Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

18 de fev. de 2011

Dom Ranjith declara guerra aos desvios litúrgicos


04.03.2010 - Colombo (Sri Lanka), Dom Ranjith declara guerra aos desvios litúrgicos: “Vetados os cantos e danças durante a missa, obrigatória a comunhão de joelhos”

“Queridos irmãos e irmãs,

Recentemente, algumas pessoas e movimentos católicos de renovação desenvolveram muitos exercícios para-litúrgicos não previstos pelo calendário paroquial ordinário. Apreciando as numerosas conversões, o valor do testemunho, o entusiasmo renovado pela oração, a participação dinâmica e a sede da Palavra de Deus, como bispo diocesano e administrador geral dos mistérios de Deus na igreja local a mim confiada, sou o moderador, o promotor e o guardião da vida litúrgica da arquidiocese de Colombo. Como tal, vos convido a refletir sobre os aspectos litúrgicos e eclesiológicos relacionados a esta nova situação e vos peço insistentemente que respeiteis as diretrizes enunciadas na presente circular de efeito imediato. A Eucaristia é a celebração do mistério pascal por excelência dado à Igreja pelo próprio Jesus Cristo. Jesus Cristo é o princípio de toda liturgia na Igreja e por esta razão toda liturgia é essencialmente de origem divina.

Ela é o exercício da Sua função sacerdotal e, portanto, não é certamente um simples empreendimento humano ou uma inovação piedosa. Na verdade, é incorreto definí-la uma simples celebração da vida. É muito mais do que isso. É a fonte e o ápice do qual todas as graças divinas enchem a igreja. Este sagrado mistério foi confiado aos apóstolos pelo Senhor e a Igreja cuidadosamente preservou a celebração ao longo dos séculos, dando vida à tradição sagrada e a uma teologia que não cedem à interpretação individual ou privada. Nenhum padre, conseqüentemente, diocesano ou religioso que seja, proveniente de uma outra arquidiocese ou mesmo do exterior, está autorizado a modificar, adicionar ou suprimir qualquer coisa no rito sagrado da missa. Não se trata de uma novidade, mas de uma decisão tomada em 1963 pela Constituição “Sacrosanctum Concilium” (22, 3), a Constituição Dogmática sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II, posteriormente reiterada várias vezes em documentos como “Sacramentum Caritatis”, de Sua Santidade Bento XVI, e “Ecclesia de Eucharistia” do Papa João Paulo II, de venerada memória. A este respeito, convém mencionar explicitamente alguns elementos: os sacerdotes não estão autorizados a modificar ou improvisar a Oração Eucarística ou outras orações imutáveis da Missa — mesmo quando se trata de dar detalhes sobre um elemento já presente — cantando respostas ou explicações diferentes. Devemos compreender que a liturgia da Igreja é estreitamente ligada à sua fé e sua tradição: “Lex orandi, lex credendi”, a regra da oração é a regra de fé! A liturgia nos foi dada somente pelo Senhor, ninguém mais, portanto, tem o direito de mudá-la; as manifestações do tipo “Praise and Worship” (literalmente “louvor e adoração”, mas aqui diz respeito a uma corrente musical de estilo gospel, NdT) não são permitidos no rito da Missa. A música desordenada e ensurdecedora, as palmas, os longos discursos e os gestos que perturbam a sobriedade da celebração não são autorizados. É muito importante que compreendamos a sensibilidade cultural e religiosa do povo do Sri Lanka. A maioria dos nossos compatriotas são budistas e por este motivo estão habituados a um culto profundamente sóbrio; por sua vez, nem os muçulmanos nem os hindus criam agitação em sua oração.

Em nosso país, além do mais, há uma forte oposição às seitas cristãs fundamentalistas e nós, como católicos, nos esforçamos para fazer compreender que os católicos são diferentes dessas seitas. Alguns destes chamados exercícios de louvor e adoração se assemelham mais aos exercícios religiosos fundamentalistas que a um culto católico romano. Que seja permitido respeitar a nossa diversidade cultural e a nossa sensibilidade; a Palavra de Deus prescrita não pode ser alterada aleatoriamente e o Salmo responsorial deve ser cantado e não substituído por cantos de meditação. A dimensão contemplativa da Palavra de Deus é de suma importância. Em alguns serviços para-litúrgicos as pessoas hoje têm a tendência a se tornar extremamente faladoras e tagarelas. Deus fala e nós devemos escutá-Lo; para ouvir bem, o silêncio e a meditação são mais necessários que a exuberância cacofônica; os sacerdotes devem pregar a Palavra de Deus sobre os mistérios litúrgicos celebrados. É expressamente proibido aos leigos pregar durante as celebrações litúrgicas; a Santíssima Eucaristia deve ser administrada com extremo cuidado e máximo respeito, e exclusivamente por aqueles autorizados a fazê-lo.

Todos os ministros, ordinários e extraordinários, devem estar revestidos dos ornamentos litúrgicos apropriados. Recomendo a todos os fiéis, inclusive religiosos, receber a comunhão com reverência, de joelhos e na boca. A prática da auto-comunhão é proibida e pediria humildemente a cada sacerdote que a permite que suspendesse imediatamente esta prática; todos os sacerdotes devem seguir o rito da missa como determinado, de modo a não dar espaço a comparações ou opor as Missas celebradas por alguns sacerdotes às outras Missas ditas pelo resto dos sacerdotes; as bênçãos litúrgicas são reservadas exclusivamente aos ministros da liturgia: bispos, sacerdotes e diáconos. Todos podem rezar uns pelos outros. Recomenda-se insistentemente, entretanto, não usar gestos que podem provocar fantasias, confusões ou uma interpretação errônea.

17 de fev. de 2011

Seria o bullying um nome doce para o mal?

Bullying é a mais nova "onda" do momento. Não a atitude em si, que já é antiga, mas o nome. Hoje é um dos assuntos que mais têm motivado os meios sociais, educacionais, e até religiosos. Nas escolas, por exemplo, professores propõem trabalhos interdisciplinares onde o tema é o objeto a ser considerado. Há também trabalhos com psicológos e assistentes sociais para conscientizar os alunos sobre os males desta atitude, suas consequências, por vezes, imutáveis. Mas o que me faz refletir sobre isso é: seria o bullying um nome doce, algo suave para justificar um mal?

Eu sofri bullying. Quando eu era criança, eu era extremamente magrinha, usava óculos e, "pra piorar", nasci com pêlos grossos no pescoço. Sabe aquelas manchas que nascem com pêlos? Pois é. Eu só tinha os pêlos. Por conta deles, meu apelido na escola era "bode". E as atitudes eram ofensivas: levavam esterco de bode para a sala de aula, escreviam meu nome na carteira e desenhavam o animal, gritavam dentro do ônibus... enfim... era uma atitude completamente idiota. E eu ia sofrendo tudo isso sozinha. Meus pais até tentavam ir à escola conversar com os professores e diretora, e estes afirmavam que fariam algo, mas nada faziam. Já a minha irmã resolvia no muque: se encontrasse alguém que fazia coisas deste tipo comigo, sovava. Meu irmão achava engraçado, talvez por causa da idade.

Por anos cresci me achando uma pessoa péssima. Porém, com o tempo, fui observando - com o auxílio da minha mãe - que aquelas crianças viram em mim um Judas para ser malhado. Hoje, quando olho para trás, vejo que, em parte, foi bom o que fizeram comigo. Enquanto eles estão no esterco, eu estou bem. Enquanto eles não conseguiram nada na vida a não ser a colheita dos seus feitos na infância, eu tenho família, um filho maravilhoso, estou formada e batalho por um emprego, além de ter amigos maravilhosos que levo para toda a vida.

Claro que não vou tirar meu corpinho de fora. Quando pude, também fiz bullying. A gente sempre procura alguém vunerável para descontar nossa raiva. Entretanto, minha mãe, uma mulher de fibra, admoestou-me, fazendo-me lembrar de quão mal eu me sentia. "Quer que esta pessoa se sinta como você?" ela dizia. E estas palavras fizeram-me parar.

Engraçado que as pessoas que faziam isso comigo eram justamente aquelas a quem eu ajudava. Enquanto seus pais adoravam saber que estavam em minha companhia, eles - os filhos - pintavam e bordavam comigo. E quando estudamos o bullying, percebemos que os agressores - verbais, morais ou físicos - são sempre pessoas próximas, como nos casos de moléstia. Por que será que machucamos quem está perto de nós? Será que é por que conhecemos seus defeitos? Sabemos os pontos fracos? Sabemos como vamos machucá-los?

Entro neste tocante porque, agora a pouco, eu assistia ao seriado de Law & Order: Special Victimis Unit em que uma garota fora assinada por suas "amigas". O que motivou todo o crime era banal: a líder do grupo de adolescentes arrumara um namorado e resolvera testar uma das amigas. Sem que soubesse do plano, esta amiga recebera convites do namorado da líder para sair. Aceitou sem muita insistência. Diante disso, a líder, com as outras duas garotas que completavam o grupo, assistiram as atitudes cruentas da líder. Ela matou sua "amiga" dando-lhe mais de cem furos com tesoura, um corte no pescoço, além de mais de cem queimadas de cigarro. Para finalizar, colocou-a nua no porta-malas do carro e a deixou lá, definhando até morrer. A polícia só descobriu isso depois de confiscar o celular da vítima. Ela, que fazia parte do bando, fazia bullying com uma colega de turma, que era obesa. Depois de descoberto as assassinas, a vítima de bullying cria que teria paz, mas não teve. Outras pessoas assumiram o lugar de sua agressora e continuara a agir da mesma forma. Movida pelo ódio, pelos constantes tormentos sofridos, depressão e baixa auto-estima, a garota obesa resolveu reinvindicar seus direitos da pior maneira: assassinou a nova agressora.

