Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

4 de set. de 2011

Padre Mateus comenta o evangelho deste domingo


Que a Paz de Jesus e a Ternura de Maria estejam contigo!!!

Envio-lhes o Comentário do Evangelho deste Domingo 04/09/2011, um Evanghelho fortíssimo. Falaremos sobre o tema da correção fraterna, que na verdade é um grande exame de conciência para nós, pois muitas vezes nos sentimos os juizes do nosso irmão, somos duros, julgamos, não sabemos a corrigir com amor...





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Permaneçamos Unidos em Oração com Maria!
Um fraterno abraço em Cristo Jesus!
Pe. Mateus Maria, FMDJ
Panie Jezu Ufam Tobie!

A doutrinação marxista das crianças no Brasil.


Ministro da Educação, responsável pelo kit gay, é obscecado pelo socialismo

Julio Severo
Fernando Hadadd, a criatura que quer enfiar o kit gay nas crianças de escola a todo custo, ocupa o Ministério da Educação no Brasil e é autor dos seguintes livros:
O Sistema Soviético, Scritta Editorial, São Paulo, 1992;
Em defesa do socialismo, Editora Vozes, Petrópolis, 1998;
Desorganizando o consenso, Vozes, Petrópolis, 1998;
Sindicatos, cooperativas e socialismo, Editora Fundação Perseu Abramo, São Paulo, 2003;
Trabalho e Linguagem, Azougue Editorial, Rio de Janeiro, 2004.
E o Blog do Aluizio Amorim traz a seguinte denúncia:
SENADOR FAZ REVELAÇÃO ATERRADORA DO CONTEÚDO QUE É ENSINADO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES NOS LIVROS DISTRIBUÍDOS PELO GOVERNO DO PT ATRAVÉS DO MEC!



O Senador Desmóstenes Torres (DEM-GO)pronunciou um discurso lapidar no Senado da República denunciando a ação criminosa do governo do PT, através do Ministério da Educação, que promove a lavagem cerebral de crianças e adolescentes das escolas brasileiras através de livros didáticos doutrinários com afirmações mentirosas e sem qualquer base científica, ao mesmo tempo em que faz a defesa do ataque à propriedade privada e distorce a realidade usando coisas que vão além do marxismo vulgar. Sem falar no tratamento afrontoso do idioma português ensinado o errado como certo e na abordagem vulgar da questão sexual que faz esses livros do MEC se aproximarem da sub-literatura pornográfica.
Enfim, o que é revelado minuciosamente pelo Senador Demóstenes Torres neste pronunciamento deve ser ouvido por todos. Encareço aos honrados leitores do blog, especialmente os pais de alunos, que vejam com atenção este vídeo e que se unam num grande movimento para obrigar o governo do PT a retirar essa sujeira das escolas.
Chamo a atenção especial a todos os leitores: trata-se de uma denúncia gravíssima, uma coisa muito séria e terrivelmente chocante que está destruindo a Nação brasileira e transformando as futuras gerações em autômatos sob o comando dessas moscas varejeiras do PT.
Encareço que, de ofício, o Ministério Público acione a Justiça para o recolhimento imediato desses livros propondo ainda competente ação penal tendo em vista processar os responsáveis por esse crime que corrompe a juventude brasileira e antecipa a destruição da Nação ao vilipendiar os valores do respeito à lei e à ordem, da liberdade, da individualidade, do Estado de Direito, da democracia e do direito à Educação e ao conhecimento vazado nos princípios da ciência.

Não deixem de ver este vídeo sob hipótese nenhuma! É IMPORTANTÍSSIMO!

Especialistas: só o retorno à familia tradicional e à religião pode recompor as sociedades desfeitas.


Luis Dufaur

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Michel Garroté, especialista em geopolítica que abandonou o laicismo e o esquerdismo radical para se tornar católico, denunciou que por trás do feroz vandalismo que abalou a Inglaterra estavam as idéias de “Maio de 68”.

“Há quaranta e três anos Maio de 68 vem apodrecendo a sociedade; já é hora de denunciar o enorme cretinismo das idéias pseudo-pacifistas de `Maio de 68`, escreveu ele em Drzz.Info.

O especialista apontou também a responsabilidade moral da “Escola de Frankfurt”, socialista e freudiana, que forneceu a ideologia que está na origem da descomposição da sociedade.

Por sua parte, Melanie Phillips, do diário britânico Daily Mail, denunciou que a anarquia violenta que tomou conta de cidades inglesas não é senão o resultado muito previsível de três décadas de “experiências” de esquerda que reduziaram a frangalhos quase todos os valores fundamentais da sociedade.

A família pai-mãe bem casada, o mérito na educação, a punição dos criminosos, a identidade nacional, a repressão da droga foram jogados ao lixo pela “intelligentsia” de esquerda, disposta a levar adiante uma transformação revolucionária da sociedade.

Aqueles que resisitiam a essa ação insidiosa eram acusados de serem “conservadores de direita” e de quererem voltar a uma era de ouro mítica superada.

Nós estamos vendo agora o resultado dessa política nas cenas horríveis e sem precedentes de violência dos baderneiros, nas casas e lojas pegando fogo, na epidemia dos saques.

As causas do vandalismo não estão na pobreza, mas num desabamento moral. E o trabalhismo exacerbou essas causas.

Na verdade, prosseguiu Melanie Phillips, no centro de todos esses problemas está o estilhaçamento da família.

E os governos se empenharam em destruir sistematicamente a família tradicional.

A família destruída foi premiada e encorajada pelo Estado Providência que subvencinou todas as formas anômalas e convivência.

Os absurdos antifamiliares foram piorados por um “multiculturalismo” segundo o qual achar que uma cultura é superior a outra – no caso a cultura inglesa sobre as culturas dos imigrantes africanos e asiáticos – seria ‘racismo’.

Assim acabou se abandonando o tecido social tradicional nacional e foi se instalando uma guerra primitiva de todos contra todos, em que os grupos mais agressivos destroem os mais pacíficos.

Segundo a jornalista, para a restauração do tecido social destruído:

“requer-se um retorno à transmissão enérgica da moral bíblica.

