entrar na escola ou nas suas instalações uma mãe indecentemente vestida que pretende visitar a filha. Ai do professor se o seu caso for levado a uma Superiora ou a um Pastor que não adere aos padrões da modéstia no vestir! “A liberdade de consciência” é imediatamente invocada, e aquela pobre professora é “colocada na geladeira.” A falta de “uniformidade” anula todos os seus esforços. (Muitas Irmãs queixaram-se disso.)

Além disso, como podem as associações “piedosas” do número 8, eventualmente, operar sem um padrão “uniforme”? Experimente!

Finalmente, na ausência de normas, “uniformidade”, como é que um pastor taxaria quem tentasse impor o n. 9?

É verdadeiramente absurda e ridícula a afirmação de alguns de que as normas de recato no vestuário não são essenciais para a Cruzada pela Modéstia. Esse fato é totalmente verificado pela experiência da Cruzada Marylike. Marchando com confiança sob a bandeira gloriosa de Maria, nós chamamos esses padrões de Normas Marylike porque sabemos que “Maria aprova o que a Igreja aprova.”

Reproduzido do Marylike Crusader, novembro-dezembro 1963.

*O texto original, em latim - Instructio Ad Ordinarios Dioecesanos: De Inhonesto Feminarum Vestiendi More -, encontra-se na Acta Apostolica Sedis, de 1930. Leia aqui.

19 de set. de 2011

Governo Dilma descumpre acordo com Vaticano e proibe transmissão de Santa Missa na TV Brasil.


Folha de São Paulo

Decisão do Conselho Curador da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) de suspender, a partir de setembro, a transmissão de programas religiosos na TV Brasil desagradou católicos e evangélicos, que se mobilizam para reverter a decisão. No domingo, após a transmissão da “Santa Missa”, celebrada pelo arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta, o padre Dionel Amaral –diretor do programa e de “Palavras da Vida”, que também será suspenso– pediu aos fiéis que enviassem cartas e e-mails à presidente Dilma Rouseff contra a decisão.

Os programas eram exibidos pela TVE desde 1989. Com a criação da EBC, passaram para a TV Brasil.

Diretor do programa “Reencontro”, da Igreja Batista, o pastor Flávio Lima disse que os religiosos são vítimas de preconceito. “É lamentável essa decisão, e discriminação, pois nunca nos consultaram em nada.”

A justificativa da EBC para a suspensão é permitir a diversidade religiosa em suas emissoras. Segundo a presidente do conselho, Ima Vieira, a decisão foi tomada após amplo debate. No lugar dos atuais programas será criada uma faixa que vai tratar de religiões de modo amplo.

A Igreja Católica opõe-se à decisão com base no decreto 7.117/2010, que ratifica acordo entre o Vaticano e o Brasil. Ele autoriza a igreja a levar sua mensagem aos impossibilitados de sair de casa.


Violência não impede crescimento da Igreja Católica na Índia


A igreja de Nossa Senhora de Vailankanni, no estado de Kerala, sul da Índia, foi invadida e depredada por fanáticos anti-católicos, informou a agência Zenit.

Os vândalos destruíram o altar, ornamentos sagrados e confessionários, além de ameaçarem os fiéis que acudiram em grande número quando ouviram o tumulto.

Os fanáticos hinduístas e islâmicos estão perdendo a cabeça vendo o progresso do catolicismo. 20% da população do estado de Kerala já é católica.

O bispo diocesano D. Stanley Roman explicou que “há uma comunidade católica muito viva e numerosa. Por isso, tínhamos a intenção de construir uma igreja maior. O projeto alarmou os grupos extremistas hinduístas”, além dos islâmicos.

O bispo precisou tranqüilizar o povo católico que estava prestes a dar o troco aos agressores e o convidou a suportar com paciência as violências. “Agiremos segundo a lei”, sublinhou.

Foi essa a conduta dos primeiros católicos no tempo das perseguições romanas. No fim, o império pagão caiu de podre e a Igreja Católica emergiu triunfante das catacumbas.

Essa perspectiva apavora os pagãos e os falsos “ecumenistas cristãos”.

Fonte: http://www.ipco.org.br

Afinal, quem denunciou o Papa Bento XVI à Corte de Haia?


Certamente há fiéis católicos perplexos diante da denúncia apresentada contra o Papa Bento XVI na Corte de Haia. O Papa e alguns cardeais foram acusados de cúmplice omissão ou acobertamento nos casos de pedofilia e, como tais, réus de crimes contra a humanidade.

Não deixa de ser curioso que o abuso sexual contra crianças, que viola a integridade física, moral e espiritual das mesmas, seja considerado um crime contra a humanidade (e penso que o deva ser), e o aborto, que viola a mesma integridade em grau extremo, venha se tornando um direito humano universal.

Será que algum dia veremos os aborteiros e abortistas – fautores, promotores e cúmplices – no banco dos réus de Haia? Bem que estes criminosos poderiam se juntar aos verdadeiros pedófilos e o mundo seria um lugar melhor de se viver! Mas vamos aos fatos.

Bento XVI é reconhecidamente o campeão da tolerância zero com pedófilos na Igreja. Deve-se a ele uma significativa mudança no tratamento do problema, de tal modo que acusá-lo de acobertamento de pedofilia é bastante revelador das reais intenções de seus acusadores.

Quem acusa Bento XVI pouco se importa realmente com a sorte das crianças; na verdade, para eles é mesmo bom que haja abusos. Havendo abusos e muitos, mais facilitado será seu trabalho de acusar e sua pretensão de destruir a Igreja. Bento XVI é um inimigo na medida em que lhes tira a “bandeira”, prontamente hasteada quando se pretende atacar a Igreja, não importando sobre que argumentos.Recentemente o governo comunista de Pequim usou a “bandeira” da pedofilia para justificar sua intervenção na Igreja chinesa. O expediente é simples: quer defender uma tese contrária à doutrina da Igreja, não se preocupe com argumentos, basta começar recordando casos de pedofilia.

