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19 de dez. de 2011

Fora da Igreja não há salvação - São Cipriano de Cartago


IV Concílio de Latrão

IV Concílio de Latrão
"...Há apenas uma Igreja universal dos fiéis, fora da qual absolutamente ninguém é salvo...". Canon III: "Nós excomungamos e anatematizamos toda heresia erguida contra a santa, ortodoxa e Católica fé sobre a qual nós, acima, explanamos...".

Papa Inocêncio III

Papa Inocêncio III
"De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, que não de hereges, só a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva."

Santo Atanásio

Santo Atanásio
Evitai o veneno dos hereges e cismáticos e imitai o meu ódio para com eles porque são inimigos de Deus

São Jerônimo

São Jerônimo
“Nunca poupei os heréticos e empreguei todo meu zelo para fazer dos inimigos da Igreja meus inimigos pessoais.”

Santo Atanásio

Santo Atanásio
" Todo aquele queira se salvar, antes de tudo é preciso que mantenha a fé católica; e aquele que não a guardar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre (...) está é a fé católica e aquele que não crer fiel e firmemente, não poderá se salvar".

Pio XI - Mortalium Animos

Pio XI - Mortalium Animos
“Assim, veneráveis irmãos, é clara a razão pela qual esta Sede Apostólica nunca permitiu aos seus estarem presentes às reuniões dos acatólicos; porque não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno dos dissidentes à única verdadeira igreja de Cristo; dado que outrora, eles dela se apartaram”

Papa Bonifácio VIII

Papa Bonifácio VIII
"Por apego da fé, estamos obrigados a crer e manter que há uma só e Santa Igreja Católica e a mesma apostólica e nós firmemente cremos e simplemente a confessamos e fora dela não há salvação nem perdão dos pecados (...) Romano Pontífice, o declaramos, o decidimos, definimos e pronunciamos como de toda necessidade de salvação para toda criatura humana."

Santo Agostinho

Santo Agostinho
“Fora da Igreja é possível tudo, exceto a salvação. É possível ter honras, é possível ter sacramentos, é possível cantar aleluias, é possível responder amém, é possível possuir o Evangelho, é possível ter fé no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, é possível pregar; mas em nenhum lugar senão na Igreja Católica, é possível encontrar a salvação”.

DOM GUÉRANGER

DOM GUÉRANGER
“Quando o pastor se transforma em lobo, é ao rebanho que, em primeiro lugar, cabe defender. Normalmente, sem dúvida, a doutrina desce dos Bispos para o povo fiel, e os súditos, no domínio da Fé, não devem julgar seus chefes. Mas há, no tesouro da Revelação, pontos essenciais, que todo e qualquer cristão, em vista de seu próprio titulo de cristão, necessariamente conhece e obrigatoriamente há de defender.”

Dr. Plinio Corrêa de Oliveira

Dr. Plinio Corrêa de Oliveira
Que meu último ato de amor seja um ato de amor ao Papado. Pois assim morrerei na paz dos eleitos, bem unido a Maria, minha Mãe, e por Ela a Jesus, meu Deus, meu Rei e meu Redentor Boníssimo”.

Charles Journet

Charles Journet
“Quem não guarda a fé deixa de ser membro da Igreja”

Cardeal Manning

Cardeal Manning
"A Igreja não pode equivocar-se em sua fé, porque Deus é seu Mestre."

Bispo Torras Y Bages

Bispo Torras Y Bages
"A Sede própria do Espírito Santo é a santa Igreja católica."

Gustavo Corção

Gustavo Corção
"O católico que escolhe seus dogmas e seus mandamentos não é católico, é protestante."

