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30 de jul. de 2012

"Governo Federal e as organizações que trabalham para a legalização do aborto"



"Nas últimas eleições presidenciais, quando a então candidata à presidência da República, Sra. Dilma Rousseff, viu as intenções de voto caírem vertiginosamente após a divulgação da sua posição favorável ao aborto, assinou um compromisso público, no qual firmou a obrigação de não modificar a legislação referente ao aborto. Com isso, conseguiu eleger-se, como é sabido.

Após ser eleita, de fato, a Sra. Dilma Rousseff não tentou modificar as leis que tipificam o aborto, porém, vem trabalhando com afinco e determinação para que o aborto seja implantado no país. Para isso, tem financiado organizações que têm como bandeira o trabalho para a legalização do aborto. Essas organizações lutam pelo que chamam de “direito da mulher” sobre o seu corpo.

Tanto é verdade que a Secretaria de Política para as Mulheres, capitaneada pela sra. Eleonora Menicucci, secretária com status de ministra de Estado, está dando quatro milhões e meio de dólares para as seguintes organizações:

CFEMEA (http://www.cfemea.org.br/)

INSTITUTO PATRÍCIA GALVÃO (http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/)
REDE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (http://www.redeh.org.br/)
COLETIVO LEILA DINIZ (http://www.coletivoleiladiniz.org/)
INSTITUTO MULHER NEGRA (http://www.geledes.org.br/)
CUNHÃ COLETIVA FEMINISTA (http://www.cunhanfeminista.org.br/)


A pergunta que não quer calar é a seguinte: qual a razão para que 4,5 milhões de dólares sejam dados para instituições que publicamente trabalham contra a vontade do povo brasileiro?

Somente duas opções podem ser aceitas, nesse caso:

Ou a Sra. Dilma Rousseff, presidente da República, nada sabe sobre as ações da Secretária de Política para as Mulheres e, diante desta denúncia, irá tomar medidas coerentes com o seu compromisso firmado à época das eleições, destituindo peremptoriamente a Sra. Eleonora Menicucci, posto que suas ações não condizem com a palavra dada pela sra. Presidente;Ou a Sra. Presidente sabe exatamente o que está acontecendo na Secretaria de Política para as Mulheres, tem pleno conhecimento das ações da Sra. Eleonora Menicucci, as apoia e, portanto, irá calar-se, omitir-se diante da vontade da maioria esmagadora do povo brasileiro, mostrando com essa atitude que está ciente e de acordo com o que ocorre na referida Secretaria e no Ministério da Saúde.Não existe uma terceira alternativa. O país está diante de fatos claros: o Governo Federal insiste em financiar organizações que historicamente já agiram de forma contrária à vontade da população.

A Frente Parlamentar Evangélica protocolou nesta semana, junto à Câmara dos Deputados, em Brasília, o Requerimento nº 2406/2012, assinado pelo Deputado Federal, Sr. João Campos e subscrito por mais vinte e seis parlamentares, solicitando ao Governo Federal que dê explicações detalhadas sobre o destino dado ao valor de 4,5 milhões de dólares (composto de 3 milhões de dolares recebidos da ONU-Mulheres e mais 1 milhão e meio do próprio governo Federal) e sobre o critério de escolha das organizações que estão recebendo parte desse montante.

Além desse requerimento específico, a mesma Frente Parlamentar endereçou um outro ao Sr. Alexandre Padilha, Ministro da Saúde, questionando acerca da norma técnica que permitirá a liberação comercial do medicamento abortivo conhecido como CITOTEC. Qualquer mulher que queira realizar um aborto será orientada pelo Sistema de Saúde - por meio de uma cartilha que está sendo preparada pelo MS - a adquirir este medicamento em qualquer farmácia e administrá-lo. Tão logo os primeiros sintomas apareçam deve encaminhar-se para um Posto de Saúde. O requerimento pede explicações sobre essa ação gravíssima do Ministério da Saúde, subordinado ao Governo Federal, que porá em risco a vida de milhões de bebês.

Incrível é que essa notícia não foi veiculada na grande mídia, nem mesmo no site da Câmara dos Deputados. Apesar do escândalo que esses atos do Governo representam, tais notícias não serão veiculadas na grande mídia. Caso queria inteirar-se, o cidadão deve recorrer ao Pravda (http://port.pravda.ru/news/russa/27-07-2012/33419-dilma_aborto-0/), veículo de comunicação ligado à Federação Russa. Esta é a censura que o país vive.

Colocar em prática a agenda abortista internacional não é algo que começou ontem. Pelo contrário, tão logo acabou o Governo Militar, organizações internacionais passaram a subvencionar institutos nacionais com o fim único de promover a legalização do aborto.

Recentemente, a Organização das Nações Unidas criou um órgão denominado ONU-Mulheres. Este organismo surgiu "a partir de um forte embasamento, pela fusão de quatro organizações da ONU com um sólido histórico de experiência em pesquisa, programas e ativismo em quase todos os países". É interessante perceber como eles são claros ao exporem seus objetivos:

  • “A ONU Mulheres apoia os Estados-Membros da ONU no estabelecimento de padrões globais para alcançar a igualdade de gênero e trabalha junto aos governos e à sociedade civil para formular leis, políticas, programas e serviços necessários à implementação desses padrões. A ONU Mulheres coordena e promove o trabalho do Sistema ONU no avanço da igualdade de gênero.” (http://www.onu.org.br/onu-no-brasil/onu-mulheres/)

No documento chamado "O Progresso das Mulheres: em busca da justiça", a ONU-Mulheres afirma na página 43: os comitês das Nações Unidas sobre os Direitos Humanos, sobre os Direitos Econômicos e sobre os Direitos das Crianças já declararam que estão preocupados pela legalização do aborto e exortaram várias vezes os Estados-membros que revisassem ou modificassem a legislação. Vários casos judiciais transcendentais confirmaram o direito das mulheres ao acesso a serviços de saúde reprodutivas, incluindo o aborto, em condições seguras. Ou seja, segundo este documento, o aborto é um direito reprodutivo das mulheres; existe jurisprudência para amparar esse postulado; mais que isso, se o Brasil não reconhecer o aborto como um direito, entrará para a lista de países que desrespeitam os direitos humanos.

Trata-se de um ataque frontal à soberania da Nação. Com esse documento, querem dizer como se deve pensar, em que se deve acreditar e como se deve legislar no Brasil. Isso é inadmissível. É um atentado à democracia brasileira. Fundações internacionais interferindo na maneira de se governar um país. E isso por meio do dinheiro, comprando posturas e subvencionando organizações nacionais para trabalharem contra a vontade da população.

Diante disso, incrivelmente existe um silêncio sepucral, nada se fala sobre o assunto na grande mídia. Não existe uma voz que se levante em defesa não só da soberania do país, mas em defesa da vida das crianças nos ventres maternos. Onde estão os defensores da vida, dos direitos humanos? Onde?

As crianças mortas, assassinadas pelas normas técnicas, pelo CITOTEC, pelo dinheiro dessas organizações internacionais são SILENCIOSAS. Não gritam, não podem defender-se e, por isso, todos fingem que nada está acontecendo. É mister que o povo apoie os Deputados e Senadores que estão chamando o Governo a dar explicações de seus atos. Não só isso, é preciso que cada cidadão se pronuncie, tome atitudes concretas diante desse flagelo que está se abatendo sobre o país.

Cada homem, mulher de boa vontade, independente da crença religiosa, raça ou partido político, mas que esteja disposto a por em risco fama, propriedade, nome, família e até mesmo a própria vida para defender essa geração de nascituros que está sendo ceifada, deve entrar em contato com o Senadores e Deputados, pedir satisfações ao Governo Federal. Saiba como fazer acessando os links abaixo.

A voz do povo deve ser ouvida. é preciso romper o silêncio sobre essa atrocidade que está em vias de ser legalizada. Sejamos nós as vozes daquelas crianças que estão correndo o risco iminente de serem assassinadas silenciosamente nos ventres maternos. Sejamos nós aqueles que gritam pelos nascituros, pelos fetos, pelas crianças, pela VIDA. Não podemos nos calar diante de tão eloquente silêncio e dor."


http://padrepauloricardo.org/episodios/o-governo-federal-e-as-organizacoes-que-trabalham-para-legalizacao-do-aborto


http://padrepauloricardo.org/episodios/governo-dilma-prepara-se-para-implantar-aborto-no-brasil

extraído do site padrepauloricardo.org

(Evelyn Mayer de Almeida)

9 de set. de 2011

O aborto, a Rússia e o Brasil.


Peliteiam os nossos governantes pela liberação do aborto. Muitos dos que o defendem alegam várias ilegalidades. Direito das mulheres é um deles. Contudo, ninguém, NINGUÉM que seja favorável ao aborto luta pela vida que está sendo execrada, mutilada no ventre da própria mãe.

