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26 de mai. de 2011

Pastor protestante celebra orgia com fiéis para libertar a alma pelo orgasmo


Pastor protestante celebra orgia com fiéis para libertar a alma pelo orgasmo

25.05.2011 - A polícia de João Monlevade, em Minas, prendeu o pastor Gibran Henrique (foto), 36, sob a acusação de promover no templo “encontros de aprofundamento” para libertar a alma pelo orgasmo.

A enfermeira M.F., 32, foi uma das fiéis que denunciaram à polícia o pastor da Igreja Reavivamento Divino. Ela disse ter ficado horrorizada porque o pastor a obrigou a fazer “sexo pervertido” com dois irmãos simultaneamente.

A estudante G.D.S., 27, disse que o pastor pedia aos fiéis mais jovens -- moças e rapazes -- para tirar a roupa durante leitura da Bíblia de modo que eles pudessem ter “uma conexão direta com Deus”.

Nessas ocasiões, segundo ela, Henrique servia vinho Cabernet Sauvignon em cálices como sendo sangue de Jesus.

A radialista L.D.C., 26, disse que o pastor também promovia “a comunhão com o irmão”. Todos tinham de tirar a roupa e se abraçarem, para “sentir integralmente o corpo dos irmãos”. Durante essas cerimônias, o pastor lembrava que Jesus pregou “amai-vos uns aos outros”.

O pastor disse que foi preso injustamente porque a Constituição garante a liberdade de religião. Ele pediu, além de orações, doações para pagar o advogado.

Afirmou que, mesmo na prisão, vai continuar “convertendo almas para o Senhor”.

Com informação do site Vale do Aço Notícias. e Paulolopes weblog

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Diz na Sagrada Escritura:

“Sei que depois da minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho. Mesmo dentre vós surgirão homens que hão de proferir doutrinas perversas com o intuito de arrebatarem após si os discípulos. Vigiai!” (At. 20, 29-ss).

"Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si.
Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas.
Tu, porém, sê prudente em tudo, paciente nos sofrimentos, cumpre a missão de pregador do Evangelho, consagra-te ao teu ministério
." (II Timóteo 4, 3 -5)

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2 timoteo
3 Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. 4 Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas


Carta aberta a Senadora Marta Suplicy

Exma. Sra. Senadora,





Com todo respeito que V. Excelência merece como ser humano e como representante democraticamente eleita de um dos Estados-membros de nossa nação, venho por meio desta questionar e discordar de seus mais recentes pronunciamentos relacionados especificamente com sua defesa da causa homossexual, sobretudo da “criminalização da homofobia”, termo usado frequentemente, embora muito mal empregado, como em breve estarei demonstrando.

Faço isso agora, pois minha Constituição, que estão tentando derrubar, tem me concedido e até me incentivado a participar da vida política de minha nação. Esta mesma Constituição é fruto de batalhas árduas e do sangue de muitos brasileiros que deram sua vida em prol de uma igualdade e de uma liberdade que hoje, pessoas como a senhora e seus aliados, estão, sorrateiramente, tentado retirar de nós brasileiros.

Antes de mais nada, estarei expondo meus argumentos. Tentarei prová-los ao máximo e peço que, caso a Sra. gaste do seu precioso tempo para refutá-los, que o faça pontualmente e, por favor, não se utilize de jargões como “você precisa se atualizar” ou “não é bem assim”. Quem responde com jargões e frases prontas, senadora, atesta sua incapacidade de contra argumentar e quero crer que uma representante do Congresso Nacional do Brasil como é V. Exa., sabe muito bem dialogar, caso contrário, não teria, por tantas vezes, ocupado cargos eletivos neste país.

Depois deste arrazoado inicial, passo a pontuar meus questionamentos, posicionando-me quanto ao que tenho ouvido e visto sobre seu projeto de “criminalização da homofobia” – a PL 122 (as expressões aspeadas são aquelas usadas por V.Exa. num pronunciamento na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa disponível no site do Senado Federa: http://www.senado.gov.br/noticias/tv/programaListaPadrao.asp?COD_VIDEO=79162



1. “Milhares de cidadãos” – essa foi a expressão utilizada por V. Exa. Para se referir aos homossexuais em seu discurso. Não obstante, senadora, esse número não parece ser tão grande quanto V.Exa., quis dar a entender. O Censo 2010 do IBGE contou nossa população em 185.712.713 habitantes. A contagem de domicílios totalizou 67.557.424, sendo que apenas 60.000 foram relacionados a pessoas do mesmo sexo. Numa conta de matemática simples, é possível verificar que isso equivale a 0,08% dos domicílios no Brasil. Ou seja, seus “milhares” não chegam a 1%, senadora! Logo, é bom diminuir sua ênfase!


2. “Os que padecem” – agora não entendi de quem V. Exa. estava falando. Diante de nossa realidade social, que a senadora deve conhecer muito bem, padecimento é uma palavra que deveria ser aplicada aos milhares de brasileiros que se encontram vivendo na miséria e passando fome; àqueles que morrem nos hospitais públicos e postos de saúde à espera de atendimento; àqueles que lutam para sustentar dignamente uma família com esse salário mínimo miserável que lhes é ofertado; aos aposentados que, após anos de contribuição, veem-se obrigados a depender de outros, pois sua aposentadoria mal paga seus medicamentos; às crianças e adolescentes explorados sexual e socialmente. Os exemplos poderiam ser numerosos, uma vez que padecimento é algo vivido por grande parte do povo brasileiro, independente da opção sexual deles.


3. “Medo de se assumir” – outra expressão estranha. Uma vez que os homossexuais afirmam categoricamente que “já nasceram assim” (declaração com a qual eu discordo, pois não há base científica suficiente para sustentar tal argumento, por mais esforço que se tenha feito para tal), não há o que ser assumido. Ou se é, ou não se é. Quem assume uma postura ou comportamento está representando, disfarçando, simulando. Eu sou mulher, nasci mulher e não precisei assumir isso para ninguém. É fato. E contra fatos, não há argumentos.

