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18 de out. de 2011

Pedofilia de alguns membros da Igreja: A generalização movida pelo preconceito.


A generalização movida pelo preconceito

André Brandalise

Sei que este post pode levantar uma polêmica, mas acredito que a intenção seja essa.
Acho muito engraçado quando MUITOS defendem o respeito a si mesmos ou a setores da sociedade, mas ao mesmo tempo esquecem que outros devem ser respeitados.

Não é incomum vermos denuncias de pedofilia no mundo e este é um mal que deve ser combatido. Sou pai de 4 crianças maravilhosas, e só de imaginar algo assim acontencendo com qualquer um deles já me dá arrepio e nojo.

Ocorre que diante de alguns casos de pedofilia ligados aos sacerdotes católicos, resolvem generalizar e dizer que todo padre é pedófilo. Não vou defender os sacerdotes que tenham cometido pedofilia, pois acredito que devam ser responsabilizados e punidos, mas isso não quer dizer que todo e qualquer padre seja igual. Quem pensa e defende este tipo de coisa só pode ser movido por preconceito.

Clique na imagem para ampliar.


Fonte: Blog Íntegras



Primeiro é importante avisar aos desavisados que a pedofilia não ocorre apenas com sacerdotes, mas naIMENSA MAIORIA das vezes o agressor é parente da vítima. Este dado foi levantado por pesquisa feita pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), através do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica (Nufor), e o quadro ao lado demonstra bem a situação.
Assim, para os que insistem em ligar a pedofilia à Igreja, só digo uma coisa: vá se informar!
Outra situação que costumam dizer: “o padre comete a pedofilia porque tem que viver o celibato” … sim, eu já ouvi/li isso.

Perdão, mas o que dizer então sobre os casados pedófilos? Eles não vivem no celibato.

Mesmo sendo um crime que deve ser combatido, temos que lembrar (pelo jeito para alguns é “descobrir”) que a pedofilia é um distúrbio, uma doença, assim como é o alcoolismo. Pode ser controlada, mas depende de tratamento específico – mesmo assim não se retira a responsabilidade do indivíduo pelos seus atos.

O que digo é: para o pedófilo, o celibato (ou não) é irrelevante, pois não é isso que vai afastá-lo de seu desejo. Para ele não interessa a sua condição social ou estado de vida (casado, solteiro ou celibatário), pois quando movido pelo seu desejo isso some da sua cabeça.

Ainda, a pedofilia existe há séculos e não se restringe apenas a padres. É interessante ver esta condenação limitada apenas aos sacerdotes.

Vamos imaginar a seguinte situação: nos últimos tempos temos DIVERSOS casos de pedofilia envolvendo professores (exemplos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8), e se seguíssemos a mesma lógica, teríamos que dizer que todos os professores são pedófilos, O QUE EVIDENTEMENTE NÃO É VERDADE E SERIA UMA IMENSA INJUSTIÇA, a tanto que não se vê piadinhas e acusações de forma generalizada contra os professores.

A pesquisa citada acima (link abaixo da imagem) diz que a pedofilia ocorre mais vezes sendo o agressor o padrasto, o que não significa que todo padrasto seja pedófilo.

Ora, se vale para uns, vale para outros. Assim como não podemos generalizar com os professores e padrastos, não podemos fazer o mesmo com outras pessoas (INCLUSIVE OS SACERDOTES).

Então está na hora de pararem com essa visão limitada e preconceituosa contra os padres. Querem atacar a Igreja Católica (e isso virou moda hoje em dia), sejam pelo menos inteligentes e usem argumentos válidos, e não uma generalização absurda e ofensiva.

O combate à pedofilia deve continuar e todo cuidado é pouco, mas ficar acusando toda e qualquer pessoa apenas porque alguém em situação (profissional, parentesco, etc.) semelhante cometeu a pedofilia é no mímino falta de vontade de pensar.

Antes que venham atacar o celibato, peço que leiam este texto: Os sacerdotes são pessoas REALMENTE felizes? Veja conclusão de pesquisa.

7 de out. de 2011

O Papa e a pedofilia


Em 1936, um historiador alemão que vivia na Catalunha ouviu por acaso um grupo de camponeses que falava sobre a Igreja. Para espanto dele, os camponeses, que tinham assassinado e torturado milhares de católicos, repetiam as críticas dos folhetos contra Roma, distribuídos na Alemanha do século XVI.

