
Exorcismo
Padres Exorcistas explicam
Consagração a Virgem Maria
Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção
Formação para Jovens
Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração
22 de jun. de 2012
Com a oração contemplamos o plano de amor de Deus para os homens, afirma o Papa.

Programação do Ano da Fé divulgada no Vaticano

3 de jun. de 2012
A Marcha das Vadias e a pergunta que não quer calar: o que a Igreja tem a ver com isso?
No Brasil, a causa ganhou destaque pela sua total falta de respeito aos católicas: ativistas entraram numa igreja em Copacabana, com os seios de fora, durante uma missa para crianças, exigindo que a Igreja pare de se intrometer no assunto aborto, homossexualismo e reprodução.
Mas as marchas não pararam por aí. Neste final de semana, em algumas cidades, houve marcha. Aqui onde eu moro, teve.
Estava no centro passeando com alguns familiares quando vi a marcha, imponente, seguindo. Havia travestis, gays, homens e mulheres 'lutando' contra o machismo.
Lendo os cartazes, não pude deixar de me deparar com um em especial; "Tire os seus rosários dos meus ovários". Esta frase, tão piegas, não é nova. Foi divulgada em outras passeatas mundo a fora. Contudo, chamou-me a atenção para o fato de estes manifestantes, em nenhum momento, terem criado cartazes contra a polícia, e sim, contra a Igreja Católica.
Não que eu fosse a favor de que houvesse injúrias contra a polícia. Ao contrário! Porém, se o motivo da marcha era o fato de um policial ter dito o que não devia - segundo os manifestantes - porque raios os cartazes eram direcionados a Igreja???Notem o escrito na foto desta postagem: "se o Papa fosse mulher, o aborto seria legal". Me pergunto a que ponto chega a incompetência intelectual desta histeria coletiva! Acaso não sabem que o fato de a Igreja ser contra o aborto nada tem a ver com machismo? Será, então, que o espíritas, que nem cristãos são, porém, são desfavoráveis ao aborto, se fazem contra esta eugenia graças ao fato de Allan Kardec ser homem???
Cheguei à conclusão que estes 'manifestantes-de-tudo-um-pouco' mal sabem a causa que defendem. No fundo, agem como artistas que, sem estrelato, causam uma polêmica pelo ibope. Estes manifestantes, pelo mundo todo, aproveitam o ensejo de qualquer coisa para defenderem o indefensável: liberação da prostituição como trabalho digno, casamento homossexual e aborto.
E enquanto isso, o mundo segue infantilizado, onde adultos agem como crianças birrentas, exigindo direitos sem cumprirem os deveres...
8 de fev. de 2012
Papa se diz preocupado com avanço de igrejas pentecostais
Joseph Ratzinger fez esta declaração em um encontro com os representantes do Conselho da Igreja Evangélica Alemã (EKD) em Erfurt, cidade onde Martinho Lutero (1483-1546) foi ordenado sacerdote católico em 1507, antes de liderar a reforma protestante, em 1521.
Esta viagem do Papa à sua Alemanha natal tem um caráter ecumênico. Foi por vontade de Bento XVI que o encontro aconteceu no antigo convento onde Lutero estudou. De acordo com o Papa, a única paixão e o centro da vida de Lutero foi Deus.
Nesta sexta-feira o Papa defendeu que o mais necessário para o ecumenismo é não perder as grandes coisas que têm em comum.
"A coisa mais importante para o ecumenismo é que, pressionados pela secularização, não percamos as grandes coisas que temos em comum, aquelas que nos fazem cristãos e que temos como dom e tarefa", afirmou.
"Foi um erro ter visto majoritariamente aquilo que nos separa e não ter percebido de forma essencial o que temos em comum nas grandes pautas da Sagrada Escritura e nas profissões de fé do cristianismo antigo", acrescentou.
O Papa defendeu que os cristãos reconheçam a comunhão como um fundamento imperecível. "Infelizmente, o risco de perdê-la é real. Nos últimos tempos, a geografia do cristianismo mudou profundamente e continua mudando".
O Papa Ratzinger afirmou que este fenômeno mundial de mudança traz um cristianismo com pouca densidade institucional, pouca bagagem racional e pouca estabilidade. Por isso, ele defende a obrigação de questionar o que permanece válido e o que pode ser mudado na opção pela fé.
Após o encontro, Bento XVI e os líderes religiosos protestantes farão uma celebração ecumênica, quando um bispo evangélico lerá o salmo 164 na tradução feita por Lutero, na qual expressa a vocação cristã comum para louvar a Deus.
O Papa fará uma oração para a unidade dos cristãos, e o presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, cardeal Kurt Koch, fará uma prece sacerdotal e recitará a oração do pai-nosso.