Quer conhecer quem denunciou o Papa ao tribunal de Haia? Leia o artigo “Eis quais são os dois lobbies anticlericais que denunciaram o Papa a Haia” abaixo:

“Duas associações que se declaram ‘pelos direitos das vítimas de abusos sexuais por parte de religiosos’apresentaram à Corte penal internacional de Haia um dossiê em que se pede que o Papa Bento XVI, o Cardeal Tarcisio Bertone, o Cardeal Angelo Sodano e o Cardeal William Levada sejam processados porcrimes contra a humanidade, porque teriam tolerado e tornado possível a cobertura sistemática e difusa de estupros e crimes sexuais contra crianças em todo o mundo. Uma operação exagerada e utópica muito interessante, porque revela finalmente o imenso esforço de manter a todo custo a ofensiva secularista contra a Igreja.

A Unione Cristiani Cattolici Razionali (UCCR) criou prontamente um dossiê apropriado em que são recolhidas todas as notícias mais interessantes sobre o assunto. É muito significativo notar como a maioria dos jornais se pôs prontamente ao lado do Pontífice, sublinhando as incontáveis iniciativas de Bento XVI para combater este terrível defeito presente na Igreja e os seus inúmeros mea culpa pela grande desatenção havida da parte de numerosos bispos. Muitos preveem que esta iniciativa logo se revelará um bumerangue para a cultura anticlerical e, infelizmente, também um distanciamento da atenção midiática sobre as crianças abusadas e sobre o fenômeno da pedofilia, grande mal da sociedade ocidental (secularizada segundo alguns) e em contínua expansão.

Entre os artigos mais interessantes está seguramente o ótimo trabalho desenvolvido pelo blog “PapaRatzinger” , onde já foram examinados todos os argumentos de acusação contra o Papa contidos no dossiê apresentado a Haia e já refutados um a um.

Outro artigo digno de nota apareceu no L’Occidentale em que se mostra quais são realmente esteslobbies anticlericais que estão na origem da denúncia. Exatamente para dar uma ideia de quem são aqueles que têm interesse de levar adiante esta operação difamatória e auto-publicitária.

A SNAP (Survivors Network of those Abused by Priests) é um associação débil cujos métodos de condução de suas atividades não convenceram a BBB, uma agência de avaliação das entidades filantrópicas americanas (não-lucrativas), e que sequer foi considerada digna de ser definida como “filantrópica” [charity no original]. Não parece ser muito amada pelas vítimas de pedófilos, alguns dos quais abandonaram a associação, como Michael Baumann (aqui seu artigo no seu blog ) ou Key Ebeling (seu artigo ). A SNAP ademais é financiada por advogados para cujo trabalho contribui mandando-lhes as pretensas vítimas como clientes em potencial. E a lista é óbvia e necessariamente longa. E ainda, como observou aqui um comentarista, um dos maiores colaboradores da SNAP, Dr. Steve Taylor, foi preso em 2008 pela posse de mais de 100 vídeo-imagens pedo-pornográficas.

A fundadora e atual presidente da associação para as vítimas de pedófilos, Barbara Blaine, escreveu imediatamente diversas cartas em sua defesa pedindo aos magistrados para fecharem os olhos e voltarem a atenção para o trabalho desenvolvido por Taylor ao longo dos anos. Todavia, a SNAP recorda em seu site que, quando um padre é acusado, os paroquianos que o defendem deveriam fazê-lo “em privado”. Mas evidentemente as regras não são iguais para todos. E ainda, mesmo depois da prisão de Taylor, a SNAP promoveu-o abertamente, definindo-o como um dos “chefes” de sua organização. Não obstante os pedidos , nem Barbara Blaine nem qualquer responsável da SNAP jamais se desculpou ou expressou alguma dor por haver colocado as pessoas seguidas por eles em íntimo contato com um aficionado por imagens pedo-pornográficas e potencial pedófilo, por tê-lo apoiado e celebrado como seu responsável mesmo depois da prisão. Nesta página um elenco de ulteriores acontecimentos controversos ligados à associação anticlerical.

Quanto ao CCR (Center for Constitutional Rights), foi fundado por radicais de esquerda e comunistas nos anos 60. Em seu passado defendeu os membros da Black Panther, organização terrorista, marxista-leninista-maoísta dos Estados Unidos. Dois de seus fundadores, Kinoy e Kunstler, eram declaradamente pró Fidel Castro, o impiedoso ateu ditador cubano. Muitos definem estes personagens “anti-sionistas até a medula, se não anti-semitas”. O CCR não parece sequer desdenhar os financiamentos do subversivo e anti-sionista George Soros.”

Fonte: UCCR Online


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

18 de set. de 2011

Minha namorada quer transar e Agora?

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O relacionamento sexual não é mera aventura ou sonho de verão
Recebi muitos comentários sobre o artigo "Meu namorado quer transar, e agora?", sendo que alguns rapazes cristãos chamaram a minha atenção no sentido de que hoje as moças também estão muitas vezes exigindo "transar" no namoro, deixando-os em situação difícil.
Em primeiro lugar, vamos citar de novo o que a Igreja e a Biblia diz:
A fornicação é a união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres. É gravemente contrária à dignidade das pessoas e da sexualidade humana, naturalmente ordenada para o bem dos esposos, bem como para a geração e a educação dos filhos” (CIC § 2353).

Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais” (CIC §2356).
Palavra de Deus é clara sobre a FORNICAÇÃO(sexo antes do matrimônio) veja:
Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem”quem as praticar não herdará o reino de Deus (Gálatas 5,19).
“Mas o corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo” (I Coríntios 6,13).
“Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? (id. v.15)
“Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (I Corinthuis 6,18).

“Quanto à fornicação, à impureza, sob qualquer forma, ou à avareza, que disto nem se faça menção entre vós, como convém a santos” (Efésios 5,3).




