Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

Mostrando postagens com marcador Teologia.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teologia.. Mostrar todas as postagens

19 de ago. de 2012

APOSTASIA: Boff prega retiro em Itaici, no convento dos Jesuitas

    É interessante notar atualmente todos querem “coerência” em todos os aspectos da sociedade, mas fechar os olhos parece ser a alma do negócio. O jeitinho brasileiro já se tornou tão padrão, que nada mais parece nos surpreender. Infelizmente, na Igreja, em muitas situações isto não é diferente. Um evento ocorrido agora em agosto (16 a 19/2012) em uma casa de espiritualidade inaciana ‘Católica’ (CEI - Itaici-Indaiatuba) chama a atenção: Seminário John Main 2012, da Comunidade Mundial de Meditação Cristã, que em edições passadas chegou a ter como palestrante o Dalai Lama (1).
     Este ano, o evento contou com a ilustre participação de Leonardo Boff, tão conhecido no meio católico, ou anti-católico, talvez. Seu tema de palestra foi “Espiritualidade e meio ambiente” (2), que se baseado em suas declarações e publicações anteriores, deve ter tido um conteúdo socialista, com uma filosofia monista (3). O próprio Papa alerta sobre a debates em ecologia, afirmando que “a primeira ecologia a ser defendida é a ecologia humana” (4), mas Boff parece caminhar em sentido contrário, como sempre! Talvez ele se sinta ainda no clima dos ‘embalos de sábado a noite’, com a participação especial de John Travolta (estou até vendo ele - se sentindo - dançando Saturday Night Fever).
     Entre suas pérolas, Boff admite uma espiritualidade humanista, mítica, monista e chega até a dizer que "o xamã que habita em cada um de nós entra em sintonia não apenas com as forças da razão, mas com as forças do universo” (3). O que parece bastante desafiador é entender como alguém que se posiciona contra a Igreja, sendo até mesmo favorável a uma renuncia do atual Papa “para o bem dele e da Igreja”(5), não abandona de uma vez a Igreja e vai viver seus idéias de forma independente, largando as muletas da Igreja católica. O que ele ainda faz dentro da Igreja (embora ‘ipso facto’ é excomungado)? Que espiritualidade é esta? Também nos intriga como uma casa religiosa de padres jesuítas abre as portas a hereges/cismáticos como se fosse o fato mais natural do mundo. Acho que estamos assistindo mais um episódio do Filme: 'O Retorno De Aliens - O Perigo Está Na Terra', com participação especial do Sr. Boff.
     Como um elefante incomoda muita gente e dois incomodam muito mais, Boff teve a participação de seu amigo Frei Betto (2), o que não poderia ser mais perfeito. Afinal, ninguém melhor que alguém que defenda a Teologia da Libertação e que se baseie nas Sagradas escrituras para aprovar o homossexualismo (6) para tratar de espiritualidade junto com Boff, certo? Acho que está na hora de deixarmos de sermos Alice, e sairmos do mundo das fantasias. A verdade pode ser dolorida, mas a podridão dentro da Igreja deve ser jogada fora.
    A Igreja não precisa de palestrantes, mas sim de homens que orientem o rebanho do Senhor, dobrando os seus joelhos e totalmente repletos do Espírito Santo. Já os xamãs, este já têm lugar garantido...
     É uma pena que são poucos os que sabem que o Sr. Boff nada mais é que um instrumento da Nova Ordem Mundial, para a implantação do reinado do  ‘anti-cristo’, que quer reinar neste mundo, prometendo um reino de paz, de harmonia, de unidade e prosperidade, e para isto, está disposto a eliminar todos aqueles que não pensam como ele, criando um governo único, global, como também uma religião única e universal, fundada no próprio homem, dizendo que não existe nem céu e nem inferno, nem Deus e nem o diabo, mas o que existe realmente é o homem, e este sim deve ser exaltado e idolatrado, porque este sim existe.  
     Devemos estar muito atentos para realmente estarmos abaixo da bandeira do único e verdadeiro rei, Nosso Senhor Jesus Cristo, sabendo que seremos odiados por todos a causa do nome de Jesus, mas se “perseverarmos até o fim seremos salvos” (Cf Mt 10,22).
     Dra. Fernanda Del Grossi
     Pe. Mateus Maria, FMDJ
3-"Ecologia, Mundialização e Espiritualidade "-Ed. Atica

10 de ago. de 2011

Guardai-vos dos falsos profetas, a explicação da Bíblia pode tornar-se um instrumento do Anti-cristo”.


Por incrível que pareça a “teologia da libertação” e a “teologia da prosperidade” trazem consigo algo em comum: ambas têm como primícias uma fé horizontalizada e são essencialmente materialistas. Ao contemplar a crescente destas “vertentes teológicas” quase sempre me lembro das palavras de Jesus: “Em verdade vos digo que um de vós me há de trair”(MT 26 v. 21). Infelizmente muitos são os “Judas” nos tempos modernos, tal como o traidor estão contribuindo para a “crucificação” da Fé de sempre por que as “moedas” deste mundo os atraem.

A teologia da libertação é dada como morta por muitos, tenho minhas duvidas quanto a isto, se ela esta morta, uma certeza tenho comigo: ela ainda não foi totalmente sepultada. A sua presença é marcante na mente de muitas “lideranças”, incluindo clérigos. Querem por que querem o igualitarismo, não tiram de foco a concepção de “paraíso aqui na terra” e os seus movimentos sociais trabalham com vigor juntos aos sindicatos e movimentos de “minorias”, um trabalho pautado na briga de classes propriamente socialista.

