Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

11 de mai. de 2011

Faça imediatamente sua parte.



A PL 122- 2006 será votada nesta quinta-feira, dia 12 de Maio de 2011, na comissão de direitos humanos, uma lei absurda e inconstitucional que será aprovada se os cristãos não se mobilizar e reivindicar dos senadores uma posição contraria.
Para quem não sabe a PL 122 pretende criminalizar atitudes homofóbicas, porém para a Senadora Marta Suplicy e companhia, qualquer oposição de cunho filosófico, moral, médico e religioso contra o homossexualismo é homofobia, um crime com pena de reclusão que vai variar entre dois a cinco anos de cadeia.
A Equipe Regina Apostolorun pede aos amigos internautas que dediquem uma porcentagem do seu tempo para mandar mensagens para os senadores e divulgar através de todas as redes sociais o que irá acontecer amanha.
Infelizmente a mídia secular e parte da mídia religiosa esta vendida para o “politicamente correto”, se não fizermos nossa parte não conseguiremos fazer resistência e os senadores colocados por nós no governo vão sancionar leis que destroem com os nossos mais sagrados valores.
Saiba mais sobre o assunto nestes links e divulguem para gloria de Deus:





Líderes religiosos denunciam a Ideologia Gay e a PL 122

Este vídeo é muito interessante, pois o Padre Paulo Ricardo e o pastor Silas Malafaia denunciam com veemência esta vergonha ação do STF a respeito da Ditadura Gay.

Assistam.

Lei da Homofobia” (PLC 122/2006) será votada amanhã no Senado. Faça agora sua parte: envie seu protesto aos Senadores.





Daniel F.S. Martins( IPCO)
Acabei de confirmar no site do Senado. Amanhã, na Comissão de Direitos Humanos, o item 8 da pauta é o PLC 122/2006, que implantará uma verdadeira perseguição religiosa no Brasil. Todos os que, ainda que pacificamente, manifestarem-se contra a prática homossexual, poderão ser presos de 2 a 5 anos!

Não podemos aceitar que imputem a nós, cristãos, a categoria de discriminatórios, pelo fato de obedecermos os Mandamentos da Lei de Deus. Não podem nos colocar na cadeia por seguirmos nossa consciência.

Precisamos reagir o quanto antes contra este Projeto de lei.

O Brasil cristão é contra o PLC 122/2006.

Mande mensagens imediatamente para todos os senadores pedindo para votar contra a PL 122.

acir@senador.gov.br
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aecio.neves@senador.gov.br
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aloysionunes.ferreira@senador.gov.br
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alvarodias@senador.gov.br
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anibal.diniz@senador.gov.br
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antoniocarlosvaladares@senador.gov.br
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armando.monteiro@senador.gov.br
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benedito.lira@senador.gov.br
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blairomaggi@senador.gov.br
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casildomaldaner@senador.gov.br
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cicero.lucena@senador.gov.br
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ciro.nogueira@senador.gov.br
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clesio.andrade@senador.gov.br
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cristovam@senador.gov.br
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cyro.miranda@senador.gov.br
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delcidio.amaral@senador.gov.br
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demostenes.torres@senador.gov.br
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eduardo.amorim@senador.gov.br
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eduardo.suplicy@senador.gov.br
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ecafeteira@senador.gov.br
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eunicio.oliveira@senador.gov.br
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fernando.collor@senador.gov.br
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flexaribeiro@senador.gov.br
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francisco.dornelles@senador.gov.br
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garibaldi@senador.gov.br
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gilvanborges@senador.gov.br
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gim.argello@senador.gov.br
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humberto.costa@senador.gov.br
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inacioarruda@senador.gov.br
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wellington.dias@senador.gov.br
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wilson.santiago@senador.gov.br
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valdir.raupp@senador.gov.br
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vicentinhoalves@senador.gov.br
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pinheiro@senador.gov.br
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waldemir.moka@senador.gov.br
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waldemir.moka@senador.gov.br
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vitalrego@senador.gov.br
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itamar.franco@senador.gov.br
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ivo.cassol@senador.gov.br
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jarbas.vasconcelos@senador.gov.br
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jayme.campos@senador.gov.br
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joao.alberto@senador.gov.br
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joaodurval@senador.gov.br
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joaopedro@senador.gov.br
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joaoribeiro@senador.gov.br
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j.v.claudino@senador.gov.br
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jorge.viana@senador.gov.br
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jose.agripino@senador.gov.br
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gab.josepimentel@senador.gov.br
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sarney@senador.gov.br
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lindbergh.farias@senador.gov.br
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lobaofilho@senador.gov.br
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luizhenrique@senador.gov.br
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mario.couto@senador.gov.br
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mozarildo@senador.gov.br
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paulobauer@senador.gov.br
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paulopaim@senador.gov.br
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simon@senador.gov.br
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pedrotaques@senador.gov.br
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randolfe.rodrigues@senador.gov.br
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randolfe.rodrigues@senador.gov.br
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renan.calheiros@senador.gov.br
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ricardoferraco@senador.gov.br
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katia.abreu@senadora.gov.br
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lucia.vania@senadora.gov.br
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maria.carmo@senadora.gov.br
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marisa.serrano@senadora.gov.br
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marta.suplicy@senadora.gov.br
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vanessa.grazziotin@senadora.gov.br

MARIA PORTA DO CÉU (Anderson Luiz dos Reis)

