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29 de jul. de 2012

Herege que acusou Pe Paulo de extorsão afirma: os católicos querem me matar

Por Evelyn Mayer de Almeida


Cada dia surge alguém que, ao invés de acrescentar, contribui para que a sociedade continue menos crente de Deus e mais crente de sua vaidade e sandice. Após a rebelião de Lutero contra a Igreja, fundando para si a "sua" fé e doutrina, todos os homens da terra encontraram-se no direito de atribuir a Deus e à Bíblia significados retirados de sua alma medíocre e não da fonte viva, que é o Espírito Santo, que a todos quer iluminar e guiar para Cristo com o seu Ruah.

O mais novo protagonista da série é o líder da seita (que ele não leia isso, pois não gosta de denominar-se assim) "Eu quero uma Igreja", cujos vídeos podem ser vistos no youtube. Segundo o mesmo, o objetivo do grupo é levantar questionamentos, desmascarar farsas e bradar por uma Igreja real e verdadeira citada em Romanos 14 e 1º Coríntios 13. Se lhe perguntam se é evangélico, ele dirá que sim, pois vive o evangelho (ou busca vivê-lo). Se lhe perguntam se é católico, também dirá que sim, pois o significado da palavra é "universal". Só não lhe peça para dizer-se "romano", pois segundo o mesmo, ao Papa não foi dada nenhuma autoridade. Também porque são eles "cristocêntricos" (acusando veladamente que a Igreja Católica não o seja). Logo, ele "segue" o que a Bíblia diz, bem como deram exemplo os apóstolos. Com uma voz bem articulada, um linguajar doce e uma pregação gnóstica, segue o rapaz ganhando adeptos aos seus pensamentos "cristocêntricos" de sei lá eu o quê.

Apesar de não gostar de um rótulo - afinal, conforme o público ele o é, ora evangélico, ora católico - o protagonista da série de vídeos gosta muito de rotular. Conforme denunciou o site Porta Fidei (http://portadafe.wordpress.com/2012/07/21/herege-picareta-acusa-padre-paulo-ricardo-de-extorsao/) o líder da seita acusou o Pe Paulo Ricardo de extorsão. Obviamente, houve no meio católico sincera revolta pela desonestidade do mesmo ao retirar citações do vídeo descontextualizando-as para validar seu discurso. Com isso, muitos sites resolveram contra-argumentar o que o protagonista em questão disse. Para tanto, a resposta que nos veio foi prova de que o que este homem diz é descabível: criou um vídeo alegando que os católicos ameaçaram-no de morte.

Para quem tem estômago (eu não o tive) há dezenas de vídeo em que o protagonista da seita acusa diferentes lideranças da Igreja Católica sem dar ônus à prova. E tudo porque deseja viver as passagens já citadas de Romanos e Coríntios (sic!). Contudo, qualquer ser humano perspicaz há de ver que o que o rapaz faz é uma verdadeira lavagem cerebral já conhecida em diferentes meios protestantes.

O que se conclui do que se vê é que o sujeito não merece ibope. Apenas orações para que se converta, inclusive, de sua loucura.

Caso queiram, segue abaixo o vídeo em que ele garante que os católicos o ameaçam de morte, bem como outros no qual denuncia, inclusive, que um de nossos Papas tiveram vínculo com a maçonaria. Mas beba antes um sal de frutas. Vai precisar...

E por favor, senhor do "eu quero uma igreja", não me venha dizer após esta postagem que eu também o ameacei de morte. Eu não o ameaço de nada. 

Em Cristo,

Vídeo em que alega que os católicos o ameaçaram de morte



Vídeo em que alega o vínculo da Igreja Católica com a Maçonaria


9 de nov. de 2011

Paris: cinco mil católicos marcham contra a cristianofobia e as obras blasfemas.


O evento organizado em Paris pela Civitas e apoiado por diversos movimentos e associações católicas, no sábado, 29 de outubro de 2011, foi um grande sucesso. Ele contou com a participação de cerca de 5.000 pessoas – em sua maioria jovens –, que percorreram as ruas da capital francesa sob chuva, por trás de um cartaz com os dizeres: “A França é e deve continuar sendo católica”. Diversos sacerdotes também participaram da marcha.

O evento serviu para denunciar os ataques de ódio e desprezo sofridos pelo cristianismo e a figura de Cristo na comunidade chamada “cultural”, a cristianofobia em geral e, particularmente, contra as obras de teatro blasfemas, tanto a que está sendo exibida como outra que se pretende apresentar.

Foi uma longa e digna caminhada, com slogans, cantos e orações. As cifras dos manifestantes superaram as estimativas, que haviam sido calculavam em centenas ao invés de milhares de participantes.

A prefeitura desviou o curso da marcha até um lugar estreito, muito distante de onde ocorreu a blasfêmia.

Evento improvisado posterior à marcha

Culminada a marcha e depois de vigorosos discursos, entre eles o de Alain Escada, secretário geral da Civitas, e do Padre de Cacqueray (FSSPX), a manifestação se dispersou.

