Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

Mostrando postagens com marcador Igreja.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Igreja.. Mostrar todas as postagens

5 de mar. de 2012

Vídeo Comentário do Evangelho do III Domingo da Quaresma Ano B 11/03/12


Caros amigos, neste III Domingo da Quaresma, contemplamos o Evangelho de Marcos 2,13-25, um Evangelho fortíssimo, profético que questiona a relação do homem com Deus, da religião com o dinheiro... Jesus em uma ação de ira expulsa os vendilhões do templo, e diante disto, podemos dizer que também hoje, precisaríamos ver uma chicotada de Jesus expulsando de sua Igreja tantos vendilhões, tantos sacerdotes, que estão apenas ali para vender o seu peixe, preocupados com o dinheiro e com a fama ... para meditar mais, assista o vídeo. Caso não abrir clique: http://pt.gloria.tv/?media=263939

19 de dez. de 2011

Fora da Igreja não há salvação - São Cipriano de Cartago


IV Concílio de Latrão

IV Concílio de Latrão
"...Há apenas uma Igreja universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém é salvo...". Canon III: "Nós excomungamos e anatematizamos toda heresia erguida contra a santa, ortodoxa e Católica fé sobre a qual nós, acima, explanamos...".

Papa Inocêncio III

Papa Inocêncio III
"De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, que não de hereges, só a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva."

Santo Atanásio

Santo Atanásio
Evitai o veneno dos hereges e cismáticos e imitai o meu ódio para com eles porque são inimigos de Deus

São Jerônimo

São Jerônimo
“Nunca poupei os heréticos e empreguei todo meu zelo para fazer dos inimigos da Igreja meus inimigos pessoais.”

Santo Atanásio

Santo Atanásio
" Todo aquele queira se salvar, antes de tudo é preciso que mantenha a fé católica; e aquele que não a guardar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre (...) está é a fé católica e aquele que não crer fiel e firmemente, não poderá se salvar".

Pio XI - Mortalium Animos

Pio XI - Mortalium Animos
“Assim, veneráveis irmãos, é clara a razão pela qual esta Sede Apostólica nunca permitiu aos seus estarem presentes às reuniões dos acatólicos; porque não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno dos dissidentes à única verdadeira igreja de Cristo; dado que outrora, eles dela se apartaram”

Papa Bonifácio VIII

Papa Bonifácio VIII
"Por apego da fé, estamos obrigados a crer e manter que há uma só e Santa Igreja Católica e a mesma apostólica e nós firmemente cremos e simplemente a confessamos e fora dela não há salvação nem perdão dos pecados (...) Romano Pontífice, o declaramos, o decidimos, definimos e pronunciamos como de toda necessidade de salvação para toda criatura humana."

Santo Agostinho

Santo Agostinho
“Fora da Igreja é possível tudo, exceto a salvação. É possível ter honras, é possível ter sacramentos, é possível cantar aleluias, é possível responder amém, é possível possuir o Evangelho, é possível ter fé no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, é possível pregar; mas em nenhum lugar senão na Igreja Católica, é possível encontrar a salvação”.

DOM GUÉRANGER

DOM GUÉRANGER
“Quando o pastor se transforma em lobo, é ao rebanho que, em primeiro lugar, cabe defender. Normalmente, sem dúvida, a doutrina desce dos Bispos para o povo fiel, e os súditos, no domínio da Fé, não devem julgar seus chefes. Mas há, no tesouro da Revelação, pontos essenciais, que todo e qualquer cristão, em vista de seu próprio titulo de cristão, necessariamente conhece e obrigatoriamente há de defender.”

Dr. Plinio Corrêa de Oliveira

Dr. Plinio Corrêa de Oliveira
Que meu último ato de amor seja um ato de amor ao Papado. Pois assim morrerei na paz dos eleitos, bem unido a Maria, minha Mãe, e por Ela a Jesus, meu Deus, meu Rei e meu Redentor Boníssimo”.

Charles Journet

Charles Journet
“Quem não guarda a fé deixa de ser membro da Igreja”

Cardeal Manning

Cardeal Manning
"A Igreja não pode equivocar-se em sua fé, porque Deus é seu Mestre."

