Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

3 de out. de 2011

Protestantes “progressistas” vivem crise de identidade e caminham para esvaziamento.


Fonte:
Acarajé Conservador

Clero casado, anticoncepção, divórcio, aborto, homossexualidade… os episcopalianos aceitam tudo. E, entretanto, não deixam de perder fiéis. O mesmo acontece com outros protestantes “progressistas”: luteranos, presbiterianos e unitaristas.

A teologia “progressista” esvazia as paróquias. E a prova mais evidente é a Igreja Episcopal, os anglicanos do EUA, antigamente uma comunidade em crescimento, e agora em um declive tão grave que um terço de suas paróquias fecharão nos próximos cinco anos, segundo um recente relatório do portal anglicano conservador VirtueOnline que analisa os dados oficiais desta igreja.
A deriva “progressista”

Os episcopalianos aprovaram tudo o que os “progressistas” exigiam e mais. Mas isso não atraiu fiéis.No século XVI, o anglicanismo aceitou o clero casado.
Em 1930, aceitaram a anticoncepção.
Em 1976, os episcopalianos aprovaram o clero feminino.
Em 1989, ordenou-se a primeira bispa episcopaliana.
Em 1994, proibiu toda terapia para deixar a homossexualidade.
Em 2000, aceitou-se o sexo fora do matrimônio.
Em 2003 ordenaram como bispo a Gene Robinson, um senhor divorciado, com dois filhos, que vivia «maritalmente» com outro homem (este ano 2011 deixou o cargo).
Em 2006 o episcopalianismo admitia o matrimônio homossexual.
Em 2010 presumia ordenar em Los Anjos uma bispa lésbica. Em 1 de janeiro de 2011 um bispo episcopaliano casava com pompa midiático a duas sacerdotisas lésbicas episcopalianas, uma delas a famosa militante pro-aborto, Katherine Ragsdale.

Nada disso atraiu gente à sua igreja. Nesta deriva liberal, o episcopalianismo perdeu mais de 30 por cento de seus fiéis. Se em 2001 tinham 3,4 milhões de fiéis autodeclarados, em 2009 só eram 2 milhões. Trata-se, sobretudo, de que os velhos morrem e ninguém os substitui, e de que muitos outros deixam de ir à Igreja. Alguns vão para igrejas conservadoras.

As cifras que analisa o relatório do VirtueOnline são ainda mais terminantes. Mede a “assistência média dominical” (o número de fiéis que se podem contar um domingo dado nos serviços religiosos desse dia em cada templo). É um dado muito concreto. Pois bem, em 2010 eram apenas 683.000 os episcopalianos que podiam ser encontrados um domingo em suas igrejas. Em 2009 eram 705.000 e em 2008 eram 727.000. Perdem 20.000 paroquianos praticantes, reais, cada ano.

O relatório mostra, por exemplo, que há sete diocese com menos de mil fiéis praticantes reais, e outras sete que não chegam aos 2.000. Não dá para manter a cúria nem o bispo.

Uma de cada três paróquias (sobre um total de 6.800) não chega nem aos 40 assistentes dominicais, o qual faz que seja insustentável demográfica e economicamente e fechará antes de cinco anos, segundo o relatório. Além disso há 2.380 paróquias que têm entre 40 e 100 paroquianos dominicais… e terão que fechar devido ao envelhecimento: sua idade média é de sessenta anos. E há outras 1.450 paróquias, com entre 100 e 200 paroquianos de assistência dominical real, que poderiam manter-se se houvesse uma geração jovem de fiéis para sustentá-la, mas isso não se dá. Inclusive há 36 catedrais episcopalianas que não conseguem ver nem duzentos fiéis no domingo.

Os episcopalianos tentam dissimular suas cifras com suas missões no estrangeiro. Por exemplo, no muito pobre Haiti mantêm 99 paróquias com 16.000 fiéis praticantes, que provavelmente não sabem nada de bispas lésbicas. Isso significa que no Haiti há mais “episcopalianos” que somando 14 diocese do EUA (mais que somando Dakota do Norte, Alaska, Montana, Idaho, Utah, Kansas Ocidental, etc…). Em Honduras mantêm 140 comunidades (11.500 fiéis), 58 na República Dominicana (3.000 fiéis), 48 em Porto Rico (2.400 fiéis), etc… Num total, 40.000 fora dos Estados Unidos.

Cresce o anglicanismo conservador

As pessoas de tradição anglicana e moral conservadora fartas da deriva liberal do episcopalianismo têm várias opções. Por um lado, em 2008 se criou a Igreja Anglicana da América do Norte (ACNA), com uns cem mil fiéis e quase 700 paróquias. São conservadores em moral, pró-vida e pró-família, de estilo evangélico, fartos da perseguição ao que lhes submetiam desde 1997 as autoridades episcopalianas “progressistas”.

Outra opção para os episcopalianos e anglicanos conservadores é somar-se aos “ordinariatos” católicos que o Papa tem proposto e que vão se criar a partir de grupos anglocatólicos, mantendo parte de sua liturgia e costumes.

“Progressistas” luteranos, presbiterianos e unitaristas… igual

A aliança de luteranos liberais dos Estados Unidos (a ELCA) permite oficialmente o aborto desde 1991.50% de seus clérigos acreditam que o aborto deve ser legal na maior parte dos casos, 14% pensam que deve ser legal sempre e só 3% acreditam que deve ser ilegal. Nas suas paróquias ia o especialista em abortar casos de seis meses George Tiller, assassinado faz um par de anos. Em 1991 a ELCA tinha 5,2 milhões de paroquianos; em 2009 só ficavam 4,5 milhões de “batizados” e deles apenas 2,5 milhões de “membros ativos”.

Os presbiterianos (PCUSA), que no ano 2000 contavam com 2,5 milhões de membros, em 2010 já só tinham 2 milhões. De 2006 a 2009 60 de suas paróquias partiram a outras denominações, enquanto que só 5 comunidades se uniram à PCUSA atraídas por sua deriva liberal. Hoje outras 200 paróquias e comunidades conservadoras pretendem criar a sua própria igreja, desde que este mesmo ano o sínodo presbiteriano decidisse que “as pessoas em relações do mesmo sexo podem ser candidatas à ordenação ou designação como diáconos, anciões ou ministros”, sem lhes pedir nenhum compromisso, nem monogamia, nem heterossexualidade nem exclusividade.

A igreja mais liberal dos Estados Unidos é a unitarista (UCC, United Church of Christ), a que assistia Barack Obama até mudar-se a Washington. Segundo o relatório «Clergy Voices 2008», 79 por cento dos clérigos unitaristas acreditam que o aborto deve ser legal sempre ou quase sempre, 83 por cento está a favor de entregar meninos em adoção a casais homossexuais e 74 por cento destes eclesiásticos se define como «politicamente liberal» (nos EUA se chama «liberal» ao que na Europa chamamos «progressista»). A UCC, nascida em 1957, conta em Dallas com uma «catedral» dirigida especialmente a homossexuais com 3.500 fiéis. Em 2001, os unitaristas eram 1,3 milhões de norte-americanos; em 2008 só eram 736.000.
E na Inglaterra, o mesmo

No Reino Unido, de 50 milhões de habitantes, apenas 13,4 milhões se declaram anglicanos, e só 1 milhão vai ao serviço dominical. Segundo o relatório «Cost of Conscience» de 2002 que entrevistou a 2.000 clérigos anglicanos só uma de cada três sacerdotisas acredita na maternidade virginal da María, quase a metade nega que Jesus ressuscitou, 30% nega a Trindade e uma de cada quatro não acredita em «Deus Pai Todo-poderoso» nem em «Deus Espírito Santo»

2 de out. de 2011

Fora da Igreja não há salvação!


Por que fora da Igreja não há salvação?

