Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

22 de mar. de 2012

(Video) * A Fé em Cristo e a superação de nossos limites. Muito bom!


“A mentira perdeu” – Dom Luiz Gonzaga Bergonzini


“A mentira perdeu” – Dom Luiz Gonzaga Bergonzini

[Bela nota! O Wagner Moura me mandou a imagem por email no fim da tarde; e a transcrição eu encontrei depois no site de Dom Bergonzini. Sim, a mentira perdeu. Nós somos muitos, somos jovens, cheios de sonhos e de vontade de mudar o mundo. À nossa frente marcha Aquela Senhora Terrível como um exército em ordem de batalha; ao nosso redor, todos os santos e anjos de Deus. É Ele que nos sustenta e anima. Marchemos pois com confiança sob o estandarte do Crucificado. Nas fileiras do Senhor dos Exércitos. À vitória.]

Nota de Dom Bergonzini sobre a militância virtual católica

A MENTIRA PERDEU (Nota oficial)

Nas eleições de 2010, a candidata Dilma Vana Rousseff e sua coligação pediram a apreensão do documento “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras” sob o argumento de infringir a lei eleitoral por debater o aborto. Também nos atribuíram a “mentira” de Dilma Vana Rousseff e o PT serem a favor da liberação do aborto. Provamos que o PT e Dilma Rousseff eram e continuam sendo a favor da liberação do aborto.

A Vice-Procuradora Geral Eleitoral, Dra. SANDRA CUREAU, encarregada do parecer sobre a apreensão dos impressos, assim se pronunciou: “Aliás, é natural e saudável que temas como esse sejam debatidos durante o período eleitoral, pois isso permite que os candidatos se posicionem, assumam compromissos, esclareçam suas idéias e pactuem com seus eleitores os termos de sua ação política. Em uma sociedade verdadeiramente democrática e plural, o período eleitoral deveria ser justamente o ápice desse tipo de discussão.”

O Tribunal Superior Eleitoral determinou a devolução dos “panfletos”, que podiam ser distribuídos e o serão durante nos próximos meses. Outros documentos novos poderão ser redigidos e impressos, assinados por nós, para serem distribuídos. A morte não pode vencer a vida.

Na época das eleições, e posteriormente, fomos acusados de criminoso por várias pessoas e veículos de comunicação. Hoje, estamos ajuizando açao de indenização por danos morais contra a entidade “Catolicas” pelo Direito de Decidir. Ordenamos aos advogados que busquem outros artigos ou matérias, passadas ou futuras, ofensivas à nossa honra e reputação, para que sejam ajuizadas novas ações. É hora de buscar a Justiça!

A mentira perdeu. A mentira nunca prevalecerá. Hoje daremos o ABRAÇO DA VERDADE, no Forum João Mendes Júnior, da Justiça de São Paulo. A data 21.03.2012 poderá ser o marco da mudança do Brasil, para o BRASIL DA VERDADE. Queremos a CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!

A partir de agora, o Cristianismo conta com um exército virtual de Blogueiros e Internautas da Verdade de Cristo, que mudarão o Brasil.

Jesus Cristo nos disse:

“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (Jo 10,10) “Eu sou o caminho a verdade e a vida.” (Jo 14,6)

Chegou o tempo do Brasil da Paz e do Bem, do Brasil da Verdade e da Vida, do Brasil de Jesus Cristo!

O Brasil dos Blogueiros e Internautas de Cristo!

São Paulo, 21 de março de 2012.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br

Falhei como Pai: Aceitei o aborto de meus dois filhos.


O texto que vai abaixo é uma livre tradução do que foi publicado no American Thinker.

Não são poucos os que se congratulam com os avanços científicos sem pensarem ao menos por um segundo nas conseqüências éticas e morais de muitos atos cometidos. Só mesmo a arrogância humana é capaz de pensar que pode prescindir de limites morais para suas ações ou pensar que há mesmo fins bons que justificam meios ilícitos.

O texto abaixo mostra uma das facetas que a indústria da fertilização artificial quer que permaneça oculta da população. Em um mundo em que estrelas de TV e popstars adoram mostrar ao público os benefícios de suas “produções independentes”, ou em um mundo em que tantos casais que não poderiam ter filhos dão o jeitinho de arrumar “barrigas de aluguel”, o drama que segue abaixo parece coisa de uma outra realidade.

O drama relatado pelo pai que sentiu-se impotente diante da firmeza de sua esposa pela escolha da eliminação de dois de seus filhos ainda em seu ventre deixa claro a nossos olhos o que acontece quando o homem insiste em achar que tudo lhe é possível ou que seus atos, principalmente os que envolvem a vida humana, não têm conseqüências.

A Igreja, como não é incomum, está praticamente sozinha na rejeição a procedimenos artificiais de inseminação e a “barrigas de aluguel”. Rejeita-os porque contrários à moral e porque são anti-naturais.

O drama do pai que se força a assistir ao assassinato de seus indefesos filhos mostra bem o que acontece quando o homem deixa de escutar a voz de seu Criador.

***

Há uma nova cicatriz em minha alma

Minha alma carrega uma nova cicatriz. A dor está bem presente e aguda e. embora eu saiba que o tempo irá diminuí-la, sei que jamais me recuperarei do que presenciei e do que fiz. Eu falhei, intencionalmente e com pleno consentimento, com o primeiro dever de um pai: proteger a vida de dois de meus filhos.

Minha esposa e eu queríamos filhos; para isto, precisamos recorrer à inseminação artificial para conseguir este sonho. Após várias implantações de embriões, nós conseguimos uma benção de Deus, um filho, que é a luz de nossas vidas.

Recentemente, resolvemos ter um novo filho.

“Nunca chove, mas há inundação!”, disse o especialista em fertilização — dos três embriões implantados, todos se desenvolveram. Tivemos a notícia de que teríamos trigêmeos. Eu fiquei em choque, pois sabia das dificuldades que isto traria, mas como Deus nos deu três, eu estava preparado para fazer o que fosse necessário para ajudar e prover minha família.

E minha esposa? Algo havia acontecido... Ela insistia que nós fizéssemos uma “redução seletiva” de três para apenas um, ou ela faria um aborto de todos. Ela estava inflexível. Ela não levaria a termo uma gravidez de trigêmeos. Nem mesmo de apenas dois.

Diante de mim estava uma “escolha de Sofia”: salve um ou salve nenhum. Escolhi a primeira opção, embora em inúmeras ocasiões eu tenha tentado convencê-la a ao menos ter gêmeos. Eu falhei.

Fomos informados pelo médico que faria o procedimento que eles injetariam cloreto de potássio na placenta para parar seus corações. Fomos informados que isto seria indolor. Mesmo então, eu sabia que estava sendo enganado, mas dada a escolha apresentada, eu concordei assim mesmo. Meu mantra tornou-se “Salvar um ou salvar nenhum”.

Antes do procedimento, os olhos de minha esposa encheram-se de lágrimas; ela perguntava insistentemente ao médico se eles sentiriam dor, e foi-lhe assegurado que não. Perguntei novamente à minha esposa se ela estava certa sobre sua decisão, pois, uma vez feito, não haveria como desfazer. Ela disse que estava certa, mas suas lágrimas e o deliberado desvio de seu olhar do monitor, assim como seu pedido para que eu também não olhasse, dizia a verdade: ela sabia que aquilo era errado. Eu queria insistir para que ela olhasse, mas penso que sua mente — já traumatizada pela notícia dos trigêmeos — ficaria permanentemente abalada se ela visse as imagens no monitor. E para o bem do escolhido e para o bem do filho que já tínhamos, eu precisava de minha esposa com a mente saudável.