Quando os responsáveis religiosos cessarem de falar baboseiras mais próprias de assistentes sociais de idéias moles e recomeçarem a defender os princípios morais que fundamentam nossa civilização,

quando nossos dirigentes politicos decidirem se opor à guerra cultural empreendida contra nossa civilização em vez de aquiescerem passivamente com sua destruição,

“então — e só então — poderemos começar a solucionar esta crise terrível”, concluiu Phillips no Daily Mail.

Fonte: http://www.ipco.org.br

Dom Henrique Soares comenta o Santo Evangelho deste domingo.


O texto do evangelho deste XXIII Domingo Comum (cf. Mt 18,15-20) é muito importante e, no entanto, presta-se a mal entendidos...

Para bem compreendê-lo é necessário ter em mente que ele faz parte do capítulo 18 de São Mateus, que nos traz o Discurso sobre a Igreja. Aí Jesus nos fala sobre alguns aspectos da vida daquela comunidade de discípulos que ele fundou, alicerçada nos apóstolo, tendo como sinal visível da unidade o apóstolo Pedro.

Só para verificar, dê uma lida, meu Leitor, nos tópicos deste capítulo: (1) Quem é o maior? (2) A questão dos escândalos na comunidade, (3) A ovelha perdida, que se afastou da comunidade escandalizada, (4) A correção fraterna, (5) O perdão das ofensas... Compreende? São todos temas que dizem respeito à vida no seio da comunidade que Jesus fundaria com sua morte e ressurreição. É nesta perspectiva que deveremos agora ler o evangelho deste Domingo.

Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 15“Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como um pagão ou um pecador público”.

Muito formativo e até surpreendente, este texto! Jesus, que é tão misericordioso, benigno e compassivo, não tolera o pecado, a ofensa mantida e alimentada, a impunidade e o acobertamento do erro na sua Igreja. Se o irmão pecar (pode ser o pecado de ofender a alguém, de prejudicar de modo grave e contínuo a um irmão, mas também, com certeza, o pecado que gera escândalo e mal estar na comunidade) deve ser corrigido. Recorde, meu caro, que corrigir caridosa e respeitosamente os que erram, muitas vezes com uma boa e humilde conversa, é uma das obras de misericórdia. Não deveríamos nos omitir diante do erro. Deveríamos exercitar a correção fraterna, como o Senhor Jesus nos ensinou. Mas, observe a gradação que o Senhor nosso estabelece: primeiro uma conversa caridosa; depois, caso não surta efeito, uma conversa com mais de uma pessoa. Finalmente, caso o irmão continue firme no seu erro e no seu pecado, deve-se recorrer “à Igreja”, isto é, àqueles que na comunidade têm a autoridade de Cristo para discernir e julgar tais situações. Quem são esses? Primeiramente o Bispo na sua diocese e, em certa medida, o padre na sua paróquia. Para a Igreja universal, o Papa, enquanto Sucessor de Pedro e pastor da inteira Igreja de Cristo. Note que em tudo isto o propósito sincero deve ser um só: “Se ele te ouvir, ganhaste o teu irmão!” Isto mesmo: salvar o irmão, recolocando-o no bom caminho, seja da doutrina reta, aquela católica e apostólica, seja no bom procedimento da moral cristã.

No entanto, se ainda assim o irmão persistir no seu erro, obstinado na sua cegueira e soberba, os ministros da Igreja devem separá-lo da comunidade, tirá-lo da comunhão dos irmãos (= excomungá-lo): “Seja tratado como um pagão ou um pecador público”, isto é, como alguém que não pertence à Igreja, que está fora da comunhão (= ex-comungado). É este o sentido da excomunhão: alguém ser declarado fora da comunhão visível da Igreja de Cristo! Note que o próprio Jesus determina que assim se proceda em caso de contumácia!

Mas, continuemos:

18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso lhes será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois, onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles”.

Observe que Jesus dá a toda a Igreja o poder das chaves, isto é, o poder de ligar e desligar, ou seja, o poder de punir (ligar) e suspender a punição (desligar). Esse poder que é dado a Pedro de modo particularíssimo, pois é o pastor supremo da Igreja de Cristo (cf. Mt 16,19), ele o dá à Igreja como um todo, de modo que, na medida própria ao ministério de cada um (do Bispo na sua diocese, do padre na sua paróquia e dos legítimos superiores religiosos na sua ordem ou congregação) tal autoridade seja exercida em nome da Igreja. É muito importante compreender isto, pois vê-se claramente que não tem nenhum fundamento aquela visão de uma Jesus bonzinho, que pregaria uma caridade sem verdade, uma misericórdia sem exigência de retidão e conversão. Por outro lado, nem pensar, segundo o Evangelho, num Jesus sem Igreja e dela desligado: Jesus fundou uma só Igreja, é o Senhor dessa Igreja e age através da sua Igreja à qual concedeu o seu Espírito Santo, que a anima, vivifica, assiste e conduz!

Depois o Senhor confirma tudo isto insistindo: “Se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso lhes será concedido por meu Pai que está nos céus. Pois, onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles”. Estas palavras muitas vezes são interpretadas de modo contrário ao que o Senhor quer dizer. Quem são esses dois ou três? São a comunidade, a Igreja! Esses dois ou três são o contrário do um isolado que, de modo soberbo, teima em não escutar à comunidade e seus legítimos pastores! O que Jesus quer dizer é que aquilo que a Igreja decidir ele estará ali, com os seus, sustentando-os a orientando-os.

Pois bem! Nestes tempos de tantos ataques à Igreja, de fora e, pior ainda, de dentro, renovemos nossa confiança no Senhor, que doa continuamente seu Espírito à sua Esposa católica, e tenhamos a serena e profunda certeza de que Cristo guia sua Igreja e espera que nela se viva a humilde e livre obediência própria da fé. Nos últimos decênios, alguns falsos doutores, desvirtuando a muitos, ensinaram que a obediência escraviza e aliena. Não! A obediência livremente vivida na fé e no amor a Cristo feito obediente até a morte, liberta e amadurece! A Igreja não deve ser lugar de imaturos, azedos, revoltados e desobedientes, mas sim o espaço sereno e feliz dos que foram libertados para a liberdade de ter os sentimentos do Cristo, obediente até a morte e morte de cruz! Este é o caminho que nos salva e salvará o mundo!

