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15 de mar. de 2012

The New York Times ofende Igreja Católica em anúncio de jornal

The New York Times, o mesmo jornal que há dois anos caluniou publicamente o Papa Bento XVI, acusando-o, injustamente, de ter acobertado crimes de padres pedófilos quando era Cardeal, volta a atacar os católicos de forma “vil”, como bem analisou  Bill Donohue, presidente da Liga Católica nos Estados Unidos.


É hora de considerar abandonar a Igreja Católica. É a sua hora da verdade”, diz um anúncio publicado pelo periódico americano.
Segundo informações do Jornal “O Globo”, um outro anúncio parecido seria divulgado, mas com referência aos muçulmanos. Por prudência, os editores preferiram não divulgá-lo. O anúncio foi encomendado pela Freedom From Religion Foundation do estado de Wisconsin.
A publicação despertou protestos, dentre eles o da repórter  Pamela Geller, do “Daily Caller”, que classificou o ato como “hipócrita e mostra que o jornal se rendeu à violenta intimidação supremacista islâmica”.
Recentemente, o chefe da BBC, Mark Thompson, declarou que a emissora jamais se atreveria a zombar de Maomé como zomba de Cristo. O “The New York Times” parece seguir a mesma infeliz linha editorial.
Num período histórico no qual o cristianismo é a religião mais perseguida do mundo, é trágico ver que aqueles que têm a missão de comunicar a verdade, rendem-se ao jornalismo canalha, sensacionalista e baixo, simplesmente por ibope e dinheiro.

18 de mai. de 2011

O estoque de pornografia de bin Laden é um alerta


Obs: Os radicais islâmicos também acusam os cristãos de insanos e impuros, dentre tantas outras coisas.


WASHINGTON, EUA, 16 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A descoberta de um “estoque de pornografia” no complexo de Osama bin Laden feita por comandos americanos serve como “alerta” para todos os cristãos não incorrerem na hipocrisia de justificar prazeres do pecado, de acordo com um famoso teólogo e colunista.
“A hipocrisia não é nenhuma novidade, e estamos propensos a nos deleitar nela quando vista nos outros”, Dr. Albert Mohler, presidente do Seminário Teológico Batista do Sul, disse acerca da descoberta sobre bin Laden.
De acordo com as reportagens, os materiais pornográficos descobertos no complexo de bin Laden em Abbottabad, onde as tropas dos EUA o encontraram, incluíam “vídeos modernos gravados eletronicamente” e eram “razoavelmente amplos”, de acordo com reportagens exclusivas da Reuters.
Não se sabe se a pornografia pertencia a bin Laden ou era assistida por ele próprio.
Apesar disso, bin Laden, que frequentemente defendia uma moralidade religiosa islâmica estrita, havia sido amplamente acusado de hipocrisia. Como disse uma reportagem da Associated Press: “A divulgação de que os investigadores dos EUA encontraram pornografia… fomenta a narrativa dos EUA de que bin Laden não era a figura respeitável ou nobre que seus apoiadores adotaram”.
Mohler aponta para o fato de que Osama bin Laden “frequentemente acusava os Estados Unidos de imoralidade, com referência específica à pornografia e imagens sexualizadas”. Especificamente ele cita uma carta de 2002 que bin Laden escreveu intitulada “Carta para o Povo Americano”.
“Sua nação”, escreveu o líder da al Qaeda, “se aproveita das mulheres como produtos de consumo ou instrumentos de propaganda, instando os consumidores a comprá-los… Vocês rebocam suas filhas nuas em outdoors a fim de vender um produto sem vergonha alguma. Vocês fizeram lavagem cerebral em suas filhas, levando-as a acreditar que elas são liberadas quando se vestem com roupas explícitas, mas na realidade tudo o que elas liberaram é o desejo sexual de vocês”.
Mohler observa, porém, que apesar da verdade dessas declarações, o que é mais provável é que os americanos farão acusações contra bin Laden.
O líder batista observou que a possível hipocrisia de bin Laden pode advir de uma cilada teológica em que muitos cristãos poderiam também cair. “Antes de qualquer coisa, aqueles que se dedicam ao ascetismo e negação a fim de obter ou supostamente merecer a misericórdia e favor de Deus quase sempre se permitem alguns prazeres do pecado”, disse Mohler.
“Os cristãos são chamados para a santidade, não ao ascetismo por amor ao ascetismo. O Evangelho nos faz lembrar que não merecemos a nossa salvação e que não há nada que possamos fazer para merecê-la. Bin Laden e as pessoas ligadas a ele estavam convencidos de que Alá perdoaria os pecados sexuais deles por causa da fidelidade deles na execução de atos de terrorismo no nome do islamismo”, especulou ele. “Seria melhor os cristãos verem isso como alerta para que não aprovemos para nós mesmos o mesmo tipo de justificativa”.

