Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

14 de out. de 2011

Menina cristã de 12 anos estuprada durante oito meses no Paquistão.


Lahore (Agência Fides) - Raptada e estuprada repetidamente, durante oito meses, por um bando de militantes islâmicos. Aniquilada e traumatizada, converteu-se e foi forçada ao casamento islâmico.


A história de Ana (nome fictício), menina cristã de 12 anos de idade, é semelhante às histórias de cerca 700 meninas e jovens cristãs, e de pelo menos 250 jovens hindus, que a cada ano sofrem terríveis violências e abusos no Paquistão. Os muçulmanos, contam fontes de Fides em Punjab empenhadas em lhes prestar assistência, "as consideram objeto, mercadoria, e as tratam como animais".


Há uma forte indignação na comunidade cristã do Paquistão, depois dos inúmeros casos de violência impunes. Como confirmam fontes confiáveis de Fides, "os raptores e estupradores de Ana estão livres porque pertencem ao grupo radical islâmico Lashkar-e-Tayyaba (banido por terrorismo) e a polícia até se recusou de ordenar uma visita médica".


O magistrado da região registrou uma denúncia contra alguns homens muçulmanos, mas não dispôs nenhuma medida restritiva contra eles. A polícia convidou os pais de Ana a entregar a menina ao "marido legal" (o estuprador), senão poderiam sofrer um processo penal.


Ana tem 12 anos e é filha de Arif Masih, varredor de rua em Shahdra, pequena cidade nos arredores de Lahore, capital da província de Punjab. Ana foi raptada por dois homens muçulmanos em 24 de dezembro de 2010, enganada por uma amiga. Batida e violentada durante dias, foi forçada a assinar alguns documentos que atestam a sua conversão e o casamento com um dos criminosos, Muhammad Irfan.

Em 5 de janeiro de 2011, seu pai apresentou uma denúncia (First Information Report) contra desconhecidos. Somente em setembro, oito meses depois do seu desaparecimento, Ana chamou a sua família de Tandianwalla, no estreito de Faisalabad, a 190 quilômetros de Lahore. Contou que tinha sido raptada, mas que tinha conseguido fugir. Voltando para casa, contou ao magistrado a sua história. Mas Muhammad Irfan apresentou uma certidão de casamento, graças à qual até a acusação de estupro tornou-se sem efeito. A polícia aconselhou os pais de Ana a entregá-la ao seu algoz. Ana e seus pais hoje se escondem e os militantes de Lashkar-e-Tayyaba estão à sua procura.

"Dentre outras coisas, o casamento antes dos 16 anos de idade é ilegal. Isto demonstra que o governo, a magistratura e a polícia do Punjab buscam cobrir os maus procedimentos dos grupos radicais islâmicos e são cúmplices", nota uma fonte de Fides. No Paquistão é prática comum dos grupos extremistas islâmicos raptar e estuprar as meninas pertencentes às minorias religiosas cristãs e hindus. Segundo Amarnath Motumal, advogado e membro da "Comissão para os direitos humanos do Paquistão", ONG conhecida e divulgada em todas as províncias, todos os meses 20 jovens hindus são raptadas e convertidas à força.

As organizações cristãs e a sociedade civil reuniram diversos casos e histórias onde a polícia se omitiu de investigar, e hoje pedem uma intervenção decidida do governo, pedindo às Nações Unidas que pressionem para que cessem estes abusos flagrantes dos direitos humanos. (PA) (Agência Fides 11/10/2011)

ÁSIA/PAQUISTÃO - Menina cristã estuprada, convertida ao islã e forçada a se casar com um muçulmano.

"Pílula do dia seguinte" é mais perigosa que aborto cirúrgico, diz estudo


Recente estudo australiano constatou que uma alta percentagem das mulheres que usaram a abortiva "pílula do dia seguinte" ? a RU 486 ? tiveram que ser hospitalizadas por causa da própria pílula, informou a agência LifeSiteNews. O estudo verificou que pelo menos uma dúzia de mulheres morreu por causa dessa pílula e outras 1.100 foram danificadas nos Estados Unidos segundo dados oficiais de 2006 da Food & Drug Agency.Os resultados do estudo foram publicados na revista médica Australian Family Physician.

Veja a íntegra:
http://www.frcblog.com/wp-content/uploads/2011/05/Australian-AERs_RU486_201105mulligan.pdf

3,3% das mulheres que usaram essa pílula no primeiro trimestre de gravidez tiveram que ser tratadas no hospital por complicações ou problemas de emergência. O número sobe para 5,7% entre as mulheres que a usaram no período em que costuma ser fornecida as mulheres pelas empresas ou órgãos governamentais do aborto.
Esses números são muito superiores á percentagem de 2,2% de mulheres hospitalizadas com complicações causadas por um aborto cirúrgico. Os números poderiam ser maiores porque o estudo só considerou os dados de hospitais onde há estatísticas metódicas e não incluiu o resultado do uso sem controle.
Paradoxalmente, os autores do relatório são favoráveis ao uso da RU-486. Mas, Margaret Tighe, de Right to Life Australia, discordou e declarou ao diário Weekend Australian: "nós sempre dissemos que tomar a RU 486 teria efeitos deletérios na saúde da mulher... tomar uma pílula parece muito fácil, mas o que estamos vendo é um número de complicações". Outras ONGs pró-vida australianas pronunciaram-se no mesmo sentido.