Mais tarde, vários desses participantes seguiram junto com alguns grupos ao Place du Châtelet, com vontade de protestar contra o teatro onde a obra se desenvolvia, diante da presença de Frédéric Mitterrand, “o ministro de Cultura.”


O primeiro grupo de jovens católicos chegou ali pacificamente, porém, teve que dar marcha à ré porque a Compagnies Républicaines de Sécurité da Polícia Nacional da França os recebeu atirando gás lacrimogêneo contra a multidão, sem perdoar nem mesmo os sacerdotes presentes.

Com grande tensão, frente a frente, os católicos se ajoelharam e começaram a rezar o rosário varonilmente. Os sacerdotes se encontravam na primeira linha à frente dos fiéis.

Outros grupos dos manifestantes chegaram depois (cerca de 400 pessoas no total), e de novo se fez a mesma coisa que a noite anterior: orações, cantos e lemas, durante duas horas antes da dispersão geral às 23h.

Como dado curioso informamos que durante a marcha um grupo de muçulmanos do Centro Zahra (chiítas) simpatizou com os católicos e se uniu a eles, a mesma coisa ocorrida em evento improvisado na Place du Châtelet, um pequeno grupo de islamistas de “Forsan Alizza”.

Fonte: http://fratresinunum.com



26 de out. de 2011

Fui presbiteriana por 50 anos, hoje sou católica!


Fonte: Família Missionária

Eu nasci, fui batizada e me criei no evangelho presbiteriano. Há oito anos estou morando no Belenzinho, ao lado da igreja católica São Carlos Borromeu que minha sogra freqüentava. Todos da família dela são católicos, inclusive meu marido.

Quando vim morar neste bairro, já de imediato me associei à oficina Santa Rita desta paróquia. Mesmo antes de me mudar para cá, quando eu morava em São Miguel, a convite da minha sogra eu já ajudava esta oficina com trabalhos que fazia da minha casa mesmo. Agora sou voluntária que trabalha dentro da oficina. Fui muito bem recebida pelas senhoras que lá freqüentam e o mais importante para mim foi que elas sabiam que eu era presbiteriana e me respeitaram como tal.

Nunca se comentava a respeito de denominação e eu me sentia muito bem. Os anos se passaram e já tenho nove anos de trabalhos realizados nesta oficina. Em uma das missas de Santa Rita de Cássia, me convidaram para participar. Foi até interessante, pois nunca havia participado de uma missa, apesar de trabalhar na oficina no fundo da paróquia. Neste dia, foi o Pe. José Florêncio quem celebrou a missa. Gostei muito. Apesar de não entender os ritos. Não estava acostumada. Mesmo assim me senti muito bem.

Havia na igreja um seminarista de nome Tertuliano. Ele ensinava música e, como eu gosto muito, entrei na aula. Foi ótimo! Tivemos um ano de aula, a maestrina que cantava e tocava no coral da igreja veio neste curso e nos convidou a participar do coral. Fiquei tão feliz e lá fui eu… Sendo ainda presbiteriana, cantei no coral sem ninguém me questionar ou olhar feio para mim.

Um dia, o telefone de casa tocou e a secretária da igreja me disse: ”Ednir, hoje à noite você vai estar em casa?” Eu disse: “Sim, por que”? Ela respondeu: “É que o Pe. José quer te visitar para te fazer um convite”. Eu disse: “Pode vir à vontade, estou aguardando“.

O padre José chegou muito amável como sempre. Conversamos um pouco ele disse que queria convidar meu marido e eu para participarmos do Encontro de Casais realizado pela Paróquia, chamado Ovisa (Orientação para vivencia sacramental).

Pensei, pensei… Porque no dia 20 de maio de 2006 seria o casamento de minha sobrinha. Mas, na mesma hora disse ao padre que aceitaria participar do Encontro. Nos dias 20 e 21 de maio de 2006, eu e meu esposo Roberto participamos do 109º Ovisa. Foi muito lindo. Desejo que todos os casais façam este encontro. Voltamos para casa e continuei a minha vida. Mas, me faltava alguma coisa. Eu não estava completa. Como agora eu cantava no coral da igreja, participava também das missas, foi ai que percebi o que me faltava: a eucaristia.

Fui conversar com o Pe. José e o Pe. Eduardo pedindo a eles que me orientassem. Eles me atenderam prontamente. Fiz o curso individualmente, a primeira Eucaristia e fui crismada. Não fui batizada, pois eu já tinha sido batizada na Presbiteriana e este batismo é válido na Igreja católica.

Minha família é presbiteriana, minha mãe não gostou de me ver voltar para o catolicismo. Quando eu ia a casa dela ela me chamava de “catoliquinha”, fazia assim distinção entre uma denominação e outra. Coisa que não encontrei na igreja católica. Mas como Deus tem sempre um propósito, fiquei firme na minha fé e fui adiante. Hoje sou muito bem respeitada na minha família professando o catolicismo.

