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12 de jun. de 2011

Mês de Junho - décimo segundo dia

Coração ardente

"Eu vim trazer fogo à terra, e que coisa desejo senão que se acenda"! (Lc 12, 49).


 
O Sagrado Coração de Jesus foi definido como uma fornalha ardente de caridade. À Santa Margarida Maria Alacoque, Ele aparecia toda a primeira sexta-feira do mês como um esplêndido sol, como uma fornalha ardente.

Quando se pensa no amor de Jesus, logo surge espontânea a ideia do fogo. Por quê? Porque o amor de Jesus foi ardente, devorador de fogo, aliás, de fogo devorador (cf. Dt 4, 24). Ele próprio veio trazer este fogo entre os homens e não deseja, senão, vê-lo aceso em casa coração?

Na vida da Beata Juliana de Norwich se lê que uma vez ela foi presa pelo desejo vivíssimo de conhecer quanto Jesus teria amado os homens. Tanto insistia na súplica, que Jesus a comentou começando a mostrar-lhe a largura, o comprimento, a altura e a profundidade (cf. Ef 3, 18) do Seu amor por nós. Mas a bem aventurada Juliana teve que interromper logo aquela contemplação, pois se deu conta que estava a enlouquever à vista do amor de Jesus; e por toda a sua vida ela se acusou de ter cometido uma verdadeira loucura ao pedir para conhecer a imensidade do Amor de Jesus.

Um coração que leva sua dedicação à criatura até fazer-se pecado (cf. I Cor 5, 21) para resgatar-nos do pecado; é um coração que supera todo limite e todo medo em amar. Um coração que para manter-se vivo e palpitante em meio às suas criaturas cria o Sacramento da Eucaristia, um coração que arderá de amor até o fim dos séculos!

E o que foram as manifestações do Sagrado Coração de Jesus À Margarida Maria Alacoque senão uma sublime confirmação de amor sem medida de Jesus por nós? Jesus mesmo disse uma vez à Santa que o seu Coração não consegue mais conter as chamas da sua ardente Caridade!

Se deixássemos incendiar os nossos corações naquela Divina fornalha de amor, que ardor teríamos em nós!

Quando São Pio X saiu padre do seminário, era paupérrimo, mas ardentíssimo de amor pela salvação das almas. E se pôs logo à obra. Em Tombolo, era simples padre, mas a gente dizia: 'O nosso Dom José está sempre de pé'. E em Salzano, as irmãs lamentavam: 'Tem só pele e osso!'. E em Treviso: 'Trabalha por quatro'. E assim por diante, até Roma onde foi Papa e lutou como um gigante para defender a Fé, os erros do Modernismo, para reformar o clero e os estudos, para ajudar a catequese e o canto sagrado. Que exemplo de coração ardente para toda a Igreja! Pudéssemos todos deixar incendiar os nossos corações naquela divina fornalha de amor.

Coração frio

Como responde o homem ao amor ardente do Coração de Jesus?
É triste constatar que a maior parte dos homens responde com grande frieza. De frente ao coração ardente de Jesus, o coração do homem parece um coração de gelo. O egoísmo lhe gela todo palpitar de amor. O eu bloqueia todo sinal de dedicação a Deus. As criaturas o dominam tendo-o apagado para Deus e fazendo-o arder só de anseio carnal, de desejos terrenos, de gostos sensíveis.

Santa Margarida Alacoque narra que em uma das aparições, o Sagrado Coração pegou o coração do peito da santa e o pô no Seu Coração adorável, no qual o mostrou quase um átomo que se consumia naquele ardente fornalha.

Isto poderia ocorrer com todos os corações se os homens decidissem a oferecê-lo ao Coração de Jesus. Mas quão poucas são as criaturas que desejam livrar-se da frieza e da indiferença do coração. Porém, Jesus não faz exclusão. Ele deseja acender e encher de amor todos os corações. Está pronto a fazê-lo e nada deseja senão isso. E quando o amor de Deus cobre o coração do homem pode chegar a submergí-lo até fazê-lo sofrer de ardores insuportáveis. "Que coisa feia é viver de coração" dizia São Pio Pietrelcina. E nós sabemos de alguns santos nos quais a enchente do amor provocou fenômenos físicos extraordinários. Com São Felipe Néri, por exemplo, se engrossou o coração, com a potência dos ímpetos de amor e lhe se despedaçaram as costas. Viveu assim por 30 anos. Santa Gema Galgani provava um tal calor de fogo no peito, na parte do coração, que lhe queimava a roupa que vestia.

Santo Estanislau Kostka, Santa Verônica Giuliani, São Padre Pio pediam poder aplicar gelo no peito para apagar em parte os ardentes calores.  Em frente destes exemplos, o que dizer do nosso coração tão vazio e frio? Até as promessas do Sagrado Coração nos deixam indiferentes! Até as chamadas e maternas ofertas de Salvação do Coração Imaculado de Maria acharam na maior parte corações insensíveis e desatentos. "Chamei-vos e não me respondestes!" (Pr 1, 24), pode nos dizer justamente Jesus. Por que não nos decidimos a corresponder ao seu ardente desejo de amor ? Por que não nos livramos desta frieza que gela todo palpitar que gela todo palpitar do coração.


Propósito

- Repetir sempre: "Doce Coração do meu Jesus, fazei que eu vos sempre mais!"

- rezar as seguintes orações: (clique aqui).

11 de jun. de 2011

A maior lista de pecados na Bíblia esta relacionada à homossexualidade

Por Marcello de Oliveira



Quando o homem desprezou o conhecimento de Deus e perverteu o culto divino, perdeu a sua identidade. O homossexualismo é uma negação total do mundo real. Refuta qualquer possibilidade de continuidade e ameaça a identidade da pessoa como fruto do relacionamento de um pai e uma mãe. Não podemos concordar com a bandeira levantada pela homofobia, quando os ativistas desse movimento afirmam que o homossexualismo é uma opção normal e que o casamento de pessoas do mesmo sexo é uma união de amor que deve ser chancelada pela lei de Deus e dos homens. Ao descrever o homossexualismo, Paulo aponta sete características desse pecado abominável: 1) imundícia (Rm 1.24); 2) desonra para o corpo (1.24); 3) paixão infame (1.26); 4) antinaturalidade (1.26); 5) contrariedade à natureza (1.26); 6) torpeza (1.28); 7) erro (1.28).

O apóstolo Paulo amplia a questão quando faz um diagnóstico sombrio da realidade que nos cerca. A decadência moral atinge todos os relacionamentos: com Deus, consigo próprio, com o próximo e com a família. Esta é a mais longa lista de pecados encontrada nas epístolas paulinas. Paulo faz uma lista de 21 pecados, que mostraremos agora:

Cheios de injustiça – A palavra grega adikia significa roubar tanto aos homens como a Deus de seus direitos.

Cheios de malícia – A palavra grega poneria se refere a uma maldade sedutora, maligna. Trata da pessoa que não apenas é má, mas procura arrastar os outros para sua maldade.

Cheios de avareza – A palavra grega pleonexia é o desejo desenfreado que não conhece limites nem leis, o desejo insaciável de ter o que não lhe pertence por direito. É amor insaciável às possessões e aos prazeres ilícitos.

Cheios de maldade – A palavra grega kakia descreve o homem desprovido de todo o bem. Trata-se da pessoa que tem inclinação para o pior. É o vício essencial que inclui todos os outros e do qual todos os outros procedem.

Possuídos de inveja – A palavra grega fthonos descreve o terrível sentimento de sentir-se desconfortável com o sucesso dos outros, não só desejando o que lhe pertence, mas também alegrando-se com suas tragédias.

Possuídos de homicídio – A palavra grega fonos se refere a desejo, intenção ou atitude de ferir o outro para tirar-lhe a vida. O assassino é também aquele que odeia a seu irmão (1Jo 3.15). O homem pode ver a ação, mas Deus conhece a intenção.

Possuídos de contenda – A palavra grega eris diz respeito ao sentimento e à atitude daquele pessoa que é dominada pela inveja e por isso se torna facciosa e briguenta.

Possuídos de dolo – A palavra grega dolos retrata a pessoa que não age da maneira reta, usando sempre métodos tortuosos e clandestinos para alguma vantagem. A palavra vem do verbo doloun usado para referir-se à falsificação de metais preciosos e a adulteração de vinhos.

