Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

10 de jul. de 2011

Homilia de Domingo 10/07/2011 - O Semeador

Segue o link que contém o vídeo comentário do Evangelho deste Domingo XV do Tempo Comum. Nesta passagem do Evangelho de Mateus, podemos perceber a experiência que Jesus fez durante a pregação da sua palavra, que na verdade é a Palavra do Pai. Jesus é o semeador que sai para semear, e percebe que enquanto semeia, muitos o acolhem, outros o rejeitam, outros ainda preferem as coisas do mundo, experiência esta que nós também fazemos... mas na verdade os quatro terrenos que nos apresentam o evangelho (esfaltado, pedregoso, espinhoso e a terra boa), estão dentro de cada um de nós, e cabe a cada um de nós arar este terreno, limpá-lo dos espinhos, das pedaras, para que a Palavra caia e dê seu fruto. Esta passagem nos estimula a ter esperança também, pois nós somos chamados a semear, mas é o Senhor quem faz germinar, e nós devemos ajudar e acreditar nos coraçãoes que ainda estão fechados e presos, para que a Palavra a eles anunciada, no tempo do Senhor dê o seu fruto.






Mensagem de Medjugorje do dia 2/7/11
Segue o comentário da Mensagem de Nossa Senhora Rainha da Paz, dada em Medjugorje no dia 02/07/2011

Palestra Jovens vós não sois do mundo:
Nesta pregação, caro Jovem, o Senhor te diz: “sepulte o teu passado, escolha a vida, diga não a morte, renuncie ao alcool, a droga, as relações pré-matrimoniais, se renda ao Senhor, dê a tua vida a Ele. Renuncie agora a tudo o que te escravisa. Diga agora não ao pecado! Abandone agora a tua vida ao Senhor com as tuas palavras. Em nome de Jesus, receba agora uma nova efusão do Espírito Santo, "EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO!" e caminhe na santidade e na paz do Senhor em teu coração!...




Retiro para casais:
Dia 17/078/11 estarei conduzindo um retiro para casais, incluindo noivos e namorados, o tema será: “VIVENDO UM GRANDE AMOR!” aqueles que quiserem participar podem entrar em contato conosco, para saber mais, clique:


Casamento gay é a mentira que levará milhares de inocentes para a prisão.

por Rebecca Millette

6 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) - Na batalha para sustentar o verdadeiro casamento em face de crescentes pressões sociais e políticas para sancionar e aprovar o "casamento" gay, os cristãos provavelmente serão mandados para a cadeia por suas posturas, diz um especialista.

Em seu recente artigo para a revista Cultura Católica, intitulado "Gay Marriage and the Next Gulag" (O Casamento Gay e as Prisões em Massa que Virão), o Dr. Jeff Mirus, presidente de Trinity Communications, diz que a "mentira do casamento gay" é a "perfeita força esmagadora tirânica" para os promotores do "casamento" gay usarem diante de "abomináveis pedantes moralistas" que "buscam diminuir a liberdade sexual pessoal dos outros".
"A causa do casamento gay se encaixa na definição de mito melhor do que a maior parte das questões porque realmente parece que aqueles que se opõem a ele estão negando a vida, a liberdade e a busca da felicidade de outros", diz o Dr. Mirus. "Os gays têm elevada escolaridade, são ricos e - acima de tudo - são uma projeção logicamente favorecida de nossa cultura moral. Inibir a felicidade deles, por qualquer razão, parece simplesmente errado".
De acordo com o Dr. Mirus, a "chave" para a questão é estar ciente do fato de que "ser gay ou apoiar o estilo de vida gay é aprovar e promover o sexo estéril".
Por meio do divórcio fácil, da contracepção, da promiscuidade e, finalmente, do aborto, a cultura do Ocidente está cada vez mais se submetendo à mentalidade do "sexo estéril", diz ele.
"Uma cultura como esta, uma cultura que abraça esses valores, não tem nenhum argumento contra o sexo homossexual, não tem como se posicionar justificadamente contra o casamento homossexual", continua Mirus.
"Uma percentagem imensa de nossos casamentos são deliberada e totalmente estéreis; a maioria do resto é deliberadamente estéril grande parte do tempo. Números imensos de casamentos, por intenções deliberadas, não resultam nem em filhos para preservar a raça humana nem em futuros cidadãos para melhor e desenvolver a ordem social".
O resultado dessa mentalidade moderna, diz o Dr. Mirus, é que qualquer um que se opõe à noção de "casamento" homossexual é "silenciado" e "reprimido".
"Além disso", acrescenta ele, "parece portanto certo e justo que as denúncias deles contra o estilo de vida gay e a oposição deles ao casamento gay sejam criminalizadas. Aliás, deveriam ser criminalizadas no nome da liberdade. É por isso que o casamento gay é a mentira que criará condições para mandar milhares de pessoas para a cadeia".
"A insistência em ignorar o vício é a marca registrada de uma cultura decaída, mas a insistência em que uma mentira receba concordância e defesa pública como se fosse verdade é a marca registrada do totalitarismo ideológico. Falar a verdade torna alguém traidor ou o excluí da sociedade".
Mirus cita o exemplo recente do Rev. Hugo Valdemar, porta-voz da Arquidiocese da Cidade do México, que foi acusado neste mês de se envolver em propaganda política quando disse que os católicos não deveriam votar em candidatos que apoiam o "casamento" de mesmo sexo.
Exemplos semelhantes estão se tornando cada vez mais numerosos nos Estados Unidos, Canadá e Europa, com cristãos perdendo seus empregos, sendo multados e sendo arrastados através de prolongadas audiências judiciais de "direitos humanos" por declararem os ensinos cristãos tradicionais sobre a homossexualidade.
O Dr. Mirus sugere que uma "enorme mudança pessoal" é a única resposta para a "ameaça de prisão que paira sobre milhares de pessoas". "A única coisa que dá para se fazer para ajudar é que aqueles que se opõem ao casamento gay comecem a viver de acordo com a compreensão da sexualidade comunicada pela lei natural", disse ele.
"A resposta suprema para todas as ameaças de prisão que pairam sobre milhares de nós é defendermos a verdade por meio das nossas vidas - numa demonstração vibrante que mostre que nós cristãos temos um coração que está preparado até para sofrer perdas, enquanto o coração dos pagãos só está pronto para vencer".


Fonte: www.cleofas.com.br

9 de jul. de 2011

Igreja condena aberrante operação "mudança de sexo" em meninas na Índia


ROMA, 09 Jul. 11 / 02:18 pm (ACI/EWTN Noticias)

O secretário do Comitê Justiça, Paz e Desenvolvimento do Episcopado da Índia, Pe. Charles Irudayam expressou o rechaço da Igreja às operações de mudança de sexo em meninas menores de um ano e que já teria afetado 300 bebês no estado central de Madhya Pradesh.

"Nós fortemente condenamos, como bispos indianos, essa prática horrível. É fruto de uma mentalidade que favorece a mentalidade machista como fonte de lucro e como filho de maior valor, mortificando a dignidade das mulheres", disse o sacerdote à agência Fides em declarações difundidas esta sexta-feira (8).