Garrigou-Lagrange

Garrigou-Lagrange
"Os perniciosos erros que se espalham pelo mundo, tendem à descristianização completa dos povos"

Chesterton

Chesterton
“Somente a ortodoxia católica faz o homem feliz: é como os muros postos ao redor de um precipício onde pode brincar uma porção de crianças”

Dom Héctor Aguer

Dom Héctor Aguer
"A religião católica contém a Verdade total revelada por Deus e não dizemos isso com arrogância nem para desafiar ninguém. Não podemos diminuir esta afirmação"

Santo Ezequiel Moreno

Santo Ezequiel Moreno
"...muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários». São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. ‹‹Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja»"

Tratamento aos inimigos da Igreja

Os inimigos declarados de Deus e da Igreja devem ser difamados tanto quanto se possa, desde que não se falte à verdade, sendo obra de caridade gritar: 'Eis o lobo!', quando está entre o rebanho ou em qualquer lugar onde seja encontrado" (São Francisco de Sales, Bispo e Doutor da Igreja, Filotea ou Introdução à Vida Devota, parte III, cap. 28)


Amados, achei por bem publicar essa postagem, visto o ataque que sofremos vindo de protestantes, principalmente membros da IURD. Alguns protestantes indignados com esta afirmação distorcem o conteúdo, e através de mentiras, dizem que essa afirmação é contemporânea, pois bem, São Cipriano de Cartago foi o primeiro a proclamar tal afirmação por volta do ano 250 dC e não se cansa de repetir que «quem abandona a cátedra de Pedro, sobre a qual está fundada a Igreja, fica na ilusão de permanecer na Igreja» . Cipriano sabe bem, e o disse com palavras fortes, que «fora da Igreja não há salvação» (Epístola 4, 4 e 73,21), e que «não pode ter Deus como Pai que não tem a Igreja como mãe» . Característica irrenunciável da Igreja é a unidade, simbolizada pela túnica de Cristo sem costura : unidade que, segundo diz, encontra seu fundamento em Pedro e sua perfeita realização na Eucaristia . «Só há um Deus, um só Cristo», exorta Cipriano, «uma só é sua Igreja, uma só fé, um só povo cristão, firmemente unido pelo fundamento da concórdia: e não pode separar-se o que por natureza é um»

1 de dez. de 2011

Haverá um Dia do Senhor: passará a figura deste mundo.


No Credo nós professamos, conforme a Escritura, que o Senhor Jesus ressuscitado “está sentado à Direita de Deus Pai, donde há de vir em sua Glória para julgar os vivos e os mortos. E o seu Reino não terá fim”.

Esta Vinda gloriosa de Cristo no final dos tempos é chamada de Parusia do Senhor. A palavra grega “parusia” (= presença, vinda, chegada) era usada para significar a chegada solene do rei em uma determinada cidade. Quando ele chegava, provocava um ambiente de alegria e distribuía ao povo benefícios e alimentos em fartura. Os cristãos, ao pensarem na vinda do Cristo como Rei eterno, que virá trazendo a alegria da salvação final, deram a este último acontecimento da história humana o nome de Parusia do Senhor.

A idéia de que haveria um Dia do Senhor já existia desde o Antigo Testamento. O povo de Israel sempre teve consciência de que o seu Deus era o Senhor dos tempos, Deus que age na história humana, levando o seu povo para um futuro sempre melhor e cheio de esperança. Se observarmos bem os textos do Antigo Testamento aparece claro que Deus sempre está prometendo Israel um futuro de bênção e felicidade: ele é o Deus da Promessa, o Deus que nunca fica parado no presente, o Deus que sempre faz o povo caminhar ao encontro do futuro que ele preparou, futuro sempre melhor, futuro de vida. Neste sentido, as Escrituras Sagradas motivam sempre a esperança, sustentam a confiança do povo de Deus, mesmo nos momentos mais sofridos e tenebrosos de sua acidentada história. Israel viva desta certeza: o Senhor Deus não nos abandonará, ele nos prepara um futuro de salvação, ainda que no presente nos puna e corrija para nossa salvação. É por isso mesmo que aparece tanto nos profetas aquelas expressões: “eis que virá um tempo”, “eis que virão dias”, “naqueles dias”, “acontecerá no fim dos dias”...

Assim, enquanto para os pagãos o tempo nunca mudava e tudo que já tinha acontecido ia continuar sempre acontecendo e o mundo não tinha jeito mesmo, para o povo de Deus a história do mundo e a história de Israel tiveram um começo (“No princípio...” – Gn 1,1) e caminham para um destino, uma finalidade, uma plenitude, que o próprio Deus prometeu e preparou! Bastava que o povo não se fechasse para Deus, que aceitasse caminhar com o Senhor. Isto é muito importante, pois fica claro que não existe destino cego, fechado, à revelia da nossa liberdade: o homem é chamado a construir seu destino dizendo sim a Deus e caminhando para o futuro que ele lhe preparou. Cada pessoa é livre: pode dizer sim ou não ao convite de Deus!

Assim Israel foi tendo cada vez mais certeza de que Deus age na história, conduzindo todos os acontecimentos, não só os do povo santo, mas os de todos os povos da terra. Basta ver nos vários profetas os oráculos sobre as nações: Deus tem tudo nas suas mãos: o destino das pessoas e dos povos! O povo da Bíblia sabia que poderia se confiar nas mãos do Senhor e esperar num futuro no qual Deus iria agir de modo pleno, com uma intervenção fulgurante, mudando toda tristeza do seu povo em alegria, toda opressão em liberdade, todo pranto em sorriso, toda morte em vida.

Todo sofrimento do povo de Israel, todas as suas humilhações teriam fim e Deus iria consolar para sempre o seu povo, numa nova situação, em que não haveria mais dor, opressão, pecado nem morte. Este futuro é conhecido, no Antigo Testamento, com o nome de Dia do Senhor.

Será um Dia de Julgamento e de derrota para todo o pecado do mundo, para todo o mal praticado na história humana e um Dia de salvação e vitória para todos os amigos de Deus, particularmente para o povo de Israel. Por exemplo: “Os olhos orgulhosos do homem serão humilhados, e será abatida a arrogância humana; naquele Dia só o Senhor será exaltado. Porque é o Dia do Senhor Todo-poderoso contra tudo que é orgulhoso e arrogante, contra tudo que se exalta e que será humilhado (...); só o Senhor será exaltado naquele dia. Os ídolos desaparecerão completamente...” (Is 2,11s.18s). É importante observar que quando o Antigo Testamento fala desse Dia do Senhor usa comparações, imagens, figuras, metáforas, para ensinar que será um Dia solene e decisivo, Dia da verdade, Dia de julgamento, Dia que envolverá não somente a humanidade, mas toda a criação: “Tocai a trombeta em Sião, dai alarme em minha montanha santa! Tremam todos os habitantes do país, porque está chegando o Dia do Senhor! Sim, está próximo! É um Dia de trevas e escuridão, um Dia de nuvens e obscuridade”! (Jl 2,1s); “Colocarei sinais no céu e na terra, sangue, fogo e colunas de fumaça! O sol se transformará em trevas, a lua em sangue, antes que chegue o Dia do Senhor, grande e terrível”! (Jl 3,3s); “Eis que vem o Dia, que queima como um forno. Todos os arrogantes e os que praticam o mal serão como palha; o Dia que vem os queimará de modo que não lhes restará raiz nem ramo. Mas para vós que temeis o meu nome, brilhará o sol de justiça, que traz a cura em seus raios” (Ml 3,19s). Nestes textos, a imagem da trombeta significa solenidade, julgamento (pois os julgamentos e as entradas dos personagens solenes eram sempre anunciadas com o toque da trombeta), os sinais no céu e na terra são imagens para mostrar que esse Dia do Senhor terá importância para toda criação e o fogo recorda que o Senhor purificará sua criação de todo pecado e maldade. Trata-se de um tipo de linguagem chamado de linguagem apocalíptica, que descreve as coisas de modo bem estonteante, vivo, exagerado, em que o importante não são os detalhes, mas a idéia que as imagens querem transmitir!

Mais uma coisa: aos poucos, os profetas foram anunciando que este Dia do Senhor estaria ligado à chegada de um Personagem misterioso, chamado de Messias (= o Ungido de Deus) e, às vezes, de Filho do Homem: “Continuei a prestar atenção às visões noturnas, eis senão quando, com as nuvens do céu, vinha vindo um como filho de homem; ele avançou até junto do Ancião e foi conduzido à sua presença. Foram-lhe dados domínio, glória e realeza, e todos os povos, nações e línguas o serviam. Seu domínio é eterno e não acabará, seu reino jamais será destruído” (Dn 7,13-14). Esse Filho do Homem viria de junto de Deus (representado aqui pela imagem do Ancião, recordando a sua eternidade). Quando a profecia diz que ele vem sobre as nuvens, quer dizer que ele vem do mundo divino, que é alguém mais que um simples ser humano. Ele vem para estabelecer um reino eterno, reino de Deus, o Dia do Senhor! Assim, na esperança do povo de Deus, o Senhor mandaria Alguém, chamado de Messias ou Filho do Homem, um personagem misterioso, que traria consigo o Dia do Senhor.

Então, resumindo: (1) o povo de Deus sempre soube que sua história e a história de toda a humanidade estavam nas mãos de seu Deus; (2) este Deus preparava para o seu povo um futuro de salvação, alegria, plenitude e paz, chamado Dia do Senhor, (3) este Dia será de julgamento para os maus e os opressores do povo eleito, um Dia eterno, de uma situação completamente nova, (4) este Dia será trazido pelo Filho do Homem, pelo Messias.


Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/

3 de jul. de 2011

Artigo profético de Dom Hilário Moser: " Será que o Espírito Santo se contradiz ou é mentiroso, dizendo “sim” a um e “não” a outro?"


Dom Hilário Moser , SDB. Bispo emérito de Tubarão

Com todo respeito pela consciência de cada um em termos de seguimento desta ou daquela religião, é preciso também concordar que há uma grande confusão. Há religiões para todos os gostos, que vão desde Deus até ao diabo; sim, porque existem também adoradores do diabo.

Veja o que diz São João sobre as primeiras confusões dentro do cristianismo. Havia os que afirmavam que Jesus não era um ser humano verdadeiro, só tinha aparência de ser humano. As palavras de São João valem também para hoje: “Acontece que se espalharam pelo mundo muitos sedutores, que não professam Jesus Cristo vindo na carne. Está aí o Sedutor, o Anticristo. Tomai cuidado, se não quereis perder o fruto do vosso trabalho, mas sim, receber a plena recompensa. Todo aquele que se adianta e não permanece na doutrina de Cristo, não possui a Deus. Aquele que permanece na doutrina, esse possui o Pai e o Filho. Se alguém chega até vós trazendo outra doutrina que não esta, não o recebais em casa, nem o cumprimenteis. Pois quem o cumprimenta participa de suas obras más.” (2 João 7-10).

O que dizer? Que o mundo está cheio de falsos mestres que afirmam Cristo ser isto e aquilo, uns contradizendo aos outros. É o que dá quando cada um interpreta a Bíblia por própria conta, julgando-se inspirado diretamente pelo Espírito Santo. Será que o Espírito Santo se contradiz ou é mentiroso, dizendo “sim” a um e “não” a outro?

Nós, católicos, sabemos que o ofício de interpretar as Escrituras foi confiado ao Magistério vivo da Igreja, não a pessoas particulares. Por isso, cuide de sua fé. Defenda-se de falsos profetas porque existem muitos.

Entre as Cartas do Novo Testamento, há uma, brevíssima, atribuída a São Judas. Ela é particularmente uma chamada de atenção sobre os falsos mestres. Eram, naquele tempo, abundantes, como hoje…

Diz Judas: “Senti necessidade de mandar-vos uma exortação a fim de lutardes pela fé, que, uma vez para sempre, foi transmitida aos santos. É que se insinuaram certas pessoas, das quais desde há muito estava escrito o seguinte juízo: ímpios que abusam da graça do nosso Deus para a devassidão e negam o nosso único soberano e Senhor, Jesus Cristo. [...] São murmuradores descontentes, que vivem ao sabor de suas paixões. A sua boca fala insolência, mas ao mesmo tempo adulam os outros por interesse. Vós, porém, caríssimos, lembrai-vos das palavras preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos diziam: “Nos últimos tempos aparecerão zombadores, vivendo ao sabor de suas ímpias paixões”. São eles que provocam divisões. São vulgares e não têm o Espírito.” (Judas 3-4.16-17).

Palavras duras, mas verdadeiras! Fiquemos atentos para não sermos enganados em nossa fé pelos falsos mestres do nosso tempo.