Professei tão profundamente minha fé na Santíssima Trindade com tanto amor e dedicação, com muito esmero que hoje me sinto muito feliz por ser católica. Estou com 54 anos. Durante 50 anos fui presbiteriana.

Nestes anos entre o Ovisa e a minha conversão, encontrei muitas pessoas amigas e amigos na Paróquia que me ajudaram muito. Quando terminamos o Ovisa formamos um grupo de casais que se reúne periodicamente até hoje graças a Deus e está a todo vapor. Neste grupo os casais são muito bem estruturados. Espiritualmente pude aprender muitas coisas das escrituras sagradas no convívio com eles. Na parte social em que todos participam é muito, muito bom.

Encontrei-me com Deus e com pessoas de muito boa vontade para as obras do Senhor. Participo das atividades do grupo da oficina de costura, do coral da igreja e graças a Deus trabalho durante a semana com meu filho. Deus é tão maravilhoso que dá tempo para tudo.

Ednir


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

23 de ago. de 2011

Quais os estados e cidades mais “Católicas” do Brasil? Veja pesquisa.


Fonte G1

A proporção de brasileiros fiéis ao catolicismo caiu ao menor nível já registrado desde 1872, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (23) pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Apesar da queda, o catolicismo ainda é a maior religião no país, seguida pela igreja evangélica e pelo espiritismo.

Os dados fazem parte de um mapa de religiões traçado pela FGV. Segundo o estudo, 68,43% da população brasileira se dizia católica em 2009, cerca de 130 milhões de pessoas.

Conforme o estudo, a proporção de católicos vinha se mantendo constante no início dos anos 2000, mas houve queda de 7,3% dos adeptos ao catolicismo entre 2003 e 2009. A pesquisa reuniu microdados de pesquisas do IBGE com cerca de 200 mil entrevistados na década passada.

Uma das razões apontadas para a queda é o crescimento na proporção dos evangélicos no mesmo período (de 17,9% para 20,3% da população). Além disso, o grupo de pessoas que dizem não pertencer a nenhuma religião subiu, de 5,13% para 6,7% da população. No início da década, o índice dos “sem religião” havia caído, de 7,4% para 5,1%.

Ainda segundo a pesquisa, as mulheres continuam mais religiosas do que os homens, mas a proporção se inverteu no período analisado com relação ao catolicismo. Enquanto 71,6% se dizem católicas, 75,4% dos homens expressam pertencer a essa religião. Setenta anos antes, eram 96% e 95%, respectivamente.

Estados e capitais

O Piauí é o estado com maior número de católicos (87,93%), seguido pelo Ceará (81%) e Paraíba (80,25%). Os menos católicos são o Acre (50,73%), Rio de Janeiro (49,83%) e Roraima (46,78%). Roraima é também o estado com maior proporção de sem religião (19,39%), seguido do Rio de Janeiro (15,95%).

Ainda conforme o estudo, a periferia do Rio de Janeiro é a menos católica e menos religiosa de todas as metrópoles brasileiras. No outro extremo está a periferia de Porto Alegre e de Fortaleza, respectivamente, a mais religiosa e a mais católica.

Entre os evangélicos pentecostais, o Acre é o que contabiliza a maior proporção de adeptos (24,18%). Nas demais denominações evangélicas, o líder é o Espírito Santo (15,09%). O Sergipe é o estado com o menor percentual de evangélicos pentecostais (4,75%).

O Rio lidera em religiões espíritas (3,37%) e afro-brasileiras (1,61%), seguido, nos dois casos, pelo Rio Grande do Sul (2,34% de espiritualistas e 0,94% de afro-brasileiras). Já nas religiões orientais ou asiáticas, São Paulo possui o maior nível de adeptos (0,78%), seguido pelo RJ (0,69%) e Distrito Federal (0,52%).

Nas capitais, Boa Vista, Salvador e Porto Velho são as que possuem maior proporção de pessoas sem religião. Teresina é a capital mais católica do país, com 80, 66% de fiéis, seguida de Fortaleza (74,25%) e Florianópolis (73,91%). Boa Vista é a menos católica (40,87%). Os evangélicos são maioria em capitais da região Norte: Rio Branco (28,43%), Belém (23%), Boa Vista (21,21%) e Porto Velho (19,02%).

Renda

Com relação à renda, a grande parte dos sem religião está concentrada na classe E (7,72% deles não possuem religião), seguida pela classe A/B, com 6,91%. O mesmo acontece no catolicismo, que se concentra principalmente entre essas classes.

Evangélicos pentecostais são 14,98% da classe D. Já as igrejas evangélicas mais tradicionais estão mais concentradas na classe AB (8,35%) e C (8,72%). Outras religiões também estão mais concentradas na classe A/B.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/


22 de jun. de 2011

SANTOS JOÃO FISHER E TOMÁS MORE


Hoje, dia 22 de Junho, a Igreja faz memória destes dois grandes mártires da Igreja.