Bispo Torras Y Bages

Bispo Torras Y Bages
"A Sede própria do Espírito Santo é a santa Igreja católica."

Gustavo Corção

Gustavo Corção
"O católico que escolhe seus dogmas e seus mandamentos não é católico, é protestante."

Garrigou-Lagrange

Garrigou-Lagrange
"Os perniciosos erros que se espalham pelo mundo, tendem à descristianização completa dos povos"

Chesterton

Chesterton
“Somente a ortodoxia católica faz o homem feliz: é como os muros postos ao redor de um precipício onde pode brincar uma porção de crianças”

Dom Héctor Aguer

Dom Héctor Aguer
"A religião católica contém a Verdade total revelada por Deus e não dizemos isso com arrogância nem para desafiar ninguém. Não podemos diminuir esta afirmação"

Santo Ezequiel Moreno

Santo Ezequiel Moreno
"...muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários». São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. ‹‹Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja»"

Tratamento aos inimigos da Igreja

Os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa, desde que não se falte à verdade, sendo obra de caridade gritar: 'Eis o lobo!', quando está entre o rebanho ou em qualquer lugar onde seja encontrado" (São Francisco de Sales, Bispo e Doutor da Igreja, Filotea ou Introdução à Vida Devota, parte III, cap. 28)


Amados, achei por bem publicar essa postagem, visto o ataque que sofremos vindo de protestantes, principalmente membros da IURD. Alguns protestantes indignados com esta afirmação distorcem o conteúdo, e através de mentiras, dizem que essa afirmação é contemporânea, pois bem, São Cipriano de Cartago foi o primeiro a proclamar tal afirmação por volta do ano 250 dC e não se cansa de repetir que «quem abandona a cátedra de Pedro, sobre a qual está fundada a Igreja, fica na ilusão de permanecer na Igreja» . Cipriano sabe bem, e o disse com palavras fortes, que «fora da Igreja não há salvação» (Epístola 4, 4 e 73,21), e que «não pode ter Deus como Pai que não tem a Igreja como mãe» . Característica irrenunciável da Igreja é a unidade, simbolizada pela túnica de Cristo sem costura : unidade que, segundo diz, encontra seu fundamento em Pedro e sua perfeita realização na Eucaristia . «Só há um Deus, um só Cristo», exorta Cipriano, «uma só é sua Igreja, uma só fé, um só povo cristão, firmemente unido pelo fundamento da concórdia: e não pode separar-se o que por natureza é um»

12 de dez. de 2011

O Papa senta em um “trono de ouro”? Veja a Verdade!


A imagem forjada ACIMA para enganar tolos, foi hospedada neste link abaixo, e mostra uma foto do Papa no trono, colada maldosamente ao lado de outra foto onde uma criança come migalhas do chão:http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/318328_180951741988140_100002199467613_478259_555102286_n.jpg

A Verdade:

1- O Papa jamais poderia vender aquele trono, pois não lhe pertence, é patrimônio tombado da humanidade. O Papa fez voto de pobreza, o deslocado versículo bíblico usado alí não se lhe aplica.

2- O trono em que senta o Papa nunca foi de “ouro”. O trono é de madeira com cobertura de bronze dourado. Só os tolos pensam que tudo que reluz é ouro.

Gian Lorenzo Bernini , o maior escultor do século XVII e também um extraordinário arquiteto, em 1657 começou o Trono de São Pedro, ou Cathedra Petri, uma cobertura em bronze dourado do trono em madeira do papa, que foi terminada em 1666, ao mesmo tempo que realizava a colonata. Continuando os seus retratos em bustos de mármore, esculpiu em 1650 um de Francisco I d’Este, duque de Modena.
Fonte: http://www.arqnet.pt/portal/biografias/bernini.html

Os embusteiros que visaram o falso testemunho juntando estas fotos, fariam melhor se pegassem a criança que come migalhas do chão e a levassem a Igreja Católica, a maior Obra Caritativa do Mundo, confira: http://cotidianoespiritual.blogspot.com/2011/10/igreja-catolica-maior-obra-caritativa.html

Doações do Papa aos países pobres:http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/corunum/corunum_po/profilo_po/doni_po.html

Missões de caridades da Igreja:http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/corunum/corunum_po/attivita_po/mission


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

14 de nov. de 2011

Canção Nova, Edinho Silva, a mentira e os panfletos das eleições 2010

A fonte deste artigo é do blog Deus lo Vult!, do meu amigo Jorge Ferraz.

