Exorcismo
Padres Exorcistas explicam
Consagração a Virgem Maria
Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção
Formação para Jovens
Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração
19 de out. de 2011
Propaganda de Partido Cristão Brasileiro causa polêmica com LGBTs brasileiros.

Um comercial do Partido Social Cristão exibido no horário político na última semana causou grande repercussão entre homossexuais, que entenderam que o conteúdo era homofóbico.
A propaganda mostrava uma imagem onde aparecia escrito “Homem+Mulher+Amor=Família”.
Segundo o site Lado A, a afirmação, apesar de discreta, representa a opinião de vários líderes do partido, que são membros ou pastores de igrejas evangélicas e que o partido quer colocar os ensinamentos cristãos acima da Constituição.
O site do partido já havia chamado a atenção dos ativistas gays por causa da nota de repúdio emitida pelo PSC quando o Supremo Tribunal Federal reconheceu a legalidade da união civil entre pessoas do mesmo sexo. A nota afirmava: “O Partido Social Cristão repudia a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que equipara as relações estáveis de heterossexuais e de homossexuais. A Corte Suprema do País adotou uma posição contrária aos anseios da maioria esmagadora da população brasileira”.
Membros do PSC afirmam que o partido não é homofóbico, porém defendem o ponto de vista cristão e defendem o conceito de Família Cristã.
O site Lado A, que visa o público homossexual ironiza a postura do partido: “Sob o slogan bíblico ‘Deus fez Macho e Fêmea’, rejeitam o reconhecimento dos direitos dos homossexuais. Como usam a frase missão do partido ‘O ser humano em primeiro lugar’, logo, rejeitam também a humanidade dos homossexuais”.
O PSC não divulgou nota sobre a reportagem do site Lado A.
Veja!
Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/
18 de out. de 2011
Pedofilia de alguns membros da Igreja: A generalização movida pelo preconceito.

A generalização movida pelo preconceito
André Brandalise
Sei que este post pode levantar uma polêmica, mas acredito que a intenção seja essa.
Acho muito engraçado quando MUITOS defendem o respeito a si mesmos ou a setores da sociedade, mas ao mesmo tempo esquecem que outros devem ser respeitados.
Não é incomum vermos denuncias de pedofilia no mundo e este é um mal que deve ser combatido. Sou pai de 4 crianças maravilhosas, e só de imaginar algo assim acontencendo com qualquer um deles já me dá arrepio e nojo.
Ocorre que diante de alguns casos de pedofilia ligados aos sacerdotes católicos, resolvem generalizar e dizer que todo padre é pedófilo. Não vou defender os sacerdotes que tenham cometido pedofilia, pois acredito que devam ser responsabilizados e punidos, mas isso não quer dizer que todo e qualquer padre seja igual. Quem pensa e defende este tipo de coisa só pode ser movido por preconceito.
Clique na imagem para ampliar.
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| Fonte: Blog Íntegras |
Perdão, mas o que dizer então sobre os casados pedófilos? Eles não vivem no celibato.
Mesmo sendo um crime que deve ser combatido, temos que lembrar (pelo jeito para alguns é “descobrir”) que a pedofilia é um distúrbio, uma doença, assim como é o alcoolismo. Pode ser controlada, mas depende de tratamento específico – mesmo assim não se retira a responsabilidade do indivíduo pelos seus atos.
O que digo é: para o pedófilo, o celibato (ou não) é irrelevante, pois não é isso que vai afastá-lo de seu desejo. Para ele não interessa a sua condição social ou estado de vida (casado, solteiro ou celibatário), pois quando movido pelo seu desejo isso some da sua cabeça.
Ainda, a pedofilia existe há séculos e não se restringe apenas a padres. É interessante ver esta condenação limitada apenas aos sacerdotes.
Vamos imaginar a seguinte situação: nos últimos tempos temos DIVERSOS casos de pedofilia envolvendo professores (exemplos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8), e se seguíssemos a mesma lógica, teríamos que dizer que todos os professores são pedófilos, O QUE EVIDENTEMENTE NÃO É VERDADE E SERIA UMA IMENSA INJUSTIÇA, a tanto que não se vê piadinhas e acusações de forma generalizada contra os professores.
A pesquisa citada acima (link abaixo da imagem) diz que a pedofilia ocorre mais vezes sendo o agressor o padrasto, o que não significa que todo padrasto seja pedófilo.