4. “A união estável já está conquistada” – esse foi mais um dos absurdos jurídicos da história desse país! O Supremo Tribunal Federal, guardião da nossa Carta Magna, tratou de rasgá-la ao fazer seu último julgamento. Não há, no texto constitucional, nenhuma brecha para existir tal instituto. A Constituição Federal de 1988 foi taxativa: “Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. (...) §3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.” (grifo nosso). Não estou afirmando que não pode haver união homoafetiva reconhecida pelo Estado, mas, para que isso ocorresse, deveria ter sido feita uma Emenda Constitucional. O STF, abusando dos poderes que lhe foram outorgados pelo legislador constituinte, legislou contrariamente à Constituição. Logo, apesar dessa vitória da sua causa, senadora, não se vanglorie tanto, pois ela foi conseguida a um preço tão alto que, no futuro, até mesmo a senhora lamentará tal decisão.

5. “Casamento ninguém está propondo e seria muito difícil passar em qualquer uma das casas” – primeiro, vocês estão propondo, sim! O Dep. Jean Willys, imediatamente após a decisão absurda do STF afirmou que agora lutariam também pelo reconhecimento (casamento) civil homossexual. Se isso não está escrito no seu projeto, é apenas mera questão formal. Segundo, se o direito afirmado por vocês é tão claro e evidente, por que não passaria em nenhuma das casas do Congresso? A Câmara e o Senado não são compostas de representantes da vontade do povo? Então, senadora, nem a senhora acredita que sua causa seja a vontade real da infinita maioria do povo brasileiro, a saber, dos 185.712.713 habitantes desse país.

6. “Tenho vontade de ouvir a fala das pessoas que são contrárias” – desculpe-me, senadora, mas eu sempre a vejo indo a eventos da comunidade LGBT e se reunindo com eles, mas não me recordo agora de ter visto V. Exa. indo às igrejas, as associações, à instituições das mais diversas existentes no Brasil que sejam manifestamente contra. É cediço, senadora, que é muito mais fácil a Sra. marcar reuniões com esses grupos do que nós termos acesso a V. Exa. Se há tanto interesse de sua parte em nos ouvir, estamos à sua disposição, é só a Sra. avisar publicamente quando e onde e garanto que essas entidades falarão. Minha única dúvida é se a senhora irá gostar do que ouvirá e arriscará perder os votos da comunidade LGBT que sempre lhe elege, justamente, porque nunca são contrariados por V. Exa.


Encerrado seu pronunciamento, passo agora a questionar outros absurdos nessa situação:


7. Homofobia – não sei se V. Exa. sabe, mas o dicionário define fobia como “Nome genérico das várias espécies de medo mórbido, aversão a alguma coisa.” Com todo respeito, senadora, nenhuma das atitudes que vocês tem mencionado como homofóbicas pode ser classificada como uma espécie de medo mórbido ou aversão a homossexuais. Discordar não é uma fobia.

8. Criminalização da homofobia – discordar das práticas homossexuais e expressar isso, como dito anteriormente, nada tem a ver com fobia. Portanto, criminalizar a homofobia é algo complicado, pois não há demonstração dessa tal fobia e, mesmo que houvesse, como constituir um crime com base numa patologia? Se ter “medo mórbido ou aversão aos homossexuais” for crime, em pouco tempo, teremos outras patologias sendo criminalizadas e o direito deixará de ser baseado em critérios objetivos, positivados, para ser definitivamente subjetivo, pondo fim, extinguindo, aniquilando qualquer segurança jurídica e toda a construção do direito constitucional, penal e processual feita ao longo da história humana. Para a senhora pode ser apenas uma proteção aos homossexuais, mas, juridicamente, senadora, isso é um precedente de proporções catastróficas.


9. Proteção do direito à vida, à integridade física etc – esses também foram argumentos utilizados por V. Exa, salvo engano, numa entrevista no congresso nacional, quando uma senadora discutiu com o Dep. Bolsonaro, chamando-o de homofóbico. Se não foi nessa entrevista, perdoe-me, mas foi em um de seus pronunciamentos que a Sra. afirmou que tudo o que eles, os homossexuais, queriam era terem protegidos seus direitos a vida, a integridade física, a ir e vir etc. Não sei onde a Sra. quer chegar, pois, enquanto ainda for vigente o Código Penal e a Constituição Federal, todos esses direitos já estão tutelados e protegem não só os homossexuais defendidos pela senhora, mas todos indivíduo, quer brasileiros ou não, homo ou heterossexuais, de qualquer cor, raça e credo. Assim, sua proposta é redundante e desnecessária.


10. Proteção contra a discriminação – a Constituição Federal estabeleceu como objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil “IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”. Assim, senadora, caso V. Exa acredite que há problemas de discriminação no país, crie uma lei que puna a discriminação, mas que seja genérica, como devem ser as leis, e que, como manda a Carta Magna, proteja a todos e não só aos homossexuais. Vale ressaltar, senadora, que os homossexuais não são a única minoria deste país (embora sejam a mais barulhenta) e nem é exclusividade deles serem discriminados. V. Exa. já conversou com negros? Com portadores de deficiência? Com evangélicos, muçulmanos e fiéis de religiões minoritárias? Esse são só alguns exemplos de minorias que sofrem preconceito e discriminação e que nunca foram amparados por leis específicas que os protegessem e que nunca tiveram um parlamentar lutando tão arduamente pela causa deles com tem feito a Sra. pelos homossexuais. Esses são alguns daqueles que a senhora “deveria ouvir”.

11. Inconstitucionalidade da PL 122 – sem maiores delongas, esse projeto de lei absurdo e extremamente mal redigido viola, fere de morte valores como as liberdades de expressão, consciência, crença e culto. Não sei se a Sra. sabe, mas esse princípios tutelados pelo texto constitucional são cláusulas pétreas, ou seja, não podem ser modificados ou extintos, a CF/88 não admite sequer que sejam propostas emendas que os tente abolir (Art. 60, §4º, IV). E vocês querer exterminá-los com um mero Projeto de Lei? Acho bom V. Exa. consultar sua assessoria jurídica e verá que isso está muito equivocado. No intuito de consertar o mal, a Sra. propôs que nós fôssemos livres para falar contra as práticas homossexuais em ambientes privados. Continuou ferindo os mesmo valores supracitados, pois eles nos foram garantidos para serem expressos privada e publicamente.


