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28 de set. de 2012

Os Protestantes e Nossa Senhora

O Manifesto de Dresden

Um grupo de teólogos luteranos (protestantes) da Alemanha Oriental publicou um texto denominado “Manifesto de Dresden”, na revista “Spiritus Domini”, número 5, em maio de 1982. Eis alguns trechos:

“Em Lourdes, em Fátima e em outros santuários marianos, a crítica imparcial se encontra diante de fatos sobrenaturais, que tem relação direta com a Virgem Maria, seja mediante as aparições, seja por causa das graças milagrosas solicitadas pela sua intercessão. Estes fatos são tais que desafiam toda a explicação natural.

Sabemos ou deveríamos saber que as curas de Lourdes e Fátima são examinadas com elevado rigor científico por médicos católicos e não-católicos. Conhecemos a praxe da Igreja Católica, que deixa transcorrer vários anos antes de declarar alguma cura milagrosa. Até hoje, 1200 curas ocorridas em Lourdes foram pelos médicos consideradas cientificamente inexplicáveis. Todavia a Igreja Católica só declarou milagrosas 44 delas. Nos últimos 30 anos, 11000 médicos passaram por Lourdes. Todos os médicos, qualquer que seja a sua religião ou posição científica, tem livre acesso ao “Bureau des Constatations Medicales”. Por conseguinte, uma cura milagrosa é cercada das maiores garantias possíveis.

Qual é, pois, o sentido profundo destes milagres no plano de Deus? Bem parece que Deus quer dar uma resposta irrefutável à incredulidade dos nossos dias. Como poderá um incrédulo continuar a viver de boa fé na sua incredulidade diante de tais fatos? E também nós, cristãos-evangélicos, podemos ainda, em virtude de preconceitos, passar ao lado destes fatos sem nos aplicarmos a um atento exame? Uma tal atitude não implicaria grave responsabilidade para nós? Por que um cristão evangélico pode ter o direito de ignorar tais realidades pelo fato de se apresentarem na Igreja Católica e não na sua comunidade religiosa? Tais fatos não deveriam, ao contrário, levar-nos a restaurar a figura da Mãe de Deus na Igreja Evangélica?

Somente Deus pode permitir que Maria se dirija ao mundo, através de aparições.
Não nos arriscamos talvez a cometer um erro fatal, fechando os olhos diante de tais realidades e não lhes dando atenção alguma? Cristãos Evangélicos da Alemanha, deveremos talvez continuar a opor-lhes recusa e indiferença? Continuaremos a nos comportar de modo que o inimigo de Deus nos mantenha em atitude de intencional cegueira?
Não deveremos talvez abrir o nosso coração a esta luz que Deus faz brilhar para a nossa salvação? Tal problema evidentemente merece exame,: não deve ser afastado de antemão, por preconceito, pelo único motivo de que tais curas são apresentadas pela Igreja Católica. Uma tal atitude acarretaria grave dano para nós mesmos e para o mundo inteiro. Grande responsabilidade nos toca. Temos o direito de examinar tias fatos. Não nos é possível passar ao largo e encampar tudo no silêncio. Hoje, em alguns países, está em causa a existência mesmo do Cristianismo. Seria o cúmulo da tolice ignorarmos a voz de Deus que fala ao mundo, pela mediação de Maria, e dar-lhe as costas, unicamente, porque Ele faz ouvir sua voz através da Igreja Católica. Como quer que seja, não podemos calar por muito tempo sobre tais realidades. Temos que examiná-las, sem preconceito, pois é iminente uma catástrofe.

Poderia acontecer que, rejeitando ou ignorando a mensagem que Deus nos faz chegar através de Maria, estejamos recusando a última graça que ele nos oferece para a nossa salvação. É, por isso, um dever muito grave para todos os chefes da Igreja luterana e para outras comunidades cristãs examinar tais fatos e tomar uma posição objetiva.
Este dever impõe-se também pelo fato de que a Mãe de Deus não foi esquecida somente depois da Guerra dos 30 anos e na época dos livres pensadores da metade do século XVIII.
Sufocando no coração dos evangélicos o culto da Virgem, destruíram os sentimentos mais delicados da piedade cristã.

No seu Magnificat, Maria declara que todas as gerações a proclamarão bem-aventurada até o fim dos tempos. Todos nós verificamos que esta profecia se cumpre na Igreja Católica e, nestes tempos dolorosos, com intensidade sem precedentes. Na Igreja Evangélica, tal profecia caiu em tão grande esquecimento que dificilmente se encontra algum vestígio da mesma. Ainda uma vez estas reflexões nos impõe o dever de examinar os fatos acima citados e de tirar dos mesmos todas as conclusões pertinentes.”


Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus 

7 de jan. de 2012

Mundial do poder de Deus e o "Martelo da Justiça". Basta uma ofertinha de R$ 1 mil.


Mais uma da "Igreja" Mundial do poder de Deus


"Os fiéis que desejam obter o martelo, precisam contribuir com "uma ofertinha de R$ 1 mil", afirma o "Pastor" que anuncia o produto. Os interessados são orientados a ligar para um número que aparece na tela ou visitar o site da igreja e preencher um cadastro solicitando o "Martelo da Justiça". "Nós enviamos pelos Correios a você", afirma o "Pastor"."

20 de dez. de 2011

Réplica ao Blog da IURD - parte I

O site Universo Universal, blog destinado a compartilhar notícias e ensinamentos da IURD, escreveu esta matéria ( http://universouniversal.wordpress.com/2011/12/17/site-rainha-dos-apostolos-ligado-a-igreja-catolica-ataca-igreja-universal/ ) acusando-nos de idólatras e desrepeitosos após conclamarmos a juventude católica a protestar contra os manifestos de boicote que a IURD tem feito para com a Jornada Mundial da Juventude no Brasil. Manifestamos na última sexta-feira, dia 16, um "twittaço" sob a hashtag #BrasilSemTVRecord nossa indignação contra a igreja de Edir Macedo que sempre, em todos estes anos de existência, combateu o Catolicismo com suas teorias tortas, bem como apoiou abertamente o aborto, justificando que o cristão tem direito de fazê-lo.



Tudo o que está escrito acima pode ser encontrado no site Rainha dos Apóstolos.

Abaixo segue a primeira parte da réplica que os escritores deste blog fizeram:




Como já é de conhecimento da grande maioria de nossos leitores, os editores de um site ligado à “Igreja” Universal do Reino de Deus se sentiram incomodados com nossas postagens referentes à sua denominação religiosa.  Como de costume, nos acusaram de idólatras, dogmáticos e antiéticos, sem contar as heresias ditas sobre a Virgem Maria e a doutrina católica.
O primeiro assunto levantado por eles no texto publicado é a respeito da suposta falta de respeito para com o pseudo-bispo, a seita e sua TV( Record). De fato, nosso site tem publicado com freqüência denúncias contra a entidade, atitude esta da qual não nos arrependemos de nada que fizemos. E sabe por quê? Porque é caridade para com o povo evidenciar a podridão que está atingindo parte da sociedade através da IURD.
A Igreja Católica é completamente favorável à liberdade religiosa e isto está evidente no Concílio Vaticano II; porém, nunca será favorável a instituições que têm como líderes pessoas que não têm o coração reto e o desejo de encontrar a verdade. Nunca esperem de nós aplausos para os erros grotescos e diabólicos que cometem.
Não estamos aqui fazendo julgamentos temerários,  mas analisando os fatos. Como respeitar uma denominação que tem como pastor um cidadão chamado Sérgio Von Helder, que em rede nacional chutou uma imagem de Maria Santíssima? Sim, é verdade que ali está apenas uma imagem de gesso, mas o intuito do sr Helder não era a de chutar uma imagem de gesso, e sim, a representação que aquela imagem faz. Ele quis ferir os católicos mediante a representatividade que a imagem da Virgem Santíssima faz. E é fácil compreender isso mesmo não sendo católico. Afinal, como você reagiria se alguém chutasse, queimasse ou destruísse uma fotografia de sua mãe?