Quando vemos uma situação como esta ficamos embasbacados. Quer motivo mais torpe para isso? Óbvio que para uma mente psicopata o motivo era justo; porém, a nós, isto parece uma monstruosidade. E são os motivos torpes que lotam os tribunais, os consultórios psicológicos, os manicômios... E por que os motivos torpes existem? Porque somos torpes. Nós buscamos valores onde não têm. Nós nos habituamos a comer as migalhas que caem no chão. Não valorizamos o outro como a nós mesmos porque não sabemos nos valorizar. E a partir daí, tudo dá errado. É difícil viver o que Deus pede? Pode ser. Porém, é gratificante fazer o bem. Quem não o faz, não sabe o que perde.



Pergunto-me o que motiva a nossa sociedade a viver este jogo do poder que o bullying traz. Seria a sensação do ter, do ser e do poder? Egoísmo? Educação (ou má educação)? Loucura? Vemos este jogo nos relacionamentos conjugais, profissionais, familiares... Por que insistimos tanto nesta tática perigosa de relacionamento?

Enquanto as perguntas acima não são respondida, concluo que o que motiva tudo isso é a forma como usamos nossa liberdade. É verdade que somos templos do Espírito Santo, bem como é verdade que o pecado existe em nós. Que caminho escolher? Se nós, homens e mulheres, não tivéssemos o interesse de sempre vencer, de sempre querer alguém que nos obedecesse, se soubéssemos servir mais que exigir servidão, certamente teríamos relacionamentos melhores. Mais: se levássemos a sério os mandamentos divinos, inclusive o maior deles, que é amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo, jamais veríamos o egoísmo motivando tantos outros sentimentos destrutivos.

Retomando minha questão inicial: seria o bullying um nome doce, algo suave para justificar um mal? Certamente não, porque bullying, por mais "inocente" que seja, é mal. E as consequências são catastróficas: depressão, suicídio, assassinato, transtornos...

Como, então, vetar isso? Humanamente isto é impossível, porém, como pais e educadores devemos orientar nossos filhos e alunos sobre como proceder diante dos outros a partir de si mesmo. Por que irei machucar o outro? Como eu estaria na mesma situação? Por que irei xingar outrem? E se eu fosse xingado. A partir dos princípios básicos de moral e ética, precisamos lembrar as gerações que veem que a cada década presenciamos uma ideologia do ser, ter e poder cada vez mais latente. Faz-se necessário batalharmos por uma nova ideologia: a do servir, amar, respeitar. Cada atitude leva à outra. Se continuarmos com a mentalidade que ter algo nos faz melhores que outros, que ser de uma família de classe nos confere direitos que outros não têm, que poder algo nos livra das regras, logo, logo, Sodoma e Gomorra terá medo de nós.

A Igreja militante contra o aborto e o demônio


Esclarecedora entrevista do Pe. Thomas J. Euteneuer relaciona a prática abortiva com a ação diabólica; e aponta certos livros, filmes, jogos, etc, que podem influenciar as almas, deixando-as vulneráveis ao preternatural


O Pe. Thomas J. Euteneuer é presidente de Human Life International, a primeira e maior organização pró-vida em dimensão internacional. É também exorcista ativo, autorizado a efetuar o antigo rito de exorcismo em várias dioceses dos Estados Unidos. Seu livro O Exorcismo e a Igreja Militante foi publicado em maio de 2010.

O Pe. Euteneuer concedeu esta entrevista ao Sr. Elias Bartel – de Crusade Magazine, órgão oficial da TFP norte-americana —, com autorização para reproduzi-la nas páginas de Catolicismo.



Crusade
— É muito interessante e adequado que o presidente de Human Life International seja também exorcista. O Sr. poderia nos dizer como o fato de ser exorcista ajudou-o na luta contra o aborto?

Pe. Euteneuer — Eu realmente tornei-me exorcista através de meu trabalho contra o aborto. É claro que há uma inteligência demoníaca “inspirando”, pode-se dizer, a poderosa e abrangente promoção do aborto. Ninguém poderia levar avante tal modo de destruição maciça com tão perversa eficiência. Do mesmo modo, dei-me conta do seguinte: quem pratica o aborto abre-se de certo modo para o demoníaco. Com efeito, tenho rezado preces exorcísticas e, conforme o caso, realizado o exorcismo em muitas mulheres afligidas pelo demônio, devido ao contacto direto com o aborto ou com seus promotores. Esse é um dos crescentes modos pelos quais as pessoas se abrem diariamente para o mal, e em nosso trabalho exorcístico constatamos muito essa realidade, infelizmente. Ao confrontar o demônio pelo ministério exorcístico, temos uma percepção de que sua inteligência está “inspirando” a cultura da morte.

Crusade — O Sr. diz que as oportunidades para as pessoas “abrirem-se ao mal” estão crescendo. Há mais possessos hoje do que no passado?

Pe. Euteneuer — Não há dúvida de que os casos de autênticas atividades demoníacas nas pessoas estão crescendo, e por isso há também a necessidade crescente de exorcistas experientes. Fui autorizado a realizar exorcismos em várias dioceses do país, e não existem meios e tempo disponíveis para atender o grande número de pedidos. Há muitas razões para isso, mas a principal é que o oculto está sendo considerado “normal” pela sociedade ocidental, e as pessoas não se dão conta do dano que lhes pode advir seguindo tais fascinações. Por exemplo, os livros e filmes sobre Harry Potter talvez não abram a pessoa para a possessão, mas certamente as farão encarar como normal a “magia”, e levarão muitos jovens a interessar-se pelo ocultismo. Considere que a autora J.K. Rowling vendeu por volta de 400 milhões de livros! O mesmo se dá com os filmes e videogames sobre demonismo, que freqüentemente ajudam a criar uma obsessão nas pessoas de pouca formação, ou emocionalmente vulneráveis. E contra isso não prevalece a catequese católica, que se acha em deficiente estado, além da falta de alerta sobre o mal. Os cristãos parecem ter se esquecido de que devemos, por causa de nossa fé, rejeitar sempre e categoricamente o demônio e suas obras.

Crusade — Como o Sr. mencionou antes, constata-se o demoníaco entrando na indústria do entretenimento – por exemplo, através de iniciativas como a série sobre Harry Potter, os tabuleiros Ouija e outras – e infelizmente elas são encontradas em redes de lojas de brinquedos como Toys “R” Us. O Sr. não acha isso muito perigoso?

Pe. Euteneuer — Nós, católicos em geral, tornamo-nos cegos para a idéia de sermos seduzidos pelo mal, o que sempre sucede por estágios, começando pelas coisas mais inocentes e sadias até chegar à escolha do mal mais explícito. É difícil culpar as crianças pela sua fascinação pelo oculto, quando seus pais compram essas coisas! Os pais pensam: “Bem, finalmente ela está lendo!” – como se não importasse o que a criança lê! Eles se defendem, dizendo que ninguém jamais se tornou possesso lendo um livro ou vendo um filme. Talvez isso seja verdade, mas tenho exatamente trabalhado com muitos que se abriram espiritualmente para o oculto através de livros e filmes. Pelo menos em um caso, trabalhei com um jovem que realmente tornou-se possesso por se viciar em videogames satânicos.

Carece de objetividade essa defesa dos livros, alegando que não se ouviu dizer que alguém tenha ficado possesso como resultado de os ler, pois os pais falham na educação dos filhos ao não formá-los na fé e não ensinar-lhes claramente a diferença entre o bem e o mal. Faltando uma boa formação cristã, deixa-se livre o campo para uma abertura ao ocultismo. Todas as sociedades pagãs nos mostram isso. O cristianismo sempre foi um antídoto para o paganismo na sociedade. A despeito do que o povo diz, as crianças ouvem seus pais; e se eles apóiam uma coisa má, a criança torna-se vulnerável a ela. O uso muito difundido dos tabuleiros de Ouija é assustador. Muito pouca gente vê que seu real perigo é ser demoníaco, uma dinamite espiritual com a qual nenhuma criança deveria brincar.

Crusade — Em suas palestras, o Sr. insiste na idéia da Igreja Militante. Poderia explicar as razões disso?

Pe. Euteneuer — Foram-se os dias em que a cultura cristã podia manter-nos junto aos sacramentos, auxiliando-nos a reconhecer a diferença entre o bem e o mal, etc. Em nossos dias, o zeitgeist [espírito da época] lança constantemente em nosso caminho novos ventos, aos quais temos que nos opor, e não é suficiente para isso a nossa fé básica, mesmo que ela seja considerada “boa”. Uma apatia em relação a isso transforma-se em morte espiritual, numa cultura agressivamente atraída pelo oculto. Precisamos agora de uma devoção radical e militante à nossa fé, e de habilidade para defender nossas famílias com o zelo de soldados que estão apaixonados por Cristo. Não é mais possível crer nas intenções de nossos professores, líderes políticos, protótipos – e, infelizmente, até de muitos do nosso clero. Necessitamos de uma postura mais batalhadora nesta época de secularismo militante. Necessitamos de mais oração, jejum, sacramentos, formação sólida na fé. Necessitamos de um engajamento para defender-nos e a todos os que são vulneráveis ao mal, que invade a sociedade como um veneno. O termo Igreja Militante nunca foi mais apropriado para designar como devemos ver nosso papel como católicos na sociedade.

