Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

22 de set. de 2011

TESTEMUNHO DE UM MEDICO ABORTISTA



Testemunho de um médico que realizou vários abortos na sua carreira

Eis o testemunho de um médico que realizou vários abortos na sua carreira e, somente diante da morte de sua filha de 23 anos, caiu em si e admitiu o crime que cometia. Sua filha morreu de infecção generalizada após ter tentado fazer um aborto.

Eu sou o único filho homem de uma família humilde do interior de Minas. Com sacrifício e união de todos, fui o único que teve a chance de estudar, pois minha irmãs não passaram do ensino médio. Mamãe, uma simples costureira, gastou os seus olhos nas costuras que fazia até de madrugada para ajudar meu pai. Papai era um guarda noturno. Por isso vocês podem até imaginar o sacrifício que fizeram para ter um filho médico!

Quando me formei, jurei a mim mesmo que jamais a necessidade bateria em nossa porta novamente. Escolhi a ginecologia e obstetrícia, depois de anos de estudos. Das maiores dificuldades enfrentadas como médico recém-formado, me deparei com a realidade da minha profissão. Ia longe o tempo que os médicos ficavam ricos, e eu queria mais, queria enriquecer, ter dinheiro; e foi assim que violei o juramento que fiz ao me formar: de dar a vida para salvar a vida. Inúmeras crianças eu ajudei a vir ao mundo, mas também muitas delas eu não permiti que nascessem, envolto na respeitabilidade de médico.

Enriqueci escondido sob a faixa da vitalidade. Montei meu consultório e em pouco tempo tornou-se o mais procurado da região. Sabe o que eu fazia? Aborto. E como todos que cometem este crime, eu dizia a mim mesmo que todas as mulheres teriam o direito da escolha, e que era melhor serem ajudadas por um médico, com o qual não corriam risco de vida, do que procurarem as clínicas clandestinas, onde o índice de morte e complicações são alarmantes.

E foi assim, cego e desumano, meu ofício na medicina. Eu constituí família já abastado, muito rico, e nada faltou aos meus entes queridos. Meus pais morreram com a ilusão que seu filho era um doutor bem sucedido, um vencedor. Criei minhas duas filhas com o dinheiro manchado de sangue de inocentes; fui um dos mais desprezíveis humanos. Minhas mãos, que deveriam ser abençoadas para a vida, trabalharam pela morte.
Eu só parei quando Deus, em sua sabedoria infinita, rasgou a minha consciência e fez sangrar o meu coração; sangrar com o mesmo sangue de todos os inocentes que não deixei nascer. Letícia, a minha filha mais nova, no auge da vida deixou de respirar. No seu atestado de óbito, a causa da morte: infecção generalizada. Letícia, aos 23 anos de idade, engravidou e buscou o mesmo caminho de tantas outras que me procuraram: o aborto. Só soube disso quando nada mais poderia ser feito.

Ao lado do leito de morte da minha filha eu vi as lágrimas de todos os anjinhos que eu matei! Enquanto ela esperava a morte, eu agonizava junto; foram seis dias de sofrimento para que, no sétimo dia, ela descansasse e partisse ao encontro de seu filhinho, filhinho este que um médico assassino como eu impediu de nascer.

Foi tempo suficiente para refletir, reflexão que veio apenas no início da manhã que Letícia morreu. Exausto pelas noites em claro, adormeci ao lado de minha filha e sonhei que eu andava por um lugar absolutamente escuro e o ar era quente e úmido; eu queria respirar e não podia, queria fugir, mas, desesperado, fui jogado por um lugar onde o barulho me deixava mais louco. Eram choros, choros doidos de crianças. No meu pensamento, como se um raio me cortasse ao meio, veio um entendimento: os choros eram de dor, eram lamentos dos anjinhos de que eu tirei a vida. Era a triste conseqüência dos meus atos impensados.

Os choros aumentavam: "Assassino! Assassino!" Alucinado para sair daquele lugar, eu passei a mão no rosto para secar o meu suor e as minhas mãos se mancharam de sangue! Aterrorizado ao fazer aquela constatação, gritei com a força que me restava nos pulmões; o meu grito era um pedido de perdão: "Deus me perdoe!" Somente assim eu consegui voltar a respirar normalmente e, no sobressalto, eu acordei. Acordei em tempo de acolher o último suspiro de vida de minha filha Letícia que morreu na manhã do dia 3 de março de 1989. Sua vida ceifada pela inconseqüência de um médico, por infecção provocada por um aborto.

Eu sei que, através daquele sonho, Deus me levou para um lugar onde os anjinhos ficam quando são barbaramente impedidos de nascer. Eu entendi que, a partir do momento da fecundação do óvulo, existe vida, donde se conclui que eu sou um assassino. Só não sei se um dia Deus vai me perdoar.

Mas para amenizar a minha culpa, a minha dor, eu fechei meu consultório, vendi todos os bens que conseguira na vida com a prática do aborto e, com o dinheiro, montei uma casa de amparo às mães solteiras. E me dedico hoje, gratuitamente, a fazer uma medicina de verdade. Hoje sou médico de carentes, de desamparados, desvalidos. As crianças que vêm ao mundo hoje, através das minhas mãos, são filhos que adotei e sei que tenho uma única missão: trazer vida ao mundo e dar condição para que as crianças tenham um lar feliz onde o pai é Jesus.

Rezem por mim, rezem por mim, rezem para que Deus tenha piedade de mim e me perdoe, porque eu tenho certeza que não fugirei do juízo final."
+++
Créditos para o padre Renato Moreira, que enviou essa história via email - obrigado, Padre!
fonte da história: JORNAL NITERÓI CATÓLICO.
Fonte: http://porquenaodizem.blogspot.com/

Quem disse que o aborto é uma opção da mulher, e que o feto, é um apendice da mulher? E a criança indefesa não pode opnar por viver? Você é a favor de derramamento de sangue inocente?