Fides indicou que “o governo estadual lançou uma investigação oficial para parar a prática, conhecida como "genitoplastica", que já viu 300 casos de meninas com idade inferior a um ano operada na cidade de Indore. O custo da transação é equivalente a cerca de 3.200 US$ e a difusão do fenômeno tornou Indore a meta de famílias de outros estados, como Nova Délhi e Mumbai”.

Por sua parte, o porta-voz do Conselho de Bispos de Madhya Pradesh, Pe. Anand Muttungal, explicou que "a preferência para o macho é ainda muito forte nas famílias da fé hinduísta, para a crença que, para a salvação, exista a necessidade de um filho. Com o fator religioso, o problema se torna grande. Como Igreja de Madhya Pradesh expressamos nossa preocupação e buscamos estar perto dos problemas e necessidades do povo".

O Pe. Irudayam disse que "responsabilidade é em primeiro lugar dos pais que a exigem, e depois dos médicos que fazem este trabalho". O sacerdote acrescentou que a Igreja segue trabalhando para promover "a dignidade e os direitos da mulher na sociedade. Mas nós temos que lutar contra uma mentalidade enraizada, e é, portanto, um trabalho que leva tempo".

O sacerdote indicou em sua entrevista à Agência Fides que, de acordo com alguns estudos, o aborto seletivo das meninas “nos últimos 20 anos envolveu mais de 5 milhões de crianças".

Na Índia, há cerca de 500 milhões de mulheres, numa população de mais de um bilhão de pessoas. Desde a infância elas sofrem diversas discriminações no acesso à educação, no emprego e em outros setores da sociedade, indica Fides.

Gays escolhem Roma para "Europride" e deixam claro a relação do ideal homossexual e o orgulho satânico.


No último dia 11 de junho realizou-se mais uma manifestação pública do vício da homossexualidade. Desta vez foi em Roma, a Cidade Eterna, outrora Cidade Sagrada, centro do Catolicismo.

O título dado a essas manifestações resume a essência da ideologia homossexual: “orgulho homossexual.” Na capital italiana foi chamada de “Europride” por reunir homossexuais de todo velho continente.

O orgulho e revolta contra Deus

O pecado é uma revolta contra ordem estabelecida por Deus e portanto uma revolta contra o Criador. Ele será tanto mais grave quanto mais fique manifesta essa revolta.

Quando o homem peca por fraqueza, envergonha-se do seu pecado e procura emendar-se, diz-se que se trata mais de um pecado da carne do que do espírito. Quando ele não só peca, mas orgulha-se disso, diz-se que é um pecado de espírito, o que aumenta sua gravidade.

Ora, este pecado de orgulho manifesta mais a revolta contra o Criador. Segundo Santo Tomás, “é característico do orgulho não querer estar submetido a nenhum superior e, especialmente, a Deus.”

Por isso mesmo, Santo Tomás apresenta “o orgulho ou amor próprio como o começo de todo mal.” O que aliás é confirmado pelas Escrituras, conforme lê-se no Eclesiástico (10:15): “o princípio de todo pecado é o orgulho”

Orgulho, o pecado de Lúcifer

A opinião comum dos teólogos é que o pecado de Lúcifer e dos anjos maus foi um pecado de orgulho. Nem podia ser de outro modo, uma vez que, sendo puro espírito, ele não podia se deixar levar pela concupiscência.

Duas passagens da Escritura podem ser aplicadas para descrever esse pecado. O primeiro é de Isaías (14:13-14):

Tu dizias: Escalarei os céus e erigirei meu trono acima das estrelas… Subirei sobre as nuvens mais altas e me tornarei igual ao Altíssimo. E, entretanto, eis que foste precipitado à morada dos mortos, ao mais profundo abismo.

O Segundo é do Profeta Jeremias (2:20):

Há muito quebraste o teu jugo, rompeste teus laços Dizendo: Não servirei.

Luciferino orgulho da ideologia homossexual

Orgulhar-se de praticar o vício homossexual e proclamá-lo de público pelas praças das principais cidades do mundo, é repetir o brado de Lúcifer, “Não servirei” é manifestar um orgulho luciferino.

Não se trata de pecar por fraqueza, por mais grave que seja o pecado, mas transformar esse pecado num fator de orgulho negando toda a Lei de Deus e, implicitamente ou explicitamente a contradição que existe entre o bem e o mal.

Ódio à Igreja Católica

Retornemos à “Europride” de Roma. Os jornais italianos e os blogs da Internet publicaram centenas de fotos sobre a mesma. O que chama a atenção nelas, mais do que a lubricidade debandada dos corpos semi-nus ou das poses e gestos obscenos, é o ódio à Igreja Católica.

Um homossexual, sacrilegamente, se apresentou imitando Nosso Senhor e usando óculos escuros.

As ofensas ao Soberano Pontífice, não poderiam ser mais soezes: um dos cartazes carregados na marcha – e que pelo tamanho e conteúdo mais chamou – apresentava uma foto montagem do Papa com cabelos de mulher, apenas em ínfimo traje interior usando uma liga e meia feminina. Embaixo, os dizeres: «Veste Prada mas é uma amiga (no feminino) de Satanás». Outro cartaz trazia a caricatura de Bento XVI, com a condecoração nazista e um báculo com o símbolo nazista e escrito: “Nazinger [nazi + Ratzinger] agride os gays”.

Vários homossexuais apresentaram-se como bispos de maneira ridícula e debochada.

Destruição da noção do bem e do mal

A negação de toda moral não se revela apenas pela libertinagem estadeada, mas no seguinte episódio da manifestação. A agência ANSA, da Itália, sob o título de Europride em Roma, entre Anjos, diabos e esposos, traz foto de dois homens se beijando, sendo que um se apresenta como demônio, com chifres e tridente e o outro como anjo bom, com azas brancas.

O demônio e o anjo se abraçando representa bem o anhelo último da ideologia homossexual que é a da negação da diferença entre o bem e o mal, o certo e o errado. A vontade do homem libertada da moral e da razão será então a única norma, o bem se confundirá com o prazer dos instintos e o mal com aquilo que lhes contrarie.

Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal

Cabe aqui lembar a censura do Profeta Sofonias àqueles que “dizem consigo mesmos: O Senhor não faz bem nem mal.” (1:12). Para eles é a advertência do Profeta Isaías: “Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas.” (Is. 5:20)

Eis aonde leva o orgulho luciferino da ideologia homossexual: transforma a luz em trevas e as trevas em luz, e quer impor essas trevas ao mundo inteiro. Por meio da ditadura das leis e do terror da propaganda.

(1) Summa Theologica, I-II, q. 84, a. 2, ad 2.
(2) Id. Ibid. ad 3.
(3) ANSA, ANSA, Updated: Sat, 11 Jun 2011 22:16:00 GMT, Europride a Roma tra Angeli, diavoli e spose, http://notizie.it.msn.com/fotostory/gallery.aspx?cp-documentid=158209692&page=14.


Fonte: IPCO

8 de jul. de 2011

Alerta Geral aos Católicos!


Alerta Geral aos Católicos!

