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8 de ago. de 2011

Meu namorado quer transar, e agora?


Meu namorado quer transar, e agora?

Antes de dar essa resposta vamos ver o que ensina a Santa Mãe Igreja!

“A fornicação é a união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres. É gravemente contrária à dignidade das pessoas e da sexualidade humana, naturalmente ordenada para o bem dos esposos, bem como para a geração e a educação dos filhos” (CIC § 2353).



Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais” (CIC §2356).

E depois de tudo dito pela Santa mãe Igreja Precisamos lembrar que os Casais de namorados que vivem o sexo antes do casamento(fornicação) não pode se aproximar da Santa Comunhão antes de se confessarem e fazer o Proposito de não voltar ao Pecado.

Todas estas situações ofendem a dignidade do matrimónio; destroem a própria ideia de família; enfraquecem o sentido da fidelidade. São contrárias à lei moral: o acto sexual deve ter lugar exclusivamente no matrimónio; fora dele constitui sempre um pecado grave e exclui da comunhão sacramental.(CIC 2390)

2391. Hoje em dia, há muitos que reclamam uma espécie de «direito à experiência», quando há intenção de contrair matrimónio. Seja qual for a firmeza do propósito daqueles que enveredam por relações sexuais prematuras, «estas não permitem assegurar que a sinceridade e a fidelidade da relação interpessoal dum homem e duma mulher fiquem a salvo nem, sobretudo, que esta relação fique protegida de volubilidade dos desejos e dos caprichos»(143). A união carnal só é legítima quando se tiver instaurado uma definitiva comunidade de vida entre o homem e a mulher. O amor humano não tolera o «ensaio». Exige o dom total e definitivo das pessoas entre si (144).

Veja o que diz a Santa Palavra de Deus sobre a FORNICAÇÃO.

“Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem” (Gálatas 5,19).

“Mas o corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo” (I Coríntios 6,13).

“Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? (id. v.15)

“Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (I Corinthuis 6,18).

“Quanto à fornicação, à impureza, sob qualquer forma, ou à avareza, que disto nem se faça menção entre vós, como convém a santos” (Efésios 5,3).


O ato sexual é o selo de uma união definitiva


Este é um grande problema que enfrentam, hoje, as jovens cristãs que desejam viver a lei de Deus; elas não querem viver a vida sexual no namoro, mas são pressionadas por seus namorados, às vezes pelas próprias amigas, pelo ambiente, pela mídia, etc. Não é uma pressão pequena, às vezes, esta acontece até dentro de casa.


O sexo só deve ser vivido no casamento por causa de sua finalidade e suas conseqüências. As finalidades são: unitiva e procriativa.


A dimensão unitiva tem em vista unir o casal que se comprometeu um com o outro a vida toda, um compromisso selado pela aliança matrimonial diante de Deus e dos homens. A dimensão procriativa gera os filhos; esses têm o direito de nascer em um lar constituído com pais preparados para acolhê-los, amá-los e educá-los. E isso não pode acontecer ainda no namoro, porque eles podem se separar a qualquer momento.


Ora, o ato sexual é o selo de uma união definitiva, permanente, compromissada para sempre; não é uma brincadeira, um passatempo, uma diversão. Na verdade, os casais que usam o sexo antes do casamento estão realizando um ato egoísta, não um ato de amor, por mais que insistam em que o fazem porque se amam.


A última "entrega" ao outro deve ser a do próprio corpo; só depois que os corações e as vidas estiverem unidas para sempre. Isso está longe de acontecer no namoro, que é um tempo de escolha. É o tempo de conhecer a pessoa do outro, seus valores e seus limites, para se fazer uma escolha com quem um dia se casar. Não é o tempo de viver a intimidade sexual dos casados.


Amor não é sentimentalismo, romance e prazer; amor é responsabilidade, é fazer os outros felizes. O verdadeiro amor espera, respeita.


As coisas da vida somente são boas e nos fazem felizes se são usadas dentro de sua finalidade e no momento certo. Ninguém come uma banana ainda verde, ou usa um microfone como se fosse um martelo. Desvirtuando a sua finalidade, você provoca dano. Com o sexo se dá o mesmo; se for vivido fora do seu sentido, estraga tudo.


Muitos e muitos abortos são realizados por causa da vida sexual dos jovens no namoro. Muitas meninas e adolescentes ficam grávidas e se tornam mães sem as condições mínimas necessárias de educar os filhos; e muitas vezes estes são criados sem os pais, que abandonam a namorada após a gravidez. Ora, isso não pode ser chamado de amor, e sim de nefasto egoísmo.


O ato sexual, para estar de acordo com a natureza e ser moral, deve estar aberto à vida; por isso a contracepção não deve acontecer por meio de camisinha, pílulas anticoncepcionais e outros meios artificiais. Pior ainda quando a jovem ingere a "pílula do dia seguinte", abortiva, que mata seu filho e causa um dano tremendo a seu organismo por possuir uma carga hormonal altíssima.

Quantas jovens engravidaram no namoro e tiveram de mudar totalmente o rumo de suas vidas! Às vezes, são obrigadas a deixar os estudos para trabalhar; vão morar na casa dos pais sem poderem constituir uma família como convém. Você já pensou nisso?


Então, o seu namorado não pode exigir que você tenha uma vida sexual com ele, pois não há um compromisso definitivo entre vocês. Ele está sendo egoísta. Não é justo que ele queira cobrar isso de você; isso não é amor, é egoísmo. Ele não corre o risco de uma gravidez; e se o namoro terminar, ele vai embora como se nada tivesse feito; mas para você é diferente, porque nunca mais você vai esquecer o que aconteceu.


São Paulo, há dois mil anos, já ensinava aos Coríntios: "A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa" (ICor 7,4). O Apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.


Por isso, jovem cristã, resista e diga "não" a seu namorado. Deus quer que você se guarde e se prepare para aquele homem que um dia vai ser seu esposo, pai de seus filhos. Tente mudar a maneira dele de pensar; traga-o para Deus. Mas, se ele ameaçar deixar você, deixe que ele vá, pois ele não merece o seu amor; ele não está "à altura de recebê-la um dia como esposa". Deus não a desamparará, pois tem algo melhor para você; Ele a ama. Ninguém pode ser infeliz por cumprir a Sua lei e fazer a Sua vontade. Nunca faça do seu corpo uma arma para segurar o seu namorado, pois a vítima pode ser você!

Professor Felipe Aquino

“As portas do Abismo nada poderão contra Ela” – Beato John Newman


Outrora, era uma fonte de perplexidade para quem crê, como lemos nos salmos e nos profetas, ver que os maus tinham êxito onde os servos de Deus pareciam fracassar. E o mesmo se passa ao tempo do Evangelho. E no entanto a Igreja possui este privilégio especial, que mais nenhuma outra religião tem, de saber que, tendo sido fundada aquando de primeira vinda de Cristo, não desaparecerá antes do Seu regresso.