Ora, se vale para uns, vale para outros. Assim como não podemos generalizar com os professores e padrastos, não podemos fazer o mesmo com outras pessoas (INCLUSIVE OS SACERDOTES).
Então está na hora de pararem com essa visão limitada e preconceituosa contra os padres. Querem atacar a Igreja Católica (e isso virou moda hoje em dia), sejam pelo menos inteligentes e usem argumentos válidos, e não uma generalização absurda e ofensiva.
O combate à pedofilia deve continuar e todo cuidado é pouco, mas ficar acusando toda e qualquer pessoa apenas porque alguém em situação (profissional, parentesco, etc.) semelhante cometeu a pedofilia é no mímino falta de vontade de pensar.
Antes que venham atacar o celibato, peço que leiam este texto: Os sacerdotes são pessoas REALMENTE felizes? Veja conclusão de pesquisa.
17 de out. de 2011
Inscreva-se para a palestra sobre Ideologia de gênero, uma arma psicológica contra a Família
Já imaginou se ao invés de identificar as pessoas como homem ou mulher, você tivesse que classificá-las por “gêneros”: heterossexual (masculino e feminino), homossexual e bissexual?
Pois é isso que os defensores da “desconstrução da heteronormatividade” querem esta nova forma de classificação está aguardando votação no Congresso Nacional, pois está dentro do Programa Nacional dos Direitos Humanos em sua terceira versão (PNDH-3).
E se esta “desconstrução da heteronormatividade” for aprovada, os termos homem e mulher, menino e menina, pai e mãe, senhor e senhora serão extintos!
Não haverá mais qualquer noção da desigualdade natural – posta por Deus – que existe entre os sexos. E todo o tipo de aberração contrária à natureza, como, por exemplo, o chamado “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, será considerado normal.
Absurdo isso não? Mas não impossível.
A menos que você, eu, e a parte sadia da sociedade façamos algo para reagir
É por isso que o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está promovendo uma palestra que tratará desta que talvez seja a maior ameaça da História à família tradicional brasileira:
Saiba como se defender dessa arma psicológica contra a Família
Data: 18 de outubro de 2011
Horário: 19h00 (recepção) 19h30 (início dapalestra)
Local: Auditório do Colégio São Bento, s/n° – Centro- São Paulo (mapa do local)
Referência: Ao lado do Mosteiro São Bento – (há estacionamento exclusivo no próprio local)
Palestrante: Cel. Jairo Paes de Lira
Cel. Jairo Paes de Lira: Coronel da Reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Ex-Comandante do Policiamento Metropolitano
Ex-Deputado Federal (53ª Legislatura). Indômito defensor da vida, da família e do direito de legítima defesa. Além de um palestrante claro e incisivo em suas análises.
Na ocasião, a Editora Katechesis fará o lançamento do livro de Jorge Scala – conhecido autor de outras obras em
defesa da vida – “La ideologia de Género o El Género como Herramienta de Poder”, traduzido para o português.
O PECADO NÃO ESTÁ NA CAMISINHA.

Dom Cristiano Jakob Krapf
O Papa Bento continua provocando o mundo com pronunciamentos que incomodam. Na sua viagem pelo continente africano, o Papa convoca os católicos a lutar contra a pobreza, a violência, a corrupção e os abusos de poder. De suas mensagens apresentadas em muitas horas de discursos, a imprensa seleciona e critica palavras contra a camisinha.
Um homem foi abordado no meio da rua por uma pesquisadora que perguntou se costumava usar camisinha. Ele respondeu que não.
Ela insistiu: Nunca usou? Ele: Nunca usei. Nem vou usar. Ela: Não sabe que sexo sem camisinha é perigoso? Ele: Perigoso? Por que? Ela: Tá brincando? Não sabe que ela oferece proteção contra o flagelo da Aids? Ele: Sei, mas não preciso da proteção de camisinha. Tenho um método mais seguro. Ela: Um método mais seguro? Como é? Ele: Não cometer adultério.
É o caminho mais seguro para superar a proliferação da AIDS e de outras DST. Mas o mundo está em outra. Até cristãos não respeitam o sexto mandamento. Diante da propaganda de caminhos mais atraentes e fáceis, não se pode esperar que todos venham andar por caminhos que exigem renúncias e autodomínio.
No mundo existem 30 milhões de pessoas doentes de AIDS, metade na África, onde 25 milhões já morreram contaminadas pelo vírus HIV. Tal tragédia mundial vem provocando muita polêmica. Os resultados limitados dos investimentos bilionários na procura por remédios deixam mais evidente que prevenir é melhor que remediar.