Alguns políticos dizem que: "aborto é questão de saude publica", NÃO É! É um assassinato! Que o governo crie organismos para cuidar das mulheres que estão grávidas, e possam levar a gestação até o fim, e depois dar os bebês em adoção! As filas de adoção são enormes, e o governo quer implantar a morte? Isto é um absurdo!!!!

De que lado estamos, da vida ou da morte? De Deus ou do diabo? O Senhor disse: Não matarás!

No vídeo acima, você verá um ser humano pequenininho ser arrancado, destruido, esmagada por instrumentos de morte, verá sangue ser derramado, sangue inocente. QUE O SENHOR TENHA MISERICÓRDIA!!!!

Modernismo liberal: Artista cria 'Jesus sarado' para aproximar jovens da religião.



Um sábio homem disse um dia: " Não é a Igreja que esta impactando o mundo, é o mundo que esta impactando a Igreja".
O modernismo liberal esta ganhando espaço no contexto eclesial e não há dúvida que isto não agrada Nosso Senhor Jesus Cristo.
Os fiéis estão reinventando vários "Cristos" as suas imagens e semelhanças, uma verdadeira Idolatria.


Vejam esta notícia que saiu na BBC e foi publicado no gl0bo.com. Repudie esta treva:

Jesus Cristo, herói do século XXI. A reinvenção de quem, para os cristãos, é o filho de Deus gerou um fenômeno artístico nos Estados Unidos.

Com peitoral marcado, braços musculosos e atitude de vencedor, o Cristo chegou inclusive à capa do jornal 'The New York Times'. 'Um Chuck Norris de sandálias', assim definiu-o a publicação.

O autor dos desenhos, o artista Stephen Sawyer, de 58 anos, criou o projeto Art4God para tentar aproximar os jovens da religião.

'Todos somos evangelistas de alguma coisa', disse Sawyer à BBC. 'Sou o pregador do homem que viveu há 2 mil anos e continua sendo meu herói.'

O artista sustenta que a imagem de Jesus masculino e forte vem da Bíblia.

'Dificilmente poderiam ter narrado cenas como o ataque de Jesus aos mercadores do templo se o protagonista da história fosse um fracote', defende Sawyer.

'Era um carpinteiro da classe trabalhadora. Com certeza o seu corpo era forte e musculoso, porque essa era a sua ferramenta de trabalho.'

Através de livros, revistas e blogs, o desenhista, que vive em Kentucky, tem viajado os Estados Unidos alimentando o seu movimento.

Apesar do sucesso, as imagens foram questionadas por grupos de conservadores, para quem destacar o físico de Jesus relega o seu aspecto espiritual.

'Fico feliz que se crie um movimento em torno disto. A ideia é deixar de lado nossos prejuízos e aceitar as crenças de todos a partir da tolerância', responde o autor.

'Não sei como Cristo era visto há 2 mil anos, nem me importa. Quero criar uma iconografia que seja relevante para hoje.'

Fonte: globo.com





A crise da Igreja católica na Áustria:


* Áustria: Igreja local em crise sofre risco de cisma, afirma cardeal Schönborn.

setembro 21st, 2011

Fonte: Vatican Insider

O risco existe e foi denunciado pelo cardeal de Viena, Schonborn, (foto) em rota de “colisão” com o clero dissidente que quer o casamento dos padres e a comunhão aos divorciados.

No último final de semana, o arcebispo de Viena denunciou publicamente o risco de cisma na Igreja austríaca. O líder do episcopado reiterou ao movimento de oposição interna do clero que violar a regra do celibato eclesiástico e admitir os divorciados em segunda união à comunhão coloca os sacerdotes dissidentes fora da Igreja.

Os promotores do manifesto reformador Apelo à desobediência, advertiu o cardeal, não conseguirão fazer com que a arquidiocese de Viena entre em rota de colisão com a Santa Sé. “Todas as possibilidades estão abertas, e eu conto com o diálogo e a cooperação”, afirmou o arcebispo, que, porém, exclui a ruptura com Roma. Os dissidentes, liderados pelo pároco Helmut Schüller, invocam uma série de reformas radicais ao Vaticano, em estreita colaboração com o movimento ultraprogressista Nós Somos Igreja, de Hans-Peter Hurka.

O Nós Somos Igreja é o verdadeiro motor propulsor da dissidência na Áustria. O movimento nasceu das cinzas do caso de Hans Hermann Groër, o antecessor de Schönborn em Viena. Foi depois das acusações de pedofilia contra Groër que, em Innsbruck e em Viena, alguns católicos quiseram reagir e lançar o célebre Apelo do Povo de Deus, uma agenda para a hierarquia da Igreja composta de pontos específicos.

Desde 1995 até hoje, o Apelo foi assinado por mais de dois milhões e meio de pessoas. Inicialmente, também houve o apoio de muitos bispos austríacos. Depois, os prelados foram chamados à ordem pelo Vaticano e retiraram sua adesão.

O conflito nas dioceses austríacas é uma constante dos últimos anos, entre abusos litúrgicos (como o “Corpus Domini” espetado e içado em procissão, na foto), irregularidades disciplinares, violações do celibato eclesiástico. Em junho de 2009, Bento XVI chamou a Igreja austríaca novamente à ordem, indicando “a urgência do aprofundamento da fé e da fidelidade integral ao Concílio Vaticano II e ao magistério pós-conciliar da Igreja”.

Dois anos atrás, o papa se confrontou com os bispos austríacos, que, nos últimos meses, haviam protestado noVaticano contra a revogação da excomunhão aos lefebvrianos e contra a nomeação em Linz de Gerhard Wagner.