Possuídos de malignidade – A palavra grega kakoetheia descreve a pessoa que sempre supõe o pior acerca dos outros. É a pessoa que sempre vê as coisas pelo lado mais sombrio.

Difamadores – A palavra grega psithyristes representa a pessoa que murmura suas histórias maliciosas de ouvido a ouvido.

Caluniadores – A palavra grega katalalos refere-se a pessoa que proclama publicamente suas infâmias.

Aborrecidos de Deus – A palavra grega theostygeis retrata o homem que odeia a Deus, porque sabe que Deus é estorvo em seu caminho de licenciosidade. De bom grado eliminaria Deus se pudesse, pois para ele o mundo sem Deus lhe abriria o caminho para o pecado.

Insolentes – A palavra grega hybristes retrata a pessoa altiva, soberba, sadicamente cruel, que encontra prazer em prejudicar o próximo.

Soberbos – A palavra grega hyperefanos descreve a pessoa que está cheia de si mesma como um balão cheio de vento. Este é o ponto culminante de todos os pecados. Trata-se de quem despreza todos, exceto a si mesmo, e tem prazer em rebaixar e humilhar os outros.

Presunçosos – A palavra grega alazon descreve a pessoa que pensa de si mesma além do que convém e exalta a si mesma acima da medida. Diz respeito a quem pretende ter o que não tem, saber o que não sabe e jacta-se de grandes negócios que só existem em sua imaginação.

Inventores de males – As palavras gregas efeuretes kakon retratam aquelas pessoas que buscam novas formas de pecar, novos recônditos nos vícios, porque estão enfastiadas e sempre à procura de novas emoções em alguma fora diferente de transgressão.

Desobedientes aos pais – As palavras gregas goneusin apeitheis se referem àquela atitude dos filhos de sacudir o jugo da obediência aos pais. Trata-se de filhos rebeldes e irreverentes.

Insensatos – A palavra grega asynetos descreve o homem que é incapaz de aprender as lições da experiência. Trata-se da pessoa culpada de grande sandice, que se recusa a usar a mente e o cérebro que Deus lhe deu.

Pérfidos – A palavra grega asynthetos descreve a pessoa que não é confiável. É aquele desonesto em quem não se pode confiar.

Sem afeição natural – A palavra grega astorgos significa sem amor à família. Trata do desamor dos pais aos filhos e dos filhos aos pais. É a falta de afeto entre os irmãos de sangue. A prática abusiva de abortos e os crimes familiares apontam para a gravidade desse pecado em nossos dias.

Sem misericórdia – A palavra grega aneleemon retrata a pessoa implacável, sem piedade, que fere e mata o outro sem compaixão.

Conclusão

Depois de descrever com cores fortes e vividas o estado de decadência da sociedade, Paulo faz duas afirmações ainda mais chocantes:

1) Os homens pecam conscientemente. “Ora conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam não somente as fazer…” (Rm 1.32ª). As pessoas agem sabendo que estão agindo errado. Elas sufocam a verdade, abafam a voz da consciência, mas no íntimo sabem que aquilo que praticam é um ato de rebeldia contra Deus e passível de punição.

2) Os homens aplaudem os que praticam as mesmas coisas. “…mas também aprovam os que assim procedem” (Rm 1.32b). Amados vejam a atualidade das Escrituras. Não foi exatamente isto que o STF fez esta semana? A sociedade se mostra orgulhosa e até entusiasmada pelo pecado. O nível mais baixo da degradação moral de uma sociedade é quando ela não apenas pratica o mal, mas também o incentiva e aplaude. Esse é o clímax da perversidade. É isso que vemos todos os dias na televisão, nos outros meios de comunicação e o pior de tudo, no “guardião” da Constituição Federal – o STF.

O Eterno tenha misericórdia de nós,

Pr Marcelo Oliveira

Bibliografia: Wiersbe, Warren. Comentário Expositivo. Geográfica Editora

Rienecker, Fritz; Rogers, Cleon. Chave lingüística do NT

Lopes, Hernandes Dias. Romanos. Ed. Hagnos

Barclay, William. Romanos, p. 45-51
 
Fonte: Blog do Júlio Severo

Mês de junho - décimo primeiro dia

Coração generoso



Bem aventurado João Moscatti


A generosidade do Coração de Jesus é expressa pelo lamento doloroso que Ele poderia dirigir a cada um de nós: "Povo meu, que se poderia fazer por minha vinha que Eu não tenha feito"! (Is 5,4). Ninguém é mais generoso que aquele que doa todo seu ser, mesmo de modo de não guardar nada a si mesmo. Bem, a generosidade de Jesus se pode ler em cada acontecimento  da sua vida. Desde  o nascimento até à morte. Na vida privada e pública, sozinho e com os seus.

Nasce em uma manjedoura e em uma família desconhecida. Vive em Nazaré, se escondendo, tanto que causa admiração aos próprios habitantes da cidade. Desenvolve a sua missão pública sem ter literalmente onde apoiar a cabeça (cf. Mt 8, 20). Escolhe como colaboradores os doze Apóstolos, que eram homens simples. Queria ficar entre nós e nada melhor que por-se em um fragmento de pão, para todos se doar com a máxima simplicidade. Quis morrer por nós e escolheu a morte mais horrível e vergonhosa: condenado tal qual um bandido. O que poderia fazer por nós que não o tivesse feito?

Tinha razão Santa Terezinha ao dizer que 'quem ama, não conta mais'. Sobretudo na Eucaristia permanece a sublime obra , a arte do Coração Jesus: cada vez que recebemos a Santa Comunhão ou assistimos a distribuição da Santa Comunhão, deveríamos chorar comovidos ao ver a generosidade do Amor de Jesus que se despiu de si mesmo até perder qualquer figura humana para doar-se a nós de maneira mais pobre, humilde e doce.

Coração de Jesus! Infinitamente rico, te fizeste o mais pobre de todos para te doar a nós, ensinando-nos que a verdadeira riqueza é a caridade, porque Deus, infinita riqueza é  a caridade.


Coração avarento


O homem, infelizmente, é egoísta e alimenta o egoísmo com a ganância dos bens terrenos, das criaturas, do dinheiro. Por isso o coração do homem está sempre inquieto. Tanto que dificilmente crê já possuir o suficiente. "o homem rico de bens - afirma Santo Ambrósio - se crê sempre pobre, porque se vê privado de quanto os outros possuem".

Ao invés de doar, o coração do homem quer sempre mais possuir, dominar, saborear, gozar. E com que naturalidade deseja tudo isto desde a mais tenra idade.

O apego aos bens terrenos e às próprias satisfações fecha o coração aos outros e o mantém fechado a qualquer pedido de generosidade. O coração se faz avarento, sufocando todo impulso de praticar o bem. Ao contrário, quando o Bem Aventurado José Moscati visitava os doentes pobres nos guetos ou nos porões das ruas pobres de Nápolis, abria o seu coração a uma generosidade paterna e deliciosa. Não só consagrava o tempo livre em visitar gratuitamente aqueles pobrezinhos, mas sem que o vissem, deixava uma oferta em dinheiro para ajudá-los nas suas penas.

O coração avarento está amarrado, está preso aos seus bens. São Paulo escreveu com força: "Aqueles que querem enriquecercaem tentação e no laço do diabo, concebem muitos desejos danosos, que submergem os homens na ruínas e na perdição" (I Tim 6,9). E a luminosa palavra de Jesus afirma: "Onde está o teu tesouro aí estará também o teu coração". (Mt 6, 21).

Um dia Santo Antônio de Pádua, estava pregando sobre a avareza e comentando estas palavras de Jesus, e disse aos fiéis para verificarem esta afirmação de Jesus, indo constatar onde se achava o coração de um avarento morto naqueles dias. Foram, abriram o estojo de moedas de ouro daquele homem avarento e acharam, em meio as moedas, o coração ainda vivo e palpitante.

O coração de São Francisco de Assis, ao invés, fez-se um coração destacado de todo bem terreno, paupérrimo de toda coisa criada, apaixonado pelo tesouro da pobreza, como nenhum avarento poderia jamais ser enamorado do ouro. São Francisco morreu despido do menor bem terreno, mas riquíssimo de bens terrenos, como nos recomenda Jesus: "Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e o caruncho os corroem e onde os ladrões arrombam e roubam, mas juntai para vós tesouros nos céu, onde nem a traça, nem o caruncho corroem e onde os ladrões não arrombam nem roubam".