A Rússia, com sua mentalidade Socialista/Comunista/Marxista/Stalinista, autorizou, em 1920, o aborto, sendo algo legal e direito da mulher. Desde então, 80% das gestantes abortam até mais de uma vez. Logo, estima-se que a população russa poderá entrar em extinção graças a Cultura de Morte.


Se você verificar este vídeo, verá que o aborto na Rússia não é NADA seguro. As mulheres são vilipendiadas, da maneira mais vil possível, desintegradas, destituídas de qualquer tipo de dignidade. Nem com um animal o tratamento é assim:



Após grande pressão, a Rússia afirma, desmente tudo o que os Marxistas sempre afirmaram e comprovam: O ABORTO NÃO É SEGURO!!! Vejam a notícia exposta no Diário da Russa:

Entrou em vigor na Rússia a lei promulgada pelo Presidente Dmitri Medvedev que aumenta as restrições para os anúncios publicitários dos médicos, clínicas e hospitais que praticam a interrupção da gravidez. O novo diploma legal contém emendas à Lei da Publicidade e obriga os produtores dos anúncios a reservar pelo menos 10% do texto publicitário ao registro da advertência de que a interrupção da gravidez pode provocar consequências danosas à saúde da mulher.
A nova lei proíbe a afirmação de que o procedimento é seguro, e sugere que a interrupção da gravidez só deva ser praticada em condições extremas como, por exemplo, riscos constatados durante a gestação e ausência de cérebro (anencefalia) no feto, e se a gravidez for resultado de violência sofrida pela mulher.
Um dos autores da lei, o Deputado Victor Zvagelski, diz que ela é muito necessária porque dados estatísticos dão conta de que a Rússia é o primeiro país do mundo em número de abortos.




Ora, se a grande Rússia Nazista afirma, após 91 anos de liberação do aborto que o mesmo não é seguro, a pergunta que não quer calar é: POR QUE A DILMA E AS FEMINISTAS INSISTEM TANTO NISSO???

Já está claro, meus irmãos. O aborto é morte. E quem o pratica/defende/promove peca gravemente contra Deus!

15 de jun. de 2011

STF e aprovação da “união homoafetiva”. Família é aquela que “perpetua a sociedade”, reafirma jurista.




