Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

9 de ago. de 2011

Doutrina Catolica X Maçonaria

MAÇONARIA E IGREJA CATOLICA


Maçonaria vs. Catolicismo

Doutrina Maçônica Doutrina Católica
1. Existe um Ser Supremo, convenientemente denominado “Grande Arquiteto do Universo”. 1. Existe um Ser Supremo, Criador e Conservador de todos os seres contingentes, que com sua paternal Providência vela sobre cada uma de suas criaturas.
2. Para o conhecimento da natureza íntima do Ser Supremo a razão humana permanece entregue às suas próprias luzes e forças naturais; pois não consta que Deus se tenha revelado aos homens. 2. Para o conhecimento da natureza íntima do Ser Supremo a razão humana, entregue apenas às suas próprias luzes e forças naturais, é radicalmente insuficiente; foi por isso que o próprio Deus, principalmente por Seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, Se dignou de falar sobre Si aos homens.
3. É sagrado e inviolável, em todo indivíduo humano, o direito de pensar livremente. 3. É sagrado e inviolável, em todo indivíduo humano, o direito de orientar livremente o seu pensamento de acordo com a realidade objetiva preexistente; não, porém, contra esta realidade, porquanto o erro não tem direitos.
4. O homem deve dirigir seus atos e sua vida exclusivamente de acordo com a sua própria razão e consciência. 4. O homem deve dirigir seus atos e sua vida de acordo com a sua própria consciência e, sobretudo, de acordo com os mandamentos revelados positivamente por Deus.
5. É o próprio indivíduo que deve regular suas relações com o Ser Supremo, o modo como cultua-1′O. 5. É em primeiro lugar o próprio Deus que regula o modo como deve ser cultuado pelo homem, sua criatura; e o homem deve acomodar-se às determinações divinas.
6. Qualquer coação ou influência externa, seja de ordem física, seja de ordem moral, no sentido de dirigir ou orientar o pensamento do indivíduo, deve ser considerado como atentado contra um direito natural e sagrado e por isso deve ser denunciado como violência e injustiça. A Maçonaria considera seu dever principal combater esta violência, ambição e fanatismo. 6. Ninguém deve ser coagido contra sua vontade a abraçar a fé na Revelação Cristã; mas pelo ensino, pela educação e formação, o homem pode e deve ser influenciado e melhorado por outros; e isso não só não é violência alguma, ou injustiça, mas é excelente obra
de caridade cristã. A Igreja Católica considera seu dever principal trabalhar na instrução e
na educação moral e religiosa de todos os homens.
7. O meio ambiente em que vive e respira o indivíduo humano deve manter-se rigorosamente neutro, sem hostilizar nem favorecer religião alguma determinada, nem mesmo a religiãocristã. 7. O meio ambiente em que vive e respira o indivíduo humano deve estar impregnado dos princípios religiosos e morais certamente revelados e ordenados por Deus.
8. A sociedade e mormente o Estado devem manter-se oficialmente indiferentes perante qualquer religião concreta. 8. O ideal seria que a sociedade e mormente o Estado dessem oficialmente aos cidadãos os meios e as facilidades de passarem sua vida inteiramente segundo as leis e prescrições de Deus.
9. O ensino público, dado e mantido pelo Estado, deve ser absolutamente leigo ou neutro em assuntos religiosos. 9. O ensino público, dado e mantido pelo Estado, não pode abstrair de Deus e de Suas leis e determinações. Concretamente, o ensino leigo ou neutro é impossível e resvala para o ateísmo.
10. A Maçonaria aceita e defende os elementos da religião natural e abstrai da religião cristã, mas sem hostilizá-la. 10. A Igreja Católica aceita e defende os elementos verdadeiros da religião natural e abraça com amor e gratidão areligião cristã, sabendo ser impossível permanecer indiferente perante Cristo: “Quem não for por mim, será contra mim” (Lc 11, 23).
11. A Maçonaria reconhece que todas as religiões são boas e iguais perante Deus. 11. A Igreja Católica reconhece
que, perante Deus, só é boa e aceitável a religião ensinada pelo próprio Deus, me diante Cristo Jesus. “Nem todo aquele que me disser: Senhor! Senhor! entrará no reino dos céus; mas somente aquele que fizer a vontade de meu Pai celeste” (Mt 7, 21).
12. A Maçonaria não exige a necessidade da fé cristã e do batismo cristão. 12. “Quem crer e for batizado, será salvo; mas quem não crer será condenado” (Mt 16, 16).
13. A Maçonaria não exige a necessidade de “comer a carne de Cristo e beber o seu sangue” (a Comunhão ou Eucaristia). 13. “Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós” (Jo 6, 53).
14. A Maçonaria condena como contrária à moral, retrógrada e anti-social a existência de corporações religiosas que segregam seres humanos da sociedade e da família. 14. “Se queres ser perfeito, vai, vende todos os teus bens e dá-os aos pobres, e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me” (Mt 19, 21); “em verdade vos digo que todo aquele que por causa de mim e do evangelho deixar casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filho, ou campo, receberá, já nesta vida, no meio de perseguições, o cêntuplo em casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos e campos; e no mundo futuro terá a vida eterna” (Mt 19, 29-30).
15. A Maçonaria proclama que o Matrimônio não é sacramento e que o divórcio, em certos casos, é uma exigência da lei natural. 15. A Igreja Católica ensina que o Matrimônio é um vínculo santo e sagrado, verdadeiro sacramento (quer dizer: meio de santificação) e que, em caso algum, é permitido o divórcio.



no dia 26.11.1983 nas vésperas do inicio do vigor do novo Código, a Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, se manifestou da seguinte forma, sendo publicado pelo L´Osservatore Romano: O parecer veio do então Card. Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI.

“Foi perguntado se mudou o parecer da Igreja a respeito da Maçonaria, pelo fato de que no novo Código de Direito Canônico ela não vem expressamente mencionada como no Código anterior.

Esta Sagrada Congregação quer responder que tal circunstância é devida a um critério redacional seguido também quanto às outras associações igualmente não mencionadas, uma vez que estão compreendidas em categorias mais amplas.

Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão. Não corresponde às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto acima estabelecido e isto segundo a mente da Declaração desta Sagrada Congregação, de 17 de fevereiro de 1981” (cf. AAS 73, 1981, p.240-241).

Dom Lelis Lara, CSsR.


Tenho recebido muitas consultas sobre Maçonaria, por exemplo, se um católico pode se inscrever na Maçonaria, se um maçom pode comungar e outras.

Achei oportuno escrever este artigo sobre a matéria, imaginando que muitas pessoas também tenham as mesmas dúvidas e queiram se esclarecer.

Para muitos a Maçonaria é uma entidade filantrópica, semelhante a um clube de serviço como Rotary e o Lions. Para esses poderia parecer implicância da Igreja Católica vetar aos seus fiéis o ingresso na Maçonaria.


Na realidade a Maçonaria não é mera entidade filantrópica. Ela se apresenta também como instituição com princípios filosófico-religiosos.