Minha esposa não olhou, mas eu tinha que fazê-lo. Eu tinha que saber o que aconteceria com meus filhos. Eu tinha que saber como eles morreriam.

Cada um deles recuou, afastando-se, quando a agulha penetrou no saco amniótico. Eles não injetaram na placenta, mas diretamente no torso de cada bebê. Ambos se retraíram quando a agulha penetrou seus corpos. Vi o coração do primeiro parar, e o meu também quase parou. O coração do outro lutou, mas, dez minutos depois, quando checaram novamente, este também já havia parado.

Os médicos tiveram a ousadia de chamar o cloreto de potássio, a substância que parou o coração dos bebês, de “remédio”. Eu queria perguntar-lhes o que eles estavam tentando curar — vida? Mas palavras amargas não desfariam tudo o que já havia acontecido. Eu engoli tudo, tenho de dizer…

Eu sabia que eles sentiram dor. Eu sabia que sentiram pânico. E eu sabia que aquilo era assassinato.Eu me confortava em saber que ao menos o sobrevivente estava bem, e também em saber que esta decisão não veio de mim; eu arriscaria ter os trigêmeos, mesmo com todo o trabalho e esforço que isto nos traria. Rezo para que a criança que restou nasça viva e saudável, e sei que ele ou ela terá todo o nosso amor.

Mas esta cicatriz emocional permanecerá durante toda minha vida. Eu vejo o sorriso de meu filho todas as noites e fico pensando no novo sorriso que verei em alguns meses… Mas penso que dois outros sorrisos jamais verei. Todos os dias, ao retornar do trabalho, ouço “Oi, papai!”, e sei que duas outras vozes e dois outros risos eu jamais ouvirei. Eu brinco, abraço meu filho e já espero em fazer o mesmo com o que vai nascer… mas sei que outras mãozinhas jamais me tocarão, jamais verei outros pezinhos, outros abraços jamais serão trocados.

Rezo todos os dias para que Deus esteja com aquelas duas crianças inocentes, que Ele as tenha recebido bem, e também peço perdão todos os dias, como farei todos os dias pelo resto de minha vida. Não sei como minha esposa conseguiu lidar com o assunto tanto mentalmente quanto espiritualmente. Isto é com ela, e é também um peso que estará em sua consciência.

Não se deixe enganar… O procedimento não é indolor para a criança, e quem diz o contrário é um mentiroso. Aborto não é a extração de um monte de células; é infanticídio. Estamos revivendo a prática de sacrifício de crianças aos novos deuses do sexo casual e da conveniência. Nós racionalizamos a realidade do assassinato alterando nossa perspectiva da vida nascente através de eufemismos como “feto” ou descrições de “um amontoado de células”, tal como os nazistas convenciam-se que aquelas pessoas gritando quando eram executadas a tiros ou mortas na câmara de gás eram sub-humanos, para que assim fossem exterminados sem remorsos.

É assim que os mentores de genocídios sempre racionalizaram suas ações. Fazendo o mesmo, nós condenamos nossas almas.

Eu chorei de alegria, há poucos anos, quando vi no monitor os batimentos de meu primeiro filho. E agora eu choro em agonia ao relembrar os corações de meus dois filhos sendo parados. “Salvar um ou salvar nenhum” foi sobreposto por “Sai maldita mancha, sai!”(*) enquanto me pergunto como posso alcançar a redenção.

Se mostrar esta cicatriz para que outros a vejam ajudar a prevenir um aborto, talvez isto auxilie que minhas contas com Deus sejam um pouco ajustadas para quando eu tiver que enfrentar Sua justiça e finalmente encontrar aquelas duas crianças — que espero que me perdoem por ter falhado.

O nome do autor não foi divulgado a seu pedido.

(*) Macbeth – William Shakespeare, Ato V, Cena 1


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

21 de mar. de 2012

* É hoje!! O que Deus e a Igreja esperam de Nós??

É amanhã! VAMOS FAZER NOSSA PARTE!!

Jorge Ferraz

Certamente a maior parte dos meus leitores já o sabe – afinal, além de estar bombando nas redes sociais, o assunto ganhou destaque na “grande mídia alternativa” religiosa (ACIDigital ) e secular (Reinaldo Azevedo ) -, mas faço questão de fazer coro ao chamado de S. E. R. Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo emérito de Guarulhos: por uma “CPI da verdade sobre o aborto”!

O pedido está oficialmente publicado no site de Dom Bergonzini . A idéia é manifestar a insatisfação popular com as políticas assassinas que vêm sendo – há anos! – consistentemente adotadas pelos nossos poderes públicos. É cobrar por transparência, por verdade, por decência; é pedir para que os nossos governantes deixem de ser subservientes a interesses estrangeiros e passem a governar os brasileiros em conformidade com os valores do povo brasileiro. Que é – nunca é demais repetir – maciçamente contra o aborto.

Não se compreende por que uma ideologia assassina (generosamente financiada por fundações internacionais) deva prevalecer sobre os valores do povo do Brasil. Não obstante, é exatamente assim que as nossas autoridades têm nos governado: escamoteando os legítimos anseios dos brasileiros para promover uma agenda ideológica estrangeira. É sobre isto, afinal de contas, o pedido de Dom Bergonzini: pelo fim desta pouca-vergonha. Políticos brasileiros, parem de promover o aborto no país! Nós não o queremos. Não o aceitamos.

CONVOCAÇÃO – CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!

CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ

PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO PÚBLICA

Convocamos as crianças, os jovens, os adultos, os idosos, os CRISTÃOS, de todas as denominações, os NÃO-CRISTÃOS, todos DEFENSORES DA VIDA para, no dia 21.03.2012, comparecerem e participarem da MANIFESTAÇÃO – CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO, JÁ!

DATA: 21.03.2012

HORÁRIO DO INÍCIO: 12:30 horas

CONCENTRAÇÃO: a partir das 11:00 h, na escadaria da CATEDRAL DA SÉ – SÃO PAULO

LOCAL da MANIFESTAÇÃO: em frente ao FORUM JOÃO MENDES, na Praça João Mendes, Centro, São Paulo

CAMISETAS: haverá distribuição de camisetas para os primeiros 500 participantes (dependendo da numeração)

LEVAR : APITOS, FAIXAS E CARTAZES: ABORTO NUNCA MAIS – CPI DO ABORTO, JÁ – ABORTO NÃO – os grupos podem imprimir suas próprias camisetas

Quem não puder comparecer, pode se manifestar no dia por outras formas:

TWITTAÇO: dia 21.03.2012 – a partir das 13h – #abortonuncamais – @SenadoresBrasil – @CamaraDeputados – @AssembleiaSP

EMAILS: dia 21.03.2012, a partir das 10:00 – enviar emails para a Câmara Federal e Senado (os nomes e emails dos parlamentares podem ser retirados nos portais da Câmara e do Senado)

TELEFONE: telefonar a partir das 13:00 – Câmara – 0800.619.619 / Senado – (61) 3303-1211

Vamos lá! Cumpre defender o nosso país dos inimigos que o querem tomar de assalto; importa levantar a nossa voz em defesa daqueles que não podem se defender sozinhos. Uno-me particularmente à convocação do Wagner Moura : “Agora é pra valer: não queremos saber de clínicas, não queremos saber de venda de abortivos, muito menos sobre quem são as mulheres que abortam. Nós queremos abrir a caixinha das ONGs abortistas para termos, afinal, TRANSPARÊNCIA sobre o financiamento e sobre a informação que elas recebem da Ford Foundation, da McArhur e Rockefeller”.