12. Pena mínima de reclusão de 02 anos – os crimes previstos na PL 122, em sua maior parte, possuem pena que impossibilita a aplicação dos benefícios dos crimes de menor potencial ofensivo (pena máxima de 02 anos e mínima não superior a 01 ano), julgados pelos Juizados Especiais, negando também a suspensão condicional do processo (há mais coisas a serem discutidas sobre isso, mas não é o momento nem o meio). Quanto a isso, apenas uma pergunta: a Sra. já calculou quantos presídios terão que ser construídos para atender a demanda de pais de família, trabalhadores, padres, pastores e tantos outros cidadãos até então honestos e dignos, mas que serão condenados à pena de prisão por praticarem atos ou pronunciarem palavras por vocês considerados “homofóbicos”?

O fato é, senadora, que eu creio que V. Exa., seus companheiros de causa e sua assessoria jurídica não estão atentando para esses pequenos pontos que mencionei.

Quero frisar, porém, que não estou contra o direito dos homossexuais de pleitearem aquilo que acham justo (união reconhecida, adoção, benefícios previdenciários etc), por mais que não concorde com a relação homoafetiva por valores pessoais. No entanto, não aceito e nunca aceitarei que o direito pleiteado por eles seja conquistado à custa dos direitos da maioria. Vale a máxima: o direito de um termina onde começa o do outro. E acho bom o deles parar por aqui, pois já está usurpando o meu.


Lutem pelo que vocês acreditam, mas não me penalizem por acreditar diferente e não retirem de mim o direito adquirido de me expressar por palavras e atos.


Termino, senadora, afirmando que, diferente de muitos dos seus companheiros de luta, estou aberta a ouvir seus argumentos e a analisá-los com afinco, tão logo sua resposta me seja enviada.

Desde já, agradeço a disposição de ler minha manifestação e acredito no seu bom senso e no seu julgamento claro e sério da questão.

Cibele Guerra Farias

Apenas uma voz comum querendo ser ouvida.



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Nota do Darth: Esta carta foi enviada para a Senadora Marta Suplicy (PT/SP) e para todos os demais senadores da República.



Fonte: Blog do Darth Metrius



Jesus, Maria e José, nossa família vossa é!

Abaixo - Assinado contra o PL 122 e o kit Gay.

Acontecera no dia 1 de Junho uma grande manifestação pacífica contra o PL 122 e o Kit Gay em frente o Congresso Nacional.
Os organizadores do evento desejam entregar aos senadores, um Milhão de assinaturas contra o PL 122 e o Kit Gay.
Assinem o Abaixo-Assinado e divulguem nas redes sociais.

Neste Link:





Nossa Senhora Aparecida, livra-nos do mal do permissívismo.

25 de mai. de 2011

Padre Paulo Ricardo fala sobre o uso de tatuagens e piercings


Em entrevista ao Missionário Anderson Luís dos Reis, Diretor da Equipe de Escritores Católicos Regina Apostolorum, Padre Paulo Ricardo explica sobre o uso de tatuagens e piercings.

Fala, também, sobre o estilo musical 'rock' e sobre como o cristão deve se portar.

Vale a pena assistir.

Um mês com Maria - 26º dia

A obediência

A obediência é a virtude que nos leva a submeter a nossa vontade à de Deus e dos Superiores que representam Deus. A 1ª obediência a devemos a Deus, nosso Pai e Criador. "Do Senhor é a terra e tudo quanto contém" (Sl 23,1) Se somos suas criaturas e seus filhos, devemos a Ele toda a obediência criaturial e filial. "Todas as criaturas Te servem" (cf. Sl 118,91). A obediência a Jesus é ligada à Redenção. Ele nos resgatou com o seu Sangue; por isso lhe pertencemos, somos seus e devemos obedecer aos seus divinos desejos:"Não sois mais vossos, porque fostes comprados a caro preço" (cf. I Cor 6,20) A obediência aos superiores é ligada ao fato que eles são representantes de Deus. Sabemos bem que Deus não nos governa diretamente, mas através dos seus delegados que Ele faz partícipes da sua autoridade."Não existe autoridade que não venha de Deus" (Rm 13,2). Por isso a desobediência aos superiores é sempre uma desobediência à autoridade de Deus: "Quem resiste à autoridade, resiste ao ordenmento feito por Deus. E aqueles que resistem procuram por si mesmos a danação". (Rm 13,1). Jesus usa uma expressão ainda mais forte e até mais precisa: a obediência aos superiores coloca-nos em relação direta com Ele: "Quem vos esuta, escuta a Mim e quem vos depreza, a Mim despreza". (cf. Lc 10,16) As obediências que operaram milagres e as desobediências que os impediram, confirmam as palavras de Jesus. Quando S. José Cotolengo soube que tinha um grande número de freiras doentes e que não sabia como fazer para o serviço da Pequena Casa, deu ordens precisas que as freiras se levantassem para o serviço da Casa. As Irmãs levantaram- se e acharam-se curadas. Uma só não quis levantar por temos e não se curou, e acabou fora do Instituto. Quando S. Francisco de Assis e S. Teresa d'Ávila recebiam nos êxtases qualquer comunicação, estavam prontos para renunciar tudo se o Superior decidisse de modo contrário, porque na Palavra do Superior existe a presença de Deus sem engano, enquanto na visão ou na locução existe sempre uma margem de incerteza.