SOBRE A NECESSIDADE DE UMA FÉ MAIS PROFUNDA

Deve-se, desde o início, falar da necessidade de uma fé mais profunda, por causa dos perigos provindos de erros gravíssimos, atualmente espalhados pelo mundo, e por causa da insuficiência dos remédios a que freqüentemente recorremos contra eles.
Os perniciosos erros que se espalham pelo mundo, tendem à descristianização completa dos povos. Ora, isto começa com a renovação do paganismo no século XVI, ou seja, com a renovação da soberba e da sensualidade pagã entre cristãos. Este declínio avançou com o protestantismo, por sua negação do Sacrifício da Missa, do valor da absolvição sacramental e, por conseqüência, da confissão; por sua negação da infalibilidade da Igreja, da Tradição ou Magistério, e da necessidade de se observar os preceitos para a salvação. Em seguida, a Revolução francesa lutou manifestamente para a descristianização da sociedade, conforme os princípios do Deísmo e do naturalismo — isto é: se Deus existe, não cuida das pessoas individuais, mas somente das leis universais. O pecado, por estes princípios, não é uma ofensa à Deus, mas apenas um ato contra a razão, que sempre evolui; assim, considerava-se o furto como pecado enquanto se admitia o direito à propriedade individual; porém, se a propriedade individual é, como dizem os comunistas, contrário ao que se deve à comunidade, nesse caso, é a própria propriedade individual que é furto.
Em seguida, o espírito da revolução conduziu ao liberalismo que, por sua vez, queria permanecer numa meia altitude entre a doutrina da Igreja e os erros modernos. Ora, o liberalismo nada concluía; não afirmava, nem negava, sempre distinguia, e sempre prolongava as discussões, pois não podia resolver as questões que surgiam do abandono dos princípios do cristianismo. Assim, o liberalismo não era suficiente para agir, e após ele veio o radicalismo mais oposto aos princípios da Igreja, sob a capa de “anticlericalismo”, para não dizer anticristianismo. Assim, os maçons. O radicalismo, então, conduziu ao socialismo e o socialismo, ao comunismo materialista e ateu, como agora na Rússia, e quis invadir a Espanha e outras nações negando a religião, a propriedade privada, a família, a pátria, e reduzindo toda a vida humana à vida econômica como se só o corpo existisse, como se a religião, as ciências, as artes, o direito fossem invenções daqueles que querem oprimir os outros e possuir toda propriedade privada.
Contra todas essas negações do comunismo materialista, só a Igreja, somente o verdadeiro Cristianismo ou Catolicismo pode resistir eficazmente, pois só ele contém a Verdade sem erro.
Portanto, o nacionalismo não pode resistir eficazmente ao comunismo. Nem, no campo religioso, o protestantismo, como na Alemanha e na Inglaterra, pois contém graves erros, e o erro mata as sociedades que nele se fundam, assim como a doença grave destrói o organismo; o protestantismo é como a tuberculose ou como o câncer, é uma necrose por sua negação da Missa, da confissão, da infalibilidade da Igreja, da necessidade de observar os preceitos.
O que, pois, se segue dos erros citados no que diz respeito à legislação dos povos? Esta legislação torna-se paulatinamente atéia. Não somente desconsidera a existência de Deus e a lei divina revelada, tanto positiva como natural, mas formula várias leis contrárias à lei divina revelada, por exemplo, a lei do divórcio e a lei da escola laica, que termina por tornar-se atéia, nos três graus: escolas primárias, liceus ou ginásios e universidades, nas quais freqüentemente reduz-se a religião à história mais ou menos racionalista das religiões, na qual o cristianismo somente aparece como no modernismo, como uma forma agora mais alta da evolução de um senso religioso que sempre muda, de modo que nenhum dogma seria imutável nem imutáveis os preceitos; por fim, vem a liberdade total de cultos ou religiões, e da própria impiedade ou irreligião. Ora, as repercussões destas leis em toda sociedade são enormes; tome, por exemplo, a repercussão da lei do divórcio: qualquer que seja o ano, qualquer que seja a nação, milhares de famílias são destruídas pelo divórcio e deixam sem educação, sem direção, crianças que terminam por se tornar ou incapazes, ou exaltadas, ou más, por vezes, péssimas. Do mesmo modo, saem da escola atéia, todos os anos, muitos homens ou cidadãos sem nenhum princípio religioso. E portanto, em lugar da fé, da esperança e da caridade cristã, têm eles a razão desordenada, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos, o desejo de riqueza e a soberba de vida. Todas essas coisas são erigidas em um sistema especial materialista, sob o nome de ética laica ou independente, sem obrigação e sanção, na qual às vezes remanesce algum vestígio do decálogo, mas um vestígio sempre mutável. Se, porém, os efeitos dolorosíssimos destes erros perniciosos ainda não aparecem claramente na primeira geração, na terceira, quarta e quinta se manifestam segundo a lei da aceleração na queda. — É como na aceleração da queda dos corpos: se numa 1a. etapa da descida, a velocidade é como que 20, numa 5ª será como que 100. E isto se contrapõe ao progresso da caridade, que, segundo a parábola do semeador, é por vezes 30, 50, 100 para um.
É a verdadeira descristianização ou apostasia das nações. E isto foi exposto justamente na longa epístola do grande católico espanhol Donoso Cortes escrita ao Cardeal Fornari para que a apresentasse à Pio IX; o título dela é: Sobre o princípio generativo dos graves erros hodiernos (trinta páginas) e Discurso sobre o estado atual da Europa(1830). Cf. Opera do mesmo autor 5 vol. Madrid 1856: trad. Fr, 1862, t. II, p 221, ss; t. I, p 399; trad. It. 1861. Em seguida, a mesma série de erros foi exposta no Silabo de Pio IX, 1861 (Dz. 1701).
O princípio destes erros é: Se Deus existe, não cuida das pessoas individuais, mas somente, das leis universais. Daí o pecado não ser uma ofensa contra Deus, mas somente contra a razão, que sempre evolui. Disto segue que não existiu o pecado original, nem a Encarnação Redentora, nem a graça regenerativa, nem os sacramentos que causam a graça, nem o sacrifício e, por isso, não é útil o sacerdócio, nem é útil a oração.
No fundo, o Deísmo não parece verdadeiro, pois se os homens individualmente não precisam de Deus, porque se admitiria que Deus existe no céu? É preferível admitir que Deus se faz na humanidade, que é a tendência mesma ao progresso, à felicidade de todos, sobre a qual falam o socialismo e o comunismo.
Portanto, qual é, segundo este princípio, o modo de discernir o falso do verdadeiro? O único modo é a livre discussão, no parlamento ou em algum outro lugar, e esta liberdade é, portanto, absoluta, nada pode ser subtraído à sua jurisdição, nem a questão do divórcio, nem a necessidade da propriedade individual, nem a da família ou da religião para os povos.
Assim, a discussão fica libérrima, como se não existisse a Revelação divina; se se objeta, por exemplo, que o divórcio é proibido no Evangelho, isto pouco importa.
Destas coisas nascem, como é patente, grandes perturbações, inúmeros abortos, crimes, e não se encontra remédio, senão o de aumentar cada vez mais a polícia ou o exército.
Mas, a polícia obedece àqueles que estão no poder e não raro, depois destes, vêm seus adversários e ordenam o contrário. De outra parte, tendo-se suprimido a propriedade privada, suprime-se, de modo geral, o patriotismo, que é como a alma do exército.
Donde estes remédios não serem suficientes para conservar a ordem e evitar as graves e intermináveis perturbações, pois não mais se admite a lei divina, e nem a lei natural escrita por Deus em nossos corações (E tudo isso é uma demonstração per absurdum da existência de Deus.)
Neste caso, é para se concluir com Donoso Cortes que estas sociedades, fundadas sobre princípios falsos ou sobre uma legislação atéia, tendem para a morte. Nelas, com o auxílio da graça, as pessoas individuais podem ainda se salvar, mas estas sociedades, como tais, tendem para a morte, pois o erro, sobre o qual se fundam,mata, como a tuberculose ou o câncer que, progressiva e infalivelmente, destrói nosso organismo. — Só a fé cristã e católica pode resistir a estes erros, e tornar a cristianizar a sociedade, mas, para isso, requer-se uma condição, uma fé mais profunda, conforme a Escritura: « Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. » (1 Jo 5, 4).
(De Sanctificatione Sacerdotum, intro.)

Fr. Reginald Garrigou-Lagrange, O.P.

“Lançai fora a ímpia e funesta opinião de que, em qualquer religião,

é possível chegar ao caminho da salvação eterna” (Papa Pio XI)


Depoimentos de seminaristas: conheça a realidade de alguns seminários brasileiros.


Situação de alguns seminários.

É de tal forma atordoante a situação que os bons seminaristas vivem nestes locais, que peço ao leitor usar do maior discernimento possível, que invoque as luzes do Divino Espírito Santo antes de começar a ler, para que não venha a cair em alguma das heresias ali ensinadas. Eu tenho aqui catalogadas, mais de 100 destas heresias graves, que são ensinadas nos seminários, pregadas nas homilias pelos sacerdotes formados nestas “cátedras de pestilência” como as definiu o Santo Padre. De fato, se alguém achar que se pode formar um padre santo num destes dois exemplos de seminário abaixo, que abandone a idéia. São duas fábricas de hereges!

Um fato é realidade? Nós mandamos jovens bem formados na fé, pessoas de oração e de Rosário, almas devotadas ao sacerdócio santo, entretanto ali dentro destas casas de poluição doutrinária, ou eles os trucidam, ou os expulsam. Em muitos seminários destes já não há um só momento de oração, pois como escrevia um sacerdote reitor a outro: “Felizmente, consegui expulsar daqui os últimos 15 minutos de oração que ainda tinha. A Igreja não precisa de santos e sim de doutores”. E se eu fosse responder esta carta lhe diria apenas isso: o Sinédrio que condenou Jesus era formado de doutores!

Vamos ao primeiro depoimento, com nome e seminário preservados.