Por diversas vezes, ao longo dos séculos, a Igreja católica condenou a maçonaria. Nunca ficaram muito claras as razões aduzidas para essas condenações. Podemos talvez dizer que a Igreja condenava a Maçonaria por ser sociedade suspeita de heresia e de maquinar contra os poderes instituídos e contra a própria Igreja.

Com essa última conotação foi introduzida no antigo Código de Direito Canônico uma pena de excomunhão para os que ingressarem na Maçonaria.

Ficou claro para a igreja hoje que a Maçonaria é uma entidade com princípios filosófico-religiosos inconciliáveis com a doutrina cristã. Já não se considera o aspecto de “maquinação contra a igreja”. O novo Código de Direito Canônico não faz nenhuma referência à Maçonaria.

O Episcopado alemão, após seis anos de estudos, concluiu pela inconciliabilidade entre a igreja Católica e Maçonaria, pelos seguintes motivos:

a) o relativismo e o subjetivismo são convicções fundamentais na visão que os maçons têm do mundo;

b) o conceito maçônico da verdade nega a possibilidade de um conhecimento objetivo da verdade;

c) o conceito maçônico da religião é relativista: todas as religiões seriam tentativas, entre si competitivas, de anunciar a verdade divina, a qual, em última análise, seria inatingível.

Tal conceito de religião implica uma visão relativista, que não pode conciliar-se com a convicção cristã; o conceito maçônico de Deus (Grande Arquiteto do Universo) é uma concepção marcadamente deísta: um “ser” neutro, indefinido e aberto a toda compreensão possível e impessoal, minando o conceito de Deus dos católicos e da resposta ao Deus que os interpela como Pai e Senhor;

e) a visão maçônica de Deus não permite pensar numa revelação de Deus, como se dá na fé e na tradição de todos os cristãos;

f) a idéia maçônica de tolerância deriva de seu relativismo com relação à verdade. Semelhante conceito abala a atitude do católico na sua fidelidade à fé e no reconhecimento do magistério da Igreja;

g) a prática ritual maçônica manifesta, nas palavras e nos símbolos, um caráter semelhante ao dos sacramentos, como se, sob aquelas atividades simbólicas, se produzisse algo que objetivamente transformasse o homem;

h) o conceito maçônico acerca do aperfeiçoamento ético do homem é absolutizado e de tal modo desligado da graça divina, que já não resta espaço algum para a justificação do homem, segundo o conceito cristão;

i) a espiritualidade maçônica pede a seus adeptos uma tal e exclusiva adesão para a vida e para a morte, que já não deixa lugar à ação específica e santificadora da igreja. Esta fica, de fato, sobrando.

Conclusão:

Então a pergunta o católico pode ser maçom? A Resposta é NÃO! Este sectarismo, e exclusivismo já tinha sido caracterizado no pensamento de Jesus quando ele afirmou: “Porque não há nada oculto que não venha a descobrir-se, e nada há escondido que não venha a ser conhecido.” Lc 12,2, mas o porque fica por conta do Pe. Jesus Horta: "Maçonaria e Igreja Católica são simplesmente inconciliáveis, com uma inconciabilidade que não depende de conjunturas históricas, nem de ações particulares, mas que é intrínseca à própria natureza de ambas as instituições". Amados ou somos Adoradores do BODE ou adoramos o CORDEIRO DE DEUS que tira o pecado do mundo.
A Paz de Jesus Eudes
http://eudesrcc.blogspot.com/2011/08/2011-catolicismo-e-maconaria-continuam.html

A “inevitabilidade” do mal chamado “casamento” gay e a batalha a favor do matrimônio e da liberdade religiosa.


Chuck Colson

É hora do “campo de batalha a favor do casamento” mudar para liberdade religiosa? Essa é a pergunta que um recente artigo da revista Christianity Today* está propondo depois que o Estado de Nova Iorque aprovou o “casamento” de mesmo sexo.

De acordo com Douglas Laycock, professor de direito na Universidade de Virginia, a resposta é “Sim”. Ele diz: “Os conservadores religiosos que defendem o casamento tradicional precisam mudar seu foco para lutar em favor da liberdade religiosa”.

O motivo disso é que Laycock e, lamentavelmente, muitos outros acreditam, de forma errônea, na inevitabilidade do “casamento” de mesmo sexo. Eles acham que o melhor que os cristãos podem fazer é assegurar que as leis de “casamento” gay pelo menos forneçam um pouquinho de proteção para as liberdades daqueles de nós que acreditamos no casamento tradicional.

Sim, o tão chamado “casamento” de mesmo sexo representa uma grave ameaça à liberdade religiosa.Estão ocorrendo casos em que fotógrafos e outros foram processados por se recusarem a participar de cerimônias de “casamento” de mesmo sexo. Entidades católicas que cuidam de órfãos estão sendo fechadas porque só entregam crianças em adoção para uma mãe e pai que são casados. Não se engane: proteger a liberdade religiosa é uma prioridade importante.

Mas é exatamente por isso que abandonar a batalha pelo casamento tradicional é tolice e perigoso. Meu colega Robert George, que é professor na Universidade de Princeton, resume isso de modo perfeito: “Se você perguntar”, disse ele, “‘O que se pode fazer para avançar, na nação inteira, a proteção à liberdade religiosa?’ a resposta é esta: Ganhar a luta para preservar a definição legal do casamento como a união conjugal de marido e esposa. Ponto final”.

Lembre-se: O que o Estado dá, o Estado pode também arrancar. A proteção à liberdade religiosa no projeto de lei de Nova Iorque, por exemplo, tinha uma redação fraca e vaga. O que ela protegerá? Quem ela protegerá? Por quanto tempo? Não podemos dizer nessa altura, e logo que a questão chegar aos tribunais — e chegará aí — fica ainda mais difícil predizer.

Segundo, mudar o debate para a liberdade religiosa tira o centro das atenções da importância do casamento. Como Tom Messner da Fundação Heritage disse para o National Review: “O debate do casamento é em primeiro lugar um debate sobre o sentido e propósito público do casamento, não um debate sobre liberdade religiosa… Mesmo que o casamento de mesmo sexo não representasse nenhuma ameaça à liberdade religiosa, as razões fundamentais para se apoiar o casamento como um homem e uma mulher permanecem de igual modo imprescindíveis e precisam ser lidadas”. Exatamente.

Terceiro, conforme aponta Messner, o casamento de mesmo sexo não é inevitável. “Aproximadamente 30 estados”, diz ele, “têm protegido o casamento em suas constituições estaduais. Aproximadamente 40 estados têm protegido o casamento em seus estatutos”.

E em Maine, depois que a Assembleia Legislativa aprovou o “casamento” de mesmo sexo, os eleitores derrubaram a lei. E embora a elite dos meios de comunicação não queira que você saiba, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública do Fundo de Defesa Aliança, a maioria dos americanos quer reservar o casamento para um homem e uma mulher.Desistir da luta pelo casamento agora depois de alguns reveses é loucura.

O debate sobre casamento nos Estados Unidos não terminou. Agora, mais do que nunca, os cristãos precisam se equipar para defender o casamento e viver na prática a verdade sobre casamento, sexo e família em nossas próprias vidas.Essa não é tempo para derrotismo ou batida em retirada, mas para ação.