Fonte:http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5367587-EI8142,00-Papa+se+diz+preocupado+com+avanco+de+igrejas+pentecostais.html
1 de jan. de 2012
Papa Bento XVI diz que os jovens são a esperança do futuro

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/papa-bento-xvi-diz-que-os-jovens-sao-esperanca-do-futuro-3546435#ixzz1iEWubF5Z
21 de out. de 2011
Atriz Susan Saradon chamou de “nazi” (Nazista) o Papa Bento XVI.
A declaração de Susan Sarandon durante o festival de cinema, em Nova Iorque, está a gerar uma onda de críticas por parte de grupos de católicos e de judeus, com a Liga Anti-Difamação a exigir da atriz um pedido de desculpas. A bomba foi largada durante uma entrevista, no último sábado, com o ator Bob Balaban, quando a também ativista dos Direitos Humanos – Sarandon, criada numa família Católica Romana, é ainda embaixadora da Boa Vontade da UNICEF desde 1999 – revelou ter enviado ao Papa uma cópia do livro que deu origem ao filme de 1995 “Dead Man Walking”, onde contracena com Sean Penn e que lhe valeu um óscar. Bob Balaban questionou então a que Papa se referia Susan Sarandon. A resposta não podia ser mais polémica: “Ao último [João Paulo II]. Não a este nazi que temos agora”, refere o diário nova-iorquino Newsday.
O calibre da resposta originou mesmo um gentil reparo de Balaban, mas isso não evitou que Sarandon repetisse a acusação. Contactado para comentar as declarações da atriz, o seu agente não está a responder aos telefonemas dos jornalistas, de acordo com as agências de notícias. Entretanto, a Liga Católica para os Direitos Civis e Religiosos já lamentou a “ignorância intencional” de Sarandon. A Liga Anti-Difamação – de luta contra o antissemitismo – pede à atriz que se desculpe perante a comunidade católica: “Sarandon pode ter tido os seus problemas com a Igreja Católica, mas isso não é desculpa para andar com analogias sobre o nazismo. Essas são palavras de ódio, de vingança, que apenas logram apequenar a verdade da história e o significado do Holocausto”.
18 de ago. de 2011
Acompanhe Ao Vivo a Jornada Mundial da Juventude
http://wmsbr.webtvcn.com/tvcn
Saiba, também, tudo o que está acontecendo pelo site oficial:
http://www.madrid11.com
Pelo site oficial o Papa Bento XVI fala ao vivo:
http://www.madrid11.com/index.php?option=com_content&view=article&id=842
Se você está participando da JMJ11, envie seus testemunhos, vídeos e conteúdos!
JMJ: Resposta à marcha laica ateísta em Madrid
O que eles não esperavam é que a Juventude Católica na Jornada Mundial da Juventude também saberia responder. E muito bem.
6 de jul. de 2011
Vaticano: Ordenações de sacerdotes lefebvristas são ilegítimas

VATICANO, 06 Jul. 11 / 02:52 pm (ACI)
Em declarações ao grupo ACI este 5 de julho, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, assinalou que as recentes ordenações de 20 sacerdotes da Fraternidade São Pio X (lefebvristas) são ilegítimas.
Em resposta a uma pergunta da agência ACI Prensa o porta-voz vaticano disse que "enquanto a Fraternidade não tenha um status canônico na Igreja –sublinhaBento XVI– seus ministros não exercem um ministério legítimo n’Ela".
O sacerdote disse também que este status não será definido "até que os assuntos doutrinais sejam esclarecidos".
Recentemente os lefebvristas ordenaram sacerdotes na Suíça, Alemanha e nos Estados Unidos. Na cerimônia de ordenação de 17 de junho no seminário de Winona (Estados Unidos), o superior geral da Fraternidade São Pio X, Bernard Fellay, valeu-se da homilia para atacar o Vaticano por sua "inconsistência no diálogo" com sua organização.
Nesta ordenação de 5 sacerdotes, Fellay disse que "quando falo de contradição, meus queridos irmãos, refiro-me a que certas pessoas em Roma nos consideram fora da Igreja, excomungados, e inclusive como se tivéssemos perdido a fé e fôssemos hereges. Mas há outros que claramente nos aceitam como católicos".
A Fraternidade São Pio X reúne seguidores do Arcebispo francês Marcel Lefebvre, que faleceu excomungado em 1991, anos depois de ordenar quatro bispos sem autorização do Papa.
Em 24 de janeiro de 2009 o Papa Bento XVI decidiu levantar a excomunhão que pesava sobre estes quatro bispos: Bernard Fellay, Richard Williamson, Alfonso de Galarreta e Tissier de Mallerais.