Crusade — Última pergunta, não porém a menos importante: há algo que os ativistas pró-vida devam entender melhor ou focalizar melhor, com relação a este problema?

Pe. Euteneuer — Ressalto este último ponto: apenas uma devoção mais radical à nossa fé nos proporcionará as ferramentas para opor-nos à cultura da morte e a nos tornarmos vitoriosos na batalha pela vida. Nós, sacerdotes, devemos rezar para que os padres e bispos entendam e tomem sobre si um papel mais sério para conduzir a Igreja Militante na batalha. Deus ouvirá e responderá às nossas preces. A Igreja Católica tem recursos espirituais para opor ao ataque do mal disseminado em nossa sociedade, e a Igreja Militante tem que empreender seriamente sua luta pela salvação das almas. Está estabelecida a linha entre os verdadeiros e os falsos católicos, e muitos cristãos sérios estão se dando conta de que a única verdadeira Igreja é a única opção existente para opor-se energicamente aos males de nossa época. É um tempo difícil da História para se viver, mas é um grande tempo para manter-se verdadeiramente católico!

Fonte: catolicismo.com

16 de fev. de 2011

A Igreja não pode viver sem o "escândalo" do celibato, afirma Prefeito vaticano


Vaticano, 15 Fev. 11 / 12:11 pm (ACI)

O Prefeito da Congregação para o Clero, o Cardeal italiano Mauro Piacenza, assinalou que a Igreja não pode viver "sem o escândalo do celibato" que dá testemunho de Deus perante o mundo.

O L'Osservatore Romano deu a conhecer este 15 de fevereiro uma análise que fez recentemente o Cardeal Piacenza sobre o celibato desde a perspectiva do Papa Bento XVI.

Esta meditação é parte de uma série de reflexões oferecidas recentemente sobre o magistério dos pontífices do século XX na localidade de Ars, França, terra natal de São João Maria Vianney a quem o Papa dedicou o Ano Sacerdotal concluído em junho de 2010.

O Cardeal recordou que na clausura deste ano jubilar na Praça de São Pedro em Roma, perante milhares de sacerdotes de todo o círculo, o Papa disse que "para o mundo agnóstico, o mundo no qual Deus não entra, o celibato é um grande escândalo, porque mostra que Deus é considerado e vivido como realidade. Com a vida escatológica do celibato, o mundo futuro de Deus entra nas realidades de nosso tempo".

Depois de recordar as palavras do Papa, o Cardeal Piacenza questionou: "como poderia a Igreja viver sem o escândalo do celibato? Sem homens dispostos a afirmar no presente, também e sobre tudo através da própria carne, a realidade de Deus?"

"Tais afirmações tiveram cumprimento e, em certo modo, coroação na extraordinária homilia pronunciada na clausura do Ano Sacerdotal na qual o Papa rezou para que, como Igreja, sejamos livres dos escândalos dos menores, para que apareça o verdadeiro escândalo da história, que é Cristo o Senhor".

O magistério do Papa Bento XVI "sobre o celibato sacerdotal não deixa dúvida alguma" a respeito de sua validez e fundamento, considerado na exortação apostólica pós-sinodal Sacramentum caritatis de 2007 como "uma riqueza inestimável".

Nesse documento, o Papa afirma que "o fato de que Cristo mesmo, sacerdote eterno, tenha vivido até o sacrifício da cruz no estado de virgindade constitui o ponto de referência segura para compreender o sentido da tradição da Igreja".

"Em realidade representa uma especial conformação ao estilo de vida do próprio Cristo", acrescenta.

"Em unidade com a grande tradição eclesiástica, com o Concílio Vaticano II e com meus predecessores, reafirmo a beleza e a importância de uma vida sacerdotal vivida no celibato como sinal expressivo da dedicação total e exclusiva a Cristo, à Igreja e ao Reino de Deus, e confirmo assim a obrigatoriedade para a Tradição latina".

"O celibato sacerdotal vivido com maturidade, firmeza e dedicação é uma maior bênção para a Igreja e para a sociedade mesma".

Fonte: ACI Digital

15 de fev. de 2011

Formada!

Ontem, 14 de fevereiro, celebrei mais uma conquista em minha vida: recebi o diploma que certifica minha formação em Letras - Habilitação em Língua Portuguesa.

A minha saga para este momento começou em 2002. Assim que eu terminei o ensino médio, fiz vestibular numa faculdade pequena e passei. Contudo, minha mãe achou que eu não deveria fazer, pois além de ser particular, só conseguiria chegar lá fretando uma van mensal. Não tínhamos dinheiro. Então estudei por mais dois anos até que fui aprovada numa universidade estadual. Cursei dois anos Letras Português e Espanhol. Mas aí eu me casei e mudamos para outro estado. Ao chegar lá, imaginei que conseguiria facilmente a transferência, só que eu me enganei. Foi um ano perdido, sem estudar. Prestei vestibular e passei. Comecei, em 2007, pela terceira vez, meu curso. Queria fazer dupla habilitação (a universidade só oferecia em inglês), porém, justo no primeiro ano eu engravidei do Bernardo. Dessa vez eu decidi que não pararia de novo. Desde os 17 anos nesta batalha... ah, não!

Fiz a faculdade com filho pequeno. Não foi fácil, eu confesso. No primeiro ano eu trabalhava numa associação comercial considerável na cidade. No segundo ano vivi do auxílio maternidade e seguro desemprego. Já no terceiro, com estágios obrigatórios a cumprir, vendia pão-de-mel que eu mesma aprendi a fazer. No último ano, também com estágios, eu levantava às cinco da madruga, dava aulas pela manhã no colégio de aplicação da faculdade, depois fazia estágio a tarde toda e à noite, três dias da semana, concluía o curso. Sem contar que neste meio tempo eu cuidava do Bernardo, do meu marido, da casa, dos assuntos evangélicos...

Meu esposo também corria. Dividia seu tempo para cuidar dos serviços profissionais e dos cuidados com o Bernardo. Certamente esta vitória também é dele.

Sinto-me uma vitoriosa em todos os sentidos. Ganhar este diploma deu-me mais vontade de lutar pelos meus sonhos, e é muito bom quando a realização de um destes sonhos não vem de mão beijada. Só eu sei quantas noites sem dormir, quantos esforços, o quanto formar-me para ser uma formadora no futuro fizeram parte da minha rotina nestes últimos quatro anos. Mas valeram a pena. Voltaria atrás e faria tudo de novo se preciso fosse.

Agora estou na luta para entrar no mercado de trabalho. Quero lecionar. Vou continuar meus estudos. E espero ser uma professora que leve aos alunos os valores morais, éticos, cristão e filosófico. Quero olhar todos os alunos que passarem pelas minhas mãos com o mesmo olhar que olho o meu filho. E espero que o Senhor vá me recompensando.

Termino agradecendo a Deus pelos Santos Doutores da Igreja, que lá na Idade Média, em que tanto nossa sociedade insiste em chamar de Era das Trevas, fundaram com Roma as Universidades que nos propiciam momentos maravilhosos de aprendizado. Para alguns são apenas momentos de anarquia, mas não pra maioria.

Obrigada por este feito, Senhor. Aliás, obrigada por tudo.

Artigo do Prof. Felipe Aquino: Teológos "modernos".