O Papa João Paulo II disse a um grupo de Bispos do Brasil em visita “ad limina apostolorum” em 05/09 de 1995, em Roma, que as seitas, “se espalham na América Latina como uma mancha de óleo, ameaçando fazer ruir as estruturas de fé de muitas nações”.
Escreve o ilustre Prof. Dr. Felipe Aquino: “Hoje as seitas e “igrejinhas” se espalham por todos os lados sem apresentar as devidas credenciais divinas, sem as quais não é possível segui-las. E assim, milhões de pessoas estão sendo iludidas, ou até mesmo, maldosamente enganadas”. Diz mais o Prof. Aquino: “Como dói ver milhões e milhões enganados, abdicando a LUZ para viver nas trevas do erro”. (Falsas Doutrinas-Seitas e Religiões, p. 12).
Nos últimos dez anos, foram criadas cerca de 100 mil novas religiões no mundo. (Revista Galileu, julho de 2002. p.21).
Segundo o renomado pesquisador Padre Oscar Quevedo, SJ, existem, só no Brasil, mais de 56 mil seitas e religiões.
O consultor americano de igrejas, pastor Wayne Cordeiro diz que há mais de 300 mil igrejas evangélicas nos Estados Unidos.
No Brasil, segundo a revista protestante ECLÉSIA, edição nº 91, já chegaram a um total de 17.000 denominações.
Pesquisas realizadas pelo Projeto Brasil 2010, movimento multidenominacional que incentiva a implantação de igrejas evangélicas, calcula que haja cerca de 150 mil igrejas evangélicas de todos os tipos no Brasil, número que deve chegar a 250 mil até o final desta década, se mantido o ritmo de crescimento.
Na última década, 1991 a 2000, a sua taxa de crescimento superou em quatro vezes o da população. (Revista protestante Defesa da Fé, Janeiro, 2004. pp. 51,52).
Segundo dados do Serviço de Evangelização para América Latina (SEPAL), existem hoje, cerca de 188 mil igrejas evangélicas no país.
Conforme a estimativa da SEPAL, se for mantido o atual ritmo de crescimento dos evangélicos, estes poderão ser metade da população brasileira em 2022. “Esse percentual superou em quatro vezes a taxa de aumento da população do Brasil na última década”, conta Eunice Stutz Zillner, coordenadora da área de pesquisas da SEPAL.
O Rev. Alderi de Souza Matos, professor de História da Igreja no Centro Presbiteriano de Pós-graduação Andrew Jumper, da Universidade Mackenzie, em São Paulo, acha que “essas projeções de um crescimento exponencial para as igrejas evangélicas do Brasil são exageradas”. (Revista Graça nº 71. pp. 26.29).
O sociólogo Paul Freston afirma que: “A maré evangélica na Ásia, na África e na América Latina, e até mesmo na incrédula Europa, os movimentos evangélicos estão experimentando uma expansão sem precedentes, principalmente entre os mais pobres um fenômeno que não tem nada a ver com os televangelistas nem com a direita fundamentalista dos Estados unidos”. Diz mais: “O termo “evangélicos” tornou-se muito conhecido relacionado à direita religiosa dos Estados Unidos. Porém, mesmo que os esforços missionários norte-americano sejam numerosos e disponham de recursos, a maior parte do crescimento evangélico no sul global (América Latina, África, Ásia e Pacífico) não se deve a eles, mas a iniciativa a autóctones. Os cristãos evangélicos do Terceiro Mundo são um movimento sobretudo autóctone, não fundado e orientado pelo Ocidente. Além disso, eles tendem a estar institucionalmente divididos, a contar com seguidores muito ativos e a crescer com rapidez”. (Revista protestante Ultimato, Setembro – Outubro de 2006. pp. 24,25).

PENTECOSTAIS

No protestantismo, as igrejas que crescem mais são: as pentecostais e as neopentecostais.
1.100.000.000 de pentecostais deverão constituir 45% dos crentes em 2025, segundo estimativas do Hartford Institute for Religion Research.
26,1 milhões é o total de evangélicos no Brasil, 17,6 milhões de pentecostais, 7,1 milhões de tradicionais ou históricos e 1,3 milhões de outras igrejas (Revista Defesa da Fé, junho de 2002. p.55).
A força de enxurrada com que o neopentecostalismo cresceu desorganizou todo o protestantismo. “Há uma verdadeira perda de identidade no movimento evangélico mundial. O pentecostalismo flexibilizou suas exigências comportamentais e até os protestantes tradicionais (históricos) passaram a aceitar a participação mais ativa do fiel nos cultos e algumas manifestações sobrenaturais”. Afirma o pastor batista Joaquim de Andrade, pesquisador da Agência de Informações da Religião (AGIR).
O crescimento das igrejas neopentecostais é divido a pregação do evangelho da riqueza e da saúde, que passou a denominar de teologia da prosperidade. “A preocupação dos neopentecostais é com esta vida. O que interessa é o aqui e o agora”. Escreve o sociólogo Ricardo Mariano, autor do livro: Neopentecostais – Sociologia do Novo Pentecostalismo no Brasil.
Para alguns sociólogos americanos, o que determina a existência de tantas crenças, nos Estados Unidos não é a necessidade humana de uma experiência espiritual, mas, a conjuntura econômica. Segundo eles, as leis de mercado também valem para os movimentos religiosos. O renomado sociólogo americano Rodney Stark e professor de sociologia da Universidade de Wisconsin, é um dos expoentes desta visão mercadológica da fé.
No Brasil, o estudioso de religiões Antonio Flávio Pierucci, professor da Universidade de São Paulo, diz: “a maior parte das religiões tem esse viés materialista. As pessoas sempre rezam com o objetivo de pedir e receber algo. A diferença é que os evangélicos assumem essa faceta sem se envergonhar”. (Revista Super interessante, fevereiro de, 2004. pp.55 e 58).
“A relação entre fé e riqueza nunca despertou tanto interesse quanto nos dias de hoje. Graças à predominância do capitalismo, as religiões são cada vez mais atraídas por um apelo financeiro. O principal alvo dos críticos dessa relação são os evangélicos (protestantes) que, em geral, não dispensam o discurso proselitista em prol da expansão do Reino de Deus para justificar a arrecadação de fundos que financiem os esforços evangelísticos, cada vez mais dispendiosos por conta dos crescentes investimentos em patrimônio e mídia eletrônica. A livre organização característica essencial das entidades evangélicas tornou-se o terreno fértil para as mais variadas interpretações bíblicas quando o assunto é dinheiro. “Há distorções sérias na administração do dinheiro arrecadado pelas igrejas protestantes”. “O mais grave é que ninguém sabe para onde ele vai”, aponta Hélio Alves da Silva professor de Administração de Empresas da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo. Ele vai além: “A prestação de contas é extremamente precária”. Normalmente, é uma caixa preta, sem transparência” (Revista ECLÉSIA, edição nº 101. pp. 26,27).
Vivemos a era do terror das seitas. É terrível ver tantos falsos pregadores, pastores, profetas, missionários, “bispos”, apóstolos, etc. fazendo um estrago tremendo no rebanho católico. Chega de ficar parado vendo os nossos irmãos caírem nas garras desses lobos devoradores. É hora de agir bravamente para cima desses cães ladrões e derrotá-los (Isaías 56,11; Filipenses 3,2).
Como é atual a exortação do Bispo e Doutor da Igreja São Francisco de Sales: “É caridade gritar ao lobo quando este se encontra no meio dos cordeiros, em qualquer lugar que estivermos”.
O católico não deve visitar templos de seitas. Não deve participar de eventos promovidos pelas seitas. Não deve ler nenhum material publicado pelas seitas. Não deve comprar e nem tão pouco ajudar as obras das seitas. Por quê? São João Apóstolo responde com categoria: “Porque muitos sedutores que não confessam a Jesus Cristo encarnado espalharam-se pelo mundo. Este é o Sedutor, o Anticristo. Acautelai-vos, para não perderdes o fruto de nossos trabalhos, mas ao contrário, receberdes uma plena recompensa. Todo o que avança e não permanece na doutrina de Cristo não possui a Deus. Aquele que permanece na doutrina é o que possui o Pai e o Filho. Se alguém vem até vós sem ser portador desta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis. Aquele que saúda participa de suas obras más” (II João 7-11).
Amado povo católico de Nosso Senhor Jesus Cristo, não precisa buscar nada em fontes contaminadas e venenosas, na Santa Madre Igreja temos a FONTE DA VERDADEIRA DOUTRINA PARA SANTIFICAÇÃO DO CORPO E SALVAÇÃO DA ALMA.

