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1 de mai. de 2013

E volta o mês de Maio!


Caríssimos!

Há quanto tempo não vos escrevo!

Hoje é um dia muitíssimo especial para mim: é dia em que meu pai faleceu. Há dois anos, despediu-se desta vida. Não me regojizo de sua morte, mas sim, da misericórdia de Deus. É que neste dia, em 2011, era um domingo, dia do Senhor; era festa da Divina Misericórdia; foi quando o papa emérito Bento XVI beatificou João Paulo II; é o primeiro dia do mês de Maio, dedicado à Nossa Senhora.Mãe de Jesus e nossa mãe.

Peço aos que desejarem, que acompanhem as meditações deste mês no site  Rainha Dos Apostolos, do meu irmão na fé Anderson Luis Dos Reis, apoiado por padre  Mateus Maria Da Divina Misericórdia. 

As meditações são do Padre Steffano e são extremamente propícias para o tempo em que vivemos.

No link, está a meditação para o primeiro dia, mas a partir dele, pode-se pegar as dos outros 30:

http://www.rainhadosapostolos.com/mes-com-maria-1o-dia/


Que São José Operário rogue por nós.


Em Cristo,

Evelyn.

7 de abr. de 2012

Sábado Santo: contemple as dores de Maria Santíssima

Após ter entregue Seu espirito ao Pai, Jesus é descido da cruz e recebido por Sua Mãe, que aninha em seus braços o corpo do filho morto. Naquele momento entendia a Virgem o que lhe profetizaria Simeão: "Uma espada de dor transpassará a tua alma". (Lc, 2,35). Sabia Nossa Senhora que tudo aquilo era necessário; se Seu Filho não morresse, não haveria como homem algum salvar-se. Porém, que mãe não se afligiria, apesar da promessa divina, em ver seu único filho injustamente morto?


Neste sábado, costumamos rezar a Coroa das sete dores de Maria, pois ainda estamos enlutados. Ainda aguardamos a finalização da promessa: a Ressurreição! Mas enquanto ela não se realiza, choramos.  Unimo-nos a Nossa Senhora das Dores em sinal de piedade.




A quaresma, sobretudo na Semana Santa, é uma época oportuna para acompanharmos as dores de Nossa Senhora. Meditar as imensas dores que a Virgem passou é meditar a história da nossa salvação.

Aqui estão episódios tirados dos Santos Evangelhos. Eles formam o caminho de dores da Filha amorosa de Deus Pai sofrendo em sua alma padecimentos semelhantes aos da Paixão de seu Divino Filho.

Nada desse mundo serve de comparação para as dores que Ela sofreu junto a Jesus. Nenhuma criatura viveu com tanto amor essas dores. Também, só Ela pode ser chamada de corredentora! Só Ela pode ser chamada de Onipotência Suplicante!

Unamos nossas dores imperfeitas aos sofrimentos d'Ela. Considerando os padecimentos da Mãe Dolorosa, encontraremos âmimo para suportarmos as dificuldades de nosso dia a dia, teremos força para subirmos ao alto de nosso próprio Calvário.






Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora


A Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora relembra as principais dores que a Virgem Maria sofreu em sua vida terrena, culminando com a Paixão, Morte e Sepultamento de Seu Divino Filho. É junto à Cruz que a Mãe de Jesus torna-se Mãe de todos os homens e do corpo Místico de Cristo: a Igreja Católica.
Unir-se às dores de Maria é unir-se também às dores de Nosso Senhor Jesus Cristo.

As reflexões presentes no texto são de São Josermaria Escrivá, fundador da prelazia papal, o Opus Dei.
* No início reza-se o Creio, o Pai Nosso e 3 Ave-Marias. Para cada dor de Maria deve-se rezar 1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.


Primeira Dor de Nossa Senhora: A Apresentação de Jesus no Templo e a profecia de Simeão


Ao apresentar o Menino Jesus no Templo, Maria encontrou Simeão que proferiu a seguinte profecia: "Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma" (Lc 2, 34-35)

Nossa Senhora ouve com atenção o que Deus quer, pondera aquilo que não entende, pergunta o que não sabe. Imediatamente a seguir, entrega-se sem reservas ao cumprimento da vontade divina: eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a Vossa palavra. Vedes esta maravilha? Santa Maria, mestra de toda a nossa conduta, ensina-nos agora que a obediência a Deus não é servilismo, não subjuga a consciência, pois move-nos interiormente a descobrirmos a liberdade dos filhos de Deus.


Mestra de caridade! Recordai aquele episódio da apresentação de Jesus no templo. O velho Simeão assegurou a Maria, sua Mãe: este Menino está destinado para ruína e para ressurreição de muitos em Israel e para ser sinal de contradição; o que será para ti mesma uma espada que trespassará a tua alma, a fim de que sejam descobertos os pensamentos ocultos nos corações de muitos. A imensa caridade de Maria pela Humanidade faz com que se cumpra também n’Ela a afirmação de Cristo: ninguém tem mais amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos.

Com razão os Romanos Pontífices chamaram a Maria Corredentora: juntamente com o seu Filho paciente e agonizante, de tal modo padeceu e quase morreu e de tal modo abdicou, pela salvação dos homens, dos seus direitos maternos sobre o seu Filho e o imolou, na medida em que d’Ela dependia, para aplacar a justiça de Deus, que com razão se pode dizer que ela redimiu o género humano juntamente com Cristo. Assim entendemos melhor aquele momento da Paixão de Nosso Senhor, que nunca nos cansaremos de meditar: stabat autem iuxta crucem Jesu mater eius, junto da Cruz de Jesus estava a sua Mãe.

ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes ao ouvir a profecia de Simeão, de que uma espada de dor transpassaria o Vosso Coração, Mãe de Deus, ouvi a nossa prece!
Unidos à dor que Maria sentiu nessa ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.


Segunda Dor de Nossa Senhora: A fuga para o Egito

Após o nascimento de Jesus, o Rei Herodes quis matá-lo e, por causa disso, um anjo do Senhor apareceu a São José e disse: "Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise". Obediente, "José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito." (Mt 2, 13-14).

Maria cooperou com a sua caridade para que nascessem na Igreja os fiéis membros da Cabeça de que é efetivamente mãe segundo o corpo. Como Mãe, ensina; e, também como Mãe, as suas lições não são ruidosas. É preciso ter na alma uma base de finura, um toque de delicadeza, para compreender o que nos manifesta, mais do que com promessas, com obras.


Mestra de fé! Bem-aventurada és tu, porque acreditaste! Assim a saúda Isabel, sua prima, quando Nossa Senhora sobe à montanha para a visitar. Tinha sido maravilhoso aquele acto de fé de Santa Maria: eis aqui a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra. No nascimento de seu Filho contempla as grandezas de Deus na terra; há um coro de Anjos e tanto os pastores como os poderosos da terra vêm adorar o Menino. Mas depois a Sagrada Família tem de fugir para o Egipto, para escapar às intenções criminosas de Herodes. Depois, o silêncio; trinta longos anos de vida simples, vulgar, como a de qualquer lar, numa pequena povoação da Galileia.