Os preservativos são apresentados como solução segura e única contra as DST, e também para evitar a gravidez indesejada e o recurso a práticas abortivas. Mas a propaganda oficial já não fala tanto em sexo seguro. Nenhum cientista sério afirma que a camisinha oferece proteção total. No entanto, ter 90%, ou até 99% de proteção é melhor que ter nenhuma. Mas não é honesto esconder a possibilidade de falhas.
Pronunciamentos recentes manifestam o tamanho das divergências entre as advertências do Papa e as afirmações de outras pessoas sérias.
Diz o Papa, depois de afirmar que a Igreja está na vanguarda do combate à aids: Esse problema não pode ser resolvido somente com a distribuição de camisinhas. Pelo contrário, isso piora o problema.
Tal afirmação é tradicional na Igreja que vê na obediência ao mandamento de não cometer adultério a melhor maneira de evitar a AIDS e outras DST.
Diz o ministro que a intromissão da Igreja prejudica o trabalho nos campos sexual e reprodutivo, quando não aceita o uso do preservativo, expondo as pessoas ao risco de adoecer ou morrer, ou quando não aceita que as mulheres usem métodos anticoncepcionais. São acusações gravíssimas que não se resolvem com o recurso à autoridade e condenações dogmáticas contra posições divergentes da pregação da Igreja. Pior é existe até igreja cristã a distribuir preservativos. Será que é só para ganhar pontos na opinião pública? Ou marcar pontos contra a igreja católica?
Não é fácil entender e aceitar certas proibições adicionadas em vinte séculos aos 10 mandamentos da Bíblia. Alguns tentam facilitar o combate aos ensinamentos da Igreja falsificando suas posições. Não é verdade que a Igreja não aceita que as mulheres usem métodos anticoncepcionais como diz o Temporão.
Pelo contrário, ela recomenda a paternidade responsável baseada em métodos naturais de controle. O problema é que tais métodos são mais exigentes que o recurso fácil aos métodos artificiais de pílulas e camisinhas.
Diante da dificuldade dos argumentos da teologia moral baseados na obrigação de respeitar a dupla finalidade do sexo como ato de amor e abertura para a geração de filhos, os doutores da lei e da moral deveriam repensar o assunto. Relações sexuais praticadas apenas em dias inférteis também estão excluindo a geração de filhos e são renúncias que podem ser recomendadas, mas não podem ser impostas a todos.
A questão da camisinha para diminuir o risco de AIDS é mais complicada ainda. No maior país católico do mundo a Igreja condena seu uso, mas o Governo distribui dez milhões de camisinhas no carnaval e o presidente joga preservativos para o povo no sambódromo. Pelo jeito, os foliões não levam a sério a gravidade da ameaça da AIDS, ou não confiam na proteção das camisinhas, para precisar recebê-las como brindes pagos pelo contribuinte. Outra vez botaram camisinhas até nas cestas básicas. A meninada curiosa procurava saber para que servia aquilo e queria experimentar.
Muitos cristãos, mesmo católicos, também não levam a sério as condenações da Igreja. Mas o problema não é que tantos não obedecem à proibição da camisinha. A questão é mais grave. O pecado não está na camisinha. O pecado está no adultério que a camisinha favorece. A preocupação dos promotores da camisinha que acham que a sua proibição pela Igreja seria culpada pela proliferação das DST não faz sentido. Se um católico não respeita um claro mandamento bíblico e comete adultério, porque iria respeitar o pormenor de uma proibição da Igreja e deixar de recorrer à proteção da camisinha? Quanto aos ateus, não adianta argumentar com a Palavra de Deus. Vão ligar para leis da Igreja? Nem jovens cristãos não aceitam mais proibições sem entender as razões.
É possível que o número de pessoas contaminadas por confiar na camisinha, que na hora H falhou ou não estava ao alcance da mão, seja maior que o número de pessoas que deixaram de usar camisinha para atender um preceito da Igreja. Quem obedece aos mandamentos não precisa de camisinha que é coisa para adúlteros.
A camisinha incomoda a Igreja por favorecer traições que minam a estabilidade da família e por facilitar a promiscuidade entre jovens de idade cada vez menor que atrapalha a construção de uma grande história de amor. Nosso tempo tem excesso de sexo e falta de amor. Dinheiro pode comprar até mulher, mas não pode comprar amor.
