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2 de ago. de 2011

Igreja católica é alvo de ataque terrorista no Iraque.


Nicole Melhado
Da Redação, com Rádio Vaticano (Tradução: equipe CN Notícias)

Na manhã desta terça-feira, 2, explodiu uma bomba próximo a igreja siro-católica da “Sagrada Família”, na cidade de Kirkuk, no Iraque, deixando ao menos 23 pessoas feridas e causando diversos danos materiais. Entre os feridos está uma religiosa e algumas crianças.

Outras duas bombas foram desarmadas pela polícia. Esta é a primeira vez que esta igreja, localizada numa cidade ao norte do Iraque, é alvo de um ataque terrorista.

“Se trata de uma igreja siro-católica, que se encontra num bairro popular e realmente muito pobre. Às 5h30 da manhã [desta terça-feira] explodiu uma bomba colocada no muro da igreja; entre a igreja e as casas das pessoas não há uma grande distância. Muitas casas foram destruídas, muitos carros foram queimados e existem muitos feridos”, explica o Arcebispo de Kirkuk, Dom Louis Sako, em entrevista concedida por telefone à Rádio Vaticano.

O arcebispos iraquiano conta que esteve na igreja e visitou aos feridos no hospital, entre eles cristãos e muçulmanos.

Diante das diferenças, o prelado iraquiano salienta que existem outras maneiras de protestar sem o uso da violência e da brutalidade.

Mas, mesmo em meio a tanta dor e consternação, o arcebispo acredita que este mês é realmente um mês de oração, jejum e conversão e espera que “este seja o último ato de violência”.

Por Dom Henrique Soares: “Sai e fica na montanha diante do Senhor!”



Caro Internauta, leia este texto de 1Rs 19,1-15a); depois farei algumas considerações sobre o mesmo:

Acab contou a Jezabel tudo que Elias tinha feito e como tinha passado ao fio da espada todos os profetas de Baal. Então Jezabel mandou um mensageiro a Elias para lhe dizer: “Os deuses me cumulem de castigos, se amanhã, a esta hora, eu não tiver feito contigo o mesmo que fizeste com a vida desses profetas”. Elias ficou com medo e, para salvar sua vida, partiu. Chegou a Bersabéia de Judá e ali deixou o seu servo. Depois, adentrou o deserto e caminhou o dia todo. Sentou-se, finalmente, debaixo de um junípero e pediu para si a morte, dizendo: “Agora basta, Senhor! Tira a minha vida, pois não sou melhor que meus pais”. E, deitando-se no chão, adormeceu à sombra do junípero. De repente, um anjo tocou-o e disse: “Levanta-te e come!” Ele abriu os olhos e viu junto à sua cabeça um pão assado na pedra e um jarro de água. Comeu, bebeu e tornou a dormir. Mas o anjo do SENHOR veio pela segunda vez, tocou-o e disse: “Levanta-te e come! Ainda tens um caminho longo a percorrer”. Elias levantou-se, comeu e bebeu, e, com a força desse alimento, andou quarenta dias e quarenta noites, até chegar ao Horeb, o monte de Deus. Chegando ali, entrou na gruta, onde passou a noite. Então a palavra do SENHOR veio a ele, dizendo: “Que fazes aqui, Elias?” Ele respondeu: “Estou ardendo de zelo pelo SENHOR, Deus dos exércitos, porque os israelitas abandonaram tua aliança, demoliram teus altares, mataram à espada teus profetas. Só eu escapei; mas agora querem matar-me também”. O SENHOR disse-lhe: “Sai e permanece sobre o monte diante do SENHOR”. Então o SENHOR passou. Antes do SENHOR, porém, veio um vento impetuoso e forte, que desfazia as montanhas e quebrava os rochedos, mas o SENHOR não estava no vento. Depois do vento houve um terremoto, mas o SENHOR não estava no terremoto. Passado o terremoto, veio um fogo, mas o SENHOR não estava no fogo. E depois do fogo ouviu-se o murmúrio de uma leve brisa. Ouvindo isto, Elias cobriu o rosto com o manto, saiu e pôs-se à entrada da gruta. Ouviu, então, uma voz que dizia: “Que fazes aqui, Elias?” Ele respondeu: “Estou ardendo de zelo pelo SENHOR, Deus dos exércitos, porque os israelitas abandonaram tua aliança, demoliram teus altares e mataram à espada teus profetas. Só eu escapei. Mas, agora, querem matar-me também”. O SENHOR disse-lhe: “Vai e volta por teu caminho...”

Encontramos aqui Elias no turbilhão da sua missão, num momento de crise: sua vida está em perigo; ele tem medo (v. 3) e quer salvar a vida (v.3). Foge, então, sem rumo, e entra, sozinho no deserto de Judá, rumo ao Naguev (v.4). Desiludido, desorientado, com a sensação de derrota e impotência, senta-se e pede a morte! O que ele pode contra um tremendo poder hostil a Deus? O que pode contra um povo todo na apostasia, fascinado pelo relativismo, sem saber mais se é melhor servir ao Senhor ou a Baal; não sabe nem mais direito distinguir o Senhor de Baal (cf. 1Rs 18,20-21)? Que fazer com um povo minado, dilacerado por um tipo de religiosidade pagã, cômoda, sem compromisso moral nem incidência real na vida? O profeta encontra-se num profundo sentimento de solidão e desamparo... “Agora basta, Senhor! Retira-me a vida, pois não sou melhor que meus pais!”

Elias já não consegue vê o caminho de Deus, o traçado da sua providência, o rastro do seu modo de agir... Encontra-se em treva, desconcertado, vencido... O cansaço venceu Elias. Agora ele é um homem desencantado... Seu desejo é sumir, esquecer, desligar-se de tudo, desinteressar-se de tudo e não crer mais em nada: o ideal seria dormir e nunca mais acordar...

Mas, o Senhor Deus não o permite! Acorda-o, alimenta-o com seu alimento, revigora-o com sua água, sinal da graça que sustenta, restaura e reanima... Elias ainda teima em deitar-se, em fugir de tudo – até de si mesmo -, deixando tudo pra lá... Deus insiste, não larga aquele a quem escolheu, a quem chamou e marcou com a sua consagração... O Senhor traçou um caminho, uma sina para o seu servo, e ele deve percorrê-la fielmente: “Levanta-te e come, pois do contrário o caminho te será longo demais”. Foi assim com Elias; é assim com cada um de nós...

Elias alimenta-se abundantemente da graça do Senhor. Agora tem um rumo, tem força, sabe aonde vai: ao Horeb, às fontes, onde tudo começou, onde o Senhor se revelou, entregou a Lei a Israel e com ele fez aliança de amor. É preciso sempre voltar às fontes, reencontrar o primeiro amor, buscar a primeira inspiração (cf. Jr 2,1s; Os 2,16-22). Assim, ele caminha quarenta dias e quarenta noites e chega ao Horeb para encontrar a Deus face a face... O Deus com quem ele lidara na lida pesada da missão profética, agora o encontrará face a face, no cimo do Sinai!

