Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

4 de ago. de 2011

Vídeo de uma história vocacional: " Neste dia decidi ser padre para sempre".


Gostei muito deste vídeo que vi recentemente no "youtube". Vejam
a importância do sacerdócio católico e a forma que Deus usou para
chamar um homem ao Sacramento da Ordem.


Salve Maria!

Respeito devido aos Sacerdotes.


Os ministros são ungidos meus. A respeito deles diz a Escritura: “Não toqueis nos meus cristos” (Sl 105, 15). Quem os punir cairá na maior infelicidade. Se me perguntares por que a culpa dos perseguidores da santa Igreja é a maior de todas e, ainda, por que não se deve ter menor respeito pelos meus ministros por causa de seus defeitos, respondo-te: porque, em virtude do sangue por eles ministrado, toda reverência feita a eles, na realidade não atinge a eles, mas a mim. Não fosse assim, poderíeis ter para com eles o mesmo comportamento de praxe para com os demais homens.Quem vos obriga a respeitá-los é o ministério do sangue. Quando desejais receber os sacramentos, procurais meus ministros; não por eles mesmos, mas pelo poder que lhes dei. Se recusais fazê-lo, em caso de possibilidade, estais em perigo de condenação. A reverência é dada a mim e a meu Filho encarnado, que somos uma só coisa pela união da natureza divina com a humana. Mas também o desrespeito. Afirmo-te que devem ser respeitados pela autoridade que lhes dei, e por isso mesmo não podem ser ofendidos. Quem os ofende, a mim ofende. Disto a proibição: “Não quero que mãos humanas toquem nos meus cristos”!

Nem poderá alguém escusar-se, dizendo: “Eu não ofendo a santa Igreja, nem me revolto contra ela; apenas sou contra os defeitos dos maus pastores”! Tal pessoa mente sobre a própria cabeça. O egoísmo a cegou e não vê. Aliás, vê; mas finge não enxergar, para abafar a voz da consciência. Ela compreende muito bem que está perseguindo o sangue do meu Filho e não os pastores. Nestas coisas, injúria ou ato de reverência dirigem-se a mim. Qualquer injúria: caçoadas, traições, afrontas. Já disse e repito: não quero que meus cristos sejam ofendidos. Somente eu devo puni-los, não outros. No entanto, homens ímpios continuam a revelar a irreverência que têm pelo sangue de Cristo, o pouco apreço que possuem pelo amado tesouro que deixei para a vida e santificação de suas almas. Não poderíeis ter recebido maior presente que o todo-Deus e todo-Homem como alimento. Cada vez que o conceito relativo aos meus ministros não coloca em mim sua principal justificativa, torna-se inconsistente e a pessoa neles vê somente muitos defeitos e pecados. De tais defeitos falarei em outro lugar. Mas quando o respeito se fundamenta em mim, jamais desaparece, mesmo diante de defeitos nos ministros; como disse, a grandeza da eucaristia não é diminuída por causa dos pecados. A veneração pelos sacerdotes não pode cessar; se tal coisa acontecer, sinto-me ofendido.

Santa Catarina de Sena, “O Diálogo” Cap. 28.Paulus, 9ª edição, São Paulo, 2005pp. 237-240


3 de ago. de 2011

O dia do padre e o exemplo de São João Maria Vianney.


Hoje é dia dos sacerdotes, onde a Igreja faz memória do padroeiro de todos os sacerdotes do mundo: o grande Cura D, Ars. Leiam esta meditação e não deixem de rezar e cumprimentar o seu pároco ou vigário.

Por Francisco Fernández Carvajal

– Sacerdotes santos. Dignidade incomparável. Amor ao sacerdócio.

– Necessidade de sacerdotes. Oração e mortificação pelos sacerdotes.

– O sacerdote, em nome do Senhor, acompanha a vida do homem. Apreço por aqueles que tanto nos deram. Confiar muito na oração dos sacerdotes.

São João Batista Maria Vianney nasceu perto de Lyon no dia 8 de maio de 1786. Teve que vencer muitas dificuldades até chegar à ordenação sacerdotal. Foi-lhe confiada a paróquia de Ars, onde esteve aproximadamente 42 anos. Sobressaiu pelo seu afã de almas, espírito de oração e de mortificação, e sobretudo pela sua infatigável dedicação à administração do sacramento da Penitência. Morreu em 1859. Foi canonizado e declarado Padroeiro do clero universal por Pio XI em 1929.

I. QUANDO JOÃO MARIA VIANNEY foi enviado à pequena paróquia de Ars (230 habitantes), o Vigário geral da diocese disse-lhe: “Não há muito amor a Deus nessa paróquia; procure introduzi-lo”1. E foi isso o que ele fez: inflamar no amor ao Senhor que lhe embargava o coração todos aqueles camponeses e muitas outras almas. Não possuía grande ciência, nem muita saúde, nem dinheiro..., mas a sua santidade pessoal, a sua união com Deus fez o milagre. Poucos anos depois, levas de gente de todas as regiões da França acorriam a Ars e por vezes tinham de esperar vários dias para ver o pároco e confessar-se. O que atraía as multidões não era a curiosidade de uns milagres que ele procurava ocultar. Era antes o pressentimento de encontrarem um sacerdote santo, “surpreendente pela sua penitência, tão familiar com Deus na oração, notável pela sua paz e humildade no meio dos êxitos populares, e sobretudo tão intuitivo em ir ao encontro das disposições interiores das almas e livrá-las dos seus fardos, especialmente no confessionário”2. O Senhor escolheu “como modelo dos pastores aquele que teria podido parecer pobre, fraco, indefeso e desprezível aos olhos humanos (cfr. 1 Cor 1, 27-29). Deus premiou-o com os seus melhores dons como guia e médico das almas”3.

Certa vez, perguntaram a um advogado de Lyon que regressava de Ars o que tinha visto ali. Ele respondeu: “Vi Deus num homem”4. É o que devemos pedir ao Senhor que se possa dizer de cada sacerdote, pela sua santidade de vida, pela sua união com Deus, pela sua preocupação pelas almas. No sacramento da Ordem, o sacerdote é constituído ministro de Deus e dispensador dos seus tesouros, como o chama São Paulo5. Esses tesouros são: a Palavra divina na pregação; o Corpo e o Sangue de Cristo, que administra na Santa Missa e na Comunhão; e a graça de Deus nos sacramentos.

Confia-se ao sacerdote a salvação das almas, a tarefa divina por excelência, “a mais divina das obras divinas”, conforme ensina um antigo Padre da Igreja. É constituído embaixador, medianeiro entre Deus e os homens, entre Deus que está nos céus e o homem que ainda se encontra de passagem pela terra; com uma mão, toma os tesouros da misericórdia divina; com a outra, distribui-os generosamente. Pela sua missão de medianeiro, participa da autoridade com que Cristo constrói, santifica e governa o seu Corpo6, e confecciona o sacramento da Eucaristia, que é a ação mais santa que os homens podem realizar sobre a terra.