Nos EUA, Chris Gacek, do Family Research Council, comentou que durante muitos anos sua associação e a American Association of Pro Life Obstetricians and Gynecologists (AAPLOG) vinham esclarecendo que "os abortos quimicamente provocados são mais danosos que os abortos cirúrgicos".

Fonte:
http://revculturalfamilia.blogspot.com/

"Rock in Rio - Pe. Paulo Ricardo responde às críticas"


Vídeo retirado do site: padrepauloricardo.org


Salve Maria!

13 de out. de 2011

Índia: Pagãos tentam impedir crescimento da Igreja Católica


A igreja de Nossa Senhora de Vailankanni, Kerala (Índia), foi vandalizada por fanáticos pagãos, que destruíram o altar, ornamentos sagrados e confessionários, tendo ainda ameaçado os fiéis que acudiram em grande número ao ouvirem o tumulto.

Os fanáticos hinduístas e islâmicos estão furiosos com o progresso do catolicismo na Índia. No estado de Kerala, 20% da população já é católica. Dirigindo-se aos católicos, que desejavam revidar as agressões, o bispo diocesano, D. Stanley Roman, disse: “Agiremos segundo a lei”. Como na época das perseguições romanas, em que o paganismo se desfez de podre e a Igreja Católica emergiu triunfante das catacumbas, cabe agora aos católicos indianos perseverar, lutar e esperar o triunfo do Imaculado Coração de Maria prometido em Fátima.

Fonte: Revista Catolicismo_ Outubro de 2011

Fonte: http://www.ipco.org.br

Se o paganismo tivesse “vencido”, quem seríamos nós? IMPERDÍVEL!


A Origem do Ocidente

Carlos Caso-Rosendi

Nestes últimos anos tem aumentado o coro dos que propõem a erradicação da religião por considerá-la perniciosa para a civilização. Repetem sem refletir as vozes que começaram com o anticlericalismo da Revolução Francesa, que insistia que a religião – especialmente a católica – era uma superstição que apenas atrasava o desenvolvimento potencial da humanidade.

Desde aqueles distantes dias, sempre houve aqueles que querem facilmente posar de “intelectuais” e para isso não há nada mais normal do que opor algo que rejeite a religião em nome de uma suposta superioridade intelectual. O sujeito anti-religioso é imediatamente considerado um “livre pensador”, um transgressor das regras do “sistema” e infinitas outras rotulagens que não encontram qualquer amparo na realidade. Para quem consegue enxergar o jogo, a famosa postura anti-religiosa revela sempre as mesmas coisas: má formação intelectual, pobreza no manejo de conceitos abstratos, pouca leitura e muitos preconceitos alimentados geralmente pelo desejo de não se submeter aos limites da moral sexual.

Dizíamos que a Revolução Francesa – sim, a mesma que cortou a cabeça de Lavoisier, pai da física moderna - começou com esta moda do intelectualismo automático. Nada melhor e mais suscinto para um ignorante com pretensão de pensador que se alimente de dois padres no café da manhã para se transformar “ipso facto” em um “arauto da liberdade” e em um “sujeito inteligente e bem-informado”.

Porém, sempre há retrógrados medievais como eu (como podem ver, eu sei que sou assim e sou feliz por ser assim) que se empenham em provar com fatos que os tais secularistas inimigos da religião estão bastante equivocados. Insisto que é o Cristianismo, as idéias cristãs, que criaram primeiramente o intelecto ocidental, com sua genuína e original mistura de individualismo, curiosidade e equanimidade cívica, valores que por sua vez deram origem a sociedades concretas que promovem os direitos do ser humano, a ciência e os governos democráticos.

A incoerência do secularismo de hoje é comparável a de um homem que certo dia diz para o seu vizinho, com a maior cara-de-pau, que ele é o inventor da Internet e também construtor da Torre Eiffel. Os secularistas modernos crêem que de alguma maneira essa vaga mistura de darwinismo, psicologia freudiana e marxismo que professam, criou e impôs os direitos humanos, a justiça social, a democracia e a ciência no mundo moderno, que até então era “atrasado” pelas “superstições religiosas”. Uma incoerência tão grave que se esquecem do cesto com a cabeça de Lavoisier, possivelmente a cabeça mais valiosa do Ocidente nessa época, até que a guilhotina revolucionária a separasse do corpo que a sustentava. Talvez se Lavoisier tivesse vivido por mais alguns anos, Newton e Einsten não teriam que trabalhar tanto…

E apenas para apontar alguns exemplos, como é possível que as religiosas cabeças de Newton ou Mendel, cheias de “superstições”, fossem tão brilhantes para perceber o que ninguém havia percebido por séculos? Até agora nenhum dos entusiastas secularistas da Internet conseguiu me explicar isso. Ademais, uma investigação da História das Ciências revela [a contribuição de] uma enorme quantidade de padres, monges, bispos e fiéis. De Copérnico a Polkinghorne, os fiéis parecem possuir uma habilidade sobrenatural (desculpem-me!) para encontrar soluções concretas para problemas de toda espécie.