Os que estiverem em São Paulo, diante da Catedral da Sé amanhã! Os que não estiverem, que se lancem sobre as redes sociais, os emails e os telefones. E todos, os presentes e os ausentes, não deixem de empunhar o terço amanhã por esta santa causa. Que São Miguel Arcanjo nos defenda neste combate, e que o Imaculado Coração de Maria livre o Brasil da maldição do aborto. Nossa Senhora Aparecida, salvai o Brasil!

* Paulo, pai de 10 filhos! Seu testemunho.

Zenit

Por Salvatore Cernuzio

“São José é um verdadeiro pai e senhor que protege e acompanha no caminho terreno aqueles que o veneram, como protegeu e acompanhou Jesus que crescia e se tornava adulto”.

Assim escreveu São Josemaria Escrivá, explicando como este “homem comum, pai de família, trabalhador que ganhou a vida com o esforço das suas mãos”, ajude a conhecer a Humanidade de Cristo, porque foi eleito por Deus para ser seu pai na terra.

São José é, portanto, um exemplo para todos os pais : modelo de pai ideal que ensina a aceitar esta tarefa como uma eleição, mais do que uma missão.

E numa época em que a figura do pai foi tão desvalorizada ao ponto de ser considerada não necessária ou secundária e onde a mesma paternidade é considerada muitas vezes um “obstáculo”, ainda existem pessoas que quiseram concretizar o que São José ensinou dizendo incondicionalmente sim à vontade de Deus.

É a história de Paulo, 57 anos, casado há 34, pai de 10 filhos, seis homens e 4 mulheres, que mantém tudo com um único salário de freelancer.

Não um herói, nem um santo ou um fanático, mas um homem qualquer que experimenta a cada dia a providência de Deus na sua família e que nesta entrevista ao ZENIT quis contar a alegria da paternidade celeste”.

Paulo, desde o 68 até hoje assistiu a uma rejeição gradual de certos valores, incluindo, em particular, a figura do pai, compreendido como principal referência de autoridade. Como vives esse papel, sobretudo sendo o pai de uma família tão numerosa?

Paulo: A realidade mostra que as pessoas nascem, geralmente, por meio de um pai e de uma mãe e crescem de modo harmonioso e satisfatório – poderíamos dizer integrado – quanto mais essas pessoas, pai, e mãe, desempenham o seu papel de acordo com características específicas e, especialmente, em comunhão uns com os outros.

Não tenho portanto dúvidas particulares sobre a validez, e mais, sobre a absoluta necessidade de uma figura paterna respeitável e reconhecida. O fato de existirem fortes correntes e influências culturais e sociais contrárias, mais que um obstáculo são um estímulo. O problema é corrigir em si mesmo aquelas fragilidades e debilidades que tendem a estragar e impedir o exercício da paternidade…

Você se refere ao que?

Paulo: À incapacidade de amar inerente na natureza humana, que às vezes te empurra ou até mesmo te obriga a tomar dos filhos a vida para ti ao invés de doar a tua para eles.

Dar a vida, às vezes, também pode significar dizer não e sem dúvida quer dizer responsabilizar-se de todo o peso material, moral e espiritual que a relação com outro diferente de ti e dependente de ti corresponde.

Para responder a pergunta mais diretamente em primeiro lugar posso dizer que vivo o meu papel de pai com temor e tremor, em constante luta com a minha inadequação que é, no entanto, apoiada pela graça do matrimônio.

Você já teve dificuldade para exercer plenamente a tua autoridade de pai?

Paulo: As principais dificuldades não vieram de fora. Deixando de lado momentos particulares, nunca desejei uma aceitação da minha autoridade fácil, talvez ditada pelo hábito, pelo conformismo ou pelo medo.
As verdadeiras dificuldades sempre vieram da minha inclinação para transformar a autoridade em autoritarismo com a consequente pretensão de obediência onde ela não era causada por uma verdadeira autoridade.

Também diante dos fracassos que existem – um filho que desobedece, ou cai em sérias dificuldades, ou se revolta ou toma um rumo errado, etc. – A soberba te empurra a deixar tudo e a fechar-te em ti mesmo, enquanto que a humildade te ajuda a aceitar a correção do Senhor por meio da história e a recomeçar a cada dia de novo.

Ter muitos filhos é, certamente, uma graça e um dom do Senhor, mas muitas vezes é também fonte de preocupação ou problemas, como podem ser aqueles econômicos, do trabalho ou até mesmo do juízo dos outros ou da mesma família de origem. Deste ponto de vista qual tem sido a tua experiência?

Paulo: Os problemas, as preocupações não faltam nestes anos e continuam, junto com grandes alegrias e satisfações. A subsistência material causou certamente angústias, mas também nos permitiu experimentar a providência de forma multifacetada e, por vezes, emocionante.

Tenho que dizer então que a dialética seja com as famílias de origem, seja com o ambiente ao redor, em certos períodos apertado, eu e minha mulher não o vivemos como um limite, mas como uma ocasião para aprofundar e testemunhar na possibilidade de uma vida mais rica e mais plena. O dado fundamental para gerar os filhos foi o reconhecimento de um poder superior e de uma eleição: Deus é o autor da vida (eterna), nos ama e nos elege como seus colaboradores para transmitir a vida (eterna) para a nossa felicidade, de pais e filhos. Tudo isso se realiza no combate da fé e na liberdade, nossa e dos filhos.

De quem e como fostes ajudados em tudo isso e de que modo vistes a atuação do Senhor na tua vida?

Paulo: Fui ajudado pela Igreja por meio de um caminho de iniciação cristã vivido numa comunidade de irmãos. O Senhor se manifestou de muitos modos, mas sobretudo me permitiu exercitar “indignamente” o papel de Catequista para adultos, presenteando-me uma pregação que me moveu a reconhecer-me pecador, fazendo-me experimentar o perdão e a misericórida, a reconciliação e a comunhão com Deus, com os irmãos, com minha mulher e com os filhos, sempre com percursos de “morte e ressurreição, desolação e consolo”

Como já mencionado também do ponto de vista material, o Senhor sempre proveu trabalho e recursos, educando-me e levando-me ao conhecimento de mim mesmo para ensinar-me a misericórdia e o amor pelos outros.
Devo dizer honestamente que eu me esforço para não arruinar a Sua obra, até hoje, toda vez que me foi concedido confiar Nele eu não me decepcionei.

[Tradução Thácio Siqueira]

20 de mar. de 2012

Gabriel Chalita defende a união civil homossexual (Video)

Clique no link a baixo e veja o video onde de novo o deputado Gabriel Chalita afirma suas mentiras e defende a união civil homossexual.

http://terratv.terra.com.br/especiais/noticias/4416-407374/gabriel-chalita-defende-a-uniao-civil-homossexual.htm


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CAIU DAVI... CAIU SÃO PEDRO... “ANIMEMO-NOS!”


CAIU DAVI... CAIU SÃO PEDRO... “ANIMEMO-NOS!”

(Is 30, 18)

“Mas Deus espera a hora de poder mostrar-vos a sua graça, ele se ergue para mostrar-vos a sua compaixão”.

Muitas pessoas lutam fervorosamente para crescerem na santidade, mas ficam desanimadas diante das quedas no caminho... quedas no pecado; e, desesperadas, se desanimam e não sentem mais vontade de continuar a caminhada em busca da perfeição. Pobres infelizes! O Demônio está quase triunfando!

