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11 de jul. de 2012

* É possível ser Católico e ao mesmo tempo acreditar em Horóscopo?


Dom Estevão Bettencourt
Para abordarmos devidamente a questão, faz-se mister em primeiro lugar dizer algo sobre o histórico e as doutrinas da Astrologia.
1. A Astrologia através da história
A Astrologia vem a ser a arte de predizer o futuro mediante a observação dos astros, observação interpretada à luz de certas normas filosófico-religiosas.
Embora até o fim da Idade Média Astrologia e Astronomia tenham sido .cultivadas conjuntamente, elas se distinguem uma da outra.
A Astronomia visa apenas observar os astros e, mediante a aplicação de cálculos matemáticos, de leis da Física e da Lógica, predizer condições climáticas, bom ou mau rendimento das colheitas e fenômenos cósmicos previsíveis estritamente segundo métodos científicos; a Astronomia permanece, pois, no setor das ciências naturais (por isto também é chamada «Astrologia natural ou meteorológica»).
A Astrologia propriamente dita, ao contrário, apela para crenças religiosas e místicas que não estão sujeitas ao controle da razão; é também denominada «Astrologia judiciária», porque não prediz fenômenos cósmicos apenas, mas pretende julgar o temperamento pessoal e a futura sorte dos homens.
O berço da Astrologia é a Mesopotâmia, onde, diz Diodoro da Sicilia (séc. I. d.C.), «inigualável limpidez atmosférica permite ver as estrelas como que mais próximas e mais nítidas do que em qualquer outra região». Encontraram-se na segunda metade do século passado, em arquivos do antigo reino da Babilônia, tabuinhas cuneiformes datadas da época do monarca Assurbanipal (668-626 a.C.), as quais já contêm oráculos de Astrologia. Os sacerdotes da Babilônia eram encarregados oficialmente de observar os astros e catalogar as predições que de tal arte se podiam colher; os vaticínios possuíam sempre caráter religioso, pois cada astro da abóbada celeste era tido como a figura concreta de determinado deus.
Nos séc. VI/V a. C. a Astrologia se propagou da Babilônia para a Pérsia, a Índia e o Ocidente greco-romano.
O Cristianismo, desde que começou a se afirmar, mostrou-se alheio às práticas astrológicas. Contudo no séc. VII da nossa era estas receberam notável impulso por parte do islamismo; com efeito, a religião de Maomé herdou algo do antigo culto dos astros praticado pelos árabes; além disto, ela acentua a absoluta dependência do homem em relação a Deus, ensinando mesmo o fatalismo. É o que explica tenham os maometanos experimentado especial afinidade com a Astrologia.
Por influxo dos árabes, encontraram-se durante a Idade Média pensadores latinos que aderiram à Astrologia (no séc. XIII tornou-se famosa a figura de Guido Bonatti, o qual, a serviço do nobre Guido de Montefeltro, subia a Forli sobre a torre de S. Mercurial, para interrogar as estrelas antes de cada empreendimento bélico). Como se sabe, a Cabala judaica contribuiu outrossim eficazmente para nutrir crenças astrológicas no Ocidente latino (a respeito desta corrente de pensamento, veja-se «P. R.» 10/1958, qu. 12).
Nos séc. XIV/XVI o movimento da Renascença corroborou, com suas concepções por vezes pouco cristãs, a estima até então devotada à Astrologia. O Humanismo prezava muito a afinidade da natureza humana com os demais valores naturais; afirmava analogias entre as energias latentes no homem e as dos corpos que cercam a este. A vida do homem assim aparecia muito sujeita à influência e às leis impostas pelo ambiente e pelos… astros.
Em consequência destas ideias, compreende-se que a medicina renascentista (para não dizermos também : medieval) tenha estado muito ligada à Astrologia: Paracelso (+1541) estipulou uma série de doenças produzidas por influência das esferas celestes; dizia que qualquer corpo, de animal ou de planta, era sede de um espírito emanado dos astros, espírito que presidia à formação dessa matéria. Por causa da afinidade geralmente admitida entre os diversos elementos do mundo, os astrólogos admitiam poder terapêutico em certas plantas que tinham aspecto semelhante ao de um órgão doente; assim a erva «dente de cão» serviria para repelir a dor de dentes; a cenoura (por sua cor) combateria a palidez; a pulmonária, os males do pulmão, etc.
Com o desenvolvimento da Astronomia científica, devido principalmente a Galileu (+1642), a Astrologia foi aos poucos perdendo sua voga. No fim do séc. XVIII, porém, alguns ocultistas pretenderam restaurá-la, de sorte que em nossos dias são principalmente as correntes esotéricas (isto é, de iniciação secreta) que apelam para as normas da Astrologia; esta parece comunicar às concepções fantasistas da pseudo-mística um caráter científico, fidedigno…
O expressionismo das línguas modernas até hoje guarda vestígios do modo de falar dos astrólogos. Tenham-se em vista as seguintes locuções: «ser lunático, ter boa ou má estrela, sofrer os efeitos de uma maré de sorte,… de uma boa ou má hora, estar o tempo saturno, viver um dia aziago» (os romanos contavam seus dias fasti e nefasti).
Após este esboço histórico, voltemo-nos para a consideração das
2. Linhas-mestras doutrinárias da Astrologia (o horóscopo)
Três são as principais modalidades de Astrologia cultivadas pelos gregos no início da nossa era e praticadas através dos séculos:

a) o «sistema das interrogações», que visa captar resposta para os casos da vida cotidiana;
b) o «sistema das escolhas», que tem por fim averiguar o momento oportuno para se dar início a determinado trabalho ou empreendimento importante;
c) o «sistema das natividades», que se propõe prever acontecimentos referentes a pessoas, de acordo com o momento em que estas nasceram. É tal técnica que recebe propriamente o nome dehoroscopia. Detenhamo-nos um pouco sobre as suas leis.
O nome horóscopo (do grego horoskópos) designa a arte de observar (skopein) a posição dos astros por ocasião (hora) do nascimento de uma criança. O momento preciso da natividade e a respectiva configuração de astros são tidos como importantes para se descrever a futura sorte do indivíduo, assim como para se interrogarem os astros no decurso da existência dessa pessoa.
Pois bem. Sete são, segundo as concepções cosmológicas dos antigos, os «planetas» que entram na consideração da horoscopia: a Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno. Cada um desses planetas simboliza determinada época ou idade da vida humana: a Lua, por exemplo, a primeira infância; Mercúrio, a Juventude;… Saturno, a decrepitude.
Para determinar com exatidão a posição dos planetas no céu, a horoscopia distingue na linha do horizonte (concebida como um anel que envolve a Terra) doze compartimentos iguais chamados «casas do horóscopo». A cada um desses compartimentos corresponde um símbolo ou um sinal próprio; os doze símbolos assim concebidos constituem os famosos sinais do zodíaco (do grego zódion, sinal), que assim se denominam:

1. Aríete (Carneiro)                                    8. Escorpião
2. Touro                                                           9. Arqueiro (Sagitário)
3. Gêmeos (Irmãos)                                   10 . Capricórnio (Cabra com cauda de peixe)
4. Câncer (Caranguejo)                              11. Ânfora (aquário)
5. Leão                                                             12. Peixes
6. Virgem
7. Balança

Os doze nomes podem ser agrupados em dois versos mnemônicos latinos:
«Sunt Aries, Taurus, Gemini, Câncer, Leo, Virgo, Libra, Scorpio, Arcitenens, Caper, Amphora, Pisces».
A origem desses títulos se deve à mitologia oriental e grega.
Cada um dos sinais do círculo zodiacal, por sua vez, significa um aspecto ou uma situação da vida do indivíduo. Imaginem-se agora as múltiplas combinações possíveis dos sete planetas com os doze sinais do zodíaco; cada uma dessas combinações vem a ser um oráculo do destino, que marca decisivamente o temperamento e o currículo de vida da pessoa que nasce sob a sua égide. Deve-se ainda observar que cada qual dos sete planetas tem, dentre as doze casas do horóscopo, a sua mansão própria, na qual o astro é mais enérgico e a partir da qual exerce influência mais eficaz do que nas outras casas.
Eis o valor simbólico dos diversos sinais do zodíaco ou das casas do horóscopo:
A 1ª casa (Aríete) significa a Vida. Nela se determinam a complexão e as potencialidades da alma e do corpo. É esta casa que por excelência marca o caráter e o aspecto físico da pessoa.
A 2ª casa é a dos Peixes (a série se desenvolve doravante em ordem regressiva). Assinala o desenvolvimento material, seja corpóreo (crescimento), seja financeiro (riquezas), definindo assim as relações do indivíduo com o seu ambiente imediato, com os seus bens móveis e as suas economias.
A 3ª casa (Ânfora) determina as relações da pessoa com seus irmãos e vizinhas.
A 4ª casa (Capricórnio) diz respeito à hereditariedade, representando os laços de parentesco, ascendência, raça e pátria.
A 5ª casa (Arqueiro) significa a geração material; representa, por conseguinte, os filhos, a expansão instintiva do indivíduo, os seus prazeres e as suas façanhas de juventude.
A 6ª casa (Escorpião) denota o desenvolvimento moral,  o que vem a ser a felicidade da pessoa, felicidade condicionada por saúde, empregados, vocação social, inimigos.
A 7ª casa (Balança) marca a união. É a casa de todos os contratos: casamentos, sociedades comerciais, sociais, políticas…
A 8ª casa (Virgem) determina as obrigações materiais; toca de perto os problemas de conservação do corpo, decrepitude e morte.
A 9ª casa (Leão) tem por objeto a geração intelectual (Religião, filosofia, sonhos, viagens distantes).
A 10ª casa (Câncer) indica a atividade, isto é, profissão, cargos e autoridade que possam convir à pessoa.
A 11ª casa (Gêmeos) compreende a associação material, isto é, amizades, relações humanas, clientela comercial, lucros de trabalho, etc.
A 12ª casa (Touro) designa as obrigações morais, ou seja, os vínculos materiais e morais que prendem o homem ao trabalho e às idéias. É a casa da inimizade, do cárcere, do ciúme, da inveja, da maldade.

Na Idade Média, o significado das doze casas do horóscopo era resumido nos dois seguintes versos:
«Vita, lucrum, fratres, genitor, nati, valetudo, Uxor, mors, pietas, regnum, benefactaque, carcer.»