Se a Igreja não muda, o anticlericalismo também não. De Lutero ao “Iluminismo” e da grande revolução francesa aos pequenos jacobinos de Portugal e Espanha, que há pouco menos de cem anos queriam ainda, como Voltaire, “esmagar a Infame”, a Igreja é invariavelmente acusada pela sua presuntiva riqueza e pelo comportamento sexual do clero. Agora chegou a vez da pedofilia, porque na sociedade contemporânea a pedofilia se tornou no último crime sexual.

Claro que Bento XVI já disse que a pedofilia era um crime, além de ser um pecado, e acrescentou que os padres pedófilos tinham feito mais mal à Igreja do que mil anos de perseguição. Claro que Bento XVI mandou investigar o caso, removeu bispos, suspendeu padres, castigou culpados. Claro que nem ele, nem a Igreja são responsáveis pelas declarações, de facto ofensivas, de algumas figuras menores do
Vaticano ou da Conferência Episcopal Portuguesa. Mas, como de costume, a lógica não abala o anticlericalismo.

O anticlericalismo decretou que a Igreja intencionalmente encobre (ou encobriu) a pedofilia e não vai mudar. Quem sabe, mesmo à superfície, alguma história sabe que desde o princípio isto foi assim. Ratzinger, que não nasceu ontem, com certeza que não se perturba.

Até porque provavelmente percebe que, por detrás do escândalo do encobrimento, está o ódio ao Papa “reaccionário”; ao Papa que se recusou a transigir com a cultura dominante em matérias como o divórcio, o aborto, a homossexualidade, o celibato do clero e a ordenação de mulheres.

Não ocorre ao anticlericalismo que a integridade da Igreja pode exigir essa rigidez, como já mostrou a rápida ruína do anglicanismo. Ratzinger compreende que, sem o apoio do Estado ou influência sobre ele, a Igreja depende essencialmente da convicção e da força com que conseguir conservar a sua doutrina. Qualquer fraqueza a transformará numa instituição vulgar, à mercê da opinião pública e das mudanças do mundo. Isso Bento XVI não quer. Como não quer encobrir a pedofilia.


João Tiago Monteiro Dias
Rua da Eira, 37
Cioga do Monte
3025-068 COIMBRA
PORTUGAL

telm.: (00351) 91 82 99 369

http://www.ipco.org.br/home/noticias/o-papa-e-a-pedofilia

24 de ago. de 2011

Estaria a pedofilia mais perto da legalização?


O artigo baixo está no site Mídia sem Máscara.

Se você conseguir ler até o final a astúcia que estão pintando com as nossas crianças, certamente você não ficará omisso a esta barbaridade.

Pedofilia é crime!




ESCRITO POR JEREMY KRYN | 24 AGOSTO 2011 


Em seu site, a B4U-ACT classifica a pedofilia como simplesmente outra orientação sexual e condena o “estigma” ligado à pedofilia, observando: “Ninguém escolhe ter atração emocional e sexual por crianças ou adolescentes. A causa é desconhecida”.

Antes da realização do evento, ocorrido na quinta-feira (17), Judith Reisman alertou: “Isso está na agenda deles há décadas”.
Pesquisadores de várias universidades proeminentes dos EUA participarão amanhã (17) de uma conferência em Baltimore que, de acordo com o que está sendo noticiado, tem o objetivo de normalizar a pedofilia. Conforme o siteda organização patrocinadora, o evento examinará maneiras em que “pessoas que sentem atração por menores de idade” possam se envolver numa revisão da classificação que a Associação Americana de Psicologia (AAP) faz da pedofilia.
B4U-ACT, uma organização de ativistas e profissionais de saúde mental a favor da pedofilia, está por trás da conferência de 17 de agosto, que incluirá participantes da Universidade de Harvard, Universidade Johns Hopkins, Universidade de Louisville e Universidade de Illinois.
Howard Kline, diretor científico da B4U-ACT, criticou a definição do termo pedofilia feita pela Associação Americana de Psicologia, descrevendo seu tratamento de “pessoas que sentem atração por menores de idade” como “impreciso” e “equivocado”.
“É baseado em dados de estudos de prisões, o que ignora completamente a existência daqueles que são obedientes à lei”, Kline disse num comunicado à imprensa de 25 de julho. “Os novos critérios de diagnóstico que estão sendo propostos especificam idades e frequências sem nenhuma base científica”.
“O Manual de Diagnóstico e Estatísticas de Desordens Mentais (MDEDM) deveria corresponder a um padrão mais elevado do que isso”, acrescentou ele. 

“Podemos ajudá-los, pois somos as pessoas sobre as quais eles estão escrevendo”.
Em seu site, B4U-ACT classifica a pedofilia como simplesmente outra orientação sexual e condena o “estigma” ligado à pedofilia, observando: “Ninguém escolhe ter atração emocional e sexual por crianças ou adolescentes. A causa é desconhecida; aliás, não se compreende ainda nem mesmo o desenvolvimento da atração por adultos”. A organização diz que não defende o tratamento para mudar os sentimentos de atração por crianças e adolescentes.
Em seu comunicado à imprensa, B4U-ACT anunciou uma carta que a organização enviou à AAP criticando sua classificação da doença mental.
Numa entrevista para Notícias Pró-Família/ LifeSiteNews (LSN), Judith Reisman, professora convidada de direito da Universidade Liberty e especialista em ética sexual e pornografia, criticou a conferência de Baltimore, dizendo: “Isso está na agenda deles há décadas”.
“Conheci pela primeira vez o que vim a chamar de ‘O Lobby Pedófilo Acadêmico’ em 1977 na Conferência da Sociedade Britânica de Psicologia sobre Amor e Atração na cidade de Swansea, em Gales”, disse ela. “Apresentei um documento de pesquisa sobre pornografia infantil na revista Playboy do período de 1954 a 1977”.
“Outros membros da academia na conferência, alguns contratados por pornógrafos, apresentaram documentos ‘científicos’ defendendo a legalização da pornografia e prostituição infantil e o fim da idade de consentimento sexual”, disse ela. “Eles estavam promovendo suas afirmações ‘científicas’ sobre a sexualidade de crianças novas para legisladores e seus colegas membros da academia através de meios de comunicação legítimos e pornográficos”.
“O MDEDM é típico dessa degeneração, pois eles já haviam suavizado o diagnóstico da pedofilia a fim de torná-lo quase sem sentido, exigindo que o pedófilo seja apenas ‘incomodado’ com seu abuso de crianças e assim por diante”, disse Reisman. “Temos agora mulheres e crianças violentando sexualmente crianças e homens. Isso continuará numa espiral para baixo, poderíamos dizer, até o abismo do inferno, a menos que façamos uma reforma em nossas leis, nossos meios de comunicação de massa e em nossas escolas”.
Conforme reportagem anterior de LSN, semelhantes pressões políticas, então por ativistas homossexuais, levaram à desclassificação da homossexualidade como uma desordem mental em 1973 no MDEDM. Como consequência da desclassificação do MDEDM, o debate sobre a homossexualidade e os muitos danos documentados associados com o estilo de vida homossexual tem sido totalmente censurado nos círculos psicológicos acadêmicos.

