Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

27 de jul. de 2011

Cardeal Cañizares: Católicos devem comungar na boca e de joelhos.

Tradução do original espanhol da Aciprensa.

A resposta do Cardeal foi breve e simples: "é recomendável que os fiéis comunguem na boca e de joelhos".
Também, ao responder a pergunta da ACI sobre o costume instaurado pelo Papa Bento XVI, de fazer que os fiéis que recebem a Eucaristia dele, recebam na boca e de joelhos, o cardeal Cañizares disse que isso de deve "ao sentido que a comunhão deve ter, que é de adoração, de reconhecimento de Deus"
"É apenas saber que estamos diante de Deus que veio a nós e nós não merecemos"
O purpurado disse também que comungar dessa forma "é sinal de adoração que é necessário recuperar. Eu creio que é necessário para toda igreja que a comunhão se faça de joelhos"

"De fato - acrescentou - caso a comunhão seja de pé, é necessário que se faça a genuflexão, ou uma inclinação profunda, coisa que não se faz".
O prefeito Vaticano disse também que se "banalizamos a comunhão, banalizamos tudo, e não podemos perder um momento tão importante como o de comungar, como o de reconhecer a presença real de cristo ali presente, do Deus que é o amor de todos os amores como cantamos em uma canção espanhola".
Ao ser consultado por ACI sobre os abusos litúrgicos que ocorrem atualmente, o Cardeal disse que é necessário "corrigi-los, sobretudo mediante uma boa formação: formação dos seminaristas, formação dos sacerdotes, formação dos catequistas, formação de todos os fiéis cristãos".
Essa formação, explicou, deve fazer que "se celebre bem, para que se celebre conforme as exigências e a dignidade da celebração, conforme as normas da igreja, que é a única maneira que temos de celebrar autênticamente a Eucaristia".
Finalmente o Cardeal Cañizares disse a ACI que nessa tarefa de formação para celebrar bem a liturgia e corrigir os abusos "nós bispos temos uma responsabilidade muito particular, e não podemos deixar de cumprir, porque tudo o que fazemos para que a Eucaristia se celebre bem, será fazer que se participe bem na Eucaristia"

Fonte: http://www.avidasacerdotal.com/

Reflexão sobre o escândalo envolvendo o Padre Dominique e dona de sex-shop no Mato Grosso.


Nós católicos não temos noção do tamanho de importância que teve o “Ano Sacerdotal” na história da Igreja, hoje não temos a percepção da grandeza deste evento, mas com certeza muitos católicos no futuro vão venerar o Santo Padre Bento XVI por este ato profético.

O “ano sacerdotal” foi com certeza um grande ato profético, Bento XVI mais do que qualquer um no contexto eclesial sabe como o clero precisa de formação e oração. Antes de ser papa ele passou décadas na Congregação para doutrina da fé, contemplou na história a grande fúria de Satanás aos ministros ordenados da Santa Igreja de Deus.

Ao ler o seu ultimo livro de entrevista chamado “luz do Mundo” percebe-se que o Santo Padre em alguns assuntos correlacionados com desmando do clero responde as questões elucidando antes de tudo conceitos ligados com “Mistério da Iniquidade”. Bento XVI sabe que a crise atual é antes de tudo ações demoníacas e por isto ao invés de promover revoluções, ele esta promovendo a reforma pelo poder da oração.

As orações não podem parar, devemos conservar a intercessão pelos sacerdotes perpetuamente, porque os demônios querem a “cabeça” dos filhos prediletos da Santíssima Virgem.

Recentemente repercutiu na mídia brasileira o caso do padre polonês Dominique Czerwinski da cidade de Peixoto de Azevedo. É lógico que as reportagens sobre o caso foram produzidas com teor de generalização para por em cheque a imagem de todos os sacerdotes, isto é lamentável, porém as imagens dos vídeos postados no youtube falam por si mesmo e carecem de uma reflexão católica.

Não queremos dar vereditos de condenação ao Padre Dominique, só Deus e a Hierarquia da Igreja tem poder de julga-lo, inclusive Dom Gentil Delazari afastou o padre de suas funções. Mas podemos fazer uma analise critica do caso para mostrar para os católicos as razões de ser destes episódios que entristecem os nossos corações.

O padre saiu com uma dona de sex-shop, fez vídeos pornográficos com ela e postou na internet. Ao ser indagado sobre os fatos disse:

- Este vídeo na internet é uma propaganda para o padre, eu gostei. Nada mal neste vídeo.

Em outra parte indagado sobre a repercussão negativa, ele diz:

- Isto é problema do povo, para mim e para pessoas que pensam, é normal.

Vejam a reportagem da "Record" se assim desejarem:

Padre Dominique afirmou em tom de ironia que gostou do vídeo e ve o acontecido como algo normal. Percebe-se em suas poucas palavras em primeiro lugar um grande relativismo moral, em segundo plano uma problemática vocacional e por fim uma rebeldia explicita.

Infelizmente o liberalismo desregrado que ganhou grandes proporções no século XVIII e XIX na filosofia ganhou seu espaço também na teologia, teólogos liberais têm construído seus pensamentos acima dos limites do bem e do mal, abrindo assim “brechas” para a imoralidade na vida comportamental. A atitude do Padre Dominique é própria de quem estudou teologia liberal, o ditado diz: “O homem é aquilo que lê”. Triste é saber que ainda hoje os livros destes teólogos não saem das mãos de muitos dos nossos seminaristas.