O Santo Evangelho facilita-nos rapidamente o caminho para entender o exemplo da Nossa Mãe: Maria conservava todas estas coisas dentro de si, ponderando-as no seu coração. Procuremos nós imitá-la, tratando com o Senhor, num diálogo cheio de amor, de tudo o que nos acontece, mesmo dos acontecimentos mais insignificantes. Não nos esqueçamos de que devemos pesá-los, avaliá-los, vê-los com olhos de fé, para descobrir a Vontade de Deus.

Se a nossa fé é débil, recorramos a Maria. Conta S. João que, devido ao milagre das bodas de Caná que Cristo realizou a pedido de sua Mãe, acreditaram n’Ele os seus discípulos. A Nossa Mãe intercede sempre diante de seu Filho para que nos atenda e se nos mostre de tal modo que possamos confessar: – Tu és o Filho de Deus.

ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes quando fugistes para o Egito, apertando ao peito virginal o Menino Jesus, para o salvar das fúrias do ímpio Herodes, Virgem Imaculada, ouvi a nossa prece!
Unidos à dor que Maria sentiu nessa ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.


Terceira Dor de Nossa Senhora: A perda do Menino Jesus no Templo

Terminada a festa da Páscoa, o Menino Jesus ficou em Jerusalém sem que seus pais o percebessem. Três dias depois o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. (Lc 2, 43-50)

O Evangelho da Santa Missa recordou-nos aquela cena comovente de Jesus que fica em Jerusalém ensinando no templo. Maria e José perguntaram por ele a parentes e conhecidos. E, como não o encontrassem, voltaram a Jerusalém à sua procura. A Mãe de Deus, que procurou com afã o seu Filho, perdido sem sua culpa e que sentiu a maior alegria ao encontrá-lo, ajudar-nos-á a voltar atrás, a rectificar o que for preciso, quando, pelas nossas leviandades ou pecados, não consigamos descobrir Cristo. Teremos assim a alegria de o abraçar de novo, para lhe dizer que nunca mais o perderemos.


Maria é Mãe da ciência, porque com Ela se aprende a lição que mais importa: que nada vale a pena se não estamos junto do Senhor, que de nada servem todas as maravilhas da terra, todas as ambições satisfeitas, se no nosso peito não arde a chama de amor vivo, a luz da santa esperança, que é uma antecipação do amor interminável, na nossa Pátria definitiva.

Onde está Jesus? – Senhora: o Menino!… Onde está?

Maria chora. – Bem corremos, tu e eu, de grupo em grupo, de caravana em caravana; não O viram. – José, depois de fazer esforços inúteis para não chorar, chora também… E tu… E eu.

Eu, como sou um criadito rústico, choro até mais não poder e clamo ao céu e à terra…, por todas as vezes que O perdi por minha culpa e não clamei.

Jesus! Que eu nunca mais Te perca… E então, a desgraça e a dor unem-nos, como nos uniu o pecado, e saem de todo o nosso ser gemidos de profunda contrição e frases ardentes, que a pena não pode, não deve registar.

E, ao consolar-nos com a alegria de encontrar Jesus – três dias de ausência! – disputando com os Mestres de Israel (Lc II, 46), ficará bem gravada, na tua alma e na minha, a obrigação de deixarmos os de nossa casa, para servir o Pai Celestial.

Santo Rosário, Quinto mistério gozoso


ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes quando da perda do Menino Jesus por três dias, Santíssima Senhora, ouvi a nossa prece!
Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai


Quarta Dor de Nossa Senhora: O encontro com Jesus no Caminho do Calvário


Um dos momentos mais pungentes da Paixão é o encontro de Jesus com Sua Mãe no caminho do Calvário. As lágrimas que Maria deramou na ocasião, a troca de olhar com o Filho, a constatação das crueldades que Ele estava sofrendo, tudo causava imensa dor no Seu Coração de Mãe.

Mal Jesus se levantou da Sua primeira queda, encontra Sua Mãe Santíssima, junto do caminho por onde Ele passa.


Com imenso amor Maria olha para Jesus, e Jesus olha para a Sua Mãe; os Seus olhares encontram-se, e cada coração verte no outro a Sua própria dor. A alma de Maria fica mergulhada em amargura, na amargura de Jesus Cristo.

- Ó vós, que passais pelo caminho: olhai e vede se há dor semelhante à minha dor (Lam I, 12)!

Mas ninguém repara, ninguém presta atenção; apenas Jesus.

Cumpriu-se a profecia de Simeão: uma espada trespassará a tua alma (Lc II, 35).

Na escura solidão da Paixão, Nossa Senhora oferece ao seu Filho um bálsamo de ternura, de união, de fidelidade; um sim à Vontade divina.

Pela mão de Maria, tu e eu queremos também consolar Jesus, aceitando sempre e em tudo a Vontade do Seu Pai, do nosso Pai.

Só assim saborearemos a doçura da Cruz de Cristo e abraçá-la-emos com a força do Amor, levando-a em triunfo por todos os caminhos da terra.

Via Sacra, IV Estação


ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes quando viste O querido Jesus com a Cruz ao ombro, a caminho do Calvário, Virgem Mãe das Dores, ouvi a nossa prece!
Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai

Quinta dor de Nossa Senhora: Maria fica de pé junto à Cruz de Jesus


Maria acompanhou de perto todo o sofrimento de Jesus na Cruz e assistiu de pé à sua morte: "junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cleofás, e Maria Madalena" (Jo 19, 25)

Mal Jesus se levantou da Sua primeira queda, encontra Sua Mãe Santíssima, junto do caminho por onde Ele passa.


Com imenso amor Maria olha para Jesus, e Jesus olha para a Sua Mãe; os Seus olhares encontram-se, e cada coração verte no outro a Sua própria dor. A alma de Maria fica mergulhada em amargura, na amargura de Jesus Cristo.

- Ó vós, que passais pelo caminho: olhai e vede se há dor semelhante à minha dor (Lam I, 12)!

Mas ninguém repara, ninguém presta atenção; apenas Jesus.


Cumpriu-se a profecia de Simeão: uma espada trespassará a tua alma (Lc II, 35).

Na escura solidão da Paixão, Nossa Senhora oferece ao seu Filho um bálsamo de ternura, de união, de fidelidade; um sim à Vontade divina.

Pela mão de Maria, tu e eu queremos também consolar Jesus, aceitando sempre e em tudo a Vontade do Seu Pai, do nosso Pai.

Só assim saborearemos a doçura da Cruz de Cristo e abraçá-la-emos com a força do Amor, levando-a em triunfo por todos os caminhos da terra.

Via Sacra, IV Estação

ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes quando viste O querido Jesus com a Cruz ao ombro, a caminho do Calvário, Virgem Mãe das Dores, ouvi a nossa prece!

Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.


Sexta Dor de Nossa Senhora: Maria recebe o corpo de Jesus morto em seus braços



Nossa Senhora da Piedade, é assim que o povo católico invoca Maria nesse momento da Paixão. Depois "tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no em panos com os aromas, como os judeus costumam sepultar." (Jo 19, 40)

Situados agora no Calvário, quando Jesus já morreu e não se manifestou ainda a glória do seu triunfo, temos uma boa ocasião para examinar os nossos desejos de vida cristã, de santidade para reagir com um ato de fé perante as nossas debilidades e, confiando no poder de Deus, fazer o propósito de pôr amor nas coisas do nosso dia-a-dia. A experiência do pecado tem de nos conduzir à dor, a uma decisão mais madura e mais profunda de sermos fiéis, de nos identificarmos deveras com Cristo, de perseverarmos, custe o que custar, nessa missão sacerdotal que Ele encomendou a todos os seus discípulos sem excepção, que nos impele a sermos sal e luz do mundo.


É a hora de recorreres à tua Mãe bendita do Céu, para que te acolha nos seus braços e te consiga do seu Filho um olhar de misericórdia. E procura depois fazer propósitos concretos: corta de uma vez, ainda que custe, esse pormenor que estorva e que é bem conhecido de Deus e de ti. A soberba, a sensualidade, a falta de sentido sobrenatural aliar-se-ão para te sussurrarem: isso? Mas se se trata de uma circunstância tonta, insignificante! Tu responde, sem dialogar mais com a tentação: entregar-me-ei também nessa exigência divina! E não te faltará razão: o amor demonstra-se especialmente em coisas pequenas. Normalmente, os sacrifícios que o Senhor nos pede, os mais árduos, são minúsculos, mas tão contínuos e valiosos como o bater do coração.

ORAÇÃO


Pela dor que sofrestes quando recebestes em vossos braços o corpo inanimado de Jesus, descido da Cruz, Mãe dos Pecadores, ouvi a nossa prece!

Unidos à dor que Maria sentiu nessa ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos matermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai


Sétima Dor de Nossa Senhora: Maria deposita Jesus no Sepulcro



O sepultamento de Seu Divino Filho foi a última dor que Maria sentiu durante a Paixão. "No lugar em que ele foi crucificado havia um jardim, e no jardim um sepulcro novo, em que ninguém ainda fora depositado. Foi ali que depositaram Jesus." (Jo 19, 41-42)

Vamos pedir agora ao Senhor, para terminar este tempo de conversa com Ele, que nos conceda poder repetir com S. Paulo que triunfamos por virtude daquele que nos amou. Pelo qual estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as virtudes, nem o presente, nem o futuro, nem a força, nem o que há de mais alto, nem de mais profundo, nem qualquer outra criatura poderá jamais separar-nos do amor de Deus que está em Jesus Cristo Nosso Senhor .


Este amor também a Escritura o canta com palavras inflamadas: as águas copiosas não puderam extinguir a caridade, nem os rios afogá-la. Este amor encheu sempre o Coração de Santa Maria, ao ponto de enriquecê-la com entranhas de Mãe para toda a humanidade. Em Nossa Senhora o amor a Deus confunde-se com a solicitude por todos os seus filhos. O seu Coração dulcíssimo teve de sofrer muito, atento aos mínimos pormenores – não têm vinho – ao presenciar aquela crueldade colectiva, aquele encarniçamento dos verdugos, que foi a Paixão e Morte de Jesus. Mas Maria não fala. Como o seu Filho, ama, cala e perdoa. Essa é a força do amor.

ORAÇÃO

Pela dor que sofrestes quando o corpo de Jesus foi depositado no sepulcro, ficando Vós na mais triste solidão, Senhora de Todos os Povos, ouvi a nossa prece.

Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.

1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.



ORAÇÃO FINAL:

Dai-nos, Senhora, a graça de compreender o oceano de angústias que fizeram de Vós a “Mãe das Dores”, para que possamos participar de Vossos sofrimentos e Vos consolemos pelo nosso amor e nossa fidelidade. Choramos convosco, ó Rainha dos Mártires, na esperança de ter a felicidade de um dia nos alegrarmos convosco no céu. Amém.

____________________________________
Privilégios para quem pratica essa devoção:

Em revelação particular a Santa Brígida, devidamente aprovada pela Igreja, Nossa Senhora promete conceder sete graças para quem, cada dia, rezar sete Ave-Marias em honra das suas dores e lágrimas:

Eis as promessas:

Porei a paz em suas famílias;

Serão iluminados sobre os Divinos Mistérios;

Serão consolados em suas penas e os acompanharei nas suas aflições;

Tudo o que pedirem lhes será concedido, contanto que nada se oponha à vontade adorável do Meu Divino Filho e à santificação das suas almas;

Irei defendê-los nos combates espirituais contra o inimigo infernal e serão protegidos em todos os instantes da vida;

Irei assistí-los visivelmente no momento da morte e verão o rosto da Sua Mãe Santíssima;

Obtive do Meu Filho que, os que propaguem esta devoção (às Minhas Lágrimas e Dores), sejam transladados desta vida terrena à felicidade eterna, diretamente, pois terão todos os seus pecados apagados e o Meu Filho e Eu seremos a sua eterna consolação e alegria.

Fonte: Canção Nova

30 de nov. de 2011

Inicie HOJE, 30/11, a novena da Imaculada Conceição

Fonte: www.josemariaescriva.info
Textos de S. Josemaria
Novena da Imaculada Conceição



30 de novembro. Maria, a cheia de graça


É a cheia de graça, a suma de todas as perfeições; e é Mãe. Com o
seu poder diante de Deus conseguirá o que lhe pedirmos; como Mãe,
quer conceder-no-lo. E, também como Mãe, entende e compreende as
nossas fraquezas, anima-nos, desculpa-nos, facilita o caminho, tem
sempre o remédio preparado, mesmo quando parece que já nada é
possível. Amigos de Deus, 292


Talvez agora algum de vós possa pensar que o dia ordinário, o
habitual ir e vir da nossa vida, não se presta muito a manter o coração
numa criatura tão pura como Nossa Senhora. Convidar-vos-ia a
reflectir um pouco. Que procuramos sempre, mesmo sem especial
atenção, em tudo o que fazemos? Quando nos move o amor de Deus
e trabalhamos com rectidão de intenção, procuramos o que é bom, o
que é limpo, o que dá paz à consciência e felicidade à alma. Também
cometemos muitos erros? Sim, mas precisamente reconhecer esses
erros é descobrir com maior clareza que a nossa meta é esta: uma
felicidade que não passe, profunda, serena, humana e sobrenatural.
Amigos de Deus, 292


Existe uma criatura que conseguiu nesta terra essa felicidade, porque
é a obra-prima de Deus: a Nossa Mãe Santíssima, Maria. Ela vive e
protege-nos; está junto do Pai e do Filho e do Espírito Santo, em
corpo e alma. É Aquela mesma que nasceu na Palestina, que se
entregou ao Senhor desde menina, que recebeu a anunciação do
Arcanjo Gabriel, que deu à luz o Nosso Salvador, que esteve junto
d'Ele ao pé da Cruz.
Amigos de Deus, 292


N'Ela se tornam realidade todos os ideais, mas não devemos concluir
daí que a sua sublimidade e grandeza no-la apresentem inacessível e
distante. É a cheia de graça, a suma de todas as perfeições; e é Mãe.
Com o seu poder diante de Deus conseguirá o que lhe pedirmos;
como Mãe, quer conceder-no-lo. E, também como Mãe, entende e
compreende as nossas fraquezas, anima-nos, desculpa-nos, facilita o
caminho, tem sempre o remédio preparado, mesmo quando parece
que já nada é possível.Amigos de Deus, 292


Segundo a Lei de Moisés, uma vez decorrido o tempo da purificação
da Mãe, é preciso ir com o Menino a Jerusalém, para O apresentar ao
Senhor (Lc II, 22). E desta vez, meu amigo, hás-de ser tu a levar a
gaiola das rolas. - Estás a ver? Ela - a Imaculada! - submete-se à Lei
como se estivesse imunda. Aprenderás com este exemplo, menino
tonto, a cumprir a Santa Lei de Deus, apesar de todos os sacrifícios
pessoais? Purificação! Sim, tu e eu, é que precisamos de purificação!
Expiação e, além da expiação, o Amor. - Um amor que seja cautério:
que abrase a imundície da nossa alma, e fogo que incendeie, com
chamas divinas, a miséria do nosso coração. Santo Rosário, comentário ao IV mistério gozoso

Recorramos a Ela, tota pulchra, seguindo um conselho que eu dava,
há muitos anos, àqueles que se sentiam intranquilos no seu empenho
diário por ser humildes, limpos, sinceros, alegres e generosos: Todos
os pecados da tua vida parecem ter-se posto de pé. - Não desanimes.
- Pelo contrário, chama por tua Mãe, Santa Maria, com fé e abandono
de criança. Ela trará o sossego à tua alma.Amigos de Deus, 189

Oração


É Justo, Senhora, que me dês um presente, como prova de carinho:
contrição, compungir-me dos meus pecados, dor de Amor... Ouve-me,
Senhora, Vida, e Esperança minha, conduz-me pela tua mão – tenuisti
manum dexterammeam! – e se existe algo agora em mim que que
desagradaao meu Pai-Deus, fazcom que o vejae, pelos dois, arrancálo-
emos. (Apontamentos, 7-X-1932)


1 de dezembro. Mãe de todos, de cada um

A Maternidade divina de Maria é a raiz de todas as perfeições e
privilégios que a adornam. Por esse título, foi concebida imaculada e
está cheia de graça, é sempre virgem, subiu ao céu em corpo e alma,
foi coroada Rainha de toda a criação, acima dos anjos e dos santos.
Mais que Ela, só Deus. A Santíssima Virgem, por ser Mãe de Deus,
possui uma dignidade, de certo modo infinita, do bem infinito que é
Deus. Não há perigo de exageros. Nunca aprofundaremos bastante
este mistério inefável; nunca poderemos agradecer suficientemente à
Nossa Mãe a familiaridade que nos deu com a Santíssima Trindade.
Amigos de Deus, 276
Não existe coração mais humano do que o de uma criatura que
transborda de sentido sobrenatural. Pensa em Santa Maria, a cheia de
graça, Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho, Esposa de Deus Espírito
Santo: no seu Coração cabe a humanidade inteira sem diferenças
nem discriminações. Cada um é seu filho, ou sua filha.
Sulco, 801
João, o discípulo amado de Jesus, recebe Maria e introdu-la em sua
casa, na sua vida. Os autores espirituais viram nestas palavras do
Santo Evangelho um convite dirigido a todos os cristãos para que
Maria entre também nas suas vidas. Em certo sentido, é quase
supérfluo este esclarecimento. Maria quer, certamente, que a
invoquemos, que nos aproximemos d'Ela com confiança, que
apelemos para a sua maternidade, pedindo-lhe que se manifeste
como nossa Mãe.
Mas é uma Mãe que não se faz rogar, que se adianta, inclusivamente,
às nossas súplicas, pois conhece as necessidades e vem prontamente
em nossa ajuda, demonstrando com obras que se lembra
constantemente dois seus filhos. Cada um de nós, evocando a sua
própria vida e vendo como nela se manifesta a misericórdia de Deus,
pode descobrir mil motivos para se sentir, de modo especial, filho de
Maria. Cristo que passa, 140
Porque Maria é Mãe, a sua devoção ensina-nos a ser filhos - a amar
deveras, sem medida; a ser simples, sem as complicações que
nascem do egoísmo de pensar só em nós; a estar alegres, sabendo
que nada pode destruir a nossa esperança. O princípio do caminho
que leva à loucura do amor de Deus é um confiado amor a Maria
Santíssima. Assim o escrevi já há muitos anos, no prólogo a uns
comentários ao Santo Rosário, e desde então muitas vezes voltei a
comprovar a verdade destas palavras. Não vou fazer aqui muitas
considerações para glosar esta ideia; convido-vos, sim, a fazerdes vós
a experiência, a descobrirdes isso por vós mesmos, conversando
amorosamente com Maria, abrindo-lhe o vosso coração, confiando-lhe
as vossa alegrias e as vossas penas, pedindo-lhe que vos ajude a
conhecer e a seguir Jesus. Cristo que passa, 143

Oração

Mãe nossa, damos‐te graças pela tua intercessão por nós junto de Jesus; sem
ti, não teríamos podido ir até Ele. Como é verdade que a Jesus sempre se vai
e torna a ir por Maria!
Caminho, Ed. crítica, comentário ao n. 514

2 de dezembro. Maria, Mestra de oração

O Senhor ter-vos-á feito descobrir muitos outros aspectos da
correspondência fiel da Santíssima Virgem, que por si mesmos já são
um convite para que os tomemos como modelo: a sua pureza, a sua
humildade, a sua fortaleza, a sua generosidade, a sua fidelidade... Eu
gostaria de falar sobre um aspecto que engloba todos os outros,
porque é o clima do progresso espiritual, isto é, a vida de oração.
Para aproveitar a graça que nos concede a Nossa Mãe no dia de hoje
e para secundar também, em qualquer momento, as inspirações do
Espírito Santo, pastor das nossas almas, devemos estar seriamente
comprometidos numa actividade que nos leve a ter intimidade com
Deus. Não podemos esconder-nos no anonimato, porque a vida
interior, se não for um encontro pessoal com Deus, não existe. A
superficialidade não é cristã. Admitir a rotina, na nossa luta ascética,
equivale a assinar a certidão de óbito da alma contemplativa. Deus
procura-nos um a um, e precisamos de Lhe responder um a um: eisme
aqui, pois Tu me chamaste.

