Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

Mostrando postagens com marcador Gayspato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gayspato. Mostrar todas as postagens

3 de jan. de 2012

Estudo comprova que homossexuais não “nasceram assim” .


Sabemos que basta um caso de mudança de orientação sexual para provar que os homossexuais não são prisioneiros inevitáveis desse estilo de vida, e que a orientação sexual não é uma característica imutável, como a raça. Como diz o ditado, é impossível encontrar um ex-negro, mas agora se constatou que não é impossível encontrar um ex-homossexual.

Na verdade, há um monte deles por aí.

A pesquisa provando que é possível um homossexual corrigir sua situação foi publicada em uma revista científica. Tendo sido conferida pelos próprios interessados, isso invalida uma velhaca e irritante objeção alardeada pelo conluio de desviados sexuais.

Stanton L. Jones e Mark A. Yarhouse publicaram no Journal of Sex and Marital Therapy um estudo estatístico sobre mudança de orientação sexual por meios religiosos (Vol. 37, páginas 404-427). Apesar de os ativistas homossexuais insistirem em que a mudança de orientação é impossível, e que a tentativa de alteração é prejudicial, estes pesquisadores descobriram que de fato o oposto é que é verdadeiro.

No passado, a Associação Americana de Psicologia (APA) enfiou os dedos nos próprios ouvidos, e estupidamente entoou: “A homossexualidade não pode ser mudada – os riscos potenciais da terapia reparadora são grandes, incluindo depressão, ansiedade e comportamento autodestrutivo”.

Mas ela está absolutamente errada.

Jones e Yarhouse acompanharam durante 6 a 7 anos 61 indivíduos que completaram o trabalho de terapia reparadora com a Exodus International. Desses 61 homens e mulheres, 53% tiveram resultados bem sucedidos. Vinte e três por cento conseguiram uma conversão bem sucedida para a heterossexualidade, tanto na orientação como na funcionalidade, enquanto outros 30% alcançaram castidade comportamental bem como substancial “des-identificação” com a orientação homossexual (vinte por cento abandonaram o processo e aderiram totalmente à identidade homossexual).

Quanto a ser prejudicial o próprio tratamento, na média o sofrimento psicológico não aumentou, e para muitos houve melhorias significativas.

Os autores têm o cuidado de advertir contra projeções exageradas com base em suas pesquisas, mas evidentemente suas descobertas são uma dramática recusa para o estribilho de que a mudança é impossível, e que a própria tentativa de mudança é prejudicial.

Os autores ressaltam algumas atitudes a tomar. Uma delas é que, sendo a mudança de orientação sexual claramente possível, a decisão de pessoas que procuram mudá-la deve ser respeitada e sustentada.

Quais as probabilidades de ser confrontado pela comunidade homossexual com algo assim: “Já tomei minha decisão, não me confunda com os fatos”? A probabilidade está entre mínima e nenhuma, pois a esquerda é profundamente anti-científica, e sua reação a essas descobertas será previsivelmente anti-científica.

Da mesma forma, se os defensores do homossexualismo fossem honestos e acatassem os resultados da pesquisa científica, deixariam agora de invalidar a terapia corretora para pessoas interessadas em corrigir de orientação sexual. Infelizmente, o compromisso cego, irracional e emocional deles com a própria agenda torna isso impossível, exceto para os poucos dentre eles que não são preconceituosos.

Um desses poucos não preconceituosos é Nicholas Cummings, ex-presidente da American Psychological Association. Quando os pesquisadores publicaram seus resultados preliminares no livro “Ex-gays?”, Cummings afirmou: “Este estudo abriu novos caminhos [...] e abre novos horizontes para a investigação. [...] Esperei mais de trinta anos por este estudo refrescante, penetrante”. Em seguida passou a referir-se ao livro como “leitura obrigatória” para os terapeutas, conselheiros e psicólogos acadêmicos.