Outras questões para serem refletidas são : Será que o Padre Dominique tem noção de sua vocação? Sabe da responsabilidade do seu chamado? Oque significa ser padre na mente do Padre Dominique? É difícil imaginar que ele tenha em mente a percepção da natureza do sacerdócio, uma pessoa ciente da sacramentalidade do seu caráter dificilmente colocaria em evidencia para quem quiser algo tão lastimável . O Pe. Dominique provavelmente não tem consciência que em seu caráter há um Sacramento, que ele age "In Persona Christi" e que foi consagrado para ser sacerdote, profeta e rei. Deve ter aprendido de seus formadores que ser Padre consiste em apenas ser um agente pastoral que tem como função principal organizar a comunidade para defender os pobres dos opressores . Que triste!

O sacerdote do episódio apesar de ter tido uma péssima formação e de estar sendo atacado pelos inimigos espirituais não fez nada sem percepção da verdade. Sua experiencia, lucidez e ironia nos mostra que ele sabe muito bem oque a Igreja espera da grandeza do seu sacerdócio. Se não pratica é por pura desobediência. Em cima disto vale a pena escutar de novo as ousadas palavras do Padre Paulo Ricardo a padres e seminaristas neste vídeo:

Oremos sem sessar por todos os padres, principalmente pelo Padre Dominique. E se possível reivindiquemos com caridade e prudência dos nossos bispos bons formadores para o seminário, a qualidade do clero requer qualidade nos seminários.

Bruno Cruz (@bhcvida)


Igrejas na Colômbia pedem que as uniões gay não sejam equiparadas ao matrimônio


BOGOTÁ, 26 Jul. 11 / 12:09 pm (ACI/EWTN Noticias)

A Igreja Católica na Colômbia e numerosas denominações cristãs solicitaram à Corte Constitucional que não equipare as uniões de pessoas do mesmo sexo aomatrimônio nem lhes outorgue a potestade de adotar menores, pois isso "afetaria as famílias colombianas e os valores éticos da pátria".

A Corte Constitucional da Colômbia, que em maio de 2006 emitiu uma sentença a favor da despenalização do aborto em três casos, deverá pronunciar-se esta terça-feira 26 de julho a favor ou contra a equivalência das uniões homossexuais ao matrimônio.

Em um comunicado de imprensa com data de 22 de julho, que leva por título "Homem e mulher os criou", os líderes cristãos precisam primeiramente que "não cessaremos de respeitar e acolher como pessoas, filhos e filhas de Deus que são, os que sofrem tendências homossexuais e condenar com veemência todo eventual ato de maltrato social ou de violência contra eles".

O texto assinala que "não se pode constituir um verdadeiro matrimônio ou uma verdadeira família sobre o vínculo de dois homens ou duas mulheres e muito menos se pode atribuir a essa união o direito de adotar menores de idade".

Por estas e uma série de razões antropológicas e psicológicas, os colombianos convidaram respeitosamente "aos magistrados da Corte Constitucional a decidir sobre esta importante matéria tendo presentes as profundas implicações sociais de sua sentença, o bem das famílias colombianas e os valores éticos da Pátria".

Depois de reiterar seu compromisso com a família constituída no matrimônio entre homem e mulher, os assinantes do comunicado alentaram o povo colombiano a ser fiel "aos ensinos do Evangelho de Cristo e ao autêntico espírito do artigo 42 de nossa Carta Magna, que declara a instituição matrimonial como união entre um homem e uma mulher".

Sobre este tema, o Secretário Geral da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC), Dom Juan Vicente Córdoba, disse que o "matrimônio entre homem e mulher é ditado por Deus" e acrescentou que "os homossexuais nós os respeitamos e queremos como filhos de Deus, façam o que queiram, mas que não mudem as leis dos bons costumes do nosso país"

O comunicado está assinado por Dom Rubén Salazar Gómez, Arcebispo de Bogotá e Presidente da CEC, Dom Juan Vicente Córdoba, Juan Alberto Cardona, bispo da Igreja colombiana metodista, Athenagoras, arcebispo Igreja Ortodoxa Grega, o pastor Edgar Castaño, Presidente do Conselho Evangélico da Colômbia CEDECOL, e 300 outros pastores de diversas confissões cristãs.

Fonte: ACI Digital.

26 de jul. de 2011

Não perca este evento por nada,Cristofobia: Por que são mortos e perseguidos os cristãos hoje.


Olá,

Como você sabe, no dia 4 de agosto, às 19 horas o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira irá promover a palestra:


Cristofobia: Por que são mortos e
perseguidos os cristãos de hoje?

(se você ainda não se inscreveu, faça isso agora)

O conferencista é muito especial. Trata-se do Doutor Alexandre de Valle, Consultor do Parlamento Europeu e autor de vários livros sobre terrorismo e perseguição religiosa.

A palestra será no auditório do Colégio São Bento, no centro de São Paulo. (veja no mapa)

Assim que definimos o tema deste evento, comecei a pesquisar mais sobre a perseguição aos cristãos.

E, quanto mais eu leio, mais perplexo eu fico.

Veja você que 75% da perseguição religiosa no mundo são contra os cristãos.

Inscreva-se para a palestra aqui e saiba mais sobre este tema.

Fiquei sabendo por uma pesquisa feita pela Organização Católica no Reino Unido que o Egito, Iraque, Líbano, Nigéria e Paquistão estão entre os piores países para os cristãos viverem.