Fonte: http://costa_hs.blog.uol.com.br/index.html


3 de set. de 2011

Vem aí o kit gay 2!


Dilma Rousseff manterá sua palavra: o kit gay 1 permanecerá suspenso. Mas essa medida, aparentemente, não se aplica ao kit gay 2, que já está vindo.
Se a população chiar muito, eles criam o kit gay 3, 4, 5 e outros, mostrando que o governo não está disposto a desistir dessa briga pelo controle homossexual da mente e corpos das crianças nas escolas.


2 de set. de 2011

Os dias em que Deus parecia existir

Texto Retirado do Site http://www.deuslovult.org/

Poucas coisas me foram tão prazerosas nos últimos dias quanto a leitura deste texto [La fiesta y la cruzada] do Vargas Llosa sobre a Jornada Mundial da Juventude. Para os que tiverem dificuldades com o espanhol, há alguns trechos traduzidos aqui. Não se trata de qualquer articulista. É um Nobel de Literatura e um agnóstico confesso; no entanto, é capaz de escapar à mediocridade intelectual dos não-crentes e reconhecer a beleza do recente encontro católico na capital da Espanha. Ainda que sob uma ótica materialista e incrédula, consegue descortinar um pouco do transcendente.

Afinal, é capaz de reconhecer a beleza destes dias “em que Deus parecia existir e o catolicismo ser a religião única e verdadeira”! E eu, católico, cá de volta ao outro lado do mundo, só posso me alegrar com esta percepção do idoso incrédulo. E me regozijar com uma reconfortante sensação de dever cumprido: na JMJ, nós mostramos que Deus existe e que o Catolicismo é a única Religião verdadeira. E o fizemos de uma maneira tão bem-feita que até mesmo os incrédulos tremeram, e a sua anti-fé foi abalada.

Eu estive em Madrid, e das coisas que fala o Vargas Llosa posso dar testemunho. Definitivamente, nós não éramos turistas levianos em férias de verão; como comentei em outro lugar, nós teríamos coisas muito mais interessantes para fazer se o fôssemos. Enfrentar as intempéries da natureza e as limitações da condição humana – o sol, a chuva, a sede, o calor, o frio, o desconforto, as multidões, o cansaço, et cetera – não é propriamente o que se pode chamar de uma tentadora programação de férias. Mas nós o fizemos – e, como reconhece o articulista agnóstico, “sem acidentes nem maiores problemas”. Nós o fizemos com um sorriso na face, e com um sincero amor a Deus e à Igreja no coração.

Delegação recifense em Madrid! Humberto Carneiro, Claudemir Júnior e Jorge Ferraz

Sorriso na face e amor à Igreja no coração! A alegria e a Fé. A felicidade e a luta. A festa e a cruzada. O Vargas Llosa entendeu perfeitamente aquilo que nós fomos fazer em Madrid. Eu nunca me esqueço do final do “Ortodoxia” do Chesterton, onde o britânico confessa achar que houve alguma coisa que o Deus Altíssimo meio que “escondeu” do mundo quando por aqui esteve, alguma coisa que era grande demais para que Ele mostrasse aos homens. E, na opinião de Chesterton, esta coisa era a Sua alegria. A alegria, que é a pequena publicidade do pagão e o gigantesco segredo do cristão! A alegria cristã revelada em Madrid nos sorrisos dos peregrinos. Na festa que o articulista peruano percebeu.

Não se trata de uma alegria vazia ou superficial – de forma alguma! Trata-se de um contentamento interior que não se abala com as adversidades, de um júbilo que não foge à luta. Não é meramente uma festa, é também uma cruzada. Como eu tive a chance de dizer a Zenit, nós fomos a Madrid para dar «um grande testemunho público de fé diante de uma Europa laicista». Para fazê-lo, era sem dúvidas necessário juntar muitas centenas de milhares de pessoas (de todos os países do globo) ao redor de um homem de branco. Vivemos em uma era em que uma imagem vale mais do que mil palavras; e o quadro pintado em Madrid com cores jovens dos cinco continentes é sem dúvidas mais eloqüente do que quaisquer artigos religiosos que se poderiam escrever. Ter estado na última Jornada Mundial da Juventude foi mais profícuo do que qualquer outra coisa que eu poderia ter ficado fazendo no Brasil.

E o nosso recado foi passado e foi entendido. A Fé não pode ser confinada às esferas do subjetivo e do privado. Ao contrário, a Fé é uma força motriz necessária à construção e à manutenção de qualquer sociedade que se possa pretender minimamente civilizada. A citação das seguintes linhas do La fiesta y la cruzada é um pouco longa, mas eu provavelmente não conseguiria escrever melhor:

Durante muito tempo se acreditou que, com o avanço do conhecimento e da cultura democrática, a religião – esta forma elevada de superstição – iria se desfazendo, e que a ciência e a cultura a substituiriam de longe. Agora sabemos que esta era outra superstição, que a realidade fez em pedaços. E sabemos, também, que aquela função atribuída à cultura pelos livre-pensadores do século XIX (com tanta generosidade quanto ingenuidade), esta é incapaz de cumpri-la, sobretudo agora. [...] A cultura não pôde substituir a religião e nem poderá fazê-lo, salvo para pequenas minorias marginais ao grande público. A maioria dos seres humanos somente encontra aquelas respostas (ou, pelo menos, a sensação de que existe uma ordem superior da qual toma parte e que dá sentido e sossego à sua existência) através de uma transcendência que nem a filosofia, nem a literatura, nem a ciência conseguiram justificar racionalmente. E por mais que tantos brilhantíssimos intelectuais tratem de nos convencer que o ateísmo é a única conseqüência lógica e racional do conhecimento e das experiências acumulados ao longo da história da civilização, a idéia da extinção definitiva [da religião] continua sendo intolerável para o ser humano comum e corrente, que continuará encontrando na fé aquela esperança de uma sobrevivência além da morte à qual nunca pôde renunciar. Enquanto não tome o poder político e este saiba preservar sua independência e neutralidade frente a ela, a religião não apenas é lícita como também indispensável em uma sociedade democrática.