Os não-crentes ou os céticos, no entanto, são bons para criar ciências “nebulosas” como o Darwinismo que, além de acumular pilhas e mais pilhas de fósseis, conseguiu gerar mais perguntas incontestáveis do que respostas irrefutáveis. Não esqueçamos a psicologia freudiana, cujos desregramentos todavia estamos sofrendo e que nunca pôde alcançar a maturidade epistemiológica – digamos – das leis genéticas que Mendel começou a descobrir. O pináculo das ciências nebulosas deve ser reconhecido a Marx;continuamos aguardando o paraíso dos operários, mas pela insistência com que os operários do mundo emigram para os países capitalistas, parece que o paraíso operário não faz parte da geografia marxista que certa vez cobriu a maior parte da Ásia e uma boa parte da Europa… Seu legado – pobreza, contaminação e desregramentos sociais – continua sendo a prova mais evidente da incoerência secularista. Mas, é claro, eles dirão que tudo isso foi apenas experiências fracassadas em que as coisas não foram bem feitas… O bom do secularismo é que sempre há outro lugar para onde ir experimentar e, se falhar, lança-se a culpa nos outros.

Alguns destes secularistas chegaram a ler livros ou, ao menos, ler as capas. Até existe entre eles alguns que falam “dos gregos” e lhes atribuem a fundação do Ocidente, que ia bem – segundo eles – até que chegaram os cristãos com as suas idéias atrasadas. O problema com a “Teoria dos Gregos e Romanos” como fundadores do Ocidente que temos hoje (por ora) é que realmente não é possível estabelecer uma relação direta entre o total das idéias dessas civilizações e o total da identidade intelectual e cultural disto que denominamos “Ocidente” ou “Civilização Ocidental”. Entretanto, para enfrentar esta contradição, devem se educar extraordinariamente mais e não basta alimentarem-se com uns padres a mais.

Os gregos e os romanos não eram muito diferentes dos persas ou dos chineses quando comparamos as estruturas intelectuais que criaram e as sociedades que estabeleceram como consequência. Gregos e romanos acreditavam na “anakuklosis”, ou seja, nos inevitáveis ciclos ou eras que dominam a vida da humanidade. Não apenas eles, mas todos os outros povos da Europa e Ásia compartilhavam esse “Weltanschung”. Pode-se dizer que esse tipo de conceito é o que evitou que sociedades bastante avançadas como a China ou a Índia fossem capazes de desenvolver as matemáticas avançadas que logo foram desenvolvidas no Ocidente e que tornaram possível a explosão tecnológica européia.

Outra consequência dessa concepção fatalista do mundo é a atrofiação das sociedades em sistemas de castas impossíveis de serem superadas e que historicamente evitaram que essas sociedades desenvolvessem sistemas de direito e maneiras democráticas de governo, também estes principais elementos do assombroso desenvolvimento do Ocidente.

Naquelas sociedades de concepção pagã predominaram sempre sentimentos profundamente pessimistas em que o medo e a morte impregnavam a psique social. O pagão entende a vida como um jogo incompreensível de gato e rato, onde ele é o rato e os deuses são os gatos. Mesmo aqueles que puderam atirar os deuses para cima – por exemplo, Epicuro – não puderam compreender a vida humana além do prazer e desprazer que a governam e que termina na aniquilação final do ser. A morte é inevitável, a vida não tem sentido, os deuses não podem ajudar… “Comamos e bebamos porque amanhã haveremos de morrer; e, por via das dúvidas, rendamos algum sacrifício aos deuses para, caso existam, nos sejam propícios”.

De todo esse complexo panorama desesperador, mas decorado pelo prazer e amor, talvez o Budismo seja o melhor produto. O Budismo prega a aniquilação total do ser e do desejo do ser como condição para a realização absoluta no Nirvana. Algo perfeitamente oposto à idéia cristã da satisfação de todo desejo humano na contemplação da visão beatífica. Porém, aqui, já estou me desviando do tema…

Voltemos aos pagãos… A esse mundo de quieto e não tão quieto desespero chegou Abraão. Um senhor que de intelectual não tinha nada. Um pastor nômade comum, guerreiro simples e comerciante que viajava entre o Crescente Fértil da Mesopotâmia e o Egito. Definitivamente um tipo original porque acreditava ter falado com Deus, o Deus único e verdadeiro, nada menos. E acreditava que Deus lhe havia feito uma promessa: “Farei tua descendência tão numerosa quanto as estrelas do céu”, o que, ao pobre Abraão, com 90 anos, sem filhos e casado com uma senhora de 80 anos, poderia soar mais como uma brincadeira de mau gosto. Porém, acreditou e confiou em Deus, com quem continuou conversando.Acreditando ou não, hoje mais da metade da população do mundo afirma crer no Deus de Abraão.