Você pergunta: quem é falso profeta? Quem responde é São João: “Muitos falsos profetas vieram ao mundo. Este é o critério para ver se uma inspiração vem de Deus: de Deus é todo espírito que professa Jesus Cristo que veio na carne. E todo espírito que se recusa a professar Jesus não é de Deus: é do Anticristo. Ouvistes dizer que o Anticristo virá; pois bem, ele já está no mundo. Filhinhos, vós sois de Deus e vencestes aos que são do Anticristo… Eles são do mundo; por isso, agem conforme o mundo, e o mundo lhes presta ouvido. Nós somos de Deus. Quem conhece a Deus escuta-nos; quem não é de Deus não nos escuta. Nisto distinguimos o espírito da verdade e o espírito do erro.” (1 João 4, 1-6).

São João se referia aos que, em seu tempo, como eu disse acima, negavam que o Filho de Deus se tinha feito homem. Essa gente contrária a Cristo, para João, são Anticristos. Anticristo é todo inimigo de Cristo: pode ser uma pessoa, um grupo, uma instituição, um sistema…

O que diz São João vale também para hoje. O mundo está cheio de Anticristos, de gente contrária a Cristo: estes são os falsos profetas de hoje. Quem rejeita Cristo não pode vir de Deus. Quem é do mundo escuta e segue o mundo. Quem é de Deus escuta a Deus e escuta a Igreja, que fala em nome de Deus. Quem recusa escutar a Igreja não é de Deus.

Aí está o critério para discernir quem é da Verdade e quem é da mentira e do erro.


22 de jun. de 2011

“Por que Deus permite o sofrimentos de seus filhos?”


Padre Paulo Ricardo responde no " Resposta Católica":

21 de jun. de 2011

Ratzinger : A não-arbitrariedade da liturgia


Texto do então Cardeal Ratzinger ( Papa Bento XVI) com observações de Dom Henrique Soares em negrito:

A propósito da “reforma pós-conciliar”, Ratzinger explica: “Depois do Concílio Vaticano II generalizou-se a idéia de que o Papa poderia fazer aquilo que desejasse em matéria litúrgica, sobretudo agindo em nome de um concílio ecumênico. Desse modo, aconteceu que a idéia da liturgia como algo que nos precede e não pode ser ‘fabricada’ segundo nossa própria vontade, foi desaparecendo em larga escala na consciência difusa do Ocidente (Observação minha: Ocidente, aqui, é a Igreja latina, a nossa Igreja de rito latino, ao contrário das igrejas católicas de ritos orientais unidas a Roma ou as igrejas ortodoxas separadas de Roma).
No entanto, de fato, o Concílio Vaticano I (Observação minha: Esse Concílio definiu solenemente, como dogma de fé católica, o poder do Papa sobre toda a Igreja, bem como sua infalibilidade em assuntos de fé e moral) não quis de modo algum definir o Papa como um monarca absoluto, mas, ao contrário, como o primeiro guardião da obediência em relação à Palavra transmitida: o seu poder é ligado à Tradição da fé e isto vale também no campo da liturgia (Observação minha: o Papa não é o dono da Igreja. Ele é o primeiro que deve obedecer e ensinar seus irmãos a fazerem o mesmo. Um Papa infiel à fé e à Tradição da Igreja já não seria Papa, seria um herege).
Se se abandonam as intuições fundamentais da Igreja antiga, chegar-se-á realmente à dissolução dos fundamentos da identidade cristã. A liberdade do Papa não é ilimitada; ela está a serviço da santa Tradição. Menos ainda se pode concordar com uma genérica liberdade de fazer que, desse modo, transformar-se-ia em arbitrariedade para com a essência da fé e da liturgia. A grandeza da liturgia – deveremos ainda repetir muito frequentemente – funda-se exatamente na sua não arbitrariedade” (Observação minha: A intuição de Ratzinger é perfeita: a Liturgia não pode ser fabricada por nós nem pela comunidade que celebra. Se assim fosse, a tal comunidade somente celebraria a si própria, seus sentimentos e sua subjetividade! A comunidade - e cada cristão -, é chamada a sair de si mesma para entrar no âmbito de Deus, que é Mistério Santo que se nos dá através de Cristo na potência do Espírito. Somente assim a Liturgia será uma perene novidade, capaz de renovar efetivamente a nossa vida. Fora disso, a celebração será somente auto-celebração e não celebração do Mistério de Cristo, tornando-se um ridículo e cansativo teatrinho de mau gosto, um pobre programa de auditório).