Nota do Tradutor: Christianity Today é a mãe da revista em português Cristianismo Hoje.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Sudão: Menina é sequestrada, estuprada e espancada por muçulmanos, mas não renega a fé cristã

Hiba Abdelfadil Anglo, cristã de 16 anos, conseguiu escapar após ter sido sequestrada por muçulmanos e ficar em cativeiro por quase um ano. Ela foi raptada no dia 17 de junho de 2010 e reencontrou a família no dia 10 de julho desse ano. A garota contou sua história ao Compass.
"Eles fizeram muitas coisas ruins comigo", disse Hiba em lágrimas.

"Várias vezes fui avisada que se não me convertesse ao islã eu morreria. Em várias ocasiões me torturam e ameaçaram me matar. O homem que me levou para sua casa, além de me torturar não permitia que eu fizesse minhas orações cristãs, e ainda ofendia minha família chamando-os de infiéis", disse ela.

A jovem consegui escapar do porão onde vivia trancada e pediu a um motorista que a levasse para a casa que ficava a duas horas de distância.

"Eu tinha tentado escapar três vezes, mas eles me capturaram e me bateram muito", disse Hiba soluçando.

Sua mãe, Ikhlas Omer Anglo,disse que ao procurar a polícia para denúnciar o sequestro, estes afirmaram que ela primeiro deveria abandonar o cristianismo. "Logo após ter minha filha sequestrada um policial me disse: Se você quer ter sua filha de volta, vire muçulmana", disse a mãe em tom de revolta.

A menina, Hiba Abdelfadil, além de espancada e torturada, também foi estruprada muitas vezes e está bastante traumatizada.

"Além de abusar sexualmente de mim, ele tentou me forçar a mudar minha fé, e dizia constantemente para que eu me preparasse para o Ramadã", disse ela. "Eu não consigo esquecer isso, e toda vez que vou rezar lembro de tudo, peço que rezem muito por mim".

"Ó Profeta, em verdade, tornamos lícitas, para ti as esposas que tenhas dotado, assim como as que a tua mão direita possui (cativas), que Deus tenha feito cair em tuas mãos, as filhas de teus tios e tias paternas, as filhas de teus tios e tias maternas, que migraram contigo, bem como toda a mulher fiel que se dedicar ao Profeta, por gosto, e uma vez que o Profeta queira desposá-la; este é um privilégio exclusivo teu, vedado aos demais fiéis. Bem sabemos o que lhes impusemos (aos demais), em relação às suas esposas e às que suas mãos direita possuem, a fim de que não haja inconveniente algum para ti. E Deus é Indulgente, Misericordioso. (Al Corão 33:50)"


Os Mártires de hoje, Católicos mortos em plena santa missa.

Ate aonde vai a sua fé ?

Será que você esta preparado para morrer por Jesus Cristo e sua Igreja ?

Assistam os videos do massacre de católicos em Bagda .





8 de ago. de 2011

Meu namorado quer transar, e agora?


Meu namorado quer transar, e agora?

Antes de dar essa resposta vamos ver o que ensina a Santa Mãe Igreja!

“A fornicação é a união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres. É gravemente contrária à dignidade das pessoas e da sexualidade humana, naturalmente ordenada para o bem dos esposos, bem como para a geração e a educação dos filhos” (CIC § 2353).



Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais” (CIC §2356).

E depois de tudo dito pela Santa mãe Igreja Precisamos lembrar que os Casais de namorados que vivem o sexo antes do casamento(fornicação) não pode se aproximar da Santa Comunhão antes de se confessarem e fazer o Proposito de não voltar ao Pecado.

Todas estas situações ofendem a dignidade do matrimónio; destroem a própria ideia de família; enfraquecem o sentido da fidelidade. São contrárias à lei moral: o acto sexual deve ter lugar exclusivamente no matrimónio; fora dele constitui sempre um pecado grave e exclui da comunhão sacramental.(CIC 2390)

2391. Hoje em dia, há muitos que reclamam uma espécie de «direito à experiência», quando há intenção de contrair matrimónio. Seja qual for a firmeza do propósito daqueles que enveredam por relações sexuais prematuras, «estas não permitem assegurar que a sinceridade e a fidelidade da relação interpessoal dum homem e duma mulher fiquem a salvo nem, sobretudo, que esta relação fique protegida de volubilidade dos desejos e dos caprichos»(143). A união carnal só é legítima quando se tiver instaurado uma definitiva comunidade de vida entre o homem e a mulher. O amor humano não tolera o «ensaio». Exige o dom total e definitivo das pessoas entre si (144).

Veja o que diz a Santa Palavra de Deus sobre a FORNICAÇÃO.

“Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem” (Gálatas 5,19).

“Mas o corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo” (I Coríntios 6,13).

“Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? (id. v.15)

“Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (I Corinthuis 6,18).

“Quanto à fornicação, à impureza, sob qualquer forma, ou à avareza, que disto nem se faça menção entre vós, como convém a santos” (Efésios 5,3).


O ato sexual é o selo de uma união definitiva


Este é um grande problema que enfrentam, hoje, as jovens cristãs que desejam viver a lei de Deus; elas não querem viver a vida sexual no namoro, mas são pressionadas por seus namorados, às vezes pelas próprias amigas, pelo ambiente, pela mídia, etc. Não é uma pressão pequena, às vezes, esta acontece até dentro de casa.


O sexo só deve ser vivido no casamento por causa de sua finalidade e suas conseqüências. As finalidades são: unitiva e procriativa.


A dimensão unitiva tem em vista unir o casal que se comprometeu um com o outro a vida toda, um compromisso selado pela aliança matrimonial diante de Deus e dos homens. A dimensão procriativa gera os filhos; esses têm o direito de nascer em um lar constituído com pais preparados para acolhê-los, amá-los e educá-los. E isso não pode acontecer ainda no namoro, porque eles podem se separar a qualquer momento.


Ora, o ato sexual é o selo de uma união definitiva, permanente, compromissada para sempre; não é uma brincadeira, um passatempo, uma diversão. Na verdade, os casais que usam o sexo antes do casamento estão realizando um ato egoísta, não um ato de amor, por mais que insistam em que o fazem porque se amam.


A última "entrega" ao outro deve ser a do próprio corpo; só depois que os corações e as vidas estiverem unidas para sempre. Isso está longe de acontecer no namoro, que é um tempo de escolha. É o tempo de conhecer a pessoa do outro, seus valores e seus limites, para se fazer uma escolha com quem um dia se casar. Não é o tempo de viver a intimidade sexual dos casados.


Amor não é sentimentalismo, romance e prazer; amor é responsabilidade, é fazer os outros felizes. O verdadeiro amor espera, respeita.


As coisas da vida somente são boas e nos fazem felizes se são usadas dentro de sua finalidade e no momento certo. Ninguém come uma banana ainda verde, ou usa um microfone como se fosse um martelo. Desvirtuando a sua finalidade, você provoca dano. Com o sexo se dá o mesmo; se for vivido fora do seu sentido, estraga tudo.