Que querem, que esperam os homens do sacerdote? “Atrevemo-nos a afirmar que precisam, desejam e esperam – ainda que muitas vezes não pensem conscientemente nessa necessidade e nessa esperança – um sacerdote-sacerdote, um homem que se desviva por eles, para lhes abrir os horizontes da alma, que exerça sem cessar o seu ministério, que tenha um coração grande, capaz de compreender e de amar a todos, ainda que às vezes não seja correspondido; um homem que dê com simplicidade e alegria, oportunamente e mesmo inoportunamente (cfr. 2 Tim 4, 2), aquilo que apenas ele pode dar: a riqueza da graça, da intimidade divina, que Deus quer distribuir aos homens por meio dele”7.

Hoje é um dia muito oportuno para que, por meio do santo Cura d’Ars, peçamos muito pela santidade dos sacerdotes, especialmente daqueles que de alguma maneira foram colocados por Deus para ajudar-nos no caminho que conduz a Ele.

II. O CURA D’ARS costumava dizer com certa freqüência: “Que coisa tão grande é ser sacerdote! Se o compreendesse totalmente, morreria”8. Deus chama alguns homens a essa grande dignidade para que sirvam os seus irmãos. No entanto, “a missão salvífica da Igreja no mundo é levada a cabo não só pelos ministros em virtude do sacramento da Ordem, mas também por todos os fiéis leigos”9. Todos devem ser, cada um segundo a sua própria vocação e no meio dos seus afazeres, como astros do mundo10, que brilham na noite, pois “em virtude da sua condição de batizados e da sua vocação específica, participam do ofício sacerdotal, profético e real de Jesus Cristo, cada um na sua própria medida”11.

A participação dos leigos na vida da Igreja não consiste de maneira nenhuma em ajudar o clero, ainda que alguma vez o façam. O elemento especificamente laical não se encontra na sacristia, mas na família, na empresa, na moda, no esporte..., que procuram levar a Deus sem tirá-los da sua estrutura própria. A missão dos fiéis leigos deve impeli-los a impregnar a família, o trabalho e a ordem social daqueles princípios cristãos que o elevam e tornam mais humano: a dignidade e a primazia da pessoa humana, a solidariedade social, a santidade do casamento, a liberdade responsável, o amor à verdade, a justiça em todos os níveis, o espírito de serviço, a prática da compreensão mútua e da caridade...

Mas, para que possam exercer no meio do mundo “esse papel profético, sacerdotal, real, os batizados necessitam do sacerdócio ministerial pelo qual lhes é comunicado de forma privilegiada e tangível o dom da vida divina recebido de Cristo, Cabeça de todo o Corpo. Quanto mais cristão é o povo e quanto mais consciência toma da sua dignidade e do seu papel ativo dentro da Igreja, tanto mais sente a necessidade de sacerdotes que sejam verdadeiramente sacerdotes”12.

Pedimos hoje ao Senhor sacerdotes santos, amáveis, doutos, que tratem as almas como jóias preciosas de Jesus Cristo, que saibam renunciar aos seus planos pessoais por amor aos outros, que amem profundamente a Santa Missa, principal fim da sua ordenação e centro de todo o seu dia, e que concentrem os seus melhores esforços pastorais, “como fez o Cura d’Ars, no anúncio explícito da fé, do perdão, da Eucaristia”13.

III. DEUS COLOCOU O SACERDOTE junto da vida do homem para ser dispensador da misericórdia divina.

“Mal o homem nasce, o sacerdote regenera-o por meio do Batismo, infunde-lhe uma vida mais nobre e preciosa, a vida sobrenatural, e fá-lo filho de Deus e da Igreja de Jesus Cristo.

“Para fortalecê-lo e torná-lo mais apto para pelejar valorosamente na vida espiritual, um sacerdote revestido de especial dignidade fá-lo soldado de Cristo por meio da Confirmação.

“Mal é capaz de discernir e apreciar o Pão dos Anjos, o sacerdote alimenta-o e fortifica-o com esse manjar vivo e vivificante descido do céu.

“Se teve a desgraça de cair, o sacerdote levanta-o em nome de Deus e reconcilia-o por meio do sacramento da Penitência.

“Se Deus o chama a formar uma família e a colaborar com Ele na transmissão da vida humana no mundo, com o fim de aumentar primeiro o número de fiéis sobre a terra e depois o dos eleitos no céu, aí está o sacerdote para abençoar-lhe as núpcias e o seu amor casto.

“E quando o cristão, chegando aos umbrais da eternidade, necessita de fortaleza e auxílio para se apresentar diante do Juiz divino, o sacerdote inclina-se sobre os membros doloridos do enfermo, e de novo perdoa-lhe e fortalece-o com o sagrado crisma da Unção.

“Assim, depois de ter acompanhado os cristãos durante a sua peregrinação pela terra até às portas do céu, o sacerdote acompanha-lhes o corpo até à sepultura com os ritos e orações em que se reflete a esperança imortal, e segue a alma até mais além das portas da eternidade, para ajudá-la com sufrágios no caso de ainda necessitar de purificação e de refrigério.

“Portanto, desde o berço até à sepultura, mais ainda, até o Céu, o sacerdote é para os fiéis guia, consolo, ministro da salvação, distribuidor de graças e de bênçãos”14.

É de justiça que os fiéis rezem todos os dias – e de modo particular hoje que celebramos a festa do santo Cura d’Ars – por todos os sacerdotes, especialmente pelos que receberam de Deus a tarefa de atendê-los espiritualmente: por aqueles de quem recebem o ouro da boa doutrina, o pão dos Anjos e o perdão dos pecados. Com palavras do Bem-aventurado Josemaría Escrivá, eles ensinam-nos a tratar com Cristo, a encontrar-nos com Ele no tribunal amoroso da Penitência e na renovação incruenta do Sacrifício do Calvário, na Santa Missa15.

Temos de confiar nas suas orações, pedindo-lhes que rezem pelas nossas necessidades, e unir-nos às suas intenções, que dizem respeito habitualmente às exigências mais prementes da Igreja e das almas. Também devemos venerá-los e tratá-los com todo o afeto, “já que ninguém é tão verdadeiramente nosso próximo como aquele que curou as nossas feridas. Amemos o sacerdote, vendo nele o próprio Jesus Cristo, e amemo-lo como ao nosso próximo”16. Assim o pedimos ao santo Cura d’Ars.

(1) F. Trochu, El Cura de Ars, 6ª ed., Palabra, Madrid, 1991, pág. 141; (2) João Paulo II, Carta aos sacerdotes na Quinta-feira Santa, 16-III-1978, 5; (3) ib.; (4) cit. por João Paulo I, Alocução, 7-IX-1978; (5) cfr. 1 Cor 4, 1; (6) cfr. Conc. Vat. II, Decr. Presbiterorum ordinis, 12; (7) A. del Portillo, Escritos sobre o sacerdócio, 2ª ed., Palabra, Madrid, 1990, págs. 109-110; (8) B. Nodet, Jean-Marie Vianney, Curé d’Ars, sa pensée, son coeur, Le Puy, pág. 99; (9) João Paulo II, Exort. Apost. Christifideles laici, 30-XII-1988, 23; (10) cfr. Fil 2, 15; (11) João Paulo II, op. cit.; (12) idem, Retiro em Ars, 6-X-1986, 4; (13) ib.; (14) Pio XI, Enc. Ad catholici sacerdotii, 20-XII-1935; (15) cfr. Josemaría Escrivá, Amar a Igreja, Palabra, Madrid, 1986, pág. 75; (16) Santo Ambrósio, Tratado sobre o Evangelho de São Lucas, 7, 84.