As várias casas do horóscopo não gozam todas do mesmo poder influente na vida do indivíduo; a primeira (Aríete) é a mais influente; a décima (Câncer) vem logo a seguir, nessa escala.
Dentre os sete astros, ensinam os astrólogos, dois implicam sempre bom presságio: Vênus e Júpiter. Ao contrário, Marte e Saturno são maléficos; o Sol, Mercúrio e a Lua são neutros, capazes de se combinar com a influência boa ou má dos anteriores. Também aos signos zodiacais é atribuída influência de bom ou mau agouro: benéficos são o Touro, o Câncer, o Leão, a Virgem, o Arqueiro e os Peixes; maléficos vêm a ser o Aríete, os Gêmeos, a Balança, o Escorpião, o Capricórnio e a Ânfora. Além disso, os doze sinais zodiacais são distribuídos em quatro tríades, cada uma das quais corresponde a um dos elementos fundamentais da natureza:
Gêmeos, Balança e Ânfora — Ar
Touro, Virgem e Capricórnio — Terra
Câncer, Escorpião e Peixes — Água
Aríete, Leão e Arqueiro — Fogo

Na antiguidade, os astrólogos atribuíam influências masculinas aos sinais do Ar e do Fogo; femininas, aos da Terra e da Água.

Poder-se-iam multiplicar os princípios e normas observados pela horoscopia; os que foram acima expostos, dão suficientemente a ver quão relevantes são as partes da fantasia (quase humorista) no cultivo dessa arte.

3. Uma conceituação…
1. A Astrologia e as suas diversas aplicações se baseiam, como vimos, no pressuposto de que os astros exercem influência decisiva não somente sobre os fenômenos naturais, mas também sobre a vontade e a vida moral dos homens. Nessa concepção o livre arbítrio da criatura e a Providência paterna de Deus carecem de significado. É o que S. Agostinho notava nos seguintes termos:
«Os astrólogos pretendem que no céu se acha a causa inevitável do pecado; foi Vênus, Saturno ou Marte que nos fez executar esta ou aquela ação. Querem assim isentar de culpa o homem, o qual é carne, sangue e verme soberbo, e procuram transferir a responsabilidade para Aquele que criou e governa tanto o céu como as estrelas» (Confissões IV 3).
Ora, por induzirem o determinismo e o fatalismo, a Astrologia e, em particular, a horoscopia entram em conflito não somente com a fé cristã, mas também com a sã filosofia (sobre a liberdade de arbítrio no homem, veja-se «P. R.» 5/1958, qu. 3, 6 e 7).
Além disto, deve-se observar que as práticas astrológicas estão não raro associadas a teses panteístas. Com efeito, há quem explique a influência dos astros sobre a vida terrestre, afirmando que todos os seres — celestes e terrestres, divinos e humanos — não são senão combinações dos quatro elementos fundamentais (terra, água, ar, fogo) ou meras expressões de uma única substância universal, vivificada pela «alma do mundo». Ora o raciocínio sadio tem o panteísmo e o monismo na conta de aberrações filosóficas (cf. «P. R.» 7/1957, qu. 1).
2. Tais erros justificam as repetidas condenações que os documentos da fé cristã têm proferido sobre a Astrologia em geral.
Já a Sagrada Escritura admoesta :
«Não temais os sinais do céu, que os gentios receiam, pois vãos são os ritos dos povos» (Jer 10,2 ; cf. Is 47,13).
«Não vos dirijais aos feiticeiros nem consulteis os adivinhos, para não vos contaminardes pelo seu contato; sou o Senhor vosso Deus» (Lev 19,31).
A Tradição cristã sempre repudiou a Astrologia como sendo superstição, isto é, atribuição de feitos maravilhosos a causas por si ineptas para tanto, o que equivale a derrogar ao conceito de Deus ou a «tentar» a Deus. Seja citado mais uma vez S. Agostinho:
«Ele (o astrólogo convertido à fé cristã), seduzido pelo inimigo em virtude da sua boa fé, foi durante muito tempo astrólogo, seduzido e sedutor, enganado e enganador. Atraiu, enganou, proferiu muitas mentiras contra Deus, o qual teria dado aos homens o poder de fazer o bem, e não o de cometer o mal. O adultério, não é a minha vontade própria que o comete, mas é Vênus; o homicídio, não é a minha vontade própria que o realiza, mas é Marte; o justo, não é Deus quem o justifica, mas é Júpiter; e muitos despropósitos sacrílegos (eram assim proferidos pelo astrólogo). A quantos cristãos não roubou ele o dinheiro! Quantos dele não compraram mentiras!» (En. in Ps 61,23).
As palavras condenatórias de S. Agostinho encontraram amplo eco em concílios regionais; basta citar os de Toledo, no ano de 447, e Braga em 561 (cf. Denziger, Enchiridion 35.239). Aos 5 de janeiro de 1566 o Papa Sixto V condenou mais uma vez a Astrologia mediante a bula «Caeli et terrae Creator», documento este que Urbano VIII corroborou e ampliou na nova bula «Inscrutabilis iudiciorurnn de 31 de março de 1621.

3. Aliás, parece digno de nota o fato de que, até mesmo entre os mestres da cultura pagã, se fizeram ouvir vozes depreciativas sobre a técnica dos astrólogos (os quais eram equivalentemente chamados em Roma «astronomi, astrologi, mathematici, planetarii, genethliaci, chaldaei, babylonii»). É de Tácito (+120 d.C.), por exemplo, o seguinte juizo:
«Mathematici genus hominum potentibus infidum, sperantibus fallax. — Os matemáticos (astrólogos) constituem uma categoria de homens desleal para os poderosos, enganadora para os esperançosos» (Hist. I 22).
Cícero (+43 d.C.), por sua vez, escreve:
«Contemnamus babylonios et eos qui ex Caucaso, caeli signa ser- vantes, numeris et motibus stellarum cursus persequuntur; con- demnemus eos aut stultitiae aut vanitatis aut imprudentiae. — Desprezemos os babilônios e os que, oriundos do Cáucaso, observam os sinais do céu, assinalam com números e traçados o curso dos astros. Condenemo-los por motivo ou de tolice ou de vaidade ou de imprudência» (De divin. I 19).
Embora os pagãos, principalmente em Roma, não tivessem senso religioso muito apurado, sabiam por vezes denunciar os abusos da fantasia e da pseudo-mística…

4. Por fim, observar-se-á que o repúdio da Astrologia dita judiciária não impede se reconheça certa solidariedade vigente entre os elementos da natureza irracional e o corpo humano que vive em meio a estes. Não se negará que os astros, por sua massa, sua temperatura, seus raios, influenciam as disposições fisiológicas do corpo humano. Verdade é que não se poderia determinar até que ponto preciso se estende tal influência (hoje em dia, a telepatia, a telestesia, a percepção extrassensorial ainda estão em exploração); não há dúvida, porém, de que os influxos da natureza sobre o corpo humano estão longe de implicar o liame estreito que os antigos astrólogos admitiam entre os fenômenos celestes e os atos da vida humana. A utilização das energias da natureza para promover o bem-estar do homem dever-se-á basear estritamente em resultados da observação empírica e do cálculo matemático; não seria lícito mesclar a isso teorias religiosas ou místicas; a observação dos astros há de ser cultivada como ciência, e não como técnica religiosa.

Congresso dissidente no Brasil promove teologia contrária à doutrina católica. (ABSURDO)


BRASILIA, 08 Jun. 12 / 03:26 pm (ACI).- Teólogos e pensadores sancionados pela Igreja por difundir ideias contrárias à doutrina católica participarão de um congresso latino-americano que busca equiparar o Concílio Vaticano II com a teologia marxista da liberação em São Leopoldo (RS). O evento leva o nome de "Congresso Continental de Teologia: Aos 50 anos do Vaticano II e 40 anos da Teologia Latino-americana e Caribenha" e admite ademais promotores da ideologia de gênero.

O evento se realiza entre os dias 7 a 11 de outubro de 2012 na universidade jesuíta Unisinos, com o apoio da Pontifícia Universidade Javeriana da Colômbia (que há poucos dias apoiou a adoção de crianças por casais homossexuais) o grupo de pressão Amerindia e a agência informativa de cunho marxista Adital, que tem entre seus colunistas o frade dominicano brasileiro Carlos Alberto Libânio Christo, mais conhecido como "Frei Betto", que promove a despenalização do aborto.

ACI Digital teve acesso ao programa oficial do evento que contará com a presença de teólogos como o espanhol Andrés Torre Queiruga, cujas obras foram recentemente consideradas incompatíveis com a doutrina da Igreja pela Conferência Episcopal Espanhola.

Outro participante do evento é o conhecido autor e conferencista Leonardo Boff, considerado um dos principais promotores da teologia marxista da liberação, quem na década de 90 abandonou o sacerdócio, casou-se, e se afastou da Igreja Católica para converter-se em "ecoteólogo de matriz católica" dedicado a escrever livros de ecologia e “espiritualidade”.

Jon Sobrino, sacerdote jesuíta e líder entre os teólogos marxistas, também se apresentará no congresso latino-americano apesar da que suas idéias "não estejam conformes com a doutrina da Igreja", como opinou a Congregação para a Doutrina da Fé no ano 2007 através de uma notificação oficial.

O Bispo de Jales (SP), Dom Luiz Demétrio Valentini, conhecido por suas posturas favoráveis à teologia marxista da libertação também comparecerá ao evento da Unisinos. Dom Valentini causou repúdio dos católicos em abril deste ano ao dar uma palestra em uma loja maçônica e anteriormente por ter criticado Dom Luiz Gonzaga Bergozini, bispo emérito de Guarulhos, por ter defendido o direito à vida contra o aborto durante toda a campanha presidencial de 2010.

A teóloga María del Pilar Aquino, que qualificou o pontificado do hoje BeatoPapa João Paulo II como autoritário, centralista, conservador e imperialista, dará uma exposição sobre "Teologia e Espiritualidade libertadora".

O jesuíta espanhol e radicado na Bolívia, Víctor Codina, que em um escrito considerou a Igreja Católica como uma velha míope, surda e com Alzheimer, dará a conferência "As Igrejas no Continente 50 anos depois do Vaticano II: questões pendentes".

Raúl Fornet Betancourt, filósofo que sustenta que para a realização da "opção pelos pobres" difundida pelos teólogos marxistas da libertação é necessária uma opção "por outro mundo, e por outra Igreja e por outro cristianismo", participará do congresso com a exposição "Novos sujeitos e interculturalidade".