Muitos e muitos abortos são realizados por causa da vida sexual dos jovens no namoro. Muitas meninas e adolescentes ficam grávidas e se tornam mães sem as condições mínimas necessárias de educar os filhos; e muitas vezes estes são criados sem os pais, que abandonam a namorada após a gravidez. Ora, isso não pode ser chamado de amor, e sim de nefasto egoísmo.


O ato sexual, para estar de acordo com a natureza e ser moral, deve estar aberto à vida; por isso a contracepção não deve acontecer por meio de camisinha, pílulas anticoncepcionais e outros meios artificiais. Pior ainda quando a jovem ingere a "pílula do dia seguinte", abortiva, que mata seu filho e causa um dano tremendo a seu organismo por possuir uma carga hormonal altíssima.

Quantas jovens engravidaram no namoro e tiveram de mudar totalmente o rumo de suas vidas! Às vezes, são obrigadas a deixar os estudos para trabalhar; vão morar na casa dos pais sem poderem constituir uma família como convém. Você já pensou nisso?


Então, o seu namorado não pode exigir que você tenha uma vida sexual com ele, pois não há um compromisso definitivo entre vocês. Ele está sendo egoísta. Não é justo que ele queira cobrar isso de você; isso não é amor, é egoísmo. Ele não corre o risco de uma gravidez; e se o namoro terminar, ele vai embora como se nada tivesse feito; mas para você é diferente, porque nunca mais você vai esquecer o que aconteceu.


São Paulo, há dois mil anos, já ensinava aos Coríntios: "A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa" (ICor 7,4). O Apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.


Por isso, jovem cristã, resista e diga "não" a seu namorado. Deus quer que você se guarde e se prepare para aquele homem que um dia vai ser seu esposo, pai de seus filhos. Tente mudar a maneira dele de pensar; traga-o para Deus. Mas, se ele ameaçar deixar você, deixe que ele vá, pois ele não merece o seu amor; ele não está "à altura de recebê-la um dia como esposa". Deus não a desamparará, pois tem algo melhor para você; Ele a ama. Ninguém pode ser infeliz por cumprir a Sua lei e fazer a Sua vontade. Nunca faça do seu corpo uma arma para segurar o seu namorado, pois a vítima pode ser você!

Professor Felipe Aquino

“As portas do Abismo nada poderão contra Ela” – Beato John Newman


Outrora, era uma fonte de perplexidade para quem crê, como lemos nos salmos e nos profetas, ver que os maus tinham êxito onde os servos de Deus pareciam fracassar. E o mesmo se passa ao tempo do Evangelho. E no entanto a Igreja possui este privilégio especial, que mais nenhuma outra religião tem, de saber que, tendo sido fundada aquando de primeira vinda de Cristo, não desaparecerá antes do Seu regresso.

Contudo, em cada geração, parece que sucumbe e que os seus inimigos triunfam. O combate entre a Igreja e o mundo tem isto de particular: parece sempre que o mundo a vence, mas é Ela que de facto ganha. Os seus inimigos triunfam constantemente, dizendo-a vencida; os seus membros perdem frequentemente a esperança. Mas a Igreja permanece. [...] Os reinos fundam-se e desmoronam-se; as nações espraiam-se e desaparecem; as dinastias começam e terminam; os príncipes nascem e morrem; as coligações, os partidos, as ligas, os ofícios, as corporações, as instituições, as filosofias, as seitas e as heresias fazem-se e desfazem-se. Elas têm o seu tempo, mais a Igreja é eterna. E contudo, no seu tempo, elas parecerem ter uma grande importância. [...]

Neste momento, muitas coisas põem a nossa fé à prova. Não vemos o futuro; não vemos que o que parece agora ter êxito não durará muito tempo. Hoje, vemos filosofias, seitas e clãs alastrarem, florescentes. A Igreja parece pobre e impotente. [...] Peçamos a Deus que nos instrua: temos necessidade de ser ensinados por Ele, estamos cegos. Quando as palavras de Cristo puseram os apóstolos à prova, eles pediram-Lhe: «Aumenta a nossa fé» (Lc 17.5). Procuremo-Lo com sinceridade: nós não nos conhecemos; temos necessidade da Sua graça. Qualquer que seja a perplexidade a que o mundo nos induza [...], procuremo-Lo com um espírito puro e sincero. Peçamos humildemente que nos mostre o que não compreendemos, que suavize o nosso coração quando ele se obstina, que nos dê a graça de O amarmos e de Lhe obedecermos fielmente na nossa procura.

Sermões sobre os temas do dia, nº 6, «Fé e Experiência», 2.4 Citado por Evangelho Quotidiano, 04/ago/2011


Fonte: http://www.deuslovult.org/

O mundo tem necessidade desta "fé jovem", afirma Dom Rylko


Em entrevista à Rádio Vaticano em italiano, o Presidente do Pontifício Conselho para os leigos, Cardeal Stanislaw Rylko, falou sobre a Jornada Mundial da Juventude de Madri. De acordo com o Dom Rylko, este será um importante acontecimento eclesial que mostrará a face jovem da Igreja.

"Será um testemunho fascinante da fé jovem, cheia de entusiasmo e dinamismo missionário. O mundo de hoje tem necessidade de tal testemunho", afirmou o cardeal. O cardeal disse ainda que a Igreja Espanhola, neste tempo de preparação, tem vivido um verdadeiro tempo de graça, um “kairós' particular, na qual ela está se redescobrindo através dos seus próprios recursos espirituais. Dom Rylko também comentou o tema proposto por Bento XVI para esta Jornada Mundial da Juventude: “Enraizados e fundamentados em Cristo, firmes na fé”, que segundo o cardeal, vem de encontro à crise do relativismo.

“Em tal situação, sobretudo entre os jovens, cresce a necessidade de encontrar raízes verdadeiras da própria identidade humana e cristã, além de um fundamento seguro, sobre o qual construir a própria vida. A JMJ de Madri quer ser uma resposta clara e persuasiva às necessidades do homem de hoje", explicou Dom Rylko.

Dom Stanislaw Rylko disse que cada Jornada Mundial da Juventude tem uma dimensão profética para o mundo de hoje. O convite do Papa para este grande evento, segundo cardeal, não foi feito somente para os jovens que partilham a nossa fé, mas para todos os jovens do mundo que trazem dúvidas no coração ou não creem em Deus.

“Pensemos nos jovens que graças ao encontro com Cristo na JMJ, realizaram uma mudança decisiva em suas vidas, quantos amadureceram escolhas vocacionais, seja no sacerdócio ou na vida consagrada, além daqueles que decidiram viver um autêntico matrimonio cristão. Estou certo que a JMJ de Madri também trará frutos deste gênero", disse o cardeal.

O Pontifício Conselho para os Leigos também criou um fundo de solidariedade para ajudar jovens de países mais pobres que não tinham condições de ir à Jornada Mundial da Juventude com os próprios recursos. O cardeal explicou que jovens de países mais ricos doaram a quantia de 10 euros, cada um, para auxiliar aqueles que jamais imaginavam estar em uma Jornada Mundial da Juventude. Além desta iniciativa, outras foram surgindo para levar a todos a boa nova desta “fé jovem”.

