Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

29 de set. de 2011

Pró-vidas aplaudem derrota do projeto de aborto na Corte Suprema do México.


MEXICO D.F., 29 Set. 11 / 02:56 pm (ACI/EWTN Noticias)

Organizações Pró Vida do México celebraram que a Suprema Corte de Justiça da Nação (SCJN) tenha rejeitado o projeto que aprovaria o aborto no país e que a Constituição Federal da República e os tratados internacionais que protegem a vida a partir da concepção sigam "vigentes e legais".

Um comunicado remetido ao grupo ACI pela Coalizão de Grupos a favor da Vida e aFamília de Baixa Califórnia, conformada por mais de 30 organizações da sociedade civil somente nesse estado, recorda que os quatro juizes que votaram a favor da vida foram Jorge Pardo, Guillermo Ortiz Mayagoitia, Salvador Aguirre Anguiano e Margarida Luna Ramos.

Diante desta situação, as organizações da sociedade civil dos estados da República que reformaram sua constituição para proteger o direito à vida, "congratularam-se pelo fato que impere o estado de direito no país, ao respeitar a soberania dos estados e, sobre tudo, o sentir da cidadania".

No comunicado se recorda ademais que "cada uma das reformas que protegem o direito à vida desde a concepção cumpriu com o processo legislativo, foram aprovadas por maioria, por representantes de todos os partidos políticos, pelas prefeituras e publicadas nos diários oficiais em tempo e forma".

Do mesmo modo, outras fontes pró-vida do México assinalaram à ACI Prensa que com a decisão tomada pela Corte Suprema "declararam constitucional, legal e válida a reforma que protege a vida no estado nortista de Baja Califórnia e se fixaram critérios de defesa da vida".

"Além disso a Corte estabeleceu que sim existe um direito à vida e sob este critério desprezou a proposta do ministro Franco, que pretendia não só modificar reformas legislativas no estado de Baja California, mas também estabelecer um critério para que não houvesse direitos ao concebido não nascido".

Nesta quinta-feira se realiza a sessão sobre o caso do estado de San Luis Potosí.

Hoje é dia dos Santos Arcanjos!


 Igreja universal celebra a festa dos arcanjos São Miguel, São Gabriel, São Rafael. “Miguel” que significa: “Quem como Deus?” é o defensor do Povo de Deus no tempo de angústia. É o padroeiro da Igreja universal e aquele que acompanha as almas dos mortos até o céu. “Gabriel” – que significa “Deus é forte” ou “aquele que está na presença de Deus” – aparece no assim chamado evangelho da infância como mensageiro da Boa Nova, do Reino de Deus que já está presente na pessoa de Jesus de Nazaré, nascido de Maria. É ele que anuncia o nascimento de João Batista e de Jesus. Anuncia, portanto, o surgimento de uma nova era, um tempo de esperança e de salvação para todos os homens. “Rafael”- que quer dizer “medicina dos deuses” ou “Deus cura” – foi o companheiro de viagem de Tobias. É aquele que cura, que expulsa os demônios. São Rafael é o companheiro de viagem do homem, seu guia e seu protetor nas adversidades.
“Lá do alto enviai-nos, ó Cristo, vosso anjo da paz, São Miguel. Sua ajuda fará vosso povo crescer mais, prosperando, fiel. Gabriel, o anjo forte na luta, nosso templo sagrado visite, lance fora o antigo inimigo e, propício, conosco habite. Enviai-nos dos céus Rafael, o bom anjo que cura os doentes, para a todos os males sarar e curar a doença das mentes. Cristo, glória dos coros celestes, vossos anjos nos venham guiar, para, unidos a eles um dia, glória eterna ao Deus Trino cantar. Amém.” (Liturgia das Horas)


São Gabriel com Maria.
São Rafael com Tobias.

São Miguel com Todas as Hierarquias.
Roguem por nós agora e sempre e defendei-nos do Combate!


Fonte: http://dominnus.wordpress.com/2008/09/20/santos-arcanjo


Este homem foi condenado à morte no Irã por ser cristão. Ele pode se salvar: basta renunciar a Cristo.


Não há um só país de maioria cristã, e já há muitos anos, que persiga outras religiões. Ao contrário: elas são protegidas. Praticamente todos os casos de perseguição a minorias religiosas têm como protagonistas correntes do islamismo — ou governos mesmo. Não obstante, são políticos de países cristãos — e Barack Obama é o melhor mau exemplo disto — que vivem declarando, como se pedissem desculpas, que o Ocidente nada tem contra o Islã etc. e tal. Ora, é claro que não! Por isso os islâmicos estão em toda parte. Os cristãos, eles sim, são perseguidos — aliás, é hoje a religião mais perseguida da Terra, inclusive por certo laicismo que certamente considera Bento 16 uma figura menos aceitável do que, sei lá, o aiatolá Khamenei…

O pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso em 2009, acusado de “apostasia” — renunciou ao islamismo—, e foi condenado à morte. Deram-lhe, segundo a aplicação da sharia, três chances de renunciar à sua fé, de renunciar a Jesus Cristo. Ele já se recusou a fazê-lo duas vezes — a segunda aconteceu hoje. Amanhã é sua última chance. Se insistir em se declarar cristão, a sentença de morte estará confirmada. Seria a primeira execução por apostasia no país desde 1990. Grupos cristãos mundo afora se mobilizam em favor de sua libertação. A chamada “grande imprensa”, a nossa inclusive, não dá a mínima. Um país islâmico eventualmente matar um cristão só por ele ser cristão não é notícia. Se a polícia pedir um documento a um islâmico num país ocidental, isso logo vira exemplo de “preconceito” e “perseguição religiosa”.

Yousef Nadarkhani é um de milhares de perseguidos no país. Sete líderes da fé Baha’i tiveram recentemente sua pena de prisão aumentada para 20 anos. Não faz tempo, centenas de sufis foram açoitados em praça pública. Eles formam uma corrente mística do Islã rejeitada por quase todas as outras correntes — a sharia proíbe a sua manifestação em diversos países.

Há no Irã templos das antigas igrejas armênia e assíria, que vêm lá dos primórdios do cristianismo. Elas têm sido preservadas. Mas os evangélicos começaram a incomodar. Firouz Khandjani, porta-voz da Igreja Evangélica do Irã, teve de deixar o país. Está exilado na Turquia, mas afirmou à Fox News que está sendo ameaçado por agentes iranianos naquele país.

Por Reinaldo Azevedo

28 de set. de 2011

Testemunho de um Ex MAÇOM!


EU FUI MAÇOM!

"EU FUI MAÇOM": MAURICE CAILLET

Confissões de um antigo maçom

Maurice Caillet, venerável de uma loja maçônica, revela segredos em «Eu fui maçom»

MADRI,

-Maurice Caillet, venerável de uma loja maçônica durante 15 anos, revela segredos da Maçonaria em um livro recém-publicado por «Libroslibres», com o título «Yo fui mazón» («Eu fui maçom»).