O Papa Bento XVI disse que pior do que os ataques que a Igreja sofre de fora dela, são os problemas internos, especialmente gerados por aqueles que a dividem, sobretudo, contestando o ensino do sagrado Magistério da Igreja.
Nesta linha perversa, mais um duro ataque interno contra a Igreja surge por parte de um grupo de 143 teólogos “modernos”, professores de seminários de teologia da Alemanha, Áustria e Suiça. (zenit.org – 6/2/2011).
Em um manifesto chamado “Igreja 2011: uma mudança necessária”, esses teólogo, de modo inconveniente, pedem, mais uma vez, o fim do celibato, o sacerdócio feminino e a participação popular na eleição de bispos. O episcopado alemão imediatamente expressou seu desacordo, uma vez que esses assuntos já foram exaustivamente analisados pelo Magistério recentemente, tendo havido claros pronunciamentos do próprio Papa João Paulo II e Bento XVI. O padre Langendörfer deixou claro que “sobre uma série de questões o documento está em desacordo com as convicções teológicas e as declarações da Igreja”.
No entanto, a cantilena inconveniente de uma ala “moderna” dentro da Igreja insiste nesses assuntos, querendo alterar algo que já foi dito várias vezes que não se pode mudar. É o desejo de se criar uma “Igreja popular”, onde suas normas não venham mais do Pai e do Filho, mas do povo. Ora, se a Igreja fosse popular, se fosse nascida do povo, seria uma igreja que não passaria do primeiro século. A Igreja é infalível quando ensina a doutrina e invencível, exatamente porque vem de Deus, e não do povo.
O que desejam esses teólogos professores de seminários europeus? Criar um Igreja sem Magistério, sem a garantia que Cristo nela colocou para guardar o “fidei depositum”?
A decisão, definitiva, da Igreja de não ordenar mulheres, foi confirmada pelo Papa João Paulo II na Carta Apostólica Ordinatio Sacerdotalis (22 maio 1994).
A Congregação da Doutrina da Fé do Vaticano foi consultada se esta posição do Papa era definitiva e irrevogável, e respondeu que SIM. Portanto, a discussão desse assunto deve ser encerrada na Igreja, e os católicos e católicas devem aceitar na “obediência da fé” (Rom 1,5) esse ponto de doutrina que o Papa e o Magistério da Igreja definiram como verdade de fé. Sugiro que os fiéis leiam a importante Carta Apostólica do Papa João Paulo II sobre a dignidade e a vocação da mulher: “Mulieris Dignitatem”, para melhor entender o assunto.
Em 28/10/95 esta Congregação emitiu uma Nota que confirma o caráter definitório e irrevogável do pronunciamento do S. Padre João Paulo II. O Papa afirmou que segundo a Sagrada Escritura e a Tradição da Igreja, em relação ao sacramento da Ordem, nem Jesus Cristo nem algum sucessor de Apóstolo conferiu a ordenação sacerdotal a mulheres, tanto entre os cristãos ocidentais como entre os orientais. O Papa se baseou no procedimento do próprio Cristo, que não chamou mulheres para a Última Ceia (na qual instituiu e conferiu o sacramento da Ordem). Segundo ele a Igreja não tem autorização para mudar este ponto.
Eis o que disse o Papa João Paulo II:
“Para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição da Igreja divina, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cf. Lc 22, 32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja”.
As dúvidas foram levadas à Congregação para a Doutrina da Fé, que em Nota datada de 28/10/95, respondeu em favor da irrevogabilidade da sentença.
Dúvida: “Se a doutrina segundo a qual a Igreja não tem faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, proposta como definitiva na Carta Apostólica “Ordinatio sacerdotalis”, deve ser considerada pertencente ao depósito da fé.”
Resposta: Afirmativa.
“Esta doutrina exige um assentimento definitivo, já que, fundada na Palavra de Deus escrita e constantemente conservada e aplicada na Tradição da Igreja desde o início, é proposta infalivelmente pelo magistério ordinário e universal (cf. Conc. Vaticano II, Const. dogm. Lumen gentium, 25, 2). Portanto, nas presentes circunstâncias, o Sumo Pontífice, no exercício de seu ministério próprio de confirmar os irmãos (cf. Lc 22, 32), propôs a mesma doutrina, com uma declaração formal, afirmando explicitamente o que deve ser mantido sempre, em todas as partes e por todos os fiéis, enquanto pertencente ao depósito da fé.”
O Papa João Paulo II, aprovou a presente Resposta, em 28 de outubro de 1995. (Revista Pergunte e Responderemos, n. 407/1996, pp. 153-155 e Nº 492 – Ano 2003 – Pág. 266).
Portanto, tornar a insistir sobre esse assunto é falta de respeito ao Magistério da Igreja, e ao Papa de modo especial, especialmente grave, partindo de professores de Seminários de teologia.
Sobre o celibato sacerdotal o Papa Bento tem explicado exaustivamente que é a marca de uma adesão total a Cristo e a Igreja. Cristo foi celibatário, e os demais sacerdotes devem imitá-lo. É a prova definitiva para a vocação sacerdotal. Jesus elogiou o celibato daqueles que se fazem eunucos pelo amor do Reino de Deus. Insistir contra isso é ofender o Magistério e o próprio Papa.
Durante a vigília de encerramento do Ano Sacerdotal, o Papa explicou aos milhares de sacerdotes “o celibato sacerdotal, hoje tão questionado, supõe uma consequência da união do “eu” do sacerdote com Cristo. É importante que nos deixemos penetrar novamente por esta identificação do ‘eu’ de Cristo conosco, desse ser ‘tirados’ e conduzidos ao mundo da ressurreição. Neste sentido, o celibato é uma antecipação” do céu”. (Zenit.org – 16/6/2010)
Sobre a eleição popular de bispos é preciso entender que a Igreja não é uma democracia, pois não nasceu do povo, mas de Deus. “É um projeto nascido no coração do Pai”, diz o Catecismo (§759) e “instituída por Cristo” (§763).
A escolha de um bispo é algo muito sério, é um Pastor, Apóstolo do Rebanho do Senhor, algo que não pode ser confiado a qualquer um. Numa universidade não são os alunos que escolhem os professores, mas a Direção, mediante criterioso exame de seleção entre aqueles que possuem o título de doutor na disciplina. “Mutatis mutandis” o mesmo vale para a Igreja; pedir que o povo escolha os bispos é semelhante a pedir que os alunos escolham seus professores. Ora, desejar que o povo escolha os bispos é mais uma tentativa de eliminar o Magistério da Igreja e criar uma igreja popular, como a da Reforma protestante.
Por tudo isso, é preciso que os católicos fiéis ao Papa e ao Magistério sagrado da Igreja se manifestem contra essas exigências descabidas de teólogos “avançados”.

Prof. Felipe Aquino



14 de fev. de 2011

Militantes da teologia da libertação: Falam demais e sabem de menos.


É grande o numero de militantes da heresia da libertação no Brasil, o que mais impressiona é que boa parte destes militantes não são conscientes do que defendem, são vitimas de persuasões de bispos, presbíteros ou leigos mais “estudados”. Incontáveis são as pessoas que não tem nenhuma noção sobre as condenações que o magistério da Igreja fez a teologia da libertação, não sabem do maleficio que este movimento esta causando na Igreja Católica Apostólica Romana.


O problema seria bem mais fácil de resolver se os conservadores tivessem a oportunidade de liderar alguma pastoral ou movimento, tivessem a chance de falar nos púlpitos e de dar suas catequeses, porém na maioria das paroquias da “libertação” o cerco é fechado para eles. Eu particularmente não consigo ser ministro da palavra, não consigo dar catequese e muito menos coordenar alguma pastoral e movimento na minha paroquia. Por que eles não deixam? Por que eles sabem que poucas verdades pronunciadas podem acabar com o castelo de mentiras que eles ergueram. Não pensem que sou destes conservadores chatos que vivem dando sermões nos revolucionários, tento ser gente boa, convivo de forma sadia com todos, só demonstro minha posição quando estamos conversando sobre assuntos eclesiais. Porém mesmo sendo educado e cultivando amizades com todos, as portas não se abrem para ações pastorais.


A única saída é montar associações de fieis para estudar e evangelizar segundo o coração do papa, mas não pensemos que estas associações é uma saída fácil , qualquer coisa que se faça é motivo de perseguição provenientes dos membros do movimento da libertação. A minha equipe missionaria (Equipe Missionaria Santo Redil) sofre na diocese com os ativistas que nem se quer sabem o que defendem.


Como os leitores assíduos sabem, eu sempre escrevo artigos relacionados à teologia da libertação, não por que seja prioridade escrever sobre o tema, a questão é que eu respiro esta heresia diariamente na minha cidade, e frente a tantos problemas este é o assunto que escrevo com mais propriedade. O fato é que alguns militantes da teologia da libertação resolveram se manifestar contra os artigos, o pior é que são militantes da minha cidade, estão fazendo o maior “barraco”, comunicando os padres, os coordenadores, espalhando os artigos para boa parte do povo e colocando as pessoas contra o trabalho da minha equipe missionaria.


Os militantes não quer nem saber do conteúdo do artigo, das citações de santos, dos papas e dos documentos oficiais da Igreja Católica, nem sequer tem a capacidade de ler o conteúdo dos artigos, só procuram saber o nome do escritor e o tema. De imediato distribuem calunias, maledicências e falsos julgamentos a respeito do nosso trabalho, falam demais e sabem de menos.


Quero neste texto pedir duas coisas aos irmãos adeptos da teologia da libertação que estão gastando tempo na procura dos meus artigos e minhas pregações. O primeiro pedido é o seguinte: Façam o favor de observar o conteúdo das pregações e dos artigos, coloquem na cabeça de vocês que a única coisa que faço é ser católico, é ser romano, discípulo do Sumo Pontífice e nada mais. Se tiver alguém fazendo algo de errado, estes são vocês, que dentro da Igreja pregam conteúdos que divergem das verdades provenientes da Santa Sé. Estudem pelo amor de Deus, se toquem, observem onde vocês estão, acorda para realidade, a Igreja do Brasil não é nenhuma ONG marxista e muito menos a casa da “mãe Joana” onde se faz as coisas arbitrariamente.


A segunda coisa que peço aos leitores que se dizem “católicos comunistas” é o seguinte: tirem da cabeça de vocês que nós temos ódio dos militantes da TL, isto é mentira, nós fazemos de tudo para amar cada um de vocês. Quando evidenciamos os fatos que acontecem nas paroquias, de forma alguma temos a intenção de diminuir as pessoas ou levar a Igreja a odiar padres, bispos ou lideranças. O que queremos é que a humanidade entenda que nós não somos assim. A humanidade precisa saber que a Igreja Católica não é revolucionária, que não fazemos sincretismo religioso, não amamos o Che Guevara, o povo precisa saber que respeitamos a liturgia, que amamos o papa, que acreditamos em milagres, que cremos na Igreja católica, em fim, que o que a Igreja é, esta longe de ser o que vocês dizem ser.


