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Padres Exorcistas explicam
Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção
Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração


"Entretanto, padre sem batina, vestido como um leigo qualquer, tende a se nivelar, a levar uma vida de modo puramente natural, como todo o mundo, e a fazer esquecer o seu caráter sagrado. Pior, tende a passar a agir de modo igualitário, ele que tem a marca indelével de sacerdote em sua alma.
Um padre não é um homem como todo o mundo. É um ministro de Deus Altíssimo.
A batina não faz o padre, mas ajuda imensamente o padre a portar-se como padre, diferentemente de todo o mundo"A batina é uma veste que pode ser usada por seminaristas, padres e bispos. Tem 33 botões na frente, que representam a idade de Cristo e 5 botões na manga, que representam as 5 chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Pode ser encontrada nas cores branca, cinza, roxa, preta e vermelha.
A batina é uma veste litúrgica obrigatoria para padres e significa a morte do padre para o mundo, o seu luto, com um colarinho branco representando a pureza. Era também uma forma de identificação, após o Concílio Vaticano II, os sacerdotes não são mais obrigados a usar essa veste para identificá-los. É bom lembrar que não foi abolido o uso da batina e que a exceção dada pelo Concílio Vaticano II não é de forma alguma um decreto de que não se deve, não se pode, mas pelo contrário, a batina continua sendo um veste própria do padre e que na medida do possível não deve ser dispensada.



Costumam-se chamar técnicas de Reprodução Assistida (RA) aquelas que importam na implantação artificial de gametas ou embriões humanos no aparelho reprodutor de mulheres receptoras com a finalidade de facilitar a procriação. Que dizer a respeito disso? É bom e louvável ajudar os casais inférteis a terem filhos. Os meios utilizados para isso, no entanto, nem sempre são moralmente aceitáveis.
Diz o Catecismo da Igreja Católica: “As pesquisas que visam diminuir a esterilidade humana devem ser estimuladas, sob a condição de serem colocadas ‘a serviço da pessoa humana, de seus direitos inalienáveis, de seu bem verdadeiro e integral, de acordo com o projeto e a vontade de Deus’”(Catecismo… n.º 2375).
Dizia Pio XII, por exemplo, em seu discurso às parteiras, que é lícito o uso de meios artificiais encaminhados unicamente a facilitar a realização natural do ato sexual ou, uma vez este ato realizado normalmente, que seja alcançado o seu fim. No entanto, a Igreja ensina que nunca é lícito “fabricar” um filho fora do ato sexual. Todo ser humano tem o direito de ser gerado em uma união física de amor, dentro do matrimônio. O matrimônio não dá aos cônjuges o direito a terem filhos, custe o que custar, mas lhes dá o direito a realizar os atos naturais que podem ter como resultado a procriação. Se assim não fosse, o matrimônio em que um ou os dois cônjuges fosse estéril seria antinatural.
A esterilidade não deve levar o casal ao desespero de “fabricar” um filho em laboratório. “O Evangelho mostra que a esterilidade física não é um mal absoluto. Os esposos que, depois de terem esgotados os recursos legítimos da medicina, sofrerem de infertilidade, unir-se-ão à Cruz do Senhor, fonte de toda fecundidade espiritual. Podem mostrar a sua generosidade adotando crianças desamparadas ou prestando relevantes serviços em favor do próximo” (Catecismo… n.º 2379).
Inseminação Artificial
A introdução artificial do esperma dentro do organismo da mulher, ainda que o esperma tenha sido produzido por seu marido (inseminação artificial homóloga) é um ato gravemente desordenado. A malícia aumenta quando o esperma é proveniente de um terceiro (inseminação artificial heteróloga), pois, neste caso, trata-se de um adultério.
Fertilização in vitro
A fertilização in vitro (FIV) — seja ela homóloga ou heteróloga —, na qual o óvulo e o esperma são juntados em um tubo de proveta e posteriormente se introduzem alguns embriões no aparelho reprodutor da mulher, constitui também uma ofensa à dignidade do matrimônio e à transmissão da vida.
Tanto a inseminação artificial como a fecundação in vitro têm um agravante: o esperma do homem é obtido mediante a masturbação, que é um pecado grave.
No caso da fecundação in vitro, ocorre ainda outro problema: o excesso de embriões. Para garantir êxito, o médico estimula uma super-ovulação, com injeções diárias de hormônios durante dez dias. A mulher produz, então, cerca de 15 óvulos, ao invés de um. Os óvulos, então, são postos em contato com os espermatozóides e são fecundados. Há agora quinze ovos ou zigotos, ou seja, quinze seres humanos, como eu ou você, dentro de um tubo de ensaio. Dos quinze, cerca de dez chegam ao estágio de embrião. Obviamente não se colocam os dez embriões dentro do útero da mãe. Transferem-se normalmente quatro, dos quais vários vão morrer sem conseguir ser implantados no endométrio. O eventual sobrevivente desse holocausto nascerá, será fotografado e exibido em capa de revista, como uma resultado glorioso da tecnologia.
E agora, uma pergunta crucial: o que fazer com os outros seis embriões que não foram transferidos? A “solução” encontrada tem sido congelá-los em nitrogênio líquido (criopreservação).
Resolução Normativa 1.358/92 do Conselho Federal de Medicina
“Normas Éticas para a Utilização das Técnicas de Reprodução Assistida”.
“V – Criopreservação de Gametas ou Pré-Embriões[1]
1 – As clínicas, centros ou serviços podem criopreservar espermatozóides, óvulos e pré-embriões.
2 – O número total de pré-embriões produzidos em laboratório será comunicado aos pacientes, para que se decida quantos pré-embriões serão transferidos a fresco, devendo o excedente ser criopreservado, não podendo ser descartado ou destruído.”
Mas… congelar até quando? A crioconservação é cara e nem sempre os pais estão dispostos a implantar os embriões excedentes. “Não se sabe exatamente quantos embriões congelados existem no país. Mas pode-se ter uma idéia: três das maiores clínicas em São Paulo reúnem, cada uma, cerca de mil embriões. Foram obrigadas a dobrar o espaço nas geladeiras” (Excessos de Proveta, Época, 30 de agosto de 1999, p. 86).
Há no Congresso Nacional projetos de lei tentando “regulamentar” a chamada “reprodução assistida”. Lamentavelmente, há a tendência de se permitir, ou até obrigar o descarte dos embriões humanos excedentes.
O têrmo “pré-embrião” é preconceituoso. Designa os embriões já concebidos, mas ainda não implantados no útero. O motivo pelo qual recentemente se têm chamado tais embriões de “pré-embriões” é sugerir que não se tratam de seres humanos e que, portanto, podem ser descartados ou manipulados. Apesar disso, a Resolução Normativa ainda não autoriza o seu descarte ou destruição.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz – Curso de Bioética -