Fonte: http://www.hablarcondios.org

O sexo no plano de Deus.


Ninguém é feliz se não aceita a vontade do Senhor

Vamos refletir um pouco sobre o sentido do sexo no plano de Deus, na nossa vida. Deus e a Igreja olham para o sexo como algo muito importante. Deus Pai quis que existissem dois sexos, então cada um de nós é parte daquilo que é o seu sexo. O sexo não é apenas um ingrediente da sua pessoa, é a sua pessoa. Deus quis que o casal fosse assim feliz: "Sereis uma só carne".

O livro do Gênesis diz que o Altíssimo os criou homem e mulher e disse: "Crescei-vos, multiplicai-vos e enchei a terra". E dessa forma toda a riqueza do sexo masculino enriquece o sexo feminino e vice-versa. O sexo vai muito além do físico, ele faz parte do intelecto, do coração, por isso é muito importante que nós amemos o nosso sexo: se Deus me fez homem eu devo gostar de mim como homem. É importante que queiramos ser o que Deus quer. Ninguém é feliz se não aceita o plano, a vontade do Senhor.

Qual o sentido do sexo no plano de Deus? O sentido unitivo e procriativo. Em relação ao procriativo vemos que Ele disse: "Crescei, multiplicai, enchei a terra". O Todo-poderoso quer que você gere o seu filho e não quer que nenhum filho venha a este mundo de outro jeito que não seja por intermédio da relação do pai e da mãe no ato de gerar essa criança - gerada no calor de amor de seu pai e sua mãe.

Deus não quer sexo sem vida e não quer vida sem sexo, ou seja, vida gerada por fertilização, entre outros. A coisa mais bonita que podemos fazer neste mundo é sermos pais e mães: um dia os navios vão parar de navegar, as estrelas vão parar de brilhar, mas os nossos filhos nunca vão passar, pois são a imagem e semelhança de Deus. O casal é a fonte da vida por meio da vida sexual. Então, aí vocês já percebem a alta dignidade do sexo.

A segunda dimensão [do sexo no plano de Deus] é a da unidade do casal. Deus disse: "Vocês serão uma só carne" - carne, na Bíblia, quer dizer natureza humana e esta união se dá também no plano físico. Então o ato sexual é a celebração mais profunda do amor conjugal, o ápice - "o meu corpo é da minha mulher, pois fiz uma aliança com ela". Mas Deus Pai deixa bem claro: o sexo é no casamento.

O sexo no lugar certo, no plano de Deus, na família, no casal é uma maravilha, mas, fora do casamento é uma desgraça. É preciso que os jovens entendam por que a Igreja diz que o sexo é só no casamento: é porque esta Mãe os ama muito. Veja quantas doenças venéreas estão espalhadas pelo mundo. Hoje os Estados Unidos e a Inglaterra estão incentivando seus jovens à abstinência sexual, para que não vivam o sexo fora do casamento. Por que isso? Porque ninguém é mais sábio, melhor do que Deus: se o Senhor propõe para nós uma lei é porque Ele é bom para nós.

O sexo é para ser vivido no casamento - fora dele você tem tragédia: doenças venéreas, gravidez fora de hora, entre outros. Mas a Igreja diz para você: "Viva a Lei de Deus. Você vai ser feliz!"

Prof. Felipe Aquino

Fonte: http://www.cleofas.com.br

O Modernismo e os tradicionalistas paranóicos.


Por Dom Henrique Soares.
Vários sites da Internet, em nome de certa visão estreita e equivocada do catolicismo, da Tradição e do próprio Magistério, têm feito
graves acusações ao Concílio Vaticano II, além de mais ou menos veladas críticas aos últimos papas, de João XXIII a Bento XVI. Esses sites são de orientação mais ou menos próxima à Fraternidade São Pio X, do falecido Arcebispo cismático Dom Marcel Lefebvre, que faleceu excomungado: são todos eles tradicionalistas (não tradicionais, no sentido correto e sadio do termo e da Tradição católica), reacionários (não simplesmente conservadores, o que não seria mal nenhum. Reacionários porque seu estado de espírito é destrutivo, inquisitorial, de retranca, de visão estreita, arcaica e hostil a qualquer progresso na teologia, no dogma e na vida da Igreja).

O refrão desses referidos sites é individuar em todos os níveis e ambientes da vida da Igreja erros e perigos à reta fé, espalhar anátemas e condenações e fomentar uma estranha e ultrapassada guerra apologética, própria do início do século XX, em nome da ameaça onipresente da heresia modernista. Para eles, paranoicamente, todo mundo é modernista: os últimos papas, os teólogos atuais, o episcopado em geral, o clero como um todo, os vários movimentos leigos...

É mais que patente para qualquer pessoa de bom senso que esse pessoal vai rapidamente tomando o caminho do cisma. Primeiro dá-se o cisma psicológico, afetivo, que faz ver com suspeita a Igreja e seus pastores; depois, vem o cisma de fato, a incompatibilidade entre a fé do grupelho de “iluminados” e a percepção da Grande Igreja, aquela composta pelo Povo Santo de Deus em comunhão com seus legítimos pastores com Pedro e sob Pedro. Em geral – mesmo quando não diz – esse pessoal somente considera como papas sem nenhuma restrição os pontífices até Pio XII. A fidelidade deles é ao papado do passado ou, melhor falando, ao papado da cabeça deles. Os papas atuais são por essa gente julgados, crivados de crítica e manipulados nas suas intenções e magistério; se alguns deles citam Bento XVI, é de modo unilateral e desonesto, sempre manipulando o Magistério pontifício para tentar fazer o Papa dar razão às próprias irracionalidades. Que ninguém se iluda pela linguagem engomada e afetada que utilizam, cheia de “V. Revma.”, “V. Excia. Revma”, “Senhor Padre”, etc. Toda essa afetação, na verdade, somente revela um apego doentio ao arcaico e tudo que os segure no final do século XIX e início do século XX, final do pontificado de Pio IX e pontificado de Pio X.

Como muitas pessoas perguntam-me sobre esses sites e pedem-me uma avaliação sobre eles, pois que estranham a animosidade em relação à Igreja e ao Episcopado, aos teólogos e a muitas sãs manifestações da vida eclesial, resolvi descrever de modo esquemático e bem simples a crise modernista, suas conseqüências e o atual estado da questão, para que o leitor possa compreender o quanto essas pessoas nominalmente católicas, mas às portas do cisma, aparentemente tão fiéis à Tradição e ao Magistério, mas deles tão distantes de fato, estão equivocadas e distantes do reto sentir da Igreja de Cristo. Como me dirijo ao grande público, procurei ser sucinto e evitar detalhes aprofundados sobre questões teológicas que escapariam de modo geral às pessoas. Meu intento é somente fazer com que se compreenda a posição da Igreja e o erro dos tradicionalistas reacionários.