Como respeitar uma religião que literalmente colocou Deus a seu serviço através da deturpação maléfica “teologia da prosperidade”? Como respeitar uma instituição que tem nos cultos verdadeiros ”shows” de ocultismo com rituais de magia branca? Como denominar de cristã uma seita integralmente materialista? Como, ainda, respeitar uma seita que usa de artifícios católicos, espíritas e umbandistas em seus cultos sob pretexto de libertar o povo, quando na verdade está aprisionando os fiéis? Impossível! Não faz parte da natureza de um cristão de verdade ser conivente a tamanhas aberrações.
O famoso discurso do Edir Macedo levantando a bandeira do aborto está vivo em nossa memória. Também não nos esquecemos de uma edição do jornal da universal deturpando a Igreja Católica ao fazer militância pelos valores evangélicos na época das eleições. Um pastor, uma seita e uma TV literalmente vendidas para a esquerda militante (e tenho lá minhas dúvidas a respeito de um possível vínculo com a maçonaria).
O cidadão que escreveu o seu protesto ao site  “Rainha dos Apóstolos” teve a coragem de dizer que eles não nos atacam. Atitude que não nos assusta, é verdade, dada a leviandade própria da IURD com o povo brasileiro. Contudo, verdade seja dita: atacam, sim, caríssimos, sobretudo quando põe a Virgem Maria como um pássaro para zombar da saudação “Ave Maria” (atitude clara de, mais uma vez, atacar a significação que a Virgem tem aos católicos!); atacam quando levantam bandeiras abortistas contra o gênero humano e, sobretudo, quando afirma que noventa por cento dos enganados desta seita nefasta já foram católicos.
A primeira coisa que nos vêm a cabeça é: a IURD faz senso? Sim, porque, se ela afirma veementemente que 99% dos fiéis eram católicos, certamente ela deve ter acompanhado, um a um, para ter convicção plena. E mesmo se o tivessem feito, seriam esses realmente católicos? Afinal, ser católico é seguir a tudo o que o Santo Padre nos ensina, pois cremos que ele recebeu as chaves do céu. Se assim o foi, devemos ao Papa nossa obediência, pois ele nos ensina o que está no coração de Deus. Alguém que se diga católica e passe a seguir a IURD com certeza não sabiam ou não viviam plenamente seu catolicismo, assim como muitos que abandonam sua fé para viver qualquer outra doutrina. Quem, de fato, é católico, não trocaria um “banquete” revelado por Nosso Senhor por uma “lavagem” oferecida por pseudo-carismáticos. 
Sobre as imagens, esculturas e idolatria, pensamos que não compensa debater. Mas quero fazer uma pergunta: Por que, então, usar a imagem da pomba no símbolo de vossas seitas? Por que o uso da “fogueira santa” nos cultos? Nós mesmos podemos responder: porque toda e qualquer imagem “fala”. Linguísticamente falando, todo e qualquer símbolo e/ou imagem comunica. É uma linguagem não-verbal. Entende-se o que vê sem que haja palavras. Usar a fogueira é um ato de comunicar; água, óleo, pomba, “rosa ungida” também o são. E todas elas são imagens. A própria Bíblia, em si mesma, é uma imagem. É a imagem do Cristo. Cristo se fez Verbo para habitar entre nós. Ele está na Palavra Santa. Quando olhamos para a Bíblia, lembramos do Céu, da luta que nossos antepassados fizeram para chegar até a Terra Prometida, dos pecadores que se arrependeram, dos profetas, do sim de Maria, do Cristo ressuscitado! A Bíblia conta a história da nossa salvação e a simboliza. É imagem também. E como os pastores da IURD têm comercializado a Santa Palavra da Salvação, deturpando seu sentido e manipulando os seguidores com versículos foras do contexto.

16 de dez. de 2011

Site ligado a "Igreja" Universal novamente ataca a fé católica zombando da imagem da Virgem Maria.


Vejam esta imagem publicada no site http://universouniversal.wordpress.com/. Uma falta de respeito digna de nossa repulsa e sobretudo de nossas orações de reparação. Um detalhe, este site esta ligado com a IURD do pseudo bispo Edir Macedo.

Façamos esta oração de reparação:

Oh! Maria, minha Mãe Santíssima, desejando desagravar-Vos das ofensas que o Vosso Coração Doloroso e Imaculado recebe, e em especial pelas blasfêmias que se dirigem contra Vós, ofereço-Vos estes pobres louvores com o fim de Vos consolar por tantos filhos ingratos que não Vos amam, e consolar o Coração Santíssimo de Jesus, Vosso Filho e Senhor nosso, a quem tanto ofendem e entristecem as injúrias feitas contra Vós.

Dignai-Vos, Mãe Dulcíssima, receber este meu pobre e humilde obséquio; fazei que Vos ame e me sacrifique por Vós, cada vez mais; e olhai com olhos de misericórdia para tantos infelizes a fim de que não tardem em acolher-se, arrependidos, ao Vosso colo maternal. Amém.


Bendito seja Deus!
Bendita a excelsa Mãe de Deus, Maria Santíssima!
Bendita a Sua Santa e Imaculada Conceição!
Bendita a Sua gloriosa Assunção!
Bendito seja o Nome de Maria, Virgem e Mãe!
Bendito o Seu Imaculado e Doloroso Coração!
Bendita a Sua Pureza Virginal!
Bendita a Sua Divina Maternidade!
Bendita a Sua Mediação Universal!
Benditas as Suas Lágrimas e as Suas Dores!
Benditas as graças com que o Senhor A coroou Rainha dos Céus e da Terra!
Glória a Maria Santíssima, Filha Primogênita do Pai!
Glória a Maria Santíssima, Mãe Imaculada do Filho!
Glória a Maria Santíssima, Esposa Virginal do Espírito Santo!
Virgem Santíssima, minha boa e terna Mãe, eu Vos amo pelos que não Vos amam; eu Vos louvo pelos que Vos blasfemam;


Entrego-me totalmente a Vós, pelos que não querem reconhecer-Vos por sua Mãe.

Ave-Maria.

Oh! Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.


30 de nov. de 2011

Artigo do Padre José do Vale: Proselitismo agressivo das seitas


29.11.2011 - “Percebe-se, contudo, um certo enfraquecimento da vida cristã no conjunto da sociedade e da própria pertença á Igreja Católica, devido ao proselitismo de numerosas seitas e de novas expressões religiosas”, Papa Bento XVI (1).

O Papa Bento XVI pediu a Igreja Católica do Brasil que não poupe esforços para deter o crescente abandono dos fiéis e enfrentar, por outro lado, a rápida expansão das comunidades evangélicas e neopentecostais. O pedido foi feito durante discurso aos bispos brasileiros, recebidos em Castelgandolfo (a cerca de 30 quilômetros de Roma), na tradicional visita ‘ad limina’, realizada a cada cinco anos pelos representantes eclesiais de cada país.
“É observada um crescente influencia de novos elementos da sociedade, que há poucas dezenas de anos não existiam. Isto provoca um crescente abandono por parte de muitos católicos da vida eclesial ou inclusive a Igreja, enquanto no panorama religioso do Brasil se assiste á rápida expansão das comunidades evangélicas neopentecostais”, explicou o Papa Bento XVI.
Segundo o Papa, este afastamento se deve a “uma evangelização, em nível pessoal, às vezes superficial”.

EMPENHO DA EVANGELIZAÇÃO

“Às vezes, os batizados não são suficientemente evangelizados, por isso são facilmente influenciáveis, já que tem uma fé frágil e frequentemente baseada em uma ingênua devoção”, acrescentou. Por isso, o Papa instou que “a Igreja Católica se empenhe na evangelização e que não economize esforços na busca de católicos que tenham se afastado ou de pessoas que conheçam pouco ou nada da mensagem cristã”. (Ler DA n. 225 d).
O Pontífice explicou que, mediante “do desafio da multiplicação incessante de novos grupos, nos quais ás vezes é feito uso de um proselitismo agressivo”, é necessário reforçar o “dialogo ecumênico”. Em 2007, durante visita ao Brasil, o Papa já havia se queixado do “proselitismo agressivo das seitas”.
“A falta de unidade (entre as igrejas cristãs) mina a credibilidade da mensagem cristã divulgada á sociedade”, destacou Bento XVI. Ele acrescentou que, por isso, o diálogo agora “é mais necessário do que nunca” (2).
“No fiel cumprimento de sua vocação batismal, o discípulo deve levar em consideração os desafios que o mundo de hoje apresenta á Igreja de Jesus, entre outros: o êxodo de fiéis para seitas e outros grupos religiosos” (DA, 185).
“Hoje se faz necessário reabilitar a autêntica apologética que faziam os pais da Igreja como explicação da fé. A apologética não tem por que ser negativa ou meramente defensiva por si. Implica, na verdade, a capacidade de dizer o que está em nossas mentes e corações de forma clara e convincente, como disse São Paulo, fazendo a verdade na caridade (Ef 4,15). Mais do que nunca os discípulos e missionários de Cristo de hoje necessitam de uma apologética renovada para que todos possam ter vida n’Ele (Cristo)” (DA, 229).