Pra quem, talvez, ainda não saiba da história, o então Deputado por SP, Edinho Silva, está fazendo um programa na emissora católica Canção Nova intitulado "Justiça e Paz". O programa foi criado a partir de um desejo do Papa em que os católicos entendam mais sobre a Doutrina Social da Igreja. 

Vários católicos - entre eles, eu - estão se mobilizando contra esta infâmia. Motivo? O então deputado está coligado ao partido que defende interesses anticristãos, entre eles o aborto e o casamento homossexual: o PT. Sabemos, também, que o PT está altamente ligado à Teologia da Libertação, movimento este encabeçado por Leonardo Boff e Frei Betto (estes que, aliás, apoiaram abertamente os temas aborto e casamento gay nas eleições, bem como à candidatura da atual presidente, Dilma). Logo, não é, nem em última instância, do PT que a Canção Nova e todos os seus associados precisam para falar sobre a Doutrina Social da Igreja; poderiam muito bem contar com o Professor Felipe Aquino ou Padre Paulo Ricardo.

Desde sábado estamos cobrando explicações e ações da comunidade Canção Nova pelo Twitter, exigindo a retirada do petista, cujo partido não representa em nada a Doutrina Social da Igreja. O artigo a seguir mostra o rumo que está levando.

Se você também não ficar satisfeito, envie twittes para @cancaonova, @etocn, @edinhosilva.

__________________________________________________________________________________

Quero escrever mais algumas linhas sobre o sr. Edinho Silva, o deputado gayzista e perseguidor da Igreja que ganhou recentemente um programa semanal na Canção Nova – em reconhecimento pelos bons serviços prestados, quiçá. Ontem o sr. deputado participou de um bate-boca no seu Twitter – @edinhosilva – com algumas pessoas que, justamente indignadas, cobravam um mínimo de coerência da Canção Nova e do parlamentar petista.

Abaixo um excerto da Timeline do sr. deputado. O blá-blá-blá dele se resume a repetir a meia-verdade (que, no contexto, é uma mentira completa) de que “Deus não exclui ninguém”, como se Nosso Senhor no Seu Trono de Glória estivesse obrigado a receber com beijinhos e abraços os sumo-sacerdotes dos judeus que O levaram à Crucificação.


Dizer que Deus não exclui ninguém significa que a nenhum pecador arrependido o Altíssimo nega o Seu perdão. Significa que as portas estão sempre abertas para os filhos pródigos que querem voltar. O Deus que não exclui ninguém permite que um perseguidor do calibre de um Saulo de Tarso transforme-se no Apóstolo São Paulo. Obviamente isto não significa que Pilatos, Anás e Caifás podem reivindicar um direito incondicional e inalienável de participarem das Bodas do Cordeiro, ou nem mesmo que São Pedro estivesse proibido de acusar os pérfidos judeus de terem crucificado a Cristo (cf. At 2, 36).
Isto, para qualquer pessoa que tenha a mais remota noção do Cristianismo, é básico; mas o sr. Edinho Silva parece estar realmente empenhado em propagar um “evangelho” que é o contrário mesmo d’Aquele que foi legado à humanidade pelo Filho de Deus. Na brilhante sabedoria teológica do sr. Edinho Silva, todo mundo pode apoiar qualquer barbaridade frontalmente contrária ao que prega a Igreja e, na verdade, os que denunciam esta hipocrisia e clamam por um mínimo de coerência e de respeito à palavra de Deus são os que estão contradizendo o Deus da Vida!

