Exorcismo

Padres Exorcistas explicam

Consagração a Virgem Maria

Escravidão a Santissima Virgem, Orações, Devoção

Formação para Jovens

Espiritualidade, sexualidade, diverção, oração

6 de nov. de 2011

Itália: Repórter pergunta sobre os 10 Mandamentos e padres não conseguem responder

Apostasia na Igreja e no Mundo

Itália: Repórter pergunta sobre os 10 Mandamentos e padres não conseguem responder

03.11.2011 - O programa humorístico Le Iene, que numa tradução livre o nome seria “as hienas”, é bastante popular na Itália. Trata-se da versão do CQC apresentado pela TV de lá. Em outras ocasiões eles já deixaram o clero romano em maus lençóis. Algum tempo atrás, por exemplo, fizeram uma gravação com câmera escondida mostrando o comportamento sexual licencioso de alguns sacerdotes.

Desta vez, deram um passo além e foram até a Praça de São Pedro, no Vaticano, para investigar um assunto doutrinário básico.

Os sacerdotes entrevistados mostraram-se inseguros e hesitantes diante da câmera. A maioria foi incapaz de responder a perguntas simples como qual é o quinto ou o sétimo mandamento. Claro, todos tinham desculpas para justificar seu desconhecimento.

Parece estranho que eles não saibam os mandamentos básicos da lei de Deus. Todo bom cristãos deveria conhecer decor os Dez Mandamentos, que afinal são à base da fé judaica e também cristã. A repórter, de microfone em punho, deu uma volta pelo Vaticano, centro do catolicismo, e perguntava aos sacerdotes que passavam coisas simples como: Qual é o oitavo mandamento? E quanto ao quinto? E o décimo?

Apenas o cardeal brasileiro Cláudio Hummes, ex-prefeito da Congregação para o Clero, conseguiu responder de forma adequada. Os outros entrevistados são provenientes de vários países e falam línguas diferentes (como espanhol e inglês). Porém,a dificuldade não foi responder em italiano.

A repórter disse que podiam citar como lembravam, em sua própria língua. Alguns lembravam apenas da frase de Jesus, que os resumiu no Novo Testamento: “Amar a Deus sobre a todas as coisas e o próximo como a si mesmo”. Outros mencionaram mandamentos que sequer existem na Bíblia. Um deles pediu ajuda para o câmera. Há, inclusive, quem afirmasse que o importante não é saber os mandamentos, mas reconhecer que todos se resumem a um só: o amor.

A exibição teve repercussões dentro e fora da igreja católica: “Eu não vi a gravação, mas registrei os ecos negativos em muitos cristãos e também em alguns não católicos e não crentes. Percebi um forte desconforto”, explica o bispo Luigi Negri.

“Demonstra-se que a verdadeira crise que a Igreja Católica atravessa é uma crise de caráter cultural. Isto é, uma crise de cultura primária. O dogma foi, durante séculos, a cultura primária e tinha nos mandamentos um ponto de referência substancial”. “Se essa referência for perdida – concluiu o bispo –, falta a referência educativa fundamental que o povo tem”.

Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Periodista Digital e Lastampa

5 de nov. de 2011

Congresso pela verdade e pela vida: Religião universal e poder global, saiba mais sobre o assunto


Substituir a religião cristã por um relativismo ético. Essa é a proposta de fundo da "religião universal", impulsionada por grupos ideológicos de diversos segmentos sociais.

O jornalista e doutor em Teologia pela Universidade de Navarra (Espanha), monsenhor Juan Claudio Sanahuja, abordou o tema "Poder Global e Religião Universal" em uma das palestras desta sexta-feira, 4, durante o II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida, promovido pela Human Life International no Mosteiro de São Bento, em São Paulo.

Em entrevista exclusiva ao noticias.cancaonova.com, monsenhor Sanahuja fala mais sobre o assunto.

1- noticias.cancaonova.com - De que forma funcionam essas estratégias de estabelecimento de um poder global e religião universal?

Monsenhor Juan Claudio Sanahuja
- É algo fabricado pelos mesmos lobbys antivida, porque precisam transformar a cultura dos países cristãos, a fim de que a mensagem antivida possa ser aceita nesses países. Para isso, precisam "trocar" as crenças dos povos cristãos, especialmente católicos, e isso desgraçadamente é favorecido por uma situação de "crise" no interior da Igreja, pois há pessoas, inclusive eclesiásticos, que não aceitam os pronunciamentos magisteriais.

Justamente estes projetos de nova ética internacional baseiam-se no relativismo ético. Portanto, os documentos do Magistério que afirmam verdades imutáveis são rechaçados por esses projetos. E querem inculcar isso no povo cristão e católico, em parte valendo-se de alguns eclesiásticos que não aceitam o ensinamento da Igreja.


2- noticias.cancaonova.com - Já tivemos na história regimes políticos que promoveram o ateísmo, e, depois, surgiu essa tendência de promover a religião aconfessional. Qual é a diferença desses dois mecanismos?

Monsenhor Sanahuja - As pessoas são quase sempre as mesmas e tudo está impregnado de um neomarxismo. Então, o que ocorre é que querem substituir a religião revelada, cristã, por uma outra, de valores relativos, utilizando inclusive as mesmas palavras que têm grande valor para a religião cristã. Por exemplo, a "paz". É uma palavra que tem forte embasamento de conteúdo cristão. Por isso, não bastam as palavras: temos que ver quem diz e por que as diz.

É o que o então Cardeal Joseph Ratzinger chamou de moralismo político. Não basta falar sobre paz, proteção das crianças, igualdade. Tem-se que ver quem diz e qual é a sua ideologia, pois podem ser palavras enganosas, embora baseadas em conteúdo católico. Então, aqueles que pregavam ateísmo há uns anos são os mesmos, ou discípulos desses, e agora pregam uma nova ética de valores relativos, mutáveis. Assim, tudo o que seja verdade imutável é fundamentalismo e, portanto, rechaçável, condenável. Por isso, alguns dizem que a posição da Igreja em relação ao aborto altera a paz, tanto social quanto mundial. Já outros abordam as formas de se combater a Aids: a Igreja fala sobre o cultivo de bons costumes, e há quem acuse isso de crime!


3- noticias.cancaonova.com - De que forma os padres e bispos podem ajudar nesse contexto? E o povo católico, já abriu os olhos para essa realidade?