Fonte: Júlio Severo

19 de abr. de 2011

Terroristas islâmicos aliciam brasileiros pobres

Por Reinaldo de Azevedo


Há duas semanas, em reportagem de capa, VEJA demonstrou que o terrorismo islâmico fincou raízes no Brasil. A coisa está mais avançada do que parece. Pior: o Brasil não tem uma lei que puna o terrorismo. E vocês verão, agora, uma das razões a indicar a sua urgência. Leiam trecho de reportagem de Rodrigo Rangel na VEJA:



O homem acima, de barba branca, coberto pela veste marrom e com a cabeça envolta num turbante, é o iraniano Mohsen Rabbani. Entre as dezessete pessoas que o cercam, há oito brasileiros [publico a foto com corte; há 11 pessoas na imagem acima, quatro brasileiros, marcados em vermelho]. Rabbani é considerado por essas pessoas um professor. A sala de aula fica em Qom, cidade do Irã que é sagrada para os muçulmanos xiitas. Convertidos ao islamismo, os jovens brasileiros viajaram com todas as despesas pagas com o objetivo oficial de aprofundar seus conhecimentos sobre a religião. O proselitismo e o arrebanhamento de adeptos são comuns a todas as crenças. Nesse caso, porém, existem distorções preocupantes. Rabbani não é um professor qualquer.
VEJA revelou há duas semanas que, além de ostentar a condição de um dos terroristas mais procurados do mundo, ele também é responsável pelo recrutamento de jovens brasileiros para cursos de “formação religiosa”. O que esse terrorista apontado como executor de um dos mais sangrentos atentados da história e responsável pela morte de mais de uma centena de pessoas pode estar ensinando aos brasileiros é, no momento, uma das principais preocupações das autoridades. As pistas descobertas até agora para desvendar esse mistério não são nada alentadoras.
O “professor” Rabbani é procurado por sua participação em atos de terrorismo desde 9 de novembro de 2006. Sua captura é considerada tão vital que a Interpol o incluiu na chamada “difusão vermelha”, a seleta lista dos homens mais procurados do mundo. A ordem internacional de prisão contra Rabbani foi expedida pela Justiça argentina. Ele é apontado como um dos mentores dos dois atentados contra alvos judeus em Buenos Aires, que mataram nada menos que 114 pessoas em 1992 e 1994. Rabbani era funcionário da Embaixada do Irã na capital argentina e teria atuado não só na elaboração como também na execução dos atos terroristas. Com status de diplomata, hoje ele é protegido do regime do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad - e o responsável pela arregimentação de seguidores em toda a América Latina, que se dá mediante promessa de influência religiosa e também de dinheiro. Chama atenção o esforço de Rabbani em amealhar seguidores em regiões pobres do Brasil sem nenhuma tradição ligada ao Islã.
“Rabbani representa um grave risco para a segurança, inclusive do Brasil. Na Argentina ele difundiu sua visão do Islã radical, extremista e violento, que resultou em dezenas de vítimas nos ataques terroristas em Buenos Aires. Agora, baseado no Irã, ele continua a desempenhar um papel significativo na propagação do extremismo na América Latina”, disse a VEJA o promotor Alberto Nisman, chefe da unidade especial do Ministério Público argentino encarregada de investigar os atentados.
O aliciamento de brasileiros para os cursos de Rabbani no exterior vem sendo acompanhado há quatro anos pela Polícia Federal e pela Abin, o serviço secreto do governo. É o próprio Rabbani, com a ajuda de pessoas de sua confiança, quem escolhe os que devem embarcar. De 2007 até hoje, três grupos de brasileiros já visitaram o Irã. Há razões de sobra para tamanha vigilância.

Voltei


Leiam a integra da reportagem na revista. Tudo isso acontece sob as barbas do governo brasileiro - e, convenham, na gestão Lula ao menos, com claro estímulo moral. As pessoas recrutadas moram em áreas pobres do Brasil. Em 2007, dos oito brasileiros que foram fazer o “curso”, quatro eram de Belo Jardim, cidade do agreste pernambucano, a 180 quilômetros de Recife.
Se o Brasil tivesse uma lei antiterror, seria mais fácil coibir esse tipo de recrutamento. Afinal, Rabbani é um meliante internacionalmente procurado. Sem a lei, o que temos são apenas brasileiros convertidos ao Islã que decidiram dar uma chegadinha ali no Irã para estudar. Naquele país, os rapazes foram levados para conhecer, por exemplo, os campos de treino que o Hezbollah - grupo terrorista financiado pelo Irã que domina parte do Líbano.
O Brasil vai realizar a Copa do Mundo em 2014 e a Olimpíada em 2016. Os terroristas estão por aqui, aliciando brasileiros. Alô, Congresso! O que falta para que os senhores deputados e senadores acordem? Precisarão de um atentado terrorista em solo pátrio para que, então, tenham a decência de apresentar e aprovar uma lei de combate ao terror?