Mas a canalhice particularmente cretina surge quando este sujeito tem a cara-de-pau de, ao melhor estilo comunista, xingar os outros do que ele é e acusar os seus adversários daquilo que ele próprio faz. Lá pelas tantas, o sr. Edinho Silva tem a coragem de pronunciar a seguinte pérola twittesca:


Concedamos que não foi propriamente o sr. Edinho Silva, em seu próprio nome, quem abriu processo contra Dom Bergonzini. O processo 352620.2010.600.0000 tem como autores a sra. Dilma Vana Rousseff e a “Coligação para o Brasil seguir mudando” (PT/PMDB/PSB/PC do B/PDT/PR/PRB/PTN/PSC/PTC). No entanto, como já foi dito, o deputado petista era presidente do PT-SP à época do incidente e jamais escondeu o seu apoio entusiasta à palhaçada que foi feita contra o bispo de Guarulhos. Pode até não ter sido o autor material do processo, mas o apoiou pública e explicitamente.

No entanto, a confissão é interessante. Gente mentirosa não pode se intitular cristã, Edinho Silva? E o sr. se intitula cristão?

Folha de São Paulo, 06/10/2010, entrevista com o então presidente do PT-SP, o deputado Edinho Silva. A pergunta: como deve a campanha de Dilma lidar com o tema do aborto agora? A resposta (grifo meu):
Eu defendo que a gente enfrente isso de frente. Temos que tratar esse debate com muita transparência. A Dilma, em todas as manifestações dela, defende a vida. Se nós enfrentarmos a boataria e dialogarmos de forma franca com o eleitor, teremos sucesso. Até porque é fácil de debater, porque é uma mentira. O que está em disputa nessas eleições e nós temos que deixar isso claro, é que temos dois caminhos: um representa o Brasil que existia até 2002 e o eleitor conhece, e o outro é o pós-governo Lula.
Boataria, mentira? Os panfletos censurados pelo PT continham mentiras? Acaso é uma mentira o abortismo do PT? Acaso os vídeos da sra. Rousseff dizendo que o aborto deve ser tratado como uma questão de saúde pública (o que – como todo mundo sabe – significa que ele deveria deixar de ser crime para ser uma exigência de saúde) são mentiras? Acaso a sra. Rousseff afirmando textualmente em uma sabatina da Folha (tem até vídeo!) que “Hoje, no Brasil, (…) é um absurdo que não haja a descriminalização [do aborto]” é mentira? Acaso é mentirosa a camaleônica lista de declarações da sra. Rousseff sobre o aborto? Oras, sr. Edinho, mentiroso é o senhor! Como o sr. tem a cara-de-pau de chamar fatos públicos, notórios e amplamente divulgados pela imprensa de “boatos” e “mentiras”?

Alô, Canção Nova, vai continuar acobertando esta pouca-vergonha? O Edinho Silva diz que gente mentirosa não pode se intitular cristão. Mas o Edinho Silva mentiu escandalosamente à época das eleições presidenciais do ano passado, inclusive com grave prejuízo para o bispo de Guarulhos e o movimento pró-vida. Logo, o sr. Edinho Silva não pode se dizer cristão e, por conseguinte, não pode ter um programa na Canção Nova. Senão a Canção Nova vai estar compactuando com esta farsa e fazendo os seus telespectadores acreditarem que um notório gayzista e perseguidor da Igreja é, na verdade, um bom católico. Canção Nova, não permita este deboche ao Catolicismo. Apague a vela de Satanás. Sirva somente a Deus.

Fonte: http://www.deuslovult.org/2011/11/14/cancao-nova-edinho-silva-a-mentira-e-os-panfletos-das-eleicoes-2010/

8 de nov. de 2011

Dom Henrique comenta fechamento da embaixada da Irlanda junto a Santa Sé.


Com a desculpa de contenção de despesas, a Irlanda, antes tão católica, fechou sua embaixada junto à Santa Sé. Há outros países pensando no mesmo.

Devemos nos acostumar: cada vez mais o mundo reconhecerá menos a importância da religião e o papel da Igreja. Do papel da Igreja na história, o mundo faz questão de recordar aquilo que foi negativo e faz questão de esquecer o tanto, tão muito de positivo e meritório!

Não nos assustemos: é o Senhor, pouco a pouco, conduzindo a Igreja pelos seus caminhos, que não são os nossos.

O que nos espera? Incompreensões, marginalizações, perseguições veladas, redução à insignificância. Pessimismo meu? Nada disso! Sereno e firme realismo!

