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3 de jun. de 2012

A Marcha das Vadias e a pergunta que não quer calar: o que a Igreja tem a ver com isso?

Vimos no final do mês passado, que após um policial afirmar que uma vítima de estupro teria evitado a violência se não estivesse vestida como vadia, uma mobilização mundial em torno das causas feministas e gayzistas pelas ruas.

No Brasil, a causa ganhou destaque pela sua total falta de respeito aos católicas: ativistas entraram numa igreja em Copacabana, com os seios de fora, durante uma missa para crianças, exigindo que a Igreja pare de se intrometer no assunto aborto, homossexualismo e reprodução.

Mas as marchas não pararam por aí. Neste final de semana, em algumas cidades, houve marcha. Aqui onde eu moro, teve.

Estava no centro passeando com alguns familiares quando vi a marcha, imponente, seguindo. Havia travestis, gays, homens e mulheres 'lutando' contra o machismo.

Lendo os cartazes, não pude deixar de me deparar com um em especial; "Tire os seus rosários dos meus ovários". Esta frase, tão piegas, não é nova. Foi divulgada em outras passeatas mundo a fora. Contudo, chamou-me a atenção para o fato de estes manifestantes, em nenhum momento, terem criado cartazes contra a polícia,  e sim, contra a Igreja Católica.

Não que eu fosse a favor de que houvesse injúrias contra a polícia. Ao contrário! Porém, se o motivo da marcha era o fato de um policial ter dito o que não devia - segundo os manifestantes - porque raios os cartazes eram direcionados a Igreja???

Notem o escrito na foto desta postagem: "se o Papa fosse mulher, o aborto seria legal". Me pergunto a que ponto chega a incompetência intelectual desta histeria coletiva! Acaso não sabem que o fato de a Igreja ser contra o aborto nada tem a ver com machismo? Será, então, que o espíritas, que nem cristãos são, porém, são desfavoráveis ao aborto, se fazem contra esta eugenia graças ao fato de Allan Kardec ser homem???

Cheguei à conclusão que estes 'manifestantes-de-tudo-um-pouco' mal sabem a causa que defendem. No fundo, agem como artistas que, sem estrelato, causam uma polêmica pelo ibope. Estes manifestantes, pelo mundo todo, aproveitam o ensejo de qualquer coisa para defenderem o indefensável: liberação da prostituição como trabalho digno, casamento homossexual e aborto.

E enquanto isso, o mundo segue infantilizado, onde adultos agem como crianças birrentas, exigindo direitos sem cumprirem os deveres...

23 de fev. de 2012

Promotora do aborto na Colômbia se disfarça de “bispa” e desrespeita Igreja.


ACI

A abortista Mónica Roa,uma das protagonistas que junto a transnacionais anti-vida conseguiram despenalização do aborto na Colômbia em 2006, disfarçou-se de “bispa” zombando da Igreja Católica e da fé que professam milhões de colombianos.

Roa, também dirigente da ONG abortista Women’s Link International, publicou em sua conta de Facebook uma foto na que usa uma mitra e algo parecido a uma casula de cor roxa. Na publicação da imagem pediu opiniões de seus seguidores e nomes para sua “fantasia”.

Nos comentários só há insultos contra o Vaticano e o Papa.

A respeito desta atitude, o Secretário Geral da Conferência Episcopal da Colômbia, Dom Juan Vicente Córdoba, assinalou em 20 de fevereiro ao ACI Imprensa que ”isso vai além de algo jocoso ou de uma piada de mau gosto, chegando ao plano do desrespeito. Uma coisa é ter princípios ou idéias distintas e outra coisa burlar-se dos cargos ou das instituições, da Igreja ou não”.

Dom Córdoba disse ademais que “sua brincadeira, feita nos dias de halloween é intolerável para a Igreja (…)porque a Igreja sempre defenderá a vida”.

“O que fez foi uma burla infantil que não se compara com o que pode ser dito de uma enfermeira, um policial, um doutor, etc.”, acrescentou.

O Prelado recordou logo que “em seu momento nós o denunciamos, e não foi em um plano de conflito, porém foi necessário fazer um pronunciamento por não estar de acordo com o que ela fez, a Igreja não deve ser burlada dessa forma”.

Em sua campanha pela imposição do aborto como um “direito” na Colômbia, em que apoiada pelos principais meios de comunicação do país, Mónica Roa agora tem uma campanha contra o Procurador geral da Nação, Alejandro Ordóñez Maldonado.

Roa não tolera que Ordónez tenha se manifestado a favor da vida e contra do aborto em repetidas oportunidades, assim como a favor do matrimônio e da família tradicional, e portanto contra as uniões homossexuais.

Esta postura valeu ao procurador reiterados ataques de Roa e de outros grupos abortistas na Colômbia, que junto de diversos membros da esquerda iniciaram uma campanha titulada “Procura”, para evitar que Ordóñez seja reeleito no cargo.

“Procura”, que também tem um site criado pelo Women’s Link, recolhe os testemunhos de alguns colombianos que agridem o procurador por sua defesa da vida.