E as barbaridades não param por aí, pois a estimativa é de que 100 milhões de cristãos estejam passando por perseguições.

100 milhões!

Onde está a mídia que não noticia isso e prefere falar sobre
casos isolados da chamada “homofobia” ou outros assuntos de
interesse próprio?

Milhões de pessoas estão sendo torturadas, mortas, intimidadas e até expulsas de onde vivem pelo fato de se proclamarem cristãos.

Isso sim é fobia! Cristofobia!

Não deixe de participar da palestra. Se você é cristão, sua presença é primordial.

Não devemos ficar parados.

Não é pelo fato de que não são publicadas na imprensa que as perseguições religiosas aos cristãos não acontecem.

A “cristofobia” é um mal que está enraizado no coração de milhares de pessoas.

O cardeal do Reino Unido, Keith O’Brien, recentemente descreveu a perseguição aos cristãos como "talvez o maior escândalo de direitos humanos da nossa geração" (sic).

Os fatos estão escritos com sangue inocente, e nós precisamos
fazer algo.

É por isso que conto com sua presença na palestra onde você e eu saberemos mais sobre como combater a ”cristofobia” e nos defender desta barbárie.

Quero lhe encontrar no auditório do Colégio São Bento, no dia 4 de agosto, às 19 horas!

Até lá.

Cordialmente,

Mario Navarro da Costa
Diretor de Campanhas do
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
www.ipco.org.br

Quer matar um bebê??? Liga pra mim!!!

Esta é a proposta do senhor Deputado Roberto Brito (PP-BA): criar um "disque-aborto" no SUS. Mas não é pra você ligar e denunciar, e sim, pedir esclarecimentos, tirar dúvidas sobre qual maneira seria mais 'humana' de matar o bebê, entre outras.

Fica a pergunta: vai lançar também o cartão "pague-meia-pra-abortar", Senhor Deputado???

Francamente! A vida neste país está valendo cada vez menos.

Leia a notícia na íntegra.


Proposta cria serviço telefônico do SUS para orientação sobre aborto

Leonardo Prado
Roberto Britto
Britto quer orientar mulheres sobre o tema e prevenir o aborto.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 1618/11, do deputado Roberto Britto (PP-BA), que cria um serviço telefônico para oferecer informações sobre métodos contraceptivos e aborto.
De acordo com a proposta, o governo criará um número de três algarismos, a ser adotado em todo o País. As informações serão prestadas por psicólogos da equipe do Sistema Único de Saúde (SUS).
A medida, segundo Britto, vai possibilitar “às mulheres que recorrem a abortos clandestinos receberem a devida orientação por parte de profissionais preparados”. Outro objetivo é prevenir o aborto, a partir do acesso a informações sobre saúde.
Políticas públicas
O projeto também obriga a divulgação do número nas listas telefônicas e nas contas de telefone. Além disso, estabelece que os atendimentos realizados pelo serviço deverão ser gravados, resguardado o sigilo dos usuários, para compilação de dados. O objetivo é compreender a situação do aborto no País e fundamentar a elaboração de políticas públicas.

“Levantamentos indicam a ocorrência de mais de 1 milhão de abortos por ano no País, que se dão, em grande parte, em precárias condições técnicas e de higiene, resultando em grande número de internações hospitalares devido a complicações, como sangramento e infecções”, afirma Britto. “Trata-se, portanto, de um sério problema de saúde pública”, complementa.
Tramitação
A proposta, de caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.



Seria o preconceito do comportamento homossexual uma “invenção” do cristianismo? Falam-nos os Gregos e Romanos.


O Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa organizou um Colóquio sobre a temática “A Sexualidade no Mundo Antigo”.

A iniciativa reuniu investigadores da Universidade Católica e das Universidades do Minho, Porto, Coimbra e Lisboa (UL e UNL).
Aqui ficam algumas notas sobre as perspectivas de alguns conferencistas convidados

Alexandra Prado Coelho, In Público

Uma exposição em Londres e um debate em Lisboa servem de pretexto para discutir a sexualidade na Antiguidade e tentar perceber o que aconteceu entre os frescos de Pompeia e os quadros de Jeff Koons com Cicciolina

Estava-se no final do século XVIII e o Museu Nacional Arqueológico de Nápoles não sabia o que fazer aos objetos com imagens sexualmente explícitas – e eram muitos – que os arqueólogos iam encontrando nas escavações da cidade romana de Pompeia, destruída pela erupção do Vesúvio em 79. Decidiu, por fim, colocá-los num “Gabinetto Segreto”, só acessível a “pessoas de idade madura e moral respeitável”.

Será que a arte erótica de Pompeia ainda nos choca? Era o mundo antigo mais liberal no que diz respeito à sexualidade?

A prostituição em Roma

A vida sexual na Roma antiga, por exemplo, tinha tão poucos tabus como parece nas séries de televisão? “A prostituição não era propriamente elogiada, aliás quem a exercia estava na base da pirâmide social, mas era vista como totalmente necessária”, explica Nuno Simões Rodrigues, da Universidade de Lisboa, que, no colóquio, falou precisamente sobre Os submundos da sexualidade em Roma. “As matronas, senhoras da aristocracia, muitas vezes mantinham as escravas como prostitutas, ganhando dinheiro para elas próprias, e tendo os maridos, os filhos ou os pais como clientes.”