“O dicastério também solicitou às várias igrejas locais, movimentos eclesiais e também às novas comunidades que organizassem inciativas que pudessem levar o evento em tempo real, através da internet e da televisão. Portanto, a JMJ penetrará muitos ambientes, ajudando os jovens a viver esta experiência inesquecível”, comentou Rylko.


Mulheres têm cérebro mais ativo do que os homens.Isso não é cultural!


Um estudo canadense revela que os homens, quando comparados com as mulheres, apresentam uma predisposição maior para viver sem pensar.

A descoberta ocorreu acidentalmente durante uma pesquisa sobre esquizofrenia. Enquanto o cérebro das mulheres consegue atender inúmeras solicitações ao mesmo tempo, o cérebro dos homens entra mais frequentemente em repouso, revela o estudo liderado por Adrianna Mendrek, pesquisadora canadense do departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal.

Na verdade, os homens são mais dados a viver do que a pensar, menciona o trabalho dos pesquisadores que chegaram à conclusão que os cérebro masculino entra com maior facilidade em repouso durante uma pesquisa sobre esquizofrenia.

“Na realidade, os cérebros estão sempre ativos. É uma questão de intensidade, mas podemos dizer que o cérebro dos homens repousa mais do que o das mulheres”, explicou Adrianna Mendrek, em declarações ao jornal francês Le Figaro.

Segundo a investigadora, existe uma explicação neurológica para essa característica que dota os homens com a capacidade “de não pensar em nada”. A atividade neural do cérebro é maior em pessoas do sexo feminino, por isso o cérebro dos homens entra em repouso com mais facilidade.

A descoberta surgiu por mero acaso, já que a área de estudos de Adrianna Mendrek é a esquizofrenia – um transtorno mental que difere entre os sexos em termos de idade de início, sintomatologia, resposta à medicação e anormalidades estruturais do cérebro. Nesse contexto, analisou diversos sujeitos de ambos os sexos afetados por essa doença e comparou a sua atividade cerebral.

Jornal de Notícias

Nota: Para quem achava que as distinções entre homens e mulheres eram apenas “construções sociais”, essa pesquisa mostra algo diferente. Homem e mulher foram criados diferentes e complementares.[MB]

Fonte: http://www.comshalom.org

Nunca pare de defender o casamento hoje.


Chuck Colson
(Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — É hora do “campo de batalha a favor do casamento” mudar para liberdade religiosa? Essa é a pergunta que um recente artigo da revista Christianity Today* está propondo depois que o Estado de Nova Iorque aprovou o “casamento” de mesmo sexo. De acordo com Douglas Laycock, professor de direito na Universidade de Virginia, a resposta é “Sim”. Ele diz: “Os conservadores religiosos que defendem o casamento tradicional precisam mudar seu foco para lutar em favor da liberdade religiosa”.
O motivo disso é que Laycock e, lamentavelmente, muitos outros acreditam, de forma errônea, na inevitabilidade do “casamento” de mesmo sexo. Eles acham que o melhor que os cristãos podem fazer é assegurar que as leis de “casamento” gay pelo menos forneçam um pouquinho de proteção para as liberdades daqueles de nós que acreditamos no casamento tradicional.
Sim, o tão chamado “casamento” de mesmo sexo representa uma grave ameaça à liberdade religiosa. Estão ocorrendo casos em que fotógrafos e outros foram processados por se recusarem a participar de cerimônias de “casamento” de mesmo sexo. Entidades católicas que cuidam de órfãos estão sendo fechadas porque só entregam crianças em adoção para uma mãe e pai que são casados. Não se engane: proteger a liberdade religiosa é uma prioridade importante.
Mas é exatamente por isso que abandonar a batalha pelo casamento tradicional é tolice e perigoso. Meu colega Robert George, que é professor na Universidade de Princeton, resume isso de modo perfeito: “Se você perguntar”, disse ele, “‘O que se pode fazer para avançar, na nação inteira, a proteção à liberdade religiosa?’ a resposta é esta: Ganhar a luta para preservar a definição legal do casamento como a união conjugal de marido e esposa. Ponto final”.
Lembre-se: O que o Estado dá, o Estado pode também arrancar. A proteção à liberdade religiosa no projeto de lei de Nova Iorque, por exemplo, tinha uma redação fraca e vaga. O que ela protegerá? Quem ela protegerá? Por quanto tempo? Não podemos dizer nessa altura, e logo que a questão chegar aos tribunais — e chegará aí — fica ainda mais difícil predizer.
Segundo, mudar o debate para a liberdade religiosa tira o centro das atenções da importância do casamento. Como Tom Messner da Fundação Heritage disse para o National Review: “O debate do casamento é em primeiro lugar um debate sobre o sentido e propósito público do casamento, não um debate sobre liberdade religiosa… Mesmo que o casamento de mesmo sexo não representasse nenhuma ameaça à liberdade religiosa, as razões fundamentais para se apoiar o casamento como um homem e uma mulher permanecem de igual modo imprescindíveis e precisam ser lidadas”. Exatamente.
Terceiro, conforme aponta Messner, o casamento de mesmo sexo não é inevitável. “Aproximadamente 30 estados”, diz ele, “têm protegido o casamento em suas constituições estaduais. Aproximadamente 40 estados têm protegido o casamento em seus estatutos”. E em Maine, depois que a Assembleia Legislativa aprovou o “casamento” de mesmo sexo, os eleitores derrubaram a lei. E embora a elite dos meios de comunicação não queira que você saiba, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública do Fundo de Defesa Aliança, a maioria dos americanos quer reservar o casamento para um homem e uma mulher.
Desistir da luta pelo casamento agora depois de alguns reveses é loucura. O debate sobre casamento nos Estados Unidos não terminou. Agora, mais do que nunca, os cristãos precisam se equipar para defender o casamento e viver na prática a verdade sobre casamento, sexo e família em nossas próprias vidas.
Essa não é tempo para derrotismo ou batida em retirada, mas para ação.
Publicado com a permissão de Breakpoint.org

6 de ago. de 2011

América Latina sob pressão para liberalizar leis de aborto sob o processo de direitos humanos da ONU.