É de se perceber que no vocabulário católico a palavra céu tem sido pouco mencionada, e por muitas vezes esquecida e desacreditada. Porém, olhando os grandes autores e escritores de todos os tempos, que muitos enfatizaram a respeito de metas em nossa vida, eu pergunto: qual a maior meta de nós, católicos? E respondo: Sem dúvida alguma, possuir a gloria eterna. E vemos nas Sagradas Escrituras evidências desta verdade que acabamos de escrever nos lábios do próprio Jesus: ”Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, Eu não vos teria dito; pois Vou preparar-vos um lugar”. (Jo 14,2). E que lugar é este? Este é o lugar comprado na cruz, com todo o Seu Sangue, para que ,lavados e purificados de nossas faltas, possamos adentrar e morar eternamente com nosso Senhor e por toda eternidade render-Lhe glórias e louvores.
Creio que muitos que estão lendo este texto, sentiram manifestações interiores diferentes, mas duas predominantes. Primeiro: Eu quero ir para lá. E a segunda: É muito difícil ir para lá. Escrevi estas duas, pois a primeira faz parte de nossa vocação, que como dizia S. Paulo: “Nós, porém, somos cidadãos do céu...” (filp 3,20). E em outros trechos: “Se é só para esta vida que temos colocado a nossa esperança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de lástimas”. (I cor 15,19). E a segunda, sendo difícil e estreito o caminho, como dizia Nosso Senhor: “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição e numerosos são os que por aí entram” (Mt. 7, 13).
Muitos desistem, perdem a esperança e se entregam aos pecados mais horrendos, vendo as suas forças esgotadas e sem perspectiva de vitória. É particularmente para estes que escrevo, pois muitos santos no seu abismo de miséria humana, mas com um desejo convicto de ir para o céu, nos ensinaram um caminho mais curto e certo, sem erro algum de percurso. E começo a falar de uma resposta de S. Pio, a uma jovem desejosa do céu, que um dia perguntou-lhe: “Padre, tem algum atalho para ir ao céu? Ao que ele responde: “Sim, o atalho é a Virgem Maria”. E isto não é de difícil compreensão, já que S. Agostinho dizia: “A Virgem Maria é o caminho que Jesus serviu para vir até nós, e também é o caminho que devemos servir para ir até Ele”. Muitos não entendem esta afirmação, pois dizem que nas Sagradas Escrituras o próprio Jesus disse em João 14, 6: “Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai se não por mim”. Esta afirmação está correta, porém Jesus disse que é o caminho que leva ao Pai, e S. Boaventura disse que “Maria é o caminho que leva a Jesus”. E diante deste abismo de misericórdia divino, Deus nos presenteou a Virgem Maria como a porta do céu. Quem compreendeu bem isto foi S.Cura d’Ars, que escrevia : “para entrar em um prédio precisamos passar pelo porteiro; para entrar no céu precisamos passar por Maria”.
Não apenas S. Boaventura, mas inúmeros santos que colocaram a sua esperança na Santa Mãe de Deus, como S. Ambrósio, que dizia: “abre-nos, Senhora, as portas do céu, já que tu tens a chave:” E S. Boaventura confirma-nos: “A todos os que confiam na proteção de Maria, ser-lhes-ão abertas as portas do céu”. É claro que ao lermos isto não vamos ficar como católicos parasitas, sem esforço algum, pensando que a Virgem fará tudo. É claro que não, pois S. Felipe Neri dizia: “O paraíso não foi feito para os preguiçosos”; e também: “Quem não procura salvar-se é um louco”. E em cima disto, escreveu: “quem não procura Maria para salvar-se é um louco”. Neste momento que escrevo, vejo uma imagem de dois carros em uma pista, um fusca branco e uma Ferrari vermelha, para apostarem uma corrida a um determinado rumo. É claro que, se eu perguntar a você, querido leitor, se fosse você a ser escolhido para esta prova, e tivesse a oportunidade de escolher o carro, a sua resposta seria clara e objetiva: você pegaria a Ferrari e concluiria a vitória. E nesta vida, em que corremos neste vale de lagrimas, corremos juntos a Virgem para que nos dê a vitória e nos leve a possuir a coroa da Glória Eterna. E isto que acabo de escrever é algo parecido com a visão de Frei Leão, que certa vez, como de costume, foi levar flores ao túmulo de S.Francisco de Assis, e enquanto depositava as flores no túmulo, meditava sobre as verdades eternas. Porém acabou adormecendo e teve uma visão do Dia do Juízo. Viu que de uma janela do Céu aparecia Jesus acompanhado de S. Francisco. Fizeram descer uma escada vermelha, que tinha os degraus muito compridos, de tal maneira que era impossível subir por ela. Todos peregrinos tentavam e pouquíssimos conseguiam subir. Passado certo tempo, subiu um clamor da terra ao Céu e viu-se abrir outra janela, na qual apareciam novamente Jesus e S. Francisco, mas também a Virgem Maria ao lado do Senhor. Então lançaram outra escada, desta vez branca e com os degraus mais curtos. E os peregrinos, com imensa alegria, subiam. Quando alguém se sentia fraco, a Santíssima Virgem animava-o chamando pelo nome e enviando anjos para ajudá-lo. E assim foram subindo, um atrás do outro. E é para você, peregrino, que luta pela santidade, que anseia pelo céu. Este é o caminho mais curto e fácil que nos leva a sermos santos, pois o bem aventurado José Alamano nos ensinara: “Procurar a santidade sem Maria é como tentar voar sem asas”.
E é voando nestas asas da liberdade da vida santa, buscando as coisas do alto aonde a Virgem nos ensina olhar que lhe escrevo para que reavive a esperança. Exortando-lhe a saber que você não é órfão, mas tem uma Santa Mãe Medianeira de todas as graças, capaz de lhe acumular das graças da santidade e emenda de pecados, pois como dizia S. Agostinho: “Maria é a esperança dos pecadores”. É a você que escrevo, para que com determinação se consagre à Virgem Maria, sendo fiel ao Rosário, à ponte que te salva, e lutar com a esperança dos Santos, que no derradeiro momento o socorro materno da Virgem Maria virá ao teu encontro e te levará pelas mãos para ser recebido por Seu Filho, Jesus, pois para entrar no céu terás que passar por uma porta e esta porta é Maria, sua Mãe que te ama, e que disse em Fátima: “Muitas almas vão ao inferno. Para salvá-las, meu filho, terás que estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração”. E você, que acaba de ler este texto, está sendo vocacionado a se consagrar a este Coração que tanto o ama e que ao seu lado, por toda eternidade, quer estar.
Frases para meditar:
“Ser vosso devoto, ó Virgem Maria, é uma graça que o Senhor concede àqueles que Ele
quer salvar”. (S.João Damasceno).
“Todo aquele que é assinalado pela devoção à Virgem Maria, seu nome será assinalado no livro da vida (S. Boa Ventura)”
“Quem ama Nossa Senhora pode estar tão certo do paraíso, como se nele já estivesse”. (S.Afonso).

“Oh, Maria: tendes o poder de restituir a salvação até aos mais desesperados”; (S.Pedro Damião).

Oração: Ó Virgem Imaculada, sendo eu pecador, pequeno e sem forças, recorro ao Vosso Auxílio, Arca da Salvação, para que consagrado a Ti, ó Mãe, seja alvo de Sua Misericórdia Materna, e por seus merecimentos, seja levado ao Paraíso Celeste, para estar face a face com a Trindade Santa, e adorá-la por toda eternidade. Amém.


Nossa Senhora do Rosário de Fátima .
Rogai por nos.


Autor: Anderson Luiz dos Reiz, (Fundador da equipe missionária Regina Apostolorum).

Um mês com Maria - 11° dia

O grande inimigo

O Demônio é o grande inimigo do homem."É o inimigo número um", dizia Papa Paulo VI. Satanás parece nos inícios do gênero humano, apresenta-se desde o início um homicida, mentiroso e pai da mentira"Consegue fazer cair os nossos antepassados Adão e Eva e se torna o príncipe deste mundo (2 Cor 4,4), acusador dos nossos irmãos (Ap 12,10). Com o pecado original, todo o mundo jaz sob o malígno (I Jo 5,19) e os demônios são dominadores deste mundo tenebroso (Ef 6,12). Como aparecem tenebrosos os primeiros acontecimentos à Humanidade Nova por causa deste infernal assassino que possui o império das trevas (Lc 22,53). Pe. Pio escreveu em um carta ao seu Diretor espiritual contando que ele viu a figura monstruosa de Satanás em seus sonhos. Era um ser horrível e gigante, alto como uma negra montanha. S. Pedro nô-lo apresenta como a imagem de um leão que ruge sempre pornto a devorar-nos (I Pd 5, 8-9). Como o tortura a inveja, porque nós podemos nos salvar. Ele nos quer todos no Inferno.


A aurora que surge


Uma cena estupenda nos aparece no início da humanidade dominada por Satanás e oprimida pelo pecado. Uma mulher sublime, com o seu Filho,"amassa a cabeça da serpente" (Gn 3,15). A Imaculada, vencedora de Satanás, brilhante nas trevas do pecado, com o seu Divino Filho, é a desafeta de Santanás. Em Gênesis, Deus apresenta a Imaculada semelhante a aurora que se eleva maravilhosa sobre a noite da humanidade pecadora. Em Cântico dos cânticos, o autor inspirado exclama: "Quem é aquela que avança como aurora, bela como a lua, eleita como o sol, tremenda como exército formado?" (6,9). É a Imaculada, Guerreira invencível, Senhora das vitórias, Terror dos demônios. Santa Bernadette nos narra em Lourdes que viu ao lado da gruta uma turma de demônios que berravam gritos infernais. Assustada, a santa olhou a Imaculada; bastou um olhar severo de Maria para eles e fugiram. Assim o demônio, em frente à Imaculada, demonstra o que significa seu nome (Belzebu): Deus das moscas.


Tentadores em luvas amarelas


A tática do diabo é alegrar os sentidos e a imaginação do homem para perder o seu espírito. Se apresenta como um conselheiro e um servidor em luvas amarelas, com ofertas de bens e prazeres sedutores a ganhar. Fez isso com Eva (Gn 3, 1-7) com Jesus (Mt 4, 1-11) e com os santos de todos os tempos: S. Bento, S. Francisco de Assis, S. Teresa D'Ávila, S. Cura d'Ars, S. João Dom Bosco, S. Pe Pio... Hábil e na defensiva, o demônio sabe servir-se de tudo para nos arruinar: a imodéstia de Davi (2 Sm 11, 2-26), a gula de Esaú ( Gn 25, 29-34) o apego às riquezas de Ananias e Safira (At 5, 1-10). Ele tenta até propor coisas aparentemente úteis para as almas. Sabe-se que Cura d'Ars pregava de maneira simples, fecunda de graças para as almas. Cheio de premuras, o diabo foi a ele exortando-o a pregar de modo difícil, assegurando-lhe a fama de grande pregador. O santo adviu o engano, recusou-se e continuou com seus sermões simples e eficazes. Pagou com muitos despeitos furiosos que o demônio lhe fez dia e noite.