No dia 29 de janeiro, ao final da audiência geral, o Papa explicou que a decisão de levantar a excomunhão, um "ato de paterna misericórdia", foi tomada porque os bispos até então excomungados, "tinham me manifestado várias vezes seu vivo sofrimento pela situação em que se encontravam".
Bento XVI expressou seu desejo de que "este meu gesto seja correspondido pelo compromisso solícito por parte deles de dar os ulteriores passos necessários para realizar a plena comunhão com a Igreja, testemunhando assim verdadeira fidelidade e verdadeiro reconhecimento do magistério e da autoridade do Papa e do Concílio Vaticano II".
Para precisar ainda mais os alcances do levantamento da excomunhão, no dia 4 de fevereiro de 2009 a Secretaria de Estado do Vaticano indicou em um comunicado que os quatro bispos estão obrigados ao "pleno reconhecimento do Concílio Vaticano II" e do Magistério de todos os Papas posteriores a Pio XII.
O texto também solicitava a um destes quatro, o bispo Richard Williamson, que nega o holocausto, que tome distância "publicamente e de modo totalmente inequívoco” das suas posições em relação à Shoah, “desconhecidas pelo Santo Padre no momento do levantamento da excomunhão".
A nota da Secretaria de Estado Vaticano explicava que "o levantamento da excomunhão liberou os quatro bispos de uma pena canônica muito grave, mas não mudou a situação jurídica da Fraternidade São Pio X, que no momento atual, não goza de nenhum reconhecimento canônico na Igreja Católica".
"Além disso os quatro bispos, embora já não estejam excomungados, não têm uma função canônica na Igreja e não exercem licitamente um ministério n’Ela".
Em outubro de 2009 o superior geral da Fraternidade, Bernard Fellay, assinalou que o Vaticano considerava a possibilidade de converter o seu grupo em uma Prelatura Pessoal, uma estrutura similar à do Opus Dei, como parte das discussões rumo à reconciliação.
Entretanto, em janeiro de 2010 o bispo negacionista do holocausto e um dos quatro da fraternidade São Pio X a quem o Papa Bento XVI levantou a excomunhão em 2009, Richard Williamson, assinalou que as negociações de seu grupo com a Santa Sé constituem "uma conversação entre surdos" na qual nunca se chegará a um acordo porque ambas as posições são "absolutamente irreconciliáveis".
Em fevereiro de 2011 Bernard Fellay confirmou esta opinião de Williamson e em uma entrevista com os membros de sua organização nos Estados Unidos, disse que no diálogo com a Santa Sé não puderam convencer os representantes do Vaticano de fazer que a Igreja retorne ao estado anterior ao Concílio Vaticano II, transgredindo a vontade do Santo Padre.
Fellay explicou nessa entrevista que a Santa Sé assinalou-lhes que "existiam problemas doutrinais com a Fraternidade e que os mesmos deviam esclarecer-se antes de um reconhecimento canônico" por parte da Igreja depois do levantamento das excomunhões.
Instrução sobre a Missa em latim
Do mesmo modo, em maio de 2011, a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei divulgou uma instrução que regulamenta a celebração da Missa em latim com o Missal de 1962.
Um de seus principais pontos assinala aqueles que a solicitem não podem ser contrários ao rito ordinário, estendido atualmente em toda a Igreja Católica depois do Concílio Vaticano II, nem tampouco contrários à autoridade do Santo Padre.
Junto com a instrução "Universae Ecclesiae" que regulamenta o Motu Proprio do Papa publicado em 2007, o Diretor do Escritório de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, apresentou uma síntese do primeiro documento na qual se indicava o seguinte:
"É muito importante a elucidação (n.19), segundo a qual os fiéis que pedem a celebração em forma extraordinária ‘não devem sustentar ou pertencer de maneira nenhuma a grupos que se manifestem contrários à validez ou legitimidade da forma ordinária’ e/ou à autoridade do Papa como Pastor Supremo da Igreja universal. Isto estaria em total contradição com o objetivo de ‘reconciliação’ do Motu proprio mesmo".
Embora o ponto 19 da instrução Universae Ecclesiae não mencione nenhum grupo ou pessoa em específico, alguns afirmam que está dirigida aos lefebvristas agrupados na Fraternidade São Pio X.
Quando o Papa Bento XVI publicou o Motu Proprio Summorum Pontificum em 2007, os seguidores de Lefebvre reunidos na Fraternidade Sacerdotal São Pio X, viram com bons olhos esta decisão de liberar a celebração da Missa em latim que até esse momento só poderia ser celebrada com autorização do Bispo.
Entretanto, mantiveram através dos anos seu rechaço ao Concílio Vaticano II.