Este Deus tão peculiar foi transmitindo suas doutrinas gradualmente aos descendentes de Abraão; entre elas, uma doutrina que o resto do mundo da Idade do Ferro certamente NÃO compartilhava e que a ciência do mundo NÃO acreditou até que foi comprovada no início do século XX, cerca de 40 séculos após a morte de Abraão, e confirmada por Penzias e Wilson na década de 1960. A ciência demorou quatro mil anos para concordar com um hebreu montado sobre um camelo!

Essa doutrina única dos hebreus (assim chamados em honra à casa de Heber, antepassado de Abraão) diz que o Universo teve um início e que tudo o que existe foi criado por Deus. Os deuses daquela época eram como as donas de casa de hoje: compravam tudo pronto. Zeus, Hórus, Marduk e todos os demais são deuses que encontram o Universo pronto e, às vezes, “fazem” coisas novas, mas sempre a partir de coisas que já estavam ali presentes, como por exemplo, a lua, um touro, uma esposa etc. Os equivalentes pagãos do gênesis universal são comparáveis ao Gênesis hebraico como uma redação de jardim de infância se compara com uma obra de Shakespeare.

Com o passar do tempo, chegou à família de Abraão um mestre galileu chamado Jesus. Ele nos deu o que hoje denominamos “Cristianismo”. Esta força inesperada irrompeu no Império Romano do século I e transformou totalmente a sociedade. Os fiéis cristãos não podiam abortar os seus bebês, nem expô-los ao frio ou afogá-los como faziam os pagãos. Também não podiam ir se divertir no circo, para ver as feras destroçarem os pobres condenados. Nem acreditavam que o imperador fosse um deus, negando-se a queimar-lhe incenso. Esses “loucos” acreditavam que a alma do imperador era igual, aos olhos de Deus, à alma de qualquer escravo. Os cristãos enfrentavam a morte com serenidade e dignidade, o que frustrava o público do circo que esperava ver um pouco de drama. Os cristãos acreditavam, como os hebreus, que tudo tem um início e, para eles, a morte era o início da eternidade.

Uma das idéias mais caras dos cristãos era a caridade. No mundo antigo, apenas os judeus tinham algum conceito de caridade como Mandamento divino. Quando as pragas açoitavam uma cidade, os cristãos entravam nela ao invés de fugir, e ajudavam os outros, inclusive aqueles que iam ao circo vê-los morrer despedaçados. Quando o Império caiu e os bárbaros invadiram a Europa com gosto e prazer, foram os cristãos que preservaram os livros e a cultura em geral. Após algumas décadas, os bárbaros invasores tornaram-se também cristãos e saíaram a invadir o que restava da Europa pagã, não mais empregando armas e exércitos, mas o Evangelho.

Os cristãos introduziram na Europa a ideia – até então raríssima – de que Deus era razoável e não podia se contradizer a Si mesmo. Nessa breve doutrina estão contidos dois pilares do progresso do Ocidente:(1) A verdade existe, pode ser encontrada e deduzida mediante a observação e a razão; (2) A razão não é arbitrária ou contraditória consigo mesma, já que provém de Deus, o qual é a Fonte de toda verdade.

Assim cresceram as ciências no jardim que Jesus plantou no Mediterrâneo, lentamente no princípio e, depois, cada vez mais rápido, e que não se deteve até os nossos dias. Assim, foram inventados na Europa os mosteiros, os hospitais, as universidades, os técnicas dos artesãos, as imprensas… A Igreja limitou o poder dos reis, que já não podiam ser “deuses” e eram chamados a ser justos (mesmo que poucos o tenham conseguido ser)… Pouco a pouco chegaram as instituições democráticas, a partir da Magna Carta; descobriu-se um Novo Mundo e seus habitantes foram somados à família de Abraão…

E agora, 40 séculos depois de Abraão, surgem estes secularistas e nos dizem que a verdade é relativa; que Deus não existe; que os que renegam a religião são mais inteligentes que os que se deixam guiar por ela… e toda uma longa série de loucuras que não dá para escrevê-las todas aqui.

Na verdade, estes neopagãos têm apenas duas opções: a primeira é aprender bem as coisas e tornarem-se cristãos (que é muito mais divertido do que ser pagão); a segunda é sofrer as consequências de aplicar em suas vidas as próprias idéias. Espero que sejam tão espertos quanto os bárbaros e que se unam a nós para melhorar o mundo, pois fazem muita falta após estes últimos cinco séculos de incoerências.