Essas descobertas refletem o que afirmou, em 2003, o psiquiatra Dr. Robert Spitzer, de Columbia, depois de estudar 200 ex-homossexuais que obtiveram algum grau de mudança: “As alterações que se seguiram à terapia reparadora não se limitaram ao comportamento sexual e ao reconhecimento da própria orientação sexual. Abrangeram atração sexual, excitação, fantasia, desejo, como também o sentir-se incomodado por sentimentos homossexuais. São mudanças que abrangem os principais aspectos da orientação sexual”.

Estas observações do Dr. Spitzer são particularmente importantes, pois foi ele quem liderou a campanha política que em 1973 retirou a homossexualidade da lista oficial de transtornos mentais da Associação Americana de Psiquiatria. A APA vai ter que atualizar seu website, pois contém esta declaração cientificamente incorreta: “Até esta data, não houve nenhuma pesquisa científica adequada para demonstrar que a terapia que visa mudar a orientação sexual [...] é segura ou eficaz”.

Bem, agora existe a “pesquisa cientificamente adequada” para mostrar que a mudança é possível. Será que a APA vai afinal entrar no século 21 e admitir isso? Não alimente grandes esperanças.

O próprio procurador-geral, Eric Holder, está confinado na mentalidade depressiva e anti-ciência dos fundamentalistas, pois sustentou em fevereiro acreditar que “a orientação sexual é uma característica imutável”. Parece que precisamos de um novo procurador-geral.

Última linha: A mudança de orientação sexual é possível, e este estudo é a prova. Deixemos para trás a insensatez biológica e psicológica de que homossexuais “nascem assim”, e que nada se pode fazer sobre isso. Tanto a Sagrada

Escritura quanto a investigação científica dizem algo muito diferente.

***
Por Bryan Fischer

Traduzido de: http://www.renewamerica.com/columns/fischer/111027

Fonte: ttp://www.paraclitus.com.br

25 de set. de 2011

Pró-vida Júlio Severo sofre perseguição por militantes gays. Ajude-o!

Queridos leitores deste blog,


A luta pela verdade evangélica tem sido cada vez mais cirrada.
O defensor pelos valores familiares, Júlio Severo, protestante que mora nos EUA graças a perseguição religiosa no Brasil por parte de militantes homossexuais, está sofrendo perseguição absurda.

Vejam na fota abaixo que membros do grupo católico Tradição, Família e Sociedade são os que mais lutam pelos direitos familiares. Estão lá, dando a cara a tapas em favor dos valores evangélicos.


Leia abaixo a descrição de Pe Lodi e assine em favor da vida.


--------------------------



Prezados amigos

Júlio Severo, defensor da vida e da família, alvo constante de ataques de grupos pró-homossexualismo, desta vez teve sua conta cancelada pelo PayPal, que cedeu à pressão de ativistas "gays".

A perseguição é cerrada. Enquanto os homossexuais podem livremente orgulhar-se de seu vício em paradas de "orgulho", que incluem insultos à Igreja e a símbolos religiosos, os cristãos são obrigados a manter silêncio para não serem acusados de "homofobia".

Já assinei a petição "on line" em http://profamilyfreedom.net/, que será encaminhada ao PayPal.
Assine você também. É um dever de todo cristão.

O escravo de Jesus em Maria,

Pe. Luiz Carlos

17 de set. de 2011

Estado controlador: governo inglês junta base de dados de crianças de 3 anos de idade que são "homofóbicas" ou "racistas"