No tempo do meu namoro – que já vai longe! – quase não se cogitava a possibilidade de uma moça exigir do namorado a realização do ato sexual; e os pais cuidavam disso muito de perto. Talvez por isso, inconscientemente, eu tenha me restrito ao tema do artigo proposto.
Um rapaz, que reclamou da parcialidade do meu artigo, disse-me que terminou o namoro com uma garota porque ela exigia dele vida sexual. Na resposta a seu e-mail, a primeira coisa que escrevi foi um elogio a ele com minhas congratulações por se comportar de verdade, corajosamente, como um jovem verdadeiramente cristão; algo não tão comum hoje em dia.
Nossos jovens cresceram sem receber a menor informação sobre o "brilho" da virtude da pureza; e, por isso hoje, quase sem culpa, estão encharcados de sexo vazio.
Se o ato sexual no namoro não deve ser forçado pelo rapaz, muito menos pela moça, uma vez que ela é quem mais vai ficar marcada com esse comportamento. Ora, sabemos que a mulher é detalhista e não se esquece de nada que ocorra na sua vida, especialmente na área romântica. Minha esposa, depois de 40 anos, ainda sabe a cor da camisa que eu usava quando comecei a namorá-la; lembra-se de tudo, dos detalhes, das músicas... Confesso que eu não me lembro de quase nada.
É preciso dizer aqui que a parte que mais sofre com a vida sexual fora de lugar é a mulher. A jovem, na sua psicologia feminina, não esquece os menores detalhes da sua vida amorosa. Ela guarda a data do primeiro encontro, o primeiro presente, etc... Será que ela vai se esquecer da primeira relação sexual? É claro que não!
A primeira relação deve acontecer num ambiente preparado, na lua-de-mel, quando a segurança do casamento a sustenta. A vida sexual de um casal não pode começar de qualquer jeito, às vezes dentro de um carro numa rua escura, ou mesmo num motel, que é um antro de prostituição. O relacionamento sexual não é mera aventura ou sonho de verão; não, é o selo de um compromisso de duas pessoas maduras que decidiram entregar a vida um ao outro e aos filhos, até a morte. O sexo e o amor são a nascente da vida humana; e não uma mera curtição.
Além do mais, quando o namoro termina, as marcas que o sexo deixa ficam no corpo da mulher para sempre. Para o rapaz tudo é mais fácil. Ele não precisa usar pílula anticoncepcional (que faz mal para a mulher), nem o DIU ou a pílula do dia seguinte, que é uma bomba de hormônio na mulher. O rapaz não corre o risco também de uma gravidez indesejada ou de procurar o crime do aborto para eliminar a criança que não devia ter sido gerada.
Eu me lembro que, na década de 70, para diminuir os acidentes de trânsito, o Governo lançou um slongan: "Não faça de seu carro uma arma, a vítima pode ser você". Podemos perfeitamente plagiar essa frase e dizer: "Não faça do seu corpo uma arma, a vítima pode ser você". Já vi e ouvi muita moça chorar porque brincou com o sexo. Não faça isso.
O namoro é o tempo de conhecer o coração do outro e não o seu corpo; é o momento de explorar a sua alma e não o seu físico. Para tudo há a hora certa, no momento em que as coisas acontecem com equilíbrio e com a bênção de Deus. Espere a hora do casamento, e então você poderá viver a vida sexual por muitos anos e com a consciência em paz, certa de que você não vai complicar a sua vida, a do seu namorado e nem mesmo a da criança inocente.
O bom para o namoro é uma vida de castidade, que é a melhor preparação para o casamento. Sem dúvida, um casal de namorados que souber aguardar a hora do casamento para viver a vida sexual, é um casal que exercitou o autocontrole das paixões e saberá ser fiel um ao outro na vida conjugal.
Se você quer um dia construir uma família sólida, um casamento estável e uma felicidade duradoura, então precisa plantar hoje para colher amanhã. Ninguém colhe se não semear. Na Carta aos Gálatas, São Paulo diz: "De Deus não se zomba. O que o homem semeia, isto mesmo colherá" (Gl 6,7).
Peço que você faça esta experiência: veja quais são as famílias bem constituídas, veja quais são os casamentos que estão estáveis e verifique sob que bases eles foram construídos. Você verá que nasceram de casais de namorados que se respeitaram e não brincaram com a vida do outro.

Texto do Professor Felipe com algumas adaptações feitas por mim.

Amados como Fihos de Deus,precisamos dizer as mulheres que elas não nasceram pra ser SEDUTORA ,mas CONQUISTADORA,ou melhor vocês mulheres precisam escolher ou EVA ou MARIA,vocês mulheres não nasceram para conduzir os homens para o inferno,mas para o céu,já dizia os Santos: O homem perde a castidade pela mulher ou vive pela mulher...EM outras palavras,HOMEM VAI ATÉ ONDE A MULHER DEIXA,irmãs ou SANTAS ou nada.Precisamos também dizer irmãos que se seu namorado ou namorada está te conduzindo ao pecado,é melhor terminar esse namoro,vale mais entrar sozinho no céu do que acompanhado com seu(a) namorado(a) no inferno,a Escolha é Sua.
um abraço Eudes Duarte
eudesrcc@hotmail.com

17 de set. de 2011

Estado controlador: governo inglês junta base de dados de crianças de 3 anos de idade que são "homofóbicas" ou "racistas"