No começo eu hesitei um pouco para escrever esse depoimento, mas acho que é preciso colocar para o público o que está ocorrendo em nossos seminários.
Sou seminarista de uma das maiores congregações do mundo, mas não citarei o nome dela, por motivo de segurança pessoal. Fiz acompanhamento durante todo o ano passado e ingressei no começo desse ano. Enquanto estava em casa, tudo andava muito bem, fazia muitas orações, estudava bastante os documentos da Igreja e os escritos dos santos, etc.
Quando decidi entrar para o seminário pensei que conseguiria lutar contra tudo que afeta a nossa fé. Como me enganei! Infelizmente a barca de Pedro já está completamente infestada de cupins para minar toda a nossa fé. Os inimigos da Igreja foram muito inteligentes, pois começaram exatamente pelos seminários! Atacando de fora, os danos são mínimos, mas atacando de dentro, os efeitos são devastadores! As pessoas que lerem isso podem até pensar que é exagero o que estou dizendo, mas acredite, eu também pensava assim.
Teologia da libertação: Esse é um dos maiores cânceres que está destruindo a Igreja. Tudo o que é místico, seja os milagres de Jesus da Bíblia, os milagres dos santos, as aparições marianas, os milagres eucarísticos, etc. É cortado! É mentira! Jesus não foi nenhum mágico! Tudo isso a ciência explica! Como o próprio Cardeal Ratzinger disse, ela não é mais uma heresia na história da Igreja Católica, ela é a pior de todas! É muito difícil de condená-la, como o próprio Padre Paulo Ricardo falou, porque ela não é uma idéia, mas uma maneira de pensar. Ela interpreta todo o cristianismo sob uma ótica materialista marxista. Por exemplo, na interpretação deles Jesus quando curou o leproso, não curou sua doença, mas inseriu um excluído para dentro da sociedade. Ou o milagre dos pães, que os teólogos libertóides falam que foi apenas uma partilha, e não houve um milagre de multiplicação. Inclusive, nesse caso da multiplicação, devo comentar o que houve no meu seminário. Estávamos todos jantando, quando entramos nesse assunto. Aí os libertóides defenderem sua tese herética orgulhosamente! Quando perguntei sobre os 12 cestos que sobraram, na maior cara de pau, um deles me disse que eu precisava estudar teologia, porque 12 é um número bíblico, e não era para interpretá-lo da maneira literal. Que palhaçada! E o pior é que se discordar somos perseguidos no dia-a-dia.
Adoração eucarística: Já fomos expressamente proibidos de nos ajoelharmos durante a consagração da Missa. E quando se tem adoração solene (uma longa adoração, devo acrescentar, de no máximo 15 minutos, uma vez por semana), até sentar pode! Dizem que é porque 15 minutos de joelhos é terrível para as pernas e os joelhos!!! E experimente tentar se ajoelhar na Missa! Parece que você está cometendo um crime! Olhares de ódio e de escárnio! Isso se eu tiver sorte, porque não duvido que seria expulso de lá se tivesse a ousadia de me ajoelhar perante Jesus sacramentado. A obediência ao superior é a prioridade! O que fazer num caso assim? Desistir de ser padre? É o que a maioria faz, sufocado por eles, que tornam a vida de fé totalmente insuportável. Se você quiser ser santo e rezar é expulso do seminário como fosse um desequilibrado mental. Aqui querem doutores em obras do mundo, e libertadoras.
Oração pessoal: O terço mariano para eles é muito cansativo! O Rosário então, nem se fala. Esse eles dizem que só os mártires conseguiriam rezar. Estava conversando sobre a Via Sacra com o nosso superior, e ele disse que só se pode rezar na quaresma, fora dela não! Ora, se fosse assim, eu não poderia rezar nada ligado a paixão de Jesus Cristo fora da quaresma, como por exemplo, os mistérios dolorosos do rosário. Também já nos foi alertado que horário de dormir, é horário de dormir, e se tentar rezar um terço durante a noite, essa oração não tem validade nenhuma, pois estamos desobedecendo o superior! Falando em rezar, não temos aqui horários pra rezar! Só pode rezar nos poucos momentos indicados por eles, mas é uma oração mecânica, tão sem graça, que só ajuda a esfriar a fé no nosso coração.
Hábito religioso: Esse dispensa comentário. Acho que eles odeiam o hábito eclesiástico mais do que ao demônio! É muito quente, dizem! Espanta as pessoas! Eles alegam mil e uma desculpas para não usá-lo. E ai de quem tentar falar a favor de seu uso. Imaginem então tentar usá-lo!!! Nem daqui a 1000 anos!
Jejum: Esse já foi falado abertamente que será mandado embora pra casa se alguém tentar fazer. Isso é proibido aqui! Como seguir Jesus desta forma? Como nós poderemos imitá-LO, se Ele jejuou até por 40 dias? Mas se lembrar esta passagem, eles dizem que isso é figurativo.
Sagrada Escritura: Duvidam sobre aquilo que está escrito. Por exemplo, defendem o sacerdócio feminino abertamente, porque deve haver igualdade nas funções litúrgicas. Quando foram retrucados sobre a passagem bíblica que Jesus escolheu apenas homens, responderam assim: “Quem me garante que foi exatamente assim que aconteceu?” Ora, a própria Bíblia garante! Mas não adianta querer discutir, porque são os senhores da verdade libertóide!
Celebrações das missas: Todos os padres daqui celebram a Missa sem nenhum paramento litúrgico. Já houve casos que até os presidentes das celebrações estavam sem paramentos. Certa vez, a congregação já foi alertada pelo Núncio Apostólico, mas continuam desobedecendo às escondidas.
Papa: Para eles, não é infalível em questões de fé e moral. É apenas mais um bispo, só que em uma função mais reconhecida. Para eles, o colégio episcopal é quem manda, não Bento XVI. Aliás, quem manda neles é o bispo local! A autoridade desse é incontestável, mesmo se o bispo for contra a vontade do Santo Padre.
Teria muito mais coisas para contar, mais o tempo não me permite. Mas deixo um lembrete: Só Deus pode reverter esse quadro, porque humanamente falando já é um caminho irreversível! Outra coisa também que eu gostaria de pedir a todos os católicos: Ajudem os seminários com alimentos e material de limpeza, porque o dinheiro não cai do céu para a nossa formação, é preciso ajuda concreta.
Muitos amigos meus não tem nem 5 reais na carteira! Os pais moram normalmente longe, e, na maioria das vezes, são pobres. Logo, não possuem condições para ajudar. E claro, não deixem de rezar por nós seminaristas, porque o demônio tenta derrubar-nos de uma maneira furiosa! Muitos dos nossos seminários já viraram pastos de Belzebu. Rezem, rezem, rezem!!! A situação é muito crítica para o futuro! Padres sempre haverá, disso eu não tenho a menor dúvida, mas padres santos, isso eu já não posso garantir. Aqui não deixam se formar padres santos: eles são expulsos antes de serem ordenados.
Que Deus abençoe a todos e que Nossa Senhora proteja-nos sempre! Lembrem-se, sem rosário, confissão e eucaristia, não há esperança de salvação!
Fim!

Es segundo já é de um seminarista bem formado, conhecedor da doutrina, que entrou num seminário porque desejava ser sacerdote. Vejam o que ele encontrou lá e a carta que nos endereçou!