Número de Brasileiros Católicos Cai Abaixo dos 70% pela 1ª Vez
De acordo com estudo divulgado pela FGV, evangélicos e pessoas sem religião estão em crescimento no País.

Em 1872, quando a religião no Brasil começou a ser mapeada, quase toda a população brasileira se declarava católica (99,72%). De lá pra cá, muito mudou. Segundo o “Novo Mapa das Religiões”, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 2009 esse percentual caiu para 68,43%, o que representa cerca de 130 milhões de pessoas.
O grupo de evangélicos, no entanto, apresenta uma aceleração no crescimento do número de adeptos – nos primeiros anos da década passada, a subida foi de 16,2% para 17,9%. Em 2009, o salto alcançou o patamar de 20,23%.
Os brasileiros que se declaram sem religião também estão em maior números: o percentual aumentou entre 2003 e 2009 de 5,13% da população do País para 6,72%.
Ainda de acordo com o estudo da FGV, as mulheres são mais religiosas que os homens. No universo feminino, 5% não possuem religião, contra 8,52% dos homens.
A pesquisa também analisou a religiosidade em diferentes níveis escolares. De acordo com o estudo, a religiosidade é menor nos dois extremos estudados: 7,27% daqueles com até três anos de estudo dizem não ter religião, quase o mesmo percentual (7,46%) dos que têm 12 anos de estudo ou mais.

Pe. Inácio José do Vale
Professor de Historia Igreja
Especialista em Ciência Social da Religião
E-mail: pe.inacio.jose@gmail.com


Fonte: http://www.rainhamaria.com.br

26 de out. de 2011

Fui presbiteriana por 50 anos, hoje sou católica!


Fonte: Família Missionária

Eu nasci, fui batizada e me criei no evangelho presbiteriano. Há oito anos estou morando no Belenzinho, ao lado da igreja católica São Carlos Borromeu que minha sogra freqüentava. Todos da família dela são católicos, inclusive meu marido.

Quando vim morar neste bairro, já de imediato me associei à oficina Santa Rita desta paróquia. Mesmo antes de me mudar para cá, quando eu morava em São Miguel, a convite da minha sogra eu já ajudava esta oficina com trabalhos que fazia da minha casa mesmo. Agora sou voluntária que trabalha dentro da oficina. Fui muito bem recebida pelas senhoras que lá freqüentam e o mais importante para mim foi que elas sabiam que eu era presbiteriana e me respeitaram como tal.

Nunca se comentava a respeito de denominação e eu me sentia muito bem. Os anos se passaram e já tenho nove anos de trabalhos realizados nesta oficina. Em uma das missas de Santa Rita de Cássia, me convidaram para participar. Foi até interessante, pois nunca havia participado de uma missa, apesar de trabalhar na oficina no fundo da paróquia. Neste dia, foi o Pe. José Florêncio quem celebrou a missa. Gostei muito. Apesar de não entender os ritos. Não estava acostumada. Mesmo assim me senti muito bem.

Havia na igreja um seminarista de nome Tertuliano. Ele ensinava música e, como eu gosto muito, entrei na aula. Foi ótimo! Tivemos um ano de aula, a maestrina que cantava e tocava no coral da igreja veio neste curso e nos convidou a participar do coral. Fiquei tão feliz e lá fui eu… Sendo ainda presbiteriana, cantei no coral sem ninguém me questionar ou olhar feio para mim.

Um dia, o telefone de casa tocou e a secretária da igreja me disse: ”Ednir, hoje à noite você vai estar em casa?” Eu disse: “Sim, por que”? Ela respondeu: “É que o Pe. José quer te visitar para te fazer um convite”. Eu disse: “Pode vir à vontade, estou aguardando“.

O padre José chegou muito amável como sempre. Conversamos um pouco ele disse que queria convidar meu marido e eu para participarmos do Encontro de Casais realizado pela Paróquia, chamado Ovisa (Orientação para vivencia sacramental).

Pensei, pensei… Porque no dia 20 de maio de 2006 seria o casamento de minha sobrinha. Mas, na mesma hora disse ao padre que aceitaria participar do Encontro. Nos dias 20 e 21 de maio de 2006, eu e meu esposo Roberto participamos do 109º Ovisa. Foi muito lindo. Desejo que todos os casais façam este encontro. Voltamos para casa e continuei a minha vida. Mas, me faltava alguma coisa. Eu não estava completa. Como agora eu cantava no coral da igreja, participava também das missas, foi ai que percebi o que me faltava: a eucaristia.

Fui conversar com o Pe. José e o Pe. Eduardo pedindo a eles que me orientassem. Eles me atenderam prontamente. Fiz o curso individualmente, a primeira Eucaristia e fui crismada. Não fui batizada, pois eu já tinha sido batizada na Presbiteriana e este batismo é válido na Igreja católica.

Minha família é presbiteriana, minha mãe não gostou de me ver voltar para o catolicismo. Quando eu ia a casa dela ela me chamava de “catoliquinha”, fazia assim distinção entre uma denominação e outra. Coisa que não encontrei na igreja católica. Mas como Deus tem sempre um propósito, fiquei firme na minha fé e fui adiante. Hoje sou muito bem respeitada na minha família professando o catolicismo.

Professei tão profundamente minha fé na Santíssima Trindade com tanto amor e dedicação, com muito esmero que hoje me sinto muito feliz por ser católica. Estou com 54 anos. Durante 50 anos fui presbiteriana.

Nestes anos entre o Ovisa e a minha conversão, encontrei muitas pessoas amigas e amigos na Paróquia que me ajudaram muito. Quando terminamos o Ovisa formamos um grupo de casais que se reúne periodicamente até hoje graças a Deus e está a todo vapor. Neste grupo os casais são muito bem estruturados. Espiritualmente pude aprender muitas coisas das escrituras sagradas no convívio com eles. Na parte social em que todos participam é muito, muito bom.

Encontrei-me com Deus e com pessoas de muito boa vontade para as obras do Senhor. Participo das atividades do grupo da oficina de costura, do coral da igreja e graças a Deus trabalho durante a semana com meu filho. Deus é tão maravilhoso que dá tempo para tudo.

Ednir


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

3 de out. de 2011

Protestantes “progressistas” vivem crise de identidade e caminham para esvaziamento.


Fonte:
Acarajé Conservador

Clero casado, anticoncepção, divórcio, aborto, homossexualidade… os episcopalianos aceitam tudo. E, entretanto, não deixam de perder fiéis. O mesmo acontece com outros protestantes “progressistas”: luteranos, presbiterianos e unitaristas.

A teologia “progressista” esvazia as paróquias. E a prova mais evidente é a Igreja Episcopal, os anglicanos do EUA, antigamente uma comunidade em crescimento, e agora em um declive tão grave que um terço de suas paróquias fecharão nos próximos cinco anos, segundo um recente relatório do portal anglicano conservador VirtueOnline que analisa os dados oficiais desta igreja.
A deriva “progressista”

Os episcopalianos aprovaram tudo o que os “progressistas” exigiam e mais. Mas isso não atraiu fiéis.No século XVI, o anglicanismo aceitou o clero casado.
Em 1930, aceitaram a anticoncepção.
Em 1976, os episcopalianos aprovaram o clero feminino.
Em 1989, ordenou-se a primeira bispa episcopaliana.
Em 1994, proibiu toda terapia para deixar a homossexualidade.
Em 2000, aceitou-se o sexo fora do matrimônio.
Em 2003 ordenaram como bispo a Gene Robinson, um senhor divorciado, com dois filhos, que vivia «maritalmente» com outro homem (este ano 2011 deixou o cargo).
Em 2006 o episcopalianismo admitia o matrimônio homossexual.
Em 2010 presumia ordenar em Los Anjos uma bispa lésbica. Em 1 de janeiro de 2011 um bispo episcopaliano casava com pompa midiático a duas sacerdotisas lésbicas episcopalianas, uma delas a famosa militante pro-aborto, Katherine Ragsdale.