A Igreja tem toda razão de estar preocupada com a proliferação do sexo “livre” que corrompe uma das maiores conquistas do cristianismo, a família construída sobre o fundamento sólido de um grande amor entre um homem e uma mulher, amor que transborda na geração de filhos e na sua educação no aconchego do lar protegido pela fidelidade. Numa perspectiva de fé, não vejo porque um adultério com camisinha seja pior que um adultério sem camisinha. Por que é que um marido infiel não devia procurar evitar pelo menos a contaminação que pode estragar a vida familiar não só no plano espiritual da convivência, mas também no plano material da saúde?
Do jeito que as coisas são apresentadas pode ficar a impressão que se condena mais a camisinha que o adultério. Acho que a Igreja não devia perder tanto tempo na luta inglória contra preservativos. Devia concentrar suas energias na luta contra o pecado do adultério. Melhor, a favor da castidade dos solteiros e da fidelidade dos casados.
O mundo não precisa tanto de proibições e condenações, mas de motivações. A contribuição maior da Igreja para um mundo melhor não é falar contra o pecado e excluir o pecador. A Igreja precisa ajudar o jovem a descobrir a beleza do caminho apontado por Jesus que resumiu toda lei no amor a Deus e ao próximo.
Não é hora de recair na mentalidade farisaica de querer enquadrar a vida toda nos pormenores de leis e proibições. É hora de cuidar da solidez dos fundamentos da fé e da vida cristã e deixar cada um tirar as consequências na sua vida pessoal, com liberdade e responsabilidade.
Se o sexto mandamento proíbe o adultério aos amantes, é para proteger um amor maior. Os mandamentos só podem ser entendidos em relação ao amor. Quem ama não mata. Quem ama não trai. Quem ama sabe esperar. O primeiro requisito do amor é a luta pela justiça. E a justiça começa em casa.
"O Papa está certo", diz autoridade mundial no combate à AIDS

"Eu sou um liberal nas questões sociais e isso é difícil de admitir, mas o Papa está realmente certo. A maior evidência que mostramos é que camisinhas não funcionam como uma intervenção significativa para reduzir os índices de infecção por HIV na África."
Esta é a afirmação do médico e antropólogo Edward Green, uma das maiores autoridades mundiais no estudo das formas de combate à expansão da AIDS. Ele é diretor do Projeto de Investigação e Prevenção da AIDS (APRP, na sigla em inglês), do Centro de Estudos sobre População e Desenvolvimento da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Uma das instituições educacionais mais prestigiadas do mundo.
Na terça-feira, 17 de março, em entrevista concedida a jornalistas no avião papal rumo à África, Bento XVI afirmou que a AIDS não vai ser controlada somente com a distribuição de preservativos. Para o Pontífice, a solução é "humanizar a sexualidade com novos modos de comportamento". Por estas declarações, o Papa foi alvo de críticas.
Dr. Edward Green, com 30 anos de experiência na luta contra a AIDS, tratou do assunto no site National Review Online(NRO) e foi entrevistado no Ilsuodiario.net.
O estudioso aponta que a contaminação por HIV está em declínio em oito ou nove países africanos. E diz que em todos estes casos, as pessoas estão diminuindo a quantidade de parceiros sexuais. "Abstinência entre jovens é também um fator, obviamente. Se as pessoas começam a fazer sexo na idade adulta, elas terminam por ter menor número de parceiros durante a vida e diminuem as chances de infecção por HIV", explica.
Green também aponta que quando alguém usa uma tecnologia de redução de risco, como os preservativos, corre mais riscos do que aquele que não a usa. "O que nós vemos, de fato, é uma associação entre o crescimento do uso da camisinha e um aumento dos índices de infecção. Não sabemos todas as razões para isto. Em parte, isso pode acontecer por causa do que chamamos 'risco compensação'".
O médico também afirma que o chamado programa ABC (abstinência, fidelidade e camisinha – somente em último caso), que está em funcionamento em Uganda, mostra-se eficiente para diminuir a contaminação.
O governo de Uganda informa que conseguiu reduzir de 30% para 7% o percentual de contaminação por HIV com uma política de estímulo à abstinência sexual dos solteiros e à fidelidade entre os casados. O uso de camisinhas é defendido somente em último caso. No país, por exemplo, pôsteres incentivam os caminhoneiros - considerado um grupo de risco - a serem fiéis às suas esposas.
Aborto de feto anencéfalico, que diz a Igreja.

EXCELENTÍSSIMOS SENHORES MINISTROS DO COLENDO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.
ADPF – Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 54.
RELATOR: Ministro Marco Aurélio.
ASSUNTO: Aborto do Feto Anencefálico.
BREVÍSSIMO MEMORIAL
"Morrer se preciso for, matar nunca" (Marechal Rondon)
1. A matéria em discussão na mencionada ADPF é da mais alta relevância, haja vista envolver o valor fundante da existência humana: o nascer. Com efeito, a decisão liminar proferida pelo Ministro Marco Aurélio criou uma nova hipótese de descriminalização do aborto ao permiti-lo se o feto for anencefálico.
2. Com essa decisão, o Ministro Marco Aurélio, com todo o respeito, usurpou função exclusiva do Congresso Nacional: legislar positivamente. Em verdade, diz a nossa Constituição que "ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei" (Inciso II, Art. 5º). Sucede que essa decisão criou uma nova hipótese legislativa e em matéria de direito penal, gravada pela cláusula da estrita legalidade, em face dos valores sociais protegidos.
3. A CNBB é a entidade representativa dos interesses do episcopado brasileiro e dentre suas missões está a promoção do Evangelho de Cristo radicado nas seguintes exortações, dentre outras:
"Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mateus, 22, 39).
"Eu vim para que todos tenham vida e a tenham plenamente" (João, 10, 10).
"Eu quero a misericórdia e não sacrifícios" (Mateus, 9, 13).
4. Excelências, o Evangelho de Jesus Cristo é parte das concepções de Mundo há mais de 2.000 (dois) mil anos. No Brasil, o cristianismo se confunde com a nossa história. Daí que os valores cristãos fazem parte da formação cultural de nossa sociedade. Um Estado laico respeita os valores religiosos de uma sociedade e os considera na formulação de suas decisões. Os Poderes do Estado, e o Judiciário é um deles, decidem em nome e para o povo, daí que não podem desprezar ou ignorar esses valores em suas decisões.
5. A República deve ser laica, democrática, plural e aberta. Todavia, isso não implica ou impõe uma indiferença ou desconsideração aos aspectos espirituais ou às convicções das pessoas. O Estado não tem fé, as pessoas sim.
6. Daí, indaga-se: deve o Judiciário ignorar a religiosidade dos jurisdicionados? Entendemos que não. Na verdade, deve velar na proteção desse bem jurídico -- as crenças religiosas. Afinal, sabemos todos que religiosidade é uma das mais belas manifestações culturais de um povo. A sociedade brasileira tem nas suas religiões um dos seus elementos de identidade.
7. Por essa razão, considerando a perspectiva evangélica e a gravidade do tema envolvido nessa controvérsia jurídica, a CNBB, à luz da doutrina cristã radicada no amor, na misericórdia e na preservação da vida, vem manifestar o seu ponto de vista e expor as suas razões, sem querer impor absolutamente nada, mas pedindo, tão somente, o direito de ser ouvida. Ser escutada para poder convencer é o que pede a CNBB.
8. Outrossim, além dos induvidosos aspectos religiosos empolgados na presente controvérsia, há profundas questões éticas e jurídicas. Aqui, aduziremos apenas os aspectos éticos e jurídicos pertinentes e não visitaremos aspectos religiosos. Por serem menos importantes ou irrelevantes ou irracionais? Não, mas por respeito àqueles que não os compartilham com a CNBB.
9. Cuida-se, em verdade, da seguinte questão ético-jurídica: a discussão acerca do início da vida e de sua destinação e do legítimo poder humano sobre outra vida humana diz respeito ao gênero humano, em sua totalidade, não apenas a uma determinada confissão ou convicção religiosa. É a humanidade ou não de um feto anencefálico que se vai decidir e o sentido dessa humanidade.
10. A defesa da vida humana é uma das causas universais (católicas) da CNBB, da Igreja e de todos os homens e mulheres de boa vontade, independentemente das convicções religiosas, crentes ou não crentes.
a) O feto anencefálico é ser humano ou é uma "coisa"?
b) Dizem que é um "ser não-vivo". O que é esse ser não-vivo?
c) É ser dotado de uma essencial dignidade e merecedor de uma especial proteção ou é um sub-humano, uma coisa em forma humana?
d) O feto anencefálico é uma patologia ou é a anencefalia que é uma patologia?
e) O doente se confunde com a doença? O anômalo com a anomalia?
f) Acabaremos com as doenças dizimando os doentes?
g) A humanidade de um ser está apenas em sua racionalidade? Somente os seres racionais são humanos?
h) A proteção ao nascituro, desde a concepção, é letra morta do nosso Código Civil?