Contudo, em cada geração, parece que sucumbe e que os seus inimigos triunfam. O combate entre a Igreja e o mundo tem isto de particular: parece sempre que o mundo a vence, mas é Ela que de facto ganha. Os seus inimigos triunfam constantemente, dizendo-a vencida; os seus membros perdem frequentemente a esperança. Mas a Igreja permanece. [...] Os reinos fundam-se e desmoronam-se; as nações espraiam-se e desaparecem; as dinastias começam e terminam; os príncipes nascem e morrem; as coligações, os partidos, as ligas, os ofícios, as corporações, as instituições, as filosofias, as seitas e as heresias fazem-se e desfazem-se. Elas têm o seu tempo, mais a Igreja é eterna. E contudo, no seu tempo, elas parecerem ter uma grande importância. [...]

Neste momento, muitas coisas põem a nossa fé à prova. Não vemos o futuro; não vemos que o que parece agora ter êxito não durará muito tempo. Hoje, vemos filosofias, seitas e clãs alastrarem, florescentes. A Igreja parece pobre e impotente. [...] Peçamos a Deus que nos instrua: temos necessidade de ser ensinados por Ele, estamos cegos. Quando as palavras de Cristo puseram os apóstolos à prova, eles pediram-Lhe: «Aumenta a nossa fé» (Lc 17.5). Procuremo-Lo com sinceridade: nós não nos conhecemos; temos necessidade da Sua graça. Qualquer que seja a perplexidade a que o mundo nos induza [...], procuremo-Lo com um espírito puro e sincero. Peçamos humildemente que nos mostre o que não compreendemos, que suavize o nosso coração quando ele se obstina, que nos dê a graça de O amarmos e de Lhe obedecermos fielmente na nossa procura.

Sermões sobre os temas do dia, nº 6, «Fé e Experiência», 2.4 Citado por Evangelho Quotidiano, 04/ago/2011


Fonte: http://www.deuslovult.org/

O mundo tem necessidade desta "fé jovem", afirma Dom Rylko


Em entrevista à Rádio Vaticano em italiano, o Presidente do Pontifício Conselho para os leigos, Cardeal Stanislaw Rylko, falou sobre a Jornada Mundial da Juventude de Madri. De acordo com o Dom Rylko, este será um importante acontecimento eclesial que mostrará a face jovem da Igreja.

"Será um testemunho fascinante da fé jovem, cheia de entusiasmo e dinamismo missionário. O mundo de hoje tem necessidade de tal testemunho", afirmou o cardeal. O cardeal disse ainda que a Igreja Espanhola, neste tempo de preparação, tem vivido um verdadeiro tempo de graça, um “kairós' particular, na qual ela está se redescobrindo através dos seus próprios recursos espirituais. Dom Rylko também comentou o tema proposto por Bento XVI para esta Jornada Mundial da Juventude: “Enraizados e fundamentados em Cristo, firmes na fé”, que segundo o cardeal, vem de encontro à crise do relativismo.

“Em tal situação, sobretudo entre os jovens, cresce a necessidade de encontrar raízes verdadeiras da própria identidade humana e cristã, além de um fundamento seguro, sobre o qual construir a própria vida. A JMJ de Madri quer ser uma resposta clara e persuasiva às necessidades do homem de hoje", explicou Dom Rylko.

Dom Stanislaw Rylko disse que cada Jornada Mundial da Juventude tem uma dimensão profética para o mundo de hoje. O convite do Papa para este grande evento, segundo cardeal, não foi feito somente para os jovens que partilham a nossa fé, mas para todos os jovens do mundo que trazem dúvidas no coração ou não creem em Deus.

“Pensemos nos jovens que graças ao encontro com Cristo na JMJ, realizaram uma mudança decisiva em suas vidas, quantos amadureceram escolhas vocacionais, seja no sacerdócio ou na vida consagrada, além daqueles que decidiram viver um autêntico matrimonio cristão. Estou certo que a JMJ de Madri também trará frutos deste gênero", disse o cardeal.

O Pontifício Conselho para os Leigos também criou um fundo de solidariedade para ajudar jovens de países mais pobres que não tinham condições de ir à Jornada Mundial da Juventude com os próprios recursos. O cardeal explicou que jovens de países mais ricos doaram a quantia de 10 euros, cada um, para auxiliar aqueles que jamais imaginavam estar em uma Jornada Mundial da Juventude. Além desta iniciativa, outras foram surgindo para levar a todos a boa nova desta “fé jovem”.

“O dicastério também solicitou às várias igrejas locais, movimentos eclesiais e também às novas comunidades que organizassem inciativas que pudessem levar o evento em tempo real, através da internet e da televisão. Portanto, a JMJ penetrará muitos ambientes, ajudando os jovens a viver esta experiência inesquecível”, comentou Rylko.


Mulheres têm cérebro mais ativo do que os homens.Isso não é cultural!


Um estudo canadense revela que os homens, quando comparados com as mulheres, apresentam uma predisposição maior para viver sem pensar.

A descoberta ocorreu acidentalmente durante uma pesquisa sobre esquizofrenia. Enquanto o cérebro das mulheres consegue atender inúmeras solicitações ao mesmo tempo, o cérebro dos homens entra mais frequentemente em repouso, revela o estudo liderado por Adrianna Mendrek, pesquisadora canadense do departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal.

Na verdade, os homens são mais dados a viver do que a pensar, menciona o trabalho dos pesquisadores que chegaram à conclusão que os cérebro masculino entra com maior facilidade em repouso durante uma pesquisa sobre esquizofrenia.

“Na realidade, os cérebros estão sempre ativos. É uma questão de intensidade, mas podemos dizer que o cérebro dos homens repousa mais do que o das mulheres”, explicou Adrianna Mendrek, em declarações ao jornal francês Le Figaro.

Segundo a investigadora, existe uma explicação neurológica para essa característica que dota os homens com a capacidade “de não pensar em nada”. A atividade neural do cérebro é maior em pessoas do sexo feminino, por isso o cérebro dos homens entra em repouso com mais facilidade.

A descoberta surgiu por mero acaso, já que a área de estudos de Adrianna Mendrek é a esquizofrenia – um transtorno mental que difere entre os sexos em termos de idade de início, sintomatologia, resposta à medicação e anormalidades estruturais do cérebro. Nesse contexto, analisou diversos sujeitos de ambos os sexos afetados por essa doença e comparou a sua atividade cerebral.

Jornal de Notícias

Nota: Para quem achava que as distinções entre homens e mulheres eram apenas “construções sociais”, essa pesquisa mostra algo diferente. Homem e mulher foram criados diferentes e complementares.[MB]

Fonte: http://www.comshalom.org

Nunca pare de defender o casamento hoje.