Quando procuramos nos satisfazer com as coisas criadas possuindo bens terrenos, o nosso coração nunca poderá ficar satisfeito. Aliás, "nos fizeste para ti, Senhor - rezava Santo Agostinho - e o nosso coração está inquieto enquanto não repousar em Ti".

É assim mesmo. O coração de Jesus quer transformar o nosso coração em coração generoso para que se desfaça das coisas criadas que alimentam o egoísmo e o desassossego; queira fazer tornar o nosso coração pobre de bens materiais, terrenos e riquíssimo do desejo de doar e se doar.


Propósito

- Por amor do coração de Jesus, fazer um ato de caridade a um pobre ou família pobre;

- Rezar as seguintes orações: (clique aqui).

Homilia de Domingo, 12/06/2011


Que a Paz de Jesus e a Ternura de Maria estejam contigo!!!


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Depois de terem sido ab-rogados os cânones 1399 e 2319 do C.D.C., graças à intervenção do Papa Paulo VI em AAS 58 (1966) 1186, os escritos referentes a novas aparições, manifestações e milagres, etc., podem ser espalhados e lidos pelos fiéis, mesmo sem licença expressa (“imprimatur”) da autoridade eclesiástica, contanto que se observe a moral cristã.



Permaneçamos Unidos em Oração com Maria!

Um fraterno abraço em Cristo Jesus!



Pe. Mateus Maria, FMDJ

Prior do Mosteiro Menino Jesus



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Panie Jezu Ufam Tobie!

10 de jun. de 2011

Retiro de Pentecostes com Anderson em Minas Gerais

Pregações, Missa, Adoração, Louvor, Cura e Libertação

Inscrições Gratuitas!

Dias: 11/06 - a partir das 8h da manhã

12/06 - a partir das 7h30 da manhã

Local: Igreja Matriz de Santos Reis (Praça 6 de janeiro, Santos Reis - Montes Claros - MG)

Presenças:

Padre Reginaldo Cordeiro de Lima (Paróquia Santos Reis)

Anderson Luis dos Reis (Equipe Missionária Regina Apostolorum São Paulo)

Informações e inscrições:

Blog: rccmocsantosreis.blogspot.com

E-mail: rccsantosreismoc@gmail.com

Mês de junho - décimo dia

Coração corajoso.


 
A propósito da coragem, São Cipriano escrevia: "Lutando contra as adversidades se mostra a verdadeira coragem em toda a luz".
Um coração corajoso é um lutador. Só quem enfrenta a luta, quem arrisca, quem não teme perecer, demonstra a coragem dos heróis.
Assim Jesus nos demonstrou que possui um coração corajoso até o heroísmo. Ele bem sabia que sorte o esperava na terra, mas disse ao Pai, sem hesitar: "Eis que Eu vim para fazer a tua vontade!" (Hb 10,9). Ele sabia o que lhe tocava sofrer da manjedoura até à tumba, porque o sofrimento é o preço do pagamento dos pecados. Mas Ele aceitou e desejou este caminho de sofrimentos por amor do Pai e por nós.
Ele sabia qual morte vergonhosa os homens o condenariam, dessangrando-o e ferindo-o de modo desumano. Mas aceitou com coragem toda vergonha, porque sem efusão de sangue não haveria remissão (cf. Hb 9, 22). Ele sabia bem que ficando entre nós no Santíssimo Sacramento do altar teria que sofrer muitos maus tratos, desprezos, abandonos, sacrilégios. Mas não renunciou e cumpriu corajosamente a Sua Palavra de fidelidade a nós os seus redimidos.
A coragem do Coração de Jesus! É a coragem de quem ama até o fim, sem reservas, arriscando e perdendo tudo, só por amor.
Pensemos nos corações corajosos dos Santos, fiéis discípulos de Jesus: os Apóstolos, os Mártires, os Missionários, os Confessores, as Virgens... Corações cheios de amor ardente e audaz, corajoso e forte. Nos Atos dos Apóstolos está escrito que os primeiros cristãos não temiam perseguições e sofrimentos: "vivam felizes por serem ultrajados pelo nome de Jesus". (At 5, 41). Cada um deles podiam repetir como o salmista: "Se contra mim se armaram um exército, meu coração não treme" (Sl 26, 3).
Pedro Jorge Fressati era um jovem ardente nas escaladas espirituais  e materiais. Gostava muito das montanhas; apaixonava-se ao escalar os cumes alpinos. Um dia fotografaram enquanto escalava corajosamente uma rocha alta. Apenas viu esta sua fotografia, ele escreveu abaixo: "Excelcior! Mais ao alto"! As aspirações mais altas do coração chegam além dos cumes dos montes.



Coração Covarde


"Não sejas pusilânime no teu coração" Eclo 7, 9

Para compreender quanto o nosso coração é pouco corajoso; quanto mesquinho ou covarde é suficiente olhar para os que souberem oferecer a Deus, não só alguns atos de coragem, mas o ato supremo de coragem: o martírio de si.
Pensemos em Santo Tomás Morus, Chanceler da Inglaterra, homem culto e sábio, que se recusou corajosamente em prestar obediência, que reconhecesse o Rei Henrique VIII como chefe da Igreja Anglicana. Perdeu o trabalho e foi reduzido à miséria com a família; em seguida, foi preso na torre de Londres. Visitado por familiares e amigos, por eles era exortado, e o suplicavam de submeter-se ao Rei, já que quase todos os Bispos o tinham feito. "O fato de todos os Bispos terem se submetidos aos desejos do rei não desvincula a minha consciência em condenar o mal feito pelo Rei", respondeu Santo Tomás. O seu coração não tremeu frente a ameaça do patíbulo. Enfrentou-o com orgulho e nobreza admiráveis.
Pensemos também naqueles heróicos jovens da Armênia que na última perseguição dos turcos contra os cristãos souberem resistir corajosamente às torturas e aos flagelos. Quando o Vigário Apostólico foi visitá-lo, eles diziam: "Monsenhor, olhai para nós: não temos mais narizes, orelhas e mãos. Mas tudo renegamos por Cristo!"
Estes são corações corajosos! E os nossos corações? Não é verdade que estamos sempre prontos a tremer só ao ouvir falar de sacrifícios e sofrimentos? Com quanta criatividade fugimos ou procuramos meios para evitar problemas, seja pelo Senhor ou pelos irmãos? E não é verdade que o respeito humano às vezes nos faz a chegar num grau de covardia que nos envergonhamos da nossa fé? Se formos honestos, devemos admitir possuir um coração de coelho no lugar de um coração de cristãos.
Mas é certo que um cristão não pode ser de Cristo se não enfrenta corajosamente o sacrifício de si por Ele e pelos irmãos, como o fizeram os Santos.
"O que é necessário para se tornar Santo?", perguntaram a Cura D'Ars. E o Santo respondeu com duas sublimes palavras: "A graça e a cruz".
O Sagrado Coração de Jesus, amparo de todos os mártires, nos reforce no seu amor, nos doe o seu amor forte e corajoso mesmo diante da morte.


Propósitos

- Cumprir, sem respeito humano, os atos religiosos em público: um sinal da cruz na oração à mesa.
- Rezar as seguintes orações: - Rezar as seguintes orações:  (clique aqui).

Artigo de D. Henrique Soares: Pentecostes: o Dom do Ressuscitado derramado sobre a Igreja

O tempo pascal conclui-se com a Solenidade de Pentecostes, celebração do Espírito Santo, Dom que o Cristo morto e ressuscitado faz à sua Igreja. Vejamos alguns aspectos do significado profundo deste mistério tão importante da nossa fé.

(1) O dom do Espírito Santo é fruto da Páscoa de Cristo. Morto como homem, ele foi ressuscitado pelo Pai na força do Espírito Santo derramado sobre ele (cf. 1Tm 3,16; Rm 1,4). O Espírito torna-se a própria energia divina que sustenta e vivifica a natureza humana de Jesus, de tal modo que São Paulo chega a dizer que o Senhor Jesus é Espírito (cf. 2Cor 3,18). É assim que o Senhor Jesus se torna doador do Espírito Santo: “Exaltado pela Direita de Deus, ele (Jesus) recebeu do Pai o Espírito Santo prometido e o derramou” (At 2,33).

