Em retiro neste final de semana na Canção Nova, Padre Paulo Ricardo alertou aos cristãos sobre as atrocidades causadas pelo Marxismo/Comunismo, além de instruir sobre como agir diante da realidade social atual.
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23 de mai. de 2011
Padre Paulo Ricardo alerta: Nossa Senhora pede Oração e Penitência!
09:12:00
Comunismo, Marxismo, Nossa Senhora, Oração, Padre, Paulo Ricardo, Pecado, Penitência, Salvação, Virgem Maria
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Em retiro neste final de semana na Canção Nova, Padre Paulo Ricardo alertou aos cristãos sobre as atrocidades causadas pelo Marxismo/Comunismo, além de instruir sobre como agir diante da realidade social atual.
23 de mar. de 2011
Leituras Quaresmais - A prática da mortificação cristã (Introdução)
Justificativa: Após ler o maravilhoso texto retirado do blog do Angueth, resolvi trazê-lo para a nossa meditação diária quaresmal.
Como o texto é comprido, trarei fragmentos do mesmo diariamente. Até porque, penso que o ideal não é lê-lo, mas sim, praticar o que nele está escrito.
Quem quiser lê-lo por completo, o texto original está aqui.
Em Cristo,
Evelyn.
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Nota: Todas as práticas de mortificação que reunimos aqui são recolhidas dos exemplos dos santos, especialmente Santo Agostinho, Santo Tomás de Aquino, Santa Teresa, São Francisco de Sales, São João Berchmans, ou são recomendadas por reconhecidos mestres da vida espiritual, como o Venerável Louis de Blois, Rodriguez, Scaramelli, Abade Allemand, Abade Hamon, Abade Dubois, etc.
Artigo 1 – Objeto da mortificação cristã
A mortificação cristã tem por fim neutralizar as influências malignas que o pecado original ainda exerce nas nossas almas, inclusive depois que o batismo as regenerou. Nossa regeneração em Cristo, ainda que tenha anulado completamente o pecado em nós, nos deixa sem embargo muito longe da retidão e da paz originais. O Concílio de Trento reconhece que a concupiscência, ou seja, o triplo apetite da carne, dos olhos e do orgulho, se deixa sentir em nós, inclusive depois do batismo, a fim de excitar-nos às gloriosas lutas da vida cristã (Conc. Trid., Sess. 5, Decretum de pecc. orig.).
A Escritura logo chama esta tripla concupiscência de “homem velho“, oposto ao “homem novo” que é Jesus que vive em nós e nós mesmos que vivemos em Jesus, como “carne” ou natureza caída, oposta ao “espírito” ou natureza regenerada pela graça sobrenatural. Este velho homem ou esta carne, ou seja, o homem inteiro com sua dupla vida moral e física, deve ser, não digo aniquilado, porque é coisa impossível enquanto dure a vida presente, mas sim mortificado, ou seja, reduzido praticamente à impotência, à inércia e à esterilidade de um morto; há que impedir-lhe que dê seu fruto, que é o pecado, e anular sua ação em toda a nossa vida moral.
A mortificação cristã deve, portanto, abraçar o homem inteiro, estender-se a todas as esferas de atividade nas quais a natureza é capaz de mover-se. Tal é o objeto da virtude de mortificação. Vamos indicar sua prática, recorrendo sucessivamente às manifestações múltiplas de atividade em que se traduz em nós:
I) A atividade orgânica ou a vida corporal;
II) A atividade sensível, que se exerce seja sob a forma do conhecimento sensível pelos sentidos exteriores ou pela imaginação, seja sob a forma de apetite sensível ou de paixão;
III) A atividade racional e livre, princípio de nossos pensamentos e de nossos juízos, e das determinações de nossa vontade;
IV) Consideraremos a manifestação exterior da vida de nossa alma, ou nossas ações exteriores;
V) E, finalmente, o intercâmbio de nossas relações com o próximo.