LONDRES, Inglaterra, 15 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Crianças até de três anos de idade estão sendo registradas num banco de dados governamental como “racistas” ou “homofóbicas” por usarem palavras que são interpretadas pelos professores como politicamente incorretas.
Entre os anos de 2008 e 2009, foram registrados incidentes envolvendo crianças em idade de escola maternal, as quais são monitoradas pelas leis contra “discurso de ódio” instituídas durante o governo [socialista] trabalhista, de acordo com estatísticas obtidas pelo Clube Manifesto, uma organização de direitos civis.
Os incidentes registrados incluíam um aluno chamando outro aluno de “cabeça de brócolis”, que foi considerado racista, e outra controvérsia “homofóbica” entre alunos de escola primária que chamaram uns aos outros de “gays” e “lésbicas”. Outro aluno foi considerado homofóbico por dizer a um professor que uma tarefa escolar era “gay”.
Quase 100% dos incidentes registrados envolviam apenas xingamentos, sem nenhum contato ou violência física.
Em seu relatório sobre os números, o Clube Manifesto reivindicou que as leis de denúncia de “discurso de ódio” sejam abolidas, dizendo que essas políticas “trivializam os problemas reais do racismo e homofobia, e em nada ajudam para atingir a meta nobre da igualdade”.
“Há um mundo todo de diferença entre abuso racista e briguinhas de palavras nos pátios de escola primária — nublar essa diferença em nada ajuda a atingir a igualdade”.
Um total de 34.000 crianças, nas palavras de uma reportagem do jornal Daily Mail, foram “de maneira impressionante classificadas como preconceituosas por causa de normas anti-bullying”. Os registros, que as escolas são forçadas a submeter às autoridades educacionais governamentais, são mantidos quando as crianças passam de séries ou se transferem de escolas, e poderiam em teoria ser acessados por um futuro empregador ou universidade.
De acordo com o Daily Mail, o Ministério de Educação respondeu à reportagem dizendo: “Os pais esperam que os diretores de escola adotem uma linha de ação muito dura contra qualquer conduta medíocre e reprimam todo bullying — é por isso que estamos fortalecendo a autoridade para os professores imporem disciplina. Cabe às próprias escolas exercerem seu próprio bom senso e discernimento profissional acerca do melhor jeito de enfrentar os que comentem bullying”.
“As crianças precisam de espaço para brincar e aprender o significado das palavras, sem serem denunciadas às autoridades educacionais locais”, disse o relatório do Clube Manifesto. “Essas políticas são uma intervenção indevida no pátio de recreio das escolas, e mina a autoridade dos professores de estabelecer um exemplo moral para as crianças e ensiná-las a diferença entre certo e errado”.
Leia o relatório do Clube Manifesto aqui.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
 
__________

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2011/09/estado-controlador-governo-ingles-junta.html

____________

Comento: onde é que nós vamos parar???
Então, agora, a Ideologia Gaystapo quer massacrar as crianças? Será que não notam que as estaão fazendo de vítimas desta crueldade??? 
Ainda veremos coisas piores. Rezemos e ajamos!

14 de set. de 2011

Blog Protestante expõe a pregação de Anderson Luís contra a Ditadura Gay

Enquanto nossos irmãos católicos (não todos, é claro) omitem-se na luta pelas Famílias e a Verdade Evangélica, nossos irmãos protestantes encontram coragem em Cristo e postam a séria e corajosa pregação do irmão Anderson, missionário católico.

O Link pode ser acessado aqui: http://cirozibordi.blogspot.com/2011/07/jovem-fundamentalista-catolico-revolta.html

Leia alguns comentários no blog:


Penso que a ousadia deste jovem da igreja católica, mostra e demonstra que os gays arrumaram confusão.
O HOMOSSEXUALISMO causa nojo e por isso Deus considera o HOMOSSEXUALISMO uma A.B.O.M.I.N.A.Ç.Ã.O. e não adianta o STF, levantar-se a favor desta A.B.O.M.I.N.A.Ç.Ã.O., diante de Deus, com a sensibilidade de que existe o Estado é laico.


Cabra macho esse Irmão Católico. Deus o abençoe.


Enquanto se calamos, Deus precisa levantar "atalaias". Parabéns à coragem desse rapaz.


Fico feliz em ver o posicionamento das pessoas de diversas dominações, a favor de assegurar nossos direitos, para que eles não sejam tirados. Esse moço católico está de parabèns.


Parabéns a esse jovem. Temos de pregar a verdade, doa a quem doer...


Que bom seria se tivessemos uma "meia-dúzia" de jovens ousados como este pregador católico em nossas igrejas evangélicas! Excelente vídeo, e vou tomar a liberdade de postá-lo em meu humilde blog. Deus continue lhe abençoando.