É lógico que muitas pessoas estão nestes movimentos com retas intenções, mas há aqueles que são rebeldes declarados da Igreja de Roma, chamam os papas de eurocêntricos, a sã doutrina de preconceituosa e a cristandade de opressora. De fato “criaram” uma nova igreja, uma nova hermenêutica bíblica e estão tentando esvaziar todo o núcleo da fé cristã. Pessoas que se levantam contra a fé que é de Cristo e dos apóstolos, fé esta que em nada responde as exigências das cartilhas marxistas.

Do outro lado esta a teologia da prosperidade, ganhou o coração do povo com os emocionantes cultos apresentados na televisão, as “igrejas” da prosperidade crescem cada vez mais, os “templos” se multiplicam e Deus só serve para servir e nada mais. A única retidão que o “fiel” deve ter é a de dar o seu dizimo, o resto são questões subjetivas e agradáveis a Deus, todos são bem-vindos: os ladrões, os homossexuais, os espíritas e qualquer um que queira dar para receber. Que Deus é este? Com certeza não é o Deus dos mártires Pedro e Paulo e tão pouco de São Lourenço (amante dos pobres) que celebramos hoje.

Os estudiosos dizem que um dos caminhos que levam a pessoa ao ateísmo é a falsa concepção de Deus, as pessoas se decepcionam com o “falso Deus” e facilmente desacreditam. Muitos falam que o Brasil esta se tornando um país protestante, mas não é verdade isto, com o crescimento de tantas seitas o país esta em um processo para se tornar um país ateu. Todos vão se decepcionar com este “falso Deus da prosperidade”.

Com o crescimento de tantas “más teologias” nos resta ficar atentos ao que escutamos, pois o demônio é um conhecedor das sagradas escrituras. Temos que está com um "olho" no orador e o outro no sagrado magistério da Igreja. Não podemos esquecer que nosso Senhor foi tentado no deserto com citações das “Sagradas Escrituras”, na segunda tentação Satanás o leva para dentro de um tempo e cita o versículo 11 do salmo 91. O santo Padre Bento XVI diz a seguinte frase na obra “ Jesus de Nazaré”: “De fato, a explicação da Bíblia pode tornar-se um instrumento do Anti-cristo”.

Não deixem de ler o catecismo da Igreja Católica, as encíclicas, bons livros, as catequeses do papa e os pronunciamentos da Igreja, pois já nos alertava nosso Senhor:

“Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores.”( Mt 7 v.15)

21 de jun. de 2011

A luta secreta de "católicos" da Teologia da Libertação e protestantes vermelhos durante o regime militar no Brasil.


Documentos do Conselho Mundial de Igrejas revelam como parte da Igreja Católica no Brasil e alguns protestantes criaram uma rede de apoio para a base política de Lula

Júlio Severo

No auge do regime militar no Brasil, parte da Igreja Católica e centenas de líderes católicos e protestantes de linha marxista passaram a ser alvo do governo. Documentos guardados há décadas em Genebra, na sede do Conselho Mundial de Igrejas, revelam como o cardeal dom Paulo Evaristo Arns liderou um lobby internacional, coletou fundos de forma sigilosa e manteve encontros com líderes no exterior.

A atuação de Arns mobilizou uma rede de informantes, financiadores e apoiadores secretos no mundo inteiro. Dentro do Brasil, os documentos mostram que ele e seus aliados organizaram manifestações, forneceram incentivos para Lula e outros líderes operários e pagaram despesas para a base política de Lula no ABC em 1980.

Relatórios, testemunhos, cartas, informações de dissidentes e dezenas de acusações fazem parte de três caixas de documentos entregues ao Brasil na terça-feira. A ONU quer que esses documentos sirvam de base para processos contra autores de “crimes contra a humanidade”. Os documentos originais foram mantidos no Conselho Mundial de Igrejas, organização notória por suas ligações comunistas e hoje por suas conexões com ativistas gays, adeptos de religiões afros e ativistas políticas contra Israel.

O texto de introdução do documento deixa claro que o material havia sido encomendado por Arns, que já tentava organizar um dossiê que compilasse as “violações aos direitos humanos” para ser usado futuramente.

Segundo o relatório, entre 1968 e 1978, 122 religiosos foram presos pelo regime militar. Havia 36 estrangeiros, 9 bispos, 84 sacerdotes, 13 seminaristas e 6 freiras. Outras 273 pessoas “engajadas no trabalho pastoral” tinham sido detidas.

Entre os motivos mais frequentes de prisão estavam religiosas mensagens com conteúdo político, além de ajuda na organização de manifestações operárias de orientação igualmente política.

Na segunda metade dos anos 70, Arns e líderes religiosos do exterior avaliaram que era hora de reagir nos bastidores para reunir apoio internacional e demonstrar a insatisfação popular nas ruas. Em 27 de setembro de 1977, o então encarregado de Direitos Humanos na América Latina do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) enviou de São Paulo uma carta a Genebra alertando para a “crescente tensão entre a Igreja e as autoridades” — evidenciando uma tensão existente entre católicos e protestantes ligados ao CMI com o governo do Brasil, embora evangélicos e católicos sem envolvimento político esquerdista não tivessem tido nenhum tipo de problema durante o governo militar.

De forma inversa, não havia tensão entre o CMI e a União Soviética. Aliás, o CMI nunca demonstrou nenhum ativismo contra as violações em massa de direitos humanos na União Soviética e outros países comunistas. Mas o CMI não perdeu a chance de manifestar sua oposição oficial ao que chamou de “repressão” no Brasil aos indivíduos e organizações que queriam implantar um regime comunista no Brasil.

A relação entre o CMI e o cardeal vermelho, como Arns veio a ser conhecido, ganharia novas dimensões quando ele escreveu ao então secretário-geral do CMI, Philip Potter, sob o alerta de que o “conteúdo dessa carta deve ser confidencial, dada suas implicações”. Era o pedido por fundos internacionais clandestinos para a operação que culminaria na publicação, em 1985, de Brasil: Nunca Mais.

O projeto foi ideia do reverendo presbiteriano Jaime Wright, que optou por se aliar a Arns, e ambos, para prosseguir no seu projeto de denúncia, dependiam de dinheiro do CMI que entrava no Brasil de forma ilegal. Arns argumentou: “Pedimos, portanto, que o Conselho Mundial de Igrejas aceite a tarefa de levantar a grande maioria dos fundos necessários, de uma forma confidencial”.

O pedido de Arns foi atendido, inclusive com assistência financeira para a base do PT no ABC.

Apesar do intenso trabalho de Arns de colaboração com início do PT e religiosos de tendência marxista, a eleição de João Paulo II, em 1978, foi um duro golpe para a facção progressista da Igreja Católica. O novo papa estava preocupado com o avanço da ideologia marxista entre os católicos e, quando visitou o Brasil pela primeira vez, em 1980, advertiu o clero sobre o envolvimento com a política — um evidente puxão de orelha em Arns.

Durante a década de 1980, João Paulo II se aliou a Ronald Reagan, presidente dos EUA, na iniciativa de enfraquecer e derrotar o comunismo. Foi uma aliança poderosa entre o papa e um presidente evangélico, culminando no desmoronamento do maior império comunista da história: a União Soviética. Se o católico Arns podia se aliar ao presbiteriano Jaime Wright em suas ideias “progressistas”, por que o papa também não poderia se aliar a um evangélico conservador?

A onda conservadora trazida pelo papa provocou sérias repercussões, impondo medidas de contenção em religiosos católicos brasileiros como Leonardo Boff, o mais famoso promotor da Teologia da Libertação.

Apesar disso, o cardeal vermelho reinava de forma suprema na Arquidiocese de São Paulo. Para tentar contê-lo, em 1989 João Paulo II decidiu dividir a arquidiocese em cinco novas dioceses, reduzindo de forma considerável a influência religiosa e política de Arns. A razão principal dessa divisão, além do ativismo marxista, teria sido a falência da arquidiocese: o cardeal Arns vendia tudo o que podia para dar dinheiro para os comunistas.

Contudo, a ação do papa parece ter vindo tarde demais. Com o sustento financeiro e inspiração que Arns deu para o PT durante anos, a ideologia de Lula ganhou não só a boa parte da Igreja Católica no Brasil, mas também seduziu muitas igrejas evangélicas. Debaixo do peso dessa inspiração, o Brasil tem hoje um Estado quase que completamente parasitado pelo socialismo do PT.

Sob essa inspiração, disponível hoje através dos documentos do Conselho Mundial de Igrejas, o tabloide sensacionalista Genizah canonizou os protestantes vermelhos que recebem indenizações milionários porque tiveram de se exilar na Europa e EUA. E faz insinuações maldosas dos que, como o Pr. Enéas Tognini, convocaram o Brasil para a oração e jejum contra a ameaça comunista que pairava sobre o Brasil antes e durante o regime militar.

Com informações do livro “O bispo de Volta Redonda: memórias de Dom Waldyr Calheiros” (FGV Editora, 2001) e com informações adaptadas e retificadas da matéria tendencioso “A luta secreta de D. Paulo Arns” publicada no jornal Estadão de 19 de junho de 2011.

Fonte: juliosevero.com

13 de jun. de 2011

A fé do bispo contra os partidos



Cristiane Agostine para o jornal Valor Econômico.
O bispo mais polêmico da campanha vai se aposentar sem deixar a pregação.

A ditadura gay não vai poupar ninguém, nem mesmo nossos filhos. Da sede da diocese de Guarulhos, o bispo dom Luiz Gonzaga Bergonzini prepara um texto para publicar em sua página na internet. A frase é o título de um artigo divulgado em seu blog, que fala dos riscos que as famílias correm com o kit gay, que seria distribuído em escolas pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Se [o kit] não é assédio, aliciamento e molestamento sexual pró-sodomia, então o que é?, questiona o documento compartilhado pelo religioso na internet. O bispo usa o site para se comunicar com as famílias católicas e alerta, em outro texto: Conspiração da Unesco transformará metade do mundo em homossexuais.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini criou o blog no ano passado (www.domluizbergonzini.com.br), quando ficou conhecido nacionalmente por defender o voto contra Dilma e o PT. À frente da diocese da segunda cidade mais populosa de São Paulo (1,3 milhão de habitantes), o religioso ajudou a colocar o aborto na pauta eleitoral. Há um ano, antes do início oficial da campanha, publicou um artigo no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em que dizia que os verdadeiros católicos e cristãos não poderiam votar na candidata petista. No decorrer da campanha, articulou a distribuição de folhetos em igrejas defendendo o voto anti-PT.

A pregação de dom Bergonzini se dá além dos limites da diocese. O religioso considera o blog um instrumento da voz do Reino de Deus, como registra em um dos textos publicados em sua página na internet, e expressa suas ideias no jornal Folha Diocesana, do qual é fundador e jornalista responsável. O bispo, com 75 anos, é jornalista profissional, com registro adquirido por atuar na área desde seus tempos de padre.

Tenho bom relacionamento com petistas mas não aceito o PT, é o partido da morte

Pela internet, o bispo mostra sua influência em decisões que extrapolam o foro íntimo dos fiéis. No início do mês, dom Bergonzini recebeu na diocese o presidente da Dersa (empresa estadual responsável pela manutenção das rodovias), Laurence Casagrande Lourenço, para discutir o traçado do Rodoanel Norte. A obra é vitrine da gestão do governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB). Tudo foi noticiado no blog.

No mês passado, o religioso mobilizou sua base católica e uniu-se a evangélicos em duas lutas: contra o KIT ANTI-HOMOFOBIA, preparado pelo governo federal para ser distribuído em escolas, e contra o projeto de lei 122, que criminaliza a homofobia. O kit gay abriu novas frentes de protesto contra Dilma e o governo teve de recuar e reformular o material. Já o PL 122, que tem a petista Marta Suplicy (SP) como relatora no Senado, é considerado heterofóbico por religiosos.

O resultado do engajamento é contado pelo bispo com um sorriso. Em 2010, depois de sua pregação contra a candidata a favor do aborto, Dilma perdeu no segundo turno em Guarulhos, apesar de ter ganho no primeiro turno no município. Antes das eleições, Dilma falou que era um atraso o Brasil ainda condenar o aborto. Bati firme, deu segundo turno e ela perdeu. E olha que a tradição aqui é petista, diz. Isso dá uma ideia de como o artigo funcionou. A cidade é comandada há três gestões pelo PT e em 2002 e 2006 o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou lá nos dois turnos.

Dom Luiz Bergonzini lembra de outro caso em que sua intervenção foi sentida nas urnas. Em 1996, se revoltou com declarações do ex-prefeito Pascoal Thomeu, candidato à prefeitura de Guarulhos, e partiu para o ataque. Thomeu teria ofendido a igreja em um comício e o bispo chamou os católicos a boicotar o ex-prefeito. O religioso publicou um artigo no jornal da diocese contra o político e o texto foi distribuído pelos opositores do candidato. Ele perdeu redondamente, diz, ao recordar do ex-prefeito do PTB, morto em 2006.

Em pelo menos outros dois episódios o bispo usou sua influência contra candidatos. Quando era vigário em sua cidade natal, São João da Boa Vista, no interior paulista, diz que também derrubou o prefeito ao tomar atitudes semelhantes, sem recordar em que ano foi nem quem era o prefeito. Na campanha de 1985 pela Prefeitura de São Paulo, engrossou o coro contra Fernando Henrique Cardoso, depois que o candidato gaguejou ao ser questionado sobre a existência de Deus. Naquela eleição, FHC foi taxado de ateu.

O bispo relata as ameaças que sofreu. Na campanha de 2010, depois do primeiro turno, foi acordado numa madrugada por barulhos de rojões e gritos de que iria ser morto. Não fiquei com medo. Se acontecesse qualquer coisa comigo seria uma alta propaganda contra o PT, comenta. Não arredei o pé.

Dom Bergonzini não gosta do PT e diz que nunca votou no partido. Todo radicalismo é exagerado e o PT sempre foi um partido radicalista, comenta. Para o religioso, é o partido da morte. O motivo? Em dois congressos o partido fechou questão a favor da liberação do aborto. Em vez de promover a vida, promovem morte, diz. Os petistas, segundo ele, foram contaminados. Tenho um bom relacionamento com petistas, mas não aceito o partido, declara. Cita como exemplo o prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida. Eu o respeito e nos entendemos muito bem, mas lamento que seja do PT. Posso aceitar a pessoa, mas não posso apoiar um petista.

Sentado em sua sala na diocese, o religioso ajeita os cabelos com as mãos, ajeita o crucifixo no peito e começa a frase com um minha filha, ritual que repete quando demonstra incômodo.

Não aceito nenhum partido; Sou contra todos eles, diz. Minha filha, já falei mal do partido A, B, C. Não me prendo a nenhum. Para o bispo, as legendas não deveriam nem existir depois das eleições.

Os partidos e lideranças locais cortejam o religioso, que já foi convidado três vezes para disputar para a prefeitura: duas vezes em Guarulhos e uma em São João da Boa Vista. Não aceitou. O bispo não diz quais siglas o convidaram, mas afirma que não foi o PT.

A pressão do religioso contra o PT intensificou-se durante o governo Lula. Em 2005, o Ministério da Saúde editou uma norma técnica para os casos de aborto permitidos por lei e determinou que a vítima de estupro não precisaria apresentar um Boletim de Ocorrência (BO) para fazer o aborto, com base no Código Penal. Para o bispo, foi uma ação para flexibilizar a prática e tornou-se uma brecha.