Querem calar quem defende o papa? Querem brigar com quem abomina o terrorismo do MST? Querem amordaçar quem não gosta de Missa Afro? Querem processar quem odeia briga de classes e o desgraçado do socialismo? Querem humilhar quem prega a teologia moral da Igreja? Se estes são os vossos desejos, façam-nos o favor de saírem da Igreja, pois a Igreja que vocês foram batizados e crismados, a Igreja que dá para vocês todos os dias o Sacramento da Eucaristia na Santa Missa e a Igreja que ordena os seus Sacerdotes é tudo isto que vocês odeiam e querem o fim. Um conselho, antes de sair, reze a Deus pedindo humildade e faça a seguinte pergunta para si mesmo: Será que estou certo?


Vejo todos como vitimas de uma terrível enganação diabólica, o nome desta enganação é marxismo. O meu irmão de equipe Islei esta coberto de razão quando disse: Esta mais fácil converter o pior dos protestantes a fé católica do que um militante da TL ao verdadeiro catolicismo. A única saída é rezar para que Nossa Senhora, que é sede de sabedoria, converta milagrosamente estas pessoas.


Oremos também para que a Virgem Maria nos ajude na pastoral abrindo portas missionarias.


Salve Maria!


Bruno Cruz
bhc.vida@hotmail.com
Contato missionário: 031-88802212

11 de fev. de 2011

Vaticano divulga aumento de 1,4% no número de sacerdotes


11.02.2011 - A nova edição do Anuário Estatístico da Igreja Católica revela um aumento de 1,4% no número de padres em todo o mundo entre 1999 e 2009, adiantou hoje o Vaticano. O volume, que vai ser apresentado nos próximos dias, elenca 410 mil sacerdotes, dos quais mais de 275 mil diocesanos e cerca de 135 mil de ordens e congregações religiosas. Pela primeira vez desde 1999 o número de ordenações supera o de falecimentos e abandonos.
Segundo os dados fornecidos esta sexta-feira pela Rádio Vaticano, o número de padres ordenados em 2009 ultrapassou o dos sacerdotes que faleceram ou abandonaram este ministério, situação que não acontecia desde 1999. Na Europa, contudo, o número de mortes continua a ultrapassar o das ordenações sacerdotais.
O novo Anuário Estatístico da Igreja mostra que o número de padres e de católicos aumenta na África, Ásia e América Latina, caindo na Europa e América do Norte.
A Agência Ecclesia recorda também que o «Annuarium Statisticum Ecclesiae 2009» é redigido pelo departamento central de estatística da Igreja e publicado pela Livraria Editora Vaticana.

Fonte: ACI

Fonte: RAINHA MARIA

Pesquisa revela alto índice de cristãos viciados em pornografia


10.02.2011 - Uma pesquisa feita por uma revista cristã americana diz que cerca de 50% das pessoas entrevistadas admitiram ter problemas com a pornografia na Internet. O estudo recente foi realizado pelo grupo “ChristiaNet”, mostrou uma incrível quantidade de problemas com a pornografia entre seus leitores.
Para Clay Jones, da entidade “Second Look”, existem fatores que favorecem esse desejo em acessar sites pornográficos. Um deles seria o acesso secreto e anônimo que a vida virtual oferece.
Jones e seu ministério estão usando dados da ChristiaNet para tentar alertar a igreja sobre esta situação: “Eu vi outra pesquisa, que incluiu os pastores aqui, e um terço deles admitiu ser viciado em pornografia na Internet.”
“O problema da pornografia não se limita a um determinado grupo de homens. Vão desde pastores, membros das igrejas, vizinho, a família … estamos todos vulneráveis “, diz o Dr. Dennis Frederick que trabalha quase que exclusivamente com vícios sexuais devido ao número crescente de pessoas que chegam a ele com este problema no centro de aconselhamento cristão.
Em seu livro “Conquistando Pornografia” Frederick cita o caso de um pastor de renome, que foi viciado em pornografia de 10 anos e que vai a cada semana para aconselhamento pastoral.
Apesar do número de homens viciados em pornografia ser maior, não significa que não haja mulheres com esse problema. A matéria da revista americana diz que cerca de 17% delas também estão envolvidas nessa prática.
Para se livrar desse vício, Frederick ensina que primeiramente é necessário reconhecer o problema e parar de se enganar. A próxima etapa é limpar a casa e se livrar de todo o material pornográfico. Fora isso, de acordo com Frederick a pessoa precisa se arrepender e determinar: “Eu quero ser uma pessoa livre. Não quero isso controlando a minha vida. ”
Alguns especialistas acreditam que a dependência de pornografia é um vício que é executado através de mecanismos químicos no cérebro e, portanto, precisam de terapia profissional. Clay Jones acredita nesses processos químicos e físicos e, para ele, os doentes precisam aprender a interromper esses processos para que haja uma mudança real. Em seguida, ele deve aceitar que esta área será sempre um ponto fraco na armadura da personalidade.
Frederick e Jones acreditam que a igreja pode e deve fazer mais para ajudar os cristãos a estar livre do vício sexual: “É tempo que a Igreja remover a cabeça do buraco e começar a resolver estas questões de forma aberta e honesta”, diz Jones.


Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/
Fonte: RAINHA MARIA

9 de fev. de 2011

A Cabana e minhas observações

Depois de partilhar algumas particularidades a uma amiga, esta me emprestou - sem eu pedir - o livro A Cabana, que está em auge nos dias atuais. Pediu que eu o lesse, sem fazer exigências. Apenas que eu lesse.

Confesso que peguei o livro meio que sem a mínima vontade de ler. É que não sou fã de best sellers. Acho-os sempre muito no nível do senso comum, não consigo aproveitar ao máximo. Mas como esta amiga é alguém especialíssima pra mim, não me senti no direito de recusar.

Li o livro em 04 dias. Como gosto de ler, não foi assim tão difícil. Faço agora as minhas observações.

Para mim, o livro traz uma mensagem (que é a mensagem central do texto) em que nós devemos ter um relacionamento de liberdade com Deus, e que isto so é possível se confiarmos nEle inteiramente, tal qual uma criança confia em sua mãe. E será esta confiança o ponto de partida para um relacionamento de amor abundante, curador e restaurador. Porém, o livro faz uma sopa de letrinhas a respeito de Deus. Explico.

O autor é amigo do personagem principal que vive uma experiência significativa com a Santíssima Trindade. Ele conta a história de seu amigo que perdeu sua filha num acampamento. Ela foi capturada por um homem e assassinada em uma cabana. A partir disto, o pai nunca mais foi mesmo. Sentia-se culpado, bem como uma de suas filhas, que estava presente no acampamento. Um belo dia ele encontra na caixinha de correspondências um bilhete em que constava um chamado de Deus para que ele fosse à cabana. Relutante, o homem foi. Lá ele se encontrou com a Santíssima Trindade, sendo curado e transformado.

Até aí parece tudo bem, mas a forma como o autor os expõe é um tanto "diferente". Deus Pai se apresenta como uma mulher, bem como o Espírito Santo. Durante a conversa que tem com eles, a imagem de Jesus é um tanto desligada da imagem divina, como se Cristo fosse um homem que foi divinizado, e não um Deus que quis fazer-se homem. Também passa no livro uma impressão de que Deus não está nem aí para a religião e para as leis. Em suma, o livro quer que aquele que o ler acredite que podemos encontrar a Deus em qualquer lugar sem que para isso precisasse uma Igreja ou algo do tipo.

Fique intrigada com isso. Ora seja, se Deus, então, não quer que haja uma religião, então porque Cristo fundou Sua Igreja em Pedro? É verdade que hoje temos zilhões de crenças, mas Cristo fundou uma única Igreja, que após 1.500 anos Lutero rebelou-se e fundou a sua, como bem fez Calvino e até Edir Macedo, R.R. Soares e afins. O que todos os reformadores admitem? Que foram instigados pelo Espírito Santo a fundarem sua fé. Mas... seria este Espírito tão cofuso, que a um dissesse algo completamente diferente do outro, e ainda assim fazendo crer que tudo é a mesma verdade? Se assim for, então, o que é a verdade? A verdade em si? Sabemos bem que é Cristo, e nEle não pode haver confusão. Logo, tudo o que vem depois dEle não procede. Há sim as sementes do Verbo e Sua graça alcança a todos graças à Sua Misericórdia, mas o que Ele é, é e pronto. Portanto, a confusão do autor da obra procede da  "achologia" humana, aquele pensamento pré-concebido do que eu ACHO de Deus, e não do que Ele É.

É verdade que podemos encontrar a Deus em qualquer lugar? Sim, é verdade. Porém, não é verdade que Cristo não nos queira em Sua Casa. Quando Cristo funda Sua Igreja e institui Seus Sacramentos, elevando-os para nos santificar, Ele quer com isso nos dizer que é lá na Sua Casa que receberemos todo o gás necessário para prosseguirmos em nossa caminhada. Devemos ter em mente que é a partir dos Sacramentos que nos santificamos. Não basta apenas rezar em casa. Se Ele a instituiu é porque precisamos dela. É certo que se não tivermos orações constantes em casa, se não fizermos práticas de misericórdia, se formos hipócritas, de nada adiantará comungar todos os finais de semana. Entretanto, é nossa obrigação estarmos lá, e isso não é porque alguém exigiu, mas Cristo assim o quis e viu que era bom e necessário para nossa salvação.