Rituais, normas de funcionamento interno, juramentos e a influência na política desta organização secreta saem agora à luz, em particular as implicações do juramento que obriga a defender outros «irmãos» maçons.

O volume revela também a decisiva influência da Maçonaria na elaboração e aprovação de leis, como a do aborto na França, da qual ele, como médico, participou ativamente.
Caillet, nascido em Bordeaux (França) em 1933, especializado em Ginecologia e Urologia, praticou abortos e esterilizações antes e depois de obterem de amparo legal em seu país. Membro do Partido Socialista Francês, chegou a cargos de relevância na área da saúde pública.

– Quando você entrou oficialmente na Maçonaria?
– Maurice Caillet: No início de 1970 me convocaram para uma possível iniciação. Eu ignorava praticamente tudo acerca do que me esperava. Tinha 36 anos, era um homem livre e nunca me havia afiliado a sindicato nem partido político algum. Assim, pois, uma tarde, em uma discreta rua da cidade de Rennes, chamei à porta do templo, cuja frente estava adornada por uma esfinge de asas e um triângulo que rodeava um olho. Fui recebido por um homem que me disse: «Senhor, solicitou ser admitido entre nós. Sua decisão é definitiva? Você está disposto a submeter-se às provas? Se a resposta for positiva, siga-me». Fiz um gesto de acordo com a cabeça. Colocou-me então uma venda preta sobre os olhos, segurou-me pelo braço e me fez percorrer uma série de passarelas. Comecei a sentir certa inquietude, mas antes de poder formulá-la, ouvi como se fechava a porta detrás de nós...

– Em seu livro «Yo fui mazón», você explica que a maçonaria foi determinante na introdução do aborto livre na França em 1974.

– Maurice Caillet: A eleição de Valéry Giscard d'Estaing como presidente da República francesa em 1974 levou Jacques Chirac a ser eleito primeiro-ministro, tendo este como conselheiro pessoal Jean-Pierre Prouteau, Grão-Mestre do Grande Oriente da França, principal ramo maçom francês, de tendência laicista. No Ministério de Saúde colocou Simone Veil, jurista, antiga deportada de Auschwitz, que tinha como conselheiro o Dr. Pierre Simon, Grão-Mestre da Grande Loja da França, com o qual eu mantinha correspondência. Os políticos estavam bem rodeados pelos que chamávamos de nossos «Irmãos Três Pontos», e o projeto de lei sobre o aborto se elaborou com rapidez. Adotada pelo Conselho de Ministros no mês de novembro, a lei Veil foi votada em dezembro. Os deputados e senadores maçons de direitas e esquerdas votaram como um só homem!

– Você comenta que entre os maçons há obrigatoriedade de ajudar-se entre si. Ainda é assim?

– Maurice Caillet: Os «favores» são comuns na França. Certas lojas procuram ser virtuosas, mas o segredo que reina nestes círculos favorece a corrupção. Na Fraternal dos Altos Funcionários, por exemplo, negociam certas promoções, e na Fraternal de Construções e Obras Públicas distribuem os contratos, com conseqüências financeiras consideráveis.

– Você se beneficiou destes favores?

– Maurice Caillet: Sim. O Tribunal de Apelação presidido por um «irmão» se pronunciou sobre meu divórcio ordenando custos compartilhados, ao invés de dirigir todos a mim, e reduziu a pensão alimentícia à ajuda que devia prestar a meus filhos. Algum tempo depois, após ter um conflito com meus três sócios da clínica, outro «irmão maçom», Jean, diretor da Caixa do Seguro Social, ao ficar sabendo deste conflito, me propôs assumir a direção do Centro de Exames de Saúde de Rennes.

– O abandono da maçonaria afetou sua carreira profissional?

– Maurice Caillet: Desde então não encontrei trabalho em nenhuma administração pública ou semi-pública, apesar de meu rico currículo.

Em algum momento você recebeu ameaças de morte?

– Maurice Caillet: Após ser despedido de meu cargo na administração e começar a lutar contra esta decisão arbitrária, recebi a visita de um «irmão» da Grande Loja da França, catedrático e secretário regional da Força Operária, que me disse com a maior frieza que se eu recorresse à magistratura trabalhista eu «colocaria em perigo minha vida» e ele não poderia fazer nada para proteger-me. Nunca imaginei que poderia estar ameaçado de morte por conhecidos e honoráveis maçons de nossa cidade.

Você era membro do Partido Socialista e conhecia muitos de seus «irmãos» que se dedicavam à política. Poderia me dizer quantos maçons houve no governo de Mitterrand?
– Maurice Caillet. Doze.

E no atual, de Sarkozy?
– Maurice Caillet: Dois.

Para um ignorante como eu, poderia dizer quais são os princípios da maçonaria?

– Maurice Caillet: A maçonaria, em todas as suas obediências, propõe uma filosofia humanista, preocupada antes de tudo pelo homem e consagrada à busca da verdade, ainda afirmando que esta é inacessível. Rejeita todo dogma e sustenta o relativismo, que coloca todas as religiões em um mesmo nível, enquanto desde 1723, nas Constituições de Anderson, ela erige a si mesma a um nível superior, como «centro de união». Daí se deduz um relativismo moral: nenhuma norma moral tem em si mesma uma origem divina e, em conseqüência, definitiva, intangível. Sua moral evolui em função do consenso das sociedades.

– E como Deus se encaixa na maçonaria?

– Maurice Caillet: Para um maçom, o próprio conceito de Deus é especial, e isso se menciona, como nas obediências chamadas espiritualistas. No melhor dos casos, é o Grande Arquiteto do Universo, um Deus abstrato, mas somente uma espécie de «Criador-mestre relojoeiro», como o chama o pastor Désaguliers, um dos fundadores da maçonaria especulativa. A este Grande Arquiteto se reza, se me permite a expressão, para que não intervenha nos assuntos dos homens, e nem sequer é citado nas Constituições de Anderson.

– E o conceito de salvação?

– Maurice Caillet: Como tal, não existe na maçonaria, salvo no plano terreno: é o elitismo das sucessivas iniciações, ainda que estas possam considerar-se pertencentes ao âmbito do animismo, segundo René Guenon, grande iniciado, e Mircea Eliade, grande especialista em religiões. É também a busca de um bem que não se especifica em nenhuma parte, já que a moral evolui na sinceridade, a qual, como todos sabemos, não é sinônimo de verdade.

Qual é a relação da maçonaria com as religiões?

– Maurice Caillet: É muito ambígua. Em princípio, os maçons proclamam com firmeza uma tolerância especial para com todas as crenças e ideologias, com um gosto muito marcado pelo sincretismo, ou seja, uma coordenação pouco coerente das diferentes doutrinas espirituais: é a eterna gnose, subversão da fé verdadeira. Por outra parte, a vida das lojas, que foi minha durante 15 anos, revela uma animosidade particular contra a autoridade papal e contra os dogmas da Igreja Católica.