Nada disso atraiu gente à sua igreja. Nesta deriva liberal, o episcopalianismo perdeu mais de 30 por cento de seus fiéis. Se em 2001 tinham 3,4 milhões de fiéis autodeclarados, em 2009 só eram 2 milhões. Trata-se, sobretudo, de que os velhos morrem e ninguém os substitui, e de que muitos outros deixam de ir à Igreja. Alguns vão para igrejas conservadoras.

As cifras que analisa o relatório do VirtueOnline são ainda mais terminantes. Mede a “assistência média dominical” (o número de fiéis que se podem contar um domingo dado nos serviços religiosos desse dia em cada templo). É um dado muito concreto. Pois bem, em 2010 eram apenas 683.000 os episcopalianos que podiam ser encontrados um domingo em suas igrejas. Em 2009 eram 705.000 e em 2008 eram 727.000. Perdem 20.000 paroquianos praticantes, reais, cada ano.

O relatório mostra, por exemplo, que há sete diocese com menos de mil fiéis praticantes reais, e outras sete que não chegam aos 2.000. Não dá para manter a cúria nem o bispo.

Uma de cada três paróquias (sobre um total de 6.800) não chega nem aos 40 assistentes dominicais, o qual faz que seja insustentável demográfica e economicamente e fechará antes de cinco anos, segundo o relatório. Além disso há 2.380 paróquias que têm entre 40 e 100 paroquianos dominicais… e terão que fechar devido ao envelhecimento: sua idade média é de sessenta anos. E há outras 1.450 paróquias, com entre 100 e 200 paroquianos de assistência dominical real, que poderiam manter-se se houvesse uma geração jovem de fiéis para sustentá-la, mas isso não se dá. Inclusive há 36 catedrais episcopalianas que não conseguem ver nem duzentos fiéis no domingo.

Os episcopalianos tentam dissimular suas cifras com suas missões no estrangeiro. Por exemplo, no muito pobre Haiti mantêm 99 paróquias com 16.000 fiéis praticantes, que provavelmente não sabem nada de bispas lésbicas. Isso significa que no Haiti há mais “episcopalianos” que somando 14 diocese do EUA (mais que somando Dakota do Norte, Alaska, Montana, Idaho, Utah, Kansas Ocidental, etc…). Em Honduras mantêm 140 comunidades (11.500 fiéis), 58 na República Dominicana (3.000 fiéis), 48 em Porto Rico (2.400 fiéis), etc… Num total, 40.000 fora dos Estados Unidos.

Cresce o anglicanismo conservador

As pessoas de tradição anglicana e moral conservadora fartas da deriva liberal do episcopalianismo têm várias opções. Por um lado, em 2008 se criou a Igreja Anglicana da América do Norte (ACNA), com uns cem mil fiéis e quase 700 paróquias. São conservadores em moral, pró-vida e pró-família, de estilo evangélico, fartos da perseguição ao que lhes submetiam desde 1997 as autoridades episcopalianas “progressistas”.

Outra opção para os episcopalianos e anglicanos conservadores é somar-se aos “ordinariatos” católicos que o Papa tem proposto e que vão se criar a partir de grupos anglocatólicos, mantendo parte de sua liturgia e costumes.

“Progressistas” luteranos, presbiterianos e unitaristas… igual

A aliança de luteranos liberais dos Estados Unidos (a ELCA) permite oficialmente o aborto desde 1991.50% de seus clérigos acreditam que o aborto deve ser legal na maior parte dos casos, 14% pensam que deve ser legal sempre e só 3% acreditam que deve ser ilegal. Nas suas paróquias ia o especialista em abortar casos de seis meses George Tiller, assassinado faz um par de anos. Em 1991 a ELCA tinha 5,2 milhões de paroquianos; em 2009 só ficavam 4,5 milhões de “batizados” e deles apenas 2,5 milhões de “membros ativos”.

Os presbiterianos (PCUSA), que no ano 2000 contavam com 2,5 milhões de membros, em 2010 já só tinham 2 milhões. De 2006 a 2009 60 de suas paróquias partiram a outras denominações, enquanto que só 5 comunidades se uniram à PCUSA atraídas por sua deriva liberal. Hoje outras 200 paróquias e comunidades conservadoras pretendem criar a sua própria igreja, desde que este mesmo ano o sínodo presbiteriano decidisse que “as pessoas em relações do mesmo sexo podem ser candidatas à ordenação ou designação como diáconos, anciões ou ministros”, sem lhes pedir nenhum compromisso, nem monogamia, nem heterossexualidade nem exclusividade.

A igreja mais liberal dos Estados Unidos é a unitarista (UCC, United Church of Christ), a que assistia Barack Obama até mudar-se a Washington. Segundo o relatório «Clergy Voices 2008», 79 por cento dos clérigos unitaristas acreditam que o aborto deve ser legal sempre ou quase sempre, 83 por cento está a favor de entregar meninos em adoção a casais homossexuais e 74 por cento destes eclesiásticos se define como «politicamente liberal» (nos EUA se chama «liberal» ao que na Europa chamamos «progressista»). A UCC, nascida em 1957, conta em Dallas com uma «catedral» dirigida especialmente a homossexuais com 3.500 fiéis. Em 2001, os unitaristas eram 1,3 milhões de norte-americanos; em 2008 só eram 736.000.
E na Inglaterra, o mesmo

No Reino Unido, de 50 milhões de habitantes, apenas 13,4 milhões se declaram anglicanos, e só 1 milhão vai ao serviço dominical. Segundo o relatório «Cost of Conscience» de 2002 que entrevistou a 2.000 clérigos anglicanos só uma de cada três sacerdotisas acredita na maternidade virginal da María, quase a metade nega que Jesus ressuscitou, 30% nega a Trindade e uma de cada quatro não acredita em «Deus Pai Todo-poderoso» nem em «Deus Espírito Santo»

30 de set. de 2011

Escatologia errônea das Seitas


Ao passar dos séculos, diversas civilizações, indivíduos e seitas quiseram julgar, interpretar e catalogar a data especifica em que ocorrerá o "fim dos tempos". Os maias, civilização indígena da América Central, por exemplo, antes mesmo de Cristianismo chegar as Américas, elaborando uma previsão do fim. Ao que consta e demonstra a História, várias seitas e hereges tentaram ao longo de anos preverem quando seria e se daria o advento de Cristo, mas falharam.

Não é um típico fenômeno de nossa época, existir estes grupos. Se estudarmos de forma exegética as Sagradas Escrituras perceberemos que já na segunda Epístola de Paulo aos Tessalonicenses (3, 10-12). Registra-se a existência de pessoas desordeiras que davam ouvidos a aqueles que diziam que o fim estava próximo e por isso deixaram seus afazeres civis, esperando o retorno de Jesus Cristo para eles "imediato". Entretanto, São Paulo os corrige duramente dizendo que se não trabalhassem não teriam também o direito de comer.

Não só temos um exemplo, como demonstrado nas Escrituras. Há cerca de mil e novecentos anos atrás. Nos últimos 50 anos cresceram os grupos, movimento, seitas e comunidades "cristãs" que disseminam de forma literal e como eminente a volta de Jesus.

Na edição de 15 de novembro de 1984, as Testemunhas de Jeová publicaram material em sua revista intitulada "A Sentinela" dizendo que a geração de 1914 não passaria. Menciona ainda que ao menos parte dessa geração conseguiria se manter viva, para desfrutar da concretização das profecias sobre a vinda de Jesus.

Mas não foram somente as TJs que quiseram predizer o que nem Jesus sabia como disse aos apóstolos. (cf. Mt 24, 36). Os adventistas também quiseram marcar a volta de Cristo para o ano de 1843, mas não tiveram êxito. Nos dias atuais, os adventistas costumam dizer que o fim será "em breve".

Curioso é o arranjo dessas seitas. Os adventistas, por exemplo, não parecem, ao menos em princípio, ter um estudo profundamente exegético e escatológico das Sagradas Escrituras. Seus teólogos inventaram que o Papa seria a besta do apocalipse, não conseguindo provar com sólidos argumentos esta falácia. Exemplo disto é o suposto título que assimilam como nome de cargo [no caso o Papa] "Vigário do Filho de Deus", os adventistas concluem que a soma dessa frase em latim (Vicarivs Filli Dei) resulta em no total de 666, o número da besta. Entretanto, a soma correta resulta em 664 e não em 666.