Superiores... levados

É claro que os superiores devem exercitar a autoridade só como delegados de Deus e nuncadevem mandar o que seja contra a lei de Deus: não podem ser delegados de Deus quando mandassem o pecado ou não o impedisem (mentir, roubar, abortar, blasfemar...). Nestes casos eles são delegados de Satanás e não podem e não devem ser obedecidos. Nos outros casos, precisamos obedecer mesmo quando isso nos pesa ou repugna. Mesmo que aquele que nos manda for odioso ou faccioso: "Servos, obedecei aos Vossos patrões, embora turbulentos." (I Pd 2,18). Na vida de S. Gertrudes lê-se que por um certo período teve uma superiora de humores muito difíceis. A Santa rogou ao Senhor para que a fizesse substituir por outra mais equilibrada. Mas Jesus respondeu-lhe: "Não, porque os seus defeitos a obrigam a humilhar-se todos os dias diante de mim, de outro lado, tua obediência nunca foi tão sobrenatural como neste tempo".

Um mistério de fé

É claro que a alma da obediência é a fé sobrenatural. S. Maximiliano dizia que a obediência é um mistério de fé. Somente quem sabe ver no Superior o representante de Deus sabe obedecer e abraçar a vontade de Deus, mesmo quando custa, sobretudo QUANDO custa, porque a verdadeira obediência é aquela que se exercita no sacrifício: Jesus mesmo! "Aprendeu dos sofrimentos a obediência" (cf. Hb 5,8) Quantas vezes nos custa obedecer em silêncio as coisas dolorosas... Durante a Paixão, Jesus ao invés de se defender, calou-se (cf. Mt 2,63). S. Domingos Sávio, rapaz eficiente e estudante aplicado, foi falsamente acusado diante do mestre de uma travessura feia. O mestre, muito surpreso, foi obrigado a chamá-lo severmente a atenção. Ele não se irou. Quando o mestre descobriu a verdade, chamou-o e perguntou porque não tinha dito a verdade. "Por dois motivos: Por que se tivesse dito quem era o culpado, ele teria sido expulso da escola, já que não era a 1ª vez que estava em delito, enquanto que para mim era a 1ª vez. 2º por que até Jesus calou-se quando acusado injustamente no Sinédrio". Quem não lembra do último episódio ocorrido a S. Geraldo Majela? Caluniado infamemente, foi castigado severamente por S. Afonso. Suspenderam-lhe a Comunhão, transferiou-o e trataram-no como um pecador. Ele calava-se e obedecia. Quando a verdade veio a tona, S. Afonso pôde dizer que este episódio bastava para garantir a santidade extraordinária de S. Geraldo. A obediência crucificou Jesus, que "foi obediente até a morte" (cf. Fl 2,8) Ele calava e rezava. A obediência cricificou os santos e eles também se calavam e rezavam como Jesus.

A Virgem obediente

Maria nos deu o exemplo inimitável de Jesus até no obedecer. As primeiras páginas do Evangelho de S. Lucas abrem-se com o "Fiat" de Maria ao Anjo Gabriel (cf. Lc 1,38). Ela obedeceu humildemente ao enviado, ao representante de Deus, aceitando coisas humanamente inconcebíveis - como a Concepção Virginal do Verbo, Filho de Deus e a Maternidade divina - e as coisas dolorosas até à pior tragédia de uma mãe: oferecer o próprio filho ao assassino. Maria foi obediente à ordem de Augusto para o recenseamento, à lei da Apresentação e Purificação; obedeceu ao fugir para o Egito, obedeceu ao voltar do Egito para Nazaré. Encontramos no Calvário Maria obediente onde se cumpriu propriamente: " espada que lhe transpassou a alma" (Lc 2,35, Lc 5,1-15, 21-24,Mt 2,13-15, 19-23). A obediência à vontade, sem reservas: "Faço sempre o que é do seu agrado". (Jo 8,29) Esta é a atitude do verdadeiro obediente, garantido pela obediência dolorosa, amada como aquela jubilosa até entre os sofrimentos naturais: "não a minha, mas a tua vontade se faça". (Lc 22,12).

Caçadores fora

Quando S. José Calasanz foi caluniado e perseguido pelos seus discípulos, quando velho e enfermo foi preso e levado aos tribunais e perto da morte foi expulso da Congregaçao e viu a Congregação devastada por ordem do próprio Vigário de Cristo. Ele curvou a cabeça e aceitou esta corrente de sofrimentos, murmurando: "Agora e sempre seja bendita a Santíssima vontade de Deus". Quando S. Afonso Maria de Ligóri, aos 80 anos, foi caluniado por um dos seus filhos, foi expulso da Congregação pelo próprio Papa, (ele, o grande, apaixonado, o enamorado defensor do Papa) superou o sofrimento mortal gritando a si mesmo, com a testa no chão, aos pés do altar: "O Papa tem razão! Sim, Ele tem razão!" Esta é a obediência que crucifica como crucificou Jesus à Cruz. O Santo é aquele que se deixa crucificar. Nós, quantas desculpas e compromissos, fugas para evitar qualquer peso e aborrecimento que a obediência possa trazer. Mas se assim fizermos, é impossível amar, porque "se me amais - diz Jesus - observais as minhas ordens". (Jo 14, 15) embora dolorosas.

Votos

* Meditar a Paixão e Morte de Jesus

* Oferecer o dia pelos Superiores

* Pedir a Maria a virtude heróica da obediência.

Fonte: livro "Um mês com Maria", de Pe. Stefano Manelli

Namoro e Laicismo

Gregório Vivanco Lopes
Em meio ao caos do mundo moderno, cada vez mais se nota uma tendência a “legitimar” situações ilegítimas, designando-as com palavras de uso corrente. A palavra como que “escorrega” e passa a significar uma coisa diferente do que antes significava.

Plínio Corrêa de Oliveira já nos advertia para a manipulação das palavras com vistas a produzir uma “baldeação ideológica inadvertida”, ou seja, a pessoa muda de ideologia sem perceber. Usando um mesmo vocábulo vão sendo designadas situações progressivamente diferentes, até que, no final do processo, a palavra passa a designar o contrário do que ela significava no início.

É o que se passa, por exemplo, com as palavras “namoro” e “laicismo”.

Até há pouco “namoro” era um primeiro relacionamento afetivo entre pessoas de sexo diferente, para se conhecerem melhor com vistas a um engajamento mais sério, no noivado, e por fim o casamento.