De Francisco Fernández de Carvajal

João Fisher foi ordenado sacerdote em 1491. Exerceu diversos cargos na Universidade de Cambridge, ao mesmo tempo que assumia a direção espiritual da Rainha Margarida, mãe de Henrique VII, passando a ocupar mais tarde a cátedra de Teologia que a rainha fundara nessa Universidade. Em princípios de 1504, foi nomeado reitor de Cambridge, e no final do ano sagrado bispo de Rochester, a menor e mais pobre diocese da Inglaterra; dois dias mais tarde, tomou posse do seu posto como membro do Conselho do Rei.

Tomás More fez estudos de Literatura e Filosofia em Oxford e de Direito em New Inn. Em 1504, foi eleito membro do Parlamento e ocupou diversos cargos públicos, alcançando um grande prestígio pelo seu conhecimento das leis e pela sua honradez. Apesar da sua intensa vida profissional, sempre arranjou tempo para se dedicar à família, sua grande ocupação, e aos estudos literários ou históricos; publicou vários livros e ensaios. Em 1529, foi nomeado Lord-Chanceler da Inglaterra, apesar de já ter respondido claramente ao Rei que não podia estar de acordo com a dissolução do casamento real.

Ambos morreram decapitados em 1535 por se terem negado a reconhecer a supremacia de Henrique VIII sobre a Igreja da Inglaterra e a anulação do casamento do Rei.

I. EM 1534, NA INGLATERRA, exigiu-se de todos os cidadãos que jurassem a Ata de Sucessão, pela qual se reconhecia como verdadeiro casamento a união de Henrique VIII com Ana Bolena. O Rei era proclamado Chefe supremo da Igreja na Inglaterra, negando-se ao Papa qualquer autoridade. João Fisher, bispo de Rochester, e Tomás More, Chanceler do Reino, recusaram-se a jurar a Ata, e foram encarcerados em abril de 1534 e decapitados no ano seguinte.

Num momento em que muitos se dobraram à vontade real, incluídos os bispos, o juramento desses homens teria passado despercebido e eles teriam conservado a vida, os bens e os cargos, como tantos outros1. No entanto, ambos foram fiéis à fé até o martírio. Souberam dar a vida porque foram homens que viveram plenamente a sua vocação cristã, até as últimas conseqüências.

Tomás More é uma figura muito próxima de nós, pois foi um cristão corrente, que soube compaginar bem a sua vocação de pai de família com a profissão de advogado e mais tarde com a responsabilidade de Chanceler do Reino, logo abaixo do Rei, numa perfeita unidade de vida. Desenvolvia-se no mundo como se estivesse na sua própria casa; amava todas as realidades humanas que constituíam a trama da sua vida, onde Deus o quis. Ao mesmo tempo, viveu um desprendimento dos bens e um amor à Cruz tão grandes que se pode dizer que deles extraiu toda a sua fortaleza e coragem.

Tomás More tinha o costume de meditar todas as sextas-feiras nalguma passagem da Paixão de Nosso Senhor. Quando os filhos ou a esposa se queixavam das dificuldades e contrariedades do dia-a-dia, dizia-lhes que não podiam pretender “ir para o Céu num colchão de penas” e recordava-lhes os sofrimentos padecidos por Cristo, e que o servo não é maior do que o seu senhor. Além de aproveitar as contrariedades para identificar-se com a Cruz, More fazia outras penitências. Levava freqüentemente à flor da pele, escondida, uma camisa de pêlo áspero. Foi fiel a esta prática durante a prisão na Torre de Londres, apesar de não serem pequeno incômodo o frio, a umidade da cela e as privações de todo o tipo que passou naqueles longos meses2. Encontrou na Cruz a sua fortaleza.

Nós, que procuramos seguir Cristo de perto no meio do mundo e dar dEle um testemunho silencioso, encontramos forças e coragem no desprendimento, no sacrifício diário e na oração?

II. QUANDO TOMÁS MORE teve que pedir demissão do seu cargo de Lord-Chanceler, por não concordar em jurar a Ata, reuniu os familiares para expor-lhes o futuro que os aguardava e tomar medidas em relação à situação econômica. “Vivi – disse-lhes, resumindo a sua carreira – em Oxford, na hospedaria da Chancelaria..., e também na Corte do rei..., do mais baixo ao mais alto. Atualmente, disponho de pouco mais de cem libras por ano. Se temos de continuar juntos, todos devemos contribuir com a nossa parte; penso que o melhor para nós é não descermos de uma só vez ao nível mais baixo”. E sugere-lhes uma acomodação gradual, recordando-lhes que se podia viver feliz em cada nível. E se nem sequer pudessem sustentar-se no nível mais baixo, aquele que vivera em Oxford, “então – disse-lhes com paz e bom humor – resta-nos a esperança de irmos juntos pedir esmola, com sacolas e bolsas, e confiar em que alguma boa pessoa sinta compaixão de nós [...]; mas mesmo então haveremos de manter-nos juntos, unidos e felizes”3.