Traduzido para o Veritatis Splendor por Carlos Martins Nabeto do site Primera Luz (http://www.primeraluz.org)

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/


12 de out. de 2011

Hoje é dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil!



Hoje é dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
A história de sua aparição está no vídeo postado acima.

É belíssimo saber que neste dia também lembramos de nossas crianças. Afinal, a Santa Mãe de Deus quer todas as crianças perto de Seu Coração, pois no Coração da Virgem Cristo está e se faz, constantemente, presente.

Dá-nos a bênção, oh, Mãe querida! Nossa Senhora Aparecida!

Rogai por nós!

10 de out. de 2011

Cristãos têm sido executados no Sudão


Muitos cristãos têm sido mortos no Sudão, no que parece ser uma tentativa de eliminar o cristianismo do país

As Forças Armadas Sudanesas (SAF) e a milícia islâmica aliada não estão distinguindo os combatentes e os civis nas batalhas territoriais no estado de Kodorfan Sul e, segundo os cristãos, isso se deve ao fato de que eles querem tirar o cristianismo da área.

Um cristão na área leste de Kadugli disse que conseguiu fugir das agentes de Inteligência da SAF depois de 18 dias preso dentro de sua própria casa. Ele relatou ter visto seis prisioneiros cristãos serem levados e um a um serem executados.

“Eles nos insultavam, dizendo que essa terra era islâmica e que nós não estávamos autorizados a viver nela”, disse ao Compass. “Eu os vi levarem meus irmãos em Cristo e matá-los na floresta, perto de onde nós fomos detidos.”

Esse cristão que fugiu pediu anonimato, pois é ex-muçulmano há 10 anos e estava marcado para ser morto no dia em que conseguiu fugir. Ele ainda está escondido, pois teme que a SAF possa encontrá-lo.

“Eu já estava marcado para morrer. Não estava mais preocupado com a minha segurança, pois, afinal, eu não dependia da misericórdia deles como eles pensavam, mas sabia que Deus estava no controle”, disse ele.

Ele acredita que, desde que o Sudão se dividiu, o governo islâmico tem como principal alvo os cristãos e, como principal objetivo, limpar o cristianismo de Kodorfan Sul, parte da estratégia de tornar o país em um estado puramente islâmico.

“Esta perseguição é claramente planejada pelo governo islâmico”, disse ele. “Minha vida está correndo grande perigo, pois eles ainda estão procurando por mim. Eu posso ser preso a qualquer momento ou até mesmo morto.”

Outros cristãos que fugiram da área dizem que muitos foram mortos e igrejas foram queimadas pela SAF e pelas milícias islâmicas.

As leis no Sudão e as políticas estão todas a favor do Islã. A sharia (lei islâmica) faz com que as garantias e direitos à cidadania dependam da religião, fazendo com que aqueles que não são muçulmanos sejam considerados cidadãos de segunda classe, sem acesso a todos os direitos.

FonteCompass Direct
TraduçãoLucas Gregório

SOMÁLIA: Cristão decapitado

3 out 2011 - Após uma extensa busca pelo paradeiro de Juma Naradin Kamil, os cristãos da região de Bakool, sudoeste da Somália, encontraram o corpo decapitado de Kamil. Ele, que fora sequestrado, trazia no corpo marcas de uma execução feita pelo grupo terrorista muçulmano Al-Shabab.

“É comum a Al-Shabab decapitar aqueles que abraçam a fé cristã, ou mesmo de meros simpatizantes dos ideais ocidentais,” disse um cristão local, a agência de notícias Compass Direct News. “Nosso irmão Kamil aceitou a fé cristã há três anos e estava determinado em sua fé em Deus. Sentiremos muito a falta dele.”
O sequestro aconteceu em 21 de agosto quando três homens da Al-Shabab forçaram Kamil a entrar em um carro. Muitos cristãos locais acreditam que os extremistas estavam acompanhando a rotina de Kamil para executarem a tarefa.

A Al-Shabab tem cerca de 7 mil membros. Eles procuram, através de ameaças e atos violentos, impor uma versão estrita da Sharia, lei islâmica, em todo território muçulmano. O principal objetivo de grupo é eliminar o cristianismo da Somália.

No início deste ano, dois extremistas muçulmanos assassinaram um membro de uma comunidade cristã subterrânea na Somália, e também mataram uma mãe de quatro filhos, Asha Salat, por sua fé cristã.

Fonte: Compass Direct News

Choques entre cristãos e forças de segurança matam manifestantes no Cairo

Pelo menos 24 pessoas foram mortas e mais de 200 feridas neste domingo em choques entre cristãos da comunidade copta e forças de segurança na capital do Egito, Cairo. Milhares de cristãos coptas fizeram uma manifestação contra a demolição de uma igreja cristão no sul do país na semana passada.

Os manifestantes pediam a demissão do governador da província de Assuã, onde a igreja foi demolida, quando a violência teve início.

A TV egípcia mostrou imagens de bombas de petróleo sendo arremessadas e veículos incendiados no centro do Cairo.