A respeito, Alejandro Ordóñez Maldonado disse ao jornal colombiano El País que os ataques pessoais e contra sua gestão são produto de uma espécie de “cristãofobia”.

O procurador Ordóñez foi fortemente criticado por uma minoria que ignora que em agosto do ano passado mais de 5 milhões de colombianos manifestaram sua posição contrária ao aborto, acompanhando com sua assinatura uma proposta legislativa que procurava uma mudança constitucional à lei que agora permite o aborto seja despenalizado –que ao final rechaçada para tentar proteger o direito fundamental à vida da concepção.

Ordóñez Maldonado explicou que, segundo a lógica dos seus críticos, “os católicos não poderiam aspirar a cargos públicos e só poderiam pagar impostos e prestar serviço militar, porque não poderiam pronunciar um pensamento jurídico ou político que seja eticamente correto”.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/


6 de jan. de 2012

Feministas antifemininas


Gregorio Vivanco Lopes

A pretexto de igualdade, há quem procure arrancar da mulher seu caráter feminino. Refiro-me ao movimento feminista, o qual poderia mais bem se chamar antifeminino.
O papel da mulher na sociedade é altamente respeitável. Esse respeito era evidenciado, algum tempo atrás, até nos pequenos detalhes da vida quotidiana: fazer com que passassem à frente nas portas, oferecer-lhes os melhores lugares nos transportes coletivos, etc.
As moças solteiras eram especialmente protegidas por seus pais; as casadas, tratadas com delicadeza por seus maridos; as mães, veneradas por seus filhos; as anciãs, tidas quase como sagradas na família.
Contra tudo isso investiu a revolução feminista. Buscou arrancar da mulher sua delicadeza, lançando-a abruptamente nas situações mais ásperas da vida; fez com que seu exterior, marcado pelo recato e pela modéstia, fosse substituído por modos toscos que beiram não raro a grosseria; trocou sua singela pureza e seu pudor sensível por exibicionismos e “liberdades”, antes só encontradiços em certos bairros ou ambientes de má fama; a beleza e o colorido de suas vestes foram substituídos por trajes masculinizados ou imorais; a graça feminina, dom eminentemente do espírito, pela sensualidade transbordante.
Felizmente muitas mulheres têm sabido resistir a essa pressão — que a mídia e a moda propagam de todos os modos — e mantêm íntegras suas qualidades femininas. Outras talvez se deixem coagir num ou outro ponto e resistam nos demais. Haverá as que naufraguem nas ondas do feminismo.

O certo é que a revolução feminista atua globalmente nessa direção e visa a arrancar das mulheres suas características próprias e inconfundíveis. Isso vai tão longe que já começa a produzir reações.

O importante diário madrilense“El País” (8-10-11) publica reportagem intitulada “Uma crise hiper-feminina — Nesta temporada volta a mulher-mulher”. Trata da retomada de adereços e maquilagens femininos que haviam caído em desuso. Não é o caso aqui de especificar quais sejam esses enfeites. O que nos importa constatar é o caráter reivindicatório desse retorno:“Reivindica-se a feminilidade [...] ou seja, volta o eterno feminino”.
Depõe a respeito Víctor del Río, escritor e professor de Teoria da Estética na Universidade de Salamanca: “A crítica a este estereótipo [feminino] tem sido contundente durante décadas. O feminismo lutou contra a estética tradicional nos anos sessenta e setenta. Seu discurso era político”.
“Mas agora — comenta a reportagem — definitivamente, a referência volta a ser a ‘mulher-mulher’.”
Para o escritor Oscar Scopa, “se em anos anteriores apostou-se na mescla de gêneros, agora se volta ao tradicional”.
* * *

É também ilustrativo o depoimento da escritora e jornalista Danuza Leão, no artigo“Falando de igualdade” (“Folha de S. Paulo”, 16-10-11).
“Dilma deverá escolher entre quatro nomes cotados para o cargo [ministro do STF]. Nenhum homem faz parte da lista. Muito bonito dar força às mulheres, nomeá-las para cargos importantes, mostrar ao mundo que o Brasil acredita na igualdade dos sexos etc. e tal; mas menos, presidente, menos. Não é possível que no país inteiro só existam quatro pessoas com capacidade para exercer o cargo de juiz do STF, e que as quatro sejam mulheres.


“Quantas ministras temos no governo? São nove ou dez, fora as que exercem altos postos na administração. Será que não chega? [...] Não adianta existir uma lei obrigando os partidos a terem 20% de candidatos do sexo feminino; se poucas se candidatam a cargos eletivos, é porque não querem, elas têm esse direito [...] Essa história de fazer discursos sobre as conquistas femininas ficou velha [...] Modernize-se, presidente”.

Modelo por excelência para o sexo feminino é Maria Santíssima, a “bendita entre todas as mulheres”.