Esses desanimados e pessimistas devem olhar para o Rei Davi e para o Apóstolo São Pedro; se eles, os grandes, caíram... nós, pequenos efracos, devemos estar atentos para não cairmos... e se por desgraça cairmos, devemos voltar o quanto antes para o Senhor. Aprendamos dasquedas dos grandes para permanecermos de pé; e se cairmos, lembremo-nos de que se arrependeram e receberam o perdão de Deus: “A Sagrada Escritura dá a conhecer as faltas de homens como Davi e São Pedro, a fim de que a caída dos grandes ponha os pequenos em vigilância; a mesma Escritura fala do arrependimento e do perdão que alcançaram de Deus, animando assim o pecador a esperar a salvação. Caiu Davi; que ninguém presuma de si mesmo. Davi se arrependeu; que ninguém depois de haver pecado se desespere de conseguir o perdão” (São Gregório Magno).

O Rei Davi caiu vergonhosamente: o adultério (2 Sm 11, 1-5); aestratagema para encobrir sua ignomínia e escapar da pena que levaria consigo esse pecado (2 Sm 11, 6-13) e a decisão de buscar a morte de Urías (2 Sm 11, 14-24).

São Pedro também caiu vergonhosamente: “Pedro estava sentado fora, no pátio. Aproximou-se dele uma criada, dizendo: ‘Também tu estavas com Jesus, o Galileu!’ Ele, porém, negou diante de todos, dizendo: ‘Não sei o que dizes’. Saindo para o pórtico, uma outra viu-o e disse aos que ali estavam: ‘Ele estava com Jesus, o Nazareu’. De novo ele negou, jurando que não conhecia o homem. Pouco depois, os que lá estavam disseram a Pedro: ‘De fato, também tu és um deles; pois o teu dialeto te denuncia’. Então ele começou a praguejar e a jurar, dizendo: ‘Não conheço o homem!’ E imediatamente o galo cantou” (Mt 26, 69-74).

O Rei Davi se arrependeu e foi perdoado: “Pequei contra o Senhor!’ Então Natã disse a Davi: ‘Por sua parte, Deus perdoa a tua falta: não morrerás” (2 Sm 12, 13).

São Pedro se arrependeu e também foi perdoado: “Saindo dali, ele chorou amargamente” (Mt 26, 75).

Em Lc 22, 61 diz: “... e o Senhor, voltando-se, fixou o olhar em Pedro”. No meio daquele aturdimento, o olhar sereno do Senhor conforta a fé de Pedro; e as lágrimas de dor purificam-na. Olhar de perdão!

Deus não espera do pecador o DESPERO, REVOLTA, DESÂNIMO... mas sim, o arrependimento sincero e propósito firme.

Foi grave o pecado de Simão Pedro, mas também foi profundo o seu arrependimento. A sua fé, já provada, chegou a ser fundamento sobre o qual Cristo edificou a sua Igreja (Mt 16, 18).

No plano da nossa vida pessoal, “pensemos que por mais funda que tenha sido a nossa queda, maior é a misericórdia divina disposta sempre a perdoar-nos, porque o Senhor não despreza um coração contrito e humilhado (Sl 50, 19). Se nos arrependermos sinceramente, Deus fará de nós pecadores, seus instrumentos fiéis” (Edições Theologica).

Não nos desesperemos nem nos desanimemos diante de nossas quedas; mas, com os olhos fixos no Coração bondoso do Senhor, peçamos a sua misericórdia: “Com quanto amor e ternura Deus abraça o pecador que volta para ele!” (Santo Afonso Maria de Ligório).

Pe. Divino Antônio Lopes FP.

Anápolis, 14 de agosto de 2011

Barack obama O presidente mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram… 20.03.2012 - Lista mostra que revolta contra política de contracepção é apenas


O presidente mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram…

20.03.2012 - Lista mostra que revolta contra política de contracepção é apenas a ponta do iceberg de Obama.

Como se o mandato do governo de Obama de que os empregadores católicos — contra a doutrina da Igreja Católica — devam pagar as despesas de controle de natalidade de seus funcionários não fosse motivo para revolta suficiente para os cristãos dos EUA…

Agora David Barton, historiador de questões de fé e liberdade e do WallBuilders, elaborou uma lista de 50 ações anticristãs e antijudaicas documentadas que Obama tomou desde que assumiu a presidência, levando Barton a concluir que Barack Obama é na verdade “O presidente americano mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram”
“Quando observamos a falta de vontade do presidente Obama para se adaptar a quatro séculos de proteção de consciência religiosa através de suas tentativas de exigir que os católicos vão contra suas próprias doutrinas e crenças, somos tentados a dizer que ele é anticatólico”, Barton escreve. “Mas essa caracterização não seria correta. Embora tenha mirado recentemente os católicos, ele tem mirado de igual modo as tradicionais crenças protestantes”.

Barton sugere que sua lista — que inclui links para notícias da NBC, WND, do Los Angeles Times, do Christianity Today e dezenas de outras fontes — demonstra um padrão de “tratamento desrespeitoso e horroroso” para com qualquer pessoa que mantenha valores bíblicos.

“Talvez a descrição mais precisa dessa antipatia para com católicos, protestantes, judeus religiosos e a nação judaica seria caracterizá-la como ‘antibíblica’”, Barton escreve. “E então quando essa hostilidade para com pessoas que têm fé bíblica é contrastada com o seu tratamento preferencial para com os muçulmanos e nações muçulmanas, isso reforça ainda mais a precisão da descrição dele como um homem contrário à Bíblia. Na verdade, tem havido inúmeras vezes, que foram documentadas, em que suas posições pró-islamismo foram a causa de suas ações contra a Bíblia”.

Entre as 50 ações tomadas incluem-se as seguintes:

* Maio de 2009 — Obama não permitiu que o culto do Dia Nacional de Oração (um dia estabelecido por lei federal) ocorresse na Casa Branca.

* 19 de Outubro de 2010 — Obama deliberadamente começa a omitir a frase sobre “o Criador” quando cita a Declaração de Independência — uma omissão que ele cometeu em pelo menos sete ocasiões.

* Abril de 2011 — Pela primeira vez na história americana, Obama pede aprovação de uma lei antidiscriminação que não contém proteções de contratação para grupos religiosos, forçando as organizações religiosas a contratarem de acordo com mandatos federais sem levarem em conta os mandamentos de sua própria religião, eliminando assim a proteção de consciência na contratação.

* Janeiro de 2011 — Depois que uma lei federal foi aprovada permitindo a transferência do Memorial da Segunda Guerra Mundial no Deserto de Mojave para uma propriedade privada, a Suprema Corte dos EUA decidiu que a cruz no memorial poderia continuar em pé, mas o governo de Obama se recusou a permitir a transferência da terra como mandava a lei e se recusou a permitir que a cruz fosse reerguida conforme havia sido ordenado pela Suprema Corte.

* Junho de 2011 — O Departamento de Assuntos Veteranos proíbe referências a Deus e Jesus durante as cerimônias de enterro no Cemitério Nacional de Houston.
* Setembro de 2011 — As Forças Armadas divulgam normas para o Centro Médico Walter Reed estipulando que “Não são permitidos a entrega ou uso de nenhum item religioso (por exemplo, Bíblias, materiais de leitura e / ou fatos) durante uma visita”.

* Fevereiro de 2012 — As Forças Aéreas removem “Deus” do emblema do Gabinete de Capacitação Rápida (a palavra sobre o emblema em latim era: Dei).

* Fevereiro de 2011 — Obama orienta o Ministério de Justiça a parar de defender a Lei de Defesa do Casamento, que é uma lei federal.