Cristina Gutierrez
NOVA IORQUE, EUA, 5 de agosto de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Governos ocidentais estão pressionando países da América Latina a liberalizar suas leis de aborto, por meio da utilização de um novo processo de direitos humanos da ONU chamado de Revisão Periódica Universal (RPU).
El Salvador, Costa Rica, Chile, Brasil, Bolívia, Belize e Argentina estão entre os principais países que recentemente foram pressionados por meio do processo da RPU, à medida que os países europeus recomendam que essas nações façam emendas em suas leis com relação aos “direitos” ao aborto e à contracepção.
A RPU envolve um diálogo interativo entre as delegações de diferentes Estados com relação a situações de direitos humanos num país particular, às vezes levando as delegações diretamente a sugerir que um Estado soberano modifique suas leis nacionais para cumprir as recomendações deles.
Durante os últimos três anos, muitos países europeus focalizaram principalmente nos países da América Latina. A preocupação maior parece estar centrada nas polêmicas questões de saúde sexual e reprodutiva que os países da Europa tratam como direitos, e interpretando esses direitos para incluir o aborto. Pressionando esses países a adotar sua convicção de que o aborto é um direito humano internacional, esses países europeus persistentemente recomendam que a negligência de fornecer acesso ao aborto sob suas leis nacionais é uma violação das leis internacionais de direitos humanos.
Luxemburgo recentemente exortou El Salvador a “melhorar o acesso das mulheres aos direitos e serviços de saúde sexual e reprodutiva”, enquanto o Reino Unido exige que a Costa Rica “…forneça para as mulheres informações adequadas de como acessar [serviços] e assistência médica, inclusive o aborto”, e a Suécia recomenda que o Chile fomente “iniciativas para garantir que as leis de aborto se alinhem com as obrigações de direitos humanos do Chile”.
Contudo, essas afirmações não têm nenhum apoio nas leis internacionais, nem por tratados nem por costumes. Piero Tozzi, assessor legal sênior do Fundo de Defesa Aliança, disse para Friday Fax: “Não existe nas leis internacionais nenhum ‘direito’ ao aborto. Em consonância com os tratados e as normas convencionais internacionais, as nações podem (e deveriam) proteger o bebê em gestação. Os órgãos da ONU e atores externos de forma repulsiva excedem sua competência quando exigem que nações soberanas alterem suas leis nacionais que protegem os bebês em gestação, e os estados deveriam rejeitar categoricamente tais reivindicações injustificáveis”.
Em parte devido às fortes pressões econômicas dos países ocidentais que condicionam a assistência de desenvolvimento em posturas sociais, alguns países da América Latina estão sendo forçados a responder às recomendações feitas pelos países europeus. El Salvador declarou que “o governo promoverá diálogo nacional pleno e participativo… sobre o direito das mulheres à saúde reprodutiva e sobre as implicações das restritivas leis de aborto”, e Belize declarou que “adotará medidas mais concretas ainda para melhorar o acesso das mulheres aos serviços sexuais e reprodutivos, como é entre outros, recomendado pela CEDAW”.
A Revisão Periódica Universal, criada por meio da Assembleia Geral da ONU pela resolução 60/251 em março de 2006, é um processo conduzido a cada quatro anos para monitorar e supervisionar as situações de direitos humanos em todos os 192 Estados membros. Sob esse processo, cada Estado tem a obrigação de dar satisfação das ações tomadas dentro de suas fronteiras para melhorar as questões de direitos humanos.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org

Da China, exemplo heróico de resistência à Cristofobia persecutória.

O cardeal chinês José Zen Ze-kiun, bispo emérito de Hong Kong e membro da Comissão da Santa Sé para a Igreja Católica na China deu a público uma corajosa carta denunciando as ordenações episcopais ilícitas que estão sendo promovidas pelo governo comunista chinês.

Essas sagrações sacrílegas estão acontecendo com a colaboração de bispos católicos regularizados pela política de distensão da Santa Sé com a ditadura de Pequim.

Entretanto, em sucessivos comunicados, a Santa Sé apontou que os bispos sagrados ilicitamente ficaram excomungados no ato (latae sententiae), o mesmo acontecendo com os bispos que os sagraram, salvo prova em contrário.

A carta do egrégio Cardeal foi traduzida e divulgada pela agencia UCANews e distribuída em espanhol pela agencia Zenit. Entre outras coisas, ela diz:

“É absurdo ouvir as declarações politicamente corretas dos títeres do Estado que defendem as políticas de Pequim.

“Nestes últimos dias, os fieis católicos dentro e fora da China acompanharam com tristeza e indignação as palavras pronunciadas por Antonio Liu Bainian e os reverendos José Guo Jincai, João Fang Xingyao e José Yang Yu, que já se assinalam como cismáticos. Mas a declaração de ontem, feita pela Administração do Estado para os Assuntos Religiosos (SARA), atingiu o extremo absurdo.

“Poderíamos entender que o Governo tivesse saído para defender seus títeres(…); porém agora saiu para louvar sua “ardorosa fé católica” e dizer que as sagrações sem mandato pontifício foram necessárias para “o governo normal da Igreja e suas necessidades pastorais e evangelizadoras”.

“Isto é absolutamente absurdo e ridículo, pois, como alguns especialistas já assinalaram, é o Governo [comunista chinês] que está ‘dirigindo’ a Igreja Católica. (…)

“Após as últimas sagrações ilegítimas e o VIII Congresso Nacional de Representantes Católicos, todo mundo pôde perceber que o SARA e a Associação Patriótica Católica China decidiram guiar a Igreja de forma aberta e impenitente por uma estrada que leva à independência da Igreja e a escolher e sagrar unilateralmente seus bispos.

“Então, deixemos que, para dar um novo estatuto à sua nova igreja, eles achem alguémcom suficiente peso como Martinho Lutero ou o rei Henrique VIII, mas eles não têm direito de usurpar o título de “Igreja Católica”.

“Por meio da violência, eles limitam as liberdades individuais; ofendendo inclusive a dignidade das consciências. Fazem totalmente caso omisso da autoridade e amabilidade de nosso Santo Padre, e ainda ousam dizer que têm uma vontade sincera de diálogo. É a maior mentira do mundo! Só a covardia e o egoísmo impedem que as nações manifestem sua desaprovação”.

E referindo-se aos novos bispos ilegítimos – os reverendos Paul Lei Shiyin, de Leshan, e Joseph Huang Bingzhang, de Shantou –, acrescenta: “a maioria dos fiéis católicos de China reprovará esses oportunistas e se manterá sempre do lado do Papa.

“Ninguém sabe quanto durará este rigoroso inverno; mas nossos fiéis não têm medo, ou superarão seu medo com a fé e a oração, que lhes darão forças para imitar os mártires canonizados e os incontáveis heróis que praticam a fé, para dar corajoso testemunho de Nosso Senhor Ressuscitado.

“Queridos irmãos e irmãs na fé, fazemos chegar a vós as saudações de um irmão que se sente quase envergonhado de viver em liberdade.”

A carta cardinalícia conclui assim com a manifestação heróica do desejo de partilhar as perseguições e os sofrimentos que os sinceros católicos chineses arrostam por amor a Jesus Cristo e à sua Igreja.


