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18 de jul. de 2011

Vejam vídeo que foi censurado no youtube. A confusão que a "União Gay" provoca nas crianças.


No final da semana passada postamos um vídeo que estava fazendo muito sucesso no youtube, um material que mostra concretamente a confusão mental que a união homossexual provoca na mente de crianças.

As imagens do vídeo são cenas que sem duvidas já se repetem em muitos lares e escolas brasileiras, sobretudo agora com a aprovação da “união homoafetiva” e também com as más intenções do ministério da educação de doutrinar nossas crianças com os “Kit,s Gays da vida” e outros projetos.

O youtube censurou o vídeo alegando que foi por questões de direitos autorais. Fica difícil acreditar nesta história de direitos autorais, sabemos que é de praxe o movimento gay trabalhar incansavelmente para tirar de cena qualquer material que ponha em cheque a imagem dos projetos revolucionários.

Teve um irmão que salvou o vídeo e o reproduziu no youtube, colocamo-lo novamente a disposição para que vocês o vejam ou revejam :


É lastimável ver estes revolucionários “desgraçados” trabalhando para que nossas crianças cresçam relativizando a natureza instituída por Deus. Estão promovendo uma terrível revolução cultural, agredindo sem piedade alguma a cultura judaico-cristã. Isto merece nossa indignação e total atenção possível para com nossas crianças.

Salve Maria!

15 de jul. de 2011

As crianças estão sendo atacadas pela "Ideologia de gênero".Vejam vídeo mostrando reação de uma criança ao encontrar pela primeira vez um casal gay.


Com a repercussão midiática a respeito do “KIT GAY”, muitas famílias brasileiras descobriram a maléfica intenção do governo atual em unidade com os movimentos homossexuais. Eles querem doutrinar as crianças brasileiras na famosa “ideologia de gênero”, o ideal de que o gênero sexual não é algo predeterminado pela identidade biológica, mas sim pelo individuo que embasado no achismo determina sua identidade sexual.

A “ideologia de gênero” é o cumulo da desonestidade cientifica, é triste ver especialistas na área vestindo a camisa desta frente revolucionaria. A Igreja através da congregação para a educação católica publicou um documento sobre educação sexual e este documento diz categoricamente o seguinte:

“A sexualidade caracteriza o homem e a mulher não somente no plano físico, como também no psicológico e espiritual marcando toda a sua expressão. Esta diversidade que tem como fim a complementaridade dos dois sexos, permite responder plenamente ao desígnio de Deus conforme a vocação à qual cada um é chamado.”(5)

Não há o que discutir sobre o assunto, mas é importante o aprofundamento , sendo assim indico este texto do Padre Lodi da Cruz: http://www.providaanapolis.org.br/genero.htm

Infelizmente é grande a confusão que “o ideal de gênero” já esta provocando nas mentes de nossas crianças. Vejam este vídeo e tomem consciência da dramaticidade do assunto:

O STF ao legitimar a união homoafetiva literalmente abriu as portas para que as cenas deste vídeo se repitam em vários lares brasileiros, lembrando que agora os casais gays poderão adotar crianças.

Família católica, o que fazer diante desta crise moral? O caminho é obvio e claro, devemos tomar consciência de nossa vocação que foi sacramentada na celebração matrimonial.

Lembra quando o Padre perguntou: “Estais dispostos a receber amorosamente os filhos como dom de Deus e a educá-los segundo a lei de Cristo e da sua Igreja?” Tenho certeza que respondestes sim. Portanto chegou a hora de não permitir que seus filhos sejam persuadidos por estes movimentos satânicos.

Salve Maria!

Bruno Cruz

Em torno da causa gay

Faço minhas as palavras deste texto.

Mais claro que isto, só água límpida.


Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/06/25/em-torno-da-causa-gay-388164.asp

Obs: os grifos no texto foram feitos por mim..
_____________________

Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.


A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! -, são irrelevantes.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.
Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.
Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.
O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.
Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.
Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.
Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.
Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.
Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.
Elas – e segue-as quem quer – avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.
E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.
Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.
Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.
O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.
Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.
Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.
Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.
Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.
Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.
Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado – a opção pelo homossexualismo – chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.

Ruy Fabiano é jornalista

13 de jul. de 2011

Marta Suplicy fala sobre “novo” PLC 122.


Remodelagem e troca de nome e número turbinarão sua missão e essência?