* Maio de 2009 — Embora Obama não permita nenhum evento do Dia Nacional de Oração na Casa Branca, ele permite jantares Iftar na Casa Branca em honra ao Ramadã.

* 2010 — Embora cada governo americano tradicionalmente divulgue centenas de proclamações oficiais e declarações em numerosas ocasiões, o governo americano sob Obama evita feriados e eventos bíblicos tradicionais, mas regularmente reconhece os principais feriados muçulmanos, conforme ficou comprovado por suas declarações de 2010 no Ramadã, Eid-ul-Fitr, Hajj, e Eid-ul-Adha.

“Muitas dessas ações são literalmente sem precedentes — essa é a primeira vez que elas aconteceram em quatro séculos de história americana”, Barton conclui seguindo a lista completa. “A hostilidade do presidente Obama para com a fé e valores bíblicos é sem igual em todos os presidentes americanos anteriores”.

Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo de WND: Most ‘biblically hostile’ president ever is ...
Fonte: www.juliosevero.com

Grande manifestação DIA 21/03 EM SP (CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!)


Cruzada contra o AbortoO bispo emérito de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini convoca todos os Católicos a estarem dia 21 de março de 2012 nas escadarias da Catedral da Sé, em São Paulo, para de lá partirem para o fórum João Medens em protesto contra a aprovação do aborto. Chegou a hora de mostrar a força de todos os católicos. Estaremos todos juntos contra a abominação que ameaça a vida de milhões de bebês. Vamos lutar como valorosos cruzados, marchando pela bandeira de Cristo Rei e esmagando a cabeça de Satanás. Sem violência mas com muito barulho, faremos o inferno tremer de pavor ante o povo de Deus. O Brasil é católico e Diz NÃO AO ABORTO!

Levanta-vos, Soldados de Cristo!CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!
PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO PÚBLICA
DATA: 21.03.2012
HORÁRIO DO INÍCIO: 12:30 horas
CONCENTRAÇÃO: a partir das 11:00 h, nas escadarias da CATEDRAL DA SÉ – SÃO PAULO
LOCAL da MANIFESTAÇÃO: em frente ao FORUM JOÃO MENDES, na Praça João Mendes, Centro, São Paulo
CAMISETAS: haverá distribuição de camisetas para os primeiros 500 participantes (dependendo da numeração)
LEVAR : APITOS, FAIXAS E CARTAZES: ABORTO NUNCA MAIS – CPI DO ABORTO, JÁ – ABORTO NÃO – os grupos podem imprimir suas próprias camisetas
Quem não puder comparecer, pode se manifestar no dia por outras formas:
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Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
Jornalista MTB 123

19 de mar. de 2012

Pai & Mae , Eu sou Hetero !(video)


Domingo Espetacular chama Valdemiro Santiago de ladrão e mentiroso (VIDEO)


 

Domingo Espetacular chama Valdemiro Santiago de ladrão e mentiroso
Neste domingo, durante mais de 30 minutos foi apresentada uma reportagem investigativa no programa Domingo Espetacular, exibido pela Rede Record. O teor usado pela emissora foi de denunciar as irregularidades no que diz respeito ao uso das finanças da Igreja Mundial do Poder de Deus, na pessoa do seu presidente, o apóstolo Valdomiro Santiago. Desde a chamada, avisou-se que seriam revelados os “segredos” do apóstolo.
O repórter Marcelo Rezende usou imagens da internet para contrastar os apelos do líder da IMPD com os bens que estão em seu nome no Estado do Mato Grosso. Trata-se de duas fazendas avaliadas em 50 milhões de reais.
Adquiridas no ano passado, com dinheiro da igreja e agora em nome de Valdomiro Santiago e sua esposa, a bispa Francileia de Oliveira, as fazendas Santo Antônio do Itiquira e Formosa estão localizadas na cidade de Santo Antônio do Leverger.
Usadas para atividade pecuária, estima-se que existem ao todo 5000 cabeças de gado, avaliados em R$ 6,5 milhões de reais. Além disso, a reportagem da Record mostrou outros bens pertencentes ao apóstolo, como jatinhos, helicópteros e carros de luxo.
Entre as acusações feitas a Valdemiro estão, principalmente, a de enriquecimento ilícito e de lavagem de dinheiro. Como no Brasil as igrejas são isentas de impostos e não precisam prestar contas ao governo de suas arrecadações, aparentemente a IMPD precisou usar “laranjas” para adquirir esses e outros bens.
Segundo mostrou a matéria do Domingo Espetacular, Valdemiro e Francileia são os sócios majoritários da empresa W S Music, cujo procurador e Nicanor de Oliveira, irmão do apóstolo e administrador das fazendas.
Uma vez que a WS Music tem como valor declarado 50 mil reais, seria impossível ter capital suficiente para adquirir as duas propriedades rurais, uma custando 29 milhões e a outra 20 milhões. No total, as duas fazendas totalizam 26.134 hectares, quase duas vezes o tamanho de Jerusalém, capital de Israel.
Marcelo Rezende afirmou que a matéria demorou quatro meses para ser preparada e que foi necessária muita investigação. Também foi dada a Valdomiro a oportunidade de se explicar, mas ele não atendeu a equipe da Rede Record.
Ficou claro durante a exibição do material a rivalidade existente entre os dois líderes, pois em vários momentos foram mostradas as provocações de Valdomiro na TV ao falar de Edir Macedo. Também se evidenciou a rivalidade das igrejas que muitas vezes ocupam prédios na mesma rua ou até mesmo vizinhos.
A Igreja Universal alega que desde que saiu dos seus quadros, em 1998, Valdomiro tem recrutado ex-pastores da igreja e tentado atrair as mesmas pessoas.
Entre as muitas acusações e perguntas sem resposta, o Domingo Espetacular mostrou que Valdemiro foi preso em 2003 por transportar ilegalmente armas e munição. Também lembrou o episódio em que três pastores da IMPD foram presos em 2010, acusados de tráfico internacional de armas. Afirmou-se que o destino dessas armas seriam os traficantes de drogas do Rio de Janeiro, que teriam uma ligação com a igreja.
Também foi exibida a situação de mais de 50 templos da IMPD que estariam com ordens de despejo por falta de pagamento. Donos dos imóveis foram entrevistados e também um jurista que pediu publicamente que a Receita Federal investigue Valdemiro e a sua igreja.
Para os expectadores do programa, ficou claro que o uso das imagens do apóstolo pedindo dinheiro na televisão e a comprovação de sua riqueza estão ligadas. Várias vezes ele foi chamado de “mentiroso” e tentou-se desqualificar suas credenciais como sacerdote, por estar se beneficiando da fé alheia para proveito próprio.
No final da matéria, ficou o aviso “a Rede Record vai continuar investigando”, o que indica que nos próximos domingos pode haver mais “segredos revelados”.
O assunto tomou conta das redes sociais e no Twitter cinco termos relacionados estavam entre os “assuntos do momento” (TTs). Centenas de comentários criticavam Valdemiro e muita gente também recriminava Edir Macedo. Uma das definições mais comum era #guerraNADAsanta.
Assista a reportagem na íntegra:

Assista a reportagem na íntegra:


Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/domingo-espetacular-denuncia-valdomiro-santiago-ladrao-mentiroso/#ixzz1paD3fTcV

José varão justo por excelência


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Pe. Mário Beccar Varela, E.P.

A Teologia aprofundou de forma admirável, ao longo dos séculos, na divina missão de São José e descreveu com riqueza de detalhes as graças que Providência lhe concedera.

Os principais traços da vida do santo esposo da Virgem Maria chegaram até nós nos primeiros capítulos do primeiro e terceiro evangelhos 1.