Os choques se espalharam pela praça Tahrir, epicentro dos levantes que derrubaram o governo do presidente Hosni Mubarak em fevereiro.

Os confrontos envolveram milhares de pessoas, atirando pedras e destruindo o asfalto por mais munição.

Não está claro quantos dos mortos eram soldados e quantos manifestantes.

As tensões sectárias entre a minoria cristã (cerca de 10% da população) e os muçulmanos vem crescendo desde a derrubada do antigo regime.

Os cristãos acusam o governo interino de não reprimir atos de violência contra eles

http://ultimosegundo.ig.com.br/revoltamundoarabe/choques-entre-cristaos-e-forcas-de-seguranca-matam-17-no-cairo/n1597264915593.html

Igreja presbiteriana dos Estados Unidos nomeia primeiro pastor gay.

No sábado, 8, uma divisão liberal da Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos ordenou pela primeira vez em sua história um pastor assumidamente homosexual. Essa ordenação marca mais um passo de uma Igreja protestante pela aceitação de homossexuais no clero.

Scott Anderson foi ordenado a pastor 20 anos depois de ter assumido sua preferência sexual sendo obrigado a renunciar ao posto em sua congregação na Califórnia. Há anos que Presbiteriana vem discutindo a ordenação de pessoas homossexuais, até que em maio deste ano uma assembleia nacional resolveu remover de sua constituição a obrigação de um clérigo de estar “dentro do convênio do casamento entre um homem e uma mulher, ou da castidade no celibato”.

Anderson tem 56 anos e durante uma entrevista em sua atual igreja, no Winsconsin, relembrou o dia em que teve que tomar a decisão após ter sua sexualidade descoberta por um casal, que ameaçou denunciá-lo.

“Foi realmente o pior e o melhor momento da minha vida. O melhor porque pude pela primeira vez dizer que eu era gay . Mas houve também tristeza por ter que deixar o que eu amava”, disse.

Membros conservadores condenam decisão

Enquanto alguns membros presbiterianos da igreja pastoreada por Anderson festejam a ordenação, outros mais conservadores criticam a decisão da convenção nacional e ameaçam deixar a denominação.

“Os episcopais, luteranos, a Igreja Unida de Cristo: todos deram esse passo e tiveram perdas”, diz o conservador Tom Hay, diretor de operações da Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana. “Acho que nós perderemos também”.

O pastor já estava à frente da igreja em Winsconsin o que vai mudar agora em sua rotina é que ele poderá novamente realizar sacramentos. Scott, que decidiu ser pastor quando estava no ensino médio, conta que só descobriu sua orientação sexual anos depois quando estava no primeiro ano como seminarista e se apaixonou por outro homem.

“Naquele momento, eu tive que tomar a decisão: Sigo a regra e continuo no armário, ou saio, passo a ser honesto comigo mesmo e deixo o seminário?” conta ele que acredita que essa decisão da igreja Presbiteriana fará com que a denominação fique mais forte.

Fonte: GospelPrime

Peru: ex-diretora de clínica de abortos nos EUA dará seu testemunho de conversão à causa pró-vida


LIMA, 10 Out. 11 / 02:04 pm (ACI)

A ex-diretora de uma clínica de abortos nos Estados Unidos e agora convertida em ativista pró-vida, Abby Johnson, estará em Lima no próximo 24 e 25 de outubro, convidada por Dom José Antonio Eguren, arcebispo de Piura e Presidente da Comissão de Vida e Família do Episcopado peruano, para dar seu testemunho.

"O triunfo da vida. Abby Johnson: De abortista a defensora da vida" é o nome das duas conferências que realizará a agora ativista pró-vida.

Na segunda-feira 24 ela apresentará uma palestra na Universidade de Lima e na terça-feira 25 de outubro outra no colégio Juan XXIII também na cidade de Lima, ambas as atividades estão programadas para o horário de 10 a 21:30h.

A vida do Abby Johnson mudou radicalmente no dia 6 de outubro de 2009.

Esse dia, logo depois de colaborar por oito anos e ter chegado a administrar uma clínica de abortos da Planned Parenthood, a maior transnacional abortista do mundo, Johnson "renunciou ao seu trabalho e abraçou a causa da vida. O que motivou uma mudança tão radical? Nós Convidamos a todos a escutarem seu testemunho", assinalaram os organizadores no convite para o evento.

Outros temas que serão expostos na ocasião são: "Evitar a tragédia: Mulheres em risco de abortar"; Lic. Jill Heredia; "Estratégias pró-abortistas", com o perito Carlos Pólo diretor da Oficina para América Latina do Population Research Institute; "Os primeiros instantes na vida do ser humano", Dr. Paul Ramos; "Sanar a ferida: A síndrome pós-aborto e o Projeto Esperança", com Neldy Mendoza.

Este evento pró-vida é organizado pela Comissão Episcopal de Família, Infância e Vida, com o apoio da associação Ação Universitária.