IVES GANDRA DA SILVA MARTINS
O Supremo Tribunal Federal decidiu, em 5 de maio de 2011, que a união entre dois homens ou duas mulheres de natureza afetiva gozará do mesmo “status” da união estável entre um homem e uma mulher, a qual, pela Constituição, artigo 256, parágrafo 3º, é considerada entidade familiar.
Nada obstante os constituintes não terem elevado a união homossexual a tal nível, nada obstante o direito privado dar-lhes garantias próprias de uma união de fato, a Suprema Corte outorgou-se o direito de substituir o Congresso Nacional e a Constituinte, legislando sobre a matéria e acrescentando ao texto da Lei Maior que também a união “estável” entre um homem e um homem ou uma mulher e uma mulher conformam entidade familiar.
Apesar de ser esta a posição atual do Pretório Excelso, inúmeros juristas têm tecido considerações de natureza jurídico-constitucional discordando de tal interpretação, entre elas destacando-se a do eminente professor de Direito Constitucional, Lenio Streck que, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo publicada em 6 de maio de 2011, declarou: “isso é espaço para discussão do legislador, como se fez na Espanha e em Portugal. Lá, esse assunto foi discutido pelo Parlamento. O Judiciário, nesse ponto, não pode substituir o legislador”.
Neste artigo pretendo exclusivamente ofertar a minha interpretação da Constituição Federal, para que o leitor possa conhecer os argumentos daqueles que entendem que a união homossexual não constitui uma família, por ter sido esta a vontade do constituinte, ao promulgar a Constituição em 5 de outubro de 1988.
Entendo que a corrente dos constitucionalistas, que se opõe ao ativismo judicial (o Judiciário substituindo por auto-outorga de poderes o Legislativo), à qual me filio, está com a razão, pois apenas o Congresso Nacional, com poderes constituintes derivados (duas votações com 3/5 de senadores e deputados decidindo a favor) pode introduzir qualquer modificação na lei suprema.
Alegou-se, em tese hospedada por alguns ministros dessa Corte, que a não concessão dos mesmos direitos às uniões de pessoas do mesmo sexo em relação àqueles que têm os de sexo oposto feriria a dignidade humana (artigo 1º, inciso III, da CF), a igualdade de cidadania (artigo 5º, caput), a segurança jurídica (artigo 5º, caput) e a liberdade (artigo 5º, caput) .
Vejamos se tais princípios foram feridos à luz da Constituição Federal.
Claramente, o princípio da dignidade humana não se encontra ferido pelo tratamento que até o presente vem sendo dado à união entre dois homens e duas mulheres, que, por opção sexual, podem se unir, celebrar um contrato à luz do Direito Civil com previsão de obrigações e direitos mútuos, inclusive de natureza patrimonial, o que a Constituição não proíbe. Não há mácula, pois, à dignidade humana neste caso, por todos reconhecida, como própria do ser humano e que independe de sua opção sexual.
Nem se tisna, por outro lado, o princípio da liberdade, já que o próprio reconhecimento de que poderão contrair obrigações e deveres, viver juntos, participar socialmente de qualquer reunião, cursar qualquer universidade ou ter qualquer emprego, mostra que sua liberdade de escolha homossexual em nada é manchada pela lei civil, genericamente considerada, nem pela lei suprema.
E, em relação à segurança jurídica, têm os pares de homens com homens e mulheres com mulheres a mesma segurança de qualquer cidadão e de qualquer casal.
O outro argumento mencionado é que merecerá maiores considerações, pois é aquele que merece reflexão mais aprofundada.
O respeito à dignidade humana e a liberdade de união dos pares de homens e homens ou mulheres e mulheres é que não justifica que se considere que tais uniões sejam iguais àquelas constituídas por um homem e uma mulher.
São diferentes, jurídica e faticamente, sem que esta diferença represente qualquer “capitis diminutio” na dignidade dos seres humanos, que optaram por uma união entre iguais.
A diferença reside em que são pares que, biologicamente, não podem gerar filhos, o que não ocorre com os casais constituídos por um homem e uma mulher. A união sexual de dois homens é impossível de gerar prole, como também a união sexual de duas mulheres. Podem externar nesta união afeto, mas a grande diferença é que não podem gerar filhos de sua relação sexual.
Ora, dizer que, perante a Constituição, são iguais uniões que são biologicamente diferentes, tendo em vista que somente a que ocorre entre um homem e uma mulher é capaz de garantir a perpetuação da espécie, constitui, de rigor, uma falácia. Se todos os homens se unissem com outros homens e todas as mulheres se unissem com outras mulheres, sem utilização de qualquer artifício (inseminação artificial), a humanidade se extinguiria!
Há, pois, nítida diferença biológica e jurídica entre os casais de homens e mulheres e aquelas uniões entre homens e homens e mulheres e mulheres. E a diferença — capacidade de gerar prole pelos meios naturais — é tão essencial e de tal magnitude que impede a equiparação.
E, neste aspecto, é que reside, a meu ver, a razão de ser do capítulo da família na Constituição, já agora passando a desvendar a questão referente ao artigo 1.723 do Código Civil, assim redigido:
Art. 1.723. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.
Tenho entendido, em vários escritos, que o mais relevante princípio da Constituição, depois do direito à vida, é a proteção à família.
Assim não fosse, não teria o constituinte com particular ênfase, declarado, no “caput” do artigo 226, que a família é a base da sociedade:
Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado (grifos meus).
Do dispositivo, duas considerações essenciais podem ser tiradas, ou seja, que:
a) sem família, não há Estado e, por esta razão, o Estado deve dar
b) especial proteção à família.
A proteção é de tal ordem, que o casamento passa a ser o ideal maior do Estado, não só ao permitir sua celebração gratuita — “§ 1º – O casamento é civil e gratuita a celebração” — como também ao dar ao casamento religioso efeito civil — “§ 2º – O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei”.
Como se vê, os dois parágrafos acima deixam nítido que, para dar maior estabilidade à “base da sociedade”, o casamento é o desiderato maior do Estado. Pretendeu o constituinte — e a maioria esmagadora entende que constituinte originário — dar o máximo de estabilidade possível à constituição da família e à prole nela gerada pela segurança do casamento, nivelando o casamento religioso ao civil, nos termos da lei.
Compreende-se tal escopo. É de se lembrar que, hoje, na maioria dos países europeus, todos os governos estão a incentivar o aumento das proles familiares, com benefícios de toda a natureza. Ora, tal não é possível, sem métodos artificiais, pela união de um homem com um homem ou de uma mulher com uma mulher.
Simone Veil, quando presidiu o Parlamento Europeu, em célebre frase, afirmou que “os europeus tinham aprendido a fabricar tudo, mas esqueceram de ‘fabricar’ europeus”.
Esta é a razão pela qual o casamento religioso tem o mesmo “status” do casamento civil e, nas grandes religiões, aquelas que mudaram a história do mundo, segundo Toynbee, no livro Um estudo da História, o casamento religiososó pode ocorrer entre um homem e uma mulher.
A família, pois, decorrente da união de um homem com uma mulher, que biologicamente pode gerar proles que dão continuidade à sociedade, no tempo, é que o constituinte pretendeu proteger, a meu ver, sendo todos os dispositivos referentes à entidade familiar, cláusulas pétreas, pois dizem respeito aos direitos individuais mais relevantes, ou seja, de perpetuação da espécie e de preservação do Estado.
Sensível, todavia, à realidade moderna de que muitas uniões entre casais (homens e mulheres) não ganham o patamar de casamento, houve por bem, o constituinte, reconhecer tal união — sempre entre homem e mulher — como “entidade familiar”, mas, demonstrando, mais uma vez a relevância do matrimônio, declarou que o Estado tudo faria para transformar aquela “união estável” em “casamento”, como se lê no artigo 226, parágrafo 3º:
“§ 3º – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento” (grifos meus).
Ainda aqui se percebe nitidamente os dois objetivos primordiais de preservar a família como base do Estado, capaz de dar perpetuidade ao Estado e à sociedade, garantindo a união estável entre um homem e uma mulher, como entidade familiar.
E a prova mais inequívoca de que foi esta a intenção do constituinte — e este o princípio constitucional — está em que, na sequência, o parágrafo 4º declara:
“§ 4º – Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada porqualquer dos pais e seus descendentes.” (grifos meus).
Ora, qual é o descendente naturalmente gerado pela união entre um homem e um homem e uma mulher e uma mulher? Sem artificialismos genéticos ou técnicas médicas utilizando espermatozóides ou óvulos de terceiros, são incapazes de gerar descendentes.
Compreende-se, também, o intuito do parágrafo 4º do artigo 226, ou seja, reconhecer outra realidade: pela morte ou separação conjugal, pode um dos cônjuges ter que sustentar sozinho seus descendentes, não deixando de ser, portanto, uma entidade familiar, o cônjuge remanescente e seus filhos.
Parece-me que o parágrafo 4º unido ao parágrafo 3º do artigo 226 demonstra, claramente, a impossibilidade de se considerar unidade familiar a união entre homens e homens e mulheres e mulheres, que não podem “Motu Proprio” gerar descendentes e que mantêm, biologicamente, um relacionamento sexual diferente daquele que caracteriza a união entre um homem e uma mulher.
O próprio parágrafo 5º, assim redigido:
§ 5º – Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher
reforça a inteligência que tenho do dispositivo.
Ainda aqui só se fala em homem e mulher, em meridiana demonstração de quehomens e mulheres são iguais na condução da própria família.
Da união de pessoas de sexo diferente — e exclusivamente dela — cuidou o constituinte, deixando às uniões homossexuais — é diferente a união, por opção sexual, não geradora de prole — o direito a outras alternativas para alcançar a segurança jurídica, mas não a de ter “status” de unidade familiar.
Tanto é diferente que o governo, por sua Secretaria dedicada aos Direitos da Mulher, entende não ser aplicável a lei “Maria da Penha” à agressão de um homem a um outro homem, numa união homossexual.
E, à união surgida desta forma de opção sexual — que não é a opção natural da maioria esmagadora das pessoas, em que a atração física é capaz de gerar prole —, o Estado pode garantir direitos e obrigações. Pode dar-lhe “status” de uma união civil, de obrigações mútuas, mas não de família, aquela que constitui a base da sociedade capaz de gerar sua perpetuação.
Ora, o artigo 1.723 do Código Civil, reproduz, claramente, o que está na lei suprema e sua dicção, em nada difere daquela exposta na lei suprema.
Nem há que se falar de interpretação conforme, visto que o que decidiu o STF foi um acréscimo ao texto para nele abrigar situação nele não prevista, o que difere, a meu ver, do que se entende por interpretação conforme. Essa modalidade de controle concentrado implica retirar de um texto abrangente situação que, se por ele fosse abrigada, representaria uma inconstitucionalidade. É que, levando em conta a pretendida distinção entre “inconstitucionalidade sem redução de texto” e “a interpretação conforme”, se se admitisse nesta, o acréscimo de hipóteses ao texto legal não produzidas pela lei, estar-se-ia, de rigor, transformando o Poder Judiciário em Poder Legislativo.
Mesmo para os constitucionalistas que consideram a interpretação conforme como desventradora de situação implícita, contida na norma — por isso distinguem-na daquela sem redução do texto —, não se pode admitir que esta revelação do “não expresso” represente alargamento da hipótese legal sem autorização legislativa.
Para mim, na interpretação conforme, o texto contém mais do que deveria conter. Por esta razão o que está a mais é retirado sem alteração do texto, a fim de que o Judiciário não se transforme em legislador positivo.
Em conclusão, o texto constitucional contém rigorosamente o que deveria conter, e o que o Supremo Tribunal Federal fez foi acrescentar ao texto situação não prevista nem pelo constituinte, nem pelo legislador, transformando o Pretório Excelso em autêntico constituinte derivado, ou seja, acrescentando disposição constitucional que o constituinte originário não produziu. Em outras palavras, sem o processo das duas votações nas duas Casas, com 3/5 de todos os segmentos do povo, a Suprema Corte, criou norma constitucional inexistente, acrescentando situações e palavras ao texto supremo, que, como acabo de mostrar, jamais foi intenção do constituinte acrescentar.
Ainda em outros termos, o Congresso Nacional eleito por 130 milhões de brasileiros e com poder de alterar a Constituição pelo voto de 3/5 de sua composição, em dois escrutínios, foi substituído por um colegiado de 11 pessoas eleitas por um homem só!
Nada obstante, a decisão do Supremo Tribunal Federal, que impõe a todo o Judiciário que seja seguida, considero que a correta interpretação é aquela aqui exposta e que representa também a inteligência de inúmeros juristas. Dizia, com o respeito devido, Santa Catarina de Sena aos Cardeais de sua época, quando erravam “Vossas Eminências cometem eminentíssimos erros”. Infelizmente, sou obrigado a dizer dos ministros da Suprema Corte: “Vossas Excelências cometem excelentíssimos erros”.
Concluo, finalmente, transcrevendo parte de recentíssima decisão do Conselho Cosntitucional da França de 27 de janeiro de 2011, em linha, a meu ver corretíssima e em franca oposição à do órgão máximo da Justiça Brasileira:
9. Considerando de outra parte que o artigo 6 da Declaração de 1789 dispõe que a lei deve ser a mesma para todos, seja quando ela protege, seja quando ela pune: que o princípio da igualdade não se opõe a que o legislador que regule de maneira diferentes situações diferentes, nem a que se derrogue a legalidade por razões de interesse geral, visto que, em um ou outro caso, a diferença de tratamento de que daí resulta seja vinculado diretamente ao objeto da lei que o estabelece; que, no momento, o princípio segundo o qual o casamento é a união entre um homem e uma mulher, o legislador tem, no exercício da competência que lhe atribui o art. 34 da Constituição, considerando que a diferença de situação entre casais do mesmo sexo e casais compostos de um homem e de uma mulher podem justificar uma diferença de tratamento quanto às regras do direito de família; que não cabe ao Conselho Constitucional de substituir sua apreciação àquela do legislador, sob o prisma, nesta matéria, desta diferença de situação; que, por consequência, a pretendida maculação do artigo 6 da Declaração de 1789 deve ser descartada;
10. Assim sendo, pois, que disto resultou de que no que concerne a limitação que atenta contra a liberdade de casamento deve ser afastada;
11. Concluindo que as disposições constantes são contrárias a nenhum direito ou liberdade que a Constituição garante;
Decide:
1) A letra última do artigo 75 e o artigo 144 do Código Civil (união entre homem e mulher) estão conformes a Constituição;
2) A decisão será publicada no jornal oficial da República Francesa” (grifos meus).
São Paulo, Maio de 2011.
IGSM/mos/a2011-041-1 A CF e o HOMOSSEX – ADAP PAR CNBB
Os artigos citados estão assim redigidos:
“Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: ………..
III – a dignidade da pessoa humana.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

25 de mai. de 2011

Presidente Dilma suspende “temporariamente” projeto de distribuição dekit gay.




Sob pressão intensa da bancada evangélica, a presidenta Dilma Rousseff acabou de dar ordens expressas proibindo temporariamente a distribuição de qualquer material ligado ao “Kit Gay” nas escolas.

Ontem os deputados da Frente Parlamentar Evangélica avisaram que devido à falta de atenção do governo de Dilma e às mentiras contadas pelo ministro da Educação, eles iriam obstruir as votações na Câmara, iriam assinar a convocação do ministro Palocci para se explicar sobre seus últimos escânadalos, iriam pedir uma CPI contra o Ministério da Educação e ainda exigiram a exoneração do ministro da Educação.