i) Só o nascituro com viabilidade extra-uterina é merecedor de proteção jurídica?
j) Somente seres humanos viáveis são destinatários de proteção?
l) A dignidade da vida do feto anencefálico é inferior ao bem–estar da mulher gestante?
m) Uma gravidez pode ser comparada a uma tortura ou a um tratamento degradante porque o feto não atende às expectativas dos pais?
n) Fica a dignidade de uma gestante aviltada por carregar em seu ventre um feto anencefálico?
o) O abortamento ou o eufemismo "antecipação terapêutica do parto" se justificam por uma razão de bem-estar da gestante ou da família?
p) A vida requer adjetivos e outros qualificativos ou ela se basta enquanto si?
q) O que vale mais que a vida humana? O bem estar?
r) A vida só deve ser protegida se útil?
s) Quem são os úteis para viver?
) O feto anencefálico é um outro, um ser humano vivo, ou não passa de um pedaço de carne que deve ser extirpado do corpo da gestante?
u) A mão humana deve intervir para salvar ou para matar?
v) Os avanços da medicina e da ciência devem atropelar as concepções éticas de uma sociedade?
x) O sacrifício da vida do feto anencefálico restaura a dignidade da gestante?
z) O feto anencefálico não tem o direito de morrer naturalmente?
12. As respostas a essas indagações são indispensáveis para o deslinde dessa questão. Pede-se, Excelências, que reflitam sobre as respostas e sobre os princípios que serão estabelecidos a partir delas. A decisão do Supremo estabelecerá um caminho e uma perspectiva acerca do sentido da vida.
13. A CNBB entende, concessa venia dos que pensam em contrário, que o ser humano, independentemente de sua forma ou estágio, é pessoa humana, sujeito e nunca uma coisa ou um ser qualquer. A pessoa humana, seja em que estágio for ou estiver, não pode ser coisificada ou desqualificada em hipótese alguma.
14. Todo ser humano, e o feto anencefálico, para a CNBB, é ser humano, independentemente da situação em que se encontre, é merecedor de uma especial atenção e dotado de uma essencial dignidade. E eles – fetos anencefálicos e todos que não tenham viabilidade ou que não sejam mais úteis - mais do que nunca, por não poderem se defender e sem terem nada, sequer a consciência de sua dignidade, são os que devem ser especialmente protegidos.
15. O sofrimento da gestante e da família a todos sensibiliza e não podemos ser indiferentes a essa dor e angústia. Mas esse sofrimento não justifica nem autoriza o sacrifício da vida do filho que se carrega no ventre. Não é uma simples escolha, um simples ato de vontade, não se trata apenas do próprio corpo, mas se cuida de uma outra vida, de vida autônoma, de vida que vale por si, pelo simples fato de existir. Ou o feto anencefálico não existe?
16. Não será a antecipação da morte que livrará a mãe ou o feto de seus sofrimentos. O sacrifício da vida fetal, nada obstante a inviabilidade extra-uterina, não se justifica em face dos interesses maternos ou familiares. O sacrifício de uma vida, e o feto anencefálico é ser humano vivo, insistimos, porque essa vida é inviável socialmente não pode ser aceito no atual estágio e grau de desenvolvimento de nossa cultura.
17. Vislumbrar o feto anencefálico como uma "coisa", sub-humana, patologia, ou qualificações similares nos lembra a retórica nazi-fascista ou daqueles que desprezam a pessoa humana. Destila-se contra o feto anencefálico o ódio venenoso que mata qualquer sentimento de civilização que temos. Nós não podemos nos juntar às culturas que matavam àqueles que não atendiam as suas expectativas, sejam quais forem: físicas, estéticas, éticas, religiosas, sexuais, econômicas, raciais etc.
São essas, Excelentíssimos senhores, as nossas breves considerações que lhes submetemos.
Nestes termos, pedimos e esperamos uma profunda reflexão ética sobre o tema. Que a luz da sã razão ilumine as suas consciências e que pensem, não apenas no direito de decidir da gestante, mas nos direitos que não tiveram os fetos.
Brasília, 19 de agosto de 2004.
Luís Carlos Martins Alves
OAB/DF 18.274
Carta Apostólica Porta fidei - Sobre o Ano da Fé.

16 de out. de 2011
Comentário Evangelho Domingo, 16/10

14 de out. de 2011
Por que Nossa Senhora Chora?

INACREDITÁVEL!
Chegou-nos às mãos um livro de 142 páginas. Pequeno quanto ao tamanho, mas seu conteúdo é imenso quanto à impiedade, à blasfêmia e à linguagem pornográfica desbragada.
Sob o título Aventuras provisórias, o autor Cristóvão Tezza apresenta em forma de romance uma trama de atos praticados por pessoas imorais, num clima sórdido. As páginas de uma publicação católica não são lugar para exibir abominações como as contidas nesse inqualificável manual de deformação moral, pois sua linguagem é de nível torpe, e os palavrões de baixo calão não são raros. Chega-se ao extremo de lançar um palavrão contra Deus, que atinge também sua Mãe Santíssima, e qualificar o Criador de demônio, num trecho em que se conjugam virulentamente blasfêmia, impiedade e imoralidade.
Alguém poderia pensar: O livro é mais uma amostra da pseudo-literatura moderna, que infelizmente prolifera no País... Mas é necessário fazer duas observações que agravam enormemente o fato:
1. Na capa há um logotipo sob o qual se lê: Governo do Estado – Santa Catarina – Secretaria de Estado da Educação. E no frontispício do volume que compulsamos, abaixo do título da obra há um carimbo com o nome da Escola de Educação Básica de uma cidade do interior daquele estado. Assim, tudo indica que tal obra inqualificável foi distribuída a escolas da rede estadual de ensino.
2. Na quarta capa, mais um dado causa espanto: transcrevem-se comentários elogiosos do livro feitos por três diários, dois deles bastante conhecidos, um dos quais de grande tiragem e de circulação nacional.
Pobres e desventuradas infância e juventude, que recebem nas aulas de estabelecimentos oficiais de ensino — em vez de sadio alimento para seus espíritos — veneno potente que mata as almas em seus primeiros albores!
Diante desse caso tenebroso compreende-se o pranto da Mãe de Deus.
Revista Catolicismo Julho de 2010
O “aquecimento global”, uma fraude global

Atualmente desacreditados, tidos como “terroristas climáticos”, os ambientalistas falam cada vez menos em “aquecimento global”, expressão que vai sendo substituída por “mudanças climáticas”...
Alejandro Ezcurra Naón
Neve caindo em Miami; granizo sem precedentes na Arábia Saudita; congelamento do Mar Báltico; a nevada mais forte, em quase um século, em Moscou; e a maior da história de Washington (100 cm – um metro! – de neve); a França varrida por um vendaval gelado, com ventos de até 150 km por hora; e a Inglaterra paralisada por onda de frio, gelo e neve...
Na China como no México — que registrou as temperaturas mais baixas dos últimos 124 anos —, na Europa e até nos países da África saariana, como a Argélia, as temperaturas despencaram a níveis sem precedentes: –18°C na Espanha, –20°C na Alemanha e na Holanda, –23°C na Áustria, –41°C na Noruega, deixando trágico saldo de centenas de mortos, energia cortada, caos no transporte aéreo, terrestre e fluvial.
Assim começou o ano de 2010 no hemisfério norte. Mais modestamente, no hemisfério sul, nos dois últimos invernos nevou em Buenos Aires, o que não sucedia há mais de 80 anos. O que significa tudo isso? O que aconteceu com o tão propalado “aquecimento global”?
Que há uma anomalia climática, é indiscutível, e os rigores do último inverno boreal o demonstram. Mas sucede curiosamente que políticos e cientistas vinculados à esquerda — como o ex-vice-presidente e candidato democrata derrotado à presidência dos EUA, Al Gore — entregam-se há alguns anos a uma espécie de terrorismo climático unilateral. Segundo eles, o mundo sofre um processo de “aquecimento global antropogênico” (gerado pelo homem), devido à excessiva emissão de gases contaminadores da atmosfera.
Apóia essa versão uma montanha de dados assustadores, fornecidos sobretudo pelo “Painel Inter-governamental sobre Mudanças Climáticas” (IPCC) das Nações Unidas e o Climate Research Unit (CRU), da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, um dos centros de investigação mais empenhados em demonstrar a existência de tal fenômeno.
Os dirigentes políticos máximos mundiais repetiam servilmente as advertências alarmistas do CRU, propaladas por gigantesca ofensiva publicitária. E Al Gore foi apresentado como uma espécie de salvador da humanidade, culminando com a concessão do Prêmio Nobel da Paz de 2007. Seu filme An Inconvenient Truth (Uma Verdade Inconveniente) ganhou o prêmio da Academia de Hollywood como o melhor documentário, e seu áudio do mesmo filme obteve o Grammy de melhor vocalização.