Trata-se de um agnóstico rendendo-se à força do testemunho católico, ainda que para fins pragmáticos e com certos preconceitos errôneos quanto às relações entre Igreja e Estado – mas, de qualquer forma, já infinitamente melhor do que os discursos cheios de ódio que nós nos cansamos de encontrar por aí! Porque, até mesmo para o renomado escritor incrédulo, naqueles dias de alegria e de luta Deus parecia existir e a Igreja parecia ser a única Religião Verdadeira. E esta impressão – capaz de romper as barreiras do ceticismo – só foi possível graças à generosidade de milhões de católicos que contribuíram para a grande festa madrileña, para a monumental cruzada espanhola, para a extraordinária jornada católica da qual tomamos parte a fim de mostrar Deus a um mundo sem fé. E, naquela multidão de jovens unidos em uma mesma Fé em torno de um mesmo Chefe, até mesmo os incrédulos puderam vislumbrar a existência do Deus Altíssimo e da Única Igreja Verdadeira. Diante da JMJ, até mesmo os que não têm fé puderam experimentar um desejo – por fugaz que fosse! – de caminhar de mãos dadas com o Vigário de Cristo rumo ao Céu.


Afinal, o que querem aqueles que hostilizam o Papa em suas viagens pelo mundo?


jornal Il Foglio

Como na Inglaterra e na Escócia durante a viagem de um ano atrás. Como naEspanha há poucas semanas. Também na Alemanha a acolhida que uma parte do país pretende reservar a Bento XVI, do dia 22 a 25 de setembro próximos, não é das melhores.

Há protestos de grupos de associações organizadas (muitos deles aderentes do movimento gay alemão) que, no dia 22 de setembro, no Portão de Brandenburgo, quando o pontífice fizer um discurso aos parlamentares, elas se concretizarão em um desfile liderado por um falso papamóvel com um “antipapa”. A acusação, no fundo, é a de sempre: Ratzinger lidera uma Igreja obscurantista e antimoderna.

E depois há os protestos provindos de dentro da Igreja Católica: um grupo de católicos alemães liderado pelos sacerdotes Norbert Reicherts e Christoph Schmidt assumiram as reivindicações dos 150 padres Austríacos que antes do verão [europeu] pediram a Bento XVI a abolição do celibato sacerdotal, a ordenação feminina, a readmissão à Eucaristia dos divorciados de segunda união e o retorno à Igreja dos sacerdotes que se casaram e tiveram filhos.

Sandro magister, vaticanista, parte da dissidência interna da Igreja para dizer que “é uma fermentação típica do mundo de língua alemã, uma fermentação que se apresenta com uma característica específica: a antirromanidade”. Ele diz ao Il Foglio: “NaAlemanha, são fortes as pressões protestantes que pedem reformas e inovações à Igreja Católica. A essas demandas, parte do mundo católico reage repropondo-as, porque as julga necessárias para se manter no ritmo da modernidade. Também é um modo pelo qual parte do mundo católico reivindica a sua autonomia de Roma, do papa, do centro da catolicidade. São reformas cujo conteúdo é conhecido há muito tempo, mas que retornam ciclicamente. Acredito que, pra avaliá-las do modo mais justo, porém, é preciso uma leitura mais distanciada”.

Qual? “Parece-me evidente que aqueles que pedem inovações no plano do celibato, do sacerdócio, da moral sexual etc., não pedem à Igreja nada mais do que um sinal, um milagre, um pouco como os fariseus que pediram a Jesus um sinal do céu para pô-lo à prova. Jesus respondeu dando-lhes o que pediam, mas respondeu voltando ao essencial, isto é, convidando a todos a olhar para ele.

Lembrando-lhes que ele era a resposta que buscavam. O papa faz o mesmo. Não reage a essas exigências oferecendo gestos taumatúrgicos, que depois não o são, mas simplesmente convida a todos a olhar para Deus, para o Mistério, para aquilo que é essencial na vida dos fiéis. Além disso, é sabido que a verdadeira reforma da Igreja, para Ratzinger, não parte de uma mudança das estruturas ou das normas, mas sim, sobretudo, de uma conversão do coração, de um convite a todos os fiéis a olharem para Deus.

Na Itália, nestes dias, muitos também pedem um sinal à Igreja: renúncias aos benefícios do 8 por mil [porcentagem da arrecadação total do imposto de renda italiano que é repassada às diversas confissões religiosas]. Esse pedido, no fundo, também espelha aquele dos fariseus: dá-nos um sinal, faça um milagre”.

O leitmotiv das viagens de Bento XVI parece ser o dos protestos preventivos. Grupos hostis, alimentados por uma eficaz campanha midiática, prometem fogo e enxofre assim que o papa puser seus pés em seu país.

“Sim – diz Magister –, mas esses protestos, depois, se derretem como neve no sol. É um pouco como o Irene. Devia ser um furacão e se tornou uma simples tempestade ou quase isso. Assim são os protestos contra o papa. Antes que Ratzinger chegue, são furacões chegadas. Uma vez que Ratzinger aterriza e começa a sua viagem, depois dos seus gestos, dos seus discursos, não há mais quase nada.Na Inglaterra e na Escócia, muitos políticos que anteriormente haviam atacado Bento XVI também tiveram que declarar publicamente que estavam errados. Assim também na Espanha. Até mesmo alguns colegas de Zapatero acusaram o primeiro-ministro socialista por ter ido a Canossa, como se o seu encontro com o papa fosse uma ‘desistência papista’. Na Espanha, foi dada uma grande ênfase a essas declarações e também aos movimentos de protesto dos indignados nas praças. Mas a viagem em si, os milhares de jovens presentes e as palavras do papa afundaram qualquer polêmica, de fato”.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

1 de set. de 2011

Escute esta pregação:Maria terror dos demonios


Video: Empresa oferece abrigos subterrâneos no Brasil para o fim dos tempos


Video: Empresa oferece abrigos subterrâneos no Brasil 28.08.2011 -

Nota de www.rainahmaria.com.br por Dilson Kutscher Primeiramente veremos neste video o seguinte: Comercial da FEMA prepara os americanos para "um mundo de cabeça para baixo" Este comercial está sendo veiculado nos EUA. FEMA é a agência governamental responsável pela preparação e resposta a desastres e emergências dentro dos EUA. Depois uma empresa brasileira oferece abrigos subterrâneos no Brasil. Realmente por mais que seja apenas prevençäo, mas diz o ditado popular: "Onde há fumaça pode haver fogo" Mas meu Abrigo e Rochedo é o Senhor Nosso Deus, pois...

Diz na Sagrada Escritura: (II Samuel 22,3) Ele é o meu Deus. Nele, meu rochedo, eu me abrigo meu escudo e minha força salvadora, minha torre forte, meu refúgio, meu salvador que me salva da violência. (Salmos 94,22) Javé será a minha fortaleza, Deus será a rocha onde me abrigo.



 Infelizmente seus abrigos subterrâneos näo väo suportar a IRA DE DEUS. (Deuteronômio 32,37) Javé dirá: «Onde estarão os seus deuses, a rocha onde buscavam o seu refúgio? (Deuteronômio 32,27) O fogo da minha ira está a arder e vai queimar até à mansão dos mortos; vai devorar a terra e seus produtos, e abrasar o alicerce das montanhas. (Apocalipse 6,13 -17) As estrelas do céu caíram sobre a Terra, como figueiras soltando figos verdes quando sacudidas por um vento forte. O céu enrolou-se como uma folha de pergaminho.

Todas as montanhas e ilhas foram arrancadas do lugar. Os reis da terra, os magnatas, os capitães, os ricos e os poderosos, todos, escravos e homens livres, esconderam-se nas cavernas e rochedos das montanhas, clamando aos montes e pedras: «Caí sobre nós e escondei-nos da Face d'Aquele que está no trono, e da ira do Cordeiro. Pois chegou o grande Dia da sua ira. E quem poderá ficar de pé? www.rainhamaria.com.br

Maravilhosa entrevista com o Professor Hermes, militante pro vida


Mobilização contra o aborto e outros fatores corrosivos da instituição familiar

Ação empreendida no Vale do Paraíba (SP) vem crescendo e poderá estender-se pelo Brasil autenticamente católico

Prof. Hermes

Em nossa época de indiferentismo religioso, a doutrina católica não só é denegrida pelos seus adversários, mas tantas vezes desobedecida até pelos próprios seguidores. Poucos se destacam na luta contra a maré relativista e o neopaganismo. Um deles é o Prof. Hermes Rodrigues Nery, que concede esta entrevista aCatolicismo.

Ele é coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté (SP); diretor-executivo do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto; coordenador da campanha São Paulo pela Vida; professor de bioética (pós-graduado pela PUC-RJ, em curso promovido pela CNBB e Pontifícia Academia para a Vida); catequista, pai de família, jornalista e escritor.

* * *

Catolicismo — Em meio a tantas ameaças e ataques à fé católica, especialmente no Brasil, enquanto muitos se deixam arrastar pelo relativismo, chegando até mesmo ao ateísmo, o senhor se destaca pelo entusiasmo que demonstra como uma das mais atuantes lideranças católicas do País. Uma vez que os ataques são intensos e sistemáticos contra a Igreja Católica em nossos dias, perguntamos: afinal, o que está sucedendo?

“O maior desafio, de todos eles, penso eu, seja o de não se deixar levar pela correnteza daqueles que querem banir Deus do horizonte da história”

Prof. Hermes O entusiasmo se mantém pela convicção da verdade de que a Igreja — provada por 2.000 anos — sustenta: uma verdade de amor que supera todos os equívocos da História; os enganos ideológicos que são como o “psiu” da serpente, que prometem a panacéia utópica de realidades temporais, a qual se transforma em pesadelos totalitários e inumanos. Daí a “pérola da verdade” que a Igreja mantém como sã doutrina que permanece rocha inconcussa, a confirmar o que Jesus assegurou a Pedro: “As portas do inferno não prevalecerão”. Mas esta convicção requer de nós pôr a mão no arado, carregar a cruz e seguir Nosso Senhor Jesus Cristo. Daí o sentido da missão evangelizadora ser cada vez mais exigente, em meio a tantos desafios.

Catolicismo — Quais são esses desafios?

Prof. HermesGostaria de dizer como Chesterton: “Sou o homem que — com grande ousadia — descobriu apenas o que havia sido descoberto antes: a Igreja é o caminho seguro da salvação”. É o que a experiência mostra com fartos exemplos do cotidiano. “Fora da Igreja não há salvação!” Isso é de uma tão grande atualidade, que nos fortalece quando nos vemos na tempestade da pós-modernidade. E quando o barco em que estamos parece não dar conta de tão grandes ondas adversas, ouvimos a voz de Jesus – que anda sobre as águas e acalma o mar – a nos dizer repetidas vezes: “Não tenham medo!”.

O maior desafio, de todos eles, penso eu, é não se deixar levar pela correnteza daqueles que querem banir Deus do horizonte da História. E agora – mais do que nunca – é hora de reconhecermos que precisamos de Deus. Por isso rezamos e trabalhamos, para nos mantermos vinculados a Ele (daí o sentido da religião – re ligare), pois é este vínculo com o Altíssimo que irá garantir a vida eterna. Esta é a vida que nos interessa: a vida verdadeira.

O apelo pela defesa da vida foi feito pelo papa João Paulo II, em sua memorável encíclica Evangelium Vitae. A defesa da vida, portanto, é hoje prioridade na missão evangelizadora, para que a vida digna seja condição para a vida plena na eternidade. É nesse campo que sopra mais forte o Espírito Santo, a exigir de nós uma atuação coerente com o Evangelho.

Na tribuna da Câmara Municipal de São Paulo, o Prof. Hermes faz pronunciamento enquanto coordenador da Campanha São Paulo pela Vida

Catolicismo — Que pontos relevantes o senhor destacaria na Evangelium Vitae e qual é a importância do apelo do Papa na defesa da vida?

Prof. HermesA Evangelium Vitae é profética porque denunciou as novas ameaças à vida humana e as hostilidades contra a instituição familiar (e também contra a Igreja), demonstrando que tais ataques – cada vez mais intensos – não são espontâneos, mas planejados e sistematizados por poderosas forças culturais, políticas e econômicas, que têm como objetivo minar a sã doutrina católica, para relativizar e banalizar cada vez mais o sentido e o valor da vida, vulnerabilizando a pessoa humana a condições indignas de existência. Tais ataques fragilizaram a vida humana, de modo especial na fase nascente (com a tragédia do aborto) e no seu ocaso (com a eutanásia), dentro de um contexto político que o próprio Papa chamou de “conjura contra a vida”, em que forças ideológicas vão impondo estilos suicidas que se voltam contra o ser humano, agrilhoando-o a falsas necessidades e perversas ilusões.