Façamos, agora, a nossa parte, irmãos Católicos! Se você tem um blog, com ousadia, divulgue esta pregação!



18 de ago. de 2011

JMJ: Resposta à marcha laica ateísta em Madrid

Como sempre, quando os manifestantes da agenda de perseguição aos cristãos descobrem que o Papa estará em algum lugar, resolvem planejar todos os tipos de atos 'cívicos' contra a Igreja. Beijaço Gay, Marchas a favor de tudo...

O que eles não esperavam é que a Juventude Católica na Jornada Mundial da Juventude também saberia responder. E muito bem.


15 de jul. de 2011

Em torno da causa gay

Faço minhas as palavras deste texto.

Mais claro que isto, só água límpida.


Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/06/25/em-torno-da-causa-gay-388164.asp

Obs: os grifos no texto foram feitos por mim..
_____________________

Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.


A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! -, são irrelevantes.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.
Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.
Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.
O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.
Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.
Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.
Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.
Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.
Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.
Elas – e segue-as quem quer – avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.
E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.
Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.
Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.
O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.
Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.
Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.
Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.
Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.
Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.
Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado – a opção pelo homossexualismo – chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.

Ruy Fabiano é jornalista

14 de jul. de 2011

O que você vai seguir? A Lei de Deus ou a lei da Marta? Divulgue este folheto, ajude a evitar a perseguição religiosa no Brasil

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, sempre com muita ousadia, começou mais uma belo trabalho contra a ditadura gay. Agora eles estão divulgando um esclarecedor folheto mostrando que o Brasil ao aceitar a Lei da Marta ( PL 122) estará negando a Lei de Deus. Pedimos aos nossos leitores que divulguem este folheto por todas partes do Brasil. Não podemos esmorecer no combate, a guerra pró-família esta só começando. Veja:


Salve Maria!

7 de jul. de 2011

Ativistas gays atacam os cristãos, chamam políticos pró-família de frustrados sexualmente e se mostram revoltados com a oposição.


Políticos homossexuais são filmados desabafando hostilidade contra os cristãos e o conservadorismo.



Fonte: júliosevero.com

6 de jul. de 2011

O mundo inteiro virou gay?