Quatro estúpidos


Satanás tem uma obra-prima: convencer os homens que ele não existe. Conquistando isso, trata os homens como bonecos. Pe. Pio escutou um sermão onde o orador nada fazia mais que perguntar-se sobre a existência do diabo. No final o orador concluiu que ele existe. Passado o sermão, Pe. Pio advertiou-o dizendo-lhe que ao se falar do demônio, deve ser preciso em afirmar sua existência e sua ação nefasta no mundo. Ao final, acrescenta-se a exitência dos "Quatro estúpidos" que ousam negar a existência do diabo. Hoje são mais que quatro, e há até na Igreja, infelizmente. Tanto é verdade que Paulo VI teve que intervir expressamente em um discurso (15/11/1972) para confirmar a verdade da fé sobre a existência de Santanás como pessoa e constatou amargamente como a "fumaça do diabo" está fumegando na Igreja. A uma de suas filhas espirituais, Pe Pio disse:"Se se pudesse ver a olhos nus quantos demônios invadiram a Terra, não mais veríamos o Sol".Contra estes apóstatas, qual não deve ser nossa defesa?

Vigiai e rezai


Jesus nos previniu contra as insídias do diabo. Ele nos ensinou no Pai-nosso :"Não nos deixeis cair em tentação" (Mc 14,38). A guarda e a oração são as duas maiores forças do homem contra o demônio. Façamos nossa a recomendação de Pe. Pio: "Filho, o inimigo não dorme! Esteja alerta com a guarda e a oração. Com a 1ª avistaremos; com a 2ª teremos arma para nos defender". A guarda nos faz avistar as ocasiões perigosas ( uma leitura, um espetáculo, uma pessoa, um lugar, uma vontade...). A oração nos dá força de evitar os perigos, de fugir às ocasiões como recomendava S. Felipe Néri. S. Agostinho ensina que o demônio é só um cão amarrado, e só pode morder quem dele se aproxima. Ao largo, então! Se o demônio se faz insolente, escutemos a palavra de S. João Bosco que dizia aos seus jovens: "Quebrai os cornos do demônio com a Confissão e a Comunhão".


Amassa-lhe a cabeça


S. Maximiliano escreveu que "a serpente levanta a cabeça em todo o mundo, mas a Imaculada lhe pisa em vitórias grandiosas". Para abater o demônio de modo mais humilhante, precisamos recorrer à Imaculada. O demônio tem pavor d'Ela que sozinha é terrível como um exército formado (Ct 6,9). Quando S. Verônica Giuliani era atacada fisicamente pelo demônio, ao conseguir invocar Nsa Sra, o demônio fugia precipitadamente, gritando: "Não invoque minha inimiga!" A oração Mariana mais forte contra o demônio é o Rosário. Uma vez lhe perguntaram durante um exorcismo, qual oraçãoele mais temia. Respondeu: "O Rosário é o meu flagelo". Se os cristãos levassem consigo e usassem amiúde este flagelo dos demônio, quantas ruínas, desventuras e pecados a menos sobre a Terra...


Votos


* Levar consigo o Rosário e recitá-lo na tentação;

* Oferecer hoje uma mortificação contra a gula;

* Ler e meditar a página do Evangelho sobre as tentações de Jesus no deserto. (Mt 4,1-11)

Fonte: livro "Um mês com Maria", de Pe. Stefano Manelli

10 de mai. de 2011

Sobre Lobos e Cordeiros

Maravilhoso artigo publicado no blog deuslovult.org pelo meu amigo Jorge Ferraz.
É uma defesa espetacular contra as perseguições e acusações injustas dirigidas ao Padre Paulo Ricardo.

Vale a pena a leitura.