O catolicismo austríaco está passando por uma grave crise: queda das vocações e de fiéis, forte polarização entre conservadores e progressistas, crescente sentimento antirromano.

Na primavera de 2009, a nomeação de Wagner quase causou uma revolta contra Roma. O papa foi obrigado a dar “meia-volta” ao aceitar a sua renúncia ao cargo.

Quem havia trazido novamente à ordem do dia, há dois anos, a questão da abolição do celibato eclesiástico havia sido justamente o líder da Igreja austríaca e da associação dos ex-alunos de Ratzinger. De acordo com o arcebispo de Viena, Christoph Schönborn, o celibato dos padres, “peculiaridade da Igreja Católica”, explica em parte os casos de pedofilia cometidos por sacerdotes. Em maio de 2010, o cardeal colocou em questão “tanto a educação dos padres, quanto as consequências da revolução sexual de 1968, e o celibato no desenvolvimento pessoal”, convidando a “uma mudança de visão”.

Há algum tempo, Schönborn apresentou à Cúria um apelo de proeminentes católicos austríacos pela abolição da obrigação do celibato, pelo retorno à atividade dos padres casados, pela abertura ao diaconato também para as mulheres e pela ordenação dos chamados viri probati. O “memorando”, acompanhado de uma nota de Schönborn, foi entregue ao ministério vaticano do Clero, com o pedido de “lê-lo atentamente” para que “alguém em Roma saiba o que uma parte dos nossos leigos pensa sobre os problemas da Igreja”.

Para os promotores da ação, o cardeal Schönborn havia prometido explicar noVaticano as suas motivações, “mesmo não as compartilhando todas”, junto com os relatórios sobre as consequências que a carência de padres está provocando em 46 paróquias diferentes, sobretudo nas áreas rurais.

E, no ano passado, o cardeal Schönborn abriu a assembleia diocesana de Vien aexigindo um mea culpa geral: “A Igreja só pode sair dessa crise devastadora purificando-se com um arrependimento verdadeiro, senão tudo será inútil”.

21 de set. de 2011

Enquete: Nos EUA, movimento homossexual pede censura financeira contra entidades pró-família tradicional


Enquete: Nos EUA, movimento homossexual pede censura financeira contra entidades pró-família tradicional

19, setembro, 2011
Ivan Rafael de Oliveira

Associações como a American Society for the Defense of Tradition, Family and Property é uma das entidades visadas pela censura financeira.

Como informa o site de notícias Mídia Sem Máscara (9/9/11), nos EUA, o lobby homossexual está recolhendo assinaturas para exigir uma censura financeira contra movimentos taxados de “homofóbicos”.

Responda a enquete no final do artigo

O movimento homossexual AllOut pretende reunir mais de 35 mil assinaturas destinadas à prestadora de serviços PayPal que é responsável pela coleta de donativos e transações monetárias para diversas associações. AllOut exige que ela corte sua prestação de serviço a entidades que forem consideradas como “homofóbicas”.

Associações como a American Society for the Defense of Tradition, Family and Property (Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade), entre outras, é uma das acusadas gratuitamente de incitação à violência, o que segundo movimento homossexual é justificativa para o fechamento das contas.

O que há de violento em incentivar que nos plebiscitos se vote a favor da instituição tradicional da família? Ou será que o argumento de violência não é apenas pretexto para uma perseguição ideológica?

Mas no que se baseia que essa associação incita a violência? Será devido às pacificas campanhas promovidas pela TFP americana de “Buzine a favor do casamento tradicional”? O que há de violento em incentivar que nos plebiscitos se vote a favor da instituição tradicional da família? Ou será que em uma democracia, como nos EUA, somente se pode ser favorável ao “casamento” homossexual? O argumento de “incitação à violência” não é apenas pretexto para uma perseguição ideológica?

A principal organizadora do abaixo-assinado chama-se AllOut que significa “tudo para fora”. Nome muito curioso, pois parece exprimir de algum modo um pedido de liberdade. Aliás, ela própria pretende, como diz em seu site, em querer construir um mundo em que todos possam ser livres. Todos? Parece que não. O que eles pretendem é justamente proibir toda forma de pensamento contrária à ideologia homossexual. Faz lembrar muito quando em maio de 68, na Sorbonne, estourou uma revolução cujo lema era “é proibido proibir!”.

Enquete

Movimento homossexual pede, nos EUA, uma censura financeira contra entidades pró-família tradicional. O que significa isso?

fonte: www.ipco.org.br
se não conseguirem votar entrem no site do ipco

O Sonho do PT e da Marta


Constituição anti-“homofobia” para o Brasil: um sonho de Marta Suplicy e OAB

Julio Severo
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) elogiou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), elaborada pela Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que quer ampliar privilégios a indivíduos viciados em práticas homossexuais.