Pe. Inácio José do Vale
Pesquisador de Seitas
Professor de História da Igreja
Especialista em Ciência Social da Igreja
E-mail: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com

Encontro de reavivamento com missionário Anderson Luís na cidade da Dracena-SP. Participe!

A Renovação Carismática Católica da cidade de Dracena-SP irá realizar neste final de semana um encontro de reavivamento. Este encontro terá a presença do missionário Anderson Luís. Você que mora por perto não deixe de participar. Será uma benção!



Salve Maria!

Pastor é detido em São Paulo, após pregar sobre práticas homossexuais


Pastor é detido em São Paulo, após pregar sobre práticas homossexuais.




Dr. Zenóbio Fonseca
Foi detido em São Paulo um pastor que pregava sobre práticas homossexuais citando versículos da Bíblia. Ele foi levado para prestar depoimento na delegacia porque um “ouvinte” que passava por ali se sentiu ofendido com as palavras que o pastor dizia e logo chamou a polícia. Assista ao vídeo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=-zQ8piq_zX8



A detenção ocorreu em 28 de junho de 2011, por volta das 15h, na Praça da Sé, onde é comum pastores pregarem todos os dias.
Ainda que discordando da forma e do modelo de pregação feita naquele local, o pastor que foi detido estava em seu direito constitucional e liberdade de expressar a sua fé e valores. Mas ele foi impedido de continuar a sua pregação por causa de um ouvinte gay “ofendido”, enquanto a marcha pela maconha, a marcha gay e a marcha das vadias são livres e recebem apoio estatal e liberdade do judiciário, mesmo quando a população fica ofendida.
O PLC 122/06 que criminaliza a homofobia ainda não foi aprovado no Brasil, e os gays “ofendidos” já têm mais direitos do que a população. Se estivesse em vigor, o que os gays “ofendidos” poderiam fazer contra os cristãos?
Fonte: Zenóbio Fonseca
Divulgação: www.juliosevero.com

Aborto e eugenia sem censura


Dá-se o nome de eugenia ao processo de depuração ou “filtragem” da humanidade, por onde só os bem constituídos, física e mentalmente, teriam direito de viver. Esse processo, bem ao gosto de nazistas, parece ser encarado como normal na Inglaterra. Para quem não acredita, a prova está na notícia publicada pelo Daily Mail, jornal britânico, no dia 5 de julho de 2011: “Revealed: The thousands of pregnancies aborted for ‘abnormalities’ including cleft palates and Down’s syndrome

Segundo a notícia, o Departamento de Saúde da Inglaterra informou que, dos 189.574 mil abortos realizados na Inglaterra e no País de Gales em 2010, 2.290 foram praticados por causa de má formação dos fetos.

Não pense o leitor que “má formação” quer dizer doenças crônicas ou incuráveis – o que não justificaria o aborto de toda maneira. Não! A realidade é outra…

Relata a mesma notícia que as doenças “não aceitas” variam entre síndrome de Down e fissuras no palato (lábio): “482 fetos foram abortados devido a Síndrome de Down, 128 por distúrbios nervosos na espinha bífida e 181 por problemas músculo-esqueléticos, como ‘pé torto’. Nos dados constavam também que sete gestações foram interrompidas em razão de fissuras no palato”.

Por incrível que possa parecer, nos casos da anomalia de fissura no lábio, o defeito pode ser geralmente resolvido com uma cirurgia alguns meses após o nascimento do bebê. Mas isso não importa para certos casais dominados pela mentalidade neo-pagã de nossos dias.

Os dados aterradores foram revelados por causa de um pedido da Aliança Pró-vida da Inglaterra, associação anti-abortista daquele país.

Fonte: http://www.ipco.org.br

7 de jul. de 2011

Ativistas gays atacam os cristãos, chamam políticos pró-família de frustrados sexualmente e se mostram revoltados com a oposição.


Políticos homossexuais são filmados desabafando hostilidade contra os cristãos e o conservadorismo.



Fonte: júliosevero.com

Pregador católico denuncia ditadura gay (PLC 122)


Por meio deste vídeo recém-postado no Youtube, pretendo ajudar os cristãos a despertarem para enfrentar um grande perigo à fé.
Denuncio a existência de uma militância gay organizada e financiada por empresas multinacionais que pretende obrigar os brasileiros a aceitarem o homossexualismo por força de lei.
Todo homossexual deve ser amado e respeitado, mas não se deve chamar de bem ao mal e, por isso, não se deve apoiar a conduta homossexual como correta apenas por respeitos humanos. Já dizia Santo Agostinho que o cristão deve ter amor ao pecador, mas aversão ao pecado.

6 de jul. de 2011

Vaticano: Ordenações de sacerdotes lefebvristas são ilegítimas

VATICANO, 06 Jul. 11 / 02:52 pm (ACI)

Em declarações ao grupo ACI este 5 de julho, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, assinalou que as recentes ordenações de 20 sacerdotes da Fraternidade São Pio X (lefebvristas) são ilegítimas.

Em resposta a uma pergunta da agência ACI Prensa o porta-voz vaticano disse que "enquanto a Fraternidade não tenha um status canônico na Igreja –sublinhaBento XVI– seus ministros não exercem um ministério legítimo n’Ela".

O sacerdote disse também que este status não será definido "até que os assuntos doutrinais sejam esclarecidos".

Recentemente os lefebvristas ordenaram sacerdotes na Suíça, Alemanha e nos Estados Unidos. Na cerimônia de ordenação de 17 de junho no seminário de Winona (Estados Unidos), o superior geral da Fraternidade São Pio X, Bernard Fellay, valeu-se da homilia para atacar o Vaticano por sua "inconsistência no diálogo" com sua organização.