22 de mar. de 2011
Os enganos da carne
Sois vós tão insensatos? Tendo começado pelo Espírito, é pela carne que agora acabareis? Gal 3:3
Se há uma coisa em que somos mestres em fazer é iniciar algo e não terminar. Se eu perguntasse a você quantos livros começou a ler e não terminou; quantas vezes prometeu que rezaria o Santo Terço diariamente e nada; quantas vezes decidiu não comer algo e comeu; você perderia as contas. Eu também! Sou rainha de começar algo e não terminar. E isso mostra o quanto você e eu somos inconstantes, o quanto somos infiéis e o quanto não perseveramos em nossa caminhada rumo ao amor do Pai. E estas atitudes influenciam diretamente nosso espírito. Explico.
Algo que deixamos de considerar em nossa caminhada rumo ao Pai é que as atitudes da nossa carne influenciam diretamente em nosso espírito; e, como os nossos olhos só conseguem ver o que é mortal - e por isso não enxergam o que é eterno, não veem o sobrenatural - não vemos mau algum em assistir a um reality show que traz tanta pornografia; em ler uma obra que tenha teor maçônico; em ouvir músicas que excitem profundamente nossa sexualidade... Porém, todas estas coisas podem (e contribuem) perder a nossa alma, levando-nos para a desgraça eterna.
Não se deixe levar pelos enganos da carne. Sabemos que o que a carne nos oferece é enganador, não tem constância. As paixões, as devassidões, as promiscuidades... todas elas se originam da carne. O que há de bom em nós não provém da nossa carne, mas é mérito exclusivo de Deus, que por seu amor, nos doou todos os dons que fossem necessários para que prosseguíssemos firmes rumo à nossa salvação.
Uma vez resgatados pelo Sangue do Cordeiro; uma vez batizados, não podemos mais nos submeter ao homem velho. As práticas da vida velha devem ficar para trás, crucificadas na cruz. No Domingo da Páscoa a única coisa que pode ressurgir é a nossa vida nova, uma vida glorificada com Cristo. Só que para isso, precisamos viver o que vem ANTES da ressurreição, que é a morte. Portanto, se não queremos viver como o homem velho, precisamos morrer diariamente para nós, para a nossa carne, para as nossas vontades todos os dias, pois se morrermos cada dia para nós mesmos, a cada dia viveremos para Deus e sua vontade.
Que esta meditação de hoje sirva-lhe como desafio para todos os dias de sua vida.
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Penitência:
Reflita sobre como você tem se colocado diante do Senhor, em como você tem observado seus mandamentos. Pergunte-se se as coisas que você tem feito têm colaborado para a perdição ou a salvação de sua alma. Questione-se sobre o caminho que você tem trilhado, se está caminhando rumo à Pátria ou a Desgraça Eterna.
Por fim, não deixe de olhar o Cristo Crucificado. Adore-o. Prostre-se diante do Senhor crucificado. Observe suas chagas, seu lado aberto. Contemple sua face. Analise o amor extremo e constrangedor que existe por você. Ouça, como bem ouviu Santa Tereza de Ávila, a bendita frase do Senhor: "Olha a quem te Olha" e olhe o Senhor. Contemple-o. Adore-o. Depois disso, deseje sepultar com o Senhor toda a sua vida de pecado, todo homem velho, todos os enganos da carne, para que, no Domingo de Páscoa, você possa bradar o verdadeiro Aleluia! Não mais aquele Aleluia sem verdade, e sim o Aleluia do homem novo, que não se corrompe, mas que vive conforme a vontade do Espírito.
21 de mar. de 2011
Quando se faz necessário quebrar o jejum
Às vezes acontece de, durante tempos em que estamos jejuando longamente - como na Quaresma - quebrarmos o jejum, não por desejo ou esquecimento, mas por uma ocasião. Como devemos agir?
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| Fonte Foto: blog da canção nova |
Já houve épocas em que eu enlouquecia com estas questões. Um caso era quando eu jejuava carne às sextas-feiras, mas meu marido, não. Como eu saberia se a carne estaria boa, com o tempero em ponto? Acabava que, ao provar, eu comia a carne e meu jejum ia por água abaixo.
Porém, como Deus é misericordioso, um dia, um padre, após a confissão, explicou-me sobre isso e repasso agora a vocês.