Tradução: Julio Severo

1 de jun. de 2011

A foice e o martelo gay

A ditadura gay não vai poupar ninguém, nem mesmo nossos filhos

Julio Severo
Um material para crianças, que tem como objetivo tratar de questões sexuais impróprias, é normalmente considerado como abuso sexual. Mas quando esse material é homossexual, por força de um anestesiamento moral a reação mais forte da população é chamar tal material meramente de “kit gay”.
Por que não kit do aliciamento gay?
Se esse kit fosse dirigido aos adultos, até poderia ser chamado de kit gay — e imoral. Mas o fato é que ele está sendo dirigido exclusivamente para nossos filhos na escola para acostumá-los à sodomia, tal qual faz o pedófilo que enche a criança de doces para seduzi-la. Se isso não é assédio, aliciamento e molestamento sexual pró-sodomia, então o que é?
Se o PLC 122 for aprovado, não poderemos nem falar nem agir contra nenhum kit de pedofilia gay, pois o chamado projeto anti-“homofobia” pune atos e opiniões contra a sodomia. Mesmo assim, por força de um anestesiamento moral a reação mais forte da população é chamar eufemisticamente o PLC 122 de “Lei da Mordaça”. Por que só isso?
Na verdade, se os católicos e evangélicos conseguirem garantir que as punições do PLC 122 não se apliquem às opiniões, as punições contra atos serão mantidas e serão tão ou mais injustas do que a censura das expressões.
Leis anti-“homofobia” como o PLC 122 ameaçam com punição expressões e atos contra a sodomia: Se você disser algo contra o kit do aliciamento gay, você será preso. Se você tomar alguma medida pessoal, legal, social ou moral contra o kit do aliciamento gay, você será preso.
Com uma alteração no PLC 122 ou qualquer outra lei anti-“homofobia”, como querem muitos pastores e padres, para permitir pelo menos a crítica à sodomia, estaremos protegidos de multas e prisões injustas? Claro que não.
Modificado para permitir apenas a liberdade de expressão, o PLC 122 prosseguirá ameaçando de punição atos contra a sodomia: Se você disser algo contra o kit pedofilia gay, você presumivelmente não será preso. Mas se você tomar alguma medida pessoal, legal, social ou moral contra o kit pedofilia gay, você será preso.
Se conquistarmos o direito de livre de expressão, removendo apenas a ameaça da “mordaça” que o PLC 122 impõe, outras ameaças permanecerão. Com um PLC 122 que só permite o direito de livre expressão (que já está garantido na Constituição), enfrentaremos as seguintes ameaças:
* Uma família evangélica ou católica que descobrir que a escola está distribuindo o kit pedofilia gay para seu filho poderá dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá fazer mais nada, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Um pai e mãe que descobrirem que o governo está dando milhões para radicais grupos gays prepararem kits pedofilia gay poderão dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderão fazer mais nada, sob risco de serem enquadrado em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Uma família evangélica ou católica que descobrir que a babá que contratou é lésbica poderá dizer que o lesbianismo é pecado, mas não poderá demiti-la, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Um pai e mãe católicos ou evangélicos terão o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderão impedir que a escola pública de seu filho doutrine no homossexualismo, sob risco de serem enquadrados em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Um seminário católico ou evangélico que descobrir que matriculou um homossexual praticante terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá cancelar a matricula, sob risco de ser enquadrado em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Uma escola católica ou evangélica que descobrir que contratou um funcionário homossexual praticante terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá cancelar a contratação, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Uma pensão católica ou evangélica, diante de uma dupla gay que quiser um quarto, terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá recusar um quarto para os homossexuais praticarem seus atos, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Um empresário católico ou evangélico terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá demitir ou evitar a contratação de um homossexual praticante, sob risco de ser enquadrado em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
Se com ou sem garantia de liberdade de expressão, o PLC 122 punirá todos os que falarem e agirem contra as imposições da sodomia, por que então chamá-lo bondosamente apenas de “Lei da Mordaça”? Não sabemos mais reconhecer uma ditadura quando a vemos?