Há um embate que o Papa chamou de “cultura da morte x cultura da vida”, em uma “guerra dos poderosos contra os débeis”. Realidade esta tão bem documentada e elucidada, por exemplo, por Edwin Black em seu livro “A Guerra contra os Fracos – A eugenia e a campanha norte-americana para criar uma raça superior”. Os mesmos institutos e fundações norte-americanos que naquela época investiram nas pesquisas nazistas por uma “higiene racial” da espécie humana (recorrendo às esterilizações), são os que hoje promovem o aborto e a eutanásia no Brasil e no mundo. Através da permissividade legislativa, os poderes constituídos vêm aprovando leis contra a vida: descriminalizando o aborto, autorizando a eutanásia, permitindo o uso de embriões humanos em pesquisas científicas, ferindo a dignidade sacramental do matrimônio ao legitimar uniões do mesmo sexo com o direito de adoção de crianças, negando assim o direito destas à insubstituível e imprescindível paternidade e maternidade indispensáveis à formação integral da pessoa humana. Por isso a Evangelium Vitae buscou sensibilizar os governantes e legisladores não apenas a elaborar e aprovar leis em favor da vida, como a sociedade de um modo geral a colocar-se ao lado da vida, na defesa do nascituro, do portador de necessidade especial, dos idosos, enfim, dos mais fragilizados do mundo, pois o que a Igreja quer é a vida para todos.

“Armas possantes visando atingir os alicerces da Igreja, numa somatória de esforços, com investidas luciferinas, com o propósito de destruir a fé cristã”

Catolicismo — A Igreja sofre com tudo isso, daí ser imprescindível a defesa da vida. Que forças ideológicas são estas que formam o que a Evangelium Vitaechamou de “cultura da morte”?

Prof. Hermes A Igreja não apenas sofre com tudo isso, mas é atingida por estas forças ideológicas no que ela tem de mais sagrado. Há uma sutil estratégia no intuito de tentar corroer inclusive por dentro a instituição, os seus princípios e valores, com uma metodologia muito sofisticada: descaracterizando conceitos, dando outro sentido e significado àquilo que a Igreja sempre anunciou como valor de vida, relativizando e debilitando a moral cristã para viabilizar a aceitação de um ideário inteiramente anárquico. São forças antigas, antiqüíssimas, que já atuavam desde os primórdios da Igreja (a começar pela gnose), e que agora encontram na tecnologia e em tantos meios de manipulação dos mass media armas mais possantes, visando atingir os alicerces da Igreja, numa somatória de esforços, com investidas luciferinas, com o propósito de destruir a fé cristã. De todas as religiões, é a doutrina católica apostólica romana a que se quer mais atingir. Estas forças ideológicas (o laicismo de raízes maçônicas e também anarquistas, o ateísmo agressivo, o fundamentalismo ambiental, o feminismo radical, o cientificismo huxleano, etc.) têm sido difundidas e sustentadas por instituições, organismos sociais e empresas, com vasta ramificação em todo o planeta, direcionando seus dardos principalmente contra a Igreja Católica.

Catolicismo — Como vem ocorrendo esse processo?

Prof. Hermes Na história recente, depois da Segunda Guerra Mundial, estas forças se intensificaram e passaram a atuar de modo mais sistematizado. Desde 1952, em departamentos da ONU — com o apoio crescente de grandes fundações internacionais (Rockefeller, Ford, entre outras — foi se estruturando no interior de muitas instituições, principalmente no meio universitário e das comunicações, e governos, um anticatolicismo que superou o anticlericalismo do passado, pois agora é a doutrina moral católica que está seriamente ameaçada. A líder feminista Frances Kissling, fundadora da OnG Católicas pelo Direito de Decidir — que é católica só no nome, para confundir — afirmou: “A perspectiva católica é um bom lugar para começar, tanto em termos filosóficos, sociológicos como teológicos, porque a posição católica é a mais desenvolvida. Assim, se você puder refutar a posição católica, você refutou todas as demais. Se você derrubar a posição católica, você ganha”.

“O fato é que com o PNDH-3, os direitos humanos se transformam em palavra-de-ordem para justificar uma nova mentalidade e ordem mundial inteiramente amoral”

Catolicismo — Nesta luta contra o aborto e tantos males que visam à degenerescência da família, não há necessidade de mover uma verdadeira cruzada?

Prof. HermesSim. Trata-se de uma cruzada, no melhor sentido cristão. O apelo lançado pela Evangelium Vitae pela defesa da vida deve mobilizar a sociedade nesta nova frente de batalha. E rogamos a intercessão de São Miguel Arcanjo, pois vemos que os ataques contra a vida e a família são também ataques contra a Igreja. Mas é promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo de que ela não será inteiramente combalida. O próprio Catecismo afirma que “a consumação da Igreja e, através dela, a do mundo, na glória, não acontecerá sem grandes provações” (CIC, 769). É promessa de Jesus: ‘quem perseverar até o fim, será salvo!’” (Mt 10, 22).

Catolicismo — Sobre a tragédia do aborto, que interesses estão em jogo?

Prof. HermesA questão do aborto é a ponta do iceberg. Há um holocausto silencioso, vitimando a milhares de seres humanos a cada dia, em todas as partes do planeta; vidas ceifadas ainda no ventre materno, do modo mais cruento e doloroso, pois o inimigo de Deus tem sede do sangue inocente. “Estamos todos na realidade presos pelas potências que de um modo anônimo nos manipulam”,afirmou Joseph Ratzinger em seu livro Jesus de Nazaré. Essas potências que atuam “de modo anônimo” têm expressão nos centros privados do poder, nas grandes fundações (como as Organizações Rockefeller, a Ford, a MacArthur, a Buffet, a Gates, a IPPF, a Bemfam, o IPAS), na vasta rede de OnGs feministas que defendem os direitos sexuais e reprodutivos, em agências da ONU, etc., que querem “construir o mundo de um modo autônomo, sem Deus”; daí a obsessão pela manipulação da vida, com as possibilidades inquietantes em decorrência dos avanços biotecnológicos.