3 de jul. de 2011
O remédio para as feridas da humanidade é o Amor, afirma Papa

Retomando as palavras do Evangelho deste domingo (cf Mt 11, 25-30 - no Brasil se comemora a Festa de São Pedro e São Paulo), o Santo Padre explicou que o “jugo” de Cristo é a lei do amor.
“Quando Jesus percorria as estradas da Galiléia, proclamando o Reino de Deus e curando muitos doentes, - disse o Papa - sentia compaixão pelas multidões porque estavam cansadas e oprimidas, como ovelhas sem pastor”. Aquele olhar de Jesus parece estender-se até hoje, até o nosso mundo.
O olhar de Cristo
“Ainda hoje [o olhar de Jesus] pousa sobre tantas pessoas oprimidas por condições de vida difíceis, mas também privadas de válidos pontos de referência para encontrar um significado e uma meta para sua existência. Multidões estão oprimidas nos países mais pobres, provadas pela indigência; e até mesmo nos países mais ricos são tantos os homens e mulheres insatisfeitos, até mesmo pessoas com depressão. Pensamos então nos numerosos deslocados e refugiados, naqueles que imigram arriscando suas vidas”.
O olhar de Cristo – continuou o Santo Padre - pousa sobre todas essas pessoas, ou melhor, sobre cada um desses filhos do Pai que está no céu, e repete: “Vinde a mim, vós todos ...”.
Jesus promete dar a todos "descanso", mas estabelece uma condição: “Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração". O que é este "jugo", pergunta-se o Papa, que em vez de pesar torna-se mais leve, e ao invés de esmagar levanta? O "jugo" de Cristo é a lei do amor, é o seu mandamento, que deixou aos seus discípulos”.
O remédio para a humanidade
"O verdadeiro remédio para as feridas da humanidade, sejam aquelas materiais, como a fome e as injustiças, sejam aquelas psicológicas e morais causadas por um falso bem-estar, é uma regra de vida baseada no amor fraterno, e que tem a sua fonte no amor de Deus. Por isso devemos abandonar o caminho da arrogância, da violência usada para obter posições de maior poder, para garantir o sucesso a qualquer custo".
Também em relação ao meio ambiente - disse ainda Bento XVI - devemos renunciar ao estilo agressivo que dominou nos últimos séculos e adotar uma razoável “mansidão”. Mas acima de tudo nas relações humanas, interpessoais, sociais, a regra do respeito e da não-violência, ou seja, a força da verdade contra qualquer injustiça é aquela que pode garantir um futuro digno do homem.
O Papa recordou por fim que ontem, nós comemoramos uma particular memória litúrgica a de Maria Santíssimalouvando a Deus por seu Coração Imaculado. Nossa Senhora nos ajude a “aprender” de Jesus a verdadeira humildade, a tomar com decisão o seu jugo suave, para experimentar a paz interior e sermos capazes de consolar outros nossos irmãos e irmãs que trilham com fadiga o caminho da vida.
Em seguida concedeu a todos a sua Benção Apostólica.
Não esquecer de rezar durante as férias
Antes de se despedir dos fiéis reunidos na Praça São Pedro o Papa saudou os grupos presentes em várias línguas. Durante as férias não se esqueçam da oração, inclusive colocando “o Evangelho na sua bagagem”, recomendou o Papa.
Com palavras diferentes, unidas, porém pela mesma intenção, Bento XVI fez um convite aos fiéis: “neste momento do ano no qual muitos de vocês farão férias, - disse em inglês - rezo para que vocês possam verdadeiramente repousar o espírito e o corpo e possam encontrar em Deus uma ocasião de repouso”.
Em francês, o Papa disse ainda: “Dêem espaço à leitura da Palavra de Deus, em particular do Evangelho que espero vocês não deixarão de colocar na sua bagagem para as férias”.
O Santo Padre irá iniciar um período de repouso, portanto, nos próximo dias deverá se transferir para a cidade de Castel Gandolfo, na região do Lácio, província de Roma. “Dali, se Deus quiser, guiarei o Angelus do próximo domingo”, afirmou Bento XVI.
11 de mar. de 2011
Sacerdotes não devem pregar cristianismo "à minuta", afirma o Papa

Em seu tradicional encontro ao início da Quaresma aos párocos da diocese de Roma (Itália) da qual é Bispo, o Papa Bento XVI afirmou esta manhã que um sacerdote não deve pregar "um cristianismo à minuta, segundo os próprios gostos".
Na lectio divina com os sacerdotes acompanhados pelo Vigário para a diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini, na Sala da Bênção no Vaticano, o Santo Padre explicou que um presbítero não deve pregar o Evangelho "segundo as próprias idéias preferidas, segundo as próprias idéias teológicas".