(2) Este derramamento do Espírito deu-se no próprio dia da ressurreição, “na tarde daquele mesmo dia” (Jo 20,19): Jesus entrou no Cenáculo estando fechadas as portas, soprou sobre os Onze e disse: ‘Recebei o Espírito Santo” (Jo 20,22). Aqui nasce a Igreja, aqui os apóstolos são batizados no Espírito Santo, tornando-se cristãos, pois receberam aqui a vida nova do Cristo morto e ressuscitado!

(3) Sendo assim, qual o sentido da festa de Pentecostes? Os judeus celebravam-na cinqüenta dias após a Páscoa para comemorar o dom da Lei que Deus fizera ao povo de Israel. Os israelitas saíram do Egito, atravessaram o Mar e, cinqüenta dias após, chegaram ao pé do Monte Sinai, onde Deus lhes dera a Lei. Como Pentecostes sempre coincidia com o início da colheita, também era considerado a Festa das Primícias. Pois bem: cinqüenta dias após a Páscoa de Jesus, os apóstolos reunidos em Jerusalém, receberam o Espírito de um modo vistoso, barulhento, com fenômenos exteriores. A idéia é muito clara: para o novo povo de Deus, que é a Igreja, a Lei não é mais a Lei dos judeus, mas o Espírito de Amor que Jesus derramou nos nossos corações e que habita em nós (cf. Rm 5,5). O amor que Jesus nos deu como mandamento não é um sentimento, mas é o seu próprio Espírito, no qual unicamente podemos nos amar como ele amou. É este amor que é a plenitude da Lei (cf. Rm 13,8.10). Se olharmos com atenção o texto dos Atos dos Apóstolos que narra a vinda do Espírito, veremos as mesmas características do Monte Sinai: no deserto, dom da Lei acontece no quadro de uma tempestade [“houve trovões, relâmpagos...’ (Ex 19,16)], uma erupção vulcânica [“uma espessa nuvem sobre a montanha, e um clamor muito forte de trombeta... toda a montanha do Sinai fumegava... a sua fumaça subiu como a fumaça de uma fornalha...” (Ex 19,16.18)] e um terremoto [“toda a montanha tremia violentamente” (Ex 19,18)]; no Cenáculo, aparecem os mesmo sinais: ruído, vendaval impetuoso, línguas como de fogo (cf. At 2,2s). a Igreja, fruto da ação do Espírito do Ressuscitado é também primícias da colheita de tudo quanto Cristo realizou na sua páscoa.

(4) Se procurarmos articular o dom do Espírito no dia mesmo da ressurreição (cf. Jo 20,19) com o dom do Espírito em Pentecostes (cf. At 2), podemos dizer o seguinte: o dom do Espírito em João, no dia da ressurreição, equivale ao nosso batismo, quando recebemos, no símbolo da água, o Espírito de vida do Cristo ressuscitado. Nele, recebemos uma vida nova, que germina até a glória eterna. Já o dom do Espírito em Pentecostes equivale à experiência de cada cristão no sacramento da crisma, quando nos é dado o Espírito de força para o testemunho de Jesus e a edificação do Corpo de Cristo, que é a Igreja. Agora, com a manifestação no Cenáculo, a Igreja abre as portas e começa a sair de si, lançando-se nas estradas do mundo para testemunhar Jesus e construir-se como comunidade dos discípulos daquele que morreu e ressuscitou.

(5) Na solenidade de Pentecostes é isto que celebramos: o dom do Espírito que é dado à Igreja continuamente, na pregação da Palavra e, sobretudo, nos sacramentos, de modo particular no batismo e na eucaristia. Em cada sacramento, a Igreja suplica ao Pai o dom do Espírito do Filho, que a una sempre mais ao Ressuscitado, vá dando-lhe a vida nova que ele, seu Senhor e Esposo, agora tem à direita do Pai e, assim, vá conduzindo-a mais e mais à vida eterna.

(6) Nunca esqueçamos que, sem o Espírito, não há nem pode haver Igreja. Somente nele, a vida do Cristo permanece e é continuamente renovada na Comunidade dos discípulos; somente no Espírito é possível viver em Cristo, fazer o bem por amor de Cristo... Somente no Espírito o Evangelho pode ser anunciado como boa-nova e não como letra morta e preceito exterior e opressor. É no Espírito Santo que a vida do Cristo não somente está no nosso meio, mas em nós, no nosso interior, inspirando-nos para o bem, dando-nos força contra o mal, plasmando em nós os sentimentos de Jesus e nos preparando para a vida eterna. Somente no Espírito a Comunidade pode se manter unida na verdadeira fé e ligada no mesmo amor, sem, contudo, sufocar as diversidades existentes. Só no Espírito, a Igreja pode se lançar para o futuro, sem ter medo das novidades e, ao mesmo tempo, manter-se fiel ao passado de sua origem, sem tornar-se ancrônica ou ultrapassada. É por tudo isso que o Espírito foi chamado pelos Santos Padres da Igreja Antiga de “alma da Igreja”: ele a vivifica, a mantém unida, a faz cresce e a conduz à plenitude. É também por isso que a Igreja é real e verdadeiramente Templo do Espírito Santo, que nela habita e repousa, nela permanecendo até transfigurá-la completamente no final dos tempos, quando, então, ela será plenamente Corpo do Cristo glorioso e povo de Deus Pai, para sempre.

Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/index.html

A Igreja Católica no Camboja sobrevivente do terror comunista.




Os regimes comunistas do Camboja não apenas tiraram a vida de dois milhões de pessoas, como também roubaram da nação a sua cultura e sua história: hoje os jovens formam famílias sem laços com seu patrimônio nacional.

Esta é uma das razões pelas quais a educação é uma prioridade para a Igreja católica no país, afirma Dom Olivier Schmitthaeusler, vigário apostólico de Phnom Penh desde outubro passado.

O programa de televisão Deus chora na Terra, da Catholic Radio and Television Network (CRTN), em colaboração comAjuda à Igreja que Sofre, conversou com este bispo francês de 40 anos sobre a sua vida na terra missionária do Camboja.

- O senhor foi nomeado bispo Phnom Penh há pouco tempo. Como foi a sua reação? Foi uma surpresa?

Dom Schmitthaeusler: Uma surpresa e um susto, porque eu sou muito jovem. Tinha 39 anos, talvez fosse naquele momento o bispo mais jovem do mundo. Era como Jeremias: “Senhor, eu sou muito jovem. O que é que eu posso fazer?”. Então eu me lembrei de Maria, que disse: “Eis aqui a escrava do Senhor”. E aceitei.

- O senhor já vive no Camboja há treze anos. Escolheu o Camboja ou foi uma proposta da Sociedade de Missões Estrangeiras?

Dom Schmitthaeusler: Eu sou membro das Missões Estrangeiras de Paris e recebi o meu destino quando me ordenei diácono. Depois da minha ordenação, o superior geral anunciou: “O padre Olivier vai para o Camboja”.

- O senhor sentiu medo?

Dom Schmitthaeusler: Eu fiquei surpreso. E ao mesmo tempo aquilo me deixou muito feliz. Eu já tinha ficado no Japão durante três anos, quando era seminarista. Eu amo a Ásia, e, quando recebi esta missão, me encheu de felicidade ir para o Camboja.

- O senhor trabalhou durante mais de dez anos em paróquias rurais. O que o senhor aprendeu do povo cambojano?

Dom Schmitthaeusler: Para mim foi uma experiência maravilhosa, principalmente por causa dos lugares onde eu estive. Era uma Igreja muito pequena. Quando eu cheguei, só existia um cristão. Nós começamos do nada. Construímos a igreja e organizamos um grupo de jovens. Fizemos o primeiro batismo em 2003 e agora temos um total de 98 pessoas batizadas e 35 catecúmenos que vão ser batizados no ano que vem. Também começamos uma pequena escola, que é uma creche e uma escola de ensino médio. Temos um centro de teares de seda, também. O povo khmer é muito acolhedor e me deu as boas-vindas de braços abertos. Foi uma experiência magnífica para a minha vida sacerdotal. Vai ser bem difícil eu ir embora.

- O povo cambojano tem 96% de budistas. Como é que as aldeias próximas reagiram quando o senhor começou a evangelizar?