Quando estamos jejuando, o Senhor Jesus pediu que não fizéssemos cara feia a fim de que as pessoas notem que estamos jejuando, mas sim que estampássemos a alegria no rosto para que ninguém perceba. Logo, se os seus familiares sabem que você costuma praticar o jejum, eles não se sentirão constrangidos quando você não comer carne ou qualquer outra coisa que você esteja abstendo por uma causa. No entanto, se é você quem cozinha e precisa provar justamente aquele alimento que decidiu jejuar, prove. Provar não é comê-lo todo. E isto é uma prova de amor, de caridade para com os seus pares. Não é gentil servir-lhes algo insonso ou salgado. Prove um pedacinho que lhe permita sentir o gosto e pronto. Provar não nos dá o direito de quebrar o jejum, mas de agirmos com caridade com o próximo.
Outro exemplo é quando somos convidados para ir a casa de alguém. Se é possível dizer a esta pessoa que você está jejuando e por isso irá se abster de tal prato, ok. Agora, se esta pessoa não lhe conhece e deixar de comer algo que ela está servindo for motivo de constrangimento a ela,come um pouquinho.Situação: você deixou de comer massa na Quaresma. De repente sua amiga lhe convida para jantar em casa dela a fim de comemorarem a notícia da gravidez dela.O prato principal: lazanha (=massa). Será impossível que sua amiga não note que você não comeu. Logo, pegue um pedacinho pequeno e ofereça ao Senhor este ato a fim de alegrar o coração desta amiga e serví-la. O mesmo quando, por algum motivo, você convidar alguém à sua casa para um jantar. Se você sabe que aquela pessoa não tem a prática de jejuar e você está jejuando carne, por exemplo, seria extremamente faltoso com a caridade se só lhe servisse peixe. E se ela não come peixe? Portanto, ofereça-a o que deseja comer. Faça o peixe, mas também faça a carne. Você não será obrigado a comê-la, mas ao menos ofereceu à sua visita algo que ela gostaria de comer.
Conto-lhes isso porque eu tenho passado por situações semelhantes. Minha sogra não tem a prática de jejuar. Ela adora cozinhar pratos maravilhosos e nota quando não comemos. Sexta-feira mesmo ela fez linguiça e ovo. Comi só o ovo. Ela notou, mas não comentou nada, porque sabe que eu jejuo. Quando ela insiste, eu pego um pedacinho, mas não abandono a prática.
Por fim, "quebrar" o jejum neste sentido não tem mau, mas também não nos dá o direito de despedir o jejum. Ao contrário. Que estas ocasiões sirvam par alimentar em nós o domínio próprio, a temperança e a fortaleza. E tudo isso só será possível com oração, pois jejum sem oração é regime.
9 de mar. de 2011
Quaresma: tempo com o Espírito Santo
Nas preces rezadas hoje na Liturgia das Horas diz: "Demos graças a Deus Pai, que nos concede o dom de iniciar hoje o tempo quaresmal. Supliquemos que durante estes dias de salvação Ele purifique e confirme os nossos corações na caridade, pela vinda e ação do Espírito Santo." (grifos meus).
Às vezes imaginamos a Quaresma como um tempo de angústia. Nos entristecemos, pois sabemos que teremos de fazer jejuns, penitências, orações... Ah! Como somos indisciplinados para isso! Ficamos a nos perguntar qual a necessidade de todas estas coisas, o por quê que nós temos que agir assim ou assado... A prece acima nos dá a resposta: Quaresma é o tempo em que cada dia é um dia de salvação. Quaresma é tempo de graça, não de temor; é tempo de alegria, não de tristeza; é tempo de salvação, não de perdição. E quem nos auxilia a viver este momento precioso da Igreja é o Espírito Santo! Ele é que vem ao nosso encontro para nos ajudar neste processo de purificação, de salvação. Ele é quem nos impulsiona a seguir em frente, sem medo, com coragem e determinação. É Ele quem nos dá a discplina, a constância, a temperança e a continência.
Peçamos, então, neste início de Quaresma, que o Espírito Santo nos ajude a viver com preciosidade cada dia, cada minuto deste tempo primoroso. Que todas as manhãs você possa se levantar e dizer: "Oh, Santo Espírito, o que faremos juntos hoje? Auxilie-me na caminhada de salvação que traçaremos juntos neste dia, pois só a Tua Graça poderá guiar-me. Sozinho eu nada poderei fazer".
Algumas coisinhas:
1 - Jejum sem oração é regime!