Monsenhor Sanahuja -
Sendo fiéis ao Magistério, pregando a doutrina ensinada por Jesus. Acontece que nós sacerdotes, os clérigos, inclusive bispos, temos a pressão do ambiente, do "politicamente correto". Temos que pregar a Jesus e a conduta que Ele nos ensina a ter, apesar da presença do politicamente correto. Com a ajuda de Deus, não podemos ceder às pressões. Isso é inadmissível. Os sacerdotes devem pregar Jesus e a doutrina católica, em sua integridade, e não se deixar pressionar, ainda que isso possa trazer dor de cabeça.

Congresso pela verdade e pela vida: Linguagem pró-vida comum é essencial, destaca padre Lodi da Cruz


O presidente do Pró-Vida de Anápolis (GO), padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, abordou o tema "Linguagem: unidade conceitual na defesa da vida" nesta sexta-feira, 4, durante o II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida, promovido pela Human Life International no Mosteiro de São Bento, em São Paulo. "Para a eficácia na luta em defesa da vida, não bastam as boas intenções. Todos devem ter conceitos claros das ideias que defendem e usar termos corretos para defendê-las. O emprego de uma única linguagem pró-vida é essencial para a nossa vitória", reforçou. Padre Lodi abordou a situação do nascituro e do aborto no direito positivo brasileiro. Ele lembra que, no Brasil, o aborto nunca é permitido ou legalizado. "O Código Penal não fala em 'permissão'. Sua redação é 'não se pune'. Essa distinção é importantíssima. Se o Código Penal pudesse 'permitir' a morte deliberada e direta de um inocente (como é o caso do aborto diretamente provocado), a Constituição poderia ser lançada no cesto de lixo. De que valeria a 'inviolabilidade do direito à vida' garantida solenemente pela Carta Magna (art. 5º, caput)?", questiona. No Brasil, não há aborto permitido ou legal. Todo o aborto é sempre crime, mas, em alguns casos, ele não se pune (como no estupro ou quando a mulher corre risco de vida). Outra afirmação recorrente é a de que o "nascituro não é pessoa", argumento baseado no artigo 2º do Código Civil - "a personalidade civil da pessoa começa no nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro". "Mas a primeira parte desse texto tornou-se inaplicável por conflitar com o Pacto de São José da Costa Rica — assinado e ratificado pelo Brasil sem reservas — que garante ao nascituro o reconhecimento de sua personalidade 'desde o momento da concepção'. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal firmou o entendimento de que esse Tratado Internacional 'torna inaplicável a legislação infraconstitucional com ele conflitante'. Tornou-se inaplicável, assim, o artigo 652 do Código Civil (que admite a prisão do depositário infiel) e a primeira parte do artigo 2º do Código Civil (que não reconhece a personalidade do nascituro)", esclarece o sacerdote. Logo, afirmar que o nascituro é pessoa é uma relidade jurídica vigente. Assim, se é pessoa, também possui direitos atuais - e não meras expectativas de direitos. Por sua vez, os defensores do aborto — que aliás não têm compromisso com a verdade — são unânimes nos termos, na linguagem e nos argumentos empregados: O nascituro não é pessoa. Só tem expectativa de direitos. No Brasil, o aborto é legal quando não há outro meio para salvar a vida da gestante. Também é legal quando a gravidez resulta de estupro. Em tais hipóteses, a prática do aborto é um direito da gestante e um dever do Estado. Para fins de comparação, padre Lodi propõe a seguinte tabela comparativa com termor mais adequados à causa pró-vida:

LINGUAGEM PRÓ-ABORTOLINGUAGEM PRÓ-VIDA
Feto, embrião, concepto, produto conceptualBebê, criança, nascituro
Um ente humano em potencial
Um ente humano com um grande potencial
Ter neném, ganhar neném, tornar-se mãe
Dar à luz
Esperar neném
Esperar o nascimento do neném
Será que ele vai ser um menino?
Será que ele é um menino?
Parabéns à futura mamãe!
Parabéns à mamãe!
Ele só tem um dia de vida!
Ele só tem um dia de nascido!
Hoje completei 40 anos de vida
Hoje completei 40 anos de vida extra-uterina
Hoje completei 40 anos de nascido
Interromper a gravidez
Matar a criança
Impedir que venha ao mundo uma criança deficiente
Matar uma criança deficiente que já está no mundo
Fazer planejamento familiar
Praticar a continência periódica
Oferecer educação sexual
Oferecer educação para a castidade
O aborto só pode ser admitido como meio para salvar a vida da gestante
O aborto nunca pode ser admitido, nem como fim, nem como meio. A morte do inocente pode às vezes ser tolerada como um segundo efeito de um ato bom
O aborto é permitido por lei em dois casos: se não há outro meio para salvar a vida da gestante e se a gravidez resulta de estupro (art. 128, Código Penal)O aborto é proibido por lei em todos os casos. A pena não é aplicada em dois casos, após o fato já praticado, mas não há permissão prévia para abortar
Um juiz pode dar autorização para abortar. Então o aborto se torna legalSe um juiz der “autorização” para abortar, ele se torna co-autor do crime de aborto

4 de nov. de 2011

Casal que orou por filho em vez levá-lo ao médico pega seis anos de prisão.

Fonte: Paulopes

O juiz Robert Herndon, de Oregon City, no Estado de Oregon (EUA), anunciou no último dia 31 que Dale Hickman (foto) e sua mulher Shannon (foto) ficarão presos por 75 meses (um mais de 6 anos) por terem orado para que Deus curasse o seu filho recém-nascido em vez de levá-lo a um hospital. A criança morreu.

A condenação foi decidida em setembro e a sentença saiu agora. Trata-se da maior pena já sentenciada para esse tipo de crime nos Estados Unidos.

O Ministério Público acusou os pais de terem tido tempo suficiente para levar a criança a um atendimento de emergência porque ela ficou em agonia por pelo menos 45 minutos. Dale e

Shannon, contudo, preferiram “medicar” o filho com óleo de unção, enquanto rezavam, de acordo com a acusação do MP.

Em depoimento ao tribunal, um pediatra disse que, se a criança tivesse sido socorrida a tempo, as chances de sobrevivência seriam de 99,9%.

Shannon disse que a respiração ofegante do filho durou apenas cinco minutos antes que ele morresse, não havendo, portanto, segundo ela, tempo para obter socorro médico.

Collin Fleming, o porta-voz júri, afirmou que o testemunho de Shannon não convenceu porque desde o começo da doença o casal já tinha decidido não levar o filho a um hospital.