5 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um marciano que visitasse os Estados Unidos de hoje poderia muito bem achar que metade da população é homossexual, e que a outra metade deseja ser homossexual.
Isso é bizarro, principalmente quando olhamos para as reais estatísticas que mostram que um número insignificante de 2% da população geral se identifica como “gay”.
Escrevendo em maio no jornal USA Today, Michael Medved, apresentador de um programa de rádio conservador, comentou: “O Instituto Williams de Direito e Políticas Públicas sobre Orientação Sexual ofereceu uma nova estimativa de identificação homossexual, concluindo que 1,7% dos americanos dizem que são gays, e um grupo levemente maior (1,8%) se identifica como bissexual…”
Apesar dos números pequenos (e Medved cita um estudo diferente que coloca o número numa percentagem de apenas 1,4), essa questão parece estar na vanguarda em todas as partes.
Quando o enredo dos Flintstones cantou de alegria pela primeira vez “teremos um tempo como nos tempos velhos e gays [gay em inglês costumava significar ‘feliz’]”, teria sido difícil imaginar como o sentido dessa frase mudou e virou um fenômeno que está varrendo o país inteiro.
Junho pode ter sido o mês do casamento do ano passado nos EUA, mas em junho deste ano o presidente declarou: “Agora, pois, eu, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, pela virtude da autoridade garantida a mim pela Constituição e leis dos Estados Unidos, proclamo por meio desta junho de 2011 Mês do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgênero”.
Olhe para os programas de TV. Em setembro de 2010, o jornal [esquerdista] The New York Times comentou que havia um número recorde de personagens homossexuais de televisão.
Olhe para as escolas, onde as crianças poderiam aprender fatos básicos de história e matemática, mas estão lendo livros que valorizam famílias com duas lésbicas como mães.
De ponta a ponta do país, as pressões a favor do casamento de mesmo sexo estão nas manchetes. A Proposta 8, que foi o polêmico referendo na Califórnia para os eleitores defenderem a definição do casamento como entre um homem e uma mulher, foi derrubada num tribunal federal (anulando os votos de sete milhões de pessoas) e está sob recurso. Em Nova Iorque, a assembleia legislativa acabou, mediante votação, de legalizar o casamento de mesmo sexo. Historicamente, essas coisas estão sendo impostas, por um ativismo judicial, contra a liberdade do povo decidir.
O primeiro casamento oficial de mesmo sexo nos Estados Unidos foi entre duas lésbicas de Massachusetts em 2004, ocasionado por uma ação judicial da ACLU. Graças ao ativismo judicial nesse estado, a constituição de 1780, escrita em grande parte por John Adams, foi torcida pelo mais elevado tribunal desse estado para impor o casamento de mesmo sexo.
Incidentalmente, esse primeiro casamento legal de mesmo sexo já terminou em divórcio.
O que aconteceu em Massachusetts como consequência da legalização do casamento de mesmo sexo?
Para os principiantes, a agenda da militância homossexual começou a dominar. A Igreja Católica, que durante séculos ajudou a colocar órfãos em lares amorosos, já não pode mais trabalhar em Massachusetts porque a Igreja Católica não pode, em sã consciência, colocar essas crianças em lares homossexuais. Assim, as crianças acabam azaradas.
Enquanto isso, os alunos do primeiro grau de Massachusetts têm acesso a camisinhas nas escolas públicas. Conforme Peter Sprigg do Conselho de Pesquisa da Família comenta: O que é que crianças do primeiro grau poderiam fazer com camisinhas, a não ser talvez brigar jogando balões de água umas nas outras?
Penso que tudo isso é muito trágico, pois coloca outro prego no caixão da família americana. O estado da sociedade reflete o estado da família.
Por outro lado, uma das mais importantes, mas uma das menos divulgadas, histórias sobre homossexuais nos EUA é uma história de redenção.
Como produtor de alto escalão e apresentador do programa de televisão A Verdade que Transforma (que no passado era chamado de A Hora da Igreja de Coral Ridge), tive o privilégio de entrevistar mais de vinte cinco ex-homossexuais. Em vez de descrever vidas de felicidade, eles descreveram uma vida cheia de sofrimento, amor condicional e rejeição (apesar de que a sociedade os estava abraçando totalmente).
Como um deles me disse: “Se você separá-los, um a um, há algumas pessoas bastante miseráveis, que estão sofrendo profundamente”.
Mas por meio do poder do Evangelho, esses ex-homossexuais foram libertos de seu estilo de vida do passado.
Alguns até chegaram a se casar (com alguém do sexo oposto — suponho que hoje em dia temos de esclarecer essas coisas). Um dos que entrevistei estava casado há uma década, e agora tinha três belos filhos.
Eles são eternamente gratos pela transformação em seus corações e são parte de uma associação chamada Exodus International.
Um ex-homossexual me disse: “Nunca senti felicidade de ser gay, porém ninguém nunca me ofereceu uma saída”. Mas quando alguém realmente me ofereceu uma saída, ele a aproveitou e foi transformado de dentro para fora.
Como outro ex-gay explicou: “Nunca sonhei que a orientação fosse embora, que mudaria, que me levaria ao ponto na minha vida em que não mais seria uma tentação… Nunca é tarde demais para mudar — porque eu mudei quando decidi que não ia mais me envolver com a homossexualidade”.
Há alguns ex-gays que voltaram aos velhos hábitos? Claro que sim. Esses casos me fazem recordar de ex-fumantes. Só porque alguns ex-fumantes voltam a fumar não significa que outros não tenham a capacidade de abandonar a homossexualidade para sempre.
Eu só desejaria que, ao visitar a terra, o marciano ficasse sabendo de ex-gays e ex-lésbicas, pois eles são uma parte importante desse quadro.
Esta coluna apareceu originalmente no ChristianPost.com