Hoje em dia, não. O termo “namoro” vem sendo empregado para designar um relacionamento já diretamente sexual, incluídos o concubinato, o adultério e até a homossexualidade! Tudo é namoro!

O propagandeado líder sem-terra, João Pedro Stédile, declarou formalmente que “a maioria das freiras que foi morar em acampamento [dos sem-terra] acabou arrumando namorado” (Revista “Atenção”, maio/1996).

O mesmo vai ocorrendo com a palavra “laicismo”.

Originariamente, “laicismo” significava a doutrina pela qual o Estado é separado da Igreja. Portanto não há uma religião oficialmente professada pelo Estado. No Brasil, no tempo do Império, Igreja e Estado eram unidos. Com o advento da República, houve a separação e o Estado ficou reduzido à categoria laical. Igreja e Estado passaram a conviver autonomamente.

Depois disso, tanto fizeram e mexeram na palavra “laicismo”, que hoje muitos entendem o Estado leigo como sendo aquele que deve perseguir a religião. Daí a campanha contra os crucifixos em locais públicos, proibição de ensino religioso nas escolas, projetos contra a “homofobia”, que visam a criminalizar os cristãos que usam de sua liberdade de expressão religiosa para criticar as práticas homossexuais etc.

Razão tinha o saudoso Prof. Plinio Corrêa de Oliveira ao insistir em que as palavras fossem usadas com precisão e clareza!

Fonte: IPCO

Como os cristãos devem se proteger das ilegalidades supremas?

Por Leonardo Bruno

Paradoxalmente, há um poder na república, cuja institucionalidade está acima de todos os poderes. Ainda que haja leis, ainda que haja o poder legislativo, ainda que haja a Constituição, ele pode arbitrar e passar por cima de todos eles. Até as leis de Deus e do direito natural estão abaixo de suas determinações. Alguém poderá pensar que é o poder executivo. De fato, na história da república brasileira, o executivo quase sempre teve o papel de usurpador dos poderes. Até mesmo o governo Lula foi um exemplo fático dessa tendência, cada vez mais despótica, de passar pela harmonia dos poderes, legislando onde não deve, intervindo onde não é autorizado. Contudo, esse poder acima de todos os poderes não é o executivo. Este, ao menos, está sujeito aos ditames da Constituição e das leis, além de ter o controle do judiciário e do legislativo. O poder absolutista a que me refiro se revelou recentemente na imprensa e na opinião pública. E houve advogados e juristas que fizeram rasgados elogios à instituição, pela sua abjeta decisão. É claro que essa instituição acima de todos os poderes se chama Supremo Tribunal Federal.

A decisão da Corte Suprema do país, reconhecendo a união estável entre os homossexuais, deixou os cristãos perplexos. Primeiro, porque a artimanha passou por cima do Congresso Nacional e da Constituição para se legitimar judicialmente. E segundo, para fazer isso, crivou de ilegitimidade o próprio direito de família. A mensagem do STF é muito clara: qualquer associação espúria pode ser considerada "entidade familiar". Basta o tribunal se comover com o assunto, sofrer pressão de grupos minoritários organizados, para ignorar toda uma instituição já consagrada, rebaixando-a a um subjetivismo perigoso e abertamente permissivo. A interpretação que os ministros do STF deram à família fora de um desprezo completo pela moralidade. Tanto faz uma família ou um lupanar que dá no mesmo.
Por outro lado, a ação organizada entre o Supremo e as ongs da militância gay revelaram o quanto os cristãos, sejam eles católicos ou protestantes, estão sedados, paralisados, para uma reação à altura das artimanhas judiciais da chamada "revolução cultural". O exemplo do Supremo em ter cometido uma ilegalidade e uma afronta à família é motivo de sobra para um novo despertar dos cristãos na defesa dos seus valores mais caros. Na verdade, o fato revelou uma intenção óbvia: os movimentos da esquerda cultural querem destruir todo o patrimônio cultural e simbólico do cristianismo na sociedade. A campanha violenta de secularização completa do Estado, das instituições e da política, quer extirpar o cristianismo do meio social. Na prática, laicidade virou claro sinônimo de materialismo e ateísmo, só que escamoteado, sutil, rarefeito e, portanto, ardiloso. Porque a pregação da laicidade se esconde por detrás de uma suposta idéia de tolerância iluminista contra os desmandos malvados da irracionalidade religiosa. Os valores cristãos incutidos no direito, na política e na sociedade, devem ser expurgados para se implantar uma espécie de pseudo-ética politicamente correta. O governo retira as cruzes das repartições públicas; modifica radicalmente os valores relacionados a vida e a família; e coloca o cristianismo num lugar de insignificância, no foro íntimo do mero capricho ou crença, quando a cosmovisão materialista e atéia e a moral utilitarista se tornam uma espécie de religião civil estatal.

O posicionamento do STF foi abertamente clerical, como se os ministros fossem a encarnação dos deuses, e a Corte, uma espécie de oráculo da "vontade geral" rousseana. Com a diferença de que nem mesmo o povo foi ouvido nessa questão controversa. Pelo contrário, os ministros da Suprema Corte trataram a população como um rebanho cristão estúpido e incapaz de fazer juízos sobre seus próprios assuntos. Aqueles, naturalmente, é que são "iluminados", arautos do progresso humano e da igrejinha do Estado laico!

A comunidade cristã, seja ela católica ou protestante, está acuada, na defensiva. Muitos ainda não percebem os perigos de uma militância política que almeja destruí-la. O Estado laico, tal como se apresenta, é declaradamente anticristão. O STF, o movimento gay e a esquerda cultural realizam as mesmíssimas ações registradas no decorrer do século XX: transformam os cristãos em categorias de segunda classe, tiram seus direitos elementares de consciência na participação política e os isolam num ostracismo, a ponto de invalidar todos os seus conceitos e neutralizá-los.