Segundo vários autores, entre os quais São Justino 2, São José era originário de Belém, a cidade de Davi, seu antepassado, situada dez quilômetros ao sul de Jerusalém. Mais tarde, passou a morar em Nazaré, cidade na qual, em obediência à voz do anjo, estabeleceu- se novamente ao voltar do Egito, cumprindo-se assim o que de Jesus diziam os profetas: "Será chamado Nazareno" (Mt 2, 23).

Mateus (13, 55) e Marcos (6, 3) o designam como téktón, o que significa tanto carpinteiro quanto artesão ou edificador de pequenas casas.

Perfil moral do santo Patriarca



Poucos são, em conseqüência, os dados diretos que nos referem os Evangelhos sobre São José. No entanto, ao ter sido ele escolhido por Deus para esposo de Maria, a "cheia de graça", e digno custódio do Verbo Encarnado, não podemos duvidar de ter sido ele provido de dons e virtudes extraordinários, que vão muito além do conciso relato de Marcos e Mateus.

José "é o esposo de Maria e pai legal de Jesus. Dessa fonte mana sua dignidade, sua santidade, sua glória. Certo é que a dignidade de Mãe de Deus chega tão alto que nada pode existir de mais sublime. Mas, uma vez que entre a Santíssima Virgem e José estreitouse um laço conjugal, não há dúvida de que ele, mais do que qualquer outro, se aproximou daquela altíssima dignidade pela qual a Mãe de Deus supera de muito todas as criaturas. Já que o matrimônio é o máximo consórcio e amizade - ao qual está unida a comunhão de bens - segue-se que, se Deus deu José como esposo à Virgem, não o deu apenas como companheiro de vida, testemunho da virgindade e tutor da honestidade, mas também para que ele participasse, por meio do pacto conjugal, na excelsa grandeza dEla" 4.

Nesse sentido, Santo Alberto Magno o exalta dizendo: "Fez de seu coração e de seu corpo um templo ao Espírito Santo, no qual ofereceu a si mesmo a Deus e, em si mesmo, a mais perfeita castidade de corpo e alma, no mais aceitável e agradável sacrifício a Deus" 3.


E o Papa Leão XIII, numa encíclica dedicada a São José, mostra como seu matrimônio com a Santíssima Virgem o fazia partícipe da grandeza dEla.




I - O evangelho da solenidade



Jamais houve em São José dúvida quanto à
santidade de Maria A passagem mais significativa das Sagradas Escrituras a respeito do esposo de Maria foi escolhida pela Igreja como segunda leitura própria da solenidade de São José. Tomada do Evangelho de Mateus (1, 18-24), ao percorrê-la, sentimos o estilo claro, breve, exato, musical até, com que os autores sagrados narram as maravilhas da salvação.
Analisemos um a um esses seis poéticos versículos:
Eis como nasceu Jesus Cristo: Maria, sua Mãe, estava desposada com José. Antes de coabitarem, aconteceu que Ela concebeu por virtude do Espírito Santo.

O termo "desposada" merece uma explicação, que nos é dada pelo douto Pe. Ricciotti: "O matrimônio entre os judeus se realizava em duas etapas.

O compromisso (em hebraico kiddushin ou erusin) não era uma mera promessa, como hoje, mas um contrato legal perfeito, ou seja, verdadeiro matrimonium ratum. Portanto, a mulher prometida em casamento era esposa em sentido pleno e podia receber o libelo de repúdio. E em caso de morte era verdadeira viúva. Cumprido este compromisso matrimonial, os prometidos- esposos ficavam nas respectivas famílias por certo tempo que era costumeiramente de um ano [...] Este tempo era empregado nos preparativos da nova casa e do mobiliário familiar" 5.

José, seu marido, que era um homem justo

A palavra "justo" tem aqui um valor muito grande. Santo Alberto Magno assim comenta: "São José foi varão perfeito, no referente à justiça, pela constância da sua fé; quanto à temperança, pela virtude de sua castidade; quanto à prudência, pela excelência de sua discrição; quanto à fortaleza, pela energia de sua ação. Assim, pois, encontramos nele as quatro virtudes cardeais em grau excelente" 6.
Consideremos mais adiante as virtudes de São José, dando continuação agora ao relato de Mateus.

José jamais duvidou da integridade de Maria

...e, não querendo difamá-La, resolveu deixá-La secretamente.

É importante salientar que dentro desta grande perplexidade jamais houve em São José dúvida alguma quanto à santidade de Maria.

Esta santidade lhe era evidente, não só por ser notória para qualquer um, mas porque José fora dotado por Deus - uma vez que tinha sido escolhido para ser o pai adotivo de Jesus - com dons especiais para discernir todas as virtudes que adornavam a alma da Virgo Virginum.

O sensum fiedei nos leva, portanto, a concluir não ser possível que José tenha duvidado dEla. Ao encontro disso, vejamos também o que comentam a respeito desta passagem alguns grandes doutores.

Diz São Tomás que José conhecia a santidade de Maria, o que o fazia sentir-se demasiado pequeno: "José não quis abandonar Maria para tomar outra esposa, ou por alguma suspeita, mas porque temia, em sua humildade, viver unido a tanta santidade; por isso lhe foi dito ‘Não temas' (Mt 1, 20)" 7.

Por sua vez, o doctor melifluus, São Bernardo, exclama, em uníssono com São Tomás: "Mas por que quereria ele deixá-la? Considerai sobre este ponto, não meu próprio pensamento, mas o dos Padres da Igreja. Se José quis abandonar Maria, o fez movido pelo mesmo sentimento que levou São Pedro dizer, quando procurava afastar o Senhor para longe de si: ‘Retirai-Vos de mim, porque sou um homem pecador' (Lc 5, 8); e ao centurião, dissuadindo o Salvador de ir até sua morada, afirmar: ‘Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa' (Mt 8, 8). Foi, pois, levado por esse pensamento que José também, julgando-se indigno e pecador, dizia a si mesmo que não devia viver por mais tempo na familiaridade de uma mulher tão perfeita e tão santa, cuja admirável grandeza de tal forma o ultrapassava e lhe inspirava pavor. Ele via com uma espécie de assombro que Ela estava grávida da presença de um Deus, e, não podendo penetrar esse mistério, tinha feito o propósito de deixá-La" 8.

O motivo do desejo de partir, portanto, não era uma dúvida sobre a integridade de Maria, mas, pelo contrário, o seu abismamento de veneração e de humildade perante a grandeza dEla!

Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: "José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, pois nEla o que é gerado é do Espírito Santo".

Desvendado o mistério, tudo fica claro. É esta uma verdadeira "anunciação" a José, a qual se relaciona harmoniosamente com a Anunciação do anjo Gabriel a Maria 9.

O nome Jesus

Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois Ele vai salvar o seu povo de seus pecados.

Era, de fato, atribuição do pai, na lei judaica, dar o nome ao filho.

No evangelho, por exemplo, se relata também a perplexidade dos parentes de São João Batista ao saberem como queriam seus pais que ele fosse chamado. Zacarias, então, escreveu sobre uma tabuleta: "João é seu nome" (Lc 1, 63). Esse episódio deixa patente como, apesar da estranheza de muitos, pois ninguém na família se chamava assim, se aceitou a autoridade do pai nessa circunstância.