LONDRES, Inglaterra, 15 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Crianças até de três anos de idade estão sendo registradas num banco de dados governamental como “racistas” ou “homofóbicas” por usarem palavras que são interpretadas pelos professores como politicamente incorretas.
Entre os anos de 2008 e 2009, foram registrados incidentes envolvendo crianças em idade de escola maternal, as quais são monitoradas pelas leis contra “discurso de ódio” instituídas durante o governo [socialista] trabalhista, de acordo com estatísticas obtidas pelo Clube Manifesto, uma organização de direitos civis.
Os incidentes registrados incluíam um aluno chamando outro aluno de “cabeça de brócolis”, que foi considerado racista, e outra controvérsia “homofóbica” entre alunos de escola primária que chamaram uns aos outros de “gays” e “lésbicas”. Outro aluno foi considerado homofóbico por dizer a um professor que uma tarefa escolar era “gay”.
Quase 100% dos incidentes registrados envolviam apenas xingamentos, sem nenhum contato ou violência física.
Em seu relatório sobre os números, o Clube Manifesto reivindicou que as leis de denúncia de “discurso de ódio” sejam abolidas, dizendo que essas políticas “trivializam os problemas reais do racismo e homofobia, e em nada ajudam para atingir a meta nobre da igualdade”.
“Há um mundo todo de diferença entre abuso racista e briguinhas de palavras nos pátios de escola primária — nublar essa diferença em nada ajuda a atingir a igualdade”.
Um total de 34.000 crianças, nas palavras de uma reportagem do jornal Daily Mail, foram “de maneira impressionante classificadas como preconceituosas por causa de normas anti-bullying”. Os registros, que as escolas são forçadas a submeter às autoridades educacionais governamentais, são mantidos quando as crianças passam de séries ou se transferem de escolas, e poderiam em teoria ser acessados por um futuro empregador ou universidade.
De acordo com o Daily Mail, o Ministério de Educação respondeu à reportagem dizendo: “Os pais esperam que os diretores de escola adotem uma linha de ação muito dura contra qualquer conduta medíocre e reprimam todo bullying — é por isso que estamos fortalecendo a autoridade para os professores imporem disciplina. Cabe às próprias escolas exercerem seu próprio bom senso e discernimento profissional acerca do melhor jeito de enfrentar os que comentem bullying”.
“As crianças precisam de espaço para brincar e aprender o significado das palavras, sem serem denunciadas às autoridades educacionais locais”, disse o relatório do Clube Manifesto. “Essas políticas são uma intervenção indevida no pátio de recreio das escolas, e mina a autoridade dos professores de estabelecer um exemplo moral para as crianças e ensiná-las a diferença entre certo e errado”.
Leia o relatório do Clube Manifesto aqui.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
 
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Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2011/09/estado-controlador-governo-ingles-junta.html

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Comento: onde é que nós vamos parar???
Então, agora, a Ideologia Gaystapo quer massacrar as crianças? Será que não notam que as estaão fazendo de vítimas desta crueldade??? 
Ainda veremos coisas piores. Rezemos e ajamos!

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16 de set. de 2011

Elefantes atacam Orissa exatamente um ano após perseguições



Em julho de 2008, uma intensa perseguição aos cristãos se desencadeou no estado indiano de Orissa. Mais recentemente, um evento estranho e dramático vem ocorrendo em Orissa. manadas de elefantes selvagens começaram a destruir as aldeias onde moram alguns dos piores perseguidores dos cristãos durante os passados distúrbios.

Em julho de 2008, uma intensa perseguição aos cristãos se desencadeou no estado indiano de Orissa [Bahia de Bengala, parte oriental da Índia)]. Uma freira de 22 anos de idade foi queimada até a morte quando multidões enfurecidas incendiaram um orfanato na aldeia de Khuntpali, distrito de Barhgarh. Outra freira foi estuprada por uma gangue em Kandhamal, turbas atacaram igrejas, queimaram veículos, casas de cristãos foram destruídas, e o Pe. Chellen Thomas, diretor do centro de pastoral que foi destruída com uma bomba, escapou por pouco depois que uma turba de hindus quase ateou fogonele. O resultado final foi de mais de 500 cristãos mortos, e milhares deoutros feridos e desabrigados depois de que suas casas foram reduzidas a cinzas.

Mais recentemente, um evento estranho e dramático vem ocorrendo em Orissa, que tem deixado a muita gente falando dele e se interrogando.

Nos últimos meses, manadas de elefantes selvagens começaram a destruir as aldeias onde moram alguns dos piores perseguidores dos cristãos durante os passados distúrbios. Em uma aldeia, onde, em agosto do ano passado, os cristãos tiveram de fugir para salvar suas vidas, enquanto suas casas eram destruídas pelos manifestantes, uma manada de elefantes surgiu da floresta circundante exatamente um ano depois, em julho de 2009, na mesma hora do dia do ataque.

Estes elefantes primeiro atacaram uma máquina de triturar pedra, de propriedade de um dos principais líderes do movimento perseguidor. Em seguida, passaram a destruir sua casa e fazendas. Centenas de aldeões foram obrigados a se refugiar em acampamentos no estado indiano de Orissa, após repetidos ataques de uma manada de elefantes.

Nas últimas semanas sete pessoas foram mortas e várias outras ficaram feridas em ataques perpetrados por um rebanho de 12-13 elefantes, no distrito de Kandhamal.

Mais de 2.500 pessoas que vivem em 45 vilarejos foram afetadas pelos ataques, afirmou o chefe distrital Krishen Kumar.

Não é claro, contudo, por que essa manada de elefantes tem migrado do refúgio animal de Lakheri, em um distrito vizinho. Kumar disse que o rebanho tinha percorrido cerca de 300 km até Kandhamal, e inclusive penetrou numa cidade do distrito. Funcionarios especialzados em animais selvagens têm acampado no local dos ataques, tentando descobrir por que os elefantes saíram do seu santuário. Os moradores dizem que os elefantes atacam suas áreas em manadas, causando grande destruição.

Ganhando impulso, eles invadiram outras casas de famílias não-cristãs, demolindo hortas, em particular das casas dos perseguidores, e deixando intocados os lares cristãos.

Estes estranhos ataques têm-se espalhado, e de acordo com um relatório, os elefantes já tem destruido mais de 700 casas em 30 aldeias, e matado a cinco pessoas. Ninguém nesta área tinha jamais visto ou sequer imaginado a singular aparição de uma manada de elefantes selvagens como estes. Os elefantes não são elefantes normais; eles parecem estar cumprindo uma missão.

Geralmente, primeiro os elefantes menores ingressam numa aldeia, parecendo fazer um reconhecimento da comunidade. Voltam então ao rebanho maior, e logo segue a vez dos elefantes maiores, que deixam o trabalho feito.

O "ministro associado" da Índia, afirmou: "Nós achamos que isto pode ter algo a ver com uma vingança do sangue dos mártires". De fato, o temor de Deus baixou sobre o povo local, que têm chamado estes elefantes de "elefantes cristãos".