Outro problema para esta interpretação truncada é o fato de o Novo Testamento ter sido escrito em grego, e não em latim; seria mais lógico que a soma resultasse 666 em grego ou hebraico, que são as línguas bíblicas, mas jamais em latim [pois os autores desconheciam primariamente e língua latina]. Existe outro obstáculo, o Papa jamais foi chamado canonicamente de "Vigário do Filho de Deus" se existe algum registro histórico é provável que sua utilização fora excepcional, É comum utilizar os termos "Vigário de Cristo" como verificado nos últimos séculos. A exegese católica sugere que a besta narrada no Apocalipse tenha sido um imperador romano, como César Nero, perseguidor de cristãos, assim como a outras alusões.

Os adventistas por várias vezes também foram acusados de plágios e mentirosos dentre eles, ex-membros da seita. Além de tudo isso, os adventistas demonstram um apego exagerado à lei dos judeus. Essa lei consistia em uma série de dietas alimentares, hábitos de lavar as mãos, guardar o sábado, circuncidar os fiéis e vários outros preceitos. A lei antiga foi, todavia, abolida por Jesus no Novo Testamento da Bíblia, especificamente "levada à perfeição" (cf. Lc 6, 5; Gl 4, 4-5; Rm 10, 4; Gl 4, 10-11, Gl 5, 4; Mt 15, 1-11; At 15, 1-30).

O Senhor Jesus ensinou-nos que toda a planta que o Pai não plantou será arrancada pela raiz (cf. Mt 15, 13) e certamente, esta erva daninha, assim como outras que infiltraram-se no que o Pai plantou,será extirpada. São Paulo também alerta que a lei é o ministério da morte e que o ministério de Cristo é algo muito superior a lei (cf. II Cor 3, 7-8).

Há muitos equívocos e erros oriundos das "hermenêuticas" que orientam estas seitas como as Testemunhas de Jeová, que por sua vez condenam a doação de sangue, a política e a submissão ao estado. Ora, a submissão ao estado é claramente recomendada por São Paulo (cf. Rm 13, 1-7).

Essas duas seitas teimaram, conforme já visto, em prever o fim dos tempos e tendo em comum algumas similaridades. As TJs têm, entretanto, um ponto extremamente diferente quanto a uma das pessoas da Trindade, pois negam a divindade de Cristo, o que é dito as claras São João (cf. Jo 1, 1-18) Já os Adventistas até alguns anos atrás, negavam a S.S. Trindade como entendida desde a antiguidade cristã pela Igreja Católica.

Para a exacerbada preocupação dessas duas seitas com os "tempos do Fim", entretanto, Jesus deixa uma mensagem reveladora. Segundo a qual ninguém siga; as pessoas que pregam que o fim está próximo (cf. Lc 21, 8). Essas duas seitas, todavia, fazem mais que pregar o fim dos tempos. Pregam com terror que são as únicas igrejas de Cristo, ameaçando as pessoas a uma destruição eterna se não as seguirem, tendo em vista que nem uma e nem outra acreditam na existência do inferno.

Jesus não disse necessariamente que devemos nos preocupar exageradamente com o fim dos dias. Antes é melhor nós preocuparmos com o nosso fim, praticando o amor, que é a maior das virtudes (cf. 1 Cor 13). É triste ver como comunidades e movimentos que se intitulam cristãos possuem essa filosofia terrorista e pregação do medo, aspecto principal do fundamentalismo religioso ameaça as pessoas e defendem que apenas 144.000 pessoas serão salvas como dizem as TJs ou que é a igreja remanescente do Apocalipse, consta nos Adventistas, parece que seus adeptos pelo Mundo já superam os dados de 144.000.

Que possamos enraizados em Deus, tratar na caridade estes homens e mulheres que não alcançaram a verdade plenamente. Rezemos para amadurecimento e consumação de nossa missão. Em viver os ensinamentos contidos nos Evangelhos e não a usá-los com a finalidade de ameaças, sim com apego a verdade. O senhor não veio para condenar, mas para salvar os que estavam perdidos (cf. Lc 19, 10).

Por fim não podemos usar o Evangelho para pregar um Reino de Deus através do medo e condenação como fazem os fundamentalistas, que possamos junto aos nossos pastores na fé proclamar o evangelho unidos a única e verdadeira Igreja fundada por Cristo e entregue a Pedro (cf. Mt 16, 18). Portanto é incoerente crer nos adventistas e nas testemunhas de Jeová, bem como outros grupos, e conceder alguma confiança a estas fundações humanas e falhas. Não podemos pensar que Jesus tardou mais de 1800 anos para fundar sua Igreja, o que significa um erro crasso. Na concepção ideológica dessas comunidades, isso significa automaticamente que por mais de 1800 anos as almas se perderam, já que ninguém se salvará fora delas. Não é isso, entretanto, que Jesus pregou, fundando sobre São Pedro a sua única Igreja, que se manterá até "o fim do mundo" cf. Mt 28, 20.

Fonte: http://www.veritatis.com.br

***
Notas:


TJ; siglas que significam abreviadamente "Testemunhas de Jeová"

Referências:

EX TESTEMUNHAS DE JEOVA. 1914 A geração que não passará, profetizou a Torre. Disponível em:
http://extestemunhasdejeova.net/forum/viewtopic.php?f=46&t=3700
Acesso em: 14 novembro 2010.

DE CASTRO, F. C. O Apocalipse hoje. Editora Santuário, Aparecida, São Paulo. 1989, p. 123-132.

REA, P. W. T. A mentira branca. Edições eletrônicas. Disponível em:
http://www.scribd.com/doc/3288026/A-Mentira-Branca-Walter-T-Rea
Acesso em: 14 novembro de 2010.

ARAÚJO, U. T. A Igreja de vidro. Edições eletrônicas, disponível em:
http://www.veritatis.com.br/ebooks/a_igreja_vidro.pdf
Acesso em: 14 novembro de 2010.

DE MELO, F. R. Religião e religiões: perguntas que muita gente faz. Editora Santuário, Aparecida, São Paulo. 1997, p. 79-83; 85-90.

11 de set. de 2011

O declínio da igreja da bispa Sônia


A líder evangélica enfrenta a decadência de sua Renascer em Cristo, que já fechou 70% dos templos, a doença do filho e sucessor natural, em coma há dois anos, e os processos na Justiça por formação de quadrilha e estelionato

João Loes e Rodrigo Cardoso

"É difícil pensar em alguém menos apropriado que a bispa Sônia para escrever um livro intitulado ‘Vivendo de Bem com a Vida’." A frase é de um ex-bispo que foi do alto escalão da Igreja Renascer em Cristo por mais de uma década e sintetiza o momento da instituição neopentecostal brasileira liderada pelo casal Sônia, 52 anos, e Estevam Hernandes, 57. No ano em que comemora um quarto de século, a denominação, tida como a grande promessa evangélica dos anos 1990, dá sinais claros de que está em franca decadência. Com cisões internas, uma complicada crise sucessória, um crescente número de lideranças migrando para outras denominações, templos fechados por falta de pagamento de aluguel e um sem-número de indenizações a serem pagas num futuro próximo, as perspectivas não são nada boas. “O futuro da igreja está nas mãos de Deus”, disse a bispa em entrevista exclusiva à ISTOÉ
O livro “Vivendo de Bem com a Vida” (Ed. Thomas Nelson), que narra parte da trajetória desta que ainda é uma das figuras femininas de maior peso do movimento neopentecostal brasileiro, será lançado oficialmente no sábado 10, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Com tom professoral e confessional, o título já vendeu as 17 mil cópias da primeira impressão e está a caminho de esgotar as dez mil da segunda, uma raridade para o mercado editorial brasileiro. Parte desse quinhão será oferecida para os fiéis nos templos da Renascer a preços bem acima da média. “Quero cinco pagando R$ 300 por cada um destes livros até o final do culto”, anunciarão os bispos, como já fazem com os CDs, DVDs e livros nos templos da instituição. Tudo para aumentar a arrecadação do grupo. “A sede deles por dinheiro é absolutamente insaciável e está destruindo a igreja”, afirma o ex-bispo.