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Foi recentemente publicada no seu blog pelo revmo. pe. Alex Cordeiro, diretor espiritual do Ministério Jovem da RCC, uma dura (e profundamente injusta) crítica ao padre Paulo Ricardo [p.s.: o padre fechou o blog; ver aqui]. Sob o título «Defensor de que “DOUTRINA”?» (assim, em maiúsculas e entre aspas mesmo), o pe. Alex tece ácidas críticas à postura do padre Paulo Ricardo no cenário católico nacional. É uma questão de justiça defender o zeloso sacerdote das insinuações maléficas lançadas pelo diretor espiritual do MJ; nas próximas linhas, tecerei alguns comentários sobre o artigo do pe. Alex Cordeiro. Serão um pouco longas, mas isto é necessário porque estão em jogo tanto a honra de um sacerdote que procura ser fiel à Igreja quanto a própria integridade da Fé Católica e Apostólica.
Já começa o revmo. pe. Alex a denegrir a imagem do pe. Paulo Ricardo por meio do próprio título do seu artigo. Afinal, colocando o termo “doutrina” entre aspas e perguntando-se retoricamente “qual” seria a doutrina defendida pelo pe. Paulo Ricardo, o pe. Alex insinua que o seu irmão no sacerdócio estaria defendendo uma “doutrina” que não a Doutrina Católica. Insinuação grave cuja demonstração, no entanto, o pe. Alex crê-se escusado de fazer: depois de lançar a insinuação maledicente, começa o seu artigo dizendo que responderá “não às questões levantadas” pelo pe. Paulo, mas sim à sua “postura”. Chega a afirmar taxativamente: “[n]ão entrarei no mérito da questão do conteúdo”.
Mas como assim, padre Alex? Doutrina é conteúdo, por óbvio. Como o senhor é capaz de insinuar levianamente que o pe. Paulo Ricardo defenderia uma “doutrina” diferente da Católica e Apostólica e, acto contínuo, dizer que não vai entrar no mérito do que ele defende? A insinuação é grave. Quem defende uma doutrina diferente da católica é herege. Colocar em dúvida a doutrina defendida pelo padre Paulo Ricardo é colocar em dúvida a sua ortodoxia e, portanto, é duvidar de que ele seja realmente católico, é insinuar que ele possa ser herege. Uma insinuação de tamanha gravidade não pode ser feita por quem se exime de entrar “no mérito da questão do conteúdo” do que o acusado defende. Agindo assim, quem é mesmo que está dividindo a Igreja?
As acusações não param por aí. “Pe. Paulo Ricardo me cheira mais a um lobo em pele de cordeiro, que tem difundido confusões sérias em meio aos nossos jovens e adultos”. Esqueceu-se somente o pe. Alex de… apontar quais seriam estas “confusões sérias” que o padre Paulo Ricardo estaria difundindo! Mas isso o reverendíssimo sacerdote não vai fazer porque, como ele disse no começo, não vai entrar “no mérito da questão do conteúdo”…
Acusar um irmão no sacerdócio de ser “lobo em pele de cordeiro” e de “difundir confusões sérias” sem, no entanto, mostrá-las! Quem é que está dividindo a Igreja? Se há “confusões sérias” sendo difundidas, é dever de todo católico – principalmente dos sacerdotes – clarificá-las. Mas isso o pe. Alex não faz. Limita-se a insinuar que o padre Paulo seja herege, acusa-lhe taxativamente de ser lobo em pele de cordeiro e se recusa a “entrar no mérito” das “confusões sérias” que, supostamente, o padre Paulo Ricardo estaria difundindo. Cabe perguntar: isso porventura é atitude de pastor ou de lobo voraz?
Toda a sibilina argumentação do pe. Alex baseia-se em uma obviedade e em uma falácia. A obviedade: o pe. Paulo Ricardo não é sucessor dos Apóstolos. A falácia parte de um ponto básico da Doutrina da Igreja: “os PRIMEIROS RESPONSÁVEIS PELO MAGISTÉRIO OFICIAL SÃO OS BISPOS EM COMUNHÃO COM O SUCESSOR DE PEDRO” (gritos da lavra do reverendíssimo pe. Alex Cordeiro). Ora, isto é algo que nenhum bom católico pode negar e que nem tampouco o próprio pe. Paulo Ricardo nega.
O argumento torna-se falacioso quando o pe. Alex, lupinamente, faz uma extrapolação grosseira da Doutrina Católica e afirma: “Logo, ao criticar os Bispos do Brasil e a estrutura de comunhão criada por eles, este digníssimo senhor critica a Igreja como tal, legitimamente constituída em nosso país”. Ora, semelhante conclusão é um grandíssimo absurdo – mesmo que tenha sido introduzida por um ergo supostamente silogístico. Não senhor, pe. Alex, não senhor! Os bispos detêm o munus docendi na Igreja de Cristo, sem dúvidas, mas isso não os torna ipso facto perfeitos e incapazes de errar. Os bispos não exercitam sempre o seu munus docendi. Os bispos – é um doloroso dever dizê-lo, mas é necessário – não necessariamente estão sempre em comunhão com o sucessor de Pedro.
O Pe. Paulo Ricardo não nega, absolutamente, que devamos estar em comunhão com os bispos que estão em comunhão com o Papa! Isso seria um grande absurdo. O que o pe. Paulo Ricardo faz é afirmar – ou, melhor, é constatar – que algumas atitudes de alguns prelados não estão em comunhão com o que ensina Romano Pontífice. Ousará o pe. Alex negar isso?
No mundo perfeito do pe. Alex, aparentemente os bispos não erram nunca, os bispos nunca tomam atitudes contrárias à Fé e à Moral da Igreja, os bispos nunca pecam… será possível que tal visão seja fruto de uma enorme ingenuidade, ou será que é simplesmente má fé? Eis então que a “doutrina” (agora, sim, com aspas muito bem colocadas!) uivada pelo pe. Alex estendeu a infalibilidade papal para todos os bispos do mundo inteiro, em quaisquer circunstâncias, e de tal modo que quem discordar deles em qualquer coisa que seja passa, ipso facto, a discordar “da Igreja como tal”!
Acaso um bispo nunca erra, pe. Alex? E, quando um bispo erra, acaso não é dever de caridade apontar-lhe o erro e impedir que outras pessoas o sigam neste engano, pe. Alex?
Ora, ou os bispos nunca erram, ou eles erram pelo menos às vezes, e tertium non datur. Se eles nunca erram então eles são infalíveis o tempo inteiro – o que pode até ser uma nova “doutrina” alexiana, mas não é a Doutrina Católica. Se, ao contrário, eles erram às vezes, acaso está “critica[ndo] a Igreja como tal” quem lhes aponta o erro? A regra da Fé porventura deixa de ser a Doutrina para ser a estrutura eclesiástica, qualquer que seja ela, independente do que façam ou deixem de fazer os sucessores dos Apóstolos? Isto, sim, é uma “doutrina” bem estranha! Quem é mesmo que está provocando divisão na Igreja e disseminando “confusões sérias”, pe. Alex?
[E, ao contrário do reverendíssimo sacerdote, eu faço questão de entrar "no mérito do conteúdo" e de apontar, exatamente, quais são as "confusões sérias" que põem em risco a Fé do povo de Deus. Prossigamos.]
Pergunta o pe. Alex: “se os bispos nos apresentam um tema para refletir na Quaresma (que nos faz pensar e muito sobre nossos apegos e responsabilidades de nosso egoísmo frente às futuras e presentes gerações) porque não podemos fazê-lo?”. Ora, pe. Alex, a resposta é bastante óbvia: porque este “tema” não é adequado para o Tempo Quaresmal e, muito pelo contrário, está imbuído de graves erros contra a Doutrina Católica (agora, sim, sem aspas) que todo mundo tem obrigação de guardar. A resposta a esta pergunta está, exatamente, no “conteúdo” dos discursos do pe. Paulo Ricardo em cujo “mérito”, no entanto, o senhor não quer entrar! Por que o senhor uiva perguntas cujas respostas se recusa a priori a ouvir, pe. Alex?
Vamos entrar no mérito, sim senhor. Vamos ao hino da Campanha da Fraternidade (que tem inclusive um trecho no próprio blog do pe. Alex): esta malfadada música canta que a terra é “das criaturas todas a mais linda”. O planeta terra é “a mais linda” das criaturas, pe. Alex? Em que “doutrina”? Não na Católica! Vamos ao Catecismo:
§356 De todas as criaturas visíveis, só o homem é “capaz de conhecer e amar seu Criador”; ele é “a única criatura na terra que Deus quis por si mesma”; só ele é chamado a compartilhar, pelo conhecimento e pelo amor, a vida de Deus. Foi para este fim que o homem foi criado, e aí reside a razão fundamental de sua dignidade:
Que motivo vos fez constituir o homem em dignidade tão grande? O amor inestimável pelo qual enxergastes em vós mesmo vossa criatura, e vos apaixonastes por ela; pois foi por amor que a criastes, foi por amor que lhe destes um ser capaz de degustar vosso Bem eterno.
É o homem, padre Alex, que é “das criaturas todas a mais linda”, e não o planeta terra. E o senhor ainda pergunta por que é que nós não podemos aderir à Campanha da Fraternidade? Ora, acaso pode um católico meditar, durante a Quaresma, em coisas que contrariam de maneira tão explícita pontos elementares da Fé Católica?
Mas o senhor não quer entrar “no mérito da questão do conteúdo”…
Temos obrigação sim, pe. Alex, de obedecer aos nossos bispos, isso é óbvio e incontestável. Mas não temos obrigação nenhuma de professar doutrinas heterodoxas. Não temos obrigação nenhuma de afirmar – p.ex. – que o planeta terra é a mais linda das criaturas de Deus. E é contra estas coisas, pe. Alex, e não contra a obediência aos bispos em si, que se levanta o pe. Paulo Ricardo. O senhor saberia disso, padre, se tivesse se dado ao trabalho de entrar no mérito da questão.
E, no circo armado pelo pe. Alex diante de toda a alcatéia, quem causa divisão é quem protesta contra estes absurdos. Quem está contra a Igreja é quem se recusa a defender a “doutrina” expressa no hino da Campanha da Fraternidade. Quem semeia a divisão é quem afirma com clareza que a mais bela das criaturas de toda a Criação é o homem, e não o “planeta terra”. Quem só quer ser católico está provocando divisão na Igreja e, quem critica um ponto específico do cenário católico nacional – p.ex., a Campanha da Fraternidade -, está ipso facto atacando todos os bispos do Brasil e a própria “Igreja como tal”. Brilhante lógica a do pe. Alex!
E prossegue, com ares de canis lupus, o reverendíssimo sacerdote: “Peço o cuidado de sempre buscarmos a comunhão da Igreja, peço a obediência aos nossos bispos, nossos VERDADEIROS pastores, peço a obediência ao Santo Padre, o Papa, que nomeia estes bispos”. O pedido é, em si, muito justo. Mas no que consiste, pe. Alex, a “comunhão da Igreja”?
Consiste em uma tríplice comunhão: de Fé, de Sacramentos e de Governo. E, faltando uma dessas, não se pode falar em comunhão. Ora, como é possível manter a comunhão de Fé negando, ao mesmo tempo, pontos básicos da Fé? Na “doutrina” canhestra do pe. Alex, a “comunhão” é uma só: de Governo. Pede o pe. Alex obediência aos bispos antes mesmo da obediência à Fé ou, pior, ainda que de modo contrário à Fé! Só que esta, padre Alex, não é “a comunhão da Igreja”. A comunhão da Igreja é um tripé, e ela se perde quando qualquer uma das suas três sustentações é comprometida. O problema nunca foi de Governo, pe. Alex. Se o senhor tivesse se dado ao trabalho de entrar “no mérito do conteúdo da questão”, teria percebido isso e não viria a público fazer as graves acusações ao pe. Paulo Ricardo que o senhor fez. Não viria a público alardear a “doutrina” lupina segundo a qual quem defende a Fé está agindo contra a Igreja.
E o revmo. pe. Alex Cordeiro termina o seu texto desfilando uma longa ladainha de diatribes contra o pe. Paulo Ricardo: “[i]gnorância total deste padre”, “TOTALMENTE FUNDAMENTALISTA”, “quer desorientar os cristãos”, “divisor, sismático (sic!!!), incitador da desobediência, perseguidor de nossos pastores”, “totalmente IRRESPONSÁVEL”. Tudo isso assim, gratuita e violentamente, e ainda – repitamos! – sem que o padre tenha se dado ao trabalho de entrar “no mérito do conteúdo da questão”!
Resumindo, portanto, o texto do pe. Alex é formado
a) por um lado, de uma “doutrina” totalmente estranha segundo a qual ou os bispos são infalíveis o tempo inteiro ou, quando eles erram, quem os corrige está cometendo não um ato de caridade cristã mas, ao contrário, está agindo contra a própria Igreja (!); e
b) por outro lado, de um rosário – melhor dizer “abrolhário” – de invectivas violentas e venenosas lançadas contra um sacerdote da Igreja, ao mesmo tempo em que se recusa peremptoriamente a analisar “o mérito do conteúdo da questão” – i.e., a única coisa que poderia dar sustentação às suas graves acusações.
E um texto desses ainda é publicado na internet! Oras, quem é que está sendo o irresponsável e o leviano? Quem é que está sendo o lobo em pele de cordeiro? Quem é, afinal de contas, que está dividindo a Igreja?
Termino essas linhas afirmando claramente que só o que eu quero – e, comigo, muitos outros que são atingidos, ainda que indiretamente, pelos impropérios do pe. Alex – é ser católico. E sei que, para ser católico, é mister guardar a Fé da Igreja. Se existe “desorientação” e “divisão”, elas não se originam nestas minhas linhas (nem nas outras do Deus lo Vult!), nem nos textos e pregações do pe. Paulo Ricardo, nem em nenhum de nós outros, católicos que nos recusamos a uivar na mesma alcatéia de onde o pe. Alex Cordeiro ataca covardemente um seu irmão no sacerdócio pelo terrível “crime”  de anunciar a Verdade Católica. Ao padre que gosta de acusar sem entrar “no mérito da questão do conteúdo”, cabem muito bem as palavras de Nosso Senhor que iremos meditar nos próximos dias: “Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (Jo 18, 23). E, antes de acusar os outros de promoverem divisões, que o padre olhe para si mesmo e veja o que ele próprio está fazendo. Que examine a si com honestidade para ver se o “cheiro” de lobo que ele sente nos outros não está saindo do seu próprio pelo molhado, ou se os focinhos lupinos que ele julga ver adiante não vêm do seu próprio reflexo n’algum espelho.