ECCE VERITAS – COISAS QUE VEJO NO SEMINÁRIO
Bendito seja Deus por ter suscitado tantos leigos autênticos que amam a Santa Igreja Católica Apostólica Romana fiel ao papa Bento XVI e lutam pela ordodoxia da fé que nunca devia ser mudada. Dizia já Sua Santidade Paulo VI no livro Iota Unum de Romano Amerio (Ricardo Ricciardo Ed., Milano, 1985): “A Igreja se acha numa hora inquieta, de autocrítica, dir-se-ía melhor, de auto-demolição. É como uma reviravolta aguda e complexa que ninguém teria esperado depois do Concílio. A Igreja como que golpeia a si mesma. (...) Também na Igreja reina este estado de incerteza. Acreditava-se que depois do Concílio viria um dia de sol para a história da Igreja. Veio, em vez disso, um dia de nuvens, de tempestade, de escuridão. (...) Por algum lugar, a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus” (op. cit. p. 8, Discurso de 29 de junho de 1972).
Em audiência de 13 de agosto de 1986, sobre a queda dos anjos rebeldes, Sua Santidade João Paulo II afirma: “Estamos no meio de uma luta entre as forças obscuras do mal e as forças da redenção”. Por outro lado, Sua Santidade Paulo VI foi incisivo ao afirmar que o cristão deve ser militante, vigilante e forte”.
Como é necessário tornar realidade as palavras do papa nestes últimos tempos. Pois, deveras, a Igreja está vivendo o seu Calvário. É a provação final por qual ela deve passar. Como cristãos, urge tomarmos decisão, “pois os indecisos são os primeiros a tombarem no combate” (Ap 3,16).
Aqui no seminário onde estudo para tornar-me sacerdote (se esta for a vontade de Deus) existe, infelizmente, uma verdadeira escola modernista, com ensinos que são um verdadeiro atentado à fé genuína e imutável da Igreja. Desde pequeno senti o chamado à Messe, entregar-me ao Senhor para colaborar na salvação das almas. Quando cheguei ao seminário, imaginava encontrar um lugar puro, calmo, de oração, meditação, tranqüilidade. Um local onde realmente fosse estudar a Palavra do Senhor e o Catecismo com espírito acolhedor e de respeito.
Triste engano. O que vi foram padres cantando “vamo simbora prum bar bebe, caí, levantá (sic)” e outras músicas mundanas tocando nos quartos dos seminaristas. O que vi foi o padre consagrando a hóstia sem fazer a genuflexão. Muitos seminaristas assistindo a Santa Missa sem piedade. Ninguém ajoelha na Consagração. O padre cantando na distribuição da Sagrada Comunhão sem dizer “o Corpo de Cristo” ao comungante etc.
Em muitas dioceses há padres bons, autênticos, mas são jogados onde “o diabo perdeu as botas”. Para ilustrar, na diocese de Pelotas, o conhecido padre Léo Persch, grande divulgador do fim dos tempos, foi mandado ser capelão no Azilo de Mendigos onde poucas pessoas da sociedade vão ouvi-lo.
As decisões do Santo Padre, o Papa, não são postas em pratica por aqui. É sabido que o Papa condena a Teologia da Libertação, mas esta diocese está mergulhada nesta teologia maldita. Têm poucos que condenam e mostram o que é essa teologia barata e ridícula, que ensinam os mestres da “inculturação, dos seguidores dos tempos”! Mas nenhum deles dá aula no seminário. O que se vê ainda por aqui são padres com camiseta do MST. Numa ordenação presbiteral a bandeira do MST e do PT eram partes do ofertório.
Dias atrás perguntei a um padre se ele havia mudado a fórmula de consagração da Santa Missa conforme determinação do papa e ele afirmou que não, pois não tinha conhecimento desta orientação de Sua Santidade. Ele é um padre bom, fiel aos bons costumes de sempre, e ao providenciar o documento da Santa Sé para ele, ficou muito feliz e disse que procurará pôr em prática, mas antes consultará o bispo, pois estranhou que nunca ninguém havia falado para ele de tal documento, e já se passaram 5 (cinco) anos desde que ele foi publicado em 2005 (Documento do Vaticano: Congregatio de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum , Prot. N. 467/05/L - pode ser visto em http://www.cwnews.com/offtherecord/offtherecord.cfm ). Cadê o bispo? Pois a ordem do documento era que ele passasse-o ao clero.
Hoje posso afirmar que o seminário está uma loucura. Cada seminarista diz o que pensa em questões de teologia, pois como dizem, não há uma só verdade, mas muitas com pontos de vista diferentes. Muitos padres têm a bandeira do MST no quarto, calendário do PT na cozinha e este Leonardo Boff, como livro de cabeceira. Por que tanta desobediência ao papa?
Como fico triste ao ver a Igreja cambaleante, cheias de falsas teorias, pensamentos estranhos ao Cristianismo, heresias diabólicas do modernismo. Como fico triste ao ver o reitor do seminário dizer que é bobagem ajoelhar-se no momento da Consagração, pois para proclamar alguma coisa devemos estar de pé, argumenta, ninguém proclama nada ajoelhado ou sentado. Como fico triste ao ver formadores modernistas ridicularizando as Escrituras Sagradas, afirmando que nada nelas é de caráter literal, mas sim tudo alegórico, com figuras de linguagem, além de conter muitas discrepâncias, contradições e mitos. Um professor daqui, por exemplo – que por sinal doutorou-se em Roma – afirma que o Gênesis é um mito baseado em lendas antigas, e foi redigido por sacerdotes no tempo do Exílio da Babilônia. Provém de várias fontes diferentes, sendo a Sacerdotal, a Javista, a Eloísta e a Deuteronomista com acréscimos posteriores, mas que pode haver trechos que são anteriores ao Exílio. Moisés nunca escreveu nada, na época dele nem havia ainda escrita hebraica. Dá-se também a mesma explicação ao restante do Pentateuco. Assim, Adão e Eva nunca existiram, a serpente não existiu, Noé não existiu, o Dilúvio muito menos, a Torre de Babel é história da carochinha e por aí vai. Também os livros de Judite, Tobias são novelas sem fundamento histórico. O profeta Jonas não foi engolido por uma baleia, mas o texto quer nos mostrar que não devemos fugir de nossas responsabilidades.
Quanto a Criação, afirmam os doutos daqui que as coisas vieram a existência por geração espontânea, e devemos crer nos relatos científicos atuais, que sugerem que a evolução realmente foi um fato histórico. A Igreja antiga não conhecia a ciência e por isso ensinou muitos disparates hoje totalmente superados. Devemos ter constante abertura para o novo, para acolher de bom grado as inovações e desenvolvimento científico, por isso é mister que estudemos as obras de Charles Darwin, que foi um grande homem que contribuiu muito para o desenvolvimento da ciência natural e da humanidade. Também, de similar importância é que estudemos Freud, pois ele enriqueceu nosso auto-conhecimento como o conhecimento do outro. Para completar, entre tantos outros livros recomendados para estudo e leitura está Marx, o grande teórico do comunismo. Dizem à nós que ele foi um homem santo que se preocupou com os problemas sociais e quis uma humanidade que saísse do obscurantismo religioso da época, cheia de superstições, daí ele ter afirmado que a religião é o ópio do povo. Chamam a teologia da libertação de necessária, eficaz, e eficiente (as duas palavras são distintas, pois uma refere-se aos meios usados e a outra aos fins alcançados) pois grandes contribuições tem trazido para amadurecer a fé e o comprometimento do povo para construir o Reino de Deus. Pude notar que todos os padres e seminaristas aqui no seminário, indistintamente, aderem ou simpatizam com esta teologia. E eles não aceitam ser objetados e reagem com fúria se tento explicar.
Percebi que o seminário não corresponde mais as minhas expectativas, embora eu pretenda ainda ser sacerdote, mas aqui me sinto perdido no meio de tantas especulações, vãs filosofias e teorias do pensamento humano. Ser ortodoxo e conservador é ser quase um herege aos olhos dos outros com quem divido esta casa. Consideram-me fundamentalista, fanático...
As capelas do Santíssimo que existem aqui são uma verdadeira solitária para Nosso bom Senhor. Nunca vi ninguém dentro delas rezando, a não ser na hora da Santa Missa, pois é obrigado, e na hora de Completas, quando ocorre. Não obstante, já vi – e é só o que vejo nos momentos de recreio – seminaristas no Orkut, MSN, na net e, pasmem, esses dias vi um assistindo descaradamente, vídeos pornôs.
Quanto aos paramentos usados pelos padres na Santa Missa, só a túnica e a estola, quando o Direito Canônico, cân. 929, exige que haja obrigatoriamente o uso de alva, amito, estola, cíngulo, casula e o manípulo. A permissão para usar túnica e estola é somente quando a celebração for feita fora do recinto sagrado, isto é, Igreja ou oratório. (Cf. CNBB, 11ª Assembléia Geral, determinação aprovada pela Santa Sé em 31 de maio de 1971).
Mas o que mais me chamou a atenção foi Sua Eminência, o senhor bispo usar para confessar o povo, no Tríduo Pascal, a sua roupa esporte, sem nada que o caracterizasse como representante de Cristo, ou seja, foi um individuo comum! Nem camisa de clergyman usava. Outro padre um dia confessou vestindo uma camiseta de time de futebol, embora estivesse com a estola por cima.
Creio que para ser sacerdote e seguir os conceitos, opiniões, teorias e vãs filosofias destes daqui da equipe de formação, vou ter antes que deixar de ser cristão! Ou então desistirei do sacerdócio – um formador até me disse que padre como eu, fundamentalista, faria questão de não ter em sua paróquia – mas agora é que vou continuar! Pois o sacerdote que eles desejam formar aqui deve ensinar o que eles ensinam (diga-se: heresias), fazer o que eles fazem (incitar os sem-terra a invadir fazendas, matar, pilhar, destruir), falar o que eles falam (por exemplo: Jesus não vai voltar de novo, de uma forma gloriosa, pois ele já volta todos os dias na Eucaristia; o Evangelho não tem caráter histórico, suas narrações não passam de recursos de linguagem).
Acho uma aberração, um sacrilégio, uma apostasia a maioria das coisas que se passam aqui dentro. Como por exemplo, quando vão rezar chamam Deus de Pai e Mãe Nosso, também sincretizam o Nome de Nosso Deus Verdadeiro com os deuses das nações, divindades pagãs que são demônios. Assim ao invocar Deus Pai, dizem junto, oh Allah, Jeová, Javé, Brama, Xiva, Exu, Oxalá, com cujo nome vai nos salvar. E Nossa Senhora é invocada junto com outros demônios como Oh Nossa Senhora, Mãe Iemanjá, Iansã, Xango, Ogum, junto do preto velho e guia desencarnado.... Coisas abomináveis!
Muitos usam um anel preto no dedo, a qual chamam de anel de tucum, e dizem simbolizar o compromisso assumido com o povo, com a mãe-terra etc. Outros usam um T com cordão em volta do pescoço e chamam de Tau, o Tau franciscano.
Dizem não haver sincretismo, mas dialogo inter-religioso. O ecumenismo é a onda no momento, todas as religiões têm parte da verdade, não há uma única verdadeira Igreja de Cristo, ele mesmo disse que era para todas as religiões serem uma só (vejam como distorcem as palavras do Senhor). Não podemos criticar a religião dos outros, pois todos tem suas razões para escolher o que lhe aprouver, importa é querer fazer o bem e ser amigo e acolhedor com todos, pois Deus é um só e todos somos filhos de Deus. Usam as passagens onde Jesus acolhe a mulher adúltera, a do filho pródigo, e dizem que Deus salva todos, não importa de qual religião.