Chuck Colson
(Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — É hora do “campo de batalha a favor do casamento” mudar para liberdade religiosa? Essa é a pergunta que um recente artigo da revista Christianity Today* está propondo depois que o Estado de Nova Iorque aprovou o “casamento” de mesmo sexo. De acordo com Douglas Laycock, professor de direito na Universidade de Virginia, a resposta é “Sim”. Ele diz: “Os conservadores religiosos que defendem o casamento tradicional precisam mudar seu foco para lutar em favor da liberdade religiosa”.
O motivo disso é que Laycock e, lamentavelmente, muitos outros acreditam, de forma errônea, na inevitabilidade do “casamento” de mesmo sexo. Eles acham que o melhor que os cristãos podem fazer é assegurar que as leis de “casamento” gay pelo menos forneçam um pouquinho de proteção para as liberdades daqueles de nós que acreditamos no casamento tradicional.
Sim, o tão chamado “casamento” de mesmo sexo representa uma grave ameaça à liberdade religiosa. Estão ocorrendo casos em que fotógrafos e outros foram processados por se recusarem a participar de cerimônias de “casamento” de mesmo sexo. Entidades católicas que cuidam de órfãos estão sendo fechadas porque só entregam crianças em adoção para uma mãe e pai que são casados. Não se engane: proteger a liberdade religiosa é uma prioridade importante.
Mas é exatamente por isso que abandonar a batalha pelo casamento tradicional é tolice e perigoso. Meu colega Robert George, que é professor na Universidade de Princeton, resume isso de modo perfeito: “Se você perguntar”, disse ele, “‘O que se pode fazer para avançar, na nação inteira, a proteção à liberdade religiosa?’ a resposta é esta: Ganhar a luta para preservar a definição legal do casamento como a união conjugal de marido e esposa. Ponto final”.
Lembre-se: O que o Estado dá, o Estado pode também arrancar. A proteção à liberdade religiosa no projeto de lei de Nova Iorque, por exemplo, tinha uma redação fraca e vaga. O que ela protegerá? Quem ela protegerá? Por quanto tempo? Não podemos dizer nessa altura, e logo que a questão chegar aos tribunais — e chegará aí — fica ainda mais difícil predizer.
Segundo, mudar o debate para a liberdade religiosa tira o centro das atenções da importância do casamento. Como Tom Messner da Fundação Heritage disse para o National Review: “O debate do casamento é em primeiro lugar um debate sobre o sentido e propósito público do casamento, não um debate sobre liberdade religiosa… Mesmo que o casamento de mesmo sexo não representasse nenhuma ameaça à liberdade religiosa, as razões fundamentais para se apoiar o casamento como um homem e uma mulher permanecem de igual modo imprescindíveis e precisam ser lidadas”. Exatamente.
Terceiro, conforme aponta Messner, o casamento de mesmo sexo não é inevitável. “Aproximadamente 30 estados”, diz ele, “têm protegido o casamento em suas constituições estaduais. Aproximadamente 40 estados têm protegido o casamento em seus estatutos”. E em Maine, depois que a Assembleia Legislativa aprovou o “casamento” de mesmo sexo, os eleitores derrubaram a lei. E embora a elite dos meios de comunicação não queira que você saiba, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública do Fundo de Defesa Aliança, a maioria dos americanos quer reservar o casamento para um homem e uma mulher.
Desistir da luta pelo casamento agora depois de alguns reveses é loucura. O debate sobre casamento nos Estados Unidos não terminou. Agora, mais do que nunca, os cristãos precisam se equipar para defender o casamento e viver na prática a verdade sobre casamento, sexo e família em nossas próprias vidas.
Essa não é tempo para derrotismo ou batida em retirada, mas para ação.
Publicado com a permissão de Breakpoint.org

6 de ago. de 2011

América Latina sob pressão para liberalizar leis de aborto sob o processo de direitos humanos da ONU.


Cristina Gutierrez
NOVA IORQUE, EUA, 5 de agosto de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Governos ocidentais estão pressionando países da América Latina a liberalizar suas leis de aborto, por meio da utilização de um novo processo de direitos humanos da ONU chamado de Revisão Periódica Universal (RPU).
El Salvador, Costa Rica, Chile, Brasil, Bolívia, Belize e Argentina estão entre os principais países que recentemente foram pressionados por meio do processo da RPU, à medida que os países europeus recomendam que essas nações façam emendas em suas leis com relação aos “direitos” ao aborto e à contracepção.
A RPU envolve um diálogo interativo entre as delegações de diferentes Estados com relação a situações de direitos humanos num país particular, às vezes levando as delegações diretamente a sugerir que um Estado soberano modifique suas leis nacionais para cumprir as recomendações deles.
Durante os últimos três anos, muitos países europeus focalizaram principalmente nos países da América Latina. A preocupação maior parece estar centrada nas polêmicas questões de saúde sexual e reprodutiva que os países da Europa tratam como direitos, e interpretando esses direitos para incluir o aborto. Pressionando esses países a adotar sua convicção de que o aborto é um direito humano internacional, esses países europeus persistentemente recomendam que a negligência de fornecer acesso ao aborto sob suas leis nacionais é uma violação das leis internacionais de direitos humanos.
Luxemburgo recentemente exortou El Salvador a “melhorar o acesso das mulheres aos direitos e serviços de saúde sexual e reprodutiva”, enquanto o Reino Unido exige que a Costa Rica “…forneça para as mulheres informações adequadas de como acessar [serviços] e assistência médica, inclusive o aborto”, e a Suécia recomenda que o Chile fomente “iniciativas para garantir que as leis de aborto se alinhem com as obrigações de direitos humanos do Chile”.
Contudo, essas afirmações não têm nenhum apoio nas leis internacionais, nem por tratados nem por costumes. Piero Tozzi, assessor legal sênior do Fundo de Defesa Aliança, disse para Friday Fax: “Não existe nas leis internacionais nenhum ‘direito’ ao aborto. Em consonância com os tratados e as normas convencionais internacionais, as nações podem (e deveriam) proteger o bebê em gestação. Os órgãos da ONU e atores externos de forma repulsiva excedem sua competência quando exigem que nações soberanas alterem suas leis nacionais que protegem os bebês em gestação, e os estados deveriam rejeitar categoricamente tais reivindicações injustificáveis”.
Em parte devido às fortes pressões econômicas dos países ocidentais que condicionam a assistência de desenvolvimento em posturas sociais, alguns países da América Latina estão sendo forçados a responder às recomendações feitas pelos países europeus. El Salvador declarou que “o governo promoverá diálogo nacional pleno e participativo… sobre o direito das mulheres à saúde reprodutiva e sobre as implicações das restritivas leis de aborto”, e Belize declarou que “adotará medidas mais concretas ainda para melhorar o acesso das mulheres aos serviços sexuais e reprodutivos, como é entre outros, recomendado pela CEDAW”.
A Revisão Periódica Universal, criada por meio da Assembleia Geral da ONU pela resolução 60/251 em março de 2006, é um processo conduzido a cada quatro anos para monitorar e supervisionar as situações de direitos humanos em todos os 192 Estados membros. Sob esse processo, cada Estado tem a obrigação de dar satisfação das ações tomadas dentro de suas fronteiras para melhorar as questões de direitos humanos.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org

Da China, exemplo heróico de resistência à Cristofobia persecutória.

O cardeal chinês José Zen Ze-kiun, bispo emérito de Hong Kong e membro da Comissão da Santa Sé para a Igreja Católica na China deu a público uma corajosa carta denunciando as ordenações episcopais ilícitas que estão sendo promovidas pelo governo comunista chinês.

Essas sagrações sacrílegas estão acontecendo com a colaboração de bispos católicos regularizados pela política de distensão da Santa Sé com a ditadura de Pequim.

Entretanto, em sucessivos comunicados, a Santa Sé apontou que os bispos sagrados ilicitamente ficaram excomungados no ato (latae sententiae), o mesmo acontecendo com os bispos que os sagraram, salvo prova em contrário.