É o Senhor nos conduzindo ao essencial: crer nele, viver nele, esperar nele, testemunhá-lo, com simplicidade e serena firmeza! É nossa herança, nossa vocação, nossa alegria, nossa salvação!


Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/

20 de out. de 2011

A Igreja de Cristo subsiste só na Igreja católica


Caro Internauta, recordo-lhe este texto, já aparecido anteriormente neste Blog. Recordar é viver... A Congregação para a Doutrina da Fé, por ordem de Bento XVI, tornou público um pequeno e precioso documento contendo respostas a algumas questões sobre a Igreja. Não há aí nada de novo. Pelo contrário: deseja-se somente reafirmar a doutrina do Concílio Vaticano II que muitos, em nome do Concílio, insistem em deturpar e até mesmo negar. Vou comentar cada parágrafo porque é muito importante que nós, católicos compreendamos bem a reta doutrina da Igreja!

Primeira questão: Terá o Concílio Ecumênico Vaticano II modificado a precedente doutrina sobre a Igreja?

Resposta: O Concílio Ecumênico Vaticano II não quis modificar essa doutrina nem se deve afirmar que a tenha mudado; apenas quis desenvolvê-la, aprofundá-la e expô-la com maior fecundidade. Foi quanto João XXIII claramente afirmou no início do Concílio. Paulo VI repetiu-o e assim se exprimiu no ato de promulgação da Constituição Lumen Gentium: "Não pode haver melhor comentário para esta promulgação do que afirmar que, com ela, a doutrina transmitida não se modifica minimamente. O que Cristo quer, também nós o queremos. O que era, manteve-se. O que a Igreja ensinou durante séculos, também nós o ensinamos. Só que o que antes era perceptível apenas em nível de vida, agora também se exprime claramente em nível de doutrina; o que até agora era objeto de reflexão, de debate e, em parte, até de controvérsia, agora tem uma formulação doutrinal segura". Também os Bispos repetidamente manifestaram e seguiram essa mesma intenção.

Observação minha: Aqui, se procura explicar que a doutrina católica não foi modificada pelo Vaticano II. Uma coisa é o progresso, o desenvolvimento orgânico da doutrina – que sempre houve e haverá na história da Igreja; outra, bem diferente é a adulteração, a modificação! A Congregação para a Doutrina da Fé procura, portanto, deixa claro que a eclesiologia do Vaticano II deve ser interpretada à luz da perene Tradição da Igreja. Como Bento XVI tanto insiste, o Vaticano II não foi uma ruptura nem uma revolução, mas um progresso na vida e na fé da Igreja de Cristo.

Segunda questão: Como deve entender-se a afirmação de que a Igreja de Cristo subsiste na Igreja católica?

Resposta: Cristo "constituiu sobre a terra" uma única Igreja e instituiu-a como "grupo visível e comunidade espiritual", que desde a sua origem e no curso da história sempre existe e existirá, e na qual só permaneceram e permanecerão todos os elementos por Ele instituídos. "Esta é a única Igreja de Cristo, que no Símbolo professamos como sendo una, santa, católica e apostólica […]. Esta Igreja, como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele".

Na Constituição dogmática Lumen Gentium 8, subsistência é esta perene continuidade histórica e a permanência de todos os elementos instituídos por Cristo na Igreja católica, na qual concretamente se encontra a Igreja de Cristo sobre esta terra.

Enquanto, segundo a doutrina católica, é correto afirmar que, nas Igrejas e nas comunidades eclesiais ainda não em plena comunhão com a Igreja católica, a Igreja de Cristo é presente e operante através dos elementos de santificação e de verdade nelas existentes, já a palavra "subsiste" só pode ser atribuída exclusivamente à única Igreja católica, uma vez que precisamente se refere à nota da unidade professada nos símbolos da fé (Creio… na Igreja "una"), subsistindo esta Igreja "una" na Igreja católica.