Dale e Shannon são devotos da Seguidores de Cristo, que é uma seita que prega o poder de cura da oração. Outros fiéis já foram condenados por rejeitar a medicina. Encontra-se em tramitação em Oregon um projeto de lei que, se aprovado, torna nula a “cura pela fé” como defesa jurídica em casos como o do casal Hickman.


Documentario sobre aborto

* ’180′, documentário anti-aborto: 1,2 milhão de acessos no YouTube, apenas no primeiro mês.

Um documentário anti-aborto produzido pelo Ministério Living Waters, dos Estados Unidos, alcançou grande repercussão e teve 1,2 milhão de acessos no YouTube, apenas no primeiro mês.

O filme denominado ‘180’, com duração de 33 minutos, apresenta 8 pessoas que durante toda sua vida foram pró-aborto, mas quando confrontadas com as perguntas que fazem um paralelo entre o aborto e o holocausto dos judeus na Alemanha, essas pessoas mudam de opinião. O nome do filme é uma metáfora que representa uma mudança completa e radical de opinião.

O produtor do filme, o cristão Ray Comfort afirma que as pessoas podem mudar de opinião em relação ao aborto e se envolver nessa causa: “As pessoas estão mudando a mente sobre a polêmica questão do aborto. Não apenas assistem on-line, mas compram para dar de presente” O produtor, que também é um líder em seu ministério, conta que houve uma doação de 200 mil cópias, feita por sindicatos de trabalhadores, às 100 melhores universidades dos Estados Unidos: “Já vendemos mais de 150 mil cópias em questão de semanas. Uma pequena igreja comprou 16,8 mil DVDs. Mas essa doação da universidade foi muito especial, porque agora o DVD está nas mãos dos jovens da América, e de muitos engajados no diálogo saudável”, festeja Comfort.

Depoimentos de pessoas que assistiram ao filme ressaltam o impacto que a produção tem. “O filme é poderoso. Eu sempre disse a mim mesma que nunca faria um aborto, mas não era contra o que outras mulheres faziam. Mas, eu mudei completamente minha mente agora. O aborto é assassinato, que deveria ser ilegal”, afirma uma estudante que teve acesso ao documentário.

Um outro estudante relata que ficou sensibilizado com o que viu: “Eu ganhei este DVD enquanto caminhava para a aula. Cheguei em casa, vi e isso mudou meu coração. Eu comecei a pensar sobre cada pergunta que foi feita. Eu ficava sempre indeciso sobre o aborto, mas agora eu sou anti-aborto”, disse um estudante.

O produtor Comfort, conta que estava em frente a uma clínica de aborto, exibindo o trailler do documentário, quando duas jovens senhoras pararam para assistir. “Depois disso, assistiram ao filme inteiro. Uma estava grávida de quatro meses. Ambas estavam a caminho de fazer um aborto, estavam em lágrimas, abraçaram meu pescoço e decidiram dar os bebês à adoção. Eu chorei também”, conta Ray Comfort, que também é escritor e conta que está decidido a transformar o aborto em crime nos Estados Unidos. “Não vou descansar enquanto o horror do assassinato de crianças for uma realidade jurídica em nossa nação. Mas, a mudança política só virá se aqueles que se preocupam com os não-nascidos falarem.

Nós criamos o Curso de ’180 ‘para ajudar aqueles que se preocupam de forma confidencial e querem falar sobre o assunto, de uma maneira que faça sentido. Qualquer um pode mudar a mente de alguém sobre o aborto como eu fiz em ’180′, se têm um coração amoroso e se estão dispostos a aprender alguns princípios simples.

Conhecidos líderes cristãos também contribuíram para o curso, que está disponível em “www.heartchanger.com”, explica Comfort .

Assista ao filme, legendado em português:



O 5º passo de Satanás



Halloween, símbolos usados no Rock e os filmes de terror são expressões e sinais de uma cultura onde o objetivo é a adoração ao mau

E aqui o “Mau” é com “u” mesmo, eu não me enganei.

Me dêem licença para falar “rasgado” agora, porque pra falar do grande objetivo do Demônio, não dá pra ficar poetizando muita coisa, tem hora que temos que falar abertamente.

Primeiramente entendamos com era na Idade Média Cristã onde o Teocentrismo se destacava; Sintetizando para entendermos melhor, era assim: Deus Sim, Cristo Sim, Igreja Sim; A revelação de Deus era o modus operandi da sociedade, Deus que envia seu Filho Jesus que institui a Sua Igreja, a única, seu Corpo Místico, e por ela faz seu povo participar do Seu mistério.(obs: muitos desconhecem a verdade sobre a Idade média, clique aqui e saiba mais)

O Demônio traçou um objetivo e tem trabalhado nele desde então. Observemos passo a passo:

1º passo: “Deus sim, Cristo sim, Igreja não” - Inicia com a revolta de Lutero,Sec.XVI, e o rompimento com a Igreja de Cristo, dá início a uma busca de Deus sem a direção dos Apóstolos; A tradição é rejeitada, o magistério também e a interpretação da Palavra de Deus poderia ser feita por qualquer pessoa. Ao final Lutero se arrepende, porém, as conseqüências ficam.

.
2º passo: “Deus sim, Cristo não, Igreja não” – Nasce a ideologia que relativiza a religiosidade dizendo que todas as religiões são boas, logo, nenhuma é verdadeira. Deus é um arquiteto apenas, não se comunica conosco nem institui uma Igreja. Jesus é um ser iluminado não o Deus encarnado.

3º passo: “Deus não, Cristo não, Igreja não, homem sim” – Comunismo ateu, onde se declara a “morte” de Deus e coloca o homem no lugar Dele. O homem passa a ser deus, e torna-se a medida de todas as coisas.

4º passo: “Deus não, Cristo não, Igreja não, homem não” – Tempos atuais, onde o homem não difere em nada dos bichos, aliás, é tratado com menos dignidade, a natureza é deus: Promoção do aborto, a morte deliberada da própria espécie, a cultura utilitarista, onde o homem vale pelo que produz. A exploração do outro como objeto sexual e de lucro.

Tudo isso pra chegar aqui:

5º e último passo: “Deus não, Cristo não, Igreja não, homem não, Demônio sim” – Agora entra a cultura do culto ao sinistro, macabro, diabólico,etc. O objetivo é promover a adoração ao próprio Demônio, ao que é mal.