Nesta ordenação de 5 sacerdotes, Fellay disse que "quando falo de contradição, meus queridos irmãos, refiro-me a que certas pessoas em Roma nos consideram fora da Igreja, excomungados, e inclusive como se tivéssemos perdido a fé e fôssemos hereges. Mas há outros que claramente nos aceitam como católicos".

A Fraternidade São Pio X reúne seguidores do Arcebispo francês Marcel Lefebvre, que faleceu excomungado em 1991, anos depois de ordenar quatro bispos sem autorização do Papa.

Em 24 de janeiro de 2009 o Papa Bento XVI decidiu levantar a excomunhão que pesava sobre estes quatro bispos: Bernard Fellay, Richard Williamson, Alfonso de Galarreta e Tissier de Mallerais.

No dia 29 de janeiro, ao final da audiência geral, o Papa explicou que a decisão de levantar a excomunhão, um "ato de paterna misericórdia", foi tomada porque os bispos até então excomungados, "tinham me manifestado várias vezes seu vivo sofrimento pela situação em que se encontravam".

Bento XVI expressou seu desejo de que "este meu gesto seja correspondido pelo compromisso solícito por parte deles de dar os ulteriores passos necessários para realizar a plena comunhão com a Igreja, testemunhando assim verdadeira fidelidade e verdadeiro reconhecimento do magistério e da autoridade do Papa e do Concílio Vaticano II".

Para precisar ainda mais os alcances do levantamento da excomunhão, no dia 4 de fevereiro de 2009 a Secretaria de Estado do Vaticano indicou em um comunicado que os quatro bispos estão obrigados ao "pleno reconhecimento do Concílio Vaticano II" e do Magistério de todos os Papas posteriores a Pio XII.

O texto também solicitava a um destes quatro, o bispo Richard Williamson, que nega o holocausto, que tome distância "publicamente e de modo totalmente inequívoco” das suas posições em relação à Shoah, “desconhecidas pelo Santo Padre no momento do levantamento da excomunhão".

A nota da Secretaria de Estado Vaticano explicava que "o levantamento da excomunhão liberou os quatro bispos de uma pena canônica muito grave, mas não mudou a situação jurídica da Fraternidade São Pio X, que no momento atual, não goza de nenhum reconhecimento canônico na Igreja Católica".

"Além disso os quatro bispos, embora já não estejam excomungados, não têm uma função canônica na Igreja e não exercem licitamente um ministério n’Ela".

Em outubro de 2009 o superior geral da Fraternidade, Bernard Fellay, assinalou que o Vaticano considerava a possibilidade de converter o seu grupo em uma Prelatura Pessoal, uma estrutura similar à do Opus Dei, como parte das discussões rumo à reconciliação.

Entretanto, em janeiro de 2010 o bispo negacionista do holocausto e um dos quatro da fraternidade São Pio X a quem o Papa Bento XVI levantou a excomunhão em 2009, Richard Williamson, assinalou que as negociações de seu grupo com a Santa Sé constituem "uma conversação entre surdos" na qual nunca se chegará a um acordo porque ambas as posições são "absolutamente irreconciliáveis".

Em fevereiro de 2011 Bernard Fellay confirmou esta opinião de Williamson e em uma entrevista com os membros de sua organização nos Estados Unidos, disse que no diálogo com a Santa Sé não puderam convencer os representantes do Vaticano de fazer que a Igreja retorne ao estado anterior ao Concílio Vaticano II, transgredindo a vontade do Santo Padre.

Fellay explicou nessa entrevista que a Santa Sé assinalou-lhes que "existiam problemas doutrinais com a Fraternidade e que os mesmos deviam esclarecer-se antes de um reconhecimento canônico" por parte da Igreja depois do levantamento das excomunhões.

Instrução sobre a Missa em latim

Do mesmo modo, em maio de 2011, a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei divulgou uma instrução que regulamenta a celebração da Missa em latim com o Missal de 1962.

Um de seus principais pontos assinala aqueles que a solicitem não podem ser contrários ao rito ordinário, estendido atualmente em toda a Igreja Católica depois do Concílio Vaticano II, nem tampouco contrários à autoridade do Santo Padre.

Junto com a instrução "Universae Ecclesiae" que regulamenta o Motu Proprio do Papa publicado em 2007, o Diretor do Escritório de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, apresentou uma síntese do primeiro documento na qual se indicava o seguinte:

"É muito importante a elucidação (n.19), segundo a qual os fiéis que pedem a celebração em forma extraordinária ‘não devem sustentar ou pertencer de maneira nenhuma a grupos que se manifestem contrários à validez ou legitimidade da forma ordinária’ e/ou à autoridade do Papa como Pastor Supremo da Igreja universal. Isto estaria em total contradição com o objetivo de ‘reconciliação’ do Motu proprio mesmo".

Embora o ponto 19 da instrução Universae Ecclesiae não mencione nenhum grupo ou pessoa em específico, alguns afirmam que está dirigida aos lefebvristas agrupados na Fraternidade São Pio X.

Quando o Papa Bento XVI publicou o Motu Proprio Summorum Pontificum em 2007, os seguidores de Lefebvre reunidos na Fraternidade Sacerdotal São Pio X, viram com bons olhos esta decisão de liberar a celebração da Missa em latim que até esse momento só poderia ser celebrada com autorização do Bispo.

Entretanto, mantiveram através dos anos seu rechaço ao Concílio Vaticano II.

Liberdade religiosa é muito mais do que a liberdade de culto.


Rádio Vaticano

Dias atrás a Igreja Católica e os delegados das máximas instituições cristãs assinaram um documento intitulado “Testemunho cristão num mundo multirreligioso. Recomendações para um Código de conduta”.

Além do Conselho Ecumênico de Igrejas e da Aliança Evangélica Mundial encontrava-se presente em Genebra, na Suíça, representando a Santa Sé, o Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran.

A Rádio Vaticano pediu ao purpurado francês que nos ilustrasse a importância desse documento ecumênico. Eis o que disse:

Cardeal Jean-Louis Tauran:- Esse documento é importante porque evidencia a necessidade de colocar à disposição da sociedade todo o patrimônio que temos em comum, quando se trata de testemunhar Cristo num mundo multirreligioso.

Nesse âmbito temos um certo número de princípios que podem ser muito úteis no diálogo que os nossos cristãos são chamados a promover em nível das paróquias, da escola e da sociedade em geral. Os valores cristãos que proclamamos, apesar das nossas divisões, devem ser fatores de comunhão também para a sociedade, porque o diálogo inter-religioso não é diálogo entre as religiões, mas é diálogo entre os fiéis e, portanto, na família, na escola e na vida cultural. Esses valores cristãos, que são promovidos por diversas Igrejas cristãs ou por comunidades cristãs, podem servir de inspiração e mostrar que é possível viver a unidade na diversidade.”