A carta do egrégio Cardeal foi traduzida e divulgada pela agencia UCANews e distribuída em espanhol pela agencia Zenit. Entre outras coisas, ela diz:

“É absurdo ouvir as declarações politicamente corretas dos títeres do Estado que defendem as políticas de Pequim.

“Nestes últimos dias, os fieis católicos dentro e fora da China acompanharam com tristeza e indignação as palavras pronunciadas por Antonio Liu Bainian e os reverendos José Guo Jincai, João Fang Xingyao e José Yang Yu, que já se assinalam como cismáticos. Mas a declaração de ontem, feita pela Administração do Estado para os Assuntos Religiosos (SARA), atingiu o extremo absurdo.

“Poderíamos entender que o Governo tivesse saído para defender seus títeres(…); porém agora saiu para louvar sua “ardorosa fé católica” e dizer que as sagrações sem mandato pontifício foram necessárias para “o governo normal da Igreja e suas necessidades pastorais e evangelizadoras”.

“Isto é absolutamente absurdo e ridículo, pois, como alguns especialistas já assinalaram, é o Governo [comunista chinês] que está ‘dirigindo’ a Igreja Católica. (…)

“Após as últimas sagrações ilegítimas e o VIII Congresso Nacional de Representantes Católicos, todo mundo pôde perceber que o SARA e a Associação Patriótica Católica China decidiram guiar a Igreja de forma aberta e impenitente por uma estrada que leva à independência da Igreja e a escolher e sagrar unilateralmente seus bispos.

“Então, deixemos que, para dar um novo estatuto à sua nova igreja, eles achem alguémcom suficiente peso como Martinho Lutero ou o rei Henrique VIII, mas eles não têm direito de usurpar o título de “Igreja Católica”.

“Por meio da violência, eles limitam as liberdades individuais; ofendendo inclusive a dignidade das consciências. Fazem totalmente caso omisso da autoridade e amabilidade de nosso Santo Padre, e ainda ousam dizer que têm uma vontade sincera de diálogo. É a maior mentira do mundo! Só a covardia e o egoísmo impedem que as nações manifestem sua desaprovação”.

E referindo-se aos novos bispos ilegítimos – os reverendos Paul Lei Shiyin, de Leshan, e Joseph Huang Bingzhang, de Shantou –, acrescenta: “a maioria dos fiéis católicos de China reprovará esses oportunistas e se manterá sempre do lado do Papa.

“Ninguém sabe quanto durará este rigoroso inverno; mas nossos fiéis não têm medo, ou superarão seu medo com a fé e a oração, que lhes darão forças para imitar os mártires canonizados e os incontáveis heróis que praticam a fé, para dar corajoso testemunho de Nosso Senhor Ressuscitado.

“Queridos irmãos e irmãs na fé, fazemos chegar a vós as saudações de um irmão que se sente quase envergonhado de viver em liberdade.”

A carta cardinalícia conclui assim com a manifestação heróica do desejo de partilhar as perseguições e os sofrimentos que os sinceros católicos chineses arrostam por amor a Jesus Cristo e à sua Igreja.


Fonte: http://www.ipco.org.br

5 de ago. de 2011

Ligação da homossexualidade com trauma na infância


DUNEDIN, Nova Zelândia (Notícias Pró-Família) - Um recente estudo da Universidade de Otago revelou que indivíduos homossexuais ou bissexuais têm mais probabilidade de terem sofrido uma variedade de traumas na infância, inclusive ataque sexual, estupro, violência e violência no lar.
"As pessoas que se identificam como homossexuais ou bissexuais, ou tiveram um encontro ou relacionamento de mesmo sexo, tendem a vir de contextos perturbados", disse Elisabeth Wells, professora adjunta de pesquisas.
O estudo analisou resultados de um estudo de saúde mental da Nova Zelândia que entrevistou 13.000 pessoas entre 2003 e 2004. 98% dos participantes do estudo se identificaram como heterossexuais; 0.8% se identificaram como homossexuais; 0.6% se identificaram como bissexuais; e 0.3% se identificaram com "outra coisa".
Das pessoas que relataram certos incidentes traumáticos na infância, 15% não eram heterossexuais; daquelas que não tiveram tais experiências, só 5% não eram heterossexuais, indicando que tais experiências triplicam a chance de posteriores inclinações homossexuais ou bissexuais confessas.
Alguns líderes homossexuais radicais discordaram das revelações do estudo: Tony Simpson, presidente do grupo homossexual Arco-Íris de Wellington, disse que a pesquisa não deveria ser entendida como significando que os homossexuais não nascem assim. "Não tenho dúvida de que a direita religiosa fará conclusões precipitadas de que isso serve como prova conclusiva de que a homossexualidade é construída, não de nascença", disse ele.
Wells tentou dissipar os temores com relação às conclusões do estudo.
"Suspeito que poderia haver alguns gays e lésbicas que ficarão indignados, mas não é minha intenção irá-los", disse ela. "Você poderia dizer que se alguém foi sexualmente abusado na infância, escolhe viver como homossexual e vive bem, então não é uma coisa ruim. Mas se ele está vivendo uma vida homossexual e lamenta, esse é outro assunto".
Embora o abuso físico ou sexual na infância esteja ligado à homossexualidade na vida adulta, outras experiências traumáticas, tais como a morte súbita de um amado ou grave doença ou acidente na infância, tiveram apenas leve ligação com identidade ou conduta não heterossexual.
Das mulheres que se identificaram como lésbicas, mais de 40% haviam sido casadas e tinham filhos, ao passo que 13% dos homens homossexuais tinham a mesma experiência. Mais de 80% daqueles que se identificaram como bissexuais eram mulheres.
A ligação entre abuso sexual e posterior identificação homossexual não é nova.
Um estudo de 1992 revelou que 37% dos homens homossexuais e bissexuais usando os serviços de clínicas de doenças sexualmente transmissíveis haviam sido encorajados ou forçados a ter contato sexual antes da idade de 19 com um ou mais fortes parceiros mais velhos.

***
por James Tillman
26/07/2010

“Um novo anúncio para a fé de sempre”, diz Fisichella,presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização.


Fonte: Canção Nova

O Papa, preocupado com a perda dos valores da fé nos países de antiga tradição cristã do Ocidente, criou um novo dicastério e convocou um Sinodo para os bispos que abordará o tema da Nova Evangelização, em 2012. O presidente do organismo Vaticano ,nessa entrevista, também falou das iniciativas deste Pontificio Conselho que visa transmitir a fé com uma linguagem nova e direta.

Missão Metrópoles 2012, o Evento com representantes dos movimentos e associações que já trabalham com a nova evangelização que acontecerá em outubro deste ano.Como se desenvolverão estas primeiras iniciativas do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização?

Dom Rino Fisichella - Estes são os primeiros passos do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização. Estas são as primeiras iniciativas e teremos outras iniciativas que serão desenvolvidas no futuro. Estas são as primeiras com as quais queremos dar os primeiros sinais. O primeiro sinal é que a Nova Evangelização já começou a acontecer há muitos anos. Por 27 anos, o Papa João Paulo II falou de nova evangelização. E tantos jovens acreditaram no seu convite e realizaram em diversos modos e com tantos instrumentos a nova evangelização.