Uma conferência aberta será dada pelo sacerdote Gustavo Gutiérrez, teólogo peruano considerado o pai da teologia marxista da liberação, no dia 9 de outubro.

O congresso, apesar de seu suposto caráter religioso, não prevê a celebração de Missa em nenhum dos seus cinco dias, neles apenas serão realizados "momentos de espiritualidade", os quais estão baseados em temáticas como a entronização da Bíblia, o ecumênico e o indígena.

A programação do evento, divulgada sem os nomes dos palestrantes, pode ser vista em: http://www.unisinos.br/eventos/congresso-de-teologia/programacao/programa#

ATENÇÃO AMADOS IRMAOS SEGUE ABAIXO ENDEREÇO ELETRONICO DA CONGREGAÇÃO DA DOUTRINA DA FÉ, MANDEMOS EMAIL EM ITALIANO/ESPANHOL/PORTUGUES SOBRE ESTE EVENTO DE PURA HERESIA ONDE ESTOU POSTANDO. GRATO...SALVE MARIA IMACULADA!

Endereço: Palazzo del Sant’Uffizio, 00120 Città del Vaticano.

E-mail: cdf@cfaith.va

10 de jul. de 2012

Conheça a mais nova ferramenta católica da internet FaceCatólico




A cada vez mais surgem novos modos de evangelizar. A novidade agora é o FaceCatólico, uma rede social que reúne católicos de varias cidades e estados diferentes com um o objetivo de evangelizar, trocar conhecimentos e se unirem para mostrarem ao mundo que os católicos ainda são a maioria.
O criador dessa Rede Social em uma conversa nos contou um pouco de sua história e como surgiu esta ideia:

“Meu nome e Rafael de Paula, casado, 30 anos de idade.
Fui batizado como católico , mas só depois de 24 anos de idade fui me tornar um católico autentico que vive a fé católica e tenta a cada dia cumprir os mandamentos do Senhor, sou pregador da palavra de Deus há seis anos,
sempre fiz parte do movimento da Renovação Carismática Católica, há 4 anos faço parte de uma Equipe missionária Rainha dos Apóstolos, Pregamos
o evangelho por todo Brasil com missões e através da internet onde temos um site há 4 anos no ar http://rainhadosapostolos.com que tem em media 70 mil acessos por mês.
Como nesse tempo sempre trabalhei com a evangelização como pregador e na internet, e sendo profissional em web designer e programador web, cresceu no meu coração
uma vontade de reunir todos os católicos do Brasil e do mundo em um só lugar. Foi ai que Deus me deu a ideia de criar uma rede social Católica, o FaceCatólico.
Comecei a montar o FaceCatólico e quando foi as 6 da manha de um sábado terminei o trabalho, dei uma compartilhada no facebook e fui dormir, quando acordei entrei para ver
como estava o FaceCatólico e para minha surpresa já tinham 600 membros cadastrados, Eu quase caio da cadeira.
Hoje faz duas semanas e meia e já estamos com exatamente com 8179 membros (6/07/2012 as 03h35min da madrugada, com certeza agora deve ter muito mais).
A grande intenção e reunir os católicos em um ambiente 100% Católico, onde poderemos conhecer pessoas que comungam da mesma fé e assim partilhar nossas experiências
dentro e fora da igreja, la cada membro tem seu próprio perfil, cada um tem seu mini blog para postar textos, divulgar seus eventos, fotos, vídeos e muito mais.
Espero que essa ferramenta de evangelização cresça a cada dia mais para que possamos fortalecer a cada dia nossa tão amada Igreja Católica.
Um grande abraço a todos.
Rafael de Paula”

Todos os dias das 9:00 até as 10:00 da manhã Grupo de Oração online na sala de Bate Papo do FaceCatólico.
Link da Rede Social: http://facecatolico.net/

Marianne Santos em missão para o Católicos V.I.P.!
Fonte: http://www.catolicosvip.com.br/

Testemunho imperdível de Conversão. Scott Hahn – Ministro protestante se converte ao catolicismo.