O texto tem a pretensão de introduzir na Constituição todas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que favoreceram a agenda gay, inclusive a garantia de união estável para duplas homossexuais, com direito à conversão em casamento e adoção de crianças.
De acordo com a agência de notícias do Senado, “a PEC tem como um de seus principais ponto a criminalização da homofobia e estabelece a pena de dois a cindo anos de reclusão para aqueles que praticarem atos de discriminação e preconceito em virtude da orientação sexual de alguém. A mesma punição se estende aos que incitarem o ódio ou pregarem [contra a] orientação sexual ou identidade de gênero”.
Com a aprovação da PEC, a própria Constituição do Brasil se transformará num PLC 122. Mas Suplicy reconhece que a tentativa de transformar a Constituição do Brasil numa constituição anti-“homofobia” certamente enfrentará resistência de “setores como o da igreja”.
A senadora acredita que, estrategicamente, será importante aprovar primeiro o PLC 122/2006, pois sua tramitação está mais avançada, tendo já sido aprovado sorrateiramente na Câmara dos Deputados e restando apenas a votação no Senado. O segundo passo, na avaliação de Marta, é apresentar a PEC, que é uma matéria mais ampla e complexa. “A PEC é bem mais difícil de aprovar. Então, vamos começar com a homofobia e avaliar o momento adequado para fazer uma PEC com essa amplitude, que é realmente o sonho que nós gostaríamos para todo o País”, explicou a senadora à agência do Senado.
O Estatuto da Diversidade Sexual conta com 109 artigos, que alteram 132 dispositivos legais. O Estatuto criminaliza a homofobia, reconhece o direito à livre orientação sexual e iguala os direitos fundamentais entre heterossexuais e LGBTs.
Eis algumas dos “avanços” que o Estatuto da Diversidade Sexual propõe:
Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais:
Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais.
Sob essa lei, a família nada poderá fazer para inibir um problema sexual nos filhos. A sociedade nada poderá fazer. E autoridades governamentais que ainda restarem com um mínimo de bom senso estarão igualmente impedidas de “interferir”.
Retirar o termo PAI E MÃE dos documentos:
Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.
Essa lei visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados como família. Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”.
Começar aos 14 ano os preparativos para a cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o corpo):
Título VII, Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.
Título VII, Art. 38 - As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a partir dos 18 anos de idade.
Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS:
Título VII, Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos, cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à identidade de gênero.
Parágrafo único – É garantida a realização dos procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde – SUS.
Uso de banheiros e vestiários de acordo com a sua opção sexual do dia:
Título VII, Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é assegurado o uso das dependências e instalações correspondentes à identidade de gênero.
Não é permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais nem por vontade própria:
Título VII, Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura.
O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor sempre abordar a diversidade sexual e consequentemente estimular a prática:
Título X, Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do preconceito.
Contos infantis que apresentem casais heterossexuais devem ser banidos se também não apresentarem duplas homossexuais travestidas de “casais:
Título X, Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero.
As escolas não podem incentivar a comemoração do Dia dos Pais e das Mães:
Título X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.
Cotas nos concursos públicos para homossexuais assim como já existem para negros no RJ, MS e PR e cotas em empresas privadas com já existe para deficientes físicos:
Título XI, Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da proporcionalidade.
Parágrafo único – Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de medidas similares nas empresas e organizações privadas.
Casos de pedofilia homossexual irão correr em segredo de justiça:
Título XIII, Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar em segredo de justiça.
Censura a piadas sobre gays:
Título XIV, Art. 93 – Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero.
“O Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço. Isso nunca havia sido pensado em relação às questões LGBT”, reconheceu Marta Suplicy, classificando-o como de importância “inquestionável”.
O Estatuto defende que o Estado é obrigado a investir dinheiro público para homossexuais que querem caros procedimentos de reprodução assistida por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e também o Estado é obrigado a criar delegacias especializadas para o atendimento de denúncias por preconceito sexual contra homossexuais, atendimento privado para exames durante o alistamento militar e assegura a visita íntima em presídios para homossexuais e lésbicas.
Com informações de Renato Tambellini e da agência Senado.
Fonte: www.juliosevero.com

Prefeito da Congregação para o Clero REAFIRMA o “não” ao celibato opcional e a ordenação feminina.


Zenit

O Cardeal Mauro Piacenza (foto) prefeito da Congregação para o Clero, raramente intervém no debate público. Quando o faz, como nesta ocasião, o faz para fechar a porta para o celibato opcional (“mais de 40% dos matrimônios fracassam. Entre os sacerdotes a desistência é de apenas menos de 2%”) ou ao sacerdócio da mulher (“João Paulo IIfechou definitivamente a questão”).

Eminência, com surpreendente periodicidade, há várias décadas, voltam a aparecer no debate público algumas questões eclesiais, sempre as mesmas. A que se deve este fenômeno?

Na história da Igreja sempre houve movimentos “centrífugos” que tendem a “normalizar” a excepcionalidade do Evento Cristo e de seu Corpo vivo na história, que é a Igreja. Uma “Igreja normalizada” perderia toda a sua força profética, não diria mais nada ao homem e ao mundo e, de fato, trairia o Seu Senhor.

A grande diferença da época contemporânea é doutrinal e midiática. Doutrinariamente, pretende-se justificar o pecado, não confiando na misericórdia, mas deixando-se levar por uma perigosa autonomia que tem o sabor do ateísmo prático; do ponto de vista midiático, nas últimas décadas, as fisiológicas “forças centrífugas” recebem a atenção e a inoportuna amplificação dos meios de comunicação que vivem, de certa maneira, de contrastes.

Deve-se considerar a ordenação sacerdotal das mulheres uma “questão doutrinal”?

Certamente, como todos sabem, a questão já foi enfrentada por Paulo VI e pelo beato João Paulo II e este, com a Carta Apostólica Ordinatio Sacerdotalis de 1994, fechou definitivamente a questão.

De fato afirmou: “Para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cf. Lc 22,32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja”. Alguns, justificando o injustificável, falaram de uma “definitividade relativa” da doutrina até esse momento, mas francamente esta tese é tão pouco comum que carece de qualquer fundamento.

Então, não há lugar para as mulheres na Igreja?

Pelo contrário, as mulheres têm um papel importantíssimo no Corpo eclesial e poderiam ter outro mais evidente ainda. A Igreja foi fundada por Cristo e não podemos determinar, nós seres humanos, seu perfil, portanto a constituição hierárquica está ligada ao Sacerdócio ministerial que está reservado aos homens. Mas, absolutamente nada impede a valorização do gênio feminino em papéis que não estão ligados estreitamente ao exercício da ordem sagrada. Quem impediria, por exemplo, que uma grande economista fosse chefe da Administração da Sé Apostólica? Ou que uma jornalista competente se convertesse na porta-voz da Sala da Imprensa do Vaticano?