Não nutro nenhum desejo de polemizar ou dialogar com esses grupos, que, de tão radicais, fechados e fundamentalistas, são impenetráveis a qualquer argumentação que não se enquadre em seus estreitos e pobres horizontes. Tentar dialogar com eles é como tentar dialogar com os protestantes fundamentalistas, sem tirar nem pôr. Nem mesmo freqüento tais sites, pois de modo algum valem a pena. Meu interesse é somente prevenir de modo argumentado e metódico aqueles que se sentem perplexos ante a aparente solidez da argumentação desses reacionários. Assim, cumpro somente com meu dever de defender a fé católica e ajudar o rebanho de Cristo para que não caia nas armadilhas que tantas vezes aparecem na sua peregrinação terrestre.

Obs: O texto prometido por Dom Henrique Soares pode ser lido neste Link:

Enquetes sobre união gay na Folha de São Paulo



A Folha de São Paulo está realizando duas enquetes relacionadas ao tema da união entre pessoas do mesmo sexo.

Uma delas está baseada na recente decisão do estado de Nova York favorável ao "matrimônio" gay. A pergunta é a seguinte:

"Nova York começou a celebrar os primeiros casamentos entre gays, depois que entrou em vigor a lei que permite a união no Estado. Você apóia a medida?"

Vote NÃO, pela verdadeira família e pelo verdadeiro matrimônio clicando AQUI

A outra enquete trata do mesmo assunto, mas partindo de um fato diferente: a decisão do parlamento francês de não legalizar o falso matrimônio entre pessoas do mesmo sexo.

A pergunta é a seguinte:

"A maioria conservadora da Câmara baixa francesa rejeitou a proposta de lei apresentada pela oposição socialista para legalizar o casamento gay no país. Você concorda com a medida?"

Vote SIM, pela verdadeira família e pelo verdadeiro matrimônio clicando AQUI

Por Guilherme Araújo (www.votocatolico.com.br).

2 de ago. de 2011

Igreja católica é alvo de ataque terrorista no Iraque.


Nicole Melhado
Da Redação, com Rádio Vaticano (Tradução: equipe CN Notícias)

Na manhã desta terça-feira, 2, explodiu uma bomba próximo a igreja siro-católica da “Sagrada Família”, na cidade de Kirkuk, no Iraque, deixando ao menos 23 pessoas feridas e causando diversos danos materiais. Entre os feridos está uma religiosa e algumas crianças.

Outras duas bombas foram desarmadas pela polícia. Esta é a primeira vez que esta igreja, localizada numa cidade ao norte do Iraque, é alvo de um ataque terrorista.

“Se trata de uma igreja siro-católica, que se encontra num bairro popular e realmente muito pobre. Às 5h30 da manhã [desta terça-feira] explodiu uma bomba colocada no muro da igreja; entre a igreja e as casas das pessoas não há uma grande distância. Muitas casas foram destruídas, muitos carros foram queimados e existem muitos feridos”, explica o Arcebispo de Kirkuk, Dom Louis Sako, em entrevista concedida por telefone à Rádio Vaticano.

O arcebispos iraquiano conta que esteve na igreja e visitou aos feridos no hospital, entre eles cristãos e muçulmanos.

Diante das diferenças, o prelado iraquiano salienta que existem outras maneiras de protestar sem o uso da violência e da brutalidade.

Mas, mesmo em meio a tanta dor e consternação, o arcebispo acredita que este mês é realmente um mês de oração, jejum e conversão e espera que “este seja o último ato de violência”.

Por Dom Henrique Soares: “Sai e fica na montanha diante do Senhor!”



Caro Internauta, leia este texto de 1Rs 19,1-15a); depois farei algumas considerações sobre o mesmo:

Acab contou a Jezabel tudo que Elias tinha feito e como tinha passado ao fio da espada todos os profetas de Baal. Então Jezabel mandou um mensageiro a Elias para lhe dizer: “Os deuses me cumulem de castigos, se amanhã, a esta hora, eu não tiver feito contigo o mesmo que fizeste com a vida desses profetas”. Elias ficou com medo e, para salvar sua vida, partiu. Chegou a Bersabéia de Judá e ali deixou o seu servo. Depois, adentrou o deserto e caminhou o dia todo. Sentou-se, finalmente, debaixo de um junípero e pediu para si a morte, dizendo: “Agora basta, Senhor! Tira a minha vida, pois não sou melhor que meus pais”. E, deitando-se no chão, adormeceu à sombra do junípero. De repente, um anjo tocou-o e disse: “Levanta-te e come!” Ele abriu os olhos e viu junto à sua cabeça um pão assado na pedra e um jarro de água. Comeu, bebeu e tornou a dormir. Mas o anjo do SENHOR veio pela segunda vez, tocou-o e disse: “Levanta-te e come! Ainda tens um caminho longo a percorrer”. Elias levantou-se, comeu e bebeu, e, com a força desse alimento, andou quarenta dias e quarenta noites, até chegar ao Horeb, o monte de Deus. Chegando ali, entrou na gruta, onde passou a noite. Então a palavra do SENHOR veio a ele, dizendo: “Que fazes aqui, Elias?” Ele respondeu: “Estou ardendo de zelo pelo SENHOR, Deus dos exércitos, porque os israelitas abandonaram tua aliança, demoliram teus altares, mataram à espada teus profetas. Só eu escapei; mas agora querem matar-me também”. O SENHOR disse-lhe: “Sai e permanece sobre o monte diante do SENHOR”. Então o SENHOR passou. Antes do SENHOR, porém, veio um vento impetuoso e forte, que desfazia as montanhas e quebrava os rochedos, mas o SENHOR não estava no vento. Depois do vento houve um terremoto, mas o SENHOR não estava no terremoto. Passado o terremoto, veio um fogo, mas o SENHOR não estava no fogo. E depois do fogo ouviu-se o murmúrio de uma leve brisa. Ouvindo isto, Elias cobriu o rosto com o manto, saiu e pôs-se à entrada da gruta. Ouviu, então, uma voz que dizia: “Que fazes aqui, Elias?” Ele respondeu: “Estou ardendo de zelo pelo SENHOR, Deus dos exércitos, porque os israelitas abandonaram tua aliança, demoliram teus altares e mataram à espada teus profetas. Só eu escapei. Mas, agora, querem matar-me também”. O SENHOR disse-lhe: “Vai e volta por teu caminho...”

Encontramos aqui Elias no turbilhão da sua missão, num momento de crise: sua vida está em perigo; ele tem medo (v. 3) e quer salvar a vida (v.3). Foge, então, sem rumo, e entra, sozinho no deserto de Judá, rumo ao Naguev (v.4). Desiludido, desorientado, com a sensação de derrota e impotência, senta-se e pede a morte! O que ele pode contra um tremendo poder hostil a Deus? O que pode contra um povo todo na apostasia, fascinado pelo relativismo, sem saber mais se é melhor servir ao Senhor ou a Baal; não sabe nem mais direito distinguir o Senhor de Baal (cf. 1Rs 18,20-21)? Que fazer com um povo minado, dilacerado por um tipo de religiosidade pagã, cômoda, sem compromisso moral nem incidência real na vida? O profeta encontra-se num profundo sentimento de solidão e desamparo... “Agora basta, Senhor! Retira-me a vida, pois não sou melhor que meus pais!”

Elias já não consegue vê o caminho de Deus, o traçado da sua providência, o rastro do seu modo de agir... Encontra-se em treva, desconcertado, vencido... O cansaço venceu Elias. Agora ele é um homem desencantado... Seu desejo é sumir, esquecer, desligar-se de tudo, desinteressar-se de tudo e não crer mais em nada: o ideal seria dormir e nunca mais acordar...

Mas, o Senhor Deus não o permite! Acorda-o, alimenta-o com seu alimento, revigora-o com sua água, sinal da graça que sustenta, restaura e reanima... Elias ainda teima em deitar-se, em fugir de tudo – até de si mesmo -, deixando tudo pra lá... Deus insiste, não larga aquele a quem escolheu, a quem chamou e marcou com a sua consagração... O Senhor traçou um caminho, uma sina para o seu servo, e ele deve percorrê-la fielmente: “Levanta-te e come, pois do contrário o caminho te será longo demais”. Foi assim com Elias; é assim com cada um de nós...

Elias alimenta-se abundantemente da graça do Senhor. Agora tem um rumo, tem força, sabe aonde vai: ao Horeb, às fontes, onde tudo começou, onde o Senhor se revelou, entregou a Lei a Israel e com ele fez aliança de amor. É preciso sempre voltar às fontes, reencontrar o primeiro amor, buscar a primeira inspiração (cf. Jr 2,1s; Os 2,16-22). Assim, ele caminha quarenta dias e quarenta noites e chega ao Horeb para encontrar a Deus face a face... O Deus com quem ele lidara na lida pesada da missão profética, agora o encontrará face a face, no cimo do Sinai!

No Horeb, Elias entra na gruta, na fenda da rocha que o Senhor tinha indicado a Moisés e na qual o Santo de Israel o tinha escondido: “Eis aqui um lugar junto de mim; põe-te sobre a rocha. Quando passar a minha glória, colocar-te-ei na fenda da rocha e cobrir-te-ei com a palma da mão até que eu tenha passado...” (Ex 33,22).

Para um cristão, a rocha na qual o Senhor nos coloca para que vejamos a sua glória – glória que refulge na face de Cristo (cf. Jo 1,14; 2Cor 3,14 – 4,6) – é o próprio Cristo Jesus (cf. 1Cor 10,4), cuja fenda que no esconde é o seu lado aberto, seu bendito e santo Coração, trespassado pela lança (cf. Jo 19,34). Elias entra na gruta e ali fica na noite, ali encontra aconchego, repouso, proteção... Lá também eu e você, meu caro Leitor, devemos aprender a encontrar refúgio nas noites da vida, nos momentos tão difíceis que a existência nos prepara... Esconder-se na fenda do Rochedo, abrigar-se no Coração de Jesus! Se o mundo soubesse; se o mundo experimentasse.

O Senhor Deus faz Elias entrar em si para encontrá-lo de verdade: “Que fazes aqui Elias? Que procuras? Que desejas?” (v. 9). Quantas vezes nem sabemos bem o que desejamos, nem conseguimos exprimir bem o que sentimos... Elias revela todo o seu amor pelo Senhor, expõe sua queixa e a sua visão da trágica situação na qual se encontra: “Eu me consumo de ardente zelo pelo Senhor dos Exércitos, porque os israelitas abandonaram a tua aliança, derrubaram teus altares e mataram teus profetas à espada. Fiquei somente eu e procuram tirar-me a vida!” Como Elias vê, como Elias sente, como avalia, a situação é desesperadora; o lugar do Senhor Deus no coração de Israel está em estágio terminal...

Observe-se que Deus nada diz sobre aquilo que Elias lhe conta da triste situação... Nada comenta... Apenas ordena: “Sai e fica na montanha diante do Senhor!” E então o passa... Deixa-se perceber, vislumbrar por Elias, para que Elias veja como ele vê, veja tudo à sua luz, na sua perspectiva, do ponto de vista da sua beleza (v. 11). Compreendeu, caro Internauta? Na Rocha que é Cristo, apoiado nele, poderemos contemplar realmente o Senhor!

E o Santo parece vir na força do furacão, na potência desestabilizadora do terremoto, no juízo tremendo do fogo... Mas, nessas realidades o Senhor não se encontrava (com Deus, nada de megaevento, nada de pirotecnia, nada de palcos); ao invés, vem na brisa suave (v. 12). Elias o reconhece e cobre o rosto – quem pode compreender, quem pode encarar esse Deus, que se revela se escondendo (ainda hoje, também para nós)? E o Senhor lhe repete a pergunta: “Que fazes aqui?” E Elias apresenta sua visão... E Deus o faz voltar à sua missão: “Vai, retoma o teu caminho...” Há uma missão a ser cumprida; nada está perdido! O Senhor tem nas mãos os corações e os acontecimentos! Elias pode agora descer do Monte revigorado, sintonizado com o querer do Senhor, e retomar sua missão...

Meu caro Leitor, tenhamos a coragem de subir a montanha que é Cristo; escondamo-nos na fenda do seu Coração aberto. Aí fiquemos até a noite passar; aí contemplaremos a face bendita do Senhor Deus – contemplaremos sem contemplar; veremos sem ver, compreenderemos sem saber... Com Deus, trata-se sempre de um saber não sabendo, toda ciência transcendendo... Olhe bem: quando contemplamos a Deus, escondidos no Coração de Cristo, o que era noite torna-se dia, a treva torna-se luz fulgurante, o pranto e enxugado, vai-se a incerteza, foge o desânimo e a doce paz de Deus invade o nosso coração!

Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/index.html

Obra de “arte” ofensiva aos cristãos causa escândalo nas Filipinas.


Terra

Uma instalação de arte que mistura uma imagem de Cristo com símbolos kitsch da cultura pop, e inclui um crucifixo com um pênis móvel, causou alvoroço entre os católicos nas Filipinas, que consideram a obra um sacrilégio.

O artista Mideo Cruz, responsável pela instalação — feita com o objetivo de ser um comentário sobre o culto de um ícone — tem sido tachado de “demônio” e bombardeado com ameaças de morte e emails irados desde que a peça passou a ser mostrada em uma exposição em Manila, iniciada em 17 de junho.

Cruz, de 37 anos, trabalha com performances e artes visuais e já expôs em espaços artísticos em Nova York, Paris e Tóquio. Ele disse que queria provocar reação, mas ficou surpreso com a violência das respostas do público.

“Não se pode forçar as pessoas. Mas apenas espero que quando olhamos para algo, o processo não pare na superfície”, afirmou.

Cruz disse que sua instalação, intitulada “Poleteismo”, ou “Politeísmo”, é sobre a adoração de imagens e como a idolatria se modifica ao longo da história e na cultura moderna.

Pôsteres de Cristo e da Virgem Maria, crucifixos e raridades religiosas relembram os 300 anos do domínio espanhol, que introduziu o catolicismo nas Filipinas, enquanto imagens de Mickey Mouse, da Estátua da Liberdade e do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apontam para a duradoura influência do imperialismo norte-americano no país.

“Isto trata de objetos que cultuamos, como nós criamos esses deuses e ídolos, e como nós somos criados por nossos deuses e ídolos”, disse Cruz.

Uma parte da instalação é um crucifixo gigante de madeira com um pênis, um símbolo de uma sociedade patriarcal onde os homens são “cultuados”, disse ele.