Depois da obsessão por uma libertação que primeiramente se expressou por uma utopia social, agora quer se chegar a uma libertação mais profunda, contra até mesmo as condições biológicas do ser humano. “Aqui se ultrapassou, por assim dizer, a teologia da libertação política com uma antropológica”, explicou Ratzinger em sua obra O Sal da Terra. Tais forças de poder atuam no esforço de um desmonte das estruturas civilizacionais do Direito natural, e na arquitetura de uma engenharia social, tecnicamente planejada para um completo domínio da vida. O controle populacional faz parte desta estratégia. O aborto, portanto, é um aspecto sombrio desta terrível realidade que o Papa chamou de “cultura da morte”. No Brasil, todas estas ideologias estão contidas no Plano Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3, que causou assombro e perplexidade entre vários setores da sociedade, quando foi lançado pelo governo federal, em dezembro de 2009.

O fato é que com o PNDH-3, os direitos humanos se transformam em palavra-de-ordem para justificar uma nova mentalidade e uma ordem mundial inteiramente amoral, em que a pessoa deixa de ser sujeito para se tornar objeto, destituída de humanidade, sem proteção e promoção, anulada em sua identidade e vítima de reducionismos aviltantes, em graus diferenciados de manipulação, que é a pior de todas as violências. Por isso a Igreja se posiciona em favor da vida, como fez valentemente Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos, durante a campanha presidencial de 2010, denunciando o governo federal de estar comprometido com estas ideologias do mal, tão evidentes no PNDH-3.

Catolicismo — Como tem sido no Brasil o trabalho de mobilização para evitar a legalização do aborto e afirmar a cultura da vida, especialmente com ações da Igreja?

Prof. Hermes Desde a publicação da Evangelium Vitae, tem havido iniciativas nesse sentido em muitas partes do mundo. No Brasil, após a aprovação da Lei de Biossegurança (março de 2005), esta mobilização vem crescendo. Têm surgido em várias dioceses comissões diocesanas em defesa da vida, grupos de estudos na área de bioética, movimentos de leigos comprometidos com o Evangelho da Vida. Na diocese de Taubaté, o nosso bispo Dom Carmo João Rhoden fundou, em 28 de outubro de 2005, o Movimento Legislação e Vida, que coordeno junto com o Pe. Ethewaldo Naufal L. Júnior; e também a comissão diocesana em defesa da vida. Realizamos vários seminários de bioética e um Congresso Internacional em Defesa da Vida, no Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (fevereiro de 2008). Desde então, junto com outras comissões diocesanas e demais grupos (como o Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto, que é suprapartidário e supra-religioso), estamos acompanhando em Brasília, os projetos de lei relacionados à vida e família que tramitam nas comissões do Congresso Nacional, bem como as deliberações no Supremo Tribunal Federal (como a ADIN 3510, a ADPF 54 e outras). Com um trabalho coordenado e integrado, temos conseguido importantes vitórias no campo legislativo. Em maio de 2008, por 33 x 0, o PL 1135/91, visando despenalizar o aborto no Brasil, foi rejeitado na Comissão de Seguridade Social e Família, e também posteriormente pela Comissão de Constituição e Justiça. Promulgamos ainda, no período em que fui presidente da Câmara Municipal de São Bento do Sapucaí (2009-2010), a primeira lei orgânica pró-vida do País, incluindo no texto constitucional local o direito à vida desde a fecundação até a morte natural, com diretrizes do humanismo integral, destacando que o direito à vida é o primeiro e o principal de todos os direitos humanos.

“Esperamos através da iniciativa popular obter mais de 300 mil assinaturas para inserir na constituição do estado o direito à vida desde a fecundação”

Catolicismo — Que outras ações têm sido empreendidas?

Prof. HermesA nossa diocese também lançou, em novembro do ano passado, a Campanha São Paulo pela Vida, que conta hoje com o apoio da Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB. Esperamos através da iniciativa popular obter mais de 300 mil assinaturas para inserir na constituição do Estado de São Paulo o direito à vida desde a fecundação. Em nível federal, propusemos ainda no 4º Encontro Brasileiro de Legisladores e Governantes pela Vida, no começo deste ano, que os deputados federais da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Vida trabalhassem pela aprovação da PEC pela Vida, para através de emenda constitucional garantir o direito à vida de modo integral. O que já foi feito em nível municipal nós esperamos conseguir em âmbito estadual e, se Deus quiser, também nacional. Nesse sentido, há ainda esforços pela aprovação do Estatuto do Nascituro. Todas estas iniciativas mostram que a Igreja está viva e atuante, apesar das tantas dificuldades existentes. O nosso trabalho em nível diocesano é feito em comunhão eclesial com o Bispo, o padre assessor e os leigos. E também integrado a outros grupos que trabalham nesse sentido, pois diz o Catecismo claramente que “a missão de Cristo e do Espírito Santo realiza-se na Igreja” (CIC, 737). Superando os problemas, vamos buscando – fiéis ao Magistério da Igreja – estar mais disponíveis à graça de Deus, pois é Ele quem opera.

Catolicismo — Como são superadas as dificuldades?

Prof. HermesSanto Afonso de Ligório é enfático em dizer que a oração deve preceder a ação, para estabelecer o vínculo perfeito que propicie a abundância das graças, que somente Deus pode oferecer a quem a Ele recorrer sinceramente. É o lema de São Bento “ora et labora” que atualiza a pedagogia de Deus no mistério da Igreja, orante e militante, na defesa da vida humana, de modo integral, na dimensão soteriológica, com a perspectiva para a realidade última; pois a vida definitiva depende desta provisória, das nossas decisões e adesões que fazemos no dia-a-dia. E então somos levados a refletir: sobre que lastro construímos a nossa história? Nesse sentido, a Igreja confirma Jesus Cristo como “caminho, verdade e vida”. E é esta vida que defendemos: a vida nova proposta por Jesus, que começa aqui a ser edificada. Daí o imperativo bíblico tão atual: “Escolhe, pois, a Vida!”.

Freira abortista na PUC-PR



Corpo da mensagem


“Teóloga católica” abortista encerrará congresso “teológico” da Pontifícia Universidade “Católica” de Curitiba.