O sacerdote, precisou o Papa, "não está isento de anunciar toda, toda a vontade de Deus, inclusive a vontade incômoda, também em temas que pessoalmente não gostem tanto".
Conforme informa Rádio Vaticano, Bento XVI ressaltou que um sacerdote não pode ser um burocrata nem um mero administrador.
O Sacerdote "não é um patrão da fé” e não se pode ser padre em tempo parcial, mas sim com toda a alma e coração. “Este ser com Cristo e ser embaixador de Cristo, este ser para os outros é uma missão que penetra o nosso ser”, destacou o Papa. ".
No serviço sacerdotal é necessária a humildade, que não é exibir uma "falsa modéstia", mas o amor pela vontade de Deus, que graças à humildade do servidor pode ser anunciada em sua integridade, sem condicionamentos ou preferências, sem "criar a idéia de que o cristianismo é um pacote imenso de coisas a ser aprendidas".
O Santo Padre animou os sacerdotes à conversão pessoal "sobre tudo a do pensamento e do coração, para os que a realidade não são as coisas tangíveis ou os fatos do mundo assim como estes se apresentam, mas a realidade é reconhecer a presença de Deus no mundo. Desta visão o sacerdote deve conduzir seu ‘corrida' no mundo, sem perder nunca a força dos inícios".
"Não percamos o zelo, a alegria de sermos chamados pelo Senhor, deixemo-nos renovar nossa juventude espiritual, a alegria de poder andar com Cristo até o fim, de 'levar a corrida ao fim’ sempre no entusiasmo de ser chamados por Cristo para este grande serviço".
O Papa assinalou logo que o sacerdote, como São Paulo, não deve pensar somente em sua "sobrevivência biológica". "É certo, custodiar-se é necessário, mas sem esquecer que oferecer-se a si, até o dom da vida, assimila o sacerdote ao seu modelo, Cristo".
"Somente Deus pode fazer-nos sacerdotes, somente Deus pode escolher os seus sacerdotes e se somos escolhidos, somos escolhidos por Ele. Aqui aparece claramente o caráter sacramental do sacerdócio, que não é uma profissão que deve ser feita porque alguém deve administrar todas as coisas. É uma eleição feita pelo Espírito Santo".
Todo sacerdote, explicou Bento XVI, está também chamado a "velar" e rezar intensamente: "'velem por vocês mesmos': estejamos atentos também à nossa vida espiritual, a nosso ser com Cristo. Rezar e meditar a Palavra de Deus não é um tempo perdido para a cura das almas, mas é condição para que possamos estar realmente em contato com o Senhor e assim falar de primeira mão do Senhor aos outros".
Finalmente e após recordar que a Igreja sempre foi e estará sempre ameaçada, o Santo Padre disse que "a verdade é mais forte que a mentira, o amor é mais forte que o ódio, Deus é mais fortes que todas as forças adversas... a Deus. E com esta alegria, com esta certeza interior tomemos nosso caminho nos consolos de Deus em meio das perseguições do mundo"
Fonte: ACI Digital
8 de mar. de 2011
Enterra-se o Aleluia. Inicia-se a Quaresma.
É costume devocional fazer na terça-feira um jantar onde nos despedimos da alegria, do regozijo, e passamos a dar lugar ao recolhimento, ao arrependimento, à penitência, à vida de oração, de carregar a cruz. É época de voltarmos os olhos para o Senhor e darmos a Ele tudo o que temos e o que somos. É tempo de deixarmos de ser Judas e passarmos a ser Sirineu, João, Maria Santíssima. É tempo de reconhecimento.
Enterramos esta noite o Aleluia. Porém, na Vigília Pascal, ele ressuscitará, juntamente com o Senhor que vem, que venceu a morte e nos trouxe a vida.
Até lá! Aleluia!
26 de fev. de 2011
Aos poucos a verdade aparece: Universidade Harvard dá razão ao Papa na luta contra a AIDS
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PS: todos os grifos na notíca do site Zenit.org foram feitos por mim a fim de destacar os pontos que compreendi serem mais importantes no texto.
24 de fev. de 2011
Academia islâmica quer que Papa se desculpe por Cruzadas

A declaração foi dada por Muhammad Rifaa Al Tahtawi , ex-porta-voz da Academia de Investigação Islâmica de Al Azhar, com sede no Cairo, durante o evento "Agenda da convivência: cristãos e muçulmanos por um futuro juntos", promovido em Roma pela Comunidade de Santo Egídio.
Ele disse que está confiante sobre a retomada do diálogo, que foi congelado pela academia sunita no último 20 de janeiro, após o papa denunciar que os cristãos são perseguidos no Oriente Médio. Para a instituição islâmica, o pontífice teria atribuído aos muçulmanos a responsabilidade pela opressão da comunidade cristã na região.
Tahtawi, que alegou ter deixado o cargo para se unir à revolta do povo egípcio, afirmou que "não é aceitável" que o líder máximo da Igreja Católica diga que "não insultou [os muçulmanos e que] apenas falou" o que diria "para qualquer outro grupo religioso sobre a falta de liberdade religiosa".
Para o ex-porta-voz, "isso não é uma desculpa", e seria necessário que o papa "apresentasse agora as desculpas pelas Cruzadas", ou que "condenasse o que Israel está fazendo na Palestina".
Ele ainda observou que "a decisão de congelar o diálogo com o Vaticano, mesmo que nem todos no governo estivessem de acordo, foi muito popular".
"Isso não significa que não se queria um diálogo, mas que se quer um diálogo fecundo, e não de fachada, e baseado no mútuo respeito", completou.
"Nós queremos que o papa faça um gesto que dê a entender aos muçulmanos que ele lhes tem como seres humanos, assim como tem a todos os outros. Um sinal de respeito seria falar do Islã como uma região de paz, como uma das principais regiões no mundo que toma uma posição sobre as práticas israelenses, assim como sobre Jerusalém", defendeu o ex-porta-voz, acrescentando que "o mundo islâmico, em geral, sente por não ser respeitado e tratado igual".
Fonte: DA ANSA, NA CIDADE DO VATICANO/ Bol noticias
Fonte: Rainha Maria
23 de fev. de 2011
Papa assinala a conversão pessoal como maneira de reformar a Igreja.
“Queridos irmãos e irmãs,
«Fomos criados para a glória de Deus e para a salvação eterna: este é o nosso fim. Se o alcançarmos, seremos felizes; se dele nos afastamos, seremos infelizes. Por isso, devemos considerar como verdadeiramente bom o que nos conduz ao nosso fim, e como verdadeiramente mau o que dele nos afasta»: assim escreve São Roberto Belarmino, bispo e doutor da Igreja. O Concílio de Trento terminara há pouco, e a Igreja Católica precisava de ver confirmada e consolidada a sua identidade face à Reforma protestante. A acção do nosso Santo insere-se neste contexto, tendo servido fiel e valorosamente a Igreja ao longo dos últimos decénios do século XVI e primeiros do século XVII. Na sua obra O Gemido da Pomba – «pomba» aqui é a Igreja –, chama vigorosamente o clero e os fiéis a uma reforma pessoal e concreta da própria vida. Com grande clareza e com o exemplo da vida, ensina que não pode haver verdadeira reforma da Igreja, se primeiro não houver a nossa reforma pessoal e a conversão do coração.
3 de dez. de 2010
Papa encontra vítimas da violência no Iraque

Uma saudação a cada um, palavras de conforto, proximidade e oração, o abraço do Papa que se alarga aos cristãos que vivem em todas as áreas do mundo onde eles são vítimas de violência e injustiça.
Bento XVI, na conclusão da udiência geral de ontem, encontrou – numa sala reservada - 26 pessoas que ficaram feridas no atentado de 31 de outubro, na catedral sírio-católica de Bagdá, que, acompanhadas por parentes, foram trazidas para a Itália para tratamento. O Papa recordou também as 57 vítimas do atentado, das quais lhe foram mostradas algumas fotos.
Tudo isto ocorreu no dia em que a comunidade cristã no Iraque chorou outra vida ceifada: de acordo com o site local da agência “Ankawa”, trata-se de Fady Walid Jibrail, um jovem protestante de 26 anos que trabalhava em uma mercearia, assassinado a tiros no meio de uma rua de Mossul. Na emboscada o irmão também ficou ferido: na semana passada outros dois irmãos, católicos, foram assassinados na zona industrial da mesma cidade.
A comunidade cristã no Iraque na década de 90 contava um milhão de pessoas: hoje são menos da metade, somente na capital de 450 mil, hoje são pouco mais de 150 mil pessoas. Muitas famílias decidiram fugir para o exterior ou para áreas consideradas mais seguras: 86 famílias chegaram a Suleiman, no Curdistão iraquiano, onde já vivem 40. Aqueles que decidiram permanecer em Bagdá receberam a solidariedade dos líderes do clero islâmico sunita e xiita da cidade.
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por
Rádio Vaticano
Fonte: www.comshalom.org
2 de dez. de 2010
Carta ao Papa e Ano Mariano
(Enviar cópia para:)
25 de nov. de 2010
Dom Luiz Eccel renuncia cargo após apoiar Dilma Rousseff
24 de nov. de 2010
Preservativo: o QUE o papa disse, o que NÃO disse e o que SEMPRE disse
“Pode haver certos casos em que o uso do preservativo se justifique, por exemplo, quando uma prostituta usa um profilático. Este pode ser o primeiro passo no sentido de uma moralização, um primeiro ato de responsabilidade, consciente de que nem tudo está perdido e não se pode fazer tudo aquilo que se deseja.”
As duas falas acima são do papa Bento 16 em entrevista ao escritor alemão Peter Seewald. O encontro deu origem a um livro: “A Luz do Mundo, O Papa, A Igreja e Os Sinais dos Tempos – Uma Conversa com Bento XVI”. O trecho sobre o uso da camisinha ganhou as manchetes do mundo inteiro porque seria
a) uma mudança de postura da Igreja;
b) um avanço que contribuiria para combater a disseminação da Aids.
Incrível! De algum modo, as duas leituras revelam má consciência em relação ao pensamento da Igreja. Cuidemos da suposta mudança de opinião do papa. Não aconteceu. Segue a mesma no que concerne à sexualidade, e não há hipótese, nem agora nem depois, de o chefe da Igreja “liberar” o uso da camisinha porque não lhe cabe. Ele não é autoridade em saúde pública ou membro de algum comitê de controle da natalidade. É o líder espiritual de uma Igreja e uma referência moral.
Ocorre que todo católico — sejamos mais amplos: todo cristão —, confrontado com o inevitável, tem um compromisso com o mal menor, SEM, NO ENTANTO, JAMAIS ABRIR MÃO, COMO FAZ O PAPA, DE DEFENDER O PRINCÍPIO E DENUNCIAR O DESVIO. Convenham: dada a situação concreta, esperavam que o papa dissesse o quê?
Disseminação da Aids
Vamos ao segundo aspecto: aquela que seria uma nova opinião da Igreja Católica contribuiria para diminuir a disseminação da doença. Isso só seria verdade caso se admitisse como fato que a suposta posição anterior contribuiria para espalhá-la. O uso da camisinha é um aspecto de uma doutrina maior que diz respeito ao amor e à sexualidade. Pode-se achar errado, contraproducente ou irrealista o pensamento da Igreja, mas não se deve tomar a parte pelo todo. É estúpido afirmar que a Igreja “é contra a camisinha”; esta é tomada apenas como um sinal do que ela considera a banalização do sexo. Mas ainda não se chegou ao essencial.
A camisinha é condenada como a evidência material de uma decisão que é de natureza moral. Para a Igreja, se há uma relação sexual amorosa, entre cônjuges, que convivem num clima de fidelidade e confiança, o preservativo não se explica. “Ah, mas isso também é polêmico!” Pode até ser, mas a polêmica é outra. É estúpido afirmar que a opinião da Igreja sobre a camisinha contribui para disseminar a Aids pela simples e óbvia razão de que, seguidas as suas recomendações, a transmissão do vírus pela via sexual seria zero. O que não é aceitável é que os indivíduos se esqueçam da Igreja ao ignorar a castidade antes do casamento e a fidelidade no matrimônio para argumentar que seguiram a sua recomendação só na hora de evitar a camisinha. Essa falácia lógica é repetida mundo afora por inimigos da Igreja e comprada pelo jornalismo sem questionamento.
Aids e África
Organizações ligadas ao combate à Aids na África saudaram a “mudança de opinião”. Huuummm… Curioso! Em muitos países do continente, a contaminação chega a atingir até 40% da população. Em Uganda, caiu para 7% — índice ainda escandaloso caso se considere a realidade mundial. E qual é a particularidade desse país? Um forte programa oficial que prega abstenção sexual aos solteiros e fidelidade aos casados. A camisinha é apenas o terceiro elemento na pregação oficial. Em suma, Uganda exerce aquela que seria, caso se lhe coubesse tal papel, o programa do Papa de combate à Aids. E o efeito é positivo. Contra os fatos e contra os números, a Human Rights Watch afirma que a política ungandense atenta contra os direitos humanos…
Edward Green é uma das maiores autoridades mundiais no estudo das formas de combate à expansão da AIDS. Ele é diretor do Projeto de Investigação e Prevenção da AIDS (APRP, na sigla em inglês), do Centro de Estudos sobre População e Desenvolvimento de Harvard. O que ele diz? O PAPA ESTÁ CERTO. AS EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS CONFIRMAM O QUE DIZ SUA SANTIDADE. Ora, como pode o papa estar certo? Em entrevistasa concedidas no ano passado aos sites National Review Online (NRO) e Ilsussidiario.net, Green afirma que as evidências que existem apontam que a distribuição em massa de camisinha não é eficiente para reduzir a contaminação na África.