Com pouca ajuda vinda da administração, os moradores tem feito bloqueios de estradas. "Os elefantes destruíram plantações e casas selecionadas. Mas os funcionários também expressam desamparo". Não há um habitat permanente de elefantes em Sundargarh. Eles vêm de Bihar, Chhattisgarh e Jharkhand, onde seus habitats tem se reduzido. Mas não está claro como e por que esses elefantes chegram até Orissa.


Fr. Sunil De Silva - Arquidiocese de Colombo


Fonte: http://www.archdioceseofcolombo.com/news.php?id=851

Como hoje dificilmente vemos os católicos defendendo a Santa Madre Igreja e seu povo, Deus parece estar suscitando novos cavaleiros, neste caso, os elefantes

Marco Antonio

Mobilização contra o aborto e outros fatores corrosivos da instituição familiar

Ação empreendida no Vale do Paraíba (SP) vem crescendo e poderá estender-se pelo Brasil autenticamente católico

Em nossa época de indiferentismo religioso, a doutrina católica não só é denegrida pelos seus adversários, mas tantas vezes desobedecida até pelos próprios seguidores. Poucos se destacam na luta contra a maré relativista e o neopaganismo. Um deles é o Prof. Hermes Rodrigues Nery, que concede esta entrevista a Catolicismo.

Ele é coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté (SP); diretor-executivo do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto; coordenador da campanha São Paulo pela Vida; professor de bioética (pós-graduado pela PUC-RJ, em curso promovido pela CNBB e Pontifícia Academia para a Vida); catequista, pai de família, jornalista e escritor.

* * *

Catolicismo — Em meio a tantas ameaças e ataques à fé católica, especialmente no Brasil, enquanto muitos se deixam arrastar pelo relativismo, chegando até mesmo ao ateísmo, o senhor se destaca pelo entusiasmo que demonstra como uma das mais atuantes lideranças católicas do País. Uma vez que os ataques são intensos e sistemáticos contra a Igreja Católica em nossos dias, perguntamos: afinal, o que está sucedendo?

Prof. Hermes — O entusiasmo se mantém pela convicção da verdade de que a Igreja — provada por 2.000 anos — sustenta: uma verdade de amor que supera todos os equívocos da História; os enganos ideológicos que são como o “psiu” da serpente, que prometem a panacéia utópica de realidades temporais, a qual se transforma em pesadelos totalitários e inumanos. Daí a “pérola da verdade” que a Igreja mantém como sã doutrina que permanece rocha inconcussa, a confirmar o que Jesus assegurou a Pedro: “As portas do inferno não prevalecerão”. Mas esta convicção requer de nós pôr a mão no arado, carregar a cruz e seguir Nosso Senhor Jesus Cristo. Daí o sentido da missão evangelizadora ser cada vez mais exigente, em meio a tantos desafios.

Catolicismo — Quais são esses desafios?

Prof. Hermes — Gostaria de dizer como Chesterton: “Sou o homem que — com grande ousadia — descobriu apenas o que havia sido descoberto antes: a Igreja é o caminho seguro da salvação”. É o que a experiência mostra com fartos exemplos do cotidiano. “Fora da Igreja não há salvação!” Isso é de uma tão grande atualidade, que nos fortalece quando nos vemos na tempestade da pós-modernidade. E quando o barco em que estamos parece não dar conta de tão grandes ondas adversas, ouvimos a voz de Jesus – que anda sobre as águas e acalma o mar – a nos dizer repetidas vezes: “Não tenham medo!”.

O maior desafio, de todos eles, penso eu, é não se deixar levar pela correnteza daqueles que querem banir Deus do horizonte da História. E agora – mais do que nunca – é hora de reconhecermos que precisamos de Deus. Por isso rezamos e trabalhamos, para nos mantermos vinculados a Ele (daí o sentido da religião – re ligare), pois é este vínculo com o Altíssimo que irá garantir a vida eterna. Esta é a vida que nos interessa: a vida verdadeira.

O apelo pela defesa da vida foi feito pelo papa João Paulo II, em sua memorável encíclica Evangelium Vitae. A defesa da vida, portanto, é hoje prioridade na missão evangelizadora, para que a vida digna seja condição para a vida plena na eternidade. É nesse campo que sopra mais forte o Espírito Santo, a exigir de nós uma atuação coerente com o Evangelho.

Catolicismo — Que pontos relevantes o senhor destacaria na Evangelium Vitae e qual é a importância do apelo do Papa na defesa da vida?

Na tribuna da Câmara Municipal de São Paulo, o Prof. Hermes faz pronunciamento enquanto coordenador da Campanha São Paulo pela Vida

“Armas possantes visando atingir os alicerces da Igreja, numa somatória de esforços, com investidas luciferinas, com o propósito de destruir a fé cristã”

Prof. Hermes — A Evangelium Vitae é profética porque denunciou as novas ameaças à vida humana e as hostilidades contra a instituição familiar (e também contra a Igreja), demonstrando que tais ataques – cada vez mais intensos – não são espontâneos, mas planejados e sistematizados por poderosas forças culturais, políticas e econômicas, que têm como objetivo minar a sã doutrina católica, para relativizar e banalizar cada vez mais o sentido e o valor da vida, vulnerabilizando a pessoa humana a condições indignas de existência. Tais ataques fragilizaram a vida humana, de modo especial na fase nascente (com a tragédia do aborto) e no seu ocaso (com a eutanásia), dentro de um contexto político que o próprio Papa chamou de “conjura contra a vida”, em que forças ideológicas vão impondo estilos suicidas que se voltam contra o ser humano, agrilhoando-o a falsas necessidades e perversas ilusões.