A distinção entre as senhoras respeitáveis e as que não o eram baseava-se num tabu mais de natureza social do que sexual. “Tinha que haver as mulheres sobre as quais não existia suspeita em relação à paternidade dos filhos, as que dão aos homens os filhos legítimos”, diz Simões Rodrigues. Essa é a razão por que o adultério era tabu – “não tanto por causa do sexo, mas pelas consequências que o acto tinha para a comunidade”. Por isso, conta, houve mesmo matronas que, acusadas de adultério, pediram para ser inscritas junto do edil como prostitutas. “Apesar de ser uma queda de estatuto social, isto mostra que o estigma não era assim tão grande.

Homossexualidade tabu

Havia, contudo, outros tabus. Se o sexo com prostitutas ou prostitutos não era mal visto – os escravos eram apenas objetos sexuais - já a homossexualidade entre dois “homens livres” era duramente condenada, porque implicava “usar como elemento passivo um homem de nascimento livre”, levantando também aqui uma questão mais de natureza social do que sexual. A ideia, por outro lado, de que a homossexualidade masculina era perfeitamente aceita pelos gregos antigos – e lá estariam os vasos para o provar – pode ser um mito que fomos construindo, como muitos outros relativos à sexualidade dos antigos, afirma Frederico Lourenço. Foi isso, aliás, que explicou na sua intervenção sobre Homossexualidade masculina e cultura grega. “A intolerância existia na Grécia antiga como existe hoje. E tinha muito a ver com a ideia de que o homem que se demite do seu papel de homem não merece respeito, o que também está ligado à visão negativa em relação às mulheres.” Tal como em Roma, também na Grécia existia legislação condenando os homens livres que “desempenhassem um papel passivo” na relação sexual.

O amor, sobre o qual Platão escreve, entre um homem mais velho e um rapaz mais novo, era rodeado de grande pudor. “Mesmo nas representações na cerâmica, as posições sexuais tinham que ser não penetrativas, de respeito pela integridade física”, e a expectativa era de que esses jovens viessem a casar e a ter uma família. Os gregos antigos, defende Frederico Lourenço, “não compreenderiam aquilo a que chamamos hoje homossexualidade”.

Antes e depois de Cristo

No Antigo Egito, o sexo não podia ter uma carga negativa, porque “os exemplos vinham de cima, dos deuses”.

Esta ideia de divindades com vida sexual (e bastante ativa) desaparece com o monoteísmo. E “a noção do pecado surge [na Mesopotâmia] com os semitas, 1700 ou 1800 anos antes de Cristo”, afirma Maria de Lurdes Palma. Houve realmente, como diz o historiador de arte John R. Clarke, citado pelo Telegraph a propósito da exposição de Londres, “um mundo antes do cristianismo, antes da ética puritana, antes da associação da vergonha e da culpa com o ato sexual”? A experiência cristã corresponde, de fato, a um corte”, admite o teólogo José Tolentino Mendonça, da Universidade Católica, a quem coube no colóquio da Faculdade de Letras falar sobre A Sexualidade no Novo Testamento. Mas, acrescenta, não no sentido que estaríamos à espera. “A mensagem cristã, na sua origem, não legisla diretamente sobre os dois grandes interditos”, os alimentares e os sexuais. Não há, no Novo Testamento, “um interesse em legislar sobre a sexualidade”.

Com o cristianismo, defende Tolentino Mendonça, a própria noção de corpo é reinventada e “trabalha-se a ideia de que existe um corpo individual”. Se compararmos “o catálogo dos vícios que aparece em São Paulo com os que existiam em escolas como a dos estóicos ou dos cínicos, percebemos que São Paulo não é o “castrador de serviço”, mas que, no contexto do mundo antigo, é capaz de olhar para a corporalidade de uma forma que integra a sexualidade no projeto humano”.

Quanto à vergonha e à culpa, são conceitos que vêm do Antigo Testamento (Adão e Eva expulsos do Paraíso e subitamente envergonhados por estarem nus), “não são invenções cristãs”. “Claro que há leituras legalistas e moralistas, que se tornam sufocantes”, admite, mas na narração bíblica “as palavras procuram guardar uma enorme abertura”

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

25 de jul. de 2011

"Era apenas uma questão de tempo"

Conforme noticiou 'O Estadão', a mãe da cantora Amy Winehouse, Janis Winehouse, afirmou que sua filha não andava bem. "Parecia que ela estava fora de si", disse. Por fim, afirmou: "Sua morte era apenas uma questão de tempo".
Pis de Amy Winehouse choram a morte da filha
Fonte: O Estadão

Palavras duras, não? Ouvir uma mãe dizer isso pesa. E pesa muito. Lembrou-me até as palavras de Eclesiástico: A bênção do pai consolida a casa dos filhos, mas a maldição da mãe arranca até os seus alicerces (3, 9). Não creio que em algum momento essa mãe tenha amaldiçoado a filha. Ao contrário: creio muito que ela sofreu e ainda sofre; sofreu em ver o estado a que a filha se encontrou, e sofre em ver que o fim foi trágico. O que me marcou foi sua frase dolorosa: "Sua morte era apenas uma questão de tempo".

Se há algo certo em relação aos pais e aos filhos é que os pais sempre idealizam algo bom aos seus filhos. Por pior que sejamos, queremos tudo o que há de melhor para eles. E damos um duro danado para tanto. Deixamos de realizar os nossos sonhos para realizarmos os deles; deixamos nossa vida para que vivam a sua. Às vezes os filhos retribuem, às vezes desprezam.

E porquê lutamos pelos nossos filhos, jamais imaginamos vê-los numa situação tão subumana como a de um viciado. Pai algum sonha em ver seu filho sem identidade, algo que as drogas retiram. Algo que a própria cantora provou. Em menos de seis anos, Amy Winehouse foi do céu ao inferno; provou a glória e a depravação. Ganhou prêmios e ganhou destaques sórdidos. Provou o que há de melhor e de pior da fama.Tudo beneficiado por um vício incontrolável.

As drogas realmente acabam com quem as usa. É um vício triste, traiçoeiro. Engole o usuário, que fica sem controle de si mesmo. O que faz alguém buscar a isso são motivos mil: da carência ao excesso de carinho; da falta de domínio próprio; da ausência de Deus, da falta de autoridade por parte dos pais, do mundo fácil...

Dizer que "era apenas uma questão de tempo" me faz entender que esta mãe, apesar de todo amor devotado a esta filha, previa seu fim trágico. Não quero imaginar que ela estava conformada esperando a morte buscar sua menina, mas que lá no fundo sabia que a luta era árdua e que, talvez, perdesse. Estas palavras soam-me como a de uma mãe impotente frente aos 'monstros' que engoliram sua cria, ou como aquela mãe que vê seu filho morrendo aos poucos e, por mais que faça tudo quanto possível, nada faz com que seu filho sobreviva.

Como mãe, posso dizer que me compadeço da mãe desta cantora que agora precisa ver a filha nesta situação. Imagino seus lamentos, imagino suas lembranças, desde o carregar no ventre, as primeiras palavras, os prêmios, as derrotas, as drogas, o fim. Imagino sua dor, o vazio que sente no peito.

Jamais irei culpá-la. Nem a ela, nem a Amy. Também não quero tecer uma avaliação 'psico-histórico-espiritual' da cantora. Só Deus sabe das perturbações do coração desta menina. O que posso dizer é que lamento por ambas. Lamento por uma menina sair de cena tão cedo, e lamento por uma mãe ter que enterrar uma filha em condições tão terríveis.

Que Deus tenha misericórdia de todas.

Sobre ídolos e vidas fúteis...


Por Dom Henrique Soares.

Estava meditando no Livro da Sabedoria e dei com estas palavras: “Nenhum homem pode modelar um deus à sua semelhança: porque, sendo mortal, forja com suas mãos iníquas um morto! De fato, ele é melhor do que aqueles aos quais cultua, porquanto pelo menos vive, mesmo sendo mortal, ao passo que aqueles nunca viverão!” (Sb 15,16b-17).

São palavras contra a idolatria. No sentido bíblico mais profundo a idolatria consiste em o homem endeusar, divinizar e idolatrar a criatura ao invés do Criador e a obra de suas mãos, como se fosse um deus que lhe pudesse dar a vida...

É de pensar, a situação do mundo atual... A humanidade tem modelado tantos deuses: a tecnologia, as ciências tão avançadas, o divertimento, o culto do corpo e do bem estar, do sucesso e da fama, o prazer em todas as formas possíveis e imagináveis... E tem colocado em tudo isso a sua esperança de uma vida feliz, de realizar sua existência...

Mas, é uma ilusão, uma armadilha, uma mentira: essas coisas não salvam, não dão o sentido, não podem servir de fundamento válido e duradouro para a existência! Elas não são Deus!

Aliás, como adverte o texto sagrado, o homem mortal – pó que o vento leva – não pode modelar um Deus imortal! Tudo quanto modelam os filhos de Adão não passa de pó e não pode servir para dar sustento à nossa existência.

Veja bem, meu caro Leitor: a humanidade nunca foi tão iludida e enganada, tão superficial como nestes nossos tempos! Como diz ainda o texto santo, este homem de agora “ignora aquele que o plasmou, que nele inspirou uma alma ativa e nele insuflou o espírito que faz viver. Chega a considerar nossa vida um jogo e nossas atividades como voltadas para o lucro; por isso diz que deve tirar proveito de tudo, até do mal” (Sb 15,11-12).

Penso que um dos grandes desafios e uma das maiores responsabilidades nossas, que cremos, é viver de tal modo e colocarmo-nos no mundo de tal maneira que apareça claramente que vivemos na consciência profunda e convicta de que aqui estamos de passagem, de que “não temos aqui cidade permanente, mas estamos à procura da que está para vir” (Hb 13,14). Crer é viver à luz do Absoluto, é ter como alicerce da vida a convicção de que não somos a fonte nem o fim de nossa própria vida e nossos poucos dias neste mundo não encontram sentido neles próprios nem em nada como possamos fabricar com nossa inteligência. Se pensarmos bem, veremos claramente que o homem é uma seta que indica um Outro, uma Origem e um Destino; o homem é um grito irrefreável chamando e clamando pelo Sentido, pela Finalidade pelo Fundamento de tudo, a começar pela sua própria vida pessoal.

Para nós, valem ainda as palavras do Autor sagrado: “Tu, ó nosso Deus, és bom e verdadeiro, és paciente e tudo governas com misericórdia. Mesmo pecando, somos teus, pois acatamos o teu poder; mas não pecaremos, sabendo que somos contados como teus. Conhecer-te é a justiça perfeita, e acatar teu poder é a raiz da imortalidade” (Sb 15,1-3).

Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/index.html

Padre Paulo Ricardo fala sobre as “Indulgências”.




Deus seja louvado pela vida do Padre Paulo Ricardo.

24 de jul. de 2011

Amy Winehouse. Dinheiro e fama não foram capazes de lhe oferecer um sentido REAL para sua jovem vida.


Jorge ferraz

A Amy Winehouse foi encontrada morta em Londres Provavelmente as únicas músicas que ouvi da garota foram as que, indistinguíveis, nos chegam aos ouvidos no meio da poluição sonora das cidades; não seria capaz de me lembrar, agora, de nenhuma delas. Mas o que me espantou foi saber que a Amy, morta aos 27 anos, “seguiu o mesmo roteiro trágico de outros ídolos mundiais da música pop, como Janis Joplin, Kurt Cobain, Jim Morrison e Jimi Hendrix”Porque do Nirvana e do The Doors eu sei, sim, algumas músicas. E aí, de repente, a morta precoce da jovem cantora inglesa passa a ter alguma coisa a ver comigo: quando menos, me faz lembrar de algumas bandas que eu escutei na minha adolescência. Faz-me lembrar de algumas mortes pelas quais eu já me interessei. E, em última instância, faz-me pensar na morte, que é coisa muito útil e muito santa de se fazer.

Vinte e sete anos! É a minha idade. E, por mais que a Florbela diga “tenho vinte e três anos! Sou velhinha!”, o fato é que… não é uma vida avançada em anos, da qual se possa dizer que foi longeva. Morrer aos vinte e poucos (ou mesmo aos vinte e muitos) é humanamente uma tragédia, é uma interrupção precoce de uma vida que – como no fundo todos esperamos – poderia ter dado mais a si própria e ao mundo.

Talvez haja quem diga que “foi intensa”. No caso da Amy (ou da Janis ou do Kurt), eu diria antes que foi fútil e vazia. Sim, a garota provavelmente gastou até os vinte e sete anos muito mais dinheiro do que a maior parte de nós vai ser capaz de juntar na vida toda. Mas as coisas do mundo – como fama e dinheiro – naturalmente só fazem sentido enquanto se está no mundo. E a morte trágica e precoce de grandes astros da música parece nos dizer aos ouvidos aquela passagem bíblica segundo a qual é tudo vaidade. É como se ela nos sussurrasse ou, antes, nos gritasse alto para nos despertar de nossa letargia: vê, sic transit gloria mundi. Assim passa a glória do mundo! Morreram Cobain, Morrison, Hendrix, Joplin e Winehouse. Para os seus fãs, ficaram as suas músicas e a saudade; mas para eles próprios, de que valeu?

Talvez digam: “foi intenso!”. Talvez nos citem o Neil Young e nos digam que é melhor queimar de uma vez do que apagar-se aos poucos: it’s better to burn out than to fade away

. Enfim, talvez nos digam qualquer coisa; mas, data venia, eu preciso discordar.

A nossa vida é potencialmente curta (uma vez que cada um de nós pode morrer hoje mesmo) e, por isso mesmo, ela precisa ser intensa; mas o próprio fato da efemeridade da vida deveria nos fazer pensar no além-vida. “Intensa” é uma vida que se prepara para o futuro; desperdiçar loucamente uma fortuna – os anos de vida – cujo tamanho não se sabe ao certo (mas que sempre nos parece estar ainda “muito longe” de acabar) não é intenso, e sim irresponsável.

Eu conheço uma vida curta que foi verdadeiramente intensa. Não viveu os vinte e sete anos da Amy, mas ainda menos: vinte e quatro anos. Não ganhou o dinheiro de um Kurt Cobain ou de um Jimi Hendrix e nem teve em vida a fama de uma Amy ou de uma Janis, mas soube empregar verdadeiramente bem os seus anos de juventude. Era francesa e se chamava Teresa. E, entre tantas outras coisas, legou-nos versos:

Revesti as armas do Todo-Poderoso,
Sua divina mão dignou-se me adornar;
Doravante, nada me assusta.
Do seu amor, quem pode me separar?
Ao seu lado, lançando-me na arena,
Não temerei nem o ferro, nem o fogo.
Meus inimigos saberão que eu sou Rainha,
Que sou a esposa de um Deus!
Oh, meu Jesus! Guardarei a armadura
Com que me visto ante teus adorados olhos.
Até o entardecer da vida, minha mais bela veste
Serão meus santos votos!

[...]

Se do guerreiro tenho as armas poderosas,
Se o imito e luto com valentia,
Como a Virgem de encantos graciosos,
Também quero cantar, combatendo.
Fazes vibrar as cordas de tua lira
E esta lira, oh, Jesus, é meu coração!
Posso, então, das tuas misericórdias
Cantar a força e a doçura.
Sorrindo, desafio o combate
E, nos teus braços, oh , meu divino Esposo,
Cantando hei de morrer, sobre o campo de batalha,
Com as armas na mão!…

["Minhas armas", in "Obras Completas de Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face".
pp. 622-624. São Paulo, Editora Paulus, 2002]

A morte no campo de batalha, com as armas na mão: eis o desejo que convém a uma alma jovem! Não a morte em um palco ou – pior ainda – em um apartamento vazio e solitário, desvanecido o glamour após se deixar o palco. Não, isto não é uma vida intensa; a vida de combate preconizada pela santa francesa morta aos vinte e quatro anos é que o é. Que o Altíssimo tenha misericórdia da Winehouse e de tantos outros mortos em condições similares. E que a tragédia ocorrida com a roqueira inglesa faça-nos ver que a vida é curta e, portanto, é fundamental que seja bem vivida.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Repressão socialista mata dúzias de cristãos no Vietnam.



Aldéia Hmong, montanheses.

Luis Dufaur

Pelo menos 49 cristãos vietnamitas da etnia Hmong foram mortos, centenas ficaram feridos e um número inverificável deles foram presos ou estão desaparecidos.

Esse é o balanço da sanguinária repressão desencadeada pelos Exércitos do Povo do Vietnam e do Laos numa região de fronteira, noticiouAsiaNews.

Em 30 de abril, em Muong Nhe, província de Dien Bien, 8.500 Hmong se reuniram para rezar, pedir a devolução das terras e liberdade religiosa. Naquele momento sofreram o ataque militar. Segundo Christy Lee, diretor executivo de Hmong Advance Inc. (HAI), de Washington, D.C., os presos “poderão ser torturados ou assassinados, ou simplesmente desaparecer”. A energia elétrica e as comunicações foram interrompidas na região.

Propaganda comunista oficial

Entre os presos há alguns ministros extraordinários da Eucaristia que atendem quatro comunidades católicas da região.

Na região os fiéis católicos praticam a religião na clandestinidade porque a violação da liberdade religiosa é a mais violenta do país.

Os últimos sacerdotes católicos só conseguiram entrar em Muong Nhe se apresentando como turistas. Mas, ficaram sob vigilância ininterrupta sendo acompanhados por policiais que os vigiavam para impedir qualquer tentativo de evangelização.

Os Hmong são perto de 790 mil e durante as guerras lutaram do lado anticomunista. Entre eles há muitas conversões ao catolicismo.

Lar Hmong católico

Segundo Philip Smith, diretor executivo doCenter for Public Policy Analysis (CPPA), Washington, D.C., a repressão socialista utilizou até “helicópteros de ataque ao solo para caçar, prender e matar aqueles que tentavam fugir da região do conflito”, informou a agencia VietCatholic News.

Também foram utilizados blindados numa repressão “horrorosa”. Alguns fugitivos conseguiram atravessar a fronteira da Tailândia fugindo pela selva.

Mùa A Sơn, governador da província de Dien Bien justificou o massacre porque “forças hostis se infiltraram para pregar ilegalmente e incitar o povo a aderir a um movimento independentista que visa criar um reino separado de Hmongs”. O linguajar parece repetir alguma cartilha chinesa ou alguma ainda mais antiga soviética.

O porta-voz do ministério de Relações Exteriores, Nguyen Phuong Nga, deu uma explicação diversa poucos dias depois, apontando como causa das mortes a “procura ilusória da religião” e “condições anti-higiênicas de vida”.

Fontes católicas informaram que o incidente foi provocado por uma série de violações da propriedade da terra e de atentados contra a liberdade religiosa.

O governo quer forçar a população a trabalhar no domingo e lhe impede assistir a Missa ou a serviços religiosos para obrigá-la a renunciar à fé.

O governo socialista proíbe a presença de jornalistas estrangeiros na região. O porta-voz atribuiu a interdição ao mau clima e ao mal estado das estradas.

Por sua vez, o chefe do Exército do Povo do Laos foi acusado por ONGs humanitárias por atrocidades contra civis que incluem violação, assassinato e mutilação de crianças e mulheres Hmong, acrescentou VietCatholicNews.

Entretanto, otimistas empresários ocidentais e dialogantes clérigos vaticanos são recebidos amistosamente pelos carrascos de Hanói e retornam esperançosos nas promessas dos carrascos e insensíveis ao morticínio dos fiéis da Igreja.

Espanha e Europa sofrem "crise de jovens" devido à baixa natalidade, afirma Cardeal Rouco.


MADRI, 22 Jul. 11 / 06:42 pm (ACI/Europa Press)

O Arcebispo de Madri e presidente da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), Cardeal Antonio María Rouco Varela, afirmou que a Espanha e a Europa passam por "uma crise de jovens" porque a proporção que supõe o segmento da população de entre zero e 22 anos é "baixo", o que provoca, em sua opinião, que existam poucas vocações, não só na Igreja mas também "para muitas coisas".

Neste sentido, o cardeal indicou que o índice de natalidade na Espanha não corresponde ao índice de reposição da população e apontou que, se estes correspondessem, certamente "não teria se produzido esse grande processo de migração", afirmou o purpurado durante a clausura do curso "Os jovens e a Igreja Católica: notas para uma pastoral juvenil hoje. JMJ" celebrado no contexto dos cursos do verão da Universidade Rei Juan Carlos em Aranjuez, Espanha.

Concretamente, sobre a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Madrid 2011, o Cardeal indicou que "tudo está em marcha" e que sua preocupação é que quando chegarem a Madri os peregrinos encontrem seu lugar de acolhida para estar "logo e bem em casa".

Para esta acolhida, confiou em que os madrilenhos "mostrem o que são", quer dizer, "uma sociedade acolhedora que vive sua vocação de hospitalidade seguindo o estilo das raízes cristãs da cidade com amor ao que chega".

O Cardeal Rouco Varela afirmou que a igreja desperta a alma dos jovens e destacou que "não se pode negar" que essa relação inicial entre a Igreja e a juventude começou com o Papa João Paulo II. "É uma evidência", remarcou.

Este Papa chegou, assinalou o arcebispo, em um momento em que a juventude necessitava respostas, não tinha "uma educação de fundo" e estava "desorientada e sem referências", e convidou os jovens "com seu carisma personalíssimo" a "falar em plenitude de Cristo".