Pode-se multiplicar os exemplos em todos os campos não vinculados à ordem sagrada. Há uma infinidade de tarefas nas quais o gênio feminino poderia dar uma grande contribuição! Outra coisa é conceber o serviço como um poder e querer introduzir, como faz o mundo, as “cotas” de tal poder. Considero, além disso, que o menosprezo do grande mistério da maternidade, que se está realizando nesta cultura dominante, tenha um papel muito importante na desorientação geral que existe em relação à mulher. A ideologia do lucro reduziu e instrumentalizou as mulheres, não reconhecendo a maior contribuição que estas, indiscutivelmente, podem dar à sociedade e ao mundo.

A Igreja, além disso, não é um governo político no qual é justo reivindicar uma representação adequada. A Igreja é outra coisa, a Igreja é o Corpo de Cristo e, nela, cada um é membro segundo o que Cristo estabeleceu. Por outro lado, a Igreja não é uma questão de papéis masculinos ou femininos, mas de papéis que implicam, por vontade divina, a ordenação ou não. Tudo o que um fiel leigo pode fazer, também o pode fazer uma fiel leiga. O importante é ter a preparação específica e a idoneidade; o fato de ser homem ou mulher é secundário.

Mas pode haver uma participação real na vida da Igreja sem atribuições de poder efetivo e de responsabilidade?

Quem disse que a participação na Igreja é uma questão de poder? Se fosse assim se cometeria o grande erro de conceber a própria Igreja não como é, divino-humana, mas simplesmente como uma das muitas associações humanas, talvez a maior e mais nobre, por sua história; e deveria ser “administrada” repartindo-se o poder.

Nada mais distante da realidade! A hierarquia da Igreja, além de ser de direta instituição divina, deve ser entendida sempre como um serviço à comunhão. Só um erro, derivado historicamente da experiência das ditaduras, poderia conceber a hierarquia eclesiástica como o exercício de um “poder absoluto”. Que se pergunte a quem é chamado a colaborar com a responsabilidade pessoal do Papa com a Igreja Universal! São tais e tantas as mediações, consultas, expressões de colegialidade real que praticamentenenhum ato de governo é fruto de uma vontade única, mas sempre o resultado de um longo caminho, em escuta do Espírito Santo e da preciosa contribuição de muitos. Acima de tudo dos bispos e das Conferências Episcopais do mundo. A Colegialidade não é um conceito sócio-político, mas deriva da comum eucaristia, do affectus que nasce do alimentar-se do único Pão e do viver da única fé; do estar unidos a Cristo Caminho, Verdade e Vida; e Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre!

O poder que Roma ostenta não é muito grande?

Dizer “Roma” significa simplesmente dizer “catolicidade” e “colegialidade”. Roma é a cidade que a providência escolheu como lugar do Martírio dos Apóstolos Pedro e Paulo e o que a comunhão com esta Igreja significou sempre na história: comunhão com a Igreja universal, unidade, missão e certeza doutrinal. Roma está a serviço de todas as Igrejas, ama todas as Igrejas e, não poucas vezes, protege as Igrejas que estão em dificuldades pelos poderes do mundo e por governos que nem sempre são plenamente respeitosos com o imprescindível direito humano e natural que é a liberdade religiosa.

A Igreja deve ser considerada a partir da Constituição Dogmática Lumen Gentium doConcílio Vaticano II, incluída obviamente a Nota Prévia ao Documento. Ali está descrita a Igreja das origens, a Igreja dos Padres, a Igreja de todos os séculos, que é a nossa Igreja de hoje, sem descontinuidade; que é a Igreja de Cristo. Roma é chamada a presidir na Caridade e na Verdade, únicas fontes reais da autêntica Paz cristã. A unidade da Igreja não é o compromisso com o mundo e sua mentalidade, mas o resultado, dado por Cristo, da nossa fidelidade à verdade e da caridade que seremos capazes de viver.

Me parece sugestivo, a este respeito, o fato de que hoje só a Igreja, como ninguém mais, defende o homem e sua razão, sua capacidade de conhecer a realidade e entrar em relação com isto, em resumo, o homem em sua integralidade. Roma está ao pleno serviço da Igreja de Deus que está no mundo e que é “uma janela aberta” ao mundo. Janela que dá voz a todos aqueles que não a tem, que chama a todos a uma contínua conversão e por isto contribui – muitas vezes no silêncio e com sofrimento, pagando por sua parte, às vezes em impopularidade – para a construção de um mundo melhor, para a civilização do amor.

Esse papel de Roma não cria problemas para a unidade e o ecumenismo?

Nem sequer o que se pressupõe. O ecumenismo é uma prioridade na vida da Igreja e uma exigência absoluta que provém da oração do Senhor: “Ut unum sint”, que se converte para todo cristão em um “mandamento da unidade”. Na oração sincera e no espírito de contínua conversão interior, na fidelidade à própria identidade e na comum tensão da perfeita caridade dada por Deus, é necessário comprometer-se com convicção para que não haja contratempos no caminho do movimento ecumênico.

O mundo precisa da nossa unidade e, portanto, é urgente continuar comprometendo-se com o diálogo da fé com todos os irmãos cristãos, para que Cristo seja o fermento da nossa sociedade. Também é urgente se comprometer com os não-cristãos, ou seja, no diálogo intercultural para contribuir unidos na edificação de um mundo melhor, colaborando com as obras do bem e para que uma sociedade mais humana se torne possível. Roma, também nessa tarefa, tem um papel de motivação única. Não temos tempo para divisões; o tempo e as energias devem ser empregados para nos unir.

Nessa Igreja, quem são e que papel têm hoje os sacerdotes?