Mais informação: familia@iglesiacatolica.org.pe

Aluna é proibida de usar rosário em escola americana.


Uma escola pública em Fremont (Nebraska, Estados Unidos) que proibiu uma menina de 12 anos de levar um rosário para a sala de aula provocou uma polêmica sobre a liberdade de culto.

A escola afirmou que a proibição só se aplica a alguns grupos que utilizam o rosário como símbolo de pertinência a uma gangue, mas a principal organização em defesa dos direitos civis no país, a União Americana de Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês) interveio no caso, informou nesta terça-feira a rede de televisão local KETV Omaha.

Segundo a ACLU, esta medida viola os direitos da menina, Elizabeth Carey, em expressar suas crenças religiosas, estabelecidos na primeira emenda da Constituição americana. Elizabeth recebeu uma notificação do distrito escolar de Fremont no qual era advertida que seu uso do rosário como um colar violava o código de vestimenta em sua escola, ao poder ser interpretado como um símbolo de pertinência a uma gangue. “Minha decisão é defender Jesus e farei o que possa para deter isto”, disse a garota.

“Somos conscientes das sérias preocupações sobre as gangues nos colégios, mas as escolas públicas de Fremont devem demonstrar que existe uma conexão concreta com estes grupos antes de limitar a liberdade de expressão dos estudantes e seus direitos religiosos”, disse Amy Miller, diretora da ACLU em Nebraska.

A Igreja também reagiu perante a proibição e o chefe da Arquidiocese Católica de Omaha, o reverendo Joseph Taphorn, opinou que os cristãos não deveriam ter de renunciar a um símbolo porque as gangues fazem um mal uso do mesmo. No entanto, o superintendente das escolas públicas de Fremont, Steve Sexton, alegou que manipularam a medida para fazer dela uma questão religiosa.

“Há aqueles que querem fazer deste tema algo religioso quando só tem como objetivo criar um ambiente seguro para nossos estudantes”, declarou. “Se a ACLU tem outro ponto de vista, escutaremos com prazer, mas o fato é que já há um ano que foram alertados que o uso do rosário como joia implicava uma afiliação a uma gangue”, acrescentou Sexton.

Fonte: Terra

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/


9 de out. de 2011

Comentário do Evangelho de Domingo, 09/10


Caros irmãos e irmãs, envio-lhes abaixo o link do vídeo comentário do Evangelho deste XXVIII Domingo do TC ano A, do dia 09/10/11, onde meditaremos um belo e elouquente Evangelho, no qual nos é apresentada a parábola do Reino dos Céus... é belo notar que Jesus nos apresenta o Reino como um convite para uma festa nupcial, com ricas iguarias, com dança, com musica, com o encontro do Eu com o Tu... um festa eterna, mas já vivida neste mundo, um reino já presente, mas não ainda em plenitude.... e o Senhor nos coloca algums condições para entrarmos neste reino, para nos encontrar com Ele, para vivermos a sua alegria..... mas é engraçado, que Ele não nos pede o sacrifício, nos pede apenas de aceitar o seu amor...para meditar clique:

 

Permaneçamos Unidos em Oração com Maria!
Um fraterno abraço em Cristo Jesus!

Pe. Mateus Maria, FMDJ
Prior do Mosteiro Menino Jesus

Nos siga no Twitter: http://twitter.com/Mosteiro_Gospa
Faça parte da nossa rede no Facebook:  http://pt-br.facebook.com/people/Mateus-Maria-Fmdj/806655628

Panie Jezu Ufam Tobie!

7 de out. de 2011

Os “ídolos” não podem ser criticados


Conduzida através de etapas bem estudadas, a prática do homossexualismo passou da rejeição popular à categoria de algo intocável; do inferno ao olimpo.

Cid Alencastro

Plinio Corrêa de Oliveira insistia em que os princípios morais devem ser constantemente recordados, pois a omissão em fazê-lo conduz gradualmente às piores degradações.

É o que estamos presenciando com relação à prática homossexual.

Quando, nos anos 50, ouvia-se dizer que alguém possuía esse vício — então raramente confessado — isso vinha envolto numa atmosfera de horror. As próprias crianças ridicularizavam quem assim se manifestasse.

Mas já nessa época os princípios morais que condenam a prática homossexual eram pouco ensinados. O horror então existente vinha mais do bom senso, ainda preservado, e de uma certa tradição adquirida.

Com o passar dos anos, o processo de aceitação desse vício continuou, e pouco depois se começa a ouvir — provindo até de meios religiosos — que a prática do homossexualismo se origina de uma doença e não é um vício moral. Punha-se assim em moda uma nova apreciação do problema.

E a consequência concreta dessa moda é que a anterior rejeição social ao homossexual praticante se derrete em pena: "Coitado! É um doente”. Foi uma etapa passageira, mas fundamental, pois derrubou a barreira de horror que havia em relação às orgias homossexuais.