Conforme indicou Dom Rouco Varela, a história das JMJ supuseram uma "peregrinação à busca de Cristo" e teve frutos pois, segundo ele, delas nasceu "uma geração jovem que vive a fé e tem uma relação cordialísima com o Papa e a Igreja", assim como "novas realidades e movimentos".

Sobre as tarefas e novos caminhos depois da JMJ de Madri, destacou a evangelização, o reforço da pastoral vocacional, o reconhecimento das novas realidades eclesiásticas, e a família cristã que, conforme sublinhou, é "o maior fruto" das JMJ.

"Desejaria que ninguém saísse sem dizer que tem vocação de sacerdote, de consagrada ou que encontrou um namorado ou uma namorada com quem se casará", concluiu.

23 de jul. de 2011

HOMILIA DO DOMINGO 24/07/2011 e Cerco de Jericó Sacerdotal


CERCO DE JERICÓ SACERDOTAL E LAICAL

Que a Paz de Jesus e a Ternura de Maria estejam contigo!!!

Segue a homilia deste XVII Domingo do Tempo Comum, 24/07/2011, um belíssimo Evangelho, que nos convida a buscar o verdadeiro sentido da nossa vida, que nos convida a nos tornarmos ‘Procuradores de Deus’.



O Encontro com o Senhor não é um encontro de renúncias, mas de alegria. Quando nós o encontramos, encontramos o verdadeiro sentido da nossa vida: encontramos ‘o tesouro’! O nosso coração se enche de alegria, de amor, surge um novo sentido, e uma nova visão, não só da nossa vida e do que nos rodeia, mas de Deus mesmo, pois muitas vezes cremos mais em um Deus que é carrasco e castigador do que em um Deus amor... se quiser meditar mais vendo o vídeo comentário do Evangelho, clique:

Quero convocar a todos os Grupos, Pastorais, leigos e religiosos da Igreja a entrarem em combate contra a fumaça de satanás que assola a Igreja e quer a destruição da mesma, destruindo e tentando os seus sacerdotes. Esta é uma grande missão de oração e poder de Deus, suplicando a sua intervenção com braço forte, na nossa vida, em tudo o que esta travando o nosso caminho, na vida dos nossos sacerdotes, dos nossos diretores espirituais e confessores, contra satanás, e todas as suas legiões, potestades, dominações e assembleias malignas.... para saber mais clique: http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com/2011/07/cerco-de-jerico-sacerdotal.html


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Depois de terem sido ab-rogados os cânones 1399 e 2319 do C.D.C., graças à intervenção do Papa Paulo VI em AAS 58 (1966) 1186, os escritos referentes a novas aparições, manifestações e milagres, etc., podem ser espalhados e lidos pelos fiéis, mesmo sem licença expressa (“imprimatur”) da autoridade eclesiástica, contanto que se observe a moral cristã.

Permaneçamos Unidos em Oração com Maria!
Um fraterno abraço em Cristo Jesus!

Pe. Mateus Maria, FMDJ
Prior do Mosteiro Menino Jesus

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Site oficial: www.mosteiroreginapacis.org.br 
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Panie Jezu Ufam Tobie!

Orações

Caríssimos,

Peço que incluam em suas orações a sobrinha de um casal amigo meu chamada Gabriellen, que está com um câncer no coração. A família já foi desenganada pelos médicos que disseram que no caso dela só um milagre. Oremos por este milagre, então.

Em Cristo,

Evelyn.

“Nossa Senhora do Crack” em rua da Cracolândia Paulista surpreende.

À frente de um fundo azul, a imagem de Virgem Maria feita de gesso tem adornos dourados. A escultura, que seria muito comum dentro de uma igreja, está numa espécie de altar instalado na região da cracolândia (centro). A nova santa da cidade é a “Nossa Senhora do Crack”.

A espécie de padroeira dos viciados foi montada ontem pelo fotógrafo e artista plástico Zarella Neto, 33, na rua Apa, em Santa Cecília.

Assim que a santa foi colocada, viciados pegaram seus cachimbos e começaram a usar a droga ali mesmo.

Obra do artista plástico Zarella Neto, que utiliza imagem de Nossa Senhora na rua Apa, na cracolândia, em SP
Se o fundador da doutrina comunista, o alemão Karl Marx, costumava reproduzir a frase “religião é o ópio do povo”, Neto juntou droga e fé no mesmo contexto artístico.

“Resolvi democratizar a santa. Ninguém enxerga essas pessoas. Elas merecem proteção. Sou cristão e a santa é do povo”, disse Neto, que nasceu e cresceu no bairro.

A fachada de uma casa abandonada foi o ponto escolhido para a obra, bem em frente à calçada onde viciados se juntam todos os dias.

Para iluminar a inscrição dourada com o nome da santa, Neto puxou a energia elétrica do imóvel onde funciona seu estúdio, perto dali.

Na tarde de ontem, moradores e trabalhadores da região paravam para olhar a obra. “Achei bonito, mas batizar a santa assim é um pecado”, afirmou o serralheiro Ednaldo da Silva, 30.

O arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, elogiou a iniciativa e disse que não existe profanação na obra.

“Vi e fiquei comovido. O drama dos dependentes químicos não pode nos deixar indiferentes. São humanos, são irmãos, são filhos de Deus. Nossa Senhora do Crack, rogai por eles e por nós também!”, disse Scherer.

Folha de São Paulo

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/