Vamos admitir até que a mulher tenha sido violentada, que foi vítima… É muito difícil uma violência sem o consentimento da mulher, é difícil, comenta. O bispo ajeita os cabelos e o crucifixo. Já vi muitos casos que não posso citar aqui. Tenho 52 anos de padre… Há os casos em que não é bem violência… [A mulher diz] Não queria, não queria, mas aconteceu…, diz. Então sabe o que eu fazia? Nesse momento, o bispo pega a tampa da caneta da repórter e mostra como conversava com mulheres. Eu falava: bota aqui, pedindo, em seguida, para a repórter encaixar o cilindro da caneta no orifício da tampa. O bispo começa a mexer a mão, evitando o encaixe. Entendeu, né? Tem casos assim., do ah, não queria, não queria, mas acabei deixando. O BO é para não facilitar o aborto, diz.

O bispo continua o raciocínio. A mulher fala ao médico que foi violentada. Às vezes nem está grávida. Sem exame prévio, sem constatação de estupro, o aborto é liberado, declara, ajeitando o cabelo e o crucifixo.

O religioso conta de uma ação para dificultar o aborto em Guarulhos. Sua mobilização fez com que o Ministério Público notificasse o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo e o sindicato dos profissionais de saúde de Guarulhos, Itaquaquecetuba e Mairiporã sobre a proibição da prática sem o BO, inquérito policial e autorização judicial.

Dom Bergonzini acha que a pessoa que se julga vítima tem de fazer o BO e apontar o nome do agressor. Filha, não existe nada debaixo do sol que não seja conhecido. É muito difícil. Se a pessoa fizer questão mesmo, vai fazer exame de espermatozoide, etc, vai descobrir [quem é agressor]. A Justiça tem de ir atrás. Para o bispo, com essa ação em Guarulhos, a igreja deu um passo à frente, embora, mesmo nesses casos, o aborto seja inaceitável.

A discussão sobre o aborto logo voltará ao centro do debate no país e o bispo diz estar preparado para orientar os fiéis. Em agosto, o Supremo Tribunal Federal deve julgar a jurisprudência dos casos de anencefalia fetal.

Dom Bergonzini argumenta que a ciência não é infalível e, por isso, nada garante que o bebê nascerá sem cérebro. O bispo diz conhecer um caso em que foi diagnosticado anencefalia e recomendado o aborto, mas que a criança nasceu perfeitamente sã.

A profissão de fé do bispo, jornalista e blogueiro é a luta pela defesa da vida, contra o aborto. O tema é um dos mais abordados em seu blog. Na internet, os textos em defesa da vida são os que levam sua assinatura. Os artigos que debatem o homossexualismo são assinados por terceiros.

Dom Bergonzini lembra que durante a campanha de 2010 recebeu mais de mil e-mails. Nem 10% foram de críticas. As pessoas me falavam parabéns. Escreviam: ainda bem que o senhor teve coragem de falar, nós temos um bispo que usa calça comprida, nessa linha, relata.

O artigo de sua autoria, contra o PT, chegou à Espanha, Portugal, Bélgica, Alemanha e Holanda, segundo o bispo. Apanhei, mas bati bastante.

A maior polêmica se deu com os mais de 20 mil folhetos distribuídos em igrejas de vários Estados, reforçando o voto anti-PT. Antes do primeiro turno, o texto foi escrito por um padre da diocese de Guarulhos, assinado por três bispos e impresso pela regional Sul 1, da CNBB de São Paulo. A fama, no entanto, ficou com dom Bergonzini, que assumiu a autoria do texto. O conteúdo reiterava o que o religioso já tinha publicado no jornal da diocese. Os folhetos foram apreendidos pela Polícia Federal e mesmo depois de a distribuição ser proibida, o texto circulou entre católicos.

A polêmica fez com que parte da CNBB fizesse ressalvas à atuação do bispo e dissesse que não era a opinião da igreja. O religioso discorda. Não é a minha posição. É a posição da igreja que eu defendo. Está no Evangelho.

A atuação religiosa de dom Bergonzini se mistura com suas intervenções em temas políticos. Ainda padre em São João da Boa Vista, foi diretor-responsável de um jornal local. Escrevia sobre a cidade e quando tinha problema religioso, escrevia sobre isso também, conta. Anos depois de chegar a Guarulhos, em 1992, fundou o jornal da diocese, que publica artigos com temas ligados à igreja e com sua opinião.

O bispo analisa que é natural a igreja indicar para seus fiéis, nas eleições, quem são os bons candidatos. Minha filha, diz, a igreja tem obrigação de defender a fé e a moral, então tem que alertar o povo na eleição, discorre. Os políticos não fazem isso? Se eles têm o direito de falar mal de um partido, por que a igreja e um padre não podem manifestar sua opinião? É questão de coerência.

Os seis primeiros meses de governo Dilma não arrefeceram o ânimo de dom Bergonzini contra a presidente. A qualquer momento, diz, o governo tentará avançar em direção ao aborto. Em sua análise, Dilma escolheu para a equipe uma abortista confessa, que tentará emplacar mudanças, sem citar um nome. É a história do macaco que queria tirar uma castanha do fogo, mas, para não se queimar, pegava a mão do gato e tirava a castanha, explica. Dilma está fazendo isso. Ela não quer botar a mão lá, porque se queima.

Nas próximas eleições, o religioso não pretende sair da linha de frente dos debates envolvendo a igreja e a política, apesar de estar prestes a se aposentar. Pelo menos um político já está na mira: o deputado federal Gabriel Chalita. Eleito com a segunda maior votação em São Paulo, Chalita é ligado à igreja carismática e é pré-candidato à Prefeitura de São Paulo. O Chalita – pode colocar isso porque já falei na cara dele, não tenho medo – para mim não é pessoa confiável. Em questão de meses pertenceu a três partidos. A escolha que ele faz é de interesse próprio, não da comunidade, diz. No início do mês, o deputado migrou do PSB para o PMDB, depois de já ter passado pelo PSDB. Ele usou a Canção Nova para se eleger e provocou uma cisão por lá ao apoiar Dilma. Isso contrariou a nossa filosofia religiosa, afirma. Só a campanha contra coaduna com sua doutrina.

Dom Bergonzini deve deixar o cargo de bispo às vésperas da eleição de 2012. Ao completar 75 anos, em 20 de maio, pediu aposentadoria ao papa Bento XVI, como é a praxe, e ficará na função até seu sucessor ser nomeado. O prazo médio é de um ano. Depois, será nomeado bispo emérito e não comandará mais a diocese. O religioso, no entanto, quer continuar em Guarulhos.

Licenciado em filosofia e teologia, dom Bergonzini está há 30 anos na cidade, dos quais 19 anos como bispo. Celebro missa desde que fui ordenado, comungo desde o dia de minha primeira comunhão, 23 de outubro de 1940, diz. O religioso ressalta que pode e deve continuar rezando missas, mesmo aposentado. E ameaça: não vai sair de cena.

Fonte: http://diasimdiatambem.com/2011/06/13/a-fe-do-bispo-contra-os-partidos/

6 de jun. de 2011

"Teologia gay?", "Católico gay?"



Não tem palavra melhor para começar este artigo que a de São Paulo a Timóteo: Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si.( II Timóteo 4 v.3).
É comum encontrarmos “mestres” para tudo nos tempos atuais, a humanidade não suportando a moral apostólica têm criado incontáveis “mestres” que justificam suas paixões desgovernadas e insanas. São muitas comunidades eclesiais que abraçaram o relativismo moderno. Falsos pastores obcecados pelo dinheiro das ofertas e do dizimo instituíram “Igrejas” que não condenam a pratica do aborto, da homossexualidade, do divórcio, da fornificação e de tantas outras paixões. Denominações que estão cada vez mais cheias, elas servem de um poderoso desencargo de consciência para quem quer viver adorando o próprio umbigo.
Já não bastasse o silencio destes pastores dinheiristas, agora esta se tornando cada vez mais comum o surgimento de “mestres” para “justificar” exegeticamente, teologicamente e até através do magistério da Santa Igreja as iniquidades do mundo atual. De fato esta se cumprindo a profecia paulina.
Neste artigo vamos desmascarar a chamada “teologia gay” e vamos denunciar a tolice, a hipocrisia e estupidez de um site venenoso chamado “ Gay Católico”. Não irei fornecer o Link para não dá ibope para mentira, afinal o pai da mentira é o Diabo, quem tiver maturidade para saber discernir o joio no meio do trigo procure por sua própria conta.
Este site tem uma série de materiais incluindo vídeos, entrevistas, artigos e resumos de textos que “justificam” a homossexualidade como bíblica e católica. O autor tenta “provar” que ser homossexual é correto e moral. Usa de uma falsa piedade para fazer orações contra a homofobia e chegam a desvirtuar textos do Vaticano e Palavras do Santo Padre para justificar a homossexualidade.
O próprio nome do site é uma contradição, não existem gays católicos. O gay não é um homossexual apenas, gay é um militante pelos falsos direitos do homossexual, o gay é aquele que frequenta as paradas gays que fazem das cidades uma verdadeira Sodoma, queima bíblias na frente de catedrais, faz “beijaço gay” dentro de Igrejas e promove o famoso orgulho gay. A mentalidade de um gay é altamente revolucionaria e nada tem de apostólica e romana, portanto não existe e nunca vai existir gay verdadeiramente católico. O que pode existir é homossexual católico, pessoas que sentem desejos sexuais por pessoas do mesmo sexo, sabem que de acordo com a revelação de Deus que eles não podem ter atos homossexuais e, portanto com a força dos Sacramentos e da pregação lutam para serem santos como o Senhor é Santo. Portanto não existe gay católico e ponto final.
Os corruptos criadores deste site, como eu disse, chegam a usar de documentos da Igreja e das palavras do Santo Padre para justificar a imoralidade. O documento que eles mais usam é uma carta que o Vaticano escreveu aos bispos em 1986, na verdade eles usam uma frase do documento, a frase é esta: “Nenhum ser humano é mero homossexual ou heterossexual. Ele é, acima de tudo, criatura de Deus e destinatário de Sua graça, que o torna filho Seu e herdeiro da vida eterna”. Esta carta foi assinada pelo Cardeal Josef Ratzinguer (Hoje Papa Bento XVI) e é uma instrução para atendimento pastoral de pessoas homossexuais. Ela esta a disposição no site do Vaticano.
O amigo leitor acha que o grande Ratzinguer iria relativizar as opções sexuais igualando à homossexualidade a heterossexualidade? É obvio que não. A Frase usada como Jargão pelos gays mostra que a Igreja vê o homossexual como pessoa querida e amada por Deus, pessoa que Deus quer salvar e levar para a Vida eterna. Mas isto não significa que a Igreja não eleva a pratica homossexual ao nível de imoralidade e pecado. Vamos provar isto com frases do próprio documento de 1986:
“7. A Igreja, obediente ao Senhor que a fundou e a enriqueceu com a dádiva da vida sacramental, celebra no sacramento do matrimónio o desígnio divino da união do homem e da mulher, união de amor e capaz de dar a vida. Somente na relação conjugal o uso da faculdade sexual pode ser moralmente reto. Portanto, uma pessoa que se comporta de modo homossexual, age imoralmente.”
Estas partes do documento eles ocultam, são fundamentalistas mal intencionados que querem perder as ovelhas do Redil do Senhor. Por tanto que fique claro o pensamento da Igreja na citação que mencionei acima.
No site “Gay Católico” tem uma entrevista de um Sacerdote da Igreja chamado Luís Corrêa Lima, o padre teve a coragem de rebaixar o Papa Bento XVI à defensor da agenda gay. O Sacerdote Católico perverte o pensamento do Papa na seguinte frase dita pelo Santo padre: “ O cristianismo não é um conjunto de proibições, mas uma opção positiva”. Segundo o Padre Luís esta frase mostra que o Papa Bento XVI está inteiramente aberto a acabar com o catolicismo que proibi outras opções sexuais.
Que Deus e o Santo Padre perdoem os jesuítas por formarem um Padre com uma mente tão pervertida. Esta frase do Santo Padre quer evidenciar que a intenção primária de Jesus Cristo é nos fazer felizes e nos salvar, portanto a religião deve ser vista de forma positiva, os limites devem ser vistos como promotores da vida e da salvação, não como um conjunto de proibições que angustia e deprimi. O papa tem denunciado tanto a ditatura do relativismo que é exatamente a ausência de limites e proibições no mundo e o Padre Jesuíta tem a coragem de deformar as palavras do Papa de forma tão descarada. É bom informar o Padre Luís que antes de ser papa o Cardeal Ratzinguer ficou décadas proibindo que heresias como a da “teologia gay” fossem divulgadas com nomes de católica. O pensamento da Igreja é o mesmo: A homossexualidade é imoral e com raras exceções é sempre pecado.
A moral cristã e a homossexualidade são como agua e óleo, são duas realidades que não se misturam. O cristão não pode praticar homossexualidade e ficar tranquilo como se tudo estivesse uma maravilha. Deus fala na consciência de todo verdadeiro Cristão esta verdade categórica: homossexualidade é pecado.
É exatamente encima desta tensão divina na consciência que a militância gay formou “estudiosos” para criar a chamada “teologia gay”. Como diz São Paulo, eles já não suportavam a sã doutrina.
A “teologia gay” é baseada em falsas exegeses bíblicas. Na verdade não é de hoje que o Magistério da Igreja esta alertando quanto ao perigo da bíblia nas mãos de não católicos. É isso mesmo irmãos. A bíblia foi escrita por católicos e para católicos e quem lê a bíblia sem ser católico corre o risco de fazer das Sagradas Escrituras um meio de destruição do gênero humano.
Pois é exatamente isto que a tal “teologia gay” faz, vamos analisar algumas passagens bíblicas usadas por eles. A mais usada é a famosa frase do Rei Davi que dizia que amava Jônata mais que as próprias mulheres. ( 2 SAMUEL 1 v. 26). Com a mentalidade gayzista é muito fácil dizer que Davi teve um caso sexual com Jônata. Mas nossa mentalidade é reta, a exegese católica não é corrompida por preconceitos, ela segue a veracidade dos fatos e a autenticidade dos textos. Se os militantes gays que se intitulam teólogos fossem corretos eles iriam logo de cara perceber que o conceito hebraico usado no texto para designar amor é o “ahavar” que é usado inúmeras vezes na própria sagrada escritura para falar de amor paternal ( GN 25 v. 28), de amor de amizade ( 1 Sam 16 v. 21) e até de amor a Deus ( DT 6 v. 5). Por que os teólogos decretaram que o amor de Davi por Jônata era um amor sexual? Por pura desonestidade. Faltou falar para eles que o problema de Davi era outro, o seu exagerado desejo heterossexual que resultou no adultério com Bate- Seba.
O nome mais forte da militância gay no Brasil é Luiz Mott, é um doutor em antropologia que ficou conhecido por declarar que já foi para cama com mais de 500 homens, e ainda querem que acreditemos em união estável entre homossexuais. Ele se acha um “teólogo gay” também. Além de questionar a historicidade de Jesus Cristo ele defende a tese de que as denuncias que o Pentateuco ( Especificamente o livro de Levítico) faz a homossexualidade são apenas duas e que outras denuncias como não comer carne de porco são feitas inúmeras vezes, logo se já superamos a questão da carne de porco e outras que foram abordadas mais vezes, logo devemos superar a questão da homossexualidade. Além disto ele ressalta o fato de Jesus não ter denunciado diretamente a homossexualidade.
Sobre a historicidade de Jesus Cristo se Ele não existiu então meu avô que não vi não existiu, então Hitler, Cezar e tantos outros grandes homens da história não existiram. Me ajuda ai Mott. Leia os escritos do imperador Adriano, leia o historiador Judeu Flavio Josefo e os escritos de Caio Suetônio que foi senador e escritor nos anos 60 d.C e verás que Jesus veio neste mundo tal como eu e você viemos.
As questões do Pentateuco é explicada em Colossenses 2 v. 14 a 17 ,onde São Paulo fala que a paixão de Cristo foi a grande cerimonia e o grande rito que substitui os pequenos cerimoniais que eram feitos no antigo testamento como não comer carne de porco e não fazer nada no Sábado . Agora cerimoniais não é moral, nenhuma vírgula foi tirada da antiga lei, o novo testamento veio para aprofundar. O homossexualismo é uma questão moral condenada no antigo e no novo testamento. Antes de falar de Jesus é bom deixar claro que a passagem de São Paulo citada acima sobre as cerimonias não pode ser usadas para condenar as cerimonias litúrgicas da Igreja. Exatamente por que as cerimonias litúrgicas são celebradas para que a paixão de Cristo seja ministrada sobre a Igreja através dos Sacerdotes que agem In Persona Christis. Os pequenos ritos foram substituídos por grandes ritos, as cerimonias no Antigo Testamento não tinha poder de redenção, as cerimonias católicas têm, por que em todas elas o centro é a paixão de Cristo.
As sagradas escrituras realmente não traz nenhuma passagem em que Jesus Cristo denuncia diretamente a homossexualidade. Mas quem disse que esta tudo na bíblia? Lutero!? Ele é um babaca revolucionário. Para a Igreja a revelação não esta só na bíblia irmãos, alias, a Igreja primitiva não teve Bíblia, ela escreveu a bíblia. Para os católicos a revelação esta nas Sagradas Escrituras e também na Sagrada Tradição apostólica, a tradição esta que nos mostra lá nos primórdios do Cristianismo muitos bispos e padres apologetas denunciando o homossexualismo, dentre ele posso relatar no momento São Justino, Santo Irineu de Lyon, Atenágoras de Atenas, São Jerônimo e Santo Agostinho. Se a tradição prega contra a sodomia gay é por que os apóstolos pregaram para eles e se os apóstolos pregaram para eles é por que Jesus Cristo ensinou para os apóstolos.
Nas Sagradas Escrituras Jesus mostra claramente o seu principio a respeito da sexualidade humana, veja no Evangelho de São Mateus 19 v. 4 a 6, Jesus tem como principio a heterossexualidade e a monogamia e com apena uma exceção: O celibato (Veja Mt 19 v. 9 a 12).
Tem outros questionamentos da “teologia gay” que não irei abordar neste artigo, por que se não o artigo vai virar livro. Mas que fique bem claro, a tal “teologia gay” não é teologia. Por que toda teologia é uma analise racional reta do objeto revelado e todos nós sabemos que o objeto de analises que justifica a falsa “teologia gay” são usados de forma errônea e portanto pervertedora. O magistério da Igreja com certeza condena esta teologia como uma abominável HERESIA.
O Luiz Mott, o Padre Luís, o site Gay Católico e toda militância gay que se denomina cristã ou são profundamente ignorantes ou são charlatões, hipócritas e de corações duros. Que fique bem claro amigos leitores, não existe apologia a homossexualidade nem na bíblia e muito menos no magistério da Igreja.
Cuidado com os mestres, muitos são lobo.