Não são nem assistentes sociais, nem funcionários de Deus! A crise de identidade é majoritariamente aguda nos contextos mais secularizados, ali onde parece que não há lugar para Deus. Os sacerdotes, entretanto, são os de sempre, são os de sempre, são o que Cristo quis que fossem! A identidade sacerdotal é cristocêntrica e, portanto, eucarística. Cristocêntrica porque, como recordou tantas vezes o Santo Padre, no sacerdócio ministerial “Cristo nos atrai para dentro de Si”, implicando-se conosco e implicando-nos na sua própria Existência. Esta atração “real” acontece sacramentalmente, portanto, de maneira objetiva e insuperável, na Eucaristia da qual os sacerdotes são ministros, ou seja, servos e instrumentos eficazes.

A lei sobre o celibato é tão insuperável? Não se pode mesmo mudá-la?

Não se trata de uma simples lei! A lei é consequência de uma grande realidade que se toma só na relação vital com Cristo. Jesus disse: “quem puder entender, entenda”. O sagrado celibato não se supera nunca, é sempre novo, no sentido de que através dele, a vida do sacerdote se “renova”, porque se dá sempre em uma fidelidade que tem em Deus, sua própria raiz e no florescer da liberdade humana, o próprio fruto.

O verdadeiro drama está na incapacidade contemporânea de realizar as escolhas definitivas, na dramática redução da liberdade humana que se transformou em algo tão frágil que não persegue o bem nem quando se reconhece ou se intui como possibilidade para a própria existência. O celibato não é o problema, nem podem constituir, as infidelidades e debilidades de sacerdotes, um critério de juízo.

Além disso, as estatísticas nos dizem que mais de 40% dos matrimônios fracassam. Entre os sacerdotes a desistência é de menos de 2%, portanto, a solução não está na opcionalidade do sagrado celibato. Não será, quem sabe, que se deva deixar de interpretar a liberdade como “ausência de vínculos” e de definitividade, e iniciar a redescoberta de que na definitividade a doação ao outro e a Deus consiste na verdadeira realização e felicidade humana?

E as vocações? Não aumentariam caso se abolisse o celibato?

Não! As confissões cristãs, onde não existindo o sacerdócio ordenado não existe a doutrina e a disciplina do celibato, encontram-se em um estado de profunda crise em relação às “vocações” de guia da comunidade. Da mesma maneira que há crise do sacramento do matrimônio uno e indissolúvel.

A crise da qual se está saindo lentamente, na realidade, está ligada fundamentalmente à crise da fé no Ocidente. É preciso se comprometer com o crescimento da fé. Esse é o ponto. Nos mesmos ambientes está em crise a santificação da festa, está em crise a confissão, está em crise o matrimônio, etc. A secularização e a consequente perda do sentido do sagrado, da fé e de sua prática, determinaram e determinam também uma importante redução do número de candidatos ao sacerdócio.

A estas razões teológicas e eclesiais, se acrescentam algumas de caráter sociológico: a primeira de todas foi a notável diminuição da natalidade, com a conseguente diminuição de jovens vocacionados. Também este é um fator que não se pode ignorar. Tudo está relacionado. Talvez se coloca premissas e depois não se quer aceitar as consequências, mas estas são inevitáveis.

O primeiro e irrenunciável remédio para a diminuição das vocações foi sugerido pelo próprio Jesus: “Rezem ao dono da messe para que mande mais operários à sua messe” (Mt 9, 38). Este é o realismo da pastoral vocacional. A oração pelas vocações, uma intensa, universal, ampla rede de oração e Adoração Eucarística que implique todo o mundo, é a verdadeira e única resposta possível à crise da falta de vocações. Ali onde o comportamento orante é vivido de forma permanente, pode-se afirmar que se leva a cabo uma real recuperação.

É fundamental, além disso, atender à identidade e à especificidade na vida eclesial, de sacerdotes, religiosos – estes na peculiaridade dos carismas fundacionais dos próprios Institutos de pertença – e fiéis laicos, para que cada um possa, verdadeiramente e em liberdade, compreender e acolher a vocação que Deus pensou para ele. Mas, cada um deve ser autêntico e deve diariamente se comprometer para se converter no que é.

Eminência, nesse momento histórico, se fosse dizer uma palavra para resumir a situação geral, o que diria?

Nosso programa não pode ser influenciado por querer estar acima de qualquer custo, por querermos ser aplaudidos pela opinião pública. Nós devemos servir apenas por amor e com amor o nosso Deus no nosso próximo, quem quer que seja, consciente de que o Salvador é só Jesus. Nós devemos deixar que ele passe, que fale, que aja através das nossas pobres pessoas e do nosso compromisso cotidiano. Nós devemos colocar o “nosso, mas também o “dele”. Nós, diante das situações aparentemente mais dramáticas, não devemos nos assustar. O Senhor, na barca de Pedro, parece que dormia, parece. Devemos agir com energia, como se tudo dependesse de nós, mas com a paz de quem sabe que tudo depende do Senhor.

Portanto, devemos recordar que o nome do amor, no tempo é “fidelidade”! O crente sabe que Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida e não é “um” caminho, “uma” verdade, “uma” vida. Portanto, a coragem da verdade às custas de receber insultos e desprezos é a chave da missão em nossa sociedade; é esta coragem que se une com o amor, com a caridade pastoral que deve ser recuperada e que torna fascinante hoje mais do que nunca a vocação cristã. Queria citar o programa que sinteticamente formulou em Stuttgart o Conselho da Igreja Evangélica em 1945: “Anunciar com mais coragem, rezar com mais confiança, crer com mais alegria, amar com mais paixão”.