Um belo testemunho de conversão.
Um fato que sempre me chama atenção é a qualidade das conversões protestantes ao catolicismo. Os católicos que se “convertem” em protestantes normalmente saem de um imenso vazio teológico ( para muitos o termo “católico” não dizia muita coisa e por isso deixaram o pouco ou nada que tinham pelo muito pouco que receberam.) Quando os protestantes se convertem em católicos o fazem a partir da descoberta da Verdade e da Igreja, o fazem  dentro de um processo racional e lógico, são conquistados pela beleza da verdade que ilumina a inteligência e encanta o coração! Talvez isso explique porque nos Estados Unidos, ( terra do Scott), o catolicismo tem crescido tanto pela conversão de protestantes.
Cremos que é quase impossível alguém protestante que estude e pesquise a história da Igreja e sua doutrina, compreendendo exatamente o que a Igreja ensina, que não se torne católico. Os exemplos acontecem às centenas, alguns inclusive já divulgados aqui no Blog.
***
Tradução: Jaime Francisco de Moura
Muito obrigado. É muito bom estar com vocês. Eu nunca deixo a oportunidade de mostrar e compartilhar por que eu me tornei um Católico, e como Deus trabalhou em minha vida, na vida de minha esposa, e minha família.
Isso é o que eu gostaria de compartilhar com vocês agora. Começo  com uma experiência de conversão que eu tive na escola secundária. Eu não cresci  em uma família Cristã forte. Nós não fomos muito de igreja, e assim eu não era muito religioso. O que  Deus usou em minha vida era um  organização chamada Vida Jovem, sob a direção de Jack, uma pessoa que muito me ajudou,  na escola secundária de crianças.
Depois me ensinaram a amar a Deus e a ler a Bíblia. Até que eu estivesse terminando a escola secundária, eu tinha lido a Bíblia duas ou três vezes em sua totalidade. E eu tinha me apaixonado pela Bíblia Sagrada. Como resultado disso me convenci de muitas coisas.
Primeiro, além de ler a Bíblia, Jack tinha compartilhado comigo de sua própria biblioteca pessoal e os escritos de Martinho Lutero,  João Calvino, e me tornei um Cristão protestante convencido,  não só um Cristão com a bíblia, mas alguém que foi convencido que até 1500, o Evangelho tinha estado perdido entre  o período medieval, com  superstições e práticas pagãs que a Igreja católica tinha  adotado. E assim esta primeira convicção era ajudar meus amigos católicos para o Evangelho de Jesus Cristo, lhes mostrar a Bíblia, e para  mostrar para eles que na Bíblia, você aceita Jesus como Salvador e isso era tudo. Não Maria, não os Santos, não purgatório, não devoções etc.
Naquele tempo eu estava saindo com uma menina que era católica, e nós  estávamos ficando com um namoro sério. Mas eu imaginava que não havia nenhum futuro em nossa  relação se ela permanecesse católica. Assim eu dei a ela, um livro de Loraine Boettner intitulado Catolicismo romano. O livro era conhecido como a bíblia do Anti-catolicismo. Era quatrocentos e cinqüenta páginas que a encheram de todos os tipos de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. Mas eu não soube que na ocasião, eu compartilhei isto de boa fé  com ela. Ela leu do princípio ao fim. Ela me escreveu dizendo, “obrigada pelo livro; Eu nunca voltarei contigo novamente.” Eu figurei que se a” bolacha” na que eles estão adorando no altar não é Deus, então eles são os idólatras, eles são os pagãos. Se o Papa em Roma não é infalível, e sim um tirano. Ele é um simples ditador espiritual.
O único católico em minha família em ambos os lados era minha amada  avó. Ela era muito quieta, muito humilde, muito santa, eu tenho que admitir. Ela também era uma católica devota. Quando faleceu, os pertences religiosos dela foram doados a meus pais. Então eu achei as contas do rosário dela, e isto me fez ficar doente por dentro. Eu soube que minha avó teve uma fé real em Jesus, mas sabia que tudo isso era mau. Assim eu rasguei separadamente  as contas do rosário. Eu pensei que essas  contas era uma cadeia e que afinal ela estava quebrada livre. Isso era  o segundo aspecto de minha própria perspectiva: que estas pessoas poderiam ter alguma  fé mas há pouco eram rodeados através de mentiras, e assim eles precisavam amar  a Bíblia.
Bem, depois de me formar na escola secundária, decidi não só  procurar o ministério mas estudar teologia. A decisão veio como resultado do papel de pesquisa que eu escrevi no ano final dentro da escola secundária. Eu escrevi um papel intitulado “Sola Fide”. Isso é uma frase latina “Somente a Fé”. Era a frase que Martinho Lutero lançava na Reforma protestante. Ele disse que nós  estamos justificados, nós estamos com Deus só pela fé, não por qualquer trabalho que  poderíamos fazer. E para ele, isso era o artigo em qual a igreja estava em quedas. E por causa disso, a Igreja Católica caiu.. E assim eu entrei na faculdade com esta forte convicção.
Anos de faculdade
Nos meus quatro anos de faculdade, estudei profundamente a  Filosofia, Teologia, Bíblia e Economia. Assim durante esses quatro anos eu me dediquei a alcançar  as crianças que não souberam de Cristo, e eu confesso que esta  categoria incluiu as crianças católicas na escola secundária onde eu trabalhei  porque eu olhei para estas pobres almas de que realmente não souberam de Jesus Cristo. Eu descobri depois de vários estudos da Bíblia que não só estas crianças, mas praticamente todo católico adulto  que encontrei não sabia o que a Igreja católica ensinava. Assim  conseguindo que eles vissem a Bíblia, estava como apanhar  patos em um barril. Eles não estavam prontos, eles eram desarvorados, eles eram  indefesos.
No meu terceiro ano de ministério na Vida Jovem, eu perguntei para a menina mais bonita no campus, se ela me ajudaria trabalhando a localizar estas crianças, e ela disse “Sim.” Nós trabalhamos  juntos durante dois anos, ás vezes nós discutimos vários modos e meios para alcançar estes crianças. Mas nós crescemos respeitando um ao outro de forma que ao término dos quatro anos de faculdade, eu fiz a pergunta. E a maior coisa que ela já disse foi “Sim.” Nós nos casamos. Tivemos a mesma visão, fizemos ministério junto, compartilhamos  as boas notícias de Cristo.
Anos de seminário
Fomos para um seminário uma semana depois do nosso casamento.  Depois de três anos eu me formei sendo o primeiro lugar de minha classe. Eu digo fora de qualquer orgulho, como eu procurei meus estudos  com um tipo de vingança. Pessoas que me conheceram no seminário, me conheceu por ser  bastante intenso. Eu gastava todo tempo lendo a  Bíblia estudando os livros sobre Bíblia. Kimberly e eu tivemos uma grande  experiência de três anos. Mas muitas coisas aconteceram no caminho  que eu preciso relacionar porque em retrospecto eu os vejo como experiências.
A primeira coisa era um curso que Kimberly fez no primeiro ano,  uma classe que eu tinha levado antes de Éticas Cristãs. Dr.  Davis formou pequenos grupos de forma que cada grupo poderia estudar um tópico. Havia um grupo em aborto, um em guerra nuclear, um em pena de morte. Ela anunciou que estava em um grupo dedicado a estudar  contracepção. Eu me lembro de pensamento na ocasião, “Por que contracepção? “
Ela disse, “Bem, três outros se inscreveram para isto e nós tivemos nossa primeira reunião hoje”. Fulano de tal anunciou os resultados de nosso estudo. Ele disse, bem, todos nós conhecemos como protestantes, que contracepção está bem. Ele anunciou que as únicas pessoas que se chamam  Cristãos que opõem ao controle de natalidade artificial são os católicos, e a razão que eles fazem, é porque eles são corridos por um  Papa celibatário.
Bem, aquele tipo de argumentação realmente não impressionou  Kimberly. Ela disse, “esses são os melhores argumentos que você oferece?” e ela se interessou pesquisando isto  por conta dela.
Assim eu elevei o assunto e ela me deu um livro. Foi intitulado  Controle de natalidade e o Matrimônio por John Kippley. Eu comecei a ler o livro com grande interesse para meu próprio estudo pessoal, com o  título de, “Controle de natalidade e a Convenção de Matrimônio”. Quando eu abri o livro e comecei a ler, eu disse, “Espere um segundo,  Kimberly, este sujeito é um católico. Você espera que eu leia uma obra católica? “
Bem, eu comecei a ler o livro. Passei por dois ou três  capítulos e ele estava começando a fazer sentido. Eu não queria francamente que ele fizesse sentido algum. O Livro mostrava que o matrimonio não é só um ato físico; é um ato espiritual que Deus tem  projetado no matrimonio e é sempre renovado. Terminei de ler o livro, e fiquei convencido.
Fiquei um pouco aborrecido, porque a Igreja católica era a única denominação, que sempre defendeu esses ensinamentos, pois em 1930  a Igreja anglicana, que mantinha os mesmos ensinamentos, quebrou esta tradição e permitia a contracepção. Antes de 1960 e 70, minha própria denominação, a Igreja presbiteriana nos Estados Unidos da América, não só endossou a contracepção, mas também o aborto,  e isso me intimidou.
Durante o ano final no seminário, aconteceu algo  que representou uma crise para mim. Eu estava estudando convenção e eu ouvi de  outro teólogo, que ensina no Seminário de Westminster. Eu ouvi um Pastor que estava sendo acusado de heresia. Pessoas estavam sugerindo  que a heresia dele cresceu fora da compreensão da convenção. Ele estava questionando a “Sola Fide”.
Eu o chamei no telefone e disse,. Mas porque você está duvidando de Lutero e da  doutrina “sola fide? “ Ele foi mostrar nesta discussão que  a concepção de Lutero sobre a justificação era muito restrita e limitada. Isto  tem muitas verdade, mas também perdeu muitas verdades.
Quando eu desliguei o telefone, eu procurei ver mais adiante os ensinamentos de Lutero no qual, Deus é um juiz, e a convenção é uma cena de sala de tribunal  por meio de que todos nós somos os criminosos culpados. Mas desde que Cristo levou nosso  castigo, nós adquirimos a retidão dele, e ele adquire nossos pecados.
Para Lutero, em outras palavras, a salvação é uma troca legal, mas para Paulo em romanos, para Paulo em Gálatas,  salvação é  muito mais que isso. Não é só uma  troca legal porque a aliança não aponta para uma sala de tribunal sobre um quarto familiar hebreu. Deus não é só simplesmente juiz; e os julgamentos dele são paternais. Cristo não é só alguém que representa uma vítima inocente que leva nossos pecados, ele é o  primogênito entre muitos irmãos. Ele é nosso irmão mais velho, e ele nos vê como fugitivos, como rebeldes que estão cortados da família de Deus. A Nova Aliança não faz que Cristo  troque em um senso legal; Cristo nos dá a própria vontade de forma que nós  realmente tornemos filhos de Deus.
Assim concluí que a “Sola fide” estava errada. Primeiro, porque a Bíblia nunca diz isso em qualquer lugar.  Segundo, porque Lutero inseriu a palavra “só” na tradução para o alemão, embora ele soube perfeitamente bem que a frase “só” não estava no grego. Em nenhuma parte o Espírito santo  inspirou os escritores da Bíblia para dizer que nós somos salvos só pela fé. Paulo nos  ensina que somos salvos por fé, mas em Gálatas diz que nós somos salvos por  fé e obras.
Então de repente nós adquirimos notícias que nossa mudança teoricamente  sobre contracepção tinha provocado uma mudança na anatomia de Kimberly e  fisiologia; ela estava grávida.
Pastor de uma Igreja em Virgínia
O telefone tocou. Uma igreja em Virgínia, uma igreja famosa: você é o candidato para pastorear, nós o queremos aqui”. Na realidade nós lhe pagaremos bem de forma que você  possa estudar 20 horas pelo menos por semana, Bíblia e teologia. “Nós queremos que você nos mergulhe na Palavra de Deus”, e assim eu comecei.
A primeira coisa que eu fiz era lhes falar sobre a Aliança. A  segunda coisa era corrigir o engano deles E mostrar que Aliança significa a família. A terceira coisa que eu fiz  era mostrar que a família de Deus faz sentido e que Deus é Pai, Deus é o Filho, e Deus pelo Espírito santo nos fez uma família com Ele. A quarta coisa , era  os ensinos sobre liturgia e convenção e família na Bíblia. Eu sugeri que deveríamos ter a refeição familiar,  comunhão. Eu usei a palavra “Eucaristia.” Como nós mudamos nossa liturgia, nós sentíamos uma mudança com a nova experiência. Era excitante  ver, e como eu lhes ensinei mais sobre a Aliança, eles tinham sede para saber ainda mais.
O professor em um Seminário presbiteriano
Enquanto isso algo dramático aconteceu. Eu cheguei em um  seminário, um seminário presbiteriano, e perguntaram se eu ensinava cursos para seminário que começa com  Evangelho de João. Eu disse, “Seguramente.” Assim eu comecei a compartilhar do Evangelho de João, sobre a família de Deus, sobre o nascer de novo. Eu descobri em meu estudo que nascer não quer dizer que é somente aceitar Jesus Cristo como seu Salvador. Mas descobri o que Jesus quis dizer em (João 3) quando disse que você tem que nascer novamente. Ele diz que tem que nascer da água e do espírito. Eu ensinei que nascer é novamente um  ato de Aliança, um sacramento, uma renovação da Aliança que envolve o batismo.
Enquanto isso eu estava preparando meus sermões e algumas conferências à frente de  (João capítulo 3). Eu estava vendo também o capítulo 6. Lá eu descobri algo que nunca tinha notado. Jesus disse a eles, “Verdadeiramente, eu digo, a menos que você coma a carne do filho do homem e bebe o sangue dele você  não terá vida em você. Quem come minha carne e bebe  meu sangue tem  vida eterna e eu o elevarei no último dia, pois  minha carne é verdadeiramente uma comida e meu sangue verdadeiramente uma bebida. Quem come minha carne e  bebe meu sangue permanece em mim e eu nele”. Eu olhei para isto de dez ângulos diferentes.
Eu tinha sido treinado para interpretar isso em um sentido figurado; Jesus está usando um símbolo. Mas o mais que eu estudei, o mais que eu percebi que esta interpretação não faz sentido nenhum. Porque assim que todos os Judeus ouvem o que Jesus diz, eles partem. Até este ponto, milhares  o estavam  seguindo, e então de repente as multidões ficam chocado com o que Ele diz, “Minha carne realmente é comida, meu sangue é realmente bebida” e todos eles partem. Se Jesus  tinha pretendido falar em um modo figurativo, Ele teria sido obrigado a dizer, “Pare, eu só quero dizer que isto é somente um simbolismo.” Mas Ele não faz isso; ao invés, o que ele faz?  Pergunta aos Apóstolos. Pedro se levanta e fala; “Para quem iremos nós? O Senhor tem palavras de vida eterna e nós viemos acreditar.” .
Como eu comecei a estudar isto, eu comecei a perceber uma coisa. Eu descobri que Jesus nunca tinha usado a palavra “Aliança” em seu ministério público. Ele economizou o tempo para instituir a Eucaristia e disse, “Este Cálice é o  sangue da nova aliança.” Eu comecei a ver por que na Igreja primitiva  durante mais de 700 anos, ninguém em qualquer lugar duvidou do significado das palavras de Jesus. Todos os pais da Igreja primitiva sem exceção levaram as palavras de Jesus acreditando e ensinando na real presença de Cristo  na Eucaristia. Eu estava assustado.
Então de repente um episódio aconteceu numa noite em um seminário. Um estudante diplomado,John, tinha terminado uma apresentação sobre o Concílio de Trento. O Concílio de Trento, você recorda, era a respostas oficial da Igreja para Martinho Lutero e a Reforma. Em uma hora e meia ele tinha apresentado o Concílio de Trento dentro da luz mais favorável. Ele tinha mostrado quanto os argumentos estavam de fato baseado na Bíblia. Então ele virou o jogo. Os estudantes lhe perguntavam algumas coisas, mas ele disse, “Posso eu fazer primeiro uma pergunta, Professor Hahn?” Você sabe como  Lutero realmente teve dois  slogans, não só a sola fide, mas a sola  scriptura, ou seja: . “Somente a Bíblia” minha pergunta é, onde  a Bíblia ensina isto? “
Eu olhei para ele com um olhar fixo em branco. Eu poderia sentir o suor que vinha a  minha testa, mas eu disse, “John, isso é uma  pergunta boba. Ele olhou para mim e disse, me “Dê  uma resposta boba.” Eu disse, “certo, eu tentarei.”. Eu disse, “Bem, (2 Timóteo 3,16) é a chave: “Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça” Ele disse, “Espere um segundo” aqui diz que a Bíblia é  inspirada e lucrativa; não diz que é SÓ a Bíblia. Nós precisamos de outras coisas como oração, e então ele disse, que em (2 Tessalonicenses  2,15), Paulo conta que eles têm que agarrar as  tradições que  Paulo os ensinou por escrito ou através das palavras de  boca. Eu não estava pronto. Eu disse, “Bem, algumas perguntas e respostas; eu lidarei na próxima.”
Eu penso que eles não perceberam o pânico que eu estava por dentro. Quando eu dirigi  para minha casa a noite, eu estava me perguntando, por que eu nunca ouvi aquela pergunta? Por que eu não achei uma resposta? No dia seguinte eu comecei a chamar os teólogos ao redor do país. Eu lhes perguntaria, “Onde a Bíblia ensina a sola Scriptura?  Onde a Bíblia nos ensina que a Bíblia é a única autoridade ? ” Um  homem na verdade disse a mim, isso é uma pergunta boba que vem de você.” Eu disse, “Me dê então” uma resposta boba. Eu estava tendo êxito. Um professor quem eu respeitava, um teólogo de Oxford, disse a mim, “Scott, você não vai achar na Bíblia uma prova para sola Scriptura porque não é  algo que a Bíblia demonstra“.
Outro amigo, um teólogo, me chamou e disse, “Scott, isso que estou ouvindo, é que você está considerando a fé católica? ” Bem, eu realmente não estou considerando a fé católica. “Então eu decidi fazer uma pergunta. Eu disse, “Qual é a coluna e o fundamento da verdade? “ E ele disse, “Scott, para todos nós é a Bíblia.” Eu disse, “Então por que, em (1 Timóteo 3,15) diz que a coluna e o fundamento da verdade é a igreja? “ Ele fiou em silêncio. Eu disse, quantas igrejas dizem ser a coluna e o fundamento da verdade? Eu só sei que a Igreja católica Romana ensina que ela foi  fundada por Cristo; e está ao redor durante 2000 anos e está fazendo algumas  reivindicações estranhas que parecem muito semelhante a (1 Timóteo 3,15).
Bem, neste momento eu não estava seguro. Eu peguei um telefone e chamei, o presidente do seminário onde eu estava ensinando. Steve me pediu para almoçar fora. Quando saímos para o almoço, eu estava muito assustado e inseguro. Ele falou que as minhas classes  iam tão bem, que deixaria  ensinar qualquer curso que eu quisesse. Pagaria até mesmo por um curso de doutorado em teologia. Eu disse, “Onde se faz  um curso desses por perto? “ Ele disse, “Universidade católica.” Eu pensei, “Não, não, não. Eu não quero estudar  lá; eu estou fugindo dessa perspectiva no momento.” Na realidade, ele disse, “Bem,  você oraria sobre isto? “ Eu disse, ” penso que você já  sabe a resposta”.
Quando eu cheguei em casa, Kimberly estava esperando por mim e expliquei a proposta do seminário e que não ia aceitar porque não estava seguro do que eu ensinaria, porque nesse exato momento eu não estava seguro do que a Bíblia estava ensinando. Ela caminhou até mim, e me deu um grande abraço e disse, “Scott nós vamos ter que orar então.” Ela soube o que significou: Significou  a rejeição de um trabalho prospero  como pastor de uma igreja crescente.
De Assistente administrativo para Presidente de Faculdade
Nós não soubemos o que íamos fazer. Depois de muita oração, decidimos que deveríamos mudar para a cidade de onde nós nos encontramos. Quando mudamos, eu solicitei um emprego a vários lugares, mas a faculdade me contratou como um administrador assistente do presidente. Durante dois anos eu trabalhei lá, e me esforçava  bastante durante o dia e a noite sobrava um tempo para pesquisas detalhadas.
Em dois anos eu tinha lido vários livros,  e comecei a ler os teólogos Católicos pela primeira vez e os Estudantes da Bíblia. E eu estava impressionado com as perspicácias deles, eram de acordo com minhas próprias descobertas pessoais, descobertas inovadoras que eu estava assumindo.
Às vezes eu mostrava as obras eruditas para Kimberly e dizia, “Ouça isto, preste bem no autor.” Porque ela era de certo modo uma teóloga, mas estava tão ocupada em cuidar das crianças que não tinha muita energia. Mas ela sentava, enquanto escutava, eu diria, “Quem você pensa que é? “ Ela disse, “fiquei emocionada! Isso parece um de seu  sermões em Virgínia.” Eu disse, “Isso é  o Vaticano II, Isso é a Igreja católica.” Ela disse, “Scott, eu não quero ouvir isso.” Eu disse, “Kimberly, esta matéria-prima sobre  liturgia é tão excitante. Eu não tenho certeza, mas eu penso que Deus poderia ter  nos chamando a se tornar Anglicanos.” Ela olhou em meus olhos, e os seus encheram de lágrimas e  disse, “da igreja Anglicana! “ Ela disse, “eu sou uma presbiteriana, meu pai é um ministro presbiteriano, meu  tio é um ministro presbiteriano, meu marido era um ministro presbiteriano,  meu irmão quer ser um. Eu não quero  ser da igreja Anglicana.”
Eu me lembro que alguns meses depois de ler muito  mais, uma noite eu saí e disse, “Kimberly, eu não estou seguro, mas eu estou  começando a pensar que Deus poderia me estar chamando a se tornar um Católico romano.” Este olhar de desespero aconteceu com ela. Ela disse, não “nós não podemos  nos tornar Episcopalianos? Qualquer coisa, menos católico.” Ela começou a orar para alguém salvar o marido dela, algum  professor, algum teólogo, algum amigo.
Viagem direta para o Catolicismo
Finalmente aconteceu. Um dia, Gerry, meu melhor  amigo de seminário, me chamou. Ele era o único estudante, junto comigo, que segurou à velha convicção protestante que o Papa era o anti-Cristo. Ele falou comigo uma noite no telefone. Eu li a ele uma passagem de um livro de Bouyer. Ele disse, “Emocionei, isso é rico  e profundo. Quem escreveu isto? “ Eu disse, “Louis Bouyer.” “Bouyer? eu nunca  ouvi falar dele, o que é ele? “ Eu disse, “O que você quer dizer? “ Bem, ele é um  Metodista? “ Eu disse, “Não”.“Ele é um batista? “ “Não.” “Eu quero dizer é Luterano? O que é ele? ” Eu disse, “Bem,  ele é um Cató—–. ” “Eu sinto muito” Eu disse, “Ele é Cató—-romano  “Espere um segundo, deve haver um erro, Scott. Eu pensei que você disse que ele é católico.” Eu disse, “Gerry,  ele é católico, e eu tenho lido muitos livros católicos.”
De repente eu falei, “eu tenho lido Danielou, Ratzinger, Lubac,Garrigou-Lagrange e Congar, e todos estes sujeitos tem uma riqueza enorme;  você tem que ler também”. Ele disse, “Reduza a velocidade. E continuou, “Scott,  sua alma pode estar em perigo.” Eu disse, “Gerry, possa eu lhe dar uma lista de  títulos? “ Ele disse, lerei, qualquer coisa para o salvar deste tipo de armadilha. E eu lhe dei estes títulos.” Eu disse, “Gerry, eu li todos,  separe um deles, pelo menos uma ou duas vezes”. E eu enviei isto a ele.
Depois, de um mês nós conversamos um longo tempo por telefone.   Bem, isto foi  por três ou quatro meses. Nós falaríamos por telefone, duas, três, às vezes quatro horas discutindo, teologia e Bíblia até três ou quatro pela manhã. Uma noite minha esposa sentou na cama e disse, “Como vai? “Me fale sobre isto. Eu disse, “Gerry ficou perplexo com a verdade Bíblica e o avanço da Igreja católica”. Eu não pude ver ela enfrentar isso, mas eu  pude ver sua face no travesseiro  começando a chorar.
Em pouco tempo Gerry me chamou e disse, escute, eu estou um pouco assustado. Meus amigos também estão assustados. Nós realmente deveríamos levar isto a sério. Eu falei com John Gerstner, um teólogo Presbiteriano, anti-católico, para uma reunião de seis horas, para um estudo aprofundado, começando pelo Velho Testamento em hebraico, o Novo Testamento em grego,  e documentos da história da Igreja. Ao término de seis horas,  Gerry descobrimos que a Igreja católica nem mesmo tem necessidade de uma defesa. Ela  está mais como um leão. Nós apresentamos os ensinos da Igreja  no contexto Bíblico, e ele não tinha respondido nenhuma de nossas perguntas ou objeções.
Enquanto isso, eu enviei uma aplicação para Universidade de Marquette  porque eu tinha ouvido que tinham alguns teólogos excelentes. Fui aceito, e consegui uma bolsa de estudos, comecei a visitar alguns padres na área. Nenhum deles quis discutir minhas perguntas. Um deles na verdade disse, “você está pensando em converter-se para o Catolicismo? Não, você não quer fazer isso. Desde o Vaticano II nós desencorajamos isso. A melhor coisa que você pode fazer para a Igreja é ser um bom ministro presbiteriano.”
Três ou quatro encontros assim fiquei sem entender. Eu compartilhei isto com Kimberly. Ela disse, “Você tem que ir a uma Escola católica onde você pode estudar em tempo integral, onde você pode ter certeza que acredita na Igreja católica.” Assim depois de muito  oração e preparação, nós nos mudamos para Milwaukee onde eu estudei dois anos de tempo integral no programa doutoral deles.
Esses dois anos eram os anos mais ricos de estudo que eu já tinha experimentado e o tempo mais rico de oração. Eu me achei dentro de alguns seminários, entretanto, onde eu era de fato o solitário protestante. Eu realmente desfrutei o tempo. Mas aconteceu duas coisas no caminho.
Primeiro, eu comecei a pedir um rosário. Eu estava muito assustado, mas procedi a rezar, e como rezei. Comecei a entender então os Católicos. Logo veio em minha mente, que eu era uma criança de Deus. Eu não tinha somente Deus como Pai e Cristo como meu  irmão; mas eu tinha também uma Mãe.
Um amigo meu que tinha ouvido que eu estava passando para a igreja católica me chamou um dia e disse: “Você adora a Maria como esses  Católicos fazem? “ Eu disse,“Eles não adoram a Maria; eles honram a Maria.” “Bem, qual é a diferença? ” Eu disse, me Deixe explicar. Quando Cristo  aceitou o chamada do Pai para se tornar um homem, Ele aceitou a  responsabilidade para obedecer a lei, a lei moral na qual é resumida os  Dez Mandamentos. Há um mandamento que diz, Honra seu pai e mãe. eu disse, “Chris, no hebreu original, aquela palavra “honra”,  kaboda, palavra hebréia pretende glorificar, dar qualquer glória e  honre você seu pai e mãe. Cristo cumpriu aquela lei  mais perfeitamente que qualquer humano dando a glória dele honrando a Mãe. Tudo que nós fazemos no rosário, Chris, é imitar Cristo que honra a Sua Mãe com a glória dele. Nós a honramos com a glória de Cristo.
A segunda coisa que aconteceu foi quando fui a capela. Sentei na parte de trás, e era um observador. Então um sino tocou e todos eles se levantaram e a Missa começou. Eu nunca tinha visto isto antes.
A Liturgia da Palavra era rica. Eles leram a Bíblia, mais do que eu pensei. Então a Liturgia da Eucaristia começou. Eu assisti e escutei  como o padre pronunciou as palavras de consagração. E eu confesso, a última gota de dúvida escoou fora naquele momento.  Eu olhei e disse, “Meu Deus meu Deus.” Como as pessoas começaram a ir  adiante para receber a comunhão, eu fiquei alegre e o Senhor entrou em meu coração.  O Senhor é Deus e meu Salvador pessoal , mas agora eu penso que o Senhor quer vir em meu corpo como também em minha alma  até que esta comunhão esteja completa.
O próximo dia que eu estava de volta,  e o próximo, e o próximo. Eu não pude contar a ninguém. Eu não pude contar a minha esposa. Mas em duas ou três semanas eu estava com a cabeça erguida e sempre dizendo em meu íntimo, ame o Cristo na Real Presença, no Santíssimo Sacramento.
Então um dia Gerry me chamou no telefone. Ele tinha lido centenas de livros. Ele chamou para anunciar, “Leslie e eu decidimos tornar católicos na Páscoa de 1986. “Depois que desliguei o telefone, eu disse, “Kimberly, você nunca vai  adivinhar o que Gerry e Leslie estão planejando fazer.” “O que?” Eles vão se tornar  Católicos na Páscoa de 1986. “
Eu soube que Kimberly me amou bastante e nunca me permitiu desobedecer meu Deus e Salvador. Ela disse, “eu rezarei aproximadamente, mas eu tenho que lhe falar, eu me sinto traída. Eu me sinto abandonada. Eu nunca me senti tão só em minha vida. Todos meus sonhos estão morrendo por causa disto.” Mas ela rezou, e Deus a abençoou, ela voltou e  disse, “Esta é a coisa mais dolorosa em minha vida, em nosso matrimônio, mas eu penso que  é o que Deus quer que eu faça.”
Na vigília da Páscoa de 1986, ela me acompanhou para a  Missa de vigília, que até este momento, eu já tinha recebido o batismo, primeira comunhão, Confirmação. Quando eu voltei eu estava chorando,  e eu pus meu braço ao redor do dela e nós começamos a rezar. Deus disse a mim, “Olhe, eu não lhe estou pedindo que se torne um católico apesar de seu amor por  Kimberly, porque eu a amo mais que você”.
Nós tivemos um terceiro bebê, Hannah. Quando Hannah foi concebida, eu estava  realmente assustado. Assustado por muitos razões mas nunca tão assustado como numa   manhã de domingo quando Kimberly estava grávida de cinco meses. Estávamos na Igreja dela e na última estrofe do último hino, ela se levantou e virou para mim. Ela estava branca como um fantasma e disse, “eu não me sinto bem.” Ela se sentou e se deitou,e  não soube o que fazer, corri para um telefone público, e estava em um pânico mas logo veio a ajuda e ela entrou no carro e fomos para o hospital e a vida de Kimberly,  e o bebê foram poupadas, e Hannah nasceu.
Eu há pouco tive o senso que estávamos mais íntimos de Deus para o nosso matrimônio, pois antes de Hannah nascer Kimberly  me disse, “eu não estou segura  mas acho que Deus está me dizendo que Hannah vai ser um  criança de reconciliação. Eu não estava seguro do que isso significaria.” Nós abraçamos e começamos a rezar sobre isto.
Depois que Hannah nasceu, Kimberly me chamou. Ela disse, “penso que Deus quer que eu tenha a Hannah batizado dentro  da Igreja católica.” Eu disse, o que?  Ela disse, “eu não estou segura mas sim.” e nós passamos pela liturgia do batismo. Como resultado desta celebração litúrgica do batismo, ela  fotografou a liturgia batismal e enviou à família e  amigos. Mas ela ainda não estava pronta para entrar nestes debates. Ela começou  ler e rezar.
Viagem para o Vaticano em Roma
Em  Janeiro meu sogro me convidou a se juntar a ele e um grupo de pessoas que estavam trabalhando contra a pornografia que se espalhava pela  Europa oriental. Nesta viagem, iríamos também  ao Vaticano para uma reunião e uma privada  audiência com o Papa João Paulo II. Meu sogro, presbiteriano auxiliar, me perguntou se eu queria conhecer o Papa Eu disse, “Sim.” Assim no final de janeiro, além de ter podido se reunir com o Papa também fui convidado  o acompanhar na capela privada dele em uma sexta-feira e participar da Missa matutina às 7:00 da manhã onde fiquei alguns metros dele. Você poderia ouvir  ele que reza com a cabeça dele nas mãos dele, levando o peso do  Igreja com todos seus fardos no coração dele.
Como ele celebrou os Mistérios da Santa Missa, eu prometi para mim mesmo de participar profundamente na Missa, compartilhar com meus irmãos e irmãs, e agradecer a Cristo que nos deu uma incrível família, agradecer a Santíssima Virgem Maria por ser nossa Mãe espiritual, ao Papa, João Paulo II por ser um guia e um pai espiritual que nos conduz ao Pai divino, agradecer aos santos que são nossos irmãos e são a família de Deus.
“A Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1 Tim 3,15)
“Todo aquele que divide Jesus é um anti-cristo” (1 Jo 4,3)
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9 de jul. de 2012