Fonte: http://www.ipco.org.br

30 de ago. de 2011

Mulheres cada vez mais pornoficadas pela mídia popular



Jeremy Kryn




BUFFALO, NY, August 26 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um estudo feito por sociólogos da Universidade de Buffalo revelou um aumento em imagens “pornoficadas” de mulheres nos meios de comunicação populares. Os pesquisadores estão alertando que essas descobertas são motivo para preocupação porque uma pesquisa anterior revelou que tais imagens de mulheres têm consequências negativas para homens e mulheres.
Erin Hatton e Mary Nell Trautner, professores assistentes no Departamento de Sociologia da Universidade de Buffalo (UB), são os autores do estudo “Equal Opportunity Objectification? The Sexualization of Men and Women on the Cover of Rolling Stone” (Objetificação de Oportunidade Igual? A Sexualização de Homens e Mulheres na Capa da Revista Rolling Stone), que será publicado na edição de setembro da revista “Sexuality & Culture” (Sexualidade e Cultura).
Hatton e Trautner examinaram mais de 1.000 imagens de homens e mulheres na revista “Rolling Stone” de 1967 a 2009. Eles escolheram “Rolling Stone”, de acordo com Hatton, porque “ela é um veículo de comunicação bem estabelecido da cultura popular. Não é explicitamente sobre sexo ou relacionamentos… e assim oferece uma janela útil para vermos como as mulheres e os homens são geralmente retratados na cultura popular”.
Os autores mediram a intensidade das representações sexualizadas desenvolvendo uma “escala de sexualização”. A escala dá pontos de imagens por sexualização se os lábios da pessoa focada estão abertos ou a língua estava aparecendo, se a pessoa focada está parcialmente vestida ou nua, ou se o texto que descreve a pessoa focada usou linguagem sexualmente explícita.
Hatton e Trautner revelaram que na década de 1960, 11% dos homens e 44% das mulheres na capa da “Rolling Stone” eram sexualizadas. Na década de 2000, a percentagem de homens que eram sexualizados havia aumentado para 17% e a percentagem de mulheres para 83%.
“Na década de 2000, havia 10 vezes mais imagens hipersexualizadas de mulheres do que de homens, e 11 vezes mais imagens não sexualizadas de homens do que de mulheres”, disse Hatton.
“Constatou-se que representações sexualizadas de mulheres legitimavam ou agravavam a violência contra as mulheres e meninas, bem como assédio sexual e atitudes anti-mulheres entre homens e meninos”, diz Hatton. “Tais imagens também demonstram aumentar os índices de descontentamento físico e/ou desordens nos hábitos de comer entre homens, mulheres e meninas; e eles também demonstram diminuir a satisfação sexual entre homens e mulheres”.
“Embora na superfície essas descobertas não sejam de surpreender, fiquei realmente surpreso com a intensidade da sexualização das mulheres relativa aos homens”, Hatton disse para LifeSiteNews (LSN).
“Tais imagens foram muito criticadas na década de 1970, mas desde então nós como cultura não pensamos que elas sejam particularmente problemáticas”, ela disse. “As pessoas dizem, ‘Pois bem, o que esperar? O sexo ajuda a vender!’ Ou, ‘Somos uma sociedade sexual’. Mas se esse fosse o caso, teríamos imagens hipersexualizadas de mulheres, mas não homens, ao longo do tempo”.
“Acho que é hora de abrirmos um novo e acalorado debate público sobre o uso generalizado de tais imagens e o problema que provocam, e penso que haveria acordo geral de ambos os lados do espectro político de que essas imagens são problemáticas”, disse Hatton.

Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/

8 de ago. de 2011

Mulheres têm cérebro mais ativo do que os homens.Isso não é cultural!


Um estudo canadense revela que os homens, quando comparados com as mulheres, apresentam uma predisposição maior para viver sem pensar.

A descoberta ocorreu acidentalmente durante uma pesquisa sobre esquizofrenia. Enquanto o cérebro das mulheres consegue atender inúmeras solicitações ao mesmo tempo, o cérebro dos homens entra mais frequentemente em repouso, revela o estudo liderado por Adrianna Mendrek, pesquisadora canadense do departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal.

Na verdade, os homens são mais dados a viver do que a pensar, menciona o trabalho dos pesquisadores que chegaram à conclusão que os cérebro masculino entra com maior facilidade em repouso durante uma pesquisa sobre esquizofrenia.

“Na realidade, os cérebros estão sempre ativos. É uma questão de intensidade, mas podemos dizer que o cérebro dos homens repousa mais do que o das mulheres”, explicou Adrianna Mendrek, em declarações ao jornal francês Le Figaro.

Segundo a investigadora, existe uma explicação neurológica para essa característica que dota os homens com a capacidade “de não pensar em nada”. A atividade neural do cérebro é maior em pessoas do sexo feminino, por isso o cérebro dos homens entra em repouso com mais facilidade.

A descoberta surgiu por mero acaso, já que a área de estudos de Adrianna Mendrek é a esquizofrenia – um transtorno mental que difere entre os sexos em termos de idade de início, sintomatologia, resposta à medicação e anormalidades estruturais do cérebro. Nesse contexto, analisou diversos sujeitos de ambos os sexos afetados por essa doença e comparou a sua atividade cerebral.