Fonte: http://www.ipco.org.br

5 de ago. de 2011

Ligação da homossexualidade com trauma na infância


DUNEDIN, Nova Zelândia (Notícias Pró-Família) - Um recente estudo da Universidade de Otago revelou que indivíduos homossexuais ou bissexuais têm mais probabilidade de terem sofrido uma variedade de traumas na infância, inclusive ataque sexual, estupro, violência e violência no lar.
"As pessoas que se identificam como homossexuais ou bissexuais, ou tiveram um encontro ou relacionamento de mesmo sexo, tendem a vir de contextos perturbados", disse Elisabeth Wells, professora adjunta de pesquisas.
O estudo analisou resultados de um estudo de saúde mental da Nova Zelândia que entrevistou 13.000 pessoas entre 2003 e 2004. 98% dos participantes do estudo se identificaram como heterossexuais; 0.8% se identificaram como homossexuais; 0.6% se identificaram como bissexuais; e 0.3% se identificaram com "outra coisa".
Das pessoas que relataram certos incidentes traumáticos na infância, 15% não eram heterossexuais; daquelas que não tiveram tais experiências, só 5% não eram heterossexuais, indicando que tais experiências triplicam a chance de posteriores inclinações homossexuais ou bissexuais confessas.
Alguns líderes homossexuais radicais discordaram das revelações do estudo: Tony Simpson, presidente do grupo homossexual Arco-Íris de Wellington, disse que a pesquisa não deveria ser entendida como significando que os homossexuais não nascem assim. "Não tenho dúvida de que a direita religiosa fará conclusões precipitadas de que isso serve como prova conclusiva de que a homossexualidade é construída, não de nascença", disse ele.
Wells tentou dissipar os temores com relação às conclusões do estudo.
"Suspeito que poderia haver alguns gays e lésbicas que ficarão indignados, mas não é minha intenção irá-los", disse ela. "Você poderia dizer que se alguém foi sexualmente abusado na infância, escolhe viver como homossexual e vive bem, então não é uma coisa ruim. Mas se ele está vivendo uma vida homossexual e lamenta, esse é outro assunto".
Embora o abuso físico ou sexual na infância esteja ligado à homossexualidade na vida adulta, outras experiências traumáticas, tais como a morte súbita de um amado ou grave doença ou acidente na infância, tiveram apenas leve ligação com identidade ou conduta não heterossexual.
Das mulheres que se identificaram como lésbicas, mais de 40% haviam sido casadas e tinham filhos, ao passo que 13% dos homens homossexuais tinham a mesma experiência. Mais de 80% daqueles que se identificaram como bissexuais eram mulheres.
A ligação entre abuso sexual e posterior identificação homossexual não é nova.
Um estudo de 1992 revelou que 37% dos homens homossexuais e bissexuais usando os serviços de clínicas de doenças sexualmente transmissíveis haviam sido encorajados ou forçados a ter contato sexual antes da idade de 19 com um ou mais fortes parceiros mais velhos.

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por James Tillman
26/07/2010

“Um novo anúncio para a fé de sempre”, diz Fisichella,presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização.


Fonte: Canção Nova

O Papa, preocupado com a perda dos valores da fé nos países de antiga tradição cristã do Ocidente, criou um novo dicastério e convocou um Sinodo para os bispos que abordará o tema da Nova Evangelização, em 2012. O presidente do organismo Vaticano ,nessa entrevista, também falou das iniciativas deste Pontificio Conselho que visa transmitir a fé com uma linguagem nova e direta.

Missão Metrópoles 2012, o Evento com representantes dos movimentos e associações que já trabalham com a nova evangelização que acontecerá em outubro deste ano.Como se desenvolverão estas primeiras iniciativas do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização?

Dom Rino Fisichella - Estes são os primeiros passos do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização. Estas são as primeiras iniciativas e teremos outras iniciativas que serão desenvolvidas no futuro. Estas são as primeiras com as quais queremos dar os primeiros sinais. O primeiro sinal é que a Nova Evangelização já começou a acontecer há muitos anos. Por 27 anos, o Papa João Paulo II falou de nova evangelização. E tantos jovens acreditaram no seu convite e realizaram em diversos modos e com tantos instrumentos a nova evangelização.


Nós queremos dar nos dias 15 e 16 de outubro, onde se realizará o encontro das realidades eclesiais que trabalham com a Nova Evangelização, um sinal de que isto já está se verificando na Igreja. Queremos que o Papa Bento XVI, conheça os representantes desta grande realidade. È uma graça que se move em vários continentes, na América Latina, América do Norte, Europa, Austrália e Filipinas. São várias realidades que trabalham para o anúncio do Evangelho.

Tem uma outra iniciativa muito importante que se concretizará na Quaresma de 2012. Simbolicamente, começaremos com 12 grande metrópoles da Europa, como 12 eram os apóstolos; 12 metrópoles darão um sinal para a Europa desta nova evangelização. A catedral se tornará de novo o coração da evangelização. Não esqueçamos o valor que a catedral sempre teve. A catedral era chamada “A Bíblia dos pobres” porque ali tudo era dito. Dentro da Catedral, se anunciará de novo a Palavra de Deus. Teremos a leitura continuada do Evangelho de Marcos e depois o bispo local, a figura do primeiro evangelizador, dará catequeses.

A Igreja que é mãe e gera novos filhos, acolhe aqueles que estão longe. Ali todos poderão recorrer ao sacramento da reconciliação, afim que este possam se sentir acolhidos e amados. E não é só isso. Teremos espaço para aqueles que estão procurando um sentido para suas vidas e para atender à estas pessoas, estarão sendo lidas de forma continuada, as confissões de Santo Agostinho, o grande santo, cujo ensinamento ainda é atual nos nossos dias. Enfim, um sinal da caridade. Não existe um verdadeiro anúncio do Evangelho se ele não é pregado e vivido no testemunho da caridade. Estes são os primeiros sinais. Outros virão, mas para o momento, queremos também sustentar aqueles que já trabalham pela nova evangelização.

Sobre o Sínodo dos Bispos para a Nova Evangelização que acontecerá em 2012. O Senhor tem algum novidade que possa nos adiantar?

Dom Rino Fisichella - Em outubro de 2012 teremos o Sínodo para a Nova evangelização e transmissão da fé, que foi convocado pelo papa. Como podemos notar, os dois elementos estão juntos: fé e nova evangelização. Um novo anúncio para que a fé de sempre, possa ser anunciada, vivida e pregada em maneira digna do homem contemporâneo. Eu acredito que neste primeiro momento devemos discutir o tema em todas as realidades eclesiais, nas dioceses, paroquias, movimentos, associações e tambem nas casas de casa cristão. A secretaria do Sínodo dos Bispos já colocou a disposição a Lineamenta, isto é, uma base de discussão, de debate.

No próximo mês de novembro, já será elaborado o Instrumentum Laboris, um documento que os bispos terão nas mãos para discutir e questionar com mais propriedade as questões relativas à nova evangelização. Depois disto, resta só esperar o próprio Sínodo. No momento, estamos em fase de discussão, onde os cristãos tomarão consciência daquilo que será discutido no Sínodo.

Como os meios de comunicação católicos poderão ser um auxílio para a Nova Evangelização?


Isto é muito importante. È minha intenção estudar um encontro com todos aqueles que operam nos meios de comunicação, para leva-los a compreender a importância dupla do trabalho que fazem, a importância de quantos são os profissionais da nova evangelização, jornalistas, cronistas, diretores e cinegrafistas. Quero que eles tenham consciência que tambem no trabalho, na profissão, devemos ser capazes de exprimir a fé e de levar a nossa contribuição para este ambiente de comunicação. Depois, existem os instrumentos de comunicação.

Devemos ser capazes de utilizar de maneira justa estes intrumentos porque hoje existem as linguagens novas, que as novas gerações utilizam. Mas seria ilusório pensar trata-se somente de uma nova linguagem. Nós estamos diante de uma nova cultura. Os meios de comunicação são a cultura destas próximas décadas, são a cultura que provavelmente será mais forte no futuro. É necessário que entremos nesta nova cultura, a comprendamos, a expliquemos e sejamos capazes de fazê-la nossa cultura, onde os instrumentos positivos, nos possibilitarão de coloca-la a serviço do Evangelho.