Muitos aqui são parafrênicos, arrogantes, não vivem o amor ágape, são modernistas ao extremo. Os assuntos existentes são sobre a CF, que graças à Deus já passou seu tempo, economia, problemas sociais, política, as festas e os casamentos que tem que ir, as atividades e compromissos sociais da paróquia. Um padre piedoso, que é o orientador espiritual do seminário estava aqui esta semana, e caminhava nos corredores rezando o terço, quando foi abordado por um grupo de seminaristas e interpelado do por que estar rezando orações decoradas e antiquadas, sem valor algum. Disseram que valores obsoletos não são mais bem-vindos na Igreja, assim como aparições de Nossa Senhora. Mensagens que ela supostamente passou a confidentes, não passam de desvarios mentais e psicológicos dos videntes em questão. Que não precisamos prender-nos a ritualismos, pensando alcançar favores de Deus. Que não precisamos ter medo de fazer as coisas pensando que Deus castiga, pois Deus é amor e não pode castigar. Não pode haver medo de viver a vida intensamente pensando que Deus vai condenar ao inferno. Para eles o Inferno não existe. Quem fica pregando um Deus que castiga não é cristão, quem fica pregando que é necessário sofrer não é cristão, pois todas as nossas dores foram carregadas já por Cristo na Cruz, por isso cabe a nós agora desfrutar.
O Concílio Vaticano II é a nova Igreja da qual servimos. Tudo anterior ao Vaticano II não vale, fui superado, dizem. A Igreja antes do Vaticano II tinha valores obsoletos que foram superados. Vê-se que a atual igreja latina aqui está a passos de fazer um cisma com Roma, pois os absurdos afirmados dentro desta casa fariam um gato morto miar ou os ossos dos santos corcovearem nos túmulos memoriais. Isso vem cumprir a profecia bíblica de 2Tim 4,3-4: “Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação; mas levados pelas próprias paixões, tendo comichão nos ouvidos para escutar novidades, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências. E desviarão os ouvidos da verdade, voltando-se às fábulas”.
Tem seminarista e padres aqui que não tem aptidão nem vocação nenhuma ao sacerdócio, são verdadeiros apóstatas blasfemadores, que não aceitam o Catecismo da Igreja, que não aceitam o que diz Bento XVI, que não suportam a sã doutrina, que não crêem na literalidade histórica do Evangelho.
Seus livros de cabeceira são os grandes teólogos hereges modernistas como Leonardo Boff (principal responsável pela fumaça de satanás na ICAR no Brasil, a TL), Hans Küng (crítico ferrenho de Bento XVI), Carlos Mesters (que criou um método de interpretação modernistas, esquerdista e pró teologia da libertação da Bíblia, infestando de podridão doutrinária a mente de todos os catequistas do Brasil nas suas escolas de formação em todo o território nacional). Também o que não falta aqui são seminaristas lendo pe Libânio, pe José Bortolini (que chegou a negar que Cristo é Deus), pe Fábio de Melo (que se perde em explicações exdrúxulas sobre a Eucaristia, dando a entender, segundo certos estudiosos, que nega a Transubstanciação e a Ressurreição, no livro Cartas entre Amigos) e seu comparsa, doutor em teologia, pe Joãozinho, que se usando da fenomenologia, diz que as obras literárias da Bíblia são vista como um objeto simbólico e as várias interpretações são aceites como “verdadeiras”, aceitando, assim, a evolução dos dogmas, a dúvida quanto a Ressurreição de Jesus e a Transubstanciação, etc. Esses 4 (quatro) são teólogos modernistas no Brasil. Quanto a José Bortolini, ele é quem escreve os roteiros homiléticos na revista Vida Pastoral que é distribuída em todas as paróquias do Brasil praticamente (se não for em todas!) e serve de estudo para os padres fazerem suas homilias e os catequistas ensinarem seus catequizandos.
Outros hereges modernistas cujos livros ou idéias são muito estudadas e defendidas aqui são: Cardeal Henri de Lubac (que afirmou ser o Vaticano II a vitória do protestantismo no interior do catolicismo [cf. Il Sabato, 12 – 18 de julho de 1980]), Pe Bouyer, Pe Zundel, Cardeal Walter Kasper (que nega ser Jesus o Filho de Deus, além de negar sua Ressurreiçao e seus Milagres [cf. livro Jesus Cristo, publicado na França pela editora Cerf]) , Pe Dupuis, Marxsen, Barth, Bultmann, Loisy, Rahner, Lehnmann (que não crê na Igreja, mas em Deus [ora que contradição!]), Urs Von Balthasar, Schillibeecks, Congar, Chenu. Também outros modernistas brasileiros entram neste rol: D. Pedro Casaldáliga (da famigerada TL, afirmou outrora : chega de fazer nosso Deus o único Deus verdadeiro – cf. Circular disponivel no site:
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=polemicas&artigo=20090301010258〈=bra), Pe Oscar Quevedo (do ultra-racionalismo da parapsicologia, negando também muitos dogmas da fé como a atuação e presença do demonio no mundo, as aparições de Nossa Senhora, a pratica do exorcismo etc), D. Demétrio Valentim (da TL), D. Arns (da TL), Herbert Haag (que não crê na existência do demônio e noutros dogmas da fé), D. Tomás Balduíno (bispo comunista da Pastoral da Terra da CNBB) entre outros.
Outros absurdos, hereges e abomináveis ensinamentos que os formadores nos passam aqui são que: as promessas feitas aos santos, a piedade popular, andar de joelhos nos santuários, medalhas milagrosas são verdadeiros sentimentalismos sem valor nenhum que só escravizam o ser humano preso numa mentalidade das trevas; não existem aparições de almas ou santos; não existe o limbo; não existe atuação do demônio no mundo; os exorcismos são coisas de alguns padres cabeça dura que não querem compreender a ciência moderna e aceitar as inovações provadas cientificamente; se Deus está com você, mesmo no inferno você será feliz; Deus foi tão bom que desceu no inferno para trazer os maus a salvação; a eutanásia é válida em alguns casos preestabelecidos; o importante é ser feliz e gozar a vida; a fenomenologia determina que cada um pode ter a experiência de Deus em sua vida conforme a atuação do Espírito, portanto todos têm Deus e um conceito de Deus, que embora possa ser diferente, é correto, pois o que vale é a experiência pessoal; na Bíblia há mais mitos do que verdades historicamente falando; é preciso ouvir o povo, ver seus desejos, devemos ser padres para servir o povo e fazer a sua vontade e não corre-lo da Igreja com a doutrina do medo, do castigo e repressão; Deus é Espírito, e por isso dinâmico, por isso exige movimento, então devemos transformar a Missa num festival, pois afinal Cristo vive e está no meio de nós, quer nos ver felizes, pulando, gritando, comemorando, festejando com todos os instrumentos de sons como diz vários salmos, ex.: o 150; todos são iguais e tem direitos, não podemos proibir uma mulher de abortar mas podemos aconselha-la a não abortar, sem nunca obriga-la a seguir nossas orientações e convicções; evangelizar é tornar ecumênico, fazer todos participar juntos, cada um com sua manifestação particular de fé que enriquece e faz Deus ser tudo em todos; devemos cuidar da natureza pois ela também é Deus, como diz o salmista, se subo nos céus ou desço no Inferno lá estás; nossa Igreja está no mesmo nível que todas e não têm nada de melhor; o deus de cada religião pode ser diferente em seu conceito e apresentação, mas isso deve-se a experiência coletiva que determinado povo teve de Deus, conforme o seu entendimento; todos tem a verdade; o ecumenismo é aceitar e acolher o que tem de bom nas outras religiões; devemos amar a Deus e igualmente todas as coisas; não devemos condenar os satanistas mas abraçá-los fraternalmente pois todos são livres de consciência, e filhos de Deus; a masturbação e o sexo antes do casamento é apenas pecado venial e não leva ninguém ao inferno, pois isso é natural da adolescência; não devia haver propriedade pois tudo é de todos; não há só uma verdade; o Novo Testamento foi escrito por um grupo de pessoas em suas comunidades conforme sua experiência de fé, e elas decidiram em reuniões diversas, o que colocar e o que não colocar nos seus escritos, desta forma chegou-se ao que conhecemos hoje como Novo Testamento; a religião tem origem puramente humana, o homem é que criou um ente-espiritual transcendente para si; o dogma pode evoluir; o corpo que ressuscita não é o mesmo que morre, este vira pó, mas ressuscita outro similar e glorioso; os relatos aparentemente miraculosos do Antigo Testamento são compostos de lendas com fundo moral; muitos personagens bíblicos nunca existiram como Noé; nunca caiu fogo do céu como diz a Bíblia (referindo-se a destruição de Sodoma e Gomorra); a chave para compreender as Escrituras é o método histórico-crítico, a razão, a arqueologia, a ciência e suas ferramentas; Deus não é autor da Bíblia mas o autor se disse guiado por Deus para que os outros dessem crédito a sua mensagem; Cristo morreu por todos e se uma pessoa não se salvar é porque ela não aceitou aquele sangue derramado por ela; não sabemos e nem precisamos saber o que é o céu, o importante é a vida aqui e agora; não haverá outro Reino de Deus aqui na terra; o mundo nunca acabará; este sistema durará para sempre; o inferno não é sofrimento mas apenas distancia de Deus; o Reino de Deus já está no meio de nós; Jesus quis igualdade por isso devemos lutar contra o status quo; todos tem Espírito Santo, mesmo não sendo cristão; existem pontos de vista diferentes, logo não há o falso; Deus é Pai e Mãe... Essas são algumas das coisas que nos foram ensinadas e que tive a diligencia de copiar no caderno para testemunhar a todos quantos deste relatório lerem, sobre a formação que nós, seminaristas, recebemos e creio ser igual em muitas dioceses do Brasil.
Talvez algum item foi repetido, pois eu copiava as citações de meu caderno de estudos, e as vezes as mesmas declarações dos formadores eram repetidas em aulas diferentes. Pode-se observar também que há muitas divergências de conceitos, uns até contraditórios em relação a outros, mas isso tudo é explicado pela fenomenologia, onde todas as idéias são aceitas como parte da verdade, muito embora elas possam ser contraditórias. Não obstante, as únicas idéias que não são aceitas são aquelas que Nossa Igreja sempre ensinou através do infalível e Sacrossanto Concílio de Trento; para estes hereges, essas sim são idéias antiquadas e devem ser esquecidas para dar lugar ao novo.
Sua Santidade São Pio X dizia que o papa deveria guardar com todo desvelo o depósito da fé transmitido aos Santos, repudiando as profanas vaidades de palavras e as oposições de uma ciência enganadora (Encíclica Pascendi). Todavia aqui ninguém obedece às ordens do papa. Preferem o modernismo, a teologia da libertação, o comunismo, assistir ao BBB, as novelas ou um filme mundano qualquer – esses dias obrigaram-me a assistir um, pois era instrumento de avaliação, deu-me náuseas – ainda se fosse sobre a vida de algum santo como S. Pio. Mas eles preferem essas coisas a ficarem uma hora de vigília junto do Santíssimo. Talvez nunca lhes passe pela cabeça ler Santa Margarida Maria de Alacoque, ou outros santos e místicos da Igreja. Certamente, pois o demônio não lhes iria deixar.
Quero que saibam, irmãos, que todas essas podridões e aberrações doutrinarias foram condenadas pela Encíclica Pascendi Dominici Gregis de SS S.Pio X, 1907 e outras do Sagrado Magistério da Igreja.
Como batizado devo ser soldado de Cristo (2 Tim 2,3). Tertuliano, Padre da Igreja do séc. III chamava o Sto Sac. do Batismo de “Sacramentum Militare”, Sacramento do Combate. Batizar-se, para ele, correspondia a ingressar imediatamente na Milícia de Cristo sendo apto para toda a boa luta que deveria travar (cf Jó 7:1). É nessa certeza que quero viver e defender a Santa Igreja Romana fiel a Bento XVI até a morte.
A Santa Igreja viverá e Pedro será vencedor!