Jornal de Notícias

Nota: Para quem achava que as distinções entre homens e mulheres eram apenas “construções sociais”, essa pesquisa mostra algo diferente. Homem e mulher foram criados diferentes e complementares.[MB]

Fonte: http://www.comshalom.org

20 de jun. de 2011

Apesar da “erotização de nossa sociedade” é possível ser jovem casto? SIM!




Pesquisa realizada com jovens de 13 a 18 anos nos Estados Unidos mostrou que a maioria deles (61%) quer permanecer virgem até o casamento.

Realizada entre agosto e outubro de 2010 pelos Drs. Rene Paulson e Jacquelyn Pennings sob os auspícios da organização OneHope, 5.108 jovens participaram da pesquisa.

Em comunicado de imprensa, a OneHope comentou que os resultados foram “surpreendentes”, dada a elevada exposição dos adolescentes ao conteúdo sexualmente explícito da mídia.

A pesquisa abrange uma vastidão de assuntos que não é o caso de tratar aqui. Alguns deles, entretanto, tem relação com o tema que nos ocupa:

57% acreditam que, se forem boas pessoas e fizerem boas obras, irão para o Céu.

82% acreditam que Deus instituiu o casamento para durar toda a vida.

Apenas 16% acham que a relação sexual entre duas pessoas não casadas é moralmente aceitável.

79% nunca tiveram relação sexual.

84 e 87% respectivamente disseram que não tinham visto um filme pornográfico ou lido uma revista do mesmo nível.(1)

O número de jovens africanos que se comprometeram a praticar a “pureza bíblica” – abstinência sexual até o casamento – coordenados pela associação True Love Waits Internacional (Aguardando o Amor Verdadeiro) sobe a mais de 959 mil desde o lançamento da campanha no verão de 2007.

Além disso, quase 46 mil adultos casados fizeram o compromisso de fidelidade.

De abril a outubro de 2010, o total de compromissos cresceu em mais de 70 mil entre jovens africanos.

Nas Filipinas, 22 mil estudantes entre 15 e 24 anos assinaram análogo compromisso no ano passado, depois de passar por cursos de formação.

“Estamos muito perto de ter um milhão de jovens na África fazendo documentados compromissos de pureza bíblica, o que será um marco incrível”, disse Jimmy Hester, co-fundador da True Love Waits (www.truelovewaits.com).

“Em um continente devastado pela Aids, esses compromissos africanos tem consequências literalmente de vida ou morte”, disse Hester.

Durante uma apresentação na Zâmbia, uma mocinha se levantou e disse: “True Love Waits é um bom programa. Temo-nos beneficiado e nossas vidas mudaram para melhor”.

“Há muito mais pedidos e espero que sejamos capazes de atendê-los”, disse Sharon Pumpelly, principal consultor da True Love Waits International.(2)

Apesar de haver tanta abertura na juventude para a prática da castidade, os meios de comunicação em geral e grande número de governos insistem em propagar a corrupção moral nas televisões, nas escolas e por toda parte. Esse é um fator de calamidade social, de perda de inúmeras almas e de grave ofensa ao Criador.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

6 de jun. de 2011

É possível “andar na moda” mantendo a dignidade do corpo? O pudor é a virtude dos fortes.



Pe. Daniel Guindon- LC.

Há vários anos começou nos Estados Unidos um movimento de valores chamado “Pure Fashion”. O nome fala por si mesmo: jogando com o duplo sentido do termo, “uma moda pura” e “pura moda”, este programa, que se encontra já em diversos países, busca transmitir às moças de 14 aos 18 anos os valores da moda, e como viver na moda mantendo a dignidade de serem filhas de Deus. Organizam passarelas, cursos de maquiagem, ensinam as diversas formas para arrumar os cabelos, como impactar na primeira impressão com o próprio look, como posar para uma foto e explicam para elas a linguagem corporal.

O programa percorre todo o país americano: Sacramento, Atlanta, Miami, Dallas, Washington, etc. As famílias vêem neste trabalho um meio adequado para as suas filhas crescerem juntamente com a cultura atual. Por sua parte, as meninas ficam fascinadas por seguir o que lhes apaixona: a beleza corporal, e por descobrir que isto não vai contra a sua fé e seus princípios.

Em outros países como Argentina, França, México, organizam-se atividades pontuais com as meninas para transmitir estes mesmos valores humanos. O êxito é total, embora a preparação dos eventos exija muito empenho para que os shows estejam à altura das expectativas.

Pure fashion promove em especial seis virtudes: a pureza, a autenticidade, a generosidade, a confiança em si, o estilo, a graça. Porque a verdadeira beleza não é só exterior, mas é sinal (sacramento) de um coração cheio de amor e de preocupação pelos demais. O programa ensina às meninas a usar o vestuário para proteger a própria inocência e pureza, ao mesmo tempo em que faz delas modelos do Criador do Universo.

Há dois anos, me encontrava em Londres para assessorar espiritualmente um acampamento lingüístico internacional. Participavam meninas adolescentes da Itália, da França e da Espanha. O tema do acampamento era o musical O fantasma da ópera. Lembro que um dia que estava disponível para as confissões, apresentaram-se algumas meninas para receber o sacramento. Qual foi a minha surpresa ver elas vestidas muito elegantemente! Elas me responderam entusiasmadas: “a gente está para iniciar uma passarela Pure Fashion. Só que queríamos antes nos confessar.” Estas meninas adolescentes, da maneira mais natural, entenderam a mensagem que o programa queria transmitir: que a beleza exterior espelha a beleza da alma.