Julio Severo
Em entrevista ao programa homossexual de rádio CBN Mix Brasil, transmitido em 10 de julho de 2011, a senadora petista Marta Suplicy fala tudo sobre o PLC 122 e reafirma que o projeto não será arquivado.
Ela também disse: “Temos de mudar o número do PLC 122. Uma coisa tem de ficar clara: Não vai ser eu, com o histórico que tenho de vida, que vou colocar o conteúdo do PLC 122 no lixo. Isso não existe”.
A entrevista traz revelações importantíssimas sobre as ações de Marta para avançar o novo e camuflado PLC 122.
Para ouvir a entrevista em duas partes, acesse:
Enquanto muitos estarão de férias em julho, Marta, Marcelo Crivella e outros estarão remodelando o PLC 122, com novo nome, número e aparência, para turbinar sua missão e essência.
Participa também da remodelação Toni Reis, presidente da ABGLT, a maior organização homossexual do Brasil,envolvida no escândalo de ter recebido milhões do governo federal para produzir o infame kit gay.
As artimanhas para avançar o PLC 122 estão mais para novela da Globo. Por pura coincidência, sua relatora passou anos no planeta global.
Primeiro, Fátima Cleide, a antiga relatora, e Iara Bernardi, a autora do projeto, haviam assegurado ao Brasil que o PLC 122 era apenas para proteger os homossexuais e não representava ameaça aos cristãos. Ambas pagaram caro nas urnas. E deviam também lavar a boca com sabão.
Depois, vem Suplicy que, para tentar agradar aos cristãos, promete garantir liberdade de expressão somente dentro das igrejas, conforme foi registrado em vídeo editado por mim aqui.
Quando esse truque não funcionou, Suplicy se reúne com o senador Magno Malta e outros políticos evangélicos amigos do PT. Malta, todo entusiasmado, disse que nesse encontro Marta afirmara ter sepultado o PLC 122, o que foi publicamente negado pela senadora.
Dias atrás, outro entusiasmado foi o senador Marcelo Crivella, que, para garantir que os cristãos possam ter assegurado o direito constitucional de criticar a sodomia pelo menos dentro dos templos, fez para Suplicy a concessão de aumentar as penas para os crimes contra o homossexualismo.
Essa concessão nos deixará numa situação interessante. Sem concessão, veja a realidade: Um homossexual adulto recentemente aliciou um menor de idade. Em outros tempos, tal crime poderia render uma pena pesada para o criminoso. Hoje, se esse homem homossexual chegar a ser considerado culpado, ele terá de fazer “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”. Essa será sua punição.
Em contraste, pelo PLC 122, se você contratar um homem para sua empresa ou para trabalhar na sua casa, ou mesmo contratá-lo como professor particular de seus filhos para educá-los na sua casa, e o homem chegar para trabalhar vestido como mulher, você estará impedido de despedi-lo, sob pena não de fazer “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”, mas de passar de dois a três anos na cadeia — como se você fosse mais perigoso do que um homossexual aliciador de menores!
Com o aumento da pena que Crivella recomendou, você poderá passar mais anos no xadrez, enquanto que o homossexual aliciador de menores de idade estará fazendo “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”. O depravado fica à solta na comunidade enquanto que você, que é marido e pai de filhos, tem de ficar atrás das grades.
O texto preliminar que Marta entregou para Crivella está abaixo, mas preste atenção: A senadora deixou claro que esse não é o documento final. Haverá algumas “melhorias” nos próximos dias, numa novela que promete ter muitos capítulos pela frente.
Tal qual o entusiasmado Malta, Crivella está empolgado com a versão preliminar.
Mas vou ser sincero: não me sinto empolgado quando os amigos de Dilma Rousseff estão debatendo o nosso futuro. Quer sejam evangélicos ou não, os amigos da Dilma não são os nossos amigos. Quer sejam evangélicos ou não, os amigos do PT não são os nossos amigos.
O fato é que, mesmo sem nenhum PLC 122 no Brasil, já está havendo perseguição contra os cristãos. Em 2007, o Rev. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, foi intimado por “homofobia”. Dias atrás, um pastor foi detido na Praça da Sé em São Paulo, porque um ouvinte gay “ofendido” chamou a polícia quando o pastor pregou textos bíblicos contra a sodomia.
Qualquer projeto de lei que dê o mínimo respaldo para a agenda gay será um prato cheio nas mãos dos militantes gays e seus simpatizantes.
Aqui vai o texto preliminar do novo PLC 122:
Criminaliza condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal para punir, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Esta Lei define crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.
Art. 2º Para efeito desta Lei, o termo sexo é utilizado para distinguir homens e mulheres, o termo orientação sexual refere-se à heterossexualidade, à homossexualidade e à bissexualidade, e o termo identidade de gênero a transexualidade e travestilidade.
Discriminação no mercado de trabalho
Art. 3º Deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.
§ 1º A pena é aumentada de um terço se a discriminação se dá no acesso aos cargos, funções e contratos da Administração Pública.
§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Discriminação nas relações de consumo
Art. 4º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.
Indução à violência
Art. 5º Induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos, além da pena aplicada à violência.
Art. 6º O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 61……………………………………………………………………….
II…………………………………………………………………………………
m) motivado por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”
Art. 121……………………………………………………………………………..
§ 2º……………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………
VI – em decorrência de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 129……………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………….
§ 9o Se a lesão for praticada contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou com quem conviva ou tenha convivido, ou, ainda, prevalecendo-se o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade ou em motivada por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 140……………………………………………………………………………..
“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
………………………………………………………” (NR)
“Art. 288……………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………
Parágrafo único – A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado ou se a associação destina-se a cometer crimes por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Art. 7º Suprima-se o nomem iuris violência doméstica que antecede o § 9º, do art. 129, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal.
Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

13 de jun. de 2011

A fé do bispo contra os partidos



Cristiane Agostine para o jornal Valor Econômico.
O bispo mais polêmico da campanha vai se aposentar sem deixar a pregação.