Versões anteriores da obra, que também inclui pôsteres kitsch e lembranças de viagens de Cruz, foram exibidas em 2002 em outras galerias, mas o atual furor não tem precedentes.

É muito ofensivo à maioria, já que a maioria é cristã. É um tipo de zombaria da fé”, afirmou o professor Emmanuel Fernández, membro do grupo social fortemente católico Cavaleiros de Colombo.

Os católicos romanos constituem cerca de 80 por cento da população filipina são muito presentes na vida pública..

Os pedidos de boicote ou encerramento da exposição inundaram o Centro Cultural das Filipinas, onde está sendo exibida, e uma universidade católica que apóia os artistas integrantes da mostra pediu para ter seu nome retirado.

Mas a diretora do setor de artes visuais do Centro, Karen Ocampo-Flores, disse que a instituição está apenas cumprindo sua função de cultivar a expressão artística e lamentou que a instalação esteja sendo vista somente em partes, e não em seu conjunto.

“Eu chamaria isso de histeria moralista, eu chamaria de miopia religiosa”, disse ela. “Sim, você pode ter sua fé, e isso pode ser respeitado. Mas você também tem de estar apto a tolerar e compreender os pontos de vista dosoutros.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

A face oculta da Igreja Católica .


A Igreja e a AIDS

Onde quer que haja um hospital dedicado à AIDS, tanto na África como na Ásia ou na América Latina, também na Europa, são monjas e padres católicos os que estão à cabeceira da cama para atender os doentes.Por motivo de trabalho profissional, percorri mais de cem países. Leprosários em todo o mundo, recantos para idosos terminais, hospitais para doentes infecciosos, só há um e com missionárias e missionários católicos.

Essa é a pura verdade. Nunca encontrei nesses lugares um só comunista militante, um desses manifestantes que vociferam contra a Igreja. Os missionários e missionárias permanecem à margem dos cartazes e dos discursos políticos. Derramam seu amor sobre os leprosos, os aidéticos, os doentes terminais, os idosos sem teto, os desfavorecidos e desamparados. Mesmo assim, todos os profissionais do jornalismo, sabemos que quando ocorre uma tragédia do tipo das que ocorrem no terceiro mundo, encontraremos com certeza uma missionária ou um missionário espanhóis, que exercem seu ministério nos lugares mais miseráveis. Nunca falham, essa é a realidade.

José Luis Rodríguez Zapatero, para dar uma lição à Igreja Católica, decidiu presentear a África com um milhão de preservativos pagos através dos impostos com que sangra os cidadãos espanhóis. Quantos militantes do Partido Socialista Obrero Español - PSOE, encabeçados por Bibiana Aído, vai enviar para que sejam instalados durante dez anos nos hospitais especializados em AIDS, para que convivam com os doentes, os atendam, lhes dêem de comer, os higienizem, os acompanhem?

O Papa instalou na África enferma, muitos milhares de monjas e padres, de missionários e missionárias. Obras são amor. Essa é a diferença entre os que vociferam e os que derramam carinho e atenções. Em janeiro de 1967, conheci Teresa de Calcutá, quando ainda não alcançara a celebridade. Passei um dia com ela visitando seus hangares para enfermos terminais. Escutei com atenção o que me dizia. Foi uma lição de quem sabia melhor que ninguém no que consiste as terras duras da fome, o mundo dos desfavorecidos profundos. Soube que estava falando com uma santa. E assim o escrevi.

Pois bem, no inferno africano, nas cidades esterqueiras da África, nos povoados de escombros da Ásia, nas favelas brasileiras ou nos paupérrimos povoados peruanos, trabalham para os mais pobres, para os mais desfavorecidos, milhares e milhares de teresitas de Calcutá. O Papa crê que a melhor forma de combater a AIDS na África é a monogamia e a fidelidade.

Entretanto, os que combatem a AIDS na África são as missionárias, os missionários católicos. Escutei em uma transmissão de rádio, um simpático homossexual falar muito mal do Papa e também contra a Igreja. Resolvi lhe esclarecer: "Dizem que a AIDS está especialmente expandida entre os homossexuais mesmo que já afete os heterossexuais. Certamente você nunca ficará doente. Mas tenha a certeza de que se ficar, quem o atenderá com amor e dedicação no hospital será uma monja católica". Ficou calado e o simpático gay e os participantes da tertúlia se apressaram em mudar de tema.

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Autor: Thozzi - ajthozzi@uol.com.br

Humildes em Cristo.


Dos Sermões de Jean Tauler (1300-1361), religioso dominicano:

Disse Nosso Senhor: «Muitos profetas e reis quiseram ver o que vedes e não o viram» (Lc 10,24). Por profetas entendam-se os grandes espíritos sutis e dados ao raciocínio que se apegam às subtilezas da razão natural e delas têm vaidade. Uns olhos assim não são ditosos. Por reis entendam-se os que são da mesma natureza dos mestres, de energia forte e poderosa, mestres de si próprios, das suas palavras, das suas obras e do seu idioma, e fazem tudo o que querem com jejuns, vigílias e novenas, fazendo disso grande alarde, como se de algo extraordinário se tratasse, mas desprezam os outros. Também não são esses olhos que são ditosos.

Todas estas pessoas quiseram ver e não viram. Quiseram ver, mas apegaram-se à vontade própria, uma vontade que encobre os olhos da alma como uma película ou uma membrana encobre os olhos do corpo, impedindo-os de ver. Quanto mais permanecerdes na vontade própria, mais privados sereis de ver com o olhar interior, uma vez que a verdadeira felicidade advém do abandono verdadeiro, que é o afastamento da vontade própria. Tudo isso nasce do fundo da humildade. Quanto menores e humildes fordes, menos vontade própria tereis.

Quando tudo está em paz, a alma vê a sua própria essência e todas as suas faculdades; reconhece-se como imagem racional d'Aquele de Quem saiu, e os olhos que fixam aí o seu olhar podem perfeitamente ser tidos por ditosos por causa do que vêem. E então sim, é a maravilha das maravilhas que se descobre, o que há de mais puro, de mais certo, aquilo que menos poderá ser-vos tirado (Lc 10,42) Possamos nós seguir neste caminho e ver de tal modo que os nossos olhos sejam ditosos. Assim Deus nos ajude!

1 de ago. de 2011

Casal processa Igreja Universal após doar bens para a “fogueira santa” mas não ter a cura prometida para o filho.


Uma família de Nova Ponte, no Triângulo Mineiro, entrou na justiça contra a igreja Universal. Ela teria sido enganada com a promessa da cura do filho, que tem vários problemas de saúde.

Um casal da cidade tem um filho de cinco anos. A criança nasceu prematura e aos dois meses teve hidrocefalia, uma doença no cérebro. Depois ele contraiu meningite cinco vezes e acabou com paralisia cerebral.

Segundo o pai da criança, o operador de máquina Wederson Reis da Silva, a doença não tem cura. “Só Deus mesmo”, comenta.

Em 2009, quando o filho tinha três anos de idade, os pais acreditavam em uma cura divina, baseada na fé. O incentivo teria vindo de um pastor de uma igreja Universal do Reino de Deus, em Nova Ponte. “Na época eles pediram que a gente participasse da fogueira santa”, lembra Wederson.

Mas para participar da fogueira santa, os pais teriam que doar bens materiais e dinheiro à igreja. “Teríamos de doar nossos bens mais valiosos como carro, jóias. Demos R$800 em dinheiro”, conta o pai da criança.

Só que a cura prometida não veio. O filho do casal continua do mesmo jeito e ainda com prejuízos materiais. Sem carro e sem dinheiro, a situação da família ficou ainda mais difícil. A mãe, Paola Amália Souza, diz que não tem como levar o filho ao médico porque não tinha carro e também não tinha dinheiro para pagar o aluguel. “Me sinto enganada”, desabafa.

O pastor que teria supostamente enganado a família com promessas milagrosas de cura e cobrado por isso já não mora mais na cidade. Mesmo assim, chateados, os pais ainda em 2009 contrataram um advogado e entraram na justiça.

Nesta quinta-feira (28) foi realizada no fórum de Nova Ponte, a primeira audiência entre a família e representantes da igreja Universal. O advogado da família, João Paulo Nunes, disse que vai pedir indenização por danos morais e a devolução dos bens doados à igreja.

A igreja Universal mandou uma representante e um advogado de Belo Horizonte, mas nenhum deles quis gravar entrevista. A audiência durou quase duas horas. Testemunhas dois lados foram ouvidas.

Fonte: Mega Minas

O nome pode mudar, mas a idéia continua a mesma: PLC 122 (Lei da Homofobia) pode ser chamado de Lei Alexandre Ivo.


A senadora Marta Suplicy parece incansável. Quer levar adiante de qualquer jeito o projeto de Lei 122/2006, que ficou conhecido como “Lei da Homofobia”.

Como o nome “Homofobia” causou polêmica e muita discussão entre a população brasileira, uma nova proposta foi criada no intuito de sensibilizar e driblar a resistência encontrada tanto no Congresso Nacional quanto na sociedade. Sem contar os interesses políticos futuros da Senadora que não gostaria de ter uma“martafobia” para as próximas eleições.

Por isso, a nova tática é usar o nome de um adolescente de 14 anos (é isso mesmo que você leu!), Alexandre Ivo, que foi torturado e morto em 2010 supostamente por ser homossexual – assim não fica diretamente “explícito” que esta é uma lei que beneficia um minoria de homossexuais com um lobby de ativistas incansável.

Veja a declaração da senadora sobre o novo nome do PLC 122: “Não há ninguém que possa ser contra um nome que irá homenagear um jovem que, aos 14 anos, foi torturado e morto por ser homossexual, o Alexandre Ivo.” (sic)

Percebeu a pretensa esperteza da senadora? Ela quer sensibilizar a população brasileira à custa de um triste fato acontecido a um adolescente. Tudo para que aceitemos de bom grado uma lei que protege cidadãos já amparados por uma teia de leis e que vai contra os princípios cristãos que regem a maioria maciça da sociedade.

Para que você tenha idéia do que pensam os brasileiros, uma pesquisa do Ibope Inteligência divulgada na última quinta-feira (28/07) mostra que 55% dos brasileiros são contrários à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que reconheceu a união de casais do mesmo sexo.

Ou seja, grande parte da população não aceita o lobby homossexual, mas tampouco sabe como lutar contra ele – visto que a união homossexual foi reconhecida juridicamente.

É por isso que precisamos unir forças e alertar a população de que é possível barrar o PLC 122 – com esse nome ou travestido de outro – já que somos a maioria.

Então, divulgue este novo golpe dos ativistas homossexuais a todos aqueles que você conhece – não podemos deixar que esta lei siga adiante, na contra-mão dos anseios do grande público.

  • Clique em no final deste texto e envie esta notícia aos seus amigos via e-mail e redes sociais;
  • Também una-se a causa Lei da Homofobia = Perseguição Religiosa (clique aqui) no Facebook e convide seus amigos para aderirem a ela;
  • Fique atento aos nossos boletins e às novidades que trazemos acerca de assuntos que interessam os amigos da moral familiar cristã. Inscreva aqui o seu e-mail para receber as atualizações deste portal.

Os ativistas homossexuais – evidente minoria em nosso país – estão se articulando. Então nós – a maioria – não podemos ficar parados.

Fonte: http://www.ipco.org.br

SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO


Por Francisco Fernández Carvajal.

Santo Afonso Maria de Ligório nasceu em Nápoles em 1696. Doutorou-se em Direito civil e em Direito Canônico. Recebeu a ordenação sacerdotal e fundou a Congregação do Santíssimo Redentor. Para fomentar a vida cristã no povo, dedicou-se à pregação e publicou diversas obras, especialmente sobre a Virgem, a Eucaristia, a vida cristã, e de Teologia Moral, matéria pela qual recebeu o título de Doutor da Igreja. A sua vida longeva constitui um admirável exemplo de trabalho, de simplicidade, de espírito de sacrifício e de preocupação por ajudar os outros a alcançar a salvação eterna. Foi eleito Bispo de Sant’Ágata de Goti, mas uns anos depois renunciou ao cargo e morreu entre os seus em Pagani, perto de Nápoles, em 1787.

I. O ESPÍRITO DO SENHOR está sobre mim; por isso me ungiu e me enviou para anunciar a boa nova aos pobres e curar os doentes1.

A longa vida de Santo Afonso “esteve repleta de um trabalho incessante: trabalho de missionário, de bispo, de teólogo e de escritor espiritual, de fundador e superior de uma congregação religiosa”2. Viveu num tempo em que a descristianização aumentava continuamente. Por isso, o Senhor levou-o a entrar em contacto com o povo, culturalmente desatendido e espiritualmente necessitado, por meio de missões populares. Pregou incansavelmente, ensinando a doutrina e animando a todos, com a palavra e com os seus escritos, à oração pessoal, “que devolve às almas a tranqüilidade da confiança e o otimismo da salvação. Entre outras coisas, escreveu: «Deus não nega a ninguém a graça da oração, mediante a qual se obtém ajuda para vencer toda a concupiscência e toda a tentação. E digo, e repito, e repetirei sempre enquanto viver – sublinhava o Santo –, que toda a nossa salvação está na oração». Daí o famoso axioma: «Quem reza salva-se, quem não reza condena-se»”3. A oração sempre foi o grande remédio para todos os males; é ela que nos abre as portas do Céu. É um ensinamento contínuo das almas que estiveram muito perto de Deus.

Santo Afonso procurou que os fiéis cristãos orientassem a sua vida para o Sacrário, que desenvolvessem uma íntima piedade para com Jesus Sacramentado, e deu particular importância às visitas ao Santíssimo, chegando a escrever um pequeno tratado sobre elas4. Pela retidão e profundidade da sua doutrina, especialmente em matéria moral, foi declarado Doutor da Igreja5.

Compreendeu também que o caminho que leva à perda da fé começa muitas vezes pela tibieza e frialdade na devoção à Virgem. E, em sentido contrário, o retorno a Jesus começa por um grande amor a Maria. Por isso, difundiu por toda a parte a devoção mariana e preparou para os fiéis, e em especial para os sacerdotes, um arsenal de “materiais para a pregação e propagação da devoção a essa Mãe divina”. A Igreja sempre entendeu que “um ponto totalmente particular na economia da salvação é a devoção à Virgem, Medianeira das graças e Corredentora, e por isso Mãe, Advogada e Rainha. Na verdade – afirma o Papa João Paulo II –, Afonso sempre foi todo de Maria, desde o começo da sua vida até à morte”6.

Cada um de nós deve ser também “todo de Maria”, tendo-a presente nos seus afazeres ordinários, por pequenos que sejam. E não devemos esquecer-nos nunca, sobretudo se alguma vez tivermos a desgraça de afastar-nos, de que “a Jesus sempre se vai e se «volta» por Maria”7. Ela conduz-nos ao seu Filho rápida e eficazmente.

II. SANTO AFONSO morreu muito idoso, e o Senhor permitiu que os últimos anos da sua vida fossem de purificação. Entre as provas pelas quais passou, uma muito dolorosa foi a perda da vista. E o Santo distraía as horas rezando e pedindo que lhe lessem algum livro piedoso. Conta-se que certo dia, entusiasmado com um livro que lhe liam, perguntou quem tinha escrito tais maravilhas, tão cheias de piedade e de amor a Nossa Senhora. Como resposta, quem o acompanhava leu o título: “As Glórias de Maria, por Afonso Maria de Ligório”. O venerável ancião cobriu o rosto com as duas mãos, lamentando uma vez mais a perda da memória8, mas alegrando-se imensamente com aquele testemunho de amor à Santíssima Virgem. Foi um grande consolo que o Senhor lhe concedeu no meio de tantas trevas.

Os conhecimentos teológicos do Santo e a sua experiência pessoal levaram-no à convicção de que a vida espiritual e a sua restauração nas almas devem ser alcançadas – conforme o plano divino que o próprio Deus preestabeleceu e realizou na história da salvação – por meio da mediação de Nossa Senhora, por quem nos veio a Vida e que é o caminho fácil de retorno ao próprio Deus.

Deus quer – afirma o Santo – que todos os bens que procedem dEle nos cheguem por meio da Santíssima Virgem9. E cita a conhecida sentença de São Bernardo: “É vontade de Deus que tudo obtenhamos por Maria”10. Ela é a nossa principal intercessora no Céu, quem consegue tudo aquilo de que necessitamos. Mais ainda: muitas vezes, a Virgem adianta-se às nossas orações, protege-nos, sugere no fundo da alma essas santas inspirações que nos levam a viver mais delicadamente a caridade; anima-nos e dá-nos forças nos momentos de desânimo, vem em nossa defesa quando recorremos a Ela nas tentações... É a nossa grande aliada no apostolado: concretamente, permite que as nossas palavras, tantas vezes ineptas e mal amanhadas, encontrem eco no coração dos nossos amigos. Foi esta a freqüente descoberta de muitos santos: com Maria, chegamos “antes, mais e melhor” às metas sobrenaturais que nos tínhamos proposto.

III. A FUNÇÃO DO MEDIADOR consiste em unir ou pôr em comunicação os dois extremos entre os quais se encontra. Jesus Cristo é o único e perfeito Mediador entre Deus e os homens11, porque, sendo verdadeiro Deus e Homem verdadeiro, ofereceu um sacrifício de valor infinito – a sua própria morte – para reconciliar os homens com Deus12.

Mas isto não impede que os anjos e os santos, e de modo inteiramente singular Nossa Senhora, exerçam essa função. “A missão maternal de Maria a favor dos homens não obscurece nem diminui de maneira nenhuma a mediação única de Cristo, antes mostra a sua eficácia. Porque todo o salutar influxo da Bem-aventurada Virgem a favor dos homens não é exigido por nenhuma necessidade interna, mas resulta do beneplácito divino e flui dos superabundantes méritos de Cristo”13. A Virgem, por ser Mãe espiritual dos homens, é chamada especialmente Medianeira, pois apresenta ao Senhor as nossas orações e as nossas obras, e faz-nos alcançar os dons divinos.

Maria corrige muitas das nossas petições que não estão totalmente bem orientadas, a fim de que obtenham o seu fruto. Pela sua condição de Mãe de Deus, faz parte, de um modo peculiar, da Trindade de Deus, e, pela sua condição de Mãe dos homens, tem a missão confiada por Deus de cuidar dos seus filhos que ainda somos peregrinos14. Quantas vezes não a teremos encontrado no nosso caminho! Em quantas ocasiões não terá saído ao nosso encontro, oferecendo-nos a sua ajuda e o seu consolo! Onde estaríamos se Ela não nos tivesse tomado pela mão em circunstâncias bem determinadas?

“Por que as súplicas de Maria têm tanta eficácia diante de Deus?”, pergunta-se Santo Afonso. E responde: “As orações dos santos são orações de servos, mas as de Maria são orações de Mãe, e daí procedem a sua eficácia e o seu caráter de autoridade; e como Jesus ama imensamente a sua Mãe, Ela não pode pedir sem ser atendida”. E, para prová-lo, recorda as bodas de Caná, em que Jesus realizou o seu primeiro milagre por intercessão de Nossa Senhora: “Faltava vinho, com a conseqüente aflição dos esposos. Ninguém pediu à Santíssima Virgem que intercedesse junto do seu Filho pelos consternados esposos. Mas o coração de Maria, que não pode deixar de compadecer-se dos infortunados [...], impeliu-a a encarregar-se pessoalmente do ofício de intercessora e a pedir ao Filho o milagre, apesar de ninguém lho ter pedido”. E o Santo conclui: “Se a Senhora agiu assim sem que lho pedissem, o que teria feito se lhe tivessem suplicado?”15 Como não há de atender às nossas súplicas?

Pedimos hoje a Santo Afonso Maria de Ligório que nos alcance a graça de amarmos Nossa Senhora tanto como Ele a amou enquanto esteve nesta terra, e nos anime a difundir a sua devoção por toda a parte. Aprendamos que, com Ela, alcançamos antes, mais e melhor aquilo que, sozinhos, nunca alcançaríamos: metas apostólicas, defeitos que devemos dominar, intimidade com o seu Filho.

(1) Lc 4, 18; cfr. Is 61, 1; Antífona de entrada da Missa; (2) João Paulo II, Carta Apostólica Spiritus Domini, no segundo centenário da morte de Santo Afonso Maria de Ligório, 1-VIII-1987; (3) ib.; (4) Santo Afonso Maria de Ligório, Visitas ao Santíssimo Sacramento; (5) Pio IX, Decr. Urbis et orbis, 23-III-1871; (6) João Paulo II, op. cit.; (7) Josemaría Escrivá, Caminho, n. 495; (8) P. Ramos, no Prólogo de As Glórias de Maria, Perpétuo Socorro, Madrid, 1941; (9) cfr. Santo Afonso Maria de Ligório, As Glórias de Maria, V, 3-4; (10) São Bernardo, Sermão sobre o Aqueduto; (11) cfr. 1 Tim 2, 51; (12) cfr. São Tomás, Suma Teológica, III, q. 26, a. 2; (13) Conc. Vat. II, Const. Lumen gentium, 60; (14) cfr. ib., n. 62; João Paulo II, Enc. Redemptoris Mater, 2-IV-1987, n. 40; (15) Santo Afonso Maria de Ligório, Sermões abreviados, 48.