Pensando no nosso Brasil, quanto é urgente ensinar às meninas o valor do próprio corpo, que não é uma estação de serviço para os garotos, nem uma arma para seduzir e enganar, mas é a máxima expressão da alma.

O Papa João Paulo II disse numa ocasião aos jovens reunidos em Paris: “Adoração do corpo? Nunca! Desprezo do corpo? Também não! Domínio do corpo? Sim! Transfiguração do corpo? Mais ainda!” (Cfr. Daniel-Ange, Teu corpo feito para o amor, Edições Loyola)

O pudor é a virtude dos fortes, daqueles que entenderam o valor do amor e da sexualidade. O vestuário busca proteger e transmitir ao mesmo tempo estes valores do corpo: se o amor verdadeiro exige a nudez, também o reserva para si.

www.purefashion.com

Fonte: comshalom.org/carmadelio

8 de mar. de 2011

Feliz Dia Internacional da Mulher Comunista

Hoje é 08 de Março. Bem como nos outros dias comemorativos, as mulheres ganham presentinhos, são veneradas e reverenciadas com o máximo respeito, ouvem poesias, músicas... Tudo isso até às 00h. Depois disso, bem... voltam à sua vida pacata esperando o Dia das Mães, data mais próxima em que o Mercado irá lembrar-se em dedicar à mulher mais uma homenagenzinha. Claro que esse pensamento serve para as mulheres que vivem de presentes, que pensam que o reconhecimento se dá pelo o que a televisão quer transmitir. Àquelas que sabem seu real valor, este dia - e todos os outros dias comemorativos - de nada conta, afinal, são mulheres diariamente, mãe 24h, esposas, estudantes, trabalhadoras...



Pena que o que muito de nós, mulheres, não sabemos, é que este dia internacional da mulher é, na verdade, um dia da mulher Comunista. Isso não sou eu quem digo, mas a História.

Conta-nos, aliás, esta História, que mulheres operárias que viviam em um regime quase que escravo resolveram rebelar-se, contrariando a decisão do Partido Socialista, que não via naquele momento uma oportunidade para greve. Mas a mulherada não quis saber: colocaram a boca no trambone. Foram assassinadas e suas mortes estouraram a Revolução Russa.

Claro que o que conto é a grosso modo, porém, você pode ler mais no artigo de Eva Alterman ou do Partido Democrático Trabalhista. Aliás, lendo-os, você verá que este papo de mulherada queimada está mais pra mito do que verdade. Ou melhor: está mais para tornar o Comunismo/Feminismo em Movimentos/Ideologias heróicas sob intuito de esconder as mentiras que sempre nos contam.

Então, o que posso desejar às mulheres hoje? Tudo o que desejo diariamente: que sejam felizes, que dediquem-se diariamente às suas tarefas, que honrem-se e que não se vendam às mentiras ideológicas.

Termino deixando este vídeo . Creio que todas as mulheres que assistirem, de alguma forma, se identificarão muito mais que qualquer dia da Mulher Comunista.

Pax!


15 de fev. de 2011

Artigo do Prof. Felipe Aquino: Teológos "modernos".


O Papa Bento XVI disse que pior do que os ataques que a Igreja sofre de fora dela, são os problemas internos, especialmente gerados por aqueles que a dividem, sobretudo, contestando o ensino do sagrado Magistério da Igreja.
Nesta linha perversa, mais um duro ataque interno contra a Igreja surge por parte de um grupo de 143 teólogos “modernos”, professores de seminários de teologia da Alemanha, Áustria e Suiça. (zenit.org – 6/2/2011).
Em um manifesto chamado “Igreja 2011: uma mudança necessária”, esses teólogo, de modo inconveniente, pedem, mais uma vez, o fim do celibato, o sacerdócio feminino e a participação popular na eleição de bispos. O episcopado alemão imediatamente expressou seu desacordo, uma vez que esses assuntos já foram exaustivamente analisados pelo Magistério recentemente, tendo havido claros pronunciamentos do próprio Papa João Paulo II e Bento XVI. O padre Langendörfer deixou claro que “sobre uma série de questões o documento está em desacordo com as convicções teológicas e as declarações da Igreja”.
No entanto, a cantilena inconveniente de uma ala “moderna” dentro da Igreja insiste nesses assuntos, querendo alterar algo que já foi dito várias vezes que não se pode mudar. É o desejo de se criar uma “Igreja popular”, onde suas normas não venham mais do Pai e do Filho, mas do povo. Ora, se a Igreja fosse popular, se fosse nascida do povo, seria uma igreja que não passaria do primeiro século. A Igreja é infalível quando ensina a doutrina e invencível, exatamente porque vem de Deus, e não do povo.
O que desejam esses teólogos professores de seminários europeus? Criar um Igreja sem Magistério, sem a garantia que Cristo nela colocou para guardar o “fidei depositum”?
A decisão, definitiva, da Igreja de não ordenar mulheres, foi confirmada pelo Papa João Paulo II na Carta Apostólica Ordinatio Sacerdotalis (22 maio 1994).
A Congregação da Doutrina da Fé do Vaticano foi consultada se esta posição do Papa era definitiva e irrevogável, e respondeu que SIM. Portanto, a discussão desse assunto deve ser encerrada na Igreja, e os católicos e católicas devem aceitar na “obediência da fé” (Rom 1,5) esse ponto de doutrina que o Papa e o Magistério da Igreja definiram como verdade de fé. Sugiro que os fiéis leiam a importante Carta Apostólica do Papa João Paulo II sobre a dignidade e a vocação da mulher: “Mulieris Dignitatem”, para melhor entender o assunto.
Em 28/10/95 esta Congregação emitiu uma Nota que confirma o caráter definitório e irrevogável do pronunciamento do S. Padre João Paulo II. O Papa afirmou que segundo a Sagrada Escritura e a Tradição da Igreja, em relação ao sacramento da Ordem, nem Jesus Cristo nem algum sucessor de Apóstolo conferiu a ordenação sacerdotal a mulheres, tanto entre os cristãos ocidentais como entre os orientais. O Papa se baseou no procedimento do próprio Cristo, que não chamou mulheres para a Última Ceia (na qual instituiu e conferiu o sacramento da Ordem). Segundo ele a Igreja não tem autorização para mudar este ponto.
Eis o que disse o Papa João Paulo II:
“Para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição da Igreja divina, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cf. Lc 22, 32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja”.
As dúvidas foram levadas à Congregação para a Doutrina da Fé, que em Nota datada de 28/10/95, respondeu em favor da irrevogabilidade da sentença.
Dúvida: “Se a doutrina segundo a qual a Igreja não tem faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, proposta como definitiva na Carta Apostólica “Ordinatio sacerdotalis”, deve ser considerada pertencente ao depósito da fé.”
Resposta: Afirmativa.
“Esta doutrina exige um assentimento definitivo, já que, fundada na Palavra de Deus escrita e constantemente conservada e aplicada na Tradição da Igreja desde o início, é proposta infalivelmente pelo magistério ordinário e universal (cf. Conc. Vaticano II, Const. dogm. Lumen gentium, 25, 2). Portanto, nas presentes circunstâncias, o Sumo Pontífice, no exercício de seu ministério próprio de confirmar os irmãos (cf. Lc 22, 32), propôs a mesma doutrina, com uma declaração formal, afirmando explicitamente o que deve ser mantido sempre, em todas as partes e por todos os fiéis, enquanto pertencente ao depósito da fé.”
O Papa João Paulo II, aprovou a presente Resposta, em 28 de outubro de 1995. (Revista Pergunte e Responderemos, n. 407/1996, pp. 153-155 e Nº 492 – Ano 2003 – Pág. 266).
Portanto, tornar a insistir sobre esse assunto é falta de respeito ao Magistério da Igreja, e ao Papa de modo especial, especialmente grave, partindo de professores de Seminários de teologia.
Sobre o celibato sacerdotal o Papa Bento tem explicado exaustivamente que é a marca de uma adesão total a Cristo e a Igreja. Cristo foi celibatário, e os demais sacerdotes devem imitá-lo. É a prova definitiva para a vocação sacerdotal. Jesus elogiou o celibato daqueles que se fazem eunucos pelo amor do Reino de Deus. Insistir contra isso é ofender o Magistério e o próprio Papa.
Durante a vigília de encerramento do Ano Sacerdotal, o Papa explicou aos milhares de sacerdotes “o celibato sacerdotal, hoje tão questionado, supõe uma consequência da união do “eu” do sacerdote com Cristo. É importante que nos deixemos penetrar novamente por esta identificação do ‘eu’ de Cristo conosco, desse ser ‘tirados’ e conduzidos ao mundo da ressurreição. Neste sentido, o celibato é uma antecipação” do céu”. (Zenit.org – 16/6/2010)
Sobre a eleição popular de bispos é preciso entender que a Igreja não é uma democracia, pois não nasceu do povo, mas de Deus. “É um projeto nascido no coração do Pai”, diz o Catecismo (§759) e “instituída por Cristo” (§763).
A escolha de um bispo é algo muito sério, é um Pastor, Apóstolo do Rebanho do Senhor, algo que não pode ser confiado a qualquer um. Numa universidade não são os alunos que escolhem os professores, mas a Direção, mediante criterioso exame de seleção entre aqueles que possuem o título de doutor na disciplina. “Mutatis mutandis” o mesmo vale para a Igreja; pedir que o povo escolha os bispos é semelhante a pedir que os alunos escolham seus professores. Ora, desejar que o povo escolha os bispos é mais uma tentativa de eliminar o Magistério da Igreja e criar uma igreja popular, como a da Reforma protestante.
Por tudo isso, é preciso que os católicos fiéis ao Papa e ao Magistério sagrado da Igreja se manifestem contra essas exigências descabidas de teólogos “avançados”.