Nesse versículo, a voz do Senhor, por meio do anjo, se faz ouvir a José, comunicando-lhe que Deus o associa a este grande mistério: é ele quem deve nomear ao Salvador. De igual forma, Deus ratifica a legitimidade do pátrio poder de São José sobre Jesus, ou seja, sua condição de verdadeiro pai, como salienta o Papa João Paulo II, na sua já citada Exortação Apostólica: "Quando lhe deu o nome, José declarou a própria paternidade legal em relação a Jesus; e, pronunciando esse nome, proclamou a missão deste menino, de ser o Salvador" 10.

Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor falou pelo profeta: Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um filho, que se chamará Emanuel, que significa: Deus conosco.

Podemos considerar que o nome dAquele que veio a ser o Redentor do mundo tinha sido escolhido por Deus desde toda a eternidade, de acordo com a essência do Salvador. Afirma, com efeito, no mesmo documento o Papa João Paulo II: "Neste caso, trata- se de um Filho que - segundo a promessa divina - realizará plenamente o que esse nome significa: Jesus - Yehosua, que quer dizer ‘Deus salva'" 11. Pois, desde antigos tempos, o nome queria significar as propriedades ou qualidades de seu detentor.

Diz a este respeito São Tomás: "Os nomes devem corresponder às propriedades das coisas. [...] os nomes dos indivíduos são dados por alguma propriedade daquele a quem se dá o nome. [...] Mas os nomes que Deus impõe a alguns significam sempre algum dom gratuito que Deus lhes concede, como foi dito a Abraão: ‘Serás chamado Abraão, porque Eu te constituí pai de numerosas nações' (Gn 17, 15); ou como foi dito a Pedro: ‘Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18).

"Ora, dado que ao homem Cristo fora concedido este dom gratuito de salvar todos os homens, convenientemente, pois, Lhe foi dado o nome de Jesus, ou seja, Salvador; nome que o anjo comunicou de antemão não só à Mãe, mas também a José, que haveria de ser o pai de criação" 12.

Assim se conclui a anunciação do anjo a José, com a revelação da missão de Jesus de "salvar o seu povo de seus


Deus concedeu a São José todas as graças
já desde a infância: piedade, virgindade, pru-
dência, perfeita fidelidade ... pecados". Podemos exclamar, com a liturgia da Igreja: "O magnum misterium!" Sobre este mistério sublime, assim revelado, comenta São Bernardo: "O Senhor achou José segundo o Seu coração e lhe confiou com inteira segurança o mais misterioso e o mais sagrado segredo de Seu coração. Ele lhe revelou as obscuridades e os segredos de Sua sabedoria, facultando-lhe conhecer o mistério desconhecido desde as origens do mundo. Aquilo que numerosos reis e profetas desejaram ver e não viram, foi concedido a ele, José, o qual não só viu, mas também compreendeu, carregou, guiou os passos, abraçou, osculou, alimentou e protegeu" 13.
Quando acordou, José fez como o anjo do Senhor havia mandado e assumiu para si a sua esposa.

É de salientar aqui a obediência de São José à voz do anjo. Essa mesma docilidade se tornará patente também quando receber a ordem de ir para o Egito, fugindo de Herodes e, mais tarde, quando o mensageiro celeste o mandar voltar, por já ter morrido o tirano. Sua submissão é paralela à de Maria, que exclamou, ao receber a inefável notícia de que seria a Mãe de Deus: "Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em Mim segundo a tua palavra" (Lc 1, 38).

II - Outros episódios narrados nos evangelhos



Visitação a Santa Isabel

Os evangelhos não mencionam a presença de José na viagem de Maria a Ain-Karim, para visitar sua prima Isabel.
Mas é óbvio que ele não deixaria sua jovem esposa fazer sozinha uma viagem tão longa. Era preciso percorrer mais de cem quilômetros, que requeriam cerca de três dias de penosa caminhada, por veredas tortuosas e não isentas de todo tipo de incertezas.

Era preciso contar não só com os perigos da natureza, como também com a insegurança dos caminhos, tantas vezes infestados de salteadores.

Além disso, para a mentalidade e os costumes da época, era incompreensível que uma jovem andasse sozinha, e menos ainda empreendesse uma viagem desse porte sem estar acompanhada de algum familiar muito próximo ou, se já fosse casada, do próprio esposo.

O fato de ter José levado consigo Maria a Belém, também confirma essa hipótese. Certamente, assim procedeu para não deixar sua esposa sozinha em casa, uma vez que a presença dEla não era necessária para o recenseamento.

Fuga para o Egito


Em todas as obrigações que, como pai, lhe
competiam, José praticou de forma excelsa a
virtude da fortaleza Os evangelhos narram, após a primeira manifestação do anjo, ainda outra, ordenando a fuga para o Egito. Ali, São José deixa novamente transparecer sua inteira obediência à inspiração divina. Quantos desvelos, quantas preocupações, quantas noites exposto às inclemências do tempo, ao longo das agrestes rotas da época, exercendo sua função de esposo e custódio de Maria, de pai e zeloso guardião do Redentor! Porém, uma vez mais, o silêncio sublime do evangelho cobre os detalhes dessa provação para a Sagrada Família.
Jesus, Maria e José permaneceram no Egito "até a morte de Herodes" (Mt 2, 15). Mas o Santo Patriarca não ousou voltar para a Judéia, ao saber que lá reinava Arquelau, filho de Herodes; "avisado divinamente em sonho" (Mt 2, 22), retirou-se paraa Galiléia e instalou-se com Jesus e Maria na cidade de Nazaré.

Em todas essas obrigações que, como pai, lhe competiam, José praticou de forma excelsa a virtude da fortaleza.
Com efeito, o que não significaria cuidar de Jesus e Maria, sustentá-Los e defendê-Los como Eles mereciam, nas dificuldades da vida daqueles tempos...

Mais ainda, no exílio do Egito - terra estranha e pagã - quais não terão sido os obstáculos e perigos!

Perda e encontro de Jesus no Templo

A perda de Jesus no Templo nos é narrada pelo evangelho de Lucas (cf.
Lc 2, 41-51). Tinha Jesus "doze anos", quando seus pais subiram, como "todos os anos", para Jerusalém por ocasião da Páscoa, para cumprir a Lei.

No regresso, pensaram eles que seu Filho estava entre a comitiva da viagem, mas não O encontrando, voltaram a Jerusalém, à Sua procura. Três dias depois, O acharam ensinando no templo, entre os doutores.

Para Maria e José, foi uma tremenda provação cuja magnitude se entrevê no curto diálogo com Jesus e, sobretudo, no comentário final do evangelista: "Meu filho, que nos fizeste? Eis que teu pai e eu andávamos aflitos à Tua procura.
Ele respondeu-Lhes: "Por que Me procuráveis? Não sabíeis que devo ocupar- Me das coisas de meu Pai?" Eles, porém, não compreenderam o que Ele lhes dissera". Uma vez mais, José depara com a prova da perplexidade ante os desígnios divinos, tantas vezes incompreensíveis à inteligência humana.

Jesus "desceu com Eles a Nazaré e lhes era submisso". E ali o Menino "crescia em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens" (Lc 2, 51-52).

A paixão de São José

Sobre esses episódios, narrados tão sucintamente pelo autor sagrado, o inspirado comentário do padre Bonifacio Llamera lança uma luz: "A infância e a vida oculta de Jesus constituem a paixão de São José" 14. Maravilhoso período da vida do Salvador, em que o mistério envolve com resplendores dourados a virtude de Jesus, Maria e José.

Também o padre Eugenio Cantera, renomado teólogo espanhol, comenta sobre o mesmo período: "Em todas as cenas da infância do Salvador advertimos não só a presença de José, mas também sua intervenção direta, sua ação imediata; ação, se quiser, oculta e silenciosa, mas eficaz e constante. Contemplemos por alguns momentos esses passos de Jesus Menino e o veremos sempre acompanhado de José" 15.