Fonte: shalom.org/carmadelio

24 de mai. de 2011

Dilma assina decreto presidencial para instituir e patrocinar evento homossexual




No dia 18 de maio último, a presidente Dilma assinou um Decreto convocando a “II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT” a ser financiada com os “recursos orçamentários da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República”.

Leia o Decreto na integra:

Diário Oficial da União Nº 95, quinta-feira, 19 de maio de 2011 ISSN 1677-7042 7

DECRETO DE 18 DE MAIO DE 2011

Convoca a II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,
D E C R E T A :

Art. 1o Fica convocada a II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT, que será realizada em Brasília, Distrito Federal, no período de 15 a 18 de dezembro de 2011, com o tema “Por um país livre da pobreza e da discriminação: promovendo a cidadania LGBT”.
Parágrafo único. A II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT será realizada sob a coordenação conjunta da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, e terá os seguintes objetivos:

I – avaliar e propor as diretrizes para a implementação de políticas públicas voltadas ao combate à discriminação e à promoção dos direitos humanos e cidadania da população LGBT no Brasil;

II – avaliar a implementação e execução do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT e propor estratégias para seu fortalecimento; e

III – propor diretrizes para a implementação de políticas públicas de combate à pobreza e à discriminação da população LGBT.

Art. 2o A II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT será presidida pela Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e, em sua ausência ou impedimento, pelo Secretário Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos.

Art. 3o As etapas municipais da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT serão realizadas no período de 1o de junho de 2011 a 31 de agosto de 2011.

Art. 4o As etapas estaduais da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT serão realizadas até o dia 31 de outubro de 2011.

Art. 5o O regimento interno da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT será proposto pelo Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT e aprovado pela Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Art. 6o As despesas com a organização e realização da etapa nacional da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT correrão por conta dos recursos orçamentários da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Art. 7o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 18 de maio de 2011; 190o da Independência e 123º da República.

DILMA ROUSSEFF
Maria do Rosário Nunes


Fonte: IPCO

18 de abr. de 2011

O Lobo em pele de cordeiro. Ou: Gabriel Chalita.

Minha mãe sempre me disse que mentira não tem perna. "Esse papo de que mentira tem perna curta é mentira. Mentira não tem perna". E ela tem razão.

Nas eleições, eu, meus irmãos na fé e todos os homens de bem, denunciaram sobre quem é este lobo em pele de cordeiro chamado Gabriel Chalita. Os artigos foram vários:








Não obstante, Chalita venceu de forma significante as eleições de 2010. Está lá, quer queiramos ou não. Claro que ele enfrentou uma grande guerra no meio católico - coisa que ele jamais esperava -; porém, venceu. Não sabemos se sua vitória será para sua derrota ou ascenção, mas sabemos que haverá muito para o Deputado explicar.

E por que? Porque a verdade sobre Chalita começa a aparecer.

Em seu blog, Reinaldo Azevedo já alertara: "O neo-esquerdista Gabriel Chalita se candidate ao cargo que bem entender. Se foi o segundo deputado mais votado de São Paulo — só perdeu para Tiririca —, há certamente quem goste de sua prosa e de sua poesia. O que condeno aqui, e esta é uma questão de interesse público quando se trata de um homem público, é essa prática de ficar reescrevendo o passado para conseguir do eleitor um passaporte para o futuro. " Para mais, clique aqui.

Também o site Mídia Sem Máscara denunciou Chalita: " O que é mais grave em tudo isso, porém, é a tentativa de enganar a opinião pública brasileira em relação ao pensamento da candidata petista, contando, aliás, com a colaboração de Gabriel Chalita, que a acompanhou durante a dissimulada peregrinação à cidade de Aparecida do Norte." Mais aqui
.

O triste, porém, meus irmãos e irmãs, é ver que ainda há pessoas que acreditam que o Chalita é um homem de bem! Está CLARO que o Chalita é um grande oportunista, lobo em pele de ovelha, COMUNISTA, pois luta em favor de um Socialismo condenado pela Igreja na qual ele se diz seguidor.

Mas como muitos não creem, o site O Implicante resolveu dar uma ajudinha. Em seu artigo Conheçam Gabriel Chalita, o articulista mostra pautado em fatos que Gabriel Chalita é o bom vilão fazendo-se de mocinho. Dentre muitos, destaco: "Há menos de um mês, o Estadão (por Daiene Cardoso) informou que Gabriel Chalita, ex-tucano, atualmente no PSB e neodilmista pentecostal da sétima hora, poderia mudar de partido (novamente), indo agora para o PMDB."

Veja: Chalita era de um partido, mudou pra outro e agora quer ir para o PMDB. Um político que pula de partido igual macaco pula de galho mostra sua total imaturidade política e partidária. Parece que o atual Deputado quer ir 'degustando' qual partido lhe apetece mais. Mas note: a questão não é apenas saber onde quer ficar, mas com quem! Ora, se Chalita foi um grande referencial para a eleição de Dilma, nada mais justo de que ele ir para o partido do vice, Michel Temer. É, caríssimos! Chalita está revendo a possibilidade de engressar no partido do vice presidente. Coincidência? Off corse que não. Quer saber mais? Clique aqui e leia a matéria na íntegra.


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Ps: Aos "Chalitetes",

Sou super a favor de quem pensa ao contrário de tudo o que aqui está escrito. O mundo se faz de opiniões contrárias. Mas não me venham com clichês, coisas do tipo: "Ah, como vc julga!". Se quer debater, traga, então, textos que comprovem o contrário. Se assim for, haverá bom debate. Agora se é pra falar que "é um absurdo que haja na igreja alguém que denigra a imagem de alguém" ou qualquer outro blábláblá do tipo, favor ler o blog ou site do Chalita. Certamente você ganhará mais. E eu também.

6 de abr. de 2011

Dilma, a filha do mensalão.


Por Reinaldo de Azevedo.




“Estão tentando trazer 2005 para a eleição de 2010, mas não acho que isso seja eficaz”.


A frase é da ainda ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República. Ela está se referindo ao fato de que os senadores da oposição na CPI das ONGs conseguiram aprovar a convocação de João Vaccari Neto, tesoureiro do PT e ex-presidente da Bancop, para depor. Também foram convidados Hélio Malheiro, irmão de Luís Eduardo Malheiro, já morto, que presidiu a cooperativa antes de Vaccari, o promotor José Carlos Blat e o doleiro Lúcio Funaro.

Helio trabalhava com Luís Eduardo e diz que o irmão colaborava com o esquema de desvio de recursos da cooperativa, que lesou milhares de pessoas, para o PT; Blat investiga a lambança, e Funaro, em depoimento sigiloso à Procuradoria Geral da República, disse que Vaccari cobrava pedágio dos bancos que recebiam investimentos dos fundos de pensão das estatais. Por isso Dilma fala que estão “querendo ressuscitar 2005″.

Ela sabe muito bem o que aconteceu naquele ano. Seu partido foi flagrado naquele que pode ser considerado o maior e mais grave esquema de corrupção do período republicano: o mensalão do PT. Tanto é assim, que há 40 réus processados pelo Supremo Tribunal Federal.

NINGUÉM PODE RESSUSCITAR O QUE NÃO MORREU, CANDIDATA! O MENSALÃO ESTÁ VIVO, E, ATÉ AGORA, NENHUM DOS QUADRILHEIROS PETISTAS FOI PUNIDO, COMO A SENHORA SABE MUITO BEM. JOSÉ ROBERTO ARRUDA PRECISA DE COMPANHIA PARA JOGAR DOMINÓ!

O escândalo do Bancoop não tem nada a ver com mensalão. O que ele tem em comum com aquele escândalo é uma personagem: Vaccari. Não se sabia, e VEJA revelou na semana passada: Funaro, o doleiro também processado no caso do mensalão, acusou, em depoimento na Procuradoria Geral da República, Vaccari de cobrar propina dos bancos que recebiam recursos dos fundos de pensão — com a anuência desses, é óbvio. Tanto a Procuradoria considera suas informações relevantes que ele recebeu o benefício da delação premiada. POR QUE VACCARI NÃO É O 41º ELEMENTO? Eis um bom mistério da República.

O tom

Dilma fala em “ressuscitar 2005″ naquele tom de quem sugere que nada de errado aconteceu naqueles dias, que tudo não passou de uma grande conspiração, coisa da “imprensa golpista”, como acusou, então, a filósofa e moralista Marilena Chaui, aquela que começou estudando Spinoza e terminou justificando Delúbio Soares, coitada!!!

Dilma, falando por si mesma, tudo indica, vai render. Até agora, nós só a vimos escondida atrás de Lula, como teleguiada dele, como subordinada, como boneco de ventríloquo, como títere. Pensando por conta própria, ela realmente é capaz de enormidades.

NÃO CUSTA LEMBRAR QUE DILMA É FILHA DO MENSALÃO.