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Vaticano perante a ONU: Aborto não resolve o problema da mortalidade materna


GENEBRA, 20 Set. 11 / 02:31 pm (ACI/EWTN Noticias)

O Observador Permanente da Santa Sé perante as Nações Unidas e organismos internacionais em Genebra (Suíça), Dom Silvano Tomasi, explicou durante a 18ª Sessão do Conselho de Direitos humanos (CDH) deste órgão que "o aborto não resolve as principais causa de mortalidade" materna.

Na sessão, cujo tema a ser tratado foi a redução da mortalidade por causa da gravidez, Dom Tomasi estimou a importância de diminuir a morte das mulheres grávidas, mas “sem reconhecer o aborto como método de planejamento familiar".

Segundo a agência vaticana Fides, em sua intervenção o Prelado assinalou a necessidade de "reconhecer que não houve progressos suficientes para evitar as 350 mil mortes durante a gravidez e o parto. A emergência sobre os riscos para a mulher vai além com práticas como a infibulação feminina, os matrimônios de meninas e outras violências".

Nesse sentido, recalcou que cada mulher tem a mesma dignidade que o homem, "uma vocação diferente, mas não de menor valor que do homem".

Do mesmo modo, disse que a Igreja não aceita programas de promoção da contracepção e do aborto que, "por exemplo na África, não resolvem as principais causa de mortalidade".

O Arcebispo destacou que a Igreja Católica tem um compromisso com o âmbito da saúde, e em particular com as pessoas excluídas da assistência assegurada pelos governos, e no âmbito educativo, mas também na promoção de políticas que protejam seus direitos.

Diante destas coincidências com as posturas do CDH da ONU, o Prelado reafirmou que a Igreja não compartilha a expressão "aborto perigoso" que pretende sugerir a existência de um "aborto são", já que qualquer aborto destrói a vida humana, e muito menos o concebe como um método de planejamento familiar.


20 de set. de 2011

A hediondez do homossexualismo

A HEDIONDEZ DO HOMOSSEXUALISMO
(São Pedro Damião, Liber Gomorrhianus, c. XVI)

Este vício não é absolutamente comparável a nenhum outro, porque supera a todos em enormidade. Este vício produz, com efeito, a morte dos corpos e a destruição das almas. Polui a carne, extingue a luz da inteligência, expulsa o Espírito Santo do templo do coração do homem, nele introduzindo o diabo que é o instigador da luxúria, conduz ao erro, subtrai totalmente a verdade da alma enganada, prepara armadilhas para os que nele incorrem, obstrui o poço para que daí não saiam os que nele caem, abre-lhes o inferno, fecha-lhes a porta do Céu, torna herdeiro da infernal Babilônia aquele que era cidadão da celeste Jerusalém, transformando-o de estrela do céu em palha para o fogo eterno, arranca o membro da Igreja e o lança no voraz incêndio da geena ardente.

Tal vício busca destruir as muralhas da pátria celeste e tornar redivivos os muros da Sodoma calcinada. Ele, com efeito, viola a temperança, mata a pureza, jugula a castidade, trucida a virgindade, que é irrecuperável, com a espada da mais infame união. Tudo infecta, tudo macula, tudo polui, e tanto quanto está em si, nada deixa puro, nada alheio à imundície, nada limpo. Para os puros, como diz o Apóstolo, todas as coisas são puras; para os impuros e infiéis, nada é puro, mas estão contaminados o seu espírito e a sua consciência (Tit. I, 15).

Esse vício expulsa do coro da assembléia eclesiástica e obriga a unir-se com os energúmenos e com os que trabalham com o diabo, separa a alma de Deus para ligá-la aos demônios. Essa pestilentíssima rainha dos sodomitas torna os que obedecem as leis de sua tirania torpes aos homens e odiáveis a Deus, impõe nefanda guerra contra Deus e obriga a alistar-se na milícia do espírito perverso, separa do consórcio dos Anjos e, privando-a de sua nobreza, impinge à alma infeliz o jugo do seu próprio domínio. Despoja seus sequazes das armas das virtudes e os expõe, para que sejam transpassados, aos dardos de todos os vícios. Humilha na Igreja, condena no fórum, conspurca secretamente, desonra em público, rói a consciência como um verme, queima a carne como o fogo.

Arde a mísera carne com o furor da luxúria, treme a fria inteligência com o rancor da suspeita, e no peito do homem infeliz agita-se um caos como que infernal, sendo ele atormentado por tantos aguilhões da consciência quanto é torturado pelos suplícios das penas. Sim, tão logo a venenosíssima serpente tiver cravado os dentes na alma infeliz, imediatamente fica ela privada de sentidos, desprovida de memória, embota-se o gume de sua inteligência, esquece-se de Deus e até mesmo de si.

Com efeito, essa peste destrói os fundamentos da fé, desfibra as forças da esperança, dissipa os vínculos da caridade, aniquila a justiça, solapa a fortaleza, elimina a esperança, embota o gume da prudência.

E que mais direi, uma vez que ela expulsa do templo do coração humano toda a força das virtudes e aí introduz, como que arrancando as trancas das portas, toda a barbárie dos vícios?

Com efeito, aquele a quem essa atrocíssima besta tenha engolido, entre suas fauces cruentas, impede-lhe, com o peso de suas correntes, a prática de todas as boas obras, precipitando-a em todos os despenhadeiros de sua péssima maldade. Assim, tão logo alguém tenha caído nesse abismo de extrema perdição, torna-se um desterrado da pátria celeste, separa-se do Corpo de Cristo, é confundido pela autoridade de toda a Igreja, condenado pelo juízo de todos os Santos Padres, desprezado entre os homens na terra, reprovado pela sociedade dos cidadãos do Céu, cria para si uma terra de ferro e um céu de bronze. De um lado, não consegue levantar-se, agravado que está pelo peso do seu crime; de outro, não consegue mais ocultar seu mal no esconderijo da ignorância, não pode ser feliz enquanto vive, nem ter esperança quando morre, porque, agora, é obrigado a sofrer o opróbrio da derrisão dos homens e, depois, o tormento da condenação eterna.