Porém, o que fazer? Primeiramente, os cristãos de todos os credos devem se unir para uma causa: a promoção dos valores comuns da Cristandade na sociedade, na política, no direito e na cultura. Devem atacar em todos os aspectos da legislação, do direito e da educação, a secularização ateísta da sociedade. Não basta ficarem acuados, na defensiva. Devem contra-atacar, legitimar na Constituição, no direito, no judiciário, nas escolas e nas universidades, os valores do cristianismo. Devem combater o ativismo judicial disciplinando-o através da estrita legalidade sã. Ou na melhor das hipóteses, denunciar esse ativismo, que é visivelmente antidemocrático e totalitário, já que sujeita as decisões judiciais aos anseios ideológicos de um partido ou de um grupo político.

Alguém objetará, alegando que isso seria o caminho para um Estado totalitário religioso. Isso é abertamente falso. Qualquer cristão de boa consciência não estará pregando a imposição forçada da religião na comunidade. Pelo contrário, a liberdade religiosa e a liberdade de consciência devem ser preservadas. No entanto, ninguém até então chamava de "totalitário" o fato de que a nossa estrutura familiar sempre ter sido monogâmica e heterossexual, inspirada no cristianismo. O mesmo se aplica ao direito à vida ou à propriedade, que tem nos princípios cristãos, um enorme débito. Defender os valores essenciais da vida, da família, dos direitos naturais, na tradição cristã, é a salvaguarda contra o Estado totalitário que ascende, já que não reconhece nenhum outro princípio ou poder, senão ele próprio.

A regra atual é combater as ilegalidades "supremas". É uma luta, não somente de todos os cristãos, mas do povo brasileiro contra a arbitrariedade judicial. A bancada evangélica e católica do Congresso Nacional, junto com demais deputados que defendem a instituição da família, devem unir esforços para tornar ilegal e inconstitucional o parecer do STF a respeito da "união estável" entre os homossexuais. A farsa do movimento gay e suas fraquezas estão mais do que expostas. Deve-se buscar todos os meios necessários para impor limites aos abusos do Supremo e os métodos sujos da revolução cultural marxista. Se as instituições brasileiras podem se autonomear "democráticas", nenhum poder político desta república deve estar acima da Constituição e das leis. A sorte foi lançada. Os cristãos devem pegar as armas da apologética e da retórica e combater o processo do Leviatã que ameaça engoli-los. O campo de batalha é o direito, é a lei, é o Congresso, é a universidade, é a escola, é a igreja. Basta despertar..

Fonte: Mídia sem Máscaras

Presidente Dilma suspende “temporariamente” projeto de distribuição dekit gay.




Sob pressão intensa da bancada evangélica, a presidenta Dilma Rousseff acabou de dar ordens expressas proibindo temporariamente a distribuição de qualquer material ligado ao “Kit Gay” nas escolas.

Ontem os deputados da Frente Parlamentar Evangélica avisaram que devido à falta de atenção do governo de Dilma e às mentiras contadas pelo ministro da Educação, eles iriam obstruir as votações na Câmara, iriam assinar a convocação do ministro Palocci para se explicar sobre seus últimos escânadalos, iriam pedir uma CPI contra o Ministério da Educação e ainda exigiram a exoneração do ministro da Educação.

Fonte: shalom.org/carmadelio

Evangélicos tentam anular decisão do STF.

Deputados ligados a Frente Parlamentar Evangélica, que atua na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, pretendem entrar com uma emenda constitucional que vise sustar, através de um decreto legislativo, a decisão sobre homoafetividade tomada pelo Supremo Tribunal Federal, no dia 5 deste mês que por 10 votos a zero, reconhecer a união homossexual estável como unidade familiar. Na prática, ela foi equiparada à relação estável entre homem e mulher, permitindo que direitos e deveres comuns aos casais heterossexuais sejam estendidos aos casais do mesmo sexo.
“Achamos que o remédio para isso é o Parlamento aprovar um projeto de decreto legislativo, com fundamento na Constituição Federal, que diz caber ao Parlamento zelar pela sua competência. O remédio que tem é sustar, através do decreto legislativo, os efeitos dessa decisão (do Supremo). Agora, se a Casa terá esse mesmo entendimento e irá aprovar, evidentemente, depende de um debate a partir da apresentação desse projeto. Esta é a nossa disposição”, adiantou o presidente da FPE, deputado João Campos (PSDB-GO).
Na avaliação dele, o Supremo vem praticando um “ativismo judicial perigoso”, invadindo a e atropelando a competência do Legislativo.
“Isso é muito ruim para o Estado Democrático de Direito, pois ofende o princípio da separação de poderes, fere o princípio do equilíbrio entre os poderes. O Judiciário não tem legitimidade democrática para alterar nenhuma norma. Ele pode interpretar. Em alguns casos, como o da união homoafetiva, como o da fixação do quantitativo das câmaras de vereadores, como o da fixação das regras para o uso de algemas, o Judiciário não interpretou lei nenhuma, mas legislou. Isso é um absurdo. É como se o Parlamento, em nome da demora do poder Judiciário, avocasse processos aqui para que nós pudéssemos dizer a sentença”, acrescentou.
Sobre as críticas de que o STF teria sido impelido a se posicionar em relação à união estável homoafetiva diante da suposta inércia, do vácuo deixado pelo Legislativo, rebate:
“Esse argumento é falacioso. Se a própria Constituição e o Código Civil criaram uma regra, que, do meu ponto de vista, não cabe nem interpretação de tão clara que é, não há vácuo. Outro argumento que os ministros do Supremo utilizaram foi o da demora do Parlamento em deliberar. Onde é que está escrito que, quando o Parlamento demora a decidir por que a sociedade não constituiu dentro dele uma maioria acerca daquele assunto, outro poder tem que decidir? Se o argumento da demora vale para o Judiciário, então, vale para o Legislativo em relação ao Judiciário. Então, nós poderíamos alocar o processo do mensalão, que está quase prescrevendo sem que o Judiciário se pronuncie, e dizermos a sentença. Isso não tem cabimento”, provoca.

Fonte: shalom.org/carmadelio

Você AINDA não sabe o que é a “ideologia do gênero”? lendo essa notícia você nunca mais esquecerá.