Dom Schmitthaeusler: Nesta aldeia nós temos muita sorte. Deus está conosco. As pessoas nos aceitaram muito bem porque nós temos uma creche, e os pais, todos budistas, mandam os filhos para a nossa escola. Também temos um programa parecido com os escoteiros, e todo domingo de manhã temos mais de 300 crianças que participam de uma hora de formação.

- E os pais não têm medo que os filhos se convertam?

Dom Schmitthaeusler: Faz 6 anos que nós estamos fazendo isso, e todo ano aumenta o número, então eu acho que é um bom sinal. Começamos uma nova paróquia a uns 40 quilômetros e no começo tivemos problemas, especialmente com os jovens.

- Por quê?

Dom Schmitthaeusler: Porque durante dois anos, com auto-falantes, os pagodes budistas divulgaram informações errôneas sobre a Igreja católica, dizendo que se as crianças frequentassem a Igreja católica, elas não iam ser autorizadas a se casar, nem iriam conseguir ajudas das ONGs. No Natal de 2006, nós convidamos todos os avós da aldeia. Eles ficaram muito felizes e viram que a Igreja católica é muito aberta e acolhe a todos. Viramos bons amigos. É interessante também que, nesta aldeia, todos os domingos temos de dez a vinte pessoas da comunidade budista que vêm para a igreja ver o que nós fazemos. Eles assistem à missa e escutam a homilia. A relação é muito interessante.

- A cultura é muito budista. Ser khmer é ser budista, e abraçar outra fé equivale a rejeitar a cultura e a identidade khmer. Isto é verdade?

Dom Schmitthaeusler: Eu acho que no Camboja, durante os quatro anos do reinado de terror de Pol Pot, foi destruído tudo. A cultura e toda forma de religião, como o budismo e o catolicismo. Depois, nos dez anos de ocupação comunista vietnamita, depois do khmer vermelho, continuou sem ser permitida nenhuma forma de religião. Durante os últimos vinte anos, os cambojanos começaram a reconstruir as suas tradições, assim como as práticas religiosas, e agora, acredito eu, as pessoas são mais abertas do que antes. Isso é um grande benefício, principalmente para a Igreja católica.

Quando os jovens viram cristãos, por exemplo, durante o batismo, nós convidamos os pais deles e os avós para participar. Faz dois anos, tivemos um funeral. O funeral é muito importante para os budistas. E eles têm a impressão de que os católicos não têm muito interesse pela morte, não têm respeito pelos mortos, especialmente pelos pais mortos. Todos eles estavam esperando para ver o que é que nós íamos fazer durante a cerimônia do funeral. E depois eles ficaram muito impressionados. Eu segui a tradição deles para os funerais, que inclui os sete dias de velório da tradição budista. Procurei convencê-los de que nós, católicos, não desprezamos os mortos, que temos orações pelos mortos e acreditamos e esperamos a ressurreição. Foi uma oportunidade para sermos testemunhas de Cristo e uma oportunidade para os budistas verem o que nós fazemos.

- O que atrairia um budista a abraçar o cristianismo e se tornar cristão?

Dom Schmitthaeusler: Nós começamos com os jovens. Os jovens são missionários muito eficazes: porque o meu amigo vai na igreja, eu também gostaria de ir, mesmo sem entender bem o que é a Igreja. Esta é a primeira fase.

A segunda fase é o descobrimento da caridade. Nós temos mostras de caridade em todas as nossas igrejas. É a caridade dos católicos com todos, não só com os outros católicos, mas com todos sem preconceitos, especialmente com os pobres. É disto que eles são testemunhas, e é o que vai atraí-los: abrir o coração para amar a todos.

A terceira fase, que é muito importante, é o encontro com Jesus. Mas é claro que isso leva o seu tempo, porque é uma experiência nova, mas, através da oração e da leitura da Escritura, eles se encontram com Jesus. É um processo passo a passo. Normalmente recebemos muitos jovens, na minha igreja temos cerca de cem todo domingo, mais de sessenta budistas. Desses sessenta, vinte ou trinta vão continuar na formação.

- Vamos voltar ao tempo do khmer vermelho. Houve uma destruição massiva de igrejas e a proibição absoluta da prática religiosa. Como vocês encaram este problema hoje?

Dom Schmitthaeusler: Esse período de 1975 a 1979 foi marcado pela destruição massiva das propriedades da Igreja e pela morte de padres e religiosos. Tivemos dois bispos mortos; um foi assassinado e o outro morreu doente. O primeiro bispo khmer da história do Camboja. E não vamos esquecer os dois milhões de khmeres mortos. Os missionários começaram a voltar em 1989; o primeiro, depois de 30 anos. A primeira celebração foi na Páscoa e participaram 1.500 pessoas. Alguns eram neo-conversos, porque os missionários eram muito ativos nos campos de refugiados da fronteira tailandesa, e alguns que eram católicos antes do regime de Pol Pot. A nova Igreja católica no Camboja começou com 1.500 pessoas.

- Você está começando a reconstruir não só a comunidade, mas também a infraestrutura. Como vai esse processo?

Dom Schmitthaeusler: Em Phnom Penh só temos uma igreja, que antes de Pol Pot era o seminário menor. Nós a compramos faz vinte anos e ela vai ser a principal igreja de Phnom Penh. Temos outra que construímos há quatro anos, mas eu sou um bispo sem catedral, porque a catedral de Phnom Penh foi destruída uma semana depois da ocupação do khmer vermelho, em 1975. Então está tudo em processo. Existe ainda uma revitalização dos cristãos. No ano passado nós fizemos uma análise dos últimos vinte anos de evangelização, de 1989 até 2009, e existe um desejo nas pessoas de ter uma igreja, uma catedral, e isto é um sinal de esperança. E mostra que a presença física é importante.

- Que cicatrizes ainda restam nas pessoas depois de Pol Pot?

Dom Schmitthaeusler: As cicatrizes começaram antes de Pol Pot. Houve uma guerra civil nos setenta, durante a época de Lon Nol, e a ocupação vietnamita depois de Pol Pot. Foi um período muito longo. Não houve transmissão da tradição cultural, dos valores e da história durante aquele tempo todo, e a transmissão de uma geração à seguinte é muito importante. A preocupação principal naquele período era simplesmente sobreviver! Procurar comida, procurar refúgio. Ninguém tinha tempo para transmitir as tradições culturais, os valores e a história. Para os jovens é um desafio começar uma família, porque eles perderam o nexo e o conhecimento do patrimônio deles. No Camboja, 60% da população tem menos de 20 anos. Eles não conheceram a guerra civil, o regime de Pol Pot, nem a sua própria cultura. Isso é um desafio para o governo e também para a Igreja.

- Qual é a prioridade nesta situação?

Dom Schmitthaeusler: A educação é a prioridade no Camboja. Os recursos humanos foram destruídos e agora temos que reconstruir tudo. É prioridade para a Igreja também, porque a educação faz parte da formação, e, para mim, começando uma nova missão na diocese de Phnom Penh, a educação é uma prioridade porque agora nós convivemos com a primeira geração de cristãos. Eles foram batizados há vinte, dez ou cinco anos, e a educação é o caminho para eles aprofundarem as raízes cristãs e culturais, para virarem líderes na Igreja e nas famílias deles e para construírem melhor uma família cristã. Nós temos hoje dois seminaristas, o que é muito, já que só existem 14.000 cristãos. Dois seminaristas é uma boa proporção. Precisamos formar boas famílias para fomentar as vocações. Então, o primeiro objetivo é a formação e a educação em geral. Começamos com uma creche e agora temos 25 na diocese. Também temos uma escola técnica segundo a tradição de Dom Bosco.

- Como está sendo a reconciliação depois desse período terrível, com dois milhões de assassinados?

Dom Schmitthaeusler: A maior parte das pessoas nem pensa nisso, ou não está interessada nisso. A reconciliação é um conceito só nosso. A vida é difícil para a maioria do povo khmer e eles se concentram em correr atrás. Eles olham para o futuro, não para o passado.

- Então a Igreja não tem o objetivo de encarar este problema?