La Stampa
Na missa conclusiva de sua visita a Alemanha ,no aeroporto de Friburgo (diante de 100 mil participantes e de todos os bispos das 27 dioceses da Alemanha), o Papa exortou os crentes a não serem apenas fiéis por simples hábito. Com um elogio inusitado e destinado a deixar marca nos “agnósticos que, por causa da questão de Deus não encontram paz, pessoas que sofrem por causa dos nossos pecados e desejam ter um coração puro”. Eles estão “mais perto do Reino de Deus do que os fiéis ‘de rotina’, que na Igreja só veem agora o aparato, sem que o ser coração seja tocado pela fé”.
A Igreja não é uma multinacional da filantropia. Não bastam estruturas eficientes, instituições sociais e de caridade capazes de desenvolver um serviço que “requer competência objetiva e profissional”. É preciso mais, isto é, “um coração que se deixe tocar pelo amor de Cristo”.
Embora expressando gratidão aos que “colocam à disposição tempo e forças no voluntariado”, o papa exorta os católicos, em todos os níveis, “a se interrogar sobre a relação pessoal com Deus”. E recomenda “oração, participação na missa dominical, meditação da Sagrada Escritura, estudo do catecismo”. Não há renovação na Igreja sem conversão e fé renovada.
Aos seus compatriotas, o pontífice faz uma acurada denúncia do “relativismo combativo” e da “campanha de opinião contra a Igreja”. Mas é o “fronte interno” que o preocupa mais. Joseph Ratzinger muitas vezes não encontra, por trás de estruturas eclesiásticas bem organizadas, “força espiritual e fé”.
Além disso, “uma excedência das estruturas com relação ao Espírito” torna vã qualquer tentativa de reforma. Por isso, Bento XVI apela à honestidade intelectual tanto de quem se diz cristão, quanto daqueles que não professam a fé, mas deveriam respeitá-la. A dimensão religiosa, de fato, é essencial para que a sociedade seja plenamente humana.
É necessário que “as paróquias, as comunidades e os movimentos se sustentem e se enriqueçam mutuamente”, que “os batizados e crismados, em união com o bispo, mantenham alta a tocha de uma fé capaz de iluminar conhecimentos e capacidades”.
Da sua pátria, o pontífice dirige um vibrante lembrete à unidade da Igreja em resposta às instâncias de reforma disseminadas sobre os divorciados em segunda união, sobre o celibato sacerdotal e sobre a ordenação das mulheres. Não é disso que se precisa, adverte o pontífice.
A Igreja, rebate o papa, “irá superar os desafios presentes e futuros” somente se “sacerdotes, pessoas consagradas e leigos” permaneçam fiéis à “sua própria vocação específica colaborando em unidade”.