Todo esse tempo junto a Jesus e Maria significou para José um acréscimo, a cada instante, das virtudes infusas com que a Providência o tinha dotado.

III - "Vir justus", esc olhido desde toda a eternidade

Mas será que podemos nos limitar a considerar tão-somente as graças de José a partir de suas castas núpcias? Não é ele, como vimos, o vir justus, escolhido desde toda a eternidade para ser o pai adotivo de Jesus? Nesse sentido, afirma o Pe. Reginaldo Maria Garrigou-Lagrange: "Considerada sua missão totalmente divina, o Deus providente lhe concedeu todas as graças já desde a infância: piedade, virgindade, prudência, perfeita fidelidade..." 16.

Também São Jerônimo afirmava que José era chamado justo pela posse perfeita de todas as virtudes.
E o douto Pe. Juan de Maldonado, S.J., o confirma: "São José é chamado justo, não porque possuiu só a justiça, uma das quatro virtudes morais, mas porque esteve cheio de todo gênero de virtudes, como assinalou Crisóstomo" 17.

São José cooperou para constituição da ordem hipostática!

O conceituado teólogo dominicano, Pe. Bonifacio Llamera, na sua citada obra Teología de San José 18, dedica 36 páginas a demonstrar, baseado em renomados autores, como São José "coopera na constituição da ordem hipostática, de um modo verdadeiro e singular, extrínseco, moral e mediato" 19. E conclui: "São José [ está] compreendido no decreto divino da Encarnação".

A mesma opinião defende o biblista Pe. José Maria Bover, S.J., o qual, discorrendo sobre a paternidade de São José


Para Maria e José, a perda de Jesus no tem-
plo foi uma tremenda provação , cuja magni-
tude se entrevê no curto diálogo narrado por
São Lucas. numa de suas obras, chega a afirmar: "Relativamente ao Filho de Deus, enquanto homem, era verdadeira autoridade ou poder paterno: Jesus Cristo, enquanto homem, estava sujeito a José, ao qual devia obediência. No tocante à Mãe de Deus, a paternidade de José era como o complemento conatural da divina maternidade de Maria, a cuja categoria estava elevada. No referente a Deus Pai, era uma misteriosa participação, comunicação ou extensão de sua divina paternidade.
"Em virtude dessa tríplice relação, a inefável paternidade de José entroncava- se à ordem da união hipostática.
E a esta ordem suprema pertencia, conseqüentemente, a graça de José: não de ordem ministerial - como a de São João Batista ou a dos Apóstolos - mas graça de ordem e caráter hipostático, como era a graça da Mãe de Deus, se bem que num grau inferior em relação a Ela" 20.

Podemos, pois, concluir com o Pe. Garrigou-Lagrange: "A esta ordem superior pertence ‘terminative' a missão especial de Maria, isto é, a maternidade divina e, em certo sentido, ou seja, extrínseca, moral e mediatamente, a oculta missão do bem-aventurado José

Morte de São José

Por ter falecido nos braços de Jesus e Maria, São José é o padroeiro da boa morte. Pois se julga, e com razão, que ninguém foi tão bem assistido como ele em seus últimos momentos.

Quase se poderia dizer que por isso o termo de sua vida foi tão suave e consolador que dele esteve ausente qualquer sofrimento ou angústia.

No entanto, não podemos esquecer que para José esta foi a suprema perplexidade de sua existência terrena.
Pois, ao falecer, separava-se do convívio inefável com sua virginal esposa e com Jesus, o Filho de Deus. José partia para a Eternidade, deixando na terra o seu Céu...

A consideração do exemplo e dos preciosos dons concedidos por Deus ao pai adotivo de Jesus nos leve a confiar na poderosa intercessão daquele a quem o próprio Filho de Deus obedeceu: "E era-Lhes submisso" (Lc 2, 51).

"O exemplo de São José - afirmou o Papa Bento XVI na comemoração de sua festa litúrgica - é para todos nós um forte convite a desempenhar com fidelidade, simplicidade e humildade a tarefa que a Providência nos destinou. Penso antes de tudo, nos pais e nas mães de família, e rezo para que saibam sempre apreciar a beleza de uma vida simples e laboriosa, cultivando com solicitude o relacionamento conjugal e cumprindo com entusiasmo a grande e difícil missão educativa. Aos sacerdotes, que exercem a paternidade em relação às comunidades eclesiais, São José obtenha que amem a Igreja com afeto e dedicação total, e ampare as pessoas consagradas na sua jubilosa e fiel observância dos conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência.

Proteja os trabalhadores de todo o mundo, para que contribuam com as suas várias profissões para o progresso de toda a humanidade, e ajude cada cristão a realizar com confiança e com amor a vontade de Deus, cooperando assim para o cumprimento da obra da salvação" 22.

1) Mt 1-2; Lc 1-2; 3, 23; 4,22. Além disso, é mencionado como pai de Jesus em Jo 1, 45; 6, 42.
2) São JUSTINO, Dial. cum Tryph., LXXXVIII, in P.G., VI, 688.
3) Mariale, q. 51. Apud LLAMERA, Bonifacio. Teología de San José; BAC, Madrid, 1953, p. 160 4) LEÃO XIII Encíclica Quamquam pluries, 18 agosto de 1889, n. 3.
5) G. RICCIOTTI, Vita di Gesù. n. 232.
Società Grafica Romana, 3a. ed., Turim-Roma (1947).
6) SANTO ALBERTO MAGNO. Mariale, q. 22. Apud Llamera, Teología de San José. Bac Madrid, 1953, p. 462.
7) SÃO TOMÁS. Commentarium in Math. 1, 19, apud LLAMERA, B., ibidem, p. 209.
8) SÃO. BERNARDO, Homilia II Super Missus est n. 14.
9) Cf. JOÃO PAULO II, Exortação Apostólica Redemptoris Custos de 15-8-1989 nn. 4 e 12.
10) Idem, ibidem, n.12.
11) Idem, ibid. n. 3 12) SÃO TOMÁS. Suma Teológica, III, 37, Ad. 2 Resp.
13) SÃO BERNARDO. Homilia II super "Missus est" 2; 16.
14) LLAMERA, Bonifacio, ibidem, p. 166.
15) CANTERA, E. San José en el plan divino.
Apud Llamera, ibidem, p. 236.
16) GARRIGOU-LAGRANGE: De Præsentia S. Ioseph. "Angelicum" abril-junho 1928, apud Llamera, ibidem, 17) In Mt. 1, 19. Apud LLAMERA, ibidem, p. 198.
18) Biblioteca de Autores Cristianos, n.
108, Madrid, 1953. Deste livro diz o Pe. Antonio Royo Marín, O.P.: "Esta obra é, de longe, a melhor que se tenha escrito sobre São José no mundo todo" (La Virgen y Dios, BAC, Madrid, p. 406).
19) Ibidem, p. 115.
20) BOVER S.I., José Maria: Vida de Nuestro Señor Jesucristo (Barcelona, 1955), in P. Francisco de P. Solà, S.J. Mt 1-2 y las relaciones que establecen entre San José y el misterio de Cristo, in e-aquinas, Revista electrónica mensual del Instituto Santo Tomás (Fundación Balmesiana), março 2006.
21) De Præsentia S. Ioseph. "Angelicum" abril-junho 1928, p. 202, apud LLAMERA, ibidem, p. 131.
22) Ângelus, 19 de março de 2006.

(Revista Arautos do Evangelho, Marco/2008, n. 75, p. 18 a 23)