Dom Schmitthaeusler: Nós tratamos desse problema com os nossos serviços de comunicação social. No ano passado fizemos um encontro com um dos juízes internacionais e focamos em reunir os católicos que sobreviveram àquele período. No ano passado, na nossa escola católica, tivemos uma jornada para falar sobre o período do khmer vermelho. Convidamos os sobreviventes para falar. Depois fomos para um lugar que é um local para a memória, os chamados campos da morte. Fizemos orações com os monges e os padres. Tentamos pouco a pouco manter a memória daquela época negra, porque eu acho que é importante recordar, e isso é um desafio para o país, porque não podemos esquecer.

- O rei assistiu à missa de exéquias do papa João Paulo II. Como é a relação hoje com o governo?

Dom Schmitthaeusler: A relação é especialmente boa entre o governo e a Igreja católica. Temos um Ministério de Culto e Religião, como em todos os outros países comunistas. Eu fui vigário geral da diocese de Phnom Penh durante três anos e tenho uma boa relação com o governo. Somos sempre bem-vindos.

- Mas não é fácil. O senhor não pode fazer visitas de porta em porta. Como isso afeta o seu trabalho de evangelização se existem limites para visitar as famílias das aldeias?

Dom Schmitthaeusler: Não é bem assim. Nós não vamos de porta em porta como os mórmons nem temos permissão para usar sistemas de microfones e megafones para fazer proselitismo. E eu entendo isso. Alguns protestantes usaram grandes cartazes para citar passagens bíblicas e isso não é permitido. Eu posso visitar as famílias das aldeias sem restrição nenhuma. Explicamos para o governo o que é a fé católica e sempre usamos o termo católico, e não cristão.

- O que provoca uma reação tão negativa do governo ao se estabelecer uma seita cristã ou protestante?

Dom Schmitthaeusler: Há muitas seitas cristãs no Camboja e para o governo é difícil saber quem é quem. Estão contentes conosco porque temos uma estrutura clara: o Papa, os bispos e os sacerdotes.

- Quais são atualmente as necessidades de seu país e da Igreja Católica?

Dom Schmitthaeusler: A necessidade de formação e ajudar nosso povo a se encontrar com Deus, isso é muito importante. Ter tempo para rezar em silêncio, para se relacionar com Jesus e com Deus – este é um grande desafio em um país budista.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

O grande valor da Santa Missa




“Uma Santa Missa tem mais valor que todos os tesouros do mundo”.
São Leonardo de Porto Maurício Padroeiro dos Missionários.

A Santa Missa é o sacrifício do Corpo e do Sangue de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo oferecido, em nossos altares, em memória do sacrifício da Cruz.
O Santo Sacrifício da Missa é oferecido:

1º Para odorar e glorificar ao Senhor bom Deus;
2º Para agradecer a Deus os benefícios recebidos;
3º Para obter de Deus o perdão dos pecados;
4º Para pedir a Deus graças e favores. “Na hora da morte, as Missas a que houveres assistido serão a tua maior consolação”.

Um dos fins da Santa Missa é alcançar para ti o perdão dos teus pecados. Em cada Missa, podes diminuir a pena temporal devida aos teus pecados, pena essa que será diminuída na proporção do teu fervor. Assistindo com devoção à Santa Missa, prestas a maior das honras à Santa Humanidade de JESUS CRISTO. Ele compadece de muitas das tuas negligências e omissões. Perdoa-te os pecados veniais não confessados, dos quais, porém, te arrependes; preserva-te de muitos perigos e desgraças que te abateriam. Diminui o império de Satanás sobre ti mesmo. Sufraga as Almas do Purgatório da melhor maneira possível.

Uma só Missa a que houveres assistido em vida, será mais salutar que muitas a que os outros assistirão por ti depois da morte. “Será ratificada no Céu a bênção, que do Sacerdote recebes na Santa Missa”, afirma o grande Doutor e Bispo da Igreja Santo Agostinho de Hipona. “O renomado pregador, denominado “O Boca de Ouro”, Doutor e Patriarca de Constantinopla São João Crisóstomo escreveu: “Estando Jesus morto e ainda pregado na cruz, diz o evangelista, um soldado aproximou-se, feriu-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu água e sangue: a água, como símbolo do batismo; o sangue, como símbolo da eucaristia. O soldado, transpassando-lhe o lado, abriu uma brecha na parede do templo santo, e eu, encontrando um enorme tesouro, alegro-me por ter achado riquezas extraordinárias. Assim aconteceu com este cordeiro. Os judeus mataram um cordeiro e eu recebi o fruto do sacrifício”.

O ínclito teólogo e Doutor da Igreja Santo Tomás de Aquino disse: “O martírio não é nada em comparação com a Santa Missa”. Pelo martírio, o homem oferece o Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em Sangue em sacrifício para os homens. Se o homem reconhecesse devidamente esse mistério, morreria de amor. A Eucaristia é o milagre supremo do SALVADOR; é o dom soberano do Seu amor”. Foi de forma magistral que a magnífica mística e Doutora da Igreja Santa Teresa de Ávila disse: “Sem a Santa Missa, que seria de nós? Tudo perecia neste mundo, pois somente ela pode deter o braço de Deus”. “Jesus Cristo na Santa Missa é médico e remédio” afirmou o fundador da Congregação do Santíssimo Redentor, Bispo e Doutor da Igreja Santo Afonso de Ligório.

Preciosidades

Pedras preciosas sempre fascinaram por sua beleza, raridade e durabilidade, sem contar os milhões que podem representar. A maioria dessas preciosidades, também chamadas de gemas, são minerais ou rochas formadas a partir de condições especiais e pouco frequentes na natureza. “Cada mineral tem seu modo particular de formação. O diamante, por exemplo, se forma a partir do carbono, com pressões e temperaturas elevadas, só encontradas no interior da terra a grandes profundidades”, diz o geólogo e gemólogo Nelson Luiz Chodur, do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Paraná. O total de ouro no mundo, na superfície e já processado é de 163.000 toneladas. Todo esse ouro, com todas as pedras preciosas, junto com todo dinheiro e outras riquezas no mundo, não valem nada diante da Santa Missa. “Pois sabeis que não foi com coisas perecíveis, isto é, com prata ou com ouro, que fostes resgatados da vida fútil que herdastes dos vossos pais, mas pelo sangue precioso de Cristo, como de um Cordeiro sem defeitos e sem mácula” (1 Pd 1, 18). O maior valor que existe na face da terra é a Santa Missa. É a Santa Missa o verdadeiro culto de louvor, oblação, glorificação e adoração a Santíssima Trindade.

Fonte: shalom.org

9 de jun. de 2011

Pisoteiam e jogam cerveja sobre a Eucaristia em igreja na Colômbia




O Pe. Rodrigo Hurtado, pároco da igreja de San Isidro em Dosquebradas (Colômbia), denunciou que a capela Cristo Salvador foi vítima de um ato sacrílego, pois ladrões ingressaram no templo, furtaram dinheiro e bens valorados em mais de mil dólares, para logo retirar as hóstias do Sacrário, derramá-las no chão, jogar cerveja em cima e pisoteá-las.

Conforme informou a rádio colombiana RCN, a Diocese de Pereira, à qual pertence a paróquia de San Isidro, ordenou o fechamento do templo e o retiro do Santíssimo, assim como a excomunhão para os responsáveis pelo sacrilégio.

Espera-se que tudo volte à normalidade na capela Cristo Salvador dentro de um mês, depois da realização de um ato de desagravo previsto pela justiça canônica.

Esta é a segunda vez que a capela Cristo Salvador sofre um ato sacrílego, pois quatro anos atrás, desconhecidos quebraram as mãos de uma imagem da Virgem Maria, além de furtar elementos do templo.