No Horeb, Elias entra na gruta, na fenda da rocha que o Senhor tinha indicado a Moisés e na qual o Santo de Israel o tinha escondido: “Eis aqui um lugar junto de mim; põe-te sobre a rocha. Quando passar a minha glória, colocar-te-ei na fenda da rocha e cobrir-te-ei com a palma da mão até que eu tenha passado...” (Ex 33,22).

Para um cristão, a rocha na qual o Senhor nos coloca para que vejamos a sua glória – glória que refulge na face de Cristo (cf. Jo 1,14; 2Cor 3,14 – 4,6) – é o próprio Cristo Jesus (cf. 1Cor 10,4), cuja fenda que no esconde é o seu lado aberto, seu bendito e santo Coração, trespassado pela lança (cf. Jo 19,34). Elias entra na gruta e ali fica na noite, ali encontra aconchego, repouso, proteção... Lá também eu e você, meu caro Leitor, devemos aprender a encontrar refúgio nas noites da vida, nos momentos tão difíceis que a existência nos prepara... Esconder-se na fenda do Rochedo, abrigar-se no Coração de Jesus! Se o mundo soubesse; se o mundo experimentasse.

O Senhor Deus faz Elias entrar em si para encontrá-lo de verdade: “Que fazes aqui Elias? Que procuras? Que desejas?” (v. 9). Quantas vezes nem sabemos bem o que desejamos, nem conseguimos exprimir bem o que sentimos... Elias revela todo o seu amor pelo Senhor, expõe sua queixa e a sua visão da trágica situação na qual se encontra: “Eu me consumo de ardente zelo pelo Senhor dos Exércitos, porque os israelitas abandonaram a tua aliança, derrubaram teus altares e mataram teus profetas à espada. Fiquei somente eu e procuram tirar-me a vida!” Como Elias vê, como Elias sente, como avalia, a situação é desesperadora; o lugar do Senhor Deus no coração de Israel está em estágio terminal...

Observe-se que Deus nada diz sobre aquilo que Elias lhe conta da triste situação... Nada comenta... Apenas ordena: “Sai e fica na montanha diante do Senhor!” E então o passa... Deixa-se perceber, vislumbrar por Elias, para que Elias veja como ele vê, veja tudo à sua luz, na sua perspectiva, do ponto de vista da sua beleza (v. 11). Compreendeu, caro Internauta? Na Rocha que é Cristo, apoiado nele, poderemos contemplar realmente o Senhor!

E o Santo parece vir na força do furacão, na potência desestabilizadora do terremoto, no juízo tremendo do fogo... Mas, nessas realidades o Senhor não se encontrava (com Deus, nada de megaevento, nada de pirotecnia, nada de palcos); ao invés, vem na brisa suave (v. 12). Elias o reconhece e cobre o rosto – quem pode compreender, quem pode encarar esse Deus, que se revela se escondendo (ainda hoje, também para nós)? E o Senhor lhe repete a pergunta: “Que fazes aqui?” E Elias apresenta sua visão... E Deus o faz voltar à sua missão: “Vai, retoma o teu caminho...” Há uma missão a ser cumprida; nada está perdido! O Senhor tem nas mãos os corações e os acontecimentos! Elias pode agora descer do Monte revigorado, sintonizado com o querer do Senhor, e retomar sua missão...

Meu caro Leitor, tenhamos a coragem de subir a montanha que é Cristo; escondamo-nos na fenda do seu Coração aberto. Aí fiquemos até a noite passar; aí contemplaremos a face bendita do Senhor Deus – contemplaremos sem contemplar; veremos sem ver, compreenderemos sem saber... Com Deus, trata-se sempre de um saber não sabendo, toda ciência transcendendo... Olhe bem: quando contemplamos a Deus, escondidos no Coração de Cristo, o que era noite torna-se dia, a treva torna-se luz fulgurante, o pranto e enxugado, vai-se a incerteza, foge o desânimo e a doce paz de Deus invade o nosso coração!

Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/index.html

Obra de “arte” ofensiva aos cristãos causa escândalo nas Filipinas.


Terra

Uma instalação de arte que mistura uma imagem de Cristo com símbolos kitsch da cultura pop, e inclui um crucifixo com um pênis móvel, causou alvoroço entre os católicos nas Filipinas, que consideram a obra um sacrilégio.

O artista Mideo Cruz, responsável pela instalação — feita com o objetivo de ser um comentário sobre o culto de um ícone — tem sido tachado de “demônio” e bombardeado com ameaças de morte e emails irados desde que a peça passou a ser mostrada em uma exposição em Manila, iniciada em 17 de junho.

Cruz, de 37 anos, trabalha com performances e artes visuais e já expôs em espaços artísticos em Nova York, Paris e Tóquio. Ele disse que queria provocar reação, mas ficou surpreso com a violência das respostas do público.

“Não se pode forçar as pessoas. Mas apenas espero que quando olhamos para algo, o processo não pare na superfície”, afirmou.

Cruz disse que sua instalação, intitulada “Poleteismo”, ou “Politeísmo”, é sobre a adoração de imagens e como a idolatria se modifica ao longo da história e na cultura moderna.

Pôsteres de Cristo e da Virgem Maria, crucifixos e raridades religiosas relembram os 300 anos do domínio espanhol, que introduziu o catolicismo nas Filipinas, enquanto imagens de Mickey Mouse, da Estátua da Liberdade e do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apontam para a duradoura influência do imperialismo norte-americano no país.

“Isto trata de objetos que cultuamos, como nós criamos esses deuses e ídolos, e como nós somos criados por nossos deuses e ídolos”, disse Cruz.

Uma parte da instalação é um crucifixo gigante de madeira com um pênis, um símbolo de uma sociedade patriarcal onde os homens são “cultuados”, disse ele.

Versões anteriores da obra, que também inclui pôsteres kitsch e lembranças de viagens de Cruz, foram exibidas em 2002 em outras galerias, mas o atual furor não tem precedentes.

É muito ofensivo à maioria, já que a maioria é cristã. É um tipo de zombaria da fé”, afirmou o professor Emmanuel Fernández, membro do grupo social fortemente católico Cavaleiros de Colombo.

Os católicos romanos constituem cerca de 80 por cento da população filipina são muito presentes na vida pública..

Os pedidos de boicote ou encerramento da exposição inundaram o Centro Cultural das Filipinas, onde está sendo exibida, e uma universidade católica que apóia os artistas integrantes da mostra pediu para ter seu nome retirado.

Mas a diretora do setor de artes visuais do Centro, Karen Ocampo-Flores, disse que a instituição está apenas cumprindo sua função de cultivar a expressão artística e lamentou que a instalação esteja sendo vista somente em partes, e não em seu conjunto.

“Eu chamaria isso de histeria moralista, eu chamaria de miopia religiosa”, disse ela. “Sim, você pode ter sua fé, e isso pode ser respeitado. Mas você também tem de estar apto a tolerar e compreender os pontos de vista dosoutros.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

A face oculta da Igreja Católica .


A Igreja e a AIDS

Onde quer que haja um hospital dedicado à AIDS, tanto na África como na Ásia ou na América Latina, também na Europa, são monjas e padres católicos os que estão à cabeceira da cama para atender os doentes.Por motivo de trabalho profissional, percorri mais de cem países. Leprosários em todo o mundo, recantos para idosos terminais, hospitais para doentes infecciosos, só há um e com missionárias e missionários católicos.