Na verdade, ao NRO, ele afirmou que não havia uma relação consistente entre tal política e a diminuição da contaminação. Ao Ilsuodiario, ele fala como cientista, como estudioso, não como religioso: “O que nós vemos de fato é uma associação entre o crescimento do uso da camisinha e um aumento da AIDS. Não sabemos todas as razões. Em parte, isso pode acontecer por causa do que chamamos ‘risco compensação” – literalmente, nas palavras dele ao NRO: “Quando alguém usa uma tecnologia de redução de risco, freqüentemente perde o benefício (dessa redução) correndo mais riscos do que aquele que não a usa”.
O papa, em última instância, está afirmando o óbvio: se o indivíduo DECIDIU ter uma relação de risco, é claro que ele deve se proteger. A Igreja não atua nessa área. Seu papel é buscar interferir nos mecanismos que o levam àquela decisão.
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À PROPÓSITO,VEJA O QUE O JORNALISTA AUTOR DO LIVRO DECLAROU:
AFP
O jornalista alemão Peter Seewald, autor de um livro-entrevista com o Papa Bento XVI, qualificou de “penoso e ridículo” o enfoque dado pela mídia à questão do uso do preservativo, apesar “da amplidão dos temas abordados” na obra.
“Nosso livro aborda a sobrevivência do planeta ameaçado, o papa faz um apelo a toda a humanidade, nosso mundo desmorona, e a metade dos jornalistas não se interessa senão pela questão do preservativo”, lamentou Seewald durante entrevista à imprensa na apresentação, no Vaticano, do livro intitulado “Luz do Mundo”.
“Admitiu, no entanto, que o uso do preservativo se trata de uma “questão importante”.
Os jornalistas, europeus em maioria, vieram em massa para assistir à apresentação do livro, que já deu muito o que falar: a sala de imprensa do Vaticano estava lotada. Os dispositivos de tradução – Seewald só fala alemão – foram logo tomados por profissionais e chegaram a faltar.
“A vida de nosso planeta vai terminar e nós nos atemos à questão de saber se o preservativo é permitido pela Igreja”, insistiu o jornalista, que falou de “crise do jornalismo”.
Na obra, a pergunta: “a Igreja católica não é fundamentalmente contra a utilização de preservativos?”, o pontífice responde “em alguns casos, quando a intenção é reduzir o risco de contaminação, podendo ser um primeiro passo para abrir o caminho a uma sexualidade mais humana, vivida de outro modo”.
Bento XVI cita o caso de um prostituto, na versão alemã, e uma prostituta, na versão italiana.
A este respeito, o padre Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, confirmou que a versão italiana trazia um erro; “a versão de referência é a alemã”.
Mas, acrescentou, “quer se trate de homem, mulher, ou transexual, é a mesma coisa: a mensagem é a de que se deve evitar um risco grave à vida do outro, uma responsabilidade”.
O destaque dado ao preservativo, objeto de numerosas perguntas da imprensa, levou o cardeal Rino Fisichella, presidente do Conselho pontifical para a Nova Evangelização, afirmar que “os problemas morais não são condensados no preservativo: há questões morais dominantes como a bioética e a genética”.
Para Peter Seewald, o livro “tem qualquer coisa de novo: chegamos a conhecer pessoalmente este papa, vimos Bento XVI como ele é, sem falsas interpretações, e aprendemos sua maneira de abordar e de ver seu pontificado”.
“É um homem idoso, de 83 anos, fatigado, que tem uma tarefa muito pesada” mas “é autêntico e não mudou sua essência, sua personalidade” com a eleição, afirmou o autor, que já escreveu dois livros-entrevistas com o então cardeal Joseph Ratzinger antes de ele aceder ao papado.
Em sua opinião, o papa “não se apresenta como um ditador, um cardeal panzer” (uma abreviação de “Panzerkampfwagen”, um substantivo alemão que se traduz como “Veículo Blindado de Combate”). “É um homem do diálogo que não tem problema ante a questões cruciais ou críticas, um homem dotado de enorme força intelectual, genial, simples e muito piedoso”, acrescentou, considerando que “estas características maravilhosas de Joseph Ratzinger tornam-se manifestas, agora que é papa”.
“Não houve censura: na versão escrita, reproduzimos a linguagem oral e o papa forneceu algumas precisões”, explicou.
Para ele, “o livro tem por objetivo fazer um balanço du pontificado na metade do caminho” e “representa uma ajuda importante para melhor compreendê-lo”.
Por Reinaldo Azevedo
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio
www.rainhamaria.com.br












