
29.04.2010 - ROMA - Os médicos de um hospital de Rossano Calabro, uma cidade no sul da Itália, foram acusados de não prestar socorro a um feto que sobreviveu por mais de 24 horas depois de ter sido abortado por uma paciente. O caso teve grande repercussão na Itália, onde grupos católicos reivindicam mudanças na lei que legaliza o aborto.A interrupção da primeira gravidez de uma mulher, cujo nome foi mantido sob sigilo, aconteceu...