Um casal canadense está causando controvérsia. David Stocker, de 39 anos, e Kathy Witterick, de 38, decidiram criam o bebê de 4 meses que tiveram sem definir o sexo. Embora não tenha qualquer ambiguidade na genitália, o bebê não é chamado nem de menino, nem de menina.

O casal de Toronto diz que, com a decisão, está respeitando o direito de o bebê escolher o seu próprio sexo, livre das pressões e das normas sociais. Além dos pais, as únicas pessoas que sabem o sexo biológico Storm Witterick são os irmãos dele: Jazz, de 5 anos, e Kio, de 2. “Se você quer realmente conhecer alguém, não pergunte o que há entre as suas pernas”, disse David ao jornal “Star”.

A todos que perguntam o sexo do bebê, os pais dizem que ele não será informado e se defendem: “A decisão é uma homenagem à liberdade em vez da limitação”.






Fonte: shalom.org/carmadelio

Um mês com Maria - 25° dia

A paciência

Estamos todos de acordo: Não existe virtude prática que seja tão necessária na vida cristã como a paciência. Não há dúvidas. Esta virtude faz com que a alma suporte tranqüilamente os incômodos e os sofrimentos da vida Quem não tem problemas e tribulações na vida? Quem pode fugir dos incômodos? Quem pode fugir ao peso cotidiano de provas e contrastes? Por isso "é necessário a paciência para cumprir a vontade de Deus e conseguir os bens da promessa". (Hb 10,36). Paciência em casa e fora dela; no trabalho e no colégio; com patrões e empregados... Quantas ocasiões todos os dias. Devemos suplicar a Maria de conceder-nos esta virtude para podermos imitá-la, sempre doce, forte e serena em meio às provas e às maiores fadigas. Em Belém, à procura de um lugar entre as angústias, no Egito onde chegou com Jesus menino, e S. José, fugitivos entre gente desconhecida; nos três dias da busca de Jesus no Templo, com aquela amargura no coração, na separação de Jesus ao início da sua vida publica com as precisões dos choques inevitáveis com os fariseus, nas seqüências dilaceradas do Calvário ao pés da Cruz de seu Jesus adorado. A paciência de Maria! Veremos no Praíso como a sua paciência superou a paciência de todos os homens juntos.


Mostrou-lhe o Crucifixo

"Uma resposta doce acalma e raiva; o fogo não se apaga com o fogo, nem o furor se acalma com o furor." - S. João Crisóstomo. Um dia S. Luzia de Marillac apresentou uma bebida a um turco enfermo internado no Hospital. Este reage violentamente ao gesto de caridade, jogando o copo na cara da freira. Sem abrir a boca, a Santa retirou-se; logo volta com outra bebida e a mesma atitude do enfermo. A freira não diz nada e vai; volta outra vez e se aproxima do enfermo e lhe dirige a palavra bondosamente a ponto do doente olhá-la e dizer: "Vós sois uma criatura da Terra? Quem vos ensinou a tratar assim aquele que te ofende?" Sem responder, a Santa mostrou-lhe o Crucifixo que trazia no peito. O mesmo aconteceu com S. Maria Bertila, no Hospital de Treviso. Um dia um enfermo histérico lhe jogou o ovo que ela lhe tinha levado. A Santa não se perturbou. Foi trocar o avental voltou com uma taça de caldo: "Ficarás bem com este caldo", sorrindo, disse-lhe. O que não temos a aprender nós com estes atos, nós que prontamente perdemos a paciência por bobagens.

Os caroços das cerejas

Jesus disse que com a paciência salvaríamos nossas almas (cf. Lc 21,19) E mais, com a paciência se conquistam e salvam até as almas dos outros, porque o homem paciente vale mais do que o homem forte e quem domina o caráter vale mais do que "um conquistador de cidades" (Pr 16,32). S. José Cafasso era o Capelão dos condenados à morte. Por isso podia entrar nas celas e ficar no meio deles. Parecia um anjo de serenidade e de paciência naquele ambiente fedorento e repugnante. Levava-lhes sempre alguma coisa de presente. Um dia foi um cesto com cerejas. Logo após, os encarcerados divertiam-se em atirar-lhes os caroços. "Deixai-os. É a única distração que eles têm". Disse o santo. Com esta doce paciência ele podia penetrar nos corações deles e prepará-los para enfrentar a morte beijando o Crucifixo e invocando Maria.

Esposas e Mães pacientes

Muitas vezes é sobretudo em casa que precisamos exercitar-nos na paciência. S. Paulo recomendava aos Efesinos de "comportarem-se com toda a humildade, mansidão e paciência, suportando-vos com amor" (Ef 4,2). Quantas brigas e problemas se poderiam evitar com poucos grãos de paciência e de silêncio. Quando as amigas perguntaram a S. Mônica como fazia para viver em paz com um marido tão insensível e violento, respondia: "Tenho um freio em minha língua". Quem não se lembra de como S. Rita chegou a converter o marido vulgar e brutal? Sofrendo em silêncio: "com muita paciência nas tribulações, nas necessidades, nas angústias" (2 Cor 6,4). Grande também foi a paciência da ditosa Anna Maria Taigi, mãe de 7 filhos. Cada dia eram provas que a pobrezinha devia enfrentar pelas estranhezas do marido pouco gentil, pelos problemas dos filhos que precisavam de uma boa formação pelas contrariedades e incômodos que acontecem inevitavelmente em cada família. Um dia quebraram-lhe um magnífico vaso de cerâmica que era uma preciosa e cara recordação de família. A Santa olhou os cacos e disse serenamente: "Paciência! Se o soubessem os negociantes de cerâmicas ficariam contentes. Precisam viver também, não?"Esta paciência é um dos frutos mais preciosos do Espirito Santo (cf. Gl 5,22).