– Como começou seu descobrimento de Cristo?

Maurice Caillet: Eu era racionalista, maçom e ateu. Tampouco estava batizado, mas minha mulher Claude estava doente e decidimos ir a Lourdes. Enquanto ela estava nas piscinas, o frio me obrigava a refugiar-me na Cripta, onde assisti, com interesse, à primeira missa de minha vida. Quando o padre, ao ler o Evangelho, disse: "Pedi e vos será dado: buscai e achareis; chamai e se vos abrirá", aconteceu um choque tremendo em mim porque esta frase eu ouvi no dia de minha iniciação no grau de Aprendiz e a costumava repetir quando, já Venerável, iniciava os profanos. No silêncio posterior – pois não havia homilia – ouvi claramente uma voz que me dizia: "Pedes a cura de Claude. Mas o que ofereces?". Instantaneamente, e seguro de ter sido interpelado pelo próprio Deus, só tinha a mim mesmo para oferecer. No final da missa, fui à sacristia e pedi imediatamente o batismo ao padre. Este, estupefato quando lhe confessei minha pertença maçônica e minhas práticas ocultistas, me disse que fosse ver o arcebispo de Rennes. Esse foi o início de meu itinerário espiritual.

Estamos perdendo para a guerra cultural gay.


Scott Lively
Muitos cristãos somente agora estão acordando para a seriedade da ameaça que representa à nossa sociedade o movimento homossexual. Mas infelizmente, para todos nós, apenas o som dos trompetes anunciando a vitória dos ativistas gays tirou os cristãos do seu sono. Os muros de guarda foram quebrados e invadidos, a cidade está em chamas, e os guerreiros triunfantes da cultura gay estão puxando uma longa corda de jovens prisioneiros pelo pescoço em direção à floresta. E o mais perturbador é que muitos dos capturados, incluindo alguns filhos desses cristãos ainda sonolentos, parecem felizes.
Venho alertando há muito tempo que a agenda homossexual não busca tolerância, mas controle. É claro, começou com um apelo por tolerância, mas imediatamente passou a exigir aceitação, e em seu devido tempo, à celebração de tudo que representa o homossexualismo.
Mas não foi suficiente que autoridades públicas eminentes em todas as grandes cidades liderassem as paradas do “Orgulho Gay”. Não, a agenda continuou a avançar para um novo patamar, exigindo participação forçada na cultura gay. Hoje boa parte dos Estados Unidos está no limiar da comemoração/coerção, graças à Califórnia com seu novo currículo escolar determinado por lei, bastante agressivo na defesa do homossexualismo.
Nem mesmo o estado conservador do Texas está imune. Esta semana mesmo a Fox News cobriu a história de um garoto de 14 anos suspenso da escola por dizer em uma conversa com um colega que o homossexualismo era errado. O professor furioso que exigiu punição do garoto supostamente colou no mural da sala de aula uma foto de dois homens se beijando, e frequentemente direciona as discussões de sala para a questão do homossexualismo.
Precisou da intervenção de um escritório de advocacia pública cristão para fazer com que a escola voltasse atrás na suspensão. Mas quantos alunos desse mesmo professor assimilaram seus valores como normais ao longo dos anos, longe da desconfiança dos pais?
E o mais importante: quantas outras salas de aula nos EUA são conduzidas por esse tipo de gente? Seu grupo ativista, Gay Lesbian Straight Teachers Network (Rede de Professores Gays, Lésbicas e Heteros, que mais tarde alterou seu nome para education network, ou “rede educacional” para esconder a ligação ativista gay) teve poder suficiente para lançar seu fundador Kevin Jennings como responsável da Casa Branca de Obama pela “segurança das escolas” por algum tempo. Eu diria que sua agenda já influencia praticamente todas as salas de aula.
Sou velho o suficiente para me lembrar do debate sobre a mera possibilidade de permitir que homossexuais se tornassem professores, quem dirá punir alunos por discordar da defesa das suas escolhas sexuais em sala de aula. Lembro-me bem dos protestos pró-homossexualismo, que diziam que “gays e lésbicas só querem o direito de ficar em paz. Eles NUNCA iriam interpor suas vidas privadas em sala de aula”. Todos mentiram, e nós acreditamos; agora nossos filhos e netos estão sendo forçados a celebrar a “cultura” gay sob pena de serem punidos pela lei.
Essa é a última tacada dos gays. É o estágio final da sua agenda, que sempre teve como objetivo assumir o controle e o poder de punir a dissidência: esmagar e punir os críticos. Eles ainda só têm esse poder em alguns lugares, mas estão se movimentando rápido para consegui-lo em todos; e a inércia está em favor deles. E sempre que eles a tiverem, eles irão usá-la.
Isso me traz, por fim, ao assunto do “casamento gay”. Mas o quê? De que forma o “casamento gay” tem alguma coisa a ver com a propaganda homossexual nas escolas, ou com pais cristãos acordando tarde demais para ver que seus filhos estão sendo doutrinados?
É a mesma questão, meus amigos. Casamento gay, currículo gay, paradas gays, programas de TV gays, soldados gays, adoção gay, doenças gays, recrutamento gay e por aí vai. Tantas questões aparentemente distintas que na verdade são uma só: o fenômeno artificial, anormal e destrutivo, tanto na esfera privada quanto na social, do pecado homossexual. Somos alertados de forma clara e enfática na Bíblia. Vimos seu poder perversor na história. Estamos literalmente vendo sua ética de anarquia sexual suplantar o modelo bíblico de família como sistema de valores que orienta a nossa sociedade.
Não vou acrescentar aqui o quanto eu amo os homossexuais, embora odeie seu pecado. Por uma questão de ordem pública, não deveria importar o que eu penso dos perpetradores, mas que estou dizendo a verdade sobre sua agenda. Não quero reforçar a ideia ridícula de que os cristãos precisam oferecer uma ressalva para provar que não são motivador por ódio. De qualquer forma, isso não iria abrandar a hostilidade deles contra mim. Acredite.
Não estou dizendo que não existe esperança de os cristãos superarem o desafio à sua frente. Absolutamente nada é impossível para Deus. O que estou dizendo é que não existe possibilidade de ganharmos, principalmente nesse estado de coisas, se nossos “heróis” continuarem se complicando com a “definição de casamento” e labutando querendo provar que não são movidos por ódio, cedendo a um e outro ponto da agenda gay não relacionado a casamento.
Precisamos nos manter firmes e sem defensivas na dura verdade de que o homossexualismo não é um fenômeno social benigno ou moralmente neutro. É uma insidiosa e contagiosa forma de perversão sexual condenada por Deus como uma abominação. Eu me encolho enquanto escrevo estas palavras, porque sei a fúria que estou chamando para mim mesmo. Mas ainda assim, alguém precisa dizer isso aberta e publicamente, pois é a verdade, e somente ela pode nos libertar do politicamente correto que nos aprisionou até agora.
A agenda homossexual representa uma ameaça existencial à civilização cristã, e estamos no fim da guerra, perdendo feio. Tudo depende de você, leitor cristão. Entre para valer no “jogo”, imediatamente, ou diga adeus a tudo.
Dr. Scott Lively é advogado, pastor e autor de vários livros sobre a agenda homossexual, incluindo “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazy Party” (de coautoria com o pesquisador judeu Kevin E. Abrams).