RV: O documento insiste também sobre a importância da liberdade religiosa: um tema muito apreciado pelo Santo Padre…

Cardeal Jean-Louis Tauran:- “Sim, porque há uma grande ambigüidade no fundo da questão: a liberdade religiosa é muito mais do que a liberdade de culto. A liberdade de culto é ter um templo para praticar a própria religião, e isso é o mínimo. Mas a liberdade religiosa representa uma dimensão social: os fiéis, todos os fiéis, devem poder contribuir para o bem da sociedade, participando do diálogo público e mediante o engajamento político, cultural e em todos os campos da vida social e não somente individual. Aí, evidentemente, existem dificuldades.”

RV: Qual será, a seu ver, a reação das outras religiões, por exemplo, sobre o difícil tema da conversão?

Cardeal Jean-Louis Tauran:- “O documento não trata da conversão. A conversão é o encontro de duas liberdades: a liberdade de Deus e a liberdade do homem, e aí ninguém pode intervir. Esse é o grande mistério. A conversão forçada não tem nenhum valor para nós. O diálogo inter-religioso é olhar-nos, ouvir-nos, entender-nos e colocar tudo aquilo que temos em comum à disposição da sociedade para o bem de todos.”


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

O Estado “resolve-tudo”


O Estado brasileiro, a exemplo dos regimes socialistas, cada vez mais se arroga poderes de “resolve-tudo” em matéria social. Se continuar assim, a consequência – a médio e longo prazo – só pode ser o desastre.

Basta ver, por exemplo, o fracasso dos assentamentos de Reforma Agrária por todo o Brasil. Os assentados ou passam adiante os lotes por qualquer preço – pois para eles tudo é lucro – ou muitos acabam vegetando na miséria ou trabalhando fora do assentamento.

A partir do momento em que o Estado se apresenta diante do povo como uma grande mamadeira, a ele acorrem pressurosos não só os verdadeiros pobres mas também incontáveis oportunistas sob diversos rótulos como sem-terra, sem-teto, carente, excluído etc.

Para atender o número crescente dos que se dizem carentes, o Estado opta por sugar cada vez mais os contribuintes com mais impostos ou por aumentar a já pesadíssima divida interna e externa. O resultado final desta política, como o indica a experiência , não pode deixar de ser a queda da renda e do emprego.

Essa mentalidade socialista que tomou conta de grande parte de nossos dirigentes, faz do Estado um ente quase divino, que tem obrigação de prover a todas as necessidades. Na realidade, a médio e longo prazo, o Estado assistencialista não melhora a situação dos pobres e medianos e dificulta aos ricos empregar sua fortuna para o bem do País.

Na maioria das vezes, para os pobres uma política salarial bem conduzida é o caminho mais adequado para melhorar sua situação social e chegar a tornar-se proprietário.

Explica Plinio Corrêa de Oliveira que “é um efeito da justiça social que o salário não possa ser apenas o salário pactuado entre o proprietário e o trabalhador livremente, mas ele tem que atender três condições: ele precisa ser um salário mínimo, para dar o conveniente para o operário viver como homem e viver dignamente; tem que ser um salário justo, quer dizer, se o seu trabalho vale mais do que esse mínimo ele deve ser pago de acordo com o que vai a mais; e terceiro, deve ser um salário familiar, de maneira a permitir a manutenção da mulher, vivendo em casa, e dos filhos, até a idade que possam formados para trabalharam também. Isso é uma projeção dos princípios da justiça social no terreno dos salários. Isso eu estou inteiramente de acordo. Já foi definido por Pio XI, Pio XII, eu estou inteiramente de acordo” (Entrevista com o jornalista Hugh O’Shrwshgni, do “Financial Times”, em 12-10-1976, inhttp://www.pliniocorreadeoliveira.info/ENT%20-%201976-10-12_FinancialTimes.htm).

Se em determinadas situações o salário de mercado não cumpre com as condições acima descritas, corresponde ao empregador complementá-lo para satisfazer essas necessidades, baseado nos preceitos da justiça e da caridade cristãs; e, ao Estado, criar as condições para que o patrão possa cumprir com seus deveres e responsabilidades.

Se os pobres tiverem um salário digno, saberão administrar seus bens, prover a suas necessidades e comprar as terras ou casas que lhes convenham. Sem precisar do Estado “resolve-tudo”.

Fonte: http://www.ipco.org.br

O mundo inteiro virou gay?


5 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um marciano que visitasse os Estados Unidos de hoje poderia muito bem achar que metade da população é homossexual, e que a outra metade deseja ser homossexual.
Isso é bizarro, principalmente quando olhamos para as reais estatísticas que mostram que um número insignificante de 2% da população geral se identifica como “gay”.
Escrevendo em maio no jornal USA Today, Michael Medved, apresentador de um programa de rádio conservador, comentou: “O Instituto Williams de Direito e Políticas Públicas sobre Orientação Sexual ofereceu uma nova estimativa de identificação homossexual, concluindo que 1,7% dos americanos dizem que são gays, e um grupo levemente maior (1,8%) se identifica como bissexual…”
Apesar dos números pequenos (e Medved cita um estudo diferente que coloca o número numa percentagem de apenas 1,4), essa questão parece estar na vanguarda em todas as partes.
Quando o enredo dos Flintstones cantou de alegria pela primeira vez “teremos um tempo como nos tempos velhos e gays [gay em inglês costumava significar ‘feliz’]”, teria sido difícil imaginar como o sentido dessa frase mudou e virou um fenômeno que está varrendo o país inteiro.
Junho pode ter sido o mês do casamento do ano passado nos EUA, mas em junho deste ano o presidente declarou: “Agora, pois, eu, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, pela virtude da autoridade garantida a mim pela Constituição e leis dos Estados Unidos, proclamo por meio desta junho de 2011 Mês do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgênero”.
Olhe para os programas de TV. Em setembro de 2010, o jornal [esquerdista] The New York Times comentou que havia um número recorde de personagens homossexuais de televisão.
Olhe para as escolas, onde as crianças poderiam aprender fatos básicos de história e matemática, mas estão lendo livros que valorizam famílias com duas lésbicas como mães.
De ponta a ponta do país, as pressões a favor do casamento de mesmo sexo estão nas manchetes. A Proposta 8, que foi o polêmico referendo na Califórnia para os eleitores defenderem a definição do casamento como entre um homem e uma mulher, foi derrubada num tribunal federal (anulando os votos de sete milhões de pessoas) e está sob recurso. Em Nova Iorque, a assembleia legislativa acabou, mediante votação, de legalizar o casamento de mesmo sexo. Historicamente, essas coisas estão sendo impostas, por um ativismo judicial, contra a liberdade do povo decidir.
O primeiro casamento oficial de mesmo sexo nos Estados Unidos foi entre duas lésbicas de Massachusetts em 2004, ocasionado por uma ação judicial da ACLU. Graças ao ativismo judicial nesse estado, a constituição de 1780, escrita em grande parte por John Adams, foi torcida pelo mais elevado tribunal desse estado para impor o casamento de mesmo sexo.
Incidentalmente, esse primeiro casamento legal de mesmo sexo já terminou em divórcio.
O que aconteceu em Massachusetts como consequência da legalização do casamento de mesmo sexo?
Para os principiantes, a agenda da militância homossexual começou a dominar. A Igreja Católica, que durante séculos ajudou a colocar órfãos em lares amorosos, já não pode mais trabalhar em Massachusetts porque a Igreja Católica não pode, em sã consciência, colocar essas crianças em lares homossexuais. Assim, as crianças acabam azaradas.
Enquanto isso, os alunos do primeiro grau de Massachusetts têm acesso a camisinhas nas escolas públicas. Conforme Peter Sprigg do Conselho de Pesquisa da Família comenta: O que é que crianças do primeiro grau poderiam fazer com camisinhas, a não ser talvez brigar jogando balões de água umas nas outras?
Penso que tudo isso é muito trágico, pois coloca outro prego no caixão da família americana. O estado da sociedade reflete o estado da família.
Por outro lado, uma das mais importantes, mas uma das menos divulgadas, histórias sobre homossexuais nos EUA é uma história de redenção.
Como produtor de alto escalão e apresentador do programa de televisão A Verdade que Transforma (que no passado era chamado de A Hora da Igreja de Coral Ridge), tive o privilégio de entrevistar mais de vinte cinco ex-homossexuais. Em vez de descrever vidas de felicidade, eles descreveram uma vida cheia de sofrimento, amor condicional e rejeição (apesar de que a sociedade os estava abraçando totalmente).
Como um deles me disse: “Se você separá-los, um a um, há algumas pessoas bastante miseráveis, que estão sofrendo profundamente”.
Mas por meio do poder do Evangelho, esses ex-homossexuais foram libertos de seu estilo de vida do passado.
Alguns até chegaram a se casar (com alguém do sexo oposto — suponho que hoje em dia temos de esclarecer essas coisas). Um dos que entrevistei estava casado há uma década, e agora tinha três belos filhos.
Eles são eternamente gratos pela transformação em seus corações e são parte de uma associação chamada Exodus International.
Um ex-homossexual me disse: “Nunca senti felicidade de ser gay, porém ninguém nunca me ofereceu uma saída”. Mas quando alguém realmente me ofereceu uma saída, ele a aproveitou e foi transformado de dentro para fora.
Como outro ex-gay explicou: “Nunca sonhei que a orientação fosse embora, que mudaria, que me levaria ao ponto na minha vida em que não mais seria uma tentação… Nunca é tarde demais para mudar — porque eu mudei quando decidi que não ia mais me envolver com a homossexualidade”.
Há alguns ex-gays que voltaram aos velhos hábitos? Claro que sim. Esses casos me fazem recordar de ex-fumantes. Só porque alguns ex-fumantes voltam a fumar não significa que outros não tenham a capacidade de abandonar a homossexualidade para sempre.
Eu só desejaria que, ao visitar a terra, o marciano ficasse sabendo de ex-gays e ex-lésbicas, pois eles são uma parte importante desse quadro.
Esta coluna apareceu originalmente no ChristianPost.com

A visão cristã do poder


O grande Bispo Dom Henrique Soares no último dia 31 de Dezembro fez uma bela homília na posse do Governador do Estado de Sergipe. O bispo expôs com muita propriedade o que realmente é o "Poder" na ótica cristã.


A homília na íntegra:

Exmo. Revmo. Sr. Dom José Palmeira Lessa, mui digno Arcebispo Metropolitano,

Exmos. Revmos. Senhores Dom Mário Rino Sivierei, Bispo diocesano de Propriá e Dom Marco Eugênio Galrão Leite, Bispo diocesano de Estância,

Revmos. Sacerdotes,

Exmo. Senhor Governador, Dr. Marcelo Déda Chagas e digníssimos familiares,

Exmo. Senhor Vice-Governador, Dr. Jackson Barreto de Lima e prezados familiares,

Exmas Autoridades dos três Poderes em âmbito federal, estadual e municipal,

Senhoras, Senhores, Irmãos em Cristo Jesus,

Aqui estão Vossa Excelência, Senhor Governador, e toda a sua ilustre Equipe de Governo, para colocar debaixo da proteção de Deus nosso Pai e do sinal da bendita cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo o exercício do seu Mandato executivo, conferido pelo Povo sergipano na eleição do outubro último. Assim procedendo, Vossa Excelência, seu Vice-Governador e seus colaboradores mais próximos, reconhecem o senhorio providente e amoroso de Deus sobre todas as coisas, sobre nossa vida e os acontecimentos da história. Efetivamente, falando do Cristo Jesus como Lógos eterno (isto é, Pensamento eterno e Palavra eterna) do Pai, o Evangelho que acabamos de ouvir proclama: “Tudo foi feito por meio dele e sem ele nada se fez de tudo que foi feito” (Jo 1,3). Eis uma certeza dos cristãos numa época de tantas incertezas e tateamentos: tudo quanto existe é fruto do Pensamento amoroso do Pai, e este Pensamento-Palavra de Deus é Aquele que celebramos por estes dias como nascido pobre, entrado na história dos homens em Belém da Judeia. Assim, que no universo e na história humana, na história de cada um de nós, há uma lógica, um providente, amoroso e misterioso desígnio de Deus, que se coloca em fecundo e respeitoso diálogo com a liberdade humana! Cremos que fruto dessa misteriosa Providência é também o estarmos aqui reunidos para esta Eucaristia de ação de graças e súplica.

Senhor Governador, pelo que sei de Vossa Excelência, dois motivos fundamentais o trazem aqui hoje. Não saberia dizer qual primeiro e qual segundo. Talvez ambos simultâneos, ambos intrinsecamente conjugados no seu ânimo e na sua convicção. De fato, penso que neste hoje, Vossa Excelência entra nesta Casa de Deus, Catedral Metropolitana dos sergipanos, para homenagear o Povo que o elegeu, crente em sua quase totalidade e católico em sua grande maioria. E com satisfação a Igreja, e certamente todos os crentes sergipanos, louvam a sua atitude. Efetivamente, não é digno governante aquele que não sabe prezar e cultivar os valores caros ao seu povo, valores que são importantíssimo fator de coesão social, inspiração de futuro a construir e concórdia entre os cidadãos. E a fé é valor e realidade caríssima aos sergipanos! Mas, bem sei de um segundo motivo que até este Templo traz Vossa Excelência e seus colaboradores – motivo não secundário nem menos importante que o primeiro. Ei-lo: a sua fé pessoal em Cristo Nosso Senhor. Vossa Excelência é cristão católico, professa a existência de Deus e sua entrada na história humana em Jesus Cristo, que por sua santíssima encarnação, morte e ressurreição nos salvou, abrindo a toda a humanidade um novo sentido para a existência seja pessoal seja social, dando à história dos homens um sabor de eternidade.

E, no entanto, cara Excelência, caros amigos e irmãos no Senhor, não deveriam passar despercebidas duas assertivas que emolduram os atos de posse deste novo Governo sergipano e que, numa visão superficial poderiam parecer contraditórias e inconciliáveis. Com efeito, a Escritura Sagrada, Palavra eterna do nosso Deus, afirma peremptoriamente: “Não há autoridade que não venha de Deus, e as que existem foram estabelecidas por Deus” (Rm 13,1). Doutra parte, a Carta Magna da Pátria brasileira afirma com força e solidez pétrea no seu artigo primeiro: “Todo o poder emana do povo...” Teríamos aqui uma contradição, uma aporia de penosas conseqüências na vida do nosso Povo? Teriam as autoridades da República de escolher entre a honra que se deve a Deus e o respeito e a conta que se devem ter para com o Povo? Afinal, qual a fonte da autoridade de um governante: Deus ou o povo que o elegeu?

A fé cristã nos ensina que Deus de tal modo é infinito, de tal modo onipotente, de tal modo onipresente e soberano, que não somente age para além de sua criação, mas está presente no mais íntimo de cada coisa e no interior mesmo da liberdade humana. Aliás, a maior manifestação do poder criativo e soberano do Senhor Altíssimo não está em chamar do nada à existência galáxias e nebulosas, mas em criar, em suscitar liberdades, seres capazes de pensar, de escolher, de dizer sim e dizer não, até mesmo dizer não ao Criador, na trágica aventura do pecado. Sem sufocar a humana consciência, sem humilhar em nada a sua liberdade, a divina providência a suscita, fá-la mais madura e dá-lhe consistência, de modo que podemos afirmar com a melhor tradição cristã que quanto mais Deus esteja presente, mais o homem é humano, mais o homem é livre, mais o homem exerce de modo consistente, reto e criativo a sua liberdade. Já dizia Santo Irineu, no distante século II: “A glória de Deus é o homem vivo!” Era totalmente equivocada a percepção da relação entre Deus e a liberdade humana do francês Maurice Merleau Ponty, ao afirmar que a consciência moral morre ao contato com o Absoluto. Não, senhores! Não há uma relação proporcionalmente inversa entre a ação de Deus e a liberdade, a dignidade e o agir humanos! Mais perspicaz - dramaticamente lúcido e perspicaz - foi o ateu peregrino de Deus, o basco espanhol Miguel de Unamuno, que assim exclamava ao Deus no qual não acreditava, mas que sinceramente procurava durante toda a sua vida: “Sofro eu por tua causa, Deus não existente, pois se tu fosses realidade, eu também existiria de verdade”. Eis, portanto, um mistério que jamais poderemos penetrar totalmente: os acontecimentos da história humana e da história de cada um de nós são fruto do misterioso encontro entre a providência ativa e respeitosa de Deus e a liberdade humana, por ele criada e sustentada de modo verdadeiramente consistente. Assim sendo, Senhor Governador, Excelentíssimas Autoridades, Irmãos e Irmãs, cremos que também nas escolhas de um povo a providência divina age e no resultado de uma eleição a vontade de Deus pode misteriosamente manifestar-se. Deste modo, a ação de graças ao Altíssimo pela sua eleição, a súplica que ora fazemos ao Eterno por um mandato abençoado, o reconhecimento que do Onipotente vem toda a autoridade no céu e na terra e, contemporaneamente, a afirmação convicta do preceito constitucional da soberania popular como fonte do poder dos governantes, em nada se contradizem, quando compreendidas cada uma na sua justa perspectiva.

É, portanto, justíssimo que Vossa Excelência e seu Vice-Governador, eleitos pelo Povo sergipano, rendam graças ao Deus que os escolheu e supliquem hoje a sua bênção e sua graça no exercício do poder que receberam. É a graça de Deus, caríssimos Senhores, que nos sustenta, que nos dá o querer e o realizar, que nos faz iniciar, perseverar e levar a bom termo tudo quanto de positivo realizamos! Sem o Senhor, sem seu Espírito em nós, o que poderíamos fazer de bom, de nobre, de justo, de perene? Diz o Salmista: “Se o Senhor não construir a casa, em vão trabalham os que a constroem. Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigiam as sentinelas” (Sl 126/127,1). Poderíamos mesmo afirmar, de modo ousado, que somente pelos frutos de um governo sabemos se ele vem ou não do Alto, do Onipotente. Efetivamente, para a tradição cristã, nem todo poder é exercido segundo Deus e com a autoridade de Deus. Por isso mesmo, no luminoso século XIII, São Tomás de Aquino já defendia a legitimidade de se derrubar um tirano que ao seu povo trouxesse violência, opressão e desventura. Eis, portanto: há um poder que não vem de Deus, há um poder satânico, diabólico: aquele que não exprime a providência benigna do Senhor, que é vida e bênção para a humanidade e para a criação. Um poder exprime a autoridade vinda de Deus pela vontade do povo que a delegou a um mandatário, quando se coloca convictamente a serviço da vida humana, da sua dignidade do momento da concepção ao seu término natural, quando se faz artífice da justiça social e do respeito pelo criado, quando vela pela conservação e dignidade da família, quando se coloca decididamente em defesa dos débeis e hipossuficientes da sociedade, quando se esforça sinceramente para manter-se probo gerente e guardião do bem público, quando homenageia de modo convicto a consciência da pessoa humana, defende a liberdade religiosa e de expressão, trabalha pela paz e a fraternidade entre os povos. Eis o poder que vem de Deus, eis a autoridade que dignifica um povo, eis o desiderato dos sergipanos ao elegerem Vossas Excelências! Que grande responsabilidade, que belo desafio, que glorioso labor, que possibilidade de bem, Deus e o Povo sergipano - Deus pelo Povo sergipano - colocaram-lhes nas mãos e nos ombros, Senhor Governador, Senhor Vice-Governador!

Estejam certos, Excelências, que cumprindo o preceito do Apóstolo de rezar pelos governantes, a Igreja elevará sua oração por suas pessoas e pelo bom êxito no exercício do mandato que o Povo lhes conferiu. De tal modo sonhe, planeje e proceda este Governo que ora se inicia, que exprima e transpareça a benevolência de Deus e honre o Povo que lhe conferiu tal poder, graças à providência do Altíssimo! Que o Supremo Mandatário dos sergipanos tenha sempre diante de si a solene exortação da Escritura: “Amai a justiça, vós que governais a terra; tende para com o Senhor sentimentos retos, e procurai-o na simplicidade do coração, porque ele é encontrado pelos que não o tentam, e se revela aos que não lhe recusam sua confiança” (Sb 1,1-2).

Senhor Governador, Senhor Vice-Governador, Autoridades deste Governo que nestes dias toma posse, sobre vossas excelentíssimas pessoas, sobre vossos subalternos, sobre vossos familiares e quantos lhe são caros, invoco, em nome do Senhor Arcebispo e no meu próprio, as melhores bênçãos divinas com as palavras da Escritura Sagrada que no Primeiro do Ano a Mãe Igreja nos fará ouvir: “O Senhor vos abençoe e vos guarde! O Senhor faça brilhar sobre vós a sua Face, e se compadeça de vós! O Senhor volte para vós o seu rosto e vos dê a paz!’ (Nm 6,24-26). Felicidades, caros Senhores! Deus os proteja e os conduza e lhes conceda um dia a recompensa dos servos bons e fieis! Amém.


Fonte do texto: www.domhenrique.com.br