Artigo do Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz : Supremo absurdo



A Constituição Federal de 1988 reconheceu como entidade familiar a “união estável” entre o homem e a mulher:
Art. 226, § 3º. Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
Conforme reconhece o ministro Ricardo Lewandowski, “nas discussões travadas na Assembleia Constituinte a questão do gênero na união estável foi amplamente debatida, quando se votou o dispositivo em tela, concluindo-se, de modo insofismável, que a união estável abrange, única e exclusivamente, pessoas de sexo distinto”[1]. Logo, sem violar a Constituição, jamais uma lei poderia reconhecer a “união estável” entre dois homens ou entre duas mulheres. De fato, o Código Civil, repetindo quase literalmente o texto constitucional, reconhece a “união estável” somente entre o homem e a mulher:
Art. 1.723. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.
A não ser que se reformasse a Constituição, os militantes homossexualistas jamais poderiam pretender o reconhecimento da união estável entre dois homossexuais ou entre duas lésbicas. Isso é o que diz a lógica e o bom senso.
No julgamento ocorrido em 4 e 5 de maio de 2011, no entanto, o Supremo Tribunal Federal, ferindo regras elementares da coerência lógica, reconheceu por unanimidade (!) a “união estável” entre duplas homossexuais.
Naqueles dias foram julgadas em conjunto duas ações: a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 132 (ADPF 132) proposta em 2008 pelo governador Sérgio Cabral, do Estado do Rio de Janeiro e a Ação Direta de Inconstitucionalidade 4277 (ADI 4277) proposta em 2009 pela vice-Procuradora Geral da República Débora Duprat, na época exercendo interinamente o cargo de Procuradora Geral da República. O que ambas as ações tinham em comum era o pedido de declarar o artigo 1723 do Código Civil inconstitucional a menos que ele fosse interpretado de modo a incluir as duplas homossexuais na figura da “união estável”. O pedido, por estranho (e absurdo) que fosse, foi acolhido pelo relator Ministro Ayres Britto e por toda a Suprema Corte. Foi impedido de votar o Ministro Dias Toffoli, que já havia atuado no feito como Advogado Geral da União (em defesa da “união” homossexual, é óbvio). Dos dez restantes, todos votaram pela procedência do pedido. Acompanhemos o raciocínio do relator Ayres Britto.
Segundo ele, o texto do artigo 1723 do Código Civil admite “plurissignificatividade”[2], ou seja, mais de um significado. O primeiro (e óbvio) significado é que o artigo reconhece como entidade familiar a união estável somente entre um homem e uma mulher, excluindo a união de pessoas do mesmo sexo. O segundo significado (contenha-se para não rir) é que o artigo reconhece como entidade familiar a união estável, por exemplo, entre um homem e uma mulher, mas sem excluir as uniões homossexuais. Para Ayres Britto, a primeira interpretação é inconstitucional, por admitir um “preconceito” ou “discriminação” em razão do sexo, o que é vedado pela Constituição Federal (art. 3º, IV). Somente a segunda interpretação, por ele descoberta (ou criada) é constitucional. Concluiu então seu voto dizendo: “dou ao art. 1.723 do Código Civil interpretação conforme à Constituição para dele excluir qualquer significado que impeça o reconhecimento da união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo como ‘entidade familiar’, entendida esta como sinônimo perfeito de ‘família’. Reconhecimento que é de ser feito segundo as mesmas regras e com as mesmas consequências da união estável heteroafetiva”[3].
Uma das consequências imediatas do reconhecimento da “união estável” entre pessoas do mesmo sexo é que tal união poderá ser convertida em casamento, conforme o artigo 1726 do Código Civil: “A união estável poderá converter-se em casamento, mediante pedido dos companheiros ao juiz e assento no Registro Civil”. De um só golpe, portanto, o Supremo Tribunal Federal reconhece a “união estável” e o “casamento” de homossexuais!
Para se avaliar quão disparatada é essa decisão, observe-se que, embora a “união estável” e o casamento sempre ocorram entre um homem e uma mulher, não ocorrem entre qualquer homem e qualquer mulher. Não pode haver casamento, por exemplo, entre irmão e irmã, entre pai e filha ou entre genro e sogra. Esses impedimentos baseados na consanguinidade e na afinidade (art. 1521, CC) aplicam-se também à “união estável” (art. 1723, § 1º, CC). A diversidade dos sexos é necessária, mas não basta. Não se reconhece “união estável” entre um homem e uma mulher “impedidos de casar” (art. 1727).
Será que os Ministros do STF considerariam inconstitucionais estas proibições do casamento de parentes próximos? Em outras palavras: é “preconceituosa” e “discriminatória” a lei que proíbe as uniões incestuosas? Parece que a resposta seria afirmativa. Pois embora o incesto seja uma perversão sexual, ele ainda está abaixo do homossexualismo, que foi admitido pela Suprema Corte como meio de constituição de uma “família”.
E quanto à pedofilia? Seria sua proibição um simples “preconceito de idade”? Esse é o argumento da associação NAMBLA de pedófilos dos Estados Unidos[4], que usa a palavra “ageism” (“idadismo” ou etarismo) para criticar a proibição de praticar atos homossexuais com crianças.
Andemos adiante. Quando a Constituição fala que “todos são iguais perante a lei” (art. 5º) não diz explicitamente que este “todos” se refere apenas aos seres humanos. Estariam os animais aí incluídos? Seria, portanto, inconstitucional a proibição de uma “união estável” ou de um “casamento” entre uma pessoa e um animal? O bioeticista australiano Peter Singer usa o termo “especismo” para designar o “preconceito” e “discriminação” contra os animais em razão de sua espécie. Num futuro próximo, não só a pedofilia, mas também a bestialidade (prática sexual com animais) poderia ser admitida com base no mesmo argumento que admitiu a “família” fundada no homossexualismo.


Discriminação contra os castos
Imagine-se que dois amigos compartilhem a mesma habitação a fim de fazerem um curso universitário. Enquanto eles viverem castamente, não terão qualquer direito especial. Se, porém, decidirem praticar entre si o vício contra a natureza de maneira “contínua, pública e duradoura”, constituirão, se quiserem, uma “família”, com todos os direitos a ela anexos. A decisão do STF constitui um privilégio para o vício em detrimento dos que vivem a castidade.

Perda da segurança jurídica.