A fase seguinte abandonou a idéia de doença, para fixar-se no "direito das minorias". Os homossexuais seriam uma minoria no campo da sexualidade humana, com direitos análogos aos de todos aqueles que legitimamente constituem minorias dentro de uma nação.

Há pouco, mais um passo foi dado: igualdade total. O STF concedeu à união homossexual o caráter de “entidade familiar”, em igualdade com as famílias legítimas! Inclui direito de adotar crianças, direito de herança, benefícios previdenciários, seguro-saúde em comum, declaração conjunta do imposto de renda etc. como para marido e mulher.

Programa-se agora ir adiante: os homossexuais seriam seres superiores, que formariam uma espécie de casta, contra a qual ninguém poderia se manifestar. Daí as pretendidas “leis da homofobia”, que não visam mais favorecê-los, mas sim perseguir e pôr na cadeia quem usar de sua liberdade de expressão para discordar da prática homossexual.

Se aprovadas tais leis, poderemos continuar criticando um juiz, um deputado, um religioso, até o presidente da República. Mas os homossexuais, não. Os “ídolos” não podem ser criticados!

Nesse sentido, vários parlamentares do PT têm se esforçado no Congresso Nacional para fazer aprovar uma “lei de homofobia”, pela qual seria crime qualquer manifestação, mesmo individual e pacífica, que rejeitasse essa prática antinatural.

Toda essa orquestração vem sendo conduzida de modo muito artificial, pois a massa da população continua a ver com desagrado essas manifestações chibantes em defesa da homossexualidade. Mas não basta tal desagrado se ele não se traduz em protesto contra a verdadeira ditadura que vem sendo implantada nessa matéria, especialmente por parte da mídia e de certos políticos e juízes.

Para isso é preciso ter bem claros os princípios. Afinal a prática homossexual é considerada pela Igreja como pecado que brada aos Céus. E temos ainda o fato bíblico de Sodoma e Gomorra, destruídas pelo fogo!

________
Nota:
(*) Para o leitor desejoso de inteirar-se melhor dos princípios relativos ao tema, indicamos a edição de novembro/2004 de Catolicismo.

http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm/idmat/A1DF9845-0010-985A-8BEF00C6F54A4F18/mes/Agosto2011

O Papa e a pedofilia


Em 1936, um historiador alemão que vivia na Catalunha ouviu por acaso um grupo de camponeses que falava sobre a Igreja. Para espanto dele, os camponeses, que tinham assassinado e torturado milhares de católicos, repetiam as críticas dos folhetos contra Roma, distribuídos na Alemanha do século XVI.

Se a Igreja não muda, o anticlericalismo também não. De Lutero ao “Iluminismo” e da grande revolução francesa aos pequenos jacobinos de Portugal e Espanha, que há pouco menos de cem anos queriam ainda, como Voltaire, “esmagar a Infame”, a Igreja é invariavelmente acusada pela sua presuntiva riqueza e pelo comportamento sexual do clero. Agora chegou a vez da pedofilia, porque na sociedade contemporânea a pedofilia se tornou no último crime sexual.

Claro que Bento XVI já disse que a pedofilia era um crime, além de ser um pecado, e acrescentou que os padres pedófilos tinham feito mais mal à Igreja do que mil anos de perseguição. Claro que Bento XVI mandou investigar o caso, removeu bispos, suspendeu padres, castigou culpados. Claro que nem ele, nem a Igreja são responsáveis pelas declarações, de facto ofensivas, de algumas figuras menores do
Vaticano ou da Conferência Episcopal Portuguesa. Mas, como de costume, a lógica não abala o anticlericalismo.

O anticlericalismo decretou que a Igreja intencionalmente encobre (ou encobriu) a pedofilia e não vai mudar. Quem sabe, mesmo à superfície, alguma história sabe que desde o princípio isto foi assim. Ratzinger, que não nasceu ontem, com certeza que não se perturba.

Até porque provavelmente percebe que, por detrás do escândalo do encobrimento, está o ódio ao Papa “reaccionário”; ao Papa que se recusou a transigir com a cultura dominante em matérias como o divórcio, o aborto, a homossexualidade, o celibato do clero e a ordenação de mulheres.

Não ocorre ao anticlericalismo que a integridade da Igreja pode exigir essa rigidez, como já mostrou a rápida ruína do anglicanismo. Ratzinger compreende que, sem o apoio do Estado ou influência sobre ele, a Igreja depende essencialmente da convicção e da força com que conseguir conservar a sua doutrina. Qualquer fraqueza a transformará numa instituição vulgar, à mercê da opinião pública e das mudanças do mundo. Isso Bento XVI não quer. Como não quer encobrir a pedofilia.


João Tiago Monteiro Dias
Rua da Eira, 37
Cioga do Monte
3025-068 COIMBRA
PORTUGAL

telm.: (00351) 91 82 99 369

http://www.ipco.org.br/home/noticias/o-papa-e-a-pedofilia