Pregação Pe Léo: Deus conhece o coração.


Deus conhece o nosso coração. Disso já sabemos. Contudo, muitas vezes, nos esquecemos e agimos como se não estivéssemos sendo olhados, amados, observados.

Quando nos dermos conta de que o Senhor conhece o nosso coração, compreenderemos que murmurar é uma oportunidade terrível de aborrecer a Deus, pois Ele, antes mesmo de falarmos, já sabe do que precisamos, com o que temos passado e como gostaríamos que fosse.

É preciso que nós saibamos aproveitar as oportunidades de amor que Deus tem nos dado.

Aprenda mais sobre esta maravilhosa verdade:










27 de set. de 2011

Cardeal de Edimburgo: lutar contra o “casamento” homossexual até as últimas consequências


Luis Dufaur

O governo da Escócia convocou as forças vivas do país a se pronunciarem sobre um projeto de “casamento” homossexual.

O projeto traz uma “compensação” enganosa: ele eximiria os grupos religiosos da obrigação de celebrá-los com algum tipo de cerimônia.

Atendendo o convite, o Cardeal Keith O’Brien, arcebispo de Edimburgo, pronunciou uma homilia para os deputados da Escócia, informou o jornal “The Scotsman”.

Nela, o Cardeal denunciou que qualquer tentativa de aprovar uma união estável para homossexuais, seja por meio de cerimônia civil ou religiosa, será um “ataque direto” contra a instituição do matrimonio.

O purpurado disse que os defensores do “casamento” homossexual pretendem “reescrever a natureza humana” e exortou os deputados escoceses a se oporem à pretensão de legalizar essa união contra a natureza.

“A Igreja estima que a instituição do casamento é a pedra fundamental mais estável sobre a qual a família pode repousar, disse.

“A posição da Igreja é clara: nenhum governo pode reescrever a natureza humana; a família e o casamento existiam antes do Estado e sua base é a união entre um homem e uma mulher.

“Toda tentativa de redefinir o casamento é um ataque direto contra a pedra fundamental da sociedade e deve ser combatida até as últimas consequências”.

O líder dos “verdes” escoceses, Patrick Harvie, deblaterou contra as palavras do Cardeal dizendo que eram “absurdas” e uma tentativa de “suprimir” a liberdade de homossexuais, lésbicas e bissexuais.


Fonte: http://www.ipco.org.br/

O Milagre do sol derrotou a estrela vermelha.


Lendo recentemente o livro “O Milagre do Sol” de John M. Haffert (clique aqui e saiba como adquirir um exemplar), uma edição publicada em vernáculo por iniciativa da Associação Devotos de Fátima, deparei com esta frase: “Foi o milagre do sol que derrotou a Estrela Vermelha em Portugal”. Confesso que fiquei muitíssimo impressionado, pois é pura verdade. Explico-me.

O Milagre do Sol aqui referido foi a estupenda manifestação sobrenatural ocorrida em Fátima no dia 13 de outubro de 1917, durante a última aparição de Nossa Senhora aos três pastorzinhos. Um acontecimento portentoso pois, segundo relato das testemunhas, o sol numa expressão bem portuguesa, bailou nos Céus durante cerca de 10 minutos.

As descrições daqueles que presenciaram são impressionantes. Eles são unânimes em afirmar que chovia muito na hora do acontecimento, o céu estava carregado de nuvens, mas de repente estas se dissiparam e a imensa bola de fogo começou a rodopiar no céu, mudar de cores e em certo momento veio ligeira em direção à multidão atônita e aterrorizada. Todos pensaram ser o fim do mundo!

Este espetáculo foi presenciado por cerca de setenta mil pessoas que se aglomeraram junto à azinheira onde Nossa Senhora estava aparecendo, mas também foi visto num raio de mais de quarenta quilômetros ao redor de Fátima.Impressionante, não é? Mas tem mais.

Raramente a Providência Divina anuncia um milagre marcando data, hora e local onde se dará, e isto foi o quê aconteceu em Fátima. Nossa Senhora havia anunciado o milagre meses antes, e se daria naquele dia, naquela hora e naquele lugar, quem quisesse ver era só estar lá. Foi o que fizeram crentes a ateus, e foi bom, pois estes últimos deram seus insuspeitáveis testemunhos, como é o caso do jornal laico O Século.

Agora, o que tem a haver entre o milagre do Sol e a Estrela Vermelha?

A Estrela Vermelha é um dos símbolos do Comunismo Internacional, e Portugal na época das aparições de Nossa Senhora estava sob um regime ateu e comunista. Nove anos antes um movimento liderado por republicanos e anarquistas levou ao assassinato no mesmo dia do Rei D. Carlos I e de seu filho D. Luiz Felipe, herdeiro do trono, e com isto em 1910 proclamou-se a república de um governo comunista.

Estes comunistas e ateus fizeram de tudo para impedir a aproximação dos fiéis ao local das aparições neste dia 13 de outubro. Posicionaram soldados em pontos estratégicos a fim de barrar aqueles que se aproximavam, mas debalde. A imensa multidão furou o cerco, alguns até feridos pelas baionetas dos soldados, mas nada pôde conter que se aglomerassem junto às crianças que viam a Santíssima Virgem.

Após estes estupendos acontecimentos houve um obstinado combate das autoridades comunistas à devoção a Nossa Senhora de Fátima. Nos anos que se seguiram, fizeram toda sorte de profanações e sacrilégios, chegando mesmo a dinamitar a pequena capela erguida no local das aparições. De nada valeu, a piedade dos fiéis foi aumentando cada vez mais e os maus foram sendo derrotados até serem definitivamente colocados fora do poder em Portugal. Nossa Senhora venceu!

É de se notar que na terceira aparição, em julho daquele mesmo ano, Nossa Senhora havia profetizado que a Rússia espalharia seus erros pelo Mundo, promovendo guerras e perseguições aos bons, e foi exatamente nesta mesma época que o comunismo tomou o poder na Rússia através de uma revolução sangrenta contra o Czar, os nobres, e também contra o povo, que foi impiedosamente massacrado pelos bolchevistas.

Pode-se considerar a Revolução comunista na Rússia como um dos fatos mais trágicos da história da Humanidade, tanto pelo grau de maldade praticada, quanto pela extensão deste mal pelo mundo inteiro. Desde então, tudo se tem passado exatamente como previsto por Nossa Senhora, e até mesmo dentro da Igreja os erros do comunismo penetrou.

Diante disto resta-nos confiar, lutar e esperar o triunfo do Imaculado Coração de Maria, conforme Ela mesma profetizou: “Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará!”, e esperar o momento em que o Milagre do Sol produzirá o seu último efeito e derrotará definitivamente a Estrela Vermelha no Mundo inteiro!


Fonte: http://www.ipco.org.br

26 de set. de 2011

OS PAPAS E A RCC


* Os papas e a RCC. Imagens históricas imperdíveis.

Das imagens históricas a que mais me chamou atenção foi a reação do nosso inesquecível João Paulo II PArticipa de encontro Carismatico e fala longa a vida aos CARISMATICOS E AO ouvir a oração em línguas.

Sua reação de surpresa rapidamente muda para o silêncio de acolhida.Observe seus olhos e seu corpo que reaje ao inesperado com serenidade.

Acontece a 3 minuto e 50.

A imagem congelada abaixo é desse momento de silêncio, de olhos fechados, após sua reação de surpresa. NOSSO AMADO JOÃO PAULO II PARTICIPO DA RCC QUANDO ERA CARDEAL EM CRACÓVIA E POR SINAL PADRE JONAS JÁ CONTOU INUMERAS VEZES QUE ELE PEDIU ORAÇÃO,E OS JOVENS DA RCC IMPUSERAM AS MÃOS SOBRE ELE E O VIRAM REZAR EM LINGUAS VARIAS VEZES.


João Paulo II quando disse: “Entra, nos compromissos primários da preparação para o jubileu a redescoberta da presença e ação do Espírito”. [6]).

E diria ele aos líderes da RCC no Conferência de Fiuggi, a 30/10/1998: “A Renovação Carismática Católica tem ajudado muitos cristãos a redescobrir a presença e o poder do Espírito Santo em suas vidas, na vida da Igreja Católica e do mundo”. E disse mais: “Estou convencido de que este movimento é um sinal de ação do Espírito Santo. (...)... Estou convencido de que este movimento é um verdadeiro e importante componente na renovação total da Igreja, nesta renovação espiritual da Igreja” (aos membros do ICCRS, o Conselho Internacional da RCC, a 11/12/1979).

Também João Paulo II, que em 14 de março de 2002 havia deixado claro qual seria uma das dimensões do apostolado da Renovação Carismática Católica, quando disse: “No nosso tempo, ávido de esperança, fazei com que o Espírito Santo seja conhecido e amado. Assim, ajudareis a fazer que tome forma aquela ‘cultura do Pentecostes’, a única que pode fecundar a civilização do amor e da convivência entre os povos”, na Vigília de Pentecostes de 2004 diria à toda a Igreja: “Desejo que a espiritualidade de Pentecostes se difunda na Igreja como um impulso renovado de oração, santidade, comunhão e anúncio”.

Rosto e memória de Pentecostes. Sinal de sua perenidade de sua atualidade. “Graças ao movimento carismático, tantos cristãos, homens e mulheres, jovens e adultos, tem redescoberto Pentecostes como realidade viva e presente na sua existência cotidiana”.[7]

Uma vez que Pentecostes é uma graça constitutiva do grande mistério pascal – dado que “será o Espírito quem levará à realização plena a nova era da história da salvação”


no Nosso tempo, ávido de esperança, façam conhecer e amar o Espírito Santo. Assim, ajudareis a tomar forma aquela «Cultura de Pentecostes» que pode fecundar a civilização do amor e a convivência entre os povos.Com fervente insistência não vos canseis de invocar: Vem,Espírito Santo! Vem! Vem!.”

(João Paulo II, aos responsáveis da RCC, 14 Março de 2002)

“Graças ao movimento carismático, muitos cristãos, homens e mulheres, jovens e adultos, redescobriram Pentecostes como realidade viva e presente na existência cotidiana. Desejo que a «Espiritualidade de Pentecostes» se difunda na Igreja, como impulso renovado de oração, de santidade, de comunhão e de anúncio”.

(João Paulo II, Vésperas de Pentecostes, 29 Maio de 2004)


“Nós estamos vivendo um momento privilegiado do Espírito. Se procura, por toda a parte, conhecê-lo melhor, assim como foi revelado nas Escrituras. Se é feliz, se nos colocamos sob sua moção. Nos recolhemos entorno a Ele e nos deixemos guiar por Ele”.

( Paulo VI, Exortação Apostólica «Evangelli nuntiandi» ,1975)

UM CRISTÃO É ASSASSINADO A CADA 5 MINUTOS


Conferência de “Luci sull'Est” sobre a perseguição a cristãos no século 21


ROMA, segunda-feira, 26 de setembro de 2011 (ZENIT.org) – “A cada cinco minutos, um cristão é assassinado por razão da sua fé. A cada ano, 105 mil cristãos no mundo são condenados ao martírio: um verdadeiro holocausto, do qual se fala muito pouco.” Estes são alguns dos dados fornecidos na conferência de Roma intitulada “Os bons serão martirizados. As perseguições aos cristãos no século 21”.

O evento foi realizado na Universidade Pontifícia Lateranense, por ocasião do 20º aniversário do nascimento, em Roma, de “Luci sull' Est”, uma associação de voluntariado leigo de inspiração católica que, depois da queda da União Soviética, começou a enviar livros, terços e outros materiais religiosos aos países ex-soviéticos.

Entre os participantes, destacam-se: o bispo de San Marino-Montefeltro, Dom Luigi Negri; o eurodeputado Magdi Cristiano Allam; o diretor de Asia News, Pe. Bernardo Cervellera; e o representante da OSCE para a luta contra a discriminação dos cristãos e diretor do Centro de Estudos das Novas religiões (CESNUR), Massimo Introvigne. O moderador foi o jornalista Julio Loredo.

Autossuficiência do homem

Ao tomar a palavra, Dom Negri afirmou que o martírio dos cristãos é uma parte importante no mistério da iniquidade, já que não nasce da maldade, mas de um ódio intelectual, ideológico, da impossibilidade de acolher a mensagem de Cristo e da “ideologia sobre a autossuficiência do homem”, “porque todas as ideologias convergem, muito além das suas diferenças, no fato de que o homem se converteu no deus de si mesmo”.

O bispo de San Marino-Montefeltro falou depois sobre o “carisma do martírio” como da “maior confirmação do Espírito de Deus”. “A modernidade – acrescentou – termina no ateísmo, e o ateísmo acaba na violência. A verdade ideológica não é inclusiva, mas se afirma na exclusão do que é diferente. Por isso, nos regimes totalitários, os diferentes eram eliminados.” Em definitiva, uma “lógica férrea, na qual não entram o satanismo e a corrupção”.

O prelado falou depois de uma ideologia que se apoia nos poderes fortes, definida por Bento XVI como tecnociência, e concluiu dizendo: “Os mártires existem e, com sua contribuição, eles nos convidam a ser cristãos autênticos”, já que “as testemunhas apaixonadas de Cristo são incansáveis comunicadoras da sua vida divina a todos os homens”.

Emergência humanitária

“A intolerância, a discriminação e a perseguição dos cristãos de hoje – disse Massimo Introvigne – é uma emergência humanitária que afeta todos nós; é um problema para a sociedade civil.”

“No livro 'World Christian Trends AD 30-AD 2200', o investigador David Barrett determina o número dos martírios cristãos no mundo em 70 milhões, 45 milhões dos quais aconteceram no século 20 – explicou Introvigne. O número é de 160 mil na primeira década deste século e se calcula que serão cerca de 105 mil na segunda década. Isso significa um mártir a cada cinco minutos. São assassinados não por motivos bélicos, mas religiosos.”

O interessante, acrescentou o diretor do CENSUR, é que “todos sentem simpatia pelas vítimas, mas também existe um assassino. Só que 'sobre isso, nós os escutaremos em outro momento', como diziam a São Paulo”. Entre os assassinos, cabe destacar o fundamentalismo islâmico, como no Paquistão, onde a apostasia implica na pena de morte e se considera como blasfêmia não acreditar no Islã.

Referindo-se a isso, Introvigne falou de outros 34 casos de condenação à morte similares ao de Asia Bibi, ainda que também haja regimes comunistas, como o da Coreia do Norte e da China, além de nacionalismos religiosos, como na Índia e na Indochina.

“Além do assassinato e da tortura – precisou Introvigne –, existe entre nós a intolerância, que é um fenômeno cultural: depois, está a discriminação, que é um fenômeno jurídico, para chegar à violência, que entre nós e mais raro”, como na França, onde “a polícia explica que se ataca uma igreja a cada dois dias”.

O caso da China

O Pe. Bernardo Cervellera, observador atento das questões religiosas nos países orientais, aprofundou na situação da China, da qual, atualmente, temos uma imagem “turística, com grandes arranha-céus, uma renda média elevada”, mas onde não se respeitam os direitos humanos e se leva adiante uma perseguição religiosa “como não se via desde os anos 50”.

O diretor de AsiaNews citou os muitos casos de bispos que foram detidos pela polícia porque se negaram a aderir à igreja patriótica. “Recentemente, antes das olimpíadas de 2007, 37 bispos clandestinos foram submetidos à prisão domiciliar”.

O Pe. Cervellera considerou importante, nesta situação, “o trabalho realizado por João Paulo II e por Bento XVI, graças ao qual muitos bispos do partido pediram perdão e voltaram à Igreja”.

“E o fato de que a Igreja esteja mais unida que nos anos 80 explica também o incremento da perseguição”, um aspecto que testemunha, no fundo, “um grande fracasso do partido comunista chinês, depois de 60 anos de perseguição”. Contudo, “muito além das perseguições – concluiu Cervellera –, há esperança. Neste país, atualmente, milhões de pessoas buscam a fé e cada ano 150 mil chineses pedem para ser batizados”.

Identidade

O eurodeputado e jornalista Magdi Cristiano Allam recordou que, nos países islâmicos, “de cada 10 perseguidos, 7 são cristãos e, de 1945 até hoje, 10 milhões de cristãos foram obrigados a deixar suas terras, junto a um milhão de judeus”.

O político egípcio de origem islâmica explicou que, no caso do Islã, a perseguição não é fruto da ideologia, mas de razões religiosas e, de fato, o judaísmo e o cristianismo são considerados heresias, enquanto o Islã é concebido como a única e verdadeira religião, chamada a converter todos.

Allam afirmou a necessidade de adquirir a certeza sobre a nossa identidade e sobre as raízes da nossa civilização: “Se nos tornarmos um terreno baldio, seremos terra de conquista”.

O ex-diretor do Corriere della Sera, que se converteu ao catolicismo e foi batizado em São Pedro em 2008 pelo próprio Papa Bento XVI, considerou que “o relativismo é uma ideologia, porque nega o uso da razão e proíbe avaliar os conteúdos religiosos, e assim compara as religiões, considerando-as iguais, prescindindo dos seus conteúdos”.

“A pessoa só é cristã se crê em Jesus Cristo – prosseguiu. Quando se coloca no mesmo nível Cristo e Maomé, acabamos diminuindo a certeza da nossa fé cristã, além de não nos declararmos cristãos e de legitimar o Islã – este é o único núcleo do problema. Ou recuperamos a certeza do que somos ou a nossa civilização acabará desaparecendo.”

Magdi Allam falou depois das incoerências: “Quando se ultraja outras religiões, todos se indignam, mas se o Papa é o ultrajado, isso é considerado liberdade de expressão”. Hoje, achamos que amamos o próximo odiando-nos entre nós, e na ideologia da falsa bondade, aceitamos que o próximo exija prescindir de nós mesmos”.

O eurodeputado concluiu recordando que é necessário “ter a certeza de quem somos, a certeza da verdade”, já que há “valores não-negociáveis, como a sacralidade da vida e a liberdade religiosa”. Também convidou a encontrar a força “de testemunhar a certeza em Cristo em uma terra cristã. Somente se formos fortes por dentro, teremos a autoridade para pedir liberdade para todos os cristãos do mundo”.

Dom das Línguas Existe?Responde Dom Alberto Taveira

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Esclarecimentos sobre alguns pontos da RCC à CNBB

Dom Alberto Taveira fala da oração em línguas, repouso no Espírito e inspirações particulares

Em nome da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, sou o Assistente Espiritual do Conselho Nacional da Renovação Carismática Católica, um dos mais significativos Movimentos Eclesiais existentes em nosso tempo. Algumas interrogações me foram feitas por Dom Rafael Llano Cifuentes, Bispo de Nova Friburgo-RJ, proporcionando-me levar ao Conselho Permanente da CNBB alguns esclarecimentos, que podem servir a tantos irmãos e irmãos da RCC ou que desejam conhecê-la mais de perto. Eis o texto escrito que apresentei à 58ª Reunião do Conselho Permanente da CNBB:

Esclarecimentos sobre alguns pontos da RCC

Foi-me pedido para fazer uma breve comunicação a respeito de alguns pontos sobre a Renovação Carismática Católica. Escolhi dois caminhos, sendo o primeiro uma consulta feita aos coordenadores nacionais da RCC, aos quais encaminhei as perguntas feitas, com respostas que me foram apresentadas por Reinaldo Beserra, do Escritório Nacional da RCC e membro do Conselho Internacional da RCC – (ICCRS). Tais respostas correspondem e são plenamente assumidas por mim, por corresponderem ao que penso e às orientações que costumo oferecer à RCC. Em seguida, desejo apresentar algumas propostas.

I – Esclarecimentos solicitados pelo CONSEP, a pedido de Dom Rafael:

1. "Benefícios" da oração em línguas: Os carismas, sejam extraordinários ou humildes, são graças do Espírito Santo que têm, direta ou indiretamente, uma utilidade eclesial, ordenados como são à edificação da Igreja, ao bem dos homens e às necessidades do mundo. Carismas são "manifestações do Espírito para proveito comum". São dons úteis, instrumentos de ação, para servir à comunidade.