Sede essa que não é mais condizente com a estrutura encolhida que a igreja tem hoje. Em 2002, a Renascer em Cristo contava com 1.100 templos espalhados pelo Brasil e o mundo. Atualmente são pouco mais de 300. O líder que poderia imprimir agilidade à administração, o bispo Tid, primogênito de Estevam e Sônia que sempre teve saúde frágil, está em coma profundo há quase dois anos num leito de hospital. Da equipe de aproximadamente 100 bispos de primeiro time que a denominação tinha espalhada pelo Brasil até 2008, metade saiu para outras igrejas levando consigo pastores, diáconos e presbíteros. Para o lugar deles, ascenderam profissionais com menos experiência, o que, especula-se, pode ser um dos motivos da debandada de fiéis.

Quem acompanha a bispa hoje, porém, pode até acreditar que ela viva de bem com a vida, como diz o título de seu livro. Com um salário que gira em torno dos R$ 100 mil, ela continua com programas televisivos e de rádio diários, se veste com as mais exclusivas grifes e está sempre adornada com joias e relógios caros. Do apartamento triplex onde mora, em um bairro nobre na zona centro-sul da capital paulistana, ela sai pela cidade para cumprir suas obrigações de carro importado, blindado e escoltada por dois seguranças. Isso quando não usa um helicóptero avaliado em R$ 2,5 milhões para visitar seus sítios e haras no interior paulista. Mas que o observador não se engane. A riqueza que ela ostenta hoje não tem a retaguarda do começo dos anos 2000, quando a Renascer nadava de braçada no mar do crescente movimento evangélico brasileiro. “Hoje os Hernandes sangram a igreja para dar sobrevida ao padrão de vida nababesco que têm”, acusa um dissidente. Se nos anos 1990 a opulência do casal servia de chamariz para os adeptos da teologia da prosperidade, que celebra a riqueza material como uma dádiva proporcional ao fervor com que o devoto professa sua fé, hoje ela é uma ameaça à sobrevivência da instituição.

Mas como uma neopentecostal de envergadura internacional, que trouxe eventos gigantescos ao País, como a Marcha para Jesus, capaz de arregimentar 3,5 milhões de pessoas na capital paulista num único dia, e criou marcas de imenso sucesso como o Renascer Praise – o maior show de música gospel do Brasil, com mais de 15 edições –, entrou numa espiral descendente e, aparentemente, irreversível, de prestígio e credibilidade? Por que uma líder tão carismática como Sônia Hernandes perdeu apelo tão rápido? Dois eventos, próximos um do outro, desencadearam a derrocada da instituição. O primeiro começou na madrugada do dia 14 de janeiro de 2007, uma terça-feira. A caminho de Miami, nos Estados Unidos, Sônia, Estevam, dois filhos e três netos embarcaram na primeira classe de um voo levando US$ 56.467 em dinheiro. Ao pousar, tentaram passar pela alfândega americana sem declarar o valor. Foram pegos, presos, admitiram a culpa e cumpriram pena de reclusão em regime fechado e semi-aberto. Na época veio a público a informação de que parte da quantia foi encontrada dentro de uma “Bíblia”.

O impacto na igreja por aqui foi de nítido enfraquecimento. Segundo o professor Paulo Romeiro, da pós-graduação em ciências da religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, casos como esse podem até reforçar os laços de quem tem vínculos exclusivamente emocionais com a instituição. Mas para o fiel pragmático – cada vez mais presente no rol de devotos, como bem mostra a alta no trânsito religioso entre denominações – a força de um caso desse pode ser devastadora. Somada às acusações de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e estelionato feitas pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), que vieram a público em 2007, a prisão nos Estados Unidos potencializou as incertezas dos fiéis. “Eles perderam a confiança do rebanho”, garante outro dissidente. Em 2008, o reflexo da debandada chegou aos cofres da instituição. Naquele ano, como arrecadou menos, a dívida com aluguéis de imóveis bateu os R$ 7 milhões.

Pouco depois, enquanto o casal ainda cumpria pena nos Estados Unidos, veio o segundo baque. Em 18 de janeiro de 2009 o telhado da sede da Renascer, na avenida Lins de Vasconcelos, no Cambuci, área central de São Paulo, desabou. No espaço onde boa parte dos cultos era filmada e transmitida, nove pessoas morreram e 117 ficaram feridas. Um laudo preliminar apontou como causa do acidente problemas de conservação e manutenção da estrutura. Dois anos e oito meses após a tragédia, ninguém foi formalmente indenizado. Em pelo menos dez processos, a igreja foi condenada a pagar valores aos fiéis e parentes das vítimas fatais que variam entre R$ 10 mil e R$ 150 mil. Mas os representantes da entidade recorreram de todas as decisões de primeira instância. Somente o advogado Ademar Gomes promove 37 ações de indenização. “A responsabilidade da igreja em relação ao que aconteceu já está comprovada pelos laudos técnicos do Instituto de Criminalística.” O professor de inglês Juris Megnis Júnior, 43 anos, perdeu a mãe, Maria Amélia de Almeida, 60, e a avó Acir Alves da Silva, 79. Sem chance de escapar dos escombros, elas morreram abraçadas. “Não há um dia em que não pense nisso. Nada vai reparar”, afirma. Dirigentes da Renascer respondem criminalmente e na área cível pelo caso em dois processos, que ainda não têm perspectiva de desfecho.

Com a credibilidade abalada, a frequência nas igrejas e a arrecadação caíram ainda mais. Nas reuniões com o bispado nessa época, que aconteciam às terças-feiras, para rever os resultados da semana anterior, as humilhações se multiplicaram. Se antes Estevam e Sônia maltratavam os bispos que não atingiam as metas, agora, dos Estados Unidos, as broncas vinham por videoconferência, com muito mais veemência. “As reu­niões sempre foram um massacre”, lembra um dissidente. “Mas, com eles nos Estados Unidos, as coisas pioraram, embora um time de bispos daqui, junto com o filho do casal, o bispo Tid, tenha articulado um saneamento nas contas da instituição.”

Quando o plano começou a dar resultados, em agosto de 2009, Tid, ou Felippe Daniel Hernandes, precisou fazer uma operação para reparar uma cirurgia de redução de estômago malsucedida. Durante o procedimento, ele teve uma parada cardiorrespiratória que causou um edema cerebral, comprometendo o funcionamento do órgão e, para todos os efeitos, interditando Tid, que passou a viver em estado vegetativo. A fatalidade, terrível para qualquer família, foi ainda pior para os Hernandes, que tinham no filho um sucessor natural preparado para assumir a Renascer quando Sônia e Estevam se aposentassem. O futuro de uma igreja que já se arrastava ficou ainda mais incerto. Embora na instituição ainda se fale em um milagre, para os médicos, o coma do herdeiro, hoje com atividade neurológica quase nula, é irreversível. Sônia é vista quase diariamente visitando o filho na ala de tratamento semi-intensivo do Hospital Albert Einstein. Muitas vezes a visita é feita tarde da noite, depois dos cultos. Quando Tid precisa passar por qualquer procedimento, como foi o caso na semana do dia 5 de setembro, momento em que trocou uma sonda de alimentação, a bispa para tudo para ficar ao lado do primogênito.

Em meados de 2009, foi o agravamento do estado de Tid que adiantou a volta do casal dos Estados Unidos. A Justiça americana autorizou o retorno 15 dias antes do fim da sentença, no começo de agosto, para que os pais estivessem no Brasil, caso o estado de saúde do filho piorasse. O retorno marcou uma piora na instituição. O saneamento das contas foi interrompido de vez e a torneira voltou a se abrir para bancar os gastos de Estevam e Sônia. “Não podíamos tirar da contagem nem o dinheiro para pagar o papel higiênico, que dirá o aluguel do templo”, diz um bispo sobre a época que sucedeu o retorno do casal. Contagem é o nome dado pelos religiosos para o procedimento que acontece logo depois do culto, quando as doações são somadas. “Tínhamos que remeter tudo direto para a sede.” Com o aluguel atrasado em diversos locais, a igreja começou a receber ordens de despejo. Em levantamento de dezembro de 2010 feito pelo site Folha Renascer, uma espécie de fórum aberto sobre assuntos ligados à igreja dos Hernandes, 29 templos aparecem com a ordem registrada por falta de pagamento de aluguel em nove foros paulistanos. Hoje com fama de má pagadora, a Renascer tem dificuldade de encontrar proprietários dispostos a tê-la como inquilina.

