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22 de set. de 2011

Salvem a Liturgia: Enquete sobre a "Missa Crioula"



Por Rafael Vitola Brodbeck

Já expusemos aqui o absurdo da tal "Missa Crioula". O Bispo de Foz do Iguaçu proibiu esse tipo de celebração em sua Diocese, pelo que o contragulamos.

Ajudemos Sua Excelência e a Igreja do Brasil, votando "SIM" na enquete promovida pela Rádio Cultura de Foz: "Você é a favor da decisão do Bispo Dom Veginne, de proibir a celebração da Missa Crioula em Foz do Iguaçu?"

A enquete está no canto superior direito.

Por enquanto, graças a Deus, o SIM está vencendo, com 67% de votos contra 33% dos favoráveis à bagunça litúrgica.

Fonte: http://www.salvemaliturgia.com/2011/09/enquete-sobre-missa-crioula.html

PS: Peço aos irmãos que sempre acessem o site Salvem a Liturgia. Neste site é possível aprender muito sobre a Sagrada Liturgia. É de muito valia para a formação.

20 de jul. de 2011

Inviolabilidade da confissão ameaçada na Irlanda, padres poderiam ir à prisão. Entenda.


ACI

Um destacado canonista advertiu à agência ACI Prensa que as autoridades irlandesas anunciaram uma mudança legal que poderia levar à prisão os sacerdotes que mantenham o segredo de confissão em casos de abuso sexual.

O Padre Paul Hayward, editor de publicações da Sociedade de Direito Canônico da Grã-Bretanha e Irlanda, explicou que “necessitamos mais claridade sobre o que exatamente (as autoridades) se propõem a fazer mas, com certeza, nenhum sacerdote que valorize seu sacerdócio quebraria o segredo de confissão. Isto poderia converter em mártires muitos sacerdotes irlandeses”.

O perito fez estes comentários no dia 15 de julho, um dia depois que o Primeiro Ministro irlandês Enda Kenny (foto) prometeu introduzir uma nova lei que levaria à prisão por até cinco anos os sacerdotes se eles não denunciarem às autoridades os crimes de abuso sexual revelados durante as confissões.

A proposta contradiz o Direito Canônico que defende a inviolabilidade do segredo sacramental e proíbe aos confessores trair de modo algum os penitentes e inclusive sanciona com a excomunhão latae sententiae (automática) aqueles que o infrinjam.

Tudo isto ocorre no meio do escândalo pela difusão de um relatório sobre o péssimo manejo dos casos de abuso perpetrados por membros do clero na diocese irlandesa de Cloyne.

A diocese em questão não soube dirigir as denúncias entre 1996 e 2005 e omitiu-se de reportar nove casos de abusos às autoridades.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

“Comunhão eucarística diária e confissão frequente”


Vídeo retirado do site: http://padrepauloricardo.org


Salve Maria!

14 de jul. de 2011

Vaticano publica importante documento sobre confissão.


VATICANO, 13 Jul. 11 / 03:21 pm (ACI/EWTN Noticias) O Vaticano acaba de publicar o documento "O sacerdote, confessor e diretor espiritual: Ministro da misericórdia divina", um manual de instruções sobre como ser bons confessores, elaborado pela Congregação para o Clero.

O texto leva as assinaturas do Prefeito do dicastério, Cardeal Mauro Piacenza e o secretário, Dom Celso Morga, que fizeram votos para que "os sacerdotes possam descobrir de novo o valor pastoral destes meios simples, muito comuns, que parece que não têm força pastoral mas que são muito potentes se sabemos administrar bem e se valorizarmos o estar disponíveis para administrá-los".

A primeira parte do texto explica no que consiste o sacramento da Penitência e dá indicações práticas sobre como administrá-lo e recebê-lo melhor. Por exemplo, inclui um exame de consciência só para sacerdotes.

"Que os sacerdotes sejam muito disponíveis para as confissões e a direção espiritual e que ao mesmo tempo, eles, também eu, confessemo-nos freqüentemente e tenhamos a direção espiritual", disse Dom. Morga.

A segunda metade do texto explica a doutrina sobre a direção espiritual, ensina a ajudar a outras almas, e como deixar-se ajudar por um diretor espiritual.

Bento XVI está decidido a dar ele mesmo o exemplo sobre o valor do sacramento da confissão e a direção espiritual. Ele o fará com um gesto bastante expressivo: este verão se sentará em um confessionário durante a Jornada Mundial da Juventude de Madrid e administrará este Sacramento a vários jovens.

"É necessário voltar ao confessionário, como lugar no qual celebrar o sacramento da reconciliação, mas também como lugar onde " habitar " com mais frequência, para que o fi el possa encontrar misericórdia, conselho e conforto, sentir-se amado e compreendido por Deus e experimentar a presença da Misericórdia Divina, ao lado da Presença real na Eucaristia".

Com estas palavras, o Santo Padre Bento XVI se dirigia durante o recente Ano sacerdotal aos confessores, indicando a todos e cada um a importância e a conseguinte urgência apostólica de redescobrir o Sacramento da Reconciliação, tanto na qualidade de penitentes, como na qualidade de ministros.

O texto completo em português pode ser visto ou baixado na página da Congregação para o Clero:
http://www.clerus.org/clerus/dati/2011-05/20-13/Sussidio_per_Confessori_pt.pdf

15 de jun. de 2011

"Confissão" comunitária. Quando o Sacerdote pode dar absolvição comunitária?





Padre Paulo Ricardo esclarece dúvidas a respeito do Sacramento da Confissão, sobretudo, "confissão" comunitária. Quando o sacerdote pode dar absolvição comunitária? Veja o vídeo:






Fonte: padrepauloricardo.org

29 de mar. de 2011

A banalização do Santo Matrimônio

1601. «O pacto matrimonial, pelo qual o homem e a mulher constituem entre si a comunhão íntima de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole, entre os baptizados foi elevado por Cristo Senhor à dignidade de sacramento» (93) .




Nos dias de hoje, o que mais vemos é a banalização de tudo o que é moral. A banalização sexual, moral, ética, vital. Banalizam, também, os papéis hierárquicos, tirando a autoridade dos pais, professores, policiais, presidentes. Até Deus tem sido banalizado. Tudo em nome de uma rejeição ao "moralismo" e ao conceito de "normal" que nos foi imposto. Pergunto o que seria de nós se não tivesse sido imposto estes conceitos de moralidade. Será que não são eles mesmos quem nos permite à liberdade sem perder a compostura?

Pois bem. No auge da banalização está a família. Hoje os conceitos de família estão sendo destruídos inventados. Hoje é família relacionamentos homoafetivos com filhos adotivos; hoje é família a bigamia; hoje é família apoiar a filha ao aborto; hoje é família os pais terem de ceder suas camas para os filhos dormirem com os namorados... Se você não está neste conceito de família, cuidado: você é um retrógrado, um fanático regilioso e um moralista de mão-cheia.

A questão é que o casamento, conforme o parágrafo citado no Catecismo, foi elevado a Sacramento por Cristo Jesus. Isso quer dizer que o Senhor não apenas abençoou o matrimônio, mas o colocou como sinal. O matrimônio entre um homem e uma mulher não é apenas um sim livre de ambos, e sim, a representação do casamento entre Cristo e Sua Igreja. E este sinal não foi apenas evidenciado pelo Senhor para fortificá-lo, e sim, santificá-lo.

Cristo, que é Deus e Senhor, abriu mão de toda a Sua Glória e fez-se homem, habitou em meio a nós e em tudo fez-se humano, exceto no pecado. Sendo Deus, desceu até o mais baixo nível da humilhação a fim de nos livrar de toda e qualquer amarra com o Inimigo. Fez isso por amor, e também para que entrássemos em Seu Reino Eterno, onde a alegria não terá fim. Isto é para nós a lição que é o matrimônio. Casar é santificar o outro, abençoar o outro, ceder pelo outro, dar-se pelo outro, querer para o outro tudo o que se espera para si (sem saber se receberá em troca). Só é possível fazer isso se o fizer com amor. E amor é uma atitude da Razão. Jamais a Emoção é capaz de suportar tantas coisas em nome do bem ao outro.

Por que estou falando tudo isso? Porque no Rio Grande do Sul um casal resolveu casar-se no religioso vestidos de Fiona e Shrek. É isso mesmo o que vc leu: Fiona e Schrek. Não acredita? Clique aqui e veja. Teria muitas coisas a dizer sobre este evento, porém, vou me ater àquilo que penso ser o mais importante.

Em primeiro lugar, a nossa sociedade precisa entender que o casamento não é um evento social. A gente não vai lá se mostrar àquela vizinha que jurava que iríamos ficar pra titia. Casamento é um compromisso seríssimo! É pra sempre! Já pensou nisso? Então não dá pra você fazer um casamento baseado num conto de fadas. Quem vai assumir o compromisso é você (e juntamente, seu cônjuge). Como se fará isso se sobem ao altar dois personagens, e não os verdadeiramente interessados nisso? Quem casou neste dia? Os personagens das fábuas? O casal sulista?

Em segundo lugar, casamento não é conto de fadas - e os casados que o digam! - . Casamento é Calvário. Cruz. O "felizes para sempre" é uma enorme deturpação da reallidade. Não que casamento seja infelicidade. Não é isso o que digo. O que digo é casamento não é mar-de-rosas, nem tem nada a ver com "E o Vento levou". E tudo isso porque, para fazer a felicidade do outro, temos, às vezes, que ser infelizes. Há situações em que queríamos fazer tal coisa que o outro não quer. Por amor, cedemos. Há momentos em que o cônjuge está completamente perdido, trazendo infelicidades, desrespeitos, dor... E a gente tem que suportar em nome do amor, dos votos feitos, da promessa feita a Deus diante das testemunhas. Mais que isso: em nome do amor que temos pelo outro. Como, então, achar que o matrimônio pode ser comparado a um conto de fadas? Nem aqui, nem no País das Maravilhas...

Por fim: o modelo de casal a um cristão é a Santíssima Virgem e São José, seu castíssimo esposo. Eles é que são o espelho de um casal cristão. O resto é fantasia. E fantasia não representa a responsabilidade que um Matrimônio exige. Pelo menos não foi isso que Cristo nos deixou.