O kit gay foi feito pela ABGLT com milhões dados pelo governo. Essa organização gay radical, que tem histórico de perseguição aos cristãos, agora tem dinheiro e autorização do governo para criar materiais para doutrinar crianças na sodomia. Por que então chamamos esse kit bondosamente de kit gay? Por que não kit do aliciamento gay?
A ideologia que está impondo agressivamente o PLC 122 e o kit do aliciamento gay no Brasil não merece uma resposta muito mais enérgica da população?
Enquanto preferimos chamar por nomes leves as ameaças mais pesadas do movimento ideológico homossexual, os ativistas homossexuais preferem chamar de nomes pesados a nossa discordância mais pacífica:
* Quando dizemos que a sodomia é pecado ou anormal, eles automaticamente dizem que somos “homofóbicos” e incitadores de ódio e assassinato de homossexuais.
* Quando dizemos que é errado eles usarem as escolas para doutrinar nossas crianças no homossexualismo, eles automaticamente dizem que somos “homofóbicos” e incitadores de ódio e assassinato de homossexuais. Eles querem mais direitos sobre nossos filhos do que nós mesmos.
* Quando dizemos que não aceitamos alguma imposição homossexual sobre nós, eles automaticamente dizem que somos “homofóbicos” e incitadores de ódio e assassinato de homossexuais.
Em resumo, quando tratamos as ameaças mais pesadas do movimento gay com palavras delicadas, eles tratam com foice e martelo nossas discordâncias mais gentis. “Vossa Excelência LGBTTXYS me dá permissão para discordar dessas cenas de nudez e sexo que acabei de ver com meus filhos na parada gay na minha rua?” Ou então: “Vossa Excelência LGBTTXYS me dá permissão para discordar da doutrinação que você está fazendo nos meus filhos na escola?” Resposta: “Homofóbico, promotor de ódio e violência, fanático religioso e moralista, cale a boca! Você é cúmplice de todos os assassinatos de gays que fazem ponto de prostituição nas madrugadas. Temos direito de expressar livremente nossa afetividade em público e ensinar seus filhos a aceitar isso. Sua discordância é uma violência contra nossos direitos!” É a luva delicada e o lencinho da população contra a fúria da foice e do martelo gay. O lencinho, pelo menos, serve para enxugarmos nossas lágrimas após inúmeras ofensas, calúnias, desrespeito e xingamentos.
Mas quem foi que disse que luva e lencinho vencem uma ideologia ditatorial? Tal qual a ideologia do nazismo e do comunismo, que sempre andaram atreladas ao Estado e à mídia, a ideologia gay não é diferente. Quer gostemos ou não, o Estado brasileiro e a mídia estão casados com a ideologia gay.
É de admirar então que o ativismo gay esteja avançando confortavelmente na sociedade brasileira?
Ainda bem, devem pensar os ativistas, que a população não nos trata na altura exata da ignorância, ferocidade, mentiras e agressividade que usamos com eles!
A luva e o lencinho mostram também a incompatibilidade, fragilidade e despreparo das posições de alguns grupos e indivíduos cristãos no enfrentamento de um ativismo homossexual que ferozmente exige tudo, inclusive a posse da mente de nossas crianças por meio da doutrinação estatal nas escolas. A essa e outras ameaças muitas vezes eles demonstram uma cruel omissão, se escondendo em nome do Evangelho atrás de uma posição indiferente à guerra cultural que está tomando seus próprios filhos sem que eles tenham força, vontade ou coragem de reagir à altura.
Hoje, os ativistas gays exigem a mente de nossas crianças. O que estamos esperando para agir? Que eles comecem a exigir também os corpos de nossos filhos?
Movidos por uma covardia mascarada como amor do Evangelho pelos pecadores, estamos entregando nossos filhos à cova dos leões gays.
Movidos por uma covardia mascarada como amor do Evangelho pelos pecadores, não denunciamos o governo e suas leis injustas e iniquas, por medo de sofrermos perdas econômicas ou perda de concessões de rádio e TV ou perda da imagem na mídia.
Enquanto vacilamos, a mídia e o Estado gay mascarado de Estado laico exigem nossos filhos.
Tudo o que os ativistas gays precisam fazer é estalar os dedos, e governo e mídia se atropelam para servi-los. Enquanto isso, a maioria cristã tem de protestar muito para que o governo pense em reverter um pouco suas políticas de favorecimento homossexual. Mesmo assim, a reversão tem curta duração, pois mídia e governo estão casados com a ideologia gay. Estado laico hoje é Estado gay.
Enquanto a covardia silenciar o testemunho de justiça e resistência dos cristãos na sociedade, o ativismo gay prosseguirá sua marcha que exige a total posse da mente e corpos de nossos filhos.