Não se escandalize, basta olhar para o Halloween, a celebração do terror; Basta olhar para os filmes de terror, cultura de símbolos satânicos em shows de Rock, letras de Rock que louvam o próprio Maligno e nas quais as multidões o aclamam; As tatuagens macabras determinando estilo, moda, jeito de ser. Roupas escuras, furos em todo corpo, caveiras e diabos desenhados.
Modificações corporais que são verdadeiras exposições da cultura de morte.

Estamos entrando no 5º estágio, é o 5º passo se concretizando.
A alguns anos atrás as pessoas nunca iriam acreditar no que hoje já é realidade.

Onde já se imaginou que o aborto, ou seja, o assassinato de um ser humano completamente indefeso, fosse defendido à plenos pulmões pela mídia global, organizações mundiais como a ONU, UNICEF, FANUAP,ONGs feministas, etc ?

Aliás, este 5º passo de Satanás, não é novidade, ele sempre quis isso: «O diabo disse a Jesus>“Eu te darei tudo isso, se te ajoelhares diante de mim, para me adorar.» 10 Jesus disse-lhe: «Vá embora, Satanás, porque a Escritura diz: ‘Você adorará ao Senhor seu Deus e somente a ele servirá.’” Mat 4,9,10

Nas mãos de Deus está o mundo e o seu futuro, tenhamos consciência dos planos de Satanás e as denunciemos, e não tenhamos medo, porque no fim, na volta gloriosa de Cristo Jesus, a morte será definitivamente derrotada! Esperemos confiantes esse grande dia. Vem Senhor Jesus!

II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida


“Este horizonte de luzes e sombras deve tornar-nos, a todos, plenamente conscientes de que nos encontramos perante um combate gigantesco e dramático entre o mal e o bem, a morte e a vida, a “cultura da morte” e a “cultura da vida”. Encontramo-nos não só “diante”, mas necessariamente “no meio” de tal conflito: todos estamos implicados e tomamos parte nele, com a responsabilidade iniludível de decidir incondicionalmente a favor da vida.” João Paulo II, Evangelium vitae, pt. 28

O II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida está acontecendo desde ontem pela manhã e terminará Domingo. Um evento que conta com renomados conferencista católicos que labutam em defesa da vida. O nosso site esta em comunhão com a Human Life International neste evento e juntos traçaremos novos rumos em defesa da vida desde a concepção até a morte natural. O missionário Anderson Luis dos Reis esta representando o site "Equipe de Escritores Rainha dos Apóstolos" no evento.

As palestras serão trasmitidas ao vivo através do canal :http://www.livestream.com/congressoprovida

3 de nov. de 2011

Folheto Dominical fala mentiras sobre a RCC


Uma Visão Inadequada sobre a RCC

O Semanário Litúrgico-catequético - O DOMINGO - de 30/10/2011, trouxe uma matéria de J. B. Libânio, sj, onde fala da Renovação Carismática, na coluna "CAMINHOS DE EXISTÊNCIA" (23 . o Caminho carismático em comunidade).

Nota-se que o artigo foi escrito por alguém que conhece a RCC mais de "ouvir falar" ou de ler sobre ela do que de "participar de sua vida"; corre-se o perigo de alguém que conhece uma laranjada de ouvir falar dela e não de saboreá-la. Por isso, a matéria apresenta uma visão inadequada da RCC.

Depois de descrever ligeiramente algumas atividades da RCC, diz Libânio: "Um líder oferece maior segurança num caminho por si mesmo extremamente pessoal e subjetivo". E falando desses líderes da RCC diz que a ligação das pessoas com ele se faz "pelos laços afetivos de confiança mútua, criados entre todos e, de modo especial com o guru".

Quem conhece a RCC e participa dela sabe que a segurança que os líderes oferecem aos demais não são "pessoais" e nem "subjetivas", mas baseadas na mais pura fé católica: na Palavra de Deus, na força dos Sacramentos, na doutrina sem erro da Igreja, aprendidas no Catecismo da Igreja; na união à sagrada Hierarquia; na oração pessoal e comunitária (Terço, adoração e bênção do Santíssimo Sacramento, meditação da Palavra, cânticos de louvor, adoração, reparação, intercessão...), no jejum, na esmola e na caridade. Não é uma ação subjetiva de um líder isolado; se fosse, a RCC não teria sobrevivido e crescido nesses 40 anos e nem mesmo seria aprovada pelos Papas. Ela foi amplamente reconhecida pelo "Conselho Pontifício para os Leigos", e atualmente são mais de cem milhões de católicos que vivem a experiência da RCC, segundo confirma Alan Panozza, presidente dos «Serviços Internacionais da Renovação Carismática Católica» (ICCRS, por suas siglas em inglês), com sede no Vaticano. Ela está presente em mais de 200 países. ( 25 de setembro de 2003 - ZENIT.org).

O Frei Inácio Cantalamessa; pregador do Papa, e assíduo nos Encontros internacionais da RCC, disse que ela é "uma corrente de graças que está destinada a transformar toda a Igreja". Nesta mesma entrevista (25/9/2003 - www. Zenit.org) ele disse: "O batismo no Espírito não é uma invenção humana, é uma invenção divina. É uma renovação do batismo e de toda a vida cristã, de todos os sacramentos. Para mim foi também uma renovação de minha profissão religiosa, de minha confirmação, de minha ordenação sacerdotal. Todo o organismo espiritual se reaviva como quando o vento sopra sobre uma chama. Por que o Senhor decidiu atuar neste tempo desta maneira tão forte? Não sabemos. É a graça de um novo pentecostes."