Outro ponto que me intrigou foi a questão de desconstruir o pensamento hierárquico. Segundo o autor, Deus não quer hierarquia. Isto é uma falácia. Que não haja hierarquia dentro da Santíssima Trindade é uma coisa, mas que Deus a criou é outra completamente diferente. Se Deus não desejasse isso, não teria chamado Pedro a ser o cabeça dos apóstolos, nem contemporizado o valor dos pais e os anciãos. A hierarquia é uma bênção criada por Deus porque Ele sabe que dela precisamos para entender o valor que Ele tem na Criação. É óbvio que muitos, movidos pelos desejo de poder, usaram da autoridade para agirem de autoritarismo, mas aí reduzirmos a religião a apenas um jogo de interesse é desonestidade intelectual. Jamais, mesmo quando Deus tornou-se homem para nos salvar, estaremos no mesmo nível que Ele, mesmo tendo um relacionamento intimíssimo conforme o autor sugere no livro, pois somos criaturas e fomos submetidas ao amor do Criador. E Criador sempre estará acima da criatura, seja em que lugar for.

Por fim eu percebi que o autor põe na boca da Santíssima Trindade uma série de desconstruções: políticas, filosóficas e teológicas. A descontrução do pensamento é algo contemporâneo no meio ocidental. Isto é um fato olulante. Porém, o que deve ficar claro, é que os "intelequituaissss" dos nossos dias descontroem algo que não conseguem construir. E deveriam se lembrar que cada pensamento, fosse na esfera política, teológica ou filosófica, demorou anos para ser contruído. Não surgiu de um sonho ou de uma experiência num final de semana. São João Evangelista, por exemplo, só foi começar a escrever após 90 anos da ressusrreição do Senhor. Como então agora alguém se arvora em "desmistificar" todo este trabalho árduo, feito em oração, em estudo, discussões e pensamentos? A impressão que me deu foi a de que Deus não passa de um ser anárquico. Uma anarquia do bem, alá paz e amor, mas não deixa de ser anárquico.

Talvez não fosse esta análise que minha amiga esperava de mim, e peço-a aqui, neste blog, para que todos vejam, perdão se a ofendi ou magoei. Contudo, foi impossível passar estes detalhes desapercebidos.

Minha humilde opinião? O livro deve ser lido como uma obra ficcional. Há coisas que podem ser levadas a sério? Sim, muitas. A questão da confiança no relacionamento com Deus é a mais importante e séria na obra. Dar a Deus o que Lhe compete fica nítido. E o que mais me emocionou foi a forma em que o autor explicitou a necessidade de entregarmos a Deus tudo mesmo, inclusive a nossa independência, para que Ele trabalhe abundantemente em nós. Isto é algo que o Senhor SEMPRE nos falou, fosse em Suas Palavras na Bíblia, no testemunho dos Santos ou na História. A reforçada que é dada neste quesito é espetacular. Mas de resto é bom tomar cuidado. A quem não tem o devido alicerce teológico e filosófico NÃO recomendo a leitura.

Perseguição anticristã na Europa


09.02.2011- O cristianismo é o último bastião contra o "totalitarismo" do projeto secularista europeu, segundo a diretora do Observatório da Intolerância e da Discriminação contra os cristãos na Europa, Gudrun Kugler .
Um grupo de reflexão austríaco e organização não governamental adverte que a liberdade de expressão religiosa está "em risco" na Europa, devido à intolerância secularista de esquerda. Enquanto os extremistas islâmicos continuam os ataques contra comunidades cristãs no Egito, Iraque, Paquistão e em todo o Oriente Médio e Ásia, as restrições às expressões públicas das crenças religiosas dos cristãos estão aumentando na Europa ocidental, o berço da cristandade.
"Não se pode comparar as injustiças daqui com a situação, por exemplo, da Coreia do Norte, Índia ou Paquistão", advertiu Gudrun Kugler, advogada e diretora do Observatório da Intolerância e da Discriminação contra os cristãos na Europa. "Os cristãos que vivem lá, apesar da feroz perseguição,são nossos grandes modelos".
Disse que o cristianismo é odiado na Europa porque é "o último obstáculo para uma nova visão do secularismo que é tão politicamente correto que raia o totalitarismo".
"Os cristãos são cada vez mais marginalizados e estão aparecendo com mais frequência nos tribunais sobre assuntos relacionados à fé. Penso que assim estamos nos dirigindo a uma perseguição sem derramamento de sangue".
As preocupações da Dra. Kugler foram repetidas pelo Dr. Massimo Introvigne, da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa, um italiano especialista em sociologia da religião, o qual disse esta semana que atualmente os cristãos europeus não são "demasiado sensíveis".
A discriminação contra is cristãos na Europa, disse, "é mais sutil" que nos países onde são perseguidos de forma total, mas é real.
"Ironicamente, uma das análises mais importante desta situação está incluída num discurso que nunca foi feito, embora seu texto tenha sido posteriormente dado a conhecer", disse Massimo Introvigne. "Bento XVI preparou um discurso para uma visita à Universidade La Sapienza, em Roma, em 17 de janeiro de 2008, onde previa debater a marginalização dos cristãos no discurso público ocidental".
No entanto, esse discurso papal foi arquivado depois dos protestos realizados por um reduzido número de estudantes e professores contra a suposta "homofobia" do Papa.
Evidentemente, o incidente confirmou, mais do que aquilo que o Papa pudesse ter dito, que o problema da intolerância contra os cristãos existe realmente no Ocidente".
O Observatório monitora e documenta sistematicamente incidentes de intolerância e discriminação contra os cristãos e o cristianismo em toda a Europa. Elaborou um informe da crônica dos incidentes de discriminação anticristã em instituições europeias entre os anos 2005 e 2010.
Kugler disse a MercatorNet que "privadamente, você pode orar e pensar como quer, mas no âmbito público há cada vez mais restrições. Judeus e muçulmanos experimentam intolerância e discriminação. Mas também as sofrem os cristãos, inclusive se constituem aqui uma maioria nominal".
"Temos recebido muitas informações em que se denuncia a eliminação dos símbolos cristãos, representações distorcidas, estereotipadas e negativas dos cristãos nos meios de comunicação, e os problemas sociais que os cristãos enfrentam, como ser ridicularizados ou desfavorecidos nos lugares de trabalho".
Em geral, o informe do Observatório revela que a principal falha geológica na Europa é o enfrentamento entre as novas leis "igualitárias" postas em curso pelas instâncias dos lobbies políticos homossexualistas e feministas radicais, e a população ainda nominalmente cristã da Europa. Esta ruptura tem sido favorecida por um meio de comunicação institucionalmente anticristão, disse Kugler.
"Tenho a impressão de que os jornalistas e os políticos são frequentemente mais anticristãos que seus concidadãos. Mas eles formam o estado de ânimo do país. Observamos que descrevem os cristãos, cada vez mais, como 'homofóbicos', machistas, intolerantes e sem experiência do mundo".
Quando perguntada sobre o que podem fazer os cristãos, Gudrun Kugler disse: "Falar".
"Muitos cristãos europeus não se dão conta de que defender as próprias crenças é uma forma de falar a favor dos fracos, dos prejudicados e dos indefesos".
É um "ato de caridade cristã insistir nos direitos democráticos próprios de cada um", acrescentou. "Temos de buscar a inspiração em nossos irmãos e irmãs, que com valentia enfrentam formas violentas de perseguição, em vez de silenciar".
Fonte: Religión en Libertad
Tradução: OBLATVS

FONTE: RAINHA MARIA

João Paulo II: acesse site com informações do fututo beato.


Leonardo Meira
Da Redação, com informações da Rádio Vaticano

O Vicariato de Roma lançou um site especial com todas as informações referentes às Causas de Beatificação e Canonização do Papa João Paulo II. O endereço está disponível em sete línguas: inglês, francês, espanhol, italiano, polonês, romeno e português.

O Papa polonês será beatificado no dia 1º de maio, conforme autorizou Bento XVI com a assinatura do decreto que reconheceu um milagre operado por intercessão de Karol Wojtyla, no último dia 14 de janeiro.

Acesse:

http://www.karol-wojtyla.org/

O site está dividido nas seguintes categorias: João Paulo II; A Causa; Notícias e Eventos; Mosteiros On-Line; Boletim Totus Tuus; As Iniciativas; O Milagre e um convite para participar da Cerimônia de Beatificação, no Vaticano.

Informações sobre a vida, escritos, devoção mariana e reflexões de João Paulo II e espaço para fazer pedidos de oração estão acessíveis, bem como mais detalhes sobre as etapas do processo que culminou na beatificação próxima, como testemunhos, sessões e postuladores.

Até agora, a única cerimônia confirmada por conta da beatificação é a vigília de oração no Círculo Máximo, em 30 de abril, na noite que antecede a cerimônia na Praça de São Pedro.