A ditadura gay não vai poupar ninguém, nem mesmo nossos filhos. Da sede da diocese de Guarulhos, o bispo dom Luiz Gonzaga Bergonzini prepara um texto para publicar em sua página na internet. A frase é o título de um artigo divulgado em seu blog, que fala dos riscos que as famílias correm com o kit gay, que seria distribuído em escolas pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Se [o kit] não é assédio, aliciamento e molestamento sexual pró-sodomia, então o que é?, questiona o documento compartilhado pelo religioso na internet. O bispo usa o site para se comunicar com as famílias católicas e alerta, em outro texto: Conspiração da Unesco transformará metade do mundo em homossexuais.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini criou o blog no ano passado (www.domluizbergonzini.com.br), quando ficou conhecido nacionalmente por defender o voto contra Dilma e o PT. À frente da diocese da segunda cidade mais populosa de São Paulo (1,3 milhão de habitantes), o religioso ajudou a colocar o aborto na pauta eleitoral. Há um ano, antes do início oficial da campanha, publicou um artigo no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em que dizia que os verdadeiros católicos e cristãos não poderiam votar na candidata petista. No decorrer da campanha, articulou a distribuição de folhetos em igrejas defendendo o voto anti-PT.

A pregação de dom Bergonzini se dá além dos limites da diocese. O religioso considera o blog um instrumento da voz do Reino de Deus, como registra em um dos textos publicados em sua página na internet, e expressa suas ideias no jornal Folha Diocesana, do qual é fundador e jornalista responsável. O bispo, com 75 anos, é jornalista profissional, com registro adquirido por atuar na área desde seus tempos de padre.

Tenho bom relacionamento com petistas mas não aceito o PT, é o partido da morte

Pela internet, o bispo mostra sua influência em decisões que extrapolam o foro íntimo dos fiéis. No início do mês, dom Bergonzini recebeu na diocese o presidente da Dersa (empresa estadual responsável pela manutenção das rodovias), Laurence Casagrande Lourenço, para discutir o traçado do Rodoanel Norte. A obra é vitrine da gestão do governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB). Tudo foi noticiado no blog.

No mês passado, o religioso mobilizou sua base católica e uniu-se a evangélicos em duas lutas: contra o KIT ANTI-HOMOFOBIA, preparado pelo governo federal para ser distribuído em escolas, e contra o projeto de lei 122, que criminaliza a homofobia. O kit gay abriu novas frentes de protesto contra Dilma e o governo teve de recuar e reformular o material. Já o PL 122, que tem a petista Marta Suplicy (SP) como relatora no Senado, é considerado heterofóbico por religiosos.

O resultado do engajamento é contado pelo bispo com um sorriso. Em 2010, depois de sua pregação contra a candidata a favor do aborto, Dilma perdeu no segundo turno em Guarulhos, apesar de ter ganho no primeiro turno no município. Antes das eleições, Dilma falou que era um atraso o Brasil ainda condenar o aborto. Bati firme, deu segundo turno e ela perdeu. E olha que a tradição aqui é petista, diz. Isso dá uma ideia de como o artigo funcionou. A cidade é comandada há três gestões pelo PT e em 2002 e 2006 o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou lá nos dois turnos.

Dom Luiz Bergonzini lembra de outro caso em que sua intervenção foi sentida nas urnas. Em 1996, se revoltou com declarações do ex-prefeito Pascoal Thomeu, candidato à prefeitura de Guarulhos, e partiu para o ataque. Thomeu teria ofendido a igreja em um comício e o bispo chamou os católicos a boicotar o ex-prefeito. O religioso publicou um artigo no jornal da diocese contra o político e o texto foi distribuído pelos opositores do candidato. Ele perdeu redondamente, diz, ao recordar do ex-prefeito do PTB, morto em 2006.

Em pelo menos outros dois episódios o bispo usou sua influência contra candidatos. Quando era vigário em sua cidade natal, São João da Boa Vista, no interior paulista, diz que também derrubou o prefeito ao tomar atitudes semelhantes, sem recordar em que ano foi nem quem era o prefeito. Na campanha de 1985 pela Prefeitura de São Paulo, engrossou o coro contra Fernando Henrique Cardoso, depois que o candidato gaguejou ao ser questionado sobre a existência de Deus. Naquela eleição, FHC foi taxado de ateu.

O bispo relata as ameaças que sofreu. Na campanha de 2010, depois do primeiro turno, foi acordado numa madrugada por barulhos de rojões e gritos de que iria ser morto. Não fiquei com medo. Se acontecesse qualquer coisa comigo seria uma alta propaganda contra o PT, comenta. Não arredei o pé.