Observação minha: Muito bem articulada, muito equilibrada esta resposta! Vejamos: (1) Explica que a Igreja de Cristo subsiste única e exclusivamente na Igreja católica (aquela que está em comunhão com o Sucessor de Pedro e os Bispos em comunhão com ele); (2) Esclarece o que significa “subsistir”: é a perene continuidade histórica e a permanência de todos os elementos instituídos por Cristo para a sua Igreja. O Decreto Unitatis Redintegratio, do Vaticano II, diz quais são esses elementos. Eis alguns: a profissão de fé em Jesus como Senhor e Salvador, a fé na Trindade, a Palavra de Deus ouvida e proclamada segundo a Tradição apostólica, os sacramentos, de modo particular o Batismos e a Eucaristia, a sucessão apostólica dos Bispos, o ministério petrino, a veneração da Virgem Maria e dos Santos de Cristo, a vida da graça, a caridade fraterna, os dons e carismas do Espírito Santo, o martírio, o zelo missionário, a esperança na vida eterna... Todos estes elementos fazem parte da Igreja de Cristo e nela não podem faltar. Ora, somente na Igreja católica eles se encontram na sua totalidade. (3) Esta resposta faz eco também à Declaração Dominus Iesus, que ensina não ser possível falar em vários graus de subsistência: a subsistência é uma só e plena. Em outras palavras: A Igreja de Cristo subsiste, permanece, continua de modo completo somente na Igreja católica!

Terceira questão: Por que se usa a expressão "subsiste na", e não simplesmente a forma verbal "é"?

Resposta: O uso desta expressão, que indica a plena identidade da Igreja de Cristo com a Igreja católica, não altera a doutrina sobre Igreja; encontra, todavia, a sua razão de verdade no fato de exprimir mais claramente como, fora do seu corpo, se encontram "diversos elementos de santificação e de verdade", "que, sendo dons próprios da Igreja de Cristo, impelem para a unidade católica".

"Por isso, as próprias Igrejas e Comunidades separadas, embora pensemos que têm faltas, não se pode dizer que não tenham peso ou sejam vazias de significado no mistério da salvação, já que o Espírito se não recusa a servir-se delas como de instrumentos de salvação, cujo valor deriva da mesma plenitude da graça e da verdade que foi confiada à Igreja católica".

Observação minha: Note-se o compromisso com a verdade e, ao mesmo tempo, a delicadeza ecumênica desta resposta. Primeiro, o texto explica que tanto faria dizer: “A Igreja de Cristo subsiste na Igreja católica” quanto “A Igreja de Cristo é a Igreja católica”. Ora, é tal doutrina – colocada na sombra ou até negada hoje por alguns dentro da própria Igreja – que deve estar claríssima na mente e no coração dos fiéis. Cristo fundou uma só Igreja e tal Igreja é a Igreja católica. A questão é que afirmar simplesmente “é” torna mais difícil compreender como fora da unidade visível da Igreja católica possam existir elementos eclesiais. O “subsiste na” é mais compatível com a doutrina, igualmente antiga e tradicional, segundo a qual fora da unidade da Igreja católica há elementos de salvação. Em segundo lugar, o texto deixa claro que o Espírito Santo utiliza também as comunidades não católicas na obra da salvação. Tudo quanto essas comunidades possuam de realmente eclesial deriva da plenitude católica e a ela conduzem! Sendo assim, evita-se o tudo ou nada: nossos irmãos separados, ainda que não estejam na plena comunhão com a Igreja de Cristo, graças a Deus conservam tantos elementos dessa Igreja católica!

Quarta questão: Por que é que o Concílio Ecumênico Vaticano II dá o nome de "Igrejas" às Igrejas orientais separadas da plena comunhão com a Igreja católica?

Resposta: O Concílio quis aceitar o uso tradicional do nome. "Como estas Igrejas, embora separadas, têm verdadeiros sacramentos e sobretudo, em virtude da sucessão apostólica, o Sacerdócio e a Eucaristia, por meio dos quais continuam ainda unidas a nós por estreitíssimos vínculos", merecem o título de "Igrejas particulares ou locais", e são chamadas Igrejas irmãs das Igrejas particulares católicas.