O pregador do Papa atesta que Paulo VI afirmou em 1974 que "a Renovação Carismática é uma oportunidade para a Igreja". Cantalamessa ainda disse: "Não há que ter medo. Há Conferências Episcopais, por exemplo, na América Latina - é o caso do Brasil-, onde a hierarquia descobriu que a Renovação Carismática não é um problema: é parte da solução ao problema dos católicos que se afastam da Igreja porque não encontram nela uma palavra viva, a Bíblia vivida, uma possibilidade de expressar a fé de maneira gozosa, de forma livre, e a Renovação Carismática é um meio formidável que o Senhor pôs na Igreja para que se possa viver uma experiência do Espírito, pentecostal, na Igreja católica, sem necessidade de sair dela. Tampouco se deve considerar que se trata de uma «ilha» na qual se reúnem algumas pessoas que são um pouco emocionais. Não é uma ilha. É uma graça destinada a todos os batizados. Os sinais externos podem ser diferentes, mas em sua essência é uma experiência destinada a todos os batizados" (ibidem).
Bento XVI já aprovava a RCC quando era cardeal: "Certamente [a Renovação no Espírito] trata-se de uma esperança, de um positivo sinal dos tempos, de um dom de Deus para a nossa época. È a redescoberta da alegria e da riqueza da oração contra a teoria e práxis sempre mais enrijecidas e ressecadas no tradicionalismo secularizado. Eu mesmo constatei pessoalmente a sua eficácia em Munique...". (Vittorio Messori, J. Ratzinger, A Fé em Crise? O Cardeal Ratzinger se interroga. E.P.U, São Paulo, 1985, pg. 117-118)

Libânio fala em "guru" na RCC. Nada mais estranho! Ora, nas comunidades e nos grupos de oração não há "gurus", um venerável mestre espiritual como no hinduísmo, em torno do qual se reúnem os "seus" discípulos para ouvir e viver a "sua" doutrina. Não. Na RCC o Senhor único é Jesus Cristo, o Mestre; sua Palavra é a doutrina; a fé em seu Nome e na Eucaristia dão a força da unidade; os sacramentos são os canais da graça da salvação e a autoridade, "Mater et Magistra" é a Igreja. Os líderes na RCC não são chefes, mas "servos". Por isso mesmo, não é verdade o que diz Libânio, que a RCC "baliza-lhes a trajetória sem com isso traze-los necessariamente a alguma instituição eclesial oficial". Ora, a RCC, como disse o frei Cantalamessa, traz o povo de volta para a Igreja católica, como nenhuma outra instituição da Igreja. Na "Conferência Internacional da Renovação Carismática", na Itália, em outubro de 1998, João Paulo II, disse: "A Renovação Carismática Católica tem ajudado muitos cristãos a redescobrirem a presença e o poder do Espírito Santo em suas vidas, na vida da Igreja e do mundo; e esta redescoberta tem levantado neles uma fé em Cristo cheia de alegria, um grande amor pela Igreja e uma generosa dedicação a sua missão evangelizadora". São um tanto enigmáticas as palavras de Libânio quando ele diz que: "As comunidades emocionais resistem e vivem à margem da correnteza maior da sociedade moderna - da lógica racional e pragmática, governada pela razão instrumental... para viver da força do Espírito".
As comunidades nascidas da RCC, como o Shalom, a Canção Nova, Obra de Maria, Pantokrator, ... e tantas outras que já são cerca de 500 só no Brasil, são uma poderosíssima força de evangelização no Brasil e no mundo, com seus filhos capacitando-se cada vez mais na teologia e em outras ciências. Não é à toa que no Pentecostes de 1998 o Papa se referiu a elas como sendo "a resposta do Espírito Santo para o novo milênio".

Pregador do Papa: Não se deve ter medo da Renovação Carismática

Entrevista com o padre Raniero Cantalamessa

CASTEL GANDOLFO, 25 de setembro de 2003 (ZENIT.org).- Longe de ser uma realidade que deva ser observada com «prevenção», a experiência do batismo no Espírito faz da Renovação Carismática Católica um formidável meio querido por Deus para revitalizar a vida cristã, constatou esta quinta-feira o padre Raniero Cantalamessa, pregador oficial da Casa Pontifícia.

Em 18 de fevereiro de 1967, trinta estudantes e professores da universidade de Duquesne (Pensilvânia, Estados Unidos), fizeram um retiro espiritual para aprofundar na força do Espírito dentro da Igreja primitiva. O chamado teve uma resposta surpreendente, estendendo-se pelos cinco continentes.

Reconhecida pelo Conselho Pontifício para os leigos, atualmente mais de cem milhões de católicos vivem esta experiência, segundo confirma Alan Panozza, presidente dos «Serviços Internacionais da Renovação Carismática Católica» (ICCRS, por suas siglas em inglês), com sede no Vaticano.

Hoje, depois de 35 anos, a Renovação Carismática está presente em mais de duzentos países.

Considerando os fiéis das Igrejas protestantes, evangélicas e pentecostais, e alguns da Igreja ortodoxa, estima-se que no total os cristãos que tiveram esta experiência carismática somam cerca de 600 milhões no mundo.

Mais de 1.000 líderes da Renovação Carismática Católica procedentes de 73 países se reuniram na localidade italiana de Castel Gandolfo em torno ao tema da santidade --à luz da Encíclica de João Paulo II «Novo Millenio Ineunte»-- de 20 a 25 de setembro em um retiro cuja pregação foi encomendada ao padre Cantalamessa, ofm. Cap.

O Cardeal James Francis Stafford, presidente do Conselho Pontifício para os Leigos, e o bispo Stanislaw Rylko, secretário deste organismo vaticano, estiveram entre os convidados à reunião internacional convocada pelo ICCRS.

Por seus testemunhos de primeira mão na experiência «carismática», Zenit entrevistou o padre Raniero Cantalamessa momentos antes da Conclusão do encontro.

- Na Igreja há fiéis que consideram que o «batismo no Espírito» é uma invenção dos carismáticos. Inclusive que puseram nome a uma vivência, mas que não está «catalogada» na Igreja. Poderia explicar, desde sua própria experiência, o que é o batismo no Espírito?

- Pe. Raniero Cantalamessa: O batismo no Espírito não é uma invenção humana, é uma invenção divina. É uma renovação do batismo e de toda a vida cristã, de todos os sacramentos. Para mim foi também uma renovação de minha profissão religiosa, de minha confirmação, de minha ordenação sacerdotal. Todo o organismo espiritual se reaviva como quando o vento sopra sobre uma chama. Por que o Senhor decidiu atuar neste tempo desta maneira tão forte? Não sabemos. É a graça de um novo pentecostes.

Não é que a Renovação Carismática tenha inventado o batismo no Espírito. De fato, muitos o receberam sem saber nada da Renovação Carismática. É uma graça; depende do Espírito Santo. É uma vinda do Espírito Santo que se traduz em arrependimento dos pecados, que faz ver a vida de uma maneira nova, que revela Jesus como o Senhor vivo --não como um personagem do passado-- e a Bíblia se converte em uma palavra viva. A verdade é que não se pode explicar.