Conceituação:

a) "É um dom de oração cujo valor, enquanto 'linguagem de louvor', não depende do fato de que um lingüista possa ou não identificá-lo como linguagem no sentido corrente do termo". É uma linguagem a-conceitual, que se "assemelha" às línguas conceituais. Não supõe absolutamente um estado de "transe" para praticá-la, não corresponde a um estado "extático", e nem a uma exagerada emoção, permanecendo aquele que a pratica no total domínio de si mesmo e de suas emoções, pois o Espírito Santo jamais se apossa de alguém de modo a anular-lhe a personalidade.

b) É um dom que leva os fiéis a glorificar a Deus em uma linguagem não convencional, inspirada pelo Espírito Santo. É uma forma de louvar a Deus e uma real maneira de se falar e se entreter com Ele. Quando o homem está de tal maneira repleto do amor de Deus que a própria língua e as demais formas comuns de se expressar se revelam como que insuficientes, dá plena liberdade à inspiração do Espírito, de modo a "falar uma língua" que só Deus entende.

2. O "falar em línguas", consignado nas Escrituras comporta três modalidades:

a) a oração em línguas, de caráter usualmente particular, pessoal, e que portanto não requer interpretação. Embora de caráter pessoal, ela pode ser exercitada também de modo coletivo, o que acontece nas assembléias onde todos exercem o "dom particular de orar em línguas", ao mesmo tempo; obviamente, não supõe interpretação. No entanto, Deus – que ouve a oração que milhares de fiéis lhe dirigem concomitantemente de todos os cantos da Terra – por certo entende. Vale a intenção que está em nosso coração.

b) Essa oração também pode ser expressa em modalidade de canto, uma oração com uma melodia que não foi pré-estabelecida. Também essa modalidade não requer interpretação. A diferença em relação à modalidade anterior, é que aqui se trata de orar em línguas, mas num ritmo não falado, de expressão e cadência musical, de notas que se sucedem improvisadamente, numa modulação lírica com que se celebra as maravilhas de Deus. São cânticos que brotam geralmente nos momentos de louvor e adoração da assembléia, do grupo de oração, e que pouco tem em comum com os cânticos eclesiásticos tradicionais, ou também com os cantos de "composição artística". Santo Agostinho, comentando as palavras do Salmo "Cantai ao Senhor um Cântico novo", adverte que o cântico novo não é coisa "de homens velhos". "Aprendem-no os homens novos, renovados da velhice por meio da graça, pertencentes ao Novo Testamento, que já é o Reino dos Céus. Por ele manifestamos todo o nosso amor e lhe cantamos um canto novo. Quando podes oferecer-lhe tamanha competência que não desagrade a ouvidos tão apurados?... Não busques palavras, como se pudesses dar forma a um canto que agrade a Deus. Canta com júbilo! Que significa cantar com júbilo? Entender sem poder explicar com palavras o que se canta com o coração. Se não podes dizer com tuas palavras, tampouco podes calar-te. Então, resta-te cantar com júbilo, se modo que te entregues a uma alegria sem palavras e a alegria se dilate no júbilo" .

c) Uma terceira modalidade do dom das línguas é aquela de uso essencialmente público, que quando é acompanhado do seu complemento, o dom da interpretação, tem como seu propósito a edificação dos fiéis e a convicção dos descrentes. Aqui o falar em línguas não assume o caráter de oração, mas de uma mensagem em línguas, dirigida à assembléia e não a Deus, como é o caso da oração, e que portanto requer o exercício do outro dom apontado por Paulo, o dom da interpretação. O Espírito dá a alguém a inspiração de "falar em línguas" em alta voz. Suas palavras contém uma mensagem espiritual para um ou mais ouvintes. A mensagem permanece incompreensível, enquanto não for interpretada. A mensagem interpretada assume, regularmente, as características de uma profecia carismática, que, segundo S. Paulo, edifica, exorta e consola a assembléia. Autores há que, em vista de maior clareza, dão outro nome a esta forma de falar em línguas. Chamam-na de "mensagem em línguas", ou ainda de "profecia em línguas". Em oposição ao "falar em línguas" durante a oração, este dom não está livremente à disposição da pessoa. Exige-se uma inspiração peculiar. Muitas vezes, ela está acompanhada de outra inspiração, a saber, num dos ouvintes que então "interpreta" a mensagem e a traduz em linguagem comum, para a comunidade. O dom de "falar mensagem em línguas" é um dom transitório manifestado vez ou outra nas reuniões de oração; e o Senhor pode servir-se ora deste, ora daquele, enquanto que o dom da interpretação geralmente é considerado permanente; é dom que pode ser pedido na oração.

3. Quando se deve orar em línguas? Só em atos próprios da RCC? Na TV para todos? Pode ser utilizada durante a Santa Missa, como parece ter acontecido na Oração dos fiéis nas missas de TV?

a) Sendo um dom do Espírito e um dom de oração, ele deveria ser permitido onde sempre é permitido orar. Nos atos próprios da RCC, o Documento 53, n. 25 da CNBB, já o levou em consideração.

b) Se a TV está transmitindo um ato próprio da RCC, não é possível "encenar" um comportamento que anule a identidade do Movimento. O exercício do carisma de orar em línguas é parte constitutiva da RCC. De nossa parte – os "carismáticos" – não temos de que nos envergonhar dessa prática, e nem temos nada a esconder. Somos assim. nossos Grupos de Oração estão sempre com as portas abertas, e qualquer um pode conferir lá o que somos e o que praticamos.

c) Na Santa Missa: Se são missas celebradas em atos específicos da RCC, parece-nos que sim, desde que se exercite essa oração nos momentos ditados pelo bom senso e pela orientação do celebrante, de modo respeitoso, profundamente oracional, não exibitório, especialmente como glorificação a Deus, como expressão de contrição, como petição, e como ação de graças.

d) A RCC tem clara consciência de que a Igreja, durante muito tempo, não se abriu à essa forma de se exercitar os carismas. Por isso ela sabe que, esse reavivamento de perfil pentecostal que se colocou em marcha no último século – especialmente a partir de Helena Guerra, que motivou Leão XIII a escrever uma Encíclica sobre o Espírito Santo, passando por João XXIII, que pediu um novo Pentecostes para a Igreja e a "renovação dos sinais e prodígios da aurora da Igreja", bem como pelo Concílio Vaticano II, onde Deus, providencialmente, lançou as bases e os fundamentos que tornaram possível o surgimento e a fundamentação do Movimento Pentecostal Católico, até João Paulo II, com sua Dominum et Vivificantem, e a inspirada exortação pronunciada na celebração de Pentecostes de 29 de maio de 2004, que dizia: "Desejo que a espiritualidade de Pentecostes se difunda na Igreja como um impulso renovado de oração, santidade, comunhão e anúncio. [...] Abram-se com docilidade aos dons do Espírito Santo! Recebam com gratidão e obediência os carismas que o Espírito não cessa de oferecer!" – precisa ser acolhido com abertura de espírito e destemor, mas também com bom senso, com humildade, com respeito pelas diferentes opções de engajamento na pastoral orgânica da Igreja, em absoluta adesão à doutrina da Igreja Católica, não escandalizando por falta de decoro litúrgico ou religioso, dentro da ordem, mas também não deixando de ser fiel à vocação que Deus nos faz, de, nesses tempos, contribuir para "revelar à Igreja aquilo que já lhe é próprio: sua dimensão carismática".