Um leitor, que prefere o anonimato por temer eventuais represálias, informa-nos sobre o X Congresso de Teologia da PUCPR – V Jornada do Pensamento Contemporâneo, promovido pela PUCPR – Curitiba, de 3 a 5 de outubro próximos.

Diz ele:

O curso de teologia da PUCPR é dirigido por um admitido teólogo da libertação, suas posições são frequentemente opostas à tudo que é ortodoxo, mas eu e alguns amigos tradicionais acreditamos que agora ele chegou a um ponto absurdo demais para nossa Arquidiocese não fazer nada. A freira abortistaIvone Gebara (foto), vinculada ao grupo Católicas pelo Direito de Decidir, foi convidada para fechar o X Congresso de Teologia da PUCPR. Enviamos mensagens ao arcebispo, anunciamos nas redes sociais e não tivemos respostas.

O desprezo para com os simples fiéis é característica muito cara aos hierarcas atuais; com muito afinco, defendem e aplicam este dom — não do Espírito, mas do espírito do concílio, da ruptura, da “nova igreja” — reservado para os nossos tempos primaveris. Bradando por diálogo e participação dos leigos, contra uma Igreja do passado que pejorativamente chamam de clerical, agem como verdadeiros déspotas. Fazem o que bem entendem, simplesmente não respondem e ponto. Que reclamem ao Papa, aquela figura decorativa (para eles) que fica do outro lado do Atlântico.

Não causa surpresa ver as PUC’s envolvidas com o que há de oposto à Fé Católica [já denunciamos fato semelhante envolvendo a PUC-SP aqui; Dom Odilo Pedro Scherer não se pronunciou a respeito]. Ingenuidade seria pensar que algo diferente viesse da PUC de Curitiba, cidade em que abortistas são recebidas com flores pelas lideranças eclesiásticas.

A senhora Ivone Gebara é uma das signatárias do manifesto da Sinagoga de Satanás por ocasião da última eleição presidencial. Neste seu recente artigo, refere-se repetidas vezes ao aborto como “crime”. Sim, entre aspas. Compreensível, afinal, o que esperar de uma “religiosa” “católica” que se diz “teóloga”, “doutora” em “filosofia” e em “ciências religiosas” por duas “universidades” “católicas” de “renome”? Haja aspas!

O tal “congresso” “teológico” (!!!) da PUC debaterá (ou doutrinará?), basicamente, a famigerada e imoral “Ideologia do Gênero”, magistralmente dissecada pelo Padre Lodi e considerada verdadeiro atraso para as mulheres pela “machista”, “capitalista”, “imperalista”, Santa Sé. Além da “teóloga” Gebara, discursarão muitos outros “expoentes” da “nata” “pensante” da “teologia” brasileira, como, por exemplo, o senhor Glauco Soares de Lima, “bispo” primaz e presidente da “igreja” anglicana de São Paulo, que tratará das “Questões relativas às Relações Hétero e Homoafetivas”. Edificante e teologicamente profundo!

Assim, “esperando contra toda a esperança” (Ro, 4, 18), conclamamos nossos leitores a enviar seus protestos às autoridades eclesiásticas. Pode parecer uma batalha já perdida, mas mantenhamos firme e inabalável a certeza de que o Senhor governa a Sua Igreja.

ARQUIDIOCESE DE CURITIBA
Dom Moacyr José Vitti – Arcebispo
Rua Francisco Juglair, 324
Fone: (41) 2105-6300 Mossunguê – 81200-230 – Curitiba-PR
Email – Assessoria de Comunicação: vozdaigreja@arquidiocesecwb.org.br

NUNCIATURA APOSTÓLICA – DOM LORENZO BALDISSERI

Av. das Nações, Quadra 801 Lt. 01/ CEP 70401-900 Brasília – DF Cx. Postal 0153 Cep 70359-916 Brasília – DF Fones: (61) 3223 – 0794 ou 3223-0916 Fax: (61) 3224 – 9365 E-mail: nunapost@solar.com.br

SECRETARIA DE ESTADO DA SANTA SÉ:

Eminência Reverendíssima Dom Tarcisio Cardeal Bertone Palazzo Apostolico Vaticano 00120 Città Del Vaticano – ROMA Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088 1ª Seção Tel. 06.6988-3014 2ª Seção Tel. 06.6988-5364 e-mail: mailto:vatio26@relstat-segstat.va; mailto:vatio23@genaff-segstat.va ; mailto:vatio32@relstat-segstat.va

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

Eminência Reverendíssima Dom William J. Levada Palazzo del Sant’Uffizio, 00120 Città del Vaticano E-mail: cdf@cfaith.va – Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088

CONGREGAÇÃO PARA OS INSTITUTOS DE VIDA CONSAGRADA E SOCIEDADES DE VIDA APOSTÓLICA.

Excelência Reverendíssima Dom João Braz de Aviz: Piazza Pio XII, 3 00193 – Città del Vaticano – ROMA Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088 Senhor Prefeito: +39. 06. 69884121 Senhor Arcebispo Secretário Joseph William Tobin, C.SS.R.: +39. 06. 69884584 E-mail: civcsva.pref@ccscrlife.va (Prefeito) civcsva.segr@ccscrlife.va (Secretário) vati059@ccscrlife.va (informação)

CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA - DOS SEMINÁRIOS E DOS INSTITUTOS DE ESTUDO:

Eminência Reverendíssima Dom Zenon Cardeal Grocholewski: Piazza Pio XII, 3 00193 – Città del Vaticano – ROMA Tel. 06.6988-3438 Fax: 06.6988-5088

SUPREMO TRIBUNAL DA ASSINATURA APOSTÓLICA

Eminência Reverendíssima Dom Raymond Cardeal Leo Burke. Piazza della Cancelleria, 1 – 00186 ROMA Tel. 06.6988-7520 Fax: 06.6988-7553

CONGREGAÇÃO PARA O CLERO

Eminência Reverendíssima Dom Mauro Cardeal Piacenza: Piazza Pio XII, 3 00193 – Città del Vaticano – ROMA Tel: (003906) 69884151, fax: (003906) 69884845 Email: clero@cclergy.va (Secretário)