Eu explico: sem o escândalo, que esterilizou uma geração de petistas — incluindo estrelas de primeira grandeza como José Dirceu, Antônio Palocci (numa escândalo derivado) e José Genoino —, ela seria até hoje uma burocrata cinzenta e meio enfezada, a falar uma estranha língua na fronteira do português com o tecnocratês mal digerido.

Assim, o escândalo do mensalão vive, sobretudo, na candidata Dilma Rousseff. Sem as estrepolias criminosas de seus companheiros, não seria ela a candidata do PT. Simples, não é mesmo, candidata?

19 de mar. de 2011

Governo Dilma quer lançar o Bolsa-Gay

Essa história de homofobia já tá enchendo o saco!
Não bastasse tornar o homossexualismo como uma primeira classe neste país, parece que agora querem transformar-nos em seus subalternos. Fica claro que, a cada dia que passa, o Brasil não enxerga as pessoas como pes-so-as, mas pelos rótulos, pelas tribos que representam.

Não bastasse o Governo Dilma lançar o Bolsa-Blogue
para a Maria Bethânia, agora, vejam vocês, quer criar o Bolsa-Gay. A ideia é muito simples: sabe aquelas cotas que criaram para negros, índios e estudantes de escolas públicas - que nós sabemos que NEM TODOS que estudam na escola pública são pobres, mas já tem gente se passando por só pra aproveitar o bônus -? Pois é. Agora vai ter cota pra gay! Explico.

A ideia vem da Secretária Especial de Direitos Humanos, sra. Maria do Rosário, apresentou esta semana o seu "Plano Nacional de Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais". Trago alguns itens da lista, comentando a seguir:

- Inclusão da população LGBT em programas de alfabetização em escolas públicas ( = cota para professores gays para alunos do Ensino Fundamental I);

Quem trabalha com Educação sabe que as crianças, até os sete anos, formam a sua personalidade. Todos os conceitos de moral, ética, respeito são formados nesta idade. Ao passar dos anos, a criança aprimora isso. Então, para aproveitar esta fase, o atual Governo quer que as crianças entendam, desde pequenina, não como se "torce" o pepino, mas como se "enfia". Entendeu? Em outras palavras: o governo quer que as crianças do nosso país cresçam crendo que o homossexualismo é algo natural, e assim, criar uma nação 'livre' de preconceitos homossexuais. Queria ver o que o Gabriel Chalita tem a dizer sobre isso, já que ele é um pedagogo. Será que ele apoia a ideia?

- Criar bolsa-estudo para qualificação profissional de travestis e transsexuais;

Já que queriam tornar a prostituição uma profissão sob pretexto de que é a profissão mais antiga do mundo, agora querem profissionalizar os travestis e transsexuais. O que eu tento enteder é: como é que se profissionaliza um negócio desses??? A gente pega o adolescente e ensina-o a se vestir como mulher? Vai ter disciplina sobre como esconder o pênis na calcinha??? Que negócio é esse de profissionalizar???


- Inserir em livros didáticos temáticas que abordem o novo contexto de família ( = pai, pai, filho; mãe, mãe, filha);

Como eu disse no primeiro item, para formar a personalidade de uma criança, temos apenas os sete primeiros anos. Depois ela vai aprimorar o que a ensinamos. Colocar nos livros didáticos que o homossexualismo é algo natural vai fazer com que as crianças compreendam que isso é uma tendência, e não uma escolha do indivíduo. Logo, teremos um futuro em que as crianças decidirão se querem ou não ser heterossexual. Agora, imaginem vocês a postura do professor diante desta realidade? Se uma professora da Educação Básica flagrar duas meninas ou dois meninos em atitudes libidinosas, dependendo da idade que tiverem, só poderão advertí-los a fazer isso num lugar "a sós". Não poderá dizer que aquilo é indevido, antinatural, que a idade em que eles estão não é adequada a se fazer... não! Se ela fizer isso, poderá ser enquadrada como homofóbica. Já pensou nisso???

- Distribuição de livros em bibliotecas de escolas públicas abordando a temática 'diversidade sexual' para o público infanto-juvenil;

Depois que moldamos a personalidade das nossas crianças sobre um homossexualismo-coisa-natural, vamos "profissionalizá-los". Isso ocorrerá levando às escolas livros sobre o tema. Mas não serão apenas livros teóricos. Pode esperar que vai nascer altos romances sobre o assunto e que as professoras de Língua Portuguesa terão de abordá-los. Machado de Assis, daqui uns anos, estará empoeirado em nossas pratileiras. Quem mandou não fazer um romancinho abaitolado, né?

- Reconhecer as famílias montadas por LGBT como normal com base na desconstrução da heteronormatividade;

Aqui mora a base do projeto de Lei de Homofobia. O objetivo desta lei não é dar direito aos gays, mas desconstruir a moral e a ética. É mostrar que todos os atos são naturais e normais, e que todos devam reconhecê-lo sob probabilidade de sofrer consequências danosas caso não as siga. Portanto, amigos, preparem-se: é já que as perseguições virão àqueles que não quiserem seguir esta modinha. Sem contar que não vai demorar para os heterossexuais sofrerem bullying por não terem experiências com relações homoafetivas. Cuidado!!!

- Inclusão das famílias LGBT no bolsa-família;

O que vai de ter de família pobre, com pai tentando alimentar os filhos, perdendo a esmola-família do Governo por causa da cota-gay não vai estar no gibi...

- Criar o Conselho Nacional dos LGBTs;

= a Sindicato Gay. Sujeitinho não pôs a ver os direitos dos gays, vai ser rechaçado!

- Criar o Estatuto dos Direitos dos LGBTs;

E consequentemente distribuí-los nas escolas, Igrejas, associações...


A sra. Maria do Rosário não deveria ter este nome. Abrindo as portas do inferno desse jeito? Ah, não devia. É impressionante como esta mulher não nota que está abrindo chances para um desvirtuar da sexualidade, dos valores, morais; como ela passa por cima dos valores tradicionais, familiares; como ela quer destruir a verdade, transformando-a em algo mau. Quantas crianças não sofrerão abusos, serão corrompidas em sua moral graças a esta lei?

O projeto ainda não foi aprovado, mas nós não temos dúvidas de que o será, né? Se o Governo Dilma é do jeito que o Diabo gosta, esta suruba é que não pode ficar de fora...

27 de dez. de 2010

O governo Dilma tem o mesmo sonho do governo Lula: a legalização total do aborto

Faltando apenas quatro dias para o término do governo Lula, a presidente eleita, Dilma Rousseff, anuncia que a sra. Iriny Lopes será a  futura ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres. E no mundo, quando se fala em política para as mulheres, leia-se: Direito assistido pelo Estado de abortar.

Claro que eles e elas maquiam isso tudo. A futura ministra maquiou, mas não enganou. Disse em entrevista que ninguém é favorável ao aborto, apenas ao direito de a mulher fazer o que bem entender com seu corpo, pois nenhuma mulher é obrigada a ser mãe (e aquele trololó de sempre).

Falando assim, na maior cara-de-pau-deslavada, ela pensa (e todo o governo petista pensa) que somos um bando de idiotas que não entenderam o recado. Parece até o machista Cabral quando soltou aquela "pérola" do "quem nunca teve namoradinha que abortou?".

Algumas coisas precisam ficar claras. A primeira delas é a de que nenhuma mulher é obrigada a ser mãe. Se assim fosse, as freiras todas teriam que ter filhos, e aí arrumaríamos problemas, pois quem seriam os pais? Os sacerdotes? Óbvio que não. Há uma lógica que nem todas as mulheres nasceram para a maternidade, como nem todas nasceram para o matrimônio. Fato indiscutível. Contudo, aquelas que se dão em casamento devem saber que os frutos do matrimônio são, indiscutivelmente, os filhos. Casamento sem filhos (quando deliberadamente deseja-se não tê-los) é como uma árvore seca que não dá flores ou frutos. Não tem sentido. Cabe lembrar que há casais que insistem em ter filhos, seja por vias naturais ou adoção, mas nada conseguem. Contudo, Deus vê a intenção de coração e recolhe as lágrimas, santificando-os na dor do não ter os filhos tão sonhados.

É nos filhos que exercitamos as virtudes. E educá-los na fé não é fácil. Digo isso de carteirinha. Tenho um menino de dois anos e meio. Preciso pensar, repensar e "trepensar" antes de fazer e/ou dizer qualquer coisa, pois eu sou seu referencial, juntamente com o meu esposo. Devo ser muito mais virtuosa como mãe que como esposa, pois estou formando alguém em sua tridimensionalidade - corpo, alma e espírito (e apesar de serem duas vocações diferentes, elas têm seu efeito ligados uma à outra).

A segunda coisa que deve ficar claro é que, para haver sentido lógico no que a tal senhora disse, algo deveria ser posto em prática pra ontem: a castidade. Sim, porque é muito fácil dizer que nenhuma mulher é obrigada a ser mãe, porém não deva ter responsabilidade sexual. O problema é que eles e elas entendem responsabilidade sexual como promiscuidade. O negócio é: "transem a vontade, usem camisinha, anticoncepcional, pílula do dia seguinte. E se ainda assim, tudo falhar, abortem. Mas não deixem de ser felizes, hein?" Só que isso não é nem nunca foi responsabilidade sexual. Isso é permissividade sexual.

