Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

23 de set. de 2010

Maravilhosa pregação sobre Padre Pio de Anderson Luis dos Reis (download)



















CARISSIMOS NO TEMPO DE ATAQUES DO INFERNO,CONTRA OS SACERDOTES ACHEI OPORTUNO POSTAR AQUI UMA PREGAÇÃO MINHA SOBRE O PADRE PIO,TEM FEITO UM BEM TREMENDO AOS SACERDOTES, TEM AJUDADO MUITOS LEIGOS A AMAR AOS PADRES,POR FAVOR ME AJUDEM A DIVULGAR E SOBRE TUDO REZEMOS PELOS NOSSOS SACERDOTES.
DEPOIS DE DEUS O SACERDOTE É TUDO.S.JOÃO MARIA VIANEY
COMENTEM POR FAVOR



 http://www.4shared.com/file/258438811/f89688d3/01_PE_PIO_MODELO_DE_SACERDOTE.html

Anderson .

Padre Pio o filme.


Segue este belo filme sobre a vida de Pe. Pio um dos maiores santos da igreja nos ultimos tempos, vale a pena assistir, é um show de santidade!!!

O USO DO PROJETOR MULTIMÍDIA NA LITURGIA (Elementos para reflexão)

1. O uso do projetor multimídia na liturgia é hoje uma realidade frequente em nossas comunidades. Por se tratar de uma realidade relativamente recente e ainda pouco refletida em nosso meio, causando discussões e até mesmo divergências de opinião, a Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB quer oferecer, com a presente nota, alguns elementos para uma reflexão e futuros aprofundamentos da parte do episcopado nacional, dos liturgistas, dos párocos e todos os agentes de pastoral litúrgica em nosso país e, sobretudo, daqueles que utilizam o projetor multimídia como recurso para a liturgia.

2. A partir do Concílio Vaticano II e da reforma litúrgica dele derivada, como compreender esta realidade? Seria esta uma simples adaptação à cultura moderna? Apenas uma moda, como foi com o retroprojetor, que depois caiu em desuso? Uma criatividade litúrgica? Quais os motivos da introdução deste meio na liturgia? Seria o projetor multimídia algo a ser realmente necessário na liturgia?

Vendo a realidade do uso do projetor multimídia na liturgia

3. Em diferentes comunidades, o projetor multimídia vem sendo utilizado como recurso audiovisual para, por exemplo:

•projetar cantos num telão ou numa parede da igreja, inclusive fazendo correção de textos durante a ação ritual;
•projetar as orações presidenciais, inclusive a oração eucarística, enquanto o presidente as proclama;
•projetar as leituras bíblicas enquanto são proclamadas;
•projetar a homilia ou parte dela, de forma esquemática, enquanto é proferida, chegando até mesmo a ser acompanhada por trilha sonora;
•projetar, durante a homilia e a oração eucarística, imagens ou vídeo de Jesus retratando ações correspondentes a estes momentos rituais como, por exemplo, cenas da última ceia projetadas durante a narrativa da instituição, no momento em que Jesus parte o pão;
•projetar ícones em diferentes momentos da celebração, bem como mensagens após a comunhão;
•e também projetar os textos da liturgia das horas.
Estes exemplos - como outros que poderiam ser citados -, nos servirão de referência para refletirmos sobre a complexa realidade do uso do projetor multimídia na liturgia.

Justificativas comumente dadas para o uso

4. São várias as justificativas apresentadas por aqueles que se utilizam deste meio. Dentre elas, elencamos algumas:

•Por questões econômicas e ecológicas (menos custos e gastos de papel), a utilização do projetor multimídia leva a eliminar o uso dos "folhetos litúrgicos" e livros de cantos.
•É mais prático, tendo os textos em um só lugar e projetá-los, do que multiplicar e distribuir papéis, como aqueles usados para os cantos.
•O uso do projetor multimídia ajuda e facilita a participação da assembleia na liturgia, porque ela (a assembleia) se vê livre e despreocupada de manter folhas e objetos nas mãos.

Elementos para reflexão sobre essa realidade

5. É compreensível a iniciativa do uso do projetor multimídia com as suas justificativas, pois revelam zelo e preocupação pastoral em relação à liturgia. No entanto, do ponto de vista teológico-litúrgico, tudo isso demanda revisão, reflexão e aprofundamento, tendo em vista, sempre, a participação plena da assembléia.

6. Na reflexão sobre esta realidade, um primeiro elemento a ser considerado é a noção de participação ativa na liturgia. O que é mesmo participar de uma ação litúrgica? É participar da salvação (cf. Sacrosanctum Concilium, SC, 2) que sempre de novo nos é dada através dos ritos e sinais sensíveis da liturgia da Igreja (cf. SC 5-7), pelos quais somos incorporados à morte e ressurreição de Cristo em seu mistério pascal (cf. SC 5-7).

7. Os ritos têm o seu espaço próprio, cujo centro são as duas mesas: a da Palavra e da Eucaristia. A mesa da Eucaristia deve ocupar "um lugar que seja de fato o centro para onde espontaneamente se volte a atenção de toda a assembleia dos fiéis" (Instrução Geral ao Missal Romano, IGMR, n. 299). Isso significa que nada deve nos distrair deste centro. Caso contrário, a participação ativa ficará comprometida.

8. A ação salvadora de Deus se dá, sobretudo, quando, em torno à mesa eucarística, é proclamada a grande ação de graças da Igreja ao Pai, por Cristo e no Espírito Santo. De fato, a oração eucarística é o "centro e ápice de toda a celebração" (IGMR n. 78), quando a mente e o coração de todos devem se voltar para o alto, isto é, para Deus. Portanto, no momento da sua proclamação, é importante que o foco das atenções esteja no altar para acompanharmos e participarmos deste momento ritual. Por isso, não convém que a assembleia acompanhe o texto da oração eucarística, seja ele impresso ou projetado, mas, com os olhos voltados para o altar, ouça a voz do presidente que proclama a solene ação de graças. Neste momento, não pode a assembleia centrar-se em imagens ou filmes projetados no telão. As aclamações da assembléia poderiam ser proferidas ou cantadas pelo diácono ou outro ministro e repetidas pelo povo.