Há uma relação com o batismo, porque o Senhor diz que quem crê será batizado e será salvo. Nós recebemos o batismo de crianças e a Igreja pronunciou nosso ato de fé; mas chega o momento em que nós temos que ratificar o que sucedeu no batismo. Esta é uma ocasião para fazê-lo, não como um esforço pessoal, mas sob a ação do Espírito Santo.

Não se pode afirmar que milhões de pessoas estejam equivocadas. Yves Congar, este grande teólogo que não pertencia à Renovação Carismática, em seu livro sobre o Espírito Santo afirmava que a realidade é que esta experiência mudou profundamente a vida de muitos cristãos. E é um fato. A mudou e iniciou caminhos de santidade.

- Como vive seu ministério como pregador da Casa Pontifícia desde sua experiência na Renovação Carismática?

- Pe. Raniero Cantalamessa: Para mim tudo o que passou desde 1977 é um fruto de meu batismo no Espírito. Era professor na Universidade. Dedicava-me à pesquisa científica na história das origens cristãs. E quando aceitei não sem resistência esta experiência, depois tive o chamado de deixar tudo e colocar-me à disposição da pregação, e também a nomeação como pregador da Casa Pontifícia chegou depois de que tinha experimentado esta «ressurreição». Vejo isso como uma grande graça. Depois de minha vocação religiosa, a Renovação Carismática foi a graça mais assinalada de minha vida.

- Desde seu ponto de vista, os membros da Renovação Carismática têm uma vocação específica dentro da Igreja?

- Pe. Raniero Cantalamessa: Sim e não. A Renovação Carismática, temos que dizer e repetir, não é um movimento eclesial. É uma corrente de graça que está destinada a transformar toda a Igreja: a pregação, a liturgia, a oração pessoal, a vida cristã. Assim que não é uma espiritualidade própria. Os movimentos têm uma espiritualidade e acentuam um aspecto, por exemplo a caridade. Antes de tudo, a Renovação Carismática não tem fundador; nenhum pensa em atribuir à Renovação Carismática um fundador porque é algo que começou em muitos lugares de diferentes maneiras. E não tem uma espiritualidade; é a vida cristã vivida no Espírito.

Mas pode-se dizer que como a gente que viveu esta experiência constitui socialmente uma realidade --são pessoas que fazem determinados gestos, oram de certa maneira-- então se pode identificar uma realidade social cujo papel é simplesmente o de colocar-se à disposição para que outros possam ter a mesma experiência. O cardeal Leo Jozef Suenens, que foi o grande protetor e partidário da Renovação Carismática no início, dizia que o destino final da Renovação Carismática poderá ser o de desaparecer quando esta corrente de graça tenha contagiado toda a Igreja.

- A ponto de concluir a pregação de um retiro no qual estiveram mil líderes carismáticos de todo o mundo, que mensagem gostaria de deixar ao crente que desconhece a Renovação?

- Pe. Raniero Cantalamessa: Quero dizer aos fiéis, aos bispos, aos sacerdotes, que não tenham medo. Desconheço por que há medo. Talvez em alguma medida porque esta experiência começou entre outras confissões cristãs, como pentecostais e protestantes. Contudo, o Papa não tem medo. Falou dos movimentos eclesiais, inclusive da Renovação Carismática, como de sinais de uma nova primavera da Igreja, e muito com freqüência faz referência na importância disso. E Paulo VI afirmou que era uma oportunidade para a Igreja.

Não há que ter medo. Há Conferências Episcopais, por exemplo na América Latina --é o caso do Brasil--, onde a hierarquia descobriu que a Renovação Carismática não é um problema: é parte da solução ao problema dos católicos que se afastam da Igreja porque não encontram nela uma palavra viva, a Bíblia vivida, uma possibilidade de expressar a fé de maneira gozosa, de forma livre, e a Renovação Carismática é um meio formidável que o Senhor pôs na Igreja para que se possa viver uma experiência do Espírito, pentecostal, na Igreja católica, sem necessidade de sair dela.

Tampouco se deve considerar que se trata de uma «ilha» na qual se reúnem algumas pessoas que são um pouco emocionais. Não é uma ilha. É uma graça destinada a todos os batizados. Os sinais externos podem ser diferentes, mas em sua essência é uma experiência destinada a todos os batizados.




Jovens protegem a catedral de Bariloche contra vandalismo de marcha feminista

Cristofobia, Cristianofobia, Argentina, Encontro Nacional de Mulheres, Encuentro Nacional Mujeres, Catedral, Católicos, Abortistas, Bariloche

Edson Carlos de Oliveira

Arruaça, vandalismo, violência e pichações são a marca tradicional do Encontro Nacional de Mulheres que se realiza todos os anos na Argentina.

Várias pichações de teor blasfemo

Em 2011, nos dias 8, 9 e 10 de outubro, foi a vez da cidade de San Carlos de Bariloche sofrer as depredações que ocorrem com a marcha que finaliza o encontro feminista.

A Comissão Organizadora solicitou que a marcha não passasse em frente à catedral, mas formalidades só possuem efeitos em pessoas civilizadas, e às 19h as manifestantes tomaram o rumo da igreja, no momento em que o Bispo local, Mons. Fernando Maletti, estava celebrando uma missa. As portas foram fechadas e várias pessoas se colocaram em frente à catedral para rezar o terço e impedir a depredação da igreja que, ainda assim, teve suas paredes laterais pichadas com frases como “Deus no” e outras de teor blasfemo referentes a Jesus Cristo, Nossa Senhora e a Igreja.

Segue abaixo alguns vídeos e fotos do evento:

Minutos antes do choque entre feministas e católicos:

Defesa da catedral (infelizmente não há vídeos melhores):

Vídeo da ACI:

Fotos

1 de nov. de 2011

O Inverno demografico,menos filhos!

7 bilhões, e agora? Saiba o que a Igreja pensa sobre o assunto

Leonardo Meira
Da Redação


AP
Danica Camacho, bebê número 7 bilhões. Mitos sobre demografia buscam respaldar iniciativas da cultura da morte, como aborto e esterilização em massa
7 bilhões de habitantes no planeta. A bebê filipina Danica May Camacho nasceu dois minutos antes da meia-noite do domingo, 30, e é um dos bebês símbolos de um número que divide opiniões e ideologias mundo afora.

Há duas principais correntes de interpretação dos dados relacionados à população mundial. De um lado, estão os defensores da chamada explosão demográfica ou superpopulação. De outro, há quem fale sobre inverno demográfico e indique a drástica perspectiva de diminuição das taxas de natalidade.