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Mito que desmorona...
Mas em fins do ano passado descobriu-se que os dados da CRU eram manipulados. Esse instituto já havia sido interpelado pelo Competitive Enterprise Institute, dos EUA, por ter destruído suspeitamente seus registros originais de temperaturas, sob a alegação de “falta de espaço”. Pouco depois, hackers conseguiram extrair milhares de arquivos (sobretudo e-mails) dos computadores da CRU, nos quais seus principais cientistas jactavam-se de ter forjado informações falsas para “demonstrar” que o mundo está aquecendo. Rapidamente essas mensagens passaram a circular na Internet. A conspiração ficou patente, o escândalo saltou para a imprensa, e a Universidade de East Anglia teve que admitir a autenticidade desses arquivos comprometedores. Tudo isso aconteceu poucos dias antes da Conferência das Nações Unidas sobre mudança climática em Copenhague, em dezembro de 2009.
Com a desqualificação dos relatórios alarmistas sobre o aquecimento — que constituíam o eixo de suas deliberações — o imponente fórum com 25 mil assistentes foi a pique. De seu estrepitoso fiasco só se resgatou um tênue compromisso de limitação de emissões de carbono por parte de algumas nações. O que equivale a nada!
Phil Jones, diretor do CRU e principal responsável pela farsa climática, foi deposto de seu cargo após ter admitido ser o autor dos e-mails, qualificados por ele de “espantosos”. Declarou que, ao ser descoberto, “pensou em suicidar-se”. A isso seguiu-se a renúncia do secretário executivo da Convenção da ONU sobre mudança climática, o notório “aquecimentófilo” holandês Yvo de Boer. E não era para menos: o abalo ocasionado por essa fraude — denominada “climagate”, por associação com o Watergate – foi de tal monta, que o conhecido colunista conservador inglês, lorde Christopher Monckton, chegou a exigir a dissolução das Nações Unidas...
Em resumo, este foi o incrível itinerário — do apogeu midiático ao estrepitoso fracasso — do mito do aquecimento global, que passará para a História como a maior fraude científica.
Nasce então a pergunta: o que havia por detrás dessa gigantesca manobra em escala mundial? Qual a intenção de seus promotores?
Guerra psicológica e ecologia
Como é do conhecimento de muitos dos nossos leitores, a Revolução anticristã tem por meta a anarquia (ausência de governo e de Estado), forma extrema de comunismo, que é a mais oposta ao ideal católico de sociedade. Mas para chegar a esse extremo é necessário desmantelar toda a atual estrutura organizativa do mundo. Tarefa nada fácil, e a única forma de alcançar esse objetivo seria levar os homens a desejar tal desmantelamento.
Assim, desde os tempos dos hippies e da revolução da Sorbonne em maio de 1968, procura-se propagar a idéia de que nossa civilização tornou-se inviável. Para esse objetivo contribui poderosamente o terrorismo ambiental, exagerando problemas reais do mundo industrializado tais como a hipertrofia das megalópoles contemporâneas, para concluir que devemos deixar a vida civilizada e migrar para um estilo de vida simples, miserabilista e neotribal – único “natural”, segundo os “terroristas ambientais”, e que não geraria nenhum tipo de contaminação, entre outras vantagens. Ou seja, para enfrentar o atual desequilíbrio social, os agentes da Revolução propõem saltar para um desequilíbrio oposto, e evidentemente muitíssimo pior.
A divulgação do mito de um “aquecimento global”, supostamente provocado pelas emissões de CO², constitui gigantesca manobra de guerra psicológica revolucionária, encetada para se avançar na direção do miserabilismo neotribal. Em extremos aberrantes, alguns cientistas chegaram ao ponto de propor redução drástica da população mundial a uma terça parte da atual, servindo-se do argumento simplório e falso de que cada ser humano, ao respirar, emitiria demasiado CO², envenenando a atmosfera...
Devemos alegrar-nos pelo fato de que, com o desmascaramento da fraude, o mito do “aquecimento global” — e com ele a utopia revolucionária — recebeu um duro golpe. Mas estejamos atentos, porque outros mitos-pesadelo, outras fraudes inspiradas pelo demônio, “pai da mentira” (Jn 8, 44), não tardarão em substituí-los.
fonte: Revista Catolicismo
http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?idmat=EA3C1CD1-3048-313C-2EA0BC912280C623&mes=Abril2010