Dom Bergonzini não gosta do PT e diz que nunca votou no partido. Todo radicalismo é exagerado e o PT sempre foi um partido radicalista, comenta. Para o religioso, é o partido da morte. O motivo? Em dois congressos o partido fechou questão a favor da liberação do aborto. Em vez de promover a vida, promovem morte, diz. Os petistas, segundo ele, foram contaminados. Tenho um bom relacionamento com petistas, mas não aceito o partido, declara. Cita como exemplo o prefeito de Guarulhos, Sebastião Almeida. Eu o respeito e nos entendemos muito bem, mas lamento que seja do PT. Posso aceitar a pessoa, mas não posso apoiar um petista.

Sentado em sua sala na diocese, o religioso ajeita os cabelos com as mãos, ajeita o crucifixo no peito e começa a frase com um minha filha, ritual que repete quando demonstra incômodo.

Não aceito nenhum partido; Sou contra todos eles, diz. Minha filha, já falei mal do partido A, B, C. Não me prendo a nenhum. Para o bispo, as legendas não deveriam nem existir depois das eleições.

Os partidos e lideranças locais cortejam o religioso, que já foi convidado três vezes para disputar para a prefeitura: duas vezes em Guarulhos e uma em São João da Boa Vista. Não aceitou. O bispo não diz quais siglas o convidaram, mas afirma que não foi o PT.

A pressão do religioso contra o PT intensificou-se durante o governo Lula. Em 2005, o Ministério da Saúde editou uma norma técnica para os casos de aborto permitidos por lei e determinou que a vítima de estupro não precisaria apresentar um Boletim de Ocorrência (BO) para fazer o aborto, com base no Código Penal. Para o bispo, foi uma ação para flexibilizar a prática e tornou-se uma brecha.

Vamos admitir até que a mulher tenha sido violentada, que foi vítima… É muito difícil uma violência sem o consentimento da mulher, é difícil, comenta. O bispo ajeita os cabelos e o crucifixo. Já vi muitos casos que não posso citar aqui. Tenho 52 anos de padre… Há os casos em que não é bem violência… [A mulher diz] Não queria, não queria, mas aconteceu…, diz. Então sabe o que eu fazia? Nesse momento, o bispo pega a tampa da caneta da repórter e mostra como conversava com mulheres. Eu falava: bota aqui, pedindo, em seguida, para a repórter encaixar o cilindro da caneta no orifício da tampa. O bispo começa a mexer a mão, evitando o encaixe. Entendeu, né? Tem casos assim., do ah, não queria, não queria, mas acabei deixando. O BO é para não facilitar o aborto, diz.

O bispo continua o raciocínio. A mulher fala ao médico que foi violentada. Às vezes nem está grávida. Sem exame prévio, sem constatação de estupro, o aborto é liberado, declara, ajeitando o cabelo e o crucifixo.

O religioso conta de uma ação para dificultar o aborto em Guarulhos. Sua mobilização fez com que o Ministério Público notificasse o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo e o sindicato dos profissionais de saúde de Guarulhos, Itaquaquecetuba e Mairiporã sobre a proibição da prática sem o BO, inquérito policial e autorização judicial.

Dom Bergonzini acha que a pessoa que se julga vítima tem de fazer o BO e apontar o nome do agressor. Filha, não existe nada debaixo do sol que não seja conhecido. É muito difícil. Se a pessoa fizer questão mesmo, vai fazer exame de espermatozoide, etc, vai descobrir [quem é agressor]. A Justiça tem de ir atrás. Para o bispo, com essa ação em Guarulhos, a igreja deu um passo à frente, embora, mesmo nesses casos, o aborto seja inaceitável.

A discussão sobre o aborto logo voltará ao centro do debate no país e o bispo diz estar preparado para orientar os fiéis. Em agosto, o Supremo Tribunal Federal deve julgar a jurisprudência dos casos de anencefalia fetal.

Dom Bergonzini argumenta que a ciência não é infalível e, por isso, nada garante que o bebê nascerá sem cérebro. O bispo diz conhecer um caso em que foi diagnosticado anencefalia e recomendado o aborto, mas que a criança nasceu perfeitamente sã.

A profissão de fé do bispo, jornalista e blogueiro é a luta pela defesa da vida, contra o aborto. O tema é um dos mais abordados em seu blog. Na internet, os textos em defesa da vida são os que levam sua assinatura. Os artigos que debatem o homossexualismo são assinados por terceiros.

Dom Bergonzini lembra que durante a campanha de 2010 recebeu mais de mil e-mails. Nem 10% foram de críticas. As pessoas me falavam parabéns. Escreviam: ainda bem que o senhor teve coragem de falar, nós temos um bispo que usa calça comprida, nessa linha, relata.

O artigo de sua autoria, contra o PT, chegou à Espanha, Portugal, Bélgica, Alemanha e Holanda, segundo o bispo. Apanhei, mas bati bastante.

A maior polêmica se deu com os mais de 20 mil folhetos distribuídos em igrejas de vários Estados, reforçando o voto anti-PT. Antes do primeiro turno, o texto foi escrito por um padre da diocese de Guarulhos, assinado por três bispos e impresso pela regional Sul 1, da CNBB de São Paulo. A fama, no entanto, ficou com dom Bergonzini, que assumiu a autoria do texto. O conteúdo reiterava o que o religioso já tinha publicado no jornal da diocese. Os folhetos foram apreendidos pela Polícia Federal e mesmo depois de a distribuição ser proibida, o texto circulou entre católicos.

A polêmica fez com que parte da CNBB fizesse ressalvas à atuação do bispo e dissesse que não era a opinião da igreja. O religioso discorda. Não é a minha posição. É a posição da igreja que eu defendo. Está no Evangelho.

A atuação religiosa de dom Bergonzini se mistura com suas intervenções em temas políticos. Ainda padre em São João da Boa Vista, foi diretor-responsável de um jornal local. Escrevia sobre a cidade e quando tinha problema religioso, escrevia sobre isso também, conta. Anos depois de chegar a Guarulhos, em 1992, fundou o jornal da diocese, que publica artigos com temas ligados à igreja e com sua opinião.

O bispo analisa que é natural a igreja indicar para seus fiéis, nas eleições, quem são os bons candidatos. Minha filha, diz, a igreja tem obrigação de defender a fé e a moral, então tem que alertar o povo na eleição, discorre. Os políticos não fazem isso? Se eles têm o direito de falar mal de um partido, por que a igreja e um padre não podem manifestar sua opinião? É questão de coerência.

Os seis primeiros meses de governo Dilma não arrefeceram o ânimo de dom Bergonzini contra a presidente. A qualquer momento, diz, o governo tentará avançar em direção ao aborto. Em sua análise, Dilma escolheu para a equipe uma abortista confessa, que tentará emplacar mudanças, sem citar um nome. É a história do macaco que queria tirar uma castanha do fogo, mas, para não se queimar, pegava a mão do gato e tirava a castanha, explica. Dilma está fazendo isso. Ela não quer botar a mão lá, porque se queima.

Nas próximas eleições, o religioso não pretende sair da linha de frente dos debates envolvendo a igreja e a política, apesar de estar prestes a se aposentar. Pelo menos um político já está na mira: o deputado federal Gabriel Chalita. Eleito com a segunda maior votação em São Paulo, Chalita é ligado à igreja carismática e é pré-candidato à Prefeitura de São Paulo. O Chalita – pode colocar isso porque já falei na cara dele, não tenho medo – para mim não é pessoa confiável. Em questão de meses pertenceu a três partidos. A escolha que ele faz é de interesse próprio, não da comunidade, diz. No início do mês, o deputado migrou do PSB para o PMDB, depois de já ter passado pelo PSDB. Ele usou a Canção Nova para se eleger e provocou uma cisão por lá ao apoiar Dilma. Isso contrariou a nossa filosofia religiosa, afirma. Só a campanha contra coaduna com sua doutrina.

Dom Bergonzini deve deixar o cargo de bispo às vésperas da eleição de 2012. Ao completar 75 anos, em 20 de maio, pediu aposentadoria ao papa Bento XVI, como é a praxe, e ficará na função até seu sucessor ser nomeado. O prazo médio é de um ano. Depois, será nomeado bispo emérito e não comandará mais a diocese. O religioso, no entanto, quer continuar em Guarulhos.

Licenciado em filosofia e teologia, dom Bergonzini está há 30 anos na cidade, dos quais 19 anos como bispo. Celebro missa desde que fui ordenado, comungo desde o dia de minha primeira comunhão, 23 de outubro de 1940, diz. O religioso ressalta que pode e deve continuar rezando missas, mesmo aposentado. E ameaça: não vai sair de cena.

Fonte: http://diasimdiatambem.com/2011/06/13/a-fe-do-bispo-contra-os-partidos/

31 de mai. de 2011

Sodomita: "Queremos indoutrinar as crianças"

Um blogueiro sodomita americano admitiu o que quase toda a gente já sabe: os activistas homossexuais querem mesmo indoutrinar as crianças em favor das suas perversões homossexuais.
Escrevendo num blog LGBT, Daniel Villarreal disse:

Queremos que os educadores ensinem as gerações futuras àcerca da nossa sexualidade "queer". De facto, o nosso futuro depende disso.

Posição curiosa esta uma vez que durante séculos não se ensinou às crianças sobre o auto-destrutivo comportamento homossexual no entanto isso não eliminou a existência de sodomitas.

Qual seria o propósito de se avançar com programas "anti-bullying" ou estudos sociais que ensinam as crianças àcerca das contribuições históricas de famosos homossexuais se nós não quiséssemos deliberadamente educar as crianças de modo a que elas aceitassem a nossa sexualidade "queer" como normal?

Ficamos a saber, portanto, que o propósito das leis "anti-bullying" ou os "kit gays" não visam proteger os homossexuais de violência mas sim indoutrinar crianças em favor da sua escolha sexual auto-destrutiva.
Da próxima vez que um membro do esquerdume alegar que o ensino de normas anti-bullying não visa a normalização da sodomia, vai dar jeito ter à mão as palavras do homossexual Daniel Villareal.

Nós e muitos outras pessoas queremos indoutrinar, recrutar, ensinar e expôr as crianças à nossa sexualidade e NÃO HÁ NADA DE MAL COM ISSO.

As maiúsculas estão no original, portanto esse é um ponto que o sodomita queria vincar.
Reparem na frase "recrutar". Essa frase pode ter o significado de "recrutar; convocar; alcançar". É isso que os homossexuais querem fazer com os filhos alheios, isto é, recrutá-los para o seu estilo de vida? Querem eles também expôr as crianças ao sórdido mundo do homossexualismo? Pelos vistos, sim.

Em Inglaterra os sodomitas tem ganho acesso às escolas ao fazer com que estas adoptem campanhas "anti-bullying".No princípio de Maio de 2011 o grupo sodomita Stonewall revelou que estava em vias de gastar dezenas de milhares de libras ao enviar um "conjunto de treino do professor" a todas as escolas primárias da Grá-Bretanha. Sim, o grupo homossexual Stonewall acha aceitável enviar material que visa normalizar a sodomia a crianças em idade primária.

No princípio de Março ficou-se a saber que este mesmo grupo havia já enviado "conjuntos de treino" a algumas escolas primárias e que um governador qualificou o material contencioso de "indoutrinação".

Perigo.

Nos EUA, Brian Brown, presidente da organização "National Organization for Marriage", avisou dos perigos das campanhas que visam institucionalizar o "gaysamento". Ele disse:

O "casamento" homossexual é o ponto fulcral de um movimento ambicioso que visa usar o poder do governo, incluindo as escolas públicas, como forma de impôr ao público uma nova moralidade na mente dos americanos, especialmente nas nossas crianças.
Se nós falharmos na defesa do casamento como algo íntegro, decente e puro, as nossas crianças irão em breve viver num mundo onde a visão tradicional do casamento vai ser tratada como odiosa, desacreditada e preconceituosa, quer os pais gostem ou não.

Lembram-se daqueles slogans que diziam algo como "mantenham o Estado fora do meu quarto!"? Pelos vistos o Estado tem que ficar fora dos quartos homossexuais, mas os homossexuais já podem trazer a sua "sexualidade" (se é que se pode chamar ao que eles fazem de sexualidade) às instituições estatais.
O que interessa reter das declarações de Daniel Villareal é que os seus programas "anti-bullying" são apenas os cavalos de Tróia no seu propósito de indoutrinar as crianças em favor das suas perversões escolares.

Como isto é assim, então os pais que sejam contra a indoutrinação de seus filhos em favor dum comportamento sexual claramente nefasto tem todo o direito de se opor a estas medidas - nem que seja com o uso de métodos menos convencionais.

Observação da Equipe de Escritores Regina Apostolorum :Hoje é o ultimo dia do Abaixo Assinado contra o PL 122 e o Kit Gay, lembrando que amanha é o grande dia do manifesto pacífico. Não deixemos que esta doutrinação alcance nossas crianças, faça sua parte:

Neste Link esta o Abaixo Assinado:
abaixoassinado.vitoriaemcristo.org/_gutenweb/_site/gw-inicial/


Fonte da matéria : http://ohomossexualismo.blogspot.com

24 de mai. de 2011

Vergonha: Governo deu quase dois milhões de reais para ABGLT produzir kit gay



O ativista gay Beto de Jesus, membro da ABGLT (a maior organização gay do Brasil e responsável pela elaboração do kit gay para distribuição nas escolas públicas), confessa nesta reportagem que o governo deu um milhão e quinhentos mil reais, através de emenda parlamentar do Dep. Chico Alencar (PSOL-RJ), para produzir o kit gay e critica o ministro da Educação por estar demorando muito na distribuição do material gay nas escolas. A reportagem está neste link: http://www.youtube.com/watch?v=jh2Tw2IR4Hc



É assim que, sob a cobertura e financiamento milionário do MEC, ativistas homossexuais prepararam um dos maiores materiais de doutrinação homossexual para as crianças de escola pública. Com o kit gay, vai ser fácil criança virar gay.


Fonte: Júlio Severo

19 de mar. de 2011

Ainda sobre o Bolsa-Gay

Depois de escrever este artigo, uma amiga me chamou no canto. Leu meu artigo e me deu algumas dicas, além de fazer algumas menções. Acolhi com muito carinho e cuidado. A partir do que ela me disse, resolvi escrever estas linhas para que algumas coisas se esclareçam e para que outros leitores não venham a ter dúvidas sobre o que eu realmente critiquei no referido artigo, bem como sobre o que eu penso a respeito do tema.

O que eu tenho observado é que o que estamos vendo no Brasil não é legislar o direito do gay, mas impor à nação que devemos aceitar o homossexualismo sem discutir. Querer impor a estudantes que estão em formação de personalidade uma prática que estão considerando normal não é a saída (ao menos para mim, como educadora, não procede). Ademais, TODA PESSOA, independente do seu credo, cor, raça, "opção" sexual DEVE ser respeitada. Só que não é isso o que está ocorrendo. O que ocorre é que decidiram IMPOR uma desconstrução de heteronormatividade. Trocando em miúdos: hoje, para a nossa sociedade, ser APENAS hetero não é mais normal. Mas da onde tiraram isso? Até hoje NINGUÉM, nenhum cientista, conseguiu provar a origem fiel do homossexualismo. Uma hora é opção, outra hora é descendência psicoistórica, outra hora é isso e aquilo... E enquanto eles não decidem isso, eu, como Mãe, sou vedada a dizer ao meu filho que homossexualidade não é algo natural porque o Governo disse. Então é assim que as coisas andam? Isto é liberdade de expressão? Não. Para mim, pelo menos, não é o que parece.
Eu tenho para mim o seguinte: se o sujeito quer viver sua homossexualidade, vá lá. Eu não tenho nada a ver com isso. Só pago as minhas contas. Cada um sabe de si e responderá pelo que fizer. Mas daí dizer que não posso, de forma alguma, nadar contra isso, já é o fim da picada. E mesmo que queiram tapar o sol com a peneira, a gente está vendo sim uma construção de uma ideologia em cima do homossexualismo (e eu, sinceramente, a partir de alguns gays que conheço, não acredito que seja um ideal real de todo o mundo homossexual, e sim, de alguns militantes. Aliás, até entre os gays há conflito sobre esse assunto). Que se deva abondanar toda espécie de agressão a um homossexual por que ele é homossexual, eu compreendo perfeitamente e APOIO. Porém, não admito que isso se faça vetando os meus direitos.
 E eu também não acredito que o fato de alguém ser homossexual o torna um criminoso. Tenho amigos que o são, eu os conheço bem e sei que são pessoas de bom coração. Minha crítica, não são aos homossexuais, mas ao SISTEMA que quer impor uma ideologia a toda a sociedade. Esta mania do politicamente correto já está interferindo na maneira como o ser humano enfrenta a verdade dentro da sociedade. Até na educação familiar há interferência - vide a tal lei da palmada. O Brasil não tem que ficar criando mais leis em cima de rótulos. O Brasil precisa fazer valer as leis que já existem. Até quando a gente vai ver uma remontação de leis, de isso e aquilo enquanto os verdadeiros direitos não são postos em prática? É ao Governo, ao Sistema que critico. É isso o que me aborrece. Se a pessoa decidiu - ou sei lá eu como é que se define isso - ser homossexual, isto já não é problema meu. Porém, será problema meu quando esta opção, ação ou sei-lá-eu-o-quê passar a ditar as regras dentro da minha casa ou sala de aula, porque já estará interferindo com os meus valores, com a forma como eu enfrento a sociedade e da maneira como eu transfiro isso.
Por fim, devo dizer que eu também me sinto bastante magoada em ver que porque eu sou católica eu tenho que engolir um monte de coisas que o Governo quer que eu engula. E não só eu, como a qualquer outra pessoa que se sinta impedida de dizer algo porque pensa completamente diferente das regras que se estão ditando (e que nem por isso são cristãs). E nós sabemos bem que leis que impeçam qualquer tipo de preconceito a um cristão (alá "Cristãofobia") não serão criadas.  E até as que já existam, como em tudo neste país, não são tão postas em práticas como deveriam. Até porquê, à nossa sociedade, ser cristão é o mesmo que ser um fanático, um atrasado intelectual, um adorador de tabus, um preconceituoso e etc e etc.  Então, como cidadã civil, quero dizer que é hora de o Governo parar de expor a sociedade em uma guerra ideológica e passar a trabalhar com as pessoas a partir do que elas são (leia-se: pessoas, seres humanos, gente!), e não do que decidiram ser. Somos gente e queremos ser tratados como gente. Jogar o peixe numa piscina cheia de piranha e vê-las se matando não será a solução. Mas parece que o nosso Governo quer ver o circo pegar fogo. E está dando certo.

PS: Não estou pedindo a ninguém que concorde comigo, só não quero ser impedida de pensar sobre tudo.

Governo Dilma quer lançar o Bolsa-Gay

Essa história de homofobia já tá enchendo o saco!
Não bastasse tornar o homossexualismo como uma primeira classe neste país, parece que agora querem transformar-nos em seus subalternos. Fica claro que, a cada dia que passa, o Brasil não enxerga as pessoas como pes-so-as, mas pelos rótulos, pelas tribos que representam.

Não bastasse o Governo Dilma lançar o Bolsa-Blogue
para a Maria Bethânia, agora, vejam vocês, quer criar o Bolsa-Gay. A ideia é muito simples: sabe aquelas cotas que criaram para negros, índios e estudantes de escolas públicas - que nós sabemos que NEM TODOS que estudam na escola pública são pobres, mas já tem gente se passando por só pra aproveitar o bônus -? Pois é. Agora vai ter cota pra gay! Explico.

A ideia vem da Secretária Especial de Direitos Humanos, sra. Maria do Rosário, apresentou esta semana o seu "Plano Nacional de Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais". Trago alguns itens da lista, comentando a seguir:

- Inclusão da população LGBT em programas de alfabetização em escolas públicas ( = cota para professores gays para alunos do Ensino Fundamental I);

Quem trabalha com Educação sabe que as crianças, até os sete anos, formam a sua personalidade. Todos os conceitos de moral, ética, respeito são formados nesta idade. Ao passar dos anos, a criança aprimora isso. Então, para aproveitar esta fase, o atual Governo quer que as crianças entendam, desde pequenina, não como se "torce" o pepino, mas como se "enfia". Entendeu? Em outras palavras: o governo quer que as crianças do nosso país cresçam crendo que o homossexualismo é algo natural, e assim, criar uma nação 'livre' de preconceitos homossexuais. Queria ver o que o Gabriel Chalita tem a dizer sobre isso, já que ele é um pedagogo. Será que ele apoia a ideia?

- Criar bolsa-estudo para qualificação profissional de travestis e transsexuais;

Já que queriam tornar a prostituição uma profissão sob pretexto de que é a profissão mais antiga do mundo, agora querem profissionalizar os travestis e transsexuais. O que eu tento enteder é: como é que se profissionaliza um negócio desses??? A gente pega o adolescente e ensina-o a se vestir como mulher? Vai ter disciplina sobre como esconder o pênis na calcinha??? Que negócio é esse de profissionalizar???


- Inserir em livros didáticos temáticas que abordem o novo contexto de família ( = pai, pai, filho; mãe, mãe, filha);

Como eu disse no primeiro item, para formar a personalidade de uma criança, temos apenas os sete primeiros anos. Depois ela vai aprimorar o que a ensinamos. Colocar nos livros didáticos que o homossexualismo é algo natural vai fazer com que as crianças compreendam que isso é uma tendência, e não uma escolha do indivíduo. Logo, teremos um futuro em que as crianças decidirão se querem ou não ser heterossexual. Agora, imaginem vocês a postura do professor diante desta realidade? Se uma professora da Educação Básica flagrar duas meninas ou dois meninos em atitudes libidinosas, dependendo da idade que tiverem, só poderão advertí-los a fazer isso num lugar "a sós". Não poderá dizer que aquilo é indevido, antinatural, que a idade em que eles estão não é adequada a se fazer... não! Se ela fizer isso, poderá ser enquadrada como homofóbica. Já pensou nisso???

- Distribuição de livros em bibliotecas de escolas públicas abordando a temática 'diversidade sexual' para o público infanto-juvenil;

Depois que moldamos a personalidade das nossas crianças sobre um homossexualismo-coisa-natural, vamos "profissionalizá-los". Isso ocorrerá levando às escolas livros sobre o tema. Mas não serão apenas livros teóricos. Pode esperar que vai nascer altos romances sobre o assunto e que as professoras de Língua Portuguesa terão de abordá-los. Machado de Assis, daqui uns anos, estará empoeirado em nossas pratileiras. Quem mandou não fazer um romancinho abaitolado, né?

- Reconhecer as famílias montadas por LGBT como normal com base na desconstrução da heteronormatividade;

Aqui mora a base do projeto de Lei de Homofobia. O objetivo desta lei não é dar direito aos gays, mas desconstruir a moral e a ética. É mostrar que todos os atos são naturais e normais, e que todos devam reconhecê-lo sob probabilidade de sofrer consequências danosas caso não as siga. Portanto, amigos, preparem-se: é já que as perseguições virão àqueles que não quiserem seguir esta modinha. Sem contar que não vai demorar para os heterossexuais sofrerem bullying por não terem experiências com relações homoafetivas. Cuidado!!!

- Inclusão das famílias LGBT no bolsa-família;

O que vai de ter de família pobre, com pai tentando alimentar os filhos, perdendo a esmola-família do Governo por causa da cota-gay não vai estar no gibi...

- Criar o Conselho Nacional dos LGBTs;

= a Sindicato Gay. Sujeitinho não pôs a ver os direitos dos gays, vai ser rechaçado!

- Criar o Estatuto dos Direitos dos LGBTs;

E consequentemente distribuí-los nas escolas, Igrejas, associações...


A sra. Maria do Rosário não deveria ter este nome. Abrindo as portas do inferno desse jeito? Ah, não devia. É impressionante como esta mulher não nota que está abrindo chances para um desvirtuar da sexualidade, dos valores, morais; como ela passa por cima dos valores tradicionais, familiares; como ela quer destruir a verdade, transformando-a em algo mau. Quantas crianças não sofrerão abusos, serão corrompidas em sua moral graças a esta lei?

O projeto ainda não foi aprovado, mas nós não temos dúvidas de que o será, né? Se o Governo Dilma é do jeito que o Diabo gosta, esta suruba é que não pode ficar de fora...