Fonte: ACI

Mes de junho? nono dia

Coração fiel

"Amo-te com um amor imutável" (Jr 31,3)



Este é o amor do coração de Jesus! De Belém ao Calvário, da Ceia Eucarística à Ceia Eterna, o coração de Jesus é tudo e sempre será para nós e para a nossa salvação. Fidelidade santa, perene, incondicional. Ele mesmo disse que estaria conosco todos os dias, até a consumação dos tempos (cf. Mt 28, 20). Fidelidade para a nossa eterna salvação: "De geração em geração duram os pensamentos do seu coração para salvar da morte os seus filhos". (cf. Sl 32, 11).
Mas, quantas vezes Jesus teria todos os motivos e todo o direito de se afastar e de nos afastar de Seu Santo Coração. Porém, Ele continua a nos amar, apesar de nossa infidelidade mais grave. Ele continua a descer aos altares, apesar da traição dos seus ministros; continua a permanecer nos Sacrários, apesar da solidão e do abandono desolador no qual O deixamos. Continua a doar-se a todos na Santa Comunhão, apesar da indiferença e frieza que O recebemos. E quantos hoje vão receber a Comunhão em pleno pecado mortal, sem antes confessar-se? E deveriam saber que a absolvição sacramental é absolutamente necessária antes da Comunhão. No entanto, comete-se um horrível sacrilégio, porque se come e bebe a própria condenação (cf. I Cor 11, 29).
Jesus continua entre nós até quando não ligamos para Ele. E O colocamos em segundo lugar, e às vezes, em último, prontos em trocá-lO por desejos da carne, por dinheiro ou ambição.
Pobre coração de Jesus! Ele tinha razão quando disse a Santa Margarida Alacoque: "Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada eonomizou nada até acabar-se e consumar-se para manifestar-lhes o Seu amor; em troca, Eu recebo da maior parte indiferenças, sacrilégios e irreverências...".
É possível que não possamos acolher estes lamentos divinos do Coração de Jesus?
Um dia Santa Tereza d'Ávila, em êxtase durante uma adoração Eucarística, contemplou Jesus que lhe disse com doçura: "Teresa, quero mostrar-te tua vida". Logo apareceu um lindo cacho de uva, com os bagos suculentos e brilhantes, que embelezavam as orações, as ações e os sacrifícios da Santa. Mas eis que que sai do Sacrário um raio de luz fulgurante que atingiu o cacho de uva e fez aparecer coisas bem diferentes: alguns bagos estavam consumidos pelos vermes, outros estavam vazios e secos, e outros, ainda, estavam ácidos e estragados. A Santa compreendeu a linguagem daqueles bagos, que revelavam as muitas e pequenas infidelidades. Toda em confusão, jogou-se aos pés de Jesus, lhe pediu perdão lhe prometeu de empenhar-se com todas as forças para corrigir. Foi fiel e se tornou seráfica de amor pelo Coração de Jesus.


Coração infiel


"O amor das criaturas é instável e sujeito as falhas; o amor de Jesus é fiel e constante" (Imitação de Cristo, II, 7,1).

O coração do homem é infiel. Do coração do homem têm os adultérios. No coração do homem se consumam as infidelidades, as traiçõoes, os abandonos dos amigos, do cônjuge, do companheiro de trabalho, do sócio em negócios... e até de Deus.
Na segunda carta a Timóteo, São Paulo comunica ao seu discípulo umamá notícia: "Demas me abandonou por amor ao mundo presente" (4,9). Com quanta amargura São Paulo escreveu estas palavras!
Se já é improvável a infidelidade a uma criatura, o que será a infidelidade a Deus? Pareceria um absurdo dever admitir a infidelidade a Deus, mas é uma realidade posta sob os olhos de todos. Quantos cristãos batizados, crismados, alimentados com a Eucaristia, abandonaram o Senhor, seduzidos pela carne e pelo mundo do dinheiro? E que dizer se se tratam as pessoas consagradas? "Não conheço sacrilégio mais horrível - disse São Bernardo - que o de repreender a um coração já consagrado a Deus".
Disse o Sagado Coração de Jesus a Maria Alacoque: "O que me é mais penoso é ver-me tratado assim por corações a Mim consagrados"!. Segundo a Santa, Jesus disse estas palavras com um acento de dor tão lacerante que dilacerava sua alma.
Como esquecer que Jesus nos amou antes de tudo e continua a nos amar até o fim dos tempos? É único e supremo Coração fiel; não pode nos abandonar, pois nós lhe custamos todo o Seu sangue. Com que coragem o nosso coração pode preferir qualquer outra coisa ou criatura?
Nas Crônicas fransciscanas lemos que um mestra em París tinha tomado o hábito de São Francisco, mas a mãe pobre não se conformou em perder o filho e foi suplicá-lo em lágrimas e gemidos para que voltasse para casa. O filho, com o coração amargurado, cedeu e prometeu de voltar para casa no dia seguinte. Entretanto, ajoelhou-se diante do crucifixo e rezou em soluços: "Senhor, não desejo deixar-te; desejo somente assistir minha mãe em sua extrema necessidade". o crucifixo, jorrando sangue vivo das chagas de Jesus, respondeu: "Custastes mais a mim que à tua mãe, pois Eu derramei por ti todo o meu sangue. Eu deveria ser-te mais caro que a tua mãe". O bom frade permaneceu no convento até à morte.

Coração de Jesus, torna os nossos corações fiéis a Ti até à morte.


Propósitos:

- Fazer uma visita ao Sagrado Coração de Jesus na igreja junto a uma imagem sua.

- Rezar as seguintes orações:  (clique aqui).

* Dê sua opinião na Enquete da Câmara sobre a PDC 224/11. Leia e entenda.


Você concorda com o projeto (PDC 224/11) que susta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer a união homoafetiva?

Entenda antes de votar:

Logo após o encerramento da grande manifestação dos evangélicos em frente ao Congresso Nacional, representantes das Frentes Parlamentares Evangélica, Católica e da Família e lideranças religiosas, entre elas o organizador da Marcha pela Família, o pastor Silas Malafaia, foram recebidos pelo 2º vice-presidente da Câmara, o deputado Eduardo da Fonte, PP/PE, para cobrar da Casa, prioridade na tramitação do PDC 224/11, entregue ao presidente, Marco Maia, no último dia 25.

O PDC-224, susta os efeitos da decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu a união homoafetiva no dia 05 de maio passado, proferida na Ação Direta de Inconstitucionalidade 4277 e o descumprimento do preceito fundamental 132, que reconhece a entidade familiar da união entre pessoas do mesmo sexo. Os parlamentares avaliam que a decisão fere as prerrogativas do Congresso limitando assim, a atuação dos parlamentares em discutir o tema.

O presidente da FPE – Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos, PSDB/GO, afirma que a decisão invadiu a competência do Poder Legislativo porque cria obrigações e restringe direito,situação que somente pode ocorrer por intermédio de lei, em sentido formal e material. A decisão teria desrespeitado, ainda, a teoria da tripartição dos poderes, estabelecida no artigo 2º da Constituição.

Presentes à ocasião estavam os deputados João Campos, Roberto de Lucena, PV/SP, o senador Magno Malta, PL-ES e um grupo de parlamentares religiosos junto com o pastor Silas Malafaia revelaram, ainda, que pretendem apresentar abaixo-assinado com mais de 1 milhão de assinaturas para sensibilizar os deputados para viabilizarem o PDC-224.

O deputado Eduardo da Fonte se comprometeu a apresentar o pedido de prioridade à Mesa Diretora.

Vote aqui, procure Enquete.

http://www2.camara.gov.br/agencia/

fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Brian Johnson, da banda AC/DC: “Religião é uma perda de tempo, Jesus não era Deus!”

O vocalista da banda AC/DC, Brian Johnson (foto), 63, afirmou não acreditar em religião e quem o faz causa “uma perda de tempo”. A afirmação foi feita em entrevista ao blog PopEater ao qual Johnson se propôs a falar sobre sua autobiografia Rockers and Rollers: A Full-Throttle Memoir.
O tema religião começou a ser abordado quando a entrevistadora Nicki Gostin afirmou que poucas pessoas sabem que ele começou a cantar em um coro de igreja.
“Sabe por que eu fiz isso, querida? Não por causa da religião, não. Foi em troca de dois xelins e seis pences por semana”, disse. Acrescentou: “Todas as religiões geram dinheiro e trazem problemas, guerra e morte”.
Para Johnson, “Jesus foi muito inteligente, mas apenas um homem, não o filho de Deus”.
Foi essa referência a Jesus que mais irritou religiosos dos Estados Unidos. Palmeri Allen, editor de uma revista batista, por exemplo, afirmou que um dia Johnson terá de prestar contas a Deus.
“Ele terá de encarar o fato de que Jesus é a porta para Deus.”
Pelo que disse na entrevista, o vocalista da banda que vendeu mais de 200 milhões de álbuns não deve alimentar a polêmica com os religiosos, porque ele está “cansado disso [religião]”.
“Parem agora e aproveitem a vida!”

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Absurdo: BBC transmitirá suicídio assistido de um milionário.



De D. Henrique Soares.