Prof. Felipe Aquino



27 de dez. de 2010

O governo Dilma tem o mesmo sonho do governo Lula: a legalização total do aborto

Faltando apenas quatro dias para o término do governo Lula, a presidente eleita, Dilma Rousseff, anuncia que a sra. Iriny Lopes será a  futura ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres. E no mundo, quando se fala em política para as mulheres, leia-se: Direito assistido pelo Estado de abortar.

Claro que eles e elas maquiam isso tudo. A futura ministra maquiou, mas não enganou. Disse em entrevista que ninguém é favorável ao aborto, apenas ao direito de a mulher fazer o que bem entender com seu corpo, pois nenhuma mulher é obrigada a ser mãe (e aquele trololó de sempre).

Falando assim, na maior cara-de-pau-deslavada, ela pensa (e todo o governo petista pensa) que somos um bando de idiotas que não entenderam o recado. Parece até o machista Cabral quando soltou aquela "pérola" do "quem nunca teve namoradinha que abortou?".

Algumas coisas precisam ficar claras. A primeira delas é a de que nenhuma mulher é obrigada a ser mãe. Se assim fosse, as freiras todas teriam que ter filhos, e aí arrumaríamos problemas, pois quem seriam os pais? Os sacerdotes? Óbvio que não. Há uma lógica que nem todas as mulheres nasceram para a maternidade, como nem todas nasceram para o matrimônio. Fato indiscutível. Contudo, aquelas que se dão em casamento devem saber que os frutos do matrimônio são, indiscutivelmente, os filhos. Casamento sem filhos (quando deliberadamente deseja-se não tê-los) é como uma árvore seca que não dá flores ou frutos. Não tem sentido. Cabe lembrar que há casais que insistem em ter filhos, seja por vias naturais ou adoção, mas nada conseguem. Contudo, Deus vê a intenção de coração e recolhe as lágrimas, santificando-os na dor do não ter os filhos tão sonhados.

É nos filhos que exercitamos as virtudes. E educá-los na fé não é fácil. Digo isso de carteirinha. Tenho um menino de dois anos e meio. Preciso pensar, repensar e "trepensar" antes de fazer e/ou dizer qualquer coisa, pois eu sou seu referencial, juntamente com o meu esposo. Devo ser muito mais virtuosa como mãe que como esposa, pois estou formando alguém em sua tridimensionalidade - corpo, alma e espírito (e apesar de serem duas vocações diferentes, elas têm seu efeito ligados uma à outra).

A segunda coisa que deve ficar claro é que, para haver sentido lógico no que a tal senhora disse, algo deveria ser posto em prática pra ontem: a castidade. Sim, porque é muito fácil dizer que nenhuma mulher é obrigada a ser mãe, porém não deva ter responsabilidade sexual. O problema é que eles e elas entendem responsabilidade sexual como promiscuidade. O negócio é: "transem a vontade, usem camisinha, anticoncepcional, pílula do dia seguinte. E se ainda assim, tudo falhar, abortem. Mas não deixem de ser felizes, hein?" Só que isso não é nem nunca foi responsabilidade sexual. Isso é permissividade sexual.

Mesmo que você não seja católico ou cristão, porém é um ser sensato, ético e moral, saberá que toda e qualquer relação precisa de responsabilidades, seja em que campo for: profissional, amizade, relacionamento amoroso, etc. Logo, você concordará comigo que sair por aí transando ao Deus dará não é responsável. Qualquer pessoa de bem entende que todo ato tem consequência. Filhos são consequências de uma fecundação. Fecundação é consequência de sexo. Agora, aborto não pode ser consequência de gravidez. Só que a sociedade mundial quer tornar o aborto a consequência da irresponsabilidade, a única saída para tapar o sol com a peneira, deixando nossos jovens cada vez mais irresponsáveis, cada vez mais imaturos, sem nenhum compromisso consigo próprios, quiçá com outrem.

Só que o mais triste disso tudo é o Lula ter tentado nos enganar, quandosempre pleiteou pelo aborto; a Dilma tentando nos enganar, quando sempre pleiteou pelo aborto; e o Chalita apoiar toda esta mentira, dizendo em rede nacional que a presidente eleita nunca foi em favor do aborto. É muita cara-de-pau dessa trupe, né? O bom é que o Chalita responde meu artigo, dizendo de que lado ele está: contra a moral e a ética.

Madre Teresa de Calcutá sempre disse que jamais poderá haver paz sobre a Terra se não houver no ventre. E parece que o Brasil quer perder a paz, como vários países do mundo já o perderam. É mais um prego que exarceba a chaga do coração de Jesus. Mas o que me consola é saber que estes hipócritas já receberam a sua recompensa. E tenho certeza que o Senhor não usará de meias-palavras como eles fazem, tentando enganar-nos sobre o real valor da vida.

Imaculado Coração de Maria, sede a nossa salvação.