Foi também em 2010 que a igreja perdeu seu garoto-propaganda e principal dizimista, o jogador de futebol Kaká. Com a mulher, Caroline Celico, eles formavam uma dupla que fortalecia e divulgava a Renascer no Brasil e no mundo. O casal Hernandes não comenta a saída, muito menos o atleta do Real Madrid. Apenas Caroline arrisca alguns comentários enviesados. “Confiei no que me falavam. Parei de buscar as respostas de Deus para mim e comecei a andar de acordo com a interpretação dos homens”, escreveu ela em seu blog. O mau uso do dízimo pago pelo craque, que sabia do fechamento de templos e da fuga de lideranças, teria motivado o rompimento com a igreja. Foi um baque financeiro e tanto. Kaká é o sexto jogador mais bem pago do mundo e, estima-se, depositava nas contas da Renascer 10% dos R$ 21 milhões anuais que recebia.

No fim, quem mais sofre é o fiel. Sua religiosidade acaba envolvida, marginal e injustamente, em questões pouco sagradas. Os evangélicos têm todo o direito de pagar o dízimo e as igrejas de recolhê-lo. O problema é quando o dinheiro desaparece dos templos para reaparecer em forma de ternos, sapatos, brincos e anéis de lideranças pouco comprometidas com a fé. “Estamos nos trâmites finais do processo, em primeira instância, que acusa tanto Estevam quanto Sônia por dissimulação de patrimônio, também conhecida como lavagem de dinheiro”, diz o promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público de São Paulo (Gaeco-SP), Arthur Lemos Júnior. O casal costuma atribuir as acusações à perseguição ou à ação de forças malignas. Até meados dos anos 2000 esse discurso tinha algum efeito. Hoje, porém, as coisas mudaram. “A Renascer nunca mais será o que foi”, sentencia Romeiro. Será difícil honrar seu nome de batismo.

Fonte : http://www.istoe.com.br/reportagens/paginar/158676_O+DECLINIO+DA+IGREJA+DA+BISPA+SONIA/2

29 de ago. de 2011

Igreja e pastor são condenados a pagar indenização de R$ 100 mil por danos morais.



O juiz Carlos Alberto Sá da Silveira, da 6ª Vara Cível de Fortaleza, condenou a Igreja Evangélica Assembleia de Deus/Ministério Bela Vista no Ceará e o pastor José Teixeira Rego Neto a pagar R$ 100 mil de indenização por danos morais para A.S.S.. A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico do dia (09/08).


De acordo com o processo (nº 537656-89.2000.8.06.0001/0), em 28 de janeiro de 2001, no templo central da Igreja, o pastor chamou A.S.S. de adúltera. Afirmou também que ela havia mantido relacionamento sexual com o próprio filho. As declarações foram feitas diante da congregação.

A.S.S. alegou que teve a vida exposta à execração pública, o que gerou prejuízos de ordem moral. Na contestação, José Teixeira Rego Neto negou a acusação e pediu a improcedência da ação.

No entanto, o juiz considerou que a prova testemunhal produzida pelo pastor não teve o necessário alcance para contrariar a tese da vítima. “Examinando cuidadosamente a prova dos autos, convenci-me que assiste razão à autora. Destaco que o promovido declarou em depoimento que celebrou acordo com o Ministério Público para pôr termo à ação penal intentada pela autora em razão dos fatos narrados na exordial. Ora, as acusações assacadas pela autora contra o promovido são muito sérias. Se o processo criminal fosse adiante e não restassem comprovadas, seria a autora processada por crime de denunciação caluniosa. Desse modo, ao meu entender, a celebração de acordo nos autos do processo criminal implica reconhecimento de culpa”.

O magistrado ressaltou, ainda, que os fatos foram confirmados por testemunhas. Além da indenização de R$ 100 mil, o pastor e a Igreja Evangélica Assembleia de Deus devem pagar as custas processuais e os honorários advocatícios.

Tribuna do Cariri





Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

23 de ago. de 2011

Milhões de protestantes voltando à Igreja Católica? Veja os Números.


Os números foram recolhidos por Gabriel Xongro.

Veja!

400.000 da igreja da Irlanda: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=11760

13,4 milhões da igreja da Inglaterra: http://www.pesquisas.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=209:abertura-da-igreja-catolica-para-anglicanos-aumenta-expectativa-de-fim-de-celibato&catid=27:mundo&Itemid=349

7 milhões da igreja da Suécia que estão em comunhão com o conselho de Lambeth 4,6 milhões da igreja da Finlândia 4,5 milhões da igreja da Dinamarca 4 milhões da igreja da Noruega; todas em comunhão com o conselho de Lambeth http://www.centroestudosanglicanos.com.br/bancodetextos/historiadaigreja/o_anglicanismo_da_inglaterra_para_eua_sumio.pdf (O site http://ofimdosevangelicos.blogspot.com/ cita Jaime Francisco de Moura – CN em 26 Maio de 2005./Zenit/ ehttp://brasasc.weblogger.terra.com.br/200505_brasasc_arquivo.htm sobre a igreja da Finlândia, mas o site está fora do ar).

A Igreja Anglo-luterana decidiu abertamente aderir a comunhão católica: 11.000 http://www.comshalom.org/noticias/exibir.php?not_id=4394 http://padremarcelotenorio.blogspot.com/2011/02/grupo-de-11-mil-luteranos-ingressara-na.html

Grande parte da população dos países bálticos já é católica, mas uma parte da população é de tradição protestante, e está em comunhão com o conselho de Lambeth: 450.000

Existem ainda muitos anglicanos descontentes com as recentes mudanças desesperadas das igrejas anglicanas para segurar os fiéis, atualmente o número de anglicanos já ultrapassa 77 milhões.

Ainda não podemos dizer que rumo tomarão os membros da igreja católica apostólica brasileira, que sempre indicou estar em comunhão com a igreja anglicana e não-reconhece o concílio Vaticano II, assim como as igrejas vétero-católicas de comunhão anglicana que inclusive sagraram uma sacerdotiza. Assim como as igrejas católicas americana e polonesa.

Ainda não sei o resultado do Conselho Metodista Mundial que reúne 75 milhões de metodistas sob suas decisões, mas se indicava uma grande aproximação. O conselho se reuniu dia 3 deste mês.

Além destes fatos, outros indicativos são o grande número de “VENDAS DE IGREJAS”: Se quiser comprar uma entre aqui que ainda existem várias promoções:http://www.property.org.uk/unique/ch.html várias igrejas na Suécia, Dinamarca, Grã-Bretanha, Alemanha e Holanda já foram vendidas.

Os números do IBGE são bons para o Brasil, nos últimos anos parou finalmente a queda no número de católicos e nos EUA, mesmo com os escândalos, tem aumentado o número de católicos.

A igreja Universal do reino de Deus teve uma queda de 24% no número de seguidores, conforme apontou o IBGE neste mês de Agosto de 2011

É prevsível que uma pequena parcela destes milhões não acompanhe a migração massiva para a Igreja. Mas, se nos basearmos na Conferência de Lambeth, que orienta a comunhão anglicana e rege 80 milhões de fiéis, o número é esse mesmo. As igrejas luteranas da Finlândia (http://www.pime.org.br/noticias2005/noticiasfinlandia1.htm) e dos demais países nórdicos, bem como os luteranos dos países bálticos também fazem parte e estão em adesão à Conferência de Lambeth.

Pode ser que parte dos vétero-católicos, e a igreja católica brasileira, por estarem em comunhão com a Igreja anglicana, também acabem cedendo. Existe ainda uma sinalização de aproximação dos metodistas (75 milhões, o conselho deles se reuniu agora até dia 3 de agosto).

Fora os dados estatísticos recentes, que apontam o aumento de católicos nos EUA, e o aumento no número de VENDAS DE IGREJAS, isso mesmo, tem crescido o número de igrejas protestantes vendendo seus imóveis, se quiser verificar:http://www.property.org.uk/unique/ch.shtml tem várias sendo vendidas neste site.