Pois bem, mas é a hora de chegar a uma conclusão. Vemos através não só desta meditação, mas através dos absurdos que o dia a dia oferece aos nossos olhos, que a apostasia realmente está aí. E isto é um pleno sinal de que a volta de Jesus para buscar os que não se contaminam com o pecado é muito mais próxima do que podemos imaginar. A palavra de Deus diz que nos últimos dias o amor de muitos se esfriaria, e é o que temos visto a níveis grotescos. Mas Deus nos instrui para nos colocarmos em pé e nos mantermos fieis a palavra. Creia que haverá uma recompensa pela sua fidelidade. Não desista agora: Deus quer te salvar. “Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Apocalipse 3:18-20)

Hoje é o dia dos Santos Anjos da Guarda!

 
 
 
"A vós DEUS me confiou desde o inicio da minha vida."
 O Anjo da Guarda é um dom especial do amor de DEUS. Se nos fosse dado escolher entre todos o Santos Anjos um protetor e auxiliar especial, não poderíamos encontrar ummelhor do que aquele que DEUS, na Sua sabedoria e amor infinitos, já escolhera para nós. Só DEUS conhece o mistério de nossa vida. Só ELE, nosso criador e redentor, conhece todos os nossos pontos fracos e fortes, a nossa vocação e as nossas provações,a nossa cruz e a glória a nós destinada. Prevendo tudo isso, ELE escolheu, desde toda a eternidade,um dos Anjos para ser nosso Anjo da Guarda: ele para mim e eu para ele. 
O encargo de Anjo da Guarda se baseia num amor que busca ajudar e não numa justiça pronta a punir. Por intermédio do nosso Anjo da Guarda, aprendemos não somente a ouvir o que DEUS quer de nós, mas também a ver onde deve se concretizar o nosso auxílio, a nossa tarefa no Reino de DEUS e na salvação das almas.
Uma vez que tivermos nos habituado a falar com o nosso bom Anjo da Guarda sobre o nosso trabalho diário, sobre os nossos planos e preocupações, ele nos conduzirá sempre mais a um ardente amor a DEUS.
Se pudéssemos compreender e praticar isso, nossa vida se transformaria radicalmente. Então aprenderíamos a nos tornar simples e a nos concentrar nas coisas essenciais. Assim, alcançaríamos tranquilidade e força bem maiores, porque uma pessoa complicada se dispersa. Aprenderíamos a entender a grandeza e a força do sacrifício feito por amor e a beleza da doação amorosa. Já não seria o "eu" a estar sentado no trono do nosso coração,mas DEUS!
O Anjo e eu serviríamos a DEUS com alegria!
Fonte: O nosso Anjo da Guarda, Uma pequena introdução à devoção aos Santos Anjos. Confraria dos Santos Anjos da Guarda.
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1 de out. de 2011

Exercícios piedosos aos cristãos - por São Pio X


Um bom cristão, pela manhã, assim que desperta, deve fazer o sinal da Cruz, e oferecer o coração a Deus, dizendo estas ou outras palavras semelhantes: "Meu Deus, eu vos dou o meu coração e a minha alma".

Ao levantar da cama e enquanto nos vestimos, deveríamos pensar que Deus está presente, que este dia pode ser o último da nossa vida; ademais, devemos levantar-nos e vestir-nos com toda a modéstia possível.

A um bom cristão, apenas se tenha levantado e vestido, convém pôr-se na presença de Deus e ajoelhar-se, se pode, diante de alguma devota imagem, dizendo com devoção: "Eu Vos adoro, meu Deus, e Vos amo de todo o coração; dou-Vos graças por me terdes criado, feito cristão e conservado nesta noite; ofereço-Vos todas as minhas ações, e peço-Vos que neste dia me preserveis do pecado, e me livreis de todo o mal. Assim seja". E rezar depois o Pai-Nosso, a Ave-Maria, o Credo, e os Atos de Fé, de Esperança e de Caridade, acompanhando-os com um vivo afeto do coração.

O cristão, podendo, deveria todos os dias:

1º. Assistir com devoção à Santa Missa;

2º. Fazer uma visita, por breve que fosse, ao Santíssimo Sacramento;

3º. Rezar o terço do Santo Rosário.

Antes do trabalho, convém oferecê-lo a Deus, dizendo do coração: "Senhor, eu Vos ofereço este trabalho, dai-me a vossa bênção". Deve-se trabalhar para glória de Deus e para fazer a sua vontade.

Antes da refeição, convém fazer o sinal da Cruz, estando de pé, e depois dizer com devoção: "Senhor, abençoai-nos a nós e ao alimento que vamos tomar, para nos conservarmos no vosso santo serviço".

Depois da refeição, convém fazer o sinal da Cruz, e dizer: "Senhor, eu Vos dou graças pelo alimento que me destes; fazei-me digno de participar da mesa celeste".

Quando nos vemos atormentados por alguma tentação, devemos invocar com fé o Santíssimo Nome de Jesus ou de Maria, ou recitar fervorosamente alguma oração jaculatória, como, por exemplo: "Dai-me a graça, Senhor, de que eu nunca Vos ofenda"; ou então fazer o sinal da Cruz, evitando porém que as outras pessoas, pelos sinais externos, suspeitem da tentação.

Quando uma pessoa reconhece ou receia ter cometido algum pecado, convém fazer imediatamente um ato de contrição, e procurar confessar-se quanto antes.

[Quando fora da igreja se ouve o sinal de elevação da Hóstia na Missa solene, ou da bênção do Santíssimo Sacramento] é bom fazer, ao menos com o coração, um ato de adoração, dizendo, por exemplo: "Graças e louvores se dêem a todo o momento ao Santíssimo e diviníssimo Sacramento".

Ao toque das Ave-Marias [pela manhã, ao meio-dia e à noite], o bom cristão recita o Anjo do Senhor ["Angelus"] com três Ave-Marias.

À noite, antes de se deitar, convém pôr-se, como de manhã, na presença de Deus, recitar devotamente as mesmas orações, fazer um breve exame de consciência, e pedir perdão a Deus dos pecados cometidos durante o dia.

Antes de adormecer, farei o sinal da Cruz, pensarei que posso morrer esta noite, e oferecerei o coração a Deus, dizendo: "Meu Senhor e meu Deus, eu Vos dou todo o meu coração. Trindade Santíssima, concedei-me a graça de bem viver e de bem morrer. Jesus, Maria e José, eu Vos encomendo a minha alma’.

No decurso do dia pode-se invocar a Deus freqüentemente com as orações breves que se chamam "jaculatórias". [Eis algumas:]

"Senhor, valei-me";

"Senhor, seja feita a vossa santíssima vontade";

"Meu Jesus, eu quero ser todo vosso";

"Meu Jesus, misericórdia";

"Doce Coração de Jesus, que tanto nos amou, fazer que eu Vos ame cada vez mais";

"Doce Coração de Maria, sede minha salvação";

É muito útil recitar, durante o dia, muitas jaculatórias, e podem recitar-se também com o coração, ser preferir palavras, caminhando, trabalhando, etc.

Além das orações jaculatórias, o cristão deveria exercitar-se na "mortificação cristã". Mortificar-se quer dizer privar-se, por amor a Deus, daquilo que agrada, e aceitar o que desagrada aos sentidos ou ao amor-próprio.

Quando é o Santíssimo Sacramento levado a um enfermo, devemos, sendo possível, acompanhá-Lo com modéstia e recolhimento; e, se não é possível acompanhá-Lo, fazer um ato de adoração em qualquer lugar que nos encontremos, e dizer: "Consolai, Senhor, este enfermo, e concedei-lhe a graça de se conformar com a vossa sAntíssima vontade e de conseguir a sua salvação".

Ouvindo tocar o sino pela agonia de algum moribundo, irei, se puder, à igreja orar por ele; e, não podendo, encomendarei a Nosso Senhor a sua alma, pensando que dentro em breve hei de encontrar-me também eu nesse estado.

Ao ouvir sinais pela morte de alguém, procurarei rezar um "De profundis" ou um "Réquiem", ou um Pai-Nosso e uma Ave-Maria, pela alma desse defunto, e renovarei o pensamento da morte.

Catecismo Maior de S. Pio X

Créditos blog catolicosribeirao.blogspot.com

Batina, sim ou não?


"Entretanto, padre sem batina, vestido como um leigo qualquer, tende a se nivelar, a levar uma vida de modo puramente natural, como todo o mundo, e a fazer esquecer o seu caráter sagrado. Pior, tende a passar a agir de modo igualitário, ele que tem a marca indelével de sacerdote em sua alma.
Um padre não é um homem como todo o mundo. É um ministro de Deus Altíssimo.
A batina não faz o padre, mas ajuda imensamente o padre a portar-se como padre, diferentemente de todo o mundo"

A batina é uma veste que pode ser usada por seminaristas, padres e bispos. Tem 33 botões na frente, que representam a idade de Cristo e 5 botões na manga, que representam as 5 chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Pode ser encontrada nas cores branca, cinza, roxa, preta e vermelha.
A batina é uma veste litúrgica obrigatoria para padres e significa a morte do padre para o mundo, o seu luto, com um colarinho branco representando a pureza. Era também uma forma de identificação, após o Concílio Vaticano II, os sacerdotes não são mais obrigados a usar essa veste para identificá-los. É bom lembrar que não foi abolido o uso da batina e que a exceção dada pelo Concílio Vaticano II não é de forma alguma um decreto de que não se deve, não se pode, mas pelo contrário, a batina continua sendo um veste própria do padre e que na medida do possível não deve ser dispensada.


O código de direito canônico define o seguinte, quanto à vestimenta dos padres:

Can. 284 – Os clérigos devem vestir um traje eclesiástico digno, de acordo com as regras estabelecidas pelas conferências episcopais e os costumes legítimos do lugar.

Este poder dado às conferências episcopais também foi causa da decadência na vestimenta, já que muitas vezes elas dão liberdade aos padres, sem puni-los, à revelia do que ordena o Papa.

Há um livro baseado em uma tese de Michele de Santi chamado “O hábito eclesiástico, seu valor e sua história”. Os trechos a seguir são extraídos deste livro. O que nos interessa é apenas este histórico e não as idéias do autor, com as quais muitas vezes não concordamos. Segue o resumo:

Nosso Senhor não deu instruções precisas sobre este assunto, porém recomendou aos apóstolos simplicidade e humildade.

Os hábitos usados no Império Romano, adotados rapidamente por conveniência à fé, à dignidade e à modéstia do estado clerical, constituem as primeiras formas de hábito eclesiástico: túnica branca ou clara, com mangas, longa até o calcanhar (túnica talaris), acompanhada de uma veste de lã. Este hábito era similar ao usado pelos monges.

As perseguições não favoreceram o desenvolvimento de um hábito que desse distinção: os padres precisavam freqüentemente se esconder.

Em 422, o Papa Celestino I lança um primeiro documento sobre este assunto em uma carta endereçada aos bispos da Gália. Os padres não deveriam se vestir do mesmo modo que os monges, pois esta vestimenta grosseira era freqüentemente motivo de zombaria nas cidades. A cor clara usada até então é substituída, pouco a pouco, pela cor escura, inicialmente em Constantinopla para que se distinguissem dos Novacianos, que usavam o branco. Depois sob a inflência dos Beneditinos, cujo hábito era negro. O vermelho foi proibido pois era mais adequado aos magistrados leigos do que aos religiosos.

No fim do século VI há uma mudança, devido ao fim das perseguições e ao fim do hábito longo nos países europeus. Com efeito, as invasões bárbaras, francas e lombardas trazem o hábito curto, mais prático. São Gregório Magno (590-604) fala pela primeira vez em “hábito do clero”.

No século XI São Bernardo (1090-1153) lembra que a vestimenta dos padres deve ser o sinal exterior de suas virtudes interiores, pois na época os padres estavam transformando o hábito em objeto de luxo e vaidade.

O decreto de Gratien (1140) insiste em que o hábito deve ser usado em toda parte, na rua, em viagem ... Gratien comenta esta posição citando Santo Agostinho, que afirmava que freqüentemente as desordens do corpo manifestam as desordens do espírito.

O Concílio de Trento traz a famosa expressão (muitas vezes deturpada em seu sentido original): “Mesmo considerando que o hábito não faz o monge, é necessário que os religiosos vistam sempre um hábito adequado a seu estado (...)”

O primeiro Concílio de Milão (1565) impôs a cor negra e o quarto (1576) lembra a obrigação de usar a batina na Igreja mesmo quando não se use a capa.

Sixto V (1585-1590) trará, por assim dizer, a pedra final ao edifício com a Constituição “Cum Sacrosancta”, obrigando os padres a usar a batina. Impôs punições severas a quem desobedecesse. Quatro anos mais tarde esta lei será abrandada, voltando à interpretação mais genérica que prevalecera no Concílio de Trento; os padres devem usar um hábito conveniente a seu estado e de acordo com as disposições de seu bispo.

O Código de 1917 (can. 136) pede aos padres que usem um hábito eclesiástico conveniente (decentem) segundo os legítimos costumes do lugar e do Bispo. Sem outras definições mas com penalidades que podem ir até à perda do cargo ou estado clerical.

Pouco antes do Concílio Vaticano II, o Sínodo de Roma de 1960 lembra que os padres residentes em Roma devem usar a batina.

Nos documentos posteriores ao Concílio encontramos sobretudo argumentação para convencer os padres a usar a batina nesta época de tantas contestações.

Em 1966, a Conferência Episcopal Italiana aconselha que para “vantagem pessoal do padre” e “edificação da comunidade, a batina deve ser a vestimenta normal dos padres”; o clergyman sendo reservado para as viagens ou quando for necessário por comodidade...

Neste mesmo ano, a Cúria alerta que os padres que trabalham no Vaticano devem usar a batina. E Paulo VI se lamentou em 17 de Setembro de 1969: “fomos longe demais na intenção, em si louvável, de inserir o padre no contexto social, até o ponto de secularizar sua forma de viver, de pensar, e mesmo seu hábito, com o grave risco de enfraquecer sua vocação e de ridicularizar seus compromissos sagrados assumidos diante de Deus e da Igreja”.

João Paulo II, em uma carta endereçada ao Cardeal Vigário exprime seu pensamento sublinhando mais uma vez a importância do uso do hábito, “testemunho da identidade do padre e de que pertence a Deus” ... “em um mundo tão sensível à linguagem das imagens”.

O Código de 1983 não traz modificações substanciais, de acordo com o autor do livro. Entretanto duas medidas foram tomadas que não favorecem o uso da batina: não cabe mais ao Bispo definir o hábito a ser usado em sua diocese (batina, clergyman, etc...) mas à conferência episcopal.

O Código não menciona mais penalidades para os contraventores: não usar o hábito, de acordo com o novo código, não é mais considerado um delito contra as obrigações particulares do estado religioso. Não se mudou a lei, mas é como se ela não tivesse mais que ser considerada.

Em 1999, o Papa ainda tenta convencer: “é um dever de se mostrar sempre tais como sois a todos, com uma humilde confiança, com este sinal externo: é o sinal de um serviço sem descanso, sem idade, porque ele está gravado em sua própria alma”.


Padre Mateus comenta o evangelho deste domingo

Carissimos filhos de Nossa Senhora Rainha da Paz:

Que a Paz de estejam convosco!!!


Neste Domingo vamos meditar a parábola da Vinha arrendada aos vinhateiros.... uma parábola que é na verdade a alegoria da história da salvação, sintese da infedilidade do homem diante da fidelidade e do amor de Deus... mas, Deus não se deixa vencer, Deus se torna o perdedor e o ultrajado para ganhar no amor, Deus perde-se a sí mesmo, para poder gerar a nova vida, mesmo pagando o preço da maldição da cruz.... para assistir clique:
Segue o comentário da Mensagem do dia 25/09/11 proferida pelo Pe. Eugenio, fundador do nosso Mosteiro:

Veja a apresentação do Grupo de Jovens Don Bosco, ao Regional Sul 1 da CNBB, em relação ao trabalho Pró-vida, colocação feita por Pe. Mateus Maria no dia 24/09/11 no Mosteiro São Bento – SP, clique:

Assista também a Bela palestra do Prof. Hermes Nery, um grande guerreiro Pró vida, muito bem fundamentado na doutrina da Igreja, um grande apóstoo de Deus nesta cultura de morte....clique:

Por meio desta mensagem, receba a bênção Especial e Materna da Gospa Maria Rainha da Paz, a bênção da saúde espiritual e física, a benção da cura e da libertação: “Em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo!”. Amém!!!

Permaneçamos Unidos em Oração com Maria!
Um fraterno abraço em Cristo Jesus!

Pe. Mateus Maria, FMDJ
Prior do Mosteiro Menino Jesus

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Panie Jezu Ufam Tobie!

01 de outubro: dia de Santa Terezinha do Menino Jesus.

"Quero passar o meu céu fazendo o bem na terra"
Santa Terezinha do Menino Jesus



Hoje é um dia mais que especial para mim. É o dia de uma santa a quem eu muito amo, e ouso, na minha miséria, chamar-lhe de "madrinha". Hoje, louvamos a Deus pela vida desta gigante que entendeu que ser grande era fazer-se pequena e percorrer a pequena via: a via do Amor.

A citação foi feita por Santa Terezinha próxima à sua morte. Ela prometeu que queria viver o céu fazendo o bem na terra. Que quando a rogasse, faria chover rosas do céu como sinal de bênção. No dia de sua morte, choveu rosas do céu, sinal este de que o Senhor a acolheu, bem como aos seus pedidos. É por este motivo que Santa Terezinha é conhecida, também, como Santa Terezinha das Rosas.

Quando lemos sua autobiografia "História de uma alma", conhecemos a caçula de cinco irmãs que resolveram doar-se inteiramente a Jesus numa vida religiosa. Seus pais, hoje veneráveis Luís e Célia Martin, ensinaram as filhas a amar Jesus tão intensamente, que desposaram suas vidas ao Mestre. 

Lembro-me de uma passagem em sua autobiografia, quando citava seu pai rezando em uma Igreja. Seu pai já era viúvo. Terezinha foi ao convento. Enquanto louvava a Deus, vertia lágrimas de alegria. Dizia: "Meu Deus! Sinto que vou morrer de júbilo! Levaste minhas cinco filhas para Ti. Quanta alegria. Não me cabe no peito!". É tão constrangedor ver que um pai se alegra que suas cinco filhas se doaram inteiramente ao Senhor nos dias de hoje, pois não vemos mais pais ardorosos que estimulem seus filhos ao caminho do Reino, em uma vida celibatária, doada inteiramente à Igreja por amor a Jesus.

A vida desta Santa e desta Santa Família tem muito a nos ensinar.
Segue alguns vídeos sobre a vida de Santa Terezinha.




Para saber mais, clique aqui:http://fabianapaula.wordpress.com/category/santa-teresinha-do-menino-jesus-e-da-sagrada-face/ 

Ativistas homossexuais se gabam de vitória sobre grupos pró-família em campanha do PayPal.


Clique aqui para assinar a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família
29 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Sites gayzistas estão se gabando de vitória numa campanha em andamento para induzir o PayPal, uma das maiores empresas de processamento de pagamentos do mundo, a eliminar cristãos pró-família de seu serviço.
A revista homossexual “On Top” relata que o PayPal eliminou de seu serviço [a entidade evangélica] Coral Ridge Ministries assim como Julio Severo, tradutor de LifeSiteNews e famoso blogueiro pró-família do Brasil.
A conta de Severo também foi congelada pelo PayPal, que diz que não lhe dará acesso aos recursos restantes na conta por metade de um ano.
A organização gayzista “All Out”, que está encabeçando a campanha com uma iniciativa de petição, se gaba de que “Nossa pressão está funcionando — o PayPal já suspendeu vários sites extremistas! Vamos continuar pressionando, de modo que o PayPal saiba que não desistiremos até que suspendam todos os sites extremistas!”
A petição do AllOut pede que o PayPal elimine seu serviço para organizações cristãs que se opõem ao estilo de vida e agenda política homossexual, afirmando que esses grupos pregam “ódio” e são “extremistas”.
A lista de grupos denunciados por AllOut mistura importantes organizações pró-família, como Tradição, Família e Propriedade (TFP) e Americanos a favor da Verdade acerca da Homossexualidade (Americans for Truth About Homosexuality [AFTAH]) com o extremista Dove World Outreach Center, que provocou violência em países muçulmanos depois de ameaçar queimar publicamente o Corão.
Depois do início da campanha do AllOut, LifeSiteNews começou sua própria campanha para pedir ao PayPal que não discrimine cristãos pró-família por expressarem seus princípios religiosos e morais.
Embora a petição tenha coletado mais de 7.400 assinaturas, o PayPal continua a se mostrar evasivo a todas as tentativas de entregar assinaturas e fazer perguntas sobre suas políticas, que parecem favorecer ativistas homossexuais acima dos cristãos.
Informações de contato:
Assine a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família.
Telefone para a sede do PayPal nos EUA: 1-402-935-2050
Envie um e-mail ao PayPal clicando aqui e selecionando “Email Us”. Pessoas que não têm conta no PayPal podem selecionar a opção à direita e receberão um formulário para preencher.

Estado laico deve promover e dar espaço às manifestações religiosas também na televisão




RIO DE JANEIRO, 30 Set. 11 / 07:41 pm (ACI)

Na última quinta-feira, dia 29 de setembro, realizou-se uma audiência pública para debater a exclusão de programas religiosos na TV Brasil, emissora pública pertencente à Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Também participaram da audiência pública o Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Paulo Cezar Costa quem afirmou que “o Estado deve promover e não coibir as diversidades religiosas”.

O documento aprovado pelo Conselho Curador da EBC também afirma que a empresa tem “caráter republicano laico” e reconhece “a importância fundamental e histórica e o caráter plural do fenômeno religioso” no Brasil. O documento esclarece ainda que “o fenômeno religioso deve continuar merecendo atenção” das TVs e rádios da EBC, porém “respeitando o critério da pluralidade máxima das vivências religiosas existentes no país”.

Com a decisão da EBC, a Secretaria Executiva do Conselho Curador retirou do ar dois programas católicos, "Santa Missa" e "Palavras de Vida" (no ar desde 1975), e o programa evangélico "Reencontro" (exibido desde 1972).

Alguns senadores brasileiros criticaram a decisão do Conselho Curador da EBC. Eles refutaram o argumento apresentado pelos conselheiros de que os programas católicos “Santa Missa” e “Palavras de Vida” e o programa evangélico “Reencontro” privilegiam as duas religiões em detrimento das demais, e que, na grade das emissoras públicas, deve haver a “pluralidade máxima das vivências religiosas existentes no país”.

“O Estado não deve ter uma posição restritiva, mas que alargue a participação das religiões na TV brasileira”, afirmou Dom Paulo Cezar. O bispo também afirmou que “a audiência salientou o que já pensávamos, ou seja, a EBC confundiu a laicidade do Estado. Um Estado laico deve promover e ampliar o espaço dado a todo tipo de manifestação religiosa, ao contrário do que a EBC está fazendo, que é simplesmente retirar do ar”, ressaltou.

Após entrar com uma ação junto à Justiça Federal de Brasília, a Arquidiocese do Rio de Janeiro conseguiu que o juiz da 15ª Vara Federal do Distrito Federal, João Luiz de Souza, concedesse, na última terça-feira, 20 de setembro, liminar garantindo a transmissão dos programas “A Santa Missa” e “Palavras de Vida” pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

O conselho curador da EBC — estatal que opera a TV Brasil e oito rádios oficiais — havia aprovado em março a resolução que determinava a suspensão, dentro do prazo de seis meses, de todos os programas religiosos constantes na programação da emissora.

A medida judicial tomada pelo departamento jurídico da Arquidiocese conseguiu a suspensão desse ato do conselho curador da EBC e com tutela antecipada.

“O programa não vai sair do ar. Ele vai acontecer no próximo final de semana e até que o mérito dessa ação seja julgado”, explicou a advogada Claudine Milone em declarações reunidas pelo portal da arquidiocese carioca.

“A TV Brasil, como uma TV pública, deve prestar serviço à sociedade. E os programas religiosos fazem exatamente isso: prestam uma assistência religiosa. Não só os católicos, mas também os de outras religiões. Então, a ideia não é suprimir os programas e sim trazer novas religiões, se for o caso. (...) O serviço religioso deve ser prestado à sociedade”, recordou a advogada.

Por sua parte, a Arquidiocese do Rio afirma em nota de imprensa que “defende que uma empresa pública de telecomunicações deve abrir suas portas a todas as religiões, especialmente as de grande representatividade na sociedade”.

“O conselho curador da EBC havia alegado ainda o caráter republicano laico da Empresa. No entanto, a um estado laico não cabe o repúdio às diversas religiões que são seguidas pelo povo brasileiro”, afirma a nota de imprensa deste 30 de setembro da diocese.