30 de jun. de 2011

Manifeste-se contra a blasfêmia ocorrida na Parada Gay

A respeito do gravíssimo ato de vilipêndio religioso ocorrido na última “Parada do Orgulho Gay” de São Paulo, faço minhas estas considerações do Voto Católico. E uno-me a esta campanha: diante da blasfêmia pública, da provocação gratuita, do vilipêndio a céu aberto, manifeste-se! Pois, se ficarmos calados, coisas piores virão.
Se você sentiu-se ofendido e agredido na sua fé com os cartazes desrespeitosos à fé católica na “Parada LGBT”, convidamos a:



* * *
Leia também:
  1. Gaystapo: blasfêmias
  2. Cariocas contra a Ditadura Gay
  3. Padre Norman Weslin, preso por protestar contra o aborto
  4. “A Ditadura Gay” – por Carlos Apolinario
  5. Proteste contra a profanação de uma capela na Espanha!
Fonte: Blog Deus lo Vult

22 de jun. de 2011

PLC 122 choca até alguns liberais


O deputado federal Jean Wyllys – favorável ao PLC 122/2006 – ficou indignado com algumas afirmações do apresentador de televisão Jô Soares sobre os abusos que este Projeto de Lei gerará por coibir a liberdade de expressão (Cfr. Portal Yahoo Brasil, 14/6/2011).

Em seu Twitter, deputado escreveu que o apresentador da rede Globo “acabou prestando um desserviço com suas intervenções equivocadas nas boas falas de Maria Berenice” – advogada especialista em “direito homoafetivo”, que foi entrevistada no último dia 13 deste mês no programa do Jô Soares. “O comentário final dele (Jô) sobre a homofobia foi tão equivocado e eivado de preconceito…”, comentou o parlamentar.

Na referida entrevista – que se encontra no Portal Globo (13/6/11) -, Jô Soares se mostrou apenas em discrepância com o PLC 122 no que se diz a respeito à liberdade de expressão e aos possíveis abusos que tal Lei favoreceria aos homossexuais, tanto que desejou sucesso à advogada no seu trabalho de combate à homofobia. Mas o apresentador deu um simples exemplo: “um prédio tem um homossexual e o prédio inteiro acha que ele é insuportável, nem mesmo pelo fato que ele é homossexual, esta Lei não pode ser usada para perseguir um condomínio?”

Por aí vemos que o radicalismo do PLC 122 está chocando até mesmo pessoas nitidamente liberais como Jô Soares.



2 de jun. de 2011

A quem interessa a briga entre cristãos e gays?

Conforme noticiado neste site: http://resistenciacristaj.blogspot.com/ , bombou na internet a notícia que ativistas da ideologia gay queimaram bíblias na UnB.

Até então a mídia não havia noticiado absolutamente nada. Procurei no Youtobe e no Google, mas o que aparece é pouco e todos trazem as fotos e as notícias publicadas no site acima.

Após a publicação deste artigo (http://www.regina-apostolorum.com/2011/06/eles-cumpriram-o-combinado-gays.html ) amigos me procuraram mostrando que a foto mostrada como constatação dos fatos pelo site evangélico é, na verdade, uma montagem de uma foto tirada de um protesto de professores em São Paulo. Compare:


FOTO DO PROTESTO EM QUE PROFESSORES QUEIMARAM LIVROS E APOSTILAS


FOTO MOSTRADA NO SITE RESISTÊNCIA CRISTÃ



A pergunta que me faço é: a quem interessa esta briga?

Segundo a Pastora Cynthia, havia sim alguns militantes gays queimando Bíblias dentro do pátio da UnB. Ela deixou isto claro em seu twitter:




Se o site evangélico acima prima pela verdade, quem está mentindo?
Teria sido também este site vítima? De quem? Dos que querem ver cristãos e homossexuais se degladiando? E quem são estes que nos querem pelas costas?