Nós queremos dar nos dias 15 e 16 de outubro, onde se realizará o encontro das realidades eclesiais que trabalham com a Nova Evangelização, um sinal de que isto já está se verificando na Igreja. Queremos que o Papa Bento XVI, conheça os representantes desta grande realidade. È uma graça que se move em vários continentes, na América Latina, América do Norte, Europa, Austrália e Filipinas. São várias realidades que trabalham para o anúncio do Evangelho.

Tem uma outra iniciativa muito importante que se concretizará na Quaresma de 2012. Simbolicamente, começaremos com 12 grande metrópoles da Europa, como 12 eram os apóstolos; 12 metrópoles darão um sinal para a Europa desta nova evangelização. A catedral se tornará de novo o coração da evangelização. Não esqueçamos o valor que a catedral sempre teve. A catedral era chamada “A Bíblia dos pobres” porque ali tudo era dito. Dentro da Catedral, se anunciará de novo a Palavra de Deus. Teremos a leitura continuada do Evangelho de Marcos e depois o bispo local, a figura do primeiro evangelizador, dará catequeses.

A Igreja que é mãe e gera novos filhos, acolhe aqueles que estão longe. Ali todos poderão recorrer ao sacramento da reconciliação, afim que este possam se sentir acolhidos e amados. E não é só isso. Teremos espaço para aqueles que estão procurando um sentido para suas vidas e para atender à estas pessoas, estarão sendo lidas de forma continuada, as confissões de Santo Agostinho, o grande santo, cujo ensinamento ainda é atual nos nossos dias. Enfim, um sinal da caridade. Não existe um verdadeiro anúncio do Evangelho se ele não é pregado e vivido no testemunho da caridade. Estes são os primeiros sinais. Outros virão, mas para o momento, queremos também sustentar aqueles que já trabalham pela nova evangelização.

Sobre o Sínodo dos Bispos para a Nova Evangelização que acontecerá em 2012. O Senhor tem algum novidade que possa nos adiantar?

Dom Rino Fisichella - Em outubro de 2012 teremos o Sínodo para a Nova evangelização e transmissão da fé, que foi convocado pelo papa. Como podemos notar, os dois elementos estão juntos: fé e nova evangelização. Um novo anúncio para que a fé de sempre, possa ser anunciada, vivida e pregada em maneira digna do homem contemporâneo. Eu acredito que neste primeiro momento devemos discutir o tema em todas as realidades eclesiais, nas dioceses, paroquias, movimentos, associações e tambem nas casas de casa cristão. A secretaria do Sínodo dos Bispos já colocou a disposição a Lineamenta, isto é, uma base de discussão, de debate.

No próximo mês de novembro, já será elaborado o Instrumentum Laboris, um documento que os bispos terão nas mãos para discutir e questionar com mais propriedade as questões relativas à nova evangelização. Depois disto, resta só esperar o próprio Sínodo. No momento, estamos em fase de discussão, onde os cristãos tomarão consciência daquilo que será discutido no Sínodo.

Como os meios de comunicação católicos poderão ser um auxílio para a Nova Evangelização?


Isto é muito importante. È minha intenção estudar um encontro com todos aqueles que operam nos meios de comunicação, para leva-los a compreender a importância dupla do trabalho que fazem, a importância de quantos são os profissionais da nova evangelização, jornalistas, cronistas, diretores e cinegrafistas. Quero que eles tenham consciência que tambem no trabalho, na profissão, devemos ser capazes de exprimir a fé e de levar a nossa contribuição para este ambiente de comunicação. Depois, existem os instrumentos de comunicação.

Devemos ser capazes de utilizar de maneira justa estes intrumentos porque hoje existem as linguagens novas, que as novas gerações utilizam. Mas seria ilusório pensar trata-se somente de uma nova linguagem. Nós estamos diante de uma nova cultura. Os meios de comunicação são a cultura destas próximas décadas, são a cultura que provavelmente será mais forte no futuro. É necessário que entremos nesta nova cultura, a comprendamos, a expliquemos e sejamos capazes de fazê-la nossa cultura, onde os instrumentos positivos, nos possibilitarão de coloca-la a serviço do Evangelho.

Fonte: http://www.comshalom.org

A Trindade e a vida do cristão.


É urgente tomarmos consciência que a fé trinitária deve ecoar em toda a existência cristã. A relação do discípulo de Jesus com a Santa Trindade começa no Batismo: aí fomos mergulhados (=batizados) no Santo Espírito do Ressuscitado. Este Espírito nos une real e intimamente a Cristo, faz-nos uma só coisa com ele, de modo que, nele, nos tornamos filhos do Pai, temos acesso ao Pai: “Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus. O que nasceu da carne é carne, o que nasceu do Espírito é espírito” (Jo 2,5-6). O sentido é claro: não basta nascer humanamente, segundo a natureza; não basta ter uma alma imortal, uma inteligência; é necessário abrir-se para uma vida divina, nova, que o Pai nos dá pelo Filho Jesus. Esta vida é-nos dada pelo Santo Espírito; ou melhor: esta vida é o próprio Santo Espírito dado na água do Batismo: o que nasce do Espírito vive uma nova relação com o Pai de Jesus; é “espírito”, quer dizer é aberto para Deus! Ora, batizados no Santo Espírito de Cristo, simbolizado pela água, fomos revestidos de Cristo: “Todos vós que fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo” (Gl 3,27); “Fostes sepultados com ele no Batismo, também com ele ressuscitastes, pela fé no Poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos” (Cl 2,12).

É significativo Paulo falar aqui em Poder de Deus, que equivale ao Santo Espírito. Não se trata de algo, mas de Alguém! Assim, o mesmo Espírito, Poder de Deus, que ressuscitou Jesus, age no nosso Batismo, fazendo, nossa vida cristiforme e, portanto, é vida filial: “Todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Com efeito, não recebestes um espírito de escravos, para recair no temor, mas recebestes um Espírito de filhos adotivos, pelo qual clamamos: Abbá! Pai. O próprio Espírito se une ao nosso espírito para testemunhar que somos filhos de Deus” (Rm 8,14-16).

Este texto é claramente trinitário: o cristão recebeu o Espírito do Filho Jesus, Espírito de filiação. Este Espírito nos une ao Filho Jesus e, com ele, nós podemos dizer: Abbá! Isto é: pelo Espírito o cristão é unido a Jesus e passa a participar da sua relação filial com o Pai. Por isso mesmo São João vai afirmar: “Vede que prova de amor que nos deu o Pai: sermos chamados filhos de Deus. E nós o somos!” (1Jo 3,1).

Assim, toda a vida do cristão torna-se vida “espirituada”, vida segundo o Santo Espírito, conduzida pelo Espírito. E o que faz este Espírito em nós? Se é Espírito de Cristo, nos cristifica: dá-nos os sentimentos e atitudes do Cristo Jesus. Por isso, falando do Espírito, Jesus afirmou: “Ele me glorificará porque receberá do que é meu e vos anunciará” (Jo 16,14). Tendo os sentimentos e atitudes de Cristo, sendo cada vez mais semelhantes a Cristo pela potência do Espírito, nós entraremos sempre mais na relação filial: faremos a experiência de viver nos braços do Pai do céu, sabendo que nossa vida é preciosa aos seus olhos e caminha para ele: “Eu vos digo: Não vos preocupeis com vossa vida, com o que comereis, nem com o corpo, com o que vestireis. Não será a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes? Olhai os pássaros do céu: não semeiam, nem colhem, nem guardam em celeiros, mas o Pai celeste os alimenta. E vós não valeis muito mais do que eles? Quem de vós, com suas preocupações, pode aumentar a duração de sua vida de um momento sequer? E por que vos preocupais com as vestes? Observai como crescem os lírios do campo: não trabalham nem fiam. Mas eu vos digo que nem Salomão com toda a sua glória se vestiu como um deles. Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo, quanto mais a vós, gente de pouca fé! Por isso não vos preocupeis, dizendo: ‘O que vamos comer? O que vamos beber? Com que nos vamos vestir?’ São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. Buscai, pois, em primeiro lugar o reino de Deus e sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas de acréscimo” (Mt 6,25-33).

Jesus aqui não está convidando à malandragem nem à irresponsabilidade imprevidente, mas a um abandono confiante no amor do Pai. Para isto não basta nosso esforço nem nossa boa vontade: é no Espírito do Filho Ressuscitado que temos a certeza interior que o Pai de Jesus é nosso Pai! Note-se bem: não se trata somente de um sentimento; trata-se de uma realidade impressionante e maravilhosa: porque recebemos o Espírito do Filho, participamos da sua filiação, participamos da natureza divina (cf. 2Pd 1,4).

Pois bem: toda a vida do cristão é vida no Espírito, na docilidade a ele, para que ele nos cristifique e nos leve ao Pai. Tudo em nós é no Espírito, através do Filho para o Pai. A oração do cristão, por exemplo, é trinitária. Não se trata tanto de rezar à Trindade, mas de rezar na Trindade: se nós oramos, é porque o Espírito ora em nós (cf. Rm 8,26-27) e, sendo ele Espírito do Filho, a sua oração é filial, é a mesma do Filho, isto é, é nos fazer clamar como o Filho: Abbá! Pai! (cf. Rm 8,15). Assim, toda oração nossa vai sempre terminar no Pai. Mesmo quando rezamos ao Filho é como aquele que é nosso Mediador junto do Pai. Rezamos ao Pai pelo Filho! Toda oração nossa é no Espírito. A Igreja quase não ora ao Espírito, porque ora sempre no Espírito, através do Filho, para a glória do Pai: Ó Pai, “por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo!”

Trinitária nossa vida, trinitária nossa oração, trinitária será também nossa morte: para o cristão morrer é “morrer em Jesus” (1Ts 4,14), é “partir para estar com Cristo” (Fl 1,23). Morreremos não na morte, mas em Jesus morto e ressuscitado! Isto é, aquele mesmo Espírito que recebemos no Batismo e que ressuscitou Jesus, nos ressuscitará também como ressuscitou Jesus: “Se o Espírito dAquele (do Pai) que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vós, Aquele (o Pai) que ressuscitou Jesus dentre os mortos dará vida também a vossos corpos mortais, mediante o Espírito que habita em vós” (Rm 8,11).

A idéia é claríssima: se temos o Espírito do Cristo morto e ressuscitado, seremos mortos e ressuscitados no mesmo Espírito no qual Jesus morreu e ressuscitou; seremos transfigurados pelo Espírito que o Pai derramou sobre nós através do Filho! Aí sim, seremos plenamente filhos, com o Filho, no único Espírito, para a glória do Pai. Era o que João dizia: “Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, mas o que nós seremos ainda não se manifestou. Sabemos que por ocasião desta manifestação (do Filho) seremos semelhantes a ele (ao Filho), porque o veremos tal como ele é” (1Jo 3,2).

Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br

4 de ago. de 2011

Vídeo de uma história vocacional: " Neste dia decidi ser padre para sempre".


Gostei muito deste vídeo que vi recentemente no "youtube". Vejam
a importância do sacerdócio católico e a forma que Deus usou para
chamar um homem ao Sacramento da Ordem.


Salve Maria!

Respeito devido aos Sacerdotes.


Os ministros são ungidos meus. A respeito deles diz a Escritura: “Não toqueis nos meus cristos” (Sl 105, 15). Quem os punir cairá na maior infelicidade. Se me perguntares por que a culpa dos perseguidores da santa Igreja é a maior de todas e, ainda, por que não se deve ter menor respeito pelos meus ministros por causa de seus defeitos, respondo-te: porque, em virtude do sangue por eles ministrado, toda reverência feita a eles, na realidade não atinge a eles, mas a mim. Não fosse assim, poderíeis ter para com eles o mesmo comportamento de praxe para com os demais homens.Quem vos obriga a respeitá-los é o ministério do sangue. Quando desejais receber os sacramentos, procurais meus ministros; não por eles mesmos, mas pelo poder que lhes dei. Se recusais fazê-lo, em caso de possibilidade, estais em perigo de condenação. A reverência é dada a mim e a meu Filho encarnado, que somos uma só coisa pela união da natureza divina com a humana. Mas também o desrespeito. Afirmo-te que devem ser respeitados pela autoridade que lhes dei, e por isso mesmo não podem ser ofendidos. Quem os ofende, a mim ofende. Disto a proibição: “Não quero que mãos humanas toquem nos meus cristos”!

Nem poderá alguém escusar-se, dizendo: “Eu não ofendo a santa Igreja, nem me revolto contra ela; apenas sou contra os defeitos dos maus pastores”! Tal pessoa mente sobre a própria cabeça. O egoísmo a cegou e não vê. Aliás, vê; mas finge não enxergar, para abafar a voz da consciência. Ela compreende muito bem que está perseguindo o sangue do meu Filho e não os pastores. Nestas coisas, injúria ou ato de reverência dirigem-se a mim. Qualquer injúria: caçoadas, traições, afrontas. Já disse e repito: não quero que meus cristos sejam ofendidos. Somente eu devo puni-los, não outros. No entanto, homens ímpios continuam a revelar a irreverência que têm pelo sangue de Cristo, o pouco apreço que possuem pelo amado tesouro que deixei para a vida e santificação de suas almas. Não poderíeis ter recebido maior presente que o todo-Deus e todo-Homem como alimento. Cada vez que o conceito relativo aos meus ministros não coloca em mim sua principal justificativa, torna-se inconsistente e a pessoa neles vê somente muitos defeitos e pecados. De tais defeitos falarei em outro lugar. Mas quando o respeito se fundamenta em mim, jamais desaparece, mesmo diante de defeitos nos ministros; como disse, a grandeza da eucaristia não é diminuída por causa dos pecados. A veneração pelos sacerdotes não pode cessar; se tal coisa acontecer, sinto-me ofendido.

Santa Catarina de Sena, “O Diálogo” Cap. 28.Paulus, 9ª edição, São Paulo, 2005pp. 237-240


3 de ago. de 2011

O dia do padre e o exemplo de São João Maria Vianney.


Hoje é dia dos sacerdotes, onde a Igreja faz memória do padroeiro de todos os sacerdotes do mundo: o grande Cura D, Ars. Leiam esta meditação e não deixem de rezar e cumprimentar o seu pároco ou vigário.