Há um embate que o Papa chamou de “cultura da morte x cultura da vida”, em uma “guerra dos poderosos contra os débeis”. Realidade esta tão bem documentada e elucidada, por exemplo, por Edwin Black em seu livro “A Guerra contra os Fracos – A eugenia e a campanha norte-americana para criar uma raça superior”. Os mesmos institutos e fundações norte-americanos que naquela época investiram nas pesquisas nazistas por uma “higiene racial” da espécie humana (recorrendo às esterilizações), são os que hoje promovem o aborto e a eutanásia no Brasil e no mundo. Através da permissividade legislativa, os poderes constituídos vêm aprovando leis contra a vida: descriminalizando o aborto, autorizando a eutanásia, permitindo o uso de embriões humanos em pesquisas científicas, ferindo a dignidade sacramental do matrimônio ao legitimar uniões do mesmo sexo com o direito de adoção de crianças, negando assim o direito destas à insubstituível e imprescindível paternidade e maternidade indispensáveis à formação integral da pessoa humana. Por isso a Evangelium Vitae buscou sensibilizar os governantes e legisladores não apenas a elaborar e aprovar leis em favor da vida, como a sociedade de um modo geral a colocar-se ao lado da vida, na defesa do nascituro, do portador de necessidade especial, dos idosos, enfim, dos mais fragilizados do mundo, pois o que a Igreja quer é a vida para todos.

Catolicismo — A Igreja sofre com tudo isso, daí ser imprescindível a defesa da vida. Que forças ideológicas são estas que formam o que a Evangelium Vitae chamou de “cultura da morte”?

Prof. Hermes — A Igreja não apenas sofre com tudo isso, mas é atingida por estas forças ideológicas no que ela tem de mais sagrado. Há uma sutil estratégia no intuito de tentar corroer inclusive por dentro a instituição, os seus princípios e valores, com uma metodologia muito sofisticada: descaracterizando conceitos, dando outro sentido e significado àquilo que a Igreja sempre anunciou como valor de vida, relativizando e debilitando a moral cristã para viabilizar a aceitação de um ideário inteiramente anárquico. São forças antigas, antiqüíssimas, que já atuavam desde os primórdios da Igreja (a começar pela gnose), e que agora encontram na tecnologia e em tantos meios de manipulação dos mass media armas mais possantes, visando atingir os alicerces da Igreja, numa somatória de esforços, com investidas luciferinas, com o propósito de destruir a fé cristã. De todas as religiões, é a doutrina católica apostólica romana a que se quer mais atingir. Estas forças ideológicas (o laicismo de raízes maçônicas e também anarquistas, o ateísmo agressivo, o fundamentalismo ambiental, o feminismo radical, o cientificismo huxleano, etc.) têm sido difundidas e sustentadas por instituições, organismos sociais e empresas, com vasta ramificação em todo o planeta, direcionando seus dardos principalmente contra a Igreja Católica.

Catolicismo — Como vem ocorrendo esse processo?

Prof. Hermes — Na história recente, depois da Segunda Guerra Mundial, estas forças se intensificaram e passaram a atuar de modo mais sistematizado. Desde 1952, em departamentos da ONU — com o apoio crescente de grandes fundações internacionais (Rockefeller, Ford, entre outras — foi se estruturando no interior de muitas instituições, principalmente no meio universitário e das comunicações, e governos, um anticatolicismo que superou o anticlericalismo do passado, pois agora é a doutrina moral católica que está seriamente ameaçada. A líder feminista Frances Kissling, fundadora da OnG Católicas pelo Direito de Decidir — que é católica só no nome, para confundir — afirmou: “A perspectiva católica é um bom lugar para começar, tanto em termos filosóficos, sociológicos como teológicos, porque a posição católica é a mais desenvolvida. Assim, se você puder refutar a posição católica, você refutou todas as demais. Se você derrubar a posição católica, você ganha”.

Catolicismo — Nesta luta contra o aborto e tantos males que visam à degenerescência da família, não há necessidade de mover uma verdadeira cruzada?

Rogamos a intercessão de São Miguel Arcanjo, pois vemos que os ataques contra a vida e a família são também ataques contra a Igreja

“O fato é que com o PNDH-3, os direitos humanos se transformam em palavra-de-ordem para justificar uma nova mentalidade e ordem mundial inteiramente amoral”

Prof. Hermes — Sim. Trata-se de uma cruzada, no melhor sentido cristão. O apelo lançado pela Evangelium Vitae pela defesa da vida deve mobilizar a sociedade nesta nova frente de batalha. E rogamos a intercessão de São Miguel Arcanjo, pois vemos que os ataques contra a vida e a família são também ataques contra a Igreja. Mas é promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo de que ela não será inteiramente combalida. O próprio Catecismo afirma que “a consumação da Igreja e, através dela, a do mundo, na glória, não acontecerá sem grandes provações” (CIC, 769). É promessa de Jesus: ‘quem perseverar até o fim, será salvo!’” (Mt 10, 22).

Catolicismo — Sobre a tragédia do aborto, que interesses estão em jogo?

Prof. Hermes — A questão do aborto é a ponta do iceberg. Há um holocausto silencioso, vitimando a milhares de seres humanos a cada dia, em todas as partes do planeta; vidas ceifadas ainda no ventre materno, do modo mais cruento e doloroso, pois o inimigo de Deus tem sede do sangue inocente. “Estamos todos na realidade presos pelas potências que de um modo anônimo nos manipulam”, afirmou Joseph Ratzinger em seu livro Jesus de Nazaré. Essas potências que atuam “de modo anônimo” têm expressão nos centros privados do poder, nas grandes fundações (como as Organizações Rockefeller, a Ford, a MacArthur, a Buffet, a Gates, a IPPF, a Bemfam, o IPAS), na vasta rede de OnGs feministas que defendem os direitos sexuais e reprodutivos, em agências da ONU, etc., que querem “construir o mundo de um modo autônomo, sem Deus”; daí a obsessão pela manipulação da vida, com as possibilidades inquietantes em decorrência dos avanços biotecnológicos.

Depois da obsessão por uma libertação que primeiramente se expressou por uma utopia social, agora quer se chegar a uma libertação mais profunda, contra até mesmo as condições biológicas do ser humano. “Aqui se ultrapassou, por assim dizer, a teologia da libertação política com uma antropológica”, explicou Ratzinger em sua obra O Sal da Terra. Tais forças de poder atuam no esforço de um desmonte das estruturas civilizacionais do Direito natural, e na arquitetura de uma engenharia social, tecnicamente planejada para um completo domínio da vida. O controle populacional faz parte desta estratégia. O aborto, portanto, é um aspecto sombrio desta terrível realidade que o Papa chamou de “cultura da morte”. No Brasil, todas estas ideologias estão contidas no Plano Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3, que causou assombro e perplexidade entre vários setores da sociedade, quando foi lançado pelo governo federal, em dezembro de 2009.