9. O que foi dito sobre mesa eucarística, pode-se também dizer sobre a mesa da Palavra, como nos ensina a Igreja: "A dignidade da Palavra de Deus requer na Igreja um lugar condigno de onde possa ser anunciada e para onde se volte espontaneamente a atenção dos fiéis no momento da liturgia da Palavra" (IGMR n. 309). Consequentemente, a Palavra de Deus, quando proclamada e comentada pela homilia, exige de nós a atitude discipular de escuta. Na liturgia, ela está para ser proclamada e ouvida. Assim sendo, estaria muito mais de acordo com a natureza da liturgia a assembleia voltar-se para o ambão, com olhos e ouvidos atentos ao ministro que proclama a Palavra "em voz alta e distinta" (cf. IGMR 38), em vez de acompanhá-la com os olhos fixos num texto impresso ou em projeções no telão.

10. A participação ativa na liturgia exige uma interação entre quem proclama a Palavra e a assembleia que a escuta, entre a presidência e assembleia, entre esses e o próprio Deus, entre Deus e o seu povo, por força das ações rituais. Ao mesmo tempo, exige o uso cuidadoso dos livros litúrgicos, porque eles "lembram aos fiéis a presença de Deus que fala a seu povo... e são sinais e símbolos das realidades do alto na ação litúrgica" (Introdução ao Lecionário da Missa, ILM, 35), não devendo por isso ser "substituídos por outros subsídios de ordem pastoral" (ILM 37).

11. O Concílio Vaticano II resgatou a ampla compreensão de presença real de Jesus Cristo na liturgia (no ministro, na Palavra, na assembleia orante, nos sacramentos, sobretudo nas espécies eucarísticas), proclamando que Cristo mesmo age nas ações litúrgicas (cf. SC 7). A Igreja nos convoca, pois, a valorizar estas diversas presenças. Imagens projetadas durante a celebração desviam a nossa atenção da ação de Jesus Cristo, aqui e agora, na própria ação ritual. Além disso, sendo o filme, ou vídeo, um acontecimento em si mesmo, não se destina a ilustrar outro acontecimento que é o mistério de Cristo e da Igreja na própria ação ritual em ato.

12. O ministro, tanto no momento de proclamar a Palavra como na ação ritual de presidir a Eucaristia, age in persona Christi. O Cristo assume a voz, o olhar, o rosto, os braços, o corpo todo do ministro para, por ele, se comunicar com o povo cristão reunido em assembleia e, na unidade do Espírito Santo, glorificar ao Pai. Então, como fica quando a assembléia se vê obrigada a ter que desviar sua atenção para o telão, exatamente quando teria de contemplar a ação do Cristo vivo na pessoa do ministro? E como fica aí a "participação ativa", no verdadeiro sentido teológico-litúrgico, pedida com insistência pelo Vaticano II?

13. O uso do projetor multimídia na liturgia, como estamos vendo, além de interferir na ação ritual, entra em competição com a liturgia, gerando distração.

14. O uso didático do projetor multimídia, utilizando aparelhos (computador, fiação, projetor, mesa, telão), sem dúvida interfere na composição e na estética do próprio espaço celebrativo enquanto "sinal e símbolo das coisas divinas" (cf. IGMR 288). Dependendo da localização, não seria o projetor multimídia um elemento estranho ao espaço celebrativo, dificultando a execução das ações sagradas e a ativa participação dos fiéis? Na verdade, com o uso desses aparatos corre-se inclusive o risco de tornar o espaço celebrativo em quase "sala de aula", de "conferência", ou uma extensão da minha "sala de TV".

15. Além do mais, com o uso de projetor multimídia na liturgia, não se corre o risco da acomodação, no sentido de não se precisar mais investir na formação litúrgica e nem mesmo buscar uma melhor qualidade do espaço celebrativo e, sobretudo, dos ministérios?

16. O problema maior, talvez, está na falta de iniciação litúrgico-ritual. Qual o lugar que a liturgia ocupa na catequese? O que normalmente se ensina aos agentes de pastoral e comunidades? Quem o faz e que metodologia utiliza? Como estão sendo formados os futuros presbíteros e diáconos? A formação litúrgica muitas vezes fica reduzida a teoria, sem a devida formação para a ritualidade conjugada com a espiritualidade. Resultado: Recorre-se a folhetos, ao uso do projetor multimídia etc., desfocando assim a atenção da assembleia daquilo que é central na celebração. Liturgia é eminentemente ação, celebração: ação de Cristo e da Igreja, ação da assembleia em Cristo e no Espírito. Assim sendo, não tem como ser ela acompanhada por outra ação paralela assistida no telão. Não somos expectadores mas participantes.

17. Enfim, podem as novas tecnologias colaborar em favor de uma liturgia participativa, pascal, simbólica e orante? É possível? Com certeza, e muito! Onde? Na catequese como preparação para o bem celebrar, nos cursos em preparação ao batismo e ao matrimônio, bem como nos cursos de formação litúrgica em geral. Aí, nestes espaços, o projetor multimídia presta, sem dúvida, um notável serviço à sagrada liturgia.

18. Que o Espírito Santo nos ilumine, para que, a partir de uma séria reflexão sobre o uso do projetor multimídia em nossas liturgias, possamos qualificar sempre mais nossas celebrações e todos os seus ministérios. Tudo para que nossas assembléias litúrgicas, corpo eclesial de Cristo, possam sentir-se plenamente sujeito das ações rituais e, ao mesmo tempo, todas as pessoas que as compõem sintam-se envolvidas pelo mistério da salvação e glorifiquem ao Pai por uma vida santa.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/eventos/assembleia-geral/3302-comissao-de-liturgia-propoe-reflexao-sobre-o-uso-de-projetor-multimidia-nas-celebracoes-liturgicas - 48ª Assembléia Geral da CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL (CNBB),relizada nos dias 4 a 13 de maio de 2010 sobre Assuntos de Liturgia 2010.

22 de set. de 2010

A coisa está ficando preta, veja o que nos espera !!!!

A COISA ESTÁ FICANDO PRETA. PATRULHAMENTO GERAL 
 
 O primeiro jornalista a sofrer cerceamento do direito de bem informar, em consequência dos seus verdadeiros, contundentes e procedentes comentários contra os desmandos do atual governo, foi o 
 Boris Casoy. De acordo com o noticiário da época, ele foi demitido a pedido do próprio Lula. 
 Entretanto, a coisa vem se agravando de maneira avassaladora e perigosa. Vejamos: 
 
 O Programa do Jô tirou do ar (sem dar qualquer satisfação ao público) o quadro "As Meninas do Jô", que era apresentado às quartas-feiras, onde as jornalistas Lilian Witifibe, Ana Maria Tahan, Cristiana Lobo, Lúcia Hippólito e, por vezes, outras mais, traziam a público e debatiam todas 
 as falcatruas perpetradas por essa corja de corruptos que se apossou do País. As entrevistas sobre temas políticos não têm sido mais levadas a efeito, atualmente. Virou um programa de amenidades e sem qualquer brilhantismo. 

 O jornalista Arnaldo Jabor, considerado desafeto pelo governo atual, vem sofrendo, de forma velada e sistemática, todo tipo de retaliação. Já foi processado, condenado, amordaçado e por aí vai. Sua participação diária às 07h10 na Rádio CBN tem se limitado a assuntos sem a relevância que 
tinha, haja vista que está impedido de falar sobre assuntos que envolvam a política nacional e o atual governo. 
 
 A jornalista Lúcia Hippólito, que tinha uma participação diária às 07h55 na Rádio CBN, não está mais ocupando o microfone da emissora como fazia e nenhum comunicado foi feito pelo âncora do 
 horário, o jornalista Heródoto Barbeiro. Sorrateiramente, colocaram-na como âncora em outro horário, em que enfoca matérias mais amenas e sem a habitual, verdadeira e procedente contundência. 
 
 Diogo Mainard, da Revista Veja, além de processado, vem sofrendo várias ameaças de morte por parte do jornal do MR-8 (que faz parte da base aliada ao Lula) e de integrantes dos chamados "Movimentos Sociais". 

O jornal "Estadão" de São Paulo está sob forte censura governamental há pelo menos 200 dias. 
 
Pelo que se vê, Fidel Castro está fazendo escola na América do Sul. 
O primeiro a colocar em prática esses ensinamentos, aniquilando o direito de imprensa, foi Hugo Chaves, e, pelo andar da carruagem, o nosso PresiMENTE está trilhando o mesmo caminho. 

Constitucionalmente: 
Onde está o ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO? 

Onde está o 
LIVRE DIREITO DE MANIFESTAÇÃO? 
 
Onde está a 
LIBERDADE DE EXPRESSÃO? 

Onde está a 
LIBERDADE DE UMA NAÇÃO?
 
 
Este poema diz muito sobre a atualidade 
 
Poema DA MENTE 
Affonso Romano de Sant`Anna 
 
 Há um presidente que mente, 
 Mente de corpo e alma, completa/mente.
 
 E mente de maneira tão pungente 
 Que a gente acha que ele mente sincera/mente, 
 Mais que mente, sobretudo, impune/mente... 
 
 Indecente/mente. 
 E mente tão nacional/mente, 
 Que acha que, mentindo história afora, 
 Vai nos enganar eterna/mente.
 
 ESSE TEXTO DEVE-SE TRANSFORMAR NA MAIOR CORRENTE QUE A INTERNET JÁ 
 
 VIU, PARA QUE, NA ÉPOCA DAS ELEIÇÕES, CONSIGAMOS FREAR A ESCALADA DO MAL!!! 
 
 ACORDE, BRASIL, ENQUANTO É TEMPO! E... REAJA! 

A OUSADIA DOS MAUS E A COVARDIA DOS “BONS”

O Clero e em especial o episcopado alemão do tempo de Hitler passou para história de maneira vergonhosa como covardes e colaboradores passivos do holocausto e demais atrocidades cometidas pelos nazistas. Sabemos que os bispos e padres alemães não eram a favor do holocausto, porém querendo ser “prudentes”, quase todos silenciaram-se, não denunciado as pretensões do líder nazista. Deixaram as pessoas na ignorância, de forma que o povo foi facilmente seduzido pelo líder carismático. De fato Hitler era aclamado pelo povo, tinha o altíssimo índice de aprovação... O fim da história todos nós conhecemos... entretanto estamos cometendo os mesmos erros que trarão conseqüência ainda  piores para a nossa nação.

                               Estamos à beira da legalização do holocausto do aborto, da aprovação do casamento de homossexuais (inclusive com direito a adoção de crianças), da criminalização do que eles mentirosamente chamam de “homofobia”, e tantas outras loucuras. E qual a postura dos homens da Igreja? Com honrosas exceções, a atitude da grande maioria dos padres, bispos e outras lideranças cristãs tem sido de um silêncio estarrecedor e de uma covardia vergonhosa. Todos se dizem contra o abordo, mas na prática não orientam as pessoas a rejeitarem com determinação os partidos e candidatos abortistas e homossexualistas. Dizem que é antiético dizer nomes de partidos ou pessoas... (sic!) que devemos deixar as pessoas escolherem livremente... etc. Ignorância ou covardia? É evidente que a grande maioria das pessoas não estão informada de quem seja realmente contra ou a favor do aborto ou das tirânicas ambições do movimento gay. Não basta dizer que o aborto é pecado ou crime é necessário apontar que partidos e que políticos estão lutando para promovê-lo. Não podemos ser omissos, o momento é por demais grave para que possamos nos silenciar é preciso esclarecer o povo e orientá-lo a não votar em partidos e candidatos que querem legalizar o aborto e privilegiar os homossexuais. È preciso dizer os nomes dos partidos e dos políticos que estão atentando contra a vida e contra a família, para que os cristãos e a sociedade como um todo possam rejeitá-los negando-lhes o voto.
                              
                               Por exemplo, se todo o povo cristão tivesse consciência que o PT, PV e outros, têm a clara e manifesta intenção de legalizar o aborto e estabelecer privilégios para os homossexuais, com certeza não votaria nestes partidos e em nenhum de seus candidatos, pois um cristão autêntico jamais ajudaria a promover o aborto com o seu voto. Também seria útil divulgar o nome dos políticos que são comprometidos em defender a vida e a família. ( ver www.brasilsemaborto.com.br)

                               É hora de nossas lideranças se levantarem para defenderem a vida e a família. Não podemos nos acovardar. Não importa se o presidente Lula ou sua candidata Dilma têm 80% de aprovação. Hitler também tinha. È preciso desmascarar estes abortistas e mostrar ao povo quem são.  É hora de exercer nosso profetismo e denunciar essa impostura. Se nos silenciarmos como o clero alemão de outrora, passaremos para a história como covardes e colaboradores passivos da destruição de milhões de vidas inocentes. E diante do Deus da vida ao qual servimos nos apresentaremos com o gravíssimo pecado da omissão. “Eu estava em perigo e não me socorrestes...” (Mt.25,41ss).

                               Jesus Cristo morreu na cruz. Não somos melhor que nosso mestre. Ele não teve medo dos grandes e poderosos, denunciou a corrupção em seu tempo  citou o nome de Herodes  classificando-o como  “raposa” – Portanto não nos calemos! Penhoremos nossa honra, nossos bens, nossa liberdade e nossa vida em defesa da vida inocente e da família. Não sejamos pastores medrosos e negligentes. Defendamos o rebanho de Cristo a nós confiado. O povo espera em nós, se não tivermos coragem de nos arriscarmos para defendê-lo não seremos autênticos pastores, mas mercenários.

                               Levantemo-nos e façamos alguma coisa! Sejamos soldados valorosos, pastores corajosos, profetas de Deus. Lutemos! Deus nos pede o  combate, o restante coloquemos em suas mãos. Honremos nossa consagração batismal e sacerdotal.
                               Parabéns aos bispos de São Paulo (Regional Sul -1) pela coragem do seu profetismo. Que seu exemplo estimule aos demais bispos e sacerdotes.

                               Que a Virgem Santíssima vele por nós neste momento crucial de nossa historia e nos alcance junto a Jesus a graça de sermos cristãos autênticos e pastores zelosos.

Nos corações de Jesus e Maria,                                                                                                  
                                                                                                                                                                           Pe. Rodrigo Maria
                                                                                                                                          Escravo inútil da Santíssima Virgem   

Gabriel Chalita processa Comunidade Católica que trabalha pelas Comissões em defesa da vida do Estado de SP pelo REgional SUl-1 da CNBB‏

Segue o email que recebi.
Fiquei pensando: por que processar alguém que divulgou uma verdade? Medo?

Virgem Santíssima, rogai por nós!

_________________________________________________

Caro Amigos Defensores da Vida:

O prof. Gabriel Chalita move um processo contra a Comunidade Família de Deus na pessoa do seu fundador. No processo somos acusados de fazer política negativa contra ele e se condenado, seremos obrigados a pagar uma multa de R$.5.000,00 ao TRE.

Somos acusados de produzir os filmes que estavam na internet que colocavam em cheque o seu apoio à Marta e à Dilma. Mas nós da Comunidade Família de Deus não os produzimos. Apenas pedimos nos nossos emails que as pessoas os acessassem e ficassem cientes desta atitude do Chalita... E será fácil de se provar isso.

Ele também nos acusa de que trabalhamos por outra candidatura. Não, nós não trabalhamos por ninguém. Levamos a sério o nosso trabalho que fazemos em Defesa da Vida, pelas famílias, por uma cultura de paz e com a vivência do nosso carisma e apostolado. Ele nem levou em consideração que nós somos membros ativos da Coordenação das Comissões em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB.

Entendemos que fazer campanha negativa contra alguém é quando se pensa no favorecimento de outro candidato,e nós não somos filiados a nenhum partido; a Comunidade não lançou nenhum candidato e vamos seguir as orientações da CNBB na hora de votar. E estamos cobrando esta coerência do Chalita, justamente por conta das Declarações dos srs. Bispos da CNBB, e em especial da dos Bispos do Regional Sul-1.

A Comunidade Família de Deus está pedindo coerência do Prof. Gabriel Chalita, e achamos que mais pessoas e movimentos PROVIDAS, CDDV, e PASTORAIS deveriam fazer o mesmo.

Temos o Chalita como nosso irmão, e não um inimigo; entendemos que ele errou ao dar seu apoio à Marta Suplicy, à Dilma e Cia, fato este que o levará sim a um prejuízo moral e ético, inclusive também com consequências PARA com a própria Comunidade Canção Nova, que se cala diante deste terrível fato. Perguntamos:


<< QUEM PODE DIZER QUE É DE CRISTO E AO MESMO TEMPO APOIAR CANDIDATOS E PARTIDOS ABORTISTAS ?! O ABORTO É CONTRA JESUS! >>


O verdadeiro amigo é aquele que vai tentar ajudar o outro amigo qdo este está errando... Essa tem sido a nossa conduta; e vamos continuar assim cobrando dele esta coerência; pensamos que assim estamos ajudando a pessoa dele, se ele quer mesmo assumir o papel de Candidato Católico. E também ajudando o Brasil a não ter a legalização do aborto. Não acreditamos que uma pessoa que diz apoiar a Marta Suplicy acabe tendo sucesso no seu trabalho contra a legalização do Aborto. O que vocês acham?! Se o Chalita está se enganando ou querer se enganar é uma coisa, mas nós não podemos deixar que com este seu erro ele venha enganar e levar católicos - especialmente os sócios e telespectadores da Canção Nova a errarem também e darem o seu voto à abortista Marta e à Dilma do PT. Só para lembrar o PT do PNDH-3 e do Consenso de Brasília.

Queremos dizer que ao sermos processados pelo Prof Gabriel Chalita, junto conosco ele está processando também todas as Pastorais de Família, as Comissões Diocesanas em Defesa da Vida, os PROVIDA do Brasil inteiro, e todas os movimentos e comunidades que realmente estão comprometidos com o anúncio do Evangelho da Vida.

Vamos terminar com um rema que recebemos de um Sacerdote amigo nosso que está nos acompanhando dentro deste processo que estamos recebendo do nosso irmão Chalita:

JULGAMENTO ENTRE IRMÃOS

4. No entanto, quando tendes contendas desse gênero, escolheis para juízes pessoas cuja opinião é tida em nada pela Igreja.  5. Digo-o para confusão vossa. Será possível que não há entre vós um homem sábio, nem um sequer que possa julgar entre seus irmãos? 6. Mas um irmão litiga com outro irmão, e isso diante de infiéis! 7. Na verdade, já é um mal para vós o fato de terdes processos uns contra os outros. Por que não preferis sofrer injustiça? Por que não preferis ser espoliados? 8. Não! Vós é que fazeis injustiça, vós é que espoliais - e isso entre irmãos! 1 Cor. 6,4-8

Continuamos pedindo orações pelo Chalita, e agora por nós que fomos processados por ele. Ele entrou com este processo contra nós entre os dias 14 e 15 de Setembro.

Divulguem nosso novo site, http://www.vidafamiliaepaz.wordpress.com/ . Lá nós já deixamoss nossa Declaração de repúdio ao Prof. Gabriel Chalita pelo seu apoio à candidaturas abortistas.

Agradecemos pelas orações de todos !!!

Ernesto Peres de Mendonça
Servo do Coração Eucarístico de Jesus
Comunidade Família de Deus
A serviço da Vida

Nota de esclarecimento da Arquidiocese de São Paulo sobre o lançamento do livro pró-aborto na APROPUC

Denunciei aqui sobre a lista de assinaturas contra o lançamento de um livro pró-aborto na PUC. Vários católicos se uniram e mobilizaram a Universidade, que não fará mais o lançamento. Estão vendo, Cristãos? Quando nos unimos, ninguém pode conosco, porque Cristo é por nós!

Contudo, ao final da nota, exponho algo que talvez tenha ficado para traz e que me foi lembrado por um grande irmão na fé.
Vejam a nota emitida pelo site Nascer é um Direito:

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A campanha contra o lançamento do livro pró-aborto "A criminalização do aborto em questão" na APROPUC foi encerrada. Nosso alerta e súplica ao Sr. Cardeal Dom Odilo Scherer obteve 2958 assinaturas de apoio, as quais já foram encaminhadas ao Sr. Cardeal. Após isso, ainda nos chegaram outras assinaturas que infezlimente não puderam ser acrescentadas.
Recebemos do Sr. Rafael Alberto, Secretário de Comunicação da Arquidiocese de São Paulo, o texto abaixo do Vicariato Episcopal para a Pastoral da Comunicação. Como se pode ver por essa nota, o Emmo. Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer “lamenta profundamente que uma associação ligada à PUC promova atos pró-aborto, contrários ao ensinamento da Igreja sobre a dignidade da vida nascente e os desaprova.”
Ficamos gratos por esse esclarecimento e pela solicitude do Sr. Cardeal, que através do Vicariato Episcopal para a Pastoral da Comunicação, nos enviou esse comunicado.

Clique aqui e leia o documento em formato PDF
Segue abaixo o texto da nota de esclarecimento.

Sobre o lançamento do livro “A criminalização do aborto em questão”, anunciado como evento a ser realizado no campus Monte Alegre da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, o Vicariato Episcopal para a Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de São Paulo esclarece que:
- O lugar do lançamento do livro deverá ser a sede da APROPUC (Associação dos Professores da PUC), que tem personalidade própria e independente da Pontifícia Universidade e da Fundação São Paulo, sua mantenedora.
- A referida Associação tem 447 associados entre os 1.721 professores da Universidade.
- A reitoria da Universidade não havia sido consultada a respeito da realização do lançamento anunciado e o desconhecia.
- O Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo e Grão-Chanceler da PUC-SP, igualmente desconhecia a realização do lançamento e lamenta profundamente que uma associação ligada à PUC-SP promova atos pró-aborto, contrários ao ensinamento da Igreja sobre a dignidade da vida nascente e os desaprova.
- Sobre o abaixo-assinado promovido pelo site http://www.fundadores.org.br/, o Cardeal Scherer solicitou a este Vicariato que mantenha contato com seus administradores para esclarecer que ele é o primeiro interessado na não realização do lançamento de um livro pró-aborto em associações ligadas à PUC-SP.

Secretaria Executiva do Vicariato Episcopal para a Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de São Paulo

Atenciosamente,

Edson Carlos de Oliveira

Campanha Nascer é um Direito

Associação dos Fundadores

http://www.nascereumdireito.org.br

Fonte: Blog Fazei o que Ele vos disser

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Segundo o Código de Direito Canônico,

"Cânon 810, §1 - Cabe à autoridade competente, de acordo com os estatutos, o DEVER de providenciar que nas Universidades Católicas sejam nomeados professores que sobressaiam, NÃO SÓ pela idoneidade científica e pedagógica COMO TAMBÉM pela INTEGRIDADE DE DOUTRINA e probidade de vida, de modo que, faltando-lhes esses requisitos, SEJAM afastados do cargo, observando-se o modo de proceder determinado nos estatutos.

§2 - As Conferências dos Bispos e os Bispos Diocesanos interessados TÊM O DEVER e o direito de supervisionar para nessas Universidades se OBSERVEM FIELMENTE os princípios da doutrina católica".

Portanto - e INFELIZMENTE - o teor da Nota de Esclarecimento do Vicariato Episcopal para a Pastoral da Comunicação é INSUFICIENTE e acaba soando TÃO MAL quanto a notícia original de que um livro pró-aborto seria lançado dentro de uma Pontifícia Universidade Católica (e, neste caso, infringindo os cânones 807 e 809 do CDC)...


Peçamos, pois, ao Senhor da Colheita, que ceife os maus discípulos, separando o joio do Trigo.
Rezemos!

21 de set. de 2010

Catofobia

Querem por que querem nos fazer engolir guela abaixo direitos dos outros, privando os direitos de outrem.
É sabido que todo cidadão brasileiro, ao menos no papel, tem direitos. Isto não é novidade. Mas a Lei de Homofobia, que quer amordaçar cristãos no Brasil - e que já faz vítimas! - trata o homossexual como um sujeito 5 estrelas. Nem os negros, que sofreram tanto com a escravidão, e sofrem ainda com o Racismo, são tão privilegiados quanto a estes homoafetivos.

Ademais, irmãos e irmãs, o que notamos hoje é uma verdadeira onda de "Catofobia". Parece que hoje, no mundo todo, se você se apresenta como Católico, pronto: Você já é um sujeito digno de rechaço. É triste. Muito triste.

Neste vídeo  observamos algo que ocorreu em São José do Rio Preto. Um grupo de Católicos vão até o centro da cidade rezar o Santo Terço e convidando os transeuntes a assinar um cartão para mostrarem seu desabono ao PNDH3. Pois bem. No meio da passeata, grupos homossexuais tentaram vetar a atitude, além de chamarem o MST para atrapalhar a caminhada. Mas isto não é novidade. Na Argentina, um grupo de lésbicas tentaram invandir uma Igreja Católica. Só não contavam encontrar com um grupo de jovens rezando o terço nas escadarias na mesma. Na França também há. Em todos os lugares há.


Votando no PT, apoiaremos o PNDH3, e aí cenas como estas não serão mais vistas, porque nem rezar com as portas abertas poderemos mais

Fonte:  Blog Fazei o que Ele Vos disser

20 de set. de 2010

São João Maria Vianey (1786-1859) - A semente que caiu em boa terra deu fruto centuplicado

Presbítero, cura de Ars        Sermão
Se me perguntais o que quer Jesus Cristo dizer com este semeador que saiu manhã alta para ir lançar a semente no seu campo, meus irmãos, [digo-vos que] o semeador é o bom Deus que começou a trabalhar na nossa salvação logo no princípio do mundo, enviando-nos os profetas antes da vinda do Messias para nos ensinar o que é necessário para sermos salvos. E não Se contentou em enviar os Seus servos mas veio Ele mesmo, indicou-nos o caminho que devíamos seguir e veio anunciar-nos a palavra sagrada.
Sabeis como é uma pessoa que não se alimenta desta palavra sagrada? [...] É semelhante a um doente sem médico, a um viajante perdido e sem guia, a um pobre sem recursos. É completamente impossível, meus irmãos, amar a Deus e agradar-Lhe sem nos alimentarmos desta divina palavra. O que nos poderá levar a agarrarmo-nos a Ele, se não for o conhecimento que temos Dele? E quem no-Lo dá a conhecer, com todas as Suas perfeições, a Sua beleza e o Seu amor por nós, se não a palavra de Deus que nos ensina tudo o que Ele fez por nós e todos os benefícios que nos preparou na outra vida?
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Enviado por Alex Borges

O marxismo e a Teologia da Libertação

Autor: Pedro Ravazzano.
O marxismo conquistou um grande número de seguidores dentro da Igreja. Esse posicionamento ideológico, além de contrariar os ensinamentos do Magistério, gerou um forte braço da esquerda, principalmente na América Latina. A Teologia da Libertação, nascida do encontro de heresias teológicas européias com a metodologia comunista no Novo Mundo, frutificou, tornando-se uma grande arma do socialismo mundial.

A Igreja já havia dito que "Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro" [1], mas isso não impediu que religiosos em rebeldia plena ao Magistério afirmassem que "o Reino de Deus é concretamente o socialismo" [2]. Genésio Boff disse, ao Jornal do Brasil, que o proposto pelos seus "não é Teologia dentro do marxismo, mas marxismo (materialismo histórico) dentro da Teologia".

Essa falta de caridade e fidelidade ao ensinado pela Igreja, que não condenou o socialismo por motivos pequenos e mesquinhos, mas pela sua incongruência com a Revelação cristã, atingiu seu ápice quando em 1968, religiosos, que já traziam de outrora suas heresias ideológicas, comungaram e ratificaram atitudes terroristas e revolucionárias. FreiBetto, e seus comparsas, aliados a Carlos Marighela, levantaram pontos ao longo da Rodovia Belém-Brasília para implementar uma guerrilha rural, usando o Convento do Araguaia como o centro logístico. Nesse momento os dominicanos se transformaram, Frei Ivo, virou Pedro, Frei Osvaldo, Sérgio ou Gaspar I, Frei Magno, Leonardo ou Gaspar, Frei Beto, Vítor ou Ronaldo, tudo isso para que pudessem contactar Marighela e Joaquim Câmara Ferreira, os cérebros do Agrupamento Comunista de São Paulo (AC/SP), que depois virou Ação Libertadora Nacional (ALN).

Esse grupo terrorista tinha como financiador o governo totalitário cubano. O presidente, Carlos Marighela, fundou o AC/SP depois que foi expulso do PCB. Interessante que sua obra, Minimanual do Guerrilheiro Urbano, transformou-se em norte de vários grupos fanáticos de esquerda, como Brigadas Vermelhas, da Itália, e Baader-Meinhoff, da Alemanha. A ALN assaltou trens-pagadores (o roubo de Santos-Jundiaí rendeu NCr$ 108 milhões), realizou seqüestros, como o do embaixador americano, em conjunto com o MR-8 (do hoje ministro da Comunicação Social Franklin Martins e do deputado Fernando Gabeira). Depois da morte de Marighela, em 1969 (por delação do Frei Fernando), a ALN passou a ser liderada por Joaquim Câmara Ferreira, que viajou para Cuba com o fim de receber ordens de Fidel Castro. Além desse extenso currículo, a ALN se envolveu em centenas de assassinatos, tanto em ação solo, como em parceria com outros grupos terroristas; VAR-Palmares (da ministra Dilma Rousseff), PCBR, MOLIPO, Tendência Leninista (esses dois últimos vindos da própria ALN). Tudo isso com a participação, ou no mínimo conhecimento, de religiosos dominicanos.

Os terroristas não lutavam por liberdade, mas sim pelo triunfo da revolução comunista no Brasil, que bem sabemos é o inverso. No regime militar, ditatorial e podador de liberdade, o número de mortos chegou a aproximadamente quatrocentos (lembrando que os guerrilheiros de esquerda cometeram cerca de duzentos assassinatos), enquanto o histórico do marxismo mundial beirava os 100 milhões de mortos. Alguns casos são bastante significativos; na China, 65 milhões morreram depois que Mao Tse Tung iniciou o "Grande Salto para Frente", um desastroso projeto. Na URSS, só de 1917 a 1953, o regime bolchevique havia matado 20 milhões de pessoas, muitos deles religiosos da igreja ortodoxa russa que cometiam o crime de professar o cristianismo. Na Coréia do Norte, que até hoje vive no jugo do regime comunista, o número chegou a dois milhões de mortos. No Camboja, o Khmer Vermelho matou em três anos 1/3 da população. Na América Latina, países como Cuba, Nicarágua e Peru, que estavam intimamente ligados nas arquitetações comunistas, carregam cerca de 150 mil mortos. A ilha de Fidel ainda tem cerca de 2,2 milhões de pessoas, 20% da população de Cuba, de refugiados, principalmente nos EUA. Outros números; África, 1,7 milhão, entre Etiópia, Angola e Moçambique, Afeganistão 1,5 milhão, Vietnã um milhão. Seriam, então, esses 100 milhões de mortos pelo comunismo menos “importantes” do que os 500 assassinados pelo regime militar?

Aqui vale uma pequena recordação. Hoje, muitos comunistas se esforçam para desvencilhar o marxismo do que eles chamam de "socialismo real". Lutam contra a história para justificar a eterna defesa de uma ideologia genocida. Primeiramente, na década de 70 - 80, nenhum dos "companheiros" e "camaradas" se incomodava em receber financiamento da China, URSS, Cuba, Albânia etc. Essa repentina aversão ao regime comunista só se sucedeu depois da queda do Muro de Berlim, quando o mundo finalmente pode ver as desgraças cometidas pelas nações marxistas, mascaradas de um projeto de igualdade material. Quando os partidos esquerdistas do Brasil recebiam verba de Havana, Moscou ou Pequim, os três regimes já traziam nas costas centenas e milhares de mortos, e que mesmo com as restrições das mais necessárias liberdades civis, eram de conhecimento do público ocidental. Ademais, mesmo que Marx não idealizasse uma ditadura do proletariado genocida, o que alguns chamam de "socialismo real" é nada mais do que a única via prática de se instaurar um sistema naturalmente fadado ao fracasso. Hayek, um dos maiores homens da economia do séc. XX, mostra em sua obra, “O Caminho da Servidão”, o caráter totalitário intrínseco a concepção socialista, entre outras coisas, afirma; “Os autores franceses que lançaram as bases do socialismo moderno não tinham dúvida de que suas idéias só poderiam ser postas em prática por um forte governo ditatorial (...) Saint-Simon, chegou a predizer que aqueles que não obedecessem às comissões de planejamento por eles propostas seriam “tratados como gado”.” [3] Inclusive cita W. H. Chamberlin, correspondente por doze anos na URSS, que disse que “o socialismo sem dúvida não será, ao menos no começo, o caminho da liberdade, mas o da ditadura e das contraditaduras, da mais violenta guerra civil. O socialismo alcançando e mantido por meios democráticos parece pertencer definitivamente ao mundo das utopias”. [4] Hayek, de forma brilhante, lembrou que o “socialismo democrático (...) não só é irrealizável, mas o próprio esforço necessário para concretiza-lo gera algo tão inteiramente diverso que poucos dos que agora o desejam estariam dispostos a aceitas suas conseqüências”. [5]

A Espanha, que não sofreu com um regime comunista, chorou seus mortos na guerra civil, quando marxistas, financiados pela URSS, lutaram pela revolução em terras ibéricas. O historiador Hugh Thomas disse que "Em tempo algum no curso da história da Europa, talvez mesmo de todo o mundo, viu-se um ódio tão apaixonado à religião e suas obras." [6] Tanto na Espanha quanto no Brasil, os marxistas tinham apoio direto dos soviéticos, entretanto, na península, os religiosos eram martirizados e perseguidos, enquanto aqui se convertiam à barbárie comunista. Só nos meses precedentes a guerra 160 Igrejas foram depredadas e 270 religiosos mortos. É célebre a foto onde o Cristo Redentor é "fuzilado" por atiradores comunistas. Ademais, outros monumentos católicos foram profanados, como a histórica imagem de Nossa Senhora de Granada, que tinha que ser chutada para o alistamento na Frente Popular. Os processos de canonização são sempre grandiosos; 61 mártires de Cartagena, 47 Irmãos Maristas, 226 de Valença, 500 foram beatificados a pouco tempo por S.S Bento XVI.

Enquanto Frei Betto, e seus camaradas religiosos se levantavam contra os abusos cometidos pelo regime militar, em Cuba 15 mil e 17 mil pessoas eram fuziladas. A consciência era limpa (ou hipócrita?), não se incomodavam em receber dinheiro e treinamento de militantes castritas. A falta de percepção era tão acentuada que se lançavam numa luta contra um inimigo que tinha apenas a pretensão de combater os futuros fuzilamentos, genocídios, e massacres, que ocorreriam no possível Brasil vermelho. URSS, China e Cuba eram os financiadores dos guerrilheiros que diziam lutar por liberdade mais que eram sustentados por regimes genocidas. Tinham mais condescendência com genocidas e blasfemadores do que com famílias cristãs de classe média. Estrebuchavam-se com marcha de católicos rezando o terço, mas aplaudiam as frases de seus ídolos, não mais bezerros de ouro, mas porcos de sangue; "Fuzilamentos, sim, temos fuzilado, fuzilamos e continuaremos fuzilando enquanto seja necessário. Nossa luta é uma luta de morte". [7], "Não sou Cristo nem filantropo; sou todo o contrário de Cristo" [8].

A Teologia da Libertação tem a sua presença no meio religioso reduzida, mesmo com seu esforço atual de se reinventar, a maneira que encontrou para tentar manter a sua influência como outrora, como na década de 80, quando era pujante. Ademais, ainda é ativa na política da América Latina. O próprio PT surgiu nas sacristias das igrejas TL, e ainda hoje, Frei Betto, Boff, e companhia, são articuladores da esquerda nacional e internacional. O frade dominicano tem relações amistosas com Fidel Castro, seu mentor político, as FARC, tendo inclusive o comandante da narcoguerrilha, Raul Reyes, informado que um dos seus maiores contatos junto ao governo do PT era o religioso católico, e com diversos partidos marxistas do continente, sendo um dos membros principais do Foro de São Paulo, dirigindo sua revista quadrimestral, "America Libre". O dominicano, sem nenhuma timidez, barbarizou ao dizer em pleno II Fórum Social Mundial, que "a sociedade do futuro mais livre, mais igualitária e mais solidária se define em uma só palavra: socialismo. Pediu uma salva de palmas para Karl Marx e disse que o homem novo deve ser filho do casamento de Ernesto Che Guevara e Santa Teresa de Jesus", como pontuou Carlos I. S. Azambuja.

A heresia do modernismo deu um grande impulso aos religiosos que já traziam o germe heterodoxo. A massificação foi tão profunda que conseguiram corromper toda a Ação Católica, passando essa a ser um braço dos partidos marxistas. Nessa época, os grandes Bispos de destaque do país estavam em consonância com tais abusos e profanações, fornecendo uma densa e forte proteção aos religiosos que se comportavam diametralmente opostos ao ensinado pelo Magistério. Nesse contexto, é bastante pertinente a figura do ex-frade Leonardo Boff, que diferente de Frei Betto, tinha uma bagagem cultural e teológica de peso. Ele conseguiu estruturar a Teologia da Libertação, dando a ela um fundamento sólido. Sua figura caiu para segundo plano quando ainda religioso se envolveu com uma mulher casada, o que além de acarretar sua saída da vida franciscana, por vontade própria, lançou para um patamar abaixo a sua importância na teologia americana. Mesmo com essa queda, suas sementes já haviam sido plantadas em muitos setores da Igreja.

A Teologia da Libertação foi posteriormente condenada através do documento Libertatis Nuntius, que afirmou, entre outras coisas, que ela causava "uma interpretação inovadora do conteúdo da fé e da existência cristã, interpretação que se afasta gravemente da fé da Igreja, mais ainda, constitui uma negação prática dessa fé”. Isso se somou as condenações ao marxismo feitas por Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI, Pio XII, João XXIII, Paulo VI e João Paulo II. Em Puebla, o documento do CELAM frisou que "(...) A libertação cristã usa 'meios evangélicos', com a sua eficácia peculiar e não recorre a nenhum tipo de violência, nem à dialética da luta de classes (...)" (nº 486) "ou à praxis ou análise marxista" (nº 8).

O Magistério, em toda a sua riqueza, é claro quanto a condenação ao socialismo, e a própria Teologia da Libertação. Esta, além da metodologia marxista, cai em outras heresias, como o modernismo, gnosticismo (ambas intrínsecas), mas também milenarismo, se analisarmos a perspectiva socialista de redenção, montanismo, com a sua percepção eclesiológica deturpada, e outras heterodoxias. Essas heresias podem gerar diversas outras, como por exemplo, o berenguarianismo. Além dessas heresias, a Teologia da Libertação descamba para a defesa do aborto, homossexualismo etc. Nas palavras de Frei Betto; "O Estado é laico e deve ter o direito de defender a vida das mulheres pobres não incriminando mais o aborto, o que não significa ser a seu favor." e "Embora eu seja contra o aborto, admito a sua descriminalização em certos casos (...) Se os homens parissem, o aborto seria um sacramento." [9]. O religioso só esquece do ensinamento canônico da Igreja; "Cânone 1398 Quem procurar o aborto seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae (automática)", condenação que também recai aos defensores do infanticídio.

A Teologia da Libertação conseguiu entrar nos seminários e noviciados e, com isso, se estabeleceu justamente na fonte de formação. Aqui é válido um breve comentário. A chegada da TL nas escolas católicas foi avassaladora. Talvez não haja uma correta atenção a esse problema, o que, de maneira decisiva, impede a restauração de uma vivência católica genuína. O mais irônico, é que a Teologia da Libertação percebeu antes de nós a relevância das escolas e, por isso, se esforçou ao máximo para entrar e se fixar nesses centros estudantis. Hoje, boa parte dos colégios católicos está entregue a ensinamentos liberais e incongruentes com a doutrina da Igreja. O problema é tão complexo, que é até difícil dizer se foram os religiosos que corromperam as famílias, ou as famílias que levaram para os colégios a corrupção. Eu, particularmente, acredito na primeira opção. Os colégios católicos, literalmente, de um dia para o outro, viram seus símbolos sendo guardados em depósitos, aulas de religião reduzidas a um simplismo empobrecedor, Padres com currículos extensíssimos sendo retirados das salas de aula unicamente por serem Padres. Isso sem contar com uma das maiores antíteses com que já me deparei; colégios nominalmente e tradicionalmente confessionais restringindo ensinamentos e vivências religiosas por defenderam o pensamento laico. Esses religiosos tíbios geraram fiéis ímpios, e esses fiéis ímpios formaram famílias liberais-agnósticas-atéias. É a bola de neve.

O apoio de grandes Bispos, no passado, também foi essencial para o fortalecimento dessa linha herética. Essa condescendência episcopal, somada a maciça presença da TL nos seminários, deram a ela uma estrutura sólida e grandiosa. A sua presença na Igreja brasileira foi tão enfática que conseguiam abafar todas as condenações que vinham de Roma, continuando intocados e atuantes. Com o surgimento do movimento carismático, e associações fiéis e ortodoxas (Legionários de Cristo, Opus Dei, Comunhão e Libertação, Arautos do Evangelho etc), a Teologia da Libertação passou a presenciar a sua degradação. Apenas forneciam aos seus seguidores um discurso político e centrado na dialética marxista, tudo convergia para a "justiça social" e luta de classes; Maria a mulher da caminhada, Jesus o revolucionário etc. Com isso, o empobrecimento espiritual dos homens, se tornou inevitável. Esses novos movimentos resgataram o mais puro cristocentrismo.

A TL foi sendo assim minada, sua influência reduzida, entretanto, ainda se faz presente, se esforçando para sobreviver em meio ao renascimento católico. Interessante é que essa sua tentativa de manutenção a levou a se aproximar de setores da RCC, que no passado era alvo constante de críticas e acusações por parte da alta cúpula da TL. Ela cavou a própria cova quando afastou a piedade e religiosidade dos fiéis, com isso as suas fontes de vocações secaram. Em contrapartida, os novos movimentos, aversos a essa metodologia dialética e herética, passaram a ter seus seminários e noviciados apinhados de jovens, derrubando de imediato a falaciosa crise de vocações, tão divulgada pela mídia catolicofóbica. Dessa forma, uma nova geração de religiosos foi sendo formada, com fidelidade ao Magistério e ortodoxa no seguimento da doutrina. Serão os futuros padres, freis, monges, Bispos, aqueles que irão execrar por um todo a Teologia da Libertação da Igreja, e coloca-la no seu devido lugar, nos livros de história, como uma heresia ao lado de tantas outras.


Notas
[1] Quadragesimo Anno, nº 117 a 120
[2] BOFF, L. e BOFF, Cl. Da Libertação, p. 96
[3] HAYEK, F. A. O Caminho da Servidão, 1994, p. 48
[4] HAYEK, F. A. O Caminho da Servidão, 1994, p. 53
[5] CHAMBERLIN, W. H. A False Utopia, 1937, p. 202-3
[6] THOMAS, Hugh. A Guerra Civil Espanhola Vol. 2, 1964.
[7] Che Guevara, na Assembléia Geral da ONU em 11 de dezembro de 1964
[8] Che Guevara em carta familiar
[9] Frei Betto, A Questão do Aborto

Fonte: http://www.veritatis.com.br/article/5257