Com o golpe de 4 e 5 de maio de 2011, o Estado brasileiro perdeu toda a segurança jurídica. Se a Suprema Corte reserva a si o direito não só de legislar (o que já seria um abuso), mas até de reformar a Constituição, mudando o sentido óbvio de seu texto em favor de uma ideologia, todo o sistema jurídico passa a se fundar sobre a areia movediça. A vergonhosa decisão demonstrou que a clareza das palavras da Constituição não impede que os Ministros imponham a sua vontade, quando conflitante com o texto constitucional.
A Frente Parlamentar em Defesa da Vida – contra o Aborto – pretende apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acrescente as palavras “desde a concepção” no artigo 5º, caput, que trata da inviolabilidade do direito à vida. Em tese, essa emenda, se aprovada, sepultaria toda pretensão abortista no país. Isso se pudéssemos contar com a seriedade da Suprema Corte. Essa seriedade, porém, foi perdida com a admissão das “uniões” homossexuais. É de se temer que, mesmo diante da expressão “desde a concepção”, alguns Ministros do STF inventem uma peculiar “interpretação” do texto que não exclua o direito ao aborto.


Caso inédito
A monstruosidade lógica do julgamento da ADPF 132 / ADI 4277 ultrapassa tudo o que se conhece de absurdo em alguma Corte Constitucional. É verdade que a sentença Roe versus Wade, emitida em 22 de janeiro de 1973 pela Suprema Corte dos EUA, declarou inconstitucional qualquer lei que incriminasse o aborto nos seis primeiros meses de gestação. Esse golpe foi dado com base no direito da mulher à privacidade e na negação da personalidade do nascituro. No entanto, a decisão não foi unânime. Dos nove juízes, houve dois que se insurgiram contra ela. No Brasil, porém, para nosso espanto e vergonha, não houve dissidência. Todos os membros do STF admitiram enxergar uma inconstitucionalidade que não existe no artigo 1723 do Código Civil.
Isso faz lembrar o conto “A roupa nova do imperador”, cujos tecelões afirmavam que só não era vista pelos tolos. Enquanto o monarca desfilava com camiseta e calça curta, todos — com exceção de uma criança — se diziam admirados com a beleza da inexistente roupa. Desta vez, os Ministros, temerosos de serem considerados não tolos, mas “preconceituosos”, “retrógrados” e “homofóbicos” acabaram todos por enxergar.




Fonte: Júlio Severo

Filhos de ateus buscam a fé fora de casa.

Marina, como seus pais, não tinha religião. Mas acabou se convertendo depois de conhecer o namorado Bernardo

As novas gerações de céticos, agnósticos e ateus não casam na igreja, não batizam seus filhos, nem têm religião ou falam de fé. Eles simplesmente desconsideram a existência de Deus. Mas isso não impede que, em alguns casos, seus filhos sintam a necessidade e até cobrem uma discussão sobre fé e religião.
Larissa Queiroz recebe uma carta de uma instituição filantrópica e, dentro do envelope, descobre um terço de plástico de brinde. A filha Beatriz, de sete anos, adora a novidade e coloca no pescoço na mesma hora. “Expliquei que aquilo não era um colar, disse do que se tratava e me parece que ela ficou ainda mais interessada”, conta a mãe recifense que vive em São Paulo. Desde então, a pequena pede para rezar toda noite. Outro dia, convenceu o pai a levá-la a uma missa pela primeira vez.
De acordo com Eduardo Rodrigues da Cruz, professor do Programa de pós-graduação em Ciências da Religião da PUC de São Paulo, os psicólogos cognitivos tem estudado o assunto com crianças de várias faixas etárias. “Suas conclusões: todos somos naturalmente teístas, e, à medida que crescemos, vamos diversificando nossas posturas”, afirma o doutor em teologia, que também é mestre em física. Ou seja, para ele, a fé é uma postura “natural”, que é racionalizada conforme amadurecemos.
Em uma noite de mais de uma hora de apagão, escuro total e absoluto, Beatriz, a filha de Larissa, teve uma ideia: “vamos rezar para a luz voltar”. “Eu lógico, relutante, tentei explicar que não adiantaria, mas ela insistiu, insistiu e rezamos. Um minuto depois, a luz voltou”, descreve. Em seu blog, Larissa desabafa: “será que temos como evitar isso? Estou achando que não”.
Marina de Oliveira Pais,carioca, é filha de pai ateu. Sua mãe, assim como muitos brasileiros, foi batizada, mas não pratica nenhuma religião. Quando decidiu morar sozinha pela primeira vez, Marina conheceu Bernardo Nogueira, de 20 anos. Apaixonada, ela conseguiu resistir aos convites da família do namorado para ir a uma igreja evangélica só por alguns meses.
Mas relata que, já na primeira vez que assistiu ao culto, teve certeza de que estava no lugar certo. “Fiquei maravilhada”, descreve. Ela então mudou drasticamente seu estilo de vida. “Cortei a bebida, as baladas e os palavrões. Hoje meus pais respeitam minha situação de convertida justamente por essas minhas mudanças comportamentais”, afirma.
Jaqueline Slongo, de 23 anos voltou a viver na cidade natal de Curitiba com o pai ateu depois de algum tempo separados. Ironicamente, por conta de uma bolsa de estudos, a então adolescente foi estudar em um colégio católico. O retorno à cidade grande, onde as desigualdades sociais são mais gritantes, o descobrimento da Bíblia e a fase de mudanças, levantaram muitos questionamentos. “Comecei a me questionar sobre a existência de Deus, fazia perguntas para as freiras do colégio, mas as respostas não me saciavam”, lembra.
Jaqueline começou a achar que havia alguma coisa errada entre o que lia e o que pregavam suas ‘instrutoras espirituais’. “Elas me mandavam rezar, mas eu não curtia”, confessa. Seu pai viajava muito e, como não acreditava em Deus, a filha preferia não falar sobre o assunto com ele. O processo foi sofrido, e aconteceu em meio às transformações da adolescência, à ausência dos pais, e à angústia causada por sintomas de depressão. “Eu era muito agressiva, rebelde, intolerante. Não tinha amigos e sempre me isolava”, conta.
Ela então buscou alívio e conforto na religião. Hoje, a estudante se considera protestante, mas passou por diversas comunidades cristãs diferentes. Diz que não se importa com rótulos, mas sente que é preciso estar em grupo. “Acho importante a vivência em comunidade, pois é no relacionamento com outros que seu caráter se constrói”, afirma.
Com o pai, ficou cinco anos sem poder comentar nada sobre sua fé. Até que, há três meses, consciente da mudança espiritual da filha, ele lhe pediu que comentasse, ‘de forma sucinta’, no que exatamente ela acreditava. A partir de então, ela diz, ele tem pedido que também reze por ele.
Fonte: IG
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Um mês com Maria - 10° dia

O PECADO


O que é o pecado? É uma ofensa a Deus.
Se desobedece aos santos desejos de Deus, e se obedece às vontades da Carne, do demônio, do mundo. O pecado nos faz calcar os Mandamentos de Deus e nos faz amar as vontades dos nossos instintos e das nossas paixões.
O pecado traz desordem, desequilíbrio, ruína, no homem e nas coisas, embora o pecador se iluda em achar que o pecado é um bem.
Basta pensar no primeiro pecado, aquele de Adão e Eva. Atrás da sedução de se tornar “como Deus” o pecado trouxe a ruína a toda a humanidade e a toda a criação (Gn 3).
Por que o dilúvio na terra? Por causa do pecado (Gn 6 e 7).
Por que Sodoma e Gomorra foram incineradas? Pelo pecado (Gn 1, 1-29).
Por que Tiro, Sidon, Corozain, Carfanaum e Jerusalém foram destruídas? Pelo pecado.
Por que as guerras e as devastações entre os povos?
Por que tantas famílias “são” um inferno?
Por que tem tantos homens que vão para o inferno? Pelo pecado.
Tinham razão alguns Santos em tremer só de ouvir pronunciar a palavra pecado.


O pecado mortal


O pecado é mortal, se a ofensa a Deus é grave; é venial, se a ofensa a
Deus é leve.
A maior desgraça que pode acontecer aos homens é aquela de cometer um pecado mortal. São Pio de Pietrelcina usava exclamar “desgraçado”, a quem se acusava de uma culpa mortal. Nenhuma desgraça é comparável ao pecado mortal. Antes, seria preferível qualquer outra desgraça.
Escreveu São Cipriano: “observa os danos que causa a saraiva às sementeiras, a pestilência aos armentos e aos homens, o vento aos navios... Eles não são mais que uma lânguida figura dos danos que o pecado traz à nossa alma: ele destrói todos os frutos das boas obras, corrompe todas as nossas faculdades e guia o homem à morte certa”.
Por isso, fazia muito bem o pequeno e corajoso São Domingos Sávio, a sustentar a sua linda máxima: “A morte, mas não o pecado”.
A morte, de fato, é só uma coisa física que reduz o corpo do homem em cadáver. O pecado, ao contrário, é um fato espiritual que reduz a alma do homem a um cadáver, enquanto este não recuperar a graça do Sacramento da Confissão. Um cristão com a alma de cadáver: eis a monstruosidade do pecado mortal.