* Por amor a Verdade: Cronologia Universal de algumas mentiras protestantes contra a Igreja Católica.


Por Fernando Nascimento
Uma vez protestante, ensinava Lutero: “Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana).” (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).
O teólogo e humanista Erasmo de Rotterdam (1467-1536), amigo contemporâneo de Lutero, assim chegou a se expressar diante da vil conduta do pai do protestantismo: “Revelarei a todos que mestre insigne és em falsificar, exagerar, maldizer e caluniar. Mas já toda gente o sabe… Na tua astúcia sabes torcer a própria retidão, desde que o teu interesse o requeira. Conheces a arte de mudar o branco em preto e de fazer das trevas luz”. (Grisar, Luther, II, 452 e ss, apud Franca, IRC: 200, nota 96)Diante de tamanho testemunho que comprova a aversão de Lutero à verdade, vejamos então as maiores mentiras e sabotagens históricas protestantes, forjadas ao longo de 500 anos contra a Igreja Católica: 1520 – Mentira contra o celibato: Lutero no final de 1520, fez uso de uma notória fábula para macular o bispo Ulrich, de Augsburg, publicando-a em Wittemberg com seu prefácio. Essa publicação pretendia ser uma efetiva arma contra o celibato dos padres e religiosos. Nessa carta  o bispo Ulrich é representado narrando como cerca de 3000 (de acordo com outros, 6000) cabeças de crianças que teriam sido descobertas num reservatório de água do convento de freiras de São Gregório em Roma. (…) (Jerome) Emser desafiou Lutero a publicar essa questionável carta, e ele respondeu que não confiava muito nela. (sic!) Todavia, graças a seu patrocínio, a fábula pôde continuar sua destruidora carreira e foi zelosamente explorada. (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960 pág. 177).
1525 – Adulteram a Bíblia colocando o termo “significa” onde Jesus diz que “É” seu corpo: o reformador suíço Zuinglio muda a Bíblia para acomodar sua heresia contra a presença real de Cristo na eucaristia: onde os Evangelhos e São Paulo dizem “isto é o meu corpo”, o heresiarca traduz por “isto significa o meu corpo”! A respeito, comenta outro protestante: “Não é possível de modo algum excusar este crime de Zuinglio; a cousa é por demais manifesta;(…) .” (Conr. Schluesselburg, Theologia calvinista, Francofurte, a M. 1592, 1. 2, f. 43 b.), escreve ainda o mesmo autor: “Não o podeis negar nem ocultar porque andam pelas mãos de muitos os exemplares dedicados por Zuinglio a Francisco, rei de França, e impressos em Zurique no mês de março de 1525, in 8o. Na aldeia de Munder, na Saxônia, no ano 60 eu vi na casa do reitor do colégio, Humberto, não sem grande maravilha e perturbação, exemplares da Bíblia alemã, impressas em Zurique, onde verifiquei que as palavras do Filho de Deus haviam sido adulteradas no sentido dos sonhos de Zuinglio. Em todos os quatro lugares (Mt., 26; Mc., 14; Lc., 22; I cor., 11) em que se referem as palavras da instituição do Filho de Deus, o texto achava-se assim falseado: Das bedeutet meinen Leib, das bedeutet meinen Blut, isto significa o meu corpo, isto significa o meu sangue.” (Conr. Schluesselburg, op. cit. f. 44 a.) (citações em padre Leonel Franca, op. cit., pág. 211).
As posteriores edições protestantes foram impressas corrigindo essa sabotagem de Zuinglio, que foi inclusive denunciado por Lutero, pois Lutero levantou-se contra o tal dizendo: ” ’é’ não pode ser traduzido por ’significa’”. (Uma Confissão a respeito da Ceia de Cristo – Von Abendmahl Christi, Bekenntnis WA 26, 261-509, LW 37. 151-372, PEC 287-296. – SASSE, H. Isto é o meu Corpo, p. 107).
Infelizmente, por causa do estrago causado pela falsificação de Zuinglio, a maioria dos protestantes continuam a ensinar erroneamente que o pão e o vinho consagrados, “significam” o corpo e sangue de Cristo.
1540 – A mentira que a Igreja é contra a ciência: um pastor protestante sabotou a obra do padre Copérnico sobre o heliocentrismo, em sua dedicatória ao Papa. Isso ajudou os protestantes mais tarde a propalarem falsamente que os papas eram contra o heliocentrismo. Naquele ano, o astrônomo Rheticus enviou para publicação o livro completo de Copérnico, De Revolutionibus (”As Revoluções“), cujo primeiro exemplar chegou às mãos de Copérnico em leito de morte, em 1543. Provavelmente não teve consciência de que o seu prefácio, dedicado ao Papa Paulo III, fora substituído por outro, anônimo, de Andreas Osiander (1498-1552), um pastor Luterano interessado em Astronomia, em que insistia sobre o caráter hipotético do novo sistema. Esse pastor também modificou o nome da obra para De Revolutionibus Orbium Coelestium (”As Revoluções do Orbe Celeste“). No livro, que tinha o texto já aprovado pelo Papa, Copérnico declarava e provava matematicamente que a Terra cumpria “uma revolução em torno do Sol, como qualquer outro planeta”. Fonte:http://www.euniverso.com.br/Cult/Mestres_e_artistas/Copernico.htm
Essa dedicatória omitida, acaba por colaborar com a falsidade que circula até hoje dizendo que os Papas eram contra a ciência. Não existiria essa falsidade se o prefácio da obra de Copérnico não tivesse sido criminosamente removido na gráfica por um pastor luterano.