Portanto, não faça penitências ou jejuns dos quais você não consegue cumprir apenas para se aparecer ou ainda com a "subintenção" de emagrecer. A força do jejum está na oração e o contrário também procede. Jejuamos para termos constância, temperânça. Além do que, o jejum nos mantém alerto para a oração. Logo, se jejuar, ore. Se orar, jejue! E nada de vaidade quando jejuar!
2 - Quaresma não é tempo de pagar promessa!
Às vezes as pessoas querem cumprir as promessas mais absurdas e escolhem a Quaresma para tanto. Hei: Quaresma não é tempo de pagar promessa, mas de con-ver-são! Procure neste tempo não "barganhar" com Deus, coisas do tipo: "Senhor, se o Senhor me ajudar em tal coisa, eu fico a Quaresma sem beber". Não é assim que devemos nos relacionar com Deus. A Ele devemos dar o nosso melhor. Se for fazer penitências, faça-as por amor, não por troca. Lembrando também que os jejuns e penitências na Quaresma são obrigações nossas de batizados. Então é melhor que você cumpra com amor e sem cara feia suas obrigações a achar-se no direito de usá-las para fazer trocas com o Senhor.
3 - Quaresma é tempo de fazer algo, e não apenas tirar!
Vejo pessoas dizendo que vão parar de fumar, de beber, comer carne, ir ao parque, tomar sorvetes... Tudo isso é muito bom, mas não é o bastante. Se fizer estas penitências, a oração tem que vir de brinde. Porém, a Quaresma pede mais, pois Quaresma é sair da zona de conforto. Logo, mais do que tirar um monte de coisas, acrescente. Para quem não gosta, comer tomates durante a Quaresma pode ser uma árdua penitência. Pode oferecê-la em reparação, por exemplo. Ou ainda fazer as obras de misericórdia: visitar os presos, assistir os doentes e as viúvas, dar de comer a quem fome e de beber a quem tem sede, dar esmolas... Acrescentar coisas que habitualmente não fazemos e que são importantes e necessárias para a nossa salvação também são essenciais para vivermos uma boa e santa Quaresma.
Lembretes:
1 - Hoje é Quarta-feira de Cinzas, dia que pede jejum e abstinência de carne. Portanto, nada de carne nas refeições.
2 - Se ainda não se confessou, faça hoje, a fim de receber dignamente as cinzas que será traçada em sua testa, lembrando-lhe o quanto és pó e só Deus pode auxiliá-lo em sua salvação.
3 - Leia, hoje, o Salmo 50. Medite-o sempre, inclusive antes de confessar. Se quiser, pode usá-lo durante a Quaresma toda como oração pessoal. Também pode rezar - e é muito precioso neste tempo - a Via-Sacra. Meditar a Paixão de Cristo diariamente é muito salutar para prosseguirmos no nosso caminho de salvação.
A Páscoa que tivermos será igualmente à Quaresma que vivermos. Como será a sua?
Rezemos a oração final da Liturgia das Horas:
"Concedei-nos, ó Deus todo-poderoso, iniciar com este dia de jejum o tempo da Quaresma, para que a penitência nos fortaleça no combate contra o espírito do mal. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!"
23 de fev. de 2011
Preparação para a Quaresma
Caríssimos Irmãos e Irmãs,
Estamos a poucos dias da Quaresma, tempo precioso da nossa Liturgia. Quaresma não é só tempo de fazer uma penitência; Quaresma é tempo de conversão, de cambiar o caminho, de repensar a vida. Quaresma é tempo de fazer história na Igreja militante.
Quero viver esta Quaresma como se fosse a última de minha vida. Quero vivê-la como se ela fosse a última oportunidade que Deus me desse de ser nova criatura.
Diante disso, venho pedir aos irmãos que me ajudem. Peço que me deem dicas de livros, DVDs, CDs, sites, ou qualquer outro material sobre este tempo maravilhoso. Eu desejo, durante os 40 dias da Quaresma, trazer meditações diárias aqui no blog a fim de que as nossas almas sejam alimentadas, bem como para que nos sintamos fortes, pois um sempre ajuda o outro, e Deus socorre a todos, não é mesmo?
Espero, então, a dica de todos vocês.
Rezemos!
Em Cristo,
Evelyn.