(foto Sodoma e Gomorra)

"Assim também Sodoma e Gomorra, e as cidades em volta delas, as quais, da mesma maneira como os precedentes, tendo cometido fornicação de modo excessivo e tendo ido após a carne para uso desnatural, são postas diante de nós como exemplo de aviso por sofrerem punição judicial do fogo eterno."

Ativistas gays cortam conta de PayPal de Julio Severo, tradutor de LifeSiteNews e ativista pró-vida.


Clique aqui para assinar uma petição dirigida ao PayPal em protesto contra a perseguição aos cristãos pró-família
19 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Sob pressão de ativistas homossexuais, o PayPal decidiu rejeitar serviço a Julio Severo, famoso ativista pró-vida e pró-família cristão do Brasil.
Além disso, pelo menos duas organizações cristãs visadas pelos mesmos ativistas permanecem sob investigação do PayPal e poderão também perder o uso do serviço.
Severo, escritor evangélico que também traduz para LifeSiteNews, mantém um blog muito influente em português que é lido e comentado por políticos do governo federal do Brasil. Ele é também o autor de dois livros, inclusive um sobre o movimento homossexual no Brasil. (Veja seu blog em português aqui e seu blog em inglês aqui.)
Em semanas recentes, a conta de PayPal de Severo se tornou alvo do grupo homossexual “All Out” (Todos Fora do Armário), que criou uma petição online para pressionar o PayPal a livrar-se de Severo e nove outros usuários do PayPal como fomentadores de “ódio” e “extremismo”. O site de Severo expressa amor aos homossexuais e uma preocupação com o fato de que a conduta homossexual é destrutiva para aqueles que dela participam.
Depois do lançamento da campanha, Severo e vários outros na lista foram contatados pelo PayPal, que pediu informações sobre as organizações deles e insinuou que eles não estão em conformidade com as políticas do PayPal.
Depois da resposta de Severo comentando que ele não é uma organização, apenas um indivíduo, o PayPal respondeu hoje declarando: “Apreciamos seu interesse no PayPal. Contudo, devido às restrições legais e regulatórias, a empresa PayPal Private Limited não pode processar pagamentos de doações para entidades de caridades e organizações sem fins lucrativos que não foram registradas; organizações/partidos políticos; instituições religiosas; levantadores de fundos para pessoas ou organizações, etc., em países sob sua jurisdição”.
“Essa não é uma decisão que fazemos com pouco caso, e lamentamos profundamente qualquer inconveniência ou frustração que essa questão possa lhe causar”, acrescenta o PayPal. “Por favor, compreenda que essa decisão é definitiva”.
O PayPal acrescentou que durante 180 dias não permitirá que Severo acesse nenhum dinheiro que restou em sua conta. Depois desse prazo, a empresa lhe dará informação de como recuperar o dinheiro.
Há anos os militantes homossexuais vêm tentando silenciar Severo, e a eliminação de sua conta no PayPal é o terceiro maior sucesso obtido na campanha deles.
Em 2009, Severo foi forçado a fugir do Brasil com sua família depois que o Ministério Público Federal começou a investigá-lo por criticar a conduta dos homossexuais durante a Parada Gay. No Brasil, há restrições para se criticar a conduta homossexual.
Os homossexuais também deram um jeito de remover o blog de Severo por um curto período de tempo em 2008, depois de se queixaram de seu conteúdo. No entanto, depois de uma indignação em massa de cristãos do Brasil, o blog dele foi restaurado.
“Estou muito preocupado, pois o PayPal se prostrou aos militantes gays e sua campanha de ódio para que eu fosse excluído do PayPal”, Severo disse para LifeSiteNews.
“Uso o PayPal para pagar serviços essenciais para mim e minha família. E estamos numa situação muito limitada, pois estamos longe do Brasil por causa de perseguição gay e governamental. Nossos recursos são limitados”, acrescentou ele. “E agora sob pressão de meus perseguidores, o PayPal está garantindo que minhas opções para receber doações sejam ainda mais limitadas e difíceis.
“Milhões de indivíduos usam o PayPal para receber dinheiro. Por que não posso receber também?” Severo pergunta e aponta que “não sou uma instituição beneficente. Sou apenas um cristão individual com esposa e quatro filhos pequenos”.
Peter LaBarbera, de Americanos pela Verdade acerca da Homossexualidade (Americans for Truth About Homosexuality [AFTAH: http://aftah.org]), que está também sob investigação do PayPal, disse que as ações do PayPal indicam uma “estação aberta de caça aos cristãos” por parte dos ativistas homossexuais.
“É pavoroso e até mesmo chocante que o PayPal tenha removido a conta do herói pró-família brasileiro Julio Severo, usando alguns pretextos burocráticos”, LaBarbera disse para LifeSiteNews. “Ao que tudo indica agora é estação aberta de caça aos cristãos no mundo empresarial”.
“Julio tem um blog muito eficaz — é por isso que ele se tornou alvo dos grupos homossexuais de pressão política. A Esquerda não consegue dar respostas para as ideias dele, de modo que estão mirando seus recursos financeiros. Ao eliminar a conta de Julio dias depois do lançamento da campanha de propaganda gay do All Out, o PayPal se une às fileiras das empresas anticristãs que já escolheram um dos lados da Guerra Cultural — contra os crentes fiéis”.
Informações de contato:
Para assinar uma petição contra a perseguição de cristãos pró-família visados pela campanha do PayPal, clique aqui.
Ligue para o PayPal nos EUA: 1-402-935-2050
Envie um e-mail ao PayPal clicando aqui e selecionando “Email Us”. Pessoas que não têm conta no PayPal podem selecionar a opção à direita e receberão um formulário para preencher.