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/


1 de ago. de 2011

Casal processa Igreja Universal após doar bens para a “fogueira santa” mas não ter a cura prometida para o filho.


Uma família de Nova Ponte, no Triângulo Mineiro, entrou na justiça contra a igreja Universal. Ela teria sido enganada com a promessa da cura do filho, que tem vários problemas de saúde.

Um casal da cidade tem um filho de cinco anos. A criança nasceu prematura e aos dois meses teve hidrocefalia, uma doença no cérebro. Depois ele contraiu meningite cinco vezes e acabou com paralisia cerebral.

Segundo o pai da criança, o operador de máquina Wederson Reis da Silva, a doença não tem cura. “Só Deus mesmo”, comenta.

Em 2009, quando o filho tinha três anos de idade, os pais acreditavam em uma cura divina, baseada na fé. O incentivo teria vindo de um pastor de uma igreja Universal do Reino de Deus, em Nova Ponte. “Na época eles pediram que a gente participasse da fogueira santa”, lembra Wederson.

Mas para participar da fogueira santa, os pais teriam que doar bens materiais e dinheiro à igreja. “Teríamos de doar nossos bens mais valiosos como carro, jóias. Demos R$800 em dinheiro”, conta o pai da criança.

Só que a cura prometida não veio. O filho do casal continua do mesmo jeito e ainda com prejuízos materiais. Sem carro e sem dinheiro, a situação da família ficou ainda mais difícil. A mãe, Paola Amália Souza, diz que não tem como levar o filho ao médico porque não tinha carro e também não tinha dinheiro para pagar o aluguel. “Me sinto enganada”, desabafa.

O pastor que teria supostamente enganado a família com promessas milagrosas de cura e cobrado por isso já não mora mais na cidade. Mesmo assim, chateados, os pais ainda em 2009 contrataram um advogado e entraram na justiça.

Nesta quinta-feira (28) foi realizada no fórum de Nova Ponte, a primeira audiência entre a família e representantes da igreja Universal. O advogado da família, João Paulo Nunes, disse que vai pedir indenização por danos morais e a devolução dos bens doados à igreja.

A igreja Universal mandou uma representante e um advogado de Belo Horizonte, mas nenhum deles quis gravar entrevista. A audiência durou quase duas horas. Testemunhas dois lados foram ouvidas.

Fonte: Mega Minas

13 de jul. de 2011

Marta Suplicy fala sobre “novo” PLC 122.


Remodelagem e troca de nome e número turbinarão sua missão e essência?

Julio Severo
Em entrevista ao programa homossexual de rádio CBN Mix Brasil, transmitido em 10 de julho de 2011, a senadora petista Marta Suplicy fala tudo sobre o PLC 122 e reafirma que o projeto não será arquivado.
Ela também disse: “Temos de mudar o número do PLC 122. Uma coisa tem de ficar clara: Não vai ser eu, com o histórico que tenho de vida, que vou colocar o conteúdo do PLC 122 no lixo. Isso não existe”.
A entrevista traz revelações importantíssimas sobre as ações de Marta para avançar o novo e camuflado PLC 122.
Para ouvir a entrevista em duas partes, acesse:
Enquanto muitos estarão de férias em julho, Marta, Marcelo Crivella e outros estarão remodelando o PLC 122, com novo nome, número e aparência, para turbinar sua missão e essência.
Participa também da remodelação Toni Reis, presidente da ABGLT, a maior organização homossexual do Brasil,envolvida no escândalo de ter recebido milhões do governo federal para produzir o infame kit gay.
As artimanhas para avançar o PLC 122 estão mais para novela da Globo. Por pura coincidência, sua relatora passou anos no planeta global.
Primeiro, Fátima Cleide, a antiga relatora, e Iara Bernardi, a autora do projeto, haviam assegurado ao Brasil que o PLC 122 era apenas para proteger os homossexuais e não representava ameaça aos cristãos. Ambas pagaram caro nas urnas. E deviam também lavar a boca com sabão.
Depois, vem Suplicy que, para tentar agradar aos cristãos, promete garantir liberdade de expressão somente dentro das igrejas, conforme foi registrado em vídeo editado por mim aqui.
Quando esse truque não funcionou, Suplicy se reúne com o senador Magno Malta e outros políticos evangélicos amigos do PT. Malta, todo entusiasmado, disse que nesse encontro Marta afirmara ter sepultado o PLC 122, o que foi publicamente negado pela senadora.
Dias atrás, outro entusiasmado foi o senador Marcelo Crivella, que, para garantir que os cristãos possam ter assegurado o direito constitucional de criticar a sodomia pelo menos dentro dos templos, fez para Suplicy a concessão de aumentar as penas para os crimes contra o homossexualismo.
Essa concessão nos deixará numa situação interessante. Sem concessão, veja a realidade: Um homossexual adulto recentemente aliciou um menor de idade. Em outros tempos, tal crime poderia render uma pena pesada para o criminoso. Hoje, se esse homem homossexual chegar a ser considerado culpado, ele terá de fazer “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”. Essa será sua punição.
Em contraste, pelo PLC 122, se você contratar um homem para sua empresa ou para trabalhar na sua casa, ou mesmo contratá-lo como professor particular de seus filhos para educá-los na sua casa, e o homem chegar para trabalhar vestido como mulher, você estará impedido de despedi-lo, sob pena não de fazer “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”, mas de passar de dois a três anos na cadeia — como se você fosse mais perigoso do que um homossexual aliciador de menores!
Com o aumento da pena que Crivella recomendou, você poderá passar mais anos no xadrez, enquanto que o homossexual aliciador de menores de idade estará fazendo “doação de cestas básicas e prestação de serviços a comunidade”. O depravado fica à solta na comunidade enquanto que você, que é marido e pai de filhos, tem de ficar atrás das grades.
O texto preliminar que Marta entregou para Crivella está abaixo, mas preste atenção: A senadora deixou claro que esse não é o documento final. Haverá algumas “melhorias” nos próximos dias, numa novela que promete ter muitos capítulos pela frente.
Tal qual o entusiasmado Malta, Crivella está empolgado com a versão preliminar.
Mas vou ser sincero: não me sinto empolgado quando os amigos de Dilma Rousseff estão debatendo o nosso futuro. Quer sejam evangélicos ou não, os amigos da Dilma não são os nossos amigos. Quer sejam evangélicos ou não, os amigos do PT não são os nossos amigos.
O fato é que, mesmo sem nenhum PLC 122 no Brasil, já está havendo perseguição contra os cristãos. Em 2007, o Rev. Ademir Kreutzfeld, da Igreja Luterana de Santa Catarina, foi intimado por “homofobia”. Dias atrás, um pastor foi detido na Praça da Sé em São Paulo, porque um ouvinte gay “ofendido” chamou a polícia quando o pastor pregou textos bíblicos contra a sodomia.
Qualquer projeto de lei que dê o mínimo respaldo para a agenda gay será um prato cheio nas mãos dos militantes gays e seus simpatizantes.
Aqui vai o texto preliminar do novo PLC 122:
Criminaliza condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal para punir, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Esta Lei define crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.
Art. 2º Para efeito desta Lei, o termo sexo é utilizado para distinguir homens e mulheres, o termo orientação sexual refere-se à heterossexualidade, à homossexualidade e à bissexualidade, e o termo identidade de gênero a transexualidade e travestilidade.
Discriminação no mercado de trabalho
Art. 3º Deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.
§ 1º A pena é aumentada de um terço se a discriminação se dá no acesso aos cargos, funções e contratos da Administração Pública.
§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Discriminação nas relações de consumo
Art. 4º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.
Indução à violência
Art. 5º Induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos, além da pena aplicada à violência.
Art. 6º O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 61……………………………………………………………………….
II…………………………………………………………………………………
m) motivado por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”
Art. 121……………………………………………………………………………..
§ 2º……………………………………………………………………………………
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VI – em decorrência de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 129……………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………….
§ 9o Se a lesão for praticada contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou com quem conviva ou tenha convivido, ou, ainda, prevalecendo-se o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade ou em motivada por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 140……………………………………………………………………………..
“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
………………………………………………………” (NR)
“Art. 288……………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………
Parágrafo único – A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado ou se a associação destina-se a cometer crimes por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Art. 7º Suprima-se o nomem iuris violência doméstica que antecede o § 9º, do art. 129, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal.
Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.