Oração, sabêmo-lo todos, é falar com Deus. É possível, porém, que
alguém pergunte: falar, de quê? Do que há-de ser, senão das coisas
de Deus e das que enchem o nosso dia? E na presença de Deus,
Uno e Trino, tendo por Medianeira Santa Maria e por advogado S.
José, Nosso Pai e Senhor - a quem tanto amo e venero - falaremos
também do nosso trabalho de todos os dias, da família, das relações
de amizade, dos grandes projectos e das pequenas coisas sem
importância.Cristo que passa, 174

Recordai na oração estes temas, aproveitai-os precisamente para
dizer a Jesus que o adorais, e assim, estareis a ser contemplativos no
meio do mundo, no meio do ruído da rua, em toda a parte. Essa é a
primeira lição, na escola da intimidade com Jesus Cristo. Dessa
escola, Maria é a melhor professora, porque a Virgem manteve
sempre essa atitude de fé, de visão sobrenatural, perante tudo o que
sucedia à sua volta: conservava todas estas coisas ponderando-as no
seu coração. Cristo que passa, 174

A nossa Mãe meditou longamente as palavras das mulheres e dos
homens santos do Antigo Testamento, que esperavam o Salvador, e
os acontecimentos de que foram protagonistas. Admirou o cúmulo de
prodígios e o excesso da misericórdia de Deus com o seu povo, tantas
vezes ingrato. Ao considerar esta ternura do Céu, incessantemente
renovada, brota o afecto do seu Coração imaculado: a minha alma
glorifica o Senhor; e o meu espírito exulta em Deus, meu Salvador.
Porque lançou os olhos para a baixeza da sua escrava. Os filhos
desta boa Mãe, os primeiros cristãos, aprenderam com Ela, e nós
também podemos e devemos aprender.
Amigos de Deus, 241
O Santo Evangelho facilita-nos rapidamente o caminho para entender
o exemplo da Nossa Mãe: Maria conservava todas estas coisas dentro
de si, ponderando-as no seu coração. Procuremos nós imitá-la,
tratando com o Senhor, num diálogo cheio de amor, de tudo o que nos
acontece, mesmo dos acontecimentos mais insignificantes. Não nos
esqueçamos de que devemos pesá-los, avaliá-los, vê-los com olhos
de fé, para descobrir a Vontade de Deus.
Amigos de Deus, 285

Oração

Supliquemos hoje a Santa Maria que nos torne contemplativos, que
nos ajude a compreender os contínuos apelos que o Senhor nos
dirige, batendo à porta do nosso coração. Peçamos-lhe: Mãe, tu
trouxeste ao mundo Jesus, que nos revela o amor do nosso Pai, Deus;
ajuda-nos a reconhecê-lo, no meio das preocupações de cada dia;
remove a nossa inteligência e a nossa vontade, para que saibamos
escutar a voz de Deus, o impulso da graça.
Cristo que passa, 174

4 de Dezembro. Maria, Mãe do Amor Formoso

Eu sou a Mãe do amor formoso, do temor, da ciência e da santa
esperança, lições que hoje nos recorda Santa Maria. Lição de amor
formoso, de vida limpa, de um coração sensível e apaixonado, para
que aprendamos a ser fiéis ao serviço da Igreja. Este não é um amor
qualquer; é o Amor. Aqui não há traições, nem cálculos, nem
esquecimentos. Um amor formoso, porque tem como princípio e como
fim o Deus três vezes Santo, que é toda a Beleza e toda a Bondade e
toda a Grandeza.
Mas também se fala de temor. Não concebo outro temor senão o de
nos afastarmos do Amor. Porque Deus Nosso Senhor não nos quer
abatidos, timoratos ou com uma entrega anódina. Precisa de que
sejamos audazes, valentes, delicados. O temor, que o texto sagrado
nos recorda, traz-nos à lembrança aquela outra queixa da Escritura:
procurei o amado da minha alma; procurei-o e não o encontrei.
Isto pode acontecer, se o homem não compreendeu, até ao fundo, o
que significa amar a Deus. Sucede então que o coração se deixa
arrastar por coisas que não conduzem ao Senhor. E, por
consequência, perdemo-lo de vista. Outras vezes será talvez o Senhor
quem se esconde; ele sabe porquê. Anima-nos assim a procurá-lo
com maior ardor e, quando o descobrimos, exclamamos cheios de
júbilo; encontrei-o e já não o deixarei.Amigos de Deus, 277
A pureza limpidíssima de toda a vida de João torna-o forte diante da
Cruz. - Os outros apóstolos fogem do Gólgota; ele, com a Mãe de
Cristo, fica. - Não esqueças que a pureza enrijece, viriliza o carácter.
Caminho, 144
Este nosso coração nasceu para amar e, quando não se lhe dá um
afecto puro, limpo e nobre, vinga-se e enche-se de miséria. O
verdadeiro amor de Deus, que pode traduzir-se por viver uma vida
bem limpa, está tão longe da sensualidade como da insensibilidade e
tão longe de qualquer sentimentalismo como da ausência de coração
ou da sua dureza.Amigos de Deus, 183
Porque não te entregas a Deus de uma vez..., de verdade..., agora?!
Caminho, 902
Maria, a Mãe santa do nosso Rei, a Rainha do nosso coração, cuida
de nós como só Ela sabe fazê-lo. Mãe compassiva, trono da graça,
pedimos-te que saibamos compor na nossa vida e na vida dos que
nos rodeiam, verso a verso, o poema simples da caridade, quasi
fluvium pacis, como um rio de paz. Porque tu és mar de inesgotável
misericórdia: os rios vão dar todos ao mar e o mar não se enche.
Cristo que passa, 187

Oração

Deves pedir com confiança a Nossa Senhora, agora mesmo, na
solidão acompanhada do teu coração, silenciosamente: Minha Mãe,
este meu pobre coração rebela-se tolamente... se tu não me
proteges... E amparar-te-á para que o guardes puro e percorras o
caminho a que Deus te chamou.
Amigos de Deus, 180