e) No rito do Sacramento da Crisma, ao final da Oração dos fiéis, o Bispo reza: "Ó Deus, que destes o Espírito Santo a vossos apóstolos e quisestes que eles e seus sucessores o transmitissem aos outros fiéis, ouvi com bondade a nossa oração e derramai nos corações de vossos filhos e filhas os dons que distribuístes outrora no início da pregação apostólica".

f) É de se esperar que, recebendo tais dons, possamos exercitá-los, pois "da aceitação desses carismas, mesmo dos mais simples, nasce em favor de cada um dos fiéis o direito e o dever de exercê-los para o bem dos homens e a edificação da Igreja e do mundo, na liberdade do Espírito Santo, que 'sopra onde quer' e ao mesmo tempo na comunhão com os irmãos em Cristo, sobretudo com seus pastores, a quem cabe julgar sobre a autenticidade e o uso dos carismas dentro da ordem, não por certo para extinguirem o Espírito, mas para provarem tudo e reterem o que é bom".

g) "Na lógica da originária doação donde derivam, os dons do Espírito Santo exigem que todos aqueles que os receberam os exerçam para o crescimento de toda a Igreja, como no-lo recorda o Concílio".

4 – Repouso no Espírito: O Documento 53, no número 65, aborda o tema e diz a respeito: "Em Assembléia, grupos de oração, retiros e outros reuniões evite-se a prática do assim chamado 'repouso no Espírito'. Essa prática exige maior aprofundamento, estudo e discernimento".

a) O Cardeal Suenens, que escreveu muito sobre a RCC e a apoiou, foi muito cauteloso em relação à prática do repouso no Espírito, recomendando reserva.

b) Pe. Robert De Grandis foi quem muito a divulgou aqui pelo Brasil e tem um livro sobre o assunto.

c) Pe. Antonello, da Arquidiocese de S. Paulo, pratica-o com bastante freqüência e também escreveu sobre o assunto.

d) Não há fundamentação bíblica consistente sobre ele, embora sua prática remonte aos grupos qualificados de entusiastas, especialmente nos grupos de reavivamento nos Estados Unidos entre os séculos XVII e XIX.

e) "O Espírito Santo, ao confiar à Igreja-Comunhão os diversos ministérios, enriquece-a com outros dons especiais, chamados carismas. Podem assumir as mais variadas formas, tanto como expressão da liberdade absoluta do Espírito que os distribui, como em resposta às múltiplas exigências da história da Igreja" . Em muitas ocasiões – especialmente quando praticado em atendimentos pessoais, em clima de oração –, de modo especial em atendimentos de oração por cura interior, essas manifestações se revelam perceptivelmente legítimas, sem componentes de perfil patológico, gerando em quem a experimenta profunda paz e bem estar, com conseqüente reavivamento ou novo compromisso, com os compromissos relativos à fé. Pe. Isaac Isaias Valle, por exemplo, de Porto Feliz, na Arquidiocese de Sorocaba, sacerdote muito estudioso e preparado doutrinariamente, atende as pessoas utilizando-se dessa prática.

f) Em muitas ocasiões – especialmente em grandes encontros – há um visível descontrole emocional da parte de muitos nos quais se manifesta tal fenômeno, chegando-se mesmo a identificáveis casos de histeria, seja por desequilíbrio de cunho psicológico. Como diz João Paulo II, "na verdade, a ação do Espírito Santo, que sopra onde quer, nem sempre é fácil de se descobrir e de se aceitar. Sabemos que Deus atua em todos os fiéis cristãos e estamos conscientes dos benefícios que provém dos carismas, tanto para os indivíduos como para toda a comunidade cristã. Todavia, também temos consciência da força do pecado e as confusões na vida dos fiéis e da comunidade."

g) Assim, não é oportuno incentivar tal prática. Mas há vezes em que, sem que ninguém estimule, ocorre tal manifestação. Então, surge a oportunidade para cumprir o que determina o Documento 53, buscando aprofundar o entendimento sobre a matéria, pela observação com um estudo do caso, até perguntando à pessoa como é que ela está se sentindo, se aquilo lhe gerou paz, se o seu é um histórico sem comprometimentos outros, etc, para chegar a um discernimento sobre as características que possam nos ajudar a identificar a legitimidade do repouso.

5 – Sobre as inspirações particulares: Em geral a liderança da RCC tem tido bastante bom senso no exercício dessas chamadas inspirações, ou moções. Junto com os dons da Palavra de Ciência e a Palavra de Sabedoria, a RCC se esmera em fazer uso do Dom do Discernimento Carismático. Podem ocorrer exageros e afoitas condutas? Claro que sim. Mas a realidade dos fatos logo "traz para a terra" aqueles espíritos mais atabalhoados, e que agem por impulsos meramente humanos, e de maneira até irresponsável. Na observância dos resultados práticos e dos frutos produzidos por tais inspirações é que a RCC busca aprender a deixar-se conduzir pelo Espírito, que – segundo a Apostolicam Actuositatem – distribui também aos leigos dons e carismas para capacitá-los a anunciar o Reino, com poder. É possível encontrar-se falsas moedas. Mas não vamos, com elas, jogar fora as legítimas, as verdadeiras. Em 2003, o Pontifício Conselho para os Leigos convidou a RCC a dar sua contribuição no Colóquio Internacional sobre a Oração para pedir de Deus a cura, realizado em Roma, sob os auspícios daquele Conselho, reconhecendo nela essa prudência.

II – Propostas:

a) Ao acompanhar a RCC, percebo que existe seriedade, busca de maior conhecimento teológico em suas lideranças e docilidade. Sugiro que a Comissão Episcopal de Doutrina promova um estudo sobre os Carismas e as práticas da RCC, com seus representantes. Pode até surgir uma nova e mais atualizada orientação pastoral.

b) Sugiro que os senhores bispos verifiquem em suas Dioceses os eventuais problemas, proporcionando uma orientação segura, através de um assistente diocesano que possa acompanhar de perto.

c) Nos Congressos Estaduais da RCC, seria muito oportuno que o Bispo do local em que o mesmo se realiza se fizesse presente com a apresentação de um tema de formação. Penso que "adotando a criança", poderemos orientar melhor e os membros da RCC não se sentirão marginalizados, mas membros vivos das Igrejas particulares.

Dom Alberto Taveira*