O Vicariato de Roma e o Departamento das Celebrações Litúrgica do Sumo Pontífice recordam aos peregrinos que desejem participar da celebração que a entrada é gratuita e que a Igreja nunca cobrará ingresso para qualquer cerimônia similar. O aviso é feito por conta da circulação de alguns sites que vendem ingressos falsos para a beatificação.


Fonte: CN

8 de fev. de 2011

Mais de 1500 extremistas muçulmanos atacam igrejas cristãs na Indonésia devido à lei de blasfêmia



Roma, 08 Fev. 11 / 02:19 pm (ACI/EWTN Noticias)

Mais de 1500 extremistas islâmicos atacaram hoje duas igrejas protestantes e uma católica na cidade de Temanggung (Indonésia), porque um tribunal não condenou à morte a um cristão que teria violado a lei de blasfêmia. A pena do cristão foi de cinco anos de cárcere.

A agência Fides informou que os extremistas -entre os quais poderia haver membros do Fronte de Defesa Islâmico-, consideraram "muito leve" a condenação imposta ao cristão Antonio Bawengan, de 58 anos, acusado de distribuir panfletos ofensivos contra o Islã. Os manifestantes exigiam a pena de morte, mas os juízes aplicaram a máxima pena prevista para este delito.

Durante o vandalismo resultou ferido o pároco da igreja católica de São Pedro e São Paulo, o Pe. Saldanha, atacado por evitar que os fundamentalistas islâmicos profanassem a Eucaristia. Foram necessários mil agentes de segurança para que a situação retornasse à normalidade.

Ataques preparados

O Secretário da Conferência Episcopal do Indonésia, Dom Johannes Pujasumarta, disse à agência vaticana Fides que "Temanggung é normalmente um lugar tranqüilo. Os extremistas vieram de fora. Isto nos faz pensar que se trata de uma violência planejada e organizada". O Prelado fez um chamado à paz porque "a violência nunca é uma boa solução".

Por sua parte, o Pe. Ignacio Ismartono, durante anos responsável pelo diálogo inter-religioso, disse que a intolerância está aumentando na Indonésia e isto "sugere que existem forças escuras que querem alimentar a tensão na sociedade". Ele afirmou que "a violência em Temanggung estava sendo preparada há dias, mas a polícia não fez nada para prevenir os distúrbios".

O sacerdote disse que a Lei de Blasfêmia está sendo usada para cometer abusos. Ele recordou que um comitê liderado pelo líder muçulmano e ex-presidente indonésio Abdhrrahman Wahid, pediu suprimir e revisar esta norma, mas isso foi rechaçado no ano passado pela Corte Constitucional.

Segundo um relatório do Instituto Setara para a Paz e a Democracia, em 2010 houve mais de 216 casos de violações flagrantes da liberdade religiosa na Indonésia, o país com o maior número de muçulmanos no mundo.

A Lei de Blasfêmia agrupa várias normas contidas no Código Penal inspiradas diretamente na Xaria -lei religiosa muçulmana- para sancionar qualquer ofensa de palavra ou obra contra Alá, Maomé ou o Corão. A ofensa pode ser denunciada por um muçulmano sem necessidade de testemunhas ou provas adicionais e o castigo supor o julgamento imediato e a posterior condenação à prisão ou à morte do acusado.

A lei é usada com freqüência para perseguir a minoria cristã, que está acostumada a ser explorada no trabalho e discriminada no acesso à educação e nos postos de função pública.

Fonte: ACI Digital

5 de fev. de 2011

Quanto mais vísivel for a santidade, tanto menos pode ficar oculto o demônio.


Tem um padre da minha diocese que esta complicando as coisas na sua paroquia, a famosa paroquia Cristo Libertador (o nome já diz tudo). Ele desde sempre em suas homilias nega explicitamente a existência do diabo. Com uma mentalidade materialista fala que só acreditara no demônio depois que o mesmo se apresentar para ele. Mentes como esta têm em vários lugares do mundo, sobretudo no meio do clero, é lógico que eles aprenderam isto na escola dos teólogos modernistas inimigos a Igreja.


O que mais irrita é que estas teologias modernistas “batizadas” no existencialismo e materialismo são propagadas nos púlpitos das Igrejas, e no fim das contas o povo de Deus se perde por falta de pastores. O documento “Presbyterorun Ordinis” do Concílio Vaticano II diz o seguinte:” ..Como ninguém se salva sem fé, os padres, como cooperadores dos Bispos, têm o dever precípuo de levar a todos o Evangelho de Deus, no cumprimento do mandamento do Senhor: “Vão ao mundo inteiro e preguem o Evangelho a toda criatura” (Mc.16,15), constituindo e fazendo crescer o Povo de Deus”..Infelizmente o Evangelho que um grande numero de sacerdotes esta pregando não é o revelado por Deus em Cristo Jesus, ou seja, não salva ninguém.


Sobre a existência do demônio como um espirito real e tenebroso a Bíblia é muito clara, sobretudo no novo testamento. Na realidade o antigo testamento não expõe tanto a figura de Satanás e seus demônios por que existia uma grande preocupação dos hagiógrafos de a mentalidade politeísta vir a influenciar o povo a adorarem Satanás e seus anjos rebelados como divindades. Com o advento da fé no Deus Uno o Pai revelou mais explicitamente a existência destes espíritos malignos pervertedores que estão entre nós para nos levar para a condenação eterna. Ou seja, no antigo testamento a demonologia é tratada de forma secundaria e no novo de forma mais evidente.


Hebert Haag( falecido Teólogo da escola de Tubinger que não acredita em demônios) reconhece que Jesus e os apóstolos via os demônios como espíritos reais, porém ele julga que o Messias e seus seguidores eram vitimas de um judaísmo incipiente. “Para Haag, “demônio” no antigo testamente sempre significou ” pecado” e que foi boa parte dos Judeus que perverteram o conceito “demônio”, influenciando assim Jesus e todo o cristianismo de forma errada. Este teólogo criticou duramente o papa Paulo VI na época que o papa anunciava a presença de Satanás dentro da Igreja, segundo Haag o papa tinha um pensamento que não era conciliável com os tempos modernos.


O papa Bento XVI quando ainda Cardeal rebateu as teorias de Haag em um de seus livros chamado “ Dogma e Anuncio”. Ele criticou Haag em dois pontos de seus pensamentos. Primeiro salientou que Haag erra em não fazer exegese bíblica e sim interpretação subjetiva bíblica, perceba que ele reconhece que Jesus acreditava nos demônios como espíritos reais, mas acusa Jesus, o cristianismo e boa parte do Judaísmo de pervertedores do conceito “demônio”. A segunda crítica é sobre a tentativa de tentar conciliar o evangelho ao mundo moderno de tal forma a negar verdades bíblicas tão claras.


Veja na integra uma orientação que o Papa Bento XVI nos dá no seu livro: é certo de que a fé só pode se realizada por quem crê com a Igreja e não por quem segue os oráculos de decisões particulares sobre aquilo que cada vez deve ser considerado como admissível ou não.


Voltando na história do padre da minha cidade e fazendo analogias ao pensamento de Haag percebo que ele esta encaixado no segundo erro evidenciado pelo Papa Ratzinguer, como a maioria do clero da minha amada diocese, ele é um padre que na filosofia e na teologia estudou muitos pensamentos existencialistas e materialistas e frente a tanta informação ele não consegue conceber que existe um mundo sobrenatural muito mais real do que o mundo que vivemos. Tem outro problema também, a teologia da libertação é mestra em fazer hermenêuticas bíblicas integralmente marxistas, por tanto, para muitos dos padres formados nesta maldita heresia, Satanás e os seus anjos rebelados nada mais são do que o sistema que oprime os pobres. Com se já não bastasse os erros de Haag temos que tolerar estes absurdos provenientes dos Boff,s da vida.


Só que o problema não é só de teologia não, no meio desta crise de fé o problema vai mais além, e o papa Bento VXI nos mostra outro grande problema. V ejamos o que o papa Ratzinguer pensou: Da mesma forma que Deus quis se revelar primeiro até a vinda de Cristo para depois mostrar com mais evidencias e clareza a existência dos demônios, nós precisamos buscar primeiro o conhecimento de Deus para depois conhecer Satanás e seus demônios. Contemplando Deus as escamas caem dos nossos olhos e assim conseguimos enxergar o mundo espiritual, veja a frase do papa: As belas máscaras do demônio não enganam mais a quem esta olhando da parte de Deus. Este olhar para Deus gera santidade e diante da santidade o demônio se dá por vencido. O papa complementa de forma extraordinaria dizendo: Quanto mais vísivel e maior for a santidade, tanto menos pode ficar oculto o demônio.


Eis o problema desvendado caríssimos irmãos leitores, os remédios para esta doença espiritual e intelectual se chama teologia católica, vida de oração e santidade de vida. A ausencia destes remédios pode provocar a morte espiritual de qualquer alma.


Rezemos à nossa senhora para a conversão daqueles que não acreditam na existência do diabo, o que o inimigo mais quer é ser desacreditado.


Salve Maria!


Bruno Cruz
bhc.vida@hotmail.com
Contato missionário: (031)88802212








4 de fev. de 2011

E o beijo de língua, pode?