Mesmo que você não seja católico ou cristão, porém é um ser sensato, ético e moral, saberá que toda e qualquer relação precisa de responsabilidades, seja em que campo for: profissional, amizade, relacionamento amoroso, etc. Logo, você concordará comigo que sair por aí transando ao Deus dará não é responsável. Qualquer pessoa de bem entende que todo ato tem consequência. Filhos são consequências de uma fecundação. Fecundação é consequência de sexo. Agora, aborto não pode ser consequência de gravidez. Só que a sociedade mundial quer tornar o aborto a consequência da irresponsabilidade, a única saída para tapar o sol com a peneira, deixando nossos jovens cada vez mais irresponsáveis, cada vez mais imaturos, sem nenhum compromisso consigo próprios, quiçá com outrem.

Só que o mais triste disso tudo é o Lula ter tentado nos enganar, quandosempre pleiteou pelo aborto; a Dilma tentando nos enganar, quando sempre pleiteou pelo aborto; e o Chalita apoiar toda esta mentira, dizendo em rede nacional que a presidente eleita nunca foi em favor do aborto. É muita cara-de-pau dessa trupe, né? O bom é que o Chalita responde meu artigo, dizendo de que lado ele está: contra a moral e a ética.

Madre Teresa de Calcutá sempre disse que jamais poderá haver paz sobre a Terra se não houver no ventre. E parece que o Brasil quer perder a paz, como vários países do mundo já o perderam. É mais um prego que exarceba a chaga do coração de Jesus. Mas o que me consola é saber que estes hipócritas já receberam a sua recompensa. E tenho certeza que o Senhor não usará de meias-palavras como eles fazem, tentando enganar-nos sobre o real valor da vida.

Imaculado Coração de Maria, sede a nossa salvação.

19 de nov. de 2010

Dilma e o Papa

Estamos há quase um mês da vitória de Dilma Rousseff. Vivemos meses turbulentos durante a campanha eleitoral. Nunca ninguém imaginou que os cristãos brasileiros se levantariam e imporiam - como todo o direito de cidadãos civis que têm - os seus valores morais e éticos a partir de suas convicções religiosas.

Na correria pelos votos, Dilma e Serra viraram cristãos da noite para o dia. Se duvidar, sabiam até rezar a Missa em Latim e no Antigo Ordum. Foram para Aparecida angariar votos, falaram sobre a importância religiosa no país, assinaram cartas reafirmando o apoio à  vida a pedido dos cristãos... Tudo - obviamente - para ganhar votos.

Enquanto faziam seus papéis de bons cristãos, nos bastidores a coisa era outra. Bispos eram ameaçados de morte; folhetos foram recolhidos; ameaças de desligamento com o Vaticano foram feitos; CNBB recuando; leigos tendo que sumir dos seus Estados, além de chegarmos ao ponto de o próprio Papa manifestar-se à Igreja Brasileira. Enquanto o partido petista ameaçava, o pmdbista fazia vistas grossas. Mas não houve problema. Os cristãos, se têm partido, é o de Cristo e Sua Igreja. Não dependemos de homens, e nem nele confiamos, pois sabemos que é maldito o homem que em outro confia.

Com a sua vitória, Dilma, em seu discurso, afirmou que zelará pelos direitos e manifestações religiosas. Mas também alegou que defenderá pelo direito reprodutivo da mulher. E nós não somos tolos. Sabemos bem o que é esse tal "direitos reprodutivos da mulher": é dar a ela carta-branca para fazer o que bem entende sem respeitar o direito à vida de quem ainda não pode se defender. É legalizar o aborto a jus de "Direitos Humanos" e "Saúde Pública". Não me lembro, em nenhum vídeo, em nenhuma entrevista, em que a Presidente Eleita tivesse dito que o aborto é dolorido à criança. Só fez menção à mulher. Uma pena.

Mas Dilma quer mostrar que é da liga da paz. Ela, que durante as eleições, quando o Papa se manifestou aos Bispos do Norte e Nordeste, disse que ele podia fazer isso, já que essa era a crença dele (e todo mundo achando também que era a dela, já que até em Missa estava indo) escreveu uma carta ao Papa, e esta será entregue ao  secretário da Santa Sé para Relações com os Estados, Dominique Mamberti, por Gilberto Carvalho. Nesta carta, Dilma  promete se dedicar, nos quatro anos de seu mandato, à erradicação da miséria e à redução da desigualdade social. Diz ainda que a sua intenção é fazer uma saudação ao Papa e garantir que as relações do próximo governo com a Igreja continuarão sendo as melhores possíveis"

Será? Não sei. Na carta ela não toca, em momento algum, sobre o tema aborto. Também não fala sobre Homofobia e afins. Apenas se importa com direitos sociais. Tá, eles são importantes, mas o homem não é só carne. É também espírito. Talvez isso não lhe pareça importante, mas é.

Temos ainda quatro anos para ver os resultados desta atitude. Com a implantação do PNDH3, saberemos que foi - mais uma vez - apenas uma estratégia política.

Rezemos.

1 de nov. de 2010

E agora? O que esperar?

56% do eleitorado deu à Dilma a oportunidade de governar o país, apesar de a mesma não ter a mínima experiência em cargos públicos. Ajudas não faltaram, em especial de seu padrinho, o atual presidente, que chegou a dizer em horário eleitoral que quem votasse em Dilma estaria votando nele também.

Não preciso recordar que é falacioso crer que Dilma será o Lula. E isso ela mesma mostrou em toda a sua campanha eleitoral. Mas não há porque não crer que Lula estará com ela o tempo todo. Ele mesmo já disse que não sairá do cenário político. Quer evitar falar de um possível retorno em 2014, mas já diz que está com o coração aberto para ajudá-la. Talvez porque, diferente do que imaginava, sua companheira não venceu em primeiro turno. É verdade que ele também não. Mas suas vitórias em segundo turno contra Serra (2002) e Alckmin (2006) beiraram 62%, sendo expressiva sua vitória no Nordeste em 2006 com 90% de aprovação. Dilma conseguiu 56%. Apenas 6% a mais que a metade. Não é tão expressivo como gostariam Lula & Cia.

É verdade que Dilma terá homens fortes que não serão só o Lula. Pallocci também estará. O mesmo que se envolveu em tantos escândalos no governo Lula. Voltarão, também, Genuíno, Dirceu, Erenice...

E diante destas verdades citadas acima é que a população mostrou ao senhor presidente e à presidente eleita que não são apenas 3% (como citou o Lula) que estão insatisfeitos. Afinal de contas, 44% do eleitorado escolheu Serra (e diga-se de passagem, ele venceu em 11 estados, sendo eles um dos mais importantes para a economia do país), além de as abstenções e votos nulos/brancos ter sido a maiores do que o primeiro turno. Só no colégio eleitoral nos EUA foi de 50%. Isso também é uma resposta ao senhor presidente de que nem todo o Brasil aprovou sua falta de decoro, sua imposição à Dilma como algo que beirava o "fanatismo regilioso", ou de "ufania ideológica". Mostramos que o cenário político no país é outra: estamos de olhos abertos para a realidade política. Acabou aquela história de que um manda e o outro obedece. Resolveram dar voz ao povo? Ótimo! Falaremos.

Dilma sabe que não serão quatro anos fáceis. Primeiro porque moramos em um país onde ainda vigora um pensamento machista; logo, muitos a lograrão de incapaz por ser mulher. Quanto a isso, ignoro. Muitos homens, como Collor, não souberam dar conta. Segundo porque os institutos religiosos, bem como os meios de comunicação e imprensa se manifestaram. Ela sabe que iremos, a todo custo, cobrar suas promessas. Não sei se ela terá jogo de cintura para tanto. Sei que devo esperar quatro anos para ver.

Se a oposição não souber nos próximos anos fazer política séria (porque, apesar de ter votado no PSDB, devo assumir que lhes faltou muita coragem e ousadia para lutar pelo cargo) podemos esperar um Brasil alá México, onde imperou, por anos, a Política de Continuísmo.

Lula deixou claro que um recado às Igrejas. Se Dilma irá cumprí-lo, teremos de esperar. No momento, a única coisa que podemos fazer é rezar e esperar em Deus, que renova as forças de quem Nele espera, além de fazer valer ativamente nosso papel de integrante da Democracia.

À Dilma desejo que sua ida a Aparecida não traga apenas os reflexos eleitoreiros, mas de Fé. Anseio que a candidata, como mãe e avó, repense sobre as crianças que possam a vir morrer por livre escolha das mães, e não suas. Desejo, também, que ela se deixe guiar por Deus, para que o Brasil não seja movida por uma Dama de Ferro, e sim, por uma Mãe.