Tentei fazer a minha parte enviando emails e twittes até que esta história fosse REALMENTE esclarecida, pois este blog tem um real compromisso com a Verdade, com o Evangelho e com a Família e em hipótese alguma tolerará que usem desta richa para impor ódio a ninguém.

Esta é a página do Twitter  da Pastora Cynthia: http://twitter.com/#!/PraCynthia_I3

Contudo, no site, eles ainda mantêm a notícia, confirmando que ativistas gays queimaram bíblias. Vejam: http://resistenciacristaj.blogspot.com/2011/06/confirmado-os-gays-queimaram-biblias-na.html

Caso o site resolva apagar a postagem, eu a salvei em documento para prova.

Seria mais um hacker?

Então os cristãos e os gays estão sendo manipulados? Por quem?

Oremos!

Nota: Conseguir entrar em contato com a Pastora Cynthia. Ela alegou não ter fotos sobre as queimadas, mas confirma que o fato ocorreu. Também afirma que a foto montada sobre as queimadas é meramente ilustrativa. Há mais aqui: http://resistenciacristaj.blogspot.com/

1 de jun. de 2011

Eles cumpriram o combinado: Gays queimaram Bíblias em Brasília




Após noticiarem em seus site que queimariam Bíblias em Brasília em prol da "liberdade de expressão e fim da homofobia", o alarde na internet foram vários. Em pouco tempo todos estavam sabendo que a comunidade ALGBT armavam um ato criminoso. Sim, criminoso, pois conforme a Lei 2848/40, Art. 208, " Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso" é crime! A Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa. Há ainda um parágrafo único: "Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência".

Ao saberem que a coisa tinha ficado exposta, a comunidade gay afirmou ter sido vítima de hackers. Eu até cheguei a colocar uma nota neste artigo por consideração à verdade, mas estranhei que apenas em dois sites havia saído tal notícia. E ao jogar no Google, os únicos links que aparecem são estes:



Bem... se fosse realmente verdade sobre o 'hackeamento', veríamos isso após. E vimos. Segundo a Pastora Cynthia, por meio de seu twitter, e que acompanhou em Brasília a manifestação contra a PL 122, os ativistas da ideologia gay queimaram as Bíblias. A diferença é que o fariam em frente à Catedral Metropolitana de Brasília, mas partiram para o pátio da UnB, onde polícia não poderia entrar.  Mais informações sobre a manifestação pode ser lida neste site: http://resistenciacristaj.blogspot.com/

A pergunta que não quer calar é: estes ativistas serão presos? Sim, eles serão presos? Porque eles violaram uma lei que, até onde me consta, ainda existe e tem validade neste país. Ou não? Ou então, porque estamos decidindo se damos aos gays toda e qualquer liberdade, mas para o resto de toda a população a colocaremos ao largo, a gente fecha os olhos para este crime e só abre para os que queremos tornar crime?

Pensa comigo: e se fosse um cristão a queimar uma bandeira LGBT? O que aconteceria? Arrisco a dizer que estaria em todos os noticiários, com todas as críticas possíveis e imagináveis, com antropólogos, filósofos e sociológos de plantão defendendo o direito de o homossexual fazer o que bem entender da sua vida. Mas e agora? Onde estão estes intelectuais? Apoiando uma atitude criminosa?

Parece que no Brasil ficou bonito ser feio. Antes as crianças queriam ser policiais. Hoje, bandidos. E amanhã? Gente que não respeita o espaço do outro? Gente que, para ter a 'sua' liberdade, vilipendia a do outro?

Rezemos!

Veja mais notícias sobre a Lei de Homofobia.



21 de mar. de 2011

Assine contra a vergonha do Kit Gay

Tem filho? Sobrinho? Priminho? Vizinho? Então assine esta petição proibindo o uso de Kit Gay para crianças em escolas com idade entre 6 - 9 anos.

Não podemos compactuar, muito menos assistir de olhos vedados este banho de imoralidades sendo enfiadas guela abaixo de nossas crianças. A educação moral cabe aos pais, e não a escola. O que o Governo Brasileiro quer vai longe demais.

Clique aqui e assine.