Brasil: Não dá para obrigar mulher a ter filho, diz nova ministra de Dilma


27.12.2010 - “Não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter. Ninguém defende o aborto, é respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar.” Essa é a posição pessoal declarada pela atual deputada federal pelo PT do Espírito Santo e futura ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, 54. (marquem este nome)

A informação é de entrevista de Johanna Nublat publicada na edição desta segunda-feira da Folha

Iriny tem histórico de militante dos direitos humanos e sua declaração toca num dos pontos mais explorados durante a disputa eleitoral. Para ela, o papel do governo federal na questão é cumprir a lei, e cabe ao Congresso definir políticas públicas.

O tema consta em programa do PT do início do ano. A futura presidente Dilma Rousseff, porém, se disse contrária a mudanças na legislação que prevê o aborto apenas em caso de estupro ou risco à saúde materna.

Leia trechos da entrevista:

A sra. fala sobre o aborto?

Sim. Temos a responsabilidade no zelo da saúde pública, dentro da lei, de não permitir nenhum risco às mães.

A sra. tem uma posição pessoal sobre o assunto?

Minha posição é que temos que ter muitas políticas de prevenção e de esclarecimento. Agora, eu não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter. “Ah, é defesa do aborto…”

Ninguém defende o aborto, trata-se de respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar.

***

Meu Deus do céu, respeitar uma decisão pessoal que DESRESPEITA o direito anterior ao direito à liberdade pessoal, que é o direito a vida, é inaceitável!

Não me iludo, a batalha em defesa da vida está apenas começando e vamos vê como a nova presidente vai lidar com esse tema.

A opinião da nova ministra ultrapassa inclusive a questionável questão da saúde pública e adentra no “direito” da mulher de fazer o que quiser, inclusive matar já “que ninguém é obrigado a ter filho”.

A vida é um direito básico e é INEGOCIÁVEL.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/
Fonte: Rainha Maria

14 de dez. de 2010

O respeito é pro lado de quem?

Em uma sociedade que "se acha" livre, vemos uma total escravidão às inverdades plantadas, cultivadas há décadas. O falso moralismo, a ética travestida de "politicamente correto", a corrupção moral já se apoderou de nossa sociedade. Graças aos pensamentos heréticos, que aos poucos se levantaram (e o Marxismo é um deles), hoje a comunidade mundial não sabe mais definir o que é certo ou errado, moral ou amoral, ético ou não. Confundimos direitos com egoísmo. Ora, meu direito acaba quando começa o do outro, tornando-se um dever. Portanto, não há direito se banalizo o desejo de. E banalização é a palavra do momento neste quesito. Explico.

Em Santiago de Compostela, um grupo de feministas queimaram uma cruz com fotos do Papa e outros clérigos da Igreja. A atitude era como protesto. Mas protestatavam contra o quê? Ah, já sei! Contra o fato de a Igreja não aprovar o lesbianismo, o aborto, o uso de contraceptivos... Agora, cá pra nós: a Igreja NÃO impõe isso a ninguém. Obedece quem COMPREENDE o não que ela dá a estas coisas. Quando entendemos que, ao dizer não, a Igreja está dizendo um tremendo sim à vida, aos valores da família e dos bens espirituais, à SALVAÇÃO, temos a nítida certeza de que ela nos ama tanto a ponto de cuidar de nós.

Mas as feministas discordam. Acham que a Igreja está agindo como megera. Querem uma mãe liberal. Não tolerando isto, queimam artefatos, desaguam grunhidos, exigem na base da força - porque não sabem pensar! - que a Igreja tem que fazer o que elas querem. Ora seja! Quem falou que a Igreja tem que fazer o que alguém quer? Se não estão satisfeitos com a Igreja, vão viver em outro lugar! Essa é boa... não querem agir em nada com o catolicismo e ainda tentam impor ao catolicismo suas "ideologias"... Francamente....
Por isso já disse que feministas não me representam . Nem aqui, nem no inferno!

Pior ainda é outro fato que tem ocorrido na Espanha. A mesma Espanha que nos deu a Grande Doutora Tereza de Ávila, o Santo João da Cruz. Campanhas pró-preservativos usam de elementos religiosos para propagar. Pasmem: usaram a camisinha no lugar da hóstia. Profanação? Das piores! Mas pra eles não é não. E sabe por que? Porque só querem o direito de treparem sem nenhum compromisso em nome da Igreja. É como se quisessem seu pecado "assegurado" pela assinatura papal. Já está mais que provado que a camisinha não é tão segura e que a castidade é a melhor solução para a AIDS. Porém o povo não tem disciplina nem pra fazer o jejum adequado a um exame de sangue, quiçá ordenar a sexualidade em seu devido lugar.

O relativismo é o grande mau deste século. E digo isso (redundância!) com convicta certeza. Relativizaram a família, o sexo, os valores, Deus e o próprio homem. E só se relativiza o que não se sabe, não conheço, não domina, não lhe é íntimo. Não me espantariam se algum ser humano se acha-se o Ben 10. Já tem os que acham Deus, não é mesmo? Só espero que sejam machos e fêmeas suficientes para arderem pelo resto da vida, caso não se permitam tocar por Jesus, a Verdade que nos torna verdadeiramente livres!