Nossa Senhora Aparecida, rogai a Deus pela Terra de Santa Cruz!

30 de out. de 2010

A esperança do Brasil : Os Cristãos.


Já é sábado, amanhã o povo brasileiro vai exercer o seu papel de cidadão, sairá de sua casa para participar do chamado ato democrático. Sabe-se que existe um desmerecido favoritismo por parte da candidata petista, favoritismo criado por uma imprensa e liderança mascarada e comprometida com alianças milionárias. Porém, mesmo diante de tamanha adversidade, é possível acreditar na virada e na vitória. Sabe qual é à base desta esperança? A crença de que o brasileiro não vai somente exercer o seu papel de cidadão, mas antes de tudo, vai exercer o seu papel de Cristão.


A Igreja nitidamente não tem partido, mas nunca deixou de ter aversão a ideais políticos que desejam destruir com os princípios e valores essenciais para a subsistência da humanidade, grande don de Deus. Fiquei muito feliz com o pronunciamento profético do Santo Padre dentro deste período eleitoral brasileiro, ele sabe que estamos prestes a termos um governo socialista. Poucos como Bento XVI sabem da desgraça que é esta filosofia política para uma nação, o pequeno Ratzinguer na tenra infância já via a demoníaca ação do pensamento socialista, certa vez um de seus párocos morreu açoitado antes da Santa Missa pelo regime fascista na sua frente. Espero desesperadamente que os batizados correspondam ao pedido do Santo Padre e sejam autênticos Cristãos na hora de eleger o nosso futuro presidente.


Aborto, homofobia, retirada de crucifixo de estabelecimentos públicos, liberdade religiosa, liberdade de imprensa, corrupção, caso Erenice, assaltos a bancos, ambigüidades na retórica e tantas outras coisas são fatos que revelam claramente que não há compatibilidade entre plano de governo petista e o cristianismo.


Conclamo todos os leitores deste artigo a honrar neste domingo a coragem de bispos como Don Luís Bergonzini, Don Aldo Pagoto, Don Benedito Beni, dentre outros que já estão à se levantar após o pronunciamento do Papa, honremos também a audácia do Padre José Augusto que no meio de algumas “cobras” bradou a verdade, não podemos esquecer nas urnas de honrar a intrepidez do Padre Mateus Maria que de dentro daquele santo mosteiro orientou tantas almas para a verdade, e lógico, não há o que falar sobre o Padre Paulo Ricardo que comprou a briga com a profética homilia do PNDH3 e não nos abandonou deixando artigos e vídeos que tanto denunciou as obras das trevas. São inúmeros os sacerdotes que estão trabalhando longe da mídia, eles merecem nossa atenção e obediencia. Os Cristãos não podem nas urnas desmerecer o trabalho de tantos leigos que literalmente se desgastaram para desmascarar o ideário petista. Dar o voto a candidata Dilma Roussef é literalmente cuspir no sangue que estes profetas derramaram nesta campanha política.


Mesmo frente pesquisas compradas, frente à "popularidade" do Lula, diante da frieza de José Serra no último debate, mesmo tendo tantas oposições, eu quero acreditar, tenho esperança, que amanhã, domingo, dia do Senhor, os cristãos vão dar um show de cidadania, mas antes de tudo darão um "show" de cristianismo.

Bruno Cruz
bhc.vida@hotmail.com

29 de out. de 2010

Domingo é o dia de o Brasil dizer não à Ditadura.

Enquanto para muitos estas eleições foram as piores - e culpam os cristãos por isso -, elenco esta como a que entrará para a história deste país e do mundo. Falo isso respaldada em tudo o que ocorreu desde o primeiro dia, do primeiro ato de campanha eleitoral. Não me lembro de nenhuma outra eleição em que temas tão sérios - como o aborto e corrupção - tenham saltado às vistas. Creio piamente que nem José Serra, nem Dilma Rousseff, muito menos Lula criam que haveria esta reviravolta. Certamente eles acreditavam que seria mais uma daquelas eleições mornas em que prometem algo que não vão cumprir, além de se vangloriarem por algo que não conquistaram.

Prova disto são os exemplos da candidata do atual Governo. Já me cansei em vê-la dizer que a dívida externa foi paga, quando não o foi; de vê-los gloriando-se pelo Bolsa-Família, mas em 2002 chamava-a de esmola governamental. O Brasil melhorou? Muito! Mas isso nao se deve "apenas" ao PT. O Brasil não mudou em 08 anos. O Brasil vinha mudando. E Lula herdou de FHC um plano econômico do qual ele (o Lula) SEMPRE criticou, e que, "ironicamente" o promoveu para o mundo; modelo do qual se apossou sem pagar direitos autorais.

É verdade que o desemprego é um dos mais baixos da história recente e o salário mínimo está recuperando o valor de compra. Também é fato que milhões de brasileiros deixaram a pobreza nos últimos anos. E o Brasil passou quase incólume pela crise financeira internacional que, em 2008, foi um tsunami no mundo. Devemos crescer até 7% este ano.

Diferente do que dizem, Lula não encontrou o Brasil quebrado, mas com a economia saneada pelo Plano Real que, em 1994, quebrou a espinha dorsal da hiperinflação. Aliás, eu me lembro de uma época em que o Real valia mais que o Dólar! E Lula era contra o Plano Real. Hoje ele, certamente, não deve achar nada ruim gastar seu salário em reais. Muito menos seu filho.

Agora: como não chamarmos o Plano Real de inclusão social? A hiperinflação era o imposto mais cruel que caía sobre os pobres e os trabalhadores que, até então, viam cada vez mais dias sobrarem ao final dos seus salários. E o Lula era contra este plano. Então, a que tipos de pobre o Lula era favorável?

FHC saneou o sistema financeiro. Depois do Plano Real, grandes bancos perderam receita inflacionária e quebraram. FHC criou o Proer e restabeleceu a confiança dos depositantes. Quando a crise internacional de 2008 bateu aqui, os bancos estavam saneados e não houve a quebradeira que aconteceu nos EUA e Europa. Em 2008, Lula anunciou que mandaria uma cópia do Proer para ajudar a sanear os bancos dos EUA. Criação do FHC que Lula se beneficiou.
FHC criou a Rede de Proteção Social que desenvolveu cinco programas sociais, entre outros: o bolsa-escola, o bolsa-alimentação (iniciativa de Serra quando ministro da Saúde), o vale-gás, o programa de erradicação do trabalho infantil e o programa para jovens em situação de risco. Em 2002, essa rede beneficiava 37,6 milhões de brasileiros, com investimento de R$ 30 bilhões. E todos estes programas foram reunidos por Lula, nominando-os Bolsa Família. É verdade que aí economizamos em criações de cartões (afinal, para cada programa, tinha um cartão) mas isso é apenas uma questão de logística. Sanear as dificuldades não foi prioridade dele. Isso já ocorria. Ele deu continuidade.

Contra o voto do PT, FHC criou o Fundef, que colocou 97% das crianças entre 7 e 14 anos da sala de aula e aumentou os salários dos professores, principalmente no Norte e Nordeste. No Planalto, Lula esqueceu o que dissera sobre o Fundef e “criou” o Fundeb, também sem pagar direitos autorais. Lula e o PT se opuseram à Lei de Responsabilidade Fiscal, que acabou com a gastança de prefeitos e governadores. Ao assumir o Ministério da Fazenda, Antônio Palocci tratou de anunciar que respeitaria essa lei. Lula e Palocci também anunciaram que haveria um prazo de dois anos para permitir a transição da política econômica de FHC para uma “política dos trabalhadores”. A política de FHC continua sendo executada até hoje, oito anos depois... E ainda acusam FHC de ser “neoliberal”...

Com o projeto Ficha-limpa, apenas o PT se opôs. Será por que, a começar pela candidata ao Governo pelo partido, a ficha é suja?
Os petistas dizem que FHC quebrou o monopólio do petróleo, quando na verdade o monopólio passou para a competência da União e a Petrobrás ficou liberada para firmar parceria com empresas estrangeiras. Foi a atuação da Petrobrás com a British Petroleum e a portuguesa Galp que permitiu a descoberta do megacampo de Tupi e do petróleo do pré-sal.

O PT foi contra a privatização das telecomunicações. Com o monopólio da Telebrás, telefone era item de declaração obrigatória ao Imposto de Renda.. Depois da privatização, o telefone celular anda no bolso até das faixas mais pobres da população. Hoje, existem mais celulares no país do que brasileiros...

O PT condenou, até com pontapés, a privatização da Vale do Rio Doce. Entre 1943, ano da fundação, e 1997, quando foi privatizada, a Vale investiu, em média, US$ 481 milhões por ano e teve lucro líquido de US$ 192 milhões. De 1998 até 2009, a CVRD investiu US$ 6,1 bilhões e teve lucro de US$ 4,6 bilhões. O recolhimento de impostos saltou de US$ 31 milhões para US$ 1,093 bilhão por ano.