O fato é que com o PNDH-3, os direitos humanos se transformam em palavra-de-ordem para justificar uma nova mentalidade e uma ordem mundial inteiramente amoral, em que a pessoa deixa de ser sujeito para se tornar objeto, destituída de humanidade, sem proteção e promoção, anulada em sua identidade e vítima de reducionismos aviltantes, em graus diferenciados de manipulação, que é a pior de todas as violências. Por isso a Igreja se posiciona em favor da vida, como fez valentemente Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos, durante a campanha presidencial de 2010, denunciando o governo federal de estar comprometido com estas ideologias do mal, tão evidentes no PNDH-3.

Catolicismo — Como tem sido no Brasil o trabalho de mobilização para evitar a legalização do aborto e afirmar a cultura da vida, especialmente com ações da Igreja?

Prof. Hermes — Desde a publicação da Evangelium Vitae, tem havido iniciativas nesse sentido em muitas partes do mundo. No Brasil, após a aprovação da Lei de Biossegurança (março de 2005), esta mobilização vem crescendo. Têm surgido em várias dioceses comissões diocesanas em defesa da vida, grupos de estudos na área de bioética, movimentos de leigos comprometidos com o Evangelho da Vida. Na diocese de Taubaté, o nosso bispo Dom Carmo João Rhoden fundou, em 28 de outubro de 2005, o Movimento Legislação e Vida, que coordeno junto com o Pe. Ethewaldo Naufal L. Júnior; e também a comissão diocesana em defesa da vida. Realizamos vários seminários de bioética e um Congresso Internacional em Defesa da Vida, no Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (fevereiro de 2008). Desde então, junto com outras comissões diocesanas e demais grupos (como o Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto, que é suprapartidário e supra-religioso), estamos acompanhando em Brasília, os projetos de lei relacionados à vida e família que tramitam nas comissões do Congresso Nacional, bem como as deliberações no Supremo Tribunal Federal (como a ADIN 3510, a ADPF 54 e outras). Com um trabalho coordenado e integrado, temos conseguido importantes vitórias no campo legislativo. Em maio de 2008, por 33 x 0, o PL 1135/91, visando despenalizar o aborto no Brasil, foi rejeitado na Comissão de Seguridade Social e Família, e também posteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça. Promulgamos ainda, no período em que fui presidente da Câmara Municipal de São Bento do Sapucaí (2009-2010), a primeira lei orgânica pró-vida do País, incluindo no texto constitucional local o direito à vida desde a fecundação até a morte natural, com diretrizes do humanismo integral, destacando que o direito à vida é o primeiro e o principal de todos os direitos humanos.

Catolicismo — Que outras ações têm sido empreendidas?

É esta vida que defendemos: a vida nova proposta por Jesus, que começa aqui a ser edificada. Daí o imperativo bíblico tão atual: “Escolhe, pois, a Vida!”

“Esperamos através da iniciativa popular obter mais de 300 mil assinaturas para inserir na constituição do estado o direito à vida desde a fecundação”

Prof. Hermes — A nossa diocese também lançou, em novembro do ano passado, a Campanha São Paulo pela Vida, que conta hoje com o apoio da Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB. Esperamos através da iniciativa popular obter mais de 300 mil assinaturas para inserir na constituição do Estado de São Paulo o direito à vida desde a fecundação. Em nível federal, propusemos ainda no 4º Encontro Brasileiro de Legisladores e Governantes pela Vida, no começo deste ano, que os deputados federais da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Vida trabalhassem pela aprovação da PEC pela Vida, para através de emenda constitucional garantir o direito à vida de modo integral. O que já foi feito em nível municipal nós esperamos conseguir em âmbito estadual e, se Deus quiser, também nacional. Nesse sentido, há ainda esforços pela aprovação do Estatuto do Nascituro. Todas estas iniciativas mostram que a Igreja está viva e atuante, apesar das tantas dificuldades existentes. O nosso trabalho em nível diocesano é feito em comunhão eclesial com o Bispo, o padre assessor e os leigos. E também integrado a outros grupos que trabalham nesse sentido, pois diz o Catecismo claramente que “a missão de Cristo e do Espírito Santo realiza-se na Igreja” (CIC, 737). Superando os problemas, vamos buscando – fiéis ao Magistério da Igreja – estar mais disponíveis à graça de Deus, pois é Ele quem opera.

Catolicismo — Como são superadas as dificuldades?

Prof. Hermes — Santo Afonso de Ligório é enfático em dizer que a oração deve preceder a ação, para estabelecer o vínculo perfeito que propicie a abundância das graças, que somente Deus pode oferecer a quem a Ele recorrer sinceramente. É o lema de São Bento “ora et labora” que atualiza a pedagogia de Deus no mistério da Igreja, orante e militante, na defesa da vida humana, de modo integral, na dimensão soteriológica, com a perspectiva para a realidade última; pois a vida definitiva depende desta provisória, das nossas decisões e adesões que fazemos no dia-a-dia. E então somos levados a refletir: sobre que lastro construímos a nossa história? Nesse sentido, a Igreja confirma Jesus Cristo como “caminho, verdade e vida”. E é esta vida que defendemos: a vida nova proposta por Jesus, que começa aqui a ser edificada. Daí o imperativo bíblico tão atual: “Escolhe, pois, a Vida!”.



http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/A1E97BCE-EDF8-680C-514104C40074E8B2/mes/Agosto2011

Mensagem do Evangelho de Domingo e II Congresso Internacional Pela Verdade e Pela Vida, Human Life International


Que a Paz de Jesus e a Ternura de Maria estejam contigo!!!