Fonte: Júlio Severo

9 de nov. de 2010

Um resto perseguido

"Não somos, absolutamente, de perder o ânimo para a nossa ruína; somos de manter a fé para a nossa salvação." Heb 10, 39.



Sabemos que Deus é Onisciente (tudo sabe), Onipotente (tudo pode) e Onipresente (está em toda a parte). Logo, como naquele filme com o Jim Carrey (O Todo Poderoso), mesmo que Deus dê ao homem um cadinho do Seu poder, jamais seríamos capazes de ser como Ele é. Não há como explicá-lO, porque Ele é infinitamente infinito. Falar sobre Deus é algo inesgotável. É por isso que a Ciência, a Filosofia não conseguem chegar a um consenso sobre Deus. As teorias são muitas, mas as respostas, poucas. Não que não haja resposta sobre Deus. Ele deixou, em Seu Filho, a Sua Igreja, fundamentada em Pedro. Mas o que conhecemos sobre Ele não é tudo, porque não conseguiríamos compreender Deus perfeitamente como Ele é já que somos limitados, e nossos pecados nos limitam ainda mais. Só saberemos quem Ele verdadeiramente é quando O vermos face a face. E eu devo confessar que a mim este dia ainda é de muito temor. Rezo, diariamente, para que eu esteja em plenas condições de vê-lo. Sei que Ele olhará para mim com compaixão, mas e eu? Como estarei? Que rumo tomarei?

Citando isto, comento que Deus, por tudo saber, já que está em todo o lugar graças ao Seu soberano poder, Ele já sabe, de antemão, tudo o que ocorre. Ele sabia que Adão e Eva cairiam; que Davi pecaria; que José seria vendido por seus irmãos; que Maria aceitaria de bom grado ser a mãe do Seu Filho; que Judas o trairia; que Pedro se acovardaria, mas que depois seria um valente evangelizador, morrendo de ponta cabeça, crucificado; que Saulo perseguiria seu povo, mas se tornaria Paulo, mensageiro fiel e pilar firme da Sua Igreja; sabia que Lutero romperia com a Verdade; que Stalin massacraria toda uma nação; que o homem lhe daria as costas... Logo, Deus tudo sabe. Mas se sabe de antemão, porque não faz nada?

Veja, irmão e irmã, Deus não rompeu com algo que a Ele é sagrado: a nossa liberdade. Tanto que Deus jamais, em qualquer situação, faria algo em nosso lugar. O que Ele faz é quando Lhe damos permissão. Se Deus invadisse nosso direito, desrepeitasse nosso livre arbítrio, Ele seria um Ditador. E de Ditadores estamos fartos... É verdade que Ele move as peças para nos ajudar, mas não "pesca" por nós. Ele foi com Pedro ao mar, mas quem jogou as redes foi Pedro, e não Jesus. A pesca foi milagrosa (cf. Lc 5, 1-11)? Sim. Só que Jesus, porque quis, contou com o ofício de Pedro. Portanto, Deus quer contar conosco, mesmo que de nós, nada precise. Faz isso por amor, porque deseja a nossa participação em Seu Reino.

E não é a toa que este livre arbítrio serviu de bandeira para dezenas de atrocidades vistas sobre a Terra. Por conta do mau uso da liberdade metemos os pés pelas mãos, levantamos bandeiras que vão diametralmente contra a nossa própria Natureza, defendendo o indefensável. E o orgulho ajuda-nos a continuar cada vez mais cegos para o buraco que cavamos rumo à nossa desgraça.

Porém, Deus sabe que pode contar conosco. É verdade que, mesmo sabendo das nossas falhas, Ele conta com cada um. Sabe que não receberá o sim de todos, mas ainda assim, continua a bater a porta da nossa vida. E conta conosco não por depender de nós, e sim por querer estar conosco. Somos seus filhos amados, criados à sua imagem. Saímos de Seu Coração. E amor maior não houve nesta terra como o Dele, em dar Seu único Filho, sem mancha, para nos livrar da perdição eterna. Que amor constrangedor!

Só que nós estamos dando as costas para Deus. E o mundo não pára enquanto fazemos isso. Vemos, dia após dia, quantas religiões não-cristãs crescem no mundo, especialmente quando se tornam a "onda do momento". Depois do livro e filme "Comer, Rezar e Amar", já há milhares de pessoas tornando-se Híndus, por exemplo. E este é só um dos vários exemplos que há. Contudo, quero ressaltar hoje sobre o Islamismo.

Sabemos que a morte é um tema que circula no mundo islâmico. É verdade que, assim como nós, eles veem na morte uma libertação. Morrer, para um cristão, é um bem, pois saímos deste corpo e nosso espírito pode, sem reservas, elevar-se a Deus. Contudo, nosso Deus - Abba não nos ensinou a matar. Cristo disse que temos de dar a face para o inimigo quando este lhe bater. Ele mesmo morreu como uma ovelha, sem dar um gemido; e segundo as Escrituras, parecia mais um verme a um ser humano, ou melhor, a um Deus.