Nunca permitiu que nada quebrasse a unidade e a paz familiar, nem mesmo quando se ausentava ou quando foi preso. Viveu desprendido dos bens enquanto os teve, e alegre quando deixou de contar com o indispensável. Sempre soube estar à altura das circunstâncias. Sabia como celebrar um acontecimento, mesmo na prisão. Um biógrafo, seu contemporâneo, diz que, estando preso na Torre, costumava vestir-se com mais elegância nos dias de festa importantes, na medida em que o seu escasso vestuário lho permitia. Sempre manteve a alegria e o bom humor, mesmo no momento em que subia ao cadafalso, porque se apoiou firmemente na oração.

“Dai-me, meu bom Senhor, a graça de esforçar-me por conseguir as coisas que te peço na oração”, rezava. Não esperava que Deus fizesse por ele o que, com um pouco de esforço, podia conseguir por si mesmo. Trabalhou com empenho ao longo de toda a vida até chegar a ser um advogado de prestígio antes de ser nomeado Chanceler, mas nunca esqueceu a necessidade da oração, ainda que muitas vezes não lhe fosse fácil, sobretudo nas circunstâncias tão dramáticas do processo e dos meses de absoluto isolamento na prisão, enquanto esperava o dia da execução. Nesses dias derradeiros, escreveu uma longa oração em que, entre muitas piedosas e comovedoras considerações de um homem ciente de que vai morrer, exclamava: “Dai-me, meu Senhor, um anelo grande de estar convosco, não para evitar as calamidades deste pobre mundo, nem as penas do purgatório ou tampouco as do inferno, nem para alcançar as alegrias do Céu, nem por consideração do meu proveito, mas simplesmente por autêntico amor a Ti”4.

São Tomás More apresenta-se sempre aos nossos olhos como um homem de oração; assim pôde ser fiel aos seus compromissos como cidadão e como fiel cristão em todas as circunstâncias, em perfeita unidade de vida. Assim devemos ser todos e cada um de nós. “Católico, sem oração?... É como um soldado sem armas”, diz Mons. Escrivá5.

III. GIVE ME THY GRACE, good Lord, to set the world at nought... “Dai-me a vossa graça, meu bom Senhor, para que tenha o mundo em nada, para que a minha mente esteja bem unida a Vós e não dependa das variáveis opiniões alheias [...]; para que pense em Deus com alegria e implore ternamente a sua ajuda; para que me apóie na fortaleza de Deus e me esforce ansiosamente por amá-lo...; para lhe dar graças sem cessar pelos seus benefícios; para redimir o tempo que perdi...”6 Assim escrevia o Santo nas margens doLivro das Horas que tinha na Torre de Londres. Eram os dias em que se consagrava a contemplar a Paixão, preparando assim a sua própria morte em união com Cristo na Cruz.

Mas São Tomás More não viveu de olhos postos em Deus somente naqueles momentos supremos. O seu amor a Deus manifestara-se diariamente no seu comportamento em casa, sempre simples e afável, no exercício da advocacia, e por fim no mais alto cargo público da Inglaterra, como Lord-Chanceler. Cumprindo à risca os seus deveres diários, umas vezes importantes, outras menos, santificou-se e ajudou os outros a encontrar a Deus.

Entre os muitos exemplos de um apostolado eficaz que nos deixou, destaca-se o que levou a cabo com o seu genro, que tinha caído na heresia luterana. “Tive paciência com o teu marido – dizia à sua filha Margaret – e argumentei e debati com ele sobre esses pontos da religião. Dei-lhe além disso o meu pobre conselho paterno, mas vejo que de nada serviu para que voltasse novamente ao redil. Por isso, Meg, não tornarei a discutir com ele, mas vou deixá-lo inteiramente nas mãos de Deus, e vou rezar por ele”7. As palavras e as orações de Tomás More foram eficazes, e o marido da sua filha voltou à plenitude da fé, foi um cristão exemplar e sofreu muito por ter sido conseqüente com a fé católica.

São Tomás More está diante de nós como modelo vivo da nossa conduta de cristãos. É “semente fecunda de paz e de alegria, como o foi a sua passagem pela terra entre a sua família e amigos, no foro, na cátedra, na Corte, nas embaixadas, no Parlamento e no Governo. É também o padroeiro silencioso da Inglaterra, que derramou o seu sangue em defesa da unidade da Igreja e do poder espiritual do Vigário de Cristo. E como o sangue dos cristãos é semente que germina, o de Tomás More vai lentamente penetrando e impregnando as almas dos que dele se aproximam, atraídos pelo seu prestígio, doçura e fortaleza. More será o apóstolo silencioso do retorno à fé de todo um povo”8.

Pedimos a João Fisher e a Tomás More que saibamos imitá-los na sua coerência cristã para sabermos viver em todas as circunstâncias da nossa vida como o Senhor espera que vivamos, nas coisas grandes e nas pequenas. Pedimos com palavras da liturgia da festa: Senhor, Vós que quisestes que o testemunho do martírio fosse expressão perfeita da fé, concedei-nos, Vos pedimos, que por intercessão de São João Fisher e de São Tomás More, ratifiquemos com uma vida santa a fé que professamos com os lábios9.

(1) cfr. A. Prévost, Tomás Moro y la crisis del pensamiento europeo, Palabra, Madrid, 1972, pág. 392; (2) cfr. T. J. McGovern, Tomás Moro, un hombre para la eternidad, Madrid, 1984, págs. 22-23; (3) Roper’s Life of More, cit. por T. J. Govern, op. cit., pág. 31; (4) T. More, Cartas da Torre; (5) Josemaría Escrivá,Sulco, n. 453; (6) T. More,op. cit.; (7) N. Haspsfield, Sir Thomas More, Londres, 1963, pág. 102; (8) A. Vázquez de Prada, Sir Tomás Moro, 3ª ed., Rialp, Madrid, 1975, págs. 15-16; (9) Oração coleta da Missa do dia 22 de junho.


21 de jun. de 2011

A luta secreta de "católicos" da Teologia da Libertação e protestantes vermelhos durante o regime militar no Brasil.


Documentos do Conselho Mundial de Igrejas revelam como parte da Igreja Católica no Brasil e alguns protestantes criaram uma rede de apoio para a base política de Lula

Júlio Severo

No auge do regime militar no Brasil, parte da Igreja Católica e centenas de líderes católicos e protestantes de linha marxista passaram a ser alvo do governo. Documentos guardados há décadas em Genebra, na sede do Conselho Mundial de Igrejas, revelam como o cardeal dom Paulo Evaristo Arns liderou um lobby internacional, coletou fundos de forma sigilosa e manteve encontros com líderes no exterior.

A atuação de Arns mobilizou uma rede de informantes, financiadores e apoiadores secretos no mundo inteiro. Dentro do Brasil, os documentos mostram que ele e seus aliados organizaram manifestações, forneceram incentivos para Lula e outros líderes operários e pagaram despesas para a base política de Lula no ABC em 1980.

Relatórios, testemunhos, cartas, informações de dissidentes e dezenas de acusações fazem parte de três caixas de documentos entregues ao Brasil na terça-feira. A ONU quer que esses documentos sirvam de base para processos contra autores de “crimes contra a humanidade”. Os documentos originais foram mantidos no Conselho Mundial de Igrejas, organização notória por suas ligações comunistas e hoje por suas conexões com ativistas gays, adeptos de religiões afros e ativistas políticas contra Israel.

O texto de introdução do documento deixa claro que o material havia sido encomendado por Arns, que já tentava organizar um dossiê que compilasse as “violações aos direitos humanos” para ser usado futuramente.

Segundo o relatório, entre 1968 e 1978, 122 religiosos foram presos pelo regime militar. Havia 36 estrangeiros, 9 bispos, 84 sacerdotes, 13 seminaristas e 6 freiras. Outras 273 pessoas “engajadas no trabalho pastoral” tinham sido detidas.

Entre os motivos mais frequentes de prisão estavam religiosas mensagens com conteúdo político, além de ajuda na organização de manifestações operárias de orientação igualmente política.

Na segunda metade dos anos 70, Arns e líderes religiosos do exterior avaliaram que era hora de reagir nos bastidores para reunir apoio internacional e demonstrar a insatisfação popular nas ruas. Em 27 de setembro de 1977, o então encarregado de Direitos Humanos na América Latina do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) enviou de São Paulo uma carta a Genebra alertando para a “crescente tensão entre a Igreja e as autoridades” — evidenciando uma tensão existente entre católicos e protestantes ligados ao CMI com o governo do Brasil, embora evangélicos e católicos sem envolvimento político esquerdista não tivessem tido nenhum tipo de problema durante o governo militar.

De forma inversa, não havia tensão entre o CMI e a União Soviética. Aliás, o CMI nunca demonstrou nenhum ativismo contra as violações em massa de direitos humanos na União Soviética e outros países comunistas. Mas o CMI não perdeu a chance de manifestar sua oposição oficial ao que chamou de “repressão” no Brasil aos indivíduos e organizações que queriam implantar um regime comunista no Brasil.

A relação entre o CMI e o cardeal vermelho, como Arns veio a ser conhecido, ganharia novas dimensões quando ele escreveu ao então secretário-geral do CMI, Philip Potter, sob o alerta de que o “conteúdo dessa carta deve ser confidencial, dada suas implicações”. Era o pedido por fundos internacionais clandestinos para a operação que culminaria na publicação, em 1985, de Brasil: Nunca Mais.

O projeto foi ideia do reverendo presbiteriano Jaime Wright, que optou por se aliar a Arns, e ambos, para prosseguir no seu projeto de denúncia, dependiam de dinheiro do CMI que entrava no Brasil de forma ilegal. Arns argumentou: “Pedimos, portanto, que o Conselho Mundial de Igrejas aceite a tarefa de levantar a grande maioria dos fundos necessários, de uma forma confidencial”.

O pedido de Arns foi atendido, inclusive com assistência financeira para a base do PT no ABC.

Apesar do intenso trabalho de Arns de colaboração com início do PT e religiosos de tendência marxista, a eleição de João Paulo II, em 1978, foi um duro golpe para a facção progressista da Igreja Católica. O novo papa estava preocupado com o avanço da ideologia marxista entre os católicos e, quando visitou o Brasil pela primeira vez, em 1980, advertiu o clero sobre o envolvimento com a política — um evidente puxão de orelha em Arns.

Durante a década de 1980, João Paulo II se aliou a Ronald Reagan, presidente dos EUA, na iniciativa de enfraquecer e derrotar o comunismo. Foi uma aliança poderosa entre o papa e um presidente evangélico, culminando no desmoronamento do maior império comunista da história: a União Soviética. Se o católico Arns podia se aliar ao presbiteriano Jaime Wright em suas ideias “progressistas”, por que o papa também não poderia se aliar a um evangélico conservador?

A onda conservadora trazida pelo papa provocou sérias repercussões, impondo medidas de contenção em religiosos católicos brasileiros como Leonardo Boff, o mais famoso promotor da Teologia da Libertação.

Apesar disso, o cardeal vermelho reinava de forma suprema na Arquidiocese de São Paulo. Para tentar contê-lo, em 1989 João Paulo II decidiu dividir a arquidiocese em cinco novas dioceses, reduzindo de forma considerável a influência religiosa e política de Arns. A razão principal dessa divisão, além do ativismo marxista, teria sido a falência da arquidiocese: o cardeal Arns vendia tudo o que podia para dar dinheiro para os comunistas.

Contudo, a ação do papa parece ter vindo tarde demais. Com o sustento financeiro e inspiração que Arns deu para o PT durante anos, a ideologia de Lula ganhou não só a boa parte da Igreja Católica no Brasil, mas também seduziu muitas igrejas evangélicas. Debaixo do peso dessa inspiração, o Brasil tem hoje um Estado quase que completamente parasitado pelo socialismo do PT.

Sob essa inspiração, disponível hoje através dos documentos do Conselho Mundial de Igrejas, o tabloide sensacionalista Genizah canonizou os protestantes vermelhos que recebem indenizações milionários porque tiveram de se exilar na Europa e EUA. E faz insinuações maldosas dos que, como o Pr. Enéas Tognini, convocaram o Brasil para a oração e jejum contra a ameaça comunista que pairava sobre o Brasil antes e durante o regime militar.

Com informações do livro “O bispo de Volta Redonda: memórias de Dom Waldyr Calheiros” (FGV Editora, 2001) e com informações adaptadas e retificadas da matéria tendencioso “A luta secreta de D. Paulo Arns” publicada no jornal Estadão de 19 de junho de 2011.

Fonte: juliosevero.com

9 de abr. de 2011

Porque alguns músicos católicos estão usando tatuagens, brincos e piercings?

Por Timoteo Agostinho
Fonte: Site Rainha Maria


 
Em um encontro de movimento da nossa Igreja Católica, vi no ministério de musica dentre os 6, dois jovens que ministravam a musica tatuados, um deles também usava um brinco na orelha e um piercing na sobrancelha, eles deveriam ter 20 e 25 anos.
No intervalo eles 2 e um 3º, vieram e sentaram perto de mim ao redor de uma mesa.
Eu perguntei:
- A quanto tempo vocês são do ministério da musica?
- Há 10 anos.
- Faz tempo que vocês fizeram essa tatuagem?
- Não, foi semana passada.
- Posso falar a vocês como meus irmãos na fé?
- Pode.
- Eu preciso lhes dizer que nós católicos não nos tatuamos, acredito que vocês fizeram essas tatuagens por desconhecerem o que a Bíblia diz em Lv 19, 28: “Não fareis incisões na vossa carne por um morto, nem fareis figura alguma no vosso corpo. Eu sou o Senhor”.
- É, mais isso é coisa do Antigo Testamento, a Igreja não proíbe.
- A Igreja se inspira na Bíblia. Jesus diz que não veio “abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição” (Mt 5,17), portanto é Lei de Deus que não se deve fazer desenhos, figuras no corpo, pois o corpo que nos foi dado por Deus é templo do Espírito Santo, sendo Templo do Santo Espírito nós não nos pertencemos, leiam 1Cr 6, 19.
A 3ª pessoa em silencio disse:
- Posso entrar na conversa?
- Pode.
- Eu particularmente acho bonito a tatuagem deles, são figuras Cristãs, servem para evangelizar, eu não faria em mim, mas quem sou eu para julgar meus irmãos, não sou melhor do que eles.
- Não estou me colocando como melhor por dizer o que diz a Palavra de Deus.
- Mas você está julgando eles por causa da tatuagem.
- Não os julgo, estou tentando dizer o que diz a Palavra de Deus. Se uma mulher for abortar, e eu puder dizer que um dos Mandamentos de Deus é não matar, eu não estou julgando a pessoa, estou tentando impedir que ela desobedeça a Deus.
- E você, qual é seu serviço na igreja?
- Sou Vice-coordenador de um Grupo de Oração.
- No seu Grupo os membros se tatuam?
- Até agora não, mas se quiserem se tatuar, eu lhes digo que não tatuem uma caveira, nem símbolos satânicos, mas se for símbolos cristãos, tudo bem.
- Você está errado em colocar sua opinião acima da Lei de Deus.
- A tatuagem pode ser uma forma de expressar a fé, as igrejas estão cheias de figuras cristãos nas paredes com o objetivo de evangelizar.
- As pinturas nas paredes e quadros nas igrejas não são a mesma coisa que tatuagens nos corpos.
- O corpo é do dono e ele deve ser livre para fazer o que quiser, se quiser se tatuar que se tatue, se não quiser que não tatue, as pessoas devem ser livres para expressarem seus pensamentos.
- Você acha que devemos usar nossa liberdade e expressar nossos pensamentos, mesmo que nossos pensamentos sejam contrários a vontade de Deus?
- Não.
- Então você agora concorda comigo?
- Não.
- Então você está se contradizendo.
- Eu concordo com a Palavra de Deus, não com você.
- Se eu apenas transmito a Palavra de Deus, então quem concorda comigo está concordado com Ela, e é claro que quem discorda de mim, não discorda de mim, discorda da Palavra de Deus.
- Desculpe, mas você é um pouco fanático, eu sou moderno, não tenho a mente fechada, não faço em mim, mas dou todo apoio para a evangelização através de tatuagens com figuras cristãs e frases bíblicas no corpo. Achei uma boa arte uma moça que tatuou 1Cr 13 que fala do amor nas costas dela.
Tenho certeza que Jesus se viesse nesta época moderna também usaria uma tatuagem.

- Eu tenho certeza que Jesus não usaria. Nós católicos não podemos nos deixar levar pela moda e sim pela Palavra de Deus.
Olhei para os dois músicos católicos para tentar evangelizá-los, pois não adiantava mais conversar com esse Vice-coordenador de Grupo de Oração. Pedi a Deus que protegesse dele as pessoas que ele ajuda a coordenar, será que o coordenador pensa como ele? Se pensa são cegos e guias de cegos.
- Vocês sabem a origem da tatuagem?
- Tatuagem tá na moda, é coisa moderna.
- A tatuagem não é moderna, é antiguíssimo, seu nascimento foi no mundo da magia, feitiçaria, evocação dos mortos e do esoterismo.
- Quem disse que a tatuagem é tão antiga assim?
- Vocês acham que o Levitico foi escrito há quantos milênios atrás?
- É verdade, há muito milênios mesmo.
- Acreditem, as pessoas que mechem com estas coisas do espiritualismo (que não é a mesma coisa que espiritualidade), dizem dominar poderes superiores. Tais indivíduos sabem que eles é que estão dominados. Eles fazem o que as entidades espirituais com as quais se envolveram querem. Nesse envolvimento estas entidades que são demônios, aprisionaram essas pessoas e as obrigam a dizer o que os demônios querem que seja dito. Essas pessoas são obrigadas pelos demônios a se colocarem acima de Deus quando dizem que conhecem o futuro, fazem curas e milagres, dão vida ou morte, Céu ou inferno a quem querem, que podem fazer e desfazer casamentos, que podem trazer a pessoa amada em X dias, etc. Deus proíbe todo tipo de magia, leiam: Dt 18.
- Você também é contra meu brinco e piercing?
- Não faz parte da cultura brasileira homem usar brinco, em mulher é bonito porque faz parte da cultura feminina no mundo inteiro. Você é templo do Espírito Santo?
- Sou.
-Os médicos dizem, e a medicina comprovou, que todo tipo de piercing é cancerígeno.
- Nunca ouvi falar nisso.
- É porque essa informação é pouco divulgada.
- Tirar o piercing é fácil. O que eu faço para tirar a tatuagem?
- Você vai ter de procurar um bom profissional da medicina e preparar o bolso, porque gastar para colocar uma tatuagem é barato, mas para tirar é muito caro, e nunca sai totalmente.
- E se eu não quiser tirar?
- Jesus nos mandou anunciar o Evangelho e não impor o Evangelho. A Palavra de Deus é anunciada, quem quiser ouvi-La, crer e segui-La pode, quem quiser desprezá-La também pode, no fim Deus julgará cada pessoa segundo a fé que viveu. Se ela creu em Deus, ou creu nela mesma, ou creu em homens sem Deus, arcará com as conseqüências da escolha que fez de quem crer e obedecer.
Pergunto:
Terá unção do Espírito Santo o músico que revela o que está em seu coração pela roupa que usa, o modo que olha, que anda, conversa e rir, pelas tatuagens, brincos e piercings que usa, pelas bebidas alcoólicas que bebe?
Esses músicos cantam para Deus ou para aparecer, sobreviver ou o que?
Onde está o coração de um músico católico que segue a moda do mundo e não a Lei de Deus?

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