Fonte: http://www.comshalom.org

A Trindade e a vida do cristão.


É urgente tomarmos consciência que a fé trinitária deve ecoar em toda a existência cristã. A relação do discípulo de Jesus com a Santa Trindade começa no Batismo: aí fomos mergulhados (=batizados) no Santo Espírito do Ressuscitado. Este Espírito nos une real e intimamente a Cristo, faz-nos uma só coisa com ele, de modo que, nele, nos tornamos filhos do Pai, temos acesso ao Pai: “Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus. O que nasceu da carne é carne, o que nasceu do Espírito é espírito” (Jo 2,5-6). O sentido é claro: não basta nascer humanamente, segundo a natureza; não basta ter uma alma imortal, uma inteligência; é necessário abrir-se para uma vida divina, nova, que o Pai nos dá pelo Filho Jesus. Esta vida é-nos dada pelo Santo Espírito; ou melhor: esta vida é o próprio Santo Espírito dado na água do Batismo: o que nasce do Espírito vive uma nova relação com o Pai de Jesus; é “espírito”, quer dizer é aberto para Deus! Ora, batizados no Santo Espírito de Cristo, simbolizado pela água, fomos revestidos de Cristo: “Todos vós que fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo” (Gl 3,27); “Fostes sepultados com ele no Batismo, também com ele ressuscitastes, pela fé no Poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos” (Cl 2,12).

É significativo Paulo falar aqui em Poder de Deus, que equivale ao Santo Espírito. Não se trata de algo, mas de Alguém! Assim, o mesmo Espírito, Poder de Deus, que ressuscitou Jesus, age no nosso Batismo, fazendo, nossa vida cristiforme e, portanto, é vida filial: “Todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Com efeito, não recebestes um espírito de escravos, para recair no temor, mas recebestes um Espírito de filhos adotivos, pelo qual clamamos: Abbá! Pai. O próprio Espírito se une ao nosso espírito para testemunhar que somos filhos de Deus” (Rm 8,14-16).

Este texto é claramente trinitário: o cristão recebeu o Espírito do Filho Jesus, Espírito de filiação. Este Espírito nos une ao Filho Jesus e, com ele, nós podemos dizer: Abbá! Isto é: pelo Espírito o cristão é unido a Jesus e passa a participar da sua relação filial com o Pai. Por isso mesmo São João vai afirmar: “Vede que prova de amor que nos deu o Pai: sermos chamados filhos de Deus. E nós o somos!” (1Jo 3,1).

Assim, toda a vida do cristão torna-se vida “espirituada”, vida segundo o Santo Espírito, conduzida pelo Espírito. E o que faz este Espírito em nós? Se é Espírito de Cristo, nos cristifica: dá-nos os sentimentos e atitudes do Cristo Jesus. Por isso, falando do Espírito, Jesus afirmou: “Ele me glorificará porque receberá do que é meu e vos anunciará” (Jo 16,14). Tendo os sentimentos e atitudes de Cristo, sendo cada vez mais semelhantes a Cristo pela potência do Espírito, nós entraremos sempre mais na relação filial: faremos a experiência de viver nos braços do Pai do céu, sabendo que nossa vida é preciosa aos seus olhos e caminha para ele: “Eu vos digo: Não vos preocupeis com vossa vida, com o que comereis, nem com o corpo, com o que vestireis. Não será a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes? Olhai os pássaros do céu: não semeiam, nem colhem, nem guardam em celeiros, mas o Pai celeste os alimenta. E vós não valeis muito mais do que eles? Quem de vós, com suas preocupações, pode aumentar a duração de sua vida de um momento sequer? E por que vos preocupais com as vestes? Observai como crescem os lírios do campo: não trabalham nem fiam. Mas eu vos digo que nem Salomão com toda a sua glória se vestiu como um deles. Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo, quanto mais a vós, gente de pouca fé! Por isso não vos preocupeis, dizendo: ‘O que vamos comer? O que vamos beber? Com que nos vamos vestir?’ São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. Buscai, pois, em primeiro lugar o reino de Deus e sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas de acréscimo” (Mt 6,25-33).

Jesus aqui não está convidando à malandragem nem à irresponsabilidade imprevidente, mas a um abandono confiante no amor do Pai. Para isto não basta nosso esforço nem nossa boa vontade: é no Espírito do Filho Ressuscitado que temos a certeza interior que o Pai de Jesus é nosso Pai! Note-se bem: não se trata somente de um sentimento; trata-se de uma realidade impressionante e maravilhosa: porque recebemos o Espírito do Filho, participamos da sua filiação, participamos da natureza divina (cf. 2Pd 1,4).

Pois bem: toda a vida do cristão é vida no Espírito, na docilidade a ele, para que ele nos cristifique e nos leve ao Pai. Tudo em nós é no Espírito, através do Filho para o Pai. A oração do cristão, por exemplo, é trinitária. Não se trata tanto de rezar à Trindade, mas de rezar na Trindade: se nós oramos, é porque o Espírito ora em nós (cf. Rm 8,26-27) e, sendo ele Espírito do Filho, a sua oração é filial, é a mesma do Filho, isto é, é nos fazer clamar como o Filho: Abbá! Pai! (cf. Rm 8,15). Assim, toda oração nossa vai sempre terminar no Pai. Mesmo quando rezamos ao Filho é como aquele que é nosso Mediador junto do Pai. Rezamos ao Pai pelo Filho! Toda oração nossa é no Espírito. A Igreja quase não ora ao Espírito, porque ora sempre no Espírito, através do Filho, para a glória do Pai: Ó Pai, “por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo!”

Trinitária nossa vida, trinitária nossa oração, trinitária será também nossa morte: para o cristão morrer é “morrer em Jesus” (1Ts 4,14), é “partir para estar com Cristo” (Fl 1,23). Morreremos não na morte, mas em Jesus morto e ressuscitado! Isto é, aquele mesmo Espírito que recebemos no Batismo e que ressuscitou Jesus, nos ressuscitará também como ressuscitou Jesus: “Se o Espírito dAquele (do Pai) que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vós, Aquele (o Pai) que ressuscitou Jesus dentre os mortos dará vida também a vossos corpos mortais, mediante o Espírito que habita em vós” (Rm 8,11).

A idéia é claríssima: se temos o Espírito do Cristo morto e ressuscitado, seremos mortos e ressuscitados no mesmo Espírito no qual Jesus morreu e ressuscitou; seremos transfigurados pelo Espírito que o Pai derramou sobre nós através do Filho! Aí sim, seremos plenamente filhos, com o Filho, no único Espírito, para a glória do Pai. Era o que João dizia: “Caríssimos, desde já somos filhos de Deus, mas o que nós seremos ainda não se manifestou. Sabemos que por ocasião desta manifestação (do Filho) seremos semelhantes a ele (ao Filho), porque o veremos tal como ele é” (1Jo 3,2).

Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br