No Islamismo vemos um grau muito intensificado sobre a morte. Parece-me até um culto a ela. E este culto tem virado motivo para discussões, enredos de filmes, matérias em sites... E também motivo para o medo. Muito medo. E por que? Porque temos visto nos últimos anos uma fúria exacerbada destes irmãos contra o resto do mundo. Do ataque ao 11 de Setembro ao recado ao Vaticano da Al-Queda; milhares de pessoas perderam suas vidas, fosse para servir a Alá, fosse por estar no local errado à hora errada.

Avistamos, também, a presença de tantos mártires nestas terras. No atentado da Al Queda aos cristãos, muitos padres e leigos morreram. Creio que Deus já os recebeu, dando-lhes a medalha da honra, do mérito verdadeiro. E para nós deve servir de exemplo, de modelo. Se queremos seguir Jesus, devemos estar prontos para tudo. Até para morrer.

É verdade que nem todos os islâmicos têm este perfil. Porém, nos dias de hoje, fica difícil desassociar a imagem de Terrorismo do mesmo. Sempre que lembramos em Terrorismo já criamos a imagem de um Muçulmano. Nem todos assim o são. Muitos (muitos mesmo!) lutam por um mundo de paz, querem o fim das guerras. Contudo, há muito o que discutir sobre esta cultura. As mulheres que ainda hoje são apedrejadas; as crianças que se casam com velhos (como que uma pedofilia atestada); a miséria...

E enquanto nós, ocidentais, discutimos "o sexo dos anjos", eles estão ganhando o mundo. Neste vídeo, vemos que o crescimento muçulmano no mundo é atemorizante. Daqui há 20, 30 anos, por exemplo, poderemos ter uma Europa devidamente muçulmanizada. E não é de hoje que eles tentam fazer isso. Na época da Romanização, os muçulmanos tentaram invadir a Península Ibérica. Houve, é verdade, muitos debates entre os Muçulmanos e os Católicos ( Santo Tomás de Aquino foi um ). Porém, se não fossem as Cruzadas a combater o avanço islâmico, hoje o mundo todo seria uma enorme comunidade islâmica.

Agora, o que esperar para os próximos anos? Enquanto nós temos 1,6 filhos por família, os muçulmanos têm 8,1! Eles levam a sério o "crescer e multiplicar". E não é algo sem propósito. O fim é que os filhos sejam missionários de Alá, avisando ao mundo todo que devem adorá-lo. E Cristo? Com quem contará? Se queremos tanto criar métodos contraceptivos, se queremos tanto um aborto legal, como é que haverão pessoas suficientes para lutar por Cristo e Seu Evangelho? Se necessitasse hoje de uma Cruzada, haveria soldados para isso?

As Escrituras deixam claro: "Deus O exaltou soberanamente e Lhe outorgou o Nome que está acima de todo o nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho no Céu, na Terra e nos Infernos, e toda língua confesse, para a Glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é o Senhor". ( Fil 2, 9-11).  Como isto ocorrerá se continuarmos, por vontade própria, a entrar em extinção?

Há uns poucos que ainda lutam para que a passagem de Filipenses se cumpra integralmente. E têm pago caro com a vida. Somos um resto. E um resto perseguido. O recado já chegou ao Vaticano. Não me causaria espanto se resolvessem jogar uma bomba, ou até mesmo um avião lá. Mas me dói ver o quão covarde somos. Devemos retomar o Salmista, que sabia que não há lugar para onde vamos que Deus não esteja (Sal 138). Deus nos sonda. Ele conta conosco. E não haverá jeito: prestaremos contas a Ele, querendo ou não. Nós O veremos face a face, como Ele é. De que modo estaremos? De que lado estaremos?

Cumpramos nossa parte, mesmo que sejamos um resto perseguido. Lembremos, conforme Cristo nos deixou claro, e conforme também está escrito no Catecismo da Igreja Católica, parágrafo 675, que a Glória da Igreja, a Glória dos Filhos de Deus, não é deste mundo, não é histórica: é eterna! Lutemos com temor e tremor por ela.

Senhor, tende piedade de nós.