“Lá do alto enviai-nos, ó Cristo, vosso anjo da paz, São Miguel. Sua ajuda fará vosso povo crescer mais, prosperando, fiel. Gabriel, o anjo forte na luta, nosso templo sagrado visite, lance fora o antigo inimigo e, propício, conosco habite. Enviai-nos dos céus Rafael, o bom anjo que cura os doentes, para a todos os males sarar e curar a doença das mentes. Cristo, glória dos coros celestes, vossos anjos nos venham guiar, para, unidos a eles um dia, glória eterna ao Deus Trino cantar. Amém.” (Liturgia das Horas) |

Não há um só país de maioria cristã, e já há muitos anos, que persiga outras religiões. Ao contrário: elas são protegidas. Praticamente todos os casos de perseguição a minorias religiosas têm como protagonistas correntes do islamismo — ou governos mesmo. Não obstante, são políticos de países cristãos — e Barack Obama é o melhor mau exemplo disto — que vivem declarando, como se pedissem desculpas, que o Ocidente nada tem contra o Islã etc. e tal. Ora, é claro que não! Por isso os islâmicos estão em toda parte. Os cristãos, eles sim, são perseguidos — aliás, é hoje a religião mais perseguida da Terra, inclusive por certo laicismo que certamente considera Bento 16 uma figura menos aceitável do que, sei lá, o aiatolá Khamenei…
O pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso em 2009, acusado de “apostasia” — renunciou ao islamismo—, e foi condenado à morte. Deram-lhe, segundo a aplicação da sharia, três chances de renunciar à sua fé, de renunciar a Jesus Cristo. Ele já se recusou a fazê-lo duas vezes — a segunda aconteceu hoje. Amanhã é sua última chance. Se insistir em se declarar cristão, a sentença de morte estará confirmada. Seria a primeira execução por apostasia no país desde 1990. Grupos cristãos mundo afora se mobilizam em favor de sua libertação. A chamada “grande imprensa”, a nossa inclusive, não dá a mínima. Um país islâmico eventualmente matar um cristão só por ele ser cristão não é notícia. Se a polícia pedir um documento a um islâmico num país ocidental, isso logo vira exemplo de “preconceito” e “perseguição religiosa”.
Yousef Nadarkhani é um de milhares de perseguidos no país. Sete líderes da fé Baha’i tiveram recentemente sua pena de prisão aumentada para 20 anos. Não faz tempo, centenas de sufis foram açoitados em praça pública. Eles formam uma corrente mística do Islã rejeitada por quase todas as outras correntes — a sharia proíbe a sua manifestação em diversos países.
Há no Irã templos das antigas igrejas armênia e assíria, que vêm lá dos primórdios do cristianismo. Elas têm sido preservadas. Mas os evangélicos começaram a incomodar. Firouz Khandjani, porta-voz da Igreja Evangélica do Irã, teve de deixar o país. Está exilado na Turquia, mas afirmou à Fox News que está sendo ameaçado por agentes iranianos naquele país.