Quando se fala de pecados de impureza, muitas pessoas pensam: “Se é um pecado mortal, então eu não quero. Mas se for só pecado venial, então não quero perder!”. Precisamos deixar de lado essa idéia minimalista que se foca em “até onde podemos ir sem ofender a Deus”. Mesmo o menor pecado divide, enquanto a pureza faz nascer o verdadeiro amor. Elizabeth Elliot escreveu em seu livro Passion and Purity: “Como posso falar de alguns beijos imprudentes para uma geração que cresceu sendo ensinada que quase todo mundo vai pra cama com todo mundo? Daqueles que vagueiam no mar da permissividade e dos excessos, será que existe alguém que ainda olhe para o céu em busca do farol da pureza? Se eu não acreditasse que existe alguém assim, sequer me importaria em escrever.” [1]


Eu costumava ter como certo que todo mundo sabia que beijo de língua é sexualmente excitante, especialmente para um rapaz. Mas eu tenho encontrado mulheres que se mostram surpresas quando descobrem que um homem fica sexualmente excitado por um beijo ardente (ou antes dele). O beijo de língua é profundamente unitivo, já que a penetração de uma pessoa dentro de outra é parte daquele “tornar-se um” com ele ou ela fisicamente. Esse beijar ardente e sensual diz para o corpo de um homem que este deve se preparar para o ato sexual, e quando um homem fica excitado, geralmente ele não fica satisfeito enquanto não atinge o ápice.
Portanto, o beijo de língua provoca o corpo com desejos que não podem ser moralmente satisfeitos fora do casamento. Para o casal que está guardando o sexo para o casamento, o beijo de língua é como um garoto de quinze anos sentado no carro, na saída da garagem, só acelerando o carro estacionado, porque sabe que não tem carteira de motorista.


Eu acredito que o problema moral com beijo de língua é mais difícil de ser entendido pelas garotas, porque elas tendem a se excitar sexualmente de uma maneira mais gradual do que os rapazes. Se a excitação de uma mulher pode ser comparada com um ferro de passar esquentando pouco a pouco, a de um rapaz poderia ser comparada com o acender quase instantâneo de uma lâmpada elétrica. As reações sensuais em um rapaz tendem a ser mais imediatas, e quando a chama da excitação sexual se acende, um homem geralmente quer ir além.


Ele pode até se contentar por uns tempos somente com os beijos. Mas quando um casal tem episódios recorrentes de “amassos” ardentes, e tentam estabelecer os limites nesse ponto, uma das duas coisas vai acontecer: ou os limites originais vão desaparecer, ou então a frustração vai tomar conta de tudo. No primeiro caso, a excitação sexual vai se tornar rotina, e o casal vai começar a justificar novas formas de intimidade física. Talvez eles consigam parar na primeira, na segunda ou na terceira vez, mas gradualmente os antigos limites vão cedendo, porque eles começam a experimentar esse poder intoxicante de ligação que Deus reservou para os cônjuges no casamento.


No segundo caso, um dos dois poderá acabar ouvindo a mesma coisa que essa garota ouviu: “Meu namorado e eu não passávamos de uns 'amassos', mas recentemente ele me perguntou depois que nos beijamos: ‘Você nunca se sente... entediada? Nunca enjoa disso?’”


Frequentemente eu recebo e-mails de casais abstinentes que dizem que realmente se amam e querem permanecer na pureza, mas continuam sempre caindo de novo e de novo nos mesmos pecados sexuais. Eles estimularam esses desejos, e descobriram que eles não são facilmente controlados, uma vez despertos. Esses casais querem ficar em cima do muro, e manter alguma intimidade sexual ao mesmo tempo em que evitam ir “muito longe”. Mas eles estão descobrindo que homem e mulher não foram feitos para funcionar desse modo. A pureza angelical é mais fácil de se viver do que apenas 50% de pureza, porque você não está constantemente provocando a si mesmo.


Entretanto, algumas pessoas dizem que beijo de língua não é lá esse problema todo, e que não tem muita importância. Mas será que não existe algo em você que gostaria que esses beijos significassem algo? Quanto mais damos de nós mesmos, tanto menos valorizamos o dom do nosso corpo e de todo o nosso ser (e as pessoas respondem nos tratando com menos respeito também).




Pergunte a si mesmo o que valem seus beijos. Será que eles são uma maneira de retribuir a um rapaz por uma noite bacana? Será que eles são uma solução para o tédio em um namoro? Será que eles são um modo de encobrir as dores ou a solidão? E pior, será que eles são apenas por pura “diversão”? Se a resposta para qualquer uma dessas perguntas for um sim, então já esquecemos o propósito de um beijo, e o significado da intimidade. Portanto, não trate partes de sua sexualidade como “sem importância”. Todo seu corpo é de uma importância infinita, e isso inclui seus beijos. Quando percebemos isso, o mais simples dos beijos passa a ter um valor inestimável, “não tem preço”, e traz mais proximidade e alegria do que 100 “ficas” ou encontros sexuais casuais.




O que acontece com o jovem bem intencionado é que a intimidade inicial e a excitação de um beijo se enfraquece quando ele ou ela começa a dar esses beijos indiscriminadamente, como quem aperta uma mão. O significado profundo dos simples atos de afeição lentamente se perde. O mundo gosta de nos dizer que estamos ficando mais “habilidosos” no namoro, mas na verdade estamos apenas nos tornando insensíveis.


Então, antes de fazer tudo de novo, pense em guardar a paixão ardente para seu esposo ou esposa. Não apenas sua pureza será um dom e presente para seu cônjuge, ela vai fazer a afeição dele ou dela mais única para você também. No longo prazo isso vai unir os dois muito mais do que todas as “experiências” que o mundo recomenda que você tenha antes de se casar.


No colégio, eu não pensava duas vezes antes de dar esse tipo de beijo. Meu pensamento era que outras pessoas estavam fazendo coisas piores, então não tinha muito problema o que eu fazia. Agora eu desejaria ter guardado esses beijos para minha esposa, ao invés de distribuí-los por aí com garotas que nunca mais vi de novo depois que terminou o tempo de colégio. Mas na época eu não pensava no futuro. Eu apenas via meus colegas de sala e achava que esse era o modo como as coisas eram. Quando meus relacionamentos amadureceram e se aprofundaram, e eu comecei a rezar por eles, eu deixei esse tipo de beijo de lado, porque ele sempre acendia o desejo de ir além. Ele também estava levando os outros aspectos do relacionamento a um segundo plano. Eu sabia no meu coração que não poderia dizer com segurança que esse tipo de intimidade estava agradando a Deus.


Então eu tive uma conversa com uma namorada no começo de um relacionamento, e nós concordamos em fazer esse sacrifício. Isso foi uma grande bênção, e eu imediatamente pude ver como o relacionamento era mais santo e cheio de alegria. Nós nunca éramos perfeitos, mas pela primeira vez eu vi que, quanto mais beijos ardentes havia no relacionamento, menos havia de qualquer outra coisa. Isso foi uma coisa que não pude entender enquanto não experimentei.


Eu encorajo você a dar uma chance, tentar. Deixe de lado os beijos de língua nos namoros, e guarde-os para o casamento. Mantenha a afeição simples. Se é muito difícil para você aceitar isso, então tenha a honestidade de se perguntar porque. Se você não pudesse dar um beijo de língua no seu namorado, isso iria impedir sua capacidade de amá-lo? Será que, deixando de dar um beijo de língua em sua namorada, isso vai impedir sua capacidade de glorificar a Deus ou de levá-la para o céu? O quanto nossas intenções estão direcionadas para nossa gratificação pessoal, e o quanto estão direcionadas para a glorificação de Deus?


Falando em termos simples, a moralidade sexual diz respeito a glorificar Deus com nosso corpo. O modo com que você usa sua sexualidade deve refletir seu amor por Deus e deve expressar o amor de Deus para os outros. Se uma área parece cinzenta, então não entre nela. Faça apenas as coisas que você seguramente sabe que glorificam a Deus.


Se você tem dificuldades nesse assunto, leve isso para a oração. Se você deseja verdadeiramente conhecer a vontade de Deus com relação à pureza, eu sei que Ele vai lhe mostrar. Você tem só que ficar com Ele o tempo suficiente para ouvi-lo. Com certeza, isso é difícil, mas o amor está pronto a sacrificar grandes coisas, bem como as pequenas, pelo bem da pessoa amada.


É cada vez mais comum eu ouvir casais que guardam seu primeiro beijo para o dia do casamento. À primeira vista isso pareceu loucura para mim, mas então eu percebi que eles não estavam evitando os beijos porque achavam que era pecado ou porque não conseguiam se controlar, mas sim porque eles estimavam tanto, viam tanto valor em um simples beijo, que eles desejavam que Deus e o mundo testemunhassem o seu primeiro. Seu primeiro beijo poderia ser oferecido como uma oração.


Com tudo isso que foi dito, não devemos ficar presos em saber o quão próximos podemos chegar do pecado. Quando nossos corações estão bem com Deus, estamos preocupados com o que é verdadeiramente puro, e em como podemos glorificar a Deus com nossos corpos. Queremos que cada um de nossos atos de afeição seja um reflexo do fato de que Deus vem em primeiro lugar em nossas vidas. Enquanto não chegarmos a esse ponto, teremos dias muito difíceis tentando discernir entre o que é amor e o que é luxúria.


Fonte: Por Jason Evert (castidade)
Extraído de http://missaomaterrosarium.blogspot.com/2011/02/e-o-beijo-de-linguapode.html