Por Francisco Fernández Carvajal

– Sacerdotes santos. Dignidade incomparável. Amor ao sacerdócio.

– Necessidade de sacerdotes. Oração e mortificação pelos sacerdotes.

– O sacerdote, em nome do Senhor, acompanha a vida do homem. Apreço por aqueles que tanto nos deram. Confiar muito na oração dos sacerdotes.

São João Batista Maria Vianney nasceu perto de Lyon no dia 8 de maio de 1786. Teve que vencer muitas dificuldades até chegar à ordenação sacerdotal. Foi-lhe confiada a paróquia de Ars, onde esteve aproximadamente 42 anos. Sobressaiu pelo seu afã de almas, espírito de oração e de mortificação, e sobretudo pela sua infatigável dedicação à administração do sacramento da Penitência. Morreu em 1859. Foi canonizado e declarado Padroeiro do clero universal por Pio XI em 1929.

I. QUANDO JOÃO MARIA VIANNEY foi enviado à pequena paróquia de Ars (230 habitantes), o Vigário geral da diocese disse-lhe: “Não há muito amor a Deus nessa paróquia; procure introduzi-lo”1. E foi isso o que ele fez: inflamar no amor ao Senhor que lhe embargava o coração todos aqueles camponeses e muitas outras almas. Não possuía grande ciência, nem muita saúde, nem dinheiro..., mas a sua santidade pessoal, a sua união com Deus fez o milagre. Poucos anos depois, levas de gente de todas as regiões da França acorriam a Ars e por vezes tinham de esperar vários dias para ver o pároco e confessar-se. O que atraía as multidões não era a curiosidade de uns milagres que ele procurava ocultar. Era antes o pressentimento de encontrarem um sacerdote santo, “surpreendente pela sua penitência, tão familiar com Deus na oração, notável pela sua paz e humildade no meio dos êxitos populares, e sobretudo tão intuitivo em ir ao encontro das disposições interiores das almas e livrá-las dos seus fardos, especialmente no confessionário”2. O Senhor escolheu “como modelo dos pastores aquele que teria podido parecer pobre, fraco, indefeso e desprezível aos olhos humanos (cfr. 1 Cor 1, 27-29). Deus premiou-o com os seus melhores dons como guia e médico das almas”3.

Certa vez, perguntaram a um advogado de Lyon que regressava de Ars o que tinha visto ali. Ele respondeu: “Vi Deus num homem”4. É o que devemos pedir ao Senhor que se possa dizer de cada sacerdote, pela sua santidade de vida, pela sua união com Deus, pela sua preocupação pelas almas. No sacramento da Ordem, o sacerdote é constituído ministro de Deus e dispensador dos seus tesouros, como o chama São Paulo5. Esses tesouros são: a Palavra divina na pregação; o Corpo e o Sangue de Cristo, que administra na Santa Missa e na Comunhão; e a graça de Deus nos sacramentos.

Confia-se ao sacerdote a salvação das almas, a tarefa divina por excelência, “a mais divina das obras divinas”, conforme ensina um antigo Padre da Igreja. É constituído embaixador, medianeiro entre Deus e os homens, entre Deus que está nos céus e o homem que ainda se encontra de passagem pela terra; com uma mão, toma os tesouros da misericórdia divina; com a outra, distribui-os generosamente. Pela sua missão de medianeiro, participa da autoridade com que Cristo constrói, santifica e governa o seu Corpo6, e confecciona o sacramento da Eucaristia, que é a ação mais santa que os homens podem realizar sobre a terra.

Que querem, que esperam os homens do sacerdote? “Atrevemo-nos a afirmar que precisam, desejam e esperam – ainda que muitas vezes não pensem conscientemente nessa necessidade e nessa esperança – um sacerdote-sacerdote, um homem que se desviva por eles, para lhes abrir os horizontes da alma, que exerça sem cessar o seu ministério, que tenha um coração grande, capaz de compreender e de amar a todos, ainda que às vezes não seja correspondido; um homem que dê com simplicidade e alegria, oportunamente e mesmo inoportunamente (cfr. 2 Tim 4, 2), aquilo que apenas ele pode dar: a riqueza da graça, da intimidade divina, que Deus quer distribuir aos homens por meio dele”7.

Hoje é um dia muito oportuno para que, por meio do santo Cura d’Ars, peçamos muito pela santidade dos sacerdotes, especialmente daqueles que de alguma maneira foram colocados por Deus para ajudar-nos no caminho que conduz a Ele.

II. O CURA D’ARS costumava dizer com certa freqüência: “Que coisa tão grande é ser sacerdote! Se o compreendesse totalmente, morreria”8. Deus chama alguns homens a essa grande dignidade para que sirvam os seus irmãos. No entanto, “a missão salvífica da Igreja no mundo é levada a cabo não só pelos ministros em virtude do sacramento da Ordem, mas também por todos os fiéis leigos”9. Todos devem ser, cada um segundo a sua própria vocação e no meio dos seus afazeres, como astros do mundo10, que brilham na noite, pois “em virtude da sua condição de batizados e da sua vocação específica, participam do ofício sacerdotal, profético e real de Jesus Cristo, cada um na sua própria medida”11.

A participação dos leigos na vida da Igreja não consiste de maneira nenhuma em ajudar o clero, ainda que alguma vez o façam. O elemento especificamente laical não se encontra na sacristia, mas na família, na empresa, na moda, no esporte..., que procuram levar a Deus sem tirá-los da sua estrutura própria. A missão dos fiéis leigos deve impeli-los a impregnar a família, o trabalho e a ordem social daqueles princípios cristãos que o elevam e tornam mais humano: a dignidade e a primazia da pessoa humana, a solidariedade social, a santidade do casamento, a liberdade responsável, o amor à verdade, a justiça em todos os níveis, o espírito de serviço, a prática da compreensão mútua e da caridade...

Mas, para que possam exercer no meio do mundo “esse papel profético, sacerdotal, real, os batizados necessitam do sacerdócio ministerial pelo qual lhes é comunicado de forma privilegiada e tangível o dom da vida divina recebido de Cristo, Cabeça de todo o Corpo. Quanto mais cristão é o povo e quanto mais consciência toma da sua dignidade e do seu papel ativo dentro da Igreja, tanto mais sente a necessidade de sacerdotes que sejam verdadeiramente sacerdotes”12.

Pedimos hoje ao Senhor sacerdotes santos, amáveis, doutos, que tratem as almas como jóias preciosas de Jesus Cristo, que saibam renunciar aos seus planos pessoais por amor aos outros, que amem profundamente a Santa Missa, principal fim da sua ordenação e centro de todo o seu dia, e que concentrem os seus melhores esforços pastorais, “como fez o Cura d’Ars, no anúncio explícito da fé, do perdão, da Eucaristia”13.

III. DEUS COLOCOU O SACERDOTE junto da vida do homem para ser dispensador da misericórdia divina.

“Mal o homem nasce, o sacerdote regenera-o por meio do Batismo, infunde-lhe uma vida mais nobre e preciosa, a vida sobrenatural, e fá-lo filho de Deus e da Igreja de Jesus Cristo.

“Para fortalecê-lo e torná-lo mais apto para pelejar valorosamente na vida espiritual, um sacerdote revestido de especial dignidade fá-lo soldado de Cristo por meio da Confirmação.