É assustador...


Para melhor compreender a monstruosidade do pecado mortal, é necessário olhar o calvário. O pecado do mundo fez de Jesus “o homem das dores” (Is 53,3), custou a morte de Jesus (1 Pd 1,19; Ap 5,9), “transpassou a alma” de Nossa Senhora (Lc 2,35). E quem comete novamente pecado mortal “crucifica de novo o filho de Deus no próprio coração” (Hb 6,6).
Por isso, o pecado mortal faz perder a alma, a vida sobrenatural, ou seja, a graça divina, lhe faz perder os méritos e as virtudes infusas, deixando-lhe só a fé e a esperança; enfim, lhe rouba a semelhança com Jesus lhe imprime a imagem do demônio. É horrível! Tinha razão Santa Tereza de Ávila em dizer lhe que a visão de uma alma em pecado mortal a assustou ao ponto de suplicar a Deus e de intorrompê-la.
Mas quantos são os cristãos em pecado mortal, que se dão conta de possuir uma alma cadáver e de se parecer com o demônio? E como podem crer de amar a Deus, de amar Maria, se com o pecado se demonstram “odiadores de Deus” (Rm 1,30) e “transpassam a alma” de Nossa Senhora? (Lc 2,35).


O pecado venial


Não se pode deixar-se enganar. O pecado venial ofende a Deus e arruína o homem, embora não provoque os efeitos desastrosos do pecado mortal.
São Tomás de Aquino nos avisa: “preferível, acima de tudo, antes de morrer que cometer um só pecado venial ”.
Os santos advertem a brutalidade do pecado venial segundo a medida do amor ardente de Deus. Por isso, dizia São João Crisóstomo, estamos prontos a temer mais uma ofensa leve a Deus, que o próprio inferno.
De fato, Santa Catarina de Sena dizia de si: “queria estar antes no inferno sem pecado, que achar-me no céu manchada de coisa levíssima que magoe o Senhor”... Como faremos nós se nos manchamos todos os dias de culpas veniais com tanta superficialidade? Sabemos tomar cuidado para evitar qualquer mal estar físico (até um resfriado) e, no entanto não nos curamos das doenças espirituais (impaciências, mentiras, negligências) que ofende a Deus e deformam a alma.
Um dia, Santa Francisca de Chantal quis colocar com as suas mãos o cadáver de um leproso no caixão. Alguém tentou impedí-la, com medo do contágio da lepra. Mas a santa disse com decisão: “não temo outra lepra que o pecado!” Aprendamos.


A pequena Jacinta


A menor dos três pastorzinhos de Fátima, Jacinta, foi mais ardente vitima pelos pecadores. Ficou sendo para ela uma paixão: salvar os pecadores do inferno, oferecendo sacrifício de toda espécie. E andava atenta a sacrificar-se com empenho sempre novo.
Encontrava pelas ruas os pobres e lhes dava a sua merenda, ficando de jejum até a noite; tinha uma sede ardente no mês de Agosto, e renunciava em beber a todos os custos; o irmão Francisco recolhia bolotas mais doces de uma arvore e lhe pedia as mais amargas para oferecer um sacrifício; tinha dor de cabeça e o barulho das rãs a incomodava, mais ela impedia ao irmão de afugentá-las, para oferecer mais um sacrifício. Devemos aprender desta menina a escutar os pedidos de Nossa Senhora sobre a necessidade de salvar os pecadores do inferno, colaborando na conversão deles, com a oração e a penitencia.


Votos:


- Beijar o chão pela conversão dos pecadores
- Repetir com freqüência a máxima de São Domingos: “antes morrer que pecar”
- Todas as noites dizer um ato de dor pelo perdão dos pecados.

Fonte: livro "Um mês com Maria", de Pe. Stefano Manelli

9 de mai. de 2011

Como ir à Missa e não perder a fé




Por Mariaelena Finessi

ROMA, terça-feira, 8 de março de 2011 (ZENIT.org) - Um enfraquecimento da fé e a diminuição do número de fiéis poderiam ser atribuídos aos abusos litúrgicos e às Missas ruins, quer dizer, às que traem seu sentido original e onde, no centro, já não está Deus, mas o homem, com a bagagem de suas perguntas existenciais.

Essa é uma ideia sustentada por Nicola Bux, teólogo e consultor da Congregação para a Doutrina da Fé e do Ofício de Celebrações Litúrgicas do
Sumo Pontífice.

Apresentado em Roma no dia 2 de março, em seu livro "Come andare a Messa e non perdere la fede" [Como ir à Missa e não perder a fé, N. do T.], Bux
lança-se contra a virada antropológica da liturgia. Bux replica a quantos criticaram Bento XVI, acusando-o de ter traído o espírito conciliar. Ao contrário - argumenta o teólogo - os documentos oficiais do Concílio Vaticano II foram traídos precisamente por essas pessoas, bispos e sacerdotes à frente, que alteraram a liturgia com "deformações ao limite do suportável".

Participar de uma celebração eucarística pode significar, de fato, também se encontrar perante as formas litúrgicas mais estranhas, com sacerdotes que discutem economia, política e sociologia, tecendo homilias em que Deus desaparece. Proliferam os ensaios de antropologia litúrgica até reduzir a esta dimensão os próprios sinais sacramentais, "agora chamados - denuncia Bux - preferivelmente de símbolos". A questão não é pequena: enfrentá-la implica ser tachado de anticonciliar.

Todos se sentem com o direito de ensinar e praticar uma liturgia "ao seu modo", tanto que hoje é possível assistir, por exemplo, "à afirmação de políticos católicos que, considerando-se 'adultos', propõem ideias de Igreja e de moral em contraste com a doutrina".

Entre aqueles que iniciaram esta mudança, Bux recorda Karl Rahner, quem, à
raiz do Concílio, denunciava a reflexão teológica então imperante que, em sua opinião, mostrava-se pouco atenta ou esquecida da realidade do homem.

O jesuíta alemão sustentava em contrapartida que todo discurso sobre Deus brotaria da pergunta que o homem lança sobre si mesmo. Em consequência -
esta é a síntese - a tarefa da teologia deveria ser falar do homem e de sua salvação, lançando as perguntas sobre si e sobre o mundo. Um pensamento teológico que, com triste evidência, foi capaz de gerar erros, o mais clamoroso dos quais é o modo de entender o sacramento, hoje já não sentido como procedente do Alto, de Deus, mas como participação em algo que o cristão já possui.

"A conclusão que Häu?ling tira disso - recuerda Bux - é que o homem, nos sacramentos, acabaria por participar de uma ação que não corresponde realmente a sua exigência de ser salvo", já que abre mão da intervenção divina. A semelhante tese "sacramental" e à derivação anexa da liturgia, responde Joseph Ratzinger, que já no dorso do volume XI, "Teologia da Liturgia", de sua Opera omnia, escreve: "Na relação com a liturgia se decide
o destino da fé e da Igreja".

A liturgia é sagrada, de fato, se tiver suas regras. Apesar disso, se por um lado o ethos, ou seja, a vida moral, é um elemento claro para todos, por outro lado, ignora-se quase totalmente que existe também um "jus divinum", um direito de Deus a ser adorado. "O Senhor é zeloso de suas competências - sustenta Bux -, e o culto é o que lhe é mais próprio. Em contrapartida, precisamente no campo litúrgico, estamos frente a uma desregulação".

Sublinhando, em contrapartida, que sem "jus" o culto torna-se necessariamente idolátrico, em seu livro o teólogo cita uma passagem da "Introdução ao espírito da liturgia", de Ratzinger, que escreve: "Na aparência, tudo está em ordem e presumivelmente também o ritual procede segundo as prescrições. E no entanto é uma queda na idolatria (...), faz-se Deus descer ao nível próprio, reduzindo-o a categorias de visibilidade e compreensibilidade".