Quem na verdade era contra Copérnico e a ciência, a qual chamava de “razão”, era Lutero, que assim se expressava: “O abade Copérnico surgiu, pretendendo que a terra girasse em torno do Sol.” – Lutero deu de ombros -“Lê-se na Bíblia que Josué deteve o Sol; não foi a Terra que ele deteve. Copérnico é um tolo.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 145).Deste modo Lutero via a ciência: “A razão é a prostituta, sustentáculo do diabo, uma prostituta perversa, má, roída de sarna e de lepra, feia de rosto (sic), joguemos-lhe imundícies na face para torná-la mais feia ainda.” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed. Pág. 217).Hoje o que vemos, são alguns desonestamente querendo inverter os papéis, a caluniar que a Igreja é que é a “inimiga da ciência”. A história universal advoga contra estes. 1546 – A mentira da fixação das teses de Lutero: após a morte de Lutero, Melanchthon inventa a lenda em que Lutero teria fixado 95 teses contra a Igreja, no pórtico da igreja do castelo de Wittenberg. Os historiadores Gottfried Fitzer, Erwin Iserloh e Klemens Houselmann negam que isso tenha ocorrido. Do relato de Johannes Schneider, um criado de Lutero, é que se extraiu de maneira errada a notícia da afixação das teses. Não é encontrado, em seu manuscrito, nenhuma referência a este fato. Lê-se apenas: “No Ano de 1517, Lutero apresentou em Wittenberg-sobre­ o Elba, segundo a antiga tradição da universidade, certas sentenças para discussão, porem modestamente e sem haver desejado insultar ou ofender alguém.” Ou seja, aquilo não passava de reles tese estudantil que até defendia o Papa, mas com alguns erros teológicos cometidos pelo autor, que foi em pouco tempo corrigido. (FITZER, Gottfried. Was Luther wirklich sagte, Verlag Fritz Molden, Wien-Muchen-Zurique, 1968.)
1546 –  “a Igreja vendia lugares no céu”: esse embuste acusava o Papa de estar vendendo indulgências para construir a Basílica de São Pedro. Tudo falsidade que se desfaz mediante simples leitura das teses de Lutero, especialmente a de nº 50, que diz: “Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.” As acusações de que o perdão dos pecados foi vendido por dinheiro, independentemente de contrição, ou que a absolvição de pecados a ser cometidos no futuro poderiam ser comprados são infundadas. (Paulus, “Johann Tetzel”, 103). Tetzel “, 103).
O que aconteceu de fato em 1517, foi a desobediência de um monge isolado, numa distante cidade alemã, longe do conhecimento do Papa em Roma, que teria cobrado pelas indulgências que são dadas gratuitas pela Igreja. Este monge era o Johann Tetzel, o mesmo foi punido disciplinarmente e morreu de desgosto adiante, inclusive sendo consolado magnanimamente por Lutero.
Uma outra falsa frase que ilustra ainda hoje panfletos difamatórios diz: “Tão logo o dinheiro no cofre tilintar, a alma do purgatório sairá voando”. A Bula Papal de indulgência não deu qualquer sanção para essa proposição. Foi uma opinião escolar vaga, refutada em 1482, e novamente em 1518, e certamente não é uma doutrina da Igreja, que foi assim indevidamente apresentada por difamadores como “verdade dogmática”. (consulta: Ludwig von Pastor , A História dos Papas, a partir do final da Idade Média, Francisco Kerr Ralph, ed., 1908, B. Herder, St. Louis, Volume 7, pp 347-348.)
1553 – Inventam a mentira que a Igreja proibiu a Bíblia: essa mentira dá conta que, o Papa Júlio III teria convocado três bispos que teriam optado por proibir a leitura da Bíblia visando “manter” a autoridade da Igreja. O autor desta farsa foi Pier Paolo Vergério (1498-1565), um protestante. O falsário na época, deu um jeito de colocar tal falsidade escrita dentro da Biblioteca Nacional de Paris, para dar-lhe ares de veracidade.
Recentemente o apologista católico Oswaldo Garcia deu-se ao trabalho de verificar isso junto àquela biblioteca e recebeu a seguinte informação: “O texto que procurais é uma crítica em estilo satírico, dirigida ao Papado e publicada em 1553 com o título “Consilium quorumdam apiscoporum Bononiae Congregatorum quod de ratione stabiliendae Romanae Ecclesiae Iulio III P.M. datum est”. O seu autor Pier Paolo Vergério (1498-1565) Bispo de Modruch, e, depois, de Capo d’Istria, aderiu posteriormente à reforma protestante em 1549 aproximadamente, põe em cena Bispos que prestam conselho ao Papa Júlio III sobre a maneira de restabelecer a autoridade pontifícia”. Às pessoas que interpelam esta instituição a respeito da autenticidade do documento, a biblioteca tem respondido: “É impossível que tal documento seja obra de alguma autoridade da Igreja Católica.” Por sugestão do Garcia, esta informação foi publicada na revista “Pergunte e Responderemos” de novembro/2006, n. 533.
Veja, agora, uma norma católica de 1480, anterior à Revolta protestante, que por si só, seria suficiente para encerrar essa lenda que apregoa que a Igreja seria contra a Bíblia:
“Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las… Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero … devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação”(The publisher of the Cologne Bible [1480] ).Bibliografia: - Adolphe-Charles Siegfried, La Via et le travaux de Pierre-Paul Vergerio. Thése presentée [...] pou obtenir le grade de bachelier en théologie à la Faculté de théologie protestante de Strasbourg, Strasbourg, imprimerie de Vve Berger-Levrault, 1857
- Ugo Rozzo (a cura di), Pier Paolo Vergerio Il Giovane, um polemista attaterso l’Europa del Cinquecento, Atti del Convegnho intternazionale di studi, Forum Edizioni,2000.
1563 – Inventam a mentira que a Igreja teria acrescentado sete livros à Bíblia: era o final do Concílio de Trento, essa mentira foi plantada para desacreditar a Igreja e aquele Concílio feito para enfrentar a rebelião protestante. Sobre a Bíblia, tudo que houve neste concílio foi a pura confirmação do cânon dos 73 livros reafirmados nos concílios anteriores. Para desmascarar os propagadores dessa mentira basta mostrar-lhes que Santo Agostinho, no ano 397, em sua obra “Sobre a Doutrina Cristã, livro 2, cap. 8, 13” já aparece citando o cânon Bíblico de 73 livros : “… O cânon inteiro da Bíblia é o seguinte: os cinco livros de Moisés, ou seja, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, …Tobias, Éster e Judite, e os dois livros de Macabeus , … , Sabedoria e Eclesiástico, … Baruque, …”
Na verdade os protestantes é que posteriormente arrancaram sete livros da Bíblia, as Bíblias dos reformadores continham os 73 livros, o próprio Lutero os traduziu na sua edição da Bíblia datada de 1534. Foi somente no século XIX que as Sociedades Bíblicas protestantes deixaram de incluir nos seus exemplares da Bíblia os sete livros deuterocanônicos.
Para confirmar de vez a mentira e a grave mutilação Bíblica feita pelos protestantes, basta conferir os livros da Bíblia de Gutemberg, impressa antes da reforma protestante e quase um século antes do Concílio de Trento, pois os livros Tobias, Judite, 1 Macabeus, 2 Macabeus, Sabedoria, Eclesiástico e Baruque que eles arrancaram estão lá. Este é o link direto, onde você pode ver escaneados todos os livros da Bíblia de Gutenberg e seu catálogo: http://prodigi.bl.uk/treasures/gutenberg/search.aspVocê poderá também, visitar a Biblioteca Nacional – Sede: Av. Rio Branco, 319 – Rio de Janeiro – CEP 20040-009 – Tel.: 55 21 3095 3879.
1563 – Chamam “apócrifos” os livros sagrados que excluíram das bíblias protestantes: essa manobra foi feita para justificar a exclusão dos sete livros: Tobias, Judithe, Sabedoria, I Macabeus, II Macabeus, Eclesiástico e Baruque, que contrariavam a recém criada religião protestante. Esses livros faziam parte da Bíblia Septuaginta usada pelos apóstolos, e vários destes foram encontrados integrando os escritos cristãos primitivos achados em 1947 no Mar Morto. Ao contrário do que dizem os protestantes, “Apócrifo” sempre significou: escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas. (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99). Ou seja, “apócrifos” são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja Católica no século 4. Fica evidente que os protestantes para mais uma vez caluniarem a Igreja Católica, simplesmente resolveram chamar de “apócrifos”, os Livros Sagrados que começaram a rejeitar no século 16.
1685 – Criam a lenda de que o protestantismo teria surgido no dia da falsa fixação das teses de Lutero: como seria possível isso se Lutero ainda era católico e defendia o Papa naquelas teses, dizendo entre muitos outros muitos elogios: “Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.”(Tese nº 9).Na verdade, foi ao final do século XVII, contexto da expansão militar de Luís XIV (que revogou o Édito de Nantes em 1685), que se começou a celebrar nos meios protestantes o dia de lançamento das teses de Lutero como um “marco de ruptura” com Roma. (Alexander Martins Vianna, Professor do Departamento de História da FEUDUC-RJ).
1819 – Caluniam que um “padre” traduziu a bíblia protestante para o português: no maior “conto do vigário” da história, João Ferreira de Almeida, um protestante adolescente de 16 anos de idade, de origem portuguesa (que não era padre coisa nenhuma, mas usava esse título para ganhar credibilidade), afirmava ter feito a primeira tradução em língua portuguesa da Bíblia, diretamente dos originais em hebraico e grego, o que não é verdade.
Este, nunca teve a mão os originais da bíblia, mas, escritos do séc. XVI. Também valeu-se de traduções católicas em vários idiomas, como atesta a Enciclopédia Wikipédia: “João Ferreira de Almeida lançou-se num enorme projecto: a tradução do Novo Testamento para o português usando como base parte dos Evangelhos e das Cartas do Novo Testamento em espanhol da tradução de Reyna Valera, 1569. Almeida usou também como fontes nessa tradução, as versões: Latina (de Beza), Francesa [Genebra, 1588] e Italiana [Diodati 1641] – todas elas traduzidas do grego e do hebraico. O trabalho foi concluído em menos de um ano quando Almeida tinha apenas 16 anos de idade.”http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ferreira_de_AlmeidaA tradução do NT do adolescente João Ferreira tinha tanto erro, que os revisores passaram quatro anos tentando corrigir o que ele fez em menos de um. Ele morreu em 1691, sem completar o VT, e outro continuou a desastrada missão. Antes de morrer, João Ferreira publicou uma lista de mais de mil erros em seu Novo Testamento, e Ribeiro dos Santos afirma serem mais. (Ribeiro dos Santos foi um importante historiador do protestantismo brasileiro. Ele era pastor presbiteriano).
Só em 1819 a bíblia completa de João Ferreira de Almeida foi publicada em um só volume pela primeira vez, com o título: “A Bíblia Sagrada, contendo o Novo e o Velho Testamentos, traduzida em português pelo Padre João Ferreira de Almeida, ministro pregador do Santo Evangelho em Batávia.(…)” .Note que 128 anos depois da morte de João Ferreira, o continuaram chamando de “padre” no prefácio para agregar credibilidade a tal bíblia errática. Esta edição foi mais tarde reimpressa com a ressalva: “EDIÇÃO REVISTA E CORRIGIDA”, e depois novamente com: “ALMEIDA CORRIGIDA E FIEL”. Tais avisos significam, em bom português, que as edições anteriores estão sempre erradas.
1836 – Inventam a “Noite de São Bartolomeu” contra a Igreja: o alemão Giacomo Meyerbeer (1791- 1864 ) forja em 1836, uma ópera intitulada “Les Huguenotes” onde numa farsa musical, atribui a morte de protestantes (chamados huguenotes), envolvidos em brigas políticas como os reis em 1572, à Igreja Católica. Deram a esse episódio político o nome de “Noite de São Bartolomeu”, para sutilmente o vincularem a Igreja. Porém, não foi a Igreja e nem o Papa, e nem o alto clero francês que determinaram aquele massacre. Seria preciso lembrar que, antes, os protestantes haviam feito outros massacres de católicos, assassinado o Duque Francisco de Guise, destruído igrejas e profanado muitas vezes hóstias consagradas e destruído imagens. Os huguenotes eram uma bem pequena fração dos franceses, mas nessa minoria ínfima, se contavam inúmeros príncipes e personagens muito importantes que armavam os protestantes. Nesta tardia ópera, forjada 264 anos após os fatos, Meyerbeer vergonhosamente colocava o cardeal de Lorena, que no momento do massacre estava em Roma, a abençoar em Paris os punhais destinados à matança. Se a Igreja Católica de fato tivesse tido parte nisto, em 1593, o líder protestante huguenote, Henrique IV, que escapou do citado massacre, não teria se convertido voluntariamente e definitivamente ao Catolicismo. Consultas: DEVIVIER, Pe. W., SJ. Curso de Apologética Christã, 3ª ed., São Paulo: Melhoramentos, 1925, pp. 426-429; Enciclopédia Microsoft Encarta 99.
1858 – Inventam a mentira que as doutrinas católicas têm origens pagãs: o ministro protestante escocês Alexander Hislop, publica o mentiroso livro “A Duas Babilônias“, onde alega que a religião da antiga Babilônia, sob a liderança do Nimrod e sua esposa, recebeu mais tarde disfarces de sonoridade cristã, transformando-se na Igreja Católica Apostólica Romana. Com efeito, existiriam duas “Babilônias”: uma antiga e outra moderna (a Igreja Católica). É deste livro que dimanam os insultos protestantes que caluniam que as doutrinas católicas são pagãs, desde a hóstia até a celebração do Natal. Ainda hoje os vemos com tal insulto na ponta da língua.
Recentemente, o pastor, Ralph Woodrow, escritor protestante, reconheceu as acusações infundadas e retirou das livrarias e substitui seu livro que se baseava nas mentiras de Alexander Hislop. Aponta Ralph Woodrow: “É impressionante como ensinamentos infundados como esses circulam e se tornam críveis. Qualquer pessoa pode ir a qualquer biblioteca e consultar qualquer livro sobre a história antiga da Babilônia: nenhuma destas coisas poderá ser encontrada. Essas afirmações não possuem fundamento histórico; ao contrário, são baseadas em um monte de peças de quebra-cabeças sobre mitologia juntadas arbitrariamente.” (Confira em: http://www.ukapologetics.net/1hislopbaby.html )Para entender as doutrinas católicas, bastava estudarem a Bíblia e a Patrística.
1883 – Forjam um sanguinário juramento e os atribuem aos jesuítas, para posar de perseguidos ao mundo: o escritor francês Charles Didier (1805-1864), forja em seu livro “Rome Souterraine”, um sanguinário “juramento” atribuindo-o aos jesuítas. Esse falso juramento, ainda mais carregado de brutalidades, continua sendo amplamente usado pelos protestantes em apostilas e na internet. No ano de 1912 no estado da Pensilvânia-EUA, eles o utilizaram alterado para ganhar uma eleição estadual contra o democrata católico, Eugene C. Bonniwell. Para ver a investigação que desmascarou a farsa, acesse:
http://fimdafarsa.blogspot.com/2011/06/o-juramento-dos-jesuitas-refutado.html

