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15 de mar. de 2012
The New York Times ofende Igreja Católica em anúncio de jornal
18 de mai. de 2011
O estoque de pornografia de bin Laden é um alerta
Obs: Os radicais islâmicos também acusam os cristãos de insanos e impuros, dentre tantas outras coisas.
WASHINGTON, EUA, 16 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A descoberta de um “estoque de pornografia” no complexo de Osama bin Laden feita por comandos americanos serve como “alerta” para todos os cristãos não incorrerem na hipocrisia de justificar prazeres do pecado, de acordo com um famoso teólogo e colunista.
“A hipocrisia não é nenhuma novidade, e estamos propensos a nos deleitar nela quando vista nos outros”, Dr. Albert Mohler, presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, disse acerca da descoberta sobre bin Laden.
De acordo com as reportagens, os materiais pornográficos descobertos no complexo de bin Laden em Abbottabad, onde as tropas dos EUA o encontraram, incluíam “vídeos modernos gravados eletronicamente” e eram “razoavelmente amplos”, de acordo com reportagens exclusivas da Reuters.
Não se sabe se a pornografia pertencia a bin Laden ou era assistida por ele próprio.
Apesar disso, bin Laden, que frequentemente defendia uma moralidade religiosa islâmica estrita, havia sido amplamente acusado de hipocrisia. Como disse uma reportagem da Associated Press: “A divulgação de que os investigadores dos EUA encontraram pornografia… fomenta a narrativa dos EUA de que bin Laden não era a figura respeitável ou nobre que seus apoiadores adotaram”.
Mohler aponta para o fato de que Osama bin Laden “frequentemente acusava os Estados Unidos de imoralidade, com referência específica à pornografia e imagens sexualizadas”. Especificamente ele cita uma carta de 2002 que bin Laden escreveu intitulada “Carta para o Povo Americano”.
“Sua nação”, escreveu o líder da al Qaeda, “se aproveita das mulheres como produtos de consumo ou instrumentos de propaganda, instando os consumidores a comprá-los… Vocês rebocam suas filhas nuas em outdoors a fim de vender um produto sem vergonha alguma. Vocês fizeram lavagem cerebral em suas filhas, levando-as a acreditar que elas são liberadas quando se vestem com roupas explícitas, mas na realidade tudo o que elas liberaram é o desejo sexual de vocês”.
Mohler observa, porém, que apesar da verdade dessas declarações, o que é mais provável é que os americanos farão acusações contra bin Laden.
O líder batista observou que a possível hipocrisia de bin Laden pode advir de uma cilada teológica em que muitos cristãos poderiam também cair. “Antes de qualquer coisa, aqueles que se dedicam ao ascetismo e negação a fim de obter ou supostamente merecer a misericórdia e favor de Deus quase sempre se permitem alguns prazeres do pecado”, disse Mohler.
“Os cristãos são chamados para a santidade, não ao ascetismo por amor ao ascetismo. O Evangelho nos faz lembrar que não merecemos a nossa salvação e que não há nada que possamos fazer para merecê-la. Bin Laden e as pessoas ligadas a ele estavam convencidos de que Alá perdoaria os pecados sexuais deles por causa da fidelidade deles na execução de atos de terrorismo no nome do islamismo”, especulou ele. “Seria melhor os cristãos verem isso como alerta para que não aprovemos para nós mesmos o mesmo tipo de justificativa”.
Fonte: Júlio Severo
19 de abr. de 2011
Terroristas islâmicos aliciam brasileiros pobres

VEJA revelou há duas semanas que, além de ostentar a condição de um dos terroristas mais procurados do mundo, ele também é responsável pelo recrutamento de jovens brasileiros para cursos de “formação religiosa”. O que esse terrorista apontado como executor de um dos mais sangrentos atentados da história e responsável pela morte de mais de uma centena de pessoas pode estar ensinando aos brasileiros é, no momento, uma das principais preocupações das autoridades. As pistas descobertas até agora para desvendar esse mistério não são nada alentadoras.
O “professor” Rabbani é procurado por sua participação em atos de terrorismo desde 9 de novembro de 2006. Sua captura é considerada tão vital que a Interpol o incluiu na chamada “difusão vermelha”, a seleta lista dos homens mais procurados do mundo. A ordem internacional de prisão contra Rabbani foi expedida pela Justiça argentina. Ele é apontado como um dos mentores dos dois atentados contra alvos judeus em Buenos Aires, que mataram nada menos que 114 pessoas em 1992 e 1994. Rabbani era funcionário da Embaixada do Irã na capital argentina e teria atuado não só na elaboração como também na execução dos atos terroristas. Com status de diplomata, hoje ele é protegido do regime do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad - e o responsável pela arregimentação de seguidores em toda a América Latina, que se dá mediante promessa de influência religiosa e também de dinheiro. Chama atenção o esforço de Rabbani em amealhar seguidores em regiões pobres do Brasil sem nenhuma tradição ligada ao Islã.
“Rabbani representa um grave risco para a segurança, inclusive do Brasil. Na Argentina ele difundiu sua visão do Islã radical, extremista e violento, que resultou em dezenas de vítimas nos ataques terroristas em Buenos Aires. Agora, baseado no Irã, ele continua a desempenhar um papel significativo na propagação do extremismo na América Latina”, disse a VEJA o promotor Alberto Nisman, chefe da unidade especial do Ministério Público argentino encarregada de investigar os atentados.
O aliciamento de brasileiros para os cursos de Rabbani no exterior vem sendo acompanhado há quatro anos pela Polícia Federal e pela Abin, o serviço secreto do governo. É o próprio Rabbani, com a ajuda de pessoas de sua confiança, quem escolhe os que devem embarcar. De 2007 até hoje, três grupos de brasileiros já visitaram o Irã. Há razões de sobra para tamanha vigilância.
Se o Brasil tivesse uma lei antiterror, seria mais fácil coibir esse tipo de recrutamento. Afinal, Rabbani é um meliante internacionalmente procurado. Sem a lei, o que temos são apenas brasileiros convertidos ao Islã que decidiram dar uma chegadinha ali no Irã para estudar. Naquele país, os rapazes foram levados para conhecer, por exemplo, os campos de treino que o Hezbollah - grupo terrorista financiado pelo Irã que domina parte do Líbano.
O Brasil vai realizar a Copa do Mundo em 2014 e a Olimpíada em 2016. Os terroristas estão por aqui, aliciando brasileiros. Alô, Congresso! O que falta para que os senhores deputados e senadores acordem? Precisarão de um atentado terrorista em solo pátrio para que, então, tenham a decência de apresentar e aprovar uma lei de combate ao terror?