Olhemos para Ela

O primeiro dote da caridade é a paciência! (cf. I Cor 13,4). A maior caridade traz consigo a maior paciência. Por isso Maria, Mãe do amor, é exemplar perfeitíssimo e fonte da nossa paciência. Ela viveu com a alma transpassada por uma espada (cf. Lc 2,35) Olhemos este fato e aprendamos saber aceitar com paciência heróica até um punhal enfiado no coração. Ela foi a Virgem oferente não só no Templo, mas também, e sobretudo, no Calvário (Marialis Cultus, n.20). Apeguemo-nos a Ela para atingirmos a energia do amor paciente e oferente nas tribulações da vida e da morte.

Votos

* Tratar gentilmente e sorrir para quem te maltrata

* Oferecer cada pequeno espinho do dia a Maria

* Meditar sobre as dores de Maria

Fonte: livro "Um mês com Maria", de Pe. Stefano Manelli

24 de mai. de 2011

Sobre o culto dos Santos e as Imagens


Padre Paulo Ricardo explica sobre o uso das imagens e o culto aos santos. Explica também sobre a diferença entre ídolo e santo, sobre Deus e seu lugar dentro da realidade católica.

Vale a pena assistir!

Nos passos do Império Romano…

Marcio Coutinho
Para pessoas que têm fé e princípios cristãos – e é a grande maioria dos brasileiros – é estarrecedora a decisão por unanimidade no Supremo Tribunal Federal (STF), em 5 de maio último, na qual os ministros reconheceram legalmente as uniões entre pessoas do mesmo sexo possibilitando até adoção de criança. (Cfr. O Globo online, 5/5/2011).

Isso tudo faz recordar um fato histórico. O Império Romano, sem dúvida, foi uns dos maiores registrados na História, sua glória é até hoje descrita, mas do imenso império, só restaram ruínas.

Como diz o adágio popular: “para cair, basta está em pé”. Os romanos estavam num auge territorial quando caíram. Quais foram as causas desse declínio assombroso, já que o progresso era tão marcante?

Historiadores de diversas épocas procuraram escrever sobre quais seriam as causas da queda do Império Romano. Conforme o site americano Mail Oline (9/5/2011), para o Prof. Roberto De Mattei – vice-presidente do Centro Nacional de Pesquisas da Itália e catedrático da Universidade Européia de Roma – em entrevista a uma rádio, “o colapso do Império Romano e a chegada dos bárbaros foi devido à propagação da homossexualidade…” e “a colônia romana de Cartago era um paraíso para os homossexuais e que infectou muitos outros”.

A matéria de Mail Oline afirma que as “pesquisas parecem sugerir [que] a homossexualidade era comum na Roma antiga. (…) Edward Gibbon escreveu que ‘dos 15 primeiros imperadores, Cláudio foi o único cujo gosto no amor foi totalmente correto.’ A homossexualidade é amplamente retratada na arte romana.”

Diante de todos os desvios morais que havia, dizer que apenas o homossexualismo foi a causa do declínio do Império Romano seria um exagero. Mas, seria absurdo afirmar que não foi um fator determinante para tal decadência. A degradação moral amoleceu as reações dos romanos diante da invasão dos bárbaros.

O Brasil passa atualmente por um progresso, sem dúvida. Graças ao agronegócio, estamos batendo recordes na exportação, alega-se um grande aumento da classe média, somos quase auto-suficientes na produção de petróleo e derivados – pena que esta realidade não chega aos postos de combustíveis! – e outros prodígios na vida econômica do brasileiro. Mas serão esses os fatores que farão o Brasil se perpetuar na história? O que acontecerá com o Brasil se continuar seguindo pela mesma via de decadência dos romanos?

Mas não basta mostrar o problema, é preciso apontar para uma solução. Para isso, recorro às palavras do saudoso prof. Plinio Corrêa de Oliveira: “Quando os homens resolvem cooperar com a graça de Deus, são as maravilhas da História que assim se operam: é a conversão do Império Romano, é a formação da Idade Média, é a reconquista da Espanha a partir de Covadonga, são todos esses acontecimentos que se dão como fruto das grandes ressurreições de alma de que os povos são também suscetíveis. Ressurreições invencíveis, porque não há o que derrote um povo virtuoso e que verdadeiramente ame a Deus”. (Cfr. Revolução e Contra-Revolução; Cap. IX, 3)

Fonte: IPOC

Quando a ficção se confunde com a realidade.”Vampiros” atacam na Nova Zelândia.



Dois jovens neozelandeses (foto) se declararam culpados perante a Justiça de participar de um ataque de “vampiros” perpetrado contra outro adolescente há mais de um ano na cidade de Wellington, informou a imprensa local nesta terça-feira.

Xenia Gregoriana Borichevsky e James Eric Orr, ambos de 19 anos, reconheceram perante um tribunal de Wellington terem ferido intencionalmente a vítima, um jovem de 18 anos, ao qual morderam e beberam seu sangue em 20 de fevereiro de 2010.

Horas antes do ataque, a vítima foi ao apartamento de Orr, onde esteve bebendo e participando de jogos que envolviam agressões físicas, e inclusive fez em si mesmo perfurações e piercings em diversas partes do corpo.

Pouco depois, o grupo decidiu comprar mais álcool e, na volta, a vítima foi mordida várias vezes no peito, braços e tronco, pelo que teve de ser internado no hospital devido à infecção de um de seus ferimentos.

O juiz Bruce Davidson disse que, inicialmente, as ações no apartamento de Orr foram consensuais, ao contrário do ocorrido durante o ataque, quando a vítima foi surpreendida e forçada enquanto estava “bêbada e vulnerável”.

As sentenças contra os dois agressores serão anunciadas a partir do próximo mês, mas já se contempla, entre outros, o pagamento de uma indenização de cerca de 400 dólares neozelandeses e várias horas de trabalhos comunitários com liberdade plena ou restrita.

Também participou do ataque “vampiro” James Phillip Brooks, jovem que já se declarou culpado no ano passado e recebeu sentença de três meses de liberdade restrita, 150 horas de trabalho social, pagamento de 400 dólares neozelandeses de indenização e dez meses de liberdade sob supervisão.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/919970-jovens-neozelandeses-se-declaram-culpados-de-ataque-vampiro.shtml

Fonte: shalom.org/carmadelio