(Do livro Introduzione a Ratzinger, de Dag Tessore)

6 de jun. de 2011

"Teologia gay?", "Católico gay?"



Não tem palavra melhor para começar este artigo que a de São Paulo a Timóteo: Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si.( II Timóteo 4 v.3).
É comum encontrarmos “mestres” para tudo nos tempos atuais, a humanidade não suportando a moral apostólica têm criado incontáveis “mestres” que justificam suas paixões desgovernadas e insanas. São muitas comunidades eclesiais que abraçaram o relativismo moderno. Falsos pastores obcecados pelo dinheiro das ofertas e do dizimo instituíram “Igrejas” que não condenam a pratica do aborto, da homossexualidade, do divórcio, da fornificação e de tantas outras paixões. Denominações que estão cada vez mais cheias, elas servem de um poderoso desencargo de consciência para quem quer viver adorando o próprio umbigo.
Já não bastasse o silencio destes pastores dinheiristas, agora esta se tornando cada vez mais comum o surgimento de “mestres” para “justificar” exegeticamente, teologicamente e até através do magistério da Santa Igreja as iniquidades do mundo atual. De fato esta se cumprindo a profecia paulina.
Neste artigo vamos desmascarar a chamada “teologia gay” e vamos denunciar a tolice, a hipocrisia e estupidez de um site venenoso chamado “ Gay Católico”. Não irei fornecer o Link para não dá ibope para mentira, afinal o pai da mentira é o Diabo, quem tiver maturidade para saber discernir o joio no meio do trigo procure por sua própria conta.
Este site tem uma série de materiais incluindo vídeos, entrevistas, artigos e resumos de textos que “justificam” a homossexualidade como bíblica e católica. O autor tenta “provar” que ser homossexual é correto e moral. Usa de uma falsa piedade para fazer orações contra a homofobia e chegam a desvirtuar textos do Vaticano e Palavras do Santo Padre para justificar a homossexualidade.
O próprio nome do site é uma contradição, não existem gays católicos. O gay não é um homossexual apenas, gay é um militante pelos falsos direitos do homossexual, o gay é aquele que frequenta as paradas gays que fazem das cidades uma verdadeira Sodoma, queima bíblias na frente de catedrais, faz “beijaço gay” dentro de Igrejas e promove o famoso orgulho gay. A mentalidade de um gay é altamente revolucionaria e nada tem de apostólica e romana, portanto não existe e nunca vai existir gay verdadeiramente católico. O que pode existir é homossexual católico, pessoas que sentem desejos sexuais por pessoas do mesmo sexo, sabem que de acordo com a revelação de Deus que eles não podem ter atos homossexuais e, portanto com a força dos Sacramentos e da pregação lutam para serem santos como o Senhor é Santo. Portanto não existe gay católico e ponto final.
Os corruptos criadores deste site, como eu disse, chegam a usar de documentos da Igreja e das palavras do Santo Padre para justificar a imoralidade. O documento que eles mais usam é uma carta que o Vaticano escreveu aos bispos em 1986, na verdade eles usam uma frase do documento, a frase é esta: “Nenhum ser humano é mero homossexual ou heterossexual. Ele é, acima de tudo, criatura de Deus e destinatário de Sua graça, que o torna filho Seu e herdeiro da vida eterna”. Esta carta foi assinada pelo Cardeal Josef Ratzinguer (Hoje Papa Bento XVI) e é uma instrução para atendimento pastoral de pessoas homossexuais. Ela esta a disposição no site do Vaticano.
O amigo leitor acha que o grande Ratzinguer iria relativizar as opções sexuais igualando à homossexualidade a heterossexualidade? É obvio que não. A Frase usada como Jargão pelos gays mostra que a Igreja vê o homossexual como pessoa querida e amada por Deus, pessoa que Deus quer salvar e levar para a Vida eterna. Mas isto não significa que a Igreja não eleva a pratica homossexual ao nível de imoralidade e pecado. Vamos provar isto com frases do próprio documento de 1986:
“7. A Igreja, obediente ao Senhor que a fundou e a enriqueceu com a dádiva da vida sacramental, celebra no sacramento do matrimónio o desígnio divino da união do homem e da mulher, união de amor e capaz de dar a vida. Somente na relação conjugal o uso da faculdade sexual pode ser moralmente reto. Portanto, uma pessoa que se comporta de modo homossexual, age imoralmente.”
Estas partes do documento eles ocultam, são fundamentalistas mal intencionados que querem perder as ovelhas do Redil do Senhor. Por tanto que fique claro o pensamento da Igreja na citação que mencionei acima.
No site “Gay Católico” tem uma entrevista de um Sacerdote da Igreja chamado Luís Corrêa Lima, o padre teve a coragem de rebaixar o Papa Bento XVI à defensor da agenda gay. O Sacerdote Católico perverte o pensamento do Papa na seguinte frase dita pelo Santo padre: “ O cristianismo não é um conjunto de proibições, mas uma opção positiva”. Segundo o Padre Luís esta frase mostra que o Papa Bento XVI está inteiramente aberto a acabar com o catolicismo que proibi outras opções sexuais.
Que Deus e o Santo Padre perdoem os jesuítas por formarem um Padre com uma mente tão pervertida. Esta frase do Santo Padre quer evidenciar que a intenção primária de Jesus Cristo é nos fazer felizes e nos salvar, portanto a religião deve ser vista de forma positiva, os limites devem ser vistos como promotores da vida e da salvação, não como um conjunto de proibições que angustia e deprimi. O papa tem denunciado tanto a ditatura do relativismo que é exatamente a ausência de limites e proibições no mundo e o Padre Jesuíta tem a coragem de deformar as palavras do Papa de forma tão descarada. É bom informar o Padre Luís que antes de ser papa o Cardeal Ratzinguer ficou décadas proibindo que heresias como a da “teologia gay” fossem divulgadas com nomes de católica. O pensamento da Igreja é o mesmo: A homossexualidade é imoral e com raras exceções é sempre pecado.
A moral cristã e a homossexualidade são como agua e óleo, são duas realidades que não se misturam. O cristão não pode praticar homossexualidade e ficar tranquilo como se tudo estivesse uma maravilha. Deus fala na consciência de todo verdadeiro Cristão esta verdade categórica: homossexualidade é pecado.
É exatamente encima desta tensão divina na consciência que a militância gay formou “estudiosos” para criar a chamada “teologia gay”. Como diz São Paulo, eles já não suportavam a sã doutrina.
A “teologia gay” é baseada em falsas exegeses bíblicas. Na verdade não é de hoje que o Magistério da Igreja esta alertando quanto ao perigo da bíblia nas mãos de não católicos. É isso mesmo irmãos. A bíblia foi escrita por católicos e para católicos e quem lê a bíblia sem ser católico corre o risco de fazer das Sagradas Escrituras um meio de destruição do gênero humano.
Pois é exatamente isto que a tal “teologia gay” faz, vamos analisar algumas passagens bíblicas usadas por eles. A mais usada é a famosa frase do Rei Davi que dizia que amava Jônata mais que as próprias mulheres. ( 2 SAMUEL 1 v. 26). Com a mentalidade gayzista é muito fácil dizer que Davi teve um caso sexual com Jônata. Mas nossa mentalidade é reta, a exegese católica não é corrompida por preconceitos, ela segue a veracidade dos fatos e a autenticidade dos textos. Se os militantes gays que se intitulam teólogos fossem corretos eles iriam logo de cara perceber que o conceito hebraico usado no texto para designar amor é o “ahavar” que é usado inúmeras vezes na própria sagrada escritura para falar de amor paternal ( GN 25 v. 28), de amor de amizade ( 1 Sam 16 v. 21) e até de amor a Deus ( DT 6 v. 5). Por que os teólogos decretaram que o amor de Davi por Jônata era um amor sexual? Por pura desonestidade. Faltou falar para eles que o problema de Davi era outro, o seu exagerado desejo heterossexual que resultou no adultério com Bate- Seba.
O nome mais forte da militância gay no Brasil é Luiz Mott, é um doutor em antropologia que ficou conhecido por declarar que já foi para cama com mais de 500 homens, e ainda querem que acreditemos em união estável entre homossexuais. Ele se acha um “teólogo gay” também. Além de questionar a historicidade de Jesus Cristo ele defende a tese de que as denuncias que o Pentateuco ( Especificamente o livro de Levítico) faz a homossexualidade são apenas duas e que outras denuncias como não comer carne de porco são feitas inúmeras vezes, logo se já superamos a questão da carne de porco e outras que foram abordadas mais vezes, logo devemos superar a questão da homossexualidade. Além disto ele ressalta o fato de Jesus não ter denunciado diretamente a homossexualidade.
Sobre a historicidade de Jesus Cristo se Ele não existiu então meu avô que não vi não existiu, então Hitler, Cezar e tantos outros grandes homens da história não existiram. Me ajuda ai Mott. Leia os escritos do imperador Adriano, leia o historiador Judeu Flavio Josefo e os escritos de Caio Suetônio que foi senador e escritor nos anos 60 d.C e verás que Jesus veio neste mundo tal como eu e você viemos.
As questões do Pentateuco é explicada em Colossenses 2 v. 14 a 17 ,onde São Paulo fala que a paixão de Cristo foi a grande cerimonia e o grande rito que substitui os pequenos cerimoniais que eram feitos no antigo testamento como não comer carne de porco e não fazer nada no Sábado . Agora cerimoniais não é moral, nenhuma vírgula foi tirada da antiga lei, o novo testamento veio para aprofundar. O homossexualismo é uma questão moral condenada no antigo e no novo testamento. Antes de falar de Jesus é bom deixar claro que a passagem de São Paulo citada acima sobre as cerimonias não pode ser usadas para condenar as cerimonias litúrgicas da Igreja. Exatamente por que as cerimonias litúrgicas são celebradas para que a paixão de Cristo seja ministrada sobre a Igreja através dos Sacerdotes que agem In Persona Christis. Os pequenos ritos foram substituídos por grandes ritos, as cerimonias no Antigo Testamento não tinha poder de redenção, as cerimonias católicas têm, por que em todas elas o centro é a paixão de Cristo.
As sagradas escrituras realmente não traz nenhuma passagem em que Jesus Cristo denuncia diretamente a homossexualidade. Mas quem disse que esta tudo na bíblia? Lutero!? Ele é um babaca revolucionário. Para a Igreja a revelação não esta só na bíblia irmãos, alias, a Igreja primitiva não teve Bíblia, ela escreveu a bíblia. Para os católicos a revelação esta nas Sagradas Escrituras e também na Sagrada Tradição apostólica, a tradição esta que nos mostra lá nos primórdios do Cristianismo muitos bispos e padres apologetas denunciando o homossexualismo, dentre ele posso relatar no momento São Justino, Santo Irineu de Lyon, Atenágoras de Atenas, São Jerônimo e Santo Agostinho. Se a tradição prega contra a sodomia gay é por que os apóstolos pregaram para eles e se os apóstolos pregaram para eles é por que Jesus Cristo ensinou para os apóstolos.
Nas Sagradas Escrituras Jesus mostra claramente o seu principio a respeito da sexualidade humana, veja no Evangelho de São Mateus 19 v. 4 a 6, Jesus tem como principio a heterossexualidade e a monogamia e com apena uma exceção: O celibato (Veja Mt 19 v. 9 a 12).
Tem outros questionamentos da “teologia gay” que não irei abordar neste artigo, por que se não o artigo vai virar livro. Mas que fique bem claro, a tal “teologia gay” não é teologia. Por que toda teologia é uma analise racional reta do objeto revelado e todos nós sabemos que o objeto de analises que justifica a falsa “teologia gay” são usados de forma errônea e portanto pervertedora. O magistério da Igreja com certeza condena esta teologia como uma abominável HERESIA.
O Luiz Mott, o Padre Luís, o site Gay Católico e toda militância gay que se denomina cristã ou são profundamente ignorantes ou são charlatões, hipócritas e de corações duros. Que fique bem claro amigos leitores, não existe apologia a homossexualidade nem na bíblia e muito menos no magistério da Igreja.
Cuidado com os mestres, muitos são lobo.



Por Bruno Cruz.
bhc.vida@hotmail.com

9 de mai. de 2011

Professor Felipe Aquino explica quem é a Santíssima Virgem

São sete vídeos maravilhosos a respeito da Santíssima Virgem Mãe de Deus.

Assista!