Meu caro Internauta, leia atentamente esta notícia seguinte:
A emissora pública BBC transmitirá o suicídio assistido de um milionário hoteleiro britânico que foi para a clínica suíça Dignitas para morrer. O jornal "The Daily Telegraph" revela nesta quarta-feira (8) seu nome: trata-se de Peter Smedley, de 71 anos, que morreu em dezembro e que, antes de morrer, escreveu cartas a seus amigos expressando o quanto eles haviam significado para ele.
A maior surpresa desses amigos ocorreu quando no serviço dedicado a sua memória receberam o contato de uma equipe da BBC que havia filmado os últimos momentos de Smedley para um documentário do escritor Terry Pratchett, que defende o suicídio assistido. "Não sabíamos até aquele momento que ele estava no Dignitas, nem sabíamos sobre o filme até que a equipe envolvida no programa procurou-me", disse ao jornal um amigo íntimo de Smedley.
O filme, que será exibido na próxima segunda-feira pela BBC com o título de "Choosing to die" (Escolhendo morrer, em inglês), não identifica Smedley pelo sobrenome. Ele sofria de transtorno neuromotor, diagnosticado havia dois anos. Amigos o descrevem como "um homem que apreciava a privacidade, mas defendia mudanças na legislação (sobre o suicídio assistido)".
O que pensar de algo assim? A primeira vista, alguém poderia dizer: que coragem, que maturidade, a desse senhor: enfrentar de cabeça erguida o destino de todo homem, enfrentar corajosamente a própria situação; não fugir, não se lamentar, não ser peso para ninguém, mas com dignidade e resignação, ir ao encontro da morte de modo altivo e realístico... Não nego que tal linha de raciocínio seja possível...
Gostaria de propor uma outra. Aonde chegamos! Nossa sociedade esqueceu Cristo, renegou sua matriz e o que ficou? A derrota, a sensação de absurdo ou, pelo menos, de profundo vazio ante situações escuras e incompreensíveis da existência. A verdade é que sem Deus e, de modo especial, sem Cristo sofredor, crucificado e ressuscitado, a dor, o sofrimento, as limitações e debilidades da vida já não mais têm sentido! Que sociedade miserável, essa que coloca como solução, ante as impotências e dramas da vida, somente a morte como escolha! Eis o fim da linha do ateísmo, do agnosticismo, do hedonismo, do consumismo, do cinismo atuais!
Não! Esse senhor não é um herói, não é altivo diante da morte. Com todo o respeito que uma pessoa merece, posso dizer: ele foi um covarde! Teve medo da doença e capitulou, teve medo da dor e correu, teve receio das limitações que a debilidade lhe trariam e preferiu o suicídio. Uma atitude assim assenta em quem não conhece a Deus, em quem tem diante de si, como horizonte último da existência, somente a si próprio, somente esta vida daqui deste mundo... Quanto à clínica que dá guarida ao suicídio, seu nome não deveria ser “Dignitas” (dignidade), mas “Covardia”!
Quanto a nós, que colocamos em Cristo nossa esperança, só nos resta dizer: Bendito sejas tu, Senhor nosso Deus, que nos dando a fé no teu Cristo, nos libertaste de toda ameaça de absurdo e no teu Filho morto e ressuscitado, deste-nos a força com a tua graça de encontrar sentido para as escuridões da existência, de modo que nem a vida nem a morte nos podem mais afastar do teu amor! Bendito sejas, Senhor nosso Deus, que pela cruz e ressurreição do Senhor, encheste de sentido e liberdade a nossa vida!




Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/

8 de jun. de 2011

Corrdenador da Rcc detona a plc 122



PROFETISMO E MARTÍRIA

A palavra do Senhor permanece eternamente, assim começa o Santo Padre Bento XVI na mais nova exortação apostólica pós sinodal, Verbum Domini (Palavra do Senhor) publicada neste ano em referência a Palavra de Deus na vida e missão de toda Igreja. Justamente por acreditarmos que a Palavra do Senhor, que é o próprio Senhor continua agindo em nossas vidas, e que esta mesma Palavra é viva e eficaz (Hebreus 4,12) e não retorna sem ter surtido seu efeito (Isaías 55,10) é que desejamos como profetas dessa Palavra testemunhar sua a Verdade (Emunah, revelação) plenificada em Jesus Cristo. Eis cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo bradou João Batista ao ver Jesus no Jordão, o mesmo profeta denúncia o pecado de Herodes que havia tomado a mulher de seu irmão de maneira ilícita e por fazê-lo perdeu a cabeça literalmente. Fomos batizados no Espírito Santo, não um batismo sacramental, mas enquanto experiência nova nesse mesmo Espírito. Um dos primeiro sinais que recebemos após sermos tocados pelo Senhor é um suscitar de um renovado amor por sua Palavra, pela Santa Missa, pelos Sacramentos de modo geral, pelo Magistério da Igreja, pela Santa Tradição e a respeito disso não podemos nos calar, a experiência no Espírito promove um novo conceito em relação a Vida Humana em todos as suas etapas, nos ensina o caminho da ética e da verdadeira bioética, revaloriza o conceito de Família e principalmente do amor, que longe está de ser somente um mar de rosas, passamos a compreender que na dor e no sofrimento também encontramos amor. Essas transformações nos impelem a refutar o ateísmo pragmático (hipocrisia dos cristãos que não tem uma vida comprometida com a radicalidade do evangelho, dizem que crêem em Deus, mas agem como se Deus não existisse), o relativismo moral, o secularismo promovido por diversos setores da sociedade, nos ensinou que o prazer (hedonismo) não é um fim e si mas um meio para a verdadeira felicidade que consiste em sermos aquilo que autenticamente fomos criados para ser; filho de Deus em Jesus Cristo. Assim, irmãos e irmãs nos encontramos no verdadeiro impasse de nossas escolhas; escolhemos Jesus, o Evangelho e a Igreja ou escolhemos o relativismo, secularismo e outros “ismos” mais. Podemos nos sentir como os primeiros cristãos nas arenas romanas que muitas vezes tiveram que decidir entre negar a Cristo ou morrer por pertencer a Ele. Quer morramos quer vivamos tudo deve convergir para Jesus Cristo nosso Deus e Senhor. Vivemos um grande momento de provarmos nossa fé, profetismo e vivência cristã do evangelho, vivemos um tempo deprofetismo e martíria. Falo do projeto de Lei 122/2006 que torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero condenando a até cinco anos de detenção, quem se manifeste contrário a homossexualidade, com a aprovação dessa lei qualquer pessoa que se pronunciar contra o homossexualismo, inclusive pastores e padres e também pregadores podem ser presas sob a acusação de homofobia. É preciso entender bem o que seja preconceito, desde quando discordar é preconceito, desde quando anunciar a verdade da Palavra é preconceito. Tenho a nítida impressão que querem com que os heterossexuais se sintam culpados por serem heterossexuais, se a sexualidade é uma orientação pergunto: Quem está orientando quem?

Deus nos constitui livres é verdade, mas não para a libertinagem e essa verdade não pode ser mitigada em nome de uma pseuda tolerância: Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario. (Romanos 1,26-27)
A palavra de Deus condena o pecado e não o pecador, Deus é misericórdia sim na mesma proporção que é justiça perfeita e não podemos ignorar sua palavra: Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus. (1 Coríntios 6,9-10).
Caros irmãos e irmãs iremos continuar anunciando a verdade do Evangelho custe o que custar, iremos continuar proclamando que Jesus é o Senhor que sua Palavra é viva sem nunca faltar com a autentica caridade para com o pecador, e qualquer pecador. Vejam nossos Grupos de oração estes estão cheios de pessoas que vieram dos mais diversos locais e situações em suas vidas e ao fazerem experiência de Deus tiveram suas vidas transformadas, seus valores resgatados da corrupção de um mundo descrente, suas atitudes remodeladas no poder do Espírito Santo. Iremos continuar pregando a Poderosa Palavra de Deus com temor e tremor, ousadia e parresia sem perder a esperança em quem nos chamou para uma vida nova mesmo que nos custe a cadeia, mesmo que nos custe a vida.

Abraço Fraterno

fonte: http://www.passiodomini.org/

Luiz Carlos Nunes de Santana
Fundador da Comunidade Passio Domini
“Adoradores de Jesus, Amor Incondicional, em espírito e verdade.

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