Envio-lhe o link do vídeo Comentário do Evangelho deste Domingo 18/09/2011, é uma Boa Nova Escandalosa, ela faz vir para fora o justo 'injusto" que há dentro de nós.. Muitas vezes queremos viver segundo a nossa justiça, queremos que Deus haja segundo a nossa justiça, mas Deus não é quadrado como nós, não é fechados em nossos limites, Ele é Deus, não é um homem, e por isso a sua justiça é bem diferente da nossa!!! Na verdade, irmãos e irmãs carissimos, penso que muitas vezes vivemos mais querendo comprar a justiça de Deus com as nossas boas obras, com a vivência da Lei, do que nos abrirmos para receber a Graça, que de Graça se dá, à nossa Salvação! Vivemos a Lei, ou a Graça? Para meditar, assista:


Convido-lhes a Iniciarem um Grupo de Oração de Nossa Senhora em vossa casa, com os vossos filhos, pais, amigos e parentes, para saber mais clique:



Saiba mais sobre o Grupo de oração:

De 3 a 6 de Novembro iniciará o II Congresso Internacional Pela Verdade e Pela Vida, Human Life International, faça a sua inscrição, venha participar conosco deste trabalho Pró-vida, não deixe o desânimo tomar conta, não deixe satanás te acomodar dizendo que não vale a pena lutar em favor da vida; não é verdade, somos varias gotas de água que unidas fazem a diferença, pois temos Deus, e Deus nos criou para darmos continuidade a sua Obra da criação, e diria até da salvação de tantos inocentes, que são a obra prima de suas mãos e estão sendo assassinados nos seis de suas mãos. Lute contra esta cultura de morte, contra o demônio que hoje usa dos políticos para criarem leis de morte... para saber mais clique:
Aviso também que o congresso poderá ser assistido em direta pela Internet. Logo divulgaremos o link.

Caso deseje receber por e-mail as atualizações do nosso Blog de Nossa Senhora de Medjugorje, cadastre-se, clicando no link:http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com/2011/04/receba-os-artigos-do-blog-por-e-mail.html

Por meio desta mensagem, receba a bênção Especial e Materna da Gospa Maria Rainha da Paz, a bênção da saúde espiritual e física, a benção da cura e da libertação: “Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo!”. Amém!!!

Caso queira indicar alguém para receber o nosso boletim eletrônico, responda este e-mail, enviando-nos os endereços eletrônicos de vossos amigos, mas se não desejar receber mais este informativo, clique abaixo para a remoção automática do vosso e-mail.

Aqueles que quiserem contribuirem com a nossa obra de evangelização, poderão fazer uma doação, nos seguintes bancos: ITAU Ag. 0192 - C/C 18160-0 ou BRADESCO Ag. 0499-5  C/C 0149800-2 Desde já agradecemos!

Depois de terem sido ab-rogados os cânones 1399 e 2319 do C.D.C., graças à intervenção do Papa Paulo VI em AAS 58 (1966) 1186, os escritos referentes a novas aparições, manifestações e milagres, etc., podem ser espalhados e lidos pelos fiéis, mesmo sem licença expressa (“imprimatur”) da autoridade eclesiástica, contanto que se observe a moral cristã.

Permaneçamos Unidos em Oração com Maria!
Um fraterno abraço em Cristo Jesus!

Pe. Mateus Maria, FMDJ
Prior do Mosteiro Menino Jesus

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Panie Jezu Ufam Tobie!

Oposição alemã quer boicotar discurso do Papa no Parlamento em Berlim.


Grande parte dos parlamentares da oposição anunciaram que não querem participar da sessão na qual o papa Bento 16 falará ao Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão) no próximo 22 de setembro. Gesine Lötzsch, líder da bancada do partido A Esquerda, declarou que metade dos 76 deputados esquerdistas não irá comparecer ao Parlamento no dia da visita do Papa.

Entre os social-democratas, a estimativa é de que 25% dos 146 parlamentares não compareçam. Entre os verdes, acredita-se que a bancada terá um desfalque de mais de 30%, noticia a agência alemã de notícias DPA. A conservadora União Social Cristã (CSU, do alemão) qualificou a iniciativa dos parlamentares oposicionistas de “comportamento intolerante”. As cadeiras vazias no Bundestag serão preenchidas com ex-parlamentares, que receberão convites para comparecer ao Parlamento naquele dia.

Contra a “neutralidade religiosa do Estado”

Críticos da visita do Papa afirmam que ele não poderia falar ao Parlamento alemão, pois sua presença no Bundestag vai contra a “neutralidade religiosa do Estado”. Os defensores de Bento 16 revidam, afirmando que ele visita o Bundestag como chefe de Estado do Vaticano e não como líder religioso.

A social-cristã Gerda Hasselfeldt acusou os parlamentares que aderirem ao boicote de falta de respeito perante o Papa. “A Esquerda prova mais uma vez que seu meio é a luta nas ruas e não o debate através de argumentos”, declarou. O porta-voz de A Esquerda, Hendrik Thalheim, ressaltou que a liberdade de opinião na Alemanha inclui também críticas à Igreja Católica no país.

Pouca importância

Nos bastidores da Igreja Católica, aumenta a preocupação com uma escalada dos protestos em torno da visita de Bento 16. “Faz parte receber um convidado como esse com a cordialidade, o respeito e a cortesia necessários”, afirmou Robert Zollitsch, presidente da Conferência Alemã dos Bispos, ao jornal Passauer Neue Presse. “Lamento que os deputados se ausentem e boicotem o discurso. Todos têm o direito de criticar ou protestar, mas espero que tumultos nas ruas não predominem no país” durante a visita do Papa, salientou Zollitsch.

Enquanto parlamentares e autoridades debatem detalhes a respeito da visita do Sumo Pontífice ao país, uma enquete,publicada pela revista Stern, aponta que a maioria (86%) dos alemães não acredita que a presença de Bento 16 no país tenha qualquer importância.Apenas 14% dos entrevistados veem algum sentido na visita. Nem mesmo entre os católicos a visita é tida como importante – entre estes, 63% não veem, do ponto de vista pessoal, nenhuma relevância na presença de Bento 16 na Alemanha.