"Por isso, pela celebração da Eucaristia do Senhor em cada uma destas Igrejas, a Igreja de Deus é edificada e cresce". Como, porém, a comunhão com a Igreja católica, cuja Cabeça visível é o Bispo de Roma e Sucessor de Pedro, não é um complemento extrínseco qualquer da Igreja particular, mas um dos seus princípios constitutivos internos, a condição de Igreja particular, de que gozam essas venerandas Comunidades cristãs, é de certo modo lacunosa.

Por outro lado, a plenitude da catolicidade própria da Igreja, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele, encontra na divisão dos cristãos um obstáculo à sua realização plena na história.

Observação minha: Segundo a antiga tradição da Igreja, existe realmente uma Igreja (no sentido de Diocese) onde há um Bispo ordenado dentro da legítima sucessão apostólica e onde se celebra a Eucaristia plena (como sacrifício pascal de Cristo e sua presença real no pão e no vinho consagrados). Ora, nas comunidades cristãs que se separaram de Roma em 1054 esses elementos são plenamente presentes. As dioceses que se separaram e se chamam Igrejas ortodoxas, têm Bispos legítimos, ordenados na sucessão apostólica e em tudo guardaram a fé e os sacramentos. Falta-lhes somente a plena comunhão com o Sucessor de Pedro. Sendo assim se lhes pode dar o título de “Igrejas”, ainda que tenham a grave ferida da não-comunhão plena com o Sucessor de Pedro.

Quinta questão: Por que razão os textos do Concílio e do subseqüente Magistério não atribuem o título de "Igreja" às comunidades cristãs nascidas da Reforma do século XVI?

Resposta: Porque, segundo a doutrina católica, tais comunidades não têm a sucessão apostólica no sacramento da Ordem e, por isso, estão privadas de um elemento essencial constitutivo da Igreja. Ditas comunidades eclesiais que, sobretudo pela falta do sacerdócio sacramental, não conservam a genuína e íntegra substância do Mistério eucarístico, não podem, segundo a doutrina católica, ser chamadas "Igrejas" em sentido próprio.

Observação minha: Começo repetindo o que já afirmei acima: Os católicos denominam “igrejas” em sentido teológico somente aquelas comunidades que conservaram a plena sucessão apostólica dos Bispos e a Eucaristia plena. É o caso das Igrejas particulares (dioceses) ortodoxas e vétero-católicas. Teologicamente, não existe uma Igreja ortodoxa, mas Igrejas (dioceses) ortodoxas, que não estão em comunhão plena com o Bispo de Roma e, assim, não estão na plena unidade da Igreja de Cristo. Têm elas uma ferida grave: falta-lhes o ministério petrino, que Cristo quis na sua Igreja. Quanto às comunidades protestantes, os católicos as denominam “comunidades eclesiais”, pois faltam-lhes a sucessão apostólica dos Bispos recebida no sacramento da Ordem e a Eucaristia plena. Ora, sem o ministério ordenado na sua plenitude e sem a Eucaristia não há Igreja; há comunidades que possuem elementos da Igreja de Cristo! Nossos irmãos protestantes conservaram vários elementos da Igreja de Cristo: a fé em Jesus como único Senhor e Salvador, a proclamação da Trindade Santa, o amor à Palavra de Deus escrita, o Batismo em nome da Trindade, o apelo missionário, a esperança na vida eterna, vários dons e carismas, etc. Por tudo isto devemos dar graças a Deus e por tudo isto eles são nossos irmãos.

Finalmente, é digno de nota que o texto esclarece que também a Igreja católica se ressente das divisões entre os cristãos, pois que são um obstáculo à sua plena realização na história. O ecumenismo, busca da unidade visível de todos os cristãos, é, pois, uma necessidade também para o bem dos católicos.

Como se pode ver, a beleza deste Documento é a capacidade de dizer a verdade sem meias medidas e, ao mesmo tempo, o modo caridoso e humilde de dizê-lo, reconhecendo o bem e os valores presentes nas comunidades não-católicas. É um belo modelo de prática ecumênica: a verdade dita na caridade e a caridade vivida na verdade!


Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/

22 de set. de 2011

A religião e o mundo moderno

" O homem de cada século é salvo por um grupo de homens que se opõem aos seus gostos"
G.K. Chesterton


Na atualidade, ser cristão é o mesmo que ser tolo. Levada pelas revolucionárias ideologias que culminaram  o século XX, a sociedade atual crê que crer em um Ser Divino é ser cafona. Mas só se é cafona se for cristão. Se o sujeito pertencer ou simpatizar-se com qualquer outro tipo de crença, então ele é aberto às tendências, um intelectual que preza por todas as culturas, menos a sua.

Sim, a sua cultura, pois este mesmo esquece que  foi a Igreja Católica quem trouxe ao mundo moderno todas as luzes do conhecimento humano para a sociedade ocidental. 

Equivocadamente, alguns professores de História, Sociologia e Filosofia, por má fé ou desconhecimento, ensinam que a Idade Média foi a época das trevas, e apenas com o advento do Iluminismo o mundo se abriu ao conhecimento. Nada mais tosco. Foi a Igreja quem iniciou os estudos científicos, tecnológicos, literários, poéticos, etc. Quer ver? Leia as citações a seguir:

- A Igreja Católica forneceu mais ajuda e apoio financeiro ao estudo da Astronomia por mais de seis séculos - da recuperação do saber antigo da Baixa Idade Média ao Iluminismo - , do que qualquer outra e, provavelmente, todas as outras instituições. (J.l. Heilbron - Universidade da Califórnia, em Berkeley);
- São Mesrob, sacerdote católico, foi o criador do alfabeto armênio;
- Os Jesuítas - da Companhia de Jesus - foram tão exímios nas ciências, que neste exato momento, 35 crateras lunares têm o nome de cientistas jesuítas;
- O católico franciscano Roger Bacon (século XIII), que lecionava na Universidade de Oxford, é considerado o precursor da revolução científica;
- O monge Luca Bartolomeo de Pacioli é considerado o pai da contabilidade moderna. Um dos seus alunos foi Leonardo da Vinci;
- O padre Franceso Grimaldi descobriu e nomeou o fenômeno de difração da luz. Ele também participou de uma descrição detalhada de um mapa da superfície da lua. Esse mapa chamado de Selenógrafo adorna até hoje a entrada do Museu Nacional do Ar e Espaço, em Washington D.C.;


Há ainda tantas outras citações que eu podia fazer. Veja mais neste link: http://caiafarsa.wordpress.com/igreja-catolica-mae-da-civilizacao-moderna/

Ora, se a Igreja Católica foi a primeira interessada em desenvolver o conhecimento, fica claro algumas coisas:

- Fé e Razão não se contrapõem;
- A Idade Média foi a época em que mais o conhecimento foi desenvolvido, e pela a Igreja;
- É uma falácia acusar a Igreja de impedir o desenvolvimento da intelectualidade.

No entanto, a nossa sociedade preferiu aplaudir o que é leviano apenas para dizer-se contrário àquela que tudo lhes deu: educação, conhecimento, fé, Deus.

O vídeo a seguir mostra como hoje o conhecimento está comercializado, sem pé nem cabeça, totalmente desenraizado, saqueado de valores e de lógica. Assista:




Ora, não é isso o que vemos? O professor está deslocado de seu papel; já não sabe mais o que fazer em sala de aula. Não sabe se está ali para ensinar ou aprender, não se sabe como deve dizer; teme em ser claríssimo em suas palavras, ficando absorto, à margem de sua vocação. Graças aos movimentos anarquistas, seu papel é do chato substituível pelo Google. Sim! Esta era moderna prejudicou o papel do professor, pois o fez o implicante que apenas sabe pintar as avaliações com sua caneta vermelha. Não é mais o mestre que forma discípulos; antes, o burro que governa os jegues. Por conseguinte, os alunos também se perdem, pois não sabem o que dizer. E é claro que não sabem! Estão ali justamente para aprender. E acreditem: eles QUEREM aprender. Por mais insuportável que um aluno seja, por mais bagunceiro, ele quer aprender. Digo isso por causa própria! Sou professora e os alunos que mais 'dão trabalho' são sempre os mais brilhantes.

Fantástica a tira do vídeo. Uma crítica perfeita à atualidade.

Cabe agora a nós sermos o pequeno grupo de homens que salvam o século...