1962 – Reúnem todas as calúnias e lançam o livro “Catolicismo Romano” repleto de falsidades: o protestante presbiteriano Loraine Boettner (1901-1990), lança o livro “Catolicismo Romano” que era conhecido como “A bíblia do Anti-catolicismo”. O livro continha quatrocentos e cinqüenta páginas com todos os tipos de distorções e mentiras sobre a Igreja Católica. Ainda hoje muitos protestantes fazem uso das falsidades constante naquele livro. O ministro protestante Scott Hahn distribuiu este embuste. Scott Hahn converteu-se ao catolicismo, provando ser o conteúdo do livro uma farsa. O cd do seu testemunho de conversão atingiu o maior número de cópias distribuídas em todos os tempos. O seu testemunho pode ser acessado aqui:
http://www.legiomariae.kit.net/Canais/Apologetica/Protestantismo/testemunhoscot.htm

1963 – Aliam-se aos comunistas para injuriosamente fazer da Igreja Católica cúmplice do nazismo: o protestante Rolf Hochhuth, para macular o Papa Pio XII escreve a peça “O Vigário” (1963), onde criminosamente põe o Papa como colaborador de Hitler. Essa farsa culminou mais tarde no livro de John Cornwell, “O Papa de Hitler” (1999). Foi tudo de cabo a rabo uma criação da KGB. A operação foi desencadeada em 1960 por ordem pessoal de Nikita Kruschev. Pacepa foi um de seus participantes diretos. Entre 1960 e 1962 ele enviou a Moscou centenas de documentos sobre Pio XII. Na forma original, os papéis nada continham que pudesse incriminar o Papa. Maquiados pela KGB, fizeram dele um virtual colaborador de Hitler e cúmplice ao menos passivo do Holocausto. (leiam a história inteira aqui: http://www.nationalreview.com/articles/219739/moscows-assault-vatican/ion-mihai-pacepa ).

Desmoralizando estes difamadores: Albert Einstein (1879-1955), um refugiado do nazismo, e a primeira-ministra israelense Golda Meir (1898-1978), por exemplo, expressaram publicamente sua gratidão ao Santo Padre por salvar judeus do genocídio. Explicou à agência Zenit Gary L. Krupp, presidente da Fundação Judaica Pave The Way (PTWF): “Os judeus sobreviventes agradeceram pela oportunidade de saudar o Papa em alemão e italiano e de agradecer-lhe pela intervenção da Igreja Católica para salvar suas vidas durante a II Guerra Mundial.” (Fonte: http://www.zenit.org/article-18780?l=portuguese )
2003 – Lançam o filme “Lutero” recheado de mentiras e omissões: Tentam no cinema reabilitar Lutero, num tributo fantasioso ao pai da revolta protestante. Pois ainda que seus idealizadores tenham deixado de retratar fielmente a vida atribulada de Lutero, movidos claramente pela ideologia apaixonada que visou a reabilitação pública do monge alemão e o bem da Igreja luterana, usaram e abusaram do princípio escandaloso proposto pelo próprio Lutero: mentir a vontade, sem remorso, dizer boas e grossas mentiras! De antemão se sabia que o filme seria tendencioso, pois fora patrocinado por um fundo luterano milionário – Thrivent – bem como pela Federação Luterana. Mas o resultado ultrapassou em muito as piores perspectivas:
Do soberbo Lutero fizeram um religioso humilde, quando aquele na verdade dizia: “Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”. (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).
Do infiel Lutero, fizeram um homem leal, quando aquele dizia: “Eu tive até três esposas ao mesmo tempo.” (Lutero). Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira. (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et l’heure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).
Do assassino Lutero, fizeram um santo, quando aquele dizia: “Eu, Dr. Martim Lutero, durante a rebelião matei todos os camponeses, porque fui eu quem ordenou que eles fossem mortos. Todo o sangue deles está sobre minha cabeça. Mas eu o ponho todo sobre Deus Nosso Senhor; pois foi ele quem assim me mandou falar!” (”Tischredden”, Ed. Erlangen, Vol. 59, p. 284)
Jesus edificou Sua única Igreja sobre Pedro apóstolo (Mateus 16,18), nos ensinou que o Diabo é o pai da mentira (João 8,44), e príncipe deste mundo (João 12,31; 14,30; 16,11). Também nos ensinou que Ele, Jesus, é a verdade o caminho e a vida (Jo 14, 6), que sua Igreja é a coluna e fundamento da verdade (1 Timóteo 3,15) e que seu reino não é desse mundo (Jo 18, 36).