Embora tivesse denunciado essas privatizações como “neoliberais”, Lula não mexeu nelas. Então, Lula também é neoliberal, afinal de contas, na campanha de 2002, ele chegou a apontar a privatização da Embraer como modelo.

Lula extinguiu, em 2006, os mutirões criados por José Serra e que atendiam os mais idosos e pobres, operando-os de catarata, varizes, próstata, câncer de mama e colo de útero. A conseqüência foi a explosão dos casos de cegueira por catarata entre os brasileiros mais pobres. A fila de espera por uma cirurgia de catarata não é de menos de seis meses. (Eu, por exemplo, estou há dois anos na fila para um exame oftalmológico).

José Serra tem 40 anos de história. Foi presidente da UNE, quando ela era, ainda, a União Nacional dos Estudantes e não um covil de pelegos. Exilou-se no Chile, em 1964. Foi secretário do Planejamento do governador Franco Montoro e coordenou a organização do plano de governo de Tancredo Neves.
Lula e o PT dizem que lutaram pela redemocratização. Eles mentem, de novo, pois ficaram contra a eleição de Tancredo Neves no colégio eleitoral.

Como deputado, Serra tirou do papel o FAT que, hoje, dá um oxigênio ao trabalhador que fica desempregado. Como Ministro da Saúde, Serra criou os genéricos. Anunciou que as patentes de remédios não poderiam prevalecer sobre a saúde e conquistou o apoio da Organização Mundial da Saúde. Desde então, as patentes dos medicamentos podem ser quebradas em caso de risco de pandemias ou emergências. Serra multiplicou por 9 as equipes do Programa de Saúde da Família. Criou também os mutirões de saúde. E promoveu campanhas de vacinação para os idosos.

Já Dilma Rousseff faliu como dona de uma lojinha que vendia produtos a R$ 1,99 em Porto Alegre. Secretária das Finanças de Porto Alegre, deixou a Prefeitura falida, como denunciou o seu sucessor, Políbio Braga. Ministra das Minas e Energia, Dilma apagou do site do MME as realizações do Luz no Campo criado por FHC. Depois, “inventou” o Luz para Todos, também sem pagar direitos autorais. Escolhida candidata, indicou Erenice Guerra para substituí-la na Casa Civil. Erenice tratou logo de arrumar “bolsas-família” e confortáveis sinecuras para o maridão, os filhos, os irmãos, os cunhados, os namorados e as namoradas dos filhos e velhos amigos.

A corrupção moral que o PT vem fazendo há uma década mostra que o Partido dos Trabalhadores não faz nada em prol do trabalhador. A não ser, é claro, pelos "seus" trabalhadores. Votar em Dilma é dar vazão a mais corrupções, a mais imoralidades. Eu não quero ver Pallocci, Dirceu, Genuíno, Erenice, Marcos Valério e tantos outros que já nos roubaram na era Lula roubar mais ainda e ouvir Dilma (assim como Lula) que nada viu, que não sabia de nada e que fotos e gravações não dizem nada. Não. Chega de distorção da realidade, dos valores, da verdade.

Não há dúvidas de Dilma será manipulada por Lula, tal qual Isabelita Perón que, ao suceder o marido, Juan Domingo Perón, como presidente da Argentina, na década de 70, não conhecia o país (vivera na Espanha) e nem o Partido Peronista. Tornou-se refém do ministro da Previdência, José López Rega, que era um fascista e iniciou uma guerra de extermínio contra os peronistas de esquerda. O país mergulhou numa guerra civil não declarada e na hiperinflação. Os militares deram um golpe e enfiaram a Argentina nas trevas da ditadura e da “guerra suja” das quais não se recuperou até hoje. E José Dirceu já percebeu as fraquezas de Dilma. Quando anunciou que a sua eleição seria o fortalecimento do PT, estava se candidatando a ser o López Rega de Dilma.

Eu não quero que Dilma e Dirceu  transformem o Brasil numa imensa Argentina. E sei que o Brasileiro não quer também. Tanto que, diferente de Lula e Dilma, FHC venceu em primeiro turno. O brasileiro está mostrando que quer sim uma política de qualidade. Não é o Lula quem determina o voto. É a democracia quem o determina. E as pessoas devm votar movidas pelas suas convicções. E aí onde entra os cristãos. Diferente de toda a imprensa que vomitou contra o Papa, alegando que ele não tinha o direito de se manifestar, digo que ele tinha não apenas o direito, mas o DEVER. Para estes eu digo que o Papa é Chefe de Estado também. E o povo de seu estado não mora apenas nas paredes do Vaticano; moram no mundo. Assim como Lula, Obama, Chávez e Morales, o Papa fala a todos os que lhe pertencem. Ele tem todo o direito em um mundo Laico orientar para que não se percam. E como diria Santo Agostinho: "Roma disse, dito está". Não há mais desculpas para padres, bispos e leigos afirmarem contra. Foi Pedro quem disse. E ele está com Cristo.E Cristo é pelos pobres, mas não numa visão comunista, que como disse Winston Churchill, o "COMUNISMO É CONTRA A ÍNDOLE DO POVO BRASILEIRO, e o socialismo/comunismo é uma filosofia do fracasso, o credo da ignorância e o evangelho da inveja. Sua virtude inerente é a distribuição equitativa da miséria", ou como sugerem Frei Betto, Padre Julio Lancellotti e Leonardo Boff. Cristo quer que os pobres tenham seus direitos assegurados pela Justiça, não pela Ditadura.
Creio que as palavras do Papa é um sinal de que Deus tem ouvido a prece desta nação. E creio que no Domingo teremos a resposta. É a oportunidade de dizermos NÃO à ditadura de imprensa, religiosa, ideológica e de vida que o atual governo  nos impõe.


Não perca esta oportunidade.

Vote bem.

Que Nossa Senhora Aparecida liberte o Brasil das arruaças comunistas, separe o joio do trigo e socorra esta Terra de Santa Cruz.

Católico que votar na Dilma tem uma saída: trocar de igreja e de papa, trocar o papa Bento XVI pelo "papa" Edir Macedo.

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Aqui a posição de Bento XVI sobre o aborto e contra Dilma, que defende a descriminalização do aborto:


Aqui a posição de Edir Macedo sobre o aborto e a favor de Dilma, que defende a descriminalização do aborto:

28 de out. de 2010

Pe. Paulo Ricardo comenta o discurso do papa.


Padre Paulo comentou em seu site o ousado e direto discurso do Santo Padre, confira:
Faltando três dias para a votação do segundo turno, o acalorado debate eleitoral ganhou um interlocutor de peso: o Papa Bento XVI.
Num discurso pronunciado, nesta manhã de quinta-feira, para bispos do Nordeste – reconhecida base eleitoral do PT de Dilma Rousseff – Bento XVI condenou com clareza “os projetos políticos” que “contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto”.

Com o discurso de hoje, Bento XVI rompe, desde o mais alto grau da hierarquia católica, o patrulhamento ideológico que o PT vem impondo a bispos do Brasil através de ameaças, pressões diplomáticas, xingamentos e abusos de poder.
É conhecida a absurda apreensão, a pedido do PT, de milhares de folhetos contendo o “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras”, em que a Comissão em Defesa da Vida, da Regional Sul I da CNBB, exortava os católicos a não votar em políticos que defendam a descriminalização do aborto. É conhecida a denúncia do bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, de que tem sido vítima de censura e perseguição por parte do PT (cf. Revista Veja). É arquiconhecida a prisão de leigos católicos que realizavam o “ato subversivo” de distribuir nas ruas o documento dos bispos de São Paulo.

O Papa convida os bispos à coragem de romper este patrulhamento e falar. Ao defender a vida das crianças no ventre das mães, os bispos não devem temer “a oposição e a impopularidade, recusando qualquer acordo e ambigüidade”.
O pronunciamento de Bento XVI ainda exorta os bispos a cumprirem “o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas”. E, numa clara alusão a uma das propostas do PNDH-3 do PT, se opõe à ausência “de símbolos religiosos na vida pública”.

Com seu discurso, o Papa procura evitar que o Brasil continue protagonista de um fenômeno que seria mais típico do feudalismo medieval, do que de uma suposta democracia moderna. De fato, durante a Baixa Idade Média, era comum que os posicionamentos e protestos mais decididos fossem os do Papa, enquanto os do episcopado local, mais exposto às pressões e ao poder imediato dos senhores feudais, eram como os de um cão atado à coleira. Pode até ensaiar uns latidos, mas quem passa por perto sabe que se trata de barulho inofensivo.

Ao apagar das luzes da campanha de segundo turno, o Pontífice parece preparar o terreno para que a Igreja do Brasil compreenda, sejam quais forem os resultados das eleições, que é inútil apelar para um currículo de progressos sociais e de defesas dos oprimidos do Partido dos Trabalhadores, quando seu “projeto político” está tão empenhado em eliminar os seres humanos mais fracos e indefesos no ventre das mães.