Por Bruno Cruz.
bhc.vida@hotmail.com

19 de mai. de 2011

O Cristianismo, não as ideologias, é a solução para a pobreza na América Latina

O Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL), Cardeal Marc Ouellet, afirmou que só a prática de um "cristianismo profundo" resolverá o problema da pobreza na América Latina e não as ideologias políticas como a teologia marxista da libertação.

"A Igreja interveio com documentos muito acertados para marcar a diferença entre uma teologia e uma ideologia de tipo marxista. Houve uma purificação interna nesta corrente e na Igreja mesma houve uma transformação", disse esta segunda-feira ao jornal uruguaio El País.

O também Prefeito da Congregação para os Bispos disse que agora o que se vê na Igreja na América Latina é uma orientação "para a evangelização e a nova evangelização. O tom mudou e isso é muito positivo. Há uma nova consciência, o cristianismo tem algo que contribuir à sociedade latino-americana e não demos tudo o que poderíamos ter dado".

"Caíram as ideologias. O cristianismo volta a flutuar neste momento da história como a grande esperança da humanidade", afirmou o Cardeal, que participa no Uruguai da 33ª Assembléia Geral do CELAM.

Vida e família

Na entrevista, o Cardeal reiterou que a Igreja defende a vida e a dignidade humana desde a concepção ante as tentativas para legalizar o aborto. "O respeito à vida humana é um princípio fundamental", afirmou.

O Cardeal Ouellet também defendeu o verdadeiro matrimônio e advertiu que a legalização do matrimônio homossexual "não é uma ajuda à família que está fundada na relação de um homem com uma mulher onde há conjugalidade, fecundidade possível e isso é a base da sociedade. O estado deve reconhecer que a família, fundada por um homem e uma mulher, é a base da sociedade".

A autoridade vaticana reiterou a política de "tolerância zero" contra os casos de abusos contra menores por parte de alguns sacerdotes. "A Igreja levou muito a sério estas coisas", assegurou.

"Talvez no passado não houve uma consciência tão aguda destes fenômenos de abuso sexual, agora com os corretivos que foram contribuídos e a disciplina existe uma toma de consciência e purificação".

"Espera-se que o que a Igreja faça em seu interior leve frutos na sociedade. Espera-se que o exemplo que a Igreja está dando na luta contra os abusos produza frutos e em outros ambientes", afirmou.

Fonte:ACI

9 de mai. de 2011

Professor Felipe Aquino explica quem é a Santíssima Virgem

São sete vídeos maravilhosos a respeito da Santíssima Virgem Mãe de Deus.

Assista!