5 de dezembro. Santa Maria, Esperança nossa

Mestra de esperança! Maria proclama que a chamarão bemaventurada
todas as gerações. Humanamente falando, em que
motivos se apoiava essa esperança? Quem era Ela para os homens e
mulheres de então? As grandes heroínas do Velho Testamento -
Judite, Ester, Débora - conseguiram já na terra uma glória humana,
foram aclamadas pelo povo, louvadas. O trono de Maria, como o de
seu Filho é a Cruz. E durante o resto da sua existência, até que subiu
ao Céu em corpo e alma, a sua silenciosa presença é o que nos
impressiona mais. S. Lucas, que a conhecia bem, anota que Ela está
junto dos primeiros discípulos, em oração. Assim termina os seus dias
terrenos Aquela que havia de ser louvada pelas criaturas até à
eternidade.
Como contrasta a esperança de Nossa Senhora com a nossa
impaciência! Com frequência exigimos que Deus nos pague
imediatamente o pouco bem que fizemos. Mal aflora a primeira
dificuldade, queixamo-nos. Muitas vezes somos incapazes de
aguentar o esforço, de manter a esperança, porque nos falta fé: bem aventurada és tu, porque acreditaste que se cumpririam as coisas que
te foram ditas da parte do Senhor.Amigos de Deus, 286
Esperançados! Esse é o prodígio da alma contemplativa. Vivemos de
Fé, de Esperança e de Amor; e a Esperança torna-nos poderosos.
Recordais-vos de S. João? Eu vos escrevo, jovens, porque sois
valentes e a palavra de Deus permanece em vós e vencestes o
maligno. Deus urge-nos, para a juventude eterna da Igreja e de toda a
humanidade. Podeis transformar em divino todo o humano, como o rei
Midas convertia em ouro tudo o que tocava! Nunca esqueçais que depois da morte vos receberá o Amor. E no amor de Deus encontrareis, além do mais, todos os amores limpos que tenhais tido na terra. O Senhor dispôs que passemos esta breve jornada da nossa existência, trabalhando e, como o seu Unigénito, fazendo o bem. Entretanto, temos de estar alerta, à escuta daquelas
chamadas que Santo Inácio de Antioquia notava na sua alma, ao
aproximar-se a hora do martírio: vem para junto do Pai, vem para o
teu Pai que te espera ansioso.Amigos de Deus, 221

Oração

Peçamos a Santa Maria, Spes nostra, que nos inflame no santo
empenho de habitarmos todos juntos na casa do Pai. Nada nos
poderá preocupar, se decidirmos firmar o coração no desejo da
verdadeira Pátria: o Senhor nos conduzirá com a sua graça e impelirá
a barca com bom vento para tão claras margens.
Amigos de Deus, 221

6 de dezembro. Maria, nosso refúgio e nossa fortaleza

Agora, pelo contrário, no escândalo do sacrifício da Cruz, Santa Maria
estava presente, ouvindo com tristeza os que passavam por ali e
blasfemavam abanando a cabeça e gritando: Tu, que arrasas o templo
de Deus e, em três dias o reedificas, salva-te a ti mesmo! Se és o
Filho de Deus, desce da cruz. Nossa Senhora escutava as palavras de
seu Filho, unindo-se à sua dor; Meu Deus, meu Deus, por que me
desamparaste? Que podia Ela fazer? Fundir-se com o amor Redentor
de seu Filho, oferecer ao Pai a dor imensa - como uma espada afiada
- que trespassava o seu Coração puro.
De novo Jesus se sente confortado com essa presença discreta e
amorosa de sua Mãe. Maria não grita, não corre de um lado para
outro... Stabat: está de pé, junto ao Filho. É então que Jesus olha para
Ela, dirigindo depois o olhar para João. E exclama: - Mulher, aí tens o
teu filho. Depois diz ao discípulo: Aí tens a tua Mãe. Em João, Cristo
confia à sua Mãe todos os homens e especialmente os seus
discípulos, os que haviam de acreditar n'Ele.
Felix culpa, canta a Igreja, feliz culpa, porque nos fez ter tal e tão
grande Redentor! Feliz culpa, podemos acrescentar também, que nos
mereceu receber por Mãe, Santa Maria! Já estamos seguros, já nada
nos deve preocupar, porque Nossa Senhora, coroada Rainha dos
Céus e da Terra, é a omnipotência suplicante diante de Deus. Jesus
não pode negar nada a Maria, nem tão pouco a nós, filhos da sua
própria Mãe.
Amigos de Deus, 288
Admira a firmeza de Santa Maria: ao pé da Cruz, com a maior dor
humana - não há dor como a sua dor - cheia de fortaleza. - E pede-lhe dessa
firmeza, para que saibas também estar junto da Cruz.
Caminho, 508
Não admitas o desalento no teu apostolado. Não fracassaste, como
tão-pouco Cristo fracassou na Cruz. Ânimo!... Continua
contracorrente, protegido pelo Coração Materno e Puríssimo da
Senhora; Sancta Maria, refugium nostrum et virtus!, és o meu refúgio e
a minha fortaleza.
Tranquilo. Sereno... Deus tem muito poucos amigos na Terra. Não
desejes sair deste mundo. Não recuses o peso dos dias, ainda que,
por vezes, se nos tornem muitos longos.
Via Sacra, XIIIª estação
Pensa que Deus te quer contente e que, se dás da tua parte o que
podes, serás feliz, muito feliz, felicíssimo, mesmo que em nenhum
momento te falte a Cruz. Mas essa Cruz já não é um patíbulo, mas o
trono no qual reina Cristo. E a Seu lado, Sua Mãe, nossa Mãe
também. A Virgem Santa alcançar-te-á a fortaleza que necessitas para
seguir com decisão os passos de seu Filho.
Amigos de Deus, 141

Oração

Diz: Minha Mãe (tua, porque és seu por muitos títulos), que o teu amor
me prenda à Cruz do teu Filho; que não me falte a Fé, nem a valentia,
nem a audácia, para cumprir a vontade do nosso Jesus.
Caminho, 497