Essa é a pura verdade. Nunca encontrei nesses lugares um só comunista militante, um desses manifestantes que vociferam contra a Igreja. Os missionários e missionárias permanecem à margem dos cartazes e dos discursos políticos. Derramam seu amor sobre os leprosos, os aidéticos, os doentes terminais, os idosos sem teto, os desfavorecidos e desamparados. Mesmo assim, todos os profissionais do jornalismo, sabemos que quando ocorre uma tragédia do tipo das que ocorrem no terceiro mundo, encontraremos com certeza uma missionária ou um missionário espanhóis, que exercem seu ministério nos lugares mais miseráveis. Nunca falham, essa é a realidade.

José Luis Rodríguez Zapatero, para dar uma lição à Igreja Católica, decidiu presentear a África com um milhão de preservativos pagos através dos impostos com que sangra os cidadãos espanhóis. Quantos militantes do Partido Socialista Obrero Español - PSOE, encabeçados por Bibiana Aído, vai enviar para que sejam instalados durante dez anos nos hospitais especializados em AIDS, para que convivam com os doentes, os atendam, lhes dêem de comer, os higienizem, os acompanhem?

O Papa instalou na África enferma, muitos milhares de monjas e padres, de missionários e missionárias. Obras são amor. Essa é a diferença entre os que vociferam e os que derramam carinho e atenções. Em janeiro de 1967, conheci Teresa de Calcutá, quando ainda não alcançara a celebridade. Passei um dia com ela visitando seus hangares para enfermos terminais. Escutei com atenção o que me dizia. Foi uma lição de quem sabia melhor que ninguém no que consiste as terras duras da fome, o mundo dos desfavorecidos profundos. Soube que estava falando com uma santa. E assim o escrevi.

Pois bem, no inferno africano, nas cidades esterqueiras da África, nos povoados de escombros da Ásia, nas favelas brasileiras ou nos paupérrimos povoados peruanos, trabalham para os mais pobres, para os mais desfavorecidos, milhares e milhares de teresitas de Calcutá. O Papa crê que a melhor forma de combater a AIDS na África é a monogamia e a fidelidade.

Entretanto, os que combatem a AIDS na África são as missionárias, os missionários católicos. Escutei em uma transmissão de rádio, um simpático homossexual falar muito mal do Papa e também contra a Igreja. Resolvi lhe esclarecer: "Dizem que a AIDS está especialmente expandida entre os homossexuais mesmo que já afete os heterossexuais. Certamente você nunca ficará doente. Mas tenha a certeza de que se ficar, quem o atenderá com amor e dedicação no hospital será uma monja católica". Ficou calado e o simpático gay e os participantes da tertúlia se apressaram em mudar de tema.

***

Autor: Thozzi - ajthozzi@uol.com.br

Humildes em Cristo.


Dos Sermões de Jean Tauler (1300-1361), religioso dominicano:

Disse Nosso Senhor: «Muitos profetas e reis quiseram ver o que vedes e não o viram» (Lc 10,24). Por profetas entendam-se os grandes espíritos sutis e dados ao raciocínio que se apegam às subtilezas da razão natural e delas têm vaidade. Uns olhos assim não são ditosos. Por reis entendam-se os que são da mesma natureza dos mestres, de energia forte e poderosa, mestres de si próprios, das suas palavras, das suas obras e do seu idioma, e fazem tudo o que querem com jejuns, vigílias e novenas, fazendo disso grande alarde, como se de algo extraordinário se tratasse, mas desprezam os outros. Também não são esses olhos que são ditosos.

Todas estas pessoas quiseram ver e não viram. Quiseram ver, mas apegaram-se à vontade própria, uma vontade que encobre os olhos da alma como uma película ou uma membrana encobre os olhos do corpo, impedindo-os de ver. Quanto mais permanecerdes na vontade própria, mais privados sereis de ver com o olhar interior, uma vez que a verdadeira felicidade advém do abandono verdadeiro, que é o afastamento da vontade própria. Tudo isso nasce do fundo da humildade. Quanto menores e humildes fordes, menos vontade própria tereis.

Quando tudo está em paz, a alma vê a sua própria essência e todas as suas faculdades; reconhece-se como imagem racional d'Aquele de Quem saiu, e os olhos que fixam aí o seu olhar podem perfeitamente ser tidos por ditosos por causa do que vêem. E então sim, é a maravilha das maravilhas que se descobre, o que há de mais puro, de mais certo, aquilo que menos poderá ser-vos tirado (Lc 10,42) Possamos nós seguir neste caminho e ver de tal modo que os nossos olhos sejam ditosos. Assim Deus nos ajude!

1 de ago. de 2011

Casal processa Igreja Universal após doar bens para a “fogueira santa” mas não ter a cura prometida para o filho.


Uma família de Nova Ponte, no Triângulo Mineiro, entrou na justiça contra a igreja Universal. Ela teria sido enganada com a promessa da cura do filho, que tem vários problemas de saúde.

Um casal da cidade tem um filho de cinco anos. A criança nasceu prematura e aos dois meses teve hidrocefalia, uma doença no cérebro. Depois ele contraiu meningite cinco vezes e acabou com paralisia cerebral.

Segundo o pai da criança, o operador de máquina Wederson Reis da Silva, a doença não tem cura. “Só Deus mesmo”, comenta.

Em 2009, quando o filho tinha três anos de idade, os pais acreditavam em uma cura divina, baseada na fé. O incentivo teria vindo de um pastor de uma igreja Universal do Reino de Deus, em Nova Ponte. “Na época eles pediram que a gente participasse da fogueira santa”, lembra Wederson.

Mas para participar da fogueira santa, os pais teriam que doar bens materiais e dinheiro à igreja. “Teríamos de doar nossos bens mais valiosos como carro, jóias. Demos R$800 em dinheiro”, conta o pai da criança.

Só que a cura prometida não veio. O filho do casal continua do mesmo jeito e ainda com prejuízos materiais. Sem carro e sem dinheiro, a situação da família ficou ainda mais difícil. A mãe, Paola Amália Souza, diz que não tem como levar o filho ao médico porque não tinha carro e também não tinha dinheiro para pagar o aluguel. “Me sinto enganada”, desabafa.

O pastor que teria supostamente enganado a família com promessas milagrosas de cura e cobrado por isso já não mora mais na cidade. Mesmo assim, chateados, os pais ainda em 2009 contrataram um advogado e entraram na justiça.

Nesta quinta-feira (28) foi realizada no fórum de Nova Ponte, a primeira audiência entre a família e representantes da igreja Universal. O advogado da família, João Paulo Nunes, disse que vai pedir indenização por danos morais e a devolução dos bens doados à igreja.

A igreja Universal mandou uma representante e um advogado de Belo Horizonte, mas nenhum deles quis gravar entrevista. A audiência durou quase duas horas. Testemunhas dois lados foram ouvidas.

Fonte: Mega Minas

O nome pode mudar, mas a idéia continua a mesma: PLC 122 (Lei da Homofobia) pode ser chamado de Lei Alexandre Ivo.


A senadora Marta Suplicy parece incansável. Quer levar adiante de qualquer jeito o projeto de Lei 122/2006, que ficou conhecido como “Lei da Homofobia”.

Como o nome “Homofobia” causou polêmica e muita discussão entre a população brasileira, uma nova proposta foi criada no intuito de sensibilizar e driblar a resistência encontrada tanto no Congresso Nacional quanto na sociedade. Sem contar os interesses políticos futuros da Senadora que não gostaria de ter uma“martafobia” para as próximas eleições.

Por isso, a nova tática é usar o nome de um adolescente de 14 anos (é isso mesmo que você leu!), Alexandre Ivo, que foi torturado e morto em 2010 supostamente por ser homossexual – assim não fica diretamente “explícito” que esta é uma lei que beneficia um minoria de homossexuais com um lobby de ativistas incansável.

Veja a declaração da senadora sobre o novo nome do PLC 122: “Não há ninguém que possa ser contra um nome que irá homenagear um jovem que, aos 14 anos, foi torturado e morto por ser homossexual, o Alexandre Ivo.” (sic)

Percebeu a pretensa esperteza da senadora? Ela quer sensibilizar a população brasileira à custa de um triste fato acontecido a um adolescente. Tudo para que aceitemos de bom grado uma lei que protege cidadãos já amparados por uma teia de leis e que vai contra os princípios cristãos que regem a maioria maciça da sociedade.

Para que você tenha idéia do que pensam os brasileiros, uma pesquisa do Ibope Inteligência divulgada na última quinta-feira (28/07) mostra que 55% dos brasileiros são contrários à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que reconheceu a união de casais do mesmo sexo.

Ou seja, grande parte da população não aceita o lobby homossexual, mas tampouco sabe como lutar contra ele – visto que a união homossexual foi reconhecida juridicamente.

É por isso que precisamos unir forças e alertar a população de que é possível barrar o PLC 122 – com esse nome ou travestido de outro – já que somos a maioria.

Então, divulgue este novo golpe dos ativistas homossexuais a todos aqueles que você conhece – não podemos deixar que esta lei siga adiante, na contra-mão dos anseios do grande público.

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Os ativistas homossexuais – evidente minoria em nosso país – estão se articulando. Então nós – a maioria – não podemos ficar parados.

Fonte: http://www.ipco.org.br

SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO


Por Francisco Fernández Carvajal.

Santo Afonso Maria de Ligório nasceu em Nápoles em 1696. Doutorou-se em Direito civil e em Direito Canônico. Recebeu a ordenação sacerdotal e fundou a Congregação do Santíssimo Redentor. Para fomentar a vida cristã no povo, dedicou-se à pregação e publicou diversas obras, especialmente sobre a Virgem, a Eucaristia, a vida cristã, e de Teologia Moral, matéria pela qual recebeu o título de Doutor da Igreja. A sua vida longeva constitui um admirável exemplo de trabalho, de simplicidade, de espírito de sacrifício e de preocupação por ajudar os outros a alcançar a salvação eterna. Foi eleito Bispo de Sant’Ágata de Goti, mas uns anos depois renunciou ao cargo e morreu entre os seus em Pagani, perto de Nápoles, em 1787.

I. O ESPÍRITO DO SENHOR está sobre mim; por isso me ungiu e me enviou para anunciar a boa nova aos pobres e curar os doentes1.

A longa vida de Santo Afonso “esteve repleta de um trabalho incessante: trabalho de missionário, de bispo, de teólogo e de escritor espiritual, de fundador e superior de uma congregação religiosa”2. Viveu num tempo em que a descristianização aumentava continuamente. Por isso, o Senhor levou-o a entrar em contacto com o povo, culturalmente desatendido e espiritualmente necessitado, por meio de missões populares. Pregou incansavelmente, ensinando a doutrina e animando a todos, com a palavra e com os seus escritos, à oração pessoal, “que devolve às almas a tranqüilidade da confiança e o otimismo da salvação. Entre outras coisas, escreveu: «Deus não nega a ninguém a graça da oração, mediante a qual se obtém ajuda para vencer toda a concupiscência e toda a tentação. E digo, e repito, e repetirei sempre enquanto viver – sublinhava o Santo –, que toda a nossa salvação está na oração». Daí o famoso axioma: «Quem reza salva-se, quem não reza condena-se»”3. A oração sempre foi o grande remédio para todos os males; é ela que nos abre as portas do Céu. É um ensinamento contínuo das almas que estiveram muito perto de Deus.

Santo Afonso procurou que os fiéis cristãos orientassem a sua vida para o Sacrário, que desenvolvessem uma íntima piedade para com Jesus Sacramentado, e deu particular importância às visitas ao Santíssimo, chegando a escrever um pequeno tratado sobre elas4. Pela retidão e profundidade da sua doutrina, especialmente em matéria moral, foi declarado Doutor da Igreja5.

Compreendeu também que o caminho que leva à perda da fé começa muitas vezes pela tibieza e frialdade na devoção à Virgem. E, em sentido contrário, o retorno a Jesus começa por um grande amor a Maria. Por isso, difundiu por toda a parte a devoção mariana e preparou para os fiéis, e em especial para os sacerdotes, um arsenal de “materiais para a pregação e propagação da devoção a essa Mãe divina”. A Igreja sempre entendeu que “um ponto totalmente particular na economia da salvação é a devoção à Virgem, Medianeira das graças e Corredentora, e por isso Mãe, Advogada e Rainha. Na verdade – afirma o Papa João Paulo II –, Afonso sempre foi todo de Maria, desde o começo da sua vida até à morte”6.

Cada um de nós deve ser também “todo de Maria”, tendo-a presente nos seus afazeres ordinários, por pequenos que sejam. E não devemos esquecer-nos nunca, sobretudo se alguma vez tivermos a desgraça de afastar-nos, de que “a Jesus sempre se vai e se «volta» por Maria”7. Ela conduz-nos ao seu Filho rápida e eficazmente.

II. SANTO AFONSO morreu muito idoso, e o Senhor permitiu que os últimos anos da sua vida fossem de purificação. Entre as provas pelas quais passou, uma muito dolorosa foi a perda da vista. E o Santo distraía as horas rezando e pedindo que lhe lessem algum livro piedoso. Conta-se que certo dia, entusiasmado com um livro que lhe liam, perguntou quem tinha escrito tais maravilhas, tão cheias de piedade e de amor a Nossa Senhora. Como resposta, quem o acompanhava leu o título: “As Glórias de Maria, por Afonso Maria de Ligório”. O venerável ancião cobriu o rosto com as duas mãos, lamentando uma vez mais a perda da memória8, mas alegrando-se imensamente com aquele testemunho de amor à Santíssima Virgem. Foi um grande consolo que o Senhor lhe concedeu no meio de tantas trevas.

Os conhecimentos teológicos do Santo e a sua experiência pessoal levaram-no à convicção de que a vida espiritual e a sua restauração nas almas devem ser alcançadas – conforme o plano divino que o próprio Deus preestabeleceu e realizou na história da salvação – por meio da mediação de Nossa Senhora, por quem nos veio a Vida e que é o caminho fácil de retorno ao próprio Deus.

Deus quer – afirma o Santo – que todos os bens que procedem dEle nos cheguem por meio da Santíssima Virgem9. E cita a conhecida sentença de São Bernardo: “É vontade de Deus que tudo obtenhamos por Maria”10. Ela é a nossa principal intercessora no Céu, quem consegue tudo aquilo de que necessitamos. Mais ainda: muitas vezes, a Virgem adianta-se às nossas orações, protege-nos, sugere no fundo da alma essas santas inspirações que nos levam a viver mais delicadamente a caridade; anima-nos e dá-nos forças nos momentos de desânimo, vem em nossa defesa quando recorremos a Ela nas tentações... É a nossa grande aliada no apostolado: concretamente, permite que as nossas palavras, tantas vezes ineptas e mal amanhadas, encontrem eco no coração dos nossos amigos. Foi esta a freqüente descoberta de muitos santos: com Maria, chegamos “antes, mais e melhor” às metas sobrenaturais que nos tínhamos proposto.

III. A FUNÇÃO DO MEDIADOR consiste em unir ou pôr em comunicação os dois extremos entre os quais se encontra. Jesus Cristo é o único e perfeito Mediador entre Deus e os homens11, porque, sendo verdadeiro Deus e Homem verdadeiro, ofereceu um sacrifício de valor infinito – a sua própria morte – para reconciliar os homens com Deus12.

Mas isto não impede que os anjos e os santos, e de modo inteiramente singular Nossa Senhora, exerçam essa função. “A missão maternal de Maria a favor dos homens não obscurece nem diminui de maneira nenhuma a mediação única de Cristo, antes mostra a sua eficácia. Porque todo o salutar influxo da Bem-aventurada Virgem a favor dos homens não é exigido por nenhuma necessidade interna, mas resulta do beneplácito divino e flui dos superabundantes méritos de Cristo”13. A Virgem, por ser Mãe espiritual dos homens, é chamada especialmente Medianeira, pois apresenta ao Senhor as nossas orações e as nossas obras, e faz-nos alcançar os dons divinos.

Maria corrige muitas das nossas petições que não estão totalmente bem orientadas, a fim de que obtenham o seu fruto. Pela sua condição de Mãe de Deus, faz parte, de um modo peculiar, da Trindade de Deus, e, pela sua condição de Mãe dos homens, tem a missão confiada por Deus de cuidar dos seus filhos que ainda somos peregrinos14. Quantas vezes não a teremos encontrado no nosso caminho! Em quantas ocasiões não terá saído ao nosso encontro, oferecendo-nos a sua ajuda e o seu consolo! Onde estaríamos se Ela não nos tivesse tomado pela mão em circunstâncias bem determinadas?

“Por que as súplicas de Maria têm tanta eficácia diante de Deus?”, pergunta-se Santo Afonso. E responde: “As orações dos santos são orações de servos, mas as de Maria são orações de Mãe, e daí procedem a sua eficácia e o seu caráter de autoridade; e como Jesus ama imensamente a sua Mãe, Ela não pode pedir sem ser atendida”. E, para prová-lo, recorda as bodas de Caná, em que Jesus realizou o seu primeiro milagre por intercessão de Nossa Senhora: “Faltava vinho, com a conseqüente aflição dos esposos. Ninguém pediu à Santíssima Virgem que intercedesse junto do seu Filho pelos consternados esposos. Mas o coração de Maria, que não pode deixar de compadecer-se dos infortunados [...], impeliu-a a encarregar-se pessoalmente do ofício de intercessora e a pedir ao Filho o milagre, apesar de ninguém lho ter pedido”. E o Santo conclui: “Se a Senhora agiu assim sem que lho pedissem, o que teria feito se lhe tivessem suplicado?”15 Como não há de atender às nossas súplicas?

Pedimos hoje a Santo Afonso Maria de Ligório que nos alcance a graça de amarmos Nossa Senhora tanto como Ele a amou enquanto esteve nesta terra, e nos anime a difundir a sua devoção por toda a parte. Aprendamos que, com Ela, alcançamos antes, mais e melhor aquilo que, sozinhos, nunca alcançaríamos: metas apostólicas, defeitos que devemos dominar, intimidade com o seu Filho.

(1) Lc 4, 18; cfr. Is 61, 1; Antífona de entrada da Missa; (2) João Paulo II, Carta Apostólica Spiritus Domini, no segundo centenário da morte de Santo Afonso Maria de Ligório, 1-VIII-1987; (3) ib.; (4) Santo Afonso Maria de Ligório, Visitas ao Santíssimo Sacramento; (5) Pio IX, Decr. Urbis et orbis, 23-III-1871; (6) João Paulo II, op. cit.; (7) Josemaría Escrivá, Caminho, n. 495; (8) P. Ramos, no Prólogo de As Glórias de Maria, Perpétuo Socorro, Madrid, 1941; (9) cfr. Santo Afonso Maria de Ligório, As Glórias de Maria, V, 3-4; (10) São Bernardo, Sermão sobre o Aqueduto; (11) cfr. 1 Tim 2, 51; (12) cfr. São Tomás, Suma Teológica, III, q. 26, a. 2; (13) Conc. Vat. II, Const. Lumen gentium, 60; (14) cfr. ib., n. 62; João Paulo II, Enc. Redemptoris Mater, 2-IV-1987, n. 40; (15) Santo Afonso Maria de Ligório, Sermões abreviados, 48.

31 de jul. de 2011

O mundo tem fome de Deus


Por Ian Faria.

O nosso mundo, não obstante transcorridos dois milênios de anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo, ainda tem fome de Deus. Esta fome é maior do que a fome material, pois esta só Jesus Cristo poderá saciá-la. E neste domingo as leituras vêm expressarem precisamente isso: todos têm direito à Palavra de Jesus Cristo.

Na primeira leitura o profeta, falando aos exilados de seu tempo que estavam sem esperança e sem fé, recorda as palavras do Senhor, convite sempre ressoante e vivo, que dirige-se a todos os povos: “Vinde às águas; vós que não tendes dinheiro, apressai-vos, vinde e comei, vinde comprar sem dinheiro” (Is 55, 1). Este convite tão sedutor é uma ação de complacência da parte de Deus para nós pecadores. Numa sociedade predominantemente capitalista, onde quem tem não se contenta com o que tem, mas sempre quer mais, e quem não tem quer ter mas está impedido pela ganância dos mais ricos, este convite deveria arrastar multidões, sobretudo os que, de forma sedenta, buscam um lugar para saciar-se. A todos, ricos ou pobres, o Senhor dirige-se com proeminente benevolência: “Por que gastar dinheiro com outra coisa que não o pão, desperdiçar o salário senão com a satisfação completa? Ouvi-me com atenção” (v. 2). O mundo é autossuficiente, prepotente e acha que pode progredir e sustentar-se sozinho; crê que fechando os olhos à fé, a ciência poderá dar-lhe todo o progresso necessário, e isto já bastar-lhes-ia. No entanto é bem sabido o caráter ambivalente que ela possui, pois, se por um lado é verdade que a ciência trouxe importantes e cruciais avanços para o melhor bem estar dos povos (e a Igreja não se opõe a isso), por outro é verdade também que ela trouxe consigo, em certos âmbitos, aspectos consideráveis de ignorância e de mediocridade ateístas, fazendo-se valer da fé, em certos momentos, para depois ignorá-la, ou mesmo esquecendo que toda a sua formação e constituição fora iniciada na Igreja por monges ou padres, por Bispos e até mesmo por Papas. Desta forma, ignorando suas raízes e com um execrável ódio pela Igreja, ela quer sobrepor-se mesmo sobre a fé, que pode explicar aquilo que ela, em sua capacidade limitada de inteligibilidade, não o pode. Desta forma, a ciência e fé como “irmãs” devem caminhar juntas, de maneira que venham constituir as “duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade” (João Paulo II, Carta Encíclica Fides et Ratio).

Na segunda leitura o apóstolo irá reconfortar-nos sobre a nossa unidade ao amor de Cristo. É preciso estarmos sob a intrínseca proteção deste amor que nos conforta em todas as dificuldades. Só quem se põe sob o auxilio de Cristo conhece o verdadeiro amor; só quem reconhece em Cristo o Amor pode transmiti-lo a outros. Como nos é sabido, Paulo fora perseguidor ferrenho da Igreja primitiva, não obstante o Senhor o chama a segui-lo, a testemunhar com sua vida o Evangelho e, por conseguinte, a sofrer o martírio por aquilo, ou melhor, por Aquele que anunciara.

Quis nos separabit a caritate Christi? – Quem nos separará do amor de Cristo” (Rm 8, 35). Quem poderia, Paulo, separar-vos do Amor de Cristo se fora Ele mesmo que te uniu a Ele. Assim, com tão excelso vínculo, nem mesmo as enumeradas situações descritas poderiam fazê-lo, pois não teriam força nenhum perante um vínculo tão estreito e tão gracioso: “Tribulatio an angustia an persecutio an fames an nuditas an periculum an gladius… Neque mors neque vita neque angeli neque principatus neque instantia neque futura neque virtutes neque altitudo neque profundum neque alia quaelibet criatura – Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada… Nem a vida, nem os anjos, nem os poderes celestiais, nem o presente, nem o futuro, nem as forças cósmicas, nem a altura, nem a profundeza, nem outra criatura qualquer” (Idem 35. 38-39). Nada, nada separar-nos-á deste amor. Sabemos que a Carta aos Romanos é sim de autenticidade paulina, e disto nenhum biblista duvida. Porém encontramos uma coincidência notória neste trecho. Paulo dirige-se aos romanos e afirma que nem mesmo a espada poderia separar-nos do amor de Cristo, e sabemos que Paulo, tendo sido degolado, o fora em Roma, onde a poucos anos dirigiu-se aos seus habitantes.

E aqui chegamos a centralidade desta segunda leitura: O que é precisamente o Amor de Cristo? Como ele se manifesta? O Cristianismo é a religião do Amor Encarnado, que expressa-se sobretudo pelo sacrifício cruento de Cristo, que de livre vontade doa a sua vida pela salvação do mundo. Assim, com este gesto, o amor encontra sua expressão máxima na pessoa de Jesus e nos indica claramente que, além de doação gratuita, o amor é também levar ao cumprimento o projeto salvífico de Deus vivenciado na radicalidade do Evangelho. O amor de Cristo não subtrai-se mediante as provações e perseguições, mas revigora-se e permeia os mais duros corações, além de ser sustentado pela constante certeza da ressurreição.

Um segundo aspecto deste amor, pelo que não irei alongar-me para que possamos chegar de imediato ao Evangelho, é o amor ao próximo prescrito entre o novo mandamento deixado por Jesus: “Ut diligatis invicem, sicut dilexi vos – Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” (Jo 15,12). Para alguns o amor em Platão era alheio a interesses ou gozos, era uma virtude. Na verdade, porém, olhando a fundo o pensamento de Platão, vemos que ele concebia o amor como faltoso, ou seja, não pode completar-se, mas busca no amado a Ideia que não possui em si. Destas duas formas podemos conceber o amor cristão. A primeira é a forma do amor ao próximo, que deve ser gratuito, como Cristo ensinara: Amar sem interesse, amar por amar; amar por que Ele, Amor verdadeiro, amou. A segunda é o amor a Deus: O ser humano em sua condição limitada é um ser faltoso. Não é um ser plenamente “autônomo”, mas depende de Deus, que lhe dá vida, que o sustenta e o criou. Quem busca a plenitude da felicidade e uma realização total com os seres limitados e finitos e esquece-se de correr a Deus nunca poderá sentir-se plenamente realizado, pois só Deus realiza plenamente o homem.

Na sua primeira Encíclica Deus Caritas est, o Santo Padre Bento XVI, de feliz reinado, evidencia isso ao afirmar: “O amor ao próximo é uma estrada para encontrar também a Deus, e que o fechar os olhos diante do próximo torna-os cegos diante de Deus” (n. 16).

No Santo Evangelho somos hoje convidados a meditar sobre a multiplicação dos pães. A intenção de Jesus era estar só, por isso retira-se a um lugar deserto e afastado, porém o povo o segue, mas segue para ouvi-lo sem saber o que depois haveria de suceder-se. O alimento que buscavam não era alimento material, queriam alimentar-se espiritualmente, estavam sedentos de respostas. Recordemo-nos que no famoso discurso do Pão da Vida se dirigem até Jesus pessoas interessadas apenas no pão material que viram do milagre da multiplicação feito.

Agora Nosso Senhor toma a iniciativa e faz o milagre, pois o povo não fora na intenção de comer, mas de escutar as palavras de vida eterna. Jesus então, vendo o quanto a multidão, que só homens eram cinco mil, sem contar mulheres e crianças, estavam fatigados por tantas horas expostos ao sol para escutá-lo, Jesus realiza então o gesto de multiplicação. Se antes procuraram a Jesus para que lhes desse pão de graça e Ele não no-lo deu, agora Ele concede pão aos que foram ouvi-lo, mas o concede porque antes de tudo foram em busca do Reino de Deus, e o resto viera em acréscimo (cf Mt 6,33). Aqui dois esclarecimentos viriam a ajudar-nos. Primeiro: Por que o evangelista só cita o número de homens, mas não o de mulheres e crianças? Porque somente os homens eram os reais seguidores da Lei. Mulheres e crianças eram deixados à margem desta aprendizagem. A segunda observação é: O milagre de Jesus é já uma prefiguração de sua doação na Eucaristia, não uma mera apologia a partilha, mas é um milagre, manifestação da divindade de Jesus, para que todos reconhecem nele a imagem por excelência de Deus.

Por fim, peçamos a Maria Santíssima que interceda por nós e que sejamos sempre mais fortalecidos para corremos ás fontes e saciar-nos do Deus que é pão da vida.

Fonte: http://beinbetter.wordpress.com/

30 de jul. de 2011

A felicidade dos namorados está na grandeza da alma.

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Nem sempre será fácil para você começar e terminar um namoro.

Já vai muito longe o tempo em que os pais arranjavam os casamentos para os seus filhos. Se você quer encontrar alguém terá que procurá-lo. Normalmente, é no próprio ciclo de amizades e ambiente de convívio que os namoros começam. Sabemos que o ambiente molda, de certa forma, a pessoa; logo, você deverá procurar alguém naquele ambiente que há os valores que você preza. Se você é cristão, então, procure entre famílias cristãs, ambientes cristãos, grupos de jovens, entre outros, a pessoa que você procura.

O namoro começa com uma amizade, que pode ser um pré-namoro que vai evoluindo. Não mergulhe de cabeça num namoro, só porque você ficou "fisgado" pelo outro. Não vá com muita sede ao pote, porque você pode quebrá-lo. Sinta primeiro, por intermédio de uma pura amizade, quem é a pessoa que está à sua frente. Talvez já nesse primeiro relacionamento amigo você saberá que não é com essa pessoa que você deverá namorar. É o primeiro filtro, cuja grande vantagem é não ter ainda qualquer compromisso com o outro, a não ser de amigos.

Nem sempre será fácil para você começar e terminar um namoro. Especialmente hoje, com a maior abertura do país, logo as famílias são também envolvidas, e isso faz o namoro se tornar mais compromissado. Se você não explorar bem o aspecto saudável da amizade, pode ser que o seu namoro venha a terminar rapidamente porque você logo se decepcionou com o outro. Isso poderia ter sido evitado se, antes, vocês tivessem sido bons amigos. Não são poucas as vezes em que o término de um namoro envolve também os pais dos casais, e isso nem sempre é fácil de ser harmonizado.

O namoro é o encontro de duas pessoas, naquilo que elas são e não naquilo que elas possuem. Se você quiser conquistar um rapaz só por causa da sua beleza ou do seu dinheiro, pode ser que amanhã você não se satisfaça mais só com isso. Às vezes uma pessoa simpática, bem humorada, feliz supera muitos que oferecem mais beleza e perfeição física qu ela.

Infelizmente, a nossa sociedade troca a "cultura da alma" pela "cultura do corpo". A prova disso é que nunca as cidades estiveram tão repletas de academias de ginástica, salões de beleza, cosméticos, cirurgias plásticas, etc., como hoje. Investe-se ao máximo naquilo que é a dimensão mais inferior do ser humano - embora importante - o corpo. É claro que todas as moças querem namorar um rapaz bonito, e também o mesmo vale para os jovens, mas nunca se esqueça de que o mais importante é "invisível aos olhos".

O que é visível desaparece um dia, inexoravelmente ficará velho com o passar do tempo. Aquilo que você não vê: o caráter da pessoa, a sua simpatia que se mostra sempre atrás de um sorriso fácil e gratuito, o seu bom coração, a sua tolerância com os erros dos outros, as suas boas atitudes, etc., isso tudo não passará, isso o tempo não poderá destruir. É o que vale.

Se você comprar uma pedra preciosa só por causa do seu brilho, talvez você compre uma "jóia" falsa. É preciso que você conheça a sua constituição e o seu peso. O povo diz muito bem que "nem tudo que reluz é ouro". Se você se frustra no plano físico, poderá ainda se realizar nos planos superiores da vida: o sensível, o racional e o espiritual. Mas, se você se frustrar nos níveis superiores, não haverá compensação no nível físico, porque ele é o inferior, o mais baixo.

A sua felicidade não está na cor da pele, no tipo do seu cabelo e na altura do seu corpo, mas na grandeza da sua alma. Você já reparou quantos belos e belas artistas terminam de maneira trágica a vida? Nem a fama mundial, nem o dinheiro em abundância, nem os "amores" mil, foram suficientes para fazê-los felizes. Faltou cultivar o que é essencial; aquilo que é invisível aos olhos. Tenho visto muitas garotas frustradas porque não têm aquele corpinho de manequim, ou aquele cabelo das moças que fazem as propagandas dos "Shampoos" ; mas isto não é o mais importante, porque acaba.

A vida é curta - mesmo que você jovem não perceba - e, por isso, não podemos gasta-la com aquilo que acaba com o tempo. Os homens de todos os tempos sempre quiseram construir obras que vencessem os séculos. Ainda hoje você pode ver as pirâmides de 4000 anos do Egito, o Coliseu romano de 2000 anos, e tantas obras fantásticas. Mas a obra mais linda e mais duradoura é aquela que se constrói na alma, porque esta é imortal. Portanto, ao escolher o namorado, não se prenda nas aparências físicas, mas desça até as profundezas da sua alma. Busque lá os seus valores.

Prof. Felipe Aquino

Por Cléofas.

29 de jul. de 2011

Pudor e modéstia.


Vídeo retirado do site: http://padrepauloricardo.org/


Salve Maria!

O velório e a legalização do aborto.


Esta é uma foto de um velório.

Uma mãe que segura em seus braços o filho assassinado. Você não entendeu errado não, de fato essa criança foi assassinada nos EUA.

Agora, o surpreendente: As autoridades identificaram e prenderam o assassino, porém, o assassino não foi condenado por assassinato.

O que você vai ler agora revela o maior e mais nojento descaso com a vida humana, e que estamos prestes a ver também no Brasil caso o aborto seja legalizado no país.

A própria mãe relata o caso:

“Meu nome é Tracie Marciniak.

Na foto, tenho no meu colo o corpo do meu filho morto, Zachariah, no seu funeral.

No nono mês da minha gravidez, eu fui golpeada brutalmente por um homem que sabia o quanto eu queria meu bebê.

Este homem me deu fortes golpes no abdômen. Zachariah sangrou até morrer dentro do meu ventre.

Esse homem que me atacou foi sancionado pelas feridas que me causou mas não pela morte de Zachariah, que não foi juridicamente reconhecido como vítima de um crime”.

.

. Olhando para a fotografia desta criança, existe alguém de bom senso, que ainda negue que é um ser humano que alí está?

Alguém de bom senso que negue que aquela criança morta brutalmente no ventre de sua mãe é uma vida humana?

Ao assassinar aquela criança aos nove meses de gestação, o assassino foi julgado apenas como agressor da mãe.

Mas então por quê ele não respondeu por assassinato?

Explico:

Se a lei americana, que defende o aborto até aos nove meses, reconhecesse o assassinato daquela criança, teriam então que reconhecer que todo aborto é um crime, e isso não querem!

Mas a verdade não precisa se impor, ela por si mesma se revela; ao olharmos para essa foto, percebemos claramente que se trata de uma vida humana, inocente e indefesa, atacada e eliminada por seu agressor, mas antes, pela lei que não a defendeu.

E o que nós temos com isso? Explico:

Se no Brasil o aborto for legalizado, como querem alguns parlamentares, instituições e indústrias interessadas no lucro do aborto, uma mãe grávida que for agredida, espancada brutalmente e por esse motivo perder seu filho, o assassino daquela criança não será condenado por tal crime, apenas por agressão à mulher.

O tema: ABORTO, vai voltar às “discuções públicas”, que de públicas não tem nada, mais cedo ou mais tarde, estejamos atentos.

Fonte: http://blog.cancaonova.com/tiba

Religião ”faça você mesmo”: Pano de fundo da tragédia da Noruega.


Paolo Naso, politólogo e mestre em religião e mediação cultural pelaUniversidade La Sapienza de Roma. jornal L’Unità.

A loucura não pode explicar toda a tragédia de Oslo e da ilha de Utoya.

O delírio anti-islâmico de Andrs Breivik tem uma moldura que não podemos ignorar nem simplificar recorrendo ao rótulo fácil do “fundamentalismo cristão”, que pode até ter muitas responsabilidades – por exemplo no extremismo de certos setores da direita religiosa norte-americana –, mas, neste caso específico, não tem nada a ver.

O fundamentalismo cristão é um fenômeno muito articulado e complexo, não necessariamente violento ou politizado. Podemos até afirmar que a maioria dos crentes que se referem a essa corrente teológica são bastante desencantados com relação à cidade do homem e dirigem o seu olhar, o seu coração e as suas esperanças à cidade de Deus, à Jerusalém celeste que descerá do céu.

A radicalização e, às vezes, a violência dessa corrente que surgiu no interior do protestantismo do século passado é um fato recente, politicamente muito relevante, mas quantitativamente minoritário.

Ontem como hoje, os fundamentalistas são, sobretudo, crentes evangélicos que interpretam a Bíblia em sentido literal e rigorista, extraindo dela valores precisos, dogmas teológicos restritos e seletivos e normas de comportamento vinculantes individuais.

Do diário-manifesto de Anders Breivik, surge um quadro totalmente diferente e distante do quadro do fundamentalismo e do literalismo bíblico: o assassino em massa de Oslo tinha fé e intimidade com a maçonaria, alimentava-se da ideologia dos templários, frequentava textos esotéricos. Sua biografia diz que ele aceitou conscientemente a fé protestante e que, mais recentemente, no entanto, teria desejado um “retorno” das igrejas reformadas para a grande Igreja Católica. Salvo depois o fato de ter lançado dardos contra o papa e o Vaticano, a seu ver já inclinados ao Islã.

No blog de Breivik, mais do que a Bíblia, são citados textos militares e políticos. Mais do que de amor cristão, fala-se de ódio anti-islâmico. Mais do que a cruz, discutem-se armas e técnicas de assassinato em massa. A raiz de tudo isso não está no fundamentalismo religioso, embora extremado, mas sim em um confuso identitarismo cultural-religioso, alimentado pelo teorema do choque de civilizações.

No alvo de Breivik, estão, junto com as vítimas inocentes de um acampamento de jovens trabalhistas, o papa e as Igrejas, o amor cristão e a tolerância iluminista, o espírito de acolhida e o pluralismo religioso, a cultura do mundo moderno e a sua complexidade. No repleto panteão ideal do assassino em massa norueguês, a religião cristã convive com a maçonaria e com os templários, com o esoterismo e com o paranormal.

Esse quebra-cabeças desordenado faz de Breivik o filho confuso de uma secularização em estado terminal, em que a religião faz parte da vida privada e pública, mas trivializada e reduzida a pequenos fragmentos que convivem e se confundem com ideias e comportamentos que nada têm a ver com ela.

Nesse sentido, Breivik interpreta ao extremo aquela tendência, já conhecida há anos, àself-made religion, uma fé “faça-você-mesmo”, construída na própria garagem e veiculada pelo próprio computador: discutível, problemática, estranha, mas, em tempos normais, inócua. No entanto, se os tempos não são normais, se alguns setores políticos chamam para uma nova cruzada pós-moderna, e se muitos meios de comunicação competem em amplificar o apelo à guerra de civilizações, essa self-made religion, filha da secularização, pode se tornar excepcionalmente violenta e devastadora.

Fonte: http://www.comshalom.org

28 de jul. de 2011

Bispo mexicano afirma que o Vaticano lhe pediu explicações sobre seu apoio a um grupo gay.


REDAÇÃO CENTRAL, 28 Jul. 11 / 12:15 pm (ACI)

O Bispo de Saltillo (México), Dom Raúl Vera López, declarou a um jornal mexicano que recebeu do Vaticano "uma série de perguntas" sobre seu apoio ao grupo gay São Elredo, uma associação que manifestou posições contrárias à doutrina católica.

Dom Vera declarou ao jornal Zócalo de Saltillo que "há um chamado do Vaticano e eu estou para esclarecer coisas… eu tenho que responder à Cidade do Vaticano uma série de perguntas que me fazem a respeito a meu trabalho com os homossexuais".

O Bispo argüiu que os questionamentos do Vaticano surgem "porque uma agência católica que tem sua sede no Peru, a ACI Prensa, tem feito calúnias sobre mim, que o que eu promovo são as relações homossexuais".

Dom Vera acusou à agência em espanhol do grupo ACI, a ACI Prensa, de distorcer seu trabalho. "Imputam-me estar contra o magistério da Igreja e lamentavelmente se movem por preconceitos e uma fobia contra a comunidade homossexual", acrescentou.

O bispo insistiu em que o pedido de explicações que recebeu da Santa Sede "é devido a esta agência de informação católica que começou a dizer barbaridades".

O Bispo disse ao jornal que "na Diocese de Saltillo temos objetivos bem claros, nós trabalhamos com eles (a comunidade gay), para ajudá-los a recuperar sua dignidade humana muito vulnerada desde sua casa, na sociedade e os trata como malcheirosos".

"Não estou contra o magistério da Igreja, nem estou promovendo a desonestidade, iria contra meus princípios promover a depravação ou a degeneração das pessoas", indicou.

Ante os questionamentos do Vaticano, o coordenador do grupo gay São Elredo, Noé Ruiz, declarou ao Zócalo de Saltillo que estariam dispostos a ir embora da diocese para não entorpecer o trabalho do Prelado.

"Se amanhã chegam e dizem a Dom Raúl Vera que ‘seu trabalho em Saltillo está perigando por uma comunidade tão pequena, de uma rede de quase 600 pessoas’, não vale a pena arriscá-lo", afirmou.

A agência ACI Prensa e Saltillo

Em março de 2011, a ACI Prensa informou sobre o apoio da Diocese de Saltillo ao 4º Foro de Diversidade Sexual, Familiar e Religioso, uma iniciativa do grupo São Elredo que promovia, entre outras condutas contrárias à Igreja Católica, o ativismo gay, a sexualidade ativa de casais homossexuais e a adoção de crianças por parte destas. Dom Vera presidiu a cerimônia de inauguração do polêmico evento.

Em uma entrevista telefônica com a ACI Prensa, o Padre Robert Coogan, assessor espiritual do grupo São Elredo, manifestou o apoio de Dom Vera ao trabalho desta associação e questionou os ensinamentos da Igreja Católica sobre a homossexualidade.

"A única resposta que oferece o Catecismo (aos homossexuais) é dizer que eles vivam o celibato" mas isto "não é adequado", disse o Pe. Coogan.

A ACI Prensa também recolheu a preocupação de diversos grupos pró-família de Saltillo pelas atividades do grupo São Elredo contrárias à doutrina da Igreja.

Fonte: http://www.acidigital.com