“Mal é capaz de discernir e apreciar o Pão dos Anjos, o sacerdote alimenta-o e fortifica-o com esse manjar vivo e vivificante descido do céu.

“Se teve a desgraça de cair, o sacerdote levanta-o em nome de Deus e reconcilia-o por meio do sacramento da Penitência.

“Se Deus o chama a formar uma família e a colaborar com Ele na transmissão da vida humana no mundo, com o fim de aumentar primeiro o número de fiéis sobre a terra e depois o dos eleitos no céu, aí está o sacerdote para abençoar-lhe as núpcias e o seu amor casto.

“E quando o cristão, chegando aos umbrais da eternidade, necessita de fortaleza e auxílio para se apresentar diante do Juiz divino, o sacerdote inclina-se sobre os membros doloridos do enfermo, e de novo perdoa-lhe e fortalece-o com o sagrado crisma da Unção.

“Assim, depois de ter acompanhado os cristãos durante a sua peregrinação pela terra até às portas do céu, o sacerdote acompanha-lhes o corpo até à sepultura com os ritos e orações em que se reflete a esperança imortal, e segue a alma até mais além das portas da eternidade, para ajudá-la com sufrágios no caso de ainda necessitar de purificação e de refrigério.

“Portanto, desde o berço até à sepultura, mais ainda, até o Céu, o sacerdote é para os fiéis guia, consolo, ministro da salvação, distribuidor de graças e de bênçãos”14.

É de justiça que os fiéis rezem todos os dias – e de modo particular hoje que celebramos a festa do santo Cura d’Ars – por todos os sacerdotes, especialmente pelos que receberam de Deus a tarefa de atendê-los espiritualmente: por aqueles de quem recebem o ouro da boa doutrina, o pão dos Anjos e o perdão dos pecados. Com palavras do Bem-aventurado Josemaría Escrivá, eles ensinam-nos a tratar com Cristo, a encontrar-nos com Ele no tribunal amoroso da Penitência e na renovação incruenta do Sacrifício do Calvário, na Santa Missa15.

Temos de confiar nas suas orações, pedindo-lhes que rezem pelas nossas necessidades, e unir-nos às suas intenções, que dizem respeito habitualmente às exigências mais prementes da Igreja e das almas. Também devemos venerá-los e tratá-los com todo o afeto, “já que ninguém é tão verdadeiramente nosso próximo como aquele que curou as nossas feridas. Amemos o sacerdote, vendo nele o próprio Jesus Cristo, e amemo-lo como ao nosso próximo”16. Assim o pedimos ao santo Cura d’Ars.

(1) F. Trochu, El Cura de Ars, 6ª ed., Palabra, Madrid, 1991, pág. 141; (2) João Paulo II, Carta aos sacerdotes na Quinta-feira Santa, 16-III-1978, 5; (3) ib.; (4) cit. por João Paulo I, Alocução, 7-IX-1978; (5) cfr. 1 Cor 4, 1; (6) cfr. Conc. Vat. II, Decr. Presbiterorum ordinis, 12; (7) A. del Portillo, Escritos sobre o sacerdócio, 2ª ed., Palabra, Madrid, 1990, págs. 109-110; (8) B. Nodet, Jean-Marie Vianney, Curé d’Ars, sa pensée, son coeur, Le Puy, pág. 99; (9) João Paulo II, Exort. Apost. Christifideles laici, 30-XII-1988, 23; (10) cfr. Fil 2, 15; (11) João Paulo II, op. cit.; (12) idem, Retiro em Ars, 6-X-1986, 4; (13) ib.; (14) Pio XI, Enc. Ad catholici sacerdotii, 20-XII-1935; (15) cfr. Josemaría Escrivá, Amar a Igreja, Palabra, Madrid, 1986, pág. 75; (16) Santo Ambrósio, Tratado sobre o Evangelho de São Lucas, 7, 84.

Fonte: http://www.hablarcondios.org

O sexo no plano de Deus.


Ninguém é feliz se não aceita a vontade do Senhor

Vamos refletir um pouco sobre o sentido do sexo no plano de Deus, na nossa vida. Deus e a Igreja olham para o sexo como algo muito importante. Deus Pai quis que existissem dois sexos, então cada um de nós é parte daquilo que é o seu sexo. O sexo não é apenas um ingrediente da sua pessoa, é a sua pessoa. Deus quis que o casal fosse assim feliz: "Sereis uma só carne".

O livro do Gênesis diz que o Altíssimo os criou homem e mulher e disse: "Crescei-vos, multiplicai-vos e enchei a terra". E dessa forma toda a riqueza do sexo masculino enriquece o sexo feminino e vice-versa. O sexo vai muito além do físico, ele faz parte do intelecto, do coração, por isso é muito importante que nós amemos o nosso sexo: se Deus me fez homem eu devo gostar de mim como homem. É importante que queiramos ser o que Deus quer. Ninguém é feliz se não aceita o plano, a vontade do Senhor.

Qual o sentido do sexo no plano de Deus? O sentido unitivo e procriativo. Em relação ao procriativo vemos que Ele disse: "Crescei, multiplicai, enchei a terra". O Todo-poderoso quer que você gere o seu filho e não quer que nenhum filho venha a este mundo de outro jeito que não seja por intermédio da relação do pai e da mãe no ato de gerar essa criança - gerada no calor de amor de seu pai e sua mãe.

Deus não quer sexo sem vida e não quer vida sem sexo, ou seja, vida gerada por fertilização, entre outros. A coisa mais bonita que podemos fazer neste mundo é sermos pais e mães: um dia os navios vão parar de navegar, as estrelas vão parar de brilhar, mas os nossos filhos nunca vão passar, pois são a imagem e semelhança de Deus. O casal é a fonte da vida por meio da vida sexual. Então, aí vocês já percebem a alta dignidade do sexo.

A segunda dimensão [do sexo no plano de Deus] é a da unidade do casal. Deus disse: "Vocês serão uma só carne" - carne, na Bíblia, quer dizer natureza humana e esta união se dá também no plano físico. Então o ato sexual é a celebração mais profunda do amor conjugal, o ápice - "o meu corpo é da minha mulher, pois fiz uma aliança com ela". Mas Deus Pai deixa bem claro: o sexo é no casamento.

O sexo no lugar certo, no plano de Deus, na família, no casal é uma maravilha, mas, fora do casamento é uma desgraça. É preciso que os jovens entendam por que a Igreja diz que o sexo é só no casamento: é porque esta Mãe os ama muito. Veja quantas doenças venéreas estão espalhadas pelo mundo. Hoje os Estados Unidos e a Inglaterra estão incentivando seus jovens à abstinência sexual, para que não vivam o sexo fora do casamento. Por que isso? Porque ninguém é mais sábio, melhor do que Deus: se o Senhor propõe para nós uma lei é porque Ele é bom para nós.

O sexo é para ser vivido no casamento - fora dele você tem tragédia: doenças venéreas, gravidez fora de hora, entre outros. Mas a Igreja diz para você: "Viva a Lei de Deus. Você vai ser feliz!"

Prof. Felipe Aquino

Fonte: http://www.cleofas.com.br