E acrescenta: "trata-se de um culto feito à própria medida (...), converte-se em uma festa que a comunidade faz para si mesma; celebrando-a, a comunidade não faz mais que confirmar a si mesma". O resultado é irremediável: "Da adoração a Deus se passa a um círculo que gira em torno de si mesmo: comer, beber, divertir-se". Em sua autobiografia (Mi vida), Ratzinger declara: "Estou convencido de que a crise eclesial em que hoje nos encontramos depende em grande parte do colapso da liturgia".

Para encerrar, uma sugestão e uma advertência. A primeira é relançar a liturgia romana "olhando para o futuro da Igreja - escreve Bux -, em cujo centro está a cruz de Cristo, como está no centro do altar: Ele, Sumo Sacerdote a quem a Igreja dirige seu olhar hoje, como ontem e sempre". A segunda é inequívoca: "se acreditamos que o Papa herdou as chaves de Pedro - conclui -, quem não o obedece, antes de tudo em matéria litúrgica e sacramental, não entra no Paraíso".

Fonte: Cléofas

Um mês com Maria - 9° dia

A VIDA NA GRAÇA


Nossa Senhora foi chamada pelo Anjo Gabriel “plena de graça” (Lc 1,28). E nós sabemos que “plena de graça” quer dizer plena de Deus.
Também dizemos de nós mesmo: estou em graça de Deus ou estou sem a graça de Deus. Ou seja: tenho Deus na alma ou tenho Satanás: “Quem não está comigo, está contra mim” (Mt 12,30).
O que é a graça, então?
É a vida divina da alma. Quando uma alma está em graça de Deus “participa da natureza divina” (2 Pd 1,4). Não se torna Deus, mas é unida, é cheia, é imensa em Deus: como uma esponja imersa na água e fica cheia de água.
Já estes poucos pensamentos podem chegar a nos fazer entender a preciosidade sem fim que possui a alma do cristão em graças de Deus.
Tinha certamente razão o Papa São Leão Magno de exclamar: “Reconhece, ó cristão, a tua dignidade; e, participando da natureza divina, livre-te de destruir, com atos indignos, a tua grandeza”


A alma... e o cão


Um dia o Santo Cura d’Ars passava, como sempre, entre duas filas de gente, para ir à Igreja. Improvisadamente, parou perto de um caçador que tinha a espingarda pendurada no pescoço, e ao lado o seu lindo cão de caça.
O santo se inclinou a acariciar o cão, dizendo: “Que magnífica cão!”.
Depois fixou por alguns instantes o caçador dizendo: “Senhor, seria desejável que a sua alma fosse bela como o seu cão!”.
Mas como se perde a graça de Deus?
Se perde com o pecado mortal. A alma na graça de Deus é semelhante a uma lâmpada elétrica acesa. Com o pecado mortal a alma se torna semelhante a uma lâmpada queimada. Não dá mais luz, não serve para mais nada.
Mas a graça de Deus se pode recuperar, enquanto se é vivo, com o arrependimento e com a Confissão sacramental. E é nosso interesse não demorar a recuperá-la; porque cada momento vivido em pecado mortal é um momento de ser “filhos das trevas” (1 Ts 5,5) ao invés de ser “filhos da luz” (Ef 5,8)
Compreendem tudo isso os cristãos? Ou talvez muitos nem se preocupam quase nada de encontrar-se em desgraça de Deus, e continuam a viver entre um pecado mortal e outro?


Humanidade sem graça


Infelizmente, nos basta somente dar um olhar sobre a humanidade, para saber se a maior parte vive na graça de Deus, devemos realisticamente admitir que o “rei das trevas” (Lc 22,53) e o príncipe deste mundo (Jo 12,31) acaba com a vida de graça dos homens.


Hoje o pecado mortal não é somente um fato singular, mas é um fenômeno de massa, de costume dos povos.
Hoje é costume, em escala mundial, ler imprensa pornográfica, ver filmes bestiais, freqüentar praias e lugares escandalosos, seguir as modas indecentes, usar a pílula e os métodos anticoncepcionais, ter ralações extraconjugais, e pré-matrimoniais, divorciar, abortar, renegar a fé, professar o ateísmo, falara blasfêmias..., sem falar das subversões, violências e furtos sempre mais colossais.
Pobre mundo! Talvez nunca com tanta evidencia se tenha achado “tão sob o maligno” (1 Jo 5,19). E “Jesus Cristo sacrificou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos arrancar deste mundo perverso...” (Gl 1,2).


A Mãe da Graça


Nós cristãos devemos ficar santamente orgulhosos de ser filhos de Deus e de Maria, irmãos de Jesus Cristo, templos do Espírito Santo, herdeiros do Paraíso. É verdade que Jesus veio para que os homens “tenham a vida e a tenham em abundância” (Jo 10, 10).
E todas estas divinas riquezas nos são dadas com o Santo Batismo (que por isso, é bom administrar o mais cedo possível ao recém nascido).
Santo Inácio Mártir, se chamava a si mesmo, com orgulho Teóforo, ou seja, portador de Deus. E todos os Santos “glorificaram e levaram Deus no próprio corpo” (1 Cor 6,20) cultivando a vida da graça com imenso cuidado.
Mas quem é a Mãe da Divina Graça?
O sabemos: é Nossa Senhora. É Ela que nos gera à vida divina. São Leão afirma que casa fonte batismal é o seio virginal de Maria! Dela vem até nós a graça da regeneração, que é indispensável a quem pecou mortamente e que transformou tantos pecadores em Santos.
Lembremos, por exemplo, São João de Deus, jovem solteiro, que passava de um trabalho a outro, se nunca tomar juízo. Nossa Senhora o livrou milagrosamente de um grave perigo, aparecendo-lhe e chamando-o a conversão: “um dia tu me amavas – lhe disse – torna a me amar e a me ter devoção. Converte-te a Deus”. O jovem fez isso seriamente e se santificou. Vamos nós também fazer isso seriamente? Para fazê-lo seriamente, rompamos energicamente com os nossos pecados. Como é possível que nos deixemos seduzir por um mundo em que tudo é concupiscência? (1 Jo 2, 15-17).
A experiência de todos os convertidos confirma plenamente esta triste realidade do mundo sem a graça, todo engano e pecado. Sobretudo, os grandes convertidos nos asseguram que a vida não tem sentido, se não é vivida para Deus e para a eternidade.
Lembremos a experiência de uma grande artista, Maria Fenoglio (cujo nome artístico era Eva Lavalliere), que decidiu se suicidar justamente quando tinha chegado ao ápice da glória e da fama mundana.
Foi salva a tempo, por misericórdia de Deus, e foi iluminada pela graça. Então, compreendeu, finalmente, quais são os verdadeiros valores da vida. Renegou a sua vida mundana, abandonou o teatro, e iniciou uma vida de sacrifício sempre mais rica de graças e de virtudes. Escrevia no seu diário: “O meu ideal?” ... Jesus. A minha ocupação preferida? ... A oração. O meu esporte preferido?... estar ajoelhada. O meu perfume mais caro?... o incenso. A minha jóia mais preciosa? ... O Rosário.


Votos:


- Fazer um ato de grande arrependimento por todas as vezes que perdemos a graça de Deus;
- repetir amiúde a invocação: “Mãe da Divina graça, rogai por nós”;
- empenhar-se em evitar toda ocasião perigosa que possa fazer-lhe perder a Graça de Deus.

Fonte: livro "Um mês com Maria", de Pe. Stefano Manelli

Professor Felipe Aquino explica quem é a Santíssima Virgem

São sete vídeos maravilhosos a respeito da Santíssima Virgem Mãe de Deus.

Assista!







Dom Henrique Soares explica sobre a Liturgia.

"A Liturgia não existe para ela, mas para a glória de Deus".
Dom Henrique Soares.

Dom Henrique Soares explica sobre a crise litúrgica na Igreja brasileira e as grandes atitudes deturpadoras da sacralidade dentro da mesma. Fala, também, a respeito do desejo do homem dentro da Santa Missa e não a vontade de Deus. Explica, ainda, sobre o Concílio Vaticano II, seu beneplácito para a Igreja e  sua não-culpa com o resultado da Liturgia atual.


Vale muito a pena assistir.


8 de mai. de 2011

Senhor, fica conosco!



Valmir Alencar - Ao Partir do Pão

7 de mai. de 2011

Padre Paulo Ricardo explica sobre a Ideologia Gay


Quem tiver ouvidos, ouça.
Quem tiver coragem, defenda a Verdade.