Não é fácil se posicionar frente a argumentos tão diferentes. Os seguidores da primeira corrente aproveitaram a marca dos 7 bilhões de habitantes no planeta para levantar a bandeira do controle populacional, sob o pretexto de que o mundo não seria capaz de suprir as necessidades de tantas pessoas. Aí, até mesmo o aborto é apresentado como uma "solução", especialmente para os países pobres.

No entanto, há outros segmentos que apontam a capacidade do mundo de atender a todas as demandas de seus habitantes. O mal residiria mais no egoísmo humano, que leva a reter as coisas somente para si, do que na falta de capacidade da terra.

"O nascimento do bebê sete bilhões não é uma maldição, mas uma bênção para todos. Não é um problema, e sim um recurso. O problema a longo prazo da humanidade não é o excesso, senão a escassez de crianças”, explica o presidente do Population Research Institute (PRI), Steve Mosher, no último boletim do Instituto.

"A solução das questões conexas ao crescimento demográfico deve ser antes perseguida no simultâneo respeito tanto da moral sexual quanto da moral social, promovendo uma maior justiça e autêntica solidariedade para dar por todo lado dignidade à vida, a começar por condições econômicas, sociais e culturais", sentencia o Compêndio da Doutrina Social da Igreja.

O próprio diretor-geral do Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), Jacques Diouf, intervindo na II Assembleia Especial para a África do Sínodo dos Bispos, que aconteceu em outubro de 2009, no Vaticano, revelou: "O problema da segurança alimentar neste mundo é antes de tudo uma questão de mobilização política a alto nível para que tais recursos sejam disponibilizados. É uma questão de prioridade diante das necessidades humanas fundamentais. O que constatamos hoje é o resultado das decisões fundamentadas em motivações materialistas, em detrimento dos referenciais éticos. Vemos condições de vida injustas e um mundo desigual, no qual um número restrito de pessoas enriquece-se cada vez mais enquanto a maioria da população está a empobrecer. Existem na terra meios econômicos suficientes, tecnologias eficazes e recursos naturais e humanos para eliminar definitivamente a fome no mundo".

Em que acreditar? Sobre esses aspectos, a doutrina da Igreja Católica pode ajudar de modo decisivo a se formar uma opinião mais amadurecida (clique nos subtítulos e acesse os documentos na íntegra).


DECLARAÇÃO SOBRE A DIMINUIÇÃO DA FERTILIDADE NO MUNDO

Em 1998, o Pontifício Conselho para a Família (PCF) divulgou este documento, que aborda diretamente a "versão global e errônea" de que o mundo seria prisioneiro de um crescimento demográfico exponencial, galopante, que levaria a uma explosão demográfica.

"Com efeito, após cerca de trinta anos, as conferências patrocinadas pela ONU tiveram como efeito provocar inquietudes infundadas sobre as questões demográficas, de modo particular nos países do Sul. Baseando-se nestes dados alarmistas, diferentes organismos das Nações Unidas inverteram, e continuam a inverter, consideráveis meios financeiros, com a finalidade de obrigar inúmeros países a adotarem políticas maltusianas. É um fato provado que esses programas, supervisionados a partir do exterior, comportam habitualmente medidas coercitivas de controle da natalidade. De igual modo, a ajuda ao desenvolvimento está regularmente condicionada à aplicação de programas de controle da população, que incluem a esterilização forçada ou realizada sem que as vítimas o saibam. Por outro lado, estas ações maltusianas são assumidas e ampliadas pelos governos nacionais, com a colaboração de organizações não governamentais (ONG), entre as quais a mais conhecida é a Federação Internacional da Planificação da Família (IPPF). Nos países pobres, as primeiras vítimas desses programas são as populações inocentes e indefesas. Elas são enganadas deliberadamente, impelindo-as a aceitar a sua mutilação, sob o pretexto falso de que se trata da condição prévia para o seu desenvolvimento".

No entanto, os dados mostram que a taxa de crescimento da população mundial não cessa de diminuir a um ritmo regular e significativo. Cerca de 1/3 dos países do mundo já não consegue substituir as suas gerações, ou seja, possuem um índice sintético de fecundidade - número de filhos por mulher - inferior a 2,1, o nível mínimo indispensável para a renovação das gerações nos países que contam com as melhores condições sanitárias.

Algumas das principais causas para essa realidade são: a diminuição do número de casamentos; o aumento da idade média da maternidade, com leis trabalhistas que não facilitam o desejo das mulheres de conciliar de maneira harmônica a vida familiar e a atividade profissional; a ausência de uma verdadeira política familiar; difusão das técnicas químicas de contracepção, e com frequência a legalização do aborto, ao mesmo tempo em que se debilitavam as políticas favoráveis ao acolhimento da vida; esterilização em massa.

Entre as consequências mais preocupantes estão: a proporção dos jovens nas populações diminui em grande medida; aumenta a proporção das pessoas idosas diretamente dependentes do governo, enquanto a base produtiva da sociedade, os jovens, fonte de entradas para as finanças públicas, reduz-se - para garantir o funcionamento dos sistemas de segurança social, torna-se grande a tentação de recorrer à eutanásia.


Montagem sobre fotos / Arquivo
Paulo VI: "Problema da natalidade deve ser considerado à luz da visão integral do homem e da sua vocação"
HUMANAE VITAE - PAPA PAULO VI

Publicado em 1968, é um dos documentos do magistério pontifício que trata com mais ênfase a questão da regulação ou controle da natalidade.

"O problema da natalidade, como de resto qualquer outro problema que diga respeito à vida humana, deve ser considerado numa perspectiva que transcenda as vistas parciais - sejam elas de ordem biológica, psicológica, demográfica ou sociológica - à luz da visão integral do homem e da sua vocação, não só natural e terrena, mas também sobrenatural e eterna", sublinha o Pontífice.

No mesmo texto, o Santo Padre declara "que é absolutamente de excluir, como via legítima para a regulação dos nascimentos, a interrupção direta do processo generativo já iniciado, e, sobretudo, o aborto querido diretamente e procurado, mesmo por razões terapêuticas. É de excluir de igual modo, como o Magistério da Igreja repetidamente declarou, a esterilização direta, quer perpétua, quer temporária, tanto do homem como da mulher. É, ainda, de excluir toda a ação que, ou em previsão do ato conjugal, ou durante a sua realização, ou também durante o desenvolvimento das suas consequências naturais, se proponha, como fim ou como meio, tornar impossível a procriação".