Fonte: Reinaldo Azevedo

Fonte: Júlio Severo

16 de abr. de 2011

Costa do Marfim: o Coliseu da era moderna

Há muito tenho - e não só eu, mas vários irmãos na fé - alertado sobre o avanço muçulmano e sua possível dominação mundial. Em documentários notamos que o crescimento desta nação, com toda sua cultura, religião, leis e ordens tem avançado em um processo dominatório em todos os continentes. Pode parecer que não, mas isso é perigoso e alarmante.

A briga entre cristãos e muçulmanos não é de hoje. Desde a época da romanização (e até antes!) passando por debates com São Thomás de Aquino, nunca houve paz entre as duas religiões. E não sou otimista em crer que haverá um dia, pois quando se mexe em algo tão "sagrado" para uma comunidade, como é a cultura, a fé e as tradições, dificilmente aquele que assim enxerga o que é seu como verdadeiro quererá ver a Verdade como ela é. Sendo assim, é preferível brigar cegamente por valores terrenos a lutar pelo que é Eterno. E são dessas brigas alá "olho por olho, dente por dente" que nascem as grandes desgraças.

É verdade que a mídia é pouquíssimo interessada em assuntos deste tipo, pois entrar neste tocante obriga-se falar de algo que a imprensa quer abafar. Ninguém quer falar sobre como os cristãos sofrem; o melhor mesmo é dizer o quanto eles fazem sofrer. Logo, não se vê na imprensa os acontecimentos, como os ocorrentes assassinatos entre cristãos e muçulmanos na Nigéria , ou ainda em Costa do Marfim, onde muçulmanos têm perseguido e matado cristãos. Alguém ouviu aí que o presidente da Costa do Marfim  foi preso pelos franceses por ser cristão? Não? Pois é. E desta prisão surgiu na vila de Duekoue uma perseguição onde 1000 cristãos perderam a vida. Vejam:



Se continuarmos a fazer pouco caso, em breve haverão outros países iguais à Costa do Marfim: um show de horrores onde cristãos são assassinados simplesmente por serem cristãos.
Será que permitiremos, em nome da nossa omissão, que construam novos Coliseus por aí?

17 de mar. de 2011

A islamização do mundo

citei em meu blog algo sobre este assunto. De fato, o islamismo está crescendo e logo será dominante mundialmente. Diferente de quando tentaram muçulmanizar a Península Ibérica quando da romanização, hoje, os muçulmanos não usam mais da força, e sim, da descendência. Enquanto nós, ocidentais, no auge da nossa "intelijenssa", temos 1,3 filhos por família, eles têm 7,6! E como são tradicionais, vão passando, geração pós geração, seus ensinamentos, suas ideologias, suas verdades.

É fato que nem todo o mundo islâmico é terrorista como pintam. É realmente muito pequeno o grupo que se dedica a isso. Porém, por menor que sejam, são os que ganham a mídia e fazem todo o resto bom pagar o pato. E o pior é que este grupo pequeno está colocando fogo no mundo. Tivemos há pouco tempo o ataque a cristãos numa igreja católica; um cristão foi assassinado logo após gravar um vídeo alertando sobre o muçulmanismo; uma mulher foi presa por declarar-se cristã e comoveu o mundo até ganhar sua libertação; o embaixador brasileiro foi morto pela Al-Queda...

E estes pequenos grupos vão ganhando força porque seu líder quer a morte de todos os que não sigam a sua fé (talvez o Lula ele não queira morto, já que pro ex-presidente brasileiro, o "Armandinho" é um bom homem).  Isso quando não ameaçam o Papa e o seu rebanho, ou exigem dele perdão por qualquer coisa... Só que esta guerra não é de hoje. Se olharmos para a história, veremos que os árabes brigam com um mundo desde sempre. A disputa por terras, por exemplo, entre árabes e israelenses existe há décadas. Não se entendem por questões pátrias, religiosas, bem como a ganância.

Estes atos estão levando a perseguições religiosas de todo o tipo. Como citei acima, vários cristãos pagaram com a vida por defenderem o Cristo ressuscitado. E a coisa tende a piorar. A cada dia mais e mais cristãos pagarão com suas vidas pelas causas evangélicas. O que faremos? Estamos prontos?

Há o crescimento de um anti-semitismo na Europa, mas há também um crescimento absurdo na mesma. Estamos prontos para, daqui uns 20 anos, vestirmo burkhas? Adorar ao Ala de Maomé?
Quem defenderá a honra de Cristo? As pedras?

Rezemos, irmãos. O tempo se espreita.

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate.