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Exorcismo
Padres Exorcistas explicam
Consagração a Virgem Maria
Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção
Formação para Jovens
Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração
3 de dez. de 2010
ESCÂNDALO: Na Catedral de Goiás entrega-se camisinhas para o combate à Aids. Cadê Dom Eugênio Rixan?
Vejam as fotos:
Papa encontra vítimas da violência no Iraque

Uma saudação a cada um, palavras de conforto, proximidade e oração, o abraço do Papa que se alarga aos cristãos que vivem em todas as áreas do mundo onde eles são vítimas de violência e injustiça.
Bento XVI, na conclusão da udiência geral de ontem, encontrou – numa sala reservada - 26 pessoas que ficaram feridas no atentado de 31 de outubro, na catedral sírio-católica de Bagdá, que, acompanhadas por parentes, foram trazidas para a Itália para tratamento. O Papa recordou também as 57 vítimas do atentado, das quais lhe foram mostradas algumas fotos.
Tudo isto ocorreu no dia em que a comunidade cristã no Iraque chorou outra vida ceifada: de acordo com o site local da agência “Ankawa”, trata-se de Fady Walid Jibrail, um jovem protestante de 26 anos que trabalhava em uma mercearia, assassinado a tiros no meio de uma rua de Mossul. Na emboscada o irmão também ficou ferido: na semana passada outros dois irmãos, católicos, foram assassinados na zona industrial da mesma cidade.
A comunidade cristã no Iraque na década de 90 contava um milhão de pessoas: hoje são menos da metade, somente na capital de 450 mil, hoje são pouco mais de 150 mil pessoas. Muitas famílias decidiram fugir para o exterior ou para áreas consideradas mais seguras: 86 famílias chegaram a Suleiman, no Curdistão iraquiano, onde já vivem 40. Aqueles que decidiram permanecer em Bagdá receberam a solidariedade dos líderes do clero islâmico sunita e xiita da cidade.
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por
Rádio Vaticano
Fonte: www.comshalom.org
2 de dez. de 2010
Carta ao Papa e Ano Mariano
(Enviar cópia para:)
1 de dez. de 2010
Lutero, os reformadores e Nossa Senhora
O protestantismo atual se mostra intolerante com a Virgem Santíssima, no entanto, Martinho Lutero, Calvino, Zwinglio, e os reformadores do Séc. XVI tinham uma estima e reverência profundas a Nossa Senhora, como poderemos ver abaixo. Algumas denominações protestantes estão redescobrindo isso. Por exemplo, Madre Basiléia Schlink, luterana, prega a recuperação da veneração à Virgem Mãe de Deus.Lutero, em 1522, escreveu um belo comentário do Magnificat de Nossa Senhora, onde repetidas vezes a chama de a “doce Mãe de Deus”. E nele Lutero pede à Virgem “que ore por ele”. Entre outras coisas ele disse da Virgem Maria: “Peçamos a Deus que nos faça compreender bem as palavras do Magnificat… Oxalá Cristo nos conceda esta graça por intercessão de sua Santa Mãe! Amém.” (Comentário do Magnificat).
Lutero mostra que Nossa Senhora não atrai a nossa atenção sobre Si, mas leva-nos a olhar para Deus: “… Maria não quer ser um ídolo; não é Ela que faz, é Deus que faz todas as coisas. Deve ser invocada para que Deus, por meio da vontade dela, faça aquilo que pedimos; assim devem ser invocados também todos os outros santos, deixando que a obra seja inteiramente de Deus” (idem pp.574-575).
Arquivado em: Nossa Senhora — Prof. Felipe Aquino
Extraído de: http://comunidademissionariamariana.blogspot.com/2010/11/lutero-os-reformadores-e-nossa-senhora.html
Rock católico, cristoteca e outras vãs tentativas de evangelização.

A história narra um incêndio que houve em um circo ambulante, logo que começou a pegar fogo o diretor chamou o palhaço que estava pronto para o próximo espetáculo e pediu ao mesmo que fosse correndo ao povoado buscar ajuda, advertindo os moradores do povoado da possibilidade do fogo se espalhar pelos campos ressequidos, com risco iminente das próprias casas serem destruídas.
O palhaço foi às pressas e abordou de imediato os primeiros que viu a sua frente, explicou a situação para os moradores e aconteceu o que ele não imaginava, as pessoas que ele abordou soltaram fortes gargalhadas pensando que o que ele estava falando era mais uma de suas artimanhas de palhaço para conquistas freguesia para o espetáculo que estava para começar. O palhaço enlouquecido com aquela situação desesperadamente abordou outros moradores, e as reações foram sempre à mesma, o palhaço chorou pela sua missão não concretizada e o pior aconteceu na história.
O Papa no seu livro faz um paralelo da historia do palhaço com a realidade dos cristãos dos tempos modernos, somos como este palhaço que vestidos com os trajes de idade média, muitas das vezes não conseguimos atingir os nossos propósitos missionários. No decorrer de todo o capítulo o papa defende a idéia de que a solução para a problemática não é tirar os trajes da idade média ( que seria os princípios da tradição católica) para convencer o povo de nossas verdades, o que daria certo na historia do palhaço. Bento XVI mostra no seu belo livro que os problemas não são de aggiornamentos, as problemáticas vão muito mais além. Não irei aprofundar mais nos pensamentos do papa, por que o objetivo do artigo não é resumir o livro, mas sim usar desta abordagem para fazer comentários que acho necessários para o momento.
Na Igreja têm surgido incontáveis movimentos que tem como principio evangelizar o mundo moderno, acho muito pertinente esta iniciativa, foi exatamente isto que a Igreja desejou e deseja através do Concílio Vaticano II, só que algo é preocupante em grande parte destes movimentos, os idealizadores estão fazendo o que o papa Ratzinguer acha um perigo, estão tirando os “trajes da tradição da Igreja” de si e se vestindo com os “trajes da modernidade”com o intuito de trazer os escravos da modernidade para a Igreja. Querem converter os mundanos usando os artifícios do mundo, estão apresentando um cristianismo maquiado de liberalidade e secularismo. Isto é inadmissível, não é uma estratégia inspirada pelo Espírito Santo, todo mundo sabe que cristianismo é uma morte para os princípios do mundo moderno, é ilógico usar de modernidade para levar as pessoas a rejeitá-la.
Vamos falar de exemplos claros do que estou falando, um exemplo é o chamado Rock Católico, outro exemplo são as Cristotecas, não podemos deixar de falar da Missa-Jovem e para não gastar inúmeras folhas de exemplos, paro citando outro fenômeno que nomeio como destruição da simbologia sacra.
Falemos do rock católico, alguns católicos estão erroneamente fazendo música com este desgraçado estilo musical com a finalidade de converter aqueles que estão neste meio. Estes católicos literalmente rasgam as “vestes da tradição da Igreja” com o intuito de evangelizar. Alguns deles alegam que a Igreja não é contra o Rock por que nunca se pronunciou em documentos, este argumento é ridículo, para estes desinformados, é bom saber que os principais exorcistas do mundo pregam que este estilo musical é veículo de ações satânicas nas almas dos que escutam. Depois o atual papa, quando ainda era cardeal, já se expressou explicitamente contra o rock alegando que este pode se tornar em grandes públicos um autentico culto pagão, e por fim, saibam que a igreja combate as revoluções modernas, logo ela vê o rock que foi a principal arma revolucionária dos últimos tempos como uma praga para os nossos dias.
É ignorância por de mais desejar trazer pessoas para o catolicismo - que é uma religiosidade conservadora – usando de metodologias revolucionarias, minhas desculpas aos católicos que se dizem evangelizar desta forma, mas preciso dizer: Vocês precisam rever o que realmente é o catolicismo.
A mesma coisa se dá com a cristoteca, só muda o estilo musical. É absurda esta tentativa de pescar homens para a Igreja com os batidões enlouquecedores. É a mais pura verdade que as cristotecas ficam cheias, agora não tenha a coragem de me dizer que ela é um ambiente católico, não me diga que destes ambientes saíram jovens comprometido com a cruz de Cristo e com o ardente desejo de pureza, se você vier me dizer isto, sou eu que vou rasgar as minhas vestes.
Imagine Cristo montando uma discoteca para converter os participantes, São Paulo com brinquinho, piercing e inúmeras correntes no braço falando que morreria pelo evangelho do Senhor, por fim, para não falar só de homens antigos, pense em São Padre Pio, Madre Tereza de Calcutá , João Paulo II e o papa Bento promovendo estes eventos ridículos. Eai? Conseguiu pensar? Difícil imaginar, “né”! Por que é tão fácil para alguns católicos promoverem isto, sendo que todos são chamados a santidade e obediência a Cristo e a Igreja? Decidiram tirar “as vestes da tradição da Igreja” em nome de um evangelismo infrutífero.
É moda na minha diocese a chamada Missa jovem, neste evento se vê claramente a absurda ausência de catolicidade para trazer jovens para o catolicismo, a juventude tranca o missal dentro do armário da sacristia e criam a liturgia do interesse deles. A missa deixa de ser o calvário, deixa de ser a manifestação da paixão de Cristo, deixa de ser a bela repetição do rito litúrgico para ser tornar show de rock, palco de teatro e por que não dizer, lugar de paqueras. Catolicismo?Só no nome.
Por fim quero rapidamente comentar sobre o que chamei de destruição da simbologia sacra, falo das Igrejas que já não tem as bela imagens e artes sacras, estou falando dos sacerdotes que largaram as batinas e até mesmo as camisas de clégima, triste realidade, os próprios católicos estão deixando para trás a poderosa simbologia Cristã. Estamos justamente reclamando dos projetos de leis que querem tirar os símbolos católicos dos repartimentos públicos, neste artigo denuncio os católicos que estão tirando a simbologia católica da própria Igreja. Eles se justificam alegando que querem uma igreja para os pobres, os sacerdotes querem se vestir como os leigos para não serem do grupo dos “opressores” e no fim das contas em nome da mentira estão novamente tirando “as vestes da tradição da Igreja” pensando que estão vivendo o cristianismo.
O palhaço sofreu as dores da solidão, é exatamente isto que Cristo sofreu na cruz ao dizer: Pai, por que me abandonastes? Não queiramos destruir a tradição para agradar gregos e troianos, ou roqueiros e baladeiros. Permaneçamos firmes na verdade que às vezes dói, mas liberta, mesmo que esta firmeza gere o flagelo da solidão frente a esta modernidade tão perversa.
Olhe o que o Santo Padre disse em sua ultima visita a Fátima: "Diria que uma Igreja que procura ser acima de tudo atrativa já está no caminho errado. Pois a Igreja não trabalha por si, não trabalha para aumentar seus próprios números, e assim o seu poder. A Igreja está a serviço de um Outro"
Observe também a exortação de São Paulo: Prega a palavra, insiste, quer agrade quer desagrade."(2 Tim 4, 2-4)
E por fim deixo as duras palavras de Santo Irineu de Lyon: "Por astuta aparência de verdade, os hereges seduzem a mente dos inexpertos e escravizam-nos, falsificando as palavras do Senhor" (Ad Haer, Pr. 1)
Quero deixar claro que não sou destes tradicionalistas que congelaram a Igreja belo concilio de trento, acredito que a Igreja é um organismo vivo que se desenvolve também no decorrer da História, mas este desenvolvimento jamais pode ser uma negação de si mesmo.
Por favor, evangelizadores dos tempos modernos, não tirem as vestes católicas, não coloquem mascaras de revolucionários liberais, isto nada tem de Evangelho, ou seja, nada tem de catolicismo.
30 de nov. de 2010
A morte não diz quando vem
Católicos que promovem aborto não podem receber Comunhão, reitera o Cardeal Burke

O Cardeal que preside o que poderia ser considerada a "Corte Suprema" no Vaticano, fez estas declarações nas vésperas do Consistório de 20 de novembro no qual o Papa Bento XVI criou 24 novos cardeais.
Em diálogo com a jornalista Tracey McClure que o entrevistou sobre o fato de que em alguns lugares não se está aplicando esta recomendação de restringir o acesso à Eucaristia a católicos abortistas, o Cardeal explicou que esta disposição obedece as normas da Igreja.
O Cardeal Burke disse que "com respeito à pergunta sobre se é que pode receber a Santa Comunhão uma pessoa que pública e obstinadamente defende o direito de uma mulher a abortar o filho que leva em suas entranhas, parece-me algo claríssimo nos 2000 anos de tradição da Igreja: a Igreja afirmou energicamente que uma pessoa que está pública e obstinadamente em pecado grave não deve aproximar-se para receber a Santa Comunhão e, se ele ou ela o faz, então deve ser-lhe negada a Santa Comunhão".
O Prefeito explicou que a sanção de negar a Comunhão a uma pessoa que dissente publicamente dos ensinamentos da Igreja procura "evitar que a pessoa cometa um sacrilégio. Em outras palavras, evitar que receba o Sacramento indignamente, já que a santidade do Sacramento mesmo exige estar em estado de graça para receber o Corpo e o Sangue de Cristo".
"É desalentador que alguns membros da Igreja digam que não entendem isto ou que digam que de alguma maneira existe um atenuante para alguém que, embora esteja pública e obstinadamente em pecado grave, possa receber a Santa Comunhão", disse o Cardeal.
"Esta resposta por parte de muitos membros da Igreja provém da experiência de viver em uma sociedade que está completamente secularizada, e a idéia que está gravada a fogo –o pensamento centrado em Deus que marcou a disciplina da Igreja– não a entendem facilmente os que são bombardeados cada dia com uma espécie de aproximação sem Deus ao mundo e a muitas questões. É por isso que eu busco não me desanimar para continuar proclamando a mensagem em uma forma que as pessoas possam entender".
O Cardeal pediu aos bispos que neste tema não deixem sozinhos os seus sacerdotes diante dos católicos que defendem ou promovem o aborto: "para mim, não foi fácil confrontar esta questão diante de alguns políticos católicos. E tive alguns sacerdotes que falaram comigo e me contaram como é difícil quando eles têm indivíduos em suas paróquias que estão em uma situação de pecado público e grave… então, eles voltam o olhar para o Bispo para serem animados e inspirados para enfrentar esta situação".
Por isso, "quando um bispo adota medidas pastorais apropriadas sobre este tema, também está ajudando a muitos outros bispos, e também os sacerdotes".
O Cardeal Burke insistiu ainda que é necessário pregar esta mensagem "a tempo e fora de tempo, tanto se ela for calidamente recebida como quando não é recebida, ou é recebe resistência ou é criticada".
Para ouvir as declarações do Cardeal (em inglês) pode ingressar em: http://212.77.9.15/audiomp3/00236048.MP3
Fonte: ACI
Fonte: www.rainhamaria.com.br
29 de nov. de 2010
Ensinando o Bernardo a rezar
Ao participar da Santa Missa, pedia ao Senhor que abençoasse minha família. Pedia, também, que já fosse moldando o coração do meu filhinho, o Bernardo. Ele tem 2,5 anos e está em fase de formação de sua personalidade. Confesso que, apesar de as características físicas serem todas do pai, o gênio é o da mãe: beeeem difícil, azedo, chato. É... eu sou bem chata. Meu marido vai para o céu. Acreditem!
Uma vez um padre me disse que não é possível haver milagre sem a nossa colaboração. Então, não adiantava nada eu ficar ali pedindo ao Senhor que moldasse meu filho em Seus caminhos se eu nada fizer.
Pois bem. Esta noite resolvi ensinar o Bernardo a rezar (algo que já deveria ter feito a um bom tempo).
Foi tão bonitinho!
Evelyn: Vamos lá, Be. Anjinho da Guarda
Bernardo: anjin da dáááda
E: meu bom amiguinho
B: mobom miguin
E: me leve sempre
B: mi dédi sempi
E: pro bom caminho
B: pobom miminhu
E: Amém
B: Amém
E: Em nome do Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.
B Momo pai, fio, pitu santu. Amém.
=)
Sim, eu sou coruja! Mas o que eu quero salientar com este evento é que nós podemos ver Jesus nascendo em nossos lares não apenas na noite de Natal. Ele pode nascer todos os dias nos nossos pequenos atos. Cultivar na criança o anseio por Deus pela oração, ensiná-la a amá-lO é ter a certeza que Cristo não apenas nascerá, mas reinará para sempre em nosso lar.
Que neste Natal tenhamos muitos motivos para ensinar nossas crianças (e adultos!) a amar o Menino Jesus.
26 de nov. de 2010
Bahia: Profanaçäo das Missas com apoio do Padre (talvez até do Bispo)



25.11.2010 - Nota de www.rainhamaria.com.br - por Dilson Kutscher
Caros Padres e demais religiosos, que autorizam tal profanaçäo mostrada no video abaixo, seja por qualquer razäo, vocês fazem da Casa de Deus, do Templo do Espírito Santo, um lugar profano. Vocës crucificam novamente nosso amado Rei Jesus.
Aqueles que banalizam a Santa Missa e a Liturgia não seguindo os preceitos que a sã doutrina da Igreja propõe estão banalizando o Sacrifício de Jesus Cristo na Cruz.
Essa pequena nota, não é uma forma de preconceito, mas como católico, peço respeito com o Sagrado e a Casa de Deus.
Diz na Sagrada Escritura:
"Seus sacerdotes violam a minha lei, profanam o meu santuário, tratam indiferentemente o sagrado e o profano e não ensinam a distinguir o que é puro do que é impuro". (Ez 22, 26)
Quem defenderá a autêntica Fé Católica? E a Igreja? A salvação das almas? A tradição herdada dos santos doutores e santos papas? A unidade? A obediência à Santa Sé? Ao Papa?
O antigo e hipócrita silêncio do consentimento... ou seria da perda da Fé? Já não acreditam em mais nada, por isso aceitam tudo? Inclusive achando que aberrações são coisas normais? Estão perdidos... confusos... sem rumo... e a CNBB não vai dizer nada? E o Núncio apostólico, também não? E muitos ainda querem através de uma fingida indignação afirmar: “Que apostasia? Não existe apostasia!” Então é o que? Qual o adjetivo que usaremos para caracterizar esses desmandos, esse descalabro? Será que não existe mais no país um eclesiástico fiel à verdadeira Fé Católica (jubilado ou não) que abomine fatos como este que estamos divulgando, e encontre ainda no Vaticano alguém da confiança do Papa, para denunciar profanação como essa?
Pergunto aos senhores: Isto é a Casa de Deus ou um terreiro de candomblé?
Missa Afro- N S do Rosário - Pelourinho - Salvador BA
25 de nov. de 2010
O Rio de Janeiro em Guerra Civil. Rezemos!
Dom Luiz Eccel renuncia cargo após apoiar Dilma Rousseff
24 de nov. de 2010
Asia Bibi: um exemplo de fé
Preservativo: o QUE o papa disse, o que NÃO disse e o que SEMPRE disse
“Pode haver certos casos em que o uso do preservativo se justifique, por exemplo, quando uma prostituta usa um profilático. Este pode ser o primeiro passo no sentido de uma moralização, um primeiro ato de responsabilidade, consciente de que nem tudo está perdido e não se pode fazer tudo aquilo que se deseja.”
As duas falas acima são do papa Bento 16 em entrevista ao escritor alemão Peter Seewald. O encontro deu origem a um livro: “A Luz do Mundo, O Papa, A Igreja e Os Sinais dos Tempos – Uma Conversa com Bento XVI”. O trecho sobre o uso da camisinha ganhou as manchetes do mundo inteiro porque seria
a) uma mudança de postura da Igreja;
b) um avanço que contribuiria para combater a disseminação da Aids.
Incrível! De algum modo, as duas leituras revelam má consciência em relação ao pensamento da Igreja. Cuidemos da suposta mudança de opinião do papa. Não aconteceu. Segue a mesma no que concerne à sexualidade, e não há hipótese, nem agora nem depois, de o chefe da Igreja “liberar” o uso da camisinha porque não lhe cabe. Ele não é autoridade em saúde pública ou membro de algum comitê de controle da natalidade. É o líder espiritual de uma Igreja e uma referência moral.
Ocorre que todo católico — sejamos mais amplos: todo cristão —, confrontado com o inevitável, tem um compromisso com o mal menor, SEM, NO ENTANTO, JAMAIS ABRIR MÃO, COMO FAZ O PAPA, DE DEFENDER O PRINCÍPIO E DENUNCIAR O DESVIO. Convenham: dada a situação concreta, esperavam que o papa dissesse o quê?
Disseminação da Aids
Vamos ao segundo aspecto: aquela que seria uma nova opinião da Igreja Católica contribuiria para diminuir a disseminação da doença. Isso só seria verdade caso se admitisse como fato que a suposta posição anterior contribuiria para espalhá-la. O uso da camisinha é um aspecto de uma doutrina maior que diz respeito ao amor e à sexualidade. Pode-se achar errado, contraproducente ou irrealista o pensamento da Igreja, mas não se deve tomar a parte pelo todo. É estúpido afirmar que a Igreja “é contra a camisinha”; esta é tomada apenas como um sinal do que ela considera a banalização do sexo. Mas ainda não se chegou ao essencial.
A camisinha é condenada como a evidência material de uma decisão que é de natureza moral. Para a Igreja, se há uma relação sexual amorosa, entre cônjuges, que convivem num clima de fidelidade e confiança, o preservativo não se explica. “Ah, mas isso também é polêmico!” Pode até ser, mas a polêmica é outra. É estúpido afirmar que a opinião da Igreja sobre a camisinha contribui para disseminar a Aids pela simples e óbvia razão de que, seguidas as suas recomendações, a transmissão do vírus pela via sexual seria zero. O que não é aceitável é que os indivíduos se esqueçam da Igreja ao ignorar a castidade antes do casamento e a fidelidade no matrimônio para argumentar que seguiram a sua recomendação só na hora de evitar a camisinha. Essa falácia lógica é repetida mundo afora por inimigos da Igreja e comprada pelo jornalismo sem questionamento.
Aids e África
Organizações ligadas ao combate à Aids na África saudaram a “mudança de opinião”. Huuummm… Curioso! Em muitos países do continente, a contaminação chega a atingir até 40% da população. Em Uganda, caiu para 7% — índice ainda escandaloso caso se considere a realidade mundial. E qual é a particularidade desse país? Um forte programa oficial que prega abstenção sexual aos solteiros e fidelidade aos casados. A camisinha é apenas o terceiro elemento na pregação oficial. Em suma, Uganda exerce aquela que seria, caso se lhe coubesse tal papel, o programa do Papa de combate à Aids. E o efeito é positivo. Contra os fatos e contra os números, a Human Rights Watch afirma que a política ungandense atenta contra os direitos humanos…
Edward Green é uma das maiores autoridades mundiais no estudo das formas de combate à expansão da AIDS. Ele é diretor do Projeto de Investigação e Prevenção da AIDS (APRP, na sigla em inglês), do Centro de Estudos sobre População e Desenvolvimento de Harvard. O que ele diz? O PAPA ESTÁ CERTO. AS EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS CONFIRMAM O QUE DIZ SUA SANTIDADE. Ora, como pode o papa estar certo? Em entrevistasa concedidas no ano passado aos sites National Review Online (NRO) e Ilsussidiario.net, Green afirma que as evidências que existem apontam que a distribuição em massa de camisinha não é eficiente para reduzir a contaminação na África.
Na verdade, ao NRO, ele afirmou que não havia uma relação consistente entre tal política e a diminuição da contaminação. Ao Ilsuodiario, ele fala como cientista, como estudioso, não como religioso: “O que nós vemos de fato é uma associação entre o crescimento do uso da camisinha e um aumento da AIDS. Não sabemos todas as razões. Em parte, isso pode acontecer por causa do que chamamos ‘risco compensação” – literalmente, nas palavras dele ao NRO: “Quando alguém usa uma tecnologia de redução de risco, freqüentemente perde o benefício (dessa redução) correndo mais riscos do que aquele que não a usa”.
O papa, em última instância, está afirmando o óbvio: se o indivíduo DECIDIU ter uma relação de risco, é claro que ele deve se proteger. A Igreja não atua nessa área. Seu papel é buscar interferir nos mecanismos que o levam àquela decisão.
***
À PROPÓSITO,VEJA O QUE O JORNALISTA AUTOR DO LIVRO DECLAROU:
AFP
O jornalista alemão Peter Seewald, autor de um livro-entrevista com o Papa Bento XVI, qualificou de “penoso e ridículo” o enfoque dado pela mídia à questão do uso do preservativo, apesar “da amplidão dos temas abordados” na obra.
“Nosso livro aborda a sobrevivência do planeta ameaçado, o papa faz um apelo a toda a humanidade, nosso mundo desmorona, e a metade dos jornalistas não se interessa senão pela questão do preservativo”, lamentou Seewald durante entrevista à imprensa na apresentação, no Vaticano, do livro intitulado “Luz do Mundo”.
“Admitiu, no entanto, que o uso do preservativo se trata de uma “questão importante”.
Os jornalistas, europeus em maioria, vieram em massa para assistir à apresentação do livro, que já deu muito o que falar: a sala de imprensa do Vaticano estava lotada. Os dispositivos de tradução – Seewald só fala alemão – foram logo tomados por profissionais e chegaram a faltar.
“A vida de nosso planeta vai terminar e nós nos atemos à questão de saber se o preservativo é permitido pela Igreja”, insistiu o jornalista, que falou de “crise do jornalismo”.
Na obra, a pergunta: “a Igreja católica não é fundamentalmente contra a utilização de preservativos?”, o pontífice responde “em alguns casos, quando a intenção é reduzir o risco de contaminação, podendo ser um primeiro passo para abrir o caminho a uma sexualidade mais humana, vivida de outro modo”.
Bento XVI cita o caso de um prostituto, na versão alemã, e uma prostituta, na versão italiana.
A este respeito, o padre Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, confirmou que a versão italiana trazia um erro; “a versão de referência é a alemã”.
Mas, acrescentou, “quer se trate de homem, mulher, ou transexual, é a mesma coisa: a mensagem é a de que se deve evitar um risco grave à vida do outro, uma responsabilidade”.
O destaque dado ao preservativo, objeto de numerosas perguntas da imprensa, levou o cardeal Rino Fisichella, presidente do Conselho pontifical para a Nova Evangelização, afirmar que “os problemas morais não são condensados no preservativo: há questões morais dominantes como a bioética e a genética”.
Para Peter Seewald, o livro “tem qualquer coisa de novo: chegamos a conhecer pessoalmente este papa, vimos Bento XVI como ele é, sem falsas interpretações, e aprendemos sua maneira de abordar e de ver seu pontificado”.
“É um homem idoso, de 83 anos, fatigado, que tem uma tarefa muito pesada” mas “é autêntico e não mudou sua essência, sua personalidade” com a eleição, afirmou o autor, que já escreveu dois livros-entrevistas com o então cardeal Joseph Ratzinger antes de ele aceder ao papado.
Em sua opinião, o papa “não se apresenta como um ditador, um cardeal panzer” (uma abreviação de “Panzerkampfwagen”, um substantivo alemão que se traduz como “Veículo Blindado de Combate”). “É um homem do diálogo que não tem problema ante a questões cruciais ou críticas, um homem dotado de enorme força intelectual, genial, simples e muito piedoso”, acrescentou, considerando que “estas características maravilhosas de Joseph Ratzinger tornam-se manifestas, agora que é papa”.
“Não houve censura: na versão escrita, reproduzimos a linguagem oral e o papa forneceu algumas precisões”, explicou.
Para ele, “o livro tem por objetivo fazer um balanço du pontificado na metade do caminho” e “representa uma ajuda importante para melhor compreendê-lo”.
Por Reinaldo Azevedo
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio
www.rainhamaria.com.br
22 de nov. de 2010
Filmes como Harry Potter e Crepúsculo geram interesse pelo ocultismo, adverte Bispo

Em entrevista concedida à agência Catholic News Agency, que também pertence ao grupo ACI, em Baltimore depois de uns dias de formação de 100 exorcistas, entre bispos e sacerdotes dos Estados Unidos, Dom Paprocki comentou que "devemos estar atentos com este tipo de temas para os jovens" já que eles e as crianças "podem ser facilmente impressionáveis".
O também Bispo de Springfield considerou logo que "um maior perigo em nossa cultura é o fato de que as pessoas não fazem parte de uma religião organizada como antes ocorria". No caso do cristianismo, explicou, "a religião nos une à fé em Jesus Cristo. Quando as pessoas se afastam da religião e da Igreja podem começar a gerar sua própria espiritualidade".
O perigo que aparece então, explicou o Bispo, é que "podem cair no ocultismo e em coisas verdadeiramente diabólicas como rituais satânicos", o que explica nos Estados Unidos e muitos outros países o aumento de pedidos para exorcismos.
Por outro lado e em uma recente crítica à última produção da saga de Harry Potter, a Rádio Vaticano assinala que este filme "está repleto de um profundo pessimismo, de uma espessa escuridão e falta de humor. Não há brincadeiras, não existe camaradagem nem surpresas divertidas".
No opinião da RV o filme exalta a traição, o ódio e a destruição, ante o qual é necessário "propor também de novo a confiança em si mesmo e nas próprias qualidades, mais que na mera eficácia da varinha mágica ou das poções misteriosas".
Por sua parte o prestigioso semanário católico norte-americano Our Sunday Visitor destacava os valores das obras de Rowling, mas com claridade advertia também que apresentar a bruxaria de forma tão positiva e a magia de maneira tão encantada não pode ser considerada como favorável à visão cristã da realidade.
Os livros de Potter poderiam induzir a uma visão tolerante e favorável do New Age ou o simples esoterismo, que nos últimos tempos expõe sérios desafios ao cristianismo.
Fonte: ACI

