7 de dezembro. Maria, mestra de vida corrente

Temos de imitar a sua natural e sobrenatural elegância. Ela é uma
criatura privilegiada na História da Salvação, porque em Maria o Verbo
se fez carne e habitou entre nós. Foi testemunha delicada, que soube
passar inadvertida; não foi amiga de receber louvores, pois não
ambicionou a sua própria glória. Maria assiste aos mistérios da
infância de seu Filho, mistérios, se assim se pode dizer, cheios de
normalidade; mas à hora dos grandes milagres e das aclamações das
massas desaparece. Em Jerusalém, quando Cristo - montado sobre
um jumentinho - é vitoriado como Rei, não está Maria. Mas reaparece
junto da Cruz, quando todos fogem. Este modo de se comportar tem o
sabor, sem qualquer afectação, da grandeza, da profundidade, da
santidade da sua alma!
Cristo que passa, 173
Para sermos divinos, para nos "endeusarmos", temos de começar por
ser muito humanos, vivendo face a Deus dentro da nossa condição de
homens correntes, santificando esta aparente pequenez. Assim viveu
Maria. A cheia de graça, a que é objecto das complacências de Deus,
a que está acima dos anjos e dos santos teve uma existência normal.
Maria é uma criatura como nós, com um coração como o nosso, capaz
de gozo e de alegrias, de sofrimento e de lágrimas. Antes de Gabriel
lhe comunicar o querer de Deus, não sabe que tinha sido escolhida
desde toda a eternidade para ser Mãe do Messias. Considera-se a si
mesma cheia de baixeza; por isso, reconhece logo, com profunda
humildade, que fez em mim grandes coisas Aquele que é Todopoderoso.
Cristo que passa, 172
Não nos esqueçamos de que a quase totalidade dos dias que Nossa
Senhora passou na Terra decorreram de forma muito semelhante à
vida diária de muitos milhões de mulheres, ocupadas em cuidar da
sua família, em educar os seus filhos, em levar a cabo as tarefas do
lar. Maria santifica as mais pequenas coisas, aquilo que muitos
consideram erradamente como não transcendente e sem valor: o
trabalho de cada dia, os pormenores de atenção com as pessoas
queridas, as conversas e as visitas por motivo de parentesco ou de
amizade...
Bendita normalidade, que pode estar cheia de tanto amor de Deus!
Na verdade, é isso o que explica a vida de Maria: o amor. Um amor
levado até ao extremo, até ao esquecimento completo de si mesma,
contente por estar onde Deus quer que esteja e cumprindo com
esmero a vontade divina. Isso é o que faz com que o mais pequeno
dos seus gestos nunca seja banal, mas cheio de significado. Maria,
nossa Mãe, é para nós exemplo e caminho. Havemos de procurar ser
como Ela nas circunstâncias concretas em que Deus quis que
vivêssemos.
Cristo que passa, 148

Oração

Acolhemo-nos à protecção de Santa Maria, porque podemos estar
bem certos de que cada um de nós, no seu próprio estado – sacerdote
ou leigo, solteiro, casado ou viúvo -, se for fiel ao cumprimento diário
das suas obrigações, alcançará a vitória nesta terra, a vitória de ser
leal ao Senhor, chegaremos depois ao Céu e gozaremos para sempre
da amizade e do amor de Deus, com Santa Maria.
Oração perante a Virgem de Guadalupe, 24-05-1970


8 de dezembro. Santa Maria, Rainha dos Apóstolos

Não podemos conviver filialmente com Maria e pensar apenas em nós
mesmos, nos nossos problemas. Não se pode tratar com a Virgem e
ter, egoisticamente, problemas pessoais. Maria leva a Jesus e Jesus é
primogenitus in multis fratribus, primogénito entre muitos irmãos.
Conhecer Jesus, portanto, é compreendermos que a nossa vida não
pode ter outro sentido senão o de entregar-nos ao serviço dos outros.
Um cristão não pode reduzir-se aos seus problemas pessoais, pois
tem de viver face à Igreja universal, pensando na salvação de todas
as almas.
Cristo que passa, 145
Impregnadas deste espírito, as nossas orações, ainda que comecem
por temas e propósitos aparentemente pessoais, acabam sempre por
ir ter ao serviço dos outros. E, se caminharmos pela mão da Virgem
Santíssima, Ela fará com que nos sintamos irmãos de todos os
homens, porque todos somos Filhos desse Deus de que Ela é filha,
esposa e mãe.
Cristo que passa, 145
Sede audazes. Contais com a ajuda de Maria, Regina apostolorum. E
Nossa Senhora, sem deixar de se comportar como Mãe, sabe colocar
os filhos diante das suas próprias responsabilidades. Maria, aos que
se aproximam d'Ela e contemplam a sua vida, faz-lhes sempre o
imenso favor de levá-los até à Cruz, de colocá-los defronte do
exemplo do Filho de Deus. E, nesse confronto, em que se decide a
vida cristã, Maria intercede para que a nossa conduta culmine numa
reconciliação do irmão mais pequeno - tu e eu - com
o Filho primogénito do Pai.
Muitas conversões, muitas decisões de entrega ao serviço de Deus,
foram precedidas de um encontro com Maria. Nossa Senhora
fomentou os desejos de busca, activou maternalmente a inquietação
da alma, fez aspirar a uma transformação, a uma vida nova. E assim,
o fazei o que Ele vos disser converteu-se numa realidade de amorosa
entrega, na vocação cristã que ilumina desde então toda a nossa vida.
Cristo que passa, 149

Oração

Maria, Mãe de Jesus, que O criou, O educou e O acompanhou
durante a Sua vida terrena e que agora está junto d’Ele nos céus, nos
ajudará a reconhecer Jesus que passa ao nosso lado, que se faz
presente nas necessidades dos nossos irmãos, os homens
Santa Maria, spes nostra, ancilla Domini, sedes Sapientiae, ora pro
nobis! Santa Maria, esperança nossa, escrava do Senhor, sede de
Sabedoria, roga por nós!
Cristo que passa, 149

8 de nov. de 2011

08 de Novembro: início dos 30 dias de preparação para a Consagração Total!


Extraído de http://consagrate.com/ii-campanha-nacional-de-consagracoes-a-virgem-maria/08-de-novembro-inicio-dos-30-dias-de-preparacao-para-a-consagracao-total/


Seguindo os passos do Beato João Paulo II, chegamos agora ao auge da nossa “II Campanha Nacional de Consagrações a Virgem Maria”, e centenas de pessoas, espalhadas em grupos por todo o Brasil, se preparam para fazer ou renovar a sua Consagração Total a nossa Mãe Santíssima, pelo método de São Luis Montfort, no dia 08 de Dezembro de 2011 (Solenidade da Imaculada Conceição)!

Os que desejarem poderão se CONSAGRAR OU RENOVAR a sua Consagração, em grupo (de preferência na Santa Missa, rezando a oração da Consagração após a homilia ou a Comunhão) ou privadamente; os que desejarem fazer em grupo poderão fazê-lo presencialmente na Santa Missa celebrada pelo Pe. Paulo Ricardo no dia 08 de Dezembro, em Várzea Grande (ao lado de Cuiabá).

Convidamos os grupos de preparação para a Consagração Total, nas diversas cidades, que estão caminhando conosco, a organizar caravanas para Cuiabá, ou mesmo preparar uma Missa de Consagração nas suas respectivas cidades.

PROGRAMAÇÃO

Local: Paróquia Cristo-Rei (Rua Deputado Emanuel Pinheiro n. 200, Várzea Grande-MT).

- 18h (dia 08/12):  o encontro inicia-se Santo Terço, seguido de uma pregação do Pe. Paulo Ricardo.

- 20h (dia 08/12): inicia-se a Santa Missa, celebrada pelo Pe. Paulo Ricardo, onde serão feitas e renovadas as Consagrações (os que forem fazer ou renovar a Consagração, já tendo nos enviado os seus dados até 20 de Novembro para consagrate@hotmail.com – ver abaixo -, deverão chegar no máximo as 19h, para prepararmos os detalhes da celebração; poderão, evidentemente, convidar os seus amigos e familiares para participarem deste grande momento!).

- No dia 09/12, pela manhã, os que desejarem poderão participar também da Santa Missa celebrada pelo Pe. Paulo Ricardo (ver mais abaixo à respeito hospedagem para quem vem de fora).

Os participantes da Campanha, por favor, leiam este texto na íntegra para que não haja dúvida.

ORAÇÕES PREPARATÓRIAS

Os que desejarem se Consagrar ou renovarem a sua Consagração deverão iniciar os 30 dias de orações preparatórias no dia 08 de Novembro de 2011, terça-feira. As orações são indicadas no próprio “Tratado” (n. 227-233).

As orações de preparação poderão ser baixadas aqui.

Uma sugestão é que, durante o mês de preparação, se faça uma re-leitura do “Tratado”, quando, com certeza, muitas idéias se tornarão mais claras; e, se ainda não o fez, assista as 4 aulas do Pe. Paulo Ricardo, em que ele explica o “Tratado” parte por parte.

DUAS RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES

Primeira Recomendação

De forma geral, recomendamos que NÃO se Consagre, e NEM MESMO que se inicie os 30 dias de preparação sem a leitura completa do “Tratado”, pois como poderá preparar-se bem para a Consagração, sem a conhecê-la bem? Além do mais, a Consagração é feita uma vez na vida, e portanto, é importante que se faça com esta preparação.

Aliás, a Consagração poderá ser feita em outro momento mais adiante, após a leitura do livro. Provavelmente organizaremos outras Campanhas para a Consagração em grupos em outras datas; e a Consagração também pode ser feita de forma individual, em uma data a livre escolha da pessoa.

Para quem ainda não tem o “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem”, ele poderá ser adquirido através dos links abaixo em versão PDF ou em versão impressa; os que desejarem, poderão também baixar as orações para os 30 dias de preparação (08 de Novembro a 08 de Dezembro).

Segunda Recomendação

Falhei em algum exercício prático nos 30 dias ou no dia da própria Consagração, ou então cometi algum pecado mortal durante a preparação. Devo desistir de me consagrar no dia que propus?

Recomendamos, a nível geral, que não desista, e faça Consagração!

Pois como dissemos, ela é um ato interior, não depende necessariamente dos atos exteriores de preparação. Aliás, o demônio odeia esta consagração, e poderá se utilizar de um escrúpulo nosso em não ter cumprido 100% os atos de preparação, para nos tentar a desistir de fazer.

Por isso, recomendamos que não se desista por algumas falhas nesse sentido.

No caso de uma queda em pecado mortal, que haja, evidentemente, arrependimento e se busque a Confissão o mais rápido possível.

NO DIA DA CONSAGRAÇÃO (08 DE DEZEMBRO), O QUE SE FAZ?

- se ofereça algum tributo a Nosso Senhor e a Santíssima Virgem, em penitência as nossas infidelidades e em sinal de dependência Deles. Poderá ser algum jejum, ou penitência, ou ato de caridade a um necessitado (ver Tratado, n. 232).

- se utilize um sinal físico da Consagração, à ser levado sempre junto consigo (Tratado n.236-242). São Luis sugere usar “pequenas cadeias de ferro”, mas evidentemente que este sinal pode ser substituído com algo mais compatível com o estilo de vida de cada um (como uma Medalha da Santísisma Virgem, um Escapulário, uma pequena corrente, um anel…); os que forem se Consagrar presencialmente poderão trazer um sinal físico da Consagração, à ser levado sempre junto consigo (ex, uma Medalha da Santísisma Virgem, um Escapulário, uma pequena corrente, um anel…); estes sinais serão abençoados pelo Pe. Paulo Ricardo.

- se escreva em um papel a fórmula da Consagração, se assine e se guarde (a fórmula está na página 183 da edição do Tratado da Arca de Maria 281 do Tratado da Edição da Vozes, e se chama “Consagração de si mesmo a Jesus Cristo, Sabedoria Encarnada, pelas Mãos de Maria”, e também aqui). os que forem se Consagrar presencialmente, deverão trazer um papel com a fórmula da Consagração escrita, para durante a Santa Missa ou após ela, assinarem e guardarem este tesouro; a fórmula da Consagração pode ser baixada aqui.

- para a Consagração, se confesse (a Confissão poderá ser feita algum dias antes, estando, evidentemente, sem pecado mortal para a Consagração) e se Comungue (Ver Tratado n. 231).

- os que forem SE CONSAGRAR OU RENOVAR a Consagração presencialmente com Pe. Paulo Ricardo deverão:

a. enviar os seus nomes até o dia 20 de Novembro de 2011

b  estar no local as 19h, para os últimos preparativos

c. estar na celebração com veste adequada, de modo a expressar com a roupa “o respeito, a solenidade e a alegria”, como nos orienta o Catecismo da Igreja Católica ao falar da Eucaristia (n. 1387).

Trazemos aqui a fórmula para a Consagração (que deverá ser escrita por cada um que irá se consagrar, assinada e guardada).

IMPORTANTE:

Os que desejarem participar da nossa Campanha, FAZENDO OU RENOVANDO a sua Consagração, PRESENCIALMENTE OU NÃO (o 
Pe. Paulo Ricardo oferecerá o nome de todos na Missa), deverão enviar um e-mail para consagrate@hotmail.com, indicando:
  • Nome completo
  • Local onde mora
  • Se está se Consagrando ou renovando a Consagração
  • Se deseja ou não se consagrar presencialmente em Cuiabá-MT na Santa Missa celebrada pelo Pe. Paulo Ricardo (o prazo para enviar os nomes para se Consagrar presencialmente é 20 de Novembro de 2011, sem possibilidade de protelação, pois precisamos preparar o local).
Poderão enviar os nomes tanto os que vão se Consagrar ou renovar no dia 08 de Dezembro, como também os que vão se Consagrar ou renovar no dia 11 de Dezembro com a “Fraternidade Discípulos da Mãe de Deus” (Natal-RN), com a qual estamos caminhando juntos nesta Campanha

Os coordenadores dos diversos grupos de preparação para Consagração poderão também enviar os dados de todos os membros do grupo que forem se consagrar.

Os que desejarem HOSPEDAGEM, poderão se informar pelo mail:


MATERIAIS DE APOIO

Temos a disposição:

As dúvidas de todos poderão ser respondidas também pelo mail: consagrate@hotmail.com

Blog de referência: http://www.consagrate.com/

“Por fim, o Meu Imaculado Coração Triunfará!”