Paulo VI, enfim, indica um caminho seguro: "a via de uma política familiar providente, de uma sábia educação das populações, que respeite a lei moral e a liberdade dos cidadãos".


A FOME NO MUNDO - UM DESAFIO PARA TODOS: O DESENVOLVIMENTO SOLIDÁRIO

O documento do Pontifício Conselho Cor Unum, publicado em 1996, indica: "O crescimento demográfico demasiado rápido constitui uma causa ou uma consequência do subdesenvolvimento? Excluindo os casos extremos, a densidade demográfica não justifica a fome. [...] Considera-se que existem maiores possibilidades de reduzir um excessivo crescimento demográfico empenhando-se em diminuir a pobreza de massa, ao invés de vencer a pobreza contentando-se em diminuir as taxas de aumento demográfico".

Os motivos das dificuldades alimentares, dessa forma, residem mais nos desequilíbrios impostos pelos Estados, a política e a gestão econômica, e não em causas objetivas ou pobreza econômica.

O documento também explica que, à medida que enriquecem, os povos passam de uma situação de elevada natalidade à situação inversa: baixos níveis de natalidade e de mortalidade. No entanto, o período de transição pode ser crítico sob o ponto de vista dos recursos alimentares, pois a taxa de mortalidade diminui antes da de natalidade. Mas transformações tecnológicas que acompanhem o crescimento da população são a solução mais justa e eficaz para a questão.

Quanto à realidade de pais cujo nível sócio-cultural entende que somente um elevado número de filhos garante produção e segurança, a Igreja defende uma educação para a paternidade e maternidade responsáveis, respeitando inteiramente os princípios éticos, bem como a necessidade de se dar "acesso a métodos de controle da fecundidade, que estejam em harmonia com a verdadeira natureza do homem", como o método billings, por exemplo.

As investigações têm demonstrado que outros três fatores, além do controle demográfico, contribuem de modo igual e mais ético para a diminuição do crescimento da população mundial. Trata-se do desenvolvimento econômico e social, do melhoramento das condições de vida das mulheres e, paradoxalmente, da redução da mortalidade infantil.


Montagem sobre fotos / Arquivo
João XXIII: "A solução acertada encontra-se apenas num progresso econômico e social que respeite e fomente os genuínos valores humanos"
MATER ET MAGISTRA - PAPA JOÃO XXIII

Já em 1961, o Papa abordava a questão do desequilíbrio entre a população e os meios de subsistência. Citando estatísticas que apontavam o "problema", João XXIII aponta que "há quem julgue indispensável recorrer a medidas drásticas para evitar ou diminuir a natalidade".

No entanto, ele mesmo indica: "A verdade é que, situado o problema no plano mundial, não parece que a relação entre o incremento demográfico, por um lado, e o desenvolvimento econômico e a disponibilidade dos meios de subsistência, por outro, venham a criar dificuldades". Isso, logicamente, a partir de um renovado esforço científico e técnico, por parte do homem, no sentido de aperfeiçoar e estender cada vez mais o seu domínio sobre a natureza.

"Por isso, a solução fundamental do problema não deve procurar-se em expedientes que ofendem a ordem moral estabelecida por Deus e atacam os próprios mananciais da vida humana", explica.

Afirmando que sabe da existência de áreas e países com graves dificuldades, motivadas por uma organização econômica e social deficiente que não oferece meios de vida proporcionais ao índice do incremento demográfico e também à insuficiência da solidariedade entre os povos, o Papa ressalta:

"Todavia, mesmo em tais casos, devemos afirmar claramente desde já que estes problemas não se podem encarar, nem estas dificuldades se podem vencer, recorrendo a métodos e meios que são indignos de um ser racional e só encontram explicação num conceito puramente materialista do homem e da vida. A solução acertada encontra-se apenas num progresso econômico e social que respeite e fomente os genuínos valores humanos, individuais e sociais, em conformidade com a moral, com a dignidade e o imenso valor da vida humana, e, juntamente, numa colaboração em escala mundial que permita e fomente a circulação ordenada e fecunda de conhecimentos úteis, de capitais e pessoas".

Montagem sobre fotos / Arquivo
João Paulo II: família é santuário da vida



CENTESIMUS ANNUS - JOÃO PAULO II


O documento foi escrito em 1991. Ao demarcar a necessidade de se voltar a considerar a família como santuário da vida, o Beato indica que, contudo, "o engenho humano parece orientar-se, nesse campo, mais para limitar, suprimir ou anular as fontes da vida, chegando até ao recurso do aborto, infelizmente tão espalhado pelo mundo, do que para defender e criar possibilidades à mesma vida. Na Encíclica Sollicitudo rei socialis, foram denunciadas as campanhas sistemáticas contra a natalidade, que, baseadas numa concepção distorcida do problema demográfico e num clima de 'absoluta falta de respeito pela liberdade de decisão das pessoas interessadas', as submetem muitas vezes 'a pressões intoleráveis (...) a fim de cederem a esta nova forma de opressão'. Trata-se de políticas que, com novas técnicas, estendem o seu raio de ação até ao ponto de chegarem, como numa 'guerra química', a envenenar a vida de milhões de seres humanos indefesos".




GAUDIUM ET SPES - CONCÍLIO VATICANO II

O documento, já em 1965, aponta para o fato de que muitos afirmam que o aumento da população do globo deve ser absoluta e radicalmente diminuído por todos os meios e por qualquer espécie de intervenção da autoridade pública.

"O Concílio exorta todos a que evitem as soluções, promovidas privada ou publicamente ou até por vezes impostas, que sejam contrárias à lei moral. Porque [...] a decisão acerca do número de filhos depende do reto juízo dos pais e de modo algum se pode entregar ao da autoridade pública. Mas como o juízo dos pais pressupõe uma consciência bem formada, é de grande importância que todos tenham a possibilidade de cultivar uma responsabilidade reta e autenticamente humana, que tenha em conta a lei divina, consideradas as circunstâncias objetivas e temporais; isto exige, porém, que por toda a parte melhorem as condições pedagógicas e sociais e, antes de mais, que seja dada uma formação religiosa ou, pelo menos, uma íntegra educação moral. Sejam também as populações judiciosamente informadas acerca dos progressos científicos alcançados na investigação dos métodos que ajudam os esposos na determinação do número de filhos